Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Larissa P. Scolt em Sab 14 Jun 2014, 00:22

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Quero ser reclamada por Afrodite, pois é a Deusa com quem mais me identifico.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou baixinha, 1,55 no máximo. Parei de me medir quando aprendi a andar de salto. Gosto de fotos, sejam minhas, de objetos, lugares, paisagens... Gosto de fotografar, registrar os bons momentos. Tenho dislexia e TDAH, então muito raramente pego em algum livro para ler (ou em algum dever de casa para fazer), mas sou apaixonada por histórias. De guerras, principalmente. Sempre considerei o ódio uma forma de amor, e sempre me imaginei vivendo uma história como a de Helena de Tróia. Talvez eu não seja tão bela quanto ela, com meus cachos castanhos que sempre achei sem-graça, ou meus olhos que não tem cor, mas posso ser encantadora o suficiente para ocasionar uma guerra. Sempre me dizem que sou uma garota carente, que arranjo confusão por querer atenção, mas eu não concordo. Eu arranjo confusão por gostar da adrenalina, e gosto principalmente da parte de ser pega fazendo o errado. Inventar a mentira que vai me livrar, persuadir a pessoa a esquecer o ocorrido, a não comentar com ninguém. Essa é a melhor parte.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque me identifico com o amor. Gosto das histórias de amor, gosto de vê-lo acontecer, gosto de romance. Mas também por me identificar com a beleza, a vaidade. Estou sempre me arrumando para qualquer coisa que venha a fazer, nunca saio mal arrumada de casa. Posso ser muito persuasiva quando quero, e causar intrigas amorosas é meu maior hobbie.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


É, o mundo realmente dá voltas. Sempre fui uma garota do tipo patricinha, que adorava brincar com os garotos. E quando realmente gosto de alguém acabo me dando mal.


Meu nome é Larissa, ou pelo menos eu acho que é. Muita coisa está confusa na minha vida agora, principalmente o que é real e o que não é. Eu moro — ou melhor, morava — com meu pai em um apartamento de frente para o mar, no Rio de Janeiro. Vivíamos do que ele ganhava em sua boutique, que na verdade era muito dinheiro. Papai nunca me deixou faltar nada, e isso talvez tenha haver com os problemas em que me meti recentemente.

Tudo começou naquela quarta-feira em que conheci Gustavo. Eu devia ter suspeitado que algo ruim aconteceria, quartas sempre foram meus dias de azar, quando ou nada acontecia ou acontecia algo muito ruim — como da vez em que eu quase morri afogada. Ainda tenho pesadelos com meus pulmões enchendo d'água. Porém aqueles olhos verdes me encantaram, me cegaram para o resto.

Era somente mais uma aula chata, que seria seguida por outras sete aulas chatas, antes que eu pudesse escapar para a liberdade (também conhecida como ida ao shopping com as amigas). A professora cujo o nome não me importei em decorar explicava sobre como calcular o valor de alguma coisa chata quando a porta foi aberta e ele entrou. Cabelos jogados de qualquer jeito, provavelmente passara horas frente ao espelho para deixá-los com aquela aparência desleixada, camisa polo verde, um jeans velho... Tudo nele estava arrumadamente desajeitado.

Na mesma hora o escolhi como minha próxima vítima. Iria me aproximar, deixá-lo apaixonado por mim e, por fim, o abandonaria. Seria uma pena fazê-lo sofrer, ele era tão lindo! Talvez eu deixasse a coisa toda rolar por mais um tempo, apenas para variar. Firmaria um namoro, levaria a sério por um tempo, mas do mesmo jeito o abandonaria. Talvez assim seja até mesmo mais divertido!, pensei. A melhor parte de partir o coração de alguém é ela correr atrás de você depois. Imagine como seria divertido um garoto completamente apaixonado pela ex correndo atrás dela?

Em meio ao meu devaneio acabei por não perceber quando ele falou, ou quando a professora me chamou. A sala toda riu da minha cara de espanto ao perceber que falavam comigo.

— Sim, professora? — respondi.

— O diretor está te chamando na sala dele. O sr. Gustavo, o novo secretário, veio te chamar.  — Secretário? Aquele garoto não tinha mais do que dezessete anos! Ele podia ser bem mais alto do que eu — o que não é vantagem alguma, já que nem com salto Luis XVI eu passo dos 1,60 e poucos — mas nunca que ele poderia ser mais velho que isso. De qualquer modo me levantei e o acompanhei para fora da sala.

— O diretor descobriu que fui eu quem pixei o muro da escola? — perguntei, já pensando em minha próxima mentira. Sempre me dizem que sou uma garota carente, que arranjo confusão por querer atenção, mas eu não concordo. Eu arranjo confusão por gostar da adrenalina, e gosto principalmente da parte de ser pega fazendo o errado. Inventar a mentira que vai me livrar, persuadir a pessoa a esquecer o ocorrido, a não comentar com ninguém. Essa é a melhor parte.

— Não. — Gustavo respondeu sorrindo, e que sorriso! — Te chamei porque te vi mais cedo e... Eu te achei linda. — não consegui evitar a vermelhidão que dominou meu rosto. Eu? Linda? Ah, meu deus! Desde quando um garoto consegue me deixar corada?

— Ah... Obrigada... — abaixei a cabeça, envergonhada comigo mesma por não conseguir pensar em algo melhor para dizer. Controle-se, Lari! Gustavo parou de andar e eu parei também. Estávamos no pátio, o sol brilhava acima de nós. Era um dia lindo, e a boca de Gustavo começou a se aproximar de mim. Não sei o porquê, mas pelo menos uma vez na minha vida permiti a um garoto que me envolvesse, me apaixonasse. Sua mão estava em minha cintura, seus olhos fixos nos meus. Ouvi um grito, senti meu corpo voar no ar e então a escuridão me dominou.


Acordei em meu quarto. Papai estava ao meu lado, sorrindo. Havia outra pessoa atrás dele, mas não sabia quem era. Uma garota, de uns dezesseis anos. Era loira, olhos azuis, quase cristalinos. Não precisei me levantar para constatar que até mesmo eu conseguia ser mais alta que ela. Usava um vestido da cor de seus olhos, parecido com uma daquelas togas gregas, e se você a olhasse por tempo demais ela parecia transparecer.

Tentei me sentar, porém fiquei tonta e me deitei novamente. Papai riu.

— Você teve uma contusão, menina. Nem tente se levantar.

— O que...?

— Você sofreu um ataque de um venti. — cortou-me a garota. Sua voz era leve como a água, parecia fluir como um rio. — Tudo esta meio confuso agora, eu aposto, mas você é uma semideusa, filha de uma deusa com um mortal. Seu pai não soube me dizer quem é sua mãe divina, mas não deve demorar muito a ser reclamada no acampamento. Temos que levá-la logo.

— O QUE? — berrei. Que droga de conversa era aquela? Deusa? Acampamento? Eu estava em algum livro chato da escola sobre mitologia? E como assim minha mãe não estava morta? Minha vida fora uma mentira até agora? — Eu... Eu nem sei quem é você! — minha voz saiu mais arrogante do que eu esperava, mas naquele momento não me importei. Não mesmo.

— Ah, me desculpe! Meu nome é Flake, sou uma dríade, uma ninfa dos rios. Olha, Larissa, sei que é complicado tudo isso, mas precisamos ir para o acampamento logo. Lá você receberá as respostas que tanto quer. Mas aqui, agora, você corre perigo. Vamos logo!

E foi assim que a mais louca de todas as minhas aventuras começou.
Larissa P. Scolt
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por fernanda martins em Sab 14 Jun 2014, 19:11

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Poseidon
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Fernanda tem 1,70 de autura, cabelos castanhos, e olhos quase verdes,e amigavel mais e bem insensíve e meio lerda.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser reclamada por Poseidon porque me indentifico com ele
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Meu nome e Fernanda moro no CBH desde dos meus seis anos, e ainda n fui reclamada minha mãe tabem não sabe de qual deus sou filha meu relacionamento com ela n é um dos melhores mas vamos ao que interessa.Quando eu tinha meus seis anos de idade minha me disse q iria mi mandar para um acampamento de ferias no inicio eu encarei isso como uma coisa normal mais quando ela me desse q eu irai ficar o ano inteiro e q eu corria risco vivendo com ela , eu fiquei confusa mais foi quando ela disse q eu era deferente q eu era meio sangue fiquei mais confusa ainda mais ela me explico q eu era filha de um deus grego...entao ela me levou pro CBH a onde passo a maior parte do ano.
fernanda martins
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Leticia Correia em Sab 14 Jun 2014, 21:33

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Por Hécate, a deusa da magia

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Para a minha idade sou alta, já faz tempo que medi minha altura e da última vez estava com 1,60.Meu cabelo é castanho e liso com as pontas um pouco encurvadas, pode-se falar, meus olhos são castanhos, mas há uma diferença de um para o outro, pois um é mais claro que o outro. Gosto da companhia dos meus amigos, não me dou muito bem com meus irmãos. Tenho TDAH, mas mesmo assim adoro livros. Raramente alguém entende como me sinto, mas de qualquer jeito isso não afeta muito minha amizade com a pessoa. Muitas vezes me sinto só, mas isso não é um problema para mim, porque acho que já estou acostumada. Eu prefiro a noite do que o dia, pois me sinto melhor e fico ainda mais feliz quando estou sob a luz do luar junto com minha cachorrinha Meg.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

porque é a deusa que mais gosto e mais me identifico.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Eu, um amigo meu chamado Mathyas e minha família estávamos a caminho de nossa nova casa em Long Island, quando inesperadamente vimos alguma coisa passar na frente do carro. Aliás meu nome é Leticia tenho TDAH e cresci sem minha mãe, essa mulher sentada na minha frente é minha madrasta e esse menino no meio de mim e meu amigo é filho dela, seus nomes? Denner e Victória.
Meu pai chamado Herique havia chamado Mathyas e eu para contar uma novidade e foi então que nós dois ficamos sabendo que íamos passar as férias inteiras em uma casa em Long Island, mas que nós dois não iriamos ficar lá e sim em um acampamento perto do local. No momento que meu pai disse isso meu amigo pareceu muito contente e alivia pro meu gosto, mas até que gostei da ideia, mas como estava contando inesperadamente algo passou na frente do carro e depois notei o que era, mas não acreditava era uma daqueles monstros da mitologia grega, uma Harpia. O que me impressionou mais foi que meu amigo tirou as calças e no lugar de pernas humanas ele na verdade tinha pernas de bode, ele era uma dessas criaturas também, um sátiro!Como sabia de tudo aquilo? Simples, sempre gostei de mitologia grega. Enfim, ele acabo matando a harpia e meu pai acelerou como nunca tinha feito antes, ele nos deixou bem perto da entrada do acampamento e disse que meu amigo explicaria tudo para mim e simplesmente foi embora. Hoje estou no tal acampamento com o nome: acampamento meio-sangue e sei que não sou normal e que criaturas da mitologia grega existem e que sou filha de uma deusa e por isso nunca vi minha mãe, aliás filha da deusa da magia Hécate e simplesmente passo todo ano no acampamento.
Leticia Correia
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Óti Erévna em Dom 15 Jun 2014, 12:32

Ficha de Reclamação
Ficha de Reclamação  - Página 40 Images?q=tbn:ANd9GcTE6dKepKkiosrGVUfV8FlXbfgbYSBmcJS6TBqOP9bbCSIGIUxz


> Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Desejo me tornar um Sátiro.

> Cite suas principais características físicas e emocionais -Físicas: minha pelagem cobre principalmente minhas pernas de bode e meus braços, formando uma mistura única de tonalidades do castanho, intercalando entre claro e escuro como se dois potes de tintas tivessem caído e se misturado acidentalmente. Meu torso e meu rosto possuem uma pele branca, entretanto, queimada pelo sol constante a qual fui submetido durante minha vida de nômade. Meus cabelos são de tamanho mediano e os deixo voltado para traz o que aumenta naturalmente o tamanho da minha testa. Minha barbicha é cuidada como uma criança. Tenho argolas de ouro fixadas nas orelhas e nos mamilos; Psicológicas: sou reservado diante de mortais, mesmo quando disfarçado prefiro evitar contato com humanos. Já diante de criaturas mitológicas sou extremamente extrovertido chegando a cantar e dançar de alegria como se não houvesse amanhã. Quando lido com semi-deuses ocorre uma mistura mútua dos sentimentos, por mais que os filhos dos olimpianos compartilhem do mesmo mundo que eu, o seu lado humano me deixa receoso. Um hábito que possuo naturalmente é o de acariciar minha barbicha enquanto penso ou converso com alguém.

> Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? O amor que os sátiros possuem pela natureza me fascina. Meio humanos e meio animais, eles são aos meus olhos uma imagem perfeita da interação do homem com a natureza como se as diferenças não importassem, pois somos um só.

> Relate a história da sua personagem - Nascido e criado entre as árvores, rios e rochedos, tive uma vida dedicada as festas e alegrias. Passei meus dias junto aos meus irmãos procurando deter o desmatamento e a poluição que a humanidade continuava a trazer para dentro de meu lar, porém, descobri tristemente que o destino pode ser cruel com você, seja mortal ou imortal.
Era o primeiro dia da primavera quando meu juntei aos meus irmãos Peismatáris e Períergos para buscarmos algumas ninfas das árvores, afinal nada melhor do que festejar acompanhado por essas belezas.
- Vamos Chamógelo - esse era meu nome antes da visão - daqui a pouco o Sol irá se por e ainda nem as convidamos!
Períergos era o mais agitado de nós três, sempre em busca de uma aventura para qual pudesse se gabar diante das ninfas.
- Como pode um sátiro perder sua flauta? - Peismatáris como sempre o mais emburrado - É o mesmo que perder os chifres!
- Será que os dois poderiam parar de me perturbar? Isso realmente já deu o que... Oh! Achei!!!
Terminando de remover as folhas secas encontrei minha flauta, um pouco suja de terra, mas nada que um pouco de sopro não resolvesse. Os dois exclamaram juntos "Até que enfim!" e então partimos em disparada para perto das Ouránios, um grupo de onze árvores localizadas no centro da floresta onde habitam as mais belas ninfas em minha opinião.
Enquanto corríamos Períergos, para variar, começo puxou um assunto estranho.
- Ei, vocês ouviram os boatos de que há uma feiticeira nessa floresta? Dizem que ela habita aqui há mais de mil anos e só se revela nas noites de Eclipse!
- Pela flauta de Pã! - Peismatáris exclamava - E você já viu essa feiticeira por acaso? Histórias e histórias, não passa disso: histórias!!!
- Hahaha eu não teria tanta certeza Peis, afinal, para os mortais também não passamos de histórias e mesmo assim estamos aqui.
- Isso é diferente Chamógelo. Qual o sentido de existir uma feiticeira aqui que nem mesmo nossos ancestrais possuem provas concretas de sua existência e além do que, por que ela só apareceria nas noites de Eclipse?
- Esse é o ponto onde quero chegar - Perí passou a nossa frente e começou a trotar de costa, o que sinceramente considero uma ação imprudente - Pra mim isso só pode ser parte de algum ritual!
- Agora que falaste nisso... - os dois voltaram seus olhares curiosos para mim - Hoje é noite de eclipse né?
Os olhos de Períergos se arregalaram e o previsível se concretizou. Períergos enroscou seu casco em um galho e tombou rolando até um tronco onde encravou seus chifres.
- Mééééé ajudem! - fazendo força com os braços Perí tentava se soltar, mas era inútil seu esforço - Os chifres ficaram presos mesmo!
- Trágico - Peis se aproximou de Perí com uma cara de tristeza - Pelo visto vamos ter que cortar os chifres para soltar.
- Nãooomééééé pode ser! Tem que ter outro modo!
- Pare de assustar nosso irmão Peismatáris.
- Hahahaha foi mal, só queria ajudar rs.
Antes que tomássemos qualquer ação para ajudar nosso irmão um imenso galho envolveu seu tronco removendo seus chifres da árvore e o lançou longe até cair no rio.
- Que surpresa... Como esperado somente um sátiro bobão conseguiria cair tão ridiculamente e ainda encravar seus chifres em mim.
Ao lado da árvore estava uma jovem de beleza estonteante, com seus cabelos loiros e pele branca como a neve, seus olhos verdes eram hipnotizantes. Seu corpo magro e acentuado dentro daquele vestido verde quase transparente era uma perdição para os meus olhos. Somente após ouvir sua voz me dei conta de que havíamos chegado às Ouránios.
- Ai irmã, suas palavras são muito perversas. Não combinam com o seu rosto doce.
Outra ninfa surgiu ao lado da primeira, com seus cabelos únicos que misturavam um ruivo chamas com um verde escuro, sua pele morena era uma graça junto ao vestido verde com traços dourados, reforçando justamente os pontos mais volumosos de seu corpo.
- Pelas flores da Primavera... quanta beleza - a admiração de Peis era compreensível, pois eu compartilhava desse fascínio - Acho que estamos sonhando Chamógelo.
- Também acho que Peismatáris.
Como num piscar de olhos de repente me vi cercado por onze ninfas, cada uma dotada de uma beleza sem igual, todas nos olhando com expressões únicas. Podíamos ver curiosidade, desejo, dúvida, raiva e muitos outros sentimentos que se misturavam àqueles olhares.
- Uau! - enfim Perí retornara do arremesso, todo encharcado e com várias folhadas grudadas ao seu corpo molhado.
- Será que podem nos dizer o que desejam para estarem aqui no seio da floresta, onde eu e minhas irmãs vivemos? - a ruiva voltou a se manifestar.
- Vamos festejar essa noite! - Períergos começou a tocar sua flauta e a dançar em volta das ninfas.
- Como primeiro dia da primavera, hoje queremos compartilhar essa alegria com todos os seres da floresta - Peismatáris juntou-se a Perí na dança, saltitando alegremente em volta das ninfas que começavam a ser envolver pela melodia.
- E para tornar essa festa ainda mais maravilhosa gostaríamos que as belezas de Ouránios se juntassem a nós nessa comunhão única no ano!
Saltando e rodopiando nós três entramos em sincronismo, e em uníssono eu e Peis começamos a cantar.
- ♪ Esse é um belo dia! ♪
♪ As flores se abrem para nós, ♪
♪ Nos saúdam junto com as aves ♪
♪ Que no encantam com seu canto! ♪
♪ Primavera, doce Primavera! ♪
♪ Graças a você os rios são mais azuis ♪
♪ As folhas mais verdes e o sol mais luminoso! ♪
Com risos e alegrias as ninfas se juntaram a nossa dança e cantoria, por fim acabaram aceitando o convite. Obviamente voltamos alegres de mais para prestarmos atenção ao caminho e por incrível que possa parecer nos perdemos.
- Oh droga aonde estamos? - Peis era o mais assustado com a situação - Não reconheço nenhum um pouco essas árvores.
- É como se estivéssemos em outra floresta!
Trotando ainda mais um pouco encontramos uma moça sentada em um velho tronco morto, enquanto arrancava as pétalas de uma flor e as lançava no córrego cantarolando uma língua desconhecida a nós.
- Há tempos não vejo sátiros.
Ela se virou abruptamente para nos encarar com uma beleza sem igual. Seus seus olhos eram de um negro profundo como seus cabelos longos e ondulados, que se misturavam as suas vestes, que tinham uma cor prateada reluzente sob sol.
- É uma pena que eu não vá mais vê-los...
- Você é uma ninfa?! - Períergos se adiantou ficando frente a frente com a moça - Nunca a vi, e nem está árvores. Poderia nos dizer em que parte da floresta estamos?
Ela ergueu sua mão, passando seus dedos finos e brancos sobre o rosto de Perí que continuava fixando seus olhos nela como se a mesma fosse a coisa mais bela que já viu na vida. E talvez fosse.
- Este é o meu lar, Dásos Óneira, a Floresta dos Sonhos. É por isso que não as reconhecem e por isso não as verão mais.
- Pois estamos sonhando?
- Exato jovem Peismatáris. E este é último sonho que compartilharão em vida.
- O que queres dizer com isso? - indaguei a moça que misteriosamente caminhava sobre o riacho como se estivesse em terra firme.
- No dia sagrado,
Na noite desejada,
A natureza irá rejuvenescer
Apenas para morrer.
Aqueles que são consumidos pelo tempo
Tomarão e destruirão pela ganância
Até que reste somente desilusão.
Um vento forte passou a soprar desmanchando o corpo dela em folhas secas que se deixavam levar. Antes que seu corpo desaparecesse por completo pude sentir uma última vez seus olhos se fixarem nos meus para dizer.
- Lembre-se Chamogélo, depois desta noite seu nome morrerá e com ele parte do seu coração. Se chamarás Yiós Pónos, o Filho da Dor.
Repentinamente o vento se fortaleceu como se uma tempestade estivesse prestes a iniciar e como a moça, as árvores e a própria terra passaram a se desmanchar formando um turbilhão de folhas secas. Não somente elas, mas meu corpo e dos meus irmãos começaram a sofrer o mesmo processo... Até a escuridão se tornar completa.
Quando abri meus olhos estava na festa, sentado em um tronco diante de um pesadelo. A floresta estava em chamas, ninfas e sátiros corriam desesperadamente para todas as direções enquanto o fogo consumia tudo a nossa volta. Quando do fogo enfraqueceu e muitos de nós pereceram, dezenas de tratores surgiram e passaram a derrubar as árvores como se fossem um empecilho no caminho. Amedrontado, me escondi dentro de um imenso tronco e dali observei meus irmãos e minhas irmãs morrerem e nosso lar esfarelar como uma folha seca.
Somente quando tudo se acalmou tomei coragem e saí de dentro do tronco. Sozinho e desamparado caminhei perdido, sem rumo ou destino, carregando comigo apenas minha flauta. Assim fui por muitos dias, atravessei cidades e florestas inteiras atrás de algo que pudesse chamar de lar, foi assim que encontrei o Acampamento Meio-Sangue, onde fui recebido de braços abertos e calorosos sorrisos. Nunca me esquecerei do meu primeiro dia no acampamento, quem me recepcionou especificamente foi o sátiro Trofí, um comilão sem igual, que me perguntou inocentemente meu nome.
- Vamos meu amigo, qual o seu nome? Me diga vai, sem timidez!
Observei por uns instantes meus cascos pensando nas palavras que a moça me dissera naquele sonho, e voltando a olhá-lo respondi.
- Me chame de Yiós. Yiós Ponos.
Óti Erévna
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alvin Riordan Blake em Dom 15 Jun 2014, 16:07

> Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamado por Hefesto

> Cite suas principais características físicas e emocionais
Eu tenho uma baixa estatura, cabelos castanhos e encaracolados e uma pele marrom escura, meus olhos são de um tom castanho  penetrantes, não tenho muitos músculos e sou magricela. Sou muito divertido e engraçado, tendo um lado emocional bem estável, sou bipolar e não gosto muito da convivência com seres orgânicos, não tenho uma vida muito social e adoro maquinas e computadores, tendo dedos ágeis e precisos.

> Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sempre admirei muito Hefesto pelo jeito em que ele trata os seres de vida, dando maior importância as maquinas, mesmo sendo desprezado por sua mãe Hera e por sua mulher Afrodite que o traiu com o próprio irmão, mesmo com essas coisas Hefesto não se virou contra os deuses e continuou fiel e obediente sempre seguindo o lado do bem. Por essas razões eu tenho muito respeito por Hefesto e a ideia de ser filho dele me fascina.

> Relate a história de seu personagem

Em uma noite eu estava deitado em minha cama consertando o relógio de parede que meu padrasto quebrara em um ataque de fúria porque o seu time de basebol favorito tinha perdido a final da liga Americana de basebol. Enquanto eu estava arrumando o relógio no meu quarto, meu padrasto e minha mãe estavam na sala assistindo um filme de terror (dos quais a minha mãe odeia). De repente eu ouço os dois discutindo: -Ele foi expulso de novo da escola esse ano, isso já está ficando repetitivo de mais! -grita uma voz masculina
-Tenha paciência com ele, você não sabe os problemas que ele enfrenta Charlie , nós temos que ajuda-lo e não ficar o criticando toda hora -Disse a minha mãe com uma voz paciente mais cansada e triste ao mesmo tempo.
Nunca havia durado mais de um ano na mesma escola, sempre acontecia algo que eu nunca conseguia explicar, como muitas explosões causadas pelo encanamento do colégio, que obviamente enfrentava sérios problemas, mas que sempre aconteciam em um momento de raiva ou nervosismo meu, e por algum motivo a direção sempre se encarregava para que eu fosse a única culpada pelo ocorrido. Meus pais viviam mudando de cidade para que eu pudesse ter um "novo começo" na expectativa de que algum dia isso daria certo.
Em meio a discussão deles ouvi uma batida apreensiva na porta, não conseguia imaginar quem seria a uma hora daquelas mas desci para ver o que estava acontecendo. Ao chegar a sala dei de cara com o Josh, meu melhor amigo nos últimos tempos, falava rápido  com meus pais e parecia ter bastante pressa. Quando perceberam a minha presença trocaram olhares nervosos, minha mãe estava quase chorando e veio me abraçar dizendo que eu precisava ir, que ali não era seguro para mim e que eu entenderia o porque mais tarde,
Em meio a discussão deles ouvi uma batida apreensiva na porta, não conseguia imaginar quem seria a uma hora daquelas mas desci para ver o que estava acontecendo. Ao chegar a sala dei de cara com o Josh, meu melhor amigo nos últimos tempos, falava rápido  com meus pais e parecia ter bastante pressa. Quando perceberam a minha presença trocaram olhares nervosos, minha mãe estava quase chorando e veio me abraçar dizendo que eu precisava ir, que ali não era seguro para mim e que eu entenderia o porque mais tarde, meu padrasto me dera concelhos de como se defender com uma faca caso eu estivesse em um situação de perigo,  seria muito mais lógico que eu ligasse para ele pelo celular mas ele disse que não poderia fazer isso de maneira nenhuma.
Peguei algumas coisas, coloquei na mochila e segui o Josh até um carro, ele mancava mais do que de costume dessa vez mas já havia me dito que era por causa de um pequeno problema nos pés. Olhava para ele aguardando uma explicação para tudo aquilo, conseguia ver o temor nos seus olhos:
-Muito bem- disse ele -lembra de todas aquelas histórias sobre mitologia grega que você tanto gosta? pois é, são reais, você é um semideus e agora estamos indo em direção ao acampamento meio-sangue agora mesmo, lá é seguro para pessoas como você. No começo achei que estivesse de brincadeira, mas ele não iria até a minha casa uma hora daquelas, não teria feito minha mãe chorar e meu pai me dar dicas de sobrevivência e tudo o mais para nada, além da sua expressão de puro terror no rosto, estávamos sendo perseguidos por alguma coisa.
Chegamos perto de uma colina e ele me disse que logo a frente, subindo a tal colina, estava o acampamento e que lá uma tal de Benevolente não poderia me atacar, ele ficaria para atrasar a criatura enquanto eu pedia ajuda a Quíron. Não estava nada de acordo com deixa-lo só com o que quer que fosse que vinha logo em frente, mas ele me empurrou e disse que de qualquer forma eu não poderia ajudar, que eu era magricelo de mais e não serviria para nada, aquilo me deixou chateado mas prossegui colina acima. A ultima coisa de que me lembro é de estar ao lado de um pinheiro enorme de frente para uma criatura com olhos espalhados por toda parte do corpo, que me encarava.
Quando acordei eu estava deitado em uma cama em uma grande casa com Josh me olhando, mais agora era diferente, ele tinha pernas de... pernas de bode!
-Josh as suas pernas- exclamei com espanto
-É, eu sou um sátiro, sabe aqueles meio homem meio bode- Assenti positivamente com a cabeça.
-Então- Continuou ele - Aqui você vai encontrar vários amigos e vai fazer aquilo que você gosta em segurança, e é claro que também poderá futuramente sair em missões e ajudar os mortais.
Pela primeira vez em muito tempo eu abro um sorriso e depois de alguns segundos eu apago novamente.
Alvin Riordan Blake
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Ficha de Reclamação

Mensagem por Nastya Winnick em Seg 16 Jun 2014, 15:30

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?


Desejo ser reclamada por Apolo.
Cite suas principais características físicas e emocionais.

características físicas :Bom sou um pouco alta para minha idade (1.75 aos 14 anos), estou em forma física bem apresentável, tenho cabelos castanho-escuro e longo, meu cabelo é exatamente liso-encaracolado, meus olhos são castanho-claro, quando exposta ao sol o mesmo aparentam ser dourado, minha pele é branca com um bronzeado leve.
Características emocionais :Sou muito simpática, sempre de bem com a vida, amo conversar, fazer poemas, compõr, ler, ouvir música e estudar História. Quando entediada fazer rimas é o meu passatempo, e não há nada melhor para mim do que ver todos sorrindo... gosto de acordar cedo para ver o sol nascer, é uma coisa impressionante a beleza que ele transmite. Tenho muita paciência, mas não quer dizer que eu não a perca, não brinque com os meus sentimentos ou mexa com alguém importante para mim, isso me deixa louca. Sou do tipo que gosta de esquentar as coisas, tudo com um pouco mais de pimenta e felicidade, isso para mim é uma perfeita "Receita de vida".

Qualidades: Carinhosa, simpática, inteligente, habilidosa, rápida, criativa, esportiva, alegre, verdadeira, e bonita.
Defeitos:Confia sempre em todos, as vezes não tem uma boa escolha amorosa.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Apolo me atrai, seus poderes, seu emocional, sua história, a forma de ser e como trata as pessoas e me defino muito com ele e porque tenho uma grande paixão por arco e flecha.
Relate a história da sua personagem :

Olá, me chamo Nastya Winnick e de primeira viajem, minha vida como uma semi-deusa foi horrível, vou lhes contar.
Tudo começou no verão de 2010, quando eu e meus pais Cateline Winnick e Josh Louis Winnick  fomos para casa de uma prima minha na Califórnia. Eu estava dormindo quando algo bateu na janela, algo forte ou extremamente apressado ou rico pois rachou o vidro da janela meio-a-meio, levantei-me devagar da cama e olhei para ver quem era, mas não havia nada lá, foi quando minha prima gritou na cozinha, sai em disparada escada abaixo, ela chorava e jurava que algo rastejante estava dentro do armário, pedi para que ela subi-se que eu iria resolver aquilo sozinha. Abrindo o armário não avistei nada, até que algo pegajoso se enroscou ao meu tornozelo, olhei para para baixo e vi uma serpente, se não me engano juro que era um Basilisco.
Ela tentou me me morder duas vezes, lançando aquelas suas presas afiadas diretamente para o meu pescoço, consegui desviar até conseguir pegar algumas facas que estavam em cima da mesa, joguei-as como se eu fosse uma atiradora de facas de um circo para doentes mentais, acertei três facas nela as outras desviaram por azar, ela se entortava , de primeira achei que estive-se dançando, mas ela se reergueu... realmente algo me impedia de olhar para seus olhos, ainda bem se não teria virado pedra, assim como conta umas incríveis histórias sobre basilisco. Avistei uma faca de bronze na pia(realmente nunca tinha visto ela ali), peguei e sem olhar esperei que o basilisco vie-se para me atacar , quando tentou dar o bote arranquei-lhe a cabeça, e rapidamente ela foi se dissolvendo, como glitter amarelo em festa de patricinha.
Aquela noite foi uma das piores, fiquei dois dias sem dormir, não havia contado nada a meus pais, mas havia algo de errado ali.Quando voltamos para Carolina do Norte houve mais ataques... Carros dirigidos por morcegos gigantes, mulheres-serpente, gigantes, esqueletos que tentavam me matar dormindo entre outros, mas a maioria sempre vinham a noite, e não é realmente durante a noite que estou disponível a bater um papinho com monstros, prefiro ler um livro mesmo, mas tudo isso aconteceu durante 2 anos com pausas de 5 a 3 semanas. Foi ai que criei coragem e falei com minha mãe sobre os acontecimentos, ela ficou fria derrepente e falou imediatamente com meu pai, durante 3 noites ela chorou bastante até que meu pais veio falar comigo, falar sobre... MITOLOGIA GREGA? Como assim?... bom ele falou sobre muita coisa estranha, e sobre um tal de Acampamento Meio-Sangue, achei muito louca aquela conversa e comecei a rir. Mas ai, as coisas só pioraram.
- Não era para você ter contado Josh, você sabe que só vai piorar! - Gritava minha mãe.
- Eu sei, mas se ela não souber vai ser pior ainda... - falou meu pai quase com prazer em deixar claro oque pretendia.
BAAM!
A porta bateu com violência e minha mãe saiu com seu carro para algum lugar.
No dia seguinte no meu colégio falei tudo para o meu amigo Augustus, ele com aquele "jeitão doente" de ser, me fuzilou com um olhar assombrado - seus olhos já eram grandes, naquela situação ficou pior - ele fez um som louco com a boca tipo um "béééh" e depois tapou-a rapidamente, como se fosse uma ofensa. No final Augustus me levou ao uma lanchonete ali perto, conversamos e quando íamos para casa o chão começou a tremer, tremer e tremer cada vez mais forte, mas não era terremoto... era tipo um exército marchando. Augustus me pegou pelo braço e saímos correndo dali até minha casa.
-Béééhh... ops... Senhora Winnick!? - Gritava Augustus. -minha mãe abriu a porta-
- O que houve? - perguntou
- Perigo..bééh - Augustus girava a cabeça feito um louco- precisamos entrar senhora.
- Claro venham - Agora minha mãe parecia nervosa.
Foi ai que sem pensar Augustus foi tirando a calça no meio da sala.
- NÃÃOO, POR FAVOR, VOCÊ ESTÁ LOUCO? -eu gritei
- Não, agora não, explique primeiro. -Falou minha mãe
Fiquei pasma, ela ficou tão calma, como se fosse normal uma garoto chegar na sua casa e ir tirando a calça na sala em frente a todos, mas fiquei pior ainda quando ele me contou a história e finalmente tirou a calça, as pernas dele... o pelo, o p...casco , oque era aquilo? uma brincadeira? sou uma semi-deusa e meu amigo é um sátiro?
- Sim sou um sátiro, você é uma semi-deusa e precisa ir para o Acampamento Meio-Sangue,lá você estará salva e saberemos logo quem é seu pai a partir de uma reclamação. - Falou Augustus.
*Desmaiei ... e acordei justamente no Acampamento Meio-Sangue, mas o pior foi descobrir que Josh não era meu pai biológico, minha vida tinha sido uma farsa até aquele momento, e não era fácil acreditar.
Deuses do Olimpo? Semi-deuses? Minha mãe se envolveu com um deus?
É, parece que sim, e tudo ficou mais claro -literalmente- quando eu comecei a lançar "luzinhas" no meio da noite, bem no chalé de Hermes onde eu estou, e vou ficar até ser reclamada. Que meu pai me reclame logo - era meu pensamento todas as noites na hora do jantar- "Quero ser reconhecida".
Nastya Winnick
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Heinrich R. Hohenzollern em Qua 18 Jun 2014, 02:09






Fuck

The system


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Apollo. O deus dos raios solares, das profecias e oráculos, da musica, das poesias, dos arqueiros, das doenças e da cura.

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Sempre um sorriso radiante estampado no rosto; Sorriso o qual contagia à todos. Possui uma beleza digna de um filho do deus da beleza masculina; Tem os olhos azuis como o céu, domínio de seu avô; Os cabelos dourados como os raios do sol e sua feição tão perfeita quanto a aurora. Sua voz é tão impressionante quanto o mais belo canto do mais belo pássaro. Possui uma mira certeira e o corpo escultura e esbelto; É alguns centímetros mais alto que a maioria dos campistas.
É bastante popular e as vezes costuma ser manhoso e fazer birra como uma criança mimada.Tem o habito de amar muitas pessoas ao mesmo tempo e não consegue manter em segredo seus amores. Costuma ajudar o próximo da forma que for preciso.
Chega à ser chato por causa da intimidade, mas por outro lado, é um amigo exemplar, daqueles que dariam a vida para proteger aqueles que ama.
Se gabam de tudo o que faz e possui, e alega ser bom em tudo o que faz.
Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Apollo sempre chamou a atenção dele; Tanto pelas histórias quanto pelo fato de ser o deus do astro mais adorado pelo garoto: o Sol.
A fonte de vida de todos os seres e sustento da terra; Uma das coisas mais belas e existentes no universo, assim como Apollo.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


A família Hohenzollern existe há milhares de anos e sua história é repleta de contos, guerras, conquistas e deuses.
Dentre todas as histórias contadas pelas criadas da casa dos últimos Hohenzollern, a que mais encantava o garoto era a de Friedrich II, o filho de Friedrich I, o fundador da família, o grande rei da Prússia e imperador da Alemanha.
Todas as noites antes de dormir, magd Ancillae da pequena casa de Kurss, contava a história do pequeno príncipe, repetindo-a incessantemente. A criada apagava as luzes e cobria Heinrich; As janelas sempre abertas, o vento frio vindo do norte entrando na sala e o brilho das estrelas e da lua recaindo sobre a face de magd Ancillae, que contava a história em um tom teatral:
"Foi há muito tempo, milorde. Há tanto tempo, que os rios corriam mais velozes, as montanhas eram mais altas e verdes, o ar mais puro, as estrelas eram diferentes e alguns dizem que até mesmo o sol nascia no Oeste e se punha no leste. A terra era mais jovem e fértil, além de selvagem e poderosa, assim como os deuses.
O jovem rei Fred I acabara de se desposar; O baile de casamento foi de um jeito nunca visto antes, e há quem diga que superava até mesmo os mais luxuosos banquetes dos deuses. A amada do rei deitava-se despida na cama, pedindo para que vossa Graça deitasse à seu lado e eles tivessem sua primeira noite juntos, e assim o rei o fez. Mas os deuses não estavam satisfeitos com rei Fred I, estavam enfurecidos por te-los desafiados e menosprezado seus banquetes divinos, então o grande pai dos deuses desceu à terra e no momento em que o rei deitava-se com a sua rainha, o pai dos deuses assassinou-a e virou-se para o rei:"

"Ai de ti, mortal" - Eu sempre completava - "Ai de ti que desafiou as divindades, ai de ti que chama-te de rei do mundo. Os deuses clamam por sangue e o sangue de tua donzela não satisfará o desejo de meus filhos. Acautelai-vos, mortal, eu obtive a minha vingança, mas e os outros? O próximo de teu sangue marchará às terras antigas e os deuses satisfarão sua vontade."
"Sim, meu pequeno lorde " - A criada continuava - "O reino ficou em luto por semanas e o rei enlouqueceu em seu trono, tomado pelo medo da revanche divina; Muitos dias se passaram e os rumores da loucura do rei já percorria pelos quatro cantos do reino, até que a bela donzela surgiu em meio às cinzas da lareira e qualquer um, de qualquer lugar reconheceria a deusa dos braços brancos: A rainha dos deuses e mãe dos mesmo. Porém, a rainha dos céus estava nua e rei Fred I foi tomado pelo desejo e ambos tiveram uma noite longa e prazerosa. No dia seguinte, o rei louco acordou sozinho e com um bebê ao seu lado com os únicos dizeres: tome-o para ti, pois este é teu filho.
E o rei criou a criança escondida, temendo pela fúria do pai dos deuses. Anos correram, milorde, passou-se vários verões e vários invernos e quando o menino teve sua primeira polução noturna, seu pai mandoo até as terras antigas, ocupada pelos antigos gregos e seus costumes diferentes."

E ele nunca mais foi visto...
E assim sempre terminava a história. Heinrich perdia noites imaginando o que acontecera ao príncipe e ao seu pai; Heinrich nunca conheceu o pai. Sua mãe sempre dizia que ele andou várias milhas até as terras gregas e desapareceu, assim como Fred II, e que ele era o próprio príncipe reencarnado e que ele se tornara um poderoso e viril deus, que protege a família e sua honra.
É claro, aquilo era um mito de família, certo? Mas e se não fosse? Esse "e se..." sempre incomodou o garoto. Ele queria saber o que havia acontecido lá fora, para onde os grandes deuses haviam partido e para onde seu pai e seu ancestral haviam ido.

Foi poucos dias antes de o garoto chegar ao acampamento; Sua mãe fervia em febre sobre a cama e se recusava à ir até a cidade receber cuidados médicos.
Quando o sol empurrava a escuridão, dando espaço à sua luz e magnificência, os sinos soaram alto e até mesmo quem estivesse na cidadela poderia ouvir; A princesa se fora. O menino preparou sua mochila aos prantos, cegado pela tristeza, e roubou a lamborghini da família e fugiu, percorrendo todos os dois mil quilômetros, os nós dos dedos brancos, pressionando o volante do carro e o pé no acelerador.
Os deuses pareciam à favor do garoto, que dirigia e passava por policiais e fronteiras sem um único incômodo e nem mesmo trânsito.
Antes que sol nascesse novamente, o menino chegou ao ponto exato onde seu pai e seu antecedente desapareceram. Heinrich saiu do carro, admirando o majestoso Olimpo, a morada dos deuses.
Depois de anos, ele deixara de acreditar; Perguntava-se aonde estava o seu deus, o deus que o lema da família citava e o qual julgavam não viver sem.
Nihil Sine Deo. Nada sem deus; E cadê esse deus? Era essa a pergunta que ele sempre se fazia antes de dormir. A sua criada havia morrido há anos e ele repetia à si mesmo a história, buscando pistas ou revelações.
O céu estava nublado e raios cortavam os céus, encobrindo o cume do monte e seja lá o que o local guardasse.
O menino considerava a ideia de escalar o monte quando um belo homem de armadura dourada e reluzente surgiu às costas do garoto:
- Olá, filho. Eu sou Apollo e eu sou seu pai


✖ In the latest midnight hour, when the world has gone to sleep, You gotta get up. When doubts begin to rise and the world is at your feet. You gotta get up ♩♫ ✖

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jack Crawford em Qua 18 Jun 2014, 20:18

Jack Crawford

dezessete anos ▼ greenwich; new york

Semideus filho de Éolo e Leonna Crawford

o viciado em mitologia greco-romana ♥

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Por qual deus/deusa deseja ser: 

Éolo.


Aparência: Jack tem o cabelo escuros e olhos azuis. Ele tende a se vestir muito ordenadamente, e é geralmente visto vestindo camisas pretas. Sua cor predileta é o azul. E ele odeia o fato de ter que usar óculos, mas mesmo assim não preferi usa-los a ter que encarar lentes.

Características: Seus esportes favoritos são o taekwondo e o tênis. Praticou ambos os esportes desde os por alguns anos. Jack tem imensa habilidade com programação e engenharia, conseguindo construir seu primeiro computador com sete anos, utilizando peças usadas e engenharia criativa em objetos diversos. Durante o ensino fundamental, criou juntamente com Jason e Amélia o projeto de um jogo chamado “Choice Creat”, um jogo bastante elaborado de mmo rpg, mais desistiu de sua participação alguns anos depois ao se sentir traído pelos amigos. Outra de suas criações foi sua assistente inteligente, à qual apelidou de “lum”, sua primeira criação IA e sua eterna companheira.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus:

Éolo, o deus maravilhoso, ao menos é o que Jack acha, ele sempre adorou a mitologia greco-romana, sendo que preferindo a grega, para ele essas coisas de mitologias é a vida.


Personalidade: Jack é caracterizado como preguiçoso, talentoso, e um gênio natural. Uma de suas características mais extraordinária é a capacidade de prever todos os cenários possíveis que uma situação pode gerar, e planejar uma solução com antecedência, mesmo nas situações mais improvisadas. Um de seus defeitos é seu excesso de confiança em si mesmo e em sua crença de que nunca está errado. Entretanto suas habilidades calculistas são facilmente afetadas pelas suas emoções e ingenuidade para algumas coisas comuns e corriqueiras, o que em muitos casos interfere em seu discernimento ao avaliar com precisão esses cenários. Tais fatos o tornam um indivíduo altamente complexo e complicado de ser entendido. Motivo pelo qual as pessoas se mostram receosas quanto ao seu caráter, mas acabam sendo conquistados pelo seu lado atencioso e conselheiro. Embora sua personalidade seja calma, Jack pode se enfurecer rapidamente em algumas ocasiões.



Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Abriu os olhos e pudera enxergar o céu azulado. Desconcertado, tentou se localizar. O que havia acontecido? Por quê estava naquele local? Pensou, limitando-se a tocar o solo, a senti-lo. A brisa acertava sua face lívida. O frio lhe despertava calafrios. A solidão o atingia, trazendo à tona seus medos. Gritou e o vento o tomou como nunca antes. Seu corpo foi erguido. Nunca se sentira tão leve. Porém, o medo de uma queda o afligia. Os lábios ficaram trêmulos, mas permaneceu sobre aquela massa de ar. Parecia que aquele aglomerado era parte de seu corpo e que poderia movê-lo como se fosse um membro. Manteve a mente vazia e permitiu seu corpo ir adiante. Antes que seu corpo se chocasse contra o solo, outra massa o sustentou. Soltou uma gargalhada, brincando com aquilo. Notou alguns homens correrem atrás de si ─, todos vestidos com armaduras de bronze. Direcionou a eles uma corrente, fazendo-lhes tombarem. Permaneceu a correr até ser parado por um centauro. O Pendragon bruscamente foi atigindo, caindo sobre o gramado. ─── Uma poderosa prole de Éolo. ─── O sátiro comentou, ordenando que os adolescentes o levassem à enfermaria. Também lhes mandou ter cautela. Ao despertar, estava cercado. Parecia ser o cantor de um espetáculo musical. ─── Você é um semideus, garoto. Qual o seu nome? Sou Kaira Dunkelhëit. ─── Antes que ela lhe dissesse outra palavra, riu. Aquilo não fazia sentido algum. Era como se ela estivesse falando em outro idioma -, em uma linguagem desconhecida, por sinal.
       ─── Kaira? Por acaso… Você é uma atriz pornô? ─── Indagou, sendo irônico. Levou um soco, desmaiando. Demoraria a assimilar tudo que havia acontecido. Era como se toda sua vida tivesse sido um engano. Parecia que seu antigo mundo havia sido destruído. Fora colocado em outro.

Jack Crawford
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jack Crawford em Qua 18 Jun 2014, 20:27


(OBS: A PRIMEIRA INSCRIÇÃO ACIMA É PARA SER DESCONSIDERADA, SÓ É PARA SER VALIDA ESSA)

Por qual deus/deusa deseja ser: 

Éolo.

Características: Seus esportes favoritos são o taekwondo e o tênis. Praticou ambos os esportes desde os por alguns anos. Jack tem imensa habilidade com programação e engenharia, conseguindo construir seu primeiro computador com sete anos, utilizando peças usadas e engenharia criativa em objetos diversos. Durante o ensino fundamental, criou juntamente com Jason e Amélia o projeto de um jogo chamado “Choice Creat”, um jogo bastante elaborado de mmo rpg, mais desistiu de sua participação alguns anos depois ao se sentir traído pelos amigos. Outra de suas criações foi sua assistente inteligente, à qual apelidou de “lum”, sua primeira criação IA e sua eterna companheira.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus:

Éolo, o deus maravilhoso, ao menos é o que Jack acha, ele sempre adorou a mitologia greco-romana, sendo que preferindo a grega, para ele essas coisas de mitologias é a vida.

Personalidade: Jack é caracterizado como preguiçoso, talentoso, e um gênio natural. Uma de suas características mais extraordinária é a capacidade de prever todos os cenários possíveis que uma situação pode gerar, e planejar uma solução com antecedência, mesmo nas situações mais improvisadas. Um de seus defeitos é seu excesso de confiança em si mesmo e em sua crença de que nunca está errado. Entretanto suas habilidades calculistas são facilmente afetadas pelas suas emoções e ingenuidade para algumas coisas comuns e corriqueiras, o que em muitos casos interfere em seu discernimento ao avaliar com precisão esses cenários. Tais fatos o tornam um indivíduo altamente complexo e complicado de ser entendido. Motivo pelo qual as pessoas se mostram receosas quanto ao seu caráter, mas acabam sendo conquistados pelo seu lado atencioso e conselheiro. Embora sua personalidade seja calma, Jack pode se enfurecer rapidamente em algumas ocasiões.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Abriu os olhos e pudera enxergar o céu azulado. Desconcertado, tentou se localizar. O que havia acontecido? Por quê estava naquele local? Pensou, limitando-se a tocar o solo, a senti-lo. A brisa acertava sua face lívida. O frio lhe despertava calafrios. A solidão o atingia, trazendo à tona seus medos. Gritou e o vento o tomou como nunca antes. Seu corpo foi erguido. Nunca se sentira tão leve. Porém, o medo de uma queda o afligia. Os lábios ficaram trêmulos, mas permaneceu sobre aquela massa de ar. Parecia que aquele aglomerado era parte de seu corpo e que poderia movê-lo como se fosse um membro. Manteve a mente vazia e permitiu seu corpo ir adiante. Antes que seu corpo se chocasse contra o solo, outra massa o sustentou. Soltou uma gargalhada, brincando com aquilo. Notou alguns homens correrem atrás de si ─, todos vestidos com armaduras de bronze. Direcionou a eles uma corrente, fazendo-lhes tombarem. Permaneceu a correr até ser parado por um centauro. O Pendragon bruscamente foi atigindo, caindo sobre o gramado. ─── Uma poderosa prole de Éolo. ─── O sátiro comentou, ordenando que os adolescentes o levassem à enfermaria. Também lhes mandou ter cautela. Ao despertar, estava cercado. Parecia ser o cantor de um espetáculo musical. ─── Você é um semideus, garoto. Qual o seu nome? Sou Kaira Dunkelhëit. ─── Antes que ela lhe dissesse outra palavra, riu. Aquilo não fazia sentido algum. Era como se ela estivesse falando em outro idioma -, em uma linguagem desconhecida, por sinal. ─── Kaira? Por acaso… Você é uma atriz pornô? ─── Indagou, sendo irônico. Levou um soco, desmaiando. Demoraria a assimilar tudo que havia acontecido. Era como se toda sua vida tivesse sido um engano. Parecia que seu antigo mundo havia sido destruído. Fora colocado em outro.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zelda Blackthorn em Qui 19 Jun 2014, 21:13


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Nyx

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Nyx é a deusa que mais combina com meu personagem. Ela é misteriosa, assim como a noite e meu personagem. Confesso que também a escolhi pelos poderes, mas o principal motivo foi pelo primeiro citado.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais

Físicas: Gregory é dono de um corpo escultural, segundo as meninas de sua classe. Alto, com 1,80 de altura, o filho de Nyx se veste como um garoto moderno e na moda, sempre visto com belas vestimentas. Ele possui cabelos castanho-claros, que combinam com seus olhos castanho-escuros, que causam certo mistério em seu olhar. Possui alguns músculos, mas não se considera forte, pois apesar de ser bonito, sua alto-estima não é lá em cima.
Emocionais: Gregory é misterioso, e isto intriga até seus amigos mais íntimos, visto que ele não revela e nem pretende revelar seus segredos para ninguém. Não é de se abrir muito com pessoas desconhecidas, mas com seus amigos, ele se sente á vontade, dando risadas e sorrindo, algo que é difícil de ver quando o semideus está sozinho, aliás, quase impossível.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

A noite caia, e o filho de Nyx estava sentado na grama, observando os últimos momentos do sol, que logo dariam lugar à noite. Gregory adorava observar o por do sol, e o seu principal motivo era que após o por do sol, vinha a noite. Para ele, a melhor coisa do mundo era a noite, mas ele não sabia de onde vinha aquele carinho por ela. Talvez fosse a cosa mais bela que ele via em seu mundo, um mundo fechado e sombrio. Gregory era dono de uma história sombria, misteriosa, assim como a noite, talvez fosse aquele um dos motivos de tal apego. Depois de um curto período de tempo, o sol desapareceu, e a noite, majestosa, reinou. O filho de Nyx se sentia bem, e odiava quando alguém o chamava para entrar em casa, definitivamente, mas seu pai nunca o deixava ficar ao menos 5 minutos fora de casa, á noite, o que irritava.

-Alexander, para dentro! – Chamou seu pai. O filho de Nyx sentiu a mesma raiva novamente, todos os dias eram a mesma coisa, para dentro de casa.

A raiva tomou conta de Gregory, e ele se levantou. Ainda estava de costas para seu pai, e permanecera assim por alguns minutos. O homem coçava a barba.

-Gregory Alexander, estou exigindo que entre dentro de casa!Agora! – Gritou seu pai, o que fez despertar uma raiva ainda maior no filho de Nyx.

O semideus sentia algo dentro dele, e estava tomado daquilo. Por mais que a raiva que estava sentindo pudesse ser forte o bastante para dominá-lo, ele sentia que não era aquilo. Ele se virou, mostrando toda a sua raiva em seu olhar. Como se fosse comandado pelo sentimento estranho que sentia, duas esferas escuras surgiram na mão do semideus, e os olhos dele e de seu pai se arregalaram. Como se fosse algo programado, o filho de Nyx as lançou na direção de seu pai, que se jogou para trás. As esferas por pouco não atingiram o homem, e a marca delas ficou estampada no chão, como uma prova. O filho de Nyx levou as mãos á boca, não acreditando no que fez. Ele olhava para seu pai, que não estava nem um pouco surpreso. Gregory correu na direção de seu pai, e o ajudou a levantar, em profundo silêncio.

-Um dia isto iria acontecer, eu sabia. – Disse seu pai, pondo as mãos na coluna. Ele deu um pulinho, talvez para saber se estava tudo no lugar.

-Isso o quê? O que aconteceu agora? – Perguntou o filho de Nyx, olhando para as duas marcas negras no chão.

-Filho, vamos para a sala, você precisa sentar para ouvir. – Disse seu pai, pausadamente.

Gregory andou até a sala, juntamente com seu pai. Ele tremia e suas pernas bambeavam. Como conseguiu aquilo? Ele ainda não sabia. O semideus sentou no sofá, e seu pai andou até o “Armário proibido da sala”, como ele chamava. Ninguém poderia abrir o armário, por isso estava com um cadeado do tamanho de um animal. Seu pai tirou a chave do bolso, e abriu o cadeado. Ao abrir as portas do armário, o homem retirou o que parecia ser uma agenda de couro e uma corrente, uma corrente estranha. O interior do armário estava empoeirado, e com teias de aranha, certamente ninguém nunca o abriu, só o abriram para colocar os objetos lá dentro. O pai de Gregory andou até o sofá, se sentando, e olhando profundamente nos seus olhos. O olhar do filho de Nyx estava fixado na corrente negra.

-Filho, não fale nada, apenas preste atenção no que falo, vou resumir ao máximo a história para você. – Disse o pai de Gregory. Ele estava com um olhar triste, olhava os olhos sombrios do filho como se nunca mais fosse vê-los novamente. – Você é... Diferente. Não pela dislexia e pelo déficit de atenção, mas por outra coisa. Gregory, você é filho de uma deusa grega. Pode parecer estranho, mas você vai se acostumar, eu sei. Em Long Island existe um acampamento para pessoas como você, especiais. Elas treinam para sobreviver, para se defender dos monstros que existem.

Gregory começou a tremer ainda mais, e olhava fixamente para seu pai. Ele estava nervoso, não sentia suas pernas. Ele sabia que o que seu pai dizia era verdade, se fosse mentira, não teria uma explicação sobre o que acontecera há alguns minutos atrás.

-Eu... Eu... Sou filho de quem? – Perguntou o semideus, mordendo a parte de baixo da boca.

-Nyx, a deusa da noite. - Respondeu seu pai. Os olhos de Gregory se arregalaram. Agora ele sabia o porquê da conexão estranha com a noite e o porquê de terem aparecido duas esferas negras na sua mão. – Ela deixou isto para você. Eu não sei para que servem, mas ela me disse para mim esconder e só te dar quando eu achar que você estava pronto para assumir sua identidade e ir para o acampamento. Eu acho que é a hora.

O filho de Nyx estava tremendo, mas pelo menos ele voltou a sentir suas pernas. Ele precisava ir para o acampamento, para sobreviver aos tais monstros, que seu pai disse que existiam. Ele já vira um, sabia disso. Pessoas estranhas nas horas erradas, como sempre. Sempre conseguia fugir deles.

-Eu... Vou deixar você se eu for não é? – Perguntou Gregory, com medo da resposta.

-Sim, mas não será como um internato, digamos assim. Você poderá voltar para me visitar sempre que quiser não se preocupe. – Respondeu o homem, colocando as mãos no joelho de seu filho. - Você não é obrigado a ir, saiba disso.

-Eu vou. Se a minha mãe quer que eu vá, eu vou. – Disse o filho de Nyx, enchendo o peito de ar.

-Vai precisar disto. – Disse seu pai, colocando a agenda e a corrente em suas pernas. – São presentes de sua mãe. Arrume sua mochila com tudo o que precisa para um acampamento de verão, partimos em 5 minutos. E Gregory, isto não é uma despedida, lembre-se.

O semideus encheu o peito de ar e pegou os dois presentes de sua mãe. Precisava dar orgulho a ela, mesmo ela tendo o abandonado. Gregory não queria falar daquilo, pois sabia que iria mexer com o seu pai. Se ele se envolveu com uma deusa grega, com certeza era por que se apaixonou por ela. Misteriosamente, entendia os motivos de Nyx. Era uma deusa, não poderia ficar na terra ao lado de um homem e seu filho, com certeza possuía mais do que um filho. Se seu pai disse que existiam mais pessoas como ele, era por que tinha irmãos, mesmo que poucos. Gregory mal podia esperar para conhecê-los.

IMPORTANTE!:
O nome do player é Percy, mas postei na atualização de nome como Gregory, então acho que não tem problema narrar como Gregory.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lecar J. Brown em Dom 22 Jun 2014, 22:35


A Descoberta
Never Give Up!


♦Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Desejo ser reclamado por Ares.

♦Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas:

Com cabelos castanhos e olhos azuis escuros, Dylan nunca pareceu ser um garoto exageradamente forte, mas mesmo assim mostrava pra quem se metia com ele que as aparências enganam.
Sua altura é de 1,70, não sendo nada exagerado nesse quesito tbm.

Psicológicas:

É um garoto equilibrado em situações comuns. É inteligente o suficiente para se manter um pouco acima da média, mas não chega a ser um gênio ou nem perto disso.
Mantém sua calma enquanto não forçam a barra, mas ele sai do sério com certa facilidade dependendo da pessoa, e quando se irrita, não é bom estar contra ele.

♦Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Eu estava buscando por um deus que pudesse me permitir ser um puramente guerreiro. Pretendo treinar e aprimorar minhas descrições e batalhas corpo a corpo o máximo possível.
Pensando nisso a melhor escolha a ser feita foi Ares. Vendo as listas de poderes, percebi que ele é ótimo para esse meu propósito se narração.

♦Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

O dia que minha vida mudou por completo começou como um dia qualquer. Eu morava em uma casa de dois andares em Nova York com minha mãe e não cheguei a falar aquele dia com ela.
Ainda deitado cliquei no botão soneca do despertador para abusar de mais cinco minutos de cobertor quente antes de levantar e me arrumar para o colégio.
Quando o despertador tocou novamente eu não podia enrolar mais nem um pouco. Levantei para tirar o pijama e colocar apenas a camiseta do uniforme do colégio. Não estavam cobrando uniforme completo dos alunos por algum motivo e esperava que não o fizessem hoje.
Vesti uma calça jeans, tênis pretos e uma jaqueta de moletom preta com touca por conta do frio que fazia. Não era nada exagerado, mas ainda sim era frio.
Desci e andei para a cozinha onde um lanche me esperava na mesa. Eu estudava de manhã e por isso minha mãe ainda estava dormindo geralmente no horário que eu saía, mas ela deixava algo pronto para mim algumas vezes.
Peguei o lanche e comecei a comer ainda em silêncio. Foi quando recebi uma mensagem no celular.

De: Jullie
Mensagem: Dylan! O ônibus escolar vai passar mais cedo hoje, é melhor você correr. Estamos quase na sua rua.
Você vem hoje não é?


Jullie era minha melhor amiga. Havia entrado aquele ano no colégio e se aproximou de mim de forma muito rápida. Acreditei por um tempo na falsa ilusão de que algo aconteceria entre a gente. A verdade é que a garota me colocou na Friendzone.
Isso era o que ela dizia. "Melhor amigo", mas tudo mudava quando ela me via com outra garota. Era como se algo nela quisesse explodir.
Peguei minha mochila e saí correndo o mais rápido que pude para a frente da casa deixando 1/4 de sanduíche para trás.
Como ela havia dito o ônibus estava chegando. Teria que dar muitas voltas se o perdesse. Estava devendo uma para ela.
Entrei no ônibus e como sempre, andei até uma das últimas fileiras do ônibus onde Nathan e Jessie me esperavam.
Nathan era um garoto realmente estranho, mas se aproximou de mim se tornando meu melhor amigo.
Foi ele que convidou Jullie para andar com a gente. Ainda tinha que agradecê-lo por isso.
Julliete era uma garota linda. Tinha um corpo um tanto atlético e era bem dotada em todos os sentidos. Sua pele branca junto de seus olhos verdes escuros e seu cabelo liso e ruivo faziam eu me sentir realmente estranho perto dela. Gostava daquela garota, e muito.
Nathan era magrelo e desengonçado. Vivia usando um boné diferente para cobrir seus cabelos curtos encaracolados e andava de uma forma realmente estranha. Ninguém nunca o viu usar bermuda, era sempre calça independente do clima que fazia no dia.
Cumprimentei os dois e me sentei entre eles. Agora era só esperar a viagem tranquila até o colégio, certo?
Errado. As coisas a partir daquele momento complicariam muito antes de melhorar.

● ◯ ● ◯ ● ◯ ●

O tempo passou e tudo corria normal até que o ônibus parou repentinamente jogando todos pra frente.
O motorista buzinou e gritou algumas ofensas seguida de mais buzinas.
Quando consegui olhar o que estava acontecendo simplesmente não pude acreditar. Havia uma criatura gigante segurando uma espécie de porrete de madeira e começava a balançar o ônibus olhando com seu único olho pelo vidro da frente em busca de algo ou alguém dentro do ônibus.
– Ai meu Zeus – Nathan falou ficando pálido.
"Zeus? Não é hora de nerdisse" – Pensei. Ao menos sabia que não era o único vendo aquilo.
Os outros alunos olhavam indiferentes para a criatura, de forma que somente eu, Nathan e Jullie parecíamos preocupados com a situação.
– Será que vocês não estão vendo esta... Esta coisa enorme feiosa parada na frente do ônibus? – Falei indignado alto o suficiente para que todos do ônibus ouvissem.
– Mas que coisa feiosa? – Perguntou um garoto – Aquilo ali é só...
Antes que terminasse a frase o ônibus recebeu um golpe do porrete da criatura que fez com que a parte da frente dele fosse arrastada e o veículo inteiro ameaçasse virar.
Todos olharam sem entender para a frente do ônibus finalmente começando a temer seja lá o que estavam vendo.
– Vem comigo, vamos sair daqui! – Exclamou Nathan tirando os sapatos e se levantando. Não pude ver os pés dele o que me intrigou um pouco, mas estávamos sendo atacados por uma espécie de ciclope, então, porque não?
– Vamos sair daqui. Venham comigo vocês dois! – Falou nos puxando pelo braço.
Ele nos arrastou até o final do corredor onde se encontrava uma porta de saída de emergência que ele chutou com seus...
– Cascos?! Você tem cascos?! – Perguntei agora mais indignado ainda.
– Apenas vem comigo e depois eu explico tudo!
Neste momento Jullie pegou na minha mão com sua mão livre e a apertava um pouco. Parecia nem ter percebido o que estava fazendo.
As portas se abriram com o chute e saímos do ônibus esperando que a criatura continuasse a procurar algo lá dentro, mas isso não aconteceu.
O suposto ciclope parou por um momento e parecia estar sentindo cheiro de algo. Foi quando olhou para nossa direção e eu posso jurar que vi um sorriso se formar em seu rosto.
– Corram! – Nathan gritou.
Ele havia nos soltado, mas eu ainda corria de mãos dadas com Jullie.
Enquanto corríamos eu podia sentir um leve tremor no chão a cada passo do ciclope que nos perseguia.
Tentamos entrar em uma rua que na verdade diminuía cada vez mais tornando-se um beco sem saída.
– Estamos ferrados... – Comentei virando para ver a criatura que agora se aproximava lentamente de nós.
– Mim não deixa fugir! – Concluiu a criatura com uma voz um tanto retardada.
Jullie nesse ponto desistiu de segurar minha mão e estávamos a uma certa distância uns dos outros.
A ordem que estávamos era: Nathan - Jullie - Eu.
O ciclope passava seus olhos por nós três enquanto se aproximava tentando escolher sua vítima.
Nathan então sacou uma espécie de flauta e deu uns passos a frente tocando a mesma.
Algumas plantas começaram a surgir em volta dos pés da criatura envolvendo eles.
Ao perceber o que estava acontecendo o ciclope levantou seus pés com força arrebentando as plantas que o ameaçavam.
– Sátiro mau! – Gritou o ciclope que agora correu na direção de Nathan acertando-o com o porrete.
Nathan voou até atingir a parede caindo sobre uma poça de água formada por uma fina cascata de água que saía daquela parede.
O ciclope andava furioso na direção dele se aproximando cada vez mais. Foi quando Jullie gritou.
– Ei bicho feio! Deixa ele em paz!
A criatura virou com uma expressão de ódio para ela.
– MIM NÃO SER FEIO! – Gritou e avançou na direção dela assim como fez com Nathan.
Quando estava prestes a acertá-la senti que devia fazer algo. Não podia deixar aquilo acertar ela de forma alguma, então fiz a única coisa lógica no momento:
Me joguei na frente.
O porrete me atingiu ao lado do corpo me jogando contra a mesma parede que Nathan foi jogado.
O impacto foi suficiente para fazer com que eu visse estrelas de dor.
Quando finalmente pude abrir os olhos, as mãos do ciclope me agarraram e me jogaram em uma outra parede com grande força.
Assim que atingi a parede tinha certeza que tinha quebrado algum osso e a dor estava me matando.
Ao atingir o chão vi a imagem do ciclope vindo em minha direção mais uma vez, mas esta ficava cada vez mais escura. Estava desmaiando.
Em um último segundo de consciência pude ouvir Jullie gritando, então tudo se apagou.

● ◯ ● ◯ ● ◯ ●

Quando abri os olhos tudo que pude pensar foi "Com certeza morri e estou no céu", mas quando minha visão ganhou foco pude ver que estava em uma maca e uma garota que nunca tinha visto cuidava de mim.
– Bom dia, dorminhoco – Falou sorrindo.
Tentei me sentar e senti uma enorme dor que fez com que eu me deitasse novamente na mesma hora.
– Ei, deixa a ambrosia agir, garoto... – Falou a garota em tom de advertência.
Olhei para meu peito que estava enfaixado. Desde que eu não fizesse força, minhas costelas não me machucavam.
– Onde estou? – Perguntei por fim.
A garota lançou-me um sorriso simpático.
– Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue.

-----------------------------------
Detalhes Importantes:
– Enquanto Dylan estava desmaiado, um grupo de semideuses que estavam próximos foi convocado por Nathan por meio de uma mensagem de Íris.
– Todos os três foram resgatados e estavam se recuperando do ataque no final da narração.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chloe Hartbenner. em Dom 22 Jun 2014, 22:39

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?  
Do Deus Thanatos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Fisicas: Bonita, assim como meu pai. Possuo olhos azuis e pequenos, e cabelos loiros e lisos, com cachos nas pontas.

Emocionais: Sou focada em meu dever, disciplinada e concentrada, sou do tipo de garota que não se enturma, sempre fui a "excluida". Gosto de lutar e treinar, mas prefiro o silêncio e a paz, como ler um livro sob a árvore. Sou decidida, otome e gosto de rock alternativo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Sempre me impressionei com o Deus Thanatos, o deus da morte. Sabe, deve ser muito difícil bloquear almas na porta do mundo inferior, nossa! Além de condenar espíritos, impressionante, o deus que eu mais me fascino é o próprio.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Acordo suada, porcaria de pesadelos! Pesadelos acontecem desde meus 13 anos, tenho raiva disso. E o ruim nem são os pesadelos, é esse despertador chato que qualquer dia irei jogar pela janela, mas depois, por que eu já estou atrasada...
Desci as escadas com cuidado, minha tia não estava em casa. Sim, moro com minha tia. Eu havia dormido com a roupa da escola - que estava muito amassada - peguei minha mochila e saí. Logo pensei em minha mãe...  Mas passado é passado, ela já está "do outro lado", não posso fazer mais nada... Droga de mundo! Mares idiotas! Odeio água. Foi ela quem provocou a morte de minha mãe, junto com esse carro idiota...


- Flashback on -

Eu estava feliz em casa com meu irmão mais velho Mello, que tinha 14 anos, ou seja, um ano mais velho que eu, estávamos assistindo a televisão. Minha mãe havia saído, foi comprar chocolates, sempre no nosso aniversário ganhamos chocolate - Sim, fazemos aniversário no mesmo dia. Mas... o telefone tocou. Mello atendeu.

- Ei, Chloe, minha mãe quer falar com você! - ele parecia animado.

- Ah, Okay, obrigada Mello!

Peguei o telefone de suas mãos, atendi.

- Oi mãe. - falei.

- Olá querida! Bem, sabe o que vamos fazer amanhã, no seu aniversário?

- Hã... Comer chocolate?

- Também, meu amor! É que... desculpa não te contar antes, mas... Peter me pediu em casamento! Amanhã, vamos nós quatro comer uma pizza!

- Le-legal... - Como eu odiava Peter, aquele falso!

Quando minha mãe saía e nos deixava sozinhos com ele, o falso bonzinho mandava e mandava, ele já me bateu por eu chamá-lo de gordo inútil! Mas na real ele é mesmo...

#Um dia depois#

Mamãe não chegou, estranho. Ah, deve ser algum problema no trabalho, ou coisa do tipo... Mas a noite é meio esquisito.

Bateram na porta, Atendi. Mello me gritou do quarto, no segundo andar:


- Quem é?

Era a policia.

- Com licença, menina, seu pai está em casa?

- Meu pai ele... ele... - Suspirei - nos abandonou aos dois anos.

- Quem gritou?

- Meu irmão mais velho.

- Chame-o.

- Huh... Entre.

Ele entrou e murmurou um "com licença". Mello desceu, sem eu chamá-lo.

- O-oi, policial? O que houve? - Mello perguntou, um tanto assustado.

- Bem, preparem-se para o que irei dizer, é um pouco forte... - o policial falou, respiramos fundo - Crianças, uma moça, identificada como moradora dessa casa, Carol Anne Hartbenner - Carol Anne é nossa mãe... - foi encontrada dentro de um carro dentro do lago no centro, afogada. Alguns vizinhos que viram disseram que um pedestre passou enquanto ela dirigia e Carol Anne perdeu o controle do carro, a pessoa tem ferimentos leves, e a moça que dirigia... - suspirou - foi a óbito.

- O-o que?! - perguntamos eu e Mello, chocados e assustados com a situação.

- flashback off -

Todas as pessoas ao meu redor sempre parecem tristes e depressivas, é meu modo de ver ao menos. Mello já está na escola, estuda cedo. Esperei meu (único) amigo para irmos. Liguei para ele. Ele atendeu.

- Ken? - não respondeu - Kenny? KENNEDY?!

- Oi, desculpa loirinha.

- Não apareça atrás de mim dessa maneira, Kennedy Maria. - desliguei o celular.

- Que?

- Seu novo apelido - dei risada.

- Qual é!

Fomos para a escola, ele me levou andando, sempre fazíamos isso. Então do nada, do nada LITERALMENTE DO NADA, no meio do caminho apareceu uma bolha nojenta e pegajosa no chão. Kennedy ficou assustado

- Vamos logo, não quero atrasar! - ele ignorou completamente a bolha, porém ainda transmitia um olhar assustado.

- Espera, vamos ver!

- Não, pode ser perigoso, vamos!

A bolha explodiu. No lugar dela, apareceu uma humanóide estranha, feminina, com rosto e seios femininos, pernas de ave e braços com asas vermelhas! O desespero tomou conta de mim, mas o que é isso?! A criatura tomou uma expressão raivosa, voou muito rápido na minha direção, por reflexo, desviei de seu corpo contra o meu, e quando parou para vir em minha direção novamente, Kennedy gritou, jogado para o outro lado pela criatura:

- CHLOE! Corre!

- Sem você, Nunca!

A criatura voou muito rápido em minha direção, eu não tive tempo de desviar. Caímos nós duas - se isso for uma fêmea - com ela por cima de mim, ela me mordeu no braço esquerdo quase o arrancando. Eu sangrava, já estava enraivada, quando acabasse essa adrenalina ia morrer de dores... ela continuou me bicando e doía. Muito. Peguei minha mochila - jogada ao meu lado - e bati em seu rosto, bati, bati, bati, sem parar, sem dó. Ela voou longe pelas "mochiladas". Minha mochila rasgou. "Ferrou"- Pensei. Da ave saia um tipo de líquido dourado, sangue?! Me encarou, enfurecida. Sem opção, tive que sacrificar meu sapato. Chutei-a, com toda aquela força heróica que as pessoas têm na hora da determinação. Estaria morta? Desacordada, sim. Chutei-a novamente na região que seria o estômago contra a beirada da fonte, feita de pedra. A criatura se dissolveu em uma espécie de pó.

- Chloe...

- Também não sei como o fiz.

Senti meu braço canhoto arder, muito. Doía mais que antes.

- Bebe isso... - pegou uma garrafa com um liquido alaranjado

- Por que?

- Se recuperar, não questiona que não é maconha bebe logo!

Peguei o liquido de suas mãos.


- O que é isso?

- Néctar. Vai te curar. Era uma harpia. Depois te explico tudo, eu prometo...

- T-tá...

Bebi o líquido, que era uma delicia, e logo minhas feridas se curaram. Mas o que?! Mais harpias surgiram do nada. Corremos, mas elas eram mais rápidas, e várias vieram em cima de mim, caí.

Acordei numa cama estranha. Kennedy olhou pra mim, sorriu.


- Você acordou!

- Minha cabeça dói. Meus pulsos doem. Meus pés estão formigando.

- Calma. Deixa eu te explicar direitinho, por favor não surte...

- Diga.

- Você, Chloe Maria de Hartbenner, é uma meio-sangue, ou semideusa, como quiser chamar...

- AHHHHHH! COMO ASSIM? O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO?! - O desespero tomou conta de mim. - Mitologia Grega então é real? Não, não, não, não é! Me recuso a acreditar! Isso vai contra tudo que eu acredito e não acredito!

- Chloe, se acalma, todos estão olhando, existem mais pessoas como você aqui no acampamento meio-sangue...

Foi aí que eu reparei que Kennedy Maria, meu melhor amigo, tinha pernas peludas de verdade, e cascos!

- Você é um cabrito?

- Cabrito, não! Sou um sátiro! E fui eu que te trouxe aqui!

- Tá bom, tá bom, tá bom... - respirei fundo, me acalmei - Quem é minha mãe real?

- Mãe real? Carol Anne Hartbenner.

- Meu pai real?

- Thanatos. E... O seu irmão Mello é seu meio-irmão, filho de... Eu não sei, só sei que ele não é um semideus.

Gritei, gritei e gritei. Meu pai NÃO PODE SER O DEUS DA MORTE! é o deus da morte, e meu irmão não é meu irmão, como assim?!

- Calma, deixa eu te explicar melhor...
Chloe Hartbenner.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Leonidas Waters em Ter 24 Jun 2014, 13:27

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares, o Deus das Guerras.
▬ Cite principais características, físicas e emocionais.
Físicas: Bem sou um garoto bem comum, cabelos castanhos levemente lisos que vão até a altura do ombro. Seus olhos são castanho o que dão certo contraste à sua pele clara e a sua barba por fazer. Um corpo atlético e forte, mais nada exagerado.
Emocionais: Naturalmente gosto de comparar meu estado emocional com uma granada, por que minhas emoções praticamente explodem em minha mente. Posso passar de um estado tranqüilo e calmo para um estado ativo e agressivo em segundos, dependendo do que me atingiu. Sou bastante seletivo, especialmente quando se tratam de amigos, livros e músicas.
▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Primeiramente por que eu amo as grandes guerras, principalmente a guerra entre a Grécia e a Pérsia.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 


                         A primeira batalha a gente nunca esquece
 
Então querem saber da minha história, não é mesmo? Bem então por onde vamos começar? Já sei, vou me apresentar. Chamo-me Leónidas Waters, meu nome é em homenagem ao grande rei e general espartano Leónidas I (Assim como eu, mamãe era grande fã das guerras antigas), tenho 17 anos de idade, moro em Vancouver no Canadá com minha mãe, Lílian Waters que é professora de história em uma universidade local. Não diria que somos ricos, mais mamãe ganha um bom salário o que nos da o luxo de ter uma casinha bem arrumada. Você deve estar se perguntando sobre meu pai, bem meu pai infelizmente não está, mas entre os vivos, infelizmente ele morreu em um acidente de carro quando eu tinha dois anos de idade. Atualmente estou fazendo faculdade de fotografia na mesma universidade que minha mãe da aula. Agora que eu me apresentei eu devo iniciar a contá-los a minha história, prometo que serei breve por que sou um péssimo escritor.
Era uma bela manhã de domingo quando aconteceu, uma fina camada de neve cobria toda a cidade, fazendo a alegria das crianças, animais de estimação e família totalmente normais. Mamãe tinha que preparar uma aula para apresentar aos seus alunos no dia seguinte, por isso resolvi sair de casa por algumas horas para deixá-la sozinha pensando em paz. Vesti minha calça jeans preta com uma camiseta branca de mangas compridas com um casaco preto por cima, coloquei meu gorro preto e saí de casa. Naquela manhã eu marquei de ir ao cinema assistir o filme 300- A ascensão do Império, que eu estava louco para assistir a dias, porém nunca tinha tido tempo.
Resolvi pegar um caminho pelo parque da cidade, que estava belíssimo graças à nevasca da noite passada. Estava no meio do caminho quando escutei um barulho estranho, parecia um rosnado de algum animal, já tinha visto alguns lobos nas proximidades mais nunca tinha ouvido relatos de que lobos perigosos habitavam o parque, entretanto aquele rosnado era bem parecido com o de um. Minha intenção era de perguntar se havia alguém aí mais percebeu que se fizesse isso talvez pudesse revelar minha localização para alguma fera, em vez disso acelerei o meu passo. Estava quase saindo dali quando vi algo que me fez gelar a espinha, uma fera negra com uma boca cheia de dentes que pareciam afiados como facas, corpo parecendo ser uma mistura de cão com urso, geneticamente modificado, aquele ser estava na minha frente à mais ou menos 10 metros. Alguém consciente ficaria parado e esperaria aquele bicho ir embora, entretanto eu sabia que ele não iria embora, seus olhos, sua boca estavam sedentos por sangue, o meu sangue.
Assim que me virei e comecei a correr a única coisa que eu tinha certeza é que aquele bicho estava vindo atrás de mim e que com certeza ele era mais rápido e não demoraria muito tempo para ele me alcançar. Já estava ofegante quando tropecei em uma pedra que acabou me derrubando no chão, ali caído no chão eu fechei meus olhos e esperei sentir minha carne sendo dilacerada pelos dentes da fera, entretanto um estrondo se ouviu e o barulho de algo caindo no chão foi tudo o que eu ouvi. Senti uma mão tocando meu ombro e por um segundo pensei que era a morte que tinha vindo me buscar. -Leónidas meu rapaz levante! Falou uma voz desconhecida.Bem aquela voz me parecia bem humana e principalmente familiar. Abri meus olhos e me levantei observando que era a pessoa que havia me ajudado. -Você? O que faz aqui? Indaguei vislumbrando o meu professor de fotografia da universidade. O corpo do animal estava caído na neve e ele empunhava uma espada. –Estou aqui para lê proteger. Disse ele me puxando pelo braço pelo caminho do parque. –Me proteger? Foi você que matou aquela coisa? –Na verdade não está morta, apenas desacordada, precisamos sair daqui antes que recobre a consciência. –O que era exatamente aquilo? –Aquilo era um cão infernal. Cão infernal? Sério? Eu já havia lido sobre eles diversas vezes em livros que eu encontrava na biblioteca pública da cidade, mais para mim aquilo não passava de uma historinha para boi dormir, se bem que aquilo que me atacou não me parecia uma historinha. Estávamos saindo do parque quando escutamos um furioso e assustador latido que vinha de dentre as árvores, com certeza o cão havia acordado. –Venha rápido ele acordou. Disse ele aumentando a velocidade. –Fique aqui, por favor, eu enfrento aquela coisa. Disse ele me deixando atrás de uma fonte de água. Ele partiu em direção ao bicho e começou a lutar ferozmente com ele e a todo momento tentava acertá-lo com a espada, porém apenas conseguia apenas alguns cortes, até que em um momento o cão infernal acertou ele deixando a espada do professor cair e prontamente desarmado ele recebeu um golpe que o lançou em direção a uma árvore que acabou deixando o mesmo desacordado . Agora era comigo, ele se aproximava do professor e se eu não fizesse nada ele seria devorado em segundos, sua espada não estava muito longe, sorrateiramente fui andando em direção a espada, a peguei rapidamente corri em direção a fera e antes mesmo dela se virar para ver o que era eu cravei a espada em suas costas, o monstro se debatia e gritava loucamente até que enfim o mesmo se desmanchou em uma pilha de pó dourado.
Exausto e totalmente alucinado por tudo aquilo que eu tinha passado acabei desabando no chão. Quando acordei estava no banco traseiro do carro de minha mãe, ela e o professor César estavam no banco da frente. –Oi filho, que bom que acordou. –Demorou, mais acordou. Disse ele dando um risinho. –Mãe eu tive um sonho muito estranho. Falei ficando sentado no banco. –Não foi um sonho, aquilo realmente aconteceu. –Que droga. –Eu sei foi bem perigoso. –Não é isso, se aquilo realmente aconteceu, eu acabei perdendo o meu filme. –Então quer dizer que não está surtando por que foi atacado por um cão infernal e sim por que perdeu o seu filme? –Mãe eu estou querendo assistir aquele filme á muito tempo. Mais deixa pra lá, onde estamos? –Leo bem vindo ao acampamento meio-sangue. –Uma pergunta, por que se chama meio sangue? –Você deve lembrar que eu já te ensinei sobre mitologia, deuses e semi-deuses. Seu pai não morreu exatamente em um acidente de carro, ele teve de se afastar por que era na verdade um Deus. –Eu sei que deve ser difícil de compren..... –Legal! Disse eu interrompendo a fala de César que me olhou com certa indiferença. –Você aceita isso numa boa? –Sim, mais quem vocês acham que é meu pai. –Seu pai se chama Ares. –Ares o deus da guerra? Ta bom agora eu to impressionado. Ambos deram uma risadinha. Assim que saímos do carro notei algo bem curioso, um enorme portal que tinha algo entalhado que de inicio não consegui decifrar mais logo as palavras foram traduzidas pela minha mente para Acampamento Meio-Sangue.

Bem foi mais ou menos isso que aconteceu, sou um péssimo escritor eu sei, mais a vida é assim.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Song Min Ho em Qua 25 Jun 2014, 01:17



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hécate.

▬ Cite principais características, físicas e emocionais.
Não poderia ser mais comum: cabelo bagunçado, curto, acastanhado; estatura mediana, sem muitos músculos aparentes; sorriso com covinhas; olhar esperto e matreiro. Todos esses traços são os mesmos, sem distinção, de Lucius, seu irmão gêmeo.
O garoto é de uma doçura imensa; percebe-se isso só de ter uma conversa rápida com ele. Seu sorriso, naturalmente cativante, amolece até mesmo o mais duro dos corações. Simpático, educado, sabido; Louis é o típico exemplo de garoto certinho. O irmão, contudo, é completamente o oposto. Mas, ainda assim, um não vive sem o outro, e dificilmente andam separados.
Lucius e Louis se completam.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Posso te falar? Esse lance de magia, mistério, bruxas, encruzilhadas... Caaaara, isso é muito louco. Já tenho todo um roteiro para o personagem na cabeça, e se tudo der certo – Deus queira que sim –, farei a parada funcionar.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

13/03/2006

A estrada estava deserta, e só havia o carro deles. Cada vez mais, aceleravam. No banco de trás, os dois garotos abraçavam o próprio corpo, espantados com o estado alterado do pai. O homem, no volante, já bebia desde muito cedo, e ainda continuava. Ao seu lado havia uma garrafa de uísque. E o carro acelerava.
— A mãe de vocês me largou — o senhor Montréal repetiu, talvez pela décima vez só naquele dia. E repetia, e repetia, e repetia, encharcando-se de álcool.
E o carro acelerava.
— Para, pai — Louis choramingou no banco de trás, assustado, com as lágrimas cortando-lhe a bochecha.
— Pare de chorar! — berrou o homem, batendo um punho cerrado no volante. — A culpa é da mãe de vocês! Ela me largou! Ela não devia ter ido embora... Não devia...
E o carro acelerava.
Lucius olhou para Louis, em silêncio, e colocou um dedo sobre os lábios, pedindo que ele se calasse. Ele assentiu para o irmão, engolindo o choro.
— Tantas promessas, tantos planos — mais uísque. — Por quê? Por quê?!
De repente, a estrada acabou. O carro estava rápido demais para frear, andava a mais de 100km/h, e não havia o que fazer, a não ser esperar pelo pior.
E o carro parou de acelerar. Bateu.
O impacto contra a árvore foi forte o suficiente para amassar toda a frente da lataria e quebrar o vidro. O senhor Montréal, que não usava cinto de segurança, foi jogado para fora do veículo e quebrou o pescoço, morrendo na hora. Louis e Lucius ficaram inconscientes por alguns minutos. Quando acordaram, desceram do carro e, ao encontrar o corpo do pai, choraram. Tanto quanto seus pulmões podiam aguentar. E ficaram ali mesmo, na beira da estrada, início de floresta. E choraram, choraram, choraram.
Depois de horas, acabaram adormecendo agarrados ao corpo caído e ensanguentado. Mesmo que já estivessem entregues à inconsciência, seus ombros ainda sacolejavam com soluços. Se permanecessem ali por muito tempo, morreriam. Que chances teriam duas crianças largadas num lugar tão afastado? Mas uma mulher apareceu para levá-los dali.
Bela, de cabelo comprido negro e pele alva; usava um vestido longo que ia até o meio das canelas, todo azul; seus pés estavam descalços, deslizando suavemente pelo chão de terra.
Ela os acordou com um sorriso, tão caloroso quanto o de uma mãe. Sem hesitar, eles deram as mãos à mulher e se embrenharam na floresta.
— Vocês cresceram bastante — dissera ela aos meninos, fitando-os com um brilho no olhar.
Eles andaram por alguns minutos, e durante todo o caminho Louis e Lucius cantarolaram cantigas infantis, sorridentes. Quando chegaram ao início da subida da colina que levava ao acampamento, a mulher parou, incentivando-os a prosseguirem sozinhos.
— Sejam bons meninos e se comportem — ela sorrira mais uma vez e eles continuaram. Quando cruzaram a barreira mágica, foram recebidos por campistas que estranharam as suas presenças. Eram jovens demais para estarem ali.
— De onde vocês vieram? — um semideus ajoelhou à frente deles, fitando-os de forma atenciosa.
Louis se virou, apontando para trás. Mas não havia nada, nem ninguém, ali.
— Tchau, mamãe — ambos disseram para as árvores, e correram para dentro.

Song Min Ho
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 085-ExStaff em Qua 25 Jun 2014, 18:12



Avaliação


Não consegui avaliar todas as fichas, portanto peço aos player mais calma - e também minhas sinceras desculpas pela demora que tem se tornado cada vez maior.

Ayla Lennox reclamada — Ayla você fez uma boa ficha, só notei um erro na descrição psicológica:


" É um pouco tímida, mas extremamente doce e amigável. Possui bipolaridade nas noites de lua cheia (algo a ser explicado em DIY's futuras) onde age impulsivamente e de forma extremamente destemida, seus sentimentos se expressam com facilidade (não só amor, mas também raiva, agressividade, etc.). É leal a seus aliados, podendo dar a própria vida por eles. Cria laços com as pessoas facilmente.  "


Bem, timidez geralmente impede uma pessoa de ser "extremamente amigável" pelo fato de ela não conseguir se expressar direito e ter um limitador na sua personalidade que a faz se fechar para com os outros, deixando-a sozinha num canto devido a timidez e também, para uma pessoa tímida é difícil criar laços. Sei que colocou "pouco tímida" mas se a pessoa tem traços de timidez não acho que seja "extremamente amigável" ou "cria laços com as pessoas facilmente"... Defina o grau de timidez e tenha em mente nos próximos textos saber gerenciar a personalidade da personagem se criar conflitos psicológicos internos. Fora isso OK.

Bem-vinda filha de Selene.

Angela C. Scholler não reclamada — Angela sua ficha está completamente confusa, sem estrutura e desorganizada, eu sugiro realmente que visite os links que passarei além de ler as fichas dos membros postados que passaram para você ter a ideia de como procedemos quanto a postagens, para você pegar o padrão. OK.

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8397-guia-do-jogador-pjbr (Um guia com perguntas e respostas para perguntas frequentes dos jogadores novatos que chegam ao fórum).

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t7929-regras-postagem-geral (Regras gerais de postagem).

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t2718-mini-tutorial-de-postagem (Um bom tutorial de postagem do membro Ethan Chamberlain, vale não só uma visita mais várias).

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t8417-guia-gramatical (Um guia gramatical do fórum que pode lhe ajudar com seus erros de português).

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t3720-regras-universais-do-percy-jackson-rpg-br (Aqui ficam as regras universais do fórum, recomenda-se uma visita antes de tentar novamente).

http://www.ortografa.com.br/ (Este corretor ortográfico online da língua portuguesa aponta os erros de seu texto – se houve – possibilitando uma fácil correção).

http://www.priberam.pt/dlpo/ (O famoso Priberam, dicionário online da língua portuguesa. Aqui podes consultar as palavras que quiseres e obter seus significados e forma correta de se escrevê-los).

Após visitar os links e compreende-los tente novamente, ok?

Larissa P. Scolt não reclamada — Sua ficha teve alguns problemas que me fizeram reprová-la.

A personalidade não vi problemas, típica filha de Afrodite. O motivo também apresentado, genérico, como a maioria apresenta aqui. A história teve três erros, você repetiu três linhas de textos duas vezes com as mesmas palavras, sem mudar absolutamente nada e também disse que dríade é ninfa dos rios mas na verdade dríade é ninfa dos bosques, no caso, seria naíade a ninfa dos rios. OK.

Quando o venti atacou a personagem ela imediatamente desmaiou, acho que seria difícil para uma dríade ou naíade vencer um venti sem contar que ninfas e dríades não saem do acampamento ou vão muito longe por estarem ligadas ao rio que nasceram ou a árvore que nasceram, sendo que, se elas se distanciarem, morrem.

Revise os pontos levantados e refaça sua ficha, e não desanime!

Fernanda Martins não reclamada — Seu nome está incorreto, peça a mudança no link que passarei no final dessa análise. Sua ficha ficou demasiada curta e sem organização no que toca ao post. Dê espaçamentos entre cada questão da ficha, espaçamento depois de um ponto e use bem a pontuação para deixar o texto bonito e correto.


6. Nickname
6.1. Modificação
O nickname (apelido) de qualquer usuário está imediatamente trancado de forma que o mesmo não seja autorizado a modificá-lo. Todavia, caso este não se mostre contente com o nick que de início fora escolhido, ele poderá modificá-lo, mas, com um limite de vezes já pré estabelecido, sendo este o de duas únicas duas vezes para que os administradores não estejam sempre atualizando algo desnecessário. É recomendável que, ao postar pedindo por uma atualização, o membro justifique o porque de tal, já que cada caso apresenta motivos distintos. Uma vez que haja a modificação do nickname de um usuário duas vezes, ele não será mais modificado, salvo as exceções que seguem abaixo:
6.1.1. O nome colocado primeiramente esteja errado conforme a gramática.
6.1.2. Já exista algum usuário de nome parecido e que possa ser confundido.


Não se pode virar filha de Poseidon por essa via, deve-se fazer o teste para filhos de Poseidon.

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t9050p105-mudanca-de-nome#218188 (Visite este tópico e siga as regras estabelecidas para requisitar a troca de nome ou a adequação dele).

Leticia Correia não reclamada — A personalidade eu não tenho muito que dizer. O motivo foi muito fraco, sem nenhuma explicação e não chega nem a ser genérico e sim pobre, revise este ponto e reflita sobre o que você quer construir para a personagem e porque você querer que Hécate seja a mãe da personagem e depois volte a responder a questão do motivo.

A história ficou muito curta, confusa e desorganizada. Vários nomes e sem muitas explicações que confundem tudo, não houve emoção e também não houve dificuldade em derrotar o tal monstro e ir para o acampamento e isto matou sua ficha por completo, portanto, sugiro que leia as fichas dos membros que foram aprovados para você ter uma ideia de como montar sua história, porém faça isto para se inspirar e não plagiar, ok?!

Não desanime!

Yiós Pónos reclamado — Gostei demais da sua ficha, não só por eu jogar como sátiro também – que tem estado abandonado já algumas semanas – mas porque é difícil ver algum player se aventurar como espírito da natureza. Gostei imensamente da sua ficha, as palavras, os nomes (os nomes me encantaram, não sei se são gregos mas parecem muito ser!), o vocabulário formal do personagem e o cenário com as ninfas! A tal feiticeira deixou um mistério que poderia gerar sua trama para o seu sátiro e gosto disso, gosto disso mesmo!

O texto passou alegria, festança, morte e tristeza no final o que me deixou impressionado! O motivo para a escolha da raça foi melhor do que eu vi até agora neste post, a descrição psicológica bateu muito bem com a história, sendo justificada e explorada! Parabéns!

Só digo agora para revisar a ortografia que foi um dos pontos que encontrei alguns erros!

Bem-vindo Yiós Pónos, filho da natureza!

Alvin Riordan Blake não reclamado — Alvin o que matou sua ficha foi a história. Ela ficou bem corrida e sem sentido. Não descreveu direito a ida até o local o que deixou uma grande lacuna na história que mesmo não sendo obrigado a ir ao acampamento deve relatar a descoberta como semideus, e quando o personagem descobriu ele deduziu e assimilou tudo como uma "máquina" como se sua situação fosse um algoritmo fácil de computador... Uma benevolente também é um monstro forte para um semideus novato e um sátiro comum que busca semideuses, não acho que conseguiriam chegar ao acampamento com a facilidade que o texto transpareceu.

Recomendo usar monstros como harpias ou dracaena ou até cíclope – embora este último seja um pouco forte para um semideus novato. Enfim, revise mais o quesito enredo e história – embora a gramática e pontuação também precisam ser melhoradas.

Não desanime!


Atenciosamente, capiroto grego.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Rocky Ochoa em Qui 26 Jun 2014, 14:55

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
quero ser filha de Hades

[color=#333300]▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
nasci loira meio ruiva, mas pintei meu cabelo totalmente ruivo, tenho olhos negros, sou magra, baixa,me acho a pessoa mais tímida e feia do mundo já que causo um certo medo,tento sempre ser notada, mas meus esforços são em vão, muitas pessoas me confundem com uma pessoa metida
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sempre gostei de Hades, me identifiquei com ele e seus filhos, assim como Hades não é aceito no olimpo eu não sou aceita pelas pessoas ao meu redor, me acostumei com a solidão, sou meio rancorosa, estressada e meio mandona
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Minha mãe tinha sido morta por minha madrasta quando eu era um bebê, desde então vou sendo cuidada por minha tia que é médica, eu estava com 8 anos,um dia chegou um homem dizendo que era um assistente social, eu abri a porta, minha tia estava trabalhando, seu nome era Hades, achei bem familiar então perguntei:
-Hades? como o do deus grego?
-sim! você gosta de mitologia?
-Amo! ás vezes me sinto parte dela
-Interessante, quais seus deuses favoritos e por que gosta deles?
-Hera, a deusa do matrimônio, mesmo que muitos não gostem dela ela ama Zeus e só é malvada por que como deusa do casamento ela tem que honrá-los , Ártemis, a deusa da lua e dos animais, ela é uma deusa casta, preserva os animais e a natureza e eu acho uma atitude linda, e...você...digo, Hades, temos muito em comum-disse sem jeito
- e o que você menos gosta?-ele perguntou parecendo feliz com a resposta
-Zeus, por ser tão impiedoso, incompreensível e infantil
-eu também não gosto dele, posso perguntá-la uma coisa?-ele disse
-já está perguntando, mas prossiga
-você..onde está seu pai?
-eu-abaixei a cabeça-não sei
-posso te falar uma coisa?-ele perguntou
-fale..
-Rocky, eu sou o verdadeiro deus Hades, seu pai-eu me desesperei e o abracei, no começo ele ficou sem jeito, quando vi eu estava chorando
-pai..mas, por quê?
-Os deuses não podem ver suas proles mortais-ele explicou- tenho que ir,eu prometo que volto amanhã-dito isso uma fumaça negra o envolveu e eu fechei os olhos, quando abri não estava mais lá,ele voltou no dia seguinte e explicou tudo a minha tia, quando completei 11 anos ele mandou duas fúrias me levarem para o acampamento meio-sangue

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Stanley Thomkins em Sex 27 Jun 2014, 00:30



Ficha de Reclamação




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Um pouco acima da média de estatura, chegando a quase 1,86 metros, com músculos definidos. Cabelo castanho claro combinando com os olhos azuis, ao mesmo tempo, dando um leve contraste com a pele quase morena.

Os ensinamentos da vida o levaram a ser sério e focado. Sempre que pensa em um objetivo tenta alcança-lo da melhor maneira, algumas vezes sendo necessário o uso do ditado “os fins não justificam os meios”.


▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque Apolo possui diversas habilidades a serem exploradas, também porque tem uma das armas mais interessantes. Obviamente, o arco.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Minha vida, apesar de poder ser invejada por desconhecidos, não é nada boa. Na escola me incluem em círculos sociais populares por ser atraente, porém não era ali que gostaria de estar, eles só falam sobre coisas fúteis ou informações de outras pessoas, só ignoro tudo que acontecesse ali. Se pudesse escolher um só lugar, para falar a verdade, não seria em nenhum.

Em casa também não tenho muito sossego, minha mãe às vezes tem surtos de loucura, por isso nosso “lar” é totalmente organizado por mim. Eu arrumo, lavo, passo, cozinho e ainda lembro de dar os remédios a ela.

- Aqui mãe, toma isso aqui. – Falei entregando o copo com a medicação.

- Eu não preciso disso! – Ela gritou dando um forte tapa em minha mão, derrubando tudo.

Infelizmente não era possível força-la a engolir aquilo, mesmo se eu fizesse teria cuspe no chão todo dando mais trabalho. Por isso ela ficava sentada no chão, olhando para a parede e dizendo que era “meditação”. Respirei fundo, realmente não havia nada que eu pudesse fazer além de limpar. Quando já estava indo buscar o rodo, ela segurou meu braço com uma força incomum.

- Seu pai está vindo, meu filho! – Disse olhando diretamente em meus olhos. - Eu posso sentir aqui. – E apontou para seu coração.

Enquanto o olhar dela ficava cada vez mais triste desviei o meu em direção ao arco encostado ao pé da minha cama. Aquela era a única lembrança de que eu tinha dele e, apesar de ser meu ganha pão em competições, não queria mais nada. Se ele estivesse aqui para apoiar a minha mãe, nada disso estaria acontecendo e minha vida seria muito melhor.

- Chega! Você acha que depois de te engravidar e fugir no dia do meu nascimento ele vai voltar? Tudo tem limite! Já se passaram quase 17 anos!

- Porque você ainda não entende que ele fez isso por nós? Para o meu bem, para o seu bem! – Nesse momento seu rosto estava coberto de lágrimas.

Mordi com força meu lábio inferior, eu tinha que me controlar. Então apenas tirei a mão dela de mim, peguei meu arco e fui andando em direção à porta. Eu não ia ficar nem mais um minuto escutando o que ela ia dizer sobre ele.

- Filho, você está ficando cada vez mais parecido com ele, porque não pode ser psicologicamente também? – Ela berrou em meio aos soluços.

Se ela quisesse proteger meu pai, tudo bem, era um direito. Mas me comparar e dizer que eu tinha que ser igual a ele? Lancei um olhar de repúdio. Eu até ia discutir, entretanto, olhar pra uma mulher ajoelhada, chorando e implorando por algo que não ia acontecer nunca me dava pena.

- Não me espere pro jantar. – Falei e fui embora, batendo a porta com força.

Naquele momento o que eu poderia fazer para me acalmar era treinar para futuras competições. Por sorte eu conhecia Kyle, uma espécie de “empresário” e também dono da casa de dois andares, o de cima tinha ficado para mim até as coisas se ajeitarem, já o de baixo era lugar de tiro ao alvo. Assim eu podia treinar o dia e a hora que quisesse.

Desci as escadas, mas ao invés de um lugar cheio de pessoas experimentando o esporte, tudo estava vazio com um silêncio muito agradável. Não sabia se devia me importar, logo peguei uma aljava cheia e fiquei bem longe de um alvo. Coloquei uma flecha no arco e ajeitei minha posição.

“ Só respirar e se concentrar.”

Fechei um dos olhos e exalei lentamente. Quando estava prestes a atirar som de passos produziram eco e redirecionei a mira para lá. Só que quem saía de local era o próprio dono com as mãos levantadas e um sorriso no rosto. Voltei à posição original e o alvo teve uma flecha cravada aonde deveria ser sua cabeça.

- É um dom! – Ele disse rindo. – Ah, e tem alguém te chamando lá fora, mandei entrar. Não parecia muito legal não, mas ela tinha um tom de voz bem forte.

“Ela?” – Pensei enquanto acertava uma flecha no peito do alvo.

Olhei para trás e era uma garota da escola. Ela alcançava meu peito, mas como sempre usava saltos ficava a altura do meu ombro. Seus longos cabelos ruivos combinavam com as sardas em seu rosto. Seus olhos eram azuis claros e seu belo sorriso estava quase sempre à mostra assim como seu decote. Todos a queriam, mas pelo que saía da boca dela não valia a pena.

Simplesmente a ignorei e voltei ao meu treino, que era muito mais importante. Pela visão periférica pude ver Kyle indo até uma porta em um canto escondido, demorou um pouco, pois ele mancava graças a uma flechada no joelho e logo fiquei a sós com ela. Agora teria que me controlar para não atirar nela se começasse com os assuntos chatos.

- Eu não sei o que você quer Stanley, mas eu sei o que eu quero! – Disse devagar.

Virei para trás e levei um enorme susto. Aquela coisa não era a Rachel de sempre. Na verdade não era a Rachel de nenhum dia. Sua pele estava extremamente branca, enquanto seu cabelo era apenas o fogo e seus dentes viraram presas. E o pior, agora tinha perna de burro e de bronze.

Por um momento fiquei paralisado devido ao choque. Mas o barulho de cascos batendo no chão me trouxe de volta. Como assim? Olhei para o lado e Kyle corria perfeitamente bem, porque agora tinha pernas de bode?!

- Sabia que esse dia ia chegar. – Ele exclamou soltando um balido de guerra.

Eu não sabia muito o que fazer, então parei de pensar e apenas agi por instinto. Comecei a atirar várias flechas na direção daquele vampiro estranho. Claro que errava algumas pela falta de concentração, porém as que davam certo não surtiam efeito algum.

- Você está usando o material errado. Deixa comigo. – Kyle gritou.

Ele correu rapidamente e em um instante acertou suas duas patas no peito daquilo, caindo de costas e logo levantando, ao contrário do monstro que foi a 4 metros para trás produzindo um enorme som ao acertar alguns arcos encostados. Logo corremos para fora, onde ninguém que caminhava naquela tarde fazia ideia do que acontecia, também não olhavam para a parte bode!

Do meio daqueles pelos ele tirou uma moeda de ouro e jogou na rua e, para combinar com o dia totalmente incomum ela afundou, dando lugar a um táxi com três estranhas mulheres dentro. Minha mente estava totalmente bagunçada e eu não fazia a mínima ideia do que poderia acontecer dali em diante.

- E a minha mãe? – Perguntei dando um passo para trás.

- Não dá tempo senão aparece mais, depois você fala com ela. – Ele disse abrindo a porta e me jogando dentro.

O caminho foi conturbado e ao mesmo tempo esclarecedor. Primeiro as três bruxas que dirigiam de um jeito louco, passando por meio de caminhões e acelerando nas curvas. Segundo por causa das frases do sátiro. Tudo fazia sentido. Meu pai era um deus grego, eu um meio-sangue e por isso não o conhecia, para não atrair monstros. Isso também explicava porque algumas vezes na infância achava que estava sendo perseguido ou então visto alguns vultos. No final quem estava com a razão era a minha mãe. Sempre.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 085-ExStaff em Sab 28 Jun 2014, 19:50



Avaliação



Nastya Winnick não reclamada — Nastya o maior problema de sua ficha foi o confronto com um BASILISCO, sem contar das ações que tem pouca profundidade e uma justificativa para fazer x ou para fazer y. Você tem ideia da periculosidade que este monstro possui?  E também, um basilisco não caberia em um armário, tendo o em conta o tamanho dele acho que seria necessário uma casa bem grande para ele caber dentro e um armário de cozinha não tem este tamanho, certamente.

Heinrich R. Hohenzollern reclamado — Uma boa ficha Heinrich, uma boa história com muita fantasia e mitologia com o toque de nobreza e países estrangeiros, só não gostei muito do final em que o garoto pega uma lamborghini e cruza países sem ter experiência no mundo afora – mesmo com a ajuda dos deuses... - e encontra Apolo tão facilmente...

Bem-vindo cria de Apolo.

Jack Crawford não reclamado — Primeiramente, punido por double post, poderia ter apagado o post e postado novamente em vez de postar duas vezes seguidas. Jack preciso que você refaça sua história incluindo uma pequena passagem onde explica como foi parar ali para eu entender melhor a situação, confesso que fiquei perdido e confesso também que não gosto deste tipo de breve história onde acordam já no acampamento e tem uma pequena interação ignorando o descobrimento do personagem em relação a sua ascendência. Quero que explique quem é Pendragon como foi citado no texto.


Direcionou a eles uma corrente, fazendo-lhes tombarem. Permaneceu a correr até ser parado por um centauro. O Pendragon bruscamente foi atingindo, caindo sobre o gramado. ─── Uma poderosa prole de Éolo. ─── O sátiro comentou, ordenando que os adolescentes o levassem à enfermaria. Também lhes mandou ter cautela. Ao despertar, estava cercado. Parecia ser o cantor de um espetáculo musical. ─── Você é um semideus, garoto. Qual o seu nome? Sou Kaira Dunkelhëit.


Ablon LightFire reclamado — Gostei da sua ficha Ablon, não teve muitos erros e não teve uma história incoerente ou exagerada, continue assim e sempre melhorando!

Bem-vindo filho de Éolo!

Gregory A. Romanov não reclamado — Gregory tenha em mente que filhos de Nyx exigem um padrão maior na ficha, seja descrição psicológica, motivo do progenitor ou história. Ao meu ver, não conseguiu alcançar o suficiente para ser reclamado e o principal motivo é a história completamente forçada e sem sentido. O filho fica irritado com o pai por mandar ele entrar? Okay eu já fiquei com os meus, mas acho que um semideus não atacaria assim mesmo que acidentalmente e convenhamos que a esfera foi acidental não o arremesso, se você tivesse explorado este problema e voltado no passado e contasse sobre a relação pai e filho até me convenceria mas não foi o caso. Também não acho que Nyx deixaria presentes nos cuidados do pai mortal para serem entregues ao filho na hora, geralmente eles ficam esperando no acampamento rara as exceções, mas novamente a pouca exploração da história e o enredo forçado não ajudaram.

Tente novamente e não desanime!

Leon Adams reclamado —  Ótima ficha Leon! Fiquei preso na leitura do início ao fim! Conseguiu adicionar a quantidade certa de emoções e dilemas do personagem e a crise de identidade é algo que tem sido ignorado por quase todos os players que postam suas fichas, mas você manteu isto e não fez nada exagerado e sim coerente e envolvente, meus sinceros parabéns! Apenas alerto você para pontos no lugar de vírgulas e vice versa, fora isso, muito bom, continue assim.

Bem-vindo filho de Atena.

Dylan B. Wallkevit reclamado — Você escreve muito bem Dylan e adiciona detalhes que geralmente os outros players deixariam por despercebido, gostei nisso. Sua escrita é leve e fluída, prendendo-me na leitura facilmente. O motivo eu gostei, finalmente alguém que fala realmente o que quer e não diz como "simpatizei" "gostei dos poderes" "admiro o deus", enfim parabéns por isso. A história não teve grandes exageros e teve certa carga de emoção, portante foi aprovado, bela ficha.

PS: Recomendo outro tipo de fonte, este estilo de letra é ruim e para pessoas que não tem boa visão (como eu) fica ruim de ler, fora isto, ok.

Bem-vindo cria da Guerra!

Chloe Hartbenner não reclamada — Sua ficha quase foi aprovada Chloe, mas as cores berrantes que atrapalharam – e muito – a leitura, o enredo sem profundidade com palavras fora de lugar de acordo com a situação, o pouco aprofundamento dos personagens envolvidos, a facilidade no combate contra um monstro e a falta do "baque" após a garota descobrir quem é verdadeiramente me fizeram reprová-la, portanto, peço que revise os pontos destacados e tente novamente pois creio que conseguirá na próxima tentativa se revisar tais pontos. OK

Não desanime!

Leonidas Water não reclamado — Leo, te chamarei assim agora porque Leonidas eu acho meio estranho...anyway... Te reprovei pelos mesmos motivos da Chloe – exceto a cor berrante – o enredo muito raso, forçado e sem emoções incluindo a falta de emoções e sensações após a descoberta. O personagem acaba de enfrenta um cão sanguinário do inferno com dentes de quinze centímetros quase e afiados como navalhas, e que consegue viajar pelas sombras e no final se preocupa com um filme? Sem contar que um Cão Infernal é poderoso até mesmo para um semideus de nível 10-15, um semideus que acaba de descobrir seu progenitor enfrentar tal criatura seria praticamente suicídio, mas... Criou a situação do professor o que justifica em parte a incoerência, mas curando – parcialmente – uma incoerência esqueceu-se de outra. Quem é o professor? Como ele apareceu ali? Eles tinham uma relação? Ele é um sátiro experiente? Tendo em conta é claro que no texto já transpareceu a idade adulta e experiência, sendo que sátiros experientes não resgatam semideuses e sim saem pelo mundo à procura de Pã e outras coisas mais...

O texto ficou desorganizado, às vezes, não consegui distinguir fala de narração tendo que reler a linha do texto toda para assimilar direito. Pecou em pontuação também e horrivelmente em organização. Revise os pontos que citei por favor e assim que estiver pronto, tente novamente.

Não desanime!

Louis Montréal reclamado — Uma ficha regular, comum. História rasa mas bem escrita e deixa sub entendido algumas partes, só não entendi o dos sorrisos e cantigas. Foi um feitiço de Hécate? Ela apagou a memória deles temporariamente? Ou os desviou daquele fato com magia? Na próxima não se esqueça dos pequenos detalhes, mesmo sendo pequenos, eles às vezes, são suficiente para condenar ou não um bom texto.

Espero que na sua trama planejada apareça o seu irmão oposto.

Bem-vindo filho de Hécate.

Rocky Ochoa não reclamada — Para ser filho de um dos Três Grandes (Zeus, Poseidon ou Hades) é necessário um teste realizado num concurso que é disponibilizado de tempos em tempos no fórum.

Boa sorte!

Stanley Thomkins — Boa ficha ficha Stanley, não foi algo ruim e também não foi algo fantástico, mas mesmo assim uma boa ficha. Não encontrei erros durante a leitura. Tem uma escrita fluída e fácil entendimento e isto é bom, parabéns!

Bem-vindo filho de Apolo!

Aguardando atualização.


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Re: Ficha de Reclamação

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