Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jack O. Frost em Qua 30 Jul 2014, 17:53




They never really believed in you
Filho de Quione


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Quione

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas - Jack tem cabelos lindos de uma coloração branca como a neve recém caída e estatura alta, com os olhos com uma cor azul safira brilhante que parece poder mostrar todos seus sentimentos como uma livro aberto, sua pele é pálida fazendo que pareça ser frágil que assim facilmente engana as pessoas.

Emocionais - Jack é um garoto rebelde, faz o que quer quando quer, respeita apenas quem ele acha que merece. Um garoto brincalhão, ele sempre foi chamado de praga na cidade onde morava por causa de suas brincadeiras, por causa de ser magro ele é consegue facilmente escapara de alguém e ser furtivo como um gato. Na maioria do tempo ele é despreocupado e tranquilo.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu quero recriar a vida do personagem Jack Frost, por causa de seus poderes sobre o gelo e a neve Quione é a deusa que mais se destaca, alem de que eu sempre tive um interesse pela deusa na mitologia.

▬ Relate a história da sua personagem -
E
Em uma floresta o vento uivava ao lado de um garoto, seu nome é Jack... Jack Overland Frost para ser mais exato. Jack tem cabelos brancos como neve recém caída, olhos azuis impressionantes, e pele pálida. Ele tem uma estatura alta. Sua roupa é um suéter azul com capuz, geada coleta em torno do anel do colar e calças desgastadas e esfarrapadas amarrados com um material mais leve a partir do joelho, e está descalço andando tranquilamente pela floresta com o manto da noite sobre sua cabeça. A lua soltava um resplandor lindo banhando todos em sua luz prateada.
Jack olhou para a lua e sorriu, segurou seu " cajado " que era um longo pedaço de galho que facilmente ultrapassava seu tamanho, o galho tinha o estranho formato de um gancho na ponta. Ele apoiou o cajado no ombro e voltou sua atenção para sua frente onde um lago congelado se mostrava com toda sua elegância. O garoto foi até o lago e começou a patinar com seus pés descalços com um sorriso brincalhão no rosto.
A cada minuto que passava apreciando a vista as memorias de seu passado voltavam a tona com poder total.
A infância de Jack foi difícil, sua família era muito pobre então ele era obrigado a ajudar seu pai a fazer vários tipos de trabalhos, e para dificultar mais ainda ele tinha uma meia-irmã. Ele a amava e sempre cuidou dela com carinho. Mas tudo mudou quando Jack caiu em este mesmo lago congelado, ele saiu vivo de algum jeito... Mas sua família tinha misteriosamente desaparecido.
Ele nunca entendeu o que tinha acontecido naquele dia, sua casa, seu pai, sua irmã, sua vida simplesmente desapareceram.
Sorrindo tristemente ele se virou e olhou para a figura ao lado de uma arvore.
Vamos logo para esse tal acampamento - gritou sorrindo para o sátiro que desde o inicio o estava esperando.
O sátiro sorriu antes de disser as palavras que nunca esqueceria - Vamos... Filho de Quione.
Olhou para cima, sem duvida um floco de neve flutuava acima de sua cabeça mostrando para o sátiro sua mãe divina.



Jack Frost

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Jack O. Frost
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sebastian J. Galagher em Qua 30 Jul 2014, 22:00

▬Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Apolo

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Físicas

Cabelos loiros , olhos castanhos-escuros , pele levemente bronzeada, corpo forte e atlético , altura média (1,75 aproximadamente) e peso (57 kg)

▬ Emocionais

Não sou de me misturar ,prefiro ficar na minha , não procuro amigos , mas quando encontro , escolhos aqueles amigos com base nos suas gestos , na forma de pensar e principalmente pela honestidade , sou tímido e não costumo sair muito , pelo contrário , adoro ficar em casa e fazer coisas que amo como por exemplo ouvir músicas e desenhar , não costumo perder minha paciência tão facilmente , gosto de prestar favores aos amigos e pessoas próximas, sou justo , defendo meus amigos quando estão certos e aconselho quando errados . Sempre procuro ajudar no possível os amigos e resolver um problema usando a razão.
▬ Por quê esse deus deveria reclamá-lo?

Apolo sempre foi minha inspiração, sempre me achei parecido com ele, mais a característica dele que mais me acha a atenção é sua habilidade com o Arco. Apolo sempre foi preciso, em todos os sentidos. Em suas ações boas, mais também nas ruins. Eu me sinto um filho de Apolo, sei ser tão preciso como uma flecha,mais também cruel como o sol quente. Também gosto muito de escutar músicas e cantar , tenho uma ótima voz (na minha opinião ) e sempre passo minhas horas vagas desenhando qualquer coisa que vêm a minha mente , embora não desenhe muito bem. Me identifiquei muito com a história dele e desde então ele passou a ser o deu que mais acho incrível e maravilhoso


☼ Eu nunca quis ser um meio-sangue, mas nasci assim ☼

As ruas estavam cheias de bandeiras com as cores da bandeira americana e as lojas estavam cheias de pessoas correndo em todas as direções comprando enfeites para o 4 de julho. O sol ardia sobre nossas cabeças e as sorveterias dos parques estavam suportando toda a cidade em seus bancos e balcões. As calçadas estavam abarrotadas de pessoas querendo ter uma visão mínima do desfile de balões e as piscinas de condomínios estavam sendo aquecidas naturalmente por causa da grande quantidade de pessoas ali dentro.
   Estava apoiado no parapeito da janela de meu quarto adotivo enquanto minha meia-irmã mais nova, Mia, penteava seus longos cabelos encaracolados ruivos e os prendia fio por fio em uma trança que parecia não ter fim. Ela me olhava com expressão de pena e uma fina camada de água cobria seus olhos, borrando a pequena quantidade de rímel que havia em seus olhos e fazendo-a parecer um guaxinim.    
   -Sente saudade de seus pais de verdade Sebastian ? -ela perguntou e logo voltou a prestar atenção em seus cachos.

   Senti minha pele ferver, não que eu não gostasse de Mia, mas perguntas sobre meus pais sempre foram um assunto pessoal. Tirei meu boné dos Yankees com relutância e o apoiei na maçaneta da porta.

   -Mia por favor...

   -Não tem problema, só fiquei um pouco curiosa
Voltei a olhar para as famílias andando pelos parques e pensar em como devem ser felizes.
   Interrompendo meus tristes devaneios, A bruxa que ousou e me recolher em sua moradia, minha madrasta, entrou no quarto. Usava suas roupas negras de sempre e segurava um pano com suas mãos.

   -Levante-se Sebastian, meu escritório está um nojo e a empregada faltou hoje para passar um dia inútil com sua família. Sugiro que ande logo, quero que esteja limpo antes que eu chegue do almoço em família - sorriu para Mia por um instante e vi algo passar pelos seus olhos. Seria amor? Impossível, Rachel nunca amaria ninguém em sua vida, nem mesmo sua filha Mia. -Ah, e claro, se estiver com fome, tem algumas balinhas de hortelã na quinta gaveta de meu escritório.

  Ela sorriu cinicamente e fez um gesto para que eu a acompanhasse.
  Entramos no escritório e ela deixou o pano apoiado no criado mudo. A sala estava uma zona. Papéis espalhados por todo o chão de mármore, tinteiros abertos na mesa de vidro, computadores manchados, janelas empoeiradas e o espelho quebrado. Não pude evitar um suspiro.
 
  -Comece pelas gavetas. -disse sem olhar para mim, sentando-se no sofá vermelho sangue.
 
  Logo que abri a primeira gaveta encontrei uma coisa que chamou minha atenção. Uma foto. Dois homens, o da direita era loiro e possuía olhos cor de mel. Seu sorriso era tão intenso que era como ele irradiasse o sol. Ao seu lado havia um senhor de cadeiras de rodas, com barba bem aparada e com um cobertor em seu colo.

 -Quem são? -perguntei mostrando a foto para minha madrasta.

 -Ora céus! Esqueci que essa foto estava aí -ela fingiu surpresa -Esse é seu pai minha querida.

 -E o senhor que está ao seu lado?

 -Não devia estar falando isso garoto, mas esse aí é o homem que te fez um órfão, ele é o assassino de seu pai. Eles sempre se encontravam aqui, para assistirem o desfile de balões.
-Ele...matou meu pai? -não deixei as lágrimas atravessarem meus olhos.
Ela assentiu.
Minha cabeça explodiu de ódio. Sempre fui vingativa, sempre caminhei  um um passado contínuo onde todas as mágoas e rancor ficavam guardados. Senti meus olhos brilharam de fúria de repente as lágrimas não estavam mais lá. Levante-me em um movimento rápido e disse a Rachel:

 -Sinto muito senhora, mas tenho coisas mais importantes para fazer.

 Corri de volta ao meu quarto, abri meu armário e retirei de lá a única lembrança de meus pais, uma faca.
 Saí pelas ruas de Long Island. Atravesse multidões até escurecer, talvez Rachel mentira, ele não estaria aqui, era só uma desculpa para me incriminar de não ter limpado seu escritório.
 Emfim apoiei-me  na parede de um beco, minha jaqueta encobria uma blusa vermelha que vestia, mostrando apenas minha calça jeans e tênis brancos, os quais eu costumava vestir. Passei a meu pela minha nuca entediado pelo fato do assassino não aparecer. Queria correr, queria ação, eu queria matá-lo.
 Fiquei um bom tempo assim, até que vi minha vítima passar. Seria fácil, ele andava de cadeira de rodas e eu o alcançaria facilmente. Estava torcendo para não ter receio de acabar com a vida dele, eu mantinha  minha raiva no nível máximo, para que eu não tivesse pena de vingar o que ele fez com meu pai. Rodei minha faca na mão esquerda e a coloquei por debaixo da jaqueta enquanto saía das sombras da construção em direção ao homem que deveria ser morto. Os olhos dele me encontraram no meio do caminho, e pude ver claramente que ele sabia porque eu estava ali.
Ele saiu apressado, com uma expressão assustada e movendo seus braços rapidamente para me despistar. Corremos por entre a multidão novamente, a qual estranhamente apenas dava passagem para nós. Até que vi o homem entrar dentro de um clube abandonado na cidade. Esbarrando em pessoas que caminhavam por ali, acabei perdendo-o de vista.

 -Esqueça de seus objetivos Sebastian -ouvi um barulho mecânico atrás de mim, era ele, o senhor de cadeiras de rodas - Não sou eu o vilão aqui.

 Então do meio das sombras das árvores saiu Rachel, a madrasta psicótica, e murmurou algo em uma língua estranha que nunca tinha ouvido antes. Logo após essa cerimônia nada agradável , ela se transformou em um animal bizarro , sua pele tinha a cor amarelada e tinha uma  par de asas escuras e esquisita em suas costas

 -Minha adorável enteada, sinto lhe informar mas você não terminou de arrumar meu escritório.
Gritei. Senti o ar de meus pulmões irem embora. Minha garganta ardia, minha perna tremia, meu corpo pinicava, e meu coração explodiu.
Recuei alguns passos até atingir uma cadeira de rodas vazia. Olhei para trás assustada, o velho não estava mais sentado. Aliás, não havia mais velho, mas sim um homem. Quero dizer, um homem embutido em um cavalo, ou um cavalo embutido em um homem. Que seja.

  -Onde está seu protetor incompetente Sebastian ? -perguntou com voz afetada
  -Cuido dele pessoalmente Espírito da tempestade! -murmurou o centauro.
   -Calado Quíron! -disse ela quase cuspindo o nome dele - Já matei a mãe dela, e se me der licença gostaria de cuidar da filha também.

Olhei assustad para todos os lados. Aquilo não podia estar acontecendo.
Senti minha vida ir embora. Na verdade, perguntei-me se eu de fato havia vida para me lembrar. Aquela mulher matara minha mãe e estava disposta a me matar também. Ela realmente iria, se eu desistisse, coisa que eu dificilmente faço.
De repente minha voz saiu, e me ouvi dizendo uma coisa que minha covardia jamais permitiria.

-Com licença, cavalinho, essa luta é minha.

 Avancei com a a faca em punhos, enquanto a lâmia corria em minha direção também. No último minuto, escorreguei para a esquerda, passando a lâmina na lateral do corpo do monstro. Viramos no mesmo momento enquanto sangue espirrava no corte feito em seu tronco. Ela atacou-me com suas garras obrigando-me a caminhar para trás enquanto desviava e defendia-me com a adaga. Um momento de descuido fez com que a garra da mulher-monstro atingisse-me no braço abrindo um corte não tão profundo, porém que doía bastante.

A lâmina traçou um corte horizontal, fazendo com que o monstro tivesse que afastar-se. Continuei com estes golpes: horizontal, diagonal, vertical, diagonal, diagonal… A cada passo  que ela dava para trás, mais perto ficava de uma grande árvore bem atrás de si. Um último golpe e ela enfim encostou as costas na árvore, notou seu erro tarde demais, já que no segundo seguinte uma adaga cortava-lhe o corpo em dois partindo-lhe da asa esquerda até o começo de sua patas. Ela não teve tempo de gritar antes de transforma-se em um pó dourado.

   Olhei abismado e um pouco atordoad para o centauro.
   Ele me deu a mão e meu colocou sobre se corpo peludo de cavalo.

   -Não se preocupe, não sou um assassino. -ele olhou pra mim- vou te levar para um lugar seguro, o acampamento meio sangue.
-Acampamento mãe de quem?
-Um acampamento para treinar pessoas especiais como você. Filhos de deuses gregos, guerreiros corajosos, heróis do Olimpo...
-Filhos de deuses gregos?
Me senti confuso, mais do que estava a minutos atrás. Eu acabara de matar um monstro, tinha transformado-o em pó. Guerreiros corajosos, a voz de Quíron falava na minha cabeça, filhos de deuses gregos.
Uma lembrança me veio em mente. Eu estava em um parque, tinha apenas 5 anos, e uma mulher loira estava ao meu lado, com expressão apavorada. Corríamos de algo, um homem alto e vermelho. A mulher do meu lado gritava e atirava tudo que havia pela frente no grande monstro.
-Nem os monstros mais vorazes do submundo poderia me fazer desistir de Sebastian. -a mulher gritava. -Hades nunca terá o que quer, e mesmo que tenha jamais será devido a minha desistência.
Ela me deixou sentada na escada de um orfanato ao lado da praça, e avançou com um galho para cima da criatura.
Porém foi lenta demais.
O monstro a derrubou com com um só golpe, e ela caiu com olhos arregalados no chão. Olhos que jamais enxergariam algo novamente.
Voltei para o presente..
Para onde mais poderia ir? Morar na rua? Arrumar emprego de lixeiro ? E o que aconteceria com Mia?
Em um piscar de olhos essas dúvidas se foram em um grande sorriso, seja lá o que essa maluquice for, sei que terei algo que nunca tive, e se tive não me lembro...Um lar.
Pois se algo der errado, sempre me lembrarei do que a mulher havia feito por mim, e eu estava completamente disposto a encarar o que viesse para fazer algo por ela também.
Sebastian J. Galagher
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Reclamação a Thanatos

Mensagem por Tanatosu Mors em Qua 30 Jul 2014, 23:05

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
 Desejo ser reclamado por Thanatos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
  Cabelos negros como a noite, pele clara como a lua, Olhos vermelhos como o sangue e 1,82cm de altura.(até rimou)
  Frio, Focado e Seco. Meu personagem não gosta de pessoas, principalmente pessoas más e inuteis.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
  A morte é um presente que ganhamos após cumprirmos nossa missão nesse mundo, e não ninguém que represente melhor a morte do que ela mesma. por isso quero ser parte da prole de Thanatos.
▬ Relate a história da sua personagem

  A morte... se você olhar por um diferente ponto de vista, o meu ponto de vista, você vera o grande presente que ela é. Imagine-se vivendo nos campos Elísios, bebendo das cachoeiras de vinho e dormindo sob o sol do meio dia... mas também pode ser um castigo horrivel para aqueles que se acham espertos como Sisifio e que também foram pessoas despresiveis durante sua vida.
  Vamos falar sobre a minha história, eu nasci na inglaterra numa cidade pequena e inutil, a unica pessoa descente de lá era a minha mãe, ela estudava tanatologia ela adorava tanto isso, ela também adorava o deus Thanatos. A mãe dela estava morrendo e ela não sabia oque fazer, ela pediu ajuda a Thanatos mas ele nada fez. A mãe dela morreu e ela ficou muito triste, Thanatos veio e teve uma relação com ela e foi embora e assim eu fui concebido.
  Quando nasci, Thanatos apareceu e derramou uma gota de sangue em cada um dos meus olhos, oque fez com que eles ficassem vermelhos. Então ele disse:
-Eu thanatos te marco como meu filho.
  E após dizer isso ele foi embora.
[...]
  Quando eu tinha 7 anos de idade eu e minha mãe estavamos voltando para casa a noite, quando derrepente ouvimos o som de um tiro vindo de um beco a nossa frente. Minha mãe foi ver oque havia acontecido e foi ai que vi a pior cena da minha vida... Ela havia levado um tiro bem na testa, o homem que havia dado o tiro saiu do beco e me viu. Ele ia dar um tiro em mim, mas um policial apareceu e ele fugiu, eu corri para perto de minha mãe, e então espiritos de mulheres muito feias vieram e a levaram.
  Então aquele dia eu prometi matar todos os homems maus e despresiveis que aparececem na minha frente, principalmente aquele que matou minha mãe....
[...]
 Eu cresci viajando e matando estes homens, um dia cheguei a uma cidade onde havia uma mansão cheia de homens maus, eu peguei meu facão e um revolver e comecei a matança.
  Ja havia se passado e eu ja havia matado muita gente, a casa estava cercada por policiais, e só restava uma sala. Eu arrombei a porta e la estava ele, o homem que havia matado minha mãe.
Eu:
-Vo-você!
Ele olhou para mim, riu e saiu correndo por uma porta que dava no terraço. Em cima do terraço o céu estava quase que totalmente escuro só com a lua cheia brilhando lá em cima. Assim que sai pela porta uma brisa fria soprou meu rosto e o homem salto por traz de mim e me acerto com um extintor de incendio nas costas. Corri para beirada, me virei e disse:
-Você! VOCÊ MATOU MINHA MÃE!
Ele:
-Do que você.... atha.... aquela cadela, sim eu matei ela com muito prazer!
 Lagrimas escorriam pelo meu rosto, eu apontei a arma para ele, derrepente o som de um tiro soa no ar. Minha arma não havia dado aquele tiro, um capamga dele que estava na porta havia me acertado um tiro.
  O sangue manchou minha camisa branca, o homem riu e disse:
-Garoto estupido, achou que me mataria? você matou todos meus empregados, queime no inferno!

  Com minhas ultimas forças acertei um tiro bem no meio da testa dele, a força do disparo me jogou para traz e cai de lá de cima. Enquanto caia, as lagrimas escorrendo pelo meu rosto, o sangue saindo da ferida, enquanto tudo ficava escuro eu disse:
-Eu lhe vinguei mamãe, posso descansar em paz agora. Eu te amo... mamã......
[...]

Abri meus olhos e eu estava a beira de um rio, o chão parecia ser coberto por cinzas e tudo era cinzento. Na beira do rio que tinha uma escura havia um homem em uma canoa, eu me aproximei e lhe perguntei:
-O-olá? quem é você? você pode me ajudar?
Caronte:
-Eu sou caronte, você tem dinheiro?
Eu:
-Não.
Caronte:
-então vá embora garoto estupido.

  Eu me irritei, pulei em cima dele e o derrubei n'água e quebrei seu remo. Ele rogou pragas a mim e me mandou embora de lá, tudo ficou escuro e eu cai.
  Tudo estava Escuro, um homem com cara de sono apareceu e disse:
-Eu sou Hypnos, Deus do sono e sou seu tio. seu pai não pode falar com você então me mandou lhe dizer que vá para o acampamento, só siga seu estinto.

 Acordei e estava numa floresta, me virei para uma direção e comeceia ir nessa direção até que cheguei no acampamento.

(Quero Death a foice da morte como presente por reclamação)
Tanatosu Mors
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Ficha de reclamação

Mensagem por Shayne Robert Jackson em Sex 01 Ago 2014, 15:53



Shayne R. Jackson
Please, I'm much better than you
 
Por qual deus deseja ser reclamado?
Afrodite, deusa do amor e da beleza.

Aparência e personalidade!
Shayne tem cabelos loiros prateado em um corte meio tigela, é longo e meio ondulado, mas nunca é reparado por causa de seu pequeno rabo de cavalo que está sempre a fazer. Ele tem aparência coreana por isso tem olhos puchados e uma bochecha grande, sem falar de seus lábios arrozeados. Seus olhos são heterocromáticos e ficam mudando muito de cor.
Ele é um garoto esnobe, arrogante, divo e todos os sinônimos para essas mesmas palavras. Ele é irritadinho e pavio curto por isso fica irritado com qualquer coisa.

Porque quer ser reclamado por esse deus?
Porque é a deusa que mais se encaixa nos padrões de alguém tão egocêntrico e até mesmo esnobe quando o jovem Shayne. Além de que... Sempre quis fazer uma ficha para Afrodite, para ver como seria enfrentar as dificuldades do jovem de beleza estrema!

História:
Shayne acordou normalmente. Colocou sua roupa escolar e saiu de casa. Morava sozinho há um tempo, desde que seu pai resolveu voltar à Coréia ele ficou sozinho, raramente recebia visitas da avó, mas era muito caquética e por isso esquecia dos dias de visita.
Entrou na grande Ferrari que seu pai lhe deu e foi em direção a escola. Shayne nasceu numa família de ricos, seu pai era um K-poper de uma banda famosinha e por isso acumulou muito dinheiro. Sua mãe, ele não sabia nada sobre ela a não ser que era uma modelo que o engravidou por acidente, ou seja, foi apenas um acidente.
Naquele dia a escola estava vazia e havia poucos alunos, de acordo com o diretor o bolo da cantina estava estragado e todos que o comeram passaram mal. Sorte que naquele dia Shayne ainda estava em sua pesada dieta de salada e frutas.
Quando o loiro se aproximou todos deram espaço. Todos sabiam como ele era e a influencia que tinha sobre a escola então o lema era “Seja amigo dele ou apenas não se meta”. O garoto passou direto pelos poucos alunos, alguns até resolveram encará-lo de raspão para apreciar sua beleza porem outros resolveram ficar olhando ao chão calados.
Naquele dia todos seus amigos haviam faltados, pelo jeito comerão bolo. Algo que o garoto negou já de começo, primeiro “Populares não comem bolo, engorda” segundo “Porque gastar dinheiro com a cantina se pode muito bem pedir para seus mordomos fazerem a comida?”.
Passou direto e foi à sala de aula se sentando no seu lugar destinado. Lentamente os alunos que sobrarão entravam. Em um momento três garotas adentraram o local, essas todas belas e sorridentes, tinham cabelos ruivos e todas a mesma altura que não era assim de se admirar.
Deveriam ser transferido porque nunca em sua vida que Shayne viu aquelas feiosas na escola. O garoto se espreguiçou e ficou esperando mais alunos entrarem. Mas o ultimo que entrou foi apenas um garoto alegrinho e moreno de muletas que insistia em ser amigo do garoto.
- Ola Shayne-kun!- o garoto odiava que fizesse isso com ele. Só porque era meio coreano ficavam toda hora falando “Olá Shayne-kun!” “Ola Shayne-san” “Ola Shayne-chan!”. O garoto fuzilou o de muleta que apenas soltou uma gargalhada - Vai voltar com alguém para casa?
- Eu tenho um carro, sabia? – disse o garoto como se fosse à coisa mais importante do mundo -Se quiser eu te levo – disse meio que forçado. O outro sorriu abobalhado e logo foi saltitando a sua carteira. Shay cruzou os braços por cima de sua carteira e ficou esperando o sinal tocar. Nada daquilo mudaria sua vida, ele seria um modelo obviamente, ninguém discordava, mas continuavam a forçá-lo a ir a escola. Além do mais o garoto tinha Dislexia e tinha dificuldade no aprendizado por causa de seu déficit de atenção!
O sinal do recreio tocou e Shayne ficou parado na sala, seus amigos não tinham vindo e por isso não teria a necessidade de sair daquela medíocre sala. Ficou com as pernas tacadas por cima de sua carteira e começou a mordiscar algumas frutas que estavam em sua mochila.
Logo as três garotas aparecem.
Elas estavam sorridente e olhavam para Shayne com um olhar que lembrava esfomeados ou estavam apenas o comendo com o olhar como todas as garotas. Shayne a encarou e logo um borrão passou por sua cara deixando um corte.
O garoto botou os dedos no corte e ficou em pânico.
- Quem foi a desgraçada que fez isso no meu rosto?- disse bravo. Logo as garotas baixinhas viraram pequenas mulheres passaro de penas vermelhas e logo em uma revoada começaram a atacar o garoto com suas patas de galinha afiadas.
- AAAH! – gritou Shayne com mais penas em sua boca aberta. Mais cortes iam se formando na sua roupa e ele estranhava ninguém estar a ver o barulho ensurdecedor que as tais mulheres faziam – Que merda é essa, porque do nada vocês viraram galinhas?
O garoto se encolheu mais e logo apenas sentia os cortes surgirem e do nada. Rapidamente os cortes pararam e a única coisa que Shayne escutava era um grito e a voz do garoto de muletas falando “Vaza daqui suas galinhas feiosas!”.
Quando os gritos pararam Shayne revolveu olhar para cima. Não havia nada além de poeira rodeando o local, as carteiras foram viradas e tudo estava uma bagunça e no meio disso estava Shayne abaixado com medo.
- Está bem? – disse o garoto estendendo a mão ao garoto que a segurou e a levantou de cabeça ainda erguida. Não respondeu anda apenas bateu com tudo em suas roupas tirando a poeira que se acumulou – Está bem, Shayne?
- Sim...
- Não quer saber o que aconteceu? – perguntou o garoto e logo Shayne meio bravo concordou com a cabeça – Você é um semideus, filho de quem não sei. Nunca se perguntou onde sua mãe estava? Ela é uma deusa olimpiana e você é filha dela. Monstros existem e esses que te atacaram eram harpias - Shayne escutava atentamente e tentava relacionar as coisas, mas nada disso poderia ser real... - Esse mundo é real e por isso você existe. E agora me de as chaves de seu carro.
-Porque eu daria as minhas chaves a um ser tão inferior?
- Porque eu vou te levar ao local onde será protegido! O acampamento meio-sangue!

com: alguém onde: aqui vestindo: isso post: 000

@lilah
Shayne Robert Jackson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chanel Oberlin II em Sex 01 Ago 2014, 18:57


son of aphrodite
Luca S. Milano






▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Afrodite

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Luca é um cara descolado. Ou melhor, o descolado. Tem 1,80 de altura, cabelos castanhos e olhos azuis. É musculoso, por conta de seus exercícios matinais, ou melhor, vôlei com os amigos. Sempre procura se vestir da melhor maneira possível, sempre com as roupas mais caras, perfumes mais caros, sapatos mais caros, e etc.

Psicológicas: Luca é um garoto que está na moda. Procura sempre se atualizar na questão beleza para homens, e não se considera um coxinha, como todos falam, apenas vaidoso. Por conta de sua vaidade, quase sempre é julgado como um garoto rude e fútil, mas por debaixo desse garoto "coxinha", existe um coração bondoso, amigo e leal, sempre disposto a ajudar os outros.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Afrodite é muito mais do que beleza, e pretendo demonstrar isso com o meu personagem, já que ele não é só beleza e roupas de grife.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

- Luca, acorde. – pediu seu avô, cutucando o garoto.

Luca não estava com a menor vontade de acordar. Pelo contrário, os cutuques de seu avô lhe davam mais sono ainda.

Era domingo, e a prole de Afrodite estava em seu terceiro dia de viagem nos Estados Unidos. Estavam hospedados em um hotel em Long Island, próximo à uma floresta de pinheiros. De tarde, iam até Nova York e faziam compras. O jovem estava acompanhado de seu avô e seu pai, uma viagem entre homens. A questão é se Luca poderia ser chamado de homem.

- Tem um menino na porta do apartamento. Ele disse que é seu amigo. – disse o idoso, cutucando mais ainda o neto.

Aquela informação fez o filho de Afrodite abrir os olhos. Não tinha amigos nos Estados Unidos. Não conhecia ninguém lá. Poderia ter pisado no pé de alguém no parque da Disney, ou até pegado a última peça de roupa bonita da loja. Mas como iriam localizá-lo se isso acontecesse?

Ele levantou da cama com um pulo, nem ligando para o fato de que ia atender a porta de pijama. Normalmente, ele não fazia aquilo. Ou melhor, nunca fez aquilo. Ele correu até a porta do quarto, e a abriu, com um pouco de receio. O garoto que estava á sua frente não era grande coisa. Tinha cabelos negros cacheados, e estava com regata e calça. Calça? Estava o maior calor do mundo, e aquele garoto estava de calça.

Aquilo perturbou a mente de Luca. Não sabia falar inglês direito, mas forçou o máximo que podia para dialogar com o garoto.

- Quem é você? – Perguntou o garoto, tremendo, com medo da resposta.

- Eu sou Harry. Não sou seu amigo, mas preciso ter uma conversa séria com você. Pode sair do quarto? – Luca só entendeu a parte do conversar, sair e apartamento.

A prole de Afrodite se deu conta de que seu avô o observava. Harry deu uma olhada entre a porta, e percebeu o olhar do idoso sobre ele.

- Preciso falar com seu avô. – Pediu Harry, em uma língua estranha. Grego antigo. Por algum motivo, Luca entendia a língua que o garoto falava. Harry estava com um dicionário de grego antigo na mão, mas aquilo não importava.

O semideus fez um sinal de positivo, e mandou o estranho entrar. Sentia que podia confiar nele. Alguma coisa estava lhe dizendo. Harry se dirigiu ao avô do jovem, e começou a falar.

- Precisamos levá-lo ao acampamento.  – Disse o garoto estranho.

O avô de Luca entendeu o que Harry queria dizer. Ele já sabia quem o garoto era. Suspeitava que fosse um sátiro, para levar seu neto ao acampamento. O pai de Luca havia lhe contado tudo sobre Afrodite.

- Luca, confie nele. Faça tudo o que ele disser. Vá com ele até um acampamento. – Disse o idoso. Ele acariciou os cabelos da prole de Afrodite, e fez um gesto para que fosse.

O garoto fez um aceno com a mão, e percebeu novamente que estava de pijama. Como iria para um acampamento de pijama? Ele se dirigiu ao quarto, e trocou de roupa, rapidamente. Vestiu uma camiseta polo vermelha, bermuda jeans branca e tênis esportivos azuis.

O sátiro bateu com as mãos na testa, e saiu do quarto, com Luca atrás dele, para fechar a porta. Iriam para algum lugar. Assim que saíram do hotel, os dois pegaram um táxi, e foram para os limites da parte urbana da cidade. Depois daquilo, floresta. Meio-sangue e sátiro caminhavam juntos pela beira da estrada. A prole de Afrodite reclamava o tempo todo sobre o suor, o calor, os pernilongos, e etc. Harry apenas se limitava a dar um tapa na testa. Até uma colina os dois subiram. Luca só tinha ido por que seu avô tinha mandado. Ele normalmente não subia colinas enormes no meio de uma floresta de pinheiros. Quando os dois chegaram ao topo, a prole de Afrodite deixou o queixo cair. Nunca tinha visto aquilo antes. Aquela imagem era uma das mais belas que tinha visto.

- Bem-vindo ao seu novo lar. Bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue!


Adendos:
O nome da conta é Bella S. Gray, mas postei na atualização de nome http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t9050p255-mudanca-de-nome#222872 como Luca S. Milano. Espero que não tenha problema.

Luca é italiano, por isso está citado no texto que ele não entende inglês direito.




Tks Tamy!

Chanel Oberlin II
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Florence E. Quinn em Sex 01 Ago 2014, 20:37


Ficha de Reclamação

— Por qual deus você deseja ser reclamada? Hypnos.

Cite suas principais características físicas e emocionais: Florence é uma mulher alta, medindo 1,77. Costuma apresentar seus shows usando saltos altos, que deixam-na mais alta ainda. Possui um rosto marcante, que você vê uma vez e nunca mais esquece, o que é bem útil para sua vida de artista. Seus cabelos loiros e longos estão sempre soltos, que caem estranhamente bem com seus óculos pretos. Seu nariz é levemente torto, bem levemente, por causa de uma briga a qual se meteu quando era mais jovem. Não se incomoda com esse pequeno defeito, porque muitos dos homens e mulheres que elogiam-na após suas apresentações comentam sobre sua beleza. Seus seios não são muito grandes, mas também não são muito pequenos, deixando seu corpo harmonioso e curvilíneo.

Florence também é muito calma e pacífica. Talvez seja porque seu pai adotivo batia nela e em sua mãe, talvez porque cansou-se de apanhar por aí e estragar sua face. Sempre tendo uma paciência enorme, provavelmente sendo um pouco barulhenta demais. Em qualquer lugar que esteja, precisa produzir algum som, seja batucando o sólido mais próximo ou cantarolando, assobiando mais raramente. Para onde vai, nunca se separa de seu violão, tocando sempre que possível, procurando pessoas aptas à ouvir seu trabalho e apreciar seu talento. Sabe tocar diversos tipos de instrumentos, sentindo-se mais confortável tocando seu violão ou guitarra, algo que não possui. Apaixonada por quase qualquer tipo de música, precisa parar no mesmo momento assim que ouve algo que possa ser um possível ritmo. Anda sempre com um caderno de anotações para suas composições ou algo que goste.

Por que Hypnos? Não vou mentir: simplesmente porque eu quis. Todo mundo conhece a Vicka dos mil fakes, e me deu vontade de ter mais um. Estava cismada com Hypnos há um tempo, e queria porque queria uma fake desse deus chamada Florence e que usasse a Goulding de PP. Aliás, também, pretendo usar essa conta no meu teste pra staff. Vou fazer uma missão com ela o mais rápido o possível, para enviar o meu teste. Não foi pelos poderes — que não são lá grandes coisas — e nem pelos presentes (se fosse, eu teria que ser insana AOIEHAOIEHAE). Apenas quis um fake de Hypnos e pronto. Há éons que quero entrar pra staff e agora eu quero ser Hypnos, então aproveitei. É. É por isso.

Conte a sua história.

Florence se deliciava com os aplausos e elogios daquele bar. Desde que fugira de casa, nunca havia enchido tanto um único bar ou agradado tanto o público num única noite. Um sorriso era claro na sua face, seus dentes brancos sendo exibidos para quem quisesse vê-los. Conseguira. Conseguira fazer o que seu pai disse que nunca faria. Sorriu com tal pensamento. Não havia vingança melhor do que se provar capaz do que os outros duvidavam, e isso era óbvio. Começou a guardar seu violão da capa quando o platéia começou a gritar por bis. Sua alegria aumentou mais ainda. Assobiou para um rapaz qualquer na platéia e o chamou com o dedo.

Ele era bonito e parecia ter uns 16 anos, a sua idade. O fez abaixar a cabeça até mais perto da sua boca, sussurrando sensualmente no seu ouvido para que pegasse a guitarra no canto. Sabia que ele conhecia o instrumento e o tocaria com perfeição. Era ele quem tentava animar o público antes de chegar naquele bar. Continuou a guardar seu violão, enquanto a platéia reclamava e voltava a se embebedar. Conseguiu o que queria. Causaria presença, efeito, mesmo depois de já estar ali. Adorava isso. Amava aparecer, ser notada.

Contou até três olhando para o rapaz que chamara, esperando que ele entendesse quando era para começar a tocar. 3, 2, 1. Todos olharam para trás. Uma explosão de som, a voz de Florence enchendo o ambiente. Sua coordenação motora era incrível. A guitarra e bateria pareciam estar sincronizadas. Aquele ritmo beirava a perfeição.

Até que... Aquele simbolo brilhou acima da cabeça da cantora. O guitarrista começou a olhar para ela, estranhando o holograma ali projetado. Ela devolveu o olhar no mesmo tom, perguntando-se o que diabos estava havendo. Mas antes que ele pudesse responder, um barulho estranho, como um rugido lá fora soou. Foi ouvido mesmo com a música sendo tocada alta ali dentro. Tentou ignorar, mas cada vez mais pessoas olhavam para si, com o mesmo tom do guitarrista. O pior, era que ela também queria saber o que infernos estava acontecendo.

Foi quando um braço gigante destruiu o teto do bar.

Todos entraram em desespero. Pessoas tentavam sair apressadas pela porta, pedaços de madeira caíam do teto. Florence olhou para o guitarrista, enquanto gotas de chuva molhavam seus cabelos. Largou as baquetas ao mesmo tempo em que ele largou a guitarra. Correu até ele, e deu graças aos céus por pelo menos ele ter o juízo de não entrar em pânico. Abriu os braços, abraçando o corpo quente e confortante do seu namorado. Não queria perdê-lo.

— O que faremos, Brian? — Perguntou, enquanto o soltava. Estava quase completamente encharcada.

— Não sei. No momento, estou me perguntando o que era aquela coisa na sua cabe... — A última frase dele foi perdida quando ele foi arremessado longe pelo mesmo braço que destruiu o lugar. Não houve tempo para chorar. Não houve tempo para entrar em choque. Antes que percebesse, alguém estava arrastando-a para fora do bar. Seu cérebro não processou o cenário á sua volta. Apenas era puxada. Sentiu a chuva e uma gota no seu rosto a fez acordar para a realidade. Agora estava encharcada.

Um ser meio homem meio bode a encarava, como se esperasse que corresse. Apenas olhou para ele, boquiaberta, e depois voltou a olhar para a estrutura semi-destruída. A criatura a puxou de novo, forçando-a a correr. Ainda não havia pensamentos coerentes na sua cabeça.

O que fora aquilo? O que acontecera com Brian? A pergunta mais gritante na sua mente era: o que fora a coisa que destruiu um pedaço da vida que conhecia apenas com uma braçada? Finalmente, sentia as lágrimas começarem a rolar, misturadas à chuva. O céu negro da noite abrigava sua cabeça, e o estranho ainda a puxava. Soltou seu braço da mão dele, sentando no chão de algum beco. Encolheu-se, colocando a cabeça entre suas mãos, querendo que tudo aquilo sumisse. Onde estava o abraço quente e reconfortante de Brian? Onde estava a sua maldita família quando precisava? Eles disseram... Disseram que juraram cuidar dela, pois era uma criança muito especial.

— Ei. — O estranho cutucou sua perna, olhou para ele. — Eu tenho isso para você. Mas leia rápido, precisamos ir embora logo. — De uma bolsa, ele tirou um papel.

"Querida,

Não queríamos contar assim, mas você é uma semideusa."
— Conhecia a letra de sua mãe, porém, não era a hora de encarar absurdos. Apenas guardou o papel no bolso da sua calça, aceitando a ajuda para levantar. Continuava a correr, guardando aquelas palavras em sua cabeça. "Você é uma semideusa."

— Preciso de te levar pro Acampamento Meio-Sangue, filha de Hypnos. — Não deu importância as falas seguintes. Sua mente ainda tentava processar a perda repentina de tudo.



Thanks Little King © CG
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ever B. McCain em Sab 02 Ago 2014, 14:56

Ficha de Reclamação



Post #001 todasveste

Notes: *-* Tagged:*-*



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Thanatos

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Ever é dona de curvas bem significativas, as vezes sendo usadas para provocar seus alvos. Tem uma estatura mediada, cabelos pretos e olhos bem azuis.
Ever muito jovem perdeu a mãe e por conseqüência o contato com a família. Sendo resgatada por um homem, que afez se tornar o que é hoje, uma garota fria e determinada. Desde pequena sonha em um dia poder vingar a morte de sua mãe. No ambiente que vivia ter muitas amizades não era comum, não sabendo muito como lidar com as pessoas a sua volta.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Admiro o deus em especifico, acho curioso o que o define. E para essa trama me identifiquei com esse deus.

▬ Relate a história da sua personagem

Em plena noite uma garotinha corre desesperada pela rua. Acabara de ver sua mãe sendo assassinada e não teve alternativa senão correr. Sua direção era desconhecida e sua casa estava muito longe, não havia como voltar para seu quente refúgio. A garotinha com as pernas tremula e lágrimas descendo pelo rosto, se deixou cair de joelho diante da neve. O Frio naquele momento era seu conforto, não que fosse agradável, apenas pelo simples motivo de saber que se seus pulmões congelassem poderia rever sua mãe. Mas aquele não era o disto o daquela garotinha, uma porta se abriu e um homem com feições rústicas e barrigudo apareceu. A garotinha não expressou nenhuma forma de socorro, mas o homem cedeu aos instintos da natureza e a salvou. Tomada pelos braços do homem a garota permaneceu inerte.

Anos se passaram e aquela historia permanecia intacta na cabeça da criança, que agora havia virado uma mulher, mesmo com pouca idade, suas curvas e sua mentalidade não a classificavam como uma garota de 17 anos. Apesar da boa intenção do homem a garota não cresceu como uma menina normal acabou se tornando uma arma. Aprendeu a enfrentar as dificuldades de cabeça erguida e não deixar se abater por coisas pequenas. Desde então vive para orgulhar aquele que lhe tirou do frio, do leito de sua morte e a transformou na própria destemida.

⚫⚫⚫ 00h30min, em algum beco no centro da cidade⚫⚫⚫

- Por que eu deveria lhe poupar? - minha voz saia rústica e firme, dar uma morte lenta e desesperadora me excitava - Acho que você tem o direito de retirar vidas? Será que pensou na própria quando fez isso? - apertei o gatilho, foi uma morte rápida, a bala foi certeira em sua cabeça. Peguei meus pertences e deixei o corpo do moribundo de lado. Meu nome é Everline Boo McCain e atualmente sou responsável por extinguir os miseráveis, aqueles que estão ao meu alcance, do mundo. Voltei ao meu atual refúgio. Andei por alguns minutos ate avistar uma boate, o local parecia cheio e para entrar lá uma fila enorme percorria a rua. Para uma garota na minha idade entrar seria impossível, mas entrei no local apenas fazendo um comprimento com a cabeça para os seguranças sem ao menos me dirigir a fila. Assim que entrei uma nuvem de fumaça causada pelos próprios freqüentadores me envolveu, de inicio aquilo poderia me entorpecer, mas já havia sido frequente há oito anos.
Desloquei-me para o fundo da boate, ignorando flertes e puxões de cabelo, o que era irritante às vezes. Em pouco tempo me encontrava em um corredor cheio de portas, a do fundo e menos importante era aonde eu vivia. Aonde eu havia nascido novamente. Entrei no cômodo, era pequeno e sem muita decoração, uma cama de solteiro e uma mesinha com alguns documentos sem importância decoravam o local. Tinha um pequeno banheiro tradicional e um espelho na parede, sobre a pia tinha um colar, única coisa que me ligava ao passado. Muitas vezes tentei me desfazer dele, mas sempre voltava atrás. Era a única lembrança que tinha da minha mãe e dos meus irmãos, meu pai nunca fora presente, sequer lembrava do seu rosto. Minha mãe dizia que ele era um homem muito ocupado, mas que sempre estaria conosco em qualquer situação. Aquilo me fazia odiá-lo. "Fuga e encontre seu pai" aquelas haviam sido suas últimas palavras, nunca entendi como isso poderia ocorrer e nunca tentei encontrá-lo. Deixei o colar e o pensamento de lado, precisava reportar minha chegada.
Sai do quarto e fui a outro cômodo, bati duas vezes na porta e a abri. - Que bom que chegou minha filha - o mesmo homem que me salvara há oito anos era quem eu considerava como pai - Estou tentando explicar a esse homem que você não vai a lugar algum, tente explicar isso a ele - Não entendi muito que se passava - Não estou entendendo- disse o outro homem me olhava com surpresa - Você precisa vir comigo garota, não é seguro pra você ficar aqui. - risadas foram soltas, como aquele homem que eu não conhecia poderia dizer o que seria ou não bom para mim. - isso só pode ser brincadeira! Não vou e nem quero, aonde pretende me levar. - antes que o homem pudesse dizer algo, barulhos foram ouvidos. Automaticamente todos saímos para ver o que acontecia. O centro da boate havia virado uma guerra, pessoas batiam umas nas outras, garrafas eram quebradas, pessoas sendo pisoteadas. - Que merda é essa aqui! - estava preparada para entrar naquela confusão quando o homem de antes puxou meu braço evitando que eu saísse do lugar - Me solte... - me assustei quando vi as pernas do cara, não eram de humanos. Dei alguns passos para trás, sendo agarrada por fortes mãos, - demorou, mas lhe achamos semideusa, meu faro não me engana - terminando essas palavras fui arremessada contra a parede, uma forte dor tomou conta do meu corpo, mesmo assim ainda estava consciente para ver meu pai ir pra cima do cara, que ate então eu ainda não havia reparado que tinha apenas um olho. Se dificuldade o cara arremessou meu pai longe, fazendo-o bater a cabeça e cair desacordado.
O homem com perna de bode mexia sua muleta fazendo o cara de um olho ficar imóvel. Não conseguia entender o que estava acontecendo. Apenas sentia um gosto de sangue na boca. -Vamos, preciso lhe proteger - o cara me agarrava pela cintura e me retira a do lugar, me jogando em um carro e assumindo a direção. - Preciso voltar... - mesmo sem forças conseguia falar - Isso não é possível agora. Trataremos do seu ferimento quando chegarmos ao acampamento, agora descanse. -Se algo foi dito não ouvi, meus sentidos estavam confusos, mesmo lutando não consegui permanecer acordada. Recobrei minha consciência quando o sol invadiu o recinto aonde me encontrava, uma garota que estava do meu lado sorriu e disse: Bem vinda ao acampamento! Meu corpo ainda doía quando eu tentei me levantar - Onde estou? - falei baixo, mas a garota tinha-me me ouvido- No seu novo lar- não havia entendido por que aquele sorriso ao dizer isso, não tentei argumentar por hora, estava impossibilitada disso. Virei meu rosto para o lado e voltei a dormir....

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Arwen Weizsakövic em Dom 03 Ago 2014, 11:10



Mason, Christopher

...

Reclamação, ficha


P
or qual Deus você deseja ser reclamado?

▬ Ares, deus da guerra.

C
ite suas principais características físicas e emocionais.

▬ {Físico} - a começar pelos cabelos: recentemente cortados, estilo soldado americano e castanhos. Outra característica nova e também marcante em Mason é o cavanhaque que o meio-sangue nem mesmo pensa em tirar, alegando que o deixa com uma aparência mais velha. Olhos verdes e nada interessantes, como se a luz os tivesse deixado há muito tempo; aliás, o rapaz perdeu a visão de um dos olhos em um duelo do passado. Em geral, seu corpo condiz com um filho de Ares normal, cicatrizes e marcas de batalha, além de uma tatuagem nas costelas.

▬ {Psicológico} - na verdade, é uma questão um tanto complicada. Não há como detalhar e nem mesmo definir o perfil psicológico do filho de Ares, visto que não lembra nem mesmo o próprio nome. Viciou-se em drogas e viveu nas sombras por um longo tempo, esquecendo tudo o que já havia passado e com quem. Porém, algo que não deixou e nunca irá deixar o rapaz é sua raiva e suas ações impulsivas. Em sua "nova e reformada" cabeça, reina o dilema: fazer antes, perguntar depois. Então, ele não é tão complicado como antes, porém não virou uma bichinha.


D
iga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Então, o Mason foi minha primeira conta ativa aqui e foi o que me fez ficar no fórum por tanto tempo. Coloquei fé na personagem, tanto que me tornei o filho de Ares mais forte. Além das questões on game -- ele era filho de Ares antes, isso não pode mudar agora, ué --, quero retomar do zero meu cargo de filho do porco. Poderia dizer que sinto falta da babaquice herdada de Ares, dos poderes e tal, mas não vou deixar isso mais clichê. Todos sabemos que ninguém pensa no motivo de ser filho de tal deus, por favor.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Foi com mais um sorriso que ele começou o dia, mesmo não se lembrando de nenhum motivo plausível para sorrir. Aliás, do que ele se lembrava? Absolutamente nada. O nome? Nenhum. O apelidavam de Cicatriz, afinal, seu corpo era setenta porcento aquilo. Outros conhecidos o chamavam de caolho, resultado de sua cegueira em um dos olhos. Bem, se for pra detalhar apelidos mais íntimos, teremos um parágrafo impróprio.

Não me deixe aqui sozinha — disse a morena ao seu lado, se espreguiçando e entrelaçando os braços no corpo do semideus. — peça um dia de folga, tenho certeza que ele vai permitir.

O mestiço jogou delicadamente os braços da moça para os lados, se libertando e se ajeitando na cama. Ele observava o quarto ao redor, em busca de suas vestimentas. Praticamente, todos os objetos estavam no chão, desde abajur e espelhos até lençóis, etc. Ele expressou um sorriso divertido ao mesmo tempo que uma expressão de desespero se esboçava em seu rosto. Estava atrasado, John não perdoaria novamente.

Só porque o cara me acolheu e me deu emprego — começou o caolho, andando nu pelo quarto em busca de suas roupas. — não quer dizer que eu posso pedir folga na cara-de-pau. Aliás, ele quase encrencou quando descobriu que eu te fodo todas as noites.

Irritada, a mortal arremessou um dos travesseiros no rapaz, que riu de forma calma. Ao perceber que a peça principal de suas roupas era posse de sua companheira, o rapaz se viu obrigado a voltar até a cama. Deixou seu corpo por cima do dela, enquanto mordia seu queixo e região do pescoço, com o intuito de tirar-lhe a atenção.

Me dê isso, vamos — pedia, seus lábios roçavam no ouvido da humana. Sua mão alisava a coxa da garota, indo em direção a intimidade, provocando-a. — preciso receber pra pagar sua maconha, Catty.
Me dê sexo e largo a maconha agora mesmo... — dizia ela, entre suspiros.

Porém, as carícias pararam quando o rapaz apossou-se da cueca, levantando da cama e se vestindo. Ela bufou, se cobrindo, enquanto observava o semblante de triunfo do amante. Calça jeans e regata, um macacão sujo de graxa, tapa-olho para esconder sua vergonha e ele estava pronto para enfrentar mais um dia. O que havia acontecido com o filho de Ares egoísta e problemático? Embora a raiva continuasse ali, ele conseguia desprezá-la e agir como se fosse um mortal normal. Juízo? Não, não era a palavra certa para definir aquela nova fase de sua vida. Talvez fosse apenas um ponto de partida, para recomeçar a corrida de sua vida.

Cicatriz trabalhava em uma oficina de automóveis, sua tarefa era consertar os últimos detalhes e fazer o acordo final com o cliente, para que nada saísse dos trilhos. Embora pareça fácil, não é, às vezes dura o dia todo. E, vez ou outra, não sobra nem mesmo uma pausa para alimentação, o que tornava tudo mais cansativo. Porém, ele deveria agradecer por aquilo, deveria agradecer ao velho John por tê-lo ajudado. John era um careca acima do peso, dono da oficina e pai de sua atual companheira -- ou seja, mesmo sem a memória, o semideus ainda vivia ao extremo. O velho negociava carros usados perto de um "lar" para viciados. Na verdade, não era bem um lar. O primeiro grupo havia tomado o condomínio abandonado e, desde então, aquele lugar era o refúgio para quem se perdesse nas drogas. E foi lá que o gordo encontrou o meio-sangue, jogado em um canto qualquer, cheirando a podridão e se perdendo cada vez mais na cocaína. Deu-lhe um apartamento não tão caro no centro da cidade e um emprego, pedindo em troca o básico do básico.

Enfim, Mason devia pelo resto da vida àquele homem. Ou seria apenas mais um brigando ou até morrendo por drogas.

E aquilo era tudo o que o jovem lembrava, por incrível que pareça, a falta de prática em suas habilidades o deixara mais lento, sua experiência diminuía todos os dias. Seu déficit de atenção e dislexia ainda eram presentes, claro, o que se tornava um problema em seu emprego. Aliás, todos os dias ao virar uma esquina, ele lia certa placa. E, todos os dias, as letras o enganavam. Realmente, as duas coisas, além da raiva em excesso, foi o que havia sobrado do antigo filho de Ares.

Ele caminhava de modo calmo até o trabalho, seus passos já não eram tão apressados como antes. Para o mestiço, o mundo poderia acelerar, ele continuaria em seu ritmo. Tudo estava indo bem, até naquele momento, ele trabalharia e continuaria sua rotina durante a semana. Mas algo maior o esperava, seu caminho ainda era o mesmo, ele apenas tinha pego um atalho. O semideus passava por um ponto de ônibus, quando uma senhora jogou-se em seus braços, dizendo palavras que apenas ele parecia entender.

Não pode fugir! Está em seu sangue, é o que você é! — a velha dizia tais palavras com total lamúria e, ao mesmo tempo, fúria em sua voz. Ela quase arrancava a roupa do semideus, tamanha era a força que ela utilizava. Suas unhas feriam o ombro do rapaz, que preocupava-se em mantê-la em pé. Contudo, algo o surpreendeu: os olhos. Os olhos da velha era um verdadeiro inferno e ele reconhecia aquele olhar. A íris era consumida por labaredas de fogo, enquanto o resto era de um vermelho intenso. A mão da senhora era gélida, cada arranhão fazia Mason arrepiar. Então, em questões de segundos, algumas cenas lhe vieram a cabeça...

Primeiro uma mulher, com os cabelos loiros -- quase brancos -- caídos para frente, tampando o rosto ensanguentado. Ela gritava, mas sua garganta estava perfurada. Sua camisola branca era tingida de vermelho, como se alguém estivesse a esfaqueando. Em seguida, mais pessoas. Um rapaz idêntico a ele, um outro com os cabelos cacheados e uma garota, que era um tanto idêntica à sua companheira atual. Então ele voltou ao presente, todos o olhavam como se fosse uma aberração da natureza, sua respiração estava pesada. Cicatriz olhou em volta, em busca da maldita senhora, porém ela havia sumido. Talvez estivesse ficando louco, ou precisando de algumas horas extras de sono. Mas, de uma coisa ele tinha certeza, aquelas pessoas, não haviam lhe aparecido em vão.

Enquanto continuava seu caminho, como se nada tivesse acontecido, ele ouviu um pequeno sussurro e os olhos da velha senhora viraram uma lembrança em sua vida.

Long Island...

I was dead, born again with eyes for WAR


Não havia mais sorriso nenhum e, por mais que tentasse pensar, não descobria nenhum motivo para estampar alegria no rosto. Seus lábios tremiam, o frio era imenso, o vento gélido não dava trégua. O caolho tentava ignorar a ferida na mão, fitando o que estava logo a sua frente: Acampamento Meio-Sangue. Ele demorava a entender, por conta de sua dislexia. Mas, como havia chegado ali? Ele apenas havia dado ouvidos a velha, que o orientou em todo o caminho. Sabia que não havia como voltar, parte do sangue em suas mãos não era só dele.

O rapaz apertava o ombro ferido, enquanto lembrava-se da confusão que havia se metido. Seus passos eram cuidadosos, o que ele menos queria era se jogar em uma armadilha -- tudo era possível, ele não estava paranoico. Quando percebeu, a chuva não existia mais. Na verdade, ela se limitava apenas à entrada do tal acampamento. Dentro do local, apenas o vento gélido era o vilão ali. Ele conseguia ouvir o som de pássaros e até mesmo de outras pessoas, o que o deixava um pouco esperançoso. Cada passo era uma recordação, era como um Déjà vu.

O vento zangado gritava canções de terror.  Entre as palavras, a que mais se destacava era Mason.

Adendos:
Pra deixar claro, o Mason já era reclamado antes, então resolvi não citar a parte do símbolo de Ares e tal. Ele perdeu a memória e o odor dos humanos com quem convivia o protegeu, de certa forma.
Arwen Weizsakövic
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Barbie Rothschild em Dom 03 Ago 2014, 22:44



Ficha de reclamação
<3
 

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? 
   Afrodite

Cite suas principais características físicas e emocionais.

   Físicas: Dona de uma beleza estonteante, a prole da beleza nunca passou despercebida. As curvas estão sempre destacadas em roupas justas e de marca. Os cabelos loiros nunca estão despenteados ou presos: a garota não gosta de marcá-los com prendedores de cabelo. Sempre maquiada e com os lábios rosados de gloss, Aphrodite é considerada uma Barbie, apesar de odiar a boneca. 
  Psicológicas: esnobe, rude, impaciente e mimada são características que descrevem bem a filha da beleza. Amigável e simpática apenas quando quer algo, a garota consegue disfarçar muito bem suas segundas intenções com sorrisinhos e falsos agrados. Porém, por dentro, é apenas uma garota solitária, e que não se dá bem com a madrasta. Não é de fazer amigos, mas quando o faz sempre cuida muito bem. Seu pai é a única pessoa que merece seu amor. 

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
   Bom, Afrodite é a deusa da beleza, e qual garota não deseja ser bela? Sem contar que a deusa é interessante em todos os aspectos dela, e Aphrodite seria perfeita para ser filha de Afrodite.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

   O despertador tocou exatamente às sete horas da manhã, fazendo-me tirá-lo de cima do criado mudo e jogá-lo na parede, espalhando pedacinhos dele por todos os lados e fazendo um barulho alto. Não que eu ligasse. Só queria que o barulho infernal de bipes parasse. E então aconteceu.
   - APHRODITE! - a voz da mulher soou quando ela adentrou meu quarto sem pedir permissão. Sentei-me em minha cama, encarando a horrenda criatura em minha frente: os cabelos estavam um horror, principalmente enrolados naqueles bobes ridículos. Na face, havia algum produto verde esquisito, que estava rachado graças à cara franzida que Ashley, minha madrasta, fazia. - São sete horas da manhã, sua criaturazinha infernal, e eu preciso do meu sono da beleza!
   Ri de escárnio. Sério mesmo?
   - Sabe Ashley, se você quiser ter seu sono da beleza, prepare-se para entrar em coma, por que você não acordará tão cedo. - falei, saindo da cama. Uma mecha de meu cabelo estava à frente de meu corpo, passando por cima de meu ombro direito. Então, com as costas da mão, joguei-a para trás. - Sabe, nem todas podem ser belas assim como eu. - continuei provocando-a, enquanto encarava-me no espelho.
   Meus cabelos estavam perfeitos, assim como meu rosto: sem sinal de marca da fronha do travesseiro, olheiras ou outra coisa parecida. Nem (graças à Deus) espinhas ou cravos. Minha pele perfeita e de seda me orgulhava e recompensava a tonelada de cremes que eu usava para não deixá-la feia.
   - Quem você pensa que é para falar assim comigo, criaturazinha infernal? - a mulher continuou, fazendo-me apenas revirar os olhos e balançar a mão de uma forma entediada, fazendo sinal para que ela se retirasse de meus aposentos. Após fulminar-me com o olhar, Ashley virou as costas. - Não vale a pena discutir com você. - e saiu batendo as portas.
   Abri um sorriso de satisfação. Ah, como eu odiava essa bruxa. Por que papai teve que se casar de novo quando mamãe nos deixou? Com um suspiro entediado, encarei as roupas do meu closed. Eu já havia usados todas pelo menos uma vez, e com certeza precisava de vestimentas novas. Preparei-me parame trocar, quando duas batidas à porta me fizeram parar. 
   - Aphrodite? - a voz de meu pai soou do lado de fora. - Posso entrar? 
   Engoli em seco. Papai nunca havia pedido para conversar comigo assim, do nada. Da última vez que fomos conversar, tive que marcar horário, e ainda para depois de dois meses. Por ser um dos melhores neurocirurgiões do mundo, papai está sempre ocupado. E, sinceramente, isso me frustra (então eu desconto nos cartões de crédito platinum dele).
   - Claro, pode sim papai. - respondi, encarando as portas brancas, desde o momento em que se abriram e se fecharam nas costas de meu pai. Um homem de meia idade, lindo com os cabelos negros e um leve toque de grisalho. Os olhos cinzentos e sábios estavam sérios,  e sua testa estava franzida. - Sabe papai, ficar de testa franzida vai lhe dar rugas. E não quero que você pareça meu avô.
   Papai, então, relaxou um pouco a expressão, e caminhou até mim. E me abraçou, fazendo com que eu automaticamente recuasse. Meu pai nunca havia me abraçado antes.
   - Ok, quem é você e o que fez com meu pai? - perguntei, erguendo uma sobrancelha. - Que comportamento estranho é esse de repente, doutor? 
   Meu pai suspirou e caminhou até a cama, sentando-se nela. E, ao fazer isso, parecia ter envelhecido uns vinte anos. Se tinha alguém que eu me importava, antes de mim mesma, era meu pai. Mesmo estando sempre ocupado... Bom, o cara era meu pai, certo?
   Devagar, caminhei até estar à sua frente. Abracei-o, colocando o topo da cabeça dele em meu peito.
   - O que houve, papai? - perguntei, preocupada. - Alguma cirurgia deu errado? - meu tom de voz era gentil. O único que sabia do meu lado bom e fofo era meu pai. Afinal, ele era o único merecedor deste tipo de atenção, já que o doutor não fazia parte da população menos privilegiada que eu na aparência, inteligência e renda.
   - Não, não foi uma cirurgia... - ele disse, enlaçando minha cintura e me dando um abraço caloroso. - Querida, sabe que dia é hoje? - papai se afastou de mim e retirou uma caixinha pequena e retangular de dentro de seu robe vermelho. - Sua mãe pediu que eu lhe desse isso quando você fizesse 15 anos.
   Peguei a caixinha das mãos dele, e ao abri-la arfei. Um colar feito de ouro branco, com um lindo pingente de obsidiana descansava no veludo negro. Peguei-o em mãos, hipnotizada pelo fragmento de rocha vulcânica.
   - Está na hora de lhe contar sobre sua mãe, Aphrodite. - meu pai falou, dando tapinhas na cama, chamando-me para sentar ao lado dele. Boba pela bonita pedra que me deixara vidrada, e por ter esquecido meu próprio aniversário, fui até seu lado. - Lembra-se das aulas de mitologia grega da escola? Então, haviam deuses que governavam o mundo. - continuou, assim que concordei com a cabeça.
   Ele fez uma pausa, fazendo com que eu erguesse uma sobrancelha, impaciente. 
   - Os deuses são reais, querida. - papai finalmente falou, pegando-me de surpresa. - E sua mãe é uma deusa. Afrodite, a deusa da beleza.
   - Papai, mesmo que eu seja bela como a deusa da beleza, modéstia a parte... - interrompi-o. - Isso é apenas mitologia, histórias inventadas pela humanidade para conseguir controle populacional.
   - Não nesse caso... - ele olhou para o chão, e então voltou os olhos para mim. Para então, arfar. - Olhe para você no espelho, Aphrodite. - uma sombra de sorriso triste passou por seus lábios.
   Confusa, coloquei-me de pé e fui até meu closet, onde havia um espelho de parede, e soltei um gritinho. Envolvendo todo o meu corpo havia uma aura fúcsia, que me deixava ainda mais linda, o que eu sempre achei impossível. Cabelo, maquiagem e traços impecáveis. Era isso que eu via no espelho. E, acima de minha cabeça...
   - A pomba, um dos símbolos de sua mãe. - papai disse, recostando-se à porta do aposento. 
   Abri um sorriso. Era uma coisa completamente louca, mas não julgava impossível. Afinal, sempre fora mais bela que todas as garotas da escola, não que isso fosse um motivo, mas o considerava mesmo assim. Satisfação surgiu em meu peito. Estava explicado o por que de eu ser tão bonita.
   - Então, sou uma semideusa... - concluí. Papai concordou com a cabeça. 
  - Sim. E existe um lugar para treinamento de pessoas como você. Chama-se Acampamento Meio-Sangue. Lá, semideuses são treinados para sobreviverem ao caótico mundo mitológico. E tanto sua mãe, quanto eu, queremos que você vá para lá, para aprender a lutar e se defender.
   Encarei o chão primeiramente, antes de olhar para meu pai. Faria mal? Não.
   - E quando vou partir? - perguntei. Uma mudança de ambiente, talvez, faça bem.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por leogalesi em Seg 04 Ago 2014, 15:38

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Afrodite
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Um garoto de 1,76 com cabelos castanhos lisos com uma franja delicada, com olhos castanhos penetrantes e indecifráveis, sou um garoto extremamente emocional, que entende os amigos, vaidoso sempre com um espelho em mãos, me apaixono facilmente mas sempre acabo magoando quem me ama...
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque acho que Afrodite tem tudo a ver comigo, eu sempre gostei dela, acho que ela é minha mãe
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Leonardo Galesi, mas podem me chamar de Leo apenas, um garoto sempre vaidoso que brigava com o pai, pois este sempre o ignorou e nunca esteve por perto quando ele mais precisou, mas minha madrasta era pior ela tentava me matar achando que eu era alguma aberração ou algo pior, mas como um garoto lindo igual a mim poderia ser uma aberração? Sem contar que eu tinha vários amigos na escola, era o mais popular, mas dentro de casa tendo que dividir a atenção do meu pai com mais duas crianças, ou melhor dizendo meus meio-irmãos, era difícil, ele nunca ligava pra mim, e eu nunca cheguei a ter um amor e carinho de mãe pra me apoiar nos momentos de dor e choro, mas sempre esperei que minha mãe fosse linda e imponente sempre com um rosto perfeito e que saberia me compreender, afinal mães servem pra isso, mas enfim, certo dia eu e meu pai estávamos jogando futebol, mas eu odiava futebol, odeio esportes, mas mesmo assim era o único jeito de atrair a atenção de meu pai, mas quando eu não sei como atrai uma moça já adulta pra perto de mim e ela tentou dar em cima de mim meu pai ficou nervoso e disse que eu era uma aberração que minha madrasta tinha razão. Ai eu já não aguentando mais tudo isso, fugi de casa e fui andando de cidade em cidade, com meu espelho sempre em mãos, quando percebi alguém me seguindo, quando me virei não tinha ninguém atrás de mim, mas tropecei em um bode, na verdade um híbrido de bode e homem, quando ele me disse quem era, me guiou até um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, eu encarei tudo numa boa, sem grilo nenhum, mas estou esperando ser reclamado por minha mãe, tomara que seja Afrodite, afinal ela é deusa do amor e da beleza, e eu sou incrivelmente lindo, então tomara que seja ela, mas estou na expectativa, apenas esperando minha mãe me reclamar...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 093-ExStaff em Seg 04 Ago 2014, 21:56


Avaliação

Yaron Tewan: Reprovado.

Cara, cê viajou um pouquinho na maionese com essa trama. Primeiro: Você poderia ter dado uma introdução legal sobre esse tal clube da luta, caso não seja o montado aqui no fórum - e, mesmo se fosse o montado aqui no fórum, ele não é dessa forma que você tá pensando. Segundo: Que método de reclamação foi esse que descreveu? Nos livros de PJO, não é citado em nenhum momento que um indefinido conseguia "adivinhar" seu parentesco divino, como pareceu que seu personagem fez na narrativa. Então... É, fio. Cê deu uma viajada violenta. Além disso, a história dele, em si, foi muito rápida, passando alguns anos sem sabermos direito o que é que houve com o cara. Ou você resumia tudo de forma que não desse buracos no resumo, ou você descrevia tudo - ou ainda só narrava a situação da sua reclamação, seja de qual modo for. Então, é. Tenta novamente, agora explicando direito as coisas, fio.

Amanda D. Swan: Reprovada.

Fia, seguinte: Existiram vários motivos para eu te reprovar, mas o que pesou mais foram duas incoerências em sua ficha. Primeiro e mais importante: Ártemis é uma deusa, ou seja, se não houvesse um motivo muito forte, ela com certeza não faria as vezes de entregadora de indefinidos. Segundo: Sua personagem até que absorveu bem demais a notícia de ser semideusa e, ainda, de ter se encontrado com uma deusa - nem vou falar do quão fácil Ártemis se apresentou para sua personagem. Além disso, notei a quase total falta de vírgulas em pontos importantes e alguns erros de ortografia - maiúsculas em lugares errados, por exemplo. Desculpe, mas tente novamente.

Botay Nakat: Reprovado.

Cara, a organização do seu texto e as incoerências foram o que mataram sua reclamação. Tipo: Escola Técnica de Paraquedismo, sem ser algo relacionado a exército e não sendo pago? Um cara americano chamado Pericles? Hermes surgindo do nada e não tendo motivo algum para te salvar da morte? Cara... Não me convenceu. Sua organização do texto não me permitiu, em certas partes deste, saber o quê que era ação e o quê que era fala. Tente usar travessão, como nesse trecho exemplo aqui embaixo:

"— Estou caindo! — falou Fulano.

Ciclano mergulhou no ar rapidamente, deixando para trás seus inimigos e conseguiu agarrar-se a Fulano e abrir o paraquedas bem a tempo. O salvador mal teve tempo de falar com o menino salvo antes deste desmaiar devido à emoção.

— Idiota. - Ciclano mexeu a cabeça de um lado a outro, como um sinal de negação."

Enfim... Tente novamente.

Nicholas S. Rowan: Reclamado.

Sua ficha não teve nada demais, mas também não teve nada grave o suficiente para não passar. Tome cuidado somente com a repetição de ideias e de palavras, coisa que aconteceu mais de uma vez no pequeno texto que fez.

alduin: Reprovado.

Seu nome não está de acordo com as regras do fórum, portanto não avaliei realmente sua ficha. Mas, só pela olhada rápida que dei, já dá para adiantar que você precisa desenvolver melhor essa história ai, parar de usar abreviações e revisar seu texto.

Beyond James Birthday: Reprovado.

Fio, desenvolva mais sua ficha. Nas características, você basicamente se limitou a palavras abrangentes demais para descrever psicologicamente seu personagem. Na história em si, senti uma pressa enorme sua em terminar aquilo. Além disso, você não é realmente badass. Lembre-se, você só tem level 1 nessa joça, ou seja, não mata 100 pessoas nem que a vaca voasse e ficasse gripada de gripe aviária, a fazendo tossir pra caramba. Além disso, se você tiver morrido na história, cê morreu forevis fio. Não tem essa de: "Ah! Sou reclamado filho de Tânatos quando morto, então eu revivo." Refaça essa ficha e coloque mais amor no seu trabalho, fio - não literalmente ou na história em si, mas no fato de cuidar para que seja um trabalho bem desenvolvido.

Matthew Klewiss: Reclamado.

Olha, eu passei muito perto de te reprovar, fio. Seus erros de pontuação mais o fato da história ter transcorrido rápido demais e mais o fato de você ter entrado em uma luta que começou do nada, sem pistas de que iria acontecer aquilo antes, me fizeram repensar várias e várias vezes se o aprovaria. Mas resolvi dar uma chance a você, afinal não ocorreu incoerências graves que pesassem muito para a reprovação. Agora, tome cuidado com textos de progressão muito rápida de fatos, cara. Isso acaba o deixando muito corrido, o que não é bom.

Jack O. Frost: Reprovado.

Cara, seus erros de português mais o fato de um dos parágrafos da história ser basicamente o que você deveria ter escrito nas características físicas e mais o fato de sua história passada ter sido muito vaga e rápida, me fizeram reprová-lo. Você trocou demais os tempos verbais, esqueceu alguns acentos importantes e vírgulas necessárias para separar termos e mal colocou parágrafos no texto. Além disso, repetindo o que eu disse acima: Você resumiu ao máximo sua história, deixando brechas que não puderam ser ignoradas por minha pessoa. Desenvolva a história melhor,e seu texto e tente novamente.

ps1: Thanks, Hiccup. <3
ps2: As que ainda não foram avaliadas, serão avaliadas amanhã.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Abraham S. Fitzgerald em Seg 04 Ago 2014, 22:30


Ficha de Reclamação

▬ Filho de Thanatos

▬ Cabelos negros em um corte curto estavam sobre um rosto de fortes traços e de aparência quase sempre séria. Músculos definidos, mas em pouca escala, numa media considerada "exata". O olhar penetrante e ameaçador, exalando o perigo da morte, é em um intenso negro como a noite. Frio e calculista, é dono de um coração de ferro, com pouca piedade com os inimigos e difícil de se conquistar a confiança. Dificilmente expressa seus sentimentos e só fala se achar necessário, sem receio ou medo das palavras que solta.

▬ Acho Thanatos um deus incrível, sendo o responsável pela morte, essa que é uma característica incrível. Entre as listas dos parentes divinos disponíveis foi o que eu decidi ser filho e estou pensando em uma trama interessante.


The child of Death

Era madrugada. Poucas nuvens vagavam o céu negro e a lua cheia brilhava intensamente lá em cima. As presas geladas do vento frio agrediam uma figura encapuzada em um grande manto negro. Vagava sobre uma grama verde, que cada passo que o ser dava ia ficando cinza, perdendo a vida e secando. Flores murchavam ao se deparar com ele ao seu lado e as árvores que tanto viviam perdiam tal dom. Em seus braços, algo estava embalado em esfarrapados panos marrons que ameaçavam se liberar do que cobria, mas sempre que ameaçava acontecer, o encapuzado o cobria novamente.

Se deparou com uma colina imensa, verdejante e viva. Quando se colocou caminhada acima, essas características tão belas iam embora, dando lugar ao cinza, à cor da morte, a solidão e a decadência. O vento parecia mais forte quando chegou na metade do percusso que ainda se estendia pela sua frente, mas não hesitou, parecia alguém poderoso e que nada temia e que na verdade deveria ser temido. Seu capuz cobria mais que a metade do rosto e a escuridão tinha o trabalho de esconder o resto. Quando chegou no topo da colina, mais da metade dela já estava entregue à decadência e agora abaixo de onde estava, se encontrava um acampamento com diversos edifícios e chalés, disposto de uma imensidão azul que agora refletia o brilho do luar. Era o que procurava, o destino do pequeno ser em seus braços.

Segurando o amontoado marrom com apenas um braço, o outro se estendia à sua frente, com a palma da mão aberta. Os ventos encarnaram uma grande força, o ar tomara um incrível aspecto gélido e uma aura temerosa envolvia a figura encapuzada. O que o ser segurava em um dos braços soltou um grunhido choroso. Da palma aberta, uma espécie de brisa que se assemelhava um fantasma, em um cinza transparente se formou e parecia ter vida. Flutuou pelo ar, fazendo um looping e em uma velocidade incrível partiu, invadindo os terrenos do acampamento.

A brisa congelada seguiu, vasculhando alguns pontos, mas por fim achou seu objetivo. Uma enorme casa branca se erguia em um ponto que parecia ser o principal de todo o arredor. A luz detrás da porta de entrada estava acesa e dentro dela, um homem sobre uma cadeira de rodas estudava um livro, com uma xícara que exalava de seu interior um leve vapor. Ele virou uma página se colocando a lê-la quando percebeu o que se encontrava lá fora. A brisa congelada pareceu possuir a janela, rachando todo seu vidro e então uma voz ecoou no recinto, Até... mim..., já desconfiando do que seria, o homem foi com sua cadeira até a porta, a abrindo, recebendo as garras geladas do vento em seu corpo. Estremeceu e então revelou sua verdadeira forma.

De um cadeirante, o homem agora se revelava ser outro tipo de ser. De pé, em suas quatro pernas, se erguia um centauro com sua metade inferior em espessos pelos brancos. Seu rabo, também em pelos brancos, oscilou com outro golpe do vento e então ele se pôs a trotar em um caminho de pedras brancas, que cortava ao meio um verdejante gramado aparado. Passou pelo espaço entre a cerca e ia em direção até o que seria a saída do acampamento. Subiu o pequeno monte e se deparou com uma figura negra encapuzada. Nos braços, ainda permanecia amontoado de pano marrom, agora se mexendo. O ser mitológico estremeceu, com os pelos de seus braços e pescoço se eriçando. Uma expressão de espanto dominava seu rosto ao se deparar com a morte que se espalhava por detrás do homem, mulher, seja lá o que fosse. Pigarreou e quebrou o silêncio "mortal" que dominava o âmbito.
- Pois não? Estou de frente com... - Antes que pudesse terminar, a figura encapuzada se pronunciou, com uma voz cortante e potente que faria qualquer homem que se desse como corajoso vacilasse.
- O que carrego em meus braços é uma criança, Quíron. Um bebê. Fruto de minha semente e fui obrigado a levar até o mundo inferior sua progenitora. Aqui, o lar para aqueles como ele, é onde deve ser seu lar e onde deve ser criado. -
Depois das palavras do estranho, Quíron sabia de quem se tratava.

Thanatos se colocou a caminhar deixando seu rastro de morte sobre a grama antes verde. Quando chegou perto o suficiente de Quíron, o centauro sentia a temerosa aura do deus. Hesitante, seus braços embalaram o amontoado de panos. Entre eles, um rosto pálido e desacordado começara a se mexer. A atenção toda do centauro foi tomada pelo bebê e quando voltou a erguer os olhos, a aura não estava mais lá, nem seu dono, e todo o rastro do Senhor da Morte desaparecera. A última brisa gelada soprou e com ela, a mesma voz de antes entoou um nome. "Abraham". Um fraco holograma azul oscilava. Nele, o símbolo de seu pai, uma foice de aparência sinistra, com uma caveira também representando seu poder.
- Abraham, filho de Thanatos, o Senhor da Morte. - Murmurou o centauro.

Daquele dia em diante, Abraham cresceu ciente de quem era e de quem era o seu pai. Cresceu como um meio-sangue, metade mortal, metade deus, entitulado semideus. Um filho de Thanatos.
Abraham S. Fitzgerald
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Amélia Slotsky Patrone em Seg 04 Ago 2014, 22:41



Ficha de Reclamação


Amélia Slotsky Patrone

Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Lady Afrodite

Cite suas principais características físicas e emocionais

Amélia é uma jovem loira de estatura mediana, olho claro, lábio bem contornado e dona de  um corpo escultural dotado de belas curvas. Por ser filha de quem é não poderia ser diferente, a garota é extremamente bela e sexy.
Por trás de sua beleza, Amélia possui uma personalidade forte e determinada. Abomina o fato de achá-la apenas mais um rosto bonito. A jovem é centrada em orgulhar o nome de sua mãe, a deusa do amor, e provar que pode ser tornar uma heroína ao invés de apenas importar-se com sua aparência física. Lealdade é seu ponto forte, considera os poucos amigos como sua própria família. Amélia sente-se solitária a maior parte do tempo, e com a hiperatividade relativa aos semideuses, sempre se mantêm ocupada, executando suas tarefas com perfeccionismo.

Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Desejo ser prole de Afrodite, por achar que tenho bastante afinidade com a deusa. Admiro sua beleza, e acho que ela não deve ser lembrada somente como símbolo de sentimentos, mais também como uma grande deusa, e talvez uma heroína.

A historia

Frances era um belo jovem floricultor. Sua pequena floricultura localizava-se nas proximidades do rio Sena. Em um belo dia de sol, encantou-se com uma bela mulher de cabelos castanhos claros e olhos azuis como o céu. Encantado com usa beleza atreveu-se a oferecer uma linda rosa vermelha à mulher. Dona de uma beleza divina, o homem inconsequentemente apaixonou-se pela deusa olimpiana Afrodite, a deusa do amor e da beleza. Com seu ato romântico do mero mortal, a deusa do amor encantou-se com Frances, que passou o restante do dia apenas admirando a beleza da jovem mulher. Após uma noite de carícias com o mortal, Afrodite fora incentivada a retomar suas tarefas divinas, abandando-se assim o jovem vendedor de rosas.

Em torno de nove meses, tempo preciso para uma gestação, uma cesta de ouro com joias raras e incrustadas materializou-se na soleira da porta da casa de Frances. Um lindo bebê de cabelos castanhos claros e olhos azuis como o céu encontrava-se enrolada em lençóis de seda. Admirado com a beleza da criança, que tanto parecia com a de sua amada, a acolheu em sua casa como se fosse sua própria filha. Os deuses não costumam avisar aos meros mortais na qual proliferam seus descentes da ligação divina da criança e da vida de riscos que terá a seguir.

Amélia teve uma infância curta e feliz. Todas as manhãs, após seu colégio, ajudava seu pai a vender suas lindas flores. As maiorias dos turistas encantavam-se com a beleza de sua filha, comprando quantas flores forem enquanto a menina falava. Frances a amava como amou a linda mulher de sua juventude, Amélia tratava-se de um lembrete daquele dia inesquecível para o homem.
Em seus 15 anos de idade, a garota encontrava-se no colégio em um curso de beleza específico para cabelos. Seu professor não passava de um homem baixinho e atrapalhado, o que a fez repensar se continuaria com o curso ou não. O Sr. Barnes penteava inutilmente a peruca de uma boneca na frente de suas poucas alunas. Amélia procurava por um motivo razoável que convencesse a recepcionista a reembolsá-la. Seu pai ficaria chateado ao saber que gastou um bom dinheiro de repor as rosas para uma aula ridícula como essas. Quando as duas meninas finalmente permitiram-se a sair da sala, ela resolveu pedir desculpas ao professor por não poder continuar com suas aulas. Um de seus piores defeitos era pensar nos sentimentos dos outros antes do dela.

Assim que seu professor de chapéu engraçado a liberou de sua aula, e suava feito um porco prestes a ser abatida, a menina sentiu-se aliviada por estar livre. E estava enganada. Antes que pudesse chegar à porta de acesso à saída, duas dracenas romperam pela porta da frente, arremessando cadeiras e mesas na aluna e seu professor. Aterrorizada por não obter uma chance de saída por aqueles monstros, Amélia sentiu-se ainda mais perdida quando seu professor retirava seu chapéu e sacava uma adaga de couro. Parecia patético naquele momento, prestar atenção que seu professor tenha chifres. A menina quase gritou, por ambos. As monstras á sua frente pareciam mulheres reptilianas. Humanoides que invés de pernas, possuía duas caudas no lugar delas. Com a pele verde, olhos amarelados e dentes afiados, não eram nada convidativos para filha de Afrodite.

''Haja! Siga seus instintos!'' gritava o sátiro para a jovem semideusa, que quase gritou quando o pequeno homem disparou com seus cascos em direção as mulheres reptilianas. Alguma coisa dizia à menina que ele não conseguiria derrotá-las sem ajuda. Equipadas com escudo e lanças, apenas uma adaga não dariam fim as mulheres sedentas por uma jovem prole da deusa do amor. O sátiro demonstrou coragem com sua adaga dourada, de ferro estígio que tilintou em contato com o escudo da mulher.

O sátiro surpreendeu-se quando uma cadeira espatifou pela dracaenae mais próxima. Seu escudo caiu e com um movimento rápido do sátiro treinando, o corpo da mulher pulverizou-se em pó ao contato da lâmina em sua barriga escamosa. Os monstrengos eram mais espertos do que esperavam, afinal, ainda faltava uma. Antes que a lança transpassasse o sátiro, a menina de cabelos castanhos e olhos azuis jogaram-se para cima da dracaeanae. A mulher reptiliana desviou do ataque da menina e cortou o braço da mesma com suas garras. No meio de seu ato, o sátiro a apunhalou pelas costas com sua adaga. Uma fina cama de poeira cobriu a aturdida prole da deusa do amor, que segurava seu braço machucado com a mão saudável.

Com a ajuda compreensível de seu pai. Que desmaiou e achou que sua filha havia enlouquecido com sua explicação de ser filha de uma deusa divina, os fatos começaram a fazer sentido como um quebra cabeças. Com o restante das economias de Frances, a prole de Afrodite seguiu em uma breve viagem ao acampamento meio-sangue próximo à Nova Iorque. Na companhia de seu heroico sátiro, Amélia é levada em segurança ao acampamento meio sangue, sendo protegida pela barreira protetora oferecida pelo Velocino de um cão infernal enorme que foi entretido pelo corajoso sátiro, Sr. Banes, seu falso professor, teve seu fim pelas perigosas garras da criatura peluda do submundo. Amélia arrastou-se a uma placa acima de sua cabeça, com letras disformes em um idioma antigo, grego: Acampamento Meio-Sangue. E seus olhos fecharam logo em seguida.

Três dias após seu primeiro contato com as proximidades do acampamento, a filha de Afrodite foi despertada quando um símbolo de pombas brancas e ao que lhe parecia glitter rosado acima de sua cabeça. E os curandeiros filhos de Apolo que se encontravam no turno da noite deram as boas-vindas ao novo membro do acampamento.  Amélia, prole de Afrodite.


Template feito por Zafrina - TPO




Observações:
Bem, eu registrei a ficha já com o novo nome, que também já fiz pedido de mudança no topico, mais ainda não foi atendido.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 112-Ex-Staff em Ter 05 Ago 2014, 11:41

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mina Moonlune em Ter 05 Ago 2014, 16:49

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Musa Tália

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Mina Moonlune (apelidada pelos amigos como Musa Tália como a sua mãe) Tem os cabelos ruivos, ondulados com cachos nas pontas e uma franja de lado que cobre um olho, é sensual e divertida, todos os dias tem mais histórias para contar, adora contar piadas, e dar tiradas nos seus colegas inconvenientes, mesmo sendo piradinha é uma boa pessoa e tem um bom coração. Odeia as filhas de Afrodite e Eros.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria que ser como ela, bela, viver ao redor do olimpo, e participar das festas olimpianas. Adoro o seu atributo que é a comédia.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
É uma menina sensual, que vive sendo puxada em rédias curtas por sua adorada avó Clemencia. Foi concebida quando sua mãe Tália veio a terra com seus irmãs, Tália se apaixonou por Nereus, uma velho amigo do irmão de sua melhor amiga, a Sereia Mirina. Tália passava todos os dias após o seu beijo com Nereus, observando o seu amor do monte olimpo, até que decidiu descer dos céus e se declarar para Nereus, que tinha o sentimento mutuo. Tália passou a se descuidar de suas tarefas como Musa, apenas para ficar namorando Nereus. Zeus seu pai descobriu que Tália deixava suas obrigações por uma amor proibido, Zeus também descobriu que Tália está gravida de Nereus. O senhor dos deuses, mandou tempestades e mais tempestades para caçar a filha e o seu namorado, Mirina pediu a interferência do senhor dos mares, Poseidon, que convenceu Zeus á perdoar os dois, porém o senhor dos raios perdoou apenas sua filha e continuou a caça a Nereus. Poseidon disse que não poderia mais intervir nas decisões seu irmão, Zeus só parou a caça quando matou Nereus, e ferida por tanta dor Tália se exilou na ilha de Polifemo onde construiu um templo e controlou Polifemo para que fosse seu escravo por todos os anos longe de sua filha, que foi deixada com a mãe humana de Nereus Clemencia. (TODOS OS EVENTOS SE PASSARAM 2 ANOS APÓS ZEUS ORDENAR QUE OS DEUSES NÃO VISSEM SEUS FILHOS)
Ao completar 16 anos Mina, foi levada por sua avó ao templo submarino das Sereia e lá descobriu, que sua mãe é a Musa Da Comédia, Tália, e que seu pai era um tritão chamado Nereus. Ades soube que uma nova puro sangue seria levada ao acampamento meio sangue em breve e para zangar seu irmão Zeus, ordenou que as Fúrias fossem matar Clemencia e Mina. Mina usou seus dons da música pela primeira vez para destruir duas das Fúrias, porém Clemencia foi morta, Mina controlou a Fúria restante para que a levasse diretamente ao acampamento meio-sangue, ao chagar, Mina destruiu a ultima Fúria (Ades havia mandado cópias das verdadeira Fúrias). Até hoje Mina se encontra no acampamento meio sangue onde ganhou o apelido de MusaTalia
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alberto Bazilio em Qua 06 Ago 2014, 20:30

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
filho de Hefesto
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
tenho aproximadamente 1,65, moreno e cabelos bem curtos, branco quase pardo e fisico medio, tenho problemas de me socializar e nao sigo quase nenhuma moda. Tambem sou estudioso. As vezes sou um pouco convencido
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Sou criativo e bom com trabalhos manuais, gosto de fazer cosplays, principalmente armaduras
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Estudava num colégio no Brasil, quando, apos ler os livros, reconheci um sátiro em minha sala, imediatamente pedi a ele que me levasse ao acampamento, porem, tambem havia um monstro em meu colegio, um lestrigão, que estav de olho em mim, apos algum tempo para derrota-lo, e inventar uma desculpa para seu desaparecimento, fui levado ao acampamento
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jack V. Petrov em Qui 07 Ago 2014, 18:30


Ficha de reclamação



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Por Selene.


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

~Físicas

A beleza da garota não era como a de qualquer plebéia francesa, apesar de não apreciar a vaidade. Possuía uma pele clara, tão branca quanto a brilhosa lua cheia que iluminava París.

Os olhos eram de um azul cintilante e os cabelos eram naturalmente loiros. Praticante de hipismo, possuía uma postura exemplar, chegando, sem querer, a demonstrar superioridade.

Seu rosto era alongado na medida certa, e os grossos lábios rosados enfeitavam e harmoniavam o conjunto de sua face. Com seios fartos e curvas delirantes, deixava qualquer um babando, apesar de preferir acreditar na sua beleza interna.

O que mais gostava em si mesma era o sorriso — sua marca de felicidade — o qual era tão expressivo que fazia seus olhos se estreitarem de modo a parecerem fendas. Media cerca de 1,70 metros de altura e pesava pouco mais de 70 quilos; para uma garota de treze anos não era nem gorda, nem magra. E se fosse um dos dois de forma demasiada, não daria a mínima.


~Psicológicas

A gentileza era uma marca registrada da francesinha. Bea, assim como Fleur — sua irmã —, era prestativa e amistosa, fazendo laços de amizade rapidamente. Não era tímida ou sequer reclusa, mas sabia a hora de permanecer quieta.

Centrada, sempre foi "a cabeça" entre as gêmeas, mesmo não apreciando o seu posto. E por falar nas gêmeas, Beatrice e Fleur eram extremamente românticas — como qualquer cidadã de París — e a Lua era, para ambas, um símbolo de amor; Bea nunca entendera essa sua ligação com a Lua, ao menos não antes de ser reclamada.

Sempre apreciou xadrez e hipismo, dos quais era praticante e tirou lições valiosas: do hipismo veio a sua postura diante de si e dos outros; do xadrez veio o auto-controle, o direcionamento certo para o próximo movimento qie poderia ser decisivo.

Como dito, não é impulsiva, sempre pensa muito bem antes de fazer algo, assumindo novamente a tão não querida postura centrada de liderança. Contrapondo-se a isso, porém, assume por vezes uma praticidade a que faz com que ela tome atitudes ágeis para momentos difíceis — o que não caracteriza-se impulsividade propriamente dita. A paciência não foi uma dádiva que recebeu, mas em condições que necessitam de seu auto-controle, torna-se serena; uma líder nata, por assim dizer.

Não cultua a vaidade e a discórdia, pois tem princípios os quais segue fielmente — ainda que já houvesse jurado vingança. Era alegre, para cima e divertida, embora preferisse a noite que o dia.

Incomum. Anormal. Beatrice.


▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal deus?

Sempre admirei Selene, a deusa das fases da lua. O modo místico como ela era representada me seduz... Beatrice, uma de minhas contas aqui, irá se diferenciar por sua aura noturna — o que vai ser maravilhoso para a minha variabilidade de contas ativas, levando em conta que, apesar de ser noturna, Selene não é sombria tal qual Nyx. Ainda há o fator da ligação com os lobos (futuros mascotes da garota) e o perfil adequado à trama grupal que desenvolvi.


▬ Relate a história da sua personagem.


~ I'm a little french girl ~



— Bea, acorda — murmurou o homem. Devida a convocação matinal, a garota revirou-se em sua cama, puxando as cobertas sobre a sua cabeça. — Vamos, queria. Fleur já está tomando o café dela, e você ainda tem que se arrumar... Não podemos nos atrasar, sabe bem disso.

— Céus, está bem! — disse a garota, sentando-se na cama. Coçou os olhos com os seus dedos não-tão-finos-assim, piscou duas vezes e encarou a conhecida face e seu pai. Ali havia um sorriso o qual mostrava os entes esbranquiçados e alinhados do homem.

Charles, o pai de Beatrice, saiu do quarto ainda tomado pela penumbra. Quando ficou à luz que vinha do corredor, Bea pôde ver as roupas do homem: camisa polo azul, calça jeans escura e recém-comprada e um tênis preto. O seu cabelo castanho estava penteado para trás, de modo que parecia algum penteado retrô; este brilhava como se tivesse sido passado gel ali — e a francesinha não duvidava que houvesse mesmo passado.

Levantou-se e tateou o chão frio com os pés à procura das suas pantufas. Os calçados, ao invés de exibiram criaruras fofinhas tais como coelhos, tinham em sua parte superior dois lobos (um em cada pé). Este era o animal preferido de Bea.

Encaminhou-se para o banheiro que ficava dentro de seu quarto e despiu-se, ligando o chuveiro. Logp estaria pronta.

[...]

Bea entrou na cozinha instantes depois, observando o conhecido lugar. Era um ambiente de luz baixa, quente, e aconchegante. Pequena e lotada, um pão, queijos e outras poucas iguarias estavam sobre a mesa e algumas louças na pia mostravam o quão o pai de Bea seguia o costume desleixado dos franceses; adorava aquele lugar. Além disso, livros que necessitavam de uma limpeza estavam dispostos em prateleiras pelo lugar, dando um ar ainda mais aconchegante ao local, justente por Bea, apesar de sua dificuldade, adorar a leitura.

Ttrajva uma saia preta que ia até as coxas, uma blusa listrada e uma boina militar virada para o lad. Em seus pés estavam suas pequenas sapatilhas pretas, as quasd ganhou de seu pai no seu último aniversário.

Observou Fleur, seu reflexo — chame de gêmea, como quiser —, comer um pequenino pão com algo que a garota não pode decifrar.

— Onde ele está? — indagou Beatrice a Fleur. Retirando os olhos da pequena fatia de pão, Fleur mirou Bea por poucos segundos, chegando a parecer hipnotizada.

— Tirando o carro. — falou o reflexo, com o mesmo sotaque francês.

Meses antes, numa longa e exaustiva conversa, Charles (o pai das gêmeas) explicou uma simples situação: no início do verão, dia em que começou esta narrativa, ambas as garoas iriam para Long Island, morar junto de sua mãe — assim como explicou Charles. O mesmo ainda disse que a mulher queria suas filhas perto de si para que pudesse educá-las; mesmo que, em treze anos de existência, nenhuma das garotas tivesse tido contato algum com tal mulher que deveriam chamar de "mãe". Ainda assim, com muita relutância, concordaram.

— Ansiosa? — indagou para Fleur, vendo o seu semblante. — Eu quero ir tanto quanto você, mas... não temos escolha, Fleur. Sabe que papai nos arrastaria se preciso fosse, sabe como ele é cabeça dura.

— Eu sei de tudo isso, Bea. — respondeu em tom morto para a sua irmã. Após isso, o silêncio habitou a mesa enquanto ambas engoliam vagarosamente o que conseguiam. Apenas olhavam-se, compreendendo-se.

Em instantes, Charles entrou na casa e terminou de aprontar tudo para a indesejável partida das garotas; assim como elas, o homem não queria, mas era o mais sábio a se fazer. Estariam mais seguras, segundo Selene, ainda que esse detalhe Charles não pudesse revelar.

[...]

Não se demoraram muito, chegando ao aeroporto em menos de uma hora. Após fazerem todos os procedimentos necessários, esperaram a chamada para o voo, inquietas. E quando este veio, lágrimas não puderam ser contidas.

Charles falava às garotas que algum dia ainda o veriam, que deveriam cuidar uma da outra e que, com certeza, não esqueceria delas nunca. Além disso, avisou-as que um amigo dele iria buscá-las no aeroporto, um tal de Cameron.

Fleur soluçava abraçada ao pai, Bea estava um pouco mais afastada, porém perto o suficiente para sentir o cheiro de gardênias vindo do homem.

Ambas direcionaram-se ao avião, chorosas, sozinhas. De longe acenavam para o pai até que este ficou longínquo demais. A partir dali estavam sozinhas.

[...]

Beatrice não soube precisar o tempo do voo, mas sabia que não tinha sido tão curto. Como ainda era início de manhã, chegariam cedo ao seu destino, assim esperava.

Mirando sua gêmea, percebeu que Fleur parecia distante. Haviam sentado lado a lado, mas ainda assim não tinham conversado a viagem inteira. Era estranho Fleur estar assim, geralmente a garota falava até não poder mais, algo que irritava Bea. Ali, porém, parecia ter perdido a língua.

Bea tentou imaginar quanto ainda faltaria para chegarem, embora imaginasse que não seria muito. E, de verdade, chegaram antes mesmo de imaginarem estarem perto — entenda, para quem nunca saiu da França para lugar algum não tinha o menor conhecimento daquilo, ainda mais se viajava para outro continente.

[...]

Não fosse por Bea, Fleur teria se perdido. Após desembarcarem e pegarem suas respectivas bagagens, ficaram dirigiram-se para a saída, mas antes vendo um garoto de estatura mediana, cabelos loiros dessarrumados sob um boné verde, uma camisa de um time de beisebol, calça jeans larga e... muletas? Ah, sim, eram mesmo muletas. Além disso, uma placa escrita à mão trazia o sobrenome das garotas: "Butterfield".

Bea bateu no braço de Fleur, apontando com a cabeça para a direção do garoto. Entreolhando-se, ambas foram até ele e Bea se pronunciou antes que Fleur dissesse algo idiota.

— Oi — começou. — Hã, George? — a garota executava um simples plano para descobrir se era mesmo o garoto, não sendo direta. Era como já haia ouvido uma vez: "jogando verde para colher maduro".

O garoto franziu o cenho, estranhando tal situação. Deixou a placa sobre um assento próximo e se endireitou sobre as muletas, olhando firme para Bea.

— Cameron. — falou, simplório. — E presumo que sejam as senhoritas Butterfield. Charles me mandou aqui para...

— Sabemos. — cortou Fleur. — Agora pode nos levar daqui, Cameron?

O garoto fitou-a sem dar resposta alguma, apenas virou-se e fez sinal para seguirem-no, indo para fora do aeropoto. Assim que chegaram ao estacionamento, ambos entraram em uma van de algum tipo de fazenda a qual aparentemente cultivava morangos.

[...]

Constantemente, no caminho, Bea sentia arrepios, assim como percebia que sua irmã também sentia — todos vinham da base de suas respectivas colunas.

Desanuviou a mente, olhando para o cenário da estrada que constantemente mudava: passava de prédios a casas e, naquele momento, parecia alguma área rural.

A garota perguntava-se como seria a sua vida em Long Island, com aquela mulher que ela nem mesmo sabia como era. Ainda não entendera como seu pai fora capaz de fazer aquilo.

Pelo vidro retrovisor, mirou os olhos cor de mel de Cameron, descobrindo neles uma exuberante beleza.

— O que houve com as suas pernas? — indagou ao garoto, que dirigia. — Digo, as muletas e tal...

O garoto remexeu-se na cadeira, desconfortávem. Olhando rapidamente para a loira, o garoto de aparentemente dezessete anos respondeu, com uma voz calma, surpreendentemente.

— Problema de má formação — falou. — Tenho isso desde pequeno, sempre usei essas... muletas.

Bea confirmou com a cabeça e voltou a sentar-se normalmente, uma vez que havia impulsionado o corpo para a frente momentaneamente.

Passados alguns segundos, Cameron avisou que estavam perto. Automaticamente a loira estranhou, olhando novamente para a estrada; já fazia um bom tempo que não via construção alguma e duvidava que estivessem "perto" de algo. Contudo, assim que ia questionar, outro arrepio a fez tremer dos pés à cabeça. "O que diabos é isso?!", pensou.

E de repente viu a forma escura sobre um rochedo próximo. O homem montado nela era rústico e cheio de cicatrizes, em sua mão esquerda carregava uma lança. Então deu uma risada de escárnio e lançou a arma na direção do veículo, sendo o impacto daquela coisa contra o vidro da van e o seguinte capotamento a última visão de Bea.

[...]

A garota acordou na maca de alguma espécie de ambulatório. Ao seu lado, um garoto de cabelos e olhos castanhos a fitava. O mesmo cheirava a vinho.

Bea tentou sentar-se, mas foi contida logo após encostar as mãos no colchão macio e impulsionar o corpo para cima.

— Onde... Onde estou? — indagou a garota. Tudo ao seu redor parecia girar, e Beatrice mal conseguia focar em um ponto fixo.

— Acampamento Meio-Sangue, Long Island. — respondeu o jovem bebum.

Beatrice piscou algumas — muitas — vezes e então lembrou-se aos poucos de tudo. Seu pai. Aviagem com Fleur. Cameron. A van. A forma obscura. O homem rústico. A lança. O capotamento.

— Fleur, Cameron, onde estão? — indagou, com os olhos lacrimejando.

O jovem bebum deixou seus ombros vergarem, olhou-a nos olhos e fez sinal negativo com a cabeça, tristonho.

— Eu sinto muito. — falou. Naquele momento o chão de Beatrice desapareceu. Sua irmã havia morrido.

[...]

Uma semana passara-se após o ocorrido. Já acostumada com tudo e com todos, Beatrice recuperava-se, contando com a ajuda de Benjamin, o tal jovem bebum. Era uma nova realidade, um novo presente. Aparentemente todos ali eram meio-deuses, ou, no termo correto, meio-sangues. Inclusive Benjamin, o qual dissera ser filho de Deméter — sim, a deusa grega —, inclusive também Beatrice. Fleur também seria se estivesse viva... Mas Bea evitava pensar assim. Ainda indefinida, estava no chalé 11, onde ficavam todos naquela situação.

E antes que ache que isso é pura loucura, explicarei. De alguma forma as divindades gregas haviam migrado de nação em nação com o passar dos séculos, assumindo diferentes formas e nomes; neste exato momento estão nos EUA, mas nunca sabe-se para onde vão daqui a alguns anos. E assim como na antiguidade, os deuses tinham filhos com mortais, sendo estes chamados semideuses, os quais eram abrigados numa espécie de acampamento para serem treinados e protegidos.

Ah, e junto dos deuses vieram todos os perigos e mitos antigos, de forma que o único lugar seguro em toda a nação é o acampamento. É... Difícil de acreditar, não? Pois bem, deve estar desnorteado, assim como Beatrice ficou. Mas um dia se acostumará com a ideia, assim como ela. Um dia...

[...]

Mais uma noite em volta da fogueira, mais uma noite naquele acampamento sem Fleur. Beatrice, aninhada nos braços de Benjamin, mirava as chamas bruxuleantes da fogueira enquanto escutava a música longínqua tocada pelos filhos de Apolo. E quando menos esperou, tudo havia parado. As chamas assumiram um tom púrpura, diferente do comum laranja, assim como a música parecia ter perdido-se. E notando que todos a fitavam, olhou para Benjamin na esperança de saber o que era aquilo.

Um intenso brilho prateado tomou conta da garota, a qual logo pulou de pé e mirou as partes visíveis de seu corpo. Extasiados, todos miravam-na. E antes que pudesse digerir algo, uma voz distante e conhecida gritou:

— Ave Beatrice Chron Butterfield, princesa lunar, filha de Selene a deusa da Lua!


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kanata Hongo em Sex 08 Ago 2014, 00:25

 
Kanata Hongo...



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Quione

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Possui 1,59 m, peso 45 kg, cabelos bem pretos, lisos e espessos, fica corado quando fica tímido, dentes bem brancos e bem alinhados, sobrancelhas bem-feitas (como se ele realmente fizesse, mas não faz.), cílios grandes, algumas pintas pelo corpo, aparenta ser mais novo do que sua idade (ele tem 17, mas parece ter 13, ou menos), seu semblante demonstra ingenuidade, mas na realidade ele não é.


Psicológicas:
Muda de humor frequentemente, por tanto nunca se sabe se ele estará alegre, triste, com raiva, ou tudo isso, em um único dia; Quando quer algo faz de tudo para conseguir, nem que tenha que passar por cima de outras pessoas; Em sua maior parte do tempo é calmo, mas quando perde paciência... Ele não tem controle de suas ações; Calculista, sempre pensa duas vezes antes de agir; Gosta de aprender coisas novas, e tem facilidade com aprendizagem; Tem uma paixão por coisas artísticas, sabe tocar piano, e canta muito bem; As vezes é um pouco ‘frio’, não se importando muito com os sentimentos alheios; Sarcásticos; Nunca perdoa ninguém, e sempre espera a oportunidade certa, para por seus terríveis planos de vingança em ação.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus – ou ser tal ser mitológico?

Quione é conhecida como a deusa da neve. Cada floco de neve é diferente do outro, assim também é a personalidade de Kanata. A neve pode ser algo bonito, e com ela podemos brincar, mas também pode ser perigosa e mortal. Embora o garoto possua uma aparência de um garoto ingênuo e bem sereno, ele fica muito irritado quando perde a paciência, e pelo fato dele nunca perdoar ninguém, faz dele uma pessoa má.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


Era dia de passeio escolar para um camping, que segundo meu GPS, ficava muito distante da cidade. Tinha entrado no ônibus, e sentando ao lado de minha única amiga, Diana Therion, uma menina ruiva e cabelos cacheados, olhos verdes, e bem magra. Notaram alguma semelhança com algum personagem de filmes animados? Sim. Eu a apelidei de “Merida”.
Olhando para minha amiga, perguntei:
- Ei? O que trouxe para comer?
Ela parecia estar um pouco distraída, de certo estava pensando em alguma coisa, talvez em alguns acontecimentos no acampamento, que ela sempre viajava quando era verão.
- Er... Um pouco de tudo. Bolo de chocolate, pasteizinhos de vento, algumas frutas, e uma jarra cheia de suco de goiaba. - respondeu ela.
Fiquei com vontade de comer tudo o que ela estava trazendo, pois sabia que ela era ótima cozinheira, e que de certo ela mesmo tinha feito tudo aquilo.
- Mal vejo a hora de chegarmos, então.
- Eu também. - respondeu Diana ao colocar sua cabeça encostada no banco.
Como eu nunca gostava de viajar em silêncio, percebendo que ela não puxava assunto, comecei a puxar, dizendo:
- Eu sempre quis saber... Para onde você viaja?
- Eu já te respondi. Sempre viajo em um acampamento.
Típico dela, sempre me respondendo de uma forma que me deixe mais curioso.
- Eu sei disso... Mas o lugar exato... Nunca me contou?
- Eu... Não posso falar! Não seja teimoso!
- Tudo bem! - disse ao ser vencido.

Quando finalmente chegamos em nosso destino, saí para fora com a mochila nas costas, acompanhado de Diana, meus outros colegas de classe, e minha professora de Matemática, a senhora Dorotheia Silvana.
- Muito bem pessoal, chegamos. Quero que todos vocês comecem a busca por gravetos secos, para que mais tarde possamos fazer uma fogueira. - disse minha professora. Fazendo uma pausa continuou: - Quero que andem em dupla para que terminem mais rápido.
- Estratégia boa... Separar todos, para atacar somente... - começou dizer Diana, mas quando percebeu que eu a olhava, se calou.
- Atacar somente? - perguntei.
- Er... Nada! - disse Diana.
- Certo...
“Droga ela sempre me deixa assim curioso!”, pensei. Olhando novamente para ela, perguntei:
- Posso ficar contigo?
Ela pensou um pouco antes de me responder, mas depois sorriu, e disse:
- Sim. - fez uma pausa e continuou - Quero dizer... Sim, mas quando pedir para sair correndo, não quero que faça nenhuma pergunta, apenas corra!
Estranhei aquilo, mas sabia que as vezes ela era um pouco ''louca'', e que ela sempre imaginava perigo, onde não existia. Certa vez ela deixou escapar que a professora era um monstro, mas achei que era por causa de que a professora, tinha dado um “F” para ela, consequentemente fazendo com que ela pensasse que a mestra de matemática, fosse um monstro.

Já fazia cerca de quinze minutos quando finalmente tínhamos encontrados galhos secos e retornávamos para onde a professora estava, quando escutei um barulho. Ao olhar na direção de onde veio o ruído, percebi que a Senhora Dorotheia se encontrava na nossa frente. Ela ignorando minha presença, olhou para minha acompanhante, e disse:
- Ah! Finalmente... Estamos a sós
“Legal ser excluído!”, pensei um pouco ofendido, pois achava que para professora, minha amiga fosse mais importante do que eu.
Diana olhou para mim, e disse:
- Lembra quando falei a respeito para que você corresse? Sem fazer nenhuma pergunta?
- Eu... - comecei a dizer, mas vi as caretas que ela me lançava, e resolvi começar a correr, ou, pelo menos, fingi que correria.
Tinha andado alguns passos quando virei minha cabeça novamente onde elas se encontravam. Assustei ao perceber que minha professora, tinha virado um monstro, ou, pelo menos, da cintura para baixo era um, enquanto da cintura para cima continuava com seu corpo. Também percebi que ela avançava contra Diana, esta que parecia com algum tipo de chicote. Não queria ajudar minha amiga porque alguma coisa dento de mim, dizia que ela, era bem experiente, mas banquei o idiota quando a vi sendo arremessada contra uma árvore, e a monstra, avançava contra ela. Percebi que ainda segurava os galhos secos, tudo bem que não era algum tipo de arma, mas decidi ir contra aquela mulher galinha, enquanto segurava um dos galhos. Ao chegar perto da minha ex professora, tentei golpeá-la com um dos galhos, infelizmente sem sucesso, porque ela se esquivou, e dando um golpe com suas asas, fez com que eu fosse atirado contra uma árvore, e batesse a minha cabeça.
- Ai! - gritei de dor.
Lembro que minha amiga se levantou, e disse que eu gritava como uma de suas meio-irmãs, mas depois disso não lembro de mais nada, porque acabei desmaiando.

Quando acordei, vi que estava em minha casa. Ao olhar para os lados, percebi que Diana e minha avó estavam ali, e que minha amiga, me olhava preocupada. A minha companheira de classe ao notar que finalmente eu tinha acordado, disse:
- Você baba enquanto dorme!
Aquilo me deixou um pouco constrangido e desejei nunca mais dormir, enquanto ela me olhasse.
- Er...  - tentei dizer.
- Não fale mais nada. - alertou ela.
- Eu estou curioso... A respeito do que vi...  - fiz uma pausa e continuei – Foi... Real?
- Sim. Aquilo que você viu foi real. A professora é uma harpia. - fazendo uma pausa, continuou: - E enquanto tentava usar a névoa, você foi reclamado por sua mãe.
Olhei para minha avó curiosa.
- A repeito de quê, ela quis dizer?
Depois de uma longa explicação de minha avó, descobri que minha mãe era Quione, a deusa da neve, e que a de minha amiga, era Afrodite. Também soube que tinha que ir para um acampamento, onde aprenderia a lutar contra alguns monstros. Estes que podem me localizar, onde quer que eu esteja, e tentar me atacar, para depois me devorarem como se fosse um lanche do McDonald's.



...The Winter Son

 Lari ❥
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jhonny Braga em Sex 08 Ago 2014, 03:11

Ficha

Porqual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Héracles

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Jhonny tem 12 anos uma estatura mediana (1,63 e 45 kg), olhos azuis, uma personalidade forte, porte atlético, é muito rebelde, tem pele branca e cabelos escuros. Ele é brigão porém muito nobre e protege aqueles que prencisam, também possui uma força acima da média. Sempre era zoado e humilhado quando era menor o que o tornou desconfiado e brigão, por isso não confia em ninguém.

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque ainda acredito nos heróis à moda antiga. Além disso, admiro bastante o altruísmo e o sacrifício pelo bem alheio.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Era uma sexta feita, 12:30, eu estava saindo da escola quando alguns moleques passaram correndo, pegaram minha mochila e a tacaram na lama.

-Ei! Porque vocês fizeram isso? Gritei
- Porque deu vontade, otário disse um deles

Eu ja estava estressado após mais um dia de aula ja que tenho Hiperativade e não consigo me concentrar direito nas aulas, porém tentei manter a calma:

-Pegua a mochila da lama agora. Falei pausadamente tentando manter a calma

-E se nós não quisermos? Respondeu o outro me dando um soco no braço.

Bastou, meu sangue ferveu e não pensei 2 vezes antes de partir pra cima porém num passo de mágica os 2 garotos se tranformaram em uma espécie de mulher cobra e 1 deles começou a investir contra mim.

Aquele foi o meu primeiro encontro com uma fera. Fiquei aterrorizado.

Hoje sei que a besta se chama Dracaenae. Seu corpo é como o de um lagarto ou um réptil, mas da cintura para baixo elas têm duas caldas de cobra.

Flexionei as pernas e concentrei toda a minha força no salto que dei. Acertei uma com meu ombro esquerdo e seu corpo voou até bater na parede, que rachou e tremeu. Mas de repente, a segunda Dracaenae apareceu e girou, chicoteando-me para o lado.

Aterrissei rolando no chão e parei perto de uma caixa. Quando olhei em volta vi a mulher-cobra se preparar para outra investida. Então, ainda de joelhos, peguei a caixa com as duas mãos e ergui acima da cabeça. Lancei o contêiner imediatamente, acertando-a em quanto dava o bote. Antes que pudesse cantar vitória, a primeira Dracaenae me abraçou por trás, enrolando suas caldas na minha cintura e prendendo meus membros inferiores. Depois disso eu senti a dor aguda da mordida na minha nuca. Levei os braços para trás e finquei as pontas dos dedos na cabeça da monstra, fazendo pressão com toda força. Mas ela continuou mordendo, apertando cada vez mais forte até tirar minha consciência. Porém, antes de apagar, ouvi vozes humanas, juvenis, vindas de algum lugar, e senti o corpo escamoso da besta se esfarelar, como se fosse areia desde sempre.

Acordei aqui no acampamento com meus salvadores e depois de uma longa conversa com eles e uma homem cavalo (que se dizia ser um centauro) chamado Quíron fui orientado a rezar para meu pai e meio sem entender direito o que estava acontecendo, obedeci:

Pai? Sou eu, Jhonny.

Eu não conheço o senhor. Mas, se tudo que me disseram aqui no acampamento for verdade, o senhor me conhece. Isto é, sabe que cresci no Brasil , que me mudei para os E.U.A aos 11 anos de idade, que fui criado por minha mãe, que possuo uma força incomum e que sempre dei meu sangue pelos outros. Tenho tantas perguntas...

Qual é o seu nome? Por onde esteve? Por que nunca veio me ver?

Quando me contaram desse lugar, eu me enchi de esperança. Foi um alívio saber que eu não era o único; que poderia me livrar daquele sentimento de solidão. Achei que finalmente descobriria a verdade sobre o meu passado

–Por que eu era diferente dos outros garotos, por que vivíamos nos escondendo?

Mas até agora não tive respostas. Continuo perdido e ainda me sinto isolado, apesar do pessoal aqui no chalé 11 ser bem caloroso.

Agora a única lembrança concreta que tenho é que acordei aqui no acampamento, cercado pelos meus salvadores aparentemente preocupados.

Porém, sinto que continuo caminhando em vão. Não consigo me enturmar, principalmente com os do chalé 5.

Tenho medo do senhor não se manifestar e me deixar órfão. Quando ouço falar nos monstros que estão por aí sinto angustia e medo. Pai, por favor, me dê um sinal, uma direção ou uma resposta! Eu não tenho tempo para desperdiçar. Por favor. Pai...

Ps: Gente desculpe a falta de cor nas falas e a estrutrutura do texto, fiz no bloco de notas do meu celular XD
Jhonny Braga
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jhonny Braga em Sex 08 Ago 2014, 11:54

Por favor anulem minha ficha anterior e considerem essa (é igual só que fiz no pc e melhorou algumas coisas)

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Héracles

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Jhonny tem 12 anos uma estatura mediana (1,65 e 45 kg), olhos azuis, uma personalidade forte, porte atlético, rebelde, tem pele branca e cabelos escuros. Ele é brigão porém muito nobre e protege aqueles que precisão, também possui uma força acima da média.

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque ainda acredito nos heróis à moda antiga. Além disso, admiro bastante o altruísmo e o sacrifício pelo bem alheio.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Era uma sexta feita, 12:30, eu estava saindo da escola quando alguns moleques passaram correndo, pegaram minha mochila e a tacaram na lama.

-Ei! Porque vocês fizeram isso? Gritei
-Porque deu vontade, otário. Disse um deles

Eu ja estava estressado após mais um dia de aula já que tenho Hiperatividade e não consigo me concentrar direito nas aulas, porém tentei manter a calma:

-Pega a mochila da lama agora. Falei pausadamente tentando manter a calma

-E se nós não quisermos? Respondeu o outro me dando um soco no braço.

Quando pensei em partir pra cima deles quase desmaiei: Num passo de mágica os 2 garotos se tranformaram em uma espécie de mulher cobra e 1 deles começou a investir contra mim.

Aquele foi o meu primeiro encontro com uma fera. Fiquei aterrorizado.

Hoje sei que a besta se chama Dracaenae. Seu corpo é como o de um lagarto ou um réptil, mas da cintura para baixo elas têm duas caldas de cobra.

Flexionei as pernas e concentrei toda a minha força no salto que dei. Acertei uma com meu ombro esquerdo e seu corpo voou até bater na parede, que rachou e tremeu. Mas de repente, a segunda Dracaenae apareceu e girou, chicoteando-me para o lado.

Aterrissei rolando no chão e parei perto de uma caixa. Quando olhei em volta vi a mulher-cobra se preparar para outra investida. Então, ainda de joelhos, peguei a caixa com as duas mãos e ergui acima da cabeça. Lancei o contêiner imediatamente, acertando-a em quanto dava o bote. Antes que pudesse cantar vitória, a primeira Dracaenae me abraçou por trás, enrolando suas caldas na minha cintura e prendendo meus membros inferiores. Depois disso eu senti a dor aguda da mordida na minha nuca. Levei os braços para trás e finquei as pontas dos dedos na cabeça da monstra, fazendo pressão com toda força. Mas ela continuou mordendo, apertando cada vez mais forte até tirar minha consciência. Porém, antes de apagar, ouvi vozes humanas, juvenis, vindas de algum lugar, e senti o corpo escamoso da besta se esfarelar, como se fosse areia desde sempre.

Acordei aqui no acampamento com meus salvadores e depois de uma longa conversa com eles e uma homem cavalo (que se dizia ser um centauro) chamado Quíron fui orientado a rezar para meu pai e meio sem entender direito o que estava acontecendo, obedeci:

Pai? Sou eu, Jhonny.

Eu não conheço o senhor. Mas, se tudo que me disseram aqui no acampamento for verdade, o senhor me conhece. Isto é, sabe que cresci no Brasil , que me mudei para os E.U.A aos 11 anos de idade, que fui criado por minha mãe, que possuo uma força incomum e que sempre dei meu sangue pelos outros. Tenho tantas perguntas...

Qual é o seu nome? Por onde esteve? Por que nunca veio me ver?

Quando me contaram desse lugar, eu me enchi de esperança. Foi um alívio saber que eu não era o único; que poderia me livrar daquele sentimento de solidão. Achei que finalmente descobriria a verdade sobre o meu passado

–Por que eu era diferente dos outros garotos, por que vivíamos nos escondendo?

Mas até agora não tive respostas. Continuo perdido e ainda me sinto isolado, apesar do pessoal aqui no chalé 11 ser bem caloroso.

Agora a única lembrança concreta que tenho é que acordei aqui no acampamento, cercado pelos meus salvadores aparentemente preocupados.

Porém, sinto que continuo caminhando em vão. Não consigo me enturmar, principalmente com os do chalé 5.

Tenho medo do senhor não se manifestar e me deixar órfão. Quando ouço falar nos monstros que estão por aí sinto angustia e medo. Pai, por favor, me dê um sinal, uma direção ou uma resposta! Eu não tenho tempo para desperdiçar. Por favor. Pai...




Desculpem o tamanho da história sei que é bem curtinha mas achei que ficou bem explicada e que não tem necessidade de adicionar mais nada :)
Jhonny Braga
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Merlya Hoenn Snow em Sex 08 Ago 2014, 14:40

Merlya Hoenn Snow


Progenitor divino:

Atena

Características:
- PSICOLÓGICAS: Merlya é impulsiva, um pouco arrogante, sarcástica, extremamente teimosa, charmosa, sedutora e carinhosa para com os que ama. Vai até os extremos para conseguir o que quer ou salvar e defender o que deseja. Tranquila, uma pessoa na dela, estudiosa e brincalhona quando quer. Ela pode ser o seu maior sonho, mas que com uma decepção torna-se seu maior pesadelo, ela ama sem limites e vive sem impossibilidades. A sua melhor lembrança são dos olhares esperançosos de Ravena.
- FÍSICAS: Merlya sempre teve olhos cinzentos, um cinza profundo e misterioso. Tem cabelos castanhos, que às vezes quase chegam a se tornarem negros, em um jeito ondulado e liso, dependendo muito da temperatura do ambiente. De fato é uma jovem atraente, alta, magra e veste-se de maneira simples, não se importando com a aparência, os outros até podem lhe entender como se ela dissesse que não lhe são necessárias maquiagens ou de muito tempo na frente do espelho.

Por quê  quer ser filho de tal Deus:
Porque eu acho Atena uma deusa muito importante na mitologia, e também, uma deusa interessante. Ela é a deusa da sabedoria, e da estratégia em batalha, por que melhor que isso?

Trama:
Normal? Humm... Não sei como é uma vida normal desde... Desde sempre. Falando em vida, eu estou sempre a beira da morte, criaturas estranhas adoram me abordar e tentar me matar, isso é extremamente irritante, por sorte a pessoa que me deixou em Louis deixou também um artefato raro de bronze, que vem me ajudando a continuar viva nas minhas idas a escola ou voltinha na pracinha. E eu sei que queres saber um pouquinho de mim, e lhe confessarei todos meus segredos. Eu não sei o que é ter uma família, pai, mãe, irmãos. Kathy me contou que tenho uma irmã gêmea, mas nunca a vi ou sei se vive, o destino nos separou assim que nascemos. Kathy é a minha cuidadora. Na verdade, ela dirige um orfanato inteiro, por sorte ela é querida e amável com todos nós, esta é uma mulher alta elegante e com forte traços asiáticos. A mesma sorte também me agraciou com uma amiga, Ravena. Uma garotinha de 9 anos, cabelos negros como a noite, que cai sobre sua pele cor de chocolate, como uma cascata de cachos.

- Lya? -Ela me chama. Quando levanta a cabeça posso ver seu rosto colorido por conta da tinta que a permite colorir a folha branca, dando vida a mesma.

-Diga, meu amor. - Sentada em minha cama pego minha adaga e lustro a mesma, para guardar a mesma em minha bota.
- Você tem entrevista hoje. - Ela murmura cabisbaixa, com uma voz angelical. Seus traços pareciam mais tristes. - Vão te levar em bora, e eu...

Pulo do beliche e sento ao lado dela, interrompendo-a para que não continue. O nosso quarto não tinha nada de diferente comparado ao das outras crianças do Orfanato Louis, fora os desenhos de Ravena que traziam um colorido alegre especial para as paredes cinzas e mofadas.

- Eu não vou te deixar sozinha. Nunca! Entendeu? E não repita isso... Sim? - Pergunto com confiança e ela sorri. Retribuo seu sorriso, levantando em um pulo quando a porta se abre. Minha mão fica a três centímetros de minha arma, enquanto encaro Kathy, assim que vejo que não há perigo deixo a mão ao lado do corpo.

- Merlya, vamos lá, hoje pode ser seu dia. Vai ter uma família de verdade. - Disse Kathy, com uma voz agradável, enquanto eu recuava alguns passos para pegar uma escova de cabelo na penteadeira. Kathy parecia animada, diferente de mim, toda chorosa por dentro. Eu não precisava de família, meu único querer era proteger Ravena, pois ela sim, era como família para mim.

-Só um segundo, senhorita Johnson. - Prossigo ao agarrar a escova. - Quero pentear meus cabelos, não pretendo causar má impressão. - Começo a escovar meu cabelo e ela sorri contente.

-Ah, Lya. Fico feliz por você ter abandonado toda aquela rebeldia. Você é uma criança tão linda! - Ela dá um beijo em minha testa marcando a mesma com o formato de seus lábios vermelhos por conta do batom, aproveito cada segundo, pois ela era o mais perto que eu já tive de uma mãe. Depois disso a moça muito elegante, fecha a porta de madeira deixando eu e Ravena sozinhas novamente. Trocamos olhares cúmplices e rapidamente jogo meu travesseiro no chão, pego a corda feita de lençóis que fizera na madrugada passada, sabia que isso ajudaria em nossa fuga, pois eram apenas dois andares.

- Está pronta Ravena? - Pergunto enquanto jogo a corda improvisada para fora e amarro uma das pontas no cama. -Tranque a porta. Eu vou primeiro e te pego lá em baixo. Preparei duas mochilas para nós, jogue elas antes de descer. -Dou as coordenadas com confiança é finalizo com um sorriso. - Te amo, maninha.

Ela sorri e assente, crédula a toda e qualquer coisa que venha de mim. Porém, não estou tão confiante quanto aparento, mas Ravena acredita em mim, e não vou ficar parada esperando um milagre. Seguro nos lençóis e firmo as solas de minhas botas na parede descendo cada vez mais rápido, a medida que vou ficando boa naquilo. Quando meus pés tocam a grama olho para cima, a luz do sol dificulta minha visão, porém consigo ver um borrão rosa entre os raio do sol. Do fundo da minha alma peço que alguma força sobrenatural proteja Ravena para ela descer em segurança. - Vem Ravena, você consegue. - Sussurro como se ela pudesse ouvir.

Dois baques surdos no chão e as mochilas estavam do meu lado. Logo mais outro e a caixinha de tinta da pequena estão ali também. Em seguida ela começa a descer. Cada segundo foi uma eternidade até ela estar ali em baixo. Colocamos as mochilas nas costas e seguimos para atravessar a rua. Assim que pisamos na outra calçada, um homem alto e raquítico junto de uma mulher gordona e grisalha sorriram para nós.

-São vocês duas? - A gordona perguntou com cara de tonta.

- Não, Abóboda. Só a altinha. - Ele apontou seu dedo esquelético para mim.

Abóbada? Não é uma nome "normal", eles são estranhos, mas provavelmente eram os caras da entrevista da qual fugi.

-Ravena, atrás de mim. - Me jogo na frente da menina e pego minha adaga.

-Uuhhh, cuidado ela tem uma faquinha! - Riu a moça.

-Treinei bastante com ela, gorducha. Cheguem perto da gente e verão o quão minha adaga é afiada. - Ameacei os dois.        
Eles não ficaram acuados com minha ameaça e avançaram, seus olhos brilharam e vi que não eram humanos, chutei o magrelo e quando meu pé pousou no chão pulei na direção da moça e passeia lâmina de minha adaga de bronze no rosto da mesma. Ele caiu e ela começou a gritar e se dissolver em pó dourado. - Corre!- Ordenei a Ravena, e nós duas o fizemos. Sem parar e olhar para trás corremos por alguns minutos até não ter mais sinal dos dois. Nos vimos em uma floresta que cercava os arredores do orfanato. Tentei acalmar minha respiração ofegante e olhei para Ravena.

-Como você está? - Perguntei, colocando a minha mão em seu rosto. Ela estava chorando, um espinho havia atravessado sua mão, mas ainda assim ela tinha continuado a correr. Não era um espinho qualquer, tinha o tamanho de minha adaga, era negro como trevas e soltava uma substância esverdeada. Meus olhos começaram a arder, peguei a mão dela, mas nada podia fazer. - Vamos arranjar ajuda. - Foi o que o nó em minha garganta me permitiu dizer. Os pequenos olhos negros da menina estavam repletos de pavor e me pediam ajuda, mas não sabia o que fazer. Viro para trás para pegar algo em minha mochila, talvez uma faixa ou coisa do gênero. Jogo tudo no chão, é meus objetos se espalham no solo, até que ouço o barulho de folhas sendo esmagadas, quando viro novamente vejo o homem, mas não por completo, no lugar das pernas ele tem um corpo de leão, asas de morcego e uma calda de escorpião, onde Ravena estava presa, a calda atravessou a barriga da menina, ela estava morta.

-Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhrrrrrrrrrrrrr! - Gritei de raiva e de dor, mas eu não fui a única a gritar. Um vazio se abriu dentro de meu peito e perdi a respiração. Trovões enchiam-se nos céus de repente, me fez pensar a quanto tempo estavamos fora dos muros do orfanato. Uma chuva forte começou a cair. Quem havia gritado comigo, pulou de trás de mim e começou a lutar contra o monstro, ela lutava como se tivesse nascido da própria guerra e junto com ela havia um garoto metade bode. Desabei de joelhos no chão, ficando suja de lama, deixei a água cair sob meu corpo, principalmente de meu rosto. - Não, não... - Murmuro desolada. Deito no chão enquanto a batalha ocorre na minha frente, logo vejo a garota que veio me ajudar arrancar a cabeça do monstro com sua espada, nunca odiei tanto uma criatura em toda minha vida. O corpo de Ravena inda estava ali, preso. Em seus olhos mortos o medo ainda sucumbia e de sua boca um filete de sangue escorria. Ouço um som suave de flautas e meus olhos começam a pesar.

- Você vai ficar bem. - Ouço uma voz masculina dizia. Provavelmente era o garoto-bode, mas não conseguia ver nada além de escuridão.

..........

A névoa dos sonhos perturbava minha visão, mas consegui ver Ravena. Bochechas rosadas, com um brilho no olhar e sorriso no rosto. Não estava morta, mas eu tinha visto acontecer. Eu estava nos reinos de Morfeu. Corri ao encontro da pequena e a abracei. - Me perdoe, Ravena... - Pedi com lágrimas nos olhos, mas ela não dizia uma palavra, vestia um vestido negro e sua expressão havia mudado, estava sem emoção e dura como pedra. Como se a menina tivesse sendo puxada por algo ela foi lançada para longe de mim. Comecei a correr na direção dela até que uma forte luz invadiu minha visão.

..........

Meu corpo estava chacoalhando quando abri os olhos e sentei em uma pulo. Me vi em um carro velho, onde a garota guerreira dirigia e o cara metade bode abria a janela do carona deixando o sol bater em meu rosto, o maldito que me acordou.

- Ravena! - Gritei assustada.

-Sentimos muito... - O sátiro murmura.

- Não se preocupe, eu matei aquela Manticora por você. E ela... - A garota olhava apreensiva para mim.

-Eu... - Decido me calar.

O garoto bode começa a falar sobre um tal de acampamento meio sangue, deuses gregos, monstros e heróis. Eu assimilo tudo rapidamente e concordo sem perguntas, pois não estou em condições de questionar. - E mais uma coisa... - Ele acrescenta. - Sua irmã gêmea também se foi... A alguns meses, ela tentou chegar aqui... Ela não resistiu, Merlya. Sentimos muito por isso, também. A culpa foi... Minha. - Seus olhos se enchem de lágrimas e ele busca novamente a flauta de bambu e volta a tirar-lhe uma melodia. Eu voltei a dormir, mas não sonhei mais...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 085-ExStaff em Sab 09 Ago 2014, 00:47

Avaliação

Sebastian J. Galagher não reclamado — Sebastian sua ficha novamente, ficou confusa e sem explicações que deixaram diversas lacunas na história de seu personagem que é a meia-irmã (que notei que às vezes ela era a protagonista e não o seu personagem), a suposta madrasta (para ela ser madrasta a mãe verdadeira dele teria que ter uma relação com Apolo e ai o personagem ser assumido por outra, isso é madrasta), as vírgulas com espaçamento antes, os erros ortográficos e todo o resto da confusão na história que a mataram por completo. Sinto muito.

E será acusado de plágio parcial, já que, encontramos vestígios do mesmo texto em outro fórum de Percy Jackson e também de uma página no Facebook sobre Percy Jackson, e receberá a punição adequada.

Tanatosu Mors — Sua história ficou com algumas incoerência que mataram a oportunidade de seu personagem ser reclamado.

1. Olhos vermelhos? < Certo, nunca vi nenhum ser humano com olhos vermelhos na vida a não ser que usem lentes, ok.

2. Como e por qual motivo específico Thanatos foi até a cama do personagem e pingou sangue nos olhos dele?

3. Como, ele sendo um meio-sangue novato foi por algum milagre (mais do que milagres e sorte) até Los Angeles e consequentemente o Inferno (acho que a entrada mais conhecida fica ali perdoe-me se estiver errado).

4. Como ele socou Caronte? Tendo em conta que ele evidentemente tem "poderes" e não aceitaria isso provavelmente.

5. Dificilmente, muito dificilmente mesmo um deus apareceria pra sua prole (ainda mais se nem é reclamada ainda) e falará com ela, geralmente comunicam-se por meio de sonhos sendo que apenas Percy, seus amigos e outros campistas muito experientes já se encontraram verdadeiramente com os deuses. Portanto, aconselho que revise estes pontos além é claro da ortografia, concordância verbal, pontuação e organização do texto.

Shayne Robert Jackson não reclamado — Sua ficha ficou regular mas decidi reprová-lo por dois motivos: 1. Seu texto apresentou alguns problemas de concordância e vírgulas fora de lugar que prejudicaram o entedimento do texto em alguns trechos. 2. Como um sátiro protetor júnior venceria tão facilmente três harpias? 3. A reação de Shayne foi demasiada artificial, não pareceu algo humano, até mesmo para alguém esnobe e egocêntrico. Peço por favor que revise estes pontos e altere seu texto tendo em mente eles, boa sorte.

Luca S. Milano reclamado — Luca sua ficha ficou boa e se encaixou nos padrões, tem uma boa escrita e é um bom personagem, comum igual aos de Afrodite, portanto, parabéns.

Bem-vindo filho de Afrodite!

Florence E. Quinn reclamada — Uma boa ficha e que teve sinceridade, coisa que falta às vezes nos motivos do porquê tal progenitor e gostei da sinceridade. A história ficou regular mas compensou com a boa ortografia, o cenário e as emoções que foram embutidas no texto.

Bem-vinda filha de Hypnos!

Ever B. McCain reclamada — Uma ficha com boa qualidade, uma história regular na minha opinião devido ao clichê de personagem revoltado ou abandonado que vira um matar de aluguel ou algum infrator qualquer (pare de matar gente, gerenciar o inferno não é fácil, a cambada fica tentando fugir ai é fogo) mas fora isto, ficou uma boa ficha. Parabéns.

Bem-vinda filha de Thanatos!

Christopher Mason reclamado — Sua ficha é um tanto diferente e gostei da ideia, abandonou o personagem e depois de um tempo retornou dando um novo rumo para ele e possivelmente uma nova trama. É algo novo e que nunca vi antes aqui no fórum, ou que eu tenha avaliado. Sua escrita é fluída e pausada e simples, sem falar da boa escrita. Apenas encontrei uns dois ou três erros, mas não pesaram na avaliação.

Bem-vindo (novamente) filho de Ares!

Aphrodite Stryder reclamada — Sua ficha foi bem escrita ortograficamente e também na pontuação, não foi difícil imaginar a situação como sempre e também a falta de choque pode ser justificada dada a personalidade da semideusa e seu "jeito", uma típica filha de Afrodite que não foge muito ao padrão, portanto, parabéns.

Bem-vinda filha de Afrodite!

Leogalesi não reclamado — O seu nome está fora dos padrões do fórum e recomendo seriamente a ler a ficha dos membros reclamados e as mais antigas, principalmente as aprovadas e que tenham player com níveis elevados para você se inteirar de como é o padrão de fichas, melhorar a organização e ter ideias melhores para seu personagem.

Visite o seguinte link para requisitar um nome adequado com Nome e Sobrenome.

Link: http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/t9050-mudanca-de-nome?highlight=Troca+de+Nome

Aguardando atualização.

PS: As fichas que não foram avaliadas devem esperar mais um pouco de tempo devido ao número elevado de fichas postadas, agradecemos a compreensão e atenção.

Atenciosamente, capiroto grego.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 112-Ex-Staff em Sab 09 Ago 2014, 12:17

Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Izzy A. Winterhallow em Sab 09 Ago 2014, 17:57


Show me how to lie, you're getting better all the time and turning all against the one is an art that's hard to teach
             

I'm falling down...

 ▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Por Thanatos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Isabelle é uma garota de 14 anos, baixinha e magra, o que lhe confere um porte ágil. Entretanto, não é magra de um jeito doentio, até possuindo algumas curvas discretas. Os olhos azuis vítreos se destacam na pele branca como labaredas gélidas. Os traços aparentemente frágeis concedem-lhe uma expressão misteriosa e um certo tipo de beleza. O rosto é emoldurado pela franja negra e bagunçada. Os cabelos lisos e finos escorrem para baixo dos joelhos, quase sempre presos.

Emocionais: Izzy é calculista e cuidadosa. Quase não demonstra muitas emoções além da calma glacial e frieza, às vezes se tornando uma tristeza profunda. É  tenaz e implacável quando realmente quer algo. Apesar de não mostrar piedade para um inimigo, não quer dizer que não ajude alguém realmente necessitado.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Para falar a verdade, eu estava procurando algum deus interessante, então vi Thanatos e tive a ideia de criar esta personagem, pois acho que ele se encaixa perfeitamente na personalidade e possibilita que eu crie uma trama interessante para ela.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Izzy ajoelhou-se na grama verdejante e molhada. A chuva transformara-se numa garoa insistente. As gotas frias entravam pela capa preta e atingiam sua pele, porém, ela parecia não se importar. Por baixo usava apenas um top negro, short escuro e coturnos, além das luvas sem dedo.

Suspirou profundamente e a respiração condensou-se. Esticou a mão para tocar a lápide gasta de concreto, as inscrições em baixo relevo:

Em Memória de:
Trevor Auditore Winterhallow
Grande amigo e filho.



A garota colocou a mão dentro da capa e retirou um lírio branco, as pétalas macias como seda. Afastou a velha flor que jazia no gramado em frente à lápide e lá depositou a outra.

Quase podia se lembrar daquele dia terrível, quando tudo mudara. Antes que pudesse perceber, a mente estava vagando para o passado.

...

A pequena Isabelle dançava e rodopiava, cantarolando alegremente no topo da escada. Aquela era uma Isabelle  animada e inocente. Alguém que não existia mais.

Seu irmão, Trevor, acompanhava-a de perto, o semblante estampado com um sorriso carinhoso. Eles eram parecidos, mas ao mesmo tempo tinham muitas diferenças. O menino era alto com pele corada. Os cabelos escuros, desalinhados e espetados não eram negros como os de Izzy, e sim de um castanho muito escuro. Os olhos azuis não chegavam nem perto de serem tão brilhantes quanto os da irmã.

Os dois andavam tranquilamente quando um monstro terrível surgiu, atravessando a janela e espalhando cacos de vidro pelo carpete. Enquanto protegia o rosto com as mãos, a pequena observou a imagem da estranha criatura entre os dedos: uma mulher com um punhado de cabelos ruivos e sebosos, pés de galinha com garras pontiagudas e asas pequenas no lugar de braços. Parecia horrenda aos olhos da menina, ainda mais por já estar desfigurada pelos vários cortes no corpo.

A besta fitou-a, enquanto ela pegava um dos cacos de vidro do chão, quase sem perceber. Um filete rubro de sangue escorria pelas mão, mas ela não se importava. Atirou o caco, atingindo o monstro que tentava levantar voo. Tentou apanhar outro caco, mas seu irmão agarrou seu braço com firmeza.

- Pare, Isabelle!

- Eu sei cuidar de mim mesma, Trevor! - Rugiu a garota, empurrando o irmão. Foi aí que tudo deu errado.

o garoto tropeçou e caiu para trás. Uma expressão de susto foi a última coisa que Izzy conseguiu visualizar em seu semblante antes que ele rolasse escada abaixo.

A menina tinha noção de gritos e um estranho barulho de cascos que passara a preencher o local. No entanto, tudo isso parecia distante e irreal para ela, que só conseguia ver o corpo inerte do irmão jogado no fim da escada. Seu coração batia forte contra o peito.

Ela desceu, ajoelhando-se no chão e deitando o mais velho em seu colo. Parecia flácido. Quando sentiu algo molhado na mão que segurava a nuca de Trevor, fitou-a e percebeu que era sangue. Dele.

A angústia subiu pelo peito, um grito abafado pelas lágrimas. Tinha noção da morte dele, mas não queria acreditar. Ao mesmo tempo que sentia-se horrorizada, havia algo estranhamente familiar naquele estado do irmão.

Só depois de um tempo se deu conta da presença da mãe, Amatis, no topo da escada. Os longos cabelos castanhos com fios grisalhos estavam molhados com as lágrimas silenciosas que escorriam dos olhos azuis e riscavam o rosto belo. A boca estava coberta pelas mãos.

- Mãe... - Começou Izzy, a voz quase inaudível. - Eu... Eu não queria...

Amatis não esboçou reação, permanecendo estática. De repente outra pessoa apareceu na sua visão embaçada. Na verdade, não era exatamente uma pessoa. Era um garoto moreno com cachos negros sobre o rosto. Da cintura para baixo tinha um corpo de bode. Ela estava cansado e com alguns ferimentos, além de sujo de um pó dourado. A jovem perguntou-se o que havia ocorrido com o outro monstro que entrara pela janela. O menino- bode virou-se para a mãe de Isabelle:

- Amatis, - começou, num tom tranquilizador - Tenho que levá-la. Não é mais seguro aqui.

Finalmente a mulher se moveu. Abaixou os braços e fitou a filha com um olhar que a menina nunca vira ante: duro como pedra.

- Leve-a. - Falou, inicialmente baixo, depois aumentando o tom da voz - Leve esse monstro daqui! - E então voltou a chorar, dessa vez os soluços altos espalhando-se pelo cômodo.

Izzy sentiu-se estranhamente vazia, como uma casca oca, uma boneca, sem alma.

Tinha noção  de algo brilhando acima de sua cabeça, do estranho garoto que a agarrava pelo braço e levantava gentilmente, falando algo sobre semideuses e um acampamento, assim como da mãe que corria desesperada, tomando o filho morto nos braços. Porém, tudo parecia irreal para a garota, como se estivesse vivendo a vida de outra pessoa.

...

Outras várias lembranças passaram rapidamente pela cabeça da menina: As explicações que o garoto-bode - Robert - lhe dera, sobre ser uma meio-sangue, filha da morte, e que ela até tentara suicídio, mas o sátiro a impedira. Depois, na mesma noite, tivera um sonho com o pai, - Thanatos - que dizia que ela tinha que continuar vivendo. Mas meu fardo é maior do que posso suportar., respondera ela, afinal, como poderia conviver com a culpa? Então o pai contara-lhe que havia um jeito. Podia se redimir. Mas para isso teria que seguir com Robert para o Acampamento Meio-Sangue.

E lá estava Isabelle, ajoelhada diante do túmulo do irmão, Robert observando a distância, enquanto dava a derradeira despedida. Levantou-se e colocou as mãos nos bolsos da capa, enquanto rumava para o Acampamento. Para sua redenção.

...Straight to the Hell

                     
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mina Moonlune em Sab 09 Ago 2014, 19:28

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Perséfone
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Mina é uma menina alta de mais ou menos 1,80m de altura, como sua mãe tem atributos distintos, no Inverno e no Outono tem aparência sombria e melancólica, quando suas emoções são fortes seus cabelos ardem em chamas, no Inverno e no Outono, ardem em chamas azuis, no Verão e na Primavera, os cabelos ardem em chamas vermelhas viva. No Inverno e Outono seus cabelos são negros como a noite, e no Verão e Outono são vermelhos, isso enfatiza o fato de que Mina é bipolar, porem tenta ser o mais amigável possível, o período de maior compreensão do seu eu interior é no solstício que separa as estações. Seus olhos são verdes vivos, e anda sempre com roupas muito elegantes.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Minha primeira tentativa, de ser reclamada foi com a Musa Tália, porém esta deusa não estava entre as opções disponíveis. Alem do que, eu gosto muito de seus atributos principalmente, no filme de Percy Jackson e o Ladrão de Raios.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Perséfone, um nome que quando mencionado faz os antigos Gregos tremer, por associarem a deusa com seu “Marido” ou seu tio Hades. Esta deusa nem sempre foi mulher do senhor do inferno, e não é tão fria como dizem, pelos menos não no Verão ou na Primavera. Esse é época do ano sempre deixa Perséfone animada, ou devo dizer, deixa a minha Mãe nervosa. Isso mesmo, mas vou lhes contar tudo no decorrer da história, bem vamos lá. Há alguns anos nu Verão, a Deusa Perséfone foi convidada por sua madrasta para a Festa da Virada no monte Olimpo, onde os deuses comemoravam o fim de um ano e o começo de outro. Hera havia planejado uma armadilha, para que a Senhora do Inferno fosse humilhada por ser uma filha bastarda, e ainda mais por ser a esposa de Hades. E assim foi feito minha mãe foi humilhada e coberta de Piche do Tártaro, para mostrar que é a esposa do rei das trevas. Pobre mamãe foi humilhada na frente de todos, que riram dela cruelmente, apenas sua mãe Demetra á ajudou a sair do Olimpo, mesmo assim a jovem Koré, se esgueirou pela mata aos arredores do Olimpo, e ainda ouvindo a risada dos deuses encontrou Makoy. Cheguei a onde queria, ela encontrou meu Pai, o jovem e esbelto Makoy. Makoy ajudou a Deusa sem saber a sua identidade, e os dois se apaixonaram. Algum tempo se passou e Perséfone descobriu que estava grávida.
Makoy era filho de um diplomata, que por acaso tinha feito um pacto com Hades para ter uma vida eterna. Ao seguir sua esposa o deus do Inferno descobriu a traição. Hades lançou mão de seu amor por Perséfone, e pediu sua cabeça em uma bandeja, ordenou que seus monstros caçassem os dois apaixonados. Ao saber disso Demetra escondeu o casal em sua gruta secreta, onde Perséfone deu a luz ao menina de beleza indescritível. Modéstia parte, essa que vus falam. Hades descobriu do nascimento da criança e mandou Antony o pai de Makoy matar a sua esposa e o seu amante. Antony se redimiu ao não matar a neta, e oferecer o próprio corpo como proteção para a neta. Zeus e Demeter lançaram uma muralha de proteção que se ergueu do corpo de Antony, e Koré abriu mão da filha para acabar com a perseguição do marido. Makoy foi transformado em uma gárgula condenada a guardar a torre de sua filha. eternamente, observação, ele se ofereceu para isso. Perséfone nunca mais viu a filha porem sempre a visitava em seus sonhos.
Anos se passaram, e Mina nunca mais viu os seus pais, até que Hades em represália atirou uma bola de fogo do céu que incendiou os arredores, da torre, observação, ele só vez isso por que tinha brigado com Perséfone, e um de seus monstros lhe disse onde Mina estava. Makoy agora transformado em gárgula salvou Mina e contou toda a sua história para ele, ou seja, para mim, então me levou até o acampamento meio-sangue, onde as fúrias o aguardavam. Makoy morreu para salvar Mina, que usou os poderes da natureza dados por sua mãe para explodir as fúrias em mil pedaços. Atualmente Mina (Andromína) Moonlune, está no acampamento meio-sangue onde treina para libertar sua mãe e se vingar de Hades.

Mina Moonlune
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