Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 128-ExStaff em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Pierre D. Foster em Dom 17 Ago 2014, 12:55


▬  Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Perséfone.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais:

Parte das características físicas de Pierre, são herdadas de sua mãe, Perséfone. É um garoto belo, assim como sua mãe. Invejado por alguns garotos quando em sua escola primária, um bom número de garotas almejam tê-lo como namorado, tudo graças à sua beleza. Seu corpo é sadio, comum para adolescentes de sua idade, um corpo magro porém adepto para batalhas corporais, é pouco alto. Seus cabelos são negros e lisos, costuma penteá-los sempre para o lado direito. Seus olhos são castanhos-claro, seus silhos são um pouco grandes, bonitos. Seu rosto é semelhante ao da sua mãe, puxado para o lado masculino é claro. Sua pele é muito branca, quase pálida. Sua altura não passa dos 173 cm e seu peso, ronda os 56 kg.  


Apesar de tentar não demonstrar perante outras pessoas, Pierre é bem emotivo, sempre guarda seus sentimentos para si, o que julga ser um defeito. Não gosta de chorar apenas acontecendo isso numa situação incomum, porém, possuí grande amargor sentimental, devido a sua história. Prefere ficar calado, é tímido de início, porém quando conhece alguém e ganha liberdade, passa a ser bem amigável e comunicativo, mesmo falando pouco. Ao longo de sua vida, começou a ser sombrio, talvez seja pelo fato de ter guardado muito rancor em sua vida, ou até mesmo o ódio. Gosta muito de ler, bem como escrever, sendo seus maiores passatempos.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?

Não sei bem como relatá-los sobre esta mensagem, porém, tentarei. Perséfone, é uma Deusa interessante, que viveu no mundo normal assim como no mundo sombrio, com Hades. Tem diversas características diferentes, como a modéstia, beleza, é sombria, e tudo mais. Ela me chama a atenção em tudo, além de que, eu gostaria realmente de jogar/narrar um personagem descendente dela, pois eu me identifiquei com os seus poderes e eu gostaria realmente de jogar com este personagem. Espero que este texto tenha ficado satisfatório.

▬ Relate a história da sua personagem;


Primeiramente, para você que está gastando seu tempo para ler esta história, eu gostaria de agradecê-lo antes de tudo. Bem, o que posso contar a vocês? Prometem que não vão fugir, como os outros? Não vão deixar minha história, mesmo nos piores momentos? Pois o que tenho a contar, não é belo, não é simples. Trata-se de uma história antiga, desde o início da minha existência. E mesmo agora, me parece irreal...

Fui criado apenas pelo meu pai, não conheci mais nenhum familiar meu, apenas ele. Meu querido Pai, sempre foi amoroso comigo, mesmo sendo um homem estranho para todos e até para mim.  Ele era um floricultor, um jardineiro. Além de ter sua própria floricultura, cuidava do jardim dum homem rico da minha cidade. A coisa mais estranha em meu Pai, era que ele tinha o mais estranho costume de levar flores para os cemitérios, uma vez por semana. Ele gostava de frequentar o cemitério, e até hoje eu não  sei o por que disso. Mas ele respeitava a morte, dizia que o único momento em que as pessoas encontram a verdadeira paz, era na morte.

Não conheci minha mãe, e isso me incomodava muito. Este fato, me atordoava. Todas as noites, eu perguntava para meu Pai o motivo de ela não estar presente conosco, eu o perguntava sobre todas as minhas dúvidas, mas ele nunca me dava as respostas. Apenas sorria e dizia para mim que ela me amava, e que era apenas isso que eu deveria saber. Estas respostas me deixavam ainda mais cabisbaixo.

Num dia comum em Nova Iorque - minha cidade - eu fui para minha escola, com minha mochila pesada nas costas, e o uniforme do meu colégio vestido no corpo. Eu já tinha meus dezesseis anos de idade. Ao invés de querer conversar e interagir com as outras pessoas, eu preferia ler os livros de suspense e escrever minhas próprias histórias. Todos me achavam estranho. Ninguém falava comigo, e eu preferia que fosse assim mesmo. Eu ficava no meu canto, sempre guardando minhas emoções para mim. Neste dia, eu estava mais emotivo do que o comum. Meus pensamentos estavam "bombando" eu queria porque queria as respostas sobre minha mãe. Neste dia, o rancor cresceu em meu coração. Ao invés de ir pra escola, fiquei numa praça um pouco afastada da escola, lá eu fiquei lendo meus livros comumente.

Um homem me abordou, ao ver a mochila em minhas costas.
— Ei garoto, não era para você estar na escola? — Perguntou-me. Em Nova Iorque, as pessoas não gostavam das crianças que cabulavam aula. — Me atrasei hoje, e preferi ficar aqui na praça, ao invés de voltar pra casa — Menti. Aquele homem continuou a me atormentar, até que em um momento eu perdi a paciência. — Quer por favor, me deixar em paz? Vá embora e faça seus deveres infames de adulto. Não fique perdendo tempo com um adolescente. Pessoas como você, me dão nojo.— Soltei estas palavras amargas, que eu não gostaria de ter dito. O homem foi-se e eu, voltei para casa. Meu Pai estranhou o fato de eu ter chego mais cedo, é claro. E eu disse para ele que não estava bem. Falei sobre tudo o que eu estava sentindo, e sobre o fato de não saber nada da minha mãe estar me incomodando. Ele sorriu e decidiu me contar "o necessário". Falou que ela era uma bela mulher e que conhecera mamãe numa tarde de outono, quando as flores começavam a cair. Segundo ele, minha mãe havia dito-lhe que o observara de longe, e que se apaixonara por ele, ao reconhecer o amor que ele tinha para com as flores, e para com os mortos. Papai sempre respeitara a morte. Curiosamente, ele dissera-me apenas que mamãe nunca poderia ter ficado mais tempo conosco. Segundo ele, ela lhe dissera que só tinha mais alguns dias na cidade, antes de ter de seguir em frente, para sua terra natal. Papai a amara, então. Eles haviam concebido a mim, e nove meses depois, eu havia sido deixado em sua porta com uma orquídea branca, e uma carta de amor que eu não posso ler.

Saber pelo menos um pouco dessa história, me deixou mais calmo, mas ainda atordoado. Fui ajudar meu Pai em sua floricultura. Eu continuava a pensar em milhares de coisas, e isso tirava-me a atenção devida. Acabei derrubando o álcool que ficava em cima do balcão da floricultura de meu Pai - ele usava do produto para limpar o balcão -, e o álcool acabou caindo em cima duma pistola de cola quente, que estava ligada a tomada pois meu Pai estava usando-a para fazer uma cesta. Um incêndio deu início naquela floricultura, por minha culpa.

Meu pai me tirou daquele lugar, e eu acabei desmaiando, por ter inalado muita fumaça. Quando finalmente abri os olhos, me deparei com a choradeira de meu pai. Ele me abraçou. O conselho tutelar havia vindo em minha casa, para me levar para um orfanato; eles acreditaram que eu havia botado incêndio na floricultura, de propósito. O Homem em que eu havia discutido mais cedo, havia denunciado e dito que eu era rebelde e que matava aulas.

Fui levado a um orfanato, que ficava muito longe de Nova Iorque, melhor dizendo, ele ficava em Manhattan. Cidade próxima de Nova Iorque, mas ainda assim era muito afastada. Lá e era bem cuidado por senhoras, recebendo à cada dia um chá quente e bolachas. Me tratavam como uma criança, mesmo com todos me condenando, achando que eu era um adolescente psicopata.

Não durei mais do que três meses naquele orfanato. Minha fuga fora numa noite de setembro. Mas eu fui tão imbecil... Não fiz o planejamento daquilo muito bem, pois eu acabei tendo de dormir na rua. No dia seguinte, acordei muito mau, mas felizmente nada de pior aconteceu. Decidi voltar ao orfanato pois eu não teria condições de voltar para Nova Iorque, mas no caminho, tudo mudou de ruim pra pior. Eu vi novamente meu Pai. Mas sua presença, foi como uma presença obscura, que eclipsou o sol. Tudo escureceu, como se morresse. Como se nada mais pudesse ser ardente, vívido. Ele estava com um rosto pálido e muito cansado mais ainda assim estava feliz. Mas o lado mais curioso disso é que ele estava do tamanho dum boneco, de um brinquedo. Nas mãos de um homem alto e sombrio.


— Você é tão bonito quanto ouvi dizer, parece até comigo. — Falou o homem, com certo desprezo na voz.  — As crias de sua mãe não são tão numerosas, estou certo? — Continuou, com um sorriso no rosto.

—  Quê?  — Perguntei, sem saber o que dizer. Essa palavra idiota me deixou ainda mais apreensivo. Mas na verdade, naquele momento, eu não tinha nada para responder a não ser isso.  — Você não tem a menor ideia de quem sou eu né?  — Ele disse e eu fiz que não com a cabeça. Eu estava assustado, eu queria correr e fugir daquilo que eu achava ser um pesadelo. — Eu sou Hades, deus dos mortos. Senhor do submundo, e blá, blá, blá... — Fiquei ainda mais assustado. Mas tentei ser engraçado.  — Hades, você por aqui? Como vai cara?  — Ele balanço a cabeça, com olhar de desprezo. — Eu vim até você, jovem mortal, com um aviso. E com um conselho. Minha mulher tem sido, por diversas vezes... Inapropriadamente benevolente com os seres humanos. E por outras vezes, muito agressiva quando se trata dos meus próprios filhos. Ainda mais agora, que Zeus revogou aquela estúpida restrição aos Três Grandes, e... Bem, você deve estar confuso. Devo apenas lembrar-lhe que não lhe farei mal. Isso seria uma dor de cabeça secular. Mas você não poderá mais fazer parte deste mundo. Deve se reunir aos seus semelhantes no Acampamento Meio-Sangue, ou não durará muito tempo. Seu cheiro já atraiu a atenção de um trio de ciclopes que vive nos becos próximos deste orfanato. Os filhos de minha mulher parecem ter uma fragrância excessivamente agradável. Apesar de não serem os mais poderosos, são muito detectáveis... Bom, estou lhe ajudando, pois estou me desculpando por uma... Atitude impensada.

Aquilo me deixou mais confuso ainda. Se ele era Hades e eu era filho da mulher dele... Perséfone era minha mãe!?  Aquilo fez-me ficar desesperado. Desabei em lágrimas. Encarei aquilo que parecia ser meu pai, que Hades segurava, e fiquei novamente sério.
— O quê você está fazendo com meu Pai? — Gritei. Ele me disse que meu Pai estava agora nos Elíseos, minha mãe havia  garantido, aliando-se à vida correta e exemplar que meu pai levou. Os juízes de Hades nada tiveram a levantar contra ele... Sentei-me no chão, sem forças.

— Os deuses são tão egoístas quanto os humanos, meu jovem. — ele não parecia irritado, mas eu sabia que estava lendo meus pensamentos, e meu ódio também. — Eu não a culpo. Também me odiaria agora. Muitos antes já me odiaram, e aqui estou. Agi por ciúmes, e num espasmo de fúria, descontei em seu pai o afeto que Perséfone sentiu por ele, e que por vezes ainda nega a mim. Fiz com que matassem seu Pai, da maneira mais cruel possível. Assim eu consegui o que queria. Sou muito bom nisso. — Ele disse com algumas paradas para rir. — Mas, por quê você veio até aqui, me ajudar? — Perguntei, encarando-o.
—  Não estou te ajudando. Só acho que você não deve ser tão imprestável quanto o seu pai. Isso é um pedido de desculpas. Bom, um garoto com muletas... Um sátiro disfarçado vai vir lhe buscar, ele te guiará e te levará para o acampamento dos meio-sangue. Não pergunte nada para ele. Não se preocupe, tudo dará certo, Semideus. — Falou Hades, e desapareceu num vórtice negro. Não tive mais o que fazer se não esperar pelo "garoto de muletas".

Segui o sátiro disfarçado de deficiente que surgiu no dia seguinte. Triste e abatido, resolvi que odiava aquele mundo, e principalmente minha mãe. Como ela podia ter permitido tanta crueldade com meu pai? Não era certo que os deuses interferissem daquele modo no mundo humano. Mas... De certa forma, Hades não interferira, a culpa era toda de minha mãe. Rendendo-me, senti-me sonolento e exausto (emocional e fisicamente), quando chegamos ao Acampamento Meio-Sangue. A placa estranha com o nome estava pendurada em grego antigo, mas eu pude lê-la. Nervoso e ansioso, segui o sátiro pelo local, ignorando qualquer olhar direcionado ao novato esquisito. Sem poder esperar para descansar, deitei-me na maca de uma enfermaria bonita e dourada, com símbolos e frascos estranhos por toda a parte. Não fui atacado por ciclopes, mas a correria era cruel. Incapaz de vivenciar minha própria realidade por muito mais tempo, desmaiei para o esquecimento...

E aqui, é o ponto onde nossa história acaba. Acordei no Acampamento, na Enfermaria Central. Uma papoula entrelaçada à um narciso brilharam imponentes sobre a minha cabeça. Sem saber o que fazer, ou onde ir, ouvi o nome de minha mãe ecoando nos lábios de outros semideuses. Perséfone, Perséfone. Irritadíssimo, fingi ouvir os conselhos de meu sátiro protetor, Cillas, e caminhei até o Chalé 26, totalmente coberto de flores em suas janelas e telhado, embora parece um tanto frio e mortuário, também. Era um contraste entre a vida das flores, e a morte do mármore negro. Era lindo, admiti, sem vontade. Mas nada apagaria a minha raiva. Não durante um longo tempo. Sem saber como segui, contei minha vida a vocês. Agora, só posso esperar que aguardem, para o que ainda está por vir...


 
Pierre D. Foster
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lydia Carthaigh em Dom 17 Ago 2014, 15:40


Post: 000 ?  Where: Here ? Wearing:Link Aqui ? Notes: Here

Scream, Lydia, Scream



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamada por Melione.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Lydia é relativamente baixa para sua idade. Possui olhos de um tom morto de verde; quase fantasmagórico. Seus cabelos são ruivos, caindo um pouco abaixo dos ombros. É bastante frágil.

Quanto ao psicológico, a filha de Melione não se afasta muito do que se considera uma pessoa normal. Entra em pânico com facilidade, e prefere lidar sozinha com a maioria das situações. Tem boa índole; não mataria a não ser que absolutamente necessário. No entanto, a garota pode ser bastante petulante, isso é, não reprime todas suas falas ou reações apenas pela situação.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Principalmente pela trama. Pretendo misturar elementos da mitologia irlandesa com essa personagem, e Melione me pareceu a progenitora mais adequada à essas misturas. Lydia terá uma relação forte com espíritos e fantasmas, tanto pela sua mãe, quanto pelo seu sangue, coisa que será explorada mais a frente.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Lydia acordou subitamente. O tipo de despertar da pessoa que adormeceu remoendo a mesma preocupação, e que acordaria voltando à estaca anterior. A conversa fora ontem. O último diálogo que tivera com seu pai. Sua voz de urgência ainda repercutia pela cabeça da filha de Melione. Hoje era seu aniversário de 18 anos. " Depois disso..." dissera seu pai. " Por favor, Lyida. Por favor, não grite. Nunca. Até resolvermos isso". E não era o pedido que a desgastava. Era a dúvida.

Sua família havia se mudado da Irlanda a gerações, mas a cultura irlandesa ainda era muito presente nos costumes. A garota vinha de uma linhagem antiga, profundamente fixada na história do país. E o que mais a irritava, era que não sabia mais nada sobre isso. O mais próximo de informação que sei pai dera fora a - ótima - notícia de que era filha de ninguém menos que a deusa grega dos espíritos, e que por isso, pelo resto da vida seria assombrada por monstros sedentos de sangue. Ah, ela achou que ele estivesse louco naquele dia. Mas quando o cão infernal veio, não haviam muitos argumentos. E algo dizia a Lydia que aquele segredo iria lhe trazer tantos problemas quanto o primeiro, e que julgar o pai como louco teria o mesmo efeito que na vez anterior.

Sentia algo preso em sua garganta. A vontade de gritar. Pelo simples desejo de fazer o contrário do que lhe diziam, sentia-se tentada a gritar, apenas para ver o que lhe acontecia. O pensamento a fazia se sentir a lunática da história. Toda aquela fixação por uma ação tão simples. Idiota. Com um suspiro, a filha de Melione concluiu sua higiene pessoal. Em andar pesado, pegou a mochila, dirigindo-se a porta. Onde seu pai a esperava.

- O que esta fazendo aqui? - Perguntou, devagar.

- Eu vou com você - Respondeu o pai.

Era evidente que o homem era bastante atraente para alguém de sua idade. Scott tinha olhos azuis, uma barba castanha rala, e cabelos relativamente abundantes para a meia-idade.

- Então me explique isso tudo.

- Filha... - Começou o pai, em meio a um suspiro. - Não há necessidade de te envolver no que é problema meu. Prometo que isso acaba logo.

- Ótimo. Então eu vou sozinha, esperando que algo não me faça gritar e causar o apocalipse. - Retrucou a ruiva, fechando a porta atrás de si.

Não lhe foi uma surpresa quando o homem voltou a persegui-la. Correndo, Lydia sabia que o ultrapassaria com facilidade. Contanto, seu nome sendo gritado atrás de si a alertou. Não um chamado. Um aviso de seu pai. Uma urgência. Virou-se, esperando um dos ataques de um monstro grego. Viu apenas a silhueta de uma mulher, antes de ser atingida, desmaiando.

***

A primeira reação de Lydia foi tentar se levantar. Cordas amarravam suas mãos e pernas a cadeira. Estava em um porão. Conhecia aquele lugar. O porão dos Ó' Brien, a única outra família irlandesa da cidade. A família que seu pai alertou sobre. "Não fale com eles", dissera, após voltar de uma reunião naquela casa. "Eles nos perseguem". A garota sempre sentiu que a família foi a razão de seus ancestrais terem saído da Irlanda. E que continuaram a persegui-los.

- Lydia Carthaig... - Dizia uma voz feminina, devagar. Lydia percebeu que não tinha uma mordaça.

- Quem é você? - Perguntou a ruiva, chorando. O suor escorria pelas cordas.

- O que importa aqui é quem é você. E o que eu quero que você faça. - Respondeu, se aproximando.

Era uma mulher de meia idade. Tinha olhos e cabelos castanhos, e muito distante da imagem de uma sequestradora. Era senhorita Ó'Brien, a mulher que a convidara para dentro da casa, anos atrás. Lydia respirou o ar úmido e abafado do porão. Sabia por que não tinha uma mordaça.

- Quer que eu..

- Isso. Quero que faça o que faz melhor, Carthaig. Quero que faça o que sua família me deve a séculos. Grite, Lydia, grite. - Disse a mulher, devagar.

- Por que? - Perguntou a filha de Melione, em meio a soluços. Seus olhos estavam inchados.

Srta Ó'Brien parecia surpresa.

- Você não tem idéia do que é, não é? A mulher que lamenta. Uma... - A morena se aproximou, antes de voltar a sua posição anterior, como se tivesse mudado de idéia - Vamos deixar a surpresa para depois, Carthaig. O que eu peço é simples, e espero que não tenha de incentiva-la.

Aquilo não ajudava Lydia. Respirava devagar, tentando assimilar qualquer informação que obtinha. Sentiu uma ponta de metal frio em seu queixo. Uma faca.

Então, percebeu que o grito passou a estar na ponta de sua língua. Não por tentação; por pressentimento. Por certeza. Olhou para Srta Ó'Brien, devagar. Era algo em relação a ela.

- Refaça o pacto, Lydia. - Disse, apertando a faca.

E ela o refez.  Mas não foi um grito comum que rasgou a garganta da garota. A cidade inteira a ouviu. E quem o ouviu, tinha um pressentimento. Era um grito de lamento, a repercussão do sofrimento.

- Ótimo. - Disse a mulher, antes que uma bala perfurasse sua cabeça. O sangue espirrou em Lydia, que respirava de maneira nervosa. Estava tendo uma ataque de pânico.

- Cheguei tarde demais. - Lamentou Scott, um revolver na mão.

- O que está acontecendo? - Perguntou a semideusa, quase gritando.

- Você vai ao único lugar seguro por enquanto. Vamos ao acampamento.

Lydia olhou para baixo, tentando se acalmar. Percebeu uma luz verde em suas roupas. Era o momento de reclamação. Mas, em sua cabeça, não havia qualquer símbolo da deusa dos fantasmas. Havia um olho aberto. E Lydia sabia o que queria dizer. O símbolo da previsão. Havia previsto a morte daquela mulher.

- Eu sou... uma vidente? - Indagou, devagar. Seu nariz escorria.

- Não uma vidente, Lydia. Você é... alguma coisa. É o que precisa saber.


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Ler abaixo


Explicações, justificativas, etc:
 

Explicações, Justificativas, Etc

Lydia é uma Banshee. Pretendo esclarecer isso em uma DIY, assim como ganhar os poderes respectivos a esses seres; sei que não posso usa-los ou menciona-los em missões, treinos, ou coisas do tipo até lá. Banshees são fadas negras da mitologia irlandesa. São seres femininos, normalmente ruivas ou com cabelos negros. Tinham um pacto com as famílias Ó'Brien e outras com "Ó"; eram aquelas que avisavam sobre as mortes daquelas famílias, por meio de um grito ou gemido, ouvido por todo o reino. Eram aquelas que choravam nos funerais dessas famílias também, pois acreditava-se que o lamento de uma Banshee era sagrado. Banshees previam as mortes, e tinham ligação com magia negra. Eram mulheres belas e jovens ou idosas, vestindo um manto.

Quanto a minha trama, pretendo fazer com que Lydia seja capaz de prever mortes, além receber mensagens e informações sobre mortes ou coisas do gênero por meio dos espíritos. Em minha históia, todas as filhas mulheres dos Carthaig eram banshees, sendo essas as "serviçais" dos O'Brien. Então, os Carthaig traíram os O'Brien e fugiram da Irlanda, encerrando esse pacto e fazendo com que as mulheres da família parecem de nascer com esse "dom". Contudo, Lydia é filha de Melione, o que aproximou a menina ao mundo dos mortos, permitindo-a renunciar à "Bansheezidade" (Não achei outra palavra, desculpa). Sabendo que aos 18 anos a ruiva poderia refazer o pacto ao passar pelo ritual de passagem de uma banshee (o grito), a família O'Brien se mudou e a sequestrou. Motivos, razões e questões em branco serão explicadas mais a frente. Lydia foi ao acampamento, e estará lá.










Thanks @Lilah for CG[/color]
Lydia Carthaigh
Lydia Carthaigh
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Onde houver mortes.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mia Jaa. Collins em Ter 19 Ago 2014, 00:12

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Apolo, Deus do Sol. 


▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Aparenta ser um pouco mais velho do que é, cerca de 1 ou 2 anos. Com seus 13 anos, possui 1,69m de altura e um corpo relativamente comum, não aparenta ser do tipo que se preocupa muito em engordar, tampouco em obter um corpo invejável, tendo uma beleza natural ainda assim. Seus cabelos castanhos, que insiste em manter curtos por comodidade ao arrumar, e os olhos azuis, são como heranças de sua falecida mãe. Seu tom de pele é semi-bronzeado naturalmente, ainda que não costume ir a praia. 
Quieto à primeira vista, procura analisar as pessoas de longe e tem seu próprio jeito de julgar as pessoas, por ser inseguro o suficiente para arriscar puxar assunto e conhecer mais dos outros, costuma esperar até que venham cumprimentá-lo, a menos que algo o chame a atenção. Disfarça bem - ou ao menos tenta - seu interesse por garotas, sendo tímido em relação a elas. Após criar uma amizade, consegue se dedicar a ser um bom amigo e procura ajudar no que for possível para que pessoas queridas estejam sempre bem.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Bem, primeiramente gostaria de dizer que criar um personagem mais sombrio e anti-social é mais meu estilo, tanto que teria optado por Hades se não fosse tão trabalhoso, fora estar com vontade de dar uma inovada. E por que não Apolo? Visto que a personalidade dele descrita nos livros é absolutamente oposta ao que estou acostumado, o vi como a melhor opção. Seria bem mais fácil interpretar e narrar sendo 'mais um' dos filhos de um Deus, do que ser um dos únicos, além de que seus filhos utilizam arco e flecha, o que é muito legal (q).


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?


 Os pesadelos começam a se tornar realidade? ☼ 



Ser sozinho é uma coisa que não recomendo a ninguém, cresci vendo as garotinhas revoltadas do meu colégio reclamando de suas mães, falando que tiraram seu celular por uma semana, ou que proibiram de sair, ou até que não quiseram comprar uma 'coisinha linda' que viram no shopping. Não ligava muito pra elas, mas sempre me passava pela cabeça a cena de minha mãe morrendo no meu aniversário de 7 anos. "Fique tranquilo, ele o protegerá, nada vai te acontecer, quando você estiver mais velho irá para um lugar onde as pessoas possam entendê-lo, onde não se sinta sozinho. Não chore, e quando chorar, olhe para o céu, olhe para o Sol, garanto que o fará se sentir um pouco melhor. Adeus Jason, estaria vendo você todos os dias, até que chegue a hora.". Essa frase estava presente no meu dia, desde o momento em que acordava com pesadelos sobre isso, isso às 3 horas da manhã, ou quando ouvia alguma dessas reclamações fúteis sobre as mães. A imagem de minha mãe, ainda jovem, bela, perdendo o brilho de seus olhos azuis naquela tarde chuvosa, nos meus braços, nunca sairia de minha mente. Sempre que me olhava no espelho via sua face, era como se seus olhos estivessem em mim agora, sentia como se ela estivesse vendo tudo que eu via, e ao mesmo tempo, me vigiando. 


Uma das poucas noites que não tive pesadelos, fui acordado por um barulho irritante e o Sol em meu rosto. Meu celular tocava uma música dos Beatles, não era nada de mais, apenas meu toque de despertador. Acordei cerca de 6:00h e me dirigi ao banheiro. Liguei o chuveiro e tirei minhas vestes, enquanto relembrava da noite passada, provavelmente uma das melhores de minha vida, até o pai dela chegar. Enfim, isso é assunto para outra ocasião. Lavava meus cabelos curtos enquanto recostava-me na parede. Por alguns instantes, apenas deixei a água cair sobre meu tórax, novamente me vinha a dúvida. "Ele o protegerá; Olhe para o Sol; Chegar a Hora;" Do que ela falava? Me recusava a pensar que minha mãe estivesse surtando ou algo do tipo, queria manter dela a melhor e mais pura imagem que conseguisse lembrar. Saí do banho cerca de 10 minutos depois, a cortina da janela estava aberta, o que deixava a claridade entrar em meu apartamento, que minha mãe assegurou-se de deixar sem nenhuma dívida, e uma espécie de mesada que eu recebia todo o mês para os gastos domésticos e escolares. Vesti o que tivesse mais perto de minha cama, uma camisa de gola 'v' cinza com a frase "Do Or Die, Be yourself" estampada, que era um verso de uma música que eu adorava, uma calça jeans preta e um par de all star. Apanhei meu fone de ouvidos e minha mochila e segui para a escola. Eram cerca de 10 minutos de caminhada, preferia assim, por algum motivo, o ar livre e o Sol me faziam bem. 


☼ Confrontado ou envergonhado? Garotas bonitas ou valentões? ☼ 



Chegando ao colégio, os grupinhos iam se espalhando. De um lado os atletas, mais à frente as líderes de torcida e pouco ao seu lado, as garotas bonitas com as quais eu provavelmente nunca conseguiria conversar, gaguejava quando me perguntavam algo. Os valentões não tiravam os olhos delas, ainda que estivessem do outro lado do pátio, e os poucos caras com quem eu conseguia conversar pouco mais perto da porta de entrada. Me dirigi até lá, a passos lentos e as mãos nos bolsos, enquanto tirava meus fones de ouvido.
 - Jaaaaaason! - Gritou Tyler, um garoto da minha idade, porém muito inconveniente. 
Todos olhavam para ele e para mim, que ficava vermelho com tanta atenção. As garotas sorriam, olhei para elas mais uma vez e vi mais ao canto, de óculos, Annie, provavelmente a única com quem eu conseguira conversar tranquilamente, e que por algum motivo me fazia me sentir melhor, seu sorriso era lindo, e os olhos castanhos profundos semi-cobertos pelo cabelo preto e a forma como me olhava. Acenou para mim discretamente, gesticulando com os dedos, de forma aparentemente tímida. Acenei de volta lançando-a um sorriso, e logo continuei a caminhar. Bati em algo realmente duro, era como madeira ou até um poste. Um dos valentões, dos quais eu nem sequer conseguia me lembrar do nome, estava parado ali na frente por algum motivo que eu não faço ideia, provavelmente apenas queria provocar. 
 - O que você pensa que tá fazendo? Olha pra frente. Sua sorte é que eu tô de bom humor, mas é melhor não acostumar. - Exclamou com um sorriso no rosto, é, ele realmente só queria provocar. 
 - Foi mal, com licença - Respondi, dando a volta naquele muro vestido com a blusa que os atletas costumam usar no colégio. Não sou bem do tipo de cara que sofre bullying, sou só um cara normal, que não gosta de criar confusões desnecessárias, e evita conversar com quem me pareça má companhia. Segui até meus amigos, onde eles me diziam, com uma expressão bem assustadora, que eu estava sendo chamado urgentemente na sala do conselheiro.


☼ Roubei alguma prova de novo? ☼ 



[...]Caminhava até a sala 36, que era a sala do conselheiro. Nunca fui muito com a cara dele, mas só havia sido chamado lá quando tirava muitas notas vermelhas ou quando aprontava algo, mas dessa vez eu não havia feito nada, ou ao menos era o que pensava. "Toc Toc"; bati na porta enquanto esperava alguma resposta. Após 3 tentativas, toquei a maçaneta e a girei sutilmente, abrindo a porta aos poucos. Havia me esquecido que aquela sala tinha um sino na porta que denunciava quando alguém a abria, mas como não estava tentando roubar o gabarito da prova de matemática ou nada do tipo, fiquei tranquilo. 
- Sr. Strudge? Alguém aí? - Indaguei, enquanto ia entrando na sala. Logo ele saiu, era um senhor já de idade, eu chutaria cerca de uns 60 anos, usava óculos, era calvo e usava um terno e uma bengala na mão direita, andando com dificuldade até mim. 
- Finalmente, Sr. Strew, estive esperando-o com esse outro rapaz. - Ele gesticulou com a cabeça para a sala de onde havia saído, um rapaz de cerca de 22 anos de idade saíra de lá, utilizava roupas juvenis, um jeans azul, uma blusa preta, e quando ia se aproximando, abriu a jaqueta, sua camisa era laranja e dizia "Acampamento Meio-Sangue". Tinha olhos verdes e era loiro, olhava para mim e esboçava um leve sorriso. 
- Podem ficar a sós, mas seja breve, logo os alunos entrarão e tenho alguns horários marcados aqui - Disse o Sr. Strudge, enquanto ia saindo da sala. 
- Em que posso ajudar, hã...? - Questionei.
- Pode me chamar de Roonie. Serei direto, então me desculpe se pular alguma coisa importante. Todos no acampamento então ocupados, então me mandaram aqui como o líder do chalé de Apolo, para buscá-lo. - Ele dizia, enquanto olhava pela janela como se estivesse preocupado que alguém nos ouvisse. 
- Chalé de Apolo? Acampamento? Me buscar? Do que você tá falando? Acho que você pulou alguma coisa importante aqui, sou só um aluno do ensino médio. - Respondi-lhe com várias perguntas, era meu direito, afinal ele chegou me falando várias coisas que eu não entendi.
- Oh, desculpe... Vamos por partes. Primeiramente, você não é 'apenas mais um estudante', você já conheceu seu pai? Suponho que não, enfim, você é um meio-sangue- tal como Hércules, lembra? Deixe-me adivinhar, quando você vê o Sol, se sente melhor? Sente que seu lugar naõ é aqui? Exatamente, não é, você é, como eu, filho de Apolo, o Deus do Sol. O acampamento meio-sangue é exatamente para nós, filhos de Deuses, ou melhor, Semi-Deuses, é um lugar onde se encontram filhos de vários Deuses do Olimpo. Quíron - nosso mentor - me disse que você perdeu sua mãe com 7 anos, certo? Então, é melhor que vamos logo, lá é o lugar certo pra você. - Despejou tanta informação encima de mim de um minuto para o outro que eu quase me perdi no meio de tanta coisa, mas a frase "Lá é o lugar certo pra você" me lembrou o que minha mãe dizia de "Um lugar onde as pessoas o entendam, olhe para o Sol". Por mais maluca que fosse a ideia, achei que o certo seria ir com ele.
Relutei por um bom tempo, tentava entender o que exatamente alguém iria querer logo comigo, um adolescente de vida comum, mas algo, talvez meu sub-consciente, me dizia que eu deveria tentar. 
- Vamos. - Pigarreei, voltando meus olhos de encontro ao seu, quando criei coragem e respondi com firmeza, enquanto abria a porta e o seguia para fora do colégio. 
Na saída do pátio, via todos me olhando de forma estranha, com a típica expressão de "o que ele tá fazendo indo embora agora?". A garota de mais cedo, arrumava seus óculos no rosto empurrando-o no centro com o dedo, enquanto mantinha seu olhar fixo em mim. Tive a impressão de que não a viria por um bom tempo, então fui até ela e a beijei, e fui retribuído, para minha surpresa. Olhei para meus amigos e esbocei um sorriso tentando demonstrar confiança, e pisquei com o olho esquerdo para eles. Com a mochila em meu ombro direito, caminhei algumas quadras sem dizer uma única palavra, até que um táxi nos esperava próximo a um pinheiro. 


☼ Minhas motoristas não enxergam, e agora? ☼ 



Entramos no táxi e me deparei com 3 irmãs muito estranhas, não tinham... olhos. Perguntei-o se estava tudo bem mesmo, mas ele assentiu e disse "Para o Acampamento Meio-Sangue". O Táxi simplesmente desapareceu em fumaça e eu ia sentindo dor de cabeça com a velocidade que aquele simples veículo atingia, e morria de medo de bater e morrer sem nem ter visto como. Pouquíssimo tempo depois ele parou, e as mulheres praticamente nos expulsaram do carro, e assim ele sumiu novamente. Estávamos numa floresta densa, e o tal "Roonie" se pôs a andar, enquanto eu o segui floresta a dentro. Ouviram-se passos que estrondavam o chão, e então olhei para o lado, onde saía de trás uma floresta, uma criatura de uns 3,5m com um porrete de madeira em mãos, parecia um ciclope, de acordo com sua aparência, e o pouco que eu conhecia sobre mitologia grega. Quando vi em sua face apenas um olho, tive certeza do que era, mas como era possível? 
- Apenas observe, logo logo te ensinaremos a fazer isso, irmão. - Disse ronnie, com um sorriso no rosto. Por algum motivo ele achou que tinha direito de me chamar de irmão, mas diante da situação, apenas observei. Pisquei os olhos e ele possuía nada menos que um arco em mãos, de onde tirou aquilo não sei, mas não me importava, desde que me mantesse seguro daquele monstro. Ergueu o arco na altura dos olhos e o inclinou o corpo mais para cima, mirando uma flecha em direção ao peitoral do monstro, ao menos foi o que eu imaginei. A flecha voou como se fosse empurrada por uma enorme corrente de vento, fincando-se no peito do monstro, que começou a incinerar aos poucos e a se deformar. O ciclópe  gritou (urrou, berrou, não sei) e tirou-a do peito, fazendo com que sua mão também começasse a queimar, neste meio tempo, outra flecha se cravou na perna direita da criatura. Olhou-nos com uma cara de raiva, mas virou e saiu marcando, enquanto derrubava árvores em seu caminho. 
- Viu só? Vamos, me siga. - Indagou Ronnie, convencido de que eu agora iria chamá-lo de herói ou algo do tipo. Apenas o segui, atravessando duas árvores e quando eu menos imaginava, pude ver construções gregas e um campo aberto, um rio, não sabia nem onde estava. Continuei seguindo-o até um prédio grande, no caminho podia ver garotos da minha idade ou até mais novos, com espadas, lanças, arco e flecha, pareciam estar praticando. Entramos no prédio, e então enxerguei um homem meio cavalo, um centauro, se bem me lembro, andando/trotando de um lado pro outro inquieto. 
- Quiron, chegamos. - Ronnie dizia ao centauro ali, parecia ter uns 40 anos, mas digo isso por estimativa, nunca tentei adivinhar a idade de um homem-cavalo antes. 
O centauro dirigiu-se a mim, e me dirigou a pergunta: Você é Jason Miles Strew? Filho de Jasmine Miles Strew e do Deus Apolo? 
- Minha mãe você acertou, mas quanto a ser filho de Apolo, aí é mais complicado responder. - Respondi, esboçando um sorriso. 
- Então sim, você é filho de Apolo, conversaremos sobre isso mais tarde, agora você precisa se acomodar. Ronnie, leve-o até o Chalé de Apolo... Ah, e Jason, é bom tê-lo conosco, bem vindo. - Digiriu um olhar confortante a mim, que quase nunca imaginei que alguém fosse dizer a frase "é bom tê-lo conosno", isso me surpreendeu, mas me limitei a assentir com a cabeça e sair do prédio, seguindo Ronnie. 


Só uma explicaçãozinha básica:
Não quis forçar muito, por ser novo aqui prefiro manter os padrões básicos e não sair criando histórias gigantescas, afinal poderiam ser reprovadas. O sobrenome de meu personagem é todo o sobrenome de sua mãe, visto que ele nunca havia tido nem ideia de quem seria seu pai, fora ser registrado assim.
Não usei templates ou coisas do tipo porque não gosto - escolha pessoal mesmo.
Não sei bem quanto ao fato de um meio-sangue ir buscar outro, caso isso seja um erro grave em minha narração, posso refazer a parte referente a isso.
Mantive a ideia de idade de acordo com o padrão do acampamento nos livros - "ao completar 13 anos o meio-sangue é buscado" ou algo assim.
Mia Jaa. Collins
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Latrell C. Spencer em Ter 19 Ago 2014, 12:08

Latrell C. Spencer



Ficha de Reclamação

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Desejo ser reclamado por Apolo.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Treze anos, cabelos negros, olhos com tonalidade castanhos. Fisicamente magro para a idade. Trell sente remoço por ter nascido no dia em que seu pai morreu, sendo também o dia em que as pessoas relembrando seus mortos. Criado por sua mãe autoritária, segue fielmente as regras ditadas por seus mais velhos, quando existe algum laço afetivo. Garoto de poucos amigos, preferindo desenhar do que conversar com desconhecidos. Tende a ser justo quando se trata de suas emoções mas quando o laço não existe a pessoa pode morrer na sua frente que nada ele ira fazer.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?

Quero ser Arqueiro, e nada melhor que um filho de Apolo que não sai cantando por com a felicidade extrema, um personagem mais "normal"

Dia de Finados



Eu podia ver os olhos de minha mãe sobre o túmulo, mas não via lágrimas. Nem sofrimento, dor, ou arrependimento naquele olhar. Eu nunca me dei ao trabalho de perguntar sobre ele, como era ou como ele a tratava, eu sentia como se ele fizesse ainda parte de mim, como se no fundo eu o conhecesse.
Não que ele tivesse morrido em um acidente de carro. Meu pai o tão falado pai empresário, que morreu antes de conhecer o filho. Eu convivi com a morte desde o dia de meu nascimento, dois de novembro, sim, finados. Enquanto todos tristes, levando flores coloridas e artificiais, as quais nunca trouxeram mais vida, felicidade ou qualquer bom sentimento para quem morreu. Enquanto eu recebia com um sorriso forçado os parabéns. Sempre como se algo fosse mudar.

— Trell, filho? — A voz de minha mãe me tirou dos devaneios, e eu percebi que em momento algum eu havia tirado os olhos do nome na lápide. — Sim, mãe? — Eu disse, e me virei para olhá-la procurando um mínimo de dor, ou arrependimento. Nada! Aquilo me fez sentir, raiva, como se fosse fácil ignorar. Não a morte, mas o fato de que ele nunca esteve aqui.

Para me falar sobre qualquer coisa. — O que quer fazer agora?— Ela disse com um sorriso no rosto. O vento levantou o casaco escuro, sobre nossas roupas escuras, no meu caso, que passavam de um tom cinza claro. Eu dei de ombros, esperando que fizéssemos o de sempre.
— É seu aniversário, escolha. — Suspirei, ela fazia questão de repetir. Eu fechei os olhos,  por fim disse com mais animação que encontrei. — Podemos tomar um café, ver um filme qualquer e depois... Decidimos o que fazer depois disso, tudo bem? — Forjei um sorriso, diferente do de minha mãe, o qual sempre o fazia com o maior humor. — Ótimo. Vamos...

Interrompi com receio.— Mãe, posso ficar? Pode pegar o carro, ou fazer o que precisa antes, e depois me pegar aqui? —  Disse, temendo por uma resposta mias rígida, eu apelaria pelo aniversário, era o único jeito. Ela deixou o lugar em silêncio, apontando para meu bolso. Eu coloquei uma das mãos sobre o bolso, e eu localizei o celular. O deixei ali, e me sentei na grama fria, em frente à lápide. — Por quê? Sei que não há motivos e nem é justo culpá-lo por algo que nunca fez. Não sinto pelo que aconteceu, eu tentei, mas é como se algo me dissesse que eu sempre me acostumei com isso — Abaixei a cabeça, um nó em minha garganta, a voz rouca e travada. Eu não ia chorar, não novamente, não por falta do que nunca tive. Uma buzina soou no local, e eu me virei subitamente.

Estacionado em frente ao lugar, que não ficava tão longe da rua, o carro de minha mãe esperava. Eu corri as mãos no bolso, contra o frio de Toronto. Abri a porta com força, e sentei desajeitado no banco do carona, minha mãe não tinha as mãos no volante, segurava um pequeno papel vermelho e preto, parecia ter algo pesado nele. Ela não sorria, tinha agora uma expressão cansada. — Eu fiquei esperando anos por isso, pela hora de ... Entregar —. Olhei confuso, o silêncio me fazia agoniar, toda aquela sensação, me deixava impaciente, era possível ver em meu rosto. — Isto é para você, de seu pai, ele me entregou um tempo antes de nascer. Vai ser útil. — Ela entregou-me o pacote, e eu o segurei em mãos, tentando associar qualquer ideia que viesse em minha cabeça. Eu respirei mais forte, e a olhei nos olhos, ela fez sinal para que eu abrisse, e o fiz com cuidado. De dentro do pacote, um colar pesado, e parecia uma prata muito antiga, um arco com um símbolo que me lembrava à letra A.

Era a letra A, eu havia entendido. Eu fitei confuso, tentando relacionar com qualquer coisa vista na internet, ou em alguma aula, mas não havia nada. — É em grego antigo,era meio que herança de família, ele pediu para que eu entregasse quando soubesse que estava preparado...use-o, por ele.— Ela disse ligando o carro, e eu joguei o papel para o banco de trás, colocando o colar pesado em meu pescoço.


Filme do dia:
A ilusão das cobras


Minha mãe sorriu, e acelerou — Cinema? — Eu assenti, mas ela já havia dado a partida.— Passamos o caminho em silêncio, eu tinha a atenção no calor, e sussurrava as músicas dos Beatles que tocavam no rádio. O shopping parecia mais lotado que o comum, quando adentramos o estacionamento relativamente grande, e procuramos uma vaga por alguns minutos. — Eu compro pipoca, e refrigerante. Deve ter muita gente, e se não quisermos— Eu quase não ouvia.

Ela falava o necessário, sim, nunca fora de falar de mais, mas aquelas palavras naquele momento eram totalmente desnecessárias para mim. Quando o som de sua voz cessou eu perguntei com total desatenção. — Hãn? — Ela entregou um pouco de dinheiro para mim, e me disse como se eu fosse retardado. — Ingressos.— Ela deixou e se dirigiu para a outra fila. Eu entrei desaminado na fila que ocupava um bom espaço do shopping. Eu coloquei novamente as mãos sobre o colar, tentando achar qualquer referencia dele. — Hum, o filhinho da mamãe achou um novo brinquedinho —. Reconheci aquela voz.

Kal, o garoto mais estúpido, e realmente vadio que eu havia conhecido, rodado de dois garotos, e perto demais de mim. Eu me virei e o empurrei, fazendo-o cambalear, caindo nos braços de um dos garotos, o qual quase morreu de tanta felicidade. — Perto demais.— Disse, e me virei novamente para a fila. Ele riu,e os dois garotos riram junto.

Pirralho? Sério, orfãnzinho? eu gostaria de dizer o significado da palavra para o infeliz, e dizer o quão burro ele era, e quem sabe fazer uma dessas brincadeiras,mas me permiti ignorar. — Haha, olha só a garotinho não sabe se defender, coitado, precisa mesmo de um papai. — Agora a voz dele era mais alta, algumas pessoas mais perto olhavam, e eu não dei a miníma. Minhas mãos se fecharam em punho, eu senti um calor de raiva invadir meu corpo, e chegar até meu rosto, que eu sentia estar vermelho,minha respiração pesada, e rápida, dessa vez eu não medi palavras, elas jorravam quase sem perceber. — Primeiro, garotinho, órfão não é o que acha que é, procure em um dicionário, ou peça para um desses seus coleguinhas eu dizia enquanto me aproximava dele — E aquela força dentro de mim, se formava mais intensa. — Segundo, quem vai precisar aprender a se defender sozinho aqui, vai ser você. Então eu te aconselho — Um grito ecoou pelo shopping, e eu parei de falar.Não era um, eram vários, pessoas me olhavam assustadas, Kal chorava incessavelmente, as mãos sobre um dos garotos, e o chão parecia sujo.Eram cobras, debaixo do piso. E parecia que eu tinha culpa mais uma vez. — Trell comigo.— minha mãe me agarrou pelo braço, e me puxou com toda força para fora do shopping.

Ela corria, apertando meu braço com mais força que eu já havia sentido, eu não sentia o colar, precisei colocar as mãos sobre o pescoço frio, para certificar que ele estava ali. — Mãe, Mãe! — Gritei para que me ouvisse, ela não parou apenas acenou para que eu continuasse a falar. — O que foi aquilo? Eu não...— Ela riu nervosa, e somente respondeu com um “Aham”. Não havia sentido, em nada daquilo, eu não poderia ter feito nada daquilo, poderia. Ela por fim, chegou ao carro, e me mandou entrar com uma voz que eu nunca poderia ter contrariado.

Eu permaneci em silêncio, tentando calcular qualquer possibilidade de aquilo ter acontecido, mas nada parecia se encaixar, eu levantei os olhos para ver o caminho, e aquele não era o caminho que eu conhecia. — Mãe, onde estamos indo? —. Eu olhei novamente a estrada, e procurei por qualquer casa ou edifício conhecido. — Mãe, esse não é o caminho de casa.— Ela continuou seguindo em grande velocidade, o que raramente acontecia. — É sim, para sua casa. Ou nova casa...— Eu ri, só havia mato ali, sim, mato árvores gigantes, eu sabia que nunca havia casa nenhuma por ali,e se tivesse porque diabos eu estaria indo para uma ali. — Não tem casa nenhuma para cá Dona Morgana. — Eu disse devagar e ela ignorou. — É um acampamento. Depois eu explico, só me deixe dirigir. — Eu assenti, e encostei a cabeça sobre o banco fofo do carro, me ajeitando de maneira confortável. Fechei os olhos, e minhas mãos se moveram para o colar. Eu estava prestes a resolver meus problemas, ou aumentar eles.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jhonny Braga em Ter 19 Ago 2014, 13:03

Atenção! Por favor desconsiderar minha outra ficha e considerar essa!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares, o deus da guerra

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais:

Físicas:Johnny tem 12 anos, é uma cara alto de mais ou menos 1,65m de altura e pesa 45 kg, possui porte atlético, cabelos escuros e pele clara além de possuir uma força um pouco acima da média

Personalidade: Johnny tem uma personalidade forte, rebelde e explosiva sendo "indomável" e violento e fazendo tudo do seu jeito é muito obstinado e vingativo além de ser corajoso e vigoroso.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Porque Ares é representado como uma espécie de "vilão"nos livros do PJ e se diz que ele era um tanto impopular entre os gregos e eu quero mudar essa imagem.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Segunda-feira, 7:00, era só mais um dia normal para mim (ou ao menos parecia ser). Me levantei e fiz a higiene básica, logo após desci para tomar café e fui pra escola.

Ao chegar a escola todos estavam em seus respectivos grupinhos: os populares, os atletas, as líderes de torcida, os nerds e os neutros, cujo o ultimo era o que eu melhor me encaixava.

Apesar de não ser muito popular ninguém nunca mexia comigo por causa da minha personalidade brigona e explosiva, ou pelo menos quase nunca.

-Olha ai, vê se não é o esquentadinho. Falou Mike, um dos garotos populares que viviam enchendo o meu saco.

-Não tenho tempo pra você agora Mike, tenho aula de história. Respondi tentando evitar me irritar já que o diretor disse que mais uma briga e eu estava fora da escola, essa já era minha sétima escola em 7 anos letivos já que era expulso de todas e essa não parecia que ia ser diferente.  

-O que foi ta com medinho? não sabia que você era uma galinha. Disse ele me provocando, e começou a imitar uma galinha.

Graças ao meu temperamento explosivo quase pulei encima do pescoço dele, porém, o diretor estava passando por lá nesse exato momento.

-Te pego depois da aula. Sussurrei para Mike. Pronto, agora não tinha mais jeito, seria expulso de mais uma escola após a aula.

...

Depois do fim da ultima aula, me dirigi ao fundo da escola onde Mike estava me esperando atrás da escola, estava incrivelmente vazio apenas eu e ele, o que era estranho ja que sempre havia plateia quando tinha treta mas dessa vez não.

-Demorei muito tempo pra te reconhecer, mas agora aqui estamos nós, e eu estou louco por um lancinho de semi-deus. Disse ele com uma voz estranha

Semi o que?- Respondi sem entender nada.

Então num passo de mágica Mike se transformou completamente: Cresceu até a altura de aproximadamente 5 metros, ficou forte e musculoso, e no rosto... Ele tinha só um grande olho!

-Mas o que... Não pude terminar minha frase pois fui atacado por um tapa que me jogou no muro o rachando.

-Ai... o que, o que ta acontecendo? Perguntei tonto, porém ele não respondeu e como estávamos num beco e ele tapava a saída não tive escolha a não ser lutar (o que normalmente era minha 1ª escolha mas não contra monstros de 5 metros).

Levantei meio tonto porém consegui me estabilizar e investi contra o monstro lhe acertando uma série de socos que não pareceram surtir muito efeito porém, acho que deve ter doido um pouco pelo menos.

Mas não adiantou nada, ele simplesmente me deu outro tapa e eu voei novamente na parede porém de alguma forma encontrei forças para levantar, infelizmente, assim que levantei levei outro tapa (será que ele só sabe fazer isso?) só que dessa vez contra o chão que se rachou.

Eu estava moribundo ali no chão, morrendo de dor quando de repente uma aura de fúria surgiu em mim, e parecia que todos os ferimentos tinham sumido por um momento levantei sem sentir dor alguma  uma lança se materializou em minha mão não parei pra pensar ou questionar porque tinha virado pura raiva, e além disso cavalo dado não se olha os dentes não é?

Agora era minha vez de brincar, sai correndo na direção do monstro e lhe disferi um soco na boca do estômago que de alguma forma o jogou longe assim como seu tapa.

Não parei pra pensar no que estava acontecendo, como tinha jogado o monstro longe, o que era o monstro, como aquela lança apareceu nem nada disso apenas pulei em sua direção e enfiei a lança em sua barriga, ele se transformou em uma espécie de poeira amarela e sumiu.

A aura sumiu e me cansei novamente, foi ai que vi um grupo de jovens entrando no beco, eles estavam montados em uma espécie de... Cavalos alados! Não aguentei tudo aquilo e cai desmaiado no chão.

...

Acordei num lugar que parecia uma acampamento de verão, e então vi um homem montado num cavalo que ao se aproximar descobrir que não estava montado no cavalo ele era um homem cavalo!

-Bem vindo ao acampamento meio sangue! Disse ele

É, pelo visto vai ser uma nova e estranha experiencia.

Explicações:
Galera, eu não sei se um ciclope perseguiria um filho de Ares se não, me desculpe posso refazer essa parte e a ausência de sentimentos e emoções no texto ocorre pelo fato de Jhonny não ser muito sentimental normalmente não demonstrando seus sentimentos.
Jhonny Braga
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Abby Fiore em Ter 19 Ago 2014, 14:17

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamada para filha da deusa Hécate
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
- Emocionais: Sou por muitas vezes gentil e dedicada, divertida e amiga, porém mudo de humor facilmente podendo me tornar fria e sarcástica, tanto quanto depressiva e melancólica.
- Físicas: Possuo a pele branca, os olhos verdes intensos, cabelos ruivos, longos, cheios e ondulados, estatura mediana e o corpo curvilíneo.

▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
A história de Hécate sempre me fascinou. Admiro tal deusa por seu poder e por suas inúmeras habilidades com a magia, além da sua beleza, que é sombria e encantadora.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Despertei em meio a um dos meus costumeiros pesadelos, o suor escorria por minha pele me causando arrepios, olhei em volta receosa, temia não estar na minha cama, mas felizmente estava. Levantei-me sentindo o calor do sol penetrar meu quarto, a minha camisola trazia as marcas de uma noite mal dormida, mas não liguei. Calcei meus chinelos e saí do meu quarto em direção à cozinha sentindo o cheirinho adocicado de mel e sabia que meu pai havia feito panquecas. Meus cabelos ruivos pendiam em minhas costas me causando certo desconforto, minha vontade era cortá-los, mas não teria coragem de cortar uma das únicas partes em que eu era parecida com meu pai, meus cabelos e meus olhos eram parecidos com os dele, mas minha pele e o meu jeito não, tinha a pele clara e ele tinha uma bronzeada. Desci as escadas com rapidez e encontrei o meu pai sentando em sua velha poltrona lendo um jornal. Meu pai era um professor de história de uma notável faculdade dos Estados Unidos, ele era um homem alto, com um porte atlético, cabelos ruivos e olhos verdes encantadores. Ele cantarolava alguma música ou praguejava algo, nem me notou quando parei em sua frente cruzando os braços, pigarreei o fazendo finalmente me notar.

- Bom dia minha querida, dormiu bem? – ele disse sorrindo calmamente, umas das coisas que queria ter puxado dele era aquele belo e contagiante sorriso.
- Sim pai, dormi muito bem e o senhor? – digo o abraçando suavemente.
- Excelente! Fiz panquecas meu amor, vá comê-las e se arrume, vou levar você a um seminário em Long Island. - ele disse tamborilando os dedos no jornal.

Me sentei à mesa me servindo daquelas deliciosas panquecas e comi com rapidez, odiava admitir, mas aqueles seminários eram excelentes, talvez me tornasse uma historiadora como meu pai ou até mesmo ser professora como ele. Terminei de comer e me levantei levando meu prato a pia, e subi as escadas correndo ouvindo-o gargalhar, ele sabia que eu amava esses seminários. Coloquei meus jeans favoritos e uma blusa branca básica e é claro meus inseparáveis tênis.
Quando desci as escadas ele já me esperava na porta, tinha sua maleta de lado e o meu casaco em mãos.

- Papai está fazendo sol, não preciso de casaco. - resmunguei o fazendo rir.
- Por precaução minha querida. – ele disse me entregando o casaco.
O peguei com uma careta e abri a porta pisando forte, sei que agi como uma menina mimada, mas qual é! Ninguém iria usar casaco hoje. Ele vinha atrás de mim caminhando calmamente, olhava para todos os lados da rua como sempre fazia quando saíamos. Lembro que ele fazia isso desde quando eu era bem pequena ou até onde consigo me lembrar.
O caminho até Long Island era longo, eu havia esquecido completamente da parte mais tediosa de ir até lá. Encostei minha cabeça no vidro do carro quando notei uma mãe com sua filha, e me lembrei de que não poderia ter nada daquilo, afinal eu não conhecia a minha, meu pai não gostava de falar dela, eu tentava, tentava muito, mas ele não me dava mais detalhes, somente o de sempre “sem perguntas Abigail, sem perguntas”, era horrível. Resolvi tentar mais uma vez.

- Pai?- perguntei o olhando receosa.
- Sim minha querida- ele me respondeu sem tirar os olhos da estrada.
- O que aconteceu com minha mãe?- perguntei já imaginando a resposta, ele suspirou e percebi ele ficar tenso.
- Abby, sua mãe foi a mulher mais extraordinária que eu conheci, extraordinária e bela, assim como você. Eu me apaixonei por ela, e nosso tivemos um caso. Ela sumiu e depois de nove meses você apareceu na minha porta, havia uma carta me explicando tudo, e bem, aqui está você- ele riu, não aquele riso que ele sempre dava, era um riso melancólico. Por sua expressão resolvi não perguntar mais nada e voltei a recostar minha cabeça no vidro do carro, fechando meus olhos, mergulhando em um sono profundo.

Acordei com meu pai me chamando, havíamos chegado a Long Island,devia ser por volta de seis e meia. Saí do carro me juntando a ele numa caminhada, o seminário é fora da cidade numa área afastada, perto de um campo de morangos. Desde pequena eu fugia do seminário e ia para próximo de uma colina e ficava a admirando, toda vez que tentava escalar a colina, meu pai aparecia e me levava de volta para o local onde o seminário ficava. Hoje, eu não ia tentar escalar, hoje iria ficar com meu pai e seria uma ouvinte excelente.
Quando adentramos o local ele estava cheio, professores, alunos e várias pessoas caminhavam alegres pelo espaço, encontrei algumas amigas e professores queridos. Foi quando vi um homem, ele era enorme e corpulento e parecia me estudar com seu olho? Aquele homem tinha somente um olho, não era como se você tivesse dois olhos e não tivesse um, ele só tinha um, um enorme olho no meio da testa, Achei que fosse uma anomalia ou algo assim. Decidi ficar mais perto do meu pai, aquele homem me assustava. Sentei-me com meu pai na fileira do meio e aquele homem sentou-se a duas fileiras atrás, o sentia me observar e isso me causava arrepios.

O seminário mal tinha começado, sei que tinha prometido ficar o tempo todo com meu pai, mas só de pensar naquela colina, sentia o impulso de escalá-la e descobrir o que havia do outro lado. Enquanto meu pai explicava uma teoria sobre antigos deuses gregos, me levantei e caminhei em direção à saída. Assim que saí, senti que estava sendo seguida, revirei os olhos imaginando que seria meu pai, mas fui surpreendida com um soco me fazendo ir de encontro à parede. Tentei me levantar, mas não conseguia, estava tonta e minha cabeça latejava. Apoiei-me na parede a tempo de receber o segundo golpe, que me fez parar perto da porta do salão onde todos estavam, era incrível como ainda estava acordada. Aquele homem estranho me pegou pelo pescoço me jogando na parede mais uma vez, minha visão ficou turva e pensei que fosse desmaiar, ele tentou me atingir com a espada, mas rolei para o lado fazendo-a passar centímetros do meu rosto, levantei tonta e tentei correr pra porta, mas ele me atingiu com outro soco me fazendo parar em meio às cadeiras do outro salão onde meu pai estava. Ele me olhou aterrorizado e me pegou no colo correndo até a saída contrária do local, pensei que ele estava me levando para o carro, mas ele me levou pra o local mais improvável em minha mente, a colina. Enquanto fugíamos do local, um jovem de aparecia sombria apareceu junto a nós ajudando meu pai a me carregar. Assim que meus pés tocaram o chão senti uma dor excruciante na perna, e logo me dei conta que havia fraturado alguma coisa, meu pai olhava para trás constantemente, me fazendo olhar por cima do ombro e ver aquele homem correndo em nossa direção. Meu pai e o garoto subiram a colina mais rapidamente, sentia que minha cabeça sangrava. Quando chegamos ao topo da colina, ele me colocou na frente dele e beijou minha testa.

- Querida sei que esta confusa, mas há uma coisa que você precisa saber, lembra-se da minha teoria sobre os deuses gregos minha querida? É real e sua mãe é uma deusa. - ele olhou pra trás vendo o homem se aproximar. Ele olhou assustado para o garoto, que se permaneceu calado todo o tempo. - você é como ela? Você é filho de um deus?- o garoto assentiu e ele respirou aliviado, porém ainda havia rastros de medo em seu rosto.
- Papai... - eu tentei dizer mais ele me calou me empurrando para trás, o garoto estava posicionado atrás de mim segurando meu ombro suavemente, tentei puxar meu pai pra perto de mim, mas ele não passava do ponto onde eu estava.
- Vá querida, eu amo você demais e por mais que sinta vontade, não saia, em hipótese alguma, de onde você está! daí pra trás, entendeu? - ele só teve tempo pra isso, aquele homem o atingiu o jogando contra uma árvore, fazendo o bater a cabeça e cair inconsciente. Gritei e aquele homem se virou para mim, vindo em minha direção, o garoto me puxou um pouco mais pra trás, mas ele não passava pelo ponto onde meu pai também não havia passado, olhei o corpo inerte do meu pai e caí de joelhos chorando alto e a última coisa que me lembro antes de desmaiar, foi de sussurrar:
- Eu prometo te amar para sempre, papai.
Abby Fiore
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Andrew Salvatore em Ter 19 Ago 2014, 18:52


Ficha de Reclamação




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Quero ser reclamado por Éolo, o Senhor dos Ventos.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Andrew é alto. Seu corpo não é muito musculoso, porém ainda assim, tem um corpo bem definido do tipo adolescente atlético. Sua pele é branca, e seus cabelos são negros e lisos, porém Andrew não tem o costume de penteá-los. Seus olhos são castanho-claro. Mede 184 centímetros de altura e pesa 72 quilos.  

Cresceu em sua infância sendo um garoto um tanto quanto triste, talvez pelo fato de nunca ter conhecido seu pai o atordoar. Sempre foi um pouco reservado, prefere ficar de lado, sozinho. Gosta muito de ler bem como escrever suas próprias histórias. Sonha em um dia ser um escritor profissional. Adora dormir, é muito preguiçoso por sinal.       

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?
Aqui eu responderei em primeira pessoa, pois é uma pergunta direta pra mim e não para meu personagem e nem sobre ele. Bom, eu gostei muito de Éolo, e achei que seria o personagem ideal para mim jogar aqui. Até porque eu gosto muito do 'elemento vento', acho interessante.

▬ Relate a história da sua personagem:

Prólogo: A origem.

Nascido em Nova Iorque, Andrew nunca conheceu seu pai. Criado apenas por sua mãe, que sempre o tratou muito bem. Sua mãe o dizia que seu pai já havia falecido. Fez o garoto acreditar na história de que seu pai havia sofrido um acidente em seu trabalho, e que infelizmente acabou falecendo.

Aceitou a história e cresceu acreditando naquilo, imaginando que seu pai devia estar num lugar melhor. Este assunto nunca o perturbava. Isso até os seus doze anos de idade, quando começou a se incomodar com isto e passou a ficar mais calado, tímido, como todos diziam. Além de sofrer por não ter um pai, era um grande alvo de zoações em sua escola, não tinha amigo algum e ainda assim, caçoavam por ele não ter facilidade em se relacionar com outras pessoas, por ser "tímido". Foi nesta época em que ele começou a se apetecer pelos livros. Passava o dia lendo, e escrevendo suas próprias histórias. Quando entrava no mundo dos livros, sentia-se livre, sem medo algum, e esta era sua única alegria.  

Mas tudo mudou, quando Ralph conheceu Michelle - a mãe de Andrew. Ralph e Michelle tiveram um sério relacionamento e casaram-se, passando a morar juntos. Andrew passou a ter uma ótima relação amistosa com o esposo de sua mãe, e então, Ralph passou a ser seu "pai de criação". Daí o garoto não teve mais problemas com a sociedade, e começou a conhecer novas pessoas, não sentia mais o peso de não se ter um pai.


. . .

Parte unica.

Mesmo sendo triste e reservado quando pequeno, Andrew era um garoto diferente desdo seu nascimento. Ele adorava o vento; Ao ponto de querer sair para fora de casa numa tempestade, apenas para sentir a ventania. Seu olfato sempre fora aguçado, talvez até melhor do que o olfato dum cão; e sua respiração sempre fora perfeita, mesmo nascendo na cidade poluída que é Nova Iorque. E realmente, ele é um garoto diferente do comum. E isso vocês iram conferir ao decorrer da história, amigos.

Caminhava com passos regulares nas ruas de Nova Iorque, iria para mais um dia entediante de aula. Sua preguiça estava no auge. Suas mãos estavam bem postas em seus bolsos, e seus olhos estavam semicerrados, a cada dois minutos, soltava um involuntário bocejo. O dia era frio, a melhor temperatura para dormir segundo Andrew. O vento soprava forte e balançava seus cabelos, ao mesmo tempo, o jovem sorria. Estava extasiado, sentindo aquele vento gostoso, como dito antes, ele adorava o soprar dos ventos.

Porém, algo interrompeu sua "êxtase", um dos valentões da escola, Frederick, surgira no caminho.
— Olá Andrew. Lembra daquele dia que você me encarou? É, aqui na rua não tem ninguém para atrapalhar... Vou te dar uma surra! — Dizia o valentão, encarando o jovem. Frederick corria com os punhos cerrados. Já muito próximo, levava os punhos na direção do rosto de Andrew, que por instinto abaixou-se, escapando do golpe.

Ele nunca havia brigado antes, mas a sensação de desviar dos golpes do jovem "brigão"  o deixara contente. Sorriu, e começou a correr para fugir daquela situação. Frederick corria atrás, seguindo-o. Um odor o incomodava, e atrapalhava aquela sua brincadeira. O cheiro estava longe, há muitos metros de distância, mas mesmo assim, incomodava Andrew. Parou sua corrida para farejar e descobrir do que era aquele cheiro. Inocente. Havia  esquecido do jovem brigão, que acabou o acertando com um chute pelas costas. Andrew caíra no chão, vulnerável.    

Um enorme estrondo ecoou. E quando virou-se para ver donde vinha aquele som, se deparou com um garoto de muletas.
— Aquele garoto ia te arrebentar! — Disse o menino de muletas. Andrew apenas assentiu com a cabeça, e levantou-se. Agora descobrira, aquele odor vinha daquele garoto. — O que aconteceu? Quem é você? Bem... Algo em você me chama a atenção, seu cheiro... — dizia Andrew, mas fora interrompido pelo outro. A conversa continuava. E o rapaz de muletas dizia que era um sátiro disfarçado, e que Andrew devia ir para um acampamento, pois era um semideus.


[...]


— Filho de Éolo? Não pode ser. Meu verdadeiro pai morreu e é fora de cogitação eu ser filho dum Deus, não acha? — Dizia Andrew para o Sátiro. — Cara, não me pergunte mais nada. Me siga, te levarei para o acampamento, lá você entenderá tudo. — Disse o Sátiro. O suposto filho de Éolo pensou em retrucar, mas um forte vento o fez sorrir e apenas seguir aquele Sátiro.


. . .


 Chegaram naquele imenso acampamento. O semideus ficara muito envergonhado ao ver todas aquelas pessoas o encarando, como se ele fosse um novato inútil. Mas ele era um novato inútil, por isto, apenas sorriu e deixou-se levar por aquela "transe". E essa história acaba aqui, e o resto dela, eu escreverei, ao longo da trajetória do filho de Éolo.


 
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Johnny Mccartey em Qua 20 Ago 2014, 11:29

Por qual deus você deseja ser reclamado?
Athena


Cite suas características físicas e psicológicas: Johnny é um garoto de 12 anos, alto (1,65m), magro (45 quilos), inteligente, pele clara, olhos azuis (herdados do pai), explosivo, rebelde, forte, rockeiro e indisciplinado, porém atrás de toda essa rebeldia existe um grande cérebro que sempre o tira de encrencas.
 
Por que quer ser filho desse deus?
Porque eu queria inovar um pouco o rpg, todos parecem que já tem uma personalidade pré-definida dependendo do deus, claro não é pra levar a níveis estremos como um filho de Ares fraco e medroso ou um filho de Hipnos com insônia mais mudar um pouco não vai matar ninguém, aquele negócio monótono de todos terem a personalidade parecida é muito chato. As vezes você vai interagir com seu “irmão” e parece que ta falando com um clone seu.
 
Relate sua história:
 
Oi, tudo bem? Vou contar a história de um garoto, mais não um garoto qualquer, vou contar a história de Johnny, um garoto de 12 anos que é um semideus! Não acredita? Então ouça minha história e tenho certeza de que você mudará de ideia:
 
Era só mais um dia normal para Johnny, ou ao menos parecia ser, ele estudava no internato Dr. Johnson, então quase não ia pra casa exceto alguns raros fins de semana que normalmente eram datas especiais, não sabia por que seu pai não gostava dele, talvez porque sua mãe foi embora assim que Johnny nasceu, o fato era que estudar naquele colégio era a pior coisa do mundo, pelo simples fato de existirem os grupinhos (populares, atletas, nerds, líderes de torcida etc) como em qualquer escola porém Johnny não se encaixava em nenhum deles, tente conviver 24 h por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês e 10 meses por ano (os outros 2 eram de férias) com pessoas com quem você não gosta e não se identifica se sentindo um intruso no grupo.
 
O seu único amigo era Jason, um cara que combinava perfeitamente com ele, nós gostávamos das mesmas coisas, e tínhamos os mesmos problemas sociais na escola, porém nada disso não vem ao caso agora.
 
A história realmente começa numa excursão da escola até o museu Int. Dr. Marcus Pacheco, parecia só mais uma chata excursão escolar, Johnny e Jason estavam sentados num dos últimos bancos do ônibus para que a Sra. Watson a nova professora de inglês não os enchesse o saco, ela era uma velha de uns cinquenta e poucos anos, cabelos brancos, usava uma daquelas saias que iam até o tornozelo uma camiseta bordada como uma velha comum, cheirava a uvas passas  e café além do clássico cheiro de velho, porém embora não parecesse ela era um demônio pra Johnny e Jason, porém era pior para Johnny já que ele sofria de TDAH e dislexia, o que sempre a fazia o escolher para ler textos longos e realizar tarefas complicadas.
Mesmo escondidos no fundo do ônibus a Sra. Watson não tirava os olhos deles esperando que fizesse alguma besteira para lhes expulsar, afinal Johnny e Jason estavam a um fio de serem expulsos devido as frequentes brigas na escola (que quase nunca eram culpa deles), essa já seria a sétima escola de Johnny em 7 anos, e a Sra. Watson estava amando isso.
-Espero que não se metam em confusão meninos, ou serei obrigada a comunicar o diretor. Disse a professora com um sorriso do mal, ela pronunciou a palavra “obrigada” como se dissesse “estou louca pra fazer isso!”.
-Cara, o porquê será que ela enche tanto nosso saco? Perguntou Johnny a Jason quando a Sra. Watson tinha saído.
-Sei lá cara essa mulher é doida. Respondeu Jason
-Não sei não, olha cara, ela só pega no pé da gente, tem alguma coisa errada nela. E eu vou descobrir o que é. Disse Johnny seriamente.
O restante da viagem não teve muito papo entre os garotos, porém, a velha professora não parava de olhar para eles, como uma onça esperando a hora certa para dar o bote e abocanhar sua presa.


...


Chegando todos saíram do ônibus e seguiram viajem, Johnny estava usando uma calça jeans preta, uma espécie de botina militar e uma camisa do AC/DC além de um gorro preto sobre os cabelos arrepiados, já Jason usava uma calça jeans azul escura, tênis de cano alto pretos e uma camisa vermelho sangue.
Ainda no caminho os dois garotos quase foram expulsos pelo menos 3 vezes já que os outros garotos da sua turma viviam aporrinhando os dois, a sorte deles era que Johnny era explosivo porém mesmo assim normalmente pensava antes de agir mas Jason... Era super explosivo fazendo com que Johnny quase não conseguisse o segurar.
Depois dos vários incidentes e uma longa conversa, a Sra. Watson deu um intervalo para a turma ir lanchar, Johnny não estava com fome, porém, Jason sim, então foram até a lanchonete do museu e fizeram o pedido:
-Um hambúrguer com refrigerante, por favor! Disse Jason à atendente
-Anotado, e você rapazinho não vai comer nada? Perguntou a garçonete a Johnny
-Não, estou sem fome. Disse Johnny
A garçonete se retirou e dentro de pouco tempo voltou com o pedido de Jason, após comer seu lance Jason disse baixinho a Johnny:
-Hey Johnny... Por acaso você não sabe onde fica o banheiro?
-O que? O banheiro?
-É que aquele hambúrguer não desceu muito bem. Explicou Jason parecendo um pouco constrangido.
-Ah cara, o banheiro fica do outro lado do museu, vem comigo eu te mostro.
 
Chegando lá Jason entrou e Johnny ficou esperando do lado de fora, porém enquanto esperava a Sra. Watson apareceu e começou a cheirar o ar como um cachorro farejando algo.


-Então você que é o  ssssemideus!. Disse ela com uma voz estranha.
-O que? Sra. Watson, tudo bem? Porque está chiando?
-Não brinque comigo ssssemideus! Ela respondeu com raiva.
-Semi o que? Disse Johnny sem entender nada
-Calado, você não pode mais me enganar, eu estava em duvidas sobre de quem era o cheiro, você ou o outro garoto ja que que vocêsss viviam juntos masss agora dessscobri e vou poder mata-lo com as minhas próprias garras!
-O que? De que você está falando? Sra. Watson você está delirando!


Nesse momento a Sra. Watson começou a avançar correndo e direção a Johnny se transformando em uma espécie de criatura que era uma mistura de mulher com cobra!!!
-Mas o que... Johnny não pode completar a frase foi atingido no peito pelo monstro e jogado no chão. A sua mente estava trabalhando a 1 turbilhão por segundo mas nada fazia sentido tentou lembrar de todas as aulas de história pra descobrir o que aquela criatura era, um alien, um povo antigo, um monstro, ele começou a se lembrar de um das aulas em que estudou sobre mitologia grega, aquela mulher lembrava... Uma dracaenae!
 
Não, não podia ser verdade, dracanaes eram apenas monstros da mitologia grega, apenas história para dormir, era isso! Johnny só podia estar sonhando, tentou acordar de qualquer jeito, mas não conseguiu.
 
Era verdade, embora Johnny não entendesse, decidiu focar na criatura para depois pensar se tinha ficado louco.
Levantou meio tonto e começou a brigar com a dracaenae como se fosse uma briga normal, tentou lhe desferir vários socos, chutes, cabeçadas, mas o monstro era muito rápido e lhe bateu com uma de suas caudas o jogando no chão de novo.
Johnny percebeu que a força física não era a solução, o monstro era muito mais forte e rápido, teria que pensar em outra coisa, teria que... Trapacear! Trapacear era uma de suas melhores técnicas de lutas.
-Hey espere! Disse Johnny a dracenae que se preparava para lhe atacar novamente, ela parou subitamente:
-O que foi? Perguntou irritada
-Não é nada não, é que eu ouvi dizer que as dracaenae eram os monstros mais inteligentes da Grécia, isso é verdade?
-Bom... Disse a ex- Sra. Watson com cara de orgulho.
-Nós dracaenaes eramos muito temidas por todos na Grécia... Ela começou a falar sem parar, não dava pra acreditar que ela caiu tão fácil assim.
-Conte-me mais. Disse Johnny fingindo estar interessado enquanto pensava em um plano.
Mas de repente: Plaf! O monstro foi atingido por uma flechada na cabeça enquanto um arqueiro descia dos céus montado num... Cavalo alado!
Chega, Johnny já sabia como ia morrer, não ia ser nenhuma mulher cobra ou professora maluca seria uma overdose de bizarrice!
Johnny bem que tentou raciocinar tudo, afinal, era bom de raciocínio, porém nõ conseguiu organizar tudo no cérebro: professoras que viram mulheres cobras, cavalos alados, arqueiros adolescentes os cavalgando... Johnny nesse momento não aguentou teve uma overdose de informações e caiu desmaiado no chão.
O garoto então falou sozinho:
-Eles sempre se assustam, não sei por quê! Ele deu um pequeno riso e colocou Johnny (anda inconsciente) no cavalo alado, também subiu e partiu voo.
Nesse momento Jason abre a porta do banheiro:
-Oi Johnny, desculpe a demora é que... Hey Johnny cadê você? Hum... deve ter ido sem mim. Ele deu de ombros e saiu andando em direção à lanchonete.



...


Johnny acordou num lugar que parecia um acampamento de verão, tinha quadras de vôlei, um rio, parede de escalada  e também tinham coisas que não tinham nada a ver com um acampamento como uma arena, um estábulo e um lugar que parecia um arsenal.
-Bem vindo ao acampamento meio sangue! Disse um homem montado num cavalo se aproximando, não espera, ele não estava montado num cavalo ele era um homem cavalo!
 

-É eu não sei o que está acontecendo mais acho que vai ser uma nova e longa experiência. Disse Johnny se levantando e se dirigindo ao homem cavalo.


Observações importantes:


1- A personalidade de Johnny não é assim... Diferente, porque eu não queria fazer aquele negócio padrão e inovar um pouco o rpg, todos parecem que já tem uma personalidade pré-definida dependendo do deus, claro não é pra levar a níveis estremos como um filho de Ares fraco e medroso ou um filho de Hipnos com insônia mais mudar um pouco não vai matar ninguém, aquele negócio monótono de todos terem a personalidade parecida é muito chato. As vezes você vai interagir com seu “irmão” e parece que ta falando com um clone seu.

2- No texto eu disse que a dracaenae  era muito mais forte que eu mais considerem-a como nível 1

4-Desculpe se errei em alguma coisa, uma pontuação, repetição de palavra, uma palavra etc é que não tenho tempo de dia e só posso escrever de madrugada e postar de manhã já que não tem net aqui em casa.


5-Espero que tenha gostado do texto :)
Johnny Mccartey
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Ficha de Reclamação

Mensagem por Bianca H. Somerhalder em Qua 20 Ago 2014, 13:35

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Afrodite

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Tenho 1,50 de altura, sou bonita, com cabelos azuis claros longos, que vão até a cintura e minha pele é pálida. Sou temperamental.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Identifico-me como filha dessa deusa, acho que sou parecida com ela.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Tinha sido um dia normal na escola, como sempre era.
Eu estudava em um internato para "jovens delinquentes". Segundo o meu pai, era exatamente isso que eu era, e eu sabia que ele queria me ver sempre o mais longe possível.
Quando eu tinha sete anos, ouvi-o conversando com a minha madrasta, e ele disse "eu a odeio, sempre trás problemas para nós".
Pode parecer que eu era muito nova para entender, mas acredite, eu entendi o recado.
Naquela noite eu tentei fugir de casa, mas não deu muito certo, eles me pegaram e me mandaram para uma escola na cidade vizinha.
Depois disso, todos os anos eu era expulsa das escolas que eles me colocavam.
Por incrível que pareça, eu estou me dando bem nessa escola.

(...)

Era dia de voltar para casa, e eu já estava prevendo que minha volta não seria motivo de festa.
Jev, um amigo da escola, na verdade meu único amigo, me acompanhou até em casa, dizendo que eu estaria mais segura perto dele.
Na verdade, eu tive que me segurar para não rir, pois ele usava muletas, e não conseguia nem se defender a si próprio. Mas para não ser rude, simplesmente sorri e deixei ele me acompanhar.
Quando chegamos à porta da minha casa, que era em Los Angeles, Jev se despediu, e disse que vinha me visitar mais tarde.
Abri a porta com cuidado, tentando não fazer muito barulho, e ouvi um barulho vindo de dentro. Terminei de abrir a porta, e meu pai e minha madrasta estava com um bolo na mão, escrito "seja bem-vinda de volta".
Bizarro. Aquilo era completamente bizarro. Eles estavam me dando boas vindas? Com certeza iriam jogar uma bomba na minha cabeça depois.
Meu pai correu para me abraçar, e a única coisa que eu conseguia pensar era que estava para cair um avião em cima da nossa cada, para eles estarem me tratando assim.
- Anthony, conte as novidades para ela - disse Lilian lá de trás.
Sabia, eu disse que tinha alguma coisa de errado.
- Nós vamos nos mudar Bianca, para NY.
Ah, só isso...
- E você vai não com a gente - é, agora eu tinha certeza que eles me odiavam - você irá para um acampamento, onde todos são iguais a você.
O que ela queria dizer com "iguais a você"? Jovens delinquentes?
- Legal... E aonde é esse acampamento?
- Em Long Island. - respondeu o meu pai. - E o seu amigo Jev também vai para lá.
Aquilo era bom, ele era meu único amigo, e eu gostava muito dele.
- Então... Quando que eu vou?
- Hoje. Arrume suas malas Bianca.
Sério? Eles iam dar tão na cara assim que queriam se livrar de mim?
- Tudo bem... Eu vou arrumar.
Então era isso... Meu pai iria me jogar em um acampamento qualquer e depois nunca mais voltar para me pegar de volta, eu iria viver naquele lugar para o resto da minha vida.
Peguei todas as coisas que tinha dentro do guarda-roupa e joguei dentro de uma mala preta que eu tinha ganhado ano passado. Eu estava com raiva, muita raiva.
Meu meio irmão, de sete anos, entrou no meu quarto sorrindo maldosamente, do jeito que ele sempre fazia quando ia me irritar.
Eu o odiava.
Ele fazia de tudo para me irritar, e quando eu estava em casa, tudo que ele fazia de errado, a culpa caía em cima de mim.
- Até que enfim irei me livrar de você para sempre azuzinha. – Ele me chamava assim, pois quando eu tinha 12 anos, eu pintei o meu cabelo todo de azul claro, para confrontar meu pai e minha madrasta. Eles me castigaram por isso, como eu já esperava, mas não me convenceram a tirar a tinta do cabelo. Eu gostava dele como ele estava agora.
- Porque você não vai enfiar a cara na privada Luan? – Falei debochando da cara dele, mas para minha surpresa ele tirou aquele sorriso insuportável do rosto e se dirigiu ao banheiro do meu quarto e em um movimento único enfiou a cara na privada.
Eu tinha me esquecido de contar esse detalhe. Às vezes, por um motivo desconhecido, as pessoas faziam o que eu pedia, por mais absurdo que fosse o pedido.
Outro dia, a minha escola foi fazer excursão em um aeroporto, e o piloto do avião me deu as chaves simplesmente porque eu pedi.
Bizarro mas legal.
Corri para levantar Luan da privada, porque se acontecesse alguma coisa com ele a culpa seria minha.
Puxei a cabeça dele para fora, e assim que fiz isso ele me empurrou para longe de si, como se fosse eu que estava tentando afoga-lo.
- Porque eu fiz isso? Eu não queria me afogar!
- Eu não sei! Você simplesmente andou até o vaso e tentou se afogar! – na verdade, eu sabia que tinha sido culpa minha, não diretamente, mas culpa minha.
Luan saiu correndo, provavelmente para contar ao meu pai e a minha madrasta, mas para minha surpresa, ele entrou em seu quarto, que era em frente ao meu.
Assim que ele fechou a porta, meu pai entrou no meu quarto sorrindo, como se não estivesse prestes a me abandonar para sempre.
- Podemos conversar um pouco Bia?
- Claro. – eu não estava a fim de conversar, mas já que eu não iria vê-lo nunca mais, teria que pelo menos me despedir decentemente.
- Eu não vou te abandonar naquele acampamento, como você está pensando. – como ele sabia que eu estava pensando aquilo? Era tão óbvio assim?
- Porque está me mandando para longe?
- O lugar que eu irei te mandar, é mais seguro para você Bia, era a vontade de sua mãe. – nunca falávamos da minha mãe, era um assunto proibido aqui em casa.
- Mi-minha mãe? – gaguejei um pouco surpresa demais para disfarçar.
- Eu sei que nós nunca falamos dela, mas eu preciso contar toda a verdade para você agora.
- Toda a verdade? Do que está falando?
- Você estuda mitologia na escola, não estuda?
- Sim, mitologia grega.
- E se tudo aquilo fosse real?
- Como assim real? Aquilo são só mitos pai.
- Não, não é. Tudo aquilo é real.
Como assim real? Meu pai tinha ficado doido ou algo parecido? Pois era isso que parecia.
- Quer dizer que os deuses, como Hermes e Poseidon, são todos reais?
- Sim, é isso que eu quero dizer.
- Mas isso é loucura! Deuses nos EUA?
- Pode parecer loucura, mas é verdade Bia.
- E porque está me contando isso agora?
- Porque às vezes, os deuses descem à Terra, e tem filhos com humanos. Esses são chamados de semideuses, ou meios-sangues.
- E você está insinuando que eu sou um desse aí? Uma semideusa?
- Sim, eu estou.
- Mas... – eu não estava entendendo nada, ele só podia estar brincando comigo.
- Se lembra de Afrodite?
- A deusa do amor? – eu gostava daquela deusa, ela acreditava que a solução para tudo era o amor, e mesmo não admitindo para os outros, eu também acreditava nisso.
- Sim, essa mesmo.
- Me lembro, o que tem ela?
- Você é filha dela. – Agora já era demais. Eu não aguentava mais essas mentiras. Filha da deusa do amor? Sem chances. – Bia, eu sei que pode ser difícil de acreditar, mas é verdade!
- Porque não me contou isso antes? Que lugar é esse que vai me deixar?
- Quando vocês sabem quem é, é mais fácil para os monstros encontra-los, eu não queria que você corresse perigo. E esse lugar é para pessoas especiais como você, semideuses, filhos de deuses com humanos.
- Eu não consigo acreditar nisso! Se houvesse algum sinal de Afrodite, para que eu pudesse ter certeza...
Assim que falei isso papai riu, e começou a olhar para cima da minha cabeça. Olhei para cima também, e vi uma pomba envolta em uma luz rosa. Não sabia o que era aquilo, mas tinha certeza que era esse o sinal que eu precisava para acreditar.
- Isso é o símbolo de Afrodite, ela acabou de te reclamar como filha dela.
- Tudo bem, agora eu acredito. – eu ainda queria saber uma coisa, eu precisava perguntar – porque as pessoas fazem o que eu peço sempre? Mesmo se for um absurdo o meu pedido.
- Ah! É o seu charme! Filhos de Afrodite possuem esse poder. Eles podem controlar as pessoas penas pelo som da sua voz. É claro que você ainda tem que aprimorar esse seu dom, mas às vezes você consegue controlar as pessoas.
Tudo bem, isso fica menos bizarro quando meu pai explica.
- Agora acabe de arrumar suas malas! Nós já estamos indo.
- Tudo bem.

(...)

Estou dentro do carro do meu pai, e Jev, que eu descobri ser um sátiro (meio homem, meio bode), está sentado ao meu lado, estamos indo ao acampamento Meio-Sangue, eu estava começando a achar tudo àquilo normal. Não parecia tão absurdo assim a existência de deuses.
Eu poderia me acostumar com isso. Eu poderia ter uma vida maravilhosa no acampamento, tudo era questão de costume.
Essa é a minha história.
Essa é a minha vida.
Eu sou uma semideusa.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Qua 20 Ago 2014, 18:19


Avaliação


Mako A. Westfire ~ Reclamado como filho de Héstia.

Uma boa narrativa, meu caro. Fugiu do clichê do Acampamento Meio-Sangue, de forma que fez transparecer que seu personagem vivia mesmo essa "sobrevivência" pelas ruas. Devo elogios à sua escrita, uma vez que ela foi realmente notável. Meu parabém, e seja muito bem-vindo, filho da lareira!


Aube Datten ~ Reclamada como filha de Eos.

Gostei da sua ficha, moça, ela me soou verdadeira e cheia de emoção. Apesar de algumas partes terem ficado escondidas e outras subentendidas, foi algo coerente e "entendível". Meu parabém, e seja muito bem-vinda, filha do amanhecer!


Medine S. Meyer  ~ Reclamada como filha de Selene.

A melhor ficha que já li até hoje, Medine. Suas palavras me inspiraram a criar um novo personagem neste RPG - não te copiarei, obviamente, relaciona-se a um dos progenitores citados.

O seu modo de narrar foi envolvente, garota, e ele que deu um charme a mais em sua ficha. Você, munida de tamanha habilidade e impecável ortografia, tornará-se grande. Foi criativa, tocante, e as informações subentendidas deixaram-me pasmo. Meu parabém, e seja muito bem-vinda, filha da Lua!


Adam Pixel Manth's ~ Reclamado como filho de Phobos.

Well... Sua ficha ficou boa, Adam. Nada excepcional, mas, sim, boa. Gostei bastante de sua ortografia, mas sua organização ficou carente. Foi coerente, até, por não ter exatamente onde ser incoerente. Foi curta e objetiva, deixando-te mais próximo de passar. E passou. Meu parabém, e seja muito bem-vindo, filho do medo!


Jhonny Braga ~ Não avaliado por dupla postagem.

Como definido as regras do fórum, é permitida apenas uma postagem de ficha para cada player por avaliação, sendo que a penalidade de uma segunda postagem é a não avaliação. Por favor, queira postar sua ficha novamente após esta avaliação, e dessa vez poste apenas uma ficha.


Mina Moonlune ~ Não avaliada por dupla postagem.

Mina, queria esclarecer algumas coisas. Primeiro, a ficha para Perséfone requer uma avaliação mais rigorosa para as fichas, de modo que erros como os que você cometei podem te reprovar - assim como fizeram. Segundo, quando dissemos para "narrar uma história", não era necessário fantasiar tanto - Hades pedindo a "cabeça" de Perséfone numa bandeja? Você presa numa torre? Exagero, moça. Modere um pouco mais o acontecido, apenas atribuindo uma raiva descomunal de Hades por você, tentando te matar. É o suficiente.

Outra coisa foi a "batalha" contra as fúrias. Uma filha de Perséfone nível 1 destruindo as três benevolentes com algumas gramíneas? Não vejo como é possível. Além disso, indico-te um corretor ortográfico para eliminar os erros que você tem nessa área. Não desista. Até a próxima.


Sunny D. Carter ~ Reclamada como filha de Athena

Sunny, saiu-se espetacular. Sua ortografia impecável que sustentou toda a estrutura de sua ficha foi notável, harmonizada com a leveza de suas palavras. A sua ficha breve foi uma clara demonstração de que tamanho não define qualidade, pois foi melhor que muitas maiores desta mesma avaliação. Meu parabém, e seja muito bem-vinda, filha da sabedoria!

Pierre D. Foster ~ Reclamado como filho de Perséfone.

Particularmente gostei de sua ficha, Pierre. Apesar de ter encontrado diverdos erros de vírgula e ponto, foi algo realmente bom. Para o nível de aceitação que as fichas para filho de Perséfone requerem, você excedeu o mínimo. Parabém, e seja muito bem-vindo, filho da primavera!


Lydia Carthaigh ~ Reclamada como filha de Melinoe.

Pois bem, Lydia, sua ficha foi o diferencial desta avaliação. Além de uma boa escrita e uma boa narração descrita em tantas outras aqui, a sua inovação quanto à cultura irlandesa me surpreendeu. Apenas tome cuidado com esses dons, sim? Não poderá realmente usá-los sem tê-los em sua ficha (devem ser ganhos por DIY). Parabém, e seja muito bem-vinda, filha dos fantasmas!

Jason M. Strew ~ Reclamado como filho de Apolo.

Uma narração simples, sim, mas mais que o suficiente para passar. O modo como descreveu tudo pareceu tão próximo da realidade, tão acessível ao leitor a ponto de se identificar, que foi realmente envolvente e me prendeu, particularmente, até o fim.

Aponto algumas partes que poderia  corrigir para deixar sua narrativa ainda mais bela: Tente atribuir certas cores às falas (assim evita colocar em itálico, mas isso é somente uma dica), assim facilita a leitura; Mesmo evitando usar template, coloque um "justify" para deixar seu texto com uma margem melhor, de modo que facilite a leitura; Tente evitar fazer os monstros fugirem, isso raramente acontecerá. Além disso, é permitido sim que um semideus vá em busca de outro, e não precisa necessariamente ser o líder de alguma coisa. No demais, meu caro, meu parabém. Seja muito bem-vindo, filho do Sol!


Latrell C. Spancere~Reclamado como filho de Apolo.

Bem, Latrell, gostei de sua ficha. Não posso dizer que foi algo muito explicativo, pois alguns pontos ficaram vagos demais. O que posso afirmar, com certeza, é que seus erros foram poucos para o tamanho de sua ficha, para o modo como ela se dispôs. Meu parabéns, e seja muito bem-vindo, cria do Sol!

Fichas avaliadas por Ares

Abby Fiore ~ Não reclamada.

Sua historia chegou até a ficar boa Abby. Sinceramente fiquei em duvida se aprovava ou não você. O que levou sua reprovação, foram os incontáveis erros de pontuação que deixaram a fluidez de seu texto bastante prejudicada, além do fato que a respostas de suas perguntas foram um pouco vagas, sendo que poderia ter tentando descrever de maneira mais completa sua personagem. Em toda a sua narrativa você não aparenta ter 17 anos de idade,  sendo que narra como se tivesse algo como treze a quinze anos. Não sei se sua idade é exatamente essa (Em momento algum você especificou isso, sendo que fui levado a avaliar pela idade que corresponde seu perfil). Você ainda confundiu o uso de “mais” com o uso de “mas”, de maneira que sugiro ler o guia gramatical do fórum Tente melhorar um pouco suas respostas, separa-las um pouco melhor, e principalmente corrigir seus erros gramaticais, assim como a repetição que você emprega o “me” de maneira equivocada. Sugiro que releia seu texto, irá ajudar bastante a encontrar e corrigir os erros, já que sua historia foi o suficiente boa. Tente novamente, e qualquer duvida me envie uma MP.

Andrew Salvatore ~ Não reclamado.

Lá vamos nós meu caro. Andrew, no começo pensei estar lendo a ficha de um novo filho de Éolo; porém erros e mais alguns pontos fizeram com que chegasse a uma decisão diferente. Você cometeu alguns erros de gramática com relação a pontuação, o que prejudicou a fluidez de seu texto em alguns momentos; assim como outros erros ortográficos. “Mim” não faz nada, lembre-se sempre dessa fica quando estiver escrevendo algo. O uso de um corretor ortográfico seria muito bom para não cometer erros de digitação como cometeu, e preste sempre muita atenção; pois em alguns momentos você colocou conjunções erradas, deixando suas frases sem concordância. Tente não repetir tanto as palavras, pois isso deixa seu texto pobre e chato de se ler. Achei a primeira parte de sua historia muito enrolada, sendo que você falou, falou e depois citou sua infância novamente, sendo que não consegui notar o porque da separação. Apenas acredito que a historia ficou mal montada, sendo que poderia ter sido feita na integra. Você ainda cometeu um numero considerável de incoerências. Primeiro por você ter dito que o cheiro estava a vários metros de distancia, e logo em seguida dizer que o sátiro apareceu e que o cheiro provinha dele. A conversa com que teve com o ser da natureza também foi estranha, dando a entender que todas as explicações foram dadas na frente do mortal, sendo que nenhum campistas faria algo do tipo, ainda mais um sátiro que tende a ser responsável com os segredos do acampamento e da vida meio-sangue.   Você ainda citou que o sátiro sabia de quem você era filho, mas eles não sabem desse tipo de coisa ou o acampamento meio-sangue não teria semideuses não reclamados, bastaria algum sátiro sentirem o cheiro de seus corpos e pronto, você é filho do deus X. O modo como também aceitou ir para o acampamento com uma pessoa estranha, sem ter em vista nenhuma prova concreta se o que ele falava era verídico e sem avisar sua mãe; sinceramente isso é algo totalmente forçado e estranho. Sugiro que releia seu texto, leia o texto de alguns campistas que foram aprovados, e corrija os demais pontos em que citei, para que consiga ser reclamado. Qualquer duvida me envie uma MP.

Johnny Mccartey ~ Não reclamado.

Vamos lá meu caro. Primeiro eu gostaria de falar que sua ficha não ficou ruim de certo modo, porém as fichas para filho de Athena são mais rígidas, sendo que necessitam de um maior esforço do player. O que levou sua reprovação foram os incontáveis erros de ortografia e gramática; sendo eles digitação equivocada, uso errado do “mais” no local de “mas”, repetição de ideias ou palavras, erros de pontuação e perca de fluidez. Devemos também tomar cuidado com o que dizemos em nossos posts. Primeiro que você repetiu em uma observação praticamente o mesmo que tinha dito em sua pergunta do porque escolher aquele deus; e no momento em que disse que a dracaenae é bem mais forte que você, sendo que pediu para ela ser considerada como nível 1. De fato uma dracaenae pode ser forte para um campista nível 1, mas sendo de nível igual não é algo que possa ser considerável muito mais forte. Seria bom você usar separação de falas, sendo por cores ou pelo menos pulando linhas, Pois uma mesma cor para todas as falas pode deixar um pouco complicado de se ler em alguns momentos. Sugiro que use um corretor ortográfico e releia até encontrar seus erros, assim como leia o guia gramatical do fórum. Qualquer duvida me envie uma MP.


Bianca H. Somerhalder ~ Não reclamada.

Então garota das madeixas da coloração celeste. Você não foi mal em sua ficha, sendo que com alguns cuidados a mais poderia ter conseguido ser reclamada. Suas respostas foram um tanto quanto superficiais, sendo que poderiam talvez ter passado caso sua ficha estivesse impecável, o que não ocorreu.  Você cometeu uma quantia considerável de erros de gramática e português, como pontuação e erros de digitação. Além de seus erros, sua historia ficou de certo modo superficial, principalmente na parte de sua ida até o acampamento. Achei estranho a parte do seu pai contar tudo para você, até porque muitas das vezes eles não sabem exatamente sobre tudo e os deuses também não contam assuntos como o charme. Outro erro foi falar que seu pai viu o sinal sobre sua cabeça, sendo que mortais não veem por causa da nevoa, mesmo tendo ou não conhecimento. A sua reação as “novidades” foi muito estranha, sendo que agiu com naturalidade e aceitou o que diziam sem nem ao menos esboçar uma possibilidade de seu pai ser um louco, ou de estar apenas dando uma desculpa para sua ida ao acampamento. Esse fator se agravou ainda mais na parte em que descobre que seu amigo é um sátiro, sendo que essas criaturas não se revelam, assim ainda mais na frente de mortais. Deixou a desejar um pouco mais de detalhes sobre sua ida ao acampamento, sua chegada no local e sua perspectiva sobre o lugar. Sugiro que releia e revise seu texto, conseguirá corrigir a maior parte dos seus erros se assim fizer. Melhore alguns aspectos de sua historia e de suas perguntas, e tenho certeza que conseguirá ser reclamada pela minha amante. Qualquer duvida me envie uma MP.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Loblon Vanter em Qui 21 Ago 2014, 18:03

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Loblon é um garoto de 1,80 de altura, forte por sempre fazer esportes e musculação, cabelo meio ruivo e arrepiado, olhos num tom meio castanho avermelhado que durante uma briga parece pegar fogo, muito competitivo tanto que pega pesado quando está
perdendo, gosta de proteger os mais fracos só pelo sabor da briga e sem muito senso para brincadeiras.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser reclamado por Ares, pois o admiro como senhor da guerra e sei que minhas habilidades vem de um deus campeão

 Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
                       Depois de chegar de um dia cheio de treinamentos tanto o futebol americano e as lutas como jiu jitsu, luta greco-romano, etc. Recebi um telefonema um pronto socorro dizendo que minha mãe estava doente com muito risco de morrer, fui ao seu quarto, peguei em sua mão, ai ela me disse para ir de volta para minha casa e pegar uma mochila guardada em seu armário e que teria um bilhete para mim, cheguei em casa correndo, peguei a mochila e o bilhete, estava dizendo para eu ir a um acampamento e em baixo tinha um mapa.
                       escutei um estrondo vindo da porta da frente do primeiro andar, olhei pela janela era um cara de 2,00 m de altura, olhei-o fixamente e estava com apenas um olho, ele derrubou a porta, eu tentando acreditar no que eu tinha lido e visto achei melhor sai pela escada atras que liga o meu quarto com a varanda, comecei a ir em direção ao acampamento que ficava perto, vi algumas crianças correndo pra o portão, então resolvi ir junto com eles, tinham apenas uns dez anos de idade cada uma, quando estava junto com elas olhei atras e vi o cara de um olho atras de mim, resolvi ficar e protege-las então corri em cima dele, os dois caíram no chão, começamos a lutar, ele me jogou no chão e tentou ir atrás das crianças, peguei seu tornozelo e ele caiu, olhei pra frente vi um homem meio bode ajudando as crianças, pulei por cima do que achava que era um ciclope e junto com as crianças entramos no acampamento fui levado até Dionísio  el ele me contou tudo e me falou que via um símbolo em cima de minha cabeça, era símbolo de Ares meu pai.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kenshin Murakami em Sex 22 Ago 2014, 00:09

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hécate

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Muito baixo e muito magro em relação a outros garotos de sua idade, tem olhos castanhos e estilo oriental, fica vermelho quando tímido, tem algumas pintas pelo corpo.

Psicológicas: Bipolar, misterioso, inteligente, calculista, persistente, gosta de coisas artísticas, odeia ficar sem nada para fazer, tem grande medo de aranhas e palhaços.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Queria ser reclamado por Hécate, pois, a deusa é conhecida como a deusa tríplice, o que combinaria com o fato de que meu personagem é bipolar. Também pelo motivo de que magia, sempre foi algo que me fascinou, adoro pensar que tudo nesse mundo é regido por essa arte.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

Sempre fui um garoto diferente dos demais, por algum motivo. Meu pai sempre mudava de cidade, nunca fiquei mais do que um semestre inteiro em uma única escola. Isso fazia com que eu não tivesse amigos, mas esperava que isso fosse mudar quando me mudei para uma nova cidade. “Até que não é assim tão ruim.”, pensei enquanto olhava para a casa que moraria, dentro do carro. Com a mala em uma das mãos, entrei para dentro, acompanhado por meu pai. Dia seguinte na escola, fui com uma roupa que não chamava atenção, caminhei para dentro da sala, fiquei esperando o professor, enquanto isso, ficava brincando de equilibrar o lápis, esperando que talvez conseguisse realizar a proeza de fazer com que ele ficasse em pé sem ser preciso segurar, como em uma única vez quando tinha conseguido. O professor chegou na sala e começou sua aula, quando foi interrompido por uma aluna que havia chegado, ela ao entrar na sala, pediu desculpas pelo atraso, ela era uma garota de cabelo azul, com uma jaqueta, e parecia que estava sempre em busca de briga. “Ela é uma punk.”, pensei, enquanto ela se se sentava em meu lado. Alguns dias se passaram até que o professor de ciências, marcou uma excursão para o meio da floresta, segundo ele, iríamos aprender algo de verdade enquanto estivéssemos no ar livre. O dia da excursão chegou, entrei no ônibus com a mochila nas costas e fiquei procurando algum banco vazio, sem sucesso, todos estavam cheios, exceto um do lado da menina punk, talvez todos estavam com medo de sentar ao lado dela. “Beleza... Aposto que se chegar perto, ela iria me dar um soco, dizendo que ela queria ficar sentada sozinha.”, pensei, mas resolvi me aproximar.

- Posso sentar ao seu lado? - perguntei.

Como resposta, ela apenas balançou os ombros, como quisesse dizer ''tanto faz”. Sentei e fiquei esperando que chegasse logo. A menina não puxava assunto, por isso, resolvi começar.

- Er... Meu nome é Kenshin.

- O meu é Adelle. - disse a garota.

[...]

Quando todos já haviam descido, o professor pediu para que fizéssemos duplas, com a fanilidade de que pudéssemos encontrar galhos secos para uma fogueira mais tarde. Todos os alunos começaram a formar par com seus amigos, porém, o mestre disse que falaria o nome das duplas. Sorte ou azar, fiquei com a garota punk. Depois de todos com seus devido pares, o lecionador pediu que começássemos.

- Olha quando pedir para você ficar longe de mim. Por favor, não pergunte, apenas faça o que eu disser. - pediu a garota punk.

“Garota doida querer andar pela floresta sozinha.”, pensei, embora na realidade, quem estava com medo de imaginar andar desacompanhado, era eu.

- Você precisa fazer isso. - disse a garota.

- Certo. - respondi.

[…]

Tínhamos andado para o meio da floresta, nessa altura o sol já estava se pondo, comecei a ficar com medo de que escurecesse e que visse feras noturnas.

- Acho melhor voltarmos. - disse.

- Não tão cedo. - disse a voz de meu professor de biologia.

Ele apareceu no meio das árvores e ficou encarando a menina punk, como se ela fosse mais valiosa do que eu.

- Saia correndo! - gritou a menina.

Não sei por qual motivo, mas quando ela disse aquilo, meu instinto foi de obedecer, por isso, comecei a correr para longe dali. Enquanto corria, olhei para trás, o que vi fez com que eu parasse, afinal, no lugar de onde estava meu professor, tinha um monstro, algo que parecia uma quimera, na mão da garota tinha uma espada, eles estavam lutando e todos pareciam serem bem hábeis. Parecia que eu estava vendo um filme de luta livre, eram golpes estranhos, mas, ao mesmo tempo, eficazes. No final, a garota conseguiu atingir o monstro com a espada na garganta de meu ex-professor, ele ao ser atingido, desapareceu, deixando um rastro de poeira dourada, que foi levada com o vento.

- Você viu tudo o que aconteceu? - perguntou a garota, quando percebeu que eu estava a alguns metros dali.

- Sim... Sua espada, quimera... Nosso professor era um monstro!

- Eu ainda não sou boa no que vou fazer, por isso, peço desculpas, se você ficar com alguma sequela.

Ela começou a mexer com as mãos enquanto me olhava, mas, parou ao ver alguma coisa que eu não conseguia ver, que estava em cima de minha cabeça.

Com medo de que fosse mais algum monstro, levantei a cabeça para o alto. Em cima de mim, tinha um pentagrama, não sabia o que significa, por isso, perguntei:

- Isso significaria?

- Sua mãe te reclamou. Você é filho de Hécate, a deusa da magia. - respondeu a garota.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Charlie Wilde em Sab 23 Ago 2014, 16:31



Lee Baker, Caim

...

Reclamação, ficha


P
or qual Deus você deseja ser reclamado?

▬ Hefesto, deus das forjas.

C
ite suas principais características físicas e emocionais.

▬ {Físicas} - genuinamente forte e corpulento, não se assemelhando aos enfurecidos filhos de Ares, porém. Mesmo adulto, as marcas da idade e do tempo são poucas e menos visíveis, contudo é mais do que claro que o mestiço já é um homem feito. Cabelos lisos e castanhos, um corte social e adequado a sua idade -- a lateral é um tanto "aparada", deixando o meio mais cheio. Seus olhos são azul-claro, única característica herdada de sua falecida mãe. Possui uma queimadura em forma de "H" no pulso esquerdo, algo que o marcou desde a infância até a vida adulta.

▬ {Psicológicas} - em geral, sua mente se limita a vida adulta, não se luxuriando com dramas adolescentes. É desconfiado e incrivelmente objetivado, dificilmente cria laços a não ser que isso lhe dê vantagem no que busca. É recluso, nunca perde o foco em seus objetivos. Caim também tem uma facilidade em enganar, ele pode se apegar a alguém e desapegar instantes depois. Contudo, há uma característica que anula todos seus defeitos humanos: amor. O amor que sente pela sua raça é o que dá combustível ao forjador, protegeria todos de seu sangue contra qualquer ameaça. Sua ideia é de que juntos, sobreviverão no mundo triste em que vivem.


D
iga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ É a primeira vez que eu faço um filho de Hefesto e ainda por cima adulto. Acho que será bacana narrar alguém diferente, com preocupações e objetivos diferentes do que estou acostumado a narrar. Não foi muito difícil escolher o deus, pois quero que Caim tenha domínio sobre alguns elementos e nada melhor do que um forjador para isso. No geral, é isso, não vou prolongar muito isso aqui.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Alemanha, Brandemburgo.
Interior, fazenda particular.
18h45 da noite.
Alguns anos atrás.


Para trás! — a voz grossa do soldado alemão era amedrontadora e ameaçadora. Ele abria as portas do celeiro, dando passagem a outros oficiais. — Se ajoelhem, impuros!

Os passos firmes do cruel neonazista e comandante do grupo faziam com que até mesmo seus seguidores sentissem um certo temor. A ponta do chicote em suas mãos era arrastada no chão, ele caminhava com uma postura hostil. Os prisioneiros se ajoelhavam por onde ele passava, todos tremendo em suas bases. Era a rotina semanal que acontecia há meses, uma limpeza. Na cabeça do comandante, ele estava salvando o mundo, assassinando mais um bastardo impuro. Atrás dele vinha um velho corcunda, fedendo a peixe morto e enxugando o rosto molhado de chuva. Vestia o mesmo pijama que o resto dos escravos presentes ali.

Escolha rápido, velho! — ordenou o mortal ao idoso, dando-lhe um tapa em sua nuca. O velho manteve o equilíbrio com dificuldade, enquanto observava todo o local com sua visão já danificada. Ele dava voltas no celeiro, observando todos os que estavam ajoelhados. Até que o velho parou, seus olhos fitaram um garotinho franzino, os cabelos negros e sujos, olhos azuis como o da mulher que o abraçava. O dedo magro e enrugado do senhor foi apontado a criança, causando um alvoroço entre os inocentes. — Boa escolha...

Espere! Espere! Meu pequenino não! — a mulher se colocava na frente do pequeno, impedindo a aproximação dos soldados. Ela sabia que, se não fizesse algo, mais uma alma inocente seria massacrada e dessa vez, seria a do filho. Um dos soldados a agarrou pelos cabelos, jogando-a no chão como se fosse um lixo. Mesmo caída, ela se debatia e gritava. O menininho chorava e pedia pela mãe, não sabia o que estava acontecendo.

O velho escravo percebia o caos que aquilo causaria, já bastava o sofrimento que passavam. Aquilo viraria uma chacina em pouco tempo. Então, com a voz rouca e fraca, ele esforçou-se para dizer uma única palavra.

A mulher...

O comandante virou-se para ele, com um olhar de desprezo e apontou o dedo para a mulher, enquanto gritava ameaças diversas ao velho cheirando a peixe. Ao perceber que aquilo não daria em nada, o neonazista voltou a postura de antes, ajeitando sua vestimenta e dando ordens aos oficiais. Os homens agarraram a coitada, arrastando-a de modo brutal até a saída. Ela implorava por piedade e aquilo aumentava a chama que existia dentro do garotinho. O pequeno semideus levantou-se e correu até os soldados, gritando pela mãe, contudo fora impedido pelo velho cortador de peixes -- e também semideus. Seus gritos já não eram mais de lamúria, mas também agora faziam parte de uma orquestra brutal e perfeita de fúria. A temperatura de seu corpo aumentava gradativamente, o velho se esforçava para não soltá-lo, o garotinho parecia entrar em combustão.

Mama! Não vá, mama! Deixem ela em paz!

Ele deixava toda dor e sofrimento naqueles gritos e, embora ouvissem, os soldados ignoravam enquanto trancavam a entrada com um sorriso cruel estampado nos lábios. O pequeno Mihael sentia lágrimas escorrerem nas bochechas, algumas risadas eram ouvidas, seguidas dos gritos de dor da pobre mulher. O garotinho sentia em suas mãos um calor incomum, anormal, ele próprio se assustava com o crescimento de tal temperatura em si. Ele soltou-se do velho, recuando o mais rápido que conseguia, enquanto olhava vidrado para as duas mãos. Delas surgiam pequenas chamas, que aumentavam e diminuíam de tamanho em questões de segundos. Alguns ao redor se assustavam com a única fonte de luz dentro do celeiro, outros admiravam. O semideus se levantou e, no mesmo segundo, percebeu de relance que algo pousava em sua cabeça. Um símbolo, dois martelos cruzados um no outro, o mestiço se assustava cada vez mais com aquela situação. Mas o que viria em seguida era pior.

Tudo estava muito silencioso do lado de fora, não haviam mais risadas, nem mesmo gritos. Apenas murmúrios, em seguida passos e... um tiro. Mihael fitou o nada, mais lágrimas preparavam-se para escaparem dos olhos. Os curiosos tentavam ver a situação por meio de frestas, enquanto o único que mantinha o foco no garoto era o velho. A mãe estava morta.

Peace was never an option


Anos haviam se passado desde aquele dia, o garoto havia crescido e se tornado um homem feito, determinado. Agora o rapaz adotava um novo nome e histórias, deixando em segredo os verdadeiros. Caim, formado em negociação empresarial, ainda vive na região da Europa, em busca de um plano muito maior do que um salário mínimo plausível. Havia escolhido sua profissão atual por apenas um único motivo: fazia parte de seus planos. Ele tinha a vantagem de poder viajar por todo o continente europeu, o que o ajudava em sua busca inacabável por vingança. Sabia quem era seu inimigo e tinha a marca do mesmo em seu pulso, o "antigo" neonazista e assassino de sua mãe ficava famoso por construir um Império em toda a Alemanha. Foram anos de pesquisas intensas e paciência, anos de estudos e vivendo em segredo, não queria expor suas habilidades enquanto não evoluísse. Tudo para que nada saísse dos trilhos e, sua vingança teria ponto inicial ali, naquele elevador.

Estava vestido como um verdadeiro homem de negócios, algo que era muito importante naquele ramo; sapatos pretos e sociais, uma calça justa e branca, camisa social da mesma cor, um sobretudo negro o cobrindo, óculos escuro e, por fim, um chapéu preto. Segurava uma maleta da mesma cor, com documentos importantes dentro, enquanto observava os números que sucediam após cada andar. Ele assobiava uma das melodias de Hans Zimmer, autor de várias trilhas sonoras aclamáveis por todo o mundo. Seu plano era ousado e poderia acabar muito diferente do que ele imaginava, mas o faria de qualquer forma, mesmo que pra isso precisasse burlar algumas regras do local onde estava.

A porta metálica abriu-se, dando passagem ao semideus. Ele caminhou de modo confiante, enquanto uma das secretárias do lugar se dirigia a ele. Perguntava-lhe o motivo de estar ali, com um sorriso falso estampado nos lábios, uma das melhores armas naquela profissão. Caim expressou o mesmo sorriso, enquanto batucava a melodia de Hans Zimmer na mesa branca.

Tenho uma reunião com o Sr. Schneider.

A loira observava as folhas de um pequeno caderno branco, procurando por algo que evidenciasse o que o homem havia dito. O filho de Hefesto olhava todo o local e quem por lá passava, homens de grandes negócios, 'importantes'. Ali predominava a cor branca, justificando o nome da empresa: Frienden Industrien. Ironia, visto que o fundador havia sido um membro importante dos grupos neonazistas do passado. E Caim se lembrava muito bem do velho conhecido, um dos velhos conhecidos. Após alguns minutos perdidos de conversa entre a loira e seu prezado chefe, o semideus fora convidado a entrar, sem problema algum. Caim agradeceu, esboçando um sorriso indecifrável e caminhando até a sala do 'todo poderoso'.

Assim como o resto daquele prédio, a sala de Heinz Schneider possuía uma coloração branca no chão, teto e paredes. O que quebrava tal tom eram os móveis, aparentemente todos de madeira. O som que tocava era clássico e harmonioso, o mestiço reconhecia aquela harmonia, era Beethoven. Heinz, ao ver que o convidado havia entrado, levantou-se com um sorriso amigável no rosto enquanto pegava algumas pastas para fechar o futuro negócio.

Sr. Baker! É um prazer finalmente te conhecer, ouvir falar muito bem de seus produtos. Podemos discutir sobre tudo, ninguém nos vê ou nos ouve no lado de fora. — ele retirou da mesa uma garrafa de uísque, servindo dois copos.
Devo dizer que estava muito ansioso para esse... reencontro, soldado. — disse Caim, deixando o falso sorriso de lado enquanto expressava um semblante de seriedade. Schneider recuou, enquanto observava com surpresa o semideus se aproximando e deixa sua maleta em cima da mesa, indo de encontro a ele. — Acho que não fui muito sincero em relação com o que realmente quero, Schneider.

O filho de Hefesto jogou a mão contra o pescoço do velho, apertando-o de modo agressivo enquanto fitava o humano como um maníaco, seus dentes cerrados. O mortal se debatia, enquanto procurava por ar, sua respiração ficava cada vez mais frágil. Com a outra mão livre, Lee pegou para si a chave do provável cofre que guardava documentos secretos do antigo soldado. Heinz tentava segurar o rosto do semideus, que nada fazia a não ser enforcá-lo. Das palavras do velho, apenas uma pergunta fora entendida: "o que você quer?".

Quero o Hensherr. Albert Hensherr...
Estados Unidos!


Habilidades ativas:
Nível 1
Pirocinese inicial: Começa apenas com o controle de uma pequena chama. Sem prática, a única coisa que é possível é a mudança de tamanho.

Controle termostático: Pode tornar seu corpo um pouco mais quente do que já é, sem alterar nada o ambiente ao seu redor. Até aqui, a pirocinese é praticamente inútil.
Adendos:
Resolvi narrar o passado de Mihael/Caim, quando perde a mãe e sente seus poderes iniciando -- além da reclamação, como é pedido. "Peace was never an option" retrata o modo de vida adulta de Caim e o ódio contra os humanos, que o motiva em todos os seus atos.

Hensherr e Schneider são NPC's e fazem parte da trama.

Para explicar o fato de como Caim viveu tanto tempo, sendo um semideus: os deuses se deslocaram para os EUA, possuem mais influência naquele continente, como foi dito em um livro, se me lembro bem. Ou seja, monstros e seres mitológicos também são raros em outros continentes, Caim vive na Alemanha.
Charlie Wilde
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Melissa.Chase em Dom 24 Ago 2014, 12:41

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Athena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Melissa tem 1,65, magra, cabelos loiros meio castanhos nas pontas que vão até metade de suas costas e com uma franja que sempre cai em sue olho direito, olhos cinza-tempestade.No mesmo tempo que pode ser calma por um detalhe minimo ela fica muito brava pode-se dizer que ela é meio bipolar, quando está com raiva pode até arrancar o braço de alguen que ficar a enchendo.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois desde a primeira vez que eu estudei a Mitologia Grega me interesei pela história de Athenas e também ser filha de uma das deusas que tem o dom de fazer as melhores taticas de guerra é muito legal.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Minha história começa na França na cidade de Paris.Minha familia é composta por mim e meu pai, eu sempre pergunto sobre minha mãe mais ele troca de assunto rapidamente e pensa que eu não percebo, em meu novo ano letivo eu e meu pai tivemos que ir comprar meus materiais e meu pai conheçe uma moça que mora perto de Long Island e eles começaram a sair e depois começaram a namorar, eu nunca fui com a cara dela e nem ela com a minha, eles acabam se casando.Nessa mudança eu tive que entrar em uma escola publica em que eu era chamada de nerd por causa das aulas de Mitologia Grega um aula que ninguem gostava.Eu tinha apenas um amigo chamado Grover ele usava muletas.Um dia qualquer eu acordei com minha madrasta mexendo em minhas coisas, quando ela percebeu que eu acordei veio em cima de mim rapidamente e de repente sua face mudou seu cabelo sumiu e ela ficou parecendo uma furia só de rosto e começou a me puxar pelo cabelo e me levou até meu guarda-roupa.
-Onde está ?-Perguntava sem parar.
-Onde está o que sua louca ?-Eu estava perguntando a ela que ficava cada vez com mais raiva.
-Onde está a sua Wisdom ?-Perguntava.
-Eu nem tenho isso.-Respondi a jogando para trás.
-Não adianta mentir, me entregue ela logo sua peste.-Falava ela, até que Grover entrou correndo e atirou uma de suas muletas nela.
Ela acabou caindo na sala, Grover saio e foi até a sala para ver se ela estava lá, eu aproveitei me troquei.
-Melissa pegue algumas roupas e coisas necessarias menos seu celular.-Gritou Grover.
-Ok então.-Falei colocando dentro de uma mochila minhas roupas e outros acessorios.
-Está pronta ?-Perguntou ele.
-Sim.-Respondi.
-Vamos logo.-Falou ele.
-Você não usa muletas ?-Perguntei.
-É um truque para disfarçar, seu pai está esperando.-Respondeu ele entrando no carro do meu pai.
-Onde vamos ?-Perguntei.
-Para um lugar especial para você.-Respondeu meu pai.
-Grover que truque é esse o que você é ?-Perguntei.
-Sou um sátiro.-Respondeu ele.
Nós fomos pela estrada principal até Long Island meu pai foi me explicando que eu sou uma Semideusa e me explicou o porque eu estava indo para um Acampamento especial, quando estavamos passando perto de um grande pasto, um ciclope apareceu no caminho e meu pai me entregou uma adaga e falou paa mim a colocar no olho do ciclope, foi dificil mais eu consegui.Quando chegamos em uma floresta meu pai me deu um tchau e falou para seguir o Grover, eu obedeci.
Nós chegamos em um lugar com cheiro de morangos, o que eu mais odiava na vida.Quando passamos pelo campo de morangos avistei um arco escrito em letras gregas "Acampamento Meio-Sangue", eu segui Grover até lá, depois fomos falar com um tal de Sr.Quíron que me explicou tudo bem melhor.
Melissa.Chase
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chong Ji Soo em Dom 24 Ago 2014, 13:19

The twilight

— Por qual deus você deseja ser reclamado?
Eos, a deusa do amanhecer.

— Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Yohan é mais forte do que parece, embora seu físico não passe de "em forma". Com setenta quilos divididos em um metro e setenta de altura, cabelos e olhos cor de âmbar, sorriso espontâneo e uma voz de tom baixo, é desejado por algumas.

Emocionais: Yohan enfrenta bem as adversidades de sua rotina, as quais não são poucas. É bem humorado e de bem com a vida, apesar de ter um passado marcado por fortes lembranças; e mesmo que queira esquecê-las, sabe como tirar proveito delas, pois ensinamentos foram passados.

Não costuma brigar, mas sabe se defender. Pacifista, tenta resolver tudo o que puder na diplomacia, e acredita que a força física não é tudo. Um cérebro bem treinado também pode ser bem útil.

— Diga-nos: por que quer ser filho de tal deus?

Eos é a deusa que mais se encaixa na personalidade que mentalizei para o Yohan. É com a alegria que a manhã traz que pretendo narrar com ele, ainda que com traços... interessantes. Com um contraste entre um passado negro e um presente resplandescente, pretendo fazer dessa conta o meu diferencial.

— Relate a história da sua história de personagem.


— Alguns meses atrás.

Já era quase noite quando voltava da escola, sozinho. Patch havia ficado em sua casa, estava indisposto naquele dia, não iria para a escola; ainda assim, mesmo vendo o quão "ruim" ele estava, Yohan custava a acreditar em sua doença. O por quê? Havia um trabalho em grupo justamente para aquele dia, e duvidava muito que seu irmão houvesse feito.

Estava a menos de dez metros de casa, em seus fones de ouvido Magic tocava alta. Parecia isolado do mundo, ainda que insistentemente dançasse sem pudor. Não ligava quem estava vendo, ou o que pensavam.

Quando por fim chegou ao portão, entrou e logo olhou para os lados, à procura de Aurora, a sua cadela. Parecia que a pequena mascote não queria brincar.

Adentrou mais e abriu a porta ruidosamente, logo chamando por Patch. A resposta? Silêncio. Deveria estar dormindo.

Subiu as escadas e foi ao seu quarto, despejando a mochila sobre a cama. Retirou os fones e colocou-os sobre a mochila, saindo do cômodo e indo para o corredor, na esperança de entrar no quarto de Patch.

Assim que colocou a mão na maçaneta, sentiu um arrepio passar por seu corpo. Em sua mente uma voz ecoou com palavras que ele distinguiu como "Fuja...", mas já havia empurrado a porta.

Sobre o corpo de Patch uma estranha mulher debruçava-se, mordendo seu pescoço. Estava completamente nua, e era belíssima, mas algo soava estranho, muito mais que uma transa. Patch estava vestido, imóvel, pálido; ela parecia sugar seu sangue como um... vampiro?

A mulher percebeu Yohan na porta e mostrou as presas, saindo de cima do corpo inerte de Patch. Andando calmamente, dirigia-se até o jovem parado à porta, sedenta. Então Yohan fez o que a voz comandava.

Virou-se e correu o mais rápido que podia, nem sequer olhando para trás. Ainda não compreendia o que era aquilo, mas a imagem, com certeza, não sairia de sua mente. Nunca mais.

Quando chegou ao início da escada, ousou olhar para trás. A mulher, nua, ria enquanto deslocava-se silenciosamente. Yohan era uma presa fácil para aquilo, e se quisesse ela já tinha pegado-o.

Assim que pisou no primeiro degrau escutou um grito de dor. Ao olhar novamente para a mulher, observou uma flecha cravada em seu braço, e esta pegava fogo. As chamas espalhavam-se pelo membro da mulher e ela gritava de dor, tentando, a todo custo, arrancar a seta dali. E Yohan, devida a sua atenção estar voltada para a mulher, pisou em falso e rolou escada abaixo, tendo o vislumbre de dois garotos com armas a postos, um com um arco e outro com duas espadas.


— Alguns dias atrás.

O garoto finalmente havia conseguido compreender o que acontecera em sua casa, em Manhattan. Não conseguira entender de prontidão, mas logo recebeu a ajuda de um homem gordo e bruto; sua sanidade mental fora restaurada. Todos os enfermeiros... Perdão, todos os curandeiros do lugar estavam surpresos dele ter sobrevivido à queda de cima da escada, assim como de ele nem sequer ter sido encostado pela succubus.

Ah, sim, e um detalhe que dava sentido — ou não — às coisas: o mundo mitológico existe. Deuses, monstros, seres mágicos e semideuses. Estes últimos, em particular, tinham um lar especial numa colina distante, mais especificamente num acampamento: o Acampamento Meio-Sangue. E, ahn, Yohan não sabia como, mas sua mãe era uma deusa, ainda que não soubesse qual.

Quando adaptou-se à rotina do lugar, Yohan pareceu ter encontrado uma nova casa. Até que fosse capaz de manter-se sozinho fora das fronteiras protetoras do lugar, aliás. Mas, sim, uma casa.

Estava no tão apertado chalé 11, dos filhos de Hermes e indefinidos. Seu pequeno saco de dormir disputava espaço com tantos outros naquela madrugada, onde apenas a penumbra fazia-se presente.

Um ronco alto fez ele levantar de prontidão. Em sua mão uma faca estava pronto, em sua cabeça... o que era aquilo? Um galo, como num projetor holográfico, pairava sobre a cabeça do jovem indefinido, iluminando todo o lugar. Uma cor clara, como se uma tinta rosa fosse misturada com bastante água, tingia todos por ali como o amanhecer; e logo acordaram.

Assustado, Yohan tentava fazer aquilo sumir, mas não tinha sucesso. De todos os lados ouvia murmúrios. "Ele foi reclamado? Mas ele chegou aqui depois de mim!". "De quem é aquele símbolo? Hécate?". "Não... Acho que é de Eos".

Então tudo se apagou, e o amanhecer parecia despertar mais um dia, quando a deusa do amanhecer abriu os portões para que Apolo pudesse viajar nos céus com sua carrugem do sol.

Chong Ji Soo
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Juliet von Schëffer em Dom 24 Ago 2014, 20:16

Reclamação
The Son of Eos



- Eos

-Físicas: Roy é um tanto quanto magricela, se o comparar com a estatura física de um garoto bombado. Com olhos dor de âmbar e cabelos castanhos, o garoto é alto, mas não tem nenhum músculo, por ser meio magricela. Seus cabelos lisos sempre estão arrumados em um penteado bagunçado ou simplesmente sem penteado, já que a sua beleza é espontânea, ou seja, ele não faz nenhum truque para ficar bonito.

Psicológicas: Dono de uma força de vontade descomunal, Roy tem um psicológico um tanto quanto "para frente, nada mais importa". É leal e sincero, e ás vezes, algumas palavras inadequadas escapam de sua boca. Quando quer, chega a ser ousado e corajoso, mas apenas quando quer. A principal característica que o marca é a seriedade, pois nunca é visto fazendo piadas nem nada do tipo, prefere seguir a vida de cabeça erguida e levando tudo a sério o máximo possível.


-Eu vou ser sincera neste sentido. Eu sempre quis um fake de Eos, e agora estou aproveitando a oportunidade - Ou como eu gosto de chamar, onda de criatividade - , para criar um. Os poderes não são tão bons, os presentes não são tão bons, enfim, apenas por que quero.

- História

A bela luz do amanhecer tomava conta da cada dos Harris. Roy já estava acordado, como sempre estava. Ver o amanhecer era quase um vicio inevitável para ele. Principalmente depois que soubera sua verdadeira história, sua verdadeira origem. O acampamento meio-sangue, os deuses, e tudo mais. Ele ficou assustado de começo, mas logo compreendeu que precisava aceitar tudo o que estava acontecendo. As batidas na porta de seu quarto o despertaram de sua ilusão.

- Roy, hora de ir. – Seu pai estava com uma pequena mochila nas costas, apenas com as roupas da prole de Eos.

Harris suspirou, e levantou de sua cama. Eles tinham combinado de ir ao acampamento durante o amanhecer, para evitar problemas de trânsito e etc. Seu pai entregou a mochila para ele, e o menino a colocou em suas costas.

Os dois desceram as escadas, e entraram no carro. A única coisa em que Roy pensava era em como seria o tal acampamento para filhos de deuses. Enquanto o carro seguia caminho, a prole de Eos olhava para o sol nascendo no horizonte. A sua mãe estava lá, em algum lugar, trabalhando. Ele respirou fundo, e olhou para a floresta de pinheiros que estava na janela direita do carro.
                                                                                                                                                [...]

Pararam de frente á uma colina, na parte densa da floresta. Os dois saíram do carro.Roy tremia, enquanto seu coração acelerava. O que iria encontrar ali? Aquele lugar seria mesmo seu novo lar? Ele ainda não tinha as respostas necessárias.

- Roy, ali em cima é o acampamento. Pelo menos foi o que sua mãe disse. Me prometa que vai ficar bem, por favor. – Os olhos do mortal se encheram de lágrimas, e o semideus o abraçou.

- Eu prometo, pai. Vou voltar para te visitar. – O jovem desvencilhou-se dos braços do pai e caminhou em direção à colina. O homem apenas acenava, mas não tinha nenhuma resposta.

Quando terminaram de subir a colina, o semideus quase ficou de boca aberta. Nunca tinha visto nada parecido. Uma casa azul, um campo de morangos, um mini-coliseu... A visão era bela demais, e Roy não recusaria a entrar lá.

Desceu a colina, sem olhar para trás.

OE:
Nhé, todo mundo do fórum sabe que eu ODEIO aquela historinha de "Filho, você é um meio sangue", então na ficha do Roy, eu optei por cortar essa parte. Eu acho que não fará tanta diferença, mas né, fica a critério do avaliador. O nome do personagem está registrado como Dylan, mas como eu sempre faço com os meus fakes, eu mudo antes da reclamação. Tem umas 5 fichas minhas só com essa mesma explicação.



Preguiça de mudar de cor...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Collin G. Monroe em Dom 24 Ago 2014, 21:28



The Tale Of Red Riding Hood



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Afrodite;

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Collin possui cabelos castanhos claros, que juntamente com o par de olhos azuis, dão a ele uma aparência doce. Isso diverge bastante do que diz as demais partes componentes de seu corpo. Apesar de ser um filho de Afrodite, Collin tem um porte bastante desenvolvido e linhas bem feitas. Os anos de treinamento no CHB o fizeram adquirir isto. Sua pele é de cor branca.

De acordo com o seu psicológico, Collin pode ser considerado alguém de diversos lados. O rapaz é totalmente influenciado pelos sentimentos que tinha quando criança, e aqueles que descobriu após seus traumas e demônios do passado. Monroe´e meigo, doce, porém utiliza muitas máscaras fronte à si mesmo, na tentativa de se camuflar dos outros. O maior obstáculo para ele, certamente é o de acreditar não poder ser amado, uma vez que, só veio a conhecer o sexo em sua vida, e de uma forma totalmente horrível e traumática. Prefere muitas vezes a reclusão à grandes públicos, mas no geral, é uma boa pessoa.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Desde meus primeiros passos no âmbito da Mitologia Grega, antes mesmo de Percy, sempre me senti de certa forma ligado ao que esta Deusa representa. Há nas pessoas por Afrodite, apenas um conhecimento sobre Amor, beleza, até mesmo sexo, entretanto eu acredito, que acima de tudo ela represente a paixão que temos por aquilo que realmente tomamos como amor. Creio que Afrodite não esteja presente apenas em algo físico, mas sim, num momento especial com um namorado, até mesmo com aquela pessoa que você julga odiar, todavia sente amor por dentro. Não há ,limitações para os sentimentos influenciados por Afrodite, porque tudo começa no amor. Seja ele de mãe, pai, irmãos, nada, eu repito, nada passa sem ela. Porque acima de toda superficialidade, Afrodite está principalmente num sentimento forte, que durará conforme nos propomos a fazê-lo. Creio que talvez isso seja suficiente a dizer.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.



Prologue ~ Pages in the Wind
"It takes courage to lose innocence."

“Eu estou sonhando, assim como em todas as outras noites. É tudo a mesma coisa, sempre. O corpo despido, a capa vermelha e longa que me adorna da cabeça aos pés. Eu vejo a floresta escura ao meu redor, ela parece ficar cada vez mais densa. Eu ouço as árvores falarem, e sinto que não estou só. Elas me dizem para correr, e eu corro. O ruído do meu perseguidor é alto, parece riscar o chão ferozmente, da mesma forma como um rosnar ainda longínquo. Eu me lembro de cada parte daquela floresta, e sabia o que viria a seguir. Tudo parecer ficar mais escuro, o rosnado aumenta. Minhas pernas começam a falhar, porém não paro. Num movimento súbito, sinto meu pé tropeçar numa raiz grande, caio. E mesmo ouvindo o rosnado tão perto, não consigo me levantar, estou paralisado. Os olhos surgem em meio à clareira, e observam por de trás. Ele se prepara para saltar, e meus olhos fecham-se de maneira serena:- Eu estou pronto. – Tudo se escurece, diante da dor e de um rosnado. A capa vermelha rasga-se. Sou Despertado."  

Você deve estar se perguntando onde esta história começa, ou talvez talvez não, entretanto é uma boa história. Conhecemos princesas, Bruxas, criaturas da noite, mas jamais nos damos conta, de que dentro de nós existe sempre um ser diferente, que na maioria das vezes não é compreendido. Isso é um conto de Fadas(Ou talvez Bruxas), no qual não há um Príncipe encantado, uma fada madrinha, mas sim mentes. Mentes feitas de cobiça, de interesse, e acima de tudo isso, Maldade. Inocência, essa palavra pode ter tantas formas de ser empregada, mas veja bem, o que pensamos quando desta lemos algo? Pureza? Respeito? - Bem, tudo isso faria sentido, não fosse ela roubada dele da pior forma.

Todos os dias há uma chance, uma forma diferente de você encarar como avida te prova, no entanto, algumas vezes as armas são tiradas de você, enquanto tudo que você tem é uma ponta ínfima de esperança. E no momento que tal inocência se vai, você se pergunta e busca pelo quê, por qual motivo, ou o que você vive. É uma pergunta difícil, com uma resposta difícil. Mas na vida há coisas, que uma vez perdidas, jamais voltam, como uma alma pura, agora tornada numa obsessão pela conquista e pelos prazeres da vida. Não há nada de errado num pouco de vingança, não é? Afinal, tudo que vai, volta. A vingança não está em jogar o mal apenas de volta, mas sim, em fazê-los ver o quanto você os pode derrubar com apenas um sopro, sopro esse que pode demolir o mais sólido dos castelos, sopro esse que ele dará na hora certa.



Part 1 ~ Thank you from the Music
"A harmony for two"


Se parar para pensar, não faz tanto tempo assim. Eu ainda me lembro. Segundo eles, nasci no dia 21 de Julho de 1997, num dia chuvoso e em que Londres sediava um grande campeonato de Pollo. Meu pai era um jogador famoso Inglês, e usara isso para obscurecer o fato da minha mãe tê-lo deixado assim que nasci. Éramos de um pequeno bairro Inglês, e nosso nome da Rua era o que mais chamava a atenção de quem lá pisava, King's Street. Pode parecer estranho, mas apesar da fama, glória, ou quais quer coisa que o tornasse mais famoso e visível, papai sempre gostara da calmaria no final do dia, e por este motivo morava longe dos centros mais movimentados de Londres. Não havia alguém naquele lugar que não conhecesse Josh Grant Monroe. A família Monroe era herdeira de uma rede de indústrias metalúrgicas, tendo Josh aberto mão disso para poder jogar. Quando muito novo, não entendia o motivo de toda aquela devoção de alguns por meu pai, nem tampouco porque ele em seu íntimo era alguém tão introspectivo. De todas as coisas que poderiam haver em casa, a única que papai era realmente apegado, era um velho piano de cauda Branco. Não esqueci, nem hei de esquecer a primeira vez que ouvira ele tocar uma sonata de Bach, enquanto do lado de fora a neve caía.

Sempre super-protetor, não me deixou viver de forma livre. Levava-me à escola, da mesma forma como na saída estava a postos para me pegar. Não podia brincar com materiais que fossem "perigosos". Assim fui crescendo, e apesar de todas as restrições, eu evolui sempre sendo mais inocente do que deveria. Foi numa tarde de outubro que ele me ensinara a primeira nota no piano, e dissera: -Uma vez que aprenda, essas notas jamais sairão de você. Eu não acreditava como coisas tão simples, quanto uma nota musical ficaria para sempre com alguém, principalmente quando esta pessoa mudasse de pensamentos, vida, assim como acontecia naturalmente com qualquer pessoa. Entretanto, me enganei de forma amarga, quando eu me lembrei daquelas notas em um outro momento, em outro lugar, mas não na minha casa, nem mesmo na King's Street Nº 329. Lugar para  qual eu jamais voltaria.



Part 2 ~ Don't Cry
"This is gonna be our last goodbye"


Aconteceu muito rápido, sem tempo para que eu gritasse. Aquela rua era muito deserta, se não levássemos em conta a loja de charutos. Um garoto de quinze anos encostado sozinho na rua seria realmente imperdível para aquele grupo, ainda mais um garoto de feições tão chamativas e belas. Esperava paciente, enquanto papai fora comprar seus charutos e foi quando o carro parou e dele saíram três homens totalmente estranhos, um deles com uma arama na mão, posteriormente apontada para a minha cabeça.

-Entre no carro, Agora! - Com a arma apontada para minha cabeça, pensei em gritar, mas também, pensei no que aconteceria com meu pai se ele aparecesse. Permaneci num impasse, até sentir a ponta da arma acertar minha cabeça.

A dor continuara forte, mas o que me chamou a atenção quando acordei, foram as duas camas naquele lugar estranho. Um homem com um longo sobretudo me observava, e bem que eu teria o perguntado sobre onde estávamos, até notar o balançar do local e perceber que estávamos no mar.

-Onde estamos? Para onde isso vai? - Perguntei me sentando na cama.

-Digamos que estão pagando muito bem por belezas fascinantes como a sua, e foi difícil de achar. - Ele fez uma pausa - Está a ir para Nova York.

-Nova York? Mas e o meu pai? Isso é alguma piada? - Levantei de um pulo na cama e encarei o homem.

-Dê adeus, não verá mais ele. Está indo para uma nova vida. - Dando um riso irônico.

Eu tentara gritar, mas uma mordaça fora posta em minha boca, e cordas em meus braços para não fugir. O resto do dia fora assim, até quando o homem se aproximara de mim a dizer:

-Eu vou tirar a sua mordaça para te dar comida, mas se você gritar, vou te amordaçar novamente e te dar um tiro. - Apenas acenei positivamente com a cabeça e sentia as lágrimas rolarem pela face.

Enquanto eu comia, ele me explicara para onde eu estava indo, bem como, o motivo. As lágrimas rolavam desenfreadas por minha face, e a comida fora deixada. Me sentei num local afastado da cama, encostado à parede e abracei meus joelhos a chorar. Eu, que nunca soubera o que era estar cm alguém, e que mesmo tendo atrações por garotos jamais dissera nada. Eu não queria ir a um lugar chamado "Cheerys of New York", queria voltar para casa e ficar com meu pai, por mais que não fosse mais uma opção.

(...)

-Então, não adianta tentar fugir. Olhe para todos esses garotos e garotas, nenhum nunca conseguiu, pois sabem o quão severas são as consequências para quem faz isso. - Vários meninos jovens, e meninas estavam ame olhar quando entrei. Havia sim mulheres mais velhas e homens musculosos e bonitos, entretanto meu foco eram as crianças.

Não preciso contar o que acontecia em seguida, não é? Talvez uma parte pequena, como aquela hora em que as mãos fortes dele passavam por meu corpo. Ele não era um homem velho, mas também não era novo, e tirando o fato de ser bonito, ainda assim, eu não queria que ele me tocasse daquela forma, tanto que uma lágrima caiu de minha face, imperceptível quando as coisas ficaram mais fortes. Entretanto, algo que ele me disse após o ato, de alguma coisa ficou guardado. "Nossa, garoto. Além dessa beleza, você tem algo estranho e eu pagaria anos para ficar só com você aqui." - Foi naquele momento que a inocência se quebrou, e pela primeira vez eu pensei como um adulto.



Part 3 ~ Futuristic Lover
"You open my eyes And I'm ready to go, Lead me into the light"


Com o tempo, a consciência me fez ver, que eu podia usar toda aquela situação ao meu favor e tirar benefício dela, por mais que fosse desconfortável. Cada dia que se passava, mais certeza eu tinha de que não voltaria para Londres e veria meu pai uma outra vez. No Cherry's eu normalmente era escolhido sempre pelos melhores, e minha arma contra eles era um charme, charme que eu nem sabia possuir além do comum. Eu os cativava, fazia com que se apaixonassem por mim, ganhava mais dinheiro além do que tinha de dar para o Sr. Walker. Era um jogo, um jogo que eu aprendi a jogar da pior forma, mas que ainda assim, eu dominei por completo.

Foi numa noite de setembro que o fogo consumiu tudo, da mesma forma que algumas pessoas as quais não pude dar um adeus. A criatura perseguia-me pela rua, enquanto eu corria sem roupas, adornando meu corpo, apenas com uma capa vermelha e segurando a bolsa a qual usava para esconder o dinheiro. Nunca entendi o que era aquilo até aquele momento, mas era aterrador. A criatura possuía dois chifres e era alta e corpulenta. Numa fraqueza, senti minhas pernas cederem e caí no chão a apertar o embrulho comigo e esperar a morte.

-Vai, corre! - Mais uma aberração? Pés de cabra? - Levantei ofegante e percebi a criatura e o homem se atracarem em duelo. Corri o mais rápido que meus pés podiam suportar, até que ao ouvir um barulho, eis que me virei e vi um farol e a escuridão posterior, seguida do impacto.



Epilogue ~ Once Upon a Dream
"I know you, i walked with you in once upon a dream."


"Até hoje, ainda há coisas que não voltaram a minha memória após a batida. Eu me lembro do meu pai, de Londres, mas há coisas que fogem do pensamento. Quando ouvi toda a história sobre minha mãe, sobre o acampamento, Semideuses, eu senti que a complexidade do mundo está mais invisível do que se pensa. Tudo está oculto sob um véu entre o imaginário e o real, por mais que a realidade tenha se tornado mais assustadora que a própria imaginação. Hoje não há dragões, nem Bruxas, ou tampouco criaturas perversas apenas, mas há, homens maus, pessoas movidas pela vontade de matar, destruir, e são essas pessoas que tornam a vida assustadora, totalmente pior que qualquer maldição. Foi o que fizeram da minha vida, até o momento em que pisei neste acampamento, no qual conheci minha verdadeira história. Eu perdi a inocência, bem como, a pureza, entretanto ainda me restou a esperança de achar um outro eu melhor que o menino da King's Street, e eu achei. Achei como num sonho, como se eu já o conhecesse. Porque tudo na vida começa e termina com um sonho. E no meu caso? com o que restou, uma capa vermelha."

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeffe Ribeiro em Dom 24 Ago 2014, 23:03

Ficha de Reclamação

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Atena.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou magro,altura normal da minha idade, sou nem muito forte nem muito fraco.Tenho cabelos encaracolados louros, olhos castanhos.
Sou pouco amigavel, sou criativo, inteligente, sou honesto com as pessoas.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por Atena ser a deusa da sabedoria eu a idrolato, ela sempre resolve suas batalhas com esperteza. Por isso me indentifico com ela.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu nasci em uma pequena cidade chamada Frederick, Maryland.
Viviamos eu e meu pai, um escritor bem-sucedido, por isso viviamos  bem.
Na minha escola, tinha um amigo chamado Frederyck, ele andava esquisito e usava muletas, por isso não tinha amigos exceto eu, os professores pegavam no meu pé por causa da minha dislexia, principalmente o Sra. Martha, de História.
Certo dia, minha vida mudou. Lá estava eu, numa aula de História, quando a Sra. Martha me chamou para fora, eu fui, nós entramos numa sala vazia, ela trancou a porta e disse:
- Você vai morrer aqui.
Eu espantado disse:
- O que?
Mas de repente, ela começou a se transformar numa aranha gigante.Eu gritei de pavor, e de repente o meu amigo Frederyck entrou com uma voadora destruindo a porta, mas ele não tinha pernas, mas sim era metade bode, ele gritou:
- Jefferson, toma!
E me jogou uma caneta, que ao tocar na minha mão, virou um espada de bronze que usei contra o monstro, que acabou virando pó, eu desmaei.
Eu acordei numa espécie de cabana, meu amigo em pé do meu lado, e a caneta numa mesa do lado. Eu perguntei o que havia acontecido e ele me respondeu:
- Aquela era Aracne, este é o acampamento meio-sangue.
Depois de me explicar tudo, eu e ele fizemos um tour pelo acampamento, que achei incrivel.
Jeffe Ribeiro
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Ficha de reclamação

Mensagem por Leirbag em Seg 25 Ago 2014, 11:28

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Eu quero ser um sátiro.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Da cintura para cima tenho o corpo malhado, pele com a cor parda, olhos com uma cor avermelhada(se possivel, se não Azul mesmo) cabelo estilo black power médio, Da cintura para baixo, os pelos da minhas pernas de bode são pretos juntamente com o casco.
Emocionais: Me mostro sempre que consigo: alegre, engraçado e brincalhão, não gosto de ser bondoso, mais se a pessoa ao meu ver tiver uma amizade verdadeira comigo, faria,faço e sempre farei o possivel e impossivel para salva-lo, gosto tambem as vezes de me mostrar misterioso, contando as coisas as vezes somente para quem considero confiavel.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu quero ser um Sátiro porque, Me interessei pelos seus poderes passivos e ativos que envolvem em sua maioria, a natureza da qual tenho muito afeto.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Leirbag, 18 anos, sátiro, sempre gostou de ser um sátiro desde pequeno mostrou-se orgulhoso por nascer como tal ser, sempre inventando coisas para fazer e estrategia de batalhas para quando crescer e virar um guerreiro, seu pai sempre o ensinou tudo que sabia sobre o mundo, e ouvindo tais  lições Leirbag ficava impressionado e maravilhado com oque poderia encontrar no mundo la fora, depois da porta de sua casa.
Mais um dia seu pai saiu para ajudar em um conflito que estava havendo, e nunca mais voltou, sua mãe, ja tinha partido ha tempo fazendo com que o pequeno sátiro visse que o mundo era belo e cheio de coisas boas, mais tambem podia ser impiedoso e maligno, a partir desse dia Leirbag foi para o meio da floresta  com sua flauta de bambu, e foi viver junto as plantas e animais das florestas, sempre ajudando-as como podia e sendo ajudada por elas.
Apos chegar aos seus dezesseis anos o garoto tambem com a ajuda da natureza foi em rumo ao acampamento meio-sangue para treinar e se tornar um guerreiro, como seu pai não tinha lhe falado muito sobre o acampamento, ele esperava que lá aceitassem sátiros, chegando lá ele foi bem recebido, e começou seu treino, para se tornar um forte guerreiro, mais tambem para realizar algo que estava em sua mente e em seu coração.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mistletoe Mirchoff em Seg 25 Ago 2014, 22:57

Reclamação
The Son of Melinoe



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Melinoe

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Logan é alto, com 1,78 de altura. Sua pele é pálida, quase da cor de um albino, mas o que faz a grande diferença é que ele tem os cabelos negros. Seus olhos tem uma coloração verde, que chamam a atenção, já que o garoto é completamente pálido e tem olhos vivos e marcantes. Seus cabelos lisos tem uma coloração castanho-claro, que entra em contraste com sua pele. É magro, pois não come quase nada, já que não gosta. 

Emocionais: Logan tem um psicológico difícil e rebelde, já que foi criado com muitas barreiras. Se considera curioso demais, e a curiosidade matou o gato, como dizia sua mãe. É caracterizado por abandonar os amigos na hora errada, e esse é um dos motivos de passar a maior parte do tempo sem ninguém. 

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Pq simNão tem verdadeiramente um motivo. Todos, sem exceção, escolhem o progenitor por causa dos poderes. E esse foi um dos motivos da minha escolha. Porém, quando criei a ficha do Logan - que ia ser para Apolo - , eu tive uma explosão de criatividade, criei uma trama inteira em um só segundo, que só dava certo com um filho de Melinoe. Então, está aí a minha explosão.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Logan não estava se sentindo bem desde o último treino. Sentia-se esgotado, e sua pele estava mais pálida que o normal. Sentou-se na sua cama do chalé de Hermes, mas simplesmente não conseguia relaxar. Suas pernas tremiam, um tique nervoso ocorria. Não conseguia ficar parado.

A prole de Melinoe levantou-se, e saiu do chalé. Daquela vez, queria aventuras, queria algo a mais, embora estivesse totalmente esgotado. Ele já conhecia um local perfeito para aventuras, a floresta. Seu corpo tremia, enquanto caminhava até ali.

Ao adentrar na floresta, de pura escuridão, ele permaneceu parado por algum tempo, sem mover um dedo. Tinha alguma coisa por ali. E não eram apenas árvores e luz do sol. Alguma coisa estava o chamando. A floresta ficava mais densa, parecendo dar um alerta do que havia lá dentro. Até então, tudo parecia normal, porém, o que Logan vira fora totalmente anormal.

Um ser transparente estava na frente do semideus, acenando para tal. Ele não sabia quem era, nunca tinha visto aquela mulher na sua vida.

- Filho de Melinoe, me salve. – A voz da bela mulher era gélida e trêmula, e ela parecia que estava acorrentada.

- Filho de... Melinoe? – Logan gaguejou. Aquela mulher era um fantasma.

- Me salve... –Oliver tentava tocar na mulher, mas seus dedos apenas passavam por fora.

- Eu... vou te salvar... – O filho dos fantasmas não tinha certeza do que estava dizendo, nem mesmo do que estava fazendo. Aquela mulher disse Melinoe?

- Obrigada... – A mulher desapareceu aos poucos, assim como sua voz.

Logan ajoelhou-se no chão, confuso. O que pensara ser um dia normal, era mais do que aquilo. Então, notou um brilho esbranquiçado cercando sua sombra. Ele olhou para cima, e pode distinguir o belo holograma que pairava sobre sua cabeça. O desenho de um fantasma, símbolo de Melinoe. Havia sido reclamado.

Oe:
A mulher faz parte da trama do Logan, ou seja, ela vai aparecer mais vezes em missões e etc. Farei uma DiY para explicar o que ela é, e etc.



Preguiça de mudar de cor...
Mistletoe Mirchoff
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Re: Ficha de Reclamação

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