Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 083-ExStaff em Sab 26 Out 2013, 21:43



Avaliações.







Elliot - Aprovado. - Ethan - Aprovado. - Como se trata de dois irmãos, com praticamente a mesma história de vida e fichas muito criativas, resolvi comentar sobre ambos em um mesmo parágrafo. Pelo que pude perceber, ambos possuem um grande potencial narrativo, e me deixaram ansiosa para ler mais sobre essa dupla. O modo como, apesar de vivenciarem a mesma estória, ambos souberam deixar claras as diferenças de pensamento e postura dos dois personagens, é impressionante. Não tive a impressão de que a história foi copiada para economizar tempo e criatividade. A sincronia entre os dois, foi um quesito positivo, e não negativo.


James - Aprovado - Confesso que fiquei um pouco incerta sobre aprova-lo. O cuidado com a estrutura e a organização do texto foi pequeno, e em alguns momentos a leitura foi confusa. Ainda assim, busquei por fatores positivos que pudessem ajuda-lo, e com sorte os encontrei. Tens uma escrita adequada, ainda que carente de personalidade e de um pouco de cuidado. Claramente faltou uma revisão mais profunda da sua narrativa, e sua pressa em postar a ficha ficou evidente. Mesmo assim, conseguistes o suficiente para uma aprovação, embora eu tenha certeza que possas fazer muito melhor se assim o desejar. Lembre-se disso.


May - Aprovada - Olá, nova filha! Bem, houveram alguns equívocos na formatação do post. Particularmente, acho que centralizar o texto desorganiza e torna tudo menos acessível para o leitor. Cores fortes em excesso também prejudicam no andamento da estória, pois mais atrapalham a visão do que enfatizam algo, que é seu intuito. Além disso, não é só de diálogos que uma narração é feita, e se exagerados, acabam com a fluência do que você escreveu. E você quase fez isso, salvando a ficha com o diferencial no fim. Por isso, aprovada. Mas tome cuidado. Em uma missão, você pode se prejudicar imensamente, por não atentar aos detalhes. Boa sorte, filhota!


Josy - Aprovada - Foi por muito pouco, querida. A cor forte utilizada na ficha atrapalhou a leitura em alguns momentos, além do excesso de diálogos e ausência de pensamentos e emoções, pesaram contra você. No fim, acabei aprovando-a pela desenvoltura que apresentou nos diálogos, demonstrando profundamente a personalidade de sua personagem. Uma ficha mediana, apenas o suficiente. Mas com potencial para mais. Bem-vinda, cria de Quine.


Percy - Reprovado - Ficha desconsiderada por double post, e pelo nome do usuário não estar de acordo com as regras do Fórum. Solicite uma mudança de nome, e reenvie a ficha.


Horace - Reprovado - Acabei reprovando-o, depois de muito refletir. Por si só, sua narrativa foi boa, mas uma revisão a mais impediria alguns erros de digitação percebidos. Também senti falta de um pouco de calma nos momentos de ação, sem mencionar o fato de que um indefinido que pouco conhece sobre o mundo mágico, dificilmente teria chances contra um grifo, logo de cara. Mesmo com a ajuda do sátiro. Provavelmente, acabariam ambos num hospital, ou num cemitério. Além disso, não seria tão simples atingir tal criatura com uma muleta. Grifos são conhecidos por serem incrivelmente rápidos, e ferozes. Por esse erro de coerência, tive de reprovar sua ficha. Foque mais nos pensamentos e sentimentos de seu personagem, e tente outra vez. Com certeza, dará certo.


Gabe - Reprovado - Muitos dizem que tamanho não é documento. Você mostrou isso com sua ficha. Teria conseguido o bastante para passar não fosse alguns erros bobos de concordância e ortografia. Devia ter ao menos relido seu post algumas vezes. Pude perceber também pressa para terminar logo a narrativa em alguns pontos, e embora não houvessem erros graves, isso prejudicou a fluência do texto. No fim, os pontos contra pesaram mais que os a favor. Infelizmente, terá de tentar outra vez, querido.


Claire - Aprovada - Aprovada de raspão, por assim dizer. Os diálogos ficaram excessivos em muitos trechos, mas no fim, a narrativa fez sentido e agradou. Só atente para os detalhes e revise seu texto. É sempre melhor deixar em justificado, fica mais organizado, mais reto. E por último: Nunca é demais revisar. Seja bem-vinda, filha.









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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gabe Gustavo em Sab 26 Out 2013, 22:36

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ades deus da guerra.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Não sou alto, mas também não fraco tenho muita vontade e destreza para seguir em frente.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque eu acho que tenho muita coisa em comum com o deus Ares, como falta paciência, calma, e gosto de ter mil motivos para quebrar a cara de alguem.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?



Eu era apenas mais um garoto comum como todos os outros, mas órfão, minha mãe havia morrido quando eu tinha apenas sete anos, não faz tanto tempo já que hoje tenho 13. Hoje é meu aniversario, moro em um orfanato aqui não é muito animado, mas todos me conhecem, mas não gostam de mim. No orfanato que eu maro também trabalha o meu professor de ciências Sr. Giwis, ele é um pouco doidinho, mas adivinha, ele não gosta de mim, que bom também não gosto dele. Ele tenta me reprovar todo ano, mas advinha... , ele consegue, estou na quinta série e mal sei ler as séries que passei foi colando de meus amigos que eram poucos. E mal posso esperar para ter dezoito anos e sair dessa espelunca, penso em seguir carreira de lutador já que briguei e ganhei com todos do orfanato e da escola. Mas como eu dizia hoje é meu aniversario e só para estragar as coisas estou desorientado em um acampamento, e vocês devem estar-se perguntando, Como? Bom eu vou falar desde o começo.
Eu acordei sedo e fui para a escola, assistir a aula do insuportável Sr. Giwis, ele não me deixava em paz, ele reparou que eu não estava presando atenção na aula, e resolveu reclamar em voz alta:
– Preste atenção na aula seu pestinha insolente, se não vai ser mais uma vez o fracassado que não passou de ano – Disse o Sr. Giwis com estrema vontade.
Ele tinha resolvido me provocar na frente de toda a classe, como já era de se esperar eu dei um soco no focinho daquela peste disfarçada de professor, e ainda dei de brinde um chute na barriga dele, e ele não gostou muito, e o diretor me deu uma expulsão, o que já era de se esperar. Era a terceira escola em dois meses.
Na saída da escola quatro garotos com barras de ferro e galhos de arvore, me cercaram e me deram mil motivos para bater neles, mas não sou invencível, e me machuquei muito na briga, estava indo de volta para o orfanato, e estava exausto, mas não acho que os outros garotos estavam melhores, um homem de carro me ofereceu carona e eu acabei aceitando.
O homem e eu fomos conversando no caminho quando de repente, ele mudou o percurso e nos jogou com o carro por cima de um barranco muito alto, eu saltei do carro, mas ele não teve toda essa agilidade, eu desci o barranco e fui ver se ele estava bem, mas ele tinha se transformado em um ciclope, um monstro grande com um único olho no meio de sua testa, comecei a correr como nunca antes, mas o ciclope era rápido e grande quando eu cansei me escorei em uma arvore e senti um tronco afiado em minhas costas, rapidamente retirei-o da arvore com um chute, e o apontei como uma lança contra o peito do ciclope, ele desvio e me olho com um olhar de fogo como se eu tivesse provocado a ele por anos, ele voltou a atacar, mas desta vez com mais fúria e velocidade e me derrubo:
– Quem é você? E o que quer comigo? – tentei falar com ele.
Mas ele não me respondia, ele me atacou mais uma vez e eu só tive força para levantar o galho que eu havia pegado depois disso só senti algo pingando em minhas costas e pensei, que bom que eu não estava morto, mas o ciclope estava o tronco havia atravessado sua barriga que agora pingava um sangue verde e gosmento.
Mas para minha salvação tinha um acampamento, ali perto quando cheguei à entrada consegui ler a placa aberta no alto, ela dizia: "Acampamento Meio-Sangue", achei estranho já que eu não sabia ler. Quando entrei estava desorientado e vi várias alucinações como centauros e ninfas, e logo em seguida desmaiei, quando acordei vi um homem com aparência meio velha bebendo vinho, e um centauro, os dois jogavam cartas. Foi quando pensei um "centauro"?
E o centauro se apresentou como Guíron, e disse que o homem velho era Dionísio deus do vinho, o homem velho interrompa e disse:
– Mas pode me chamar de Sr. D, fiquei boquiaberto deparado com aquela situação que parecia mais um enredo de filme brasileiro, mas aquilo não me parecia tão estranho.
Foi quando o centauro Disse
– Gabriel Gustavo Jhones você é filho de Ares o deus da guerra... Você é um semideus –
Fiquei impressionado, mas não cheguei a acreditar que poderia de alguma forma ser verdade.
–Ares o reconheceu como filho assim que soube que você havia chego ao acampamento, logo depois de você ter desmaiado– Disse o centauro com firmeza na voz.
Com muitas perguntas fiquei calado estava em estado de choque, me sentia fraco.Aquilo soava como mentira, mas isso me deu explicação a tanta coisa, tipo porque minha mãe tinha tanto medo de que eu conhecesse pessoas novas. Lembrar de que minha mãe foi morta me dava raiva e força para que eu derrubasse cinco leões de uma só vez, mas também me dava um vazio estranho e profundo. O que me fez dizer que eu treinaria até o meu melhor estado, e toda aquela situação, tão esquisita só me fez sentido, por causa da morte de minha "MÃE".
Gabe Gustavo
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Hope Midori em Sab 26 Out 2013, 23:06

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Apolo.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Minha personagem, Hope, é uma menina de 15 anos com uma personalidade meio... complicada. Ela parece ser forte por fora – e realmente é. Hope sabe se defender sozinha e passa uma imagem que chega até ser um pouco fria em frente a desconhecidos, pelo modo que foi criada. Mas, quando está com alguém que ela confie de verdade (e não é muito difícil ganhar sua confiança), Hope se mostra extremamente amável, faz piadas em todos os tipos de situações, aquele tipo de pessoa que não tem como ficar triste perto. Chega até ser meio clichê. A garota tem muitos talentos, também. Um deles, e o que mais se destaca, é o seu talento para a cura que já era notável desde quando ela era apenas uma criança. Ela não cura só ferimentos normais, mas também cura corações com suas palavras extremamente confiáveis – Se Hope Midori diz que tudo vai ficar bem, é porquê vai ficar. Também tem muito talento para o canto.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Apolo é meu deus favorito, sem dúvidas. É um deus muito preciso na minha opinião – Ele é o deus da cura, do oráculo, da música, da poesia, um dos irmãos arqueiros, e claro, ele é o Sol. Fora isso, eu adoro o senso de humor ele (pelo menos na figura que Riordan criou pra ele).
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Ela ia ficar louca.
Ou pior, pensou enquanto andava pela sala com um papel nas mãos, seria expulsa de casa e seria considerada uma vergonha para sua família. Seu pai lhe bateria tanto que ela acabaria no hospital. Isso, acabar no hospital, poderia consertar o erro que havia cometido – Mas Cath sabia que, se isso acontecesse, o peso da culpa a assombraria pelo resto da vida.
Catherine Midori, 18 anos, filha do prefeito de uma pequena cidade esquecida pelo mundo, apaixonada por um homem que havia aparecido em sua vida e sumido pouco tempo depois, deixando apenas lembranças como acontecia em qualquer caso de amor juvenil. Mas é claro que, para ela, nada era tão simples assim.
Catherine Midori, 18 anos, filha do prefeito, estava grávida de um homem que ela desconfiava que nunca fosse ver novamente. Ela estava perdida.
. . .
A mulher lhe observava com um grande sorriso entre os lábios, mesmo que sua aparência fosse pálida, frágil e cansada, até mesmo doentia. O sorriso ia crescendo aos poucos, parecia que iria rasgar o rosto de sua dona, o que assustava a garota que estava sendo observada. Elas estavam ali havia alguns minutos, em silêncio, sem saber como começar uma conversa. Hope tinha certeza de que conhecia aquele sorriso – Vagamente, mas conhecia. Era impossível, desde que era a primeira vez que via aquela estranha – porém familiar – mulher.
A mais nova estava acostumada a lembrar de pessoas desconhecidas de modo meio embaçado, já que costumava ver muitas pessoas em seus sonhos, contando-lhe coisas. Mas, a garota sentia que não era um sonho e sim uma lembrança.
“Hope, querida...” Catherine murmurou, entendendo a mão para alcançar o rosto delicado da outra, e deixou que ela caísse quando a mesma se esquivou.  “Você sabe quem eu sou, não sabe?”
“Para ser sincera” A loira começou, não se importando com o que iria falar. “Não, eu não me lembro. Talvez um pouco, mas disseram que nós iríamos nos conhecer hoje, então...”.
Catherine suspirou, levantando-se de seu banco, caminhando até uma janela que havia naquele grande aposento.
 “Você sabe por quê seu nome é esse, Hope?” Disse, olhando para a mais nova, rindo baixo ao ver a mesma fazer uma careta e acenar negativamente.  “Esperança. Foi isso que você me trouxe. Esperança de que um dia aquele homem que apareceu durante o verão, passava tod0s os dias comigo, deu-me uma linda criança e depois sumiu... Mas ele continua aparecendo quando a escuridão cai e a noite se forma, quando ninguém pode ver, só que não em presença. Ele ainda assombra meus sonhos mesmo depois de tanto tempo. O homem que desgraçou minha vida, mas ao mesmo tempo, deu um significado para ela. Esperança que um dia ele voltaria” Ditou enquanto andava pela sala, exatamente como havia feito no dia em que descobriu que estava grávida.  “E ele voltou. Voltou para me contar à verdade, disse-me o que fazer com você quando você sobrevivesse nesse orfanato até certa idade. E você sobreviveu.”
 “E isso quer dizer que...”
“Eu sou sua mãe.” A mulher novamente estava na janela novamente, observando o movimento das ruas, quando se virou para Hope.  “Eu sou sua mãe, e, se você quiser, já pode me odiar por ter te largado nesse orfanato.”
Catherine assistiu o momento em que o queixo de Hope caiu em total choque com a revelação. Ficou alguns minutos em silêncio, sem saber o que comentar ou como deveria reagir – Se deveria chorar e abraçar sua mãe, dizendo-lhe que ela demorou para voltar, ou se deveria atacar a mais velha com unhas e dentes. Seu coração estava dividido entre o amor e o ódio, e sua mente estava uma grande confusão. Então, após um tempo, ouviu-se a voz fina da garota preencher o aposento.
 “P-Por que me deixou aqui?” Gaguejou, corando logo em seguida, envergonhada pela pergunta ter saído tão atrapalhada.
“Eu não tinha outra escolha. Meu pai não podia descobrir então eu fugi até terminar a gestação, te deixando aqui logo depois que ela terminou. Eu não queria e você precisava de mim, mas, seria arriscado para ambas ficar com você. Eu quase enlouqueci depois de voltar para casa.” A morena mais alta disse como se a resposta estivesse gravada.  “Mas vejo que você cresceu linda e saudável! Está com 13 anos, se não me engano. Seu pai me disse para te orientar quando você chegasse nessa idade.”
“Meu pai...”
“Oh, é um grande homem, com certeza. Eu não guardo magoa dele por ter nos deixado, entendo que foi necessário. Seu nascimento foi um erro, Hope.” A garota sentiu-se como se uma faca estivesse cravada em seu peito.  “Mas bem, erro que foi consertado. Não importa agora.”
Hope não queria acreditar que aquela mulher de aparência doentia pudesse ser sua mãe. Que tipo de mãe falaria aquelas coisas? A garota podia ver que Catherine, como lembrou-se ser o nome da mulher, não estava nem um pouco arrependida das palavras que havia pronunciado.
''Um erro?”
 “Sim, sim.” A resposta veio com total descaso.  “Vamos ao que realmente importa. Primeiramente, você vai sair desse orfanato. Depois, vai para um acampamento de verão, olhe só que legal! Agora você me perguntaria o porquê, certo? Ok, não precisa. Tudo isso só porquê seu pai é Ap...”
Antes que pudesse terminar, um estrondo acompanhado por um clarão invadiu a sala em que elas estavam. Enquanto tossia e sentia seus olhos arderem por conta da fumaça, Hope viu uma criatura bizarra entre toda aquela confusão. Não era totalmente bizarra, na verdade, se ela ignorasse o tamanho absurdamente grande que parecia se aplicar em todas as partes do corpo do ser, e claro, o principal detalhe que o diferenciava de uma pessoa normal – O grande olho bem no meio da testa.
Imediatamente, a garota sabia que estava em problemas. Durante toda a sua vida fora boa em mitologia grega e sabia que aquilo se tratava de um ciclope, filho do deus do mar com alguma ninfa sortuda por ser notada pelo grande Poseidon. Aquela criatura poderia lhe comer frita, e ainda teria de sobremesa sua – argh – mãe.
 “Mas o que...” Ouviu a voz que lhe parecia extremamente irritante aos ouvidos atrás de si, e ignorou, focando no ciclope.
Hope sabia quem era seu pai. Ele havia aparecido para ela um dia, quando ela estava no parquinho em um canto afastado das outras crianças, brincando com a areia. Ela tinha no mínimo 8 anos, mas isso não impediu o deus de lhe dar um arco e muitas flechas, dizendo que ela iria precisar um dia. E bem, crianças não recusam presentes.
Com grande precisão, a loira – por mais incrível que pareça, mesmo que asiática Hope tinha cabelos loiros – tirou seu pequeno arco de suas costas. Estava lá o tempo todo, escondido como ela costumava deixar, esperando o momento em que iria precisar. Mirou na criatura que se aproximava dela, ignorando todos os gritos, ignorando Catherine, e atirou uma de suas flechas. E errou. Ops.
Em total pânico, Hope se atrapalhou ao colocar a flecha em seu arco por conta de suas mãos que estavam tremendo e também pelo fato de que estava tendo que correr por aquele pequeno espaço que tinha. Orando baixinho para que seu pai lhe ajudasse, pois sabia que ele iria ajudar, ela mirou no bicho novamente. Só ouvia sua respiração, um de seus olhos estava fechado e o outro encarando a fera. Atirou.
E o ciclope se foi com um grito. Foi até mais fácil do que ela esperava.
 “Obrigada, papai.” Disse, rindo baixo ao ouvir um “Que?” vindo de Catherine.
Então, mais uma surpresa. Um dos garotos com quem ela dividia o quarto – Qual era mesmo o seu nome? Lazaro? Ah, não... Ela havia esquecido completamente. Enfim, o garoto estava parado, encolhido contra a porta como se quisesse se fundir com a parede. O que chamava a atenção eram suas pernas – Peludas, negras, com aparência macia. Pernas de bode. Lazaro tinha pernas de bode.
“B-Bom trabalho.” A voz estrangulada era do garoto, que agora se aproximava, tremulo enquanto encarava o pó dourado que estava no chão. “Mandou esse ai direto pro Tártaro.” Comentou distraído. “Acho que lhe devo algumas explicações, né?” O moreno riu, batendo os cascos no chão, nervoso.
Sentaram-se os três (até mesmo Catherine contra a vontade de Hope) e foi tudo esclarecido. O sátiro, que a garota havia descoberto se chamar Carlos, lhe explicou sobre sua missão e o motivo deles terem que ir para o acampamento. Em dois minutos, Hope já estava pronta. Queria sair daquele inferno no qual havia passado sua infância o mais rápido possível e se livrar também de sua “mãe.”.
Depois de algumas breves despedidas, por parte de Hope, e alguns abraços, por parte de Catherine, Lazaro e a garota saíram pelas portas de trás do casarão velho. Por mais confuso e cheio de reviravoltas que o dia tivesse sido, eles só tinham um destino: O Acampamento Meio-Sangue.
Hope Midori
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 073-ExStaff em Dom 27 Out 2013, 19:59


Fichas de reclamação

Gabe Gustavo – não reclamado
Sua ficha de reclamação ficou confusa e rápida demais, fruto da má pontuação, além de explorar pouco as características do seu personagem. Dicas:  use um corretor; centralize e justifique o texto; separe melhor os parágrafos.

Hope Midori – reclamada
O combate contra o ciclope foi confuso, de fato. Ele simplesmente ficou parado esperando você lhe atirar uma flecha? Mas não foi suficiente para te reprovar. Gostaria de atentar ao uso do gerúndio, que se acontecer seguidamente, torna a leitura cansativa. Enfim, bem-vinda, filha de Apolo.







Atualização
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Matt Duchannes em Dom 27 Out 2013, 21:22

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
R: Hécate

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
R: Sou geralmente "tripolar", sou um pouco antipático com pessoas que não me agradam sempre me interessei por magia amo magia, sempre li muitos livros sobre o assunto,gosto de praticar feitiços,e sempre fui bem sombrio e misterioso.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
R: Pois sempre me interessei por magia, gosto de praticar e ler feitiços e geralmente sou bem sombrio e gosto muito de Hécate ela tem tudo haver comigo.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
R: Bem minha mãe morreu disse meu pai pelo menos,meu pai se casou com uma madrasta legal ela tinha muito dinheiro tinha um filho Alan Twerd , um riquinho de típica arrogância odeio ele ,ele sempre mexe nas minhas coisas ,vive mexendo nos meus livros um dia ele falou para Soraya a minha madrasta que encontrou uma cobra nas minhas roupas realmente havia,1 serpente negra enorme dentro da gaveta de camisas não sei de onde veio,meu pai sempre me castiga por causa de Alan ele é o queridinho da casa meu pai me odeia parece que eu fui filho de outro homem.
Bem descobri que eu era um semi-deus quando um dia estavamos eu e Alan em uma "caminhada" nas montanhas de Long Island, e surgiu uma névoa negra e clara fantasticamente diante de mim segui ela até um local onde havia um grande portão grego e tochas quando entrei no acampamento , e agora descobri sobre minha mãe e que sou um semi-deus.
Matt Duchannes
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan L. Panagakos em Seg 28 Out 2013, 19:34

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Athena

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Dylan é uma jovem de 15 anos, mede por volta de seus 1,60m, quando pequena era alta em relação as amigas, mas já se conformou que não vai crescer mais do que isso; pesa sempre algo entorno de 50kg, para mais ou para menos, a depender da época e da gula. Seus cabelos são castanho bem escuros, praticamente pretos, brilhantes e caem até o meio de suas costas em ondas. Possui o rosto delicado, nariz fino e maçãs bem definidas, o destaque são seus olhos azuis, brilhantes e penetrantes, além disso, seus lábios são bem delineados e rosados. Sua pele é morena-clara, no verão só de andar sob o Sol costuma ficar mais queimada.

Psicológicas: Dylan sempre foi mais inteligente que o normal, com uma sede por conhecimento muito além do normal, o que, de certa forma, a fez a estranha na escola, do tipo que conta piadas muito nerds, não fosse sua aparência, seria apenas mais uma geek qualquer. Sempre foi segura de si, por andar muito com os geeks e amigos do clube de esgrima, aprendeu a se defender dos ataques daqueles que se acham superiores, assim como defende seus amigos; dizem que poderia ser uma menina popular se quisesse, mas sempre preferiu ser presidente do clube de xadrez e de debates do que perder seu tempo gritando “Vai, Cougars!” usando roupas que considera, em suas palavras “inapropriadas para qualquer pessoa que se leva a sério”. Meio teimosa, tem uma mania péssima de querer ter tudo a seu controle e de fazer inúmeros cálculos de risco antes de tomar alguma atitude para coisas que julga importante, outra mania péssima é que adora analisar o comportamento e personalidade das pessoas, para ter mais precisão quando precisar traçar um curso de ação para ter sucesso em algo e, bom, o ser humano é imprevisível, por isso nem sempre consegue o que quer. O que a leva a outro ponto é extremamente racional e se julga realista por ter mais clareza sobre como as coisas se passam,  mas mais por acreditar que tudo pode ser mais ou menos previsto. Costuma não gostar muito das pessoas logo que as conhece, é meio arredia, mas uma vez conquistada sua amizade (após o período de quarentena, como a própria diz), se torna uma amiga muito leal e com quem sempre se pode contar. Não é de demonstrar seus sentimentos para pessoas que não conhece muito bem, na verdade, tem medo de que isso a torne vulnerável demais, além de ter medo de que quebrem seu coração e milhões de pedacinhos. Dylan é fluente em grego moderno, é o idioma de sua casa e sua família, além de estudar espanhol e francês.

Observações: Dylan tem resistido por anos para ir ao Acampamento Meio-Sangue, prefere ir para um acampamento de imersão em Francês ou Xadrez, ou até acampamentos acadêmicos, como já foi muitas vezes.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sou uma fissurada em mitologia greco-romana e, entre todos os deuses do Panteão, Athena é uma de minhas favoritas, desde a questão mitológica, até sua complexidade de poderes e sua importância para a civilização greco-romana, influência que chegou até os dias de hoje como uma das deusas mais importantes do panteão. Uma deusa humana que, para os padrões da época, foi além do papel feminino da mulher grega representada por outras divindades, sabedoria, estratégia e guerra, para além de beleza, matrimônio e da questão do lar. Paro por aqui, porque se não vira uma monografia.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Toda família tem suas peculiaridades, algo estranho e que, para àqueles que não são membros não faz nenhum sentido, algumas famílias simplesmente brigam quase sempre à mesa do jantar e, por alguma estranha razão, isso é um hábito que se repete diariamente, sem nenhum de seus membros cansarem, e é encarado como uma demonstração de amor, outras famílias simplesmente não são o padrão ideal de comerciais de margarina, com pai, mãe e filhos e filhas, sem contar o cachorro; e essa, poderia ser a primeira vista, a particularidade da família de Dylan Lena Panagakos, uma jovem greco-americana, cuja avó tinha vindo diretamente da Grécia desbravar o novo continente e lutar pelo sonho americano... Mas não, a peculiaridade de sua família não estava no fato de ser constituída apenas pela avó, Andronika Panagakos, seu pai, Yianni Panagakos e ela... Muito pelo contrário, Dylan poderia se dizer como uma jovem pertencente a uma família de meio-sangues.

A história da família Panagakos é antiga, mas pode-se dizer que tudo começou com Andronika em algum ponto distante do passado, ingressando nas fileiras de caçadoras de Ártemis, ninguém na família sabe ao certo como isso aconteceu, tampouco a real idade de Andronika, mas sabem-se que, depois de muitos anos como uma jovem de 13 anos servindo a Deusa Virgem da Caça, algo a fez deixar as fileiras de Ártemis, a anciã conta que apesar de considerar as caçadoras como suas irmãs, desejava uma família de quem cuidar, afinal, vinha de uma família grande, com quatro irmãos e seis irmãs, todos trabalhando nas terras da família e na produção de azeite da pequena ilha de Anafi, parte do arquipélago das Cíclades no mar Egeu, famosas por conta da ilha de Delos, na qual teriam nascido Apolo e Ártemis.

O fato é que a Europa estava à beira de sua segunda grande guerra, Andronika não pretendia se envolver já que não mais integrava o séquito de Ártemis, decidiu deixar o continente ilegalmente no convés de um navio em busca de uma vida nova e, como dizia “normal”. No Estados Unidos se fez, trabalhando muito, morava em um quarto alugado e juntava cada centavo que conseguia trabalhando em uma lanchonete em Chicago, além de cobrar para preparar refeições gregas no meio de sua comunidade, fato que mais tarde a fez abrir seu próprio restaurante de comida típica grega. Andronika já aparentava ter seus 21 anos quando um belo homem cruzou sua vida, sabia que havia algo de diferente nele e sabia que seu rosto era muito familiar e, apesar de racionalmente não desejar se envolver com àquele homem em particular, seu coração não aguentou e, meses depois, vinha ao mundo Yianni Panagakos, semideus filho de Apolo.

Dylan, ou Dyl, como é carinhosamente chamada pelos amigos e pela família, diria que o calcanhar de Aquiles dos Panagakos são deuses gregos, porque de forma estranha e confusa, apesar de conhecer o Acampamento Meio-Sangue, apesar de saber de todo o sofrimento de Andronika por ter sido mãe-solteira nos Estados Unidos na década de 1960, Yianni se envolveu com uma mulher, pela qual ele dizia ser a mulher mais incrível que já conheceu assim que regressou de Atenas após a faculdade e sua especialização em comida típica Grega, para expandir os negócios da família... E foi assim que veio ao mundo, Dylan Lena Panagakos.

Os anos foram passando e  Dyl crescendo aos cuidados do pai, um chef e da avó, mas apesar de ter apenas 7 anos, achava estranho o fato de seu querido pai nunca sequer mencionar sua mãe, de não guardar fotos ou lembranças dela... Apenas dizia que ela era uma mulher maravilhosa que havia dado a ele os melhores meses de sua vida, também nunca contou como ela sumiu, ou se ela havia morrido... E achava ainda mais estranho os olhares que, ocasionalmente sua avó e seu pai trocavam, como se houvesse um segredo obscuro e que, claro, a envolvia. Até que um dia, chegou mais cedo da escola, queria dar um susto em seu pai antes dele ir para o restaurante, entrou de fininho fechando a porta com muito cuidado, até que ouviu:

- Yianni... Você precisa contar para ela! Ela tem o direito de saber... – a voz de Andronika era muito clara. – A escola te chamou porque sua filha tem uma inteligência muito acima do normal, apesar de sua falta de atenção nas aulas... Você sabe que são características da mãe dela.

A fala despertou a coragem de Dylan que, devagar se aproximou da entrada da sala, recostando-se na parede e prendendo a respiração com medo de ser descoberta.

- Eu sei, mamá... – suspirou o homem. – Mas não sei como contar isso a ela, é tão pequena.

- Eu não demorei a contar para você... Eu sempre soube quem era seu pai e passei sua infância inteira te preparando para isso. – ralhou a senhora, dura. – Você sempre contou histórias heroicas de semideuses, será mais fácil dela assimilar isso agora, enquanto é pequena, do que quando for maior.

- Acredito que você esteja certa. – respondeu resignado.

- E outra, seria pior se Athena não a tivesse reconhecido como filha logo que ela nasceu... Acredite, a espera do reconhecimento de seu pai foi longa e tortuosa. – reprendeu novamente.

Dyl estava chocada em ainda assim, profundamente envergonhada de sua atitude, não devia ouvir conversas de adultos e, tampouco escondida desse jeito, como uma fofoqueira que nem suas vizinhas, como dizia sua avó, pensou em abrir novamente a porta da frente e entrar tentando fingir que nada havia acontecido, que não ouvira nada e, estava quase conseguindo quando esbarrou no móvel do corredor e o vaso de sua avó foi ao chão, O barulho foi enorme, a menina congelou, seus músculos tensos apertando as alças da mochila, ouviu os passos se aproximando e não conseguia encará-los, não conseguia...

- Dyl, querida... Desde quando está aqui? – a voz doce do pai da altura dela chegou a seus ouvidos, fazendo-a sentir ainda mais vergonha, ele não estava zangado?

- Me desculpe! Eu ouvi tudo... Bampá! – virou-se chorando, os olhos azuis encobertos de lágrimas, abraçou o pai que estava ajoelhado, ele suspirou abraçando-a e depois fazendo com que a pequena o encarasse.

- O que você entendeu de tudo que dissemos, minha pequena? – perguntou naquele tom carinhoso.

Olhou para a avó que estava de pé e sorria para a neta, lançando um olhar reprovador para o filho, o sorriso amoroso da senhora a encorajou a falar:

- Que minha mãe se chamava Athena. – respondeu tentando engolir o choro de vergonha. – Como a deusa da mitologia.

- Sim, minha pequena, mas mais do que isso. – Yianni inspirou profundamente. – Sua mãe é Athena... A deusa Athena... Ela nos deixou porque deuses não podem ter a mesma vida que humanos... Mas não significa que ela não te ama

O choque foi enorme, a pequena Dylan poderia esperar tudo, na verdade, assumia que seu pai iria dizer que sua mãe estava viva, mas a havia deixado por não amá-la de verdade, ou algo do gênero... Mas ser filha de uma Deusa de uma das mitologias que considerava mais legais e apaixonantes era algo inimaginável, mas muito, muito, muito mais legal. Por isso, um grande sorriso iluminou sua face, afinal, tinha 7 anos e ainda tinha esperanças do Papai-Noel existir, apesar de ter visto os presentes no closet de seu pai e não ter contado para não deixa-lo triste, tudo era possível e, ser filha de Athena era muito mais legal do que a existência do Papai-Noel. A expressão de Yianni se iluminou na mesma hora e a avó sorriu satisfeita para ambos, até que Dyl ficou séria, tão séria que chegava a ser adorável ver uma menina de sua idade com aquela expressão:

- Bampá*... Você não está mentindo pra mim, né? – perguntou olhando-o nos olhos. – Filho de deuses gregos? Eu ficaria muito triste se você estiver mentindo pra mim.

- Eu jamais mentiria para você sobre sua mãe, Dyl. – respondeu sorrindo. – Eu mesmo, sou filho de Apollo.

- É?! – os olhos azuis brilharam em excitação, a seriedade evaporara, olhou para a avó esperando uma confirmação. – Yiayia*?

- Isso mesmo, Dyl. – respondeu com um sorriso terno.

Filha de Athena? O coração acelerado em excitação... Talvez estivesse em um sonho e, a qualquer momento, acordaria para mais um dia de aulas... Ou, dessa vez, não.

---//---

Glossário:
Bampá – Pai, em grego.
Yiayiá – Vovó, em grego.

Obs: Desculpa pelo tamanho da ficha... Meio que me empolguei... =P
Dylan L. Panagakos
Filhos de Athena
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alice Armstrong em Seg 28 Out 2013, 19:39

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Apolo.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Não sou muito alta e gosto disso. Tenho cabelos loiros com algumas mechas verdes e pretas; olhos bem claros; pele bem branca.
Não gosto de regras, muitas vezes digo “dane-se” à decência e adoro pregar peças em todos. Tenho ideias e questionamentos estranhos e falo sobre revoluções.
Ouçe muito punk, pop punk e rock n’ roll e adoro livros sinistros, romances policiais e distopias. Ah, é: Para mim, solos de guitarra são como gritos de liberdade.
Sou uma garota bem calculista e irônica. Sempre tive amigos, mas sou um pouco anti-social quando se trata de pessoas que não conheço ou não gosto (embora goste de conversar quando for preciso). Critico as pessoas sem medo e sou impulsiva as vezes, mas gosto de pessoas que pensam e têm bom gosto.
Sou teimosa e durona, além de ter um gênio muito forte. Não meço minhas palavras quando abro a boca e, muitas vezes, machuco alguém mesmo que não querendo.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Escolhi Apolo porque me identifico com ele e o admiro muito. Toco violão, guitarra, um pouco de bateria e amo cantar. Gosto de escrever em versos, como músicas e poemas, mas não mostro muito para todo mundo. Tenho boa mira. Sou atenta às coisas ao meu redor (muitas vezes, coisas que ninguém percebe). Enfim, coisas assim.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Antes de minha mãe, Alícia Black, morrer, eu era completamente normal. Isso se ser “levemente” isolada, anti-social e grafitar muros fossem comportamentos normais.
Depois do “acidente de carro” (nunca acreditei nisso), me afastei definitivamente todas as pessoas ao meu redor que eu ainda mantinha algum contato. Pintei mechas de meu cabelo, antes loiro claríssimo, de verde limão e preto. Mudei meu estilo de agir.
Como estudava em um internato e estava tudo pago para esse ano, não precisei ir para orfanato algum.
...Quer dizer, não me afastei apenas de uma pessoa; meu melhor amigo, Jimmy Lee. Não que eu tivesse exatamente uma escolha.
Jimmy era, basicamente, a pessoa mais irritante do mundo. E mais comilão, talvez só perdesse para mim.
Sempre fomos amigos; compartilhávamos os mesmos gostos musicais e (talvez literatura também), a vontade de fugir de tudo e todos, a rebeldia mal-contida... Sabe? Era algo comum entre nós.
Nos conhecíamos desde os doze anos, estudávamos na mesma série então, quase que o tempo todo nos víamos e fazíamos tudo juntos.
A não ser no verão quando ele ia para algum... Acampamento de verão, ou era algo assim. Eu me perguntava que tipo de adolescente de dezessete anos ainda vai para um acampamento de verão? Mas ok, era uma ótima desculpa para zoar ele.
Nós dois tínhamos planos para montar uma banda, tínhamos planos de um dia cair no mundo e a primeira coisa que iríamos quando fugíssemos-com-nossos-pais-sabendo e tivéssemos dinheiro seria ir a um show do Green Day e comprar quantos livros pudéssemos carregar na volta para casa.
Como sonhos fantasiosos conseguiram dar em algo tão contrário?
Na noite em que as coisas mudaram, eu já estava no décimo terceiro sono. E isso era bom, porque geralmente eu tinha pesadelos horríveis quase todas as noites.
Como normalmente os pesadelos não me deixavam dormir, - e dormir é muito bom, cara! - fiz a coisa mais sensata que alguém normal faria quando o meu melhor amigo idiota me acordou no meio da manhã: Xinguei o demente até não ter mais o que dizer.
Ele me disse para pegar minhas coisas e eu fiz, tentando arrancar qualquer informação sobre porque estávamos fazendo aquilo às três da manhã; ele não me respondeu nada.
Quando terminei de pegar todas as minhas coisas e colar numa mochila (Jimmy já estava com a dele), nós fizemos o caminho que fazíamos quase todas as semanas para sair da Long Island High School - pulamos a janela que ficava a três corredores de distância do meu quarto. Depois, passamos pelo grande gramado até a parede em que a taboa ficava solta, mas escondida, de modo que ninguém via.
- Você pode me dizer por que estamos indo para não-sei-onde? - perguntei, irritada porque meu All Star esquerdo tinha ficado emperrado na taboa de madeira e porque ele não estava me contando nada.
- Alice, eu sei que você sabe. - ele disse, revirando os olhos e voltando para me ajudar a desenganchar meu pé.
- Não tenho certeza, uai. - respondi, pegando minha mochila que tinha caído no chão.
Ele deu um sorriso torto - Olha pra trás.
Me arrependi instantaneamente de ter perguntado, porque eu sabia que alguma coisa estava ali desde o momento em que tinha prendido meu pé, só estava com medo de ter a verdade confirmada.
Um par de olhos vermelhos estava parado na escuridão.
- O que diabos é aquilo? - sussurrei.
- É uma ótima pergunta. - ele sussurrou de volta. - O que você sugere? Corremos?
- Não seja idiota. - eu o repreendi - Se corremos, ele vai correr atrás da gente. Seja o que for.
Ele pegou minha mão e saímos andando normalmente; como se não estivéssemos fugindo da escola ou da coisa na escuridão.
- Para onde estamos indo?
- Você já vai saber.
- Wow, explicou tudo.
Ouvimos um rosnado vindo das sombras.
- Corremos?
- Corremos.
E aí nós dois corremos. Provavelmente o que nos seguia era muito grande, porque podíamos sentir suas passadas e ele ofegava.
Jimmy me deu sua mão e gritou - Não pare!
Viramos à esquerda e eu perguntei por que diabos estávamos indo para a floresta.
- Sem perguntas!
Chegamos perto de uma colina e eu continuei sem perguntas, mas do mesmo jeito o que nos perseguia finalmente nos alcançou.
- Merda, vamos ter que lutar... - resmungou Jimmy, se virando para o que quer que seja. Ele pegou uma adaga que cintilava em bronze e tirou rapidamente da mochila um arco e uma aljava (COMO aquilo conseguia caber naquela mochilinha?)
Ele me atirou os dois - Dá seu jeito.
Adorável, pensei.
(O louco idiota que atende pelo nome de) Jimmy agora segurava uma espada, de bronze também, e ia para cima do monstro.
Pela primeira vez eu parei para notar o que aquela coisa era. O corpo era de leão, mas a cabeça... Era humana; excerto por seus olhos, que eram vermelhos como os que eu tinha visto na escuridão daquele beco. As patas cintilavam, enormes, capazes de cortar rapidamente qualquer um.
Um manticore, a julgar por meus livros de História. Ele estava ali, completamente apavorante em seu pelo quase dourado, e atacando meu melhor amigo, mas a única coisa que eu consegui pensar foi “Que legal, cara”.
- Vai ficar só olhando aí? - Jimmy perguntou.
Eu sabia do que ele falava. Olhei para o arco e a aljava em minhas mãos.
Sabia manuseá-las desde que tinha doze anos, quando minha mãe tinha começado a me ensinar a usar arco e flecha. Coloquei a aljava nas costas e peguei uma flecha, confiante. Era completamente dourada, excerto pela ponta que também era de bronze. Coloquei-a junto à corda e puxei os dois, depois me lembrei do livro de história.
“Monstros como estes, supostamente, teriam um ponto fraco no pescoço, onde seria a divisão entre humano e leão.”
Mirei um pouco acima da juba e um pouco abaixo da cabeça. Perfeito.
Soltei a flecha ao mesmo tempo em que Jimmy o apunhalava com a adaga nas costas. O monstro se dissolveu em pó.
- Vamos. - Jim resmungou, me puxando pela mão.
- Para onde?
- Para o acampamento, oras.
Mesmo não entendendo nada, o segui.
Alice Armstrong
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Diovane Wade-Holtapfel em Seg 28 Out 2013, 23:11

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Íris; a deusa do arco-íris.


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Dotado de fios rebeldes que parece sempre bagunçados pelo vento e seus olhos são multicoloridos, variando de acordo com suas emoções e desejos. Possui um corpo em forma e estatura variável, com um porte até atlético. Suas feições são astutas e costuma ser bastante esperto. Possui um coração equilibrado como o da sua mãe obtendo assim a temperança e verdadeira misericórdia. Tende a cooperar melhor com os que estão á sua volta, e costuma prezar pela harmonia de seu circulo social. Evita discutir e provocar conflito.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?

Bem, essa é uma conta fake de minha original e por um motivo meio que desconhecido, oculto, pude nutrir certo carinho pela deusa após conhecê-la mais que ativa no fórum e em outros pontos da mitologia grega - após um aprofundamento melhor na história da deidade que personifica o arco-íris e a aliança entre deuses e mortais. Quero poder interpretar um personagem diferente, criar novos laços com este e aumentar um pouco mais meu conhecimento sobre a interpretação, dando a minha experiência - nem tão elevada assim - pontos diferenciados a serem trabalhados e tudo o mais. Não tenho realmente uma ideia fixa para ser filho da divindade em si, mas pretendo realizar grandes feitos com o personagem.

• • •


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Diovane; varão de madeixas multicoloridas e de olhos com tonalidades iguais, é um órfão. Seus pais, Harvey Lóuis Wade-Holtapfel e Elena Pretovisk Wade-Holtapfel o abandonaram em um orfanato local situado nas províncias geográficas do Queens, Nova York. Cresceu sem um mínimo contato com as informações pertencentes aos supostos progenitores, fator que sempre ocasionou na independência precoce e rebeldia por parte do rapaz que, desde pequeno, preferia repudiar qualquer tipo de relação que pudesse obter com as demais crianças do orfanato. Talentoso, sempre se interessou por qualquer tema que envolvesse as artes plásticas e visuais, dentre elas o teatro, a dança, a literatura, fotografias e as esculturas, sempre arrumando um método de expor toda a sua dor, perda e sofrimento por meio de tais, entretanto, sempre deixando transparecer na face bela a força e maturidade que nunca antes pode ser encontrada em crianças de idade igual. Assim, Diovane tornou-se uma pessoa de inigualáveis ações e de pensamentos ocultos. Frio, manipulador, amoral, impetuoso, charmoso, sanguinário, calculista, sedutor, pilantra, cafajeste, ambicioso, leal, corajoso, amoroso, severo - muitas facetas incomuns e inconstantes. Desconfiava que era diferente de qualquer outro devido aos inúmeros problemas que o seguia desde a infância, mas foi somente aos treze - idade no qual semideuses sempre são reclamados por seus progenitores divinos - que sanou suas dúvidas. Atraído para o arquivamento do orfanato pelo diretor da propriedade, descobriu ser prole da deusa denominada Íris - a deusa do arco-íris, símbolo de ligação dos deuses para com os humanos - e de igual, as características fisiológicas idênticas à mãe; uma beleza natural e harmoniosa e uma dupla personalidade, até. Desvendou também o segredo do tal diretor qual revelou-se como o sátiro protetor do rapaz e o ajudou a encontrar o Acampamento Meio-Sangue, lar e morada de todos os semideuses gregos. Encontrou ali iguais, estabelecendo com estes laços fraternos que reforçava-se com o tempo, sempre mostrando a mesquinha pessoa que era; espalhava caos pelo camping através de grupos de jovens que abominavam suas partes celestiais, acreditando que foram abandonados pelos seus pais de mundo paralelo. Diferente deles, Diovane nunca deu a mínima para essa linha de raciocínio e sempre cativou real fascínio pela mitologia à medida que crescia ali, sendo instruído a se tornar um herói - ou vilão, dependendo de seu humor.

PS::
Sei que a história é curta e deixa pontos a desejar, despertando uma curiosidade e um tanto quanto vaga. Porém, quero poder desenvolvê-la melhor dentro do rpg de forma que possa evoluir minha criatividade em DIY's e missões assim como um trabalho melhor com o personagem.
Diovane Wade-Holtapfel
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ivy van Hölle em Ter 29 Out 2013, 01:53


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Quione.

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Uma garota de beleza não tradicional, com traços maduros apesar de sua idade. Dona de cabelos escuros e olhos azuis claros, Pandora mede 1,72m de altura e não possui um corpo tão magro. É responsável e comprometida com o que faz, porém tem sérias dificuldades em demonstrar seus sentimentos. Criou várias barreiras que escondem o seu verdadeiro eu, optando por diversos caminhos que camuflassem isso a depender do momento. Não é do tipo que se esconde ou tem medo de exibir suas ideias, toma atitudes e se acreditar que está certa não irá hesitar.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Quione combina com a personalidade quando se refere a camuflagem dos sentimentos, sendo Pandora uma garota bonita, um tanto misteriosa e “fria”. O frio, gelo e neve também que melhor se encaixaram para a trama do personagem.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Minha vida parecia ser regida por uma orquestra sinfônica de desastres e desilusões. Ou talvez eu apenas estivesse fazendo parte de uma peça de tragédia e o palco fosse tudo ao meu redor. Talvez com um início desses vocês estejam esperando por uma história com mortes, combates e desejos de vingança. Creio que terei de desapontá-los, pois o meu maior inimigo foi o tempo e a neurologia, além de muito azar, é claro!

Mas antes de alcançar o ápice infernizante, vejo-me na obrigação de lhes contar um inicio. Eu sou Pandora, nada de apelidos como Panda ou piadinhas sobre a maldita caixa. Sou filha de Alastor van Hölle, um célebre pintor inglês. Parte de meu sotaque forte provinha dele, a única pessoa com quem eu havia passado mais tempo em minha vida. Meu pai mudou-se para o Canadá em busca de inspiração, novas perspectiva e visões de mundo, porém acabou encontrando a uma mulher linda e misteriosa, que partiu o seu coração depois de um tempo. Se você está achando que essa é minha mãe, acertou em cheio. Alastor nem ao menos sabe que na verdade, minha mãe era uma ninfa da neve. Por isso nunca soube dizer o porquê de sua tão bem educada filha ser um atrativo para problemas.

Parte da história vocês podem adivinhar já que aconteceu com vários outros semideuses. Sofria de dislexia, o que significou notas ruins e uma má aceitação de meu “fracasso”, meu pai me castigava e deixava claro o quão insatisfeito estava. Os problemas esquisitos me perseguiam, coisas estranhas parecia ser meu nome do meio. Porém tudo veio a piorar quando os primeiros sintomas começaram a aparecer. Começou com coisas simples, esqueceu onde colocou a carteira, perguntar o significado de uma palavra comumente usada e perder-se no caminho. Depois ele começou a querer servir o jantar duas vezes, a ter alguns problemas de fala e a exigir um cuidado que apenas eu poderia dar como a única pessoa mais próxima a ele. Um ano depois descobrimos que ele sofria do mal de Alzheimer.

Minha vida poderia ser um inferno por ser uma semideusa. Naquela época enfrentava perigos sem nem ao menos conhecer, tinha minha vida em risco por andar sozinha nas ruas gélidas de Montreal. Mas o que realmente me colocava em risco... Era meu próprio pai. Se para um meio-sangue no inicio de sua adolescência, famosa fase do despertar dos genes divinos, era complicado o mundo... Quero que imaginem uma criança que tinha um pai que perdia a memória cada vez mais constantemente. Alastor era teimoso, negava-se a aceitar a doença, o que apenas complicava as coisas. Fui obrigada a amadurecer rapidamente, a ter noções do mundo adulto para que pudesse cuidar de meu pai e sobreviver a minha maneira.

Somente aos 16 anos tudo começou a mudar. Até hoje não consigo decidir se para pior ou para uma catástrofe. Apesar de ser uma idade tardia para se descobrir que o mundo não era tão normal assim, foi aos 16 que finalmente tive minha primeira batalha verdadeira. Era uma dracaenae enfermeira, trabalhava em uma clínica onde tive de levar meu pai as pressas depois de um ataque. A batalha aconteceu no pátio da clínica, destruímos muita coisa enquanto eu brincava de correr de um lado para o outro tentando me salvar. Como sobrevivi? Uma dríade me ajudou. Ela se chamava Lindsey e tinha a pele levemente esverdeada, era uma ninfa gentil e que teve toda a paciência do mundo em explicar quem eu era e para onde eu deveria ir. Obviamente eu fui culpada por tudo o que aconteceu à clínica, já que as câmeras filmaram apenas uma garota correndo e as coisas explodindo por perto. O Governo quis me pegar e colocar em uma escola de reabilitação, mas, obviamente, não cooperei muito bem com essa ideia. A única coisa boa que aconteceu disso tudo foi que assim finalmente meu pai pode ser internado em uma boa clínica de reabilitação.

Eu fugi do Governo tanto quanto fugia dos monstros. Tinha medo de ser pega e trancafiada, já que já tinha 16 anos e podia pagar pelos meus atos. Então segui a dica de Lindsey: fui para os Estados Unidos da América. Foi uma época nebulosa da qual eu não me orgulho. Fazia trabalhos baratos e sem compromisso. Não, não vendi meu corpo, apesar de muitos na rua tentarem me fazer mudar de ideia. Demorei quase um ano para conseguir chegar até Nova Iorque e descobrir o Acampamento Meio-Sangue. Não é nem de perto a vida que eu sonhei para mim. Descobrir que tinha meios-irmãos não me fazia me sentir em uma família. Apesar de tudo, a única pessoa a qual podia atribuir o sentimento amor mal lembrava que tinha uma filha.

O dia de minha reclamação foi dentro dos parâmetros da normalidade, até mesmo para um semideus. Estávamos no refeitório, ou ao menos meu corpo estava, minha mente viajava em preocupações sobre meu pai. Estaria ele bem sozinho? Nem ao menos nos despedimos direito. Eu imaginava o quanto ele podia estar me odiando e meu coração se enchia cada vez mais de uma solidão que não conseguia explicar. Mas então a garota a minha frente saltou e apontou para algo que se formava sobre minha cabeça. O símbolo que representava o chalé de Quione. Naquele momento a única coisa que eu pude pensar era que pelo menos não teria mais de dormir em um lugar tão apertado.

O acampamento era o único lugar seguro para mim. Ao menos era o único onde eu não teria de trabalhar para ter uma comida barata e ruim no final do dia. Por isso optei por morar ali, treinar e adquirir experiências para sobreviver no mundo lá fora. Entediante, curta ou sem um fim. Essa é a minha história e eu gosto de acreditar que ela está apenas no começo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gilan Waker em Ter 29 Out 2013, 21:49

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deméter

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: 1,69 metros , olhos claros e cabelos curtos e castanhos

Emocional: Calmo , justo e amigável

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque me importa com a natureza e com os animais.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

A alvorada finalmente tinha chegado , tive pesadelos a noite toda , e quando acordava e olhava o bosque nos limites da fazenda sentia que algo me observava, dessa vez vi um vulto passando rápido , eu senti calafrio e fiquei arrepiado , mas descia para tomar café me distrair , quando falei com meu pai ele riu (um sorriso meio nervoso que me deixou mas preocupado ainda) e falou que era minha imaginação fértil .

Fui limpar os estábulos a tarde, mas ou menos as 15:00 horas , depois montei  a minha égua malhada ,( cujo o nome era  Saphira ) e fui passear pela fazenda , voltei a pensar no vulto que vi mas cedo , de novo estremeci mas reuni coragem e fui ver o que era , geralmente me sentia seguro no bosque mas depois do natal ele parecia mas escuro e traiçoeiro , chegando perto ouvi um bater de asas e a égua relinchou e quase me derrubou , mas eu segurei as rédeas e consegui me manter na sela ma a Saphira já corria para longe, olhei para trás e uma coisa com asas de couro preto me seguia voando ela era mas rápida que a égua , quando nos alcançou suas enormes garras quase me acertaram mas eu fiquei em pé nos estribos e pulei para a esquerda , Saphira soltou um gemido angustiado e lagrimas vieram aos meus olhos e quando me virei Saphira jazia em uma posa de sangue , gemendo , me levantei rápido e sai correndo para a minha casa gritando por meu pai quando estava a 20 metros de casa meu pai apareceu a porta de casa com uma besta com setas de bronze que ele guardava a muito em seu armário , quando senti esperanças senti um solavanco e rolei no chão com sangue nas constas dos cortes que a criatura fez com as garras , tentei me levantar mas ouvi um zunido e um grito ,meu pai acertara o braço do monstro me levantei e corri de novo cheguei a varanda de casa e outra seta voou , outro grito e quando olhei so tinha um pó caindo ali sobre a grama.

Saímos do hospital de madrugada , ainda dói muito minhas costas e ainda chorava ao lembrar da Saphira mas nos dirigíamos a um lugar seguro pelo que meu pai dizia , e o que me atacou era uma Fúria e que eu era um meio-sangue , metade humano e metade deus , filho de Deméter , e ficaria sozinho  lá no acampamento meio-sangue  , mas seria o melhor para mim. Me despedi do meu pai e esquecendo  o passado fui conhecer meu novo lar.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sören Kaldtkriger em Qua 30 Out 2013, 12:13



Ficha de Reclamação
Adam 15 Anos Quione

❄ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Quione.

❄ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Adam é um garoto gentil, atencioso, cavalheiro, extrovertido, meio e simpático. Apesar de ser muito bom, é um pouco reservado. Não faz "exclui" as pessoas, mas prefere andar com aquelas com quem tem algo em comum. Consegue controlar bem seus sentimentos em emoções, deixando transparecer somente o que lhe convém. Gosta muito de animes, filmes, series e jogos. Fisicamente, Adam é um garoto bastante bonito - não chegar a ser "oh, que lindo!", mas tem seu charme. Possui cabelos negros, pele palidamente branca, olhos azuis e gentis; é alto (1,78 m) para a idade que tem (15 anos) e possui porte atlético normal - nem gordo, nem magro - porém com definição muscular e grande resistência física.

❄ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Adam, assim como Quione, tem essa frieza sentimental de deixar transparecer somente o que quer - quando se trata de sentimentos e emoções. Ele também tem uma personalidade muito forte, apesar de aparentar ser bastante normal e flexível. E tal deusa foi a que melhor se encaixou na trama do personagem.

❄ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Os lindos e delicados flocos de neve caem suavemente em Manhattan, aumentando mais ainda a camada de gelo que cobre o chão. Mas, como é véspera de Natal, todos estão felizes com isso. Neste exato momento, a neve é muito bem vinda.  As pessoas estão satisfeitas, mesmo tendo que ficar em casa. Os parques, as ruas, as casas – tanto dentro como fora – estão decoradas com os enfeites natalinos: luzinhas de várias cores; bolinhas prateadas, douradas e vermelhas; bengalinhas de doces; bonecos de neve e vários outros enfeites tomam conta de toda a cidade – desde os bairros mais pobres aos mais ricos. Tudo calmo, tudo bem. É incrível como o espírito natalino é capaz de trazer paz, pelo menos por um dia, àqueles que comemoram tal data. Mas nem todos. Alguns são mais reservados e preferem ficar sozinho, dentro de um enorme apartamento, tocando e compondo algumas músicas no piano. Mas enquanto esses solitários permanecem dentro de quatro paredes, grandes acontecimentos ocorrem lá fora e muitas vezes consegue mudar a vida desses que se negam viver de verdade.

24 de dezembro de 1997, noite, véspera de Natal, uma mulher totalmente vestida de branco está a andar pelo Central Park, em Manhattan. Por onde essa mulher passa, o frio aumenta e a neve cai com mais intensidade. Isso é o efeito que ela causa, independente se é inverno ou verão, mas nessa data em especial, ela sente-se realizada ao andar por aí distribuindo a sua neve. Poucas pessoas conseguem notar a presença da mulher e todos ficam admirados com a beleza dela: longos cabelos negros, pele palidamente branca, lábios finos e vermelhos, olhos azuis e frios. A mulher anda calma e glamourosamente, apreciando os olhares que recebe. Ela está indo em direção à Quinta Avenida, para deixar o que está a carregar: uma cesta de cristal com um recém-nascido dormindo. Já havia feito isso tantas vezes, mas hoje era diferente, era uma data mais especial, o que a deixou com um humor melhor do que o de costume. Apesar de aparentar ser fria e calculista, a mulher tem amor pelos filhos que concebe. Se fosse possível, criaria e cuidaria de todos, mas existem as regras que a proíbem disso e resta esperar que o pai da criança que ela carrega sinta amor e afeto.

Depois de alguns minutos, a mulher finalmente chega a um grande apartamento na Quinta Avenida. Ela passa sem que o guarda veja, pega o elevador e vai até o último andar do prédio. Encontra a porta que procura e dá três batidas, espera o homem responder do outro lado da porta, coloca a cesta do bebê na frente da porta, checa se a carta está lá junto ao recém-nascido e então desaparece deixando alguns pequenos flocos de neve ainda caindo. Menos de dois minutos depois, o homem que respondeu às batidas abre a porta e fica perplexamente assustado. Ele esperava ver algum amigo ou conhecido que decidiu visitá-lo sem aviso prévio, mas jamais passou por sua cabeça que haveria um bebê esperando-o na porta. E o mais assustador: um bebê sozinho, dormindo dentro de uma cesta de cristal, sem a mãe por perto. O homem passou a mão em seus próprios cabelos, pensando no que fazer. No instante em que olhou para baixo, o bebê abriu os olhos. O homem foi de perplexo a incrédulo. Como o bebê tem exatamente a cor de seus olhos? Essa pergunta o assombrou por alguns segundos, até que finalmente viu a carta e a pegou.

Querido Colin,

Tenha certeza que você não se esqueceu da noite que tivemos há alguns meses. É claro que não, porque é impossível me esquecer. Mulher branca, pálida, cabelos negros e olhos azuis. Lembrou? Pois bem. Este bebê na cesta é o nosso filho. Eu não escolhi um nome, porque quis deixar esse privilégio a você. Resumindo: eu não posso criá-lo, então a responsabilidade é sua. Quase não terei contato com a criança, portanto, não o jogue contra mim. Farei uma breve visitar sempre que possível, então nem ouse interferir nos poucos minutos que eu estiver com o nosso filho. No mais, é isso. Cuide bem dele, trate-o bem, ensine-o a ser um bom menino e um bom homem. Até breve.

Com amor,
Q.

Colin terminou de ler a carta e as lembranças da noite citada inundaram sua mente. Cada mínimo detalhe veio à tona. Ele deixou para relembrar o momento depois, quando estivesse sozinho em seu quarto. Agora, tem um filho, e precisa cuidá-lo. Vários pensamentos de abandonar o filho em um orfanato lhe passaram pela mente, mas ele não chegou a de fato cogitar as ideias. Queria ser pai. Sempre quis. E então, a paternidade lhe chegou à porta, literalmente. O homem, com todo cuidado, pega a cesta do bebê, entra no apartamento e fecha a porta. Em seguida, tira o bebezinho da cesta e o segura no colo. Apesar de ter poucos segundos, ao olhar naqueles olhos tão familiares, sente-se bastante próximo da criancinha. Ele dá um beijo na testa do filho e um nome lhe vem à mente. Como o bebê é um garoto e é o primeiro filho que Colin tem, ele decide colocar o nome Adam.

▬ Sim, meu menino, você se chamará Adam ▬ Colin sorrir para o filho e mais uma vez beija-lhe a testa ▬ agora vou fazer o seu jantar.

Cuidadosamente, Colin anda até seu quarto com Adam no colo. Fica surpreso ao encontrar um berço lá dentro. Trata-se de um berço muito delicado, de prata, com alguns desenhos de flocos de neve entalhados nos aros e nas barras de proteção. Colin não tem dúvida de que foi Q quem colocou o berço ali. Como já está tudo arrumado, ele apenas coloca Adam dentro do berço e vai até a cozinha mornar um leite para dar ao filho. Na cozinha, encontra tudo o que precisa para alimentar uma criança – inclusive uma mamadeira. Depois de alguns minutos, tudo está pronto e Colin volta ao quarto para alimentar o filho. Como se já fosse pai há muito tempo, tudo dá certo. Talvez seja apenas instinto. Ele coloca o filho para arrotar e depois o coloca no berço novamente. Em seguida, pega o violão próximo ao closet e começa a dedilhar a música “O Holy Night” para o filho. Não se contentando apenas em tocar, logo está cantando suavemente a música para Adam dormir. E funciona. Antes que a música termine, o bebê já está dormindo. Colin deita em sua própria cama e se põe a pensar no dia que teve até o exato momento. Jamais imaginou que teria um filho como presente de Natal. E que presente! Agora precisa se informar mais como é ser pai e se preparar para os anos que vem pela frente.
❄ ❅ ❆

24 de dezembro de 1999. Dois anos se passaram desde que Adam foi deixado à porta do apartamento de Colin na Quinta Avenida. Desde então, tudo tem ocorrido bem e ambos têm tido uma ótima vida. Adam já está um pouco crescido, já caminha e fala algumas palavrinhas. O pai do garoto, como é diretor de musicais, sempre está tocando algum instrumento para o filho e cantando algumas músicas. Antes de dirigir, ele cantava, atuava e dançava. Colin anda com o filho para todos os lugares e sempre o leva para os musicais. Ele tem uma amiga, Elizabeth, que sempre o ajuda a cuidar de Adam. E assim tem sido, dia após dia. Hoje comemoram o aniversário de Adam e agora todos estão dormindo. O garoto já tem seu próprio quarto e dorme sozinho. Colin sabe que se ele precisar de algo vai chorar até acordar todos os que estiverem na casa, então não acorda mais o tempo todo para ir vigiar o filho como fazia antes.

Adam sente um toque frio em sua pequena cabecinha e de imediato abre os olhos. Em seu campo de visão, está uma mulher que ele não reconhece, mas tem a vaga sensação de que já esteve com ele. Apesar de ser tão novo, possui sentimentos, mesmo que não saiba muito bem expressá-los. A mulher, trajando um longo vestido branco, com cabelos escuros como a noite e olhos azuis, acaricia levemente o rosto do garoto. Apesar de o toque ser frio, Adam não estremece. Pelo contrário, ele ergue suas pequenas mãosinhas e as abre e fecha, chamando a mulher para pegá-lo no colo. Mas ela não faz isso. Ele se inclina, beija a texto do bebê, e se afasta um pouco. Ela já havia checado se Colin estava mesmo dormindo e fechou todas as portas para abafar os sons. “Espero que ele se lembre da minha carta”, pensa, depois ficha de frente para o filho e fita-o nos olhos. Ela respira fundo algumas vezes e finalmente se sente pronta. Colocando-se de pé, começa a cantar uma música acapella.

O Holy Night! The stars are brightly shining,
It is the night of the dear Saviour's birth.
Long lay the world in sin and error pining.
Till He appeared and the Spirit felt its worth.
A thrill of hope the weary world rejoices,
For yonder breaks a new and glorious morn.
Fall on your knees! Oh, hear the angel voices!
O night divine, the night when Christ was born;
O night, O Holy Night , O night divine!
O night, O Holy Night , O night divine!

A mulher não se lembra de por que escolheu essa música para cantar ao filho, mas, por causa da data, parece ser uma bastante apropriada. Ela percebeu que enquanto cantava, o filho ficou observando atentamente, talvez apreciando a música e sua voz. Seria possível? Talvez sim, visto que o pai do garoto é músico e deve sempre estar cantando ou tocando para o filho. O pequeno Adam sorria, sem emitir som algum, seus olhos brilham de felicidade e a mulher fica comovida com a cena. “Que lindo!” Ela vai até o berço e pega o garoto no colo. Ele parece estar bastante à vontade para ficar no colo da suposta estranha – ao menos para ele, mas ela já não tem tanto tempo, precisa terminar a visita. Sempre detestou essas regras de não poder participar da vida dos próprios filhos, mas não tem escolha.

▬ Meu querido e pequeno Adam, eu espero que você se lembre de mim e não me odeie. Mesmo que você não saiba, sempre estou olhando por você. Principalmente nos dias de neve. E eu sempre estarei. Independente do tempo que passar, eu continuarei a olhar por você. Não me odeie, eu seria mais presente se pudesse. ▬ A voz da mulher sai doce e triste. ▬ Feliz aniversário, querido.

Ela se questiona o motivo de estar falando isso, já que provavelmente ele é muito novo para lembrar futuramente. Mas não se importa, porque tem esperança de que ele se lembrará de pelo menos alguma coisa. A mulher fita os olhos do filho mais uma vez, demorando alguns segundos. Ela coloca Adam no berço novamente e pega um colarzinho de ouro que trouxe consigo. Como é de se esperar, o pingente trata-se de um floco de neve, também feito de outro e com um pequeno brilho de diamante no centro. Com cuidado, ela o coloca no arco do berço, para que o garoto venha utilizar quando estiver mais crescido. Tendo feito o que veio fazer, a mulher cantarolou mais uma música “Esteja onde estiver, esteja frio ou calor, estarei sempre ao seu lado, meu amor” para o filho e esperou que ele dormisse. Quando Adam adormeceu, ela deu um último beijo no filho, despedindo-se, e simplesmente desapareceu.
❄ ❅ ❆

Os anos foram passando e Adam foi crescendo. Colin se casou com Elizabeth e tiveram outro filho. Mesmo tendo a companhia dos pais, Adam sempre quis ter contato com sua mãe biológica. Seu pai sempre evitava falar na mulher que o trouxe ao mundo. A única coisa que o garoto tem de sua progenitora é um colar de ouro com um pingente em forma de floco de neve que ele usa no pescoço, sem tirar para nada. Apesar de sentir falta da mãe, o garoto não demonstra isso para não deixar os pais preocupados. Então quando o assunto é a sua mãe, ele pode ser bem frio – ao menos aparentemente.

Adam teve uma ótima infância e está tendo uma ótima adolescência. Graças às condições financeiras do pai, não precisa dividir o quarto com o seu meio-irmão, Dylan, porque cada um tem o seu próprio espaço. O quarto de Adam é bastante grande. Há pôsteres espalhados por uma parede do quarto, criando assim um mosaico de pôster: animes (Guilty Crown, Naruto, Death Note, Shengeki no Kyoujin, Kuroshitsuji, Ao No Exorcist e outros), filmes (Star Wars, Star Trek, Avengers, Mano of Steel, Superman, X-Men, Harry Potter, The Hunger Games, The Perks of Being a Wallflower, Rise of Guardians, entre outros), series (Doctor Who, Star Trek, Arrow, Smallville, Supernatural, The Vampire Diaries, Teen Wolf, entre outros), alguns jogos (The Legend of Zelda, Pokemon, Super Mario, Bomberman, entre outros), alguns musicais, algumas bandas e alguns desenhos. Em outra parede, há uma enorme estante com vários livros, mangás, hq’s, filmes e jogos. No quarto, além da cama, tem o closet e uma TV com X-Box 360.

Agora, com 15 anos, faltando um mês e vinte e quatro dias para completar mais um ano, Adam está bastante parecido com o pai dele, pelo menos fisicamente. Branco, pele pálida, cabelos negros e olhos claros e gentis. O garoto frequenta a escola normalmente. Não é muito de demonstrar os sentimentos, mas também não é totalmente fechado. Adam é reservado, gosta de andar com pessoas que têm algo em comum com ele. No colégio, é rotulado como otaku, nerd e gamer, e talvez por isso, ainda tenha alguns amigos, já que gosta de tanta coisa ao mesmo tempo. É extrovertido, gentil e cavalheiro, sempre se dispondo a ajudar as pessoas. Gosta muito de música e participa de alguns clubes extracurriculares do colégio. Em suma, Adam tem uma vida completamente normal, às vezes até normal de mais.

Adam percebeu ao longo dos anos que durante o seu aniversário, sempre havia dois presentes a mais em seu quarto – e ninguém nunca lhe dizia de quem era. Colin, seu pai, e Elizabeth, sua madrasta, diziam que não era deles e Dylan ainda era muito novo para comprar presentes. Como seu aniversário é um dia antes do Natal, a maioria das pessoas lhe dá apenas um presente, com exceção de sua família e esses outros dois que sempre aparecem com uma embalagem com desenhos de flocos de neve. Uma vez ele disse que ficaria a noite acordado para saber quem trazia os presentes, mas não conseguiu, dormiu cedo. Outro fato intrigante é que sempre que vai dormir, Adam tem uma lembrança de uma linda mulher cantando O Holy Night pra ele. Uma vez mencionou-a ao pai e Colin ficou vermelho e irritado, mudando de assunto em seguida. Ele se questionou várias vezes se a mulher é sua mãe, porém nunca obteve resposta alguma, o que faz ser bem frustrante. Mas lá em seu íntimo, ele sente que sim, que ela é a misteriosa Q da carta que achou na gaveta de roupas íntimas do pai.
❄ ❅ ❆

E foi numa tarde de uma quinta feira qualquer que tudo mudou. Adam estava a ir para o colégio quando um garoto se aproxima dele. Com exceção das muletas, o garoto é absolutamente normal. Ele fala rápido e agoniado, como se estivesse com pressa e fugindo de algo. Então diz que precisa conversar com Colin urgentemente. Adam, sem saber ao certo o que fazer e sem saber como o garoto conhece seu pai, apenas dá de ombros e volta para dentro de casa, acompanhado.

▬ Papai, tem um garoto aqui querendo conversar com você. ▬ Colin chama o mais educadamente possível, sem elevar muito o tom de voz, então volta a atenção para o outro garoto. ▬ Sente-se, por favor, ele não vai se demorar.

O garoto olha para os lados, parecendo ansioso, e por fim Colin chega à sala. Ele troca olhares com Adam, mas este não sabe o que está acontecendo, então, mais uma vez, apenas dá de ombros. Adam aproveita o momento para limpar as lentes dos seus óculos de grau, que estão sujas. Quando Adam sai, o outro garoto se coloca de pé e se apressa em falar com Colin.

▬ Senhor, meu nome é Caleb e fui enviado para levá-lo seu filho ao Acampamento Meio-Sangue. Você não deve saber muito sobre isso, mas é o local para as pessoas que são como o seu filho, um refúgio para eles... ▬ Caleb respirou fundo, antes de prosseguir com a conversa ▬ tenho certeza de que o senhor sabe quem é a mãe do Adam e não me refiro apenas a reconhecê-la, mas ao fato dela ser uma deusa grega.

Colin, como esperado, não demonstra nenhuma surpresa. É claro que já sabia daquilo, visto que há cinco anos ele achou Q no quarto do filho observando o garoto dormir. Quando ela o viu, apenas sorriu e foi até a sala conversar com ele. Elizabeth e Dylan também dormiam, então não foram interrompidos. Ela falou que era uma deusa grega e que futuramente Adam precisaria ir a um local onde seria treinado e cuidado e que Colin não deveria se opor, pois qualquer outro lugar seria perigoso para o filho. A princípio ele não acreditou, mas depois começou a ver no filho alguns aspectos que tinha a mulher pela qual um dia foi apaixonado.

▬ Adam, venha aqui agora! ▬ Apesar das palavras, Colin não parecia impaciente, apenas pesaroso. Adam se aproxima e se senta ao lado do pai. ▬ É o seguinte, você está indo para um Acampamento por tempo indefinido. Lá você saberá o porquê de ter ido, já que eu não saberei explicar muito bem. Caleb cuidará para que ocorra tudo bem durante a viagem. Pegue apenas o necessário para uma viagem e, por favor, não fique chateado. Tem a ver com a sua mãe.

Adam pensou em reclamar, bater o pé e dizer que não ia. Mas quando ouviu a última parte, desistiu. Com a mãe dele? Então é claro que ele vai, sem hesitar. Colin dá um beijo no rosto do filho e um abraço bastante demorado. Elizabeth e Dylan não estão em casa, então eles não podem se despedir. Adam corre até o quarto, pega a maior mochila que acha e coloca algumas roupas e calçados lá dentro. Coloca as que ele mais gosta, poucos livros, mangás e HQ’s. Quando por fim termina, volta à sala. Ele sabe que se for demorar no acampamento, Colin dará um jeito de mandar mais dos seus pertences.

▬ Papai, entre em contato sempre que puder. Quando eu chegar lá, tentarei falar com você. ▬ Por dentro, ele estava querendo chorar e gritar, mas não aparentava isso. Tinha uma frieza sentimental qual era necessário. ▬ Estarei de volta quando possível. Eu te amo, papai. ▬ Ele abraçou o pai bem forte e depois se afastou.

Adam olha para Caleb, ambos se despedem novamente de Colin e saem do apartamento, para ir ao Acampamento Meio-Sangue. No caminho, Caleb revela que é um sátiro e tenta resumir mais ou menos como será a nova vida de Adam. O garoto fica excitado com a ideia de ser um semideus e ter poderes especiais. Pensou até que poderia ser como um X-Men ou um Vingador. Então começou a entender o motivo de Q ser tão ausente. Ela é uma deusa, tem muitos afazeres e os deuses não podem intervir na vida dos filhos, não tão diretamente. Adam segura o pingente do colar que usa com carinho e afeto. O garoto põe-se a pensar em como essa história toda se desenrolará e o que vai acontecer daqui pra frente.

Depois de algumas horas, os garotos chegam à entrada do Acampamento. Graças aos deuses, segundo Caleb, os monstros não os atacaram ou a chegada teria sido bem mais perigosa. Eles atravessam a fronteira e finalmente Caleb pode respirar normalmente, sem se preocupar em ser atacado. Ele guia Adam até a Casa Grande, onde Quíron, o diretor de atividades do Acampamento, vai informar as regras e as atividades do Acampamento para o recém-chegado. Agora resta a Adam torcer para que tudo dê certo e que futuramente possa ter um encontro com sua mãe.


adam wears: Click Here music: Glee Cast - O Holy Night Click humor: normal note: nothing
Sören Kaldtkriger
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nolan Collins em Qua 30 Out 2013, 14:32



Ficha de Reclamação
| THE DARKNESS POWER  |
 
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Hécate.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

É difícil me descrever, afinal eu sou um garoto um pouco inconstante. Odeio que as pessoas fiquem a me notar e assim possam fazer seus errôneos julgamentos. Não sou o que pareço, sou muito mais do que podem ver. Eu não escolhi esse poder e o sangue que percorre minhas veias. Sempre fui muito sozinho, isolado pela sociedade ao meu redor e até por vontade própria para me proteger. Já fui muito medroso, mas a escuridão e as criaturas me amadureceram.

Sou moreno, meu cabelo é baixo e tenho olhos escuros, além de levemente puxados. Tenho 16 anos e 1,74 cm de altura. Sou magro, porém meu corpo é um pouco definido, assim como o do meu pai. Isto é algo natural, uma vez que nunca trabalhei o meu corpo.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Escolhi esta divindade por alguns motivos pessoais. Primeiro que este personagem é importante para mim, tem relação a um material que estou escrevendo. Decidi voltar a jogar RPG para poder treinar e aperfeiçoar a minha narrativa do Nolan. Escolhi Hécate por que é o que mais se aproxima à realidade do meu personagem, embora a esfera de poder seja um pouco diferente. Mas é a deusa adaptada ideal para esse meu treinamento.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Eu daria qualquer coisa para ter a minha vida de volta.

Meus pais foram para Coral Gables assim que nasci, com o desejo de recomeçar em uma cidade pequena, com a promessa de que na Flórida tudo seria diferente. A casa em que morávamos era simples e ficava situada em um bairro residencial muito tranquilo. Nosso jardim era muito bem cuidado pela minha mãe e possuía uma beleza invejável, uma vez que ela era botânica. A grama sempre brilhava no começo da manhã, quando o sol tocava as remanescentes gotas do orvalho. Nossos vizinhos? Eles eram muito discretos, quase nunca apareciam. Eu não tinha amigos e nunca recebíamos visita.

Meus pais costumavam fazer algumas pesquisas estranhas e passavam dias viajando, deixando-me assim muito sozinho. Mal sabia eu que essas pesquisas realmente garantiam minha segurança. Eles impediam que as criaturas chegassem até mim, me mantendo afastado de todo esse mundo do qual eu infelizmente estava envolvido graças à aventura do meu pai com a deusa da magia.

Um dia, onde muitas coisas confusas aconteceram na minha vida, eu decidi sair para dar uma volta. Eu iria apenas até uma banca de revistas que ficava há três quarteirões da minha casa, para comprar alguns mangás. Foi um erro que cometi, pois sem saber eu fiquei vulnerável e abandonei a proteção dos meus pais. Eu vi aqueles olhos vermelhos novamente, que a tanto vinham me atormentando. Estes olhos sempre me deixavam bastante assustados, então eu decidir voltar para casa, de preferência o mais rápido possível. Comecei a correr, mas ao atravessar a rua alguns enormes cães negros surgiram e seus olhos, embora menos assustadores, também eram vermelhos.

Um deles me acertou com suas patas, mas eu corria para salvar minha vida. Estavam me cercando e eu não conseguia de jeito algum refazer o caminho até a minha casa. Fui mordido e arranhado, o sangue corria pelo o meu braço. Sem muita atenção para onde estava indo, acabei caindo no buraco que dava na rede de esgotos. Escondi-me nas sombras após me recuperar do susto, mas logo eles estavam ali. Corri me apoiando nas paredes, sem ter a menor ideia para onde estava indo e com cuidado para não cair no esgoto. O odor era tão forte que estava me dando alucinações, pois eu estava vendo todo tipo de monstro e criaturas que supostamente não deveriam existir.

Cheguei a um beco sem saída e tive a certeza que tudo estava acabado. Mas novamente eu me enganei.  Os olhos e as criaturas desapareceram, me deixando perdido e imerso na escuridão. Era um abismo de medo e outros sentimentos ruins. Eu estava desolado e quando consegui deixar os esgotos, eu já não estava mais em Coral Gables, muito menos na Flórida. Reconheci os lugares por já ter visto na Tv e em fotos. Estava sujo, sozinho e assustado em Nova York. Como eu vim parar aqui? Não tenho a menor ideia ainda.

Bom, mas depois disso ainda ocorreram algumas outras perseguições, até que eu encontrei o Acampamento Meio-Sangue e descobri ser um semideus...

Nolan Collins
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 115-ExStaff em Qua 30 Out 2013, 20:45


avaliação



As avaliações das fichas foram realizadas por mim (Psiquê) e Deimos.

Matt Duchannes ▬ não reclamado. Desenvolva mais sua história Matt, falta detalhamento em sua ficha. Também tome cuidado com os espaçamentos na vírgula, ou a falta destes.

Alice Armstrong ▬ não reclamado. Primeiramente queria dar um conselho sobre a estrutura de seu texto. Trabalhe mais nos parágrafos, você realiza frases e salta criando um novo parágrafo. Isso atrapalha na linha de raciocínio e mexe com a fluidez da leitura. Outro ponto é a batalha contra a mantícora, ele é um monstro forte que não seria derrotado tão fácil assim. Também faltou alguns detalhes importantes e que deixou a desejar, como, por exemplo, como sua mãe sabia arco-e-flecha? Em um mundo atual um conhecimento desses é atípico.

Diovane Wade-Holtapfel ▬ não reclamado. Sua ficha chama a atenção, não por ser pequena, mas por ter um bom conteúdo. O único motivo para que eu tenha tomada a decisão de ter reprovado foi de que apesar de tudo, é uma ficha generalista. Compreendo o seu ponto de querer construir a trama do personagem no próprio jogo, porém o que passou pode ser mais detalhado e até mesmo explorado em sua narrativa, não simplesmente passado por cima.

Gilan Waker ▬ não reclamado. Foi um texto corrido tanto no enredo quanto na escrita. Tome cuidado com os espaçamentos nas vírgulas, mas isso é apenas uma dica. Tente também descrever mais a história, se mora em uma fazenda, onde é? O que seu pai faz? E também leve em consideração que uma fúria é um monstro do submundo que obedece principalmente a Hades, elas são bastante específicas, então o que o deus do submundo iria querer com um filho de Deméter? Pense nessas coisas quando for fazer a ficha novamente!


Avaliações feitas pelo Deimos.

Dylan L. Panagakos – reclamada
Você narra bem, Dylan, mas cometeu alguns erros. Por vezes substituiu o ponto pela vírgula, e isso cria períodos longos e cansativos. Houve também a repetição de palavras, e isso atrapalha a fluidez do texto. Porém, apesar do ressaltado, não a reprovarei. Bem-vinda, filha de Atena.

Pandora van Hölle – reclamada
Gostei de como fez a abordagem em primeira pessoa. Houve um erro ou outro – como "pode" ao invés de "pôde" –, mas nada muito relevante. Seja bem-vinda, filha de Quione.

Adam van Rensselaer – reclamado
Apesar do ótimo texto, houve muitos erros bobos que poderiam ser corrigidos com revisões. Atente-se a isso. Bem-vindo, filho de Quione.

Nolan Collins – não reclamado
Eu fiquei muito em dúvida. Sua escrita flui bem e não cometeu erros muito aparentes, mas faltou emoção. O texto pareceu apressado e resumido. Boa sorte na próxima vez.






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nolan Collins em Qui 31 Out 2013, 00:23



Ficha de Reclamação
| THE DARKNESS POWER  |
 
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Hécate.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

É difícil me descrever, afinal eu sou um garoto um pouco inconstante. Odeio que as pessoas fiquem a me notar e assim possam fazer seus errôneos julgamentos. Não sou o que pareço, sou muito mais do que podem ver. Eu não escolhi esse poder e o sangue que percorre minhas veias. Sempre fui muito sozinho, isolado pela sociedade ao meu redor e até por vontade própria para me proteger. Já fui muito medroso, mas a escuridão e as criaturas me amadureceram.

Sou moreno, meu cabelo é baixo e tenho olhos escuros, além de levemente puxados. Tenho 16 anos e 1,74 cm de altura. Sou magro, porém meu corpo é um pouco definido, assim como o do meu pai. Isto é algo natural, uma vez que nunca trabalhei o meu corpo.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Escolhi esta divindade por alguns motivos pessoais. Primeiro que este personagem é importante para mim, tem relação a um material que estou escrevendo. Decidi voltar a jogar RPG para poder treinar e aperfeiçoar a minha narrativa do Nolan. Escolhi Hécate por que é o que mais se aproxima à realidade do meu personagem, embora a esfera de poder seja um pouco diferente. Mas é a deusa adaptada ideal para esse meu treinamento.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

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Sinto o meu corpo despencar no ar durante milésimos de segundos e eu fecho os meus olhos, um reflexo natural por causa da queda. Logo pés já estão firmes no chão, porém eu preciso me apoiar à parede. Minhas pernas tremem e isso é medo. Como isso tudo pode estar acontecendo? Meus pensamentos são interrompidos pelo que vem lá de fora. Isso, lá fora. Só então eu busco entender o que aconteceu e onde eu caí. Olho pra cima e vejo que a luz chega aqui em baixo por uma abertura circular, exatamente por onde devo ter caído. Presto atenção no odor forte e no barulho de água aqui perto. Imediatamente já sei onde estou.

É a rede de esgoto! – afirmo em voz alta como se isso tornasse mais fácil aceitar que eu realmente estava aqui.

Ouço novamente um barulho muito alto lá fora.  Elas estão se aproximando e logo irão me encontrar. Meu corpo treme, porém não posso ficar aqui inerte por causa do medo. As criaturas, que se assemelham a cães enormes e famintos, estavam me perseguindo desde que saí de casa. Eu havia deixado meu lar para dar uma volta e iria apenas até uma banca de revistas que ficava há três quarteirões da minha casa. Foi um grande erro que cometi. Vi aqueles olhos vermelhos novamente, que a tanto vinham me atormentando. Estes olhos sempre me deixavam bastante assustado. Nunca consigo discernir quem ou o que é, mas eles estão sempre a me vigiar durante praticamente todas as noites. Comecei a correr assustado, quando os vi em um beco, mas ao atravessar a rua os cães negros surgiram e seus olhos, embora menos assustadores, também eram vermelhos.

Agora estou aqui, em um lugar imundo e desconhecido, além de ter pouca iluminação. Assusto-me com os sons, eles estão aqui. Mantenho uma mão na parede para me guiar e saio a correr pelo desconhecido. Chego a uma bifurcação e não sei qual caminho escolher. Isso chega a ser cômico, pois aparentemente sempre sou submetido a escolher entre mais de um caminho, seja essa escolha literal ou não. Posso seguir pela direita, mantendo a minha mão na parede. Para seguir pela direita eu precisarei saltar a água do esgoto que está correndo ao meu lado. Ouço o arranhar de unhas no chão, sei que preciso me apressar. Encosto-me na parede, me impulsiono e salto o esgoto. Quase perco o equilíbrio, mas logo estou correndo pelo caminho da esquerda. Não sei por que, mas esse parecia ser o caminho mais certo a se escolher.

Sábia escolha, meu filho. – ecoa uma voz ao meu redor.

Mãe? – parei para pensar. – Não, essa não é a voz da minha mãe.

Corra.

Quem é você? – questiono assustado.

Você irá descobrir logo. – e o silêncio é gélido por alguns segundos, até ela falar pela última vez. – Mas irei clarear sua mente.

E sinto algo estalar aqui dentro. Percebo que não há iluminação natural aqui em baixo e não sei como posso ver há um palmo a minha frente. Estendo a mão e noto uma espécie de véu ao meu redor. Nesse momento ouço as criaturas uivando. Acho que sei o que são, embora não saiba como e porque sei. São quatro cães infernais, dispostos a me devorar. Será que “clarear minha mente” se referia a me proporcionar tais informações? E quem é aquela mulher?

Apoio minha mão novamente na parede e corro sem rumo. Mais caminhos surgem à minha frente e as escolhas parecem tão óbvias por enquanto. Esquerda, direita, direita, frente e esquerda. Posso ouvir os cães no meu encalço e eu a cada passo me sinto mais exausto. Meu corpo não vai aguentar fugir por muito mais tempo. Salto mais uma vez o esgoto e chego a um beco sem saída. Um desespero me preenche. Olho para trás e quatro par de olhos estão a me observar. Eles se aproximam lentamente, como se ansiassem me devorar lentamente para melhor me saborear. Recuo, encostando-me à parede. Minhas pernas já não tremem mais e sinto como se eu já estivesse me entregado inconscientemente. Não, não corri isso tudo para acabar assim.

O que querem de mim? – esbravejo com um pouco de dificuldade. – Minha carne?

Sem respostas. Mas eu já imaginava isso, afinal como esses cães poderiam me responder? Cães Infernais, penso novamente. Nesse instante, outras informações me preenchem. Visualizo rapidamente muitas coisas em minha mente. Vejo um monte de jovens, monstros e até mesmo... Deuses. Sim, deuses da mitologia grega. Como os reconheço? Apenas sei, não entendo isso. Será que todos que beiram a morte veem estas revelações? É tarde demais para saber que há deuses no mundo contemporâneo.

Ou talvez não seja. – verbalizo.

Desencosto meu corpo da parede e sem pensar dou um passo na direção dos monstros. Acho que os surpreendi, pois pararam de avançar. Sinto a escuridão fortalecer minha coragem e minhas pernas correspondem a minha vontade. Continuo a avançar colocando milimetricamente um pé na frente do outro. Os cães se entreolham e a ferocidade de seus olhos começa a enfraquecer. Algumas palavras começam a se formar em meus lábios e não entendo pra que entoá-las, porém são mais fortes do que o meu livre arbítrio.

Curvem-se, inferiores. – nem parece meu habitual jeito de falar.

E os cães se entreolham novamente, demonstrando agora medo de mim. Estão a me olhar nos olhos e após alguns segundo eles me obedecem, curvando-se aos meus pés. As sombras ao meu redor parecem dançar como se comemorassem o meu feito. De repente eu vejo que a água do esgoto esta refletindo uma luz forte. Quando desvio minha atenção ao reflexo, noto que tal luz vem dos meus olhos. Eles mudaram de um tom castanho escuro para um intenso, poderoso e profundo azul. E assim os cães inexplicavelmente se desfazem em uma fumaça escura e densa, que logo é levada por uma estranha e fria brisa.

Filho, você conseguiu. – a voz feminina voltou. – Venceu seu irmão, desta vez.

Mãe?

Pela segunda vez faço essa pergunta, porém desta vez era como se eu já soubesse que ela é mesmo a minha mãe, embora eu não a reconheça. Viro para trás, focando minha visão no beco sem saída e vejo um braço feminino surgir. Ela estava estendendo a mão para mim e sem hesitar eu a seguro. Este dia está tão surreal que não custa nada arriscar. Fecho meus olhos e deixo-a me guiar. Dou três passos e comprimo meu corpo, ao imaginar que iria colidir com a parede. Mas não foi isso que me aconteceu.

Sinto que há um vento frio e que estou ao ar livre. Então abro os olhos e uma nova imagem é projetada em minha frente. É noite e eu estou no alto de uma colina. Posso ver que lá embaixo há casinhas e uma floresta, além de alguns pontos de luz. Sei que há alguém, então olho pro lado e vejo uma mulher jovem, de aparência atraente e imponente. Posso sentir o seu imenso poder e fico fascinado. Ela está acompanhada de um labrador e de uma espécie de Doninha. Sua expressão parece satisfeita e me transmitia orgulho. Ela me interrompeu justo quando eu ia falar.

Te trouxe para casa. – ela disse sorrindo. – Tenho que ir agora, porém ficarei lhe devendo informações sobre seus pais e seu irmão.

Mas... Pelo menos me diga quem é você.

Sou sua mãe. – diz ao se aproximar de um imenso pinheiro. – Sou Hécate, deusa da Magia.

E assim ela desaparece atrás da árvore, me deixando cheio de questionamentos. Porém o que mais me intriga é que eu não tenho um irmão e não sei o que ela quis dizer com ter vencido-o desta vez. Não me resta saída a não ser descobrir o que é esse lugar que ela diz ser minha casa. Começo a descer a colina e mais uma vez escolho um caminho, seguindo na direção da casa maior.


Nolan Collins
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alice Stonem em Qui 31 Out 2013, 00:49

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamada por Éolo
 
Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características físicas = Cabelos castanhos , Olhos azuis, pele clara , magra e tenho 1,60 de altura.
Características emocionais = Gentil, Super Alegre, Sensível, Daria a vida para salvar algum amigo , bem lerda , ama tocar violino e fofa. 
 
Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Criei minha personagem me inspirando nele , alem de achar que minha personagem combina em ser filha dele adoro quando bate aquela brisa gelada ou um ventinho quando ta calor é muito bom *-*
 
Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
Sou Alice Stonem , Tenho 14 anos , moro com minha mãe e nunca conheci meu pai. Fui expulsa de 8 escolas e tenho de dislexia. Era um dia normal em Long Island , estava quente , já estava de tarde , eu e meu amigo Mike estávamos tomando sorvete sentados em baixo de uma árvore em uma pracinha que fica meio perto da minha casa.
Mike é meu melhor amigo aleijado , sofreu um acidente quando criança e agora não pode mexer as pernas , pelo menos foi isso o que ele me disse sobre ele não poder mexer mais as pernas.

- Cara que calor , eu queria que pelo menos tivesse alguma brisa ou algum vento passasse por aqui pra pelo menos diminuir um pouco  o calor.

Na hora uma brisa gelada passou por nós , eu me senti melhor depois disso , parece que os ventos me ouviram , terminamos de tomar nossos sorvetes e continuamos sentados em baixo da árvore olhando o céu.

- Caraca , fala que eu vou ganhar na loteria , vai que acontece.
- Haha seu sem graça.

Dei um soco bem de leve no braço de Mike . Estava anoitecendo , a pracinha foi esvaziando , havia poucas pessoas no local eu e Mike conversávamos sobre assuntos aleatórios , até que ouvimos um estrondo vindo de um dos carros que estava estacionado perto de nós.

- Que que foi isso vei ?

Dei um pulo da onde estava sentada e olhei em volta , Mike entrou em pânico , ele ficou olhando na direção de onde tinha muita fumaça .

- O que foi Mike ?

As pessoas que restaram na pracinha saíram correndo , quando eu ouvi uma coisa enorme sair da fumaça , tinha um olho só .

- Um sátiro e uma semideusa pro jantar oba !
- Corre , sua vida depende disso !

Mike pegou as muletas mas saiu correndo normalmente , não sei como , mas corri junto com ele , só consegui ouvir barulhos altos atrás de nós , a coisa estava nos seguindo .
Queria que o vento  fizesse entrar alguma coisa no olho dele pra o atrasar, e funcionou , ele parou do nada, olhei para trás e percebi que ele estava com a mão no olho , o vento realmente estava ao meu favor.
Conseguimos chegar em casa antes do monstro conseguir tirar o cisco do olho . Mike me mandou pegar minhas coisas e sairmos logo dali , estava perigoso ficar na minha própria casa . Fui pro meu quarto , coloquei algumas roupas dentro da minha mochila , meu violino e coloquei alguns gibis na outra parte que tinha da mochila , fechei a mochila e fui pra sala onde Mike e minha mãe me esperavam.

- Um ciclope nos atacou , precisamos ir para o acampamento.

Minha mãe entendeu o recado de Mike na hora , pensei que ela iria ficar assustada ou algo do tipo , minha mãe foi fechar as janelas de casa , em quanto eu fui na cozinha e peguei uma faca e a guardei na mochila bem rápido para que ninguém visse , levaria a faca por precaução vai que o ciclope nos ataca de novo. Logo minha mãe voltou , saímos de casa e ela trancou as coisas para que ninguém entrasse em casa , eu , Mike e minha mãe entramos no carro , durante a viajem ficamos em silencio o tempo todo , minha mãe parou o carro um pouco perto de uma colina .

- É ali Alice, vamos .

Mike saiu do carro , abracei minha mãe por um tempo .

- Sentirei sua falta Alice .. É melhor você ir.. Se cuida..
- Também sentirei sua falta mãe. Se cuide também tá ? .

Minha mãe beijou minha bochecha e sorriu , logo desci do carro , fechei a porta e coloquei a mochila nas costas. Fui caminhando junto com Mike em direção a colina , depois de alguns minutos minha mãe foi embora , estávamos sozinhos andando em direção a colina quando ouvimos um barulho alto perto de nós , quando fui olhar o mesmo ciclope de antes havia nos seguido , o ciclope pegou Mike e se preparou para ''comer'' ele , fiquei com um pouco de medo mas tirei a mochila das costas e peguei a faca que havia trazido comigo , joguei a mochila para o lado e gritei :

- Ei ! coisa feia ! sou eu quem você quer , deixe ele em paz !

O ciclope olhou para mim , encravei a faca em um dedo do pé dele , na hora o ciclope soltou Mike e me olhou furioso , peguei a faca novamente e sai correndo , o ciclope veio correndo atrás de mim tentando me pegar ,entrei no meio do mato pra ver se conseguia me esconder mas  tropecei em uma raiz de uma árvore e cai no chão , ainda apontando a faca  para a direção do ciclope , ele pegou meu braço esquerdo com força e me levantou do chão , senti muita dor no braço esquerdo quando ele fez isso , com certeza havia quebrado o braço .

- Semideusa fraca ! tomara que tenha gosto bom pelo menos.

Antes de ele me levantar até a altura de sua boca , com o outro braço segurei a faca bem firme e cravei ela na unha do ciclope , ele deu um pequeno grito de dor e me largou , cai no chão com força afinal eu estava em uma altura alta , ainda estava perto do ciclope , olhei em volta procurando por Mike para pedir ajuda , vi Mike segurando minha mochila e com a dele nas costas , ele estava meio apavorado, logo vários meninos e meninas de arco e flechas e um centauro apareceram.Os meninos e meninas de arco e flechas começaram a atirar as flechas no ciclope . A os poucos minha visão foi ficando escura a os poucos.

- Pai .. eu não quero morrer..

Senti a dor nas costas e no braço esquerdo aumentarem , uma brisa gelada passou por mim , senti calma depois da brisa gelada entrar em contato com minha pele.Então minha visão ficou totalmente escura .
Acordei em uma maca , minha visão estava um pouco ruim , mas a os poucos ela foi voltando ao normal , quando consegui enxergar tudo normal novamente percebi que meu braço estava enfaixado , sentei na maca e logo me dei conta que Mike estava ao meu lado.

- Onde eu estou ?
- Enfermaria .
- A quanto tempo eu to aqui ?
- A uns cinco dias .
- Caramba .
- Pensei que não acordaria mais , Quíron quer falar com você.
- Quem é Quíron ?
- Aquele centauro que você viu .
- Ah ele , onde ele tá ?
- Me segue .

Me levantei da maca , Mike pegou minha mochila que estava ao lado da maca e foi na frente , o segui em silencio apenas observando cada local em que passamos , algumas pessoas me olhavam mas logo voltavam a fazer o que estavam fazendo , Mike me levou até a frente de uma praia , ele ficou perto de uma pedra em quanto eu fui falar com Quíron . Quíron me deu as boas vindas e me falou como que funcionava as coisas no acampamento .

- Você vai ficar no chalé de Hermes em quanto seu pai não lhe reclamou , qualquer dúvida pode me perguntar.

Chutei uma pedra quando Quíron se afastou um pouco.

- Pai legal o meu , nem pra lembrar de me reclamar ele lembra.

Logo uma ventania bem forte passou por mim , quase cai por causa da ventania , Quíron ainda estava por perto e parece que ele também sentiu a ventania forte .

- Cuidado com o que fala Alice , tenho quase certeza de que seu pai acabou de lhe reclamar.
- Eu acho é que ele tentou me fazer aprender a voar porque eu quase sai voando.. Mas então , quem é meu pai ?
- Éolo , Deus dos ventos , deve ter ouvido o que você falou e lhe reclamou para mostrar que não se esqueceu de você.
- Isso explica algumas coisas... Então , vou ficar em qual chalé agora ?
- Chalé 17 , boa sorte.
Alice Stonem
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Petryck Griffon em Qui 31 Out 2013, 10:59



back in black
i hit the sack
▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Thanatos

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Psicológicas: Griffon é um garoto totalmente focado em seus deveres, um garoto frio, não sente dó de ninguém, nem daqueles que são próximos a você, também sempre foi muito disciplinado, obedece todas as ordens que lhe foram dadas e não admite que tentem atrapalha-lo.

Físicas: Petryck é alto, muito pálido com olhos azuis claros como a água, tem cabelos negros, também tem um porte físico magro, porém musculoso.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Thanatos é o deus da morte, seus filhos são sombrios e assassinos. Gosto de personagens com essas características.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Desde muito pequeno este garoto foi problemático. Aos sete anos de idade o garoto teve sonhos estranhos e quando acordou sentiu um grande impulso de matar seu cachorro de estimação, que já estava ficando velho e cabisbaixo, o garoto pegou uma faca na cozinha durante a noite e foi até o quintal, onde assassinou seu cachorro com muitas facadas. Na manhã seguinte quando o cachorro foi encontrado morto, o garoto assumiu ter matado o animal e em seguida sua mãe disse “ele disse que algo assim aconteceria, mas eu não dei atenção”. Essas foram as ultimas palavras que ela disse antes de manda-lo para um reformatório.

Com nove anos de idade o garoto teve novamente sonhos estranhos e quando acordou, pulou o muro do reformatório no meio da noite e esfaqueou o zelador do prédio ao lado e voltou pelo mesmo caminho, como se nada tivesse acontecido. Na manhã seguinte o mesmo foi levado para a delegacia de polícia quando encontraram a faca que ele usou toda ensanguentada debaixo do travesseiro dele.

Também assassinou, aos onze anos de idade, o diretor do reformatório, roubando a arma do mesmo e dando-lhe um tiro na cabeça enquanto ele dormia. Naquela idade ele já tinha mais experiência nisso, fez o trabalho de luvas e depois armou a cena para parecer um suicídio, e isso funcionou bem por que nunca acharam o culpado do crime.

Aos treze anos de idade este mesmo garoto roubou a arma do novo diretor do reformatório, pegou a mochila de outro garoto, roubou suprimentos na cantina e fugiu após pular o muro do lugar, o garoto tinha um novo objetivo, matar a mulher que o negou como filho quando ele tinha sete anos de idade.

Agora ele está com quatorze anos e acaba de entrar em um beco escuro, tem uma arma com apenas duas balas na cintura, sua mochila está quase vazia e ele está cansado, não parou para descansar desde que matou sua mãe e roubou algumas facas e suprimentos da casa em que ela estava.

Algo se levantou bruscamente na escuridão do beco, porém ele não sabia dizer ao certo o que era aquilo, parecia uma pessoa bem alta e estava vindo em sua direção. Aquele ser estava bem próximo agora e dava para ver que tinha o rosto desfigurado, Petryck sacou a arma e apontou para o a criatura estranha, foi quando algo pontiagudo e rápido cruzou o pescoço do monstro, seguida de mais duas que acertaram seu peito fazendo-o desaparecer em uma névoa de pó dourado. Petryck virou para trás com a arma pronta e se deparou com dois garotos.

- Foi difícil te encontrar depois que fugiu do reformatório, sabia? Você deveria ter esperado por nós. - disse uma voz que ele se lembrava bem

Quem falou foi um garoto meio estranho que também morava no reformatório junto com ele, era muito tagarela e por isso Petryck o ignorava sempre, ele se chamava Fredy.

- Você está me seguindo? Quer morrer? - falou a pontando a arma para o garoto chato

- Visto que acabamos de salvar a sua vida... Eu acho que não - respondeu o um outro garoto que estava segurando um arco

- Minha vida? Não vi ninguém salvar minha vida.

- Hey, Fredy você poderia usar aquilo agora, né? Se a gente continuar falando não vamos chegar ao acampamento na hora. - Falou o garoto do arco, obviamente para Fredy

- Claro, mas como vamos leva-lo até o acampamento com ele dormindo? - Fredy argumentou enquanto sacava uma flauta

- Ora, vamos de táxi - disse o arqueiro piscando para Fredy

Fredy começou a tocar sua flauta, o outro garoto colocou algo nos ouvidos, Petryck não entendeu nada, mas percebeu que a música estava fazendo algum efeito sobre ele, suas pernas tremeram e seus olhos se fecharam, ele desmaiou, derrubando sua arma. Quando acordou estava deitado em uma cama, o lugar parecia um hospital ou algo do tipo, o garoto ficou nervoso, se não explicassem a ele como ele havia ido parar ali ele mataria até receber uma resposta.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gilan Waker em Qui 31 Out 2013, 11:47

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deméter

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: 1,69 metros , olhos claros e cabelos curtos e castanhos

Emocional: Calmo , justo e amigável

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque me importa com a natureza e com os animais.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Acordei cedo com as mugindo no curral da fazenda, algo as assustava. Fui tomar café, o leite tinha acabado de ser ordenhado, eu e meu pai vivíamos da venda de leite, ovo, e carne de vaca e frango, e fazíamos passeios a cavalo com os visitantes da fazenda, eu tinha minha própria égua, se chamava Ébano, era toda preta com olhos castanhos, eu adorava a vida ali no interior de Manhattan, tínhamos um bosque na fazenda bem grande com bastantes arvore frutíferas, eu e meu pai freqüentemente fazíamos trilhas ali.

Fui checar as trilhas, de vez em quando filhotes de animas caiam nas trilhas e precisavam de cuidados para não morrer, adorava ajudar , mas naquele dia o bosque parecia estar mas sombrio e Ébano parecia assustada, toda hora virava a cabeça e sou tava um ronco baixo como que para me avisar algo mas não tinha nada, eu acalmava Ébano eu continuava uma hora depois sai da trilha o sol já estava bem alto no céu, fui alimentar as vacas e as galinhas, quando acabei fui almoçar,e passei o resto do dia limpando as baias,cuidando de Ébano e levando as vacas para pastar, no final da tarde fui pra casa e encontrei meu pai jantando, ele era muito ocupado, vivia na cidade na pequena mercearia que tínhamos, falei com ele e me sentei para jantar também, fui dormir e percebi que estava exausto, quando comecei a cochilar e ouvi as vacas mugindo de novo como na manhã, desci e olhei da porta, aparentemente não tinha nada, olhei por um tempo e derrepente uma mulher se mexeu no bosque, vi o que parecia um corpo estranho como duas caudas de cobra em vez de pernas, gritei por meu pai, a mulher se aproximava da casa com certa velocidade, meu pai apareceu do meu lado e sumiu de novo correndo, poucos segundos depois reapareceu com uma besta e uma aljava com com setas de bronze que ele guardava a um tempão, carregou e atirou, segundos depois a mulher gritou e uma seta apareceu na barriga, demorou um pouquinho e a mulher voltou a se aproximar com a seta na barriga, meu pai recarregou e atirou de novo e a seta passou raspando na orelha, ela se aproximou e entrou na varanda, a beste demorava muito a carregar, a mulher-cobra pulou em cima do meu pai e o derrubou, depois levantou e veio em minha direção, corri na direção da cozinha e sai pelos fundos , entrei na cabana de ferramentas e me escondi ali, peguei a foice que era a única arma que tinha grande o bastante para me manter a distancia.

Em minutos ela apareceu na porta, desferi um golpe por cima do ombro que quase acertou o pescoço, mas ela era ágil e desviou, quando ela veio pra cima desferi outro golpe, mas erreis de novo o alvo mas sem querer acertei a seta que tinha na barriga, a seta afundou mas, ela guinchou e se encolheu, desferi outro golpe no ombro, a foice afundou e eu puxei, ela gritou mas alto, meu pai lá dentro consegui recarregar e atirou de novo, dessa vez acertou a cabeça dela por trás, a mulher-cobra caiu e virou pó.

De manhã fui toar café, as malas estavam prontas, e meu pai me esperava, perguntei porque a mala e ele disse que iríamos viajar, que eu iria viajar, para um lugar seguro, para não correr riscos.Chegando lá eu entrei no que parecia um acampamento mas meu pai não veio, ele disse que só eu iria, e que eu gostaria do lugar, não tive escolha, me despedi dele e fui ver meu novo lar.
Gilan Waker
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Ficha de Reclamação.

Mensagem por Matthew F. Schaffer em Qui 31 Out 2013, 12:00

[i]Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Características Físicas:
Dono de um corpo esbelto e largo, com músculos aparentes pela prática de Luta Greco-Romana. Sua pele é de um tom aproximado do pardo, sempre mal-tratada pela preguiça e pouca vaidade do rapaz. Possui fios de barba mal-formados e ralos pela sua idade na região inferior do maxilar,o dando uma impressão de mais velho e de um tom relaxado. Possui olhos amendoados e expressivos. Suas íris são de uma tonalidade glauca. Seus fios são espetados e bagunçados. Possui uma massa total de 72 kg e estatura de 1,84.
Características Emocionais:
Orgulhoso, exibido e cabeça quente, Matthew odeia discordâncias á ele, e isso o leva a uma grande discussão e cólera. Deseja sempre ter moral de outros seres, e a obtêm do jeito mais plausível para ele: Brigas, prezando pelo caminho mais bruto á chegar em seu objetivo desejado, utilizando seu físico e intimidação como arma. No fundo, consegue ser simpático e amigável, com os mais próximos. Gosta de ordenar e comandar como se fosse um "rei", usando de seus "amigos" para fazer seus desejos. É ignorante, ranzinza e boca suja.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Ares, deus da guerra, blá blá blá. Vamos ao importante. Desejo esse personagem como um filho de Ares para ter uma experiência diferenciada do comum, pois nunca interpretei um filho de Ares. Achei bastante interessante a personalidade de seus filhos, e percebi que posso me divertir bastante interpretando um de seus filhos. Além disso, Ares é bem badass. XD

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
                                                                           
  Nascido em Baltimore, Maryland, em 1997, sendo o primogênito e único filho de Rose Friedich, viveu sua infância e pré-adolescência em um sobrado no centro da cidade, apenas a algumas milhas do Forte McHenry. De descendência alemã, sua família foi criada por imigrantes alemães na Segunda Guerra Mundial, fugindo dos conflitos internos e externos do país e a Europa na época do nazifascismo, procurando uma vida tranquila na zona interior do  "país dos sonhos", de onde recebeu seu sobrenome  por parte de mãe.

  Sua vida sempre foi agitada. A mãe trabalhava em uma carga horária semanal intensa, possuindo pouco tempo para desfrutar com seu filho único.
Estudou  em um colegial público na sua cidade natal, recebendo sempre péssimas notas pela falta de empenho e dificuldades escolares, sendo um dos problemas o seu Déficit de Atenção e Hiperatividade. Aos onze, integrou-se no Clube de Luta Greco-Romana, virando um dos lutadores mais habilidosos e bem reconhecidos, recebendo atenção dos colegas de classe e popularidade. O mesmo sempre foi caracterizado por sua força bruta e irritabilidade entre as crianças de sua classe.

  Assim foi pelos seguintes cinco anos, com a mesma rotina contínua e repetitiva dos anos anteriores.
Tudo começou no Outono, no fim de Setembro. As folhas caiam e pássaros voavam a seus ninhos, se preparando para o inverno rígido que estava a vir. O vento uivava, varrendo as folhas amareladas e caídas no chão. Eram 14:00 PM, e o sinal ecoou pelo colegial onde o ainda não descoberto meio-sangue estava presente.
-Bom, então essa merda acabou?-Matthew balbuciou, enquanto jogava seus livros em sua mochila vermelho-vinho e agarrava seu gigantesco livro de Física e Química que devia pesar uns quatro quilos. Ele se levantou da sua carteira, rumando ao pátio do colégio. Saiu pela portaria, andando pelas ruas com o vento a sua face, onde chutou um pedaço de papel que era arrastado pela ventania pela rua de concreto estreita.
   Após minutos de caminhada, o semi-deus chegou no sobrado de paredes pintadas de um vermelho-salmão, com duas janelas ornamentadas de madeira, que chamava de casa.  Sua mãe estava no trabalho. Ele entrou, sentindo o aconchego do aquecedor e da boa sensação de estar em casa, despejando sua mochila sobre a cadeira da cozinha e abaixando o capuz de seu casaco, retirando de cima da bancada de mármore da pia um pacote de um macarrão instantâneo, o rasgando e dando mordidas no quadrado de macarrão instantâneo.

-Pra que cozinhar, já é bom cru mesmo..-Falou para si mesmo, com a boca cheia de  pedaços de macarrão instantâneo crus, subindo a escada do sobrado e indo ao seu quarto. Chutou a porta de madeira, fazendo um estrondo junto ao  que as dobraduras de metal desgastadas produziam um rangido parecido aos dos filmes clássicos de terror.  Após finalizar o pacote de macarrão, jogou a embalagem debaixo da cama e trocou de roupa, colocando uma camisa de manga longa azul, continuando com o Jeans usado para ir a escola surrado e esbranquiçado pela ação do tempo. Desceu as escadas praticamente as pulando, enfiando os pés nus dentro dos tênis Converse deixados no tapete de entrada da casa. Apanhou seu esqueite e o empurrou no chão, posicionando seu grande pé direito sobre o nose, remando com o pé esquerdo rua abaixo. Se deparou com um rapaz de média de quinze anos, usando um casaco branco e um boné virado para trás, com dois pares de "bengalas" atiradas sobre o chão e com as pernas dobradas sentado sobre a calçada. Na verdade, o rapaz era seu único amigo, Kyle. Desde que ele apareceu por Baltimore, a uns seis anos atrás, ele sempre usara andadores e era manco. Ele tinha uma doença hereditária rara, que nenhum médico conseguiu diagnosticar, o impossibilitando á caminhar corretamente sem o uso de apoios.

- E ai, Matt. -Disse Kyle, suando em plenos 15 Cº e em um dia nublado de outono, com uma cara de quem tinha visto um fantasma. Seu rosto estava mais pálido que sebo, focando sua atenção no concreto da calçada, evitando olhares.
Matthew parou o esqueite, o colocando com a lixa virada para baixo na calçada, se sentando logo em seguida ao lado de Kyle.
- De boa, mocinha? Viu algum modelo de revista de cueca pra estar pálida assim? -Debochou o semi-deus, soltando uma risada distorcida e histérica. O vento soprava fortemente, fazendo que as árvores restantes das árvores se balançassem incessantemente.
-Eu estou sério, não deboche. Você precisa me escutar. É o seguint-Kyle foi interrompido por Matthew, que deu alguns soquinhos fracos em seu ombro direito.
-O que foi, sua bichinha?-O semi-deus respondeu á frase indeterminada e interrompida do manco.
-Bom.. Talvez você vai me zoar, não vai acreditar, mas você tem que me seguir. É perigoso ficarmos por aqui.. Você vai descobrir, só me siga.-Kyle tartamudeou, se levantando do concreto usando seus apoios, rumando em direção a uma rua com um carro preto estacionado. Matthew o seguiu, mordendo a língua para não soltar risadas. No espaço do motorista, a janela do carro se abriu, e um homem aparentemente careca com um chapéu de motorista negro em sua cabeça conversava com Kyle em um tom de voz baixo.
Os dois focaram sua atenção ao beco do lado, de onde um fedor de excremento e de cachorro mal lavado era exalado do beco. Kyle tirou a cabeça de perto da janela do motorista, fazendo um sinal para o motorista ir embora. As janelas do automóvel preto se fecharam e o carro partiu em arrancada, soltando um som e  o cheiro de borracha queimada.

Matthew se aproximou a entrada do beco, demonstrando nojo. Kyle tentou o afastar, enquanto sibilos eram produzidos no beco.
-Bom.. você não tinha pai certo? pois você tem. É complicado... você é... quer dizer... filho de uma divindade. -Kyle bradou enquanto ficava na minha frente como um escudo, e o som agoniante de metal raspando concreto era feito no beco. O manco afastou o semi-deus para trás, retirando de sua jeans uma flauta de bambu. Os ventos ficaram mais fortes, a ponto de quebrar os galhos das árvores frágeis ao nosso redor, e entre as nuvens cinzentas do céu um raio solar apareceu, indo direto no beco, deixando apenas uma leve penumbra, tampando a face de uma aparente mulher. Ela sibilava como se fosse uma serpente, avançando para os dois amigos, amostrando seu corpo de serpente, armada de um gládio romano de bronze e uma boleadeira.

-Que merda é essa? Primeiro você inventa que sou filho de um deus, e agora vem essa doida ai? Colocaram LSD moído no X-Burguer da escola? -Disse o semi-deus com desprezo, enquanto a mulher serpente girava sua boleadeira, pronta a lançá-la no manco. Os dois rapazes se aproximaram da serpente, onde Kyle foi para o lado, ficando ombro-a-ombro com Matthew. A mulher serpente disse entre sibilos:
-Carrrne jovem, que desperrrdício..tss... pena que terrrrrá que morrer... adeus, crrria dos deuses e seu coleguinha! AAAAH! - A mulher serpente foi em direção aos dois, atirando a boleadeira sobre as canelas de Kyle, que se enrolaram e o manco perdeu o equilíbrio, caindo ao chão. Sua flauta de bambu caiu de sua mão, rolando para fora se seu alcance. Ele se debatia, tentando se livrar da boleadeira que o restringia. Matthew visualizou a cena.

-Argh.. Malditos pés humanos, que se ferre. Vou tirar! Dracenae maldita! -Kyle começou a esfregar seus tênis um aos outros, tirando o que parecia um tipo de "encaixe", deixando a vista dois cascos brilhantes, como os de um bode. Matthew engoliu á seco. Dracenae? Isto era uma palavra desconhecida para o semi-deus. Porém, não importava o nome da criatura. O importante era sua vida, e ele teria que lutar com  o monstro para sobreviver. Apenas um objetivo estava claro em sua mente: Matar o monstro. Mas como ele mataria um ser armado, com corpo de serpente e  que aparentemente possuía  muito mais velocidade que ele?  Ele avançou para a "Dracenae" em investida, tentando agarrar a transição entre o tórax de humana e as partes inferiores de serpente, porém o corpo pegajoso se tornou um desafio para essa tentativa, fazendo que o monstro escorregasse pelos braços brutos do rapaz e saísse de sua "dominação." A Dracenae girou, debatendo a ponta de seu rabo sobre a  maçã do rosto direita do semi-deus, o atirando ao chão pela exacerbada força, de onde Matthew soltou um gemido e passou a mão no hematoma  vermelho causado pelo impacto do rabo, se levantando de novo do solo. Uma tremenda cólera se apossou do mesmo, uma cólera que nunca teria sentido em toda sua vida. Ele sentiu a vontade de esmurrar a cara da mulher serpente até não conseguir mais, pelo seu colega preso e por seu rosto. Aliais, quem seria aquela coisa para fazer isso com ele?
-Argh... Sua vadia!-O mesmo se aproximou da Dracenae. A Dracenae rastejou em direção ao rapaz, desferindo um corte vertical reto á sua face enquanto bradava e berrava. O semi-deus saltou para o lado direito, fazendo que a espada passasse reto e contra-atacou com um tapão de direita  na região bucal lateral esquerda do monstro, daqueles que arrebentam mesmo. A Dracenae soltou um berro ao receber o tapão, girando em direção a Matthew com sua espada mirada a sua barriga. Matthew saltou para trás.
-Seu desgrrraçado! Mi-minha boca! Você sofrrrerrá tanto que serrrá pior que os Asfódelos! Morra! Tsss!-A Dracenae berrou e amostrou sua língua bifurcada enquanto rastejou na direção do semi-deus. Fingindo aplicar um corte em horizontal em direção ao maxilar do rapaz, cessou o movimento do golpe, abaixando a espada para a região peitoral de seu inimigo, girando. Um corte profundo foi feito no tórax do semi-deus, que caiu ao chão, gemendo desesperado pelo corte e pelos sangramentos, que escorriam em sua mão espalmada sobre o corte, enquanto praguejava o monstro. A Dracenae enrolou a sua cauda sobre os joelhos do rapaz, restringindo-os, aproximando sua face á face do mesmo, soltando um sorriso maléfico, esbanjando suas presas pontudas que escapam de sua boca. Ela fincou as presas sobre a lateral  do pescoço do rapaz, injetando seu veneno. A visão de Matthew se tornou em borrões, e seus sentidos foram quase totalmente anulados, onde a beira da inconsciência conseguiu ouvir o som falho de uma flauta ecoando pelo local. Tudo ficou negro.

O rapaz tomou sua consciência novamente deitado em uma maca, dentro de uma grande casa de madeira com várias crianças de cabelos tom de mel e bronzeadas rodeando pelo local, junto a outros feridos. Estava com uma grande atadura em seu peito, enquanto estava com sua perna direita engessada e esticada. Kyle estava ao seu lado, sentado em um banquinho.
-E ai cara.. Você apanhou feio. Mas pelo menos está vivo, conseguiram te recuperar a tempo antes do veneno parar seus batimentos cardíacos. Não mexa sua perna.
-O que aconteceu?-O semi-deus disse encarando Kyle, que estava com duas pernas de bode peludas em vez dos seus jeans casuais.
-Hm, você tomou uma coça, ai conseguimos te salvar e levar para cá, o único lugar que seria seguro. Você está na enfermaria do Acampamento Meio-Sangue, o único lugar que monstros que nem o que você enfrentou não irão atrás de você. Se continuasse em Baltimore, você seria caçado todo dia. Aqui, está presente muitas  outras crianças e adolescentes como você, meio-sangues. Filhos de um progenitor mortal e outro divino, caçados por monstros ao dia-a-dia. Alguns até ficam aqui o  ano inteiro, por precaução. Bom, voltando ao assunto. Sua patela direita foi esmagada pela  mulher serpente, por isso está com a perna engessada. Agora descanse, você vai se recuperar após umas semanas. Quando ficar melhor, iremos te introduzir ao Acampamento. Err.. Bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue.
Matthew F. Schaffer
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 115-ExStaff em Qui 31 Out 2013, 16:30


avaliação



Nolan Collins ▬ Reclamado. A história é envolvente, mas tome cuidado com as brechas e falta de informações. Você até aquele momento não estava reclamado, era um indefinido, mas conseguiu amedrontar cães infernais. O único motivo de ter passado foi por você ter mencionado que eles estavam em comando de outra pessoa, o que dá uma saída. Tome cuidado com a coerência de seu nível na narração. (Filho de Hécate)

Alice Stonem ▬ Reclamada. A história foi simples, porém poderia ter sido mais bem desenvolvida. Tome cuidado com os espaços entre as vírgulas e os pontos. Também fique atenta ao modo como foi reclamada, um símbolo aparece sobre a sua cabeça. (Filha de Éolo)

Petryck Griffon ▬ Reclamado. Acrescento apenas o detalhe de que apesar de ser evidentemente um assassino, as mortes foram pueris e generalistas. (Filho de Thanatos)

Gilan Waker ▬ Não Reclamado. Primeiro erro é que Manhattan é uma ilha, ela tem espaços verdes como o Central Park, porém nenhuma fazenda. Houve erros gramaticais em termos de palavras escritas erradas, imagino que pela pressa.

Matthew F. Schaffer ▬ Reclamado. Sem muito a declarar, gostei da luta. (Filho de Ares)
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Luck Jackson em Qui 31 Out 2013, 17:56

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
-Ares

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
-Forte , porte atlético , 1 ,70m gosto de saber sobre guerra e coisas assim
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
-Eu sempre gostei de guerra e Ares é sem dúvida um dos deuses mais incriveis do olimpo
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
História: Era uma tarde quente de verão tudo corria normalmente , eu fui para a escola .No recreio depois de uma aula de
história e uma de matemática.Uma menina se sentou ao meu lado e disse:
-Olá eu sou a Ana!
-Eu sou o luck mais pode me chamar de L.J.
-Quero te mostrar uma coisa.
Eu a segui até o fundo da escola , ela me mostrou um campo cheio de garotos brincando:
-Esses são seus meio irmãos.
-Meus meio irmãos?Mais eu não tenho irmãos!
-Não por parte de mãe mais Ares tem muitos outros filhos.
-Ares é meu pai!!!???
-É , você não sabia?
-Não.
Ela riu como se eu fosse engraçado , ela me mostrou sua forma real.Ela era meio humana meio bode , ela disse que estava
na hora de me levar ao acampamento meio-sangue e que ela era uma espécie de sátiro .Pegamos um táxi para Long Island .Quando chegamos vi um acampamento:
-Que lugar é esse?
Perguntei.
-É o acampamento meio-sangue.
-Então eu sou um semideus como nas histórias?
-Sim.
Eu estava chocado , meu pai era Ares e eu nem sabia .Mais se meu pai era Ares por que eu me dava tão bem com a água?:
-Mais eu me dou muito bem com a água.
-Alguns filhos de Ares são assim mais a guerra faz parte de você.
-Entendi , mais oque eu faço então?
-Vou te mostrar seu chalé.
Ela me guiou até uma espécie de chalé como ela disse , entrei .Havia vários de meus meio irmãos ali dei oi a todos e fui olhar o
acampamento.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Enzo Resende em Qui 31 Out 2013, 18:51

Deus a reclamar:Ares
Fisico:1,79,com um porte fisico medio,cabelos medios e lisos e olheiras eternas,não tneho muito a falar do fisico.
Emocional:Sem paciência,um pouco rude e odeio crianças.
Por que reclamo a esse deus:Creio a resposta sera encontrada na historia abaixo.
Utilizei um quadro compacto de informações acho mais organizado para os moderadores.

Nome da PJ

Idade
{16}

Orientação Sexual
{Hetero)

Nacionalidade
{Galês}

Pai/Mãe Deus
{Ares}
Progenitor mortal
{Alluise}

Outros Dados
O que gosto
- (Combates)
- (Armas)
- (Companheiros)
- (Fogo)
Não Gosto
-(Infantilidade)
- (Burrice)
- (AQUI)
Armas
- (Lança Dourada)
- (Adagas Flamejantes)
Poderes
- (Visão aguçada)
- (Super reflexos)
- (Telecinese com armas)
- (Coração Impiedoso)
Ponto Fraco
- (Paciência)
Curiosidades
- (Medo da derrota)
- (Noite é emocionante)
- (AQUI)
- (AQUI)

Personalidade
Enzo é uma pessoa bem humorada não curte crianças por que elas a irritam bastante,gosta das noites pois a acalmam e as vezes em dias tediantes o deixa animado,os amigos sempre são da mesma idade e sempre gostam das mesmas coisas,assuntos que Enzo gosta,ele ama armas sabe muito sobre eles as estuda desde os 11 anos os outro o acham violento e rude mas isso so acontece quando o chateiam muito a ponto dele virar uma besta,no final ao conhecelo vera que infelizmente tera que se encaixar em seus padrões para ganhar uma amizade no fundo ele tem um bom coração.

Historia
Enzo veio de uma familia pobre que era brasileira,sua familia não tinha dinheiro para sustentar nem o proprio cão,a mãe Alluise que era uma dama galesa ja com idade avançada tinha vivenciado a 2º guerra mundial que na epoca residia no Pais de Gales que foi afetado pela guerra,nos transparece que essa violencia foi passada para o filho depois de alguns anos por historias e marcas da guerra deixadas em sua mãe,o garoto cresceu como um marginal sem objetivo na escola não passava do ensino medio nunca,e tinha que migrar de escola sempre,professores curiosos apareciam em cada escola ate que ao seus 13 anos ele se ve em uma guerra de gangues que acabaria com seu bairro por se tratar de um bairro controlado por elas e sua familia tinha ligações por causa dos multiplos parentes,Enzo sendo um garoto novo sem como defender sua familia,sua mãe idosa e amigos cria em seu peito uma chama que o fez acreditar que poderia sim combater os gangster ele avança como uma besta mas nada convincente apenas sendo surrado como boneco eis que aparecem duas grandes laminas flamejantes que Enzo parecia controlar com a mente,Enzo adormece e simplismente no outro dia acorda com um jornal dizendo "massacre em guerra de gangs" ele não conseguia ler direito mas estava em frente a um monumento que parecia estar escrito acampamento meio sangue,um grande e forte ser chega e o comprimenta,Enzo apavorada com aquele homem meio bode correu mas o ser o segurou dizendo -Não se preocupe rapaz você esta seguro sou um satiro um ser mitologico venha comigo-,os dois caminharam ate uma sala aonde estava um centauro que foi chamado pelo satiro de Quiron,esse centauro conversou horas com Enzo,depois de entender tudo sobre o mundo mitologico Enzo fica pasmo e não sabe o que fazer,sua mãe estava abandonada ele tambem citou a guerra a Quiron,Quiron o preparou logo para "A caça a bandeira" Enzo não se dava mal com a espada de bronze ele se sentia ate confortavel com os ataques que desfiria ate que derrepente um tipo de meio sangue enfeitiçado o iria acertar com uma lamina no pescoço mas de repente uma grande armadura de latão que cobria todo o cropo fez com que o meio sangue voasse pelo ar,e em sua cabeça brilhava um simbolo um Elmo Relusente, Ares o deus da guerra selvagem disse Quiron, o anunciou filho de Ares e o designou ate o chale 5,Enzo ficou impressionado ao ver todos aqueles jovens que agora descobrira que eram seus irmãos ele sentiu um calor no peito novamente e viu que ali na verdade era o lugar que deveria ficar.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por ♦ Eos em Qui 31 Out 2013, 19:58

Luck e Enzo - Não reclamados.

A ficha dos dois careceu de detalhes e desenvolvimento. Criem uma trama, narrem, passem os sentimentos do personagem.

Luck, apenas diálogos não faz uma ficha. O diálogo é um auxiliar, mas é a narração que situa o leitor. Faltou desenvolver também as respostas e características do personagem e, na pouco história narrada, faltou coerência - lembrando que o acampamento meio-sangue fica na área rural de Long Island, não vai estar no quintal de uma escola. Além disso, como a menina sabia de quem você era filho, se você não tinha sido reclamado? Nem os sátiros identificam isso - eles apenas notam quem é um semideus ou não. E sua família? Você contou pra eles? Como reagiram? Como você aceitou tão fácil, sem nenhuma prova?

Enzo - Sua narrativa tem brechas de coerência que deixam tudo muito confuso, além da pontuação inadequada que deixa a leitura extremamente cansativa. Não utilize apenas vírgulas - pontos e parágrafos existem para organizar o texto, e são extremamente necessários. Cuidado com a ortografia também, utilize um corretor, e um template com mais de 400px de largura, ou fica complicado de ler. Da história, cuidado com as brechas - a começar pela linguística - afinal, o Acampamento fica nos EUA, e você diz ser brasileiro; outro ponto foi a brecha de local - como você foi de um lugar a outro? Pessoas não se teleportam assim. E, finalmente, organize melhor as informações, não tenha medo de escrever, e cuidado com o que usa - ao descrever qualquer tipo de poder, lembre-se que você só teria os poderes iniciais - e parte de você ainda é humano; você não é imortal ou inatingível.

Boa sorte na próxima tentativa.

Todos os campistas anteriormente reclamados por Psiquê foram atualizados.
♦ Eos
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Ser reclamado por Ares

Mensagem por Luck Jackson em Qui 31 Out 2013, 23:47

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
-Ares

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
-Físicas:Porte atlético , forte , 1,70m
-Emocionais:Amigável , ótimo guerreiro , grande esportista

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
-Sem dúvida ele é um dos deuses mais importantes do olimpo e eu amo a guerra.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
História:Era uma manhã de inverno .Minha melhor amiga , Ana , me disse que haveria uma partida de volêi e uma de queimada , fiquei animado .Estava - mos no mesmo time , oque me deixou feliz porém queria perguntar a ela como ela conseguiria jogar com a perna quebrada .Depois de jogar dois valentões da escola quiseram brigar comigo .Eles me levaram
até um canto para brigar , eles começaram a se transformar viraram uma espécie de  monstro cresceram e quando vi eles tinham apenas um olho:
-Ciclopes. -Murmurou Ana.
-Oque? -Perguntei.
-Ciclopes , não estudou mitologia grega não? -Disse ela.
Não respondi , meu coração estava a mil .Quando vi estava brilhando com uma armadura grega completa e uma espada brilhava em minha mão:
-Oque é isso? -Perguntei.
-Parece uma bênção de... -A voz de Ana falhou.
-De quem?Oque? -Perguntei.
-A bênção de Ares. -Disse ela.
Eu assenti confuso e por instinto ataquei um dos ciclopes , ele gemeu  e se transformou em pó quando eu enfiei minha espada em sua barriga o outro avançou até mim e atacou eu desviei e ataquei ele pelas costas .Ana estava boquiaberta , quando voltou a si balançou a cabeça e disse:
-Preciso te mostrar minha aparência real e te levar ao acampamento meio - sangue pelo jeito esta na hora.
Ela me mostrou sua verdadeira forma , ela era meio - humana meio - bode e assoviou .
Um cavalo alado quebrou o teto e pousou ao nosso lado:
-Ele se chama Pégaso. -Disse ela.
Ela subiu e me chamou para subir também .Subi e saímos voando .Depois de pouco tempo dormi .Quando acordei estávamos em uma colina de frente para uma espécie de acampamento , olhei para Ana e falei:
-Minha mãe sabe disso?
-Acabei de mandar uma mensagem de Íris para ela não se preocupe. -Respondeu ela.
Ela me guiou até uma espécie de chalé , entrei para me arrumar e quando sai Ana me esperava com um homem meio - humano meio - cavalo:
-Olá , você deve ser o Luck , eu sou Quíron , como pode ver sou um centauro. -Ele disse.
Quíron e Ana me levaram para um tour pelo acampamento.
Luck Jackson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Sex 01 Nov 2013, 00:51

Luck Jackson - Não reclamado. Luck, menos fala e mais ação! Você quer ser filho de Ares, certo? Tente colocar mais ação e incremente o enredo do seu post. Não separe a pontuação da palavra com espaço, isso deixa o texto visualmente feio e prejudica na fluência e ortografia. Use um corretor ortográfico ao construir seus posts para evitar erros de ortografia e afins. Atente-se as reações da personagem ao descobrir que é semideus e deixe a criatividade fluir. Narre melhor a personalidade e o modo de agir de Luck. Infelizmente sua ficha foi recusada, mas revise o que eu te falei e tente de novo!


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kelvin Cardoso em Sex 01 Nov 2013, 16:40

¬¬¬Nome Completo:Kelvin Cardoso
Progenitor: Ares
Idade: 14
Por que deseja ser filho(a) de Ares? Porque o campo de batalha precisa de mim. Porque eu sinto a vontade da vingança e a falta de piedade ao matar.
História: Kelvin é Italiano de nascimento. Na verdade, sua mãe pertencia a uma família de mafiosos italianos, e a mesma era mulher do chefe da máfia, antes de se retirar por um tempo para o sul dos Itália, Lá, trabalhara em missões secretas de alguns grupos de espionagens internacionais desde seus quinze anos. Nove meses depois, a mulher estava de volta as cidades italianas, onde Kelvin nasceu, final de Dezembro. Infância mais comum impossível. Kelvin cresceu sonhando ser como seu pai, um chefe da máfia, altamente respeitado por toda a Itália . Seu pai trabalhava com militares russos e, nas horas vagas, era treinador de tiro ao alvo. Retratava tudo em suas fotos. Desde belas paisagens até a dor trazida pelas perdas em batalhas com outras mafias, e fazia de tudo para que seu filho não se interessasse em participar desse mundo. Mas já era tarde demais.
Kelvin nunca fora de ter muitos amigos e sempre foi muito agitado quando criança. Do tipo independente, corajoso e por vezes muito irritado. Mas nem por isso deixava de ser legal. Gostava de fotografias e era um bom guerreiro .Se apaixonou duas vezes, e, nas duas, não obteve sucesso. Sua raiva e sua vontade de se vingar das garotas que a fizeram sofrer aumentavam a cada dia que se passava, e ele começou a acreditar que possuía o defeito de se irritar facilmente com tudo. Anos mais tarde, a mãe precisou voltar para o sul da italia, e foi ali que kelvin descobrira a outra parte de seu sangue. Ele tinha exatos treze anos, quando foi atacada pelo que pareciam ser Grifos enquanto andava pela rua de Manhattan, voltando da escola, lugar que pouco apreciava. Enquanto andava, dois deles apareceram na sua frente e por trás dela, deixando-a sem saída. Mas, como todo filho de Ares, mesmo sem saber, mas por pura presença de instinto de luta, se saiu muito bem escapando do primeiro golpe. Porém, não iria sobreviver de escapes.
Para a sorte dela, um sátiro estava no local. kelvin usou um grande pedaço de ferro e uma tampa de um latão de lixo vazio próximo a ela para se defender. O sátiro, cujo nome era cornelios, usou seus poderes, os quais kelvin não tinha conhecimento, com o objetivo de afastar o tal monstro. Ele a ajudou a derrotar o grifo, e ficou realmente surpreso em como aquela coisinha de garoto atacara tão ferozmente um animal que mesmo semi deuses experientes temem em atacar, e, depois de fazer algumas perguntas para a pequeno menino, logo percebeu a possibilidade de ele ser filho do deus da guerra. Pelo que viam dele, um garota loirinha dos olhos azuis, com cara de inocente, ninguém daria nada por ele, ninguém pensaria que ele seria capaz de se defender.
Assim, depois de algum tempo conversando com o menino, levou-a para casa, deixando-a pegar seus pertences e despedir-se de sua pai, para levá-la até o acampamento.
Mesmo não tendo certeza de quem era seu pai de fato, Annelise sentia que algo como força, vontade de encarar uma guerra, vingança, morte e luta era algo que corria em seu sangue, e, tudo que ela era antes disso acontecer, ela resolveu deixar do lado de fora do acampamento.
Quando chegou lá, passou pelo grande arco que ficava no topo da colina, e finalmente se sentiu em casa. De um lado, uma enorme casa, do outro, um enorme refeitório, no meio, um conjunto de chalés formavam um U. E vários adolescentes andavam pela região. E então, Anne sentiu um recomeço.

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Re: Ficha de Reclamação

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