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Complexo de Escalada

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Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out 2013, 01:55





- - - - - - - - - - - Complexo de Escalada


Aqui, fica a área de treinos de escalada para os semideuses, com paredes e equipamentos de diversos níveis.

O Nível 1 possui paredes simples, com todo o equipamento disponível: cadeira de escalada, cordas, mosquetões, freios. Um instrutor está sempre por perto. Aqui, não há armadilhas nem nada danoso - o objetivo é ensinar o básico apenas, começando a desenvolver as habilidades para os níveis seguintes. Tamanho do percurso: 15m, sem armadilhas, pedras soltas nem lava. Os 3 metros finais são ligeiramente inclinados, mas não de forma extrema.

O nível 2 começa a apresentar dificuldades. Aqui, agarras que se soltam servem de armadilha e pequenos pedregulhos podem cair sobre o escalador, atrapalhando a rota. Passa a 20m de escalada, mas a inclinação final é mais pronunciada que a anterior.

O nível 3 ainda é muito parecido com o anterior, mas filetes de lava são acrescentados à escalada, exigindo agilidade tanto de movimento quanto de análise, para decidir por onde seguir. As agarras soltas são mais frequentes, e os pedregulhos maiores, bem como a inclinação e o percurso, que passa a 25m, com fissuras para atrapalhar, impedindo uma escalada linear.

O nível 4 é um dos mais perigosos, com tremores pela parede e uma escala maior de obstáculos, tornando os perigos mais frequentes. As armadilhas também variam, já que além das comuns, já presentes nos níveis anteriores, outras coisas podem atingir o semideus, saindo de frestas nas paredes, geralmente pequenos animais ou tocos de madeira, que os golpeiam, empurrando-os, tentando derrubá-los. 35 m de percurso, com mais inclinações e fissuras no trajeto.

Opção: Escalada móvel - Paredes como nos níveis anteriores, mas sem agarras ou pontos artificiais de segurança. O escalador deve usar pontos naturais ou criar os seus com equipamentos. No caso de pardes duplas com esse recurso, o tempo é dobrado, pela necessidade de estar sempre criando um apoio, que torna o processo de escalada demorado.

Opção: Variações naturais - Algumas paredes foram elaboradas para simular condições naturais, como pedras limosas, que dificultam o equilíbrio, ou rajadas de vento e areia, que atrapalham a visão, e etc. É um pequeno dificultador que complementa os níveis anteriores, tornando-os mais difíceis. Abaixo, uma parede com variação expecífica:

* Parede de gelo: Encantada como uma superfície gelada, é recoberta de neve e gelo. Suas pedras, cobertas pelo elemento, são extremamente afiadas, e o equilíbrio é dificultado. Pedregulhos e pedras soltas ainda existem mas, em vez de lava, essa parede dispara estilhaçõs de gelo de tempos em tempos, que ferem como metal afiado, e em vez de poeira um pó brilhante circula o ambiente, podendo cegar o escalador. Exige equipamentos diferenciados, e não possui apoios artificiais, apenas saliências rochosas comuns.

Opção: Parede dupla - Cada um dos níveis anteriores também tem a sua versão dupla, onde uma parede de nível de dificuldade igual vai se aproximando aos poucos. O tempo de aproximação varia pelo nível de dificuldade, indo de 10 a 30 min.

Opção: Solo - escalada sem equipamento de segurança. Apenas os mais experientes fazem isso, já que uma queda pode ser fatal. Encontrada nas versões anteriores.

Túnel de escalada - Elipse de 15m de altura, o túnel é um percurso recurvado. O escalador sobe por dentro, devendo ir acompanhando a inclinação, chegando a ficar de cabeça para baixo no ponto mais alto. Requer mais técnica que a parede normal, e pode ser encontrado nos 4 níveis, mas sua altura não se modifica. obviamente, não existe um "túnel duplo".

Boulder - Diferente das versões anteriores, esse percurso não possui agarras, sendo apenas um amontoado de rochas grandes, em blocos, de difícil percurso. Aqui, cordas e equipamentos similares de apoio não são permitidos - exceto equipamentos de proteção, como capacete, joelheira e cotoveleira. O objetivo da escalada boulder é treinar a força, e não resistência ou agilidade, por isso não apresenta armadilhas. O solo ao redor é forrado de amofadas de queda, para amortecimento. Altura de 7,5m.

Percurso de Parkour - Estrutura que simula obstáculos comuns em cidades e fachadas normais, como prédios, casas, muretas, etc. Não é apenas uma construção - são várias, mas de altura não mais que mediana - no máximo 8m. Contudo, exige agilidade, não faz uso de cordas (mas capacetes, joelheiras e etc podems er utilizados) e em geral o tempo é cronometrado. É privilegiado a capacidade de saltar entre um obstáculo e outro, usando-os de apoio, do que a escalada em si. Bom para se familiarizar com ambientes que podem ser encontrados em cidades, auxiliando futuramente em situações externas, já que treina rapidez, raciocínio e capacidade de avaliação de distância e cálculo de movimentos.

- - - - - - - - - - - Observações


Sejam coerentes ao descrever seus obstáculos de acordo com seu nível e experiência, e lembrem-se que perícia em escalada, para quem possuiu, é apenas uma facilidade maior, mas não significa conhecimento instantâneo ou infalibilidade;

Os danos são puramente interpretativos - assim como a Arena, a escalada não rende ferimentos ou perda de HP/ MP;

A recompensa máxima não varia - independente do nível, o máximo ganho será de 100 xp (um nível). A divisão é apenas para fins interpretativos e de coerência, considerando que é mais do que natural que personagens de níveis diferentes desenvolvam atividades diferenciadas - lembrando que um novato que nunca viu tal coisa estaria praticamente cometendo suicídio ao tentar escalar uma parede de nível 4 sem o mínimo de noção da atividade;

A avaliação é feita de acordo com os critérios do fórum;

É permitido postar uma vez a cada avaliação.

O player deve especificar qual o tipo de parede e quais variações utilizadas.






SHINJI @ OPS!
♦ Eos
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Piotr Abramovich em Dom 20 Out 2013, 19:01




Escalando

no nível um

Um sério problema que Calvin sempre enfrentou, fora a solidão que, aos poucos, era vencida, foi a altura, mas de uma forma diferente. Voar com Franklin ou sozinho não era problema, mas sim estar no topo de um prédio ou, exemplificando com algo do acampamento, a parede de escalada. Desde que chegou ao acampamento, com cerca de doze anos, Calvin nunca se meteu a besta de participar da atividade de escalar, desfrutada por praticamente todos os campistas. 

Mesmo com sua amiga de velha data, Kurnixa, uma dríade, infernizando-o para que vencesse esse medo, ele arregava e dava desculpas esfarrapadas para não ir. Mas, com o passar dos anos, Calvin se tornou um dos mais fortes do acampamento, rebaixado - em seu ponto de vista - pelo fato de não escalar. O apogeu disso foi quando se tornou líder dos devotos de Hera - mesmo que não tivesse quase nenhum -, o que dava chance aos companheiros de grupo tirarem uma onda, e isso não era o que ele queria. 

●  ●
Pouco antes do almoço, Calvin se encontrou com Kurnixa na parede de escalada. Um filho de Athena, de nome Carl, era o monitor àquele dia, e já conversado com o filho de Héstia, prometeu-lhe ajudar. Obviamente, Calvin escolhera o menor e mais fácil paredão para escalar, onde, além de não existir armadilha alguma, contava com os materiais necessários para escalar. 

De baixo para cima, a parede não parecia tão alta. Ok, vou conseguir, pensou, enquanto Carl ajeitava um mosquetão na cinta que obrigatoriamente Calvin deveria usar. Uma corda bem presa e ligada no mosquetão em Calvin seguia até o topo do paredão, e, de lá, presa numa polia fixa, descia até o monitor, responsável para impedir a queda do praticante de escalada. A camiseta do acampamento parecia estar mais quente do que nunca, porque Calvin começara a suar estranhamente. Claro, era o medo. Ele jurava se vingar de Kurnixa quando acabasse aquilo - se acabasse aquilo.

Sucedendo um longo suspiro, Calvin se aproximou da parede e tocou uma das pedras fixas nela, buscando coragem. Toda vez que ele pensava em desistir, a ideia era desmantelada pelo fracasso que ele seria se não vencesse esse medo. Kurxina sorria e aplaudia enquanto Calvin já deixara o chão, apoiando os pés em duas pedras e as mãos em outras duas. Nisso, Carl se mantinha imóvel, esperando para ir para trás ao passo em que Calvin escalava, de modo que a corda permanecesse esticada. 

Lentamente, Calvin esticava um braço de cada vez, firmando as mãos em pedras mais altas, e, em seguida, fazia o mesmo com os pés. A coisa que ele menos queria era olhar para o chão, mesmo que distasse um único metro dele. O fato de estar preso ao monitor Carl não fazia tanta diferença, porque ele continuava lento no processo de escalada. 

Kurnixa se silenciara quando Calvin alcançou uma altura de cinco metros, e ficava olhando-o, glorificada. A partir deste ponto, o filho de Héstia se policiava para não olhar para baixo, mas não conseguiu. Uma rápida olhada e ele paralisou, atônito. Carl segurou uma risadinha em conjunto com Kurnixa, que logo berrou para seu amigo. — SEJA HOMEM E CONTINUE! — Calvin se segurou para não atear fogo na ninfa e suspirou outra vez, esticando-se para prosseguir na vagarosa escalada. 

Mais alguns minutos e o rapaz chegava nos oito metros, já focado em chegar no topo. Seu único problema seria a leve inclinação que a parede sofria a partir dos doze metros, mas ele preferia não sofrer tanto por antecipação. Decidiu cantar para se distrair enquanto enfrentava o cagaço de escalar, portanto, daquele ponto em que ele estava até o fim do paredão ele ficaria cantarolando. Ok, não deu muito certo. Isso o distraiu demais, o que o fez repousar o pé esquerdo de forma errada numa das pedrinhas, deixando-o cair. Por pouco. Se não tivesse segurando-se bem com as mãos, provavelmente Calvin cairia. 

Ele estava tenso, muito tenso. Passava-se dos quinze minutos que ele estava na parede e faltavam ainda cinco metros. Sua escalada era lenta e precária. Provavelmente Carl o odiaria por fazê-lo perde tanto tempo. Mas Calvin não ligava. O rapaz estava ali para isso, então tinha o tempo que necessitasse para concluir a atividade. Vez ou outra, um pé ou uma mão escorregava nos pequenos suportes, mas nada era tão grave a ponto de fazer Calvin cair, até que ele chegou nos três metros finais.

A breve inclinação começava ali, e Calvin queria desistir, só que ele não podia fazer isso; não podia se mostrar fraco. O semblante do devoto caracterizou-se pelo cenho franzido, indicando determinação, e ele prosseguiu, devagar. A subida em leve diagonal não fazia quase nenhuma diferença, por isso Calvin concluiu com êxito a bendita escalada. Mas, talvez, tenha sujado as calças. 

Ardidas palmas, vindas de Kurnixa, compuseram a recepção de Calvin no chão, descido num rapel fajuto e auxiliado por Carl, que sorria falsamente. Calvin agradeceu seu monitor, e, sem jeito, retirou-se da arena, farto da ninfa que o infernizara a fazer aquilo. Por ele, nunca mais escalaria.
 


Leveck @ CG 


Piotr Abramovich
Filhos de Héstia
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Ted F. Hunter em Dom 20 Out 2013, 21:35



Escalada no nível 1

Eu estava na Praia dos Fogos, tinha terminado de ler "A Culpa das Estrelas" e começara à ler "Guerra dos Tronos", mas não conseguia me concentrar na leitura, tinha sido reclamado por Selene e por isso me sentia extremamente feliz. Vi que não conseguiria ler este livro enquanto estivesse tão elétrico assim, eu guardei o livro na minha mochila de couro e fui para a parede de escalada, agora que sofrerá modificações deve ter ficado bem melhor para o treino, eu escalaria no nível 1 por ser novato.
 
 A parede de escalada nível 1 tinha 15 metros de altitude, era totalmente reta com exerção dos últimos 3 metros que eram levemente inclinados. Coloquei uma luva de couro e me preparei para subir, o tempo estava muito frio e chuvoso, mas isso não me desanimou, eu tinha vantagem por ser filho de Selene, já que podia fazer aparecerem garras de gato muito afiadas, comecei a subir a alta parede de escalada com muito cuidado, sabia que para meu nível não tinham armadilhas, mas não queria cair de lá;


 A dificuldade de escalar não era muito grande, pelo menos para os filhos de Selene, já que nós temos uma ligação com animais noturnos, eu já estava nos 13 metros da parede de escalada, a parte mais inclinada da parede. Depois de atingir o topo da escalada comecei a desce-la, admito que foi mais difícil, nos 12 metros tive que usar novamente as garras de gato, mas ocorreu tudo bem no meu treino. Depois de treinar fui para o chalé  de Selene dormir. 


Poderes Ativos:
♦ Garras:Os gatos também são considerados animais noturnos, as garras desse animal são extremamente perigosas. Os filhos de Selene criam garras em sua mão, podendo arranhar o inimigo gravemente.



Poderes Passivos:
♦ Aura Lunar: Os filhos de Selene tem o poder aumentado a noite, os ataques surtem mais efeito. Além disso, os filhos ficam mais camuflados e as chances de acharem-nos são menores. 


Lugar: Parede de Escalada - Vestindo: Casaco de lá, camisa dos Roling Stones, sapatos all star e luvas de couro


© cg

Ted F. Hunter
Filhos de Selene
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 076-ExStaff em Sex 25 Out 2013, 12:58



Complexo de Escalada












- Calvin Hewitt:

• Comentários:

— Eu gostei bastante da sua narrativa, Calvin. Foi coerente e bem descrita, objetiva e - ainda que simples - me prendeu. O único desconto foi em ortografia, pois houveram alguns erros de digitação rápida que poderiam ser evitados com uma revisão no texto.


• Pontuação:

— Coerência: 50 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15;
— Ortografia e organização: 9 de 10.


• Resultado:

+ 99 XP.





-Ted F. Hunter:

• Comentários:

— Ted, você pecou muito na sua narrativa. Primeiramente, houveram muitos erros ortográficos, mesmo com um texto tão pequeno. Faltaram descrições, detalhes, e emoção. O seu texto não ficou bom, na próxima vez tente detalhar mais, narrar mais e revisar a narração após escrevê-la para evitar os seus erros.


• Pontuação:

— Coerência: 30 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 10 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 8 de 15;
— Ortografia e organização: 4 de 10.


• Resultado:

+ 52 XP.




• Parabéns.







Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Luck Jackson em Qui 31 Out 2013, 17:35

Era uma bela manhã de sol , eu queria um desafio então fui para a parede de escalada .Eu comecei bem desviando das pedras e da lava , mais quando estava mais no final uma pedra caiu na minha cabeça e eu cai quase no começo .Continuei tentando eu subia e caia o tem todo , uma hora eu decidi que precisava me esforçar mais .Me concentrei e subi .Chegando no topo caiu muita lava e pedras , consegui desviar mais estava cansado quase desmaiando:
-Já chega.
Disse para mim mesmo , me forcei para subir mais consegui desci e fui para o chalé tomar um banho e descansar.
Luck Jackson
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Marlin em Sex 01 Nov 2013, 13:16

ALGUÉM MEU FILHO POR AÍ? ELE É UM PEIXE-PALHAÇO TAMBÉM
Marlin
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Magnus Lubrus em Sex 01 Nov 2013, 22:45

Escalando a Parede nivel:1


Bem era o meu primeiro dia no acampamento estava meio perdido nem sabia quem era meu pai,então,me falaram da parede de escalada.Fui la chegando la fui correndo por sorte nao tinha armadilha levei um pouco de dificuldade por ser um pouco gordinho,tive que andando faltando 3 metros,mas, o que importa que conseguir.
E depois fui embora
Magnus Lubrus
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Sab 02 Nov 2013, 03:32

Luck e Magnus: +10 xp

Se inspirem nas narrativas postadas - vocês devem descrever a atividade, não apenas dizer de forma genérica que subiram. Por exemplo, em vez de falar que é difícil, narrar o esforço, dizer que escorregou, machucou as mãos, que se cansou, etc, etc. Pensamentos, sentimentos, ações, cenário - cabe a vocês detalhar tudo isso. Em ortografia, sempre revisem, utilizem um corretor, tenham cuidado na organização das postagens.


Marlin - Banido por flood, junto com o filho.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Andrew Oliver em Dom 03 Nov 2013, 11:51


Treino de Parkour


Quando acordei vi algumas camas vazias, alguns de meus irmãos tinham acordado cedo para treinar, outros haviam acabado de acordar assim como eu, ainda com sono decidi me apressar um pouco mais, queria treinar, melhorar minhas habilidades e aprender algumas coisas novas, como escalada nunca fui bom nisso, mas é sempre bom se superar. Levantei da cama tentando me concentrar para ficar em pé, olhei pra alguns de meus irmãos que estavam arrumando suas camas e falei:
- Bom dia pessoal. - Alguns responderam, outros não, talvez estivessem com muito sono e não ouviram, afinal eu também estava como sono, então devo ter falado muito baixo.
Tentei arrumar minha cama, o chalé deve ser mantido organizado e limpo, depois de arrumar minha cama, me dirigi ao banheiro, ao chegar lá, me olhei no espelho, meus cabelos loiros estavam um pouco bagunçados, haviam olheiras logo abaixo dos meus olhos.
- Ah, vamos lá cara nada de preguiça hoje! - Falei com o meu reflexo. - O dia hoje promete ser bem produtivo. - Lavei o rosto e pus uma camisa laranja do acampamento meio-sangue, saí do banheiro e desci as escadas em direção ao térreo, mal reparei nas pessoas que estavam no salão e saí pela porta principal. Era uma manhã de sol, muitas nuvens no céu, uma brisa leve precorria o acampamento, filhas de Afrodite penteavam seus cabelos em frente ao chalé 10, alguns filhos de Ares praticavam arco e flecha e combate corpo a corpo, me dirigi ao complexo de escalada no caminho alguns campistas passaram por mim machucados e mancando, no fundo do meu coração eu desejava que eles não tivessem se ferido escalando, só não queria ir pra enfermaria antes do fim do dia.
Chegando no complexo, campistas mais experientes escalavam paredes nível 4, pedras rolavam com o intuito de derrubar quem tentava escalar aquelas rochas, chamas saiam de locais inesperados. Optei por um percurso de Parkour, parecia o mais simples de todos, percurso simulava obstáculos de rua, muros, casas, fachadas, prédios, o mais alto deles devia ter no máximo 8m, a prática de parkour, exige movimentos rápidos, destreza e explosão muscular. Me aproximei de uma árvore e comecei a me alongar, sentei no chão com uma perna cruzada e a outra esticada e tentei tocar a ponto do pé da perna que estava esticada, consegui, com um pouco de esforço, levantei e vesti os equipamentos de segurança, capacete, joelheiras e cotoveleiras, já que eu não queria ir parar na enfermaria caso algo desse errado. Alguns semi-deuses conseguiam completar o percurso outros tropeçavam na metade e rolavam no chão para amortecer o impacto, sempre que um completava o trajeto ou caía voltava pro fim da fila e o próximo era autorizado a iniciar o treino. Um filho de Hefesto estava na minha frente, ele era bastante forte, mas ele não era muito ágil, tanto que caiu no primeiro obstáculo que precisou saltar. Finalmente era minha vez, meus músculos estavam alongados, meu cérebro estava frenético, durante o percurso de outras pessoas, notei algumas técnicas de salto, eles sempre saltavam de pés juntos de modo que aumentasse o impulso e na hora de aterrizar eles flexionavam bem os joelhos ou rolavam pelo chão. Um filho de Hermes estava logo atrás de mim se aproximou e falou baixinho:
- Boa sorte novato.
- Valeu cara, eu vou precisar. - Respondi tentando ignorar ele e me concentrando no trajeto. Quando foi dado o sinal que  autorizava minha saída, corri em direção ao primeiro obstáculo, era muro de concreto devia ter pelo menos 2m de altura, logo antes dele havia uma lata de lixo que podia ser usada pra saltar por cima da muro e talvez não fosse uma boa ideia tentar pular um muro de 2m sem nenhuma ajuda logo na minha primeira tentativa, corri em direção a lata de lixo e pulei em cima dela, saltei sobre o muro pondo minhas mãos como apoio e colocando minhas pernas para o lado, se eu pensava que saltar aquela parede era assustador, aterrissar era mais assustador e complicado, meu salta havia sido um pouco torto, minha coluna estava na posição errada, e possivelmente eu cairia de cara no chão. Mas contra minha vontade, talvez ação do medo, meu corpo se contraiu numa posição que me fez rolar pelo solo, o rolamento pareceu ter aumentado minha velocidade, quando me recuperei, me senti na velocidade de um carro de formula 1, logo a frente, havia um contêiner daqueles de navios de carga, dessa vez eu já sabia o que fazer, me aproximei correndo do obstáculo, juntei os pés e saltei, coloquei minhas mãos na parte mais alta do contêiner, usei meu pé direito para me impulsionar e subir no objeto que bloqueava o percurso, um pouco mais a frente encontrava-se uma haste de metal, no mesmo nível que o teto do contêiner que era usado como apoio para alcançar o que simulava a cobertura de um prédio, cerca de um cinco metros de altura e 15 metros de distância até a outra borda da cobertura, um vão de mais ou menos 4 metros de distância e a cobertura de outro prédio, que encerrava o trajeto. Por alguns segundos, fiquei parado encarando o que podia ser meu passaporte para o hospital.
- Ah droga, por que o pior tem sempre que vir no final! - Pensei encarando o obstáculo que estava alguns metros a minha frente. Meu corpo já estava todo molhado de suor, não estava acostumando com atividades que requeriam tanto condicionamento e explosão.
Respirei fundo e corri na direção do prédio seguinte, minhas pernas tremiam, não sei ao certo, tremiam de medo ou exaustão, mas como não queria fazer com que todo meu esforço tivesse sido em vão, ao chegar na beira do primeiro prédio, saltei, durante o voo o tempo parou, tudo se movimentava devagar, pessoas no complexo pararam para me assistir completando o salto, ou dando de cara com o chão, achei que não fosse conseguir, girei os braços numa tentativa desesperada de nadar no ar, o que foi inútil, a ponta do meu pé tocou a borda da cobertura do ultimo prédio, corri mais alguns dois ou três metros até parar, me mantive em pé por no máximo 5 segundos e caí no chão sentado, minhas pernas queimavam, nunca havia me submetido a tanto esforço físico.
As pessoas no local estavam perplexas, poucos novatos conseguiram completar todo o trajeto, e eu havia conseguido, mas por outro lado, também decidi passar um bom tempo sem praticar escalada, parkour, ou coisas do tipo.
Andrew Oliver
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Escalando - Nível 1

Mensagem por Helena Pleitzücsh em Dom 10 Nov 2013, 14:51

Forever Alone
Escalando no nível 1


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O Acampamento não era tão duro quanto aqueles acampamentos militares que os pais colocam os filhos problemáticos.
É pior.
Diga-se de passagem, que há uma parede de escalada enorme no Acampamento. E quando digo enorme, não me refiro ao tamanho “enorme” da verruga nas costas da sua vó, eu digo enorme mesmo. Tipo, alguns trechos eram do tamanho de uma colina! Era simplesmente... Tá, você já entendeu. Vamos prosseguir.
Uma campista aparentemente bem-intencionada vê que estou meio que perdida pelo Acampamento, e me direciona para alguns locais, me mostrando o Anfiteatro, a Forja, os Estábulos, e alguns outros lugares interessantes. Infelizmente, ela tinha uma aula de Arco e Flecha e estava atrasada, sendo assim teve que ir. E eu fiquei ali, ainda meio desnorteada.
Novamente, um campista vai me apresentar todo o resto. Acontece que ele não me pareceu amigável desde o início em que o vi, mas ignorei isso. Talvez fosse apenas uma impressão. Mas não era.
O garoto me deixou na Parede de Escalada, enquanto apontava para mim ao mesmo tempo em que falava com o instrutor de escalada bem longe de onde estava. Não me senti confortável, mesmo não sabendo o que estava sendo dito. Logo, ele terminara sua conversa e com um risinho, foi embora correndo. Eu pensei em gritar seu nome de volta, mas eu tinha a estranha intuição de que ele não voltaria. Aliás, não era uma intuição: Era uma certeza.
Minha distração era tamanha que só depois de um tempo me vi com todo o equipamento de escalada: gancho, colete e capacete. Ai meu Deus ( ou seria “Zeus”?)! O que eu iria fazer? Morrer deve ser horrível, afinal, mamãe tem um fardo enorme pra carregar, e eu teria que ficar esperando e...
Viu? Ser taciturna quando se está pensando que é taciturna é algo taciturnamente confuso. O instrutor já tinha não só colocado as roupas por cima das minhas vestes como também já havia me empurrado para o complexo. Eu estava na faixa mais fácil, aparentemente, mas para mim aquilo era mais que uma muralha! Eu olho para o instrutor, e começo a gaguejar:
-Senhor, me desculpe, mas eu não vou conseguir subir aqui! Deve ter sido um engano e...
Ele me fita com um olhar de escárnio, como se não acreditasse no que eu estava falando:
-Não tem fé em si mesma?
“Não!”, eu penso.
Ele continua:
-Mesmo que não tiver você não pode voltar para seu confortável chalé. Aqui, o treino é pesado: Ou você faz, ou você faz.
Ouch, droga!
-Não tem outra opção não?
Ele assente, com aquele sorriso de escárnio que seus olhos deram a alguns momentos atrás:
-Claro! Temos a opção C... que é FAÇA!
Ele corre até o complexo, pega meu gancho e prega em menos de 20 segundos o mesmo no alto da faixa em que estou. Ele desce ao meu lado e ensina, mostrando apressadamente alguns movimentos:
-Para você escalar, basta fazer assim... E ir. – Os movimentos que ele faziam eram simples: simplesmente os de subir e se agarrar firmemente do gancho ao mesmo tempo. Mas pra mim, era pior do que um filho da Medusa com a Hidra- Aí depois, é só acreditar. Quando chegar lá em cima, volte pra baixo e sua tarefa estará concluída. Esse é o nível 1, garota, o que há de difícil nisso?
Faço o que ele manda. Você deve pensar que eu estou sendo molenga quando direi isso: É IMPOSSÍVEL! Mas acredite em mim, se estivesse confuso como eu, assim como tivesse meu corpo não tão atlético, estaria sofrendo assim como estou agora. Embora o instrutor louco estivesse ao meu lado, a tarefa ainda era árdua e difícil, como se minhas mãos e pernas não fossem feitas para aquilo! E talvez não fossem mesmo, pois eu simplesmente não conseguia subir um palmo. Eu tentava escalar como em uma montanha normal, mas era simplesmente... Muito difícil! Eram movimentos simples, que eu executava de uma maneira simplesmente... Ok, já entendeu né?  
Mas finalmente, algo me “dá a luz”: Uma voz espiritual. Bom, com certeza era uma, afinal eu sei reconhecer quando é um fantasma ou não. Todavia, o espírito me encorajou com as seguintes palavras, ditas em uma voz fina e aguda:
“Não perca o fôlego! Se a vida não ficar mais fácil, trate de ficar mais forte, garota!”
Oh! Mas que bela frase! E motivadora também! Agora sim, minha alma sente-se estimulada e com as forças renovadas. Sim, é isso! Diga olá para os ventos da mudança, Allison! Você consegue, menina!
Deve ser normal falar sozinha. Bah, não importa isso também. O que importa é que a escalada ainda era (e continua sendo) um desafio para mim, mas agora, ao menos, eu consegui subir sem cair! Yeah, isso aí, Allison, eu sou demais! O instrutor fica satisfeito, talvez tanto quanto eu estou comigo mesma, e com um sorriso me diz:
-Muito bem. Viu como é bom acreditar em si mesma? Agora, basta descer. Cuidado, ok?
Tudo estava bom demais para ser verdade.
Eu estava a talvez 10 metros do chão, quando fiz a enorme, épica e monumental besteira de arquear o corpo para trás em sinal de vitória. O pé escorregou, o gancho se soltou e eu caí.
Simplesmente caí.
Como sobrevivi? Parecia que o instrutor viu o futuro e já estava no chão. Quando caí, ele em uma velocidade impressionante me pegou quando estava a apenas um metro de me espatifar e virar o monumento “Allison, A Panqueca” do Acampamento. Talvez ele tivesse se acostumado a isso, não? Talvez eu não fosse a única pessoa burra do Acampamento Meio-Sangue.
O instrutor murmura, confirmando minhas suspeitas de que o que ele fez ali já era algo frequente:
-Mais uma pra lista de que caem pensando que já venceram... Vou ter que arrumar outro caderno pra anotar todos os nomes...
O que importa: EU SUBI A PAREDE! UHUUUU! EU ME AMO! SOU O MÁXIMO! AI, COMO SOU ZICA, BENHÊ!
Talvez tenha me exaltado tanto que desmaiei. A última coisa que me lembro é da cara torta e feia do instrutor me levando para algum lugar que eu saberia somente depois de algumas horas, quando levantaria na Enfermaria. Bom, eu não tive fraturas, arranhões nem nada: O instrutor me pegou bem na hora.
Mas eu subi. Yeah yeah!
Habilidades usadas:

Mediunidade [Nível 1]

Mediunidade é a habilidade de ver e se comunicar com fantasmas. Sim, você pode se comunicar com fantasmas mesmo sem estar no mundo inferior.



• •


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Helena Pleitzücsh
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Melanie J. Sapphire em Sab 16 Nov 2013, 16:32

>
  Escalada nível 1
Havia chegado ao acampamento a pouco tempo e resolvi visitar as paredes de escalada ,chegando lá me espanto pois as paredes eram feitas de pedras soltas  e larva.
  -Não,-o instrutor diz rindo- Você pode treinar na ‘escalada nível 1’-Então ele aponta para uma parede comum sem larvas armadilhas e nem nada do gênero .
-Acho que vou começar com esta ai,a mais fácil.
 
Ele prende e arruma os equipamentos em mim quando termina ele diz:
-Pronto,agora esta segura.

Agradeço e começo a subir a simples parede de escalada, que teria uns 15 m ou por ai ,vou subindo usando minha faca e minha adaga e apoiando os pés nas pedras .Chego  ao objetivo e fico sentada um tempo lá em cima observando a vista de uma boa parte do acampamento,depois peço ajuda para sair de lá.
 

Da autoria de ninha fabbris ® cópias são estritamente proibídas




Armas usadas: ♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

- Adaga curva de bronze sagrado [Muito semelhante a Adaga normal, com a diferença que esta tem sua ponta mais curva e afiada, facilitando assim a perfuração, porém requer mais cuidado no manuseio. Sua lâmina é um pouco maior, pela curvatura, possuindo 25cm, mas a largura é igual a uma adaga comum, com 8cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.][Madeira, couro e bronze sagrado. Nível mínimo: 1. Sem elementos]
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Suzanna H. Kröhling em Dom 17 Nov 2013, 02:27




the queen of skies,
not everything is as you want it to be, sometimes when it gets tricky.

Eu já estava no acampamento meio sangue há pouco tempo e nunca havia experimentado a parede de escalada, na verdade, desde que havia chego, não tinha feito absolutamente nada, a não ser sentar e observar os campos de morango, já que de certa forma, sentia medo de morrer em alguma missão antes de saber quem era realmente meu pai olimpiano. Pela primeira vez desde que eu chegara ao acampamento meio sangue, eu havia saído do chalé de Hermes sem armas e usava uma roupa o mais leve possível, já que eu precisaria de agilidade na parede. Estava vestindo uma calça de ginastica preta que ficava um pouco apertada e uma blusa do tom azul céu sem mangas, nos pés um all star velho camuflado e um rabo de cavalo bem feito na cabeça. Enquanto seguia em direção à parede de escalada, observei o acampamento, de fato, apesar de sempre me sentir presa naquele lugar, considerava-o de certa forma agradável, por causa de sua aparência e tranquilidade, ao menos até certo ponto, já que os filhos de Ares costumavam arranjar encrenca a cada cinco minutos. Pela primeira vez estava diante da parede de escalada, e a impressão que ela me passou não foi exatamente muito legal, eu podia ver uma filha de ares quase no topo enquanto se protegia de lava e pedras enormes que pareciam descer de algum lugar da parte de cima, quando ela finalmente atingiu o topo a parede pareceu parar de tentar derruba-la e vi um sorriso cansado em seu rosto. "Duvido que seja assim tão fácil", pensei olhando a garota passar com um sorriso vitorioso. "Talvez Ares seja meu pai e eu de sorte." prossegui com a linha de raciocínio enquanto criava coragem.

Quando finalmente decidi ir, percebi que não existia apenas um nível de dificuldade e sim vários, apesar de saber que tentaria no modo um meu coração já começava a acelerar e minhas mãos começavam a gelar e soar, mas sabia que não devia desistir, afinal, muitos campistas me olhavam curiosos na expectativa de que eu levasse um belo tombo e parasse na enfermaria, não pretendia dar o gostinho a eles de me ferir e muito menos de desistir, por esse motivo caminhei até a parte mais baixa da parede, apesar de todo o equipamento disponível, não me sentia totalmente segura, apesar de não ter problemas com altura, aquilo de fato parecia muito mais traiçoeiro do que eu imaginava, e não pretendia estar por perto quando algo de ruim acontecesse. Um dos instrutores caminhou até mim dando recomendações do que devia fazer e do que não devia fazer, incluindo me desesperar e soltar as mãos. "Claro, como se eu fosse uma doente mental e pensasse sequer em largar meu apoio" foi o que pensei quando ele se afastou. A subida apesar de ser sem obstáculos não foi lá um mar de rosas, pelo contrário, as pedras de apoio eram um pouco lisas e minhas mãos úmidas não contribuíam em nada para minha segurança. Cheguei a escorregar umas cinco vezes enquanto ouvia pequenos risinhos vindo de alguns campistas que me observavam, mas claro, fingi não me importar e continuei escalando com toda tranquilidade do mundo, você sabe, um pé de cada vez, e voltando quando não conseguia alcançar a pedra seguinte. Quando já estava na metade da escalada comecei a achar que havia pego o jeito, fazendo-me cometer um erro que quase acarretou em minha queda de aproximadamente oito metros de altura. Alguns dos apoios que eu utilizava para me segurar era um pouco mais ingrime do que esperava, fazendo-me escorregar alguns passos e xingar todos os deuses possíveis. "Era só o que me faltava", suspirei enquanto sentia as mãos doerem por causa da força que fazia.

"Odeio essa porcaria de acampamento!" pensei em gritar para que todos me ouvissem. "Malditos, parem de me olhar, não tem nada para vocês verem aqui" suspirei ao sentir alguns olhares sobre mim. "Calma Suzanah, você consegue, é fácil" tentei me acalmar mentalmente ao segurar em outro apoio que parecia ainda mais ingrime que o anterior. "Continue subindo, apenas continue subindo", era o que minha mente dizia a cada vez que sentia minhas mãos fraquejarem ou doerem de alguma forma perigosa. Aquilo me deixava maluca e não havia nada que eu pudesse fazer, ou subia e sofria mais um pouco, ou desistia e sofria gozações dos espertinhos que me observavam. Optei por continuar tentando, apoiando-me em lugares quase impossíveis, mas não desistiria de forma alguma. Finalmente depois de muitas tentativas, senti minha mão segurar no que parecia ser um botão que desativava toda e qualquer reação que poderia acontecer ali, senti olhares satisfeitos junto com olhares não tão satisfeitos assim, sentia vontade de chorar, em partes por causa da dor, e em partes porque tudo que queria era ser reconhecida, coisa que sentia nunca ter sido. Desci todo o trajeto enquanto sentia pontadas de dor por todo o corpo, assim que finalmente cheguei no chão olhei para os campistas ao meu redor e fiz exatamente o que costumava fazer no colégio, empinei minha cabeça e sai em direção a enfermaria, com o cabelo bagunçado, as mãos doloridas e o corpo completamente cansado, mas sem deixar demonstrar nem sequer uma emoção referente a isso. Apenas segui meu caminho, como vinha fazendo a anos e continuaria fazendo até que finalmente me enxergassem e não apenas me olhassem.



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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Olivia Hävgaard-Løeg em Dom 17 Nov 2013, 21:52

 I can do this ... !
I'm stronger than I've ever been ♪

Estava quase escurecendo, o sol estava se pondo, deixando o céu num tom levemente laranjado.  Após ter vestido uma calça flexível rumei para o complexo de Escalada, afinal, não poderia estar tão tarde assim para uma ultima atividade.  Á medida que caminhava pude ver muitos dos campistas que voltavam da arena completamente esgotados, eu, porém, estava muito bem. Sem nenhuma dificuldade cheguei ao meu destino, poucos semideuses estavam ali, admirei-me com um garoto que escalava com tamanha precisão, desviando-se dos obstáculos assim que estes surgiam, espantei-me quando deduzi que alguns destes eram lavas quentes, com certeza eu não haveria de ter que passar por aquilo, pois sem muita experiência, morreria no primeiro teste.  Direcionei-me então para um complexo fácil, no qual não havia armadilhas, que acarretaria em uma experiência sem desespero... Ou não.  Encaminhei-me á um instrutor, este me deu alguns conselhos e os ouvi atentamente, após o garoto colocar firmemente todos os equipamentos em mim e eu estar devidamente pronta para o ato, suspirei e comecei á subir. “Você consegue Crystal, não é tão alto assim, é só ir devagar. Murmurei para mim mesma. Com um pé de cada vez consegui ir razoavelmente bem, até que coloquei o pé no lugar errado e quase despenquei, mas no desespero consegui me rearrumar. Respirei fortemente e voltei á escalar, eu não iria desistir ainda me faltavam 8 metros para subir. Meus cabelos, que eu esquecera de amarrar já começava á me atrapalhar assim como as mãos que estavam levemente suadas, mas continuei. Pedra após pedra, e um esforço enorme para não cair, mesmo sabendo que alguém estaria lá embaixo para me pegar ou que o equipamento evitaria uma queda catastrófica eu não iria dar aos campistas que jaziam ali um motivo para rir de mim, sou filha de Poseidon, mas não tenho medo de altura. Olhei para baixo e uma sensação estranha percorreu meu corpo, seria medo? “Não isso é normal, ninguém ia querer cair de uma altura dessas pensei.  Minhas mãos agora não atrapalhavam um pouco, e sim muito, já que o suor estava deixando as pedras escorregadias e quase impossíveis de segurar com muita precisão, para melhorar minha situação precária os últimos metros estavam ligeiramente inclinados. “Você consegue, é só mais um pouquinho Murmurei. Apoiando-me bem, consegui secar uma mão de cada vez na camisa do acampamento que eu vestira, olhei mais atentamente para o céu, que já estava decorado lindamente com estrelas, inspirei e tornei á voltar ao esquema de continuar e não cair, pedra após pedra novamente, e finalmente com os músculos completamente doloridos consegui terminar o percusso, saíra ilesa do complexo agradecendo aos deuses por terem poupado-me de um vexame, minha barriga roncava, ao invés de tomar primeiramente um bom banho, decidi então rumar para o refeitório,  para recompor minhas forças.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Gabe Gustavo em Dom 24 Nov 2013, 12:16

Escalada Nível Um
Eu fui até a parede de escalada, era minha primeira vez subindo aquela parede, e tenho que confessar dava um certo medo, quando chega perto dela.
O instrutor me ajudou a colocar os equipamentos de escalamento, e se preparou para subir junto comigo.
Ele já tinha me contado que eu não teria armadilhas, nem lava e nem pedras rolando. O que me tranquilizou um pouco.
Começamos a subir e o instrutor me orientava a cada segundo. A pedra que sobiamos não era grande, mas era bem inclinada, média cerca de uns 13 metros de altura.
Eu comecei a subir, mas tinha bastante dificuldade, mesmo com todas aquelas ferramentas de escalamento.
Quando eu cheguei a uns cinco metros de altura, eu pisei em uma pedra que rolou, e quase me derrubou lá em baixo, mas por sorte tinha uma trava para caso isso acontecesse.
Eu cheguei a um ponto que tinha uma imensa pedra na frente, a pedra estava bem presa a parede, mas parecia um obstaculo difícil.
O instrutor me orientou como passar pela pedra, mas eu teria de passar primeiro. Quando eu escalei eu pude jurar que fiquei de cabeça para baixo. Meu instrutor veio logo atrás de mim, e continuamos o caminho. Quando nós já estávamos terminando o percurso, faltando mais ou menos cerca de 4 metros, eu olhei para o instrutor abaixo de mim e ele gritou.
- Cuidado com a lava.
Eu cai da pedra em que eu estava e quase derrubei meu instrutor. Olhei para o alto e não vi lava nenhuma.
Quando terminei eu dei um tapa na nuca do instrutor, e reclamei um pouco, mas acabamos nos divertindo um pouco.


FIM


Não sou reclamado:
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 072-ExStaff em Seg 25 Nov 2013, 21:37


Parede de Escalada {  }
 
Avaliação & Atualização;


Andrew Oliver: C ▬ 10/50  exp || CEF ▬ 10/25 exp || OAP ▬07/15 exp || OO ▬ 05/10 exp Total: 32 exp { Sua postagem foi mediana; digo isso por dois fatores principais: pontuação e a maneira como descreveu os fatos. Você fez parecer que já é experiente e perfeito em suas ações, deixando pouca margem para aprendizado. Também quero citar quão grande ficou sua introdução em relação ao post de verdade: das próximas vezes, tente diminuí-la.}

Allison Charrier: C ▬ 45/50  exp || CEF ▬ 25/25 exp || OAP ▬ 15/15 exp || OO ▬ 07/10 exp Total: 92 exp - {Gostei da sua postagem! Muito divertida e suave para se ler }

Sue Smith: C ▬ 00/50  exp || CEF ▬ 00/25 exp || OAP ▬ 00/15 exp || OO ▬02/10 exp Total: 02 exp - { Cadê o treino? Em lugares para treinar procure narrar o que fez, o que sentiu, observou, pensou, ouviu... enfim, dê vida ao post! Precisando de mais dicas, manda mp ^^ }

Suzanah Bennett: C ▬ 35/50  exp || CEF ▬ 05/25 exp || OAP ▬ 15/15 exp || OO ▬ 08/10 exp Total: 63 exp - { Seu treino foi bem escrito e bem estruturado; você só pecou na utilização exagerada das vírgulas. Tente fazer períodos menores e com menos repetição de palavras/pensamentos/fatos }

Crystal H. Kröhling : C ▬ 30/50  exp || CEF ▬ 05/25 exp || OAP ▬ 05/15 exp || OO ▬ 08/10 exp Total: 48 exp - { Seu treino foi muito superficial e rápido; ele poderia ter ficado melhor se você descrevesse mais as situações que encontrou. Também pecou na utilização exagerada das vírgulas, deixando o post um pouco pesado de ser lido. Tente fazer períodos menores e com menos repetição de palavras/pensamentos/fatos. Outra coisa: tome cuidado com seu template. As letras são muito pequenas e o quadro no qual aparece o texto é diminuto. Em um evento/missão, o deus avaliador pode descontar vários pontos por causa disso }

Gabe Gustavo : C ▬ 05/50  exp || CEF ▬ 05/25 exp || OAP ▬ 00/15 exp || OO ▬ 03/10 exp Total: 13 exp - { Seu treino foi muito superficial e rápido; ele poderia ter ficado melhor se você descrevesse mais as situações que encontrou. Também pecou na utilização exagerada das vírgulas e dos pontos, deixando o post um pouco pesado de ser lido. Tente fazer períodos menores, com menos repetição de palavras/pensamentos/fatos e com mais conteúdo }

Desculpa pela demora gente x.x
072-ExStaff
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Charles L. Collins em Ter 03 Dez 2013, 16:52


Charlie nunca foi bom em fazer exercícios físicos. Apesar de saber que um "corpo saudável" é tão importante quanto uma "mente saudável", simplesmente não tinha força de vontade para encarar a Educação Física ou um convite de um amigo chamando para jogar algum esporte. Depois de alguns dias de ócio, simplesmente conhecendo o acampamento, teve uma epifania: ele provavelmente morreria se não treinasse. Independentemente da potência, uma revelação de 10 segundos não poderia acabar com 16 anos de uma rotina sedentária. Dentre as opções de treino sem combate, a lógica seria Hipismo ou Canoagem. Porém, já tinha dado uma olhada nos Estábulos e tinha certeza que se fosse lá, apanharia para os cavalos. Quanto à Canoagem, bem.. Ele nunca tinha usado um barco na vida, então não queria passar vergonha. O que sobrou foi a Escalada, afinal, ninguém pode complicar isso.

O semideus estava errado. Quando chegou no local, sua boca se abriu ao ver tantas paredes diferentes, com lava, pedras caindo, ventanias e até Parkour. Já ia se dirigindo de volta ao chalé quando escutou uma voz grave atrás de si.
- Opa, 'cê 'tá indo aonde?
- Ah, é.. Eu esqueci o equipamento no chalé. - Disse, inventando uma desculpa qualquer de forma apressada. Não colou.
- 'Tá certo. Não tem equipamento individual na escalada, fica tudo aqui. Chega aí, rapaz. - A voz pertencia à um garoto - talvez só um pouco mais velho, mas que aparentava ser o instrutor do dia. Gesticulando, chamava o novato até ele.

A última vez em que tinha escalado foi em um parque de diversões quando tinha 11 anos, então seu nervosismo ao ver uma parede de escalada que, apesar de não ter nenhum obstáculo, tinha 15 fuckin' metros era bem compreensível. Lutando contra suas pernas, que estavam querendo sapatear, recebe o equipamento e informações do instrutor. Aquela era a parede nível 1, ou seja, todas as outras eram muito mais difíceis. Se sentindo ridículo com aquela cadeira de escalada e mais ridículo ainda por não saber nem começar.

O instrutor riu e demonstrou como se fazia, um ritmo constante de mão-pé-pé-mão. Engolindo em seco, Collins se puxa para cima usando o braço direito com o auxílio de um apoio próximo, seguido pela perna esquerda, perna direita e mão esquerda, por não ter muita confiança nessa última. Pronto, estava suspenso a 10 centímetros do chão. Faltavam 1490. Determinado a não olhar para baixo, já que, se já tivesse escalado uma boa altura, provavelmente se desconcentraria devido ao medo de cair e, se tivesse escalado pouco, se desanimaria com o esforço gasto pela distância. Seguindo o mesmo ritmo, alcançou os primeiros 6 metros de uma forma até tranquila, linearmente, quando o braço direito começou a reclamar por Charles não estar dividindo seu peso pelos quatro apoios de forma decente. Sua mente acionou um alarme nessa hora, mas ele ignorou e continuou do mesmo jeito.

Três metros depois, o braço estava gritando. Nessa hora, ele quase entrou em pânico ao olhar pra cima e ver que ainda faltavam 6 metros, com 3 inclinados. Forçou-se a trocar sua forma de escalada para usar a mão esquerda como guia. Dessa forma, estendeu o braço esquerdo para o apoio mais próximo, seguido pela perna direita, perna esquerda e por fim o braço cansado. Não durou dois metros até que o braço esquerdo ficasse mais cansado que o direito.

Completou seu pacote de desgraças ao olhar para baixo estando a 11 metros de altura. Simplesmente travou, não tinha coragem de mover nem um de seus músculos retesados. Ao respirar fundo, começou a pensar no que estava fazendo errado. Ele tinha deixado uma mão sempre livre do peso. Por que estava tão cansativo? Xingando a si mesmo por ser tão burro, se toca de que estava subindo errado. Com essa última esperança, levanta o braço direito para o apoio mais longe dentro de seu alcance, dando espaço para que sua perna esquerda pudesse subir. Nessa hora, sobe ainda mais usando o braço esquerdo como segundo apoio e só então, levanta sua perna direita. A mudança foi drástica. Ainda estava cansado, mas subiu meio metro de forma extremamente fácil. Contentíssimo e com vigor renovado, passa pela parte inclinada facilmente e encosta a mão no final da parede.

Extremamente aliviado, é içado de volta ao chão e parabenizado pelo instrutor. Acenando fracamente, volta ao Chalé 11 cambaleando, mas feliz.


Armas Mencionadas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]
Charles L. Collins
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Sex 06 Dez 2013, 23:32

Charles

— Coerência: 50 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15;
— Ortografia e organização: 8 de 10.

Alguns erros ortográficos e mudanças de tempo no meio da narrativa ocasionaram os descontos. Por outro lado, descrições bem feitas, atividade coerente ao nível e ainda soube dosar com os sentimentos e personalidade do personagem. Só sugiro cuidado na utilização de certos verbetes: narrativa em terceira pessoa tende a ser mais formal, diferente de narrar em primeira pessoa, que te dá mais liberdade, então cuidado com os termos e gírias utilizados.

— Total: 93xp (já atualizado)
♦ Eos
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Libbely Bassard em Ter 10 Dez 2013, 19:43


Nível um – escalada

Para tudo se tem uma primeira vez, e nada melhor que um estímulo irritante para qu as coisas acontecessem. Sim, era a primeira vez que Enzo ia à parede de escalada, e logo a filha de Atena que tanto punha seus nervos à flor da pele que o acompanharia.

Ainda era cedo quando ele chegou àquelas bandas. A garota estava à sua espera estampando nos lábios o sorriso, uma mescla de superioridade convencida e provocação. Enzo, para não dá-la o gosto de vê-lo irritado logo ao encontrá-la, sustentou um ar desdenhoso.

— Decidiu aceitar o desafio, sr. Aventureiro? — ela pôs as mãos na cintura casualmente e, de certa forma, aquilo foi charmoso.

— Ah, não, não. Eu vim aqui para me encontrar com você — Enzo zombou. Estreitou os olhos e decidiu mudar de assunto. Nunca vencia uma discussão com ela, afinal. — Vamos logo ou terei que voltar ao chalé?

— Veremos se consegue completar o primeiro nível.

A filha de Atena ofereceu-lhe uns equipamentos de segurança e tagarelou sem parar quando Enzou os rejeitou. Ele caminhou até a frente da parede de escalada e olhou para cima, somente para saber o que estava à sua espera. Quinze metros não era muito, e não seria problema se caísse acidentalmente, a não ser que Éolo também lhe tirasse a capacidade de voar.

— Tome cuidado no final — a filha de Atena alertou.

Com a mão, fez um gesto à toa por cima dos ombros, confirmando que entendera.

Enzo agarrou uma pedra e depois outra, apoiando os pés em protuberâncias expostas. Um, dois três. Saltou e começou a escalada, parando dois ou três segundos a cada avanço. Nos primeiros cinco metros parecia uma tarefa fácil, Enzo estava num ritmo bom e não cometera deslize algum; mas a dificuldade começou a surgir.

Primeiro os ombros começaram a doer, depois os bíceps. Gradativamente Enzo foi ficando mais lento e a respiração falha, com as dores nos músculos contribuindo para a piora no seu desempenho. Num momento, já quase no décimo metro de escalada, quase caiu.

Suas mãos estavam escorregadias, e ao tentar se erguer para o próximo apoio, segurou em falso e ficou pendurado só pelo braço direito; a queimação no bíceps aumentou.

— Parece que o sr. Aventureiro não é lá isso tudo que diz — a garota provocou lá de baixo.

Enzo deu um sorriso esforçado, piscou e se virou para continuar, retomando o apoio.

Suas mandíbulas estavam travadas pelo esforço e concentração. Agarrou uma pedra acima da cabeça, firmou o pé e subiu. Agarrou outra, agora com a mão esquerda, firmou o pé e subiu. Continuou assim até os últimos três metros, lá onde a parede ficava mais inclinada.

Se Enzo já estava com os músculos doendo antes, agora eles estavam a ponto de gritar. Por pouco não caiu, e teve que fazer o dobro do esforço anterior para se pôr equilibrado de novo. Quando olhou para o cume logo acima, um sorriso trêmulo se formou nos lábios.

Ao conseguir se arrastar beirada acima, olhou lá para baixo com certo alívio. O semblante desgostoso da srta. Sabichona era impagável.

— Até que não foi tão mal, sr. Aventureiro. Mas esse é só o primeiro nível — ela arqueou uma sobrancelha desafiadoramente. — Quer ir ao próximo?

Enzo permaneceu em silêncio e deitou de costas, exausto. Não iria ceder às provocações da filha de Atena dessa vez.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Jeffrey Arkynsaw em Qua 18 Dez 2013, 00:08

Escalando Nível 1
 Eu não tinha nada para fazer naquele dia, então fui à parede de escalada.
 Comecei a subir, não parecia tão difícil, até que vi uma briga encima de mim.O que aqueles idiotas estavam pensando?E se eles caíssem?Tive que contornar a briga,mas não foi fácil até que eles caem.
  Minhas mãos estavam suadas, pus a mão na pedra acima, mas ela deslizou,por causa do suor, e cortou minha mão,o machucado ardia,mas continuei indo.estava perto dos últimos três metros,quando minhas mãos estavam ensopadas, quando a machucada escorregou de novo se cortou mais ainda.
Quando estava nos últimos quatro metros, minha mão escorregava por causa do sangue e do suor, mas cheguei nos três metros inclinados.Finalmente cheguei ao final, antes de voltar ao chalé (de Hermes, como ainda era indeterminado) fui à enfermaria e depois voltei ao chalé descansar. Determinated Guy 
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Neferet Lockhart em Qui 19 Dez 2013, 00:41

Escalando Nível 1.

Meus deuses. Foi tudo que consegui pensar quando vi aquela parede de escalada se estendendo quinze metros acima à minha frente. 
Era um dia quente de Dezembro e o sol estava à pino. Cansada de ficar dentro do chalé no meu tempo livre, decidi que aquela seria uma tarde produtiva. Por isso estava ali, toda amarrada a cordas e equipamentos de escalada (nem me pergunte, eu não saberia o nome de tudo aquilo nem se disso dependesse a minha vida), suando feito sovaco de aleijado e me preparando psicologicamente para enfrentar uma subida relativamente tranqüila- pelo menos foi o que me pareceu na hora- até o topo daquela parede. Suspirei. Olhei para o monitor uma última vez- um garoto loiro e pálido cujo nome ele acabara de dizer e logo em seguida eu esquecera. Ele me sorriu, confiante. Pus as mãos na pedra áspera e comecei a subir.
Pareceu fácil de início. Eu me içava para cima vagarosamente, fixando bem as mãos e pés nas pedras que me davam apoio na subida. Eu posso fazer isso, pensei. Não é tão difícil. Com essa confiança renovada alcancei uns bons dez metros sem muitos problemas.
Meu coração quase saiu pela boca quando errei o passo e fiquei suspensa na parede apenas pelas forças dos meus braços (o que, convenhamos, não era lá muita coisa). Quis gritar, mas mesmo a minha voz fugiu à minha boca. O instrutor lá embaixo soltou palavras de incentivo, mas meus ouvidos zumbiam demais para que eu pudesse escutar o que ele dizia. Respirei fundo, retomando o controle da situação, e encaixei novamente os pés nas pedras de sustentação. Meu coração ainda batia muito forte.
Sinceramente, Neferet Rosie De LaRue Lockhart. Você é uma moça ou um saco de batatas? Ouvi uma voz feminina no fundo da minha mente. Perguntei-me se teria pirado de vez ou minha mãe estaria me dando esporro por não conseguir vencer nem uma parede de escalada. Presumi que a primeira opção era mais provável.
Recomecei a subir, tomando cuidado para não tropeçar outra vez. Meus braços já estavam cansados e doloridos e um suor fino empapava as costas da minha camisa. Fora isso, eu me sentia ótima. Ou tão bem quanto uma garota magricela poderia se sentir fazendo tamanho esforço físico. 
Cheguei ao topo logo após concluir aquele pensamento. O instrutor mandou-me que descesse de rapel pela corda, e foi o que fiz. Cumprimentou-me já em solo dizendo que eu fizera um ótimo trabalho.
Sorri-lhe um sorriso amargo, sabendo que aquelas palavras, apesar de tão amáveis, eram uma completa mentira.
Neferet Lockhart
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Meu primeiro dia - Complexo de Escalada (Nível 1)

Mensagem por Gabriel Yank em Sab 21 Dez 2013, 22:38

Meu primeiro dia


Eu estava andando pelo meu chalé agoniado. Era um chalé cheio com paredes de madeira e muitos sacos de dormir espalhados pelo chão. Não tenho certeza se eu posso dizer que aquele lugar é meu chalé, já que eu sou apenas outro indefinido no chalé 11.
- Vá dormir – Exclamou um dos garotos no chão – Ainda é de madrugada.
Não conseguia dormir, tinha acabado de chegar no “Acampamento Meio-Sangue” e não faço a menor ideia do que todos pensavam quando me olhavam com desgosto. Depois de muito tempo esperando todos acordar, até que.
- Duuuuumm – Um filho de Hermes acordou todos com um trombone – Acordem seus preguiçosos.
E no meio de resmungos e reclamações, sorriu como um garoto travesso que tinha prego uma peça. Era provavelmente era um tipo de líder no chalé, e tinha cara de quem não levava nada a sério.
Eu estava completamente perdido e não sabia o que fazer, tentou ir para onde alguém ia, mas eu não tinha coragem ou cara de pau de seguir com eles de penetra, sempre fui muito tímido. Voltei para o chalé 11, o chalé de Hermes. Quando cheguei todos já tinham saído menos o garoto que deveria liderar o grupo.
- Por que não foi fazer as atividades do acampamento? – perguntou o garoto – A você é o novato.
- Não sei oque fazer.
- Claro que não! Que tal começarmos com escalada?
Fiquei um pouco animado, mas não tive coragem de dizer muita coisa, até que ele disse:
- Sou Ericles, e você é?
- Gabe! Gabriel.
Ele começou a andar para fora do chalé, e eu obviamente o segui. Eu fui parar em uma espécie de parede de escalada, como aquelas que se vê nos shoppings, mas essa tinha uns cinquenta metros de altura. Eu pensei naquele momento que aquilo era ruim, mas quando eu vi um garoto subindo a parede começou a descer pedras, quebrar pedras e escorrer lava.
- Fique calmo! Não é tão ruim – Disse Ericles – Quer dizer, você é novato vai subir com equipamentos, e obviamente sem armadilhas.
Tenho que dizer que aquilo não tinha me acalmado.
- Certo – Confirmei – Não tem como eu morrer! Né?
Ele fez uma cara de más noticias e silenciou como se soubesse que não daria nada certo.
- Vou ser seu instrutor.
Ele começou a me preparar com um equipamento, e me orientar coisas como, não caia e faça tudo o que eu disser. Aquilo não me deixava à vontade, mas não tinha muita escolha.
Começamos a nos preparar para subir e eu não estava à vontade ele não falava nada, a não ser “suba”.
No começo a parede parecia ser algo como, a parede de escalada de um parque de diversões ou subir a parede do corredor de casa, mas feita de pedra como uma mini montanha, que pena que era só aparência de ser simples. A encosta da mini montanha começou a ficar escorregadia e ligeiramente inclinada.
- Siga com cuidado, isto é difícil para novatos – Disse com esforço o Ericles.
Subimos devagar e com cautela, ou pelo menos eu fui devagar, Ericles subiu muito acima de mim se aproximando do final, naquele momento eu já não ouvia suas orientações.
Continuar subindo foi um desafio pra mim, mas eu precisava continuar em frente, sabia que seria útil em uma missão no futuro.
A parede de escalada já estava ficando mais reta, mas ainda não estava fácil de subir. Comecei a me aproximar, quando vi um homem no topo da mini montanha e reparei que era o Ericles, e ele derrubou uma pedra grande em minha direção, fiquei na duvida se tinha sido sem querer. A pedra me acertou em cheio, direto no capacete e logo em seguida cai um grande caminho que eu já tinha passado e parei em cima de uma pequena plataforma.
Olhei para o alto e Ericles tinha sumido, continuei no cominho e acho que durei cerca de umas duas horas nos meus cálculos.
Quando coloquei minha mão no topo Ericles me ajudou a subir.
- Conseguiu garoto – Afirmou Ericles.
Fiquei com um pouco de duvida se ele tinha jogado aquela pedra de proposito. Enquanto eu pensava nisso vi ele se afastando e indo para qualquer outro lugar que eu não me importava, ai ele se virou e olho direto pra mim.
- Cuidado com a pedra garoto! – Gritou de longe ele.
Aquilo me respondeu muito e me deu uma duvida ainda maior. Ele é meu amigo ou esta contra mim?
Gabriel Yank
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Lucian Marques em Dom 22 Dez 2013, 15:51

Muro de Escalada
Acordei não sei exatamente onde e não lembrava de nada da noite anterior, percebi que estava sozinho então decidi levantar e sair. Do lado de fora o dia estava ensolarado e havia adolescentes jogando, correndo e lutando com espadas, espere por que havia crianças lutando com espadas? Então comecei a lembrar da noite anterior algo sobre deuses gregos serem reais e outras coisas, então um homem, não, um homem metade cavalo veio andando em minha direção.
- Bom dia, finalmente acordou!
- Você... você... você é...
- Sou metade cavalo é isso mesmo, mas o termo politicamente correto é centauro.
- Então tudo aquilo era verdade, aquela historia de semideuses?
- Sim. Venha, vou te levar pra uma excursão.
Eu segui o centauro ele me mostrou muitas coisas como uma arena de batalha, lago de canoagem, um estábulo com cavalos alados e entre outras coisas, mas o que mais me interessou foi uma parede incrustada de pedras que aparentava ter uns 12 ou 13 metros.
- O que é aquilo?
- É a parede de escalada, quer tentar?
- Sim, eu quero.
Ele me levou até a parede de escalada e disse que era melhor eu tentar o nível um já que era um novato, eu aceitei e ele disse que eu poderia começar. Então comecei a subir pedra por pedra e de inicio parecia fácil, mas quanto mais alto eu ia mais difícil ficava, só que estava determinado a conseguir e não ia desistir, fui subindo ate que cheguei a mais ou menos 7 metros quando meu pé escorregou e eu quase caí, mas por sorte consegui apoiar meu pé em uma das pedras, segurei a uma pedra bem acima de mim e continuei subindo até que cheguei ao topo sem nenhum outro acidente, então era a hora de descer o que parecia ser bem mais difícil, comecei devagar porque haviam três metros inclinados ali, depois que passei a parte inclinada comecei a acelerar minha descida tomando cuidado para não apoiar meus pés no vácuo, quando cheguei no chão já bastante cansado, o centauro me parabenizou e disse que fui muito bem para um novato, agradeci e depois nós continuamos nosso tour e então percebi que poderia me acostumar com aquele lugar.
Lucian Marques
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Um lugar calmo e silencioso.

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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 080-ExStaff em Dom 22 Dez 2013, 16:05

Enzo Vipero


Enzo, devo dizer que seu post ficou muito bom exceto por um errinho ou outro como vírgulas fora de posição ou falta de letras como aconteceu nesta parte:
“e nada melhor que um estímulo irritante para qu as coisas...”
Então tive que tirar alguns pontos por isso...
Gostei como você descreveu as dificuldades por ser a primeira vez escalando.
No total seu texto ficou muito bom.

Parabéns!

— Coerência: 50 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 25 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15;
— Ortografia e organização: 7 de 10.
Total: 97 Exp.

Jeffrey Arkynsaw


Jeffrey, Seu post ficou bem resumido... Faltaram detalhes e não entendi a mudança de cor que você adicionou ao texto.
Além de alguns erros faltou organização no seu texto. Creio que revisando e adicionando detalhes, sua pontuação será bem mais alta.

— Coerência: 15 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 5 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 7 de 15;
— Ortografia e organização: 3 de 10.
Total: 30 Exp.

Neferet Lockhart


Neferet, você escreve bem... Atentando a alguns errinhos bobos quase imperseptíveis em seu texto você terá um pontuação bem alta.
Achei que faltou um pouquinho de organização no seu texto, mas ficou bom.
Contudo não encontrei nada que vá tirar consideravelmente sua experiência final.

Parabéns!

— Coerência: 40 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15;
— Ortografia e organização: 8 de 10.
Total: 83 Exp.

Gabriel Yank


Gabriel, seu post tem mais falas que descrições do que está acontecendo... Tome cuidado com isso.
Alguns erros também foram encontrados como:
“Depois de muito tempo esperando todos acordar, até que...”
Neste caso o correto seria: “Todos acordarem”.
Dando uma revisada e acrescentando detalhes seu post irá ganhar muito mais pontos ;D

— Coerência: 35 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15;
— Ortografia e organização: 8 de 10.
Total: 73 Exp.

Lucian Marques


Lucian, gostei do contexto inicial do seu post... Mas não pude deixar de notar que você usou vírgulas em alguns lugares que deveriam ter pontos.
Também faltaram alguns detalhes na subida. Tente colocar mais pensamentos e sentimentos nos seus textos e fique atento com vírgulas e pontos, assim sua pontuação será maior.

— Coerência: 40 de 50;
— Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25;
— Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15;
— Ortografia e organização: 8 de 10.

Total: 78 Exp.






Atualização
Atualizado por ♦ Zeus
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Caio Matines em Dom 22 Dez 2013, 19:04

Eu tinha chego ao acampamento há duas semanas e ainda não sabia como viver lá. Eu estava no chalé 11, ou seja, chalé de Hermes e dos indefinidos. Tinha acordado a algumas horas e todos já tinham saído para fazer suas atividades, mas eu já não sabia o que fazer, não conhecia nada, a não ser os chalés, refeitórios e treinos de arcos.
- Não vai treinar? – Perguntou Quíron, o chefe das atividades do acampamento.
-Não sei o que fazer.
- Que tal escalada?
Fiquei um pouco animado, pois eu sempre ia às paredes de escalada dos shoppings. Quíron me levou até uma parede imensa.
- Chegamos – afirmou Quíron.
Fiquei assustado, pois era realmente imensa e não tinha nenhuma peça pra me ajudar. Era um lugar no meio de arvores com uma espécie de montanha onde vários campistas escalavam sem nenhum tipo de equipamento.
Um cara de uns quinze anos e começou a me preparar com equipamentos de escalada e me explicar orientações de como subir a parede de escalada. Começamos a subir e ele subiu a minha frente e eu não conseguia mais ouvir o que ele dizia, mas era pior do que eu imaginava pois o começo da montanha era extremamente íngreme e muito difícil de subir, o que não pareceu melhorar com o passar da parede de escalada.
Caio Matines
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Jeffrey Arkynsaw em Seg 23 Dez 2013, 00:19

Escalando no nível 1
Eu iria novamente à parede de escalada, no início eu estava um pouco assustado, por causa da semana  passada, em que eu cortara minha mão.Então, escolhi a opção variações naturais.Olhei lá para cima e pensei:Ah, não pode ser tão difícil, são só ragadas de vento e areia.
Comecei a subir, estava tão fácil quanto da última vez.Até que em 5 metros de altura, eu pisei numa pedra limosa, então meu pé escorregou e eu senti meu coração parar na garganta.Fiquei tonto, mas respirei fundo e resisti, continuei subindo, logo, uma ragada de vento quase me levou, seguida de mais umas três pedras limosas, a essa altura, eu já estava quase desmaiando de susto, a adrenalina não deixava que eu subisse mais, respirei mais fundo.Já estava à 10 metros, não podia piorar. Mas piorou.Uma rajada de areia quase entra nos meus olhos e eu tenho que começar a subir de olhos fechados.Senti que a rajada estava parando, e aproveitei para subir os últimos 2 metros.Desta vez não me machuquei, mas quase infartei.
Jeffrey Arkynsaw
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Acampamento Meio Sangue

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Re: Complexo de Escalada

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