Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Zeus em Ter 08 Out 2013, 19:36

Relembrando a primeira mensagem :



Olá, Campista!



Como já devem saber, este é um fórum de RPG que procura seguir a história da série de livros 'Percy Jackson e os Olimpianos', de Rick Riordan. Não obstante, nós também oferecemos a você a oportunidade de viverem e interpretarem estes heróis semideuses, ou até mesmo outras criaturas mitológicas, criando suas próprias histórias e divertindo-se com elas. Para que possam participar de tais histórias, você deverá preencher uma ficha e postar neste mesmo tópico; a mesma encontra-se logo abaixo.

Para cada afiliação, você ganhará Poderes específicos - para tornar tudo um pouco mais 'real -, bem como ganhará presentes específicos: armas, itens de combate... Clique Aqui e Aqui para ver, respectivamente, estas listas de poderes e presentes de reclamação (lembrando que, assim que forem reclamados, um deus ADM irá atualizar seu rank, sua filiação e seus presentes)

Nem sempre você passará no teste, mas não desanime, tente novamente ou procure por outro deus... No caso de Zeus, Poseidon e Hades, o teste NÃO É VÁLIDO, pois estes Deuses efetuam testes mais severos. Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho. Para saber a data do próximo concurso, fiquem de olho nos anúncios globais; a qualquer hora, um novo teste será postado.

Porém, caso se interesse por ser filho de Nyx, Melinoe, Athena ou Perséfone, atente para a ficha; ela será a mesma que para qualquer outra afiliação mitológica, mas será avaliada de forma mais rígida por um de nossos deuses.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial, ganha no momento de inscrição do fórum, e dos presentes de reclamação - adquiridos caso a ficha seja efetivada - devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.


Dúvidas? Contate um dos deuses ou um dos monitores de nosso Fórum, via MP ou Chatbox! Sintam-se livres para perguntar, e não tenham vergonha!






Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?





♦ Lembrando que todas fichas receberão uma avaliação condizente, mas a aprovação não é automática, sendo que a resposta pode ser negativa dependendo da qualidade apresentada. Determinados nick's que não seguirem a regra também terão a ficha desconsiderada. [Leiam as regras aqui]


.:.:.:.


▬ Lista de Afiliações divinas disponíveis atualmente no fórum, bem como os seres mitológicos disponíveis para serem interpretados:


.:.:.:.

Centauros
Dríades
Filhos de Afrodite
Filhos de Apolo
Filhos de Ares
Filhos de Athena *
Filhos de Deimos
Filhos de Deméter
Filhos de Dionísio
Filhos de Éolo
Filhos de Eos
Filhos de Hades **
Filhos de Hécate
Filhos de Hefesto
Filhos de Héracles
Filhos de Hermes
Filhos de Héstia
Filhos de Íris
Filhos de Melinoe *
Filhos de Morfeu
Filhos de Nyx *
Filhos de Perséfone *
Filhos de Phobos
Filhos de Poseidon **
Filhos de Quione
Filhos de Selene
Filhos de Thanatos
Filhos de Zeus **
Náiades
Sátiros

* = As fichas destinadas à tais patronos requerem uma avaliação mais rígida;
** = Os Três Grandes fazem concurso mensal para a escolha de um novo filho;
Zeus
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Loblon Vanter em Qui 21 Ago 2014, 18:03

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Loblon é um garoto de 1,80 de altura, forte por sempre fazer esportes e musculação, cabelo meio ruivo e arrepiado, olhos num tom meio castanho avermelhado que durante uma briga parece pegar fogo, muito competitivo tanto que pega pesado quando está
perdendo, gosta de proteger os mais fracos só pelo sabor da briga e sem muito senso para brincadeiras.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser reclamado por Ares, pois o admiro como senhor da guerra e sei que minhas habilidades vem de um deus campeão

 Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
                       Depois de chegar de um dia cheio de treinamentos tanto o futebol americano e as lutas como jiu jitsu, luta greco-romano, etc. Recebi um telefonema um pronto socorro dizendo que minha mãe estava doente com muito risco de morrer, fui ao seu quarto, peguei em sua mão, ai ela me disse para ir de volta para minha casa e pegar uma mochila guardada em seu armário e que teria um bilhete para mim, cheguei em casa correndo, peguei a mochila e o bilhete, estava dizendo para eu ir a um acampamento e em baixo tinha um mapa.
                       escutei um estrondo vindo da porta da frente do primeiro andar, olhei pela janela era um cara de 2,00 m de altura, olhei-o fixamente e estava com apenas um olho, ele derrubou a porta, eu tentando acreditar no que eu tinha lido e visto achei melhor sai pela escada atras que liga o meu quarto com a varanda, comecei a ir em direção ao acampamento que ficava perto, vi algumas crianças correndo pra o portão, então resolvi ir junto com eles, tinham apenas uns dez anos de idade cada uma, quando estava junto com elas olhei atras e vi o cara de um olho atras de mim, resolvi ficar e protege-las então corri em cima dele, os dois caíram no chão, começamos a lutar, ele me jogou no chão e tentou ir atrás das crianças, peguei seu tornozelo e ele caiu, olhei pra frente vi um homem meio bode ajudando as crianças, pulei por cima do que achava que era um ciclope e junto com as crianças entramos no acampamento fui levado até Dionísio  el ele me contou tudo e me falou que via um símbolo em cima de minha cabeça, era símbolo de Ares meu pai.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kenshin Murakami em Sex 22 Ago 2014, 00:09

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Hécate

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Muito baixo e muito magro em relação a outros garotos de sua idade, tem olhos castanhos e estilo oriental, fica vermelho quando tímido, tem algumas pintas pelo corpo.

Psicológicas: Bipolar, misterioso, inteligente, calculista, persistente, gosta de coisas artísticas, odeia ficar sem nada para fazer, tem grande medo de aranhas e palhaços.


▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Queria ser reclamado por Hécate, pois, a deusa é conhecida como a deusa tríplice, o que combinaria com o fato de que meu personagem é bipolar. Também pelo motivo de que magia, sempre foi algo que me fascinou, adoro pensar que tudo nesse mundo é regido por essa arte.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. 

Sempre fui um garoto diferente dos demais, por algum motivo. Meu pai sempre mudava de cidade, nunca fiquei mais do que um semestre inteiro em uma única escola. Isso fazia com que eu não tivesse amigos, mas esperava que isso fosse mudar quando me mudei para uma nova cidade. “Até que não é assim tão ruim.”, pensei enquanto olhava para a casa que moraria, dentro do carro. Com a mala em uma das mãos, entrei para dentro, acompanhado por meu pai. Dia seguinte na escola, fui com uma roupa que não chamava atenção, caminhei para dentro da sala, fiquei esperando o professor, enquanto isso, ficava brincando de equilibrar o lápis, esperando que talvez conseguisse realizar a proeza de fazer com que ele ficasse em pé sem ser preciso segurar, como em uma única vez quando tinha conseguido. O professor chegou na sala e começou sua aula, quando foi interrompido por uma aluna que havia chegado, ela ao entrar na sala, pediu desculpas pelo atraso, ela era uma garota de cabelo azul, com uma jaqueta, e parecia que estava sempre em busca de briga. “Ela é uma punk.”, pensei, enquanto ela se se sentava em meu lado. Alguns dias se passaram até que o professor de ciências, marcou uma excursão para o meio da floresta, segundo ele, iríamos aprender algo de verdade enquanto estivéssemos no ar livre. O dia da excursão chegou, entrei no ônibus com a mochila nas costas e fiquei procurando algum banco vazio, sem sucesso, todos estavam cheios, exceto um do lado da menina punk, talvez todos estavam com medo de sentar ao lado dela. “Beleza... Aposto que se chegar perto, ela iria me dar um soco, dizendo que ela queria ficar sentada sozinha.”, pensei, mas resolvi me aproximar.

- Posso sentar ao seu lado? - perguntei.

Como resposta, ela apenas balançou os ombros, como quisesse dizer ''tanto faz”. Sentei e fiquei esperando que chegasse logo. A menina não puxava assunto, por isso, resolvi começar.

- Er... Meu nome é Kenshin.

- O meu é Adelle. - disse a garota.

[...]

Quando todos já haviam descido, o professor pediu para que fizéssemos duplas, com a fanilidade de que pudéssemos encontrar galhos secos para uma fogueira mais tarde. Todos os alunos começaram a formar par com seus amigos, porém, o mestre disse que falaria o nome das duplas. Sorte ou azar, fiquei com a garota punk. Depois de todos com seus devido pares, o lecionador pediu que começássemos.

- Olha quando pedir para você ficar longe de mim. Por favor, não pergunte, apenas faça o que eu disser. - pediu a garota punk.

“Garota doida querer andar pela floresta sozinha.”, pensei, embora na realidade, quem estava com medo de imaginar andar desacompanhado, era eu.

- Você precisa fazer isso. - disse a garota.

- Certo. - respondi.

[…]

Tínhamos andado para o meio da floresta, nessa altura o sol já estava se pondo, comecei a ficar com medo de que escurecesse e que visse feras noturnas.

- Acho melhor voltarmos. - disse.

- Não tão cedo. - disse a voz de meu professor de biologia.

Ele apareceu no meio das árvores e ficou encarando a menina punk, como se ela fosse mais valiosa do que eu.

- Saia correndo! - gritou a menina.

Não sei por qual motivo, mas quando ela disse aquilo, meu instinto foi de obedecer, por isso, comecei a correr para longe dali. Enquanto corria, olhei para trás, o que vi fez com que eu parasse, afinal, no lugar de onde estava meu professor, tinha um monstro, algo que parecia uma quimera, na mão da garota tinha uma espada, eles estavam lutando e todos pareciam serem bem hábeis. Parecia que eu estava vendo um filme de luta livre, eram golpes estranhos, mas, ao mesmo tempo, eficazes. No final, a garota conseguiu atingir o monstro com a espada na garganta de meu ex-professor, ele ao ser atingido, desapareceu, deixando um rastro de poeira dourada, que foi levada com o vento.

- Você viu tudo o que aconteceu? - perguntou a garota, quando percebeu que eu estava a alguns metros dali.

- Sim... Sua espada, quimera... Nosso professor era um monstro!

- Eu ainda não sou boa no que vou fazer, por isso, peço desculpas, se você ficar com alguma sequela.

Ela começou a mexer com as mãos enquanto me olhava, mas, parou ao ver alguma coisa que eu não conseguia ver, que estava em cima de minha cabeça.

Com medo de que fosse mais algum monstro, levantei a cabeça para o alto. Em cima de mim, tinha um pentagrama, não sabia o que significa, por isso, perguntei:

- Isso significaria?

- Sua mãe te reclamou. Você é filho de Hécate, a deusa da magia. - respondeu a garota.



Kenshin Murakami
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Megan B. Schumacher em Sab 23 Ago 2014, 16:31



Lee Baker, Caim

...

Reclamação, ficha


P
or qual Deus você deseja ser reclamado?

▬ Hefesto, deus das forjas.

C
ite suas principais características físicas e emocionais.

▬ {Físicas} - genuinamente forte e corpulento, não se assemelhando aos enfurecidos filhos de Ares, porém. Mesmo adulto, as marcas da idade e do tempo são poucas e menos visíveis, contudo é mais do que claro que o mestiço já é um homem feito. Cabelos lisos e castanhos, um corte social e adequado a sua idade -- a lateral é um tanto "aparada", deixando o meio mais cheio. Seus olhos são azul-claro, única característica herdada de sua falecida mãe. Possui uma queimadura em forma de "H" no pulso esquerdo, algo que o marcou desde a infância até a vida adulta.

▬ {Psicológicas} - em geral, sua mente se limita a vida adulta, não se luxuriando com dramas adolescentes. É desconfiado e incrivelmente objetivado, dificilmente cria laços a não ser que isso lhe dê vantagem no que busca. É recluso, nunca perde o foco em seus objetivos. Caim também tem uma facilidade em enganar, ele pode se apegar a alguém e desapegar instantes depois. Contudo, há uma característica que anula todos seus defeitos humanos: amor. O amor que sente pela sua raça é o que dá combustível ao forjador, protegeria todos de seu sangue contra qualquer ameaça. Sua ideia é de que juntos, sobreviverão no mundo triste em que vivem.


D
iga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

▬ É a primeira vez que eu faço um filho de Hefesto e ainda por cima adulto. Acho que será bacana narrar alguém diferente, com preocupações e objetivos diferentes do que estou acostumado a narrar. Não foi muito difícil escolher o deus, pois quero que Caim tenha domínio sobre alguns elementos e nada melhor do que um forjador para isso. No geral, é isso, não vou prolongar muito isso aqui.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Alemanha, Brandemburgo.
Interior, fazenda particular.
18h45 da noite.
Alguns anos atrás.


Para trás! — a voz grossa do soldado alemão era amedrontadora e ameaçadora. Ele abria as portas do celeiro, dando passagem a outros oficiais. — Se ajoelhem, impuros!

Os passos firmes do cruel neonazista e comandante do grupo faziam com que até mesmo seus seguidores sentissem um certo temor. A ponta do chicote em suas mãos era arrastada no chão, ele caminhava com uma postura hostil. Os prisioneiros se ajoelhavam por onde ele passava, todos tremendo em suas bases. Era a rotina semanal que acontecia há meses, uma limpeza. Na cabeça do comandante, ele estava salvando o mundo, assassinando mais um bastardo impuro. Atrás dele vinha um velho corcunda, fedendo a peixe morto e enxugando o rosto molhado de chuva. Vestia o mesmo pijama que o resto dos escravos presentes ali.

Escolha rápido, velho! — ordenou o mortal ao idoso, dando-lhe um tapa em sua nuca. O velho manteve o equilíbrio com dificuldade, enquanto observava todo o local com sua visão já danificada. Ele dava voltas no celeiro, observando todos os que estavam ajoelhados. Até que o velho parou, seus olhos fitaram um garotinho franzino, os cabelos negros e sujos, olhos azuis como o da mulher que o abraçava. O dedo magro e enrugado do senhor foi apontado a criança, causando um alvoroço entre os inocentes. — Boa escolha...

Espere! Espere! Meu pequenino não! — a mulher se colocava na frente do pequeno, impedindo a aproximação dos soldados. Ela sabia que, se não fizesse algo, mais uma alma inocente seria massacrada e dessa vez, seria a do filho. Um dos soldados a agarrou pelos cabelos, jogando-a no chão como se fosse um lixo. Mesmo caída, ela se debatia e gritava. O menininho chorava e pedia pela mãe, não sabia o que estava acontecendo.

O velho escravo percebia o caos que aquilo causaria, já bastava o sofrimento que passavam. Aquilo viraria uma chacina em pouco tempo. Então, com a voz rouca e fraca, ele esforçou-se para dizer uma única palavra.

A mulher...

O comandante virou-se para ele, com um olhar de desprezo e apontou o dedo para a mulher, enquanto gritava ameaças diversas ao velho cheirando a peixe. Ao perceber que aquilo não daria em nada, o neonazista voltou a postura de antes, ajeitando sua vestimenta e dando ordens aos oficiais. Os homens agarraram a coitada, arrastando-a de modo brutal até a saída. Ela implorava por piedade e aquilo aumentava a chama que existia dentro do garotinho. O pequeno semideus levantou-se e correu até os soldados, gritando pela mãe, contudo fora impedido pelo velho cortador de peixes -- e também semideus. Seus gritos já não eram mais de lamúria, mas também agora faziam parte de uma orquestra brutal e perfeita de fúria. A temperatura de seu corpo aumentava gradativamente, o velho se esforçava para não soltá-lo, o garotinho parecia entrar em combustão.

Mama! Não vá, mama! Deixem ela em paz!

Ele deixava toda dor e sofrimento naqueles gritos e, embora ouvissem, os soldados ignoravam enquanto trancavam a entrada com um sorriso cruel estampado nos lábios. O pequeno Mihael sentia lágrimas escorrerem nas bochechas, algumas risadas eram ouvidas, seguidas dos gritos de dor da pobre mulher. O garotinho sentia em suas mãos um calor incomum, anormal, ele próprio se assustava com o crescimento de tal temperatura em si. Ele soltou-se do velho, recuando o mais rápido que conseguia, enquanto olhava vidrado para as duas mãos. Delas surgiam pequenas chamas, que aumentavam e diminuíam de tamanho em questões de segundos. Alguns ao redor se assustavam com a única fonte de luz dentro do celeiro, outros admiravam. O semideus se levantou e, no mesmo segundo, percebeu de relance que algo pousava em sua cabeça. Um símbolo, dois martelos cruzados um no outro, o mestiço se assustava cada vez mais com aquela situação. Mas o que viria em seguida era pior.

Tudo estava muito silencioso do lado de fora, não haviam mais risadas, nem mesmo gritos. Apenas murmúrios, em seguida passos e... um tiro. Mihael fitou o nada, mais lágrimas preparavam-se para escaparem dos olhos. Os curiosos tentavam ver a situação por meio de frestas, enquanto o único que mantinha o foco no garoto era o velho. A mãe estava morta.

Peace was never an option


Anos haviam se passado desde aquele dia, o garoto havia crescido e se tornado um homem feito, determinado. Agora o rapaz adotava um novo nome e histórias, deixando em segredo os verdadeiros. Caim, formado em negociação empresarial, ainda vive na região da Europa, em busca de um plano muito maior do que um salário mínimo plausível. Havia escolhido sua profissão atual por apenas um único motivo: fazia parte de seus planos. Ele tinha a vantagem de poder viajar por todo o continente europeu, o que o ajudava em sua busca inacabável por vingança. Sabia quem era seu inimigo e tinha a marca do mesmo em seu pulso, o "antigo" neonazista e assassino de sua mãe ficava famoso por construir um Império em toda a Alemanha. Foram anos de pesquisas intensas e paciência, anos de estudos e vivendo em segredo, não queria expor suas habilidades enquanto não evoluísse. Tudo para que nada saísse dos trilhos e, sua vingança teria ponto inicial ali, naquele elevador.

Estava vestido como um verdadeiro homem de negócios, algo que era muito importante naquele ramo; sapatos pretos e sociais, uma calça justa e branca, camisa social da mesma cor, um sobretudo negro o cobrindo, óculos escuro e, por fim, um chapéu preto. Segurava uma maleta da mesma cor, com documentos importantes dentro, enquanto observava os números que sucediam após cada andar. Ele assobiava uma das melodias de Hans Zimmer, autor de várias trilhas sonoras aclamáveis por todo o mundo. Seu plano era ousado e poderia acabar muito diferente do que ele imaginava, mas o faria de qualquer forma, mesmo que pra isso precisasse burlar algumas regras do local onde estava.

A porta metálica abriu-se, dando passagem ao semideus. Ele caminhou de modo confiante, enquanto uma das secretárias do lugar se dirigia a ele. Perguntava-lhe o motivo de estar ali, com um sorriso falso estampado nos lábios, uma das melhores armas naquela profissão. Caim expressou o mesmo sorriso, enquanto batucava a melodia de Hans Zimmer na mesa branca.

Tenho uma reunião com o Sr. Schneider.

A loira observava as folhas de um pequeno caderno branco, procurando por algo que evidenciasse o que o homem havia dito. O filho de Hefesto olhava todo o local e quem por lá passava, homens de grandes negócios, 'importantes'. Ali predominava a cor branca, justificando o nome da empresa: Frienden Industrien. Ironia, visto que o fundador havia sido um membro importante dos grupos neonazistas do passado. E Caim se lembrava muito bem do velho conhecido, um dos velhos conhecidos. Após alguns minutos perdidos de conversa entre a loira e seu prezado chefe, o semideus fora convidado a entrar, sem problema algum. Caim agradeceu, esboçando um sorriso indecifrável e caminhando até a sala do 'todo poderoso'.

Assim como o resto daquele prédio, a sala de Heinz Schneider possuía uma coloração branca no chão, teto e paredes. O que quebrava tal tom eram os móveis, aparentemente todos de madeira. O som que tocava era clássico e harmonioso, o mestiço reconhecia aquela harmonia, era Beethoven. Heinz, ao ver que o convidado havia entrado, levantou-se com um sorriso amigável no rosto enquanto pegava algumas pastas para fechar o futuro negócio.

Sr. Baker! É um prazer finalmente te conhecer, ouvir falar muito bem de seus produtos. Podemos discutir sobre tudo, ninguém nos vê ou nos ouve no lado de fora. — ele retirou da mesa uma garrafa de uísque, servindo dois copos.
Devo dizer que estava muito ansioso para esse... reencontro, soldado. — disse Caim, deixando o falso sorriso de lado enquanto expressava um semblante de seriedade. Schneider recuou, enquanto observava com surpresa o semideus se aproximando e deixa sua maleta em cima da mesa, indo de encontro a ele. — Acho que não fui muito sincero em relação com o que realmente quero, Schneider.

O filho de Hefesto jogou a mão contra o pescoço do velho, apertando-o de modo agressivo enquanto fitava o humano como um maníaco, seus dentes cerrados. O mortal se debatia, enquanto procurava por ar, sua respiração ficava cada vez mais frágil. Com a outra mão livre, Lee pegou para si a chave do provável cofre que guardava documentos secretos do antigo soldado. Heinz tentava segurar o rosto do semideus, que nada fazia a não ser enforcá-lo. Das palavras do velho, apenas uma pergunta fora entendida: "o que você quer?".

Quero o Hensherr. Albert Hensherr...
Estados Unidos!


Habilidades ativas:
Nível 1
Pirocinese inicial: Começa apenas com o controle de uma pequena chama. Sem prática, a única coisa que é possível é a mudança de tamanho.

Controle termostático: Pode tornar seu corpo um pouco mais quente do que já é, sem alterar nada o ambiente ao seu redor. Até aqui, a pirocinese é praticamente inútil.
Adendos:
Resolvi narrar o passado de Mihael/Caim, quando perde a mãe e sente seus poderes iniciando -- além da reclamação, como é pedido. "Peace was never an option" retrata o modo de vida adulta de Caim e o ódio contra os humanos, que o motiva em todos os seus atos.

Hensherr e Schneider são NPC's e fazem parte da trama.

Para explicar o fato de como Caim viveu tanto tempo, sendo um semideus: os deuses se deslocaram para os EUA, possuem mais influência naquele continente, como foi dito em um livro, se me lembro bem. Ou seja, monstros e seres mitológicos também são raros em outros continentes, Caim vive na Alemanha.
Megan B. Schumacher
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Melissa.Chase em Dom 24 Ago 2014, 12:41

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Athena

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Melissa tem 1,65, magra, cabelos loiros meio castanhos nas pontas que vão até metade de suas costas e com uma franja que sempre cai em sue olho direito, olhos cinza-tempestade.No mesmo tempo que pode ser calma por um detalhe minimo ela fica muito brava pode-se dizer que ela é meio bipolar, quando está com raiva pode até arrancar o braço de alguen que ficar a enchendo.

▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Pois desde a primeira vez que eu estudei a Mitologia Grega me interesei pela história de Athenas e também ser filha de uma das deusas que tem o dom de fazer as melhores taticas de guerra é muito legal.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Minha história começa na França na cidade de Paris.Minha familia é composta por mim e meu pai, eu sempre pergunto sobre minha mãe mais ele troca de assunto rapidamente e pensa que eu não percebo, em meu novo ano letivo eu e meu pai tivemos que ir comprar meus materiais e meu pai conheçe uma moça que mora perto de Long Island e eles começaram a sair e depois começaram a namorar, eu nunca fui com a cara dela e nem ela com a minha, eles acabam se casando.Nessa mudança eu tive que entrar em uma escola publica em que eu era chamada de nerd por causa das aulas de Mitologia Grega um aula que ninguem gostava.Eu tinha apenas um amigo chamado Grover ele usava muletas.Um dia qualquer eu acordei com minha madrasta mexendo em minhas coisas, quando ela percebeu que eu acordei veio em cima de mim rapidamente e de repente sua face mudou seu cabelo sumiu e ela ficou parecendo uma furia só de rosto e começou a me puxar pelo cabelo e me levou até meu guarda-roupa.
-Onde está ?-Perguntava sem parar.
-Onde está o que sua louca ?-Eu estava perguntando a ela que ficava cada vez com mais raiva.
-Onde está a sua Wisdom ?-Perguntava.
-Eu nem tenho isso.-Respondi a jogando para trás.
-Não adianta mentir, me entregue ela logo sua peste.-Falava ela, até que Grover entrou correndo e atirou uma de suas muletas nela.
Ela acabou caindo na sala, Grover saio e foi até a sala para ver se ela estava lá, eu aproveitei me troquei.
-Melissa pegue algumas roupas e coisas necessarias menos seu celular.-Gritou Grover.
-Ok então.-Falei colocando dentro de uma mochila minhas roupas e outros acessorios.
-Está pronta ?-Perguntou ele.
-Sim.-Respondi.
-Vamos logo.-Falou ele.
-Você não usa muletas ?-Perguntei.
-É um truque para disfarçar, seu pai está esperando.-Respondeu ele entrando no carro do meu pai.
-Onde vamos ?-Perguntei.
-Para um lugar especial para você.-Respondeu meu pai.
-Grover que truque é esse o que você é ?-Perguntei.
-Sou um sátiro.-Respondeu ele.
Nós fomos pela estrada principal até Long Island meu pai foi me explicando que eu sou uma Semideusa e me explicou o porque eu estava indo para um Acampamento especial, quando estavamos passando perto de um grande pasto, um ciclope apareceu no caminho e meu pai me entregou uma adaga e falou paa mim a colocar no olho do ciclope, foi dificil mais eu consegui.Quando chegamos em uma floresta meu pai me deu um tchau e falou para seguir o Grover, eu obedeci.
Nós chegamos em um lugar com cheiro de morangos, o que eu mais odiava na vida.Quando passamos pelo campo de morangos avistei um arco escrito em letras gregas "Acampamento Meio-Sangue", eu segui Grover até lá, depois fomos falar com um tal de Sr.Quíron que me explicou tudo bem melhor.
Melissa.Chase
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Aspen Canterbury em Dom 24 Ago 2014, 13:19

The twilight

— Por qual deus você deseja ser reclamado?
Eos, a deusa do amanhecer.

— Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Yohan é mais forte do que parece, embora seu físico não passe de "em forma". Com setenta quilos divididos em um metro e setenta de altura, cabelos e olhos cor de âmbar, sorriso espontâneo e uma voz de tom baixo, é desejado por algumas.

Emocionais: Yohan enfrenta bem as adversidades de sua rotina, as quais não são poucas. É bem humorado e de bem com a vida, apesar de ter um passado marcado por fortes lembranças; e mesmo que queira esquecê-las, sabe como tirar proveito delas, pois ensinamentos foram passados.

Não costuma brigar, mas sabe se defender. Pacifista, tenta resolver tudo o que puder na diplomacia, e acredita que a força física não é tudo. Um cérebro bem treinado também pode ser bem útil.

— Diga-nos: por que quer ser filho de tal deus?

Eos é a deusa que mais se encaixa na personalidade que mentalizei para o Yohan. É com a alegria que a manhã traz que pretendo narrar com ele, ainda que com traços... interessantes. Com um contraste entre um passado negro e um presente resplandescente, pretendo fazer dessa conta o meu diferencial.

— Relate a história da sua história de personagem.


— Alguns meses atrás.

Já era quase noite quando voltava da escola, sozinho. Patch havia ficado em sua casa, estava indisposto naquele dia, não iria para a escola; ainda assim, mesmo vendo o quão "ruim" ele estava, Yohan custava a acreditar em sua doença. O por quê? Havia um trabalho em grupo justamente para aquele dia, e duvidava muito que seu irmão houvesse feito.

Estava a menos de dez metros de casa, em seus fones de ouvido Magic tocava alta. Parecia isolado do mundo, ainda que insistentemente dançasse sem pudor. Não ligava quem estava vendo, ou o que pensavam.

Quando por fim chegou ao portão, entrou e logo olhou para os lados, à procura de Aurora, a sua cadela. Parecia que a pequena mascote não queria brincar.

Adentrou mais e abriu a porta ruidosamente, logo chamando por Patch. A resposta? Silêncio. Deveria estar dormindo.

Subiu as escadas e foi ao seu quarto, despejando a mochila sobre a cama. Retirou os fones e colocou-os sobre a mochila, saindo do cômodo e indo para o corredor, na esperança de entrar no quarto de Patch.

Assim que colocou a mão na maçaneta, sentiu um arrepio passar por seu corpo. Em sua mente uma voz ecoou com palavras que ele distinguiu como "Fuja...", mas já havia empurrado a porta.

Sobre o corpo de Patch uma estranha mulher debruçava-se, mordendo seu pescoço. Estava completamente nua, e era belíssima, mas algo soava estranho, muito mais que uma transa. Patch estava vestido, imóvel, pálido; ela parecia sugar seu sangue como um... vampiro?

A mulher percebeu Yohan na porta e mostrou as presas, saindo de cima do corpo inerte de Patch. Andando calmamente, dirigia-se até o jovem parado à porta, sedenta. Então Yohan fez o que a voz comandava.

Virou-se e correu o mais rápido que podia, nem sequer olhando para trás. Ainda não compreendia o que era aquilo, mas a imagem, com certeza, não sairia de sua mente. Nunca mais.

Quando chegou ao início da escada, ousou olhar para trás. A mulher, nua, ria enquanto deslocava-se silenciosamente. Yohan era uma presa fácil para aquilo, e se quisesse ela já tinha pegado-o.

Assim que pisou no primeiro degrau escutou um grito de dor. Ao olhar novamente para a mulher, observou uma flecha cravada em seu braço, e esta pegava fogo. As chamas espalhavam-se pelo membro da mulher e ela gritava de dor, tentando, a todo custo, arrancar a seta dali. E Yohan, devida a sua atenção estar voltada para a mulher, pisou em falso e rolou escada abaixo, tendo o vislumbre de dois garotos com armas a postos, um com um arco e outro com duas espadas.


— Alguns dias atrás.

O garoto finalmente havia conseguido compreender o que acontecera em sua casa, em Manhattan. Não conseguira entender de prontidão, mas logo recebeu a ajuda de um homem gordo e bruto; sua sanidade mental fora restaurada. Todos os enfermeiros... Perdão, todos os curandeiros do lugar estavam surpresos dele ter sobrevivido à queda de cima da escada, assim como de ele nem sequer ter sido encostado pela succubus.

Ah, sim, e um detalhe que dava sentido — ou não — às coisas: o mundo mitológico existe. Deuses, monstros, seres mágicos e semideuses. Estes últimos, em particular, tinham um lar especial numa colina distante, mais especificamente num acampamento: o Acampamento Meio-Sangue. E, ahn, Yohan não sabia como, mas sua mãe era uma deusa, ainda que não soubesse qual.

Quando adaptou-se à rotina do lugar, Yohan pareceu ter encontrado uma nova casa. Até que fosse capaz de manter-se sozinho fora das fronteiras protetoras do lugar, aliás. Mas, sim, uma casa.

Estava no tão apertado chalé 11, dos filhos de Hermes e indefinidos. Seu pequeno saco de dormir disputava espaço com tantos outros naquela madrugada, onde apenas a penumbra fazia-se presente.

Um ronco alto fez ele levantar de prontidão. Em sua mão uma faca estava pronto, em sua cabeça... o que era aquilo? Um galo, como num projetor holográfico, pairava sobre a cabeça do jovem indefinido, iluminando todo o lugar. Uma cor clara, como se uma tinta rosa fosse misturada com bastante água, tingia todos por ali como o amanhecer; e logo acordaram.

Assustado, Yohan tentava fazer aquilo sumir, mas não tinha sucesso. De todos os lados ouvia murmúrios. "Ele foi reclamado? Mas ele chegou aqui depois de mim!". "De quem é aquele símbolo? Hécate?". "Não... Acho que é de Eos".

Então tudo se apagou, e o amanhecer parecia despertar mais um dia, quando a deusa do amanhecer abriu os portões para que Apolo pudesse viajar nos céus com sua carrugem do sol.

Aspen Canterbury
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Juliet von Schëffer em Dom 24 Ago 2014, 20:16

Reclamação
The Son of Eos



- Eos

-Físicas: Roy é um tanto quanto magricela, se o comparar com a estatura física de um garoto bombado. Com olhos dor de âmbar e cabelos castanhos, o garoto é alto, mas não tem nenhum músculo, por ser meio magricela. Seus cabelos lisos sempre estão arrumados em um penteado bagunçado ou simplesmente sem penteado, já que a sua beleza é espontânea, ou seja, ele não faz nenhum truque para ficar bonito.

Psicológicas: Dono de uma força de vontade descomunal, Roy tem um psicológico um tanto quanto "para frente, nada mais importa". É leal e sincero, e ás vezes, algumas palavras inadequadas escapam de sua boca. Quando quer, chega a ser ousado e corajoso, mas apenas quando quer. A principal característica que o marca é a seriedade, pois nunca é visto fazendo piadas nem nada do tipo, prefere seguir a vida de cabeça erguida e levando tudo a sério o máximo possível.


-Eu vou ser sincera neste sentido. Eu sempre quis um fake de Eos, e agora estou aproveitando a oportunidade - Ou como eu gosto de chamar, onda de criatividade - , para criar um. Os poderes não são tão bons, os presentes não são tão bons, enfim, apenas por que quero.

- História

A bela luz do amanhecer tomava conta da cada dos Harris. Roy já estava acordado, como sempre estava. Ver o amanhecer era quase um vicio inevitável para ele. Principalmente depois que soubera sua verdadeira história, sua verdadeira origem. O acampamento meio-sangue, os deuses, e tudo mais. Ele ficou assustado de começo, mas logo compreendeu que precisava aceitar tudo o que estava acontecendo. As batidas na porta de seu quarto o despertaram de sua ilusão.

- Roy, hora de ir. – Seu pai estava com uma pequena mochila nas costas, apenas com as roupas da prole de Eos.

Harris suspirou, e levantou de sua cama. Eles tinham combinado de ir ao acampamento durante o amanhecer, para evitar problemas de trânsito e etc. Seu pai entregou a mochila para ele, e o menino a colocou em suas costas.

Os dois desceram as escadas, e entraram no carro. A única coisa em que Roy pensava era em como seria o tal acampamento para filhos de deuses. Enquanto o carro seguia caminho, a prole de Eos olhava para o sol nascendo no horizonte. A sua mãe estava lá, em algum lugar, trabalhando. Ele respirou fundo, e olhou para a floresta de pinheiros que estava na janela direita do carro.
                                                                                                                                                [...]

Pararam de frente á uma colina, na parte densa da floresta. Os dois saíram do carro.Roy tremia, enquanto seu coração acelerava. O que iria encontrar ali? Aquele lugar seria mesmo seu novo lar? Ele ainda não tinha as respostas necessárias.

- Roy, ali em cima é o acampamento. Pelo menos foi o que sua mãe disse. Me prometa que vai ficar bem, por favor. – Os olhos do mortal se encheram de lágrimas, e o semideus o abraçou.

- Eu prometo, pai. Vou voltar para te visitar. – O jovem desvencilhou-se dos braços do pai e caminhou em direção à colina. O homem apenas acenava, mas não tinha nenhuma resposta.

Quando terminaram de subir a colina, o semideus quase ficou de boca aberta. Nunca tinha visto nada parecido. Uma casa azul, um campo de morangos, um mini-coliseu... A visão era bela demais, e Roy não recusaria a entrar lá.

Desceu a colina, sem olhar para trás.

OE:
Nhé, todo mundo do fórum sabe que eu ODEIO aquela historinha de "Filho, você é um meio sangue", então na ficha do Roy, eu optei por cortar essa parte. Eu acho que não fará tanta diferença, mas né, fica a critério do avaliador. O nome do personagem está registrado como Dylan, mas como eu sempre faço com os meus fakes, eu mudo antes da reclamação. Tem umas 5 fichas minhas só com essa mesma explicação.



Preguiça de mudar de cor...
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Collin G. Monroe em Dom 24 Ago 2014, 21:28



The Tale Of Red Riding Hood



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Afrodite;

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Collin possui cabelos castanhos claros, que juntamente com o par de olhos azuis, dão a ele uma aparência doce. Isso diverge bastante do que diz as demais partes componentes de seu corpo. Apesar de ser um filho de Afrodite, Collin tem um porte bastante desenvolvido e linhas bem feitas. Os anos de treinamento no CHB o fizeram adquirir isto. Sua pele é de cor branca.

De acordo com o seu psicológico, Collin pode ser considerado alguém de diversos lados. O rapaz é totalmente influenciado pelos sentimentos que tinha quando criança, e aqueles que descobriu após seus traumas e demônios do passado. Monroe´e meigo, doce, porém utiliza muitas máscaras fronte à si mesmo, na tentativa de se camuflar dos outros. O maior obstáculo para ele, certamente é o de acreditar não poder ser amado, uma vez que, só veio a conhecer o sexo em sua vida, e de uma forma totalmente horrível e traumática. Prefere muitas vezes a reclusão à grandes públicos, mas no geral, é uma boa pessoa.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Desde meus primeiros passos no âmbito da Mitologia Grega, antes mesmo de Percy, sempre me senti de certa forma ligado ao que esta Deusa representa. Há nas pessoas por Afrodite, apenas um conhecimento sobre Amor, beleza, até mesmo sexo, entretanto eu acredito, que acima de tudo ela represente a paixão que temos por aquilo que realmente tomamos como amor. Creio que Afrodite não esteja presente apenas em algo físico, mas sim, num momento especial com um namorado, até mesmo com aquela pessoa que você julga odiar, todavia sente amor por dentro. Não há ,limitações para os sentimentos influenciados por Afrodite, porque tudo começa no amor. Seja ele de mãe, pai, irmãos, nada, eu repito, nada passa sem ela. Porque acima de toda superficialidade, Afrodite está principalmente num sentimento forte, que durará conforme nos propomos a fazê-lo. Creio que talvez isso seja suficiente a dizer.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.



Prologue ~ Pages in the Wind
"It takes courage to lose innocence."

“Eu estou sonhando, assim como em todas as outras noites. É tudo a mesma coisa, sempre. O corpo despido, a capa vermelha e longa que me adorna da cabeça aos pés. Eu vejo a floresta escura ao meu redor, ela parece ficar cada vez mais densa. Eu ouço as árvores falarem, e sinto que não estou só. Elas me dizem para correr, e eu corro. O ruído do meu perseguidor é alto, parece riscar o chão ferozmente, da mesma forma como um rosnar ainda longínquo. Eu me lembro de cada parte daquela floresta, e sabia o que viria a seguir. Tudo parecer ficar mais escuro, o rosnado aumenta. Minhas pernas começam a falhar, porém não paro. Num movimento súbito, sinto meu pé tropeçar numa raiz grande, caio. E mesmo ouvindo o rosnado tão perto, não consigo me levantar, estou paralisado. Os olhos surgem em meio à clareira, e observam por de trás. Ele se prepara para saltar, e meus olhos fecham-se de maneira serena:- Eu estou pronto. – Tudo se escurece, diante da dor e de um rosnado. A capa vermelha rasga-se. Sou Despertado."  

Você deve estar se perguntando onde esta história começa, ou talvez talvez não, entretanto é uma boa história. Conhecemos princesas, Bruxas, criaturas da noite, mas jamais nos damos conta, de que dentro de nós existe sempre um ser diferente, que na maioria das vezes não é compreendido. Isso é um conto de Fadas(Ou talvez Bruxas), no qual não há um Príncipe encantado, uma fada madrinha, mas sim mentes. Mentes feitas de cobiça, de interesse, e acima de tudo isso, Maldade. Inocência, essa palavra pode ter tantas formas de ser empregada, mas veja bem, o que pensamos quando desta lemos algo? Pureza? Respeito? - Bem, tudo isso faria sentido, não fosse ela roubada dele da pior forma.

Todos os dias há uma chance, uma forma diferente de você encarar como avida te prova, no entanto, algumas vezes as armas são tiradas de você, enquanto tudo que você tem é uma ponta ínfima de esperança. E no momento que tal inocência se vai, você se pergunta e busca pelo quê, por qual motivo, ou o que você vive. É uma pergunta difícil, com uma resposta difícil. Mas na vida há coisas, que uma vez perdidas, jamais voltam, como uma alma pura, agora tornada numa obsessão pela conquista e pelos prazeres da vida. Não há nada de errado num pouco de vingança, não é? Afinal, tudo que vai, volta. A vingança não está em jogar o mal apenas de volta, mas sim, em fazê-los ver o quanto você os pode derrubar com apenas um sopro, sopro esse que pode demolir o mais sólido dos castelos, sopro esse que ele dará na hora certa.



Part 1 ~ Thank you from the Music
"A harmony for two"


Se parar para pensar, não faz tanto tempo assim. Eu ainda me lembro. Segundo eles, nasci no dia 21 de Julho de 1997, num dia chuvoso e em que Londres sediava um grande campeonato de Pollo. Meu pai era um jogador famoso Inglês, e usara isso para obscurecer o fato da minha mãe tê-lo deixado assim que nasci. Éramos de um pequeno bairro Inglês, e nosso nome da Rua era o que mais chamava a atenção de quem lá pisava, King's Street. Pode parecer estranho, mas apesar da fama, glória, ou quais quer coisa que o tornasse mais famoso e visível, papai sempre gostara da calmaria no final do dia, e por este motivo morava longe dos centros mais movimentados de Londres. Não havia alguém naquele lugar que não conhecesse Josh Grant Monroe. A família Monroe era herdeira de uma rede de indústrias metalúrgicas, tendo Josh aberto mão disso para poder jogar. Quando muito novo, não entendia o motivo de toda aquela devoção de alguns por meu pai, nem tampouco porque ele em seu íntimo era alguém tão introspectivo. De todas as coisas que poderiam haver em casa, a única que papai era realmente apegado, era um velho piano de cauda Branco. Não esqueci, nem hei de esquecer a primeira vez que ouvira ele tocar uma sonata de Bach, enquanto do lado de fora a neve caía.

Sempre super-protetor, não me deixou viver de forma livre. Levava-me à escola, da mesma forma como na saída estava a postos para me pegar. Não podia brincar com materiais que fossem "perigosos". Assim fui crescendo, e apesar de todas as restrições, eu evolui sempre sendo mais inocente do que deveria. Foi numa tarde de outubro que ele me ensinara a primeira nota no piano, e dissera: -Uma vez que aprenda, essas notas jamais sairão de você. Eu não acreditava como coisas tão simples, quanto uma nota musical ficaria para sempre com alguém, principalmente quando esta pessoa mudasse de pensamentos, vida, assim como acontecia naturalmente com qualquer pessoa. Entretanto, me enganei de forma amarga, quando eu me lembrei daquelas notas em um outro momento, em outro lugar, mas não na minha casa, nem mesmo na King's Street Nº 329. Lugar para  qual eu jamais voltaria.



Part 2 ~ Don't Cry
"This is gonna be our last goodbye"


Aconteceu muito rápido, sem tempo para que eu gritasse. Aquela rua era muito deserta, se não levássemos em conta a loja de charutos. Um garoto de quinze anos encostado sozinho na rua seria realmente imperdível para aquele grupo, ainda mais um garoto de feições tão chamativas e belas. Esperava paciente, enquanto papai fora comprar seus charutos e foi quando o carro parou e dele saíram três homens totalmente estranhos, um deles com uma arama na mão, posteriormente apontada para a minha cabeça.

-Entre no carro, Agora! - Com a arma apontada para minha cabeça, pensei em gritar, mas também, pensei no que aconteceria com meu pai se ele aparecesse. Permaneci num impasse, até sentir a ponta da arma acertar minha cabeça.

A dor continuara forte, mas o que me chamou a atenção quando acordei, foram as duas camas naquele lugar estranho. Um homem com um longo sobretudo me observava, e bem que eu teria o perguntado sobre onde estávamos, até notar o balançar do local e perceber que estávamos no mar.

-Onde estamos? Para onde isso vai? - Perguntei me sentando na cama.

-Digamos que estão pagando muito bem por belezas fascinantes como a sua, e foi difícil de achar. - Ele fez uma pausa - Está a ir para Nova York.

-Nova York? Mas e o meu pai? Isso é alguma piada? - Levantei de um pulo na cama e encarei o homem.

-Dê adeus, não verá mais ele. Está indo para uma nova vida. - Dando um riso irônico.

Eu tentara gritar, mas uma mordaça fora posta em minha boca, e cordas em meus braços para não fugir. O resto do dia fora assim, até quando o homem se aproximara de mim a dizer:

-Eu vou tirar a sua mordaça para te dar comida, mas se você gritar, vou te amordaçar novamente e te dar um tiro. - Apenas acenei positivamente com a cabeça e sentia as lágrimas rolarem pela face.

Enquanto eu comia, ele me explicara para onde eu estava indo, bem como, o motivo. As lágrimas rolavam desenfreadas por minha face, e a comida fora deixada. Me sentei num local afastado da cama, encostado à parede e abracei meus joelhos a chorar. Eu, que nunca soubera o que era estar cm alguém, e que mesmo tendo atrações por garotos jamais dissera nada. Eu não queria ir a um lugar chamado "Cheerys of New York", queria voltar para casa e ficar com meu pai, por mais que não fosse mais uma opção.

(...)

-Então, não adianta tentar fugir. Olhe para todos esses garotos e garotas, nenhum nunca conseguiu, pois sabem o quão severas são as consequências para quem faz isso. - Vários meninos jovens, e meninas estavam ame olhar quando entrei. Havia sim mulheres mais velhas e homens musculosos e bonitos, entretanto meu foco eram as crianças.

Não preciso contar o que acontecia em seguida, não é? Talvez uma parte pequena, como aquela hora em que as mãos fortes dele passavam por meu corpo. Ele não era um homem velho, mas também não era novo, e tirando o fato de ser bonito, ainda assim, eu não queria que ele me tocasse daquela forma, tanto que uma lágrima caiu de minha face, imperceptível quando as coisas ficaram mais fortes. Entretanto, algo que ele me disse após o ato, de alguma coisa ficou guardado. "Nossa, garoto. Além dessa beleza, você tem algo estranho e eu pagaria anos para ficar só com você aqui." - Foi naquele momento que a inocência se quebrou, e pela primeira vez eu pensei como um adulto.



Part 3 ~ Futuristic Lover
"You open my eyes And I'm ready to go, Lead me into the light"


Com o tempo, a consciência me fez ver, que eu podia usar toda aquela situação ao meu favor e tirar benefício dela, por mais que fosse desconfortável. Cada dia que se passava, mais certeza eu tinha de que não voltaria para Londres e veria meu pai uma outra vez. No Cherry's eu normalmente era escolhido sempre pelos melhores, e minha arma contra eles era um charme, charme que eu nem sabia possuir além do comum. Eu os cativava, fazia com que se apaixonassem por mim, ganhava mais dinheiro além do que tinha de dar para o Sr. Walker. Era um jogo, um jogo que eu aprendi a jogar da pior forma, mas que ainda assim, eu dominei por completo.

Foi numa noite de setembro que o fogo consumiu tudo, da mesma forma que algumas pessoas as quais não pude dar um adeus. A criatura perseguia-me pela rua, enquanto eu corria sem roupas, adornando meu corpo, apenas com uma capa vermelha e segurando a bolsa a qual usava para esconder o dinheiro. Nunca entendi o que era aquilo até aquele momento, mas era aterrador. A criatura possuía dois chifres e era alta e corpulenta. Numa fraqueza, senti minhas pernas cederem e caí no chão a apertar o embrulho comigo e esperar a morte.

-Vai, corre! - Mais uma aberração? Pés de cabra? - Levantei ofegante e percebi a criatura e o homem se atracarem em duelo. Corri o mais rápido que meus pés podiam suportar, até que ao ouvir um barulho, eis que me virei e vi um farol e a escuridão posterior, seguida do impacto.



Epilogue ~ Once Upon a Dream
"I know you, i walked with you in once upon a dream."


"Até hoje, ainda há coisas que não voltaram a minha memória após a batida. Eu me lembro do meu pai, de Londres, mas há coisas que fogem do pensamento. Quando ouvi toda a história sobre minha mãe, sobre o acampamento, Semideuses, eu senti que a complexidade do mundo está mais invisível do que se pensa. Tudo está oculto sob um véu entre o imaginário e o real, por mais que a realidade tenha se tornado mais assustadora que a própria imaginação. Hoje não há dragões, nem Bruxas, ou tampouco criaturas perversas apenas, mas há, homens maus, pessoas movidas pela vontade de matar, destruir, e são essas pessoas que tornam a vida assustadora, totalmente pior que qualquer maldição. Foi o que fizeram da minha vida, até o momento em que pisei neste acampamento, no qual conheci minha verdadeira história. Eu perdi a inocência, bem como, a pureza, entretanto ainda me restou a esperança de achar um outro eu melhor que o menino da King's Street, e eu achei. Achei como num sonho, como se eu já o conhecesse. Porque tudo na vida começa e termina com um sonho. E no meu caso? com o que restou, uma capa vermelha."

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jeffe Ribeiro em Dom 24 Ago 2014, 23:03

Ficha de Reclamação

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamado por Atena.
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou magro,altura normal da minha idade, sou nem muito forte nem muito fraco.Tenho cabelos encaracolados louros, olhos castanhos.
Sou pouco amigavel, sou criativo, inteligente, sou honesto com as pessoas.
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por Atena ser a deusa da sabedoria eu a idrolato, ela sempre resolve suas batalhas com esperteza. Por isso me indentifico com ela.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Eu nasci em uma pequena cidade chamada Frederick, Maryland.
Viviamos eu e meu pai, um escritor bem-sucedido, por isso viviamos  bem.
Na minha escola, tinha um amigo chamado Frederyck, ele andava esquisito e usava muletas, por isso não tinha amigos exceto eu, os professores pegavam no meu pé por causa da minha dislexia, principalmente o Sra. Martha, de História.
Certo dia, minha vida mudou. Lá estava eu, numa aula de História, quando a Sra. Martha me chamou para fora, eu fui, nós entramos numa sala vazia, ela trancou a porta e disse:
- Você vai morrer aqui.
Eu espantado disse:
- O que?
Mas de repente, ela começou a se transformar numa aranha gigante.Eu gritei de pavor, e de repente o meu amigo Frederyck entrou com uma voadora destruindo a porta, mas ele não tinha pernas, mas sim era metade bode, ele gritou:
- Jefferson, toma!
E me jogou uma caneta, que ao tocar na minha mão, virou um espada de bronze que usei contra o monstro, que acabou virando pó, eu desmaei.
Eu acordei numa espécie de cabana, meu amigo em pé do meu lado, e a caneta numa mesa do lado. Eu perguntei o que havia acontecido e ele me respondeu:
- Aquela era Aracne, este é o acampamento meio-sangue.
Depois de me explicar tudo, eu e ele fizemos um tour pelo acampamento, que achei incrivel.
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Ficha de reclamação

Mensagem por Leirbag em Seg 25 Ago 2014, 11:28

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Eu quero ser um sátiro.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Da cintura para cima tenho o corpo malhado, pele com a cor parda, olhos com uma cor avermelhada(se possivel, se não Azul mesmo) cabelo estilo black power médio, Da cintura para baixo, os pelos da minhas pernas de bode são pretos juntamente com o casco.
Emocionais: Me mostro sempre que consigo: alegre, engraçado e brincalhão, não gosto de ser bondoso, mais se a pessoa ao meu ver tiver uma amizade verdadeira comigo, faria,faço e sempre farei o possivel e impossivel para salva-lo, gosto tambem as vezes de me mostrar misterioso, contando as coisas as vezes somente para quem considero confiavel.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Eu quero ser um Sátiro porque, Me interessei pelos seus poderes passivos e ativos que envolvem em sua maioria, a natureza da qual tenho muito afeto.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Leirbag, 18 anos, sátiro, sempre gostou de ser um sátiro desde pequeno mostrou-se orgulhoso por nascer como tal ser, sempre inventando coisas para fazer e estrategia de batalhas para quando crescer e virar um guerreiro, seu pai sempre o ensinou tudo que sabia sobre o mundo, e ouvindo tais  lições Leirbag ficava impressionado e maravilhado com oque poderia encontrar no mundo la fora, depois da porta de sua casa.
Mais um dia seu pai saiu para ajudar em um conflito que estava havendo, e nunca mais voltou, sua mãe, ja tinha partido ha tempo fazendo com que o pequeno sátiro visse que o mundo era belo e cheio de coisas boas, mais tambem podia ser impiedoso e maligno, a partir desse dia Leirbag foi para o meio da floresta  com sua flauta de bambu, e foi viver junto as plantas e animais das florestas, sempre ajudando-as como podia e sendo ajudada por elas.
Apos chegar aos seus dezesseis anos o garoto tambem com a ajuda da natureza foi em rumo ao acampamento meio-sangue para treinar e se tornar um guerreiro, como seu pai não tinha lhe falado muito sobre o acampamento, ele esperava que lá aceitassem sátiros, chegando lá ele foi bem recebido, e começou seu treino, para se tornar um forte guerreiro, mais tambem para realizar algo que estava em sua mente e em seu coração.
Leirbag
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mistletoe Mirchoff em Seg 25 Ago 2014, 22:57

Reclamação
The Son of Melinoe



▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Melinoe

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas: Logan é alto, com 1,78 de altura. Sua pele é pálida, quase da cor de um albino, mas o que faz a grande diferença é que ele tem os cabelos negros. Seus olhos tem uma coloração verde, que chamam a atenção, já que o garoto é completamente pálido e tem olhos vivos e marcantes. Seus cabelos lisos tem uma coloração castanho-claro, que entra em contraste com sua pele. É magro, pois não come quase nada, já que não gosta. 

Emocionais: Logan tem um psicológico difícil e rebelde, já que foi criado com muitas barreiras. Se considera curioso demais, e a curiosidade matou o gato, como dizia sua mãe. É caracterizado por abandonar os amigos na hora errada, e esse é um dos motivos de passar a maior parte do tempo sem ninguém. 

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Pq simNão tem verdadeiramente um motivo. Todos, sem exceção, escolhem o progenitor por causa dos poderes. E esse foi um dos motivos da minha escolha. Porém, quando criei a ficha do Logan - que ia ser para Apolo - , eu tive uma explosão de criatividade, criei uma trama inteira em um só segundo, que só dava certo com um filho de Melinoe. Então, está aí a minha explosão.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Logan não estava se sentindo bem desde o último treino. Sentia-se esgotado, e sua pele estava mais pálida que o normal. Sentou-se na sua cama do chalé de Hermes, mas simplesmente não conseguia relaxar. Suas pernas tremiam, um tique nervoso ocorria. Não conseguia ficar parado.

A prole de Melinoe levantou-se, e saiu do chalé. Daquela vez, queria aventuras, queria algo a mais, embora estivesse totalmente esgotado. Ele já conhecia um local perfeito para aventuras, a floresta. Seu corpo tremia, enquanto caminhava até ali.

Ao adentrar na floresta, de pura escuridão, ele permaneceu parado por algum tempo, sem mover um dedo. Tinha alguma coisa por ali. E não eram apenas árvores e luz do sol. Alguma coisa estava o chamando. A floresta ficava mais densa, parecendo dar um alerta do que havia lá dentro. Até então, tudo parecia normal, porém, o que Logan vira fora totalmente anormal.

Um ser transparente estava na frente do semideus, acenando para tal. Ele não sabia quem era, nunca tinha visto aquela mulher na sua vida.

- Filho de Melinoe, me salve. – A voz da bela mulher era gélida e trêmula, e ela parecia que estava acorrentada.

- Filho de... Melinoe? – Logan gaguejou. Aquela mulher era um fantasma.

- Me salve... –Oliver tentava tocar na mulher, mas seus dedos apenas passavam por fora.

- Eu... vou te salvar... – O filho dos fantasmas não tinha certeza do que estava dizendo, nem mesmo do que estava fazendo. Aquela mulher disse Melinoe?

- Obrigada... – A mulher desapareceu aos poucos, assim como sua voz.

Logan ajoelhou-se no chão, confuso. O que pensara ser um dia normal, era mais do que aquilo. Então, notou um brilho esbranquiçado cercando sua sombra. Ele olhou para cima, e pode distinguir o belo holograma que pairava sobre sua cabeça. O desenho de um fantasma, símbolo de Melinoe. Havia sido reclamado.

Oe:
A mulher faz parte da trama do Logan, ou seja, ela vai aparecer mais vezes em missões e etc. Farei uma DiY para explicar o que ela é, e etc.



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Camille Tassole em Ter 26 Ago 2014, 00:55



Alma de flores.




Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamada por Perséfone.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
O par de olhos castanhos mescla perfeitamente com o tom escuro dos cabelos, estes que sempre estão brilhantes e belos na altura dos ombros e sendo a principal fonte de seu perfume tão consagrado e único. O nariz é fino, retilíneo e arrebitado. Os lábios são salientes e levemente cheios entreabrindo com covinhas até as bochechas suaves das maçãs do rosto proeminentes, arrematando o formato oval com traços bem contornados. O som de seu riso é contagiante e as bochechas quase sempre ficam vermelhas sem motivo certo. Aparência em si é saudável e exuberante sempre afilada na delicadeza feminina, a pele é branca, mas naturalmente bronzeada e as sobrancelhas perfeitamente arqueadas. As pernas são torneadas sem esforço algum e o quadril largo, sustentando a cintura fina e seios fartos, atribuindo as curvaturas intensas ao longo do corpo no metro e setenta e dois de altura. No verão e principalmente na primavera, é praticamente impossível vê-la chorar, consumida pelo egoísmo ou frieza. Seu sorriso encantador fica constante na face iluminada e maravilhosa com a mais perfeita das estações para a filha da Deusa. Assim, se comporta com mais naturalidade e simplicidade; uma ótima ouvinte, imaginação fértil, romântica, mente ágil e demonstrando um zelo para os demais, amigos, parentes e até mesmo desconhecidos. Lida bem com as palavras e sentimentos, mas seu coração é tão delicado quanto a pétala da menor flor existente, assim como sua confiança. Gosta de seduzir, amplifica os sentimentos e suas demonstrações como algo mágico e crucial em sua vida. Busca sempre a tranquilidade e a paz, não escondendo os traumas passados, mas não culpando ninguém por isso. Algo que, infelizmente, sob-ressalta ao outono e inverno onde a tristeza apenas por si só corrói seu peito e leva grande parte de sua esperança e bom gênio. 

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
A identificação foi imediata com a Deusa, buscando uma personagem que dê prazer de jogar, possa explorar o leque de poderes afiliados ao próprio gosto e desenvolvimento interno, além das perspectivas de amizades no Acampamento, Perséfone é a melhor escolha. Acredito que toda a interpretação dos filhos dos deuses equivalem para muito mais mitologia do que a simplicidade juvenil de Percy Jackson e eu, particularmente, conheço bem os mitos, hinários e a deusa é minha predileta nessas questões. Quanto Camille, a combinação é perfeita e existencial, ela possuí a leveza e o encanto na alma muito além da beleza e do perfume tradicional, seu riso, os gestos e a genuinidade na gentileza, paciência e tranquilidade. Não, não é perfeita, mas se molda melhor naquilo que a prevalece tal como Perséfone quando raptada ao Submundo e sem mais escolhas, deixou de ser Koré de lado para se tornar definitivamente Rainha. São duas formas, vertentes, que atribui muito do físico e principalmente do psicológico e a personagem tem seu valor, além da vontade e potencial para fazer a diferença.


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


12:48h, Primavera em Coimbra.
Tudo pronto, querida? — Dinis estava calmo, porém suas olheiras em volta dos olhos esverdeados estavam cada vez mais escuras, tão escuras quanto a blusa de algodão que Camille vestia. Sua pele morena tampouco se destacava igualando as ondas dos cabelos brilhantes e cheirosos, cheiro contínuo e delicioso por todo o copo maciço e curvilíneo. Um suspiro pesado entreabriu a boca de Camille e seus olhos encontraram os do pai. 
Acho que sim.
Terminava ele de ajustar os caules de algumas tulipas para a mesa da sala de estar anexada à cozinha pequena de armários amarelos da década de setenta. — Bom! Estou a preparar o almoço. Quer tuas batatas agora? — Solícito o homem calvo lhe perguntou enquanto a jovem terminava de fechar o zíper de uma mochila esportista. Algumas mudas de roupas e itens pessoais seria o suficiente para uma viagem bem… Diferente. Só sabia o destino que era na América, perto de Nova Iorque ou algo assim. E passaria um bom tempo por lá, morando com seus semelhantes e crescendo na adaptação de seu mundo; o mundo de Deuses, lendas e criaturas. Quanto esta última parte, preferia não pensar tanto. — Por favor. — Terminou de organizar e pegou um prato redondo e simples em cima da mesa, estendendo perto de uma das panelas de comida. Batatas cozidas e recheadas com caldo de frango foram postas em rodelas. Tinha uma colher pequena na mão e arrastou uma das quatro cadeiras da mesa redonda e forrada com mais flores. Flores sempre. Por todos os lados. Em cada cômodo e detalhe da casa. Cinco minutos se passaram e até lá, a jovem teria mastigado e sentido o gosto amanteigado das batatas no céu da boca, bebericando vez o outra um suco de uva integral. Os passos pesados de seu pai se uniram com ela na mesa, tendo um meio sorriso na face serena. — Ansiosa? — Camille o olhou e balançou a cabeça negativamente. Mentira. Seus nervos afloravam como os botões de rosas naquelas manhãs primaveris. Sentia borboletas fazendo piruetas em seu estômago e sua cabeça aflita. Não sabia o que esperar, o que ver e o que iria conviver. — Não está mesmo nervosa? — Voltou a balançar a cabeça negativamente, misturando o macarrão com o restante das batatas e terminando todo o prato em mais duas colheradas. Esperou alguns minutos e sentia os olhos vívidos de seu pai tentando decifrar sua expressão. Possivelmente ele se perguntava o que ela pensava, o que achava e o que tinha vontade de falar. Talvez como o outono e o inverno, Camille ficava tão seca e gélida na informalidade descartável de um orgulho introvertido. Tomou mais um gole do suco e outro novamente. — Estaria nervosa porque irei para um país que nunca estive, um ambiente em que nem sei como é, com pessoas de sangue de deuses? — Arqueou uma das sobrancelhas perfeitamente delineadas e o seco em ambas as gargantas desceram. Imaginava que também era difícil para ele, mas bastaria anos e anos que poderia ter esclarecido tudo? Logo agora? E em respostas tão mal formuladas e diretas que não saciava todo o prejuízo de uma garota criada na ausência da mãe. — Gostaria que tivesse sido diferente, só eu sei o quanto é difícil para mim agora, e… 
—  Tudo bem. —  Salientou, finalizando qualquer desculpa mais esfarrapada com um sorriso sincero. No entanto, Dinis não pareceu satisfeito, percebia que era um encerramento direto para aquela conversa que deveriam ter tido há cinco anos atrás. — Não importa muito agora, deverei aprender tudo sobre minha… Mãe. E sobre as pessoas, devo conseguir lidar com elas. Um outro sorriso mais malicioso brindou seus lábios com uma piscadela avaliativa dentro de seus pensamentos e na imaginação fértil. — Se for realmente verdade, desde que tenha flores e possa sentir a presença dela, estarei bem. — Garantiu, finalizando sem mais vírgulas ou exclamações. Finalizaram a refeição logo em seguida e deram ao rumo ao novo horizonte que esperava a filha de Perséfone.


20:23h, Long Island, fronteira do Acampamento Meio-Sangue.
Ela tinha passaporte, visto, passagem, jaqueta de couro e uma mochila grande nas costas, lá dentro existia lanterna, mapas e até doces de leite ainda de Portugal. Tinha que estar preparada, aonde quer que fosse e agora, aquilo era bem duvidoso. Estreitou os lábios ao fitar o Chevrolet antigo dando partida e subindo a poeira da estranha de uma via só no meio do… Nada. Estava escuro e sua única companhia era o som dos ventos, as árvores, as estrelas e a lua. Bom, sua visão noturna não era totalmente ruim, nem seu senso de direção, ao aroma, mesmo distante, sabia que era uma vegetação intensa e algo tropical, quase cítrico, desconfiava que eram morangos. A morena então começou a andar, tinha passado mais de nove horas dentro do avião e a viagem não foi lá das melhores, vestia as mesmas roupas desde a manhã passada e ainda sim, seu perfume exalava intensamente meio aos cabelos castanhos. Ela fungava, só queria um banho quente e uma boa macarronada, além de claro, sua cama. Era como conseguia escapar da realidade estranha e amedrontada que vivia… Sozinha, em outro país, com alguns dólares na carteira e uma ideia maluca de encontrar um Acampamento “especial” no meio de fazendas desertas e escuras em uma noite calorosa. As botas faziam barulho e balançavam a terra junto com a grama verde, mas que se tornava negra junto ao breu. Só podia perceber que subia e as copas das árvores se tornavam maiores, com isso, sua facilidade de respirar aumentava e pelo menos seus pulmões agradeciam pela aquela ideia inusitada. Podia escutar sons de alguns animais noturnos, mas nada alarmante, exceto… Uma tocha! Uma tocha! Pensou animada, alguém tinha colocado aquilo ali, certo? E sinalizava algo. Pelo menos havia vida humana nas redondezas. Sua caminhada se acelerou, cativa em encontrar o que nem sabia que a esperava. Bom, mais ou menos. Seu pai continuava na ideia dela encontrar seus semelhantes e viver a parte ausente da mãe que ela sempre acreditou que tinha abandonado-a. Imaginação ou não, pode sentir um calafrio estranho atravessando uma parte das árvores mais densas, como se existisse um limite das terras comuns que andava para aquela na qual estava. Camille parou, deixando a mochila escorregar pelos ombros e se contendo com a imagem que via abaixo: mais tochas, pequenas casas e algumas pessoas andavam por ali, podia ver de longe uma praia, a continuidade do bosque e mais alguns lugares específicos que não reconhecia pela distância… Seria uma arena? 
Ei!! — Uma voz perto de si a fez piscar assustada, tentando identificar a origem. Quando a imagem se revelou, pelas chamas das tochas espalhadas, pôde observar que era uma garota. Parecia ser mais nova, cabelos loiro-palha e ávidos olhos castanhos. Seus movimentos eram rápidos e parecia elétrica como se tivesse acabado de tomar um energético, literalmente. 
Erm, oi?
Calma, não precisa sair correndo. Você acabou de chegar, né? Botas legais. E essa mochila? Tu estava indo para os chalés? — O turbilhão de perguntas no tom curioso da menina pareceu cansar ainda mais Camille, que ficou sonsa em sua própria posição. — Opa, tá tudo bem? — A loira a abanou e apertou suas bochechas, o que fez a novata se perguntar como aquilo poderia ajudar, mas… — Desculpe, eu… Estou cansada. A-aonde estou? 
Retomou sua posição com hesitação e agora sim a desconhecida animada parecia ciente da situação. — Fico feliz em ser a primeira em ter dar as boas vindas, mas, hm, não sei se sou a melhor para isso. — Ela coçou a cabeça, mordiscando os lábios. Camille precisava realmente de alimento, mas pigarreou, abrindo um sorriso sincero e lateral. — Não tenho muita opção e você parece bem gentil. Pode tentar, dificilmente as coisas se tornem ainda mais estranhas. — Avaliou em uma piscadela e a loira apontou para os chalés distantes, começando a dar passos em direção à uma trilha. — Acontece muito diferente para todos nós, sabe? Alguns já suspeitam, outros desmaiam assim que ficam sabendo, chegam machucados e etc. Você parece meio ciente, embora não tenha certeza… Alguns jovens vivem aqui e se você está aqui, não é normal. Não no mal sentido… — Ela gesticulava e ria enquanto falava o que acabava embalando brisas suaves e calmas que relaxa Camille e dava forças para continuar. — Nossos pais ou mães são lendários… Não mortos, mas bem velhos tipo… Da Grécia.
Deuses. — Ela afirmou, olhando para o caminho com receio de tropeçar e sair rolando o resto da colina, talvez já estivesse inebriada pelo sono e cansaço ou… Simplesmente acreditava naquilo. Os olhos castanhos a fitaram surpreendidos. — É! Você tem alguma suspeita? 
Camille ponderou e acabou sorrindo novamente, a caminhada foi mais rápida do que havia pensado e a poucos metros adiante, estaria na área onde alguns chalés ficavam próximos e outros campistas pudessem vê-la e isso ela não sabia se ainda estava pronta. 
Desde sempre, mas de uma forma diferente… Meu contato sempre foi especial, sabia que não era coisa de criança ou da minha cabeça… Meu pai nunca teve certeza, mas principalmente aqui e agora, eu… Eu sinto, sinto no meu peito, no ar e no aroma…
Antes que ela pudesse completar emocionada, uma neblina densa a envolveu, era verde escura e quanto mais a envolvia, subindo pelo corpo até tampar seus cabelos, se tornava bordô. Os cabelos continuaram do mesmo tamanho, mas mais brilhosos e vistosos, ainda mais perfumados e agora arrematava uma linda coroa de flores vermelhas, as vestes surradas e velhas também haviam sido trocadas de um jeito esplêndido: um vestido em degradê vermelho e preto de adornos florais como arranjos que ia de seus ombros até os pulsos, havia uma fenda na perna direita com os mesmos ramos e formações de pequenas flores ao longo do vestido, fechando em suas curvas sinuosas e a deixando estonteante. Ela conseguiu ouvir uma voz doce e serena sussurrando em grego antigo, em uma frase secreta que ela guardaria para si por toda a vida e ao mesmo tempo que uma lágrima de felicidade escorria por suas bochechas salientes, confirmando e fazendo sua vida inteira ter sentido, assim outro ramo de flores verdes sinalizava acima de sua cabeça de que agora, era reconhecida como uma campista, uma semideusa do chalé 26.



Camille Tassole
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Faith K. Adams em Qua 27 Ago 2014, 15:34



Faith Knight Adams

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamada pelo Deus Apolo.

Cite suas principais características físicas e emocionais.
Físicas:  Faith é uma garota de cabelos loiros compridos e cada fio de cabelo tão belo quanto o próprio sol, olhos claros que lembram o azul puro do céu de um belo dia de verão, pele levemente bronzeada e tendo cerca de 1.65m de altura e um sorriso e olhar puros e belos que a fazem ser uma garota bela e chamativa à maioria que a olha e uma cicatriz de uma linha imperfeita e horizontal na bochehca direita.

Emocionais: Faith é uma menina simpática, comunicativa, voluntariosa e bastante boazinha, animada e positiva mas que por vezes deixa seu lado sarcástico e irónico aparecer. Dura na queda nunca desiste e quando mete algo na cabeça vai em busca de o obter mas nem todos são completamente fortes e passadas algumas feridas até ela acaba-se por se ir a baixo e render. Preocupada e atenta a todos à sua volta tenta sempre ajudar quem precisa e animar, ela é alguém que prefere dar o calor e amizade às pessoas do que assim mesma ou seja, prefere sofrer do que ver os outros a sofrer e tenta sempre esconder seus verdadeiros sentimentos para ninguém se preocupar sendo que muitas vezes não se sabe se sorri verdadeiramente ou se é um sorriso falso mas quando necessário repreende e é severa com seus amigos ou mesmo com pessoas que desconhece. Sempre com um sorriso e um olhar carinhoso Faith irá sempre tentar entender os outros e colocar sua dor em primeiro e tentar acalmar porque sua bondade só a permite sorrir vendo os outros sorrir.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Gostaria de ser filha de Apolo porque sempre foi o Deus que sempre mais gostei de ouvir nas aulas e o que lia em livros ou na net. Gosto de artes sendo que passa bastante tempo a desenhar, cantar, escrever ou representar, sou bastante brincalhona, calorosa e carinhosa com todos mas se necessário posso ser um pouco mais severa e para além disso sou dona de uma excelente pontaria em flechas por isso acho que me identifico um pouco com Apolo.

Relate a história da sua personagem:
Era uma tarde de final de verão, uma sexta-feira quando uma menina nascera e é a única coisa que sabe sobre o dia em que nasceu. Sem nome, sem família e sem amor foi deixada perto de várias árvores onde o sol a iluminava e a criança brincava com os pequenos dedos os brilhantes raios de sol que incidiam nela. E foi nesse estado que fora encontrada horas depois a chorar já com fome e frio da noite que se colocara rapidamente, só tendo a luz das várias estrelas e da lua cheia brilhante, por um rapaz que passeava ali durante a noite e pegara nela junto do cesto onde estava coberta e da carta que se encontrava a seu lado e por fim a levando. Mas... levando-a para a onde? O pobre menino só tinha uns 15 anos e encontrava-se na escola com bastantes dificuldades, sem casa vivendo em becos a fugir. O rapaz para não a deixar sozinha a levava para a escola para o seu local preferido, as escadas de incêndio que não eram usadas e onde o sol batia lá todo o dia entretendo a pequena criança que amava brincar com os raios como brincasse com uma pessoa sem desviar o olhar do sol como uma pessoa normal não conseguia fazê-lo mas que a ela fazia sorrir e sentir-se bem e quando podia o menino ia brincar com ela e dar-lhe de comer. O rapaz só viu a alternativa de roubar comida de lojas e pessoas às escondidas mas sempre sem comentar nada a ela. Todos os anos escondendo-o esse lado que ele odiava para sobreviver e salvar a ela já que aquilo era para sustentar a ambos e teve de aprender a lutar para proteger sua nova irmãnzinha já que a vida de viver em becos era complicada. E assim foram os primeiros anos da pequena criança que fora batizada pelo rapaz por Faith Knight Adams.

[...]

Aos quatro anos e já com idade suficiente o rapaz (Cujo seu nome era Robert com o apelido que a pequena criança lhe tinha dado... Rob), Faith começou a perguntasse sobre seus pais, e um assunto tão delicado que o rapaz não soube responder assim desviando sempre o assunto.
Rob agora encontrava-se na faculdade e mantinha o mesmo esquema deixando sua irmãnzinha nas escadas de incêndio do local mas rapidamente mais anos passaram e este terminara a faculdade e procurava trabalho de mãos dadas à Faith de sete anos de idade que entrara para a escola e era maltratada por muitas crianças pela sua beleza, simpatia ou nojo da vida que levava. Mas ela não se importava, pois com Rob sentia o que era uma família, o amor desta e de alguém, a preocupação, a raiva e sobretudo a alegria.
Mas na escola as coisas começaram a ter tendências para tornarem-se mais graves partindo para agressões físicas mas sua boa pontaria que sempre tivera a salvava assim pegando em objetos e atirando em seus inimigos dando tempo para fugir e escapar e com tantas dificuldades que seu irmão já tinha, Faith resolveu ficar em silêncio mas este sabendo ou desconfiando dos problemas de sua irmã pelas feridas que trazia em seu corpo pequeno e frágil construiu um arco e várias flechas indo para a floresta onde a encontrara a treinando e melhorando sua boa pontaria que vinha consigo desde a nascença mas sempre sem ela suspeitar de nada.
Mas para além dessas dificuldades da escola e das ruas teve outro grande problema num dia chuvoso de segunda-feira após as aulas. Faith seguiu o som de que parecia ser um homem ferido, e a cada passo sentia uma guerra em seu coração, ela sabia que era perigoso mas e se tivesse mesmo alguém ferido? Seu coração dizia que era uma cilada mas sua bondade dizia para ir confirmar e ajudar, afinal alguém podia estar mesmo ferido! Mas quando lá chegou ao local percebeu, engano seu! Quando lá chegou não viu ninguém e olhava em volta agora assustada sem saber o que fazer até ao momento que viu seus olhos a serem cobertos e tudo a se tornar preto.
Escuro, estava muito escuro para alguém que amava ver o Sol, e sendo levada para um local não muito longe mas bastante frio. Sentiu-se presa, sim, estava com as mãos e os pés presos com ferros que não a deixavam mexer, por mais que gritasse continuava ali e ainda ouvia risos ainda conseguiu dar um pontapé bem forte mas não adiantou de muito para pararem pois rapidamente ficou sem roupa alguma e mãos desconhecidas a tocar-lhe pelo corpo todo descoberto, mas é que era TODO o corpo. Agarravam-lhe o cabelo e por diversão ou prazer a chicoteavam até formarem sangue e quando já viam o rosto de Faith em lágrimas estavam prontos para abusar e terminar o serviço de serem pedófilos a uma criança de apenas 7 anos. Mas demoraram demais e uma voz conhecida que fez a criança chorar de alegria apareceu dizendo "Deixem minha irmã em paz!" e som de porrada se instalou no local, Faith não sabia quem vencia ou perdia mas logo se sentiu a ser solta, vendo o rosto de Robert com alguns ferimentos tal como em seus braços mas com um sorriso lindo e confiante, logo a retirando daquele local imundo logo após vestir uma roupa nela e ao chegarem ao beco onde moravam um local onde ninguém nunca ia mas que batia o sol a qualquer hora do dia, Rob deitou a criança em cobertores cuidando dos vários ferimentos que lhe doíam e do sangue que lhe escorria pela pele e logo se deitou ao lado dela a abraçando.
Se tinha ficado traumatizada? Claro que tinha ficado! Que criança não ficaria traumatizada a ser quase estuprada e por diversão e prazer de outros ser machucada e ter seu corpo todo explorado? Durante uns tempos ninguém além de seu irmão a podia tocar ou entraria em pânico. E esse acontecimento a marcaria para o resto da vida em inúmeros pesadelos ou de pânico em frases, conversas ou gestos. Seu medo de se envolver com outras crianças ou pessoas aumentou depois disso já que era abusada ou ignorada, simplesmente era indesejada e um objeto.
De facto a criança tinha medo de se envolver com os outros por achar ser indesejada por todos e afastarem-na sempre de todas as brincadeiras. Inveja? Nojo? Vergonha? Faith nunca soube a resposta, mas a bondade e o calor de seu coração não a deixava desistir e ia sempre à procura de amigos em quem confiar e brincar. Se ela conseguia? Sim, conseguia! Mas algo estragava seus momentos de felicidade e os pais das crianças as levavam para outras escolas por nojo da menina por viver na rua voltando sempre a estar sozinha. Pura e de um grande coração quente sempre que via alguém triste ou tinha um pressentimento certeiro sobre a solidão de alguém corria até ele/a com um enorme sorriso carinhoso ajudando-o/a a resolver o seu problema por mais difícil que fosse, mas voltava sempre a ficar sozinha por ações de outros. Seria assim tão indesejada pelos outros? Teria ela alguma razão de viver? Triste e durante a noite Faith olhava Robert enquanto dormiam aconchegados um no outro com um cobertor para se manterem quentes.
-Rob... sou tão indesejada, nojenta e sem um futuro para as pessoas para ser tão ignorada e odiada por elas que acabam sempre por me afastar? - Perguntava-lhe a criança triste.
Nessas alturas Robert a abraçava mais contra si e dava-lhe um beijo na testa.
-Tudo têm sua razão de ser, é o que eu acredito. E se teus pais não te desejavam ou se mesmo no presente ninguém te deseja por perto, eu desejo, és a minha querida irmãnzinha Faith que tanto adoro e que eu ajudarei a construir um sonho e um futuro. Sempre estaremos juntos. É uma promessa. -Respondia o rapaz junto de um sorriso que enchiam a pequena de esperanças e com forças para aguentar a escola onde era afastada e as ruas que eram perigosas.

[...]

Mais anos passaram-se com os mesmos acontecimentos repetidos e com grande esforço Rob tinha um emprego, agora conseguindo alimentar ambos como deve ser e andava a juntar dinheiro no banco para comprar uma casa, o que no final fez-se um grande montante de dinheiro.
Mas um dia antes do décimo sétimo aniversário de Faith algo terrível acontecera.
O trabalho de Robert terminara por esse dia e Faith o tinha ido encontrar para irem ver a casa que iam comprar indo pelo beco inicial da vida da garota, agora uma bela adolescente e energética cheia de bondade mas algo estava lá a acontecer, um assalto a mão armada e quando iam para fugir uma bala fugitiva que em vez de ir para o seu adversário ia em direção de Faith que ficara perplexa sem saber o que fazer, aí sentira seu rosto molhado após à passagem da bala que passara por seu rosto... era sangue...mas logo seus olhos se viraram para a pessoa importante para si estendido no meio do chão encharcado em um líquido vermelho vivo o sangue de seu irmão.
Os bandidos fugiram e ela ficou ali ajoelhada a chorar durante horas agarrada ao seu irmão mais velho ficando com sangue em suas roupas velhas e sujas, seu cabelo loiro e no seu rosto, até que ouviu o som de ambulâncias a chegar e sendo levado.
Ele entrara em coma sem saber quando acordar, só sabendo que o estado dele era grave e ela ficando com uma cicatriz em sua bochecha direita formando uma linha imperfeita como ela se julgava ser fazendo-a assim relembrar aquele dia para o resto de sua vida e relembrando como ela era inútil.
Assim no dia seguinte, o dia de seu aniversário recebeu uma ligação de um homem falando que tinha uma coisa para ela em nome de seu irmão, e com o endereço na mãos ela foi a correr até aquela esperança e batendo à porta com o coração a saltar como nunca, nervosa e com medo.
-Olá... sou a Faith Adams. Ligou-me à pouco. - Falou ela com a voz trémula.
O homem com um sorriso entregou duas cartas, uma com o nome de seu irmão, outra em branco. Abriu a de seu irmão lendo o seguinte em sua mente "Parabéns Faith! Parece mentira mas estamos lado a lado à 17 anos e foram os anos mais belos de minha vida! Tornaste-te minha irmã sem ser de sangue e eu estou profundamente orgulhoso da pessoa a que te tornas a cada dia que passa. Eu desejei felicidade e apareceste tu! Obrigado por tudo Faith, nunca te esqueças de quem foste ou quem és pois isso te guiará para o futuro em que serás capaz de sorrir e ser feliz. E se algum dia te sentires em baixo olha o sol, ele te guiará e te fará sentir melhor, garanto-te, pois sempre amaste olha-lo. Adoro-te. Do teu irmão, Robert.". Lendo enquanto caminhava caiu num dos becos chorando escondendo o rosto em lágrimas e quando conseguiu forças leu a seguinte onde tinha escrito "Olá filha! Espero que alguém te tenha salvo e se estás a ler isto significa que estás viva e agradeço aos Deuses por isso mas significa que estou morta e não te fui procurar. Por isso perdoa-me. Não imagino o que sofreste ou o que sofres e não espero que me perdoes mas quero que saibas que fico feliz teres nascido. Nasceste num dia iluminado pelo sol e o local onde te deixei ficavas a brincar radiante com os raios que te iluminavam. O sol faz parte do teu ser. De quem tu és. Beijos filha e amo-te."
Faith não conseguiu evitar de dar um sorriso triste e lágrimas caírem cada vez mais por seu rosto então seus pés a levaram para fora do beco a guiando até ao local exato onde fora encontrada e ela sabia pois seu irmão lhe tinha mostrado diversas vezes. Ela olhou o grande céu puramente azul de verão sorrindo e olhando o sol sem pestanejar uma vez se sentindo parte dele e a aquecer seu coração e abrindo os braços respirando bem fundo. Aquilo realmente a acalmava e deixava-a ser quem ela era.
Ela decidira continuar como sempre foi, forte! Nunca desistir e continuar sempre! Não iria agora desistir de amigos ou de quem estivesse a sofrer. Continuaria a sorrir e estar repleta de bondade e calor em seu coração e olhar, sempre com um belo sorriso para dar coragem a todos. Continuaria a praticar com o arco e sua pontaria já que a fazia feliz e continuaria ali a olhar o sol, sempre que pudesse pois o sol dava-lhe forças. Iria esperar Robert sair do hospital e continuarem suas vidas felizes e cheios de esperanças, tinha de aguentar a escola mais um tempo e viver sozinha mas ela conseguiria! Era isso que ela acreditava.

[...]

Naquele momento de promessas ao Sol passos se ouviam. Mas quem estaria naquela floresta? Ela e Robert eram os únicos que iam nela porque todos tinham medo daquela floresta onde nunca um ser humano colocava os pés pelas inúmeras lendas que se formaram sobre o local verde e cheio de sol. Alguém corria pela floresta à sua volta, como se brincasse com Faith de árvore em árvore e esta sentiu que podia confiar e que não lhe faria mal e com um sorriso começou a correr em busca da pessoa, uma das poucas pessoas em sua vida que veio ter com ela pelos próprios pés e isso a fez sorrir.
-És bela... -Ouviu-se uma voz bela e sedutora entre as árvores atrás de si e rapidamente se virou para lá.
-Quem és tu? - Perguntou Faith envergonhada mas sem o demonstrar.
Risos se ouviram na corrente de ar que se colocou por instantes e escondido numa árvore deixou só seu rosto ser visto, cabelo preto e olhos claros era o que reparara no rosto belo do rapaz.
-Gostas de música? - Perguntou indo rapidamente para outra árvore de ramo em ramo como fosse um ótimo atleta e ela o seguia pelo chão.
-Amo! - Respondeu Faith sorrindo. Ele perguntara o óbvio. Pois sempre que podia e longe de todos ficava a cantar porque a animava.
-Gostas de artes? Desenhar por exemplo? - Perguntou trocando de lugar de novo.
-Sim! Eu amo porém não tenho dinheiro para papel e lápis assim desenho raramente.
Ele parecia brincar com Faith pois sempre mudava de local quando ela pensava o ter descoberto.
-E como és de pontaria? Gostas de ter um arco e de jogar Tiro ao Alvo? - Perguntou agora deitando-se num dos ramos mas ainda sem conseguir ver-se bem por esconder-se entre várias folhas.
-Sou ótima desde nascença! E bem que já me salvou umas vezes. O Robert me ajudou a aperfeiçoar durante estes anos.
Ele pareceu pensar e sorriu mas logo desapareceu saltando para outra árvore, para o ramo de outra árvore.
-Audição e como... um sexto sentido? Como se soubesses que algo irá acontecer ou o perigo...?
Faith pensou um pouco. Ela sempre tivera boa audição e essa sensação de sexto sentido talvez o tivesse mas revelara-se poucas vezes, por isso não sabia o que dizer.
-Audição sem dúvida que tenho uma ótima audição mas quanto à outra parte é raro mas já aconteceu... -Ela pareceu pensar de novo olhando o chão e o local de onde vinha a voz. - Ou talvez eu ignorasse. Mas ainda não me respondeu... Quem é você?
Ele ignorou a pergunta de Faith e desta vez colocou-se no chão atrás de uma árvore.
-E o Sol? Que achas do Sol?
Aquilo estava a se tornar bastante estranho e irritante para Faith. Onde o homem queria chegar com aquelas perguntas todas? Quem seria ele?
-O Sol é a fonte de minha energia, me sinto feliz e aquecida só de o olhar, sinto-me protegida e amada ao olha-lo. Sinto que faz parte de mim. Brinco várias vezes com os raios de sol como se fossem mãos a brincar comigo e consigo passar horas a olha-lo sem me afetar.
O rapaz de repente veio para a frente dela sorrindo e Faith não conseguia desviar o olhar do belo rosto e por fim olhou-o por completo...
"Aquilo são pés e parte do corpo de um bode?" Pensou Faith e o olhou de forma estranha e confusa e o rapaz riu baixo perante o rosto confuso de Faith.
-Conheces a mitologia grega? - Perguntou-lhe.
-S-Sim... quer dizer... o que ouvi nas aulas de História, li em livros da biblioteca e o que o meu irmão me contava. - Respondeu ao recordar-se.
-Alguma vez sentiste como não pertencias aqui? - Perguntou-me agora andando à volta de Faith como a analisa-se.
Sim... Faith sentia isso várias vezes e o único lugar que se sentia bem era naquela floresta quando o sol a iluminava ou perto de seu "irmão" e seu olhar deve ter respondido à pergunta da criatura à sua frente pois sorriu como se tivesse entendido a resposta e ela achou aquilo estranho.
-Espere um pouco...você é um... sátiro?! - Perguntou a Faith de repente lembrando-se do que lera nos livros e das descrições e aquilo era o mais próximo que lera sobre "Sátiros".
Ele riu-se baixo com a pergunta a encarando.
-Sim, sou. E vim buscar-te. Vem comigo para o acampamento meio-sangue onde existem muitas pessoas como tu.
-Como... eu? Como assim? - Perguntou Faith confusa.
-Sim, como tu. Tu és uma semideusa. -Faith encarou-o confusa pela qual o Sátiro continuou sua explicação. -És filha de uma humana com um Deus.
Faith não podia acreditar no que ouvia. Filha de um Deus? Que Deus? Ela sempre acreditara na existência de um único Deus e ele não era alguém que andava a enrolar-se com várias mulheres.
-Desculpe mas está enganado. - Respondeu Faith hesitante mas no fundo não acreditava nas suas palavras nem ela própria sabia o porquê assim olhou o Sol e de novo a pessoa à sua frente ganhando coragem. - Se isso é mesmo verdade... de que Deus estamos a falar?
-Um dos Deuses Gregos... - Ele estendeu a mão a Faith e esta hesitante pegou-a. - Vem comigo e descobrirás.
Ela não queria ir por causa de Robert, mas no fundo ela também queria descobrir tudo. Seria tão errado ser assim egoísta?
Ela já tinha um celular então receberia notícias de Robert sempre e estaria atualizada e alguma coisa voltaria a correr. Poderia certo? Talvez sim, talvez não. Aliás ela nao queria pensar nisso em "Talvez" ela queria certezas! Por isso iria e quando conseguisse e tivesse tudo bem ou notícias de seu irmão ela voltaria! Estava decidida e o rapaz a vê-la com uma expressão tão séria e com um olhar tão decidido sorriu a encaminhando para um carro no final da floresta numa estrada não muito longe.
Faith olhava pela janela o caminho que percorriam e que cada vez mais se afastava da zona urbana. Que seria aquilo? Há medida do tempo que mais entravam a dentro mais adolescentes havia, em grupos, sozinhos e muito mais que era impossível a Faith visualizar. Mas ela estava na verdade bastante surpreendida com o que via. Quando o carro finalmente parou ela abriu a porta do passageiro devagar e levantava-se lentamente olhando em redor. Aquilo tudo era estranho... mas sentia-se feliz. Sentia-se em casa.
Faith ficara parada a pensar por um momento, em todas as questões que o rapaz fizera e suas respostas interligando tudo e procurando um Deus da mitologia grega que tivesse essas características ou algo próximo e pelo conhecimento que tinha o que lhe vinha a cabeça era o Deus Apolo. Mas não ia falar nada, queria confirmar antes e ouvir alguém falar sobre suas suspeitas.
-Bem vinda ao acampamento meio-sangue, Faith Knight Adams filha do Deus Apolo! - Falou o Sátiro com um sorriso para mim apontando para o local.
Suas suspeitas foram confirmadas, ela sem dúvida alguma, era filha de Apolo com uma humana. O Sátiro apontou a cima de sua cabeça para a qual olhei de imediato vendo algo a brilhar em cima desta, um belo e brilhante arco amarelo tal como o sol e senti como se finalmente fosse reconhecida pela minha família. Senti-me calma e feliz.
-Obrigada! - Falou realmente muito agradecida. Seria um novo começo ali naquele lugar onde talvez deixasse de ser colocada de lado e fosse aceita.
E no final na mente de Faith um pensamento lhe passou: "Mano... eu posso recomeçar! Talvez agora eu seja feliz e quando acordares terei muitos momentos felizes para te contar!"

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zachary W. Müller em Qui 28 Ago 2014, 00:58


The Son Of Death

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser? Gostaria de ser reclamado por Thanatos, deus da morte.

Cite suas principais características físicas e emocionais.

━ Complexidade. Sim, é uma boa palavra para descrever seu psicológico. Irônico e por vezes sincero até demais, Zach é do tipo que pode facilmente ganhar a antipatia de quem passar em seu caminho por suas atitudes mal interpretadas e caráter falho quando se trata de certos assuntos, não que isso o incomode, acha que não existe problema em ficar sozinho, conversar com pessoas - a menos que queira, o que é raro - o irrita profundamente e sempre faz de tudo para afastá-las, algo que deu certo por muito tempo. Pode ser tomado como frio e calculista, a ausência aparente de sentimentos facilita que tome certas decisões sem muitos problemas, decisões que normalmente fariam alguém ficar em dúvida pelo lado emocional. Quem presta atenção vê que é observador, sempre analisa tudo e todos em sua volta, acha divertido.. Pensar em como seria o passado de cada um, os motivos de suas ações, entender a maneira como se comportam e criar as próprias teorias - geralmente mórbidas ou absurdas - em sua mente parece ser mais divertido do que realmente falar com alguém. Vai entender. Quando tem muita raiva pode perder completamente o controle e a noção do que é certo ou errado, nesse meio-tempo o melhor é nem chegar perto dele, Zach torna-se imprevisível e pode fazer absolutamente qualquer coisa, não é bom duvidar dele nesse estado. Uma característica que não poderia deixar de lado é o rancor, sofreu tantas mágoas ao longo de sua vida que até algo bobo ficará preso em sua mente e não vai desaparecer até conseguir uma vingança que considere boa o bastante, dependendo da situação. Apesar disso tudo, mesmo que seja completamente impossível e fora de questão para alguém acreditar, Zachary tem um lado sentimental, uma personalidade totalmente diferente do garoto antipático que costuma ser. O pequeno detalhe é que ainda não descobriu esse outro lado dele.

━ Dono de traços únicos, Zachary é naturalmente belo, possui um corpo esguio e sem muitos músculos aparentes, apesar disso apto para lutas. O rapaz tem um olhar profundo e misterioso, chegando a dar um toque quase atraente ao mesmo, a íris azulada se destaca na pele branca e gélida que, nem se ficasse horas exposta ao sol, iria se bronzear. Seus cabelos são castanhos-escuros e curtos, geralmente o mantém bagunçado e sem perceber passa a impressão de desleixo, apesar de no fundo ser um pouco vaidoso com a própria aparência. Sempre está inexpressivo e distante, alheio ás coisas ao seu redor, é como se estivesse constantemente na procura de algo perdido há muito tempo. Tem algumas tatuagens pelo corpo, cada uma com seu devido significado para Zach, que começou a fazê-las a partir dos 16 anos meio que pra "cobrir" cicatrizes dos tempos que passou no orfanato. Apenas uma não conseguiu esconder, a cicatriz "corta" seu olho esquerdo e desce por uma pequena parte de sua bochecha, mas sua visão por sorte não foi afetada.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Sendo Thanatos deus da morte, combinaria perfeitamente com meu personagem e a trama que pretendo desenvolver para ele, além de que estava procurando por um deus interessante e daí veio a ideia de criar Zachary.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nascido e criado em Manhattan, Zachary era o primeiro filho de Astrid e Aleksander - que por sua vez, era pai apenas de consideração -, um casal milionário e muito bem sucedido na época. Antes de conclusões precipitadas, é melhor ir avisando que ele não era um daqueles pirralhos mimados que ganhavam tudo dos pais, mesmo com toda a fortuna que a família possuía. Com uma educação extremamente rigorosa desde pequeno, aprendeu cedo a ler com perfeição e acabou tornando-se muito avançado para a idade, não demorou até que tirasse as notas mais altas do colégio. Aleksander cobrava muito dele, resultando em pouco contato com as pessoas ao seu redor, já que passava a maior parte de seu tempo estudando ou fazendo qualquer tipo de exercício mental em seu quarto. É preciso dizer que apesar de disciplinado e obediente, Zach era uma criança um tanto quanto problemática. Coisas estranhas sempre aconteciam ao seu redor, via coisas que ninguém mais conseguia enxergar e isso perturbava um pouco seu pai, obviamente não era sua culpa por não ter ideia do que acontecia, mas Aleksander pensava o contrário. Já Astrid não fazia tanta questão de reclamar sobre o assunto, era uma mãe carinhosa e doce que foi de grande importância para que seu lado bom despertasse - mesmo que por pouco tempo -, mas era apenas com ela, quando estava cercado por outras pessoas re-colocava a máscara de inexpressividade e encenava o filho perfeito que seu pai tanto quis construir, enquanto conseguisse fazer aquilo nada iria dar errado. Ao menos era o que sempre pensou, e então veio o acidente que mudou completamente sua vida, impossível saber se para melhor ou pior. Aquele sempre foi seu medo, só não tinha percebido antes.

[…]

“Você consegue, Zach… A janela. Saia pela janela.” Seu corpo não reagia, era como tivesse perdido a capacidade de auto-controle e não pudesse fazer nada além de ficar ali quieto para esperar e ver o que aconteceria. Precisava fazer algo! Quando finalmente conseguiu controlar o próprio corpo, tentou se mover uma única vez, no começo não sentiu nada, mas então uma dor aguda atingiu sua barriga e precisou segurar-se para não gritar. Levou a mão trêmula até o local e nem precisou olhar pra saber que o líquido manchando a camisa era sangue. - M.. Mãe? - sua voz saiu rouca e forçada, percebeu que não conseguiria falar muito pela garganta que arranhava, como se tivesse engolido cacos de vidro ou sei lá, mas sua preocupação com aquilo no momento era mínima, estava mais interessado no motivo pelo qual não houve resposta ao chamado. Deu seu melhor pra olhar em volta, tentando não provocar o ferimento - do qual ainda não sabia a gravidade, mas doía pra caralho - e pôde ver os bancos da frente do carro, seu pai inconsciente no volante, sua mãe… onde estava ela? Respirou fundo pra manter a calma, um cheiro de sangue misturado com fumaça invadiu suas narinas. - Alguém?! - chamou outra vez, silêncio. Esticou o braço para alcançar Aleksander, sua pele estava fria, checou seu pulso e finalmente percebeu que o pai se foi. Tristeza? Alívio? Era difícil definir o que sentia naquele momento, tudo estava confuso e achava que poderia desmaiar a qualquer segundo, para sua surpresa sentiu mãos firmes agarrando seus braços. Não tentou resistir, apenas deixou-se ser levado e quando se deu conta já estava fora do carro, sendo carregado nos braços por o que parecia ser um paramédico, não tinha prestado atenção nas sirenes de ambulância até então. - Você vai ficar bem. -, ele dizia, porém não era isso o que queria ouvir. - Cadê a minha mãe? - perguntava a mesma coisa repetidamente, tentava se soltar dele algumas vezes mas era inútil, um homem adulto contra um garoto de 4 anos? Antes de ser afastado do cenário desastroso viu um corpo sendo coberto numa maca enquanto era levado para algum local, lágrimas se formaram em seus olhos ao ver o rosto do cadáver… era Astrid.

[…]

Depois da morte dos pais era óbvio que precisaria de outra pessoa para cuidar dele, seus tios foram notificados quase imediatamente sobre o acontecimento e, como esperado, não queriam o garoto em sua residência. Sua relação com eles nunca foi das melhores, tinham filhos um tanto quanto insuportáveis e inúmeras vezes “incidentes” aconteceram quando estava por perto, concluíram que seria melhor mantê-lo o mais afastado possível. No começo todos pensaram que ele teria sofrido algum tipo de trauma por ser muito novo, fizeram vários testes psicológicos para ter a certeza de que estava “tudo bem” antes de mandá-lo para um orfanato qualquer da cidade. Nunca pensou que poderia adquirir tamanho ódio sobre um simples local. No começo eles até pareciam se importar, sabe? Eram gentis e aparentavam ser boas pessoas, sempre dispostos a ajudar caso fosse necessário.. infelizmente, toda aquela encenação durou pouco tempo, talvez até menos do que imaginava. Como em todos os lugares que ia, Zach também arranjou problemas no lar temporário, a única diferença foi que as consequências pela série de eventos causados pelo jovem foram extremamente severas, e não era exagero afirmar aquilo. De fato era difícil manter um bando de pirralhos desorganizados na linha, mas o dono dali achou seu “jeitinho especial” de ganhar o respeito - e principalmente medo - de todos, afinal, nada melhor do que ameaçá-los para ter certeza de que não fariam nada de errado, certo? Bom, ao menos era o que parecia passar pela cabeça dele. Zach era o único que sempre discordava das regras e por causa disso voltamos para as tais consequências, porém dessa vez com um pouco mais de detalhes. As ameaças transformaram-se em reais punições tão rapidamente quanto um estalar de dedos, geralmente era apenas espancado quando fazia coisas erradas, porém logo tornou-se diversão para as pessoas dali, e a partir disso o sofrimento de verdade começou. Agulhas de costura, tesouras, facas de cozinha, tudo que parecia servir como instrumento de tortura era usado, algumas vezes faziam tudo escondido para ninguém suspeitar, noutras era na frente dos outros órfãos, que talvez por medo de passar pela mesma coisa, ficaram contra Zach também. Aquilo nunca iria parar, era óbvio, então quando completou 15 anos, fugiu. Levou apenas uma mochila com o necessário, provavelmente ficaram felizes com a partida de Zach porque nem se deram ao trabalho de procurar por ele ou algo assim. No começo não teve tantos problemas, tinha roupas e suprimentos para alguns dias, apenas não pensou que acabaria ficando de vez nas ruas. Geralmente vagava por becos solitários em busca de conforto, talvez um canto não tão sujo onde poderia descansar por certo tempo antes que alguém o expulsasse dali com chutes ou xingamentos. Quase já estava acostumado a olhar em volta e saber que todos o desprezavam, o enxergavam apenas como um moleque qualquer que não teve tanta sorte como outros e acabou ali. Talvez ele realmente fosse aquilo, um azarado que errou de caminho e se perdeu no meio de toda aquela merda, isso até conhecer alguns traficantes.. porra, eles fizeram Zachary pior do que já era, algo que julgava impossível até então. No começo ele apenas entregava pacotes, não se envolvia tanto nos assuntos internos e enquanto recebesse o dinheiro estava bom, logo sua infeliz curiosidade o deixou mais interessado do que devia. Depois que provou pela primeira vez, aos 17, simplesmente não conseguiu mais parar. Ah, as drogas eram o paraíso. Podia esquecer de todos os problemas e entrar num mundo só dele, uma realidade onde não precisava se preocupar com nada e aquilo o fascinou completamente. Como conseguia o dinheiro pra comprar dos traficantes? Fácil. Veja bem, Zachary aprendeu três coisas nas ruas: Mentir, roubar e matar. Eram os únicos modos de sobreviver ali, e querendo ou não, precisou se adaptar. Atraía garotas pra cantos escuros com quase facilidade, algumas palavras sussurradas em seus ouvidos e já eram suas, não que o sexo fosse algo obrigatório para conseguir dinheiro delas, mas era melhor roubá-las sem perceberem do que criar toda uma cena, estariam muito ocupadas gemendo por mais. Poderia fazer o que for, mas sempre precisava ser discreto o bastante para não envolver autoridades. Daquela maneira não era difícil conseguir o dinheiro de que precisava, mas ele sempre queria cada vez mais, até que chegou ao ponto de não conseguir passar um único dia sem as drogas.. sinceramente, o pior nem era isso. Era quando começava a pensar que as roubaram de você, não demorou para que Zach desconfiasse até dos traficantes, foi o limite para ele. Com um simples caco de vidro fez um estrago surpreendente, mas em certo momento pôde jurar que viu uma duplicata perfeita de si, e os traficantes também pareciam ter notado. Os tempos de Zachary nas ruas, depois de passar por tanta coisa, transformaram-no em alguém completamente fora de si, egoísta, danificado. Alguém que sentia-se tão familiar com a morte que chegava a ser assustador, até mesmo para ele.

[…]

Merda, o quê tinha feito? Como pôde ser tão inconsequente? Sangue manchava suas roupas, estava quase perplexo diante do próprio “trabalho”, não sentia culpa, não sentia nada, apenas um vazio apoderando-se cada vez mais de si. Tinha que sair dali, mas tinha perdido a capacidade de mover-se. Já fez muitas coisas ruins e admitia, mas nunca pensou que alguma vez chegaria ao ponto de matar alguém.. muito menos por drogas. Quando finalmente conseguiu se mexer não perdeu tempo e correu, pouco importava para onde estava indo, só precisava ficar longe daquela cena o mais rápido possível.. e achar roupas que não estivessem sujas de sangue. A segunda coisa era relativamente fácil, considerando que apenas precisava alcançar sua mochila e resolver o resto depois. Por quê estava tão tranquilo sobre o assunto? Deveria estar sentindo remorso, não planejando como escaparia daquilo sem ser pego! Talvez… talvez uma pequena parte de si tenha aproveitado o sentimento. Aquela sensação estranha e ao mesmo tempo tão boa de ter completo controle, o poder de tirar ou não a vida de uma pessoa. Seus pensamentos foram interrompidos ao esbarrar contra algo - ou melhor, alguém. Virou-se rapidamente e deu de cara com um garoto de quase da mesma altura que a sua, cabelos negros lhe caíam sobre os olhos e vestia uma camisa laranja com um símbolo qualquer, não se deu ao trabalho de identificá-lo naquela hora, mas.. ele tinha uma adaga presa á cintura? Tinha a mochila do rapaz em mãos também! Suspirou fundo antes de se revelar para o menino. - Sinto muito.. mas essa é minha mochila. - será que a escuridão do local seria o bastante para disfarçar o sangue? Esperava que sim, mas perdeu as esperanças quando foi analisado de cima á baixo pelo desconhecido, que depois de o encarar por uns momentos, deu um sorriso aliviado. - Já era hora de te encontrar! Sou Lucca. Não posso devolver ainda, desculpa. - antes que pudesse demonstrar qualquer reação, ele continuou. - Precisa vir comigo para o Acampamento Meio-Sangue. Lá é mais seguro do que aqui, acredite. - Acampamento Meio-Sangue? Por quê o nome lhe era tão familiar..? Ah, sim. Sua mãe tinha mencionado aquilo, apesar de uma única vez, no dia do acidente. Astrid argumentava com Aleksander sobre algo e no meio da discussão ela falou sobre o tal do Acampamento. Envolveu seu nome na conversa mas era tudo que conseguia se lembrar, percebeu logo o que ele estava querendo fazer ali. Deveria saber que Zach possuía coisas importantes naquela mochila, por isso estava basicamente usando chantagem. - Tudo bem, eu vou com você. - uma parte sua dizia que não faria mal confiar nele, mas não sabia o motivo e isso o deixava inseguro, já que nunca foi daquela maneira. Talvez os acontecimentos anteriores tenham mexido com ele, ou apenas não queria se meter em mais brigas desnecessárias aquela noite. Andaram um pouco por esquinas, sempre por cantos mais escuros para não serem notados, até que ele parou na frente de um carro qualquer e literalmente começou a examiná-lo, como se procurasse por possíveis aberturas ou sei lá. - Espera. Você vai roubar a porra de um carro?! - sem resposta. Que ótimo. Sabia que não poderia ficar ali, que escolha tinha senão ir com ele? Estava completamente ciente de não estava sendo muito inteligente com suas decisões, mas precisava arriscar-se. Lucca conseguiu abrir a porta sem que o alarme soasse, Zach sentou-se no banco de passageiro quase de imediato, suspirando enquanto o carro dava partida e tomava seu caminho na estrada. - Quando chegarmos lá, vai entender melhor as coisas. - não deveria confiar nele, mas que diferença faria? As coisas não iriam ficar piores do que já estavam, não tinha nada para perder. Estava cansado demais para tentar desenvolver qualquer tipo de conversa e não deixou muito difícil de notar, portanto a longa viagem seguiu em completo silêncio, tanto que chegou a quase adormecer em certo ponto. Quando Lucca finalmente parou o carro já estava amanhecendo, apressou Zach num caminho meio escondido entre várias árvores e por fim uma colina, dando entrada ao provável Acampamento. Parecia um cachorrinho perdido pelo modo como andava ali, sempre olhando em volta e tentando acompanhar o ritmo apressado de Lucca, passavam por vários adolescentes que vestiam a mesma blusa laranja, alguns treinavam com arco-e-flecha, outros com espadas e coisas desse tipo, quase parou para observar tudo em sua volta. Por quê estava ali? Primeiramente, que tipo de lugar era aquele? Nem reparavam direito nas roupas ensanguentadas do rapaz, claro que recebia uns olhares aqui e ali, porém a maioria parecia ocupada demais com os próprios afazeres. Logo se aproximaram de um tipo de "casa" - lembrava muito imagens que viu em seus livros de história -, Lucca o acompanhou até a entrada e então o mandou ir adiante enquanto devolvia sua mochila, não tinha muitas outras opções, portanto o fez e não demorou até que encontrasse um homem ali dentro. Tinha barba recém-cortada e rosto amigável, os braços estavam cruzados sobre o peito e quando viu Zach começou a aproximar-se, mas uma coisa impedia o jovem de olhar diretamente em seus olhos. Ele era… metade cavalo? Estavam zoando com a cara dele, certo? - Estou feliz de ver que alcançou o acampamento vivo. Sou Quíron. Diga-me seu nome, garoto. - estava completamente desorientado, não sabia como reagir e o mais lógico naquele momento era concluir que tudo não passava de uma alucinação, porém algo o impedia de aceitar tal pensamento tão rapidamente. Engoliu em seco. - Zachary, uhn, senhor. Você é um.. ehh.. centauro? - não acreditava que estava realmente perguntando aquilo. Era bem óbvio, claro, mas não poderia ser real! Quíron apenas sorriu. - Sim, eu sou. - notando que o rapaz não sabia o que falar, ele prosseguiu. - Conhece os deuses gregos, certo? - mas que tipo de pergunta era aquela? Obviamente! A maioria dos livros que lia eram sobre mitologia, sempre foi atraído pelo assunto e sua mãe costumava contar histórias para ele antes de dormir.. mas já fazia muito tempo. Vendo o brilho no olhar de Zach, continuou. - É tudo real, por mais absurdo que pareça. Algumas vezes esses deuses se apaixonam por mortais, têm filhos.. semideuses, mais especificamente. Você é um deles. - ok, agora estava tão desorientado e confuso quanto antes. Como assim “é tudo real”? Caralho, deviam estar achando que era idiota. Os acontecimentos daquele dia já tinham sido estranhos o bastante, a última coisa de que precisava era todas aquelas informações bagunçando sua cabeça, muito menos quando eram passadas por um velho com bunda de cavalo. Por questões de educação não usou aquelas palavras em voz alta. - Esse Acampamento é o único local seguro para você e os outros, ao menos até serem experientes o bastante para tomarem o próprio rumo. - precisou de uns momentos para processar toda aquela informação, então finalmente resolveu falar. - Ok, se isso for real, como diz.. de quem sou filho? - a curiosidade do jovem era quase óbvia pelo tom que usava, Quíron provavelmente percebeu de imediato e não hesitou em responder. - Você ainda é indefinido. Seu pai irá te reclamar quando achar melhor, então só podemos esperar, no meio tempo ficará no chalé de Hermes. - suspirou. Era melhor que nada, certo? Ao menos teria um tempo para entender mais as coisas e se adaptar.. logo foi guiado até um tipo de chalé por Lucca, que aguardou do lado de fora até que a conversa acabasse. Esperava que fosse mesmo algo temporário..

[…]

Há quanto tempo estava ali mesmo? Poucos dias, provavelmente. Perdeu um pouco a noção do tempo desde que chegou no acampamento, estava muito ocupado tentando se acostumar com tudo em sua volta, principalmente o fato de ser um.. semideus. Até pensar naquilo ainda parecia estranho, mas não tanto quanto passar seus dias no Chalé 11, sempre precisando esconder os pertences para não “desaparecerem”. Não que estivesse reclamando, foram todos bem receptivos em sua chegada e tinha muitas pessoas para conversar, aliás, Lucca era um filho de Hermes. De uma maneira ou de outra, preferia ficar em seu canto sem incomodar ninguém. Isso até todos começarem a encarar o rapaz do nada. Olhou para cima na procura do que causava aquilo tudo, e então notou. Era algo como um holograma acima de sua cabeça, um ceifador fantasma segurando uma foice. O quê será que significava? Passou a mão por cima da cabeça numa tentativa de fazer aquilo desaparecer, mas não obteve sucesso. Logo já estava praticamente cercado por campistas que poderiam ser tanto filhos de Hermes quanto indefinidos, tinha virado o centro das atenções naquele chalé e precisava admitir que sentia-se bem desconfortável com aquilo. Murmúrios constantemente alcançavam os ouvidos de Zach, vinham de todos os lados e ficara impossível bloqueá-los, mas apenas um deles se destacou e chamou a atenção do rapaz: “Acho que é o símbolo de Thanatos..”
Zachary W. Müller
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alessa Hournshire em Qui 28 Ago 2014, 08:53

Reclamação


~Progenitor:
Melinoe, a deusa dos fantasmas.

~Características:

Físicas: Era considerado grande para a sua idade, com seus 1,40 de altura aos doze anos. Pele extremamente pálida, assim como fria, era marcada com facilidade; nela não havia marcas, ainda. Cabelos escuros e opacos, olhos claros e sem vida.

Psicológicas: Ainda que pareça, não é inocente de forma alguma. Sua alma fora maculada por uma culpa que não carregava, e em sua mente ficaram marcadas as palavras mais difícieis de serem escutadas. Seguindo isso, não possui travas na língua, falando o que bem entender, quando bem entender. Raramente arrepende-se de algo feito, mas quando o faz realmente soa verdadeiro. Odeia mentiras ou traições.

~Motivo:
Algum tempo atrás eu tive uma co.ta de Melinoe, mas desanimei dela e acabei por doar para alguém que realmente queria. Entretanto, essa vontade voltou, e aqui estou eu. Pois é.

~História

NEM TUDO É O QUE PARECE
As lamúrias que foram ouvidas pelos fantasmas do lugar deram início ao caso. Em um sítio afastado da cidade, um corpo jazia no chão, ensanguentado, marcado por perfurações de faca. Com ele estava um jovem de apenas doze anos, segurando sua cabeça enquanto chorava copiosamente.

Não pensou em pedir ajuda, pois sabia que ela já havia partido; não estava sozinho, porém, porque no local vários homens e mulheres olhavam-no tristes. Todos em formas espectrais.

Não conseguiu dormir, estava aterrorizado. No outro dia, sem saber como, a polícia chegou ao local, e obviamente não acreditaram que ele não havia visto quem matara sua irmã. Fora tomado por assassino, imaginem só. E então fora a julgamento, para ter seu futuro injustamente condenado.

SALVO A TEMPO?
No anoitecer daquele dia, o carro forte levava o garoto, algemado, até o presídio. Após seu curto julgamento, no qual fora condenado pela morte de Helena Huckbridge, teria uma estadia "longa" naquele lugar; só sairia dali depois de barbado.

Em momento algum de seu julgamento, ou de sua tão demorada escolta até o presídio, cogitou a ideia de fugir. Era apenas um jovem garoto, sozinho no mundo, orfão de pai e de mãe desconhecida; a única pessoa por quem ele realmente nutria sentimentos e podia confiar estava morta, e todos pensavam ser ele o culpado pelo assassinato. Imaginem só um garoto de doze anos matando sua própria irmã com uma faca de caça. Ridículo.

Mesmo estando longe da realidade, sabendo tudo o que provavelmente sofreria, Huckbridge escutou o som da chuva retinindo na lataria do carro forte que o transportava. Fora repentina, e tinha plena consciência de que, poucos instantes antes, assim que entrou ali, o céus estava completamente aberto, sem sinal algum de chuva.

Ainda assim, mentalmente deu de ombros. Não faria diferença se estivesse chovendo ou com o céu limpo; ele continuaria indo para a prisão.

Foi quando, minutos depois, sentiu um enorme impacto, como uma bomba quando libera energia. O carro que o levava parou, e, em seguida, Nollan pôde ouvir sons de tiros. "O que diabos está acontecendo?", pensava ele. Levantou-se e olhou pelas pequeninas grades de sua prisão temporária, mas nada conseguiu ver. Sua audição, porém, parecia tomar um rumo mais abrangente, pois gritos e lamúrias foram ouvidos, um estampido final e, finalmente, algo batia no veículo em que estava.

Ouviu um intenso barulho na porta traseira do veículo, por onde tinha-se acesso ao compartimento habitado por Nollan. O garoto tinha a respiração pesada, o coração acelerado, e suava. Procurou avidamente por algo com o que se armar, mas nada via ali além de seu próprio corpo.

Quando a tranca pareceu abrir-se, um intenso brilho esverdeado tomou conta do compartimento, emanado pelo acusado do homicídio. Acima de sua cabeça uma imagem que parecia um holograma pairava; seria aquilo uma espécie de fantasma?

Desviou sua atenção por hora para a porta, e quem viu o deixou estático. Um garoto jovem, sério, de cabelos negros como as águas do Estije, o encarava; em sua mão uma espada negra como seus cabelos era notada, seu corpo, encharcado, arfava numa respiração pesada.

— É ele. — Disse por fim o estranho, sorrindo, olhando para o lado. Parecia ter cumprido algum tipo de objetivo.

Alessa Hournshire
Filhos de Melinoe
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 087-ExStaff em Qui 28 Ago 2014, 09:24

Avaliação de fichas


~Avaliados por Orfeu:

Loblon Vanter ~ Não reclamado

Filho, alerto-te para que detalhe melhor todos os pontos da sua ficha, para que não fique tão pobre da forma que está a atual. Fale mais sobre a personagem em sua história, detalhe mais a sua aparência, entre outros adendos. Até a próxima, indefinido.

Kenshin Murakami ~ Banido por plágio parcial

Ficha plagiada parcialmente do player Kanato Hongo, na página 62 desse mesmo tópico. Embora tenha tentado alterar algumas partes, meu caro, ainda assim ficou perceptível a condição de plágio parcial passível de punição. A ideia de uma garota ser semideusa e estar na floresta juntamente com a personagem principal catando galhos secos foi o que te denunciou, ainda que o final não tenha sido parecido; além disso, alguns traços do fator psicológico puderam ser notados, iguais, nas duas fichas. Devo adicionar uma nota de repúdio a essa ação que tomou, meu jovem. Seja original.

Caim Lee Baker ~ Reclamado como filho de Hefesto

Uma ficha original, criativa e envolvente, Caim. Fora realmemte satisfatória, e os erros, ínfimos, nem sequer chegaram a abalar sua aprovação. Sem mais a acrescentar. Meu parabém, filho das forjas.

Melissa.Chase ~ Ficha não avaliada

Melissa.Chase, de acordo com as regras do fórum seu nome está inadequado pelo uso do ponto entre o nome e o sobrenome. Por favor, queira pedir a mudança no devido tópico [CLIQUE AQUI] e postad novamente a sua ficha para que seja avaliada.

Roy A. Harris ~ Reclamado como filho de Eos

Primeiramente, querida, queria dizer-lhe para subir um pouco o nível de suas fichas. Não é a primeira, nem a última, portanto peço encarecidamente para que, ao menos, dê uma coloração às falas, ou detalhe mais a sua ficha; dizer que vai fazer DIY para especificar não resolve nada, até por você mesmo ter dito que não faz DIY em fake. Contudo, meu parabém, filho do amanhecer.

Collin G. Monroe ~ Reclamado como filho de Afrodite

Uma ficha espetacular, Monroe. Com uma história diferente, conseguiu uma aprovação sem dúvidas. Ressalto apenas que alguns pontos em sua ortografia precisam ser revistos, mas ao total, foi satisfatório. Meu parabém, filho do amor.

Jeffe Ribeiro ~ Não reclamado

A miséria que ousou ser tomada como ficha a qual você fez não chegou nem perto de ser aprovada. Filho, tente não ser tão direto ou copiador da série a qual é base desse RPG, tentando ser mais original. Aliás, não coloque um monstro como a própria Aracne em sua ficha, okay? É algo poderoso demais para um iniciante. Mais sorte na próxima.

Leirbag ~ Não aceito como sátiro

Apesar de ter sido uma ficha consideravelmente razoável, Leirbag, a sua ortografia carente e história sem emoção me fez não aprovar-te. Tente, na próxima ficha, colocar mais emoção, assim como usar um corretor para eliminar seus erros. Até a próxima.

Logan S. Oliver ~ Reclamado como filho de Melinoe

Primeiramente, querida, peço que leia atentamente a avaliação anterior, pois tudo, sem tirar uma vírgula, cabe aqui. No demais, meu parabém, filho dos fantasmas.

Camille Tasselo ~ Reclamada como filha de Perséfone

A começar por sua desenvoltura com as palavras e seguindo para a narração fluida, sua ficha foi completa. Foi uma narração que me prendeu, minha jovem, e sendo assim foi aprovada. Meu parabém, princesa do Mundo Inferior.

Faith K. Adams ~ Reclamada como filha de Apolo

Uma ficha também impressionante, Faith. Apesar de poucos erros de vírgula e tempo verbal, além de uma escrita um tanto quanto arcáica, foi satisfatória. Apenas tome cuidado com seu template, sim? Pequeno como está atrapalha muito a leitura, e eu, pessoalmente, tive que dar quote para poder avaliá-lo. Aprovada, campista. Meu parabém, filha do Sol.

Zachary W. Müller ~ Reclamado como filho de Thanatos

Uma história não tão surpreendente, Zachary, mas muito bem desenvolvida. Sua capacidade de narrar o que todo mundo diz com palavras diferentes e de maneira mais profunda me impressionou, de forma que, sim, te aprovei. Achei, também, um toque criativo essa tragédia a qual acometeu sua família, mortes para evidenciar um filho de Thanatos. Meu parabém, filho da morte.

Avaliado por Éolo

Yohan Cardew ~ Reclamado como filho de Eos!

Uma ficha impressionante, Yohan. Sendo criativa do começo ao fim, deixou-me sedento por uma continuação. Realmente fugiu do contexto clichê e, por isso, conseguiu a minha aprovação. Meus parabéns!

Nollan Huckbridge ~ Reclamado como filho de Melinoe!

Nollan, sua ficha, apesar de ter tido poucos detalhes, foi satsifatória justamente por ser criativa e ter uma boa escrita. Acusado de assassinato? Nunca vi, mas foi cabível. Meus parabéns!

~Aguardando atualização~


Edited by H.I.M. and stoulen by me

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 112-Ex-Staff em Sex 29 Ago 2014, 02:10

Atualização
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Melissa.Jafrea em Sex 29 Ago 2014, 19:57

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser reclamada por Atena, a deusa da sabedoria e da estratégia.

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Tenho cabelo loiro cacheado, até a altura dos ombros. Sou alta, tenho 1,70. Magra, dos olhos cinza-tempestade. Meus traços são finos e delicados, de modo com que me confundam com uma filha de Afrodite.

Emocionais: Sou sábia, espontânea, estratégica e faço cálculos de cabeça rapidamente. Romântica e doce, mas se perguntassem aos meus amigos, eles diriam que eu sou uma menina inteligente, meio louca e extrovertida.


▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Porque sempre admirei Atena, e acho que me encaixo com sua personalidade.


▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Acordei com a voz de meu pai, Wagner, gritando do andar de baixo. Quantas vezes já falei para ele não me acordar assim? Já tenho 14 anos, poxa! Posso acordar sozinha.

Apesar de nunca ter conhecido minha mãe, meu pai diz que ela era uma mulher muito bonita e inteligente. Também diz que eu tenho os olhos dela.

-Bom dia, Melissa!-meu pai diz com aquela voz rouca.-Hoje é o seu último dia de aula. Adivinha quem vai te levar e te buscar? Eu!

Esqueci de falar que meu pai é meio, hã, louco. Ele tem uns olhos verdes lindos, dos qual eu tenho inveja.

-Eba!

-Vai lá se arrumar, e depois me encontra na garagem.

Subi rapidamente, e peguei a roupa. Uma blusa branca, com uma coruja na frente, uma legging preta, um tênis branco e minha mochila cinza, com detalhes de coruja. Já fale que amo corujas? Elas são tããão fofinhas! Tirei meu Iphone 5 branco do carregador e pus uma capinha de coruja branca. Dei uma arrumada na cama e olhei para meu quarto. Ele é todo branco, com detalhes em prata e cinza. É bem arrumado, pois se não arrumar, não acho minhas coisas para trabalhar. Sou boa em Arquitetura e Desenho, por isso que amo a matéria. Desci para encontrar meu pai.

-Vamos?-perguntei ao meu pai.
-Vamos!

Entrei no carro, e fomos em direção ao Colégio Saint James, uma escola específica para crianças com TDAH e dislexia. E eu sou uma delas.

Desci do carro, despedindo-me de meu pai. Encontrei Rafael, meu melhor amigo, que anda de um jeito estranho, conversando com o Sr. Carrie. Rafa estava com uma caixinha na mão, falando de um jeito desesperado com o nosso professor de Mitologia Grega. Até que ele se despediu e veio ao meu encontro.

-E aí, Mel? Tudo em cima?- ele sempre fala isso, pelo fato de eu ser mais alta que ele uns dez centímetros.
-Tá tudo ok, Rafa. Falando nisso, sobre o quê você estava falando com o sr. Carrie?
-Estava perguntando...hã...-ele não sabia o que dizer.
-Quer saber? Esquece isso.-ele pareceu aliviado.-Qual é o horário de hoje?
-Vai ter Mitologia Grega ás 7h, e Desenho ás 8h. Intervalo, depois dois tempos seguidos de Matemática com a sra. Clymin.
-Porcaria!- exclamei, fazendo Rafael me olhar com uma cara de confuso.- Que foi? Eu não gosto dela.
-Ok. Retomando ao assunto, intervalo de novo. Aí, para fechar o dia, dois tempos de Português.

Fomos para a aula. Antes de nos sentarmos, Rafa me deu um anel de bronze, dizendo que era para me proteger. Não entendi, mas pus no dedo polegar e vi que tinha um nome em grego antigo, Gono, ou seja, ângulo.

O sr.Carrie entrou na sala com aquele barulhinho da cadeira de rodas, e começou a explicar sobre a Titanomaquia e como os deuses venceram os titãs. Durante toda a aula, eu desenhei ele explicando na cadeira de rodas. E não é que ficou igualzinho?

Depois, fomos para a aula de Desenho, e eu fiquei desenhando e mostrei para a professora. Ela elogiou e me deu A+. Como sempre.

No intervalo, perguntei à Rafael para que servia o anel. Ele deu uma de retardado e não respondeu.
Fui para a biblioteca sem Rafa no meu encalço. Lá é o lugar que eu consigo pensar, que minha criatividade flui. Passei os dedos palas lombadas dos livros, e quando escolhi um -Os Contos De Beedle, O Bardo-, a sra.Clymin entrou na sala.

-Sra.Clymin? O que faz aqui?
Então ela falou com uma voz que não parecia a dela:
-Estava aonde, srta.Jafrea?
-C-com Rafael, meu amigo.
-Você gostaria de conversar mais com ele?-continuou falando com a Voz.
-S-sim- falei, gaguejando, me encostando nos livros, enquanto a sra. Clymin se aproximava.
-POIS NÃO VAI!-gritou, liberando duas asas de morcego pretas gigantes, e suas unhas transformaram-se em garras afiadas.

Me lembrei de um monstro que o professor Carrie falou uma vez: Fúrias. Tinham essa aparência. Olhei para a porta da biblioteca, e lá estavam o sr.Carrie e Rafael. Ele estava apontando para o dedo polegar e falando, sem som: Gono. Entendi a mensagem, e pus meu dedo por cima do anel, e gritei:

-GONO!

Assim que falei, apareceu na minha mão uma adaga de aproximadamente 24 cm, com uma lâmina afiada. Decidi que era hora de lutar.

Me desencostei da estante, e pulei em cima da sra. Clymin. Ela passou sua garra pelo meu pescoço, e senti o sengue escorrer, mas não dei importância. Escorreguei de suas costas e passei debaixo de suas pernas. Não era para ficar nesse lenga lenga, então enfiei minha nova arma nas costelas da Fúria, e ela se transformou em pó.

O sr. Carrie e Rafael entraram na sala, falando que iam me levar para um lugar seguro. Minha visão ficou turva, e senti uma dor aguda na região do pescoço, então desmaiei.

***

Acordei numa cama macia, com Rafael sentado na mesma. Olhei para baixo e no lugar de suas pernas tinham... pernas de BODE!?

Rafa me conduziu pelo lugar, explicando que eu era metade deus, metade humana. Então, me levou até um lugar que tinham doze chalés. Mulheres à direita, homens à esquerda. Ele me levou até o chalé 6, que tinha uma coruja empalhada, e então disse:

-Bem vinda ao seu novo lar.


Melissa.Jafrea
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucien Aube em Sab 30 Ago 2014, 10:42

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Gostaria de ser um sátiro

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Gregor é um sátiro alto, tem músculos longos e bem desenvolvidos, tem cabelos longos, lisos e castanhos que costumam ficar presos em um rabo de cavalo e possui uma barba curta e bem aparada.

Emocionais: O sátiro é muito simpático e corajoso. Sempre está disposto a ajudar seus amigos e a cumprir seus objetivos com precisão e destreza. Nunca abandona as pessoas que precisam de sua ajuda e gosta muito de tocar músicas antigas, dos tempos da Grécia dominada pelos Olimpianos.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Sátiros representam a proteção dos ambientes naturais. Sua coragem, agilidade e força simbolizam todas as qualidades do grande Pã. Esses seres mitológicos sempre me despertaram uma grande curiosidade, e acho que eles merecem reconhecimento por tudo que fazem para proteger as florestas.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

O conto das estações


  As árvores sempre foram minhas companheiras. Nasci em um belo dia ensolarado nas florestas onde o Outono é eterno. Meus cascos simbolizam minha destreza; meus chifres, embora pequenos, simbolizam minha força. O grande Pã, protetor das florestas, deu a todos os sátiros a dádiva da interação com os seres da natureza.

  Mas meus dias no recanto mágico e iluminado acabaram quando um grupo de caçadores mortais invadiu a clareira onde minha família estava. Os caçadores apontavam armas de cano longo que cheiravam a metal bruto e chumbo. Por muito pouco consegui escapar de ser atingido pelas balas mortíferas que infelizmente acertaram meus três irmãos e minha mãe.

  Meu pai lutou bravamente contra os mortais. Um deles usava um pano vermelho em seu pescoço. Ele se aproximou de Laferius, meu pai, e o acertou com um tiro nas costas. O corpo musculoso de meu pai tombou e ficou tão pálido quanto as flores de um cemitério. Eu desejava arrancar a arma do maldito caçador e transformá-lo em carcaça, mas uma ninfa que observava toda a cena me puxou para dentro da floresta e me levou até um rio afastado do lugar onde acontecera a matança.

  — Pobre Gregor — a bela mulher encostou seus dedos verdes em meu rosto. — Nenhuma criatura mágica deveria assistir ao assassinato de sua própria família. Prometo que aqueles mortais vão pagar por todo mal que causaram a  você e ao resto da comunidade da floresta.

  — Você jura? — olhei para a ninfa verde com desespero. Ela sorriu e acenou positivamente com a cabeça. Seus cabelos sedosos moviam-se graciosamente em seus ombros.

  — Preciso levá-lo ao Acampamento Meio-Sangue — ela olhou para o rio. — Somente lá você encontrará segurança e treinamento.

  — Quem disse que eu preciso de treinamento? — meu orgulho subiu por todo o corpo.

  — Não seja bobo, Gregor — Zavix, a ninfa das florestas, sorriu para mim. — Somente no acampamento você encontrará seres semelhantes a você. Vamos, não temos tempo para conversar. Logo os caçadores nos perseguirão.

  Minha amiga verde juntou as mãos na frente da boca e soltou uma doce melodia na direção do rio. As água correram com mais força. No meio das correntes, uma náiade surgiu. Ela sorriu para mim e acenou paa que eu a acompanhasse. Me despedi de Zavix e me juntei a Naekir, a náiade. As águas do rio encolveram meus cascos e minhas pernas peludas. Peixes dos mais diversos tamanhos e formas saltaram das correntes fluviais e me saudaram. Eu podia sentir a energia mágica do rio.

  Esta energia me dava forças, da mesma forma que as árvores de meu antigo lar também me fortaleciam. A náiade juntou as mãos e começou a se mover no sentido da correnteza. As ondas que me seguravam seguiram a ninfa. Viajei por um longo tempo ao lado de Naekir. Uma névoa fraca nos protegia de olhores mortais e desconhecidos. As árvores corriam enquanto a ninfa azul conduzia as águas com destreza e habilidade.

  A floresta do Outono eterno ficaram para trás e uma nova vegetação começou a se formar. Arbustos grandes e grama fresca margeavam os limites naturais do rio. O cheiro de pinheiros e árovres frutíferas invadiu meu naris e eu sorri ao perceber que estava seguro. Depois de algumas curvas e quedas repentinas, a jovem de cabelos azuis fez um movimento com a mão e as água pararam de se mover. A névoa desapareceu e minha companheira de viagem olhou para mim.

  — A partir daqui você deve seguir sozinho — ela cantava enquanto me dava as instruções. — Você deve procurar dois pilares gregos ao norte deste rio. Quando atravessar os pilares procure por Quíron, o centauro. Ele deve te receber e passar todas as informações que precisar. Espero ver você novamente, Gregor Werkydness.

  Acenei para a náiade enquanto ela sumia no meio do rio. Me virei para a direção indicada po Naekir, arrumei meus cabelos e andei aos pulos pela floresta. Depois de lguns minutos explorando as árvores encontrei os pilares gregos. No meio deles havia uma placas com uma frase em letras gregas. Forcei um pouco minha visão e o nome ''Acampamento Meio-Sangue'' ficou claro com a luz do sol em dias de primavera. Um vento frio passou por meu peito nu e eu andei até os pilares. Um som de cascos surgiu ao meu lado e um grande centauro de cabelos castanhos apareceu.
  — Olá — ele me saudou com uma voz profunda. — Você deve ser o Gregor, certo? Naekir e Zavix me contaram sobre o que aconteceu em sua floresta. Sinto muito por sua família.

  Os braços fortes do centauro encostaram em meus ombros. Sorri para ele e olhei para as colinas além dos pilares. Ele sorriu para mim e pediu para que eu o seguisse.

  — Neste acampamento você conhecerá muitos seres semelhantes a você — Quíron me disse.

  — Existem sátiros aqui? — eu perguntei animado. Depis de assistir ao massacre de minha família, a possibilidade de encotrar outros de mina espécie me fazia ficar menos solitário.

  — Sim — Quíron acenou — aqui nós treinamos todo o tipo de criaturas mágicas e também alguns semideuses.

  — Semideuses? — olhei para ele com espanto. — Então é verdade? Pensei que depois dos Argonautas nenhum outro meio-sangue sobrevivera aos monstros que estão soltos pelo mundo.

  Quíron gargalhou ao notar meu espanto. Passamos por diversas casas de madeira e santuários onde semideuses andavam e corriam por todos os lados. O aroma dos campos de morango que eu podia ver ao fundo me fez ter certeza de que eu finalmente estava em um lugar que podia chamar de lar.

Legenda:

Zavix, a ninfa das florestas
Naekir, a ninfa das águas
Gregor Werkydness
Quíron
Lucien Aube
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Manoella R. Croywer em Dom 31 Ago 2014, 11:53

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Gostaria de ser reclamada pela Deusa Atenas

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Magra, olhos Cinza-Tempestade, Cabelos loiros que vão até o meio de minhas costas e com as pontas enroladas, extrovertida, brava as vezes, bipolar e nunca deixa as pessoas desistirem de seu objetivo facilmente.

▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Atenas por ser a Deusa da sabedoria e da Estratégia, eu sempre a achei a melhor deusa de todas.Eu me identifico com ela por causa que ela sempre tem uma solução para cada desafio que acha por seu caminho e também pois ela é a sabedoria do Olimpo.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
OBS: O player não é obrigado a ir ao Acampamento, mas deve narrar a descoberta de que era um semideus e o momento da reclamação- e se não foi indo a Long Island, como foi?

Acordei com o grito de minha governanta Ângela, falando que eu estava atrasada para minha aula de Piano e depois eu acabei lembrando que depois da aula de piano tinha aula normal.Levantei e me arrumei rapidamente, coloquei meu colar com uma Corujinha e meu nome escrito nele, dei uma olhada rápida pela minha janela a vista do amanhecer da Califórnia, uma das melhores vistas do mundo para mim e desci  rapidamente até a sala de jantar onde as empregadas serviam o café da manhã.

-Bom dia Ângela!-Falei.

-Bom dia Senhorita atrasada.-Falou Ângela.

-Bom dia Ângela.Bom dia princesa.-Falou meu pai chegando para o Café.

-Bom dia Senhor Leandro.-Falou  Ângela

-Bom dia papai.-Falei, olhando para o enorme e delicioso bola de morango com chocolate que estava no centro da mesa.

-Estamos atrasadas Manoella.-Falou Ângela.

-Não dá tempo para um bolinho ?-Perguntei.

-Não.-Respondeu ela.

-Ok, até mais tarde papai.-Falei pegando meus materiais e indo até o carro onde Ângela e o motorista me aguardavam.

Quando chegamos, no enorme prédio da Academia Califórnia para Alunos bem Dotados, desci do carro dei um adeus bem rápido a Ângela e entrei correndo na escola em direção a sala das aulas de piano, estava atrasada por dois minutos e meio.A Senhora Lovegood vai me matar, ainda por cima tenho aula de História hoje.

-Senhorita Croywer está bem atrasada.-Falou de olhos fechados balançando a cabeça em um sinal de reprovação.

-Desculpe Senhora Lovegood.-Falei indo até o piano.

-Que isso não se repita.-Falou ela entregando uma folha com a musica que estávamos a praticar.

Depois da aula de piano, tive aula de matemática, seguida de geometria, depois tive português .Algo muito estranho aconteceu na aula de português eu acho que percebi que as letras escritas no quadro estavam saindo de lá, eu cheguei a ficar totalmente tonta.

-Matheus quanto tempo falta para a ultima aula ?-Perguntei a Matheus meu melhor amigo, que estava a minha frente na sala.Ele usa Muletas e tem cabelos pretos e seus olhos são castanhos.

-Exatamente dois minutos Manu.-Respondeu Matheus.


-Obrigada.-Falei fechando os olhos, apenas a esperar o sinal tocar.
Por ultimo tivemos aula de História, com a Senhora Lovegood.Ela estava a nos ensinar Mitologia Grega, uma coisa que eu adorava.

-Senhorita Manoella quem foi Atenas ?-Perguntou ela que no mesmo instante da pergunta todos olharam para mim.

-Atenas foi a Deusa da Sabedoria e das Taticas de guerra.Ele tem um templo chamado Paternon e uma cidade com seus nome por causa de sua luta com Poseidon.-Respondi de um jeito bem mais complexo do que ela havia pedido.

 Ela falou que estava certo, o sinal bateu e todos voltaram para casa.Fui dormir extremamente tarde pois estava fazendo meus deveres de casa, no dia seguinte acordei mais cedo do que de costume, minha classe iria visitar o Partenon  na verdade era uma replica idêntica a ele que ficava perto de nossa cidade.Quando chegamos lá vimos varias estatuas da Deusa Atenas que em sai era minha deusa favorita de todo o Olimpo, ganhamos alguns livrinhos sobre Atenas e o por que o Paternon foi construído ali e etc...

 Depois do passeio acabar, a Senhora Lovegood me chamou para uma sala quase que reservada e começou a me fazer algumas perguntas do tipo :”Onde esta Atenas ? “, “Cadê sua pulseira que vira arma ?”, “Onde guarda suas adagas Croywer ?”
 
Ela se transformou em uma fúria mais parecida com uma gárgula, eu tentei sair daquele local mais ela cobriu a passagem, eu tentei achar alguma brecha naquela sala para mim escapar, enquanto a Furia ficava de costas me fazendo mil perguntas que eu respondia todas as vezes iguais “Não sei do que esta falando.”.Ela ficou com tanta raiva que arrancou uma coluna daquela sala e atacou na porta, eu consegui sair então Matheus entrou na sala e jogou uma muleta no rosto dela que acabou desmaiando.

-Manu, vamos para sua casa o quanto antes.-Falou Matheus chamando um taxi e me colocando dentro.

 Quando chegamos em casa, Matheus foi conversar com meu pai e eu fui até meu quarto arrumar uma pequena mala como Ângela havia pedido, aproveitei e peguei o par de Adagas que eu tinha desde criança.

-Manoella, vou te explicar o por que dessa confusão.-Falou meu pai com uma de suas mão no rosto e outra apoiada na mesa.

-Ok então pai.-Falei.

-Você sabe por que nunca falamos de sua mãe não é ?-Perguntou meu pai.

-Sei, o senhor fala por que ela me abandonou.-Respondi.
-
Então, sua mãe era uma deusa, Manu eu tinha acabado de entrar na faculdade de Direito e ela também, nós dois tivemos uma paixão de verão e você acabou nascendo.E tudo ficou maravilhoso, mais Zeus  por algum motivo fez ela nos abandonar-Explicou meu pai.

-Mais quem é minha mãe ?-perguntei.

-Você é filha de Atenas.-Respondeu Matheus.

-Vou levar você para um local onde pessoas como você devem ficar para se proteger.-Falou meu pai, pegando a chave do carro dele.

-Onde seria isso ?-Perguntei já dentro do carro.

-Vamos para o Acampamento Meio-Sangue.-Respondeu meu pai.

Nós fomos pela estrada principal até o interior de Long Island, a todo minuto Matheus olhava para todos os cantos possíveis da estrada.

-O que procura Matheus ?-Perguntei.


-Estou vendo se não vem outro monstro atrás de nós.-Respondeu Matheus.

-Manu quando nós chegarmos na floresta, você e o Matheus vão ter que seguir sozinhos.-Falou meu pai.

-Por que ?-Perguntei.

-Só criaturas mitológicas ou Semideuses entram no Acampamento Meio-Sangue.-Explicou Matheus.

-Isso mesmo.-Falou meu pai.

-Entendi então.-Falei.

Nós chegamos em uma enorme floresta, meu pai me deu um adeus rápido, colocou minha mala para fora do carro e me desejou boa sorte na próxima etapa de minha vida.Eu simplesmente deu um adeus rápido enquanto ele manobrava o carro para voltar a Califórnia.

-Peraí Matheus, se só Semideuses e Criaturas Mitológicas entram no acampamento como você entra ?-Perguntei.

-Eu sou um sátiro.-Respondeu ele, jogando as muletas fora e tirando sua calça.

-Agora tudo faz sentido.-Falei.

-Vamos logo.-Falou Matheus.

Andamos um pouco até que encontramos uma garota Semideusa perdida, ela estava fugindo de um ciclope.

-Ciclope ?-Perguntei.

-Sim.-Respondeu a garota.

-Vamos  antes que ele volte.-Falou Matheus.

-Sou Paloma.-Falou a Garota.

-Sou Manoella.-Falei.

-Sou Matheus o Sátiro.-Falou Matheus.

Andamos mais um pouco e avistamos um arco enorme escrito “Acampamento Meio-Sangue”, só que ouvimos alguns passos atrás de nós e quando nos viramos era o ciclope, de imediato peguei uma adaga que tinha desde criança e que meu pai nunca deixou eu usar ela e acabei indo na direção dele.

-Manoella, cuidado.-Gritou Matheus.

Eu atirei a adaga no único olho dele que o fez ficar inconsciente, aproveitei e peguei minha adaga e entramos correndo, o gigante acordou e tentou ir atrás de nós mais uma barreira o impediu.

-Demos sorte.-Falou Paloma.

-É mesmo.-Falei.

Demos um breve adeus a Paloma que foi falar com alguém para descobrir quem é seu pai ou mãe, Matheus me guiou até uma enorme fileira de Chalés, ele me mostrou o Chalé de Atena e me disse que era melhor eu ficar um pouco no Chalé de Hermes, até terem certeza que eu sou filha de Atena.

-Quando você for  aceita como filha da Deusa Atenas, você vai até o Chalé número 6-Falou Matheus.

-Ok então, entendi.-Falei.

Depois o Sr.Quíron, me chamou para ir a Casa Grande e lá ele me explicou melhor a questão de eu ser uma Semideusa.
Manoella R. Croywer
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Maxon Prewett em Dom 31 Ago 2014, 16:35



ice warrior

Ficha de Reclamação

— Progenitor;
Quione.

— Características;
Físicas: Cabelos amendoados, meio loiros, meio castanhos, lisos com as pontas onduladas; são longos até o fim das costas, e muito bem cuidados. Seus olhos são negros cor de café, puxados por ser asiática, e contêm um brilho vingativo. O nariz é fino e pontudo, pequeno. Os lábios são pálidos e rachados. Tem a pele gelada e branca, tão pálida que parece estar doente. Tem estatura mediana e é magra, mas forte o suficiente para derrubar um garoto três vezes mais forte que ela. Na lateral do pescoço, pode-se ver uma marca de nascença: um floco de neve vermelho.
Psicológicas: Tem gênio forte, uma personalidade vingativa. Apesar da pouca idade, viu coisas que uma criança não deveria ter visto. É madura demais para importar-se com coisas bobas, e teve sua infância perdida assim que o pai morreu. Poucas coisas a assustam, e, uma é arma de fogo. Sonhadora, teimosa, persegue tudo o que quer, e utiliza de tudo o que estiver ao seu alcance para ganhar. Acha que já é adulta, e age como tal. Assumiu uma personalidade fria, de poucos amigos.

— Motivo;
Quione é a deusa que mais condiz com a personalidade fria de Mayurise, assim como Nêmesis condiz com a personalidade vingativa — e futuramente, ela vai tornar-se vingadora. Não há outra divindade na qual Mayu possa encaixar-se a não ser Quione. Suas experiências com gelo são formidáveis, e essenciais para a evolução da personagem.

— História;
Tóquio; um passado não tão distante.


Aisu — disse-lhe o velho. Tinha cabelos esbranquiçados, pele flácida e olhos negros leitosos. Aos olhos da menina, parecia ter seus quinhentos anos. — Kore wa anata no namaedesu.

— Gelo — Mayu soltou, inconscientemente. — É a espada dos heróis, vovô?

— Sim, minha querida — o velho tinha uma voz cansada, voz de quem suportou muitas lutas nas costas. — Os heróis de nossa família.

— Vovô? Um dia serei uma heroína?

Ouviu o velho rir. Um riso terno, acolhedor, sincero.

— Será a melhor de todas. Minha guerreira de gelo.

Aisu será minha?

— Sim.

— Mal posso esperar!

— Sim, criança — o velho colocou a katana de volta na bainha. — Está na hora de dormir, não?
Mayurise não protestou. Retirou-se para os seus aposentos.

[ ... ]

Mayu acordou com o barulho de tiro. Estava suada e tremendo, e pensou que fora só um pesadelo. Não conseguia lembrar-se de seu sonho. Mas houve outro tiro, e seu coração disparou. O que está acontecendo?, pensou. Arrastou-se silenciosamente para debaixo da cama, e lá ficou, parada, escura como a penumbra que a envolvia.

Ouviu a maçaneta girar vagarosamente, e os ruídos eram mínimos, ínfimos. O ranger da porta abrindo-se era mais notável, e a menina viu pés em botas pretas entrarem em seu quarto. Faziam barulho no chão de madeira polida. Prendeu a respiração.

Kore wa anata no namaedesu — disse um deles, a voz fria. — Vamos embora, Kottar não vai se importar de termos perdido uma criança.

Pela quantidade de pés com botas, Mayurise contou três. Bandidos, pensou. Vovô! Papai! Ouviu a porta fechar-se; eles haviam saído.

Baka! — era uma voz diferente, abafada pela grossura da parede entre ela e os bandidos. — Por que não olhou debaixo da cama? — Mayu apressou-se em cobrir-se com lençóis sujos que estavam abaixo de seu colchão. Comprimiu-se contra o chão, tentando parecer um monte de roupas sujas. A porta abriu-se outra vez, e sentiu o rosto bandido aproximar-se da sua cama. — Vamos. Ela deve ter fugido.

[ ... ]

Ficou ali, embrulhada entre os lençóis, por o que pareceram horas. Quando tomou coragem para desembrulhar-se, ainda estava escuro. Saiu do quarto, descalça, ainda com sua roupa de dormir. Andou inaudível e vagarosamente pelos corredores. Foi primeiro ao quarto do avô, e tudo o que encontrou foram lençóis sujos de sangue. Começou a chorar, chamando pelo pai, mas também não o encontrou.

Encontrou-o no quintal. Estava amordaçado, sangrando, chorando. Pálido, mais do que o normal. Mayu correu em sua direção, e tirou sua mordaça.

— Eles levaram o vovô, querida — ele ofegava. Abraçou-a, sujando-a de sangue.

— Eles quem, papai? — Mayu notou dois tiros: um na coluna e outro na barriga. O pai não respondeu. O sangue começou a jorrar da sua boca, e ele engasgou. Deu um último suspiro, e seus olhos ficaram vazios. — Papai? — mas ele havia morrido. Mayurise sabia, só não admitia para si mesma. Abraçou-o forte, primeiro, e depois fechou seus olhos.

Naquela noite de verão, neve começou a cair. Branca, pálida, sofrida, como Mayu. Ela chorou, e o as nuvens também.

Sentia raiva. Tinha desejo de vingança. Tinha um nome. Kottar.



Tóquio; dias atuais.

Cinco anos não foram necessários para tirar aquela noite dos seus pesadelos. Acordou com a respiração acelerada, os punhos cerrados e o suor escorrendo álgido pela testa. Olhou para o relógio sobre o criado-mudo, ao lado de sua cama. Marcava exatas 2h da madrugada. Sua garganta estava seca, e soube que andara falando enquanto dormia. Era um defeito muito desvantajoso. Levantou-se, sentindo o corpo pesado de cansaço.

— Não podemos ficar com ela — ouviu a voz de sua tia dizer. O irmão de seu pai acolheu-a em sua casa após a tragédia. — E se eles voltarem para pegá-la?

— Ele não vai mandar matarem-na — agora era o tio. — Já se passaram cinco anos, por que agora?

— Conheço-o melhor do que você — ela retrucou.

— Fale baixo, você pode acordá-la!

Mayu paralisou por um segundo. Sabia exatamente de quem estavam falando. Estão com ele, pensou, desesperada. Estão com Kottar. Sentiu a raiva crescer dentro de si. MALDITOS! Respirou fundo. Não podia atacá-los. Não agora. Talvez nem estivessem do lado de Kottar, talvez estivessem sendo acuados por ele. A raiva cresceu ainda mais em seu âmago, e ela obrigou-se a voltar para a cama. Embrulhou-se dos pés à cabeça quando ouviu passos aproximando-se da porta do seu quarto. A porta se abriu.

— Ela ainda está dormindo — sussurrou a tia. Fecharam a porta. — Deveríamos chamar Kottar.

— Ah, é? E o que falaríamos para a imprensa quando soubessem que Mayurise Wu está desaparecida?

— Diríamos que fugiu durante a noite. Diríamos que deve ter-se sentido horrível aqui e fugiu. Não seria nossa culpa.

Sairento!

Mayurise não ouviu mais cochichos. Deveriam ter-se retirado de volta aos seus aposentos. Eles sabem onde Kottar está. Sentiu os lençóis sob si gelarem. O frio não a incomodava, apenas fazia-a sentir-se corajosa, livre, poderosa. Eles sabem.

Desembrulhou-se. A colcha estava dura, gelada. Havia gelo onde suas mãos tocaram. Ela suspirou. Aquilo acontecia sempre que ficava nervosa. ”Um dia serei uma heroína?”, relembrou, perguntando ao avô. ”Será a melhor de todas. Minha guerreira de gelo.” Mayu debruçou-se sobre a borda da cama, e olhou para baixo dela. Lá estava, Aisu, embainhada. Fora a única coisa que sobrara de seu avô, a única que realmente importava.

— Serei, vovô.

[ ... ]

O piso de azulejos estava gélido sob seus pés descalços. A katana parecia mais pesada do que de costume. As passadas eram lentas e inaudíveis. Parou em frente ao quarto do casal. Agora, deveriam ter voltado a dormir. Abriu lentamente a porta, e esta não fez nenhum ruído. Téssiris, a gata, dormia aos pés dos tios de Mayu.

— Sai — ela avisou para a felina quando levantou a cabeça, sentindo sua presença. A gata obedeceu; pôs-se de pé e saiu tranquilamente.

Mayurise caminhou até a tia, a que dormia sobre o lado mais fácil de alcançar. Ela era feia, com uma pinta enorme sobre o lábio superior. Roncava. Posicionou lâmina de Aisu em sua garganta, e sentiu a espada gelar com seu próprio toque. A tia acordou, gritando. O tio abriu os olhos logo em seguida.

— Mayu! — vociferou ele. — O que pensa que está fazendo?

— Não se faça de idiota! — a menina sentiu a ardência crescer em si. — Eu ouvi a conversa de vocês. Estão com Kottar!

Quem é Kottar? — a tia perguntou, e Mayu apertou mais a katana contra o pescoço dela.

— Onde ele está? — sua voz soou tranquila demais. Uma tranquilidade fria como uma manhã de nevasca.

— Solte sua tia, Mayu...

— Onde ele está?! — gritou, e viu sangue escorrer pelo peito da tia. Fizera apenas um pequeno corte. Mas não por muito tempo.

— Eu digo! — a tia chorava. — Mas me solte, pelo amor de Deus!

Mayurise rosnou. Soltou primeiro os cabelos negros da mulher, e depois retirou a espada de seu pescoço. Manteve-a apontada para o casal.

— Onde? — sussurrou.

— Alemanha. Berlim. — ela respondeu. Passava freneticamente a mão no pescoço. — Vai embora! Vai! Nunca mais queremos te ver!

Mayu saiu. Não acharia sua vingança em Tóquio. Não acharia no Japão.


Créditos Theta Sigma



Maxon Prewett
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lizzie Collins em Dom 31 Ago 2014, 18:29

[size=35]Ficha De Reclamação[/size]
Por qual Deus você deseja ser reclamado?


Gostaria de ser reclamada por Atena


Cite suas principais características físicas e emocionais.


Cabelo loiro, fino e ondulado. Olhos Claros como o mar, cerca de 1,70 de altura, magra.
Sou um pouco ante-social, prefiro a companhia de um livro à de alguém, mais isso não me impede de falar sem parar quando o assunto é ciência, arquitetura.



Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus?
Por causa da minha personalidade forte, astuta, inteligente, perspicaz e justa . Me acho capaz de ser uma guerreira.


Relate a história da sua personagem


Antes de Lizzie descobrir que é uma semi-deusa ela vivia com seu pai e sua mãe no blooklin – nova York la ela frequenta uma instituição pra adolescentes super dotados (inteligentes)Lizzie como toda garota de sua idade vivia no mundo da lua. Já no começo do meio do ano letivo, se vê excluída, devido a ela ser um tanto quanto mais ”nerd” do que os outros alunos. Tim era seu único amigo, e via-se nos olhos de Tim um grande brilho quando olhava para lizzie.
  Os pais de lizzie eram amorosos com ela, lhe davam de tudo e do melhor. Mais no quesito filha ela não se encaixava, sempre achava que faltava algo ou alguém.
  Ela procurava entender e se encontrar, a única coisa que ela queria era entender por que era mais forte que alguns garotos de sua escola. Tinha gente que achava ela estranha e outras que achavam que ela era especial.
  Lizzie é um tipo de garota super protetora e que gostava de ajudar qual quer pessoa, mais no fundo ela mesma se achava interessante, ela adora ir ao térreo dos prédios para ficar olhando os carros passando nas ruas e observar as pessoas passando. Neste mesmo dia, Ela ouviu uma voz em sua cabeça dizendo.


Voz: Proclamo vos como Filha de Atena  Bem-Vinda a sua família.

Lizzie fica assustada com aquilo mais logo esquece.

Certo dia ela começa a conversa com Tim atrás de resposta, já que seus pais odiavam conversa.

Eu: Tim ?

Tim: Fala.

Eu: você me acha estranha?

Tim; Acho sim kkkkk

Eu: eu to falando serio

Tim; tá bom eu não sei mais o que te falar você não sabe perguntar outra coisa?! Você não é igual a todo mundo, mais quem
não se sente diferente às vezes?


Eu: Mais a questão é que...

Tim: Para, escuta. Tenta entender, você é diferente mais á sua
diferença me faz te achar mais fascinante.

Eu: para com isso seu chato (ela empurra e rir)

Ela vai pra casa á procura de seus pais e tenta mais uma vez a verdade. Ao chegar a casa ver o pai lendo um livro e a mãe cozinhando.

Ela chega para o pai e fala:

Eu: Pai eu preciso de respostas.

Pai: Lá vem de novo...

Eu: pai, é a ultima vez que pergunto, se você não responder eu
saio pela aquela porta e não volto mais.

Pai: Para Lizzie

Eu: Para é eu quem  digo, pai assim não da mais sei eu ta escondendo algo sobre mim .

Assim o seu pai explica que ela é uma meio-sangue filha de Atena e a mulher que ela chama de mãe não é sua mãe. Assim seu pai diz que ela estava correndo um grande perigo e manda ela arruma sua coisa para ele a leva um local seguro.



Obs.: Desculpa pelo modo como escrevo, prefiro deste modo.
Lizzie Collins
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 095-ExStaff em Dom 31 Ago 2014, 20:16


Avaliação
Cold...



Melissa.Jafrea – Reprovada – Primeiramente, Melissa, a sua ficha não pode ser aprovada graças ao seu nome, que não está de acordo com as regras do fórum. Ainda assim eu a avaliei, visando não ser injusto. Primeiramente, peço que não copie o livro no qual o fórum é baseado. Tudo bem que houve adaptações, mas ainda assim segue a história original, e isso conta muitos pontos negativos para a sua avaliação. Além disso, seu texto ficou corrido e com falta de detalhamento. Além disso, procure não narrar itens que você não possui, pois isso prejudica na hora da sua avaliação. As perguntas também foram respondidas de forma muito vaga, procure respondê-las mais detalhadamente. Então, ainda que você estivesse com o nome de acordo com as regras, seria reprovada. O link para a mudança de nome é este(clique).

Gregor Werkydness – Reprovado – Você possui um bom domínio ortográfico, devo admitir, mas ainda assim cometeu enganos que o levaram à reprovação. O principal erro que você cometeu, Gregor, foi o uso de size. Só por isso eu já nem precisava ler sua ficha para te reprovar, mas ainda assim eu o fiz para ser justo. A sua narrativa ficou muito superficial, com falta de detalhes e emoções, e em alguns pontos a repetição de palavras (como “meu pai”, que é repetido diversas vezes em um só parágrafo) prejudicou a leitura, contando mais pontos negativos para você. Outra coisa que eu não entendi é o motivo de caçadores mortais terem ido até uma floresta mágica para caçar seres místicos, sendo que graças à névoa esses mortais nem mesmo deveriam saber que tais seres existem. Caso deseje manter isso, ao menos explique os motivos, para evitar a confusão do avaliador. Notei também alguns erros de digitação, como ‘paa’ no lugar de ‘para’, que podem ser corrigidos com alguma revisão. Trabalhe melhor também a personalidade e o físico do seu personagem, para evitar futuras reprovações.

Manoella R. Croywer - Reprovada – Bem, Manu, o seu texto foi basicamente composto por falas. Quase não houve narração, e quando houve, tal narração foi superficial e sem detalhamento. Além disso, seu texto ficou confuso em diversos pontos, e isso prejudicou bastante sua narração. Um exemplo é “Quando chegamos lá vimos varias estatuas da Deusa Atenas que em sai era minha deusa favorita de todo o Olimpo, ganhamos alguns livrinhos sobre Atenas e o por que o Paternon foi construído ali e etc...” Procure também revisar o seu texto para corrigir erros de acentuação. Outro erro foi na coerência, em sua batalha contra o ciclope. Uma simples adaga – ainda que você possua perícia o bastante para atirá-la com precisão no olho do monstro – não o deixaria inconsciente. No máximo o irritaria. Para finalizar, gostaria de te dar o mesmo conselho que dei para a Melissa – por sinal, notei semelhanças entre os dois textos, tome cuidado com isso para não ser acusada de plágio -, tente fugir do clichê e da história original de Percy Jackson. Uma fúria é um ser extremamente perigoso, e Percy só conseguiu enfrentá-la de começo porque era o protagonista do livro, sinceramente. Não cometa o erro de achar que consegue fazer o mesmo. Um adendo: o nome da deusa é Atena(ou Athena, para alguns). Atenas é o nome da cidade.

Mayurise Homm Wu – Aprovada como filha de Quione – Você possui um excelente domínio ortográfico, Mayu, ao menos eu não notei erros nesse quesito, mas existe um outro que deve ser observado: a repetição do seu nome ou apelido – Mayu – por diversas vezes na narração, quando poderiam ser substituídos por termos como ‘a garota’, ‘a menina’, ou outros que poderiam manter o sentido e ao mesmo tempo quebrar essa repetição. No mais, não notei nada que prejudicasse a avaliação da sua ficha. Bem vinda, filha de Quione.

Lizzie Collins – Reprovada – Primeiramente, Lizzie, gostaria de apontar alguns dos diversos erros ortográficos que notei ao longo da sua narrativa: você utiliza ‘mais’ no lugar de ‘mas’. O primeiro dá a ideia de soma, adição, enquanto o segundo dá a ideia de adversidade, oposição. É uma confusão mais comum do que imagina, mas ainda assim prejudica muito o texto. No lugar de Brooklin você escreveu blooklin, com ‘L’ e sem letra maiúscula, o que também conta pontos negativos para você. Houveram outros erros nesse quesito, como falta de acentuação e erros de digitação, mas um dos principais erros foi a troca de tempo verbal. Você narrou tanto no passado quanto no presente, e isso confunde muito o avaliador, além de quase conferir uma reprovação por si só. Sua narração também ficou vaga e pouco detalhada, poderia ter sido bem melhor se fosse mais bem trabalhada. Outra coisa que não é exatamente um erro, mas incomoda. Você usa o nome da pessoa que está falando antes dessa fala. Essa não é uma prática recomendável, pois polui o texto e confunde o avaliador, rendendo perda de pontos na avaliação. Recomendo que revise o texto e procure detalhar mais, corrigindo os erros que apontei.

♣ Aguardando atualização ♣


Crédito do template a Tamy!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 112-Ex-Staff em Dom 31 Ago 2014, 20:27

Atualizado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Noah Wentworth em Seg 01 Set 2014, 00:37


Ficha de Reclamação




The lost prince returns to king
Because he's the prince of flowers


 The prince of flowers returns



Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?

Perséfone

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Como se não bastasse ser um príncipe, James era bonito. Não bonito, lindo. Seus cabelos castanhos sempre estão penteados para trás, demonstrando extremo comportamento mental e físico. Seus olhos verdes com traços suíços fazem um contraste com seu tom de pele, levemente bronzeado, e com seu cabelo, formando um jogo de cores que lembra um jardim.(Oxe, viadagem -qnn) Com seus 15 anos, possui a altura de 1,80 cm. Possui belos traços suiços pela face, demonstrando sua ascendência. Possui uma pequena tatuagem de um dragão negro nas costas, demonstrando que é um mestre na esgrima. A tatuagem é uma tradição de seu reino, sendo que a maioria dos membros da corte real possui uma.

Psicológicas: James é o típico príncipe coroado de toda a monarquia. Comportado e educado, faz de tudo para não revelar sua segunda personalidade, onde se revela um garoto frio e rebelde, que apenas se mostra quando está furioso ou quando não sabe demonstrar o que está sentindo. Ás vezes é impulsivo e sem controle de si mesmo, onde fica em um estado típico de descontrole mental.

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?

Pq cinnEu sempre quis um filho de Perséfone, e tive a idéia de criar um príncipe rebelde. Estou desenvolvendo muito a trama do James, e pretendo ampliá-la cada vez mais, já que estou gostando muito desse personagem.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

James estava sentado em seu trono, como sempre. Não havia nada melhor para fazer, a não ser observar alguns súditos fazerem malabarismo idiota. Era melhor ver idiotas contando repolhos do que aquilo. Ele levantou-se do trono ao lado de seu pai, e pegou a espada da família, embainhada, ao lado do trono. O semideus a desembainhou, e a apontou na direção do malabarista.

- Isto não é digno de minha aceitação. É melhor ver idiotas transtornados contando repolho. – ele voltou-se para o seu pai, e percebeu que o pobre camponês estava tremendo. – Pai, quando iremos ter algo que preste neste palácio?

Ele embainhou a espada novamente. Seu pai ajeitava a coroa, e analisava o pobre camponês. A famosa coroa de ouro cravejada de rubis, esmeraldas e diamantes. A de James era mais simples, uma pequena coroa de ouro cravejada de rubis.

- James, comporte-se. Hoje teremos um grande atrativo para você. Iremos acampar. – a palavra acampar fez a prole de Perséfone quase chutar a coroa monte abaixo. Estava irritado demais. Normalmente, não era a personalidade de James, mas os camponeses estavam se rebelando contra a monarquia, e o rei estava em crise.

- Filho, sabemos que o reinado está em crise, mas temos que relaxar. Os guardas reais cuidam de tudo. – o semideus se acalmou, e sentou-se no seu trono, novamente.

Ele colocou a espada real ao lado de seu trono novamente, e ordenou que o pobre malabarista fosse embora. Tinha alguns preparativos a fazer antes da pequena viagem.
                                                                                   
[...]
A limusine alugada não combinava com a paisagem ao redor. A definição de acampar, para a prole de Perséfone, era deitar em um saco de dormir de seda e penas de ganso no quintal de casa, mas aquilo era totalmente diferente. Estava nos Estados Unidos, local onde seu pai não possuía poder e nem mesmo era influente. Olhava para a floresta de pinheiros, e teve uma lembrança. A revelação de seu passado, de que era um semideus.

- É isto não é, pai? O acampamento para semideuses... – o rei deu um longo suspiro.

- É sim, James. Temo que sua vida esteja em risco, filho. Se um príncipe morrer agora, seria a queda do reinado. Acho que este é o único lugar em que você ficaria seguro. Sabe, sua mãe gostaria... – o homem engoliu em seco. Por algum motivo, hesitava em continuar.

O semideus respirou fundo. Iria para um lugar desconhecido, aonde ninguém se ajoelhava aos seus pés. Iria experimentar algo um tanto quanto exótico.

- Não sei se consigo, pai. – James pigarreou. Sentia-se um pouco desconfortável em relação ao rei, mas tinha que demonstrar seus sentimentos.

- Vai conseguir. Você é o futuro rei, e meu filho. Me dê orgulho, James.

Adendos:
Só queria dizer que o reino do meu personagem fica nos cafundó de judas perto dos alpes suiços, numa região montanhosa, etc.
Noah Wentworth
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Jhonny Braga em Seg 01 Set 2014, 12:34

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Desejo ser reclamado por Thanatos, o deus da morte.

Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Cabelos lisos e negros, compridos e mal aparados. Olhos negros que com o brilho do sol adquirem uma coloração azul tempestade e pele branca, quase pálida. O semblante sério em maioria das ocasiões acentua cada uma dessas características.

Emocionais: Anti-social, prefere ficar sozinho, um cara depoucas palavras e que não demonstra emoções.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Eu sempre fui um garoto tímido. Anti-social seria a palavra certa. Não por opção, é claro! Afinal, que criança iria abrir mão de amigos?

Minha história começa durante a minha infância, a qual passou-se quase que inteiramente em New Jersey. Embora eu tenha passado boa parte dessa época lá, foi durante a minha viagem para NY que descobri minha real origem, aos 11 anos. Meu avô, patriarca da família, acabou por fundar um negócio nesta cidade. Um pequeno escritório de advocacia. De qualquer forma, depois que a ideia prosperou, fomos chamados para morar aqui: eu; minha mãe, Nicole e minha vó, Mary. Toda a cidade era uma novidade pra mim. Apesar de aconchegante. Sempre fui um cara muito rebelde, afinal nunca podia fazer nada que eu queria em New Jersey e com a chegada em NY, uma liberdade nova tomou conta de mim, e isso foi o que me custou tanto.

Resolvendo conhecer a cidade, pedi ao meu avô, John, que me levasse a um passeio. Caminhamos, comemos, mas algo não estava normal. Eu me sentia observado, como se algo me seguisse desde o começo do percurso pela cidade. Meu avô, por outro lado, parecia tranquilo. Não demorou muito e algo me atacou por trás. Senti algo cravando em minhas costas: garras. Uma espécie de mulher galinha se agarrava em mim e batia as asas, tentando levantar voo comigo. As poucas pessoas que prestavam atenção em mim pareciam achar graça. O que diabos estava acontecendo?
Meu avô levantou a bengala e acertou a criatura na cabeça, o necessário para que ela me soltasse e se voltasse contra ele.
— Corra, Johnny! Esconda-se! Procure o acampamento!

Acampamento? Do que ele estava falando? Mesmo sem entender nada obedeci e corri o mais rápido possível enquanto a mulher galinha ainda estava lutando, porém mais duas saíram de algum lugar e passaram a me perseguir. O suor que descia dos cabelos atrapalhava a minha visão, mas o instinto me obrigava a correr. Passava por vielas e por baixo de árvores na intenção de atrapalhar os monstros, mas não era o bastante! "Por que estão atrás de mim?", eu me perguntava.

Por volta das três horas da madrugada eu estava sentado em frente a uma pequena loja escondida em uma rua escondida, debaixo de seu toldo para escapar da chuva. Tremia tanto por causa do frio quanto por causa do medo. Não sabia se meu avô estava bem, e nem se minha mãe estaria me procurando. E que acampamento eu deveria procurar? Nada fazia sentido pra mim naquele dia. Depois de um longo suspiro, levantei do chão e segurei uma barra de madeira jogada no chão. Não era uma grande arma, mas era o que eu tinha no momento. Tinha que encontrar minha família. Comecei a andar, mas alguns barulhos assustadores da noite me fizeram voltar a correr. O fato de ser novo na cidade dificultou bastante, mas foi seguindo as placas que finalmente cheguei ao endereço em que estava hospedado com minha mãe, um pequeno hotel no subúrbio. As luzes da frente estavam acesas, por isso não hesitei em entrar. Minha mãe estava sentada no saguão, visivelmente preocupada.
—Johnny! Onde você se meteu? Sabe que horas são? Cadê o seu avô? — ela me perguntou freneticamente, engolindo soluços.
— E-eu não sei! Um bicho voador nos atacou, cravou as garras em mim, ele teve que lutar!
Seus olhos já não estavam com medo. Eram os olhos de alguém que, de alguma forma, sabia do que eu estava falando. Ela me segurou pelo braço e levou-me correndo para um dos quartos do hotel, onde minha vó estava sentada na cama assistindo aos noticiários. Elas conversaram em voz baixa por alguns segundos. Vez ou outra uma das duas lançava um olhar pra mim, mesclado com um tanto de pena e preocupação.
— Querido — minha mãe falou em um quase sussurro —, vamos ter que sair daqui.
— Mas... aonde vamos, então? O vovô vem com a gente?
— Não, amor. Estamos indo a Long Island. Seu avô sabe se cuidar.

Minha avó, sem dizer nada, beijou minha testa e apenas olhou enquanto saímos do quarto. Minha mãe chamou um táxi e eu apenas esperei quieto durante todo o percurso. Apesar da curiosidade, tinha medo de saber o que estava acontecendo. Alguns momentos eu queria simplesmente acordar, chegando até a me beliscar discretamente. Não funcionou.

Depois de chegar ao pier e passarmos por um caminho de balsa, estávamos em Long Island. Não era tão diferente de New York City, pelo menos pra mim. Caminhamos em silêncio por um tempo, cerca de quinze minutos, quando ela finalmente falou.
— Johnny, você é um semideus. Filho de uma humana e um deus. Eu não vou te falar mais nada por enquanto. É perigoso pra você saber muito enquanto não está no acampamento. Apenas me prometa que vai me visitar, sim? Disse ela com a maior naturalidade como se disse-se: Vou na rua e já volto, não saia de casa.

Eu não estava entendendo nada! Semideus, acampamento, filho de um deus. As informações estavam a um turbilhão por segundo na minha mente, eu não estava conseguindo compreender nada  mas a julgar pelas lágrimas que se formavam nos olhos da minha mãe, decidi concordar. O que quer que acontecesse, nada iria me separar dela.
— Ótimo. Enfim chegamos, querido.
Eu não notei nada de diferente. Tudo estava cercado por árvores, mal dava pra se enxergar a estrada pela qual chegamos aqui. Foi então que algo alguns metros a frente me pareceu estranho e de certa forma familiar. Apertei os olhos e finalmente o vi: uma espécie de entrada estava ali o tempo inteiro, separando a floresta de algo que me lembrava uma vila.
— Agora vá. Procure por Quíron. Ele vai ajudar você. — então ela beijou minha testa e se afastou. Não entendi de início, mas provavelmente ela não poderia entrar comigo por algum motivo. Tentei convence-la a entrar mais ela disse que não podia, que não fazia parte do meu mundo.

Entrei com lagrimas nos olhos, não podia acreditar que havia deixado minha mãe pra trás, sozinha. Entrando no local, avistei um grupo de pessoas diferentes de tudo o que eu já havia presenciado. Alguns carregavam facas e espadas, outros voavam e alguns tinham pernas de bode! Uma tontura começou a tomar conta da minha cabeça e então do meu corpo. Por sorte alguém veio me socorrer, falando coisas que eu mal conseguia entender. Esse alguém me levou pra uma espécie de casa imponente com algo que me lembrava muito meus livros de história. Foi então que o mais esquisito dos moradores do lugar apareceu: um homem de cabelos bem cortados e barba, com um rosto amigável porém muito sábio. Seus braços pareciam firmes e ele olhava diretamente para mim, mas eu não conseguia desviar meus olhos de algo em seu corpo que me incomodava: da cintura pra baixo, o homem era um cavalo!
— Muito prazer, semideus. Meu nome é Quíron. Eu sou o superv...
— Você é um centauro?! Que lugar é esse? Por que diabos todos me chamam de semideus? Minha mãe veio até aqui comigo mas ela nã...
— Calma, rapaz. [/color]— Ele falou suavemente.
— Sim, eu sou um centauro. Você está no acampamento Meio-Sangue, sua casa a partir de agora. Sua mãe, que eu presumo que seja mortal, é incapaz de habitar aqui.
[/color]— Mas... Senhor, eu não entendo. Como eu posso ser um semideus? Isso não é mitologia?
O centauro pigarreou. O rapaz que me guiou até ali entendeu o recado e saiu do aposento. Ele parecia um garoto normal, assim como eu.
— Garoto, primeiro diga-me seu nome.
— Johnny, senhor. Johnny Walker Braga— Falei de imediato.
— Muito bem Johnny, agora escute: algumas vezes, os deuses gregos, mais reais do que você possa imaginar, vem até o mundo mortal e apaixonam-se. Desse amor com mortais acabam surgindo os semideuses, assim como os das histórias. Este lugar foi criado para abrigar pessoas como você, já que o mundo exterior está coberto por criaturas que conseguem rastrear semideuses pelo cheiro forte que vocês exalam.
Senti uma súbita vontade de experimentar o meu cheiro, mas isso não parecia algo apropriado para o momento embora fosse estranho, será que um desodorante não poderia resolver?. Esperei que o centauro prosseguisse.
— Aqui você poderá treinar com armas de verdade, desenvolver suas habilidades e dentro de algum tempo provavelmente você estará familiarizado com tudo. — Ele não falou nada, mas seu olhar me desafiava a dizer algo.
— Senhor, mas... e como eu sei quem é meu pai? Digo, eu sei que a minha mãe é humana, mas eu nunca vi o meu pai, então...
— Tenha calma quanto a isso. Ele se revelará quando achar melhor, e só então você poderá se mudar para o seu chalé. Por enquanto, como indefinido, você ficará abrigado no chalé de Hermes.
— Sim, senhor. Obrigado.


Ele acenou com a cabeça e continuou me olhando. Decidi que era a hora de me virar e sair do local, para então conhecer o acampamento. Pessoas corriam e pulavam por todo lugar. Alguns mais jovens, outros mais velhos do que eu, mas a maioria na mesma faixa etária. Eu demorei muito para entender que a minha vida havia mudado, e foi durante uma noite de sono que fui acordado pelos filhos de Hermes. Por um momento eu pensei ser uma brincadeira, afinal eu era novato e já havia sido vítima nas mãos deles, mas o olhar de espanto me fez olhar para cima. Um símbolo girava sobre mim, e logo minhas dúvidas se esvaíram, quando um filho de Hermes gritou:
— Ele é um filho de Thanatos!
Jhonny Braga
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Re: Ficha de Reclamação

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