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Complexo de Escalada

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Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out 2013, 01:55

Relembrando a primeira mensagem :





- - - - - - - - - - - Complexo de Escalada


Aqui, fica a área de treinos de escalada para os semideuses, com paredes e equipamentos de diversos níveis.

O Nível 1 possui paredes simples, com todo o equipamento disponível: cadeira de escalada, cordas, mosquetões, freios. Um instrutor está sempre por perto. Aqui, não há armadilhas nem nada danoso - o objetivo é ensinar o básico apenas, começando a desenvolver as habilidades para os níveis seguintes. Tamanho do percurso: 15m, sem armadilhas, pedras soltas nem lava. Os 3 metros finais são ligeiramente inclinados, mas não de forma extrema.

O nível 2 começa a apresentar dificuldades. Aqui, agarras que se soltam servem de armadilha e pequenos pedregulhos podem cair sobre o escalador, atrapalhando a rota. Passa a 20m de escalada, mas a inclinação final é mais pronunciada que a anterior.

O nível 3 ainda é muito parecido com o anterior, mas filetes de lava são acrescentados à escalada, exigindo agilidade tanto de movimento quanto de análise, para decidir por onde seguir. As agarras soltas são mais frequentes, e os pedregulhos maiores, bem como a inclinação e o percurso, que passa a 25m, com fissuras para atrapalhar, impedindo uma escalada linear.

O nível 4 é um dos mais perigosos, com tremores pela parede e uma escala maior de obstáculos, tornando os perigos mais frequentes. As armadilhas também variam, já que além das comuns, já presentes nos níveis anteriores, outras coisas podem atingir o semideus, saindo de frestas nas paredes, geralmente pequenos animais ou tocos de madeira, que os golpeiam, empurrando-os, tentando derrubá-los. 35 m de percurso, com mais inclinações e fissuras no trajeto.

Opção: Escalada móvel - Paredes como nos níveis anteriores, mas sem agarras ou pontos artificiais de segurança. O escalador deve usar pontos naturais ou criar os seus com equipamentos. No caso de pardes duplas com esse recurso, o tempo é dobrado, pela necessidade de estar sempre criando um apoio, que torna o processo de escalada demorado.

Opção: Variações naturais - Algumas paredes foram elaboradas para simular condições naturais, como pedras limosas, que dificultam o equilíbrio, ou rajadas de vento e areia, que atrapalham a visão, e etc. É um pequeno dificultador que complementa os níveis anteriores, tornando-os mais difíceis. Abaixo, uma parede com variação expecífica:

* Parede de gelo: Encantada como uma superfície gelada, é recoberta de neve e gelo. Suas pedras, cobertas pelo elemento, são extremamente afiadas, e o equilíbrio é dificultado. Pedregulhos e pedras soltas ainda existem mas, em vez de lava, essa parede dispara estilhaçõs de gelo de tempos em tempos, que ferem como metal afiado, e em vez de poeira um pó brilhante circula o ambiente, podendo cegar o escalador. Exige equipamentos diferenciados, e não possui apoios artificiais, apenas saliências rochosas comuns.

Opção: Parede dupla - Cada um dos níveis anteriores também tem a sua versão dupla, onde uma parede de nível de dificuldade igual vai se aproximando aos poucos. O tempo de aproximação varia pelo nível de dificuldade, indo de 10 a 30 min.

Opção: Solo - escalada sem equipamento de segurança. Apenas os mais experientes fazem isso, já que uma queda pode ser fatal. Encontrada nas versões anteriores.

Túnel de escalada - Elipse de 15m de altura, o túnel é um percurso recurvado. O escalador sobe por dentro, devendo ir acompanhando a inclinação, chegando a ficar de cabeça para baixo no ponto mais alto. Requer mais técnica que a parede normal, e pode ser encontrado nos 4 níveis, mas sua altura não se modifica. obviamente, não existe um "túnel duplo".

Boulder - Diferente das versões anteriores, esse percurso não possui agarras, sendo apenas um amontoado de rochas grandes, em blocos, de difícil percurso. Aqui, cordas e equipamentos similares de apoio não são permitidos - exceto equipamentos de proteção, como capacete, joelheira e cotoveleira. O objetivo da escalada boulder é treinar a força, e não resistência ou agilidade, por isso não apresenta armadilhas. O solo ao redor é forrado de amofadas de queda, para amortecimento. Altura de 7,5m.

Percurso de Parkour - Estrutura que simula obstáculos comuns em cidades e fachadas normais, como prédios, casas, muretas, etc. Não é apenas uma construção - são várias, mas de altura não mais que mediana - no máximo 8m. Contudo, exige agilidade, não faz uso de cordas (mas capacetes, joelheiras e etc podems er utilizados) e em geral o tempo é cronometrado. É privilegiado a capacidade de saltar entre um obstáculo e outro, usando-os de apoio, do que a escalada em si. Bom para se familiarizar com ambientes que podem ser encontrados em cidades, auxiliando futuramente em situações externas, já que treina rapidez, raciocínio e capacidade de avaliação de distância e cálculo de movimentos.

- - - - - - - - - - - Observações


Sejam coerentes ao descrever seus obstáculos de acordo com seu nível e experiência, e lembrem-se que perícia em escalada, para quem possuiu, é apenas uma facilidade maior, mas não significa conhecimento instantâneo ou infalibilidade;

Os danos são puramente interpretativos - assim como a Arena, a escalada não rende ferimentos ou perda de HP/ MP;

A recompensa máxima não varia - independente do nível, o máximo ganho será de 100 xp (um nível). A divisão é apenas para fins interpretativos e de coerência, considerando que é mais do que natural que personagens de níveis diferentes desenvolvam atividades diferenciadas - lembrando que um novato que nunca viu tal coisa estaria praticamente cometendo suicídio ao tentar escalar uma parede de nível 4 sem o mínimo de noção da atividade;

A avaliação é feita de acordo com os critérios do fórum;

É permitido postar uma vez a cada avaliação.

O player deve especificar qual o tipo de parede e quais variações utilizadas.






SHINJI @ OPS!
♦ Eos
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Sarah Lich. Collins em Qui 17 Nov 2016, 01:39


Queen of dreams ♛
You'll never settle any of your score, your grace is wasted in your face, your boldness stands alone among the wreck



Sabe quando se está dormindo e uma voz penetra a sua mente e aquilo se transforma em sonho? Então, o meu sonho estava uma bagunça total e tinha até um mini dinossauro de metal lambendo o meu pé. Todos os filhos de Hefesto gritavam e sorriam, mas uma voz se destacava melhor. No início grave, depois se tornou cada vez mais grave, até que acordei. A dona da voz no meu sonho estava sentada na beirada da minha cama e me sacudia inteira.
- Pensei que estava morta! – Dizia Janine. - Já estava quase chamando o serviço de necrotério do acampamento. Levanta, temos um treino que preciso te levar.
- Bom dia! – Ignorei a sua voz.

O local estava um pandemônio e me senti orgulhosa de conseguir ter um sono pesado a ponto daquela bagunça não me acordar. Por outro lado, Janine minha meia irmã me observava estupefata. Ela não conseguia entender como uma pedra e eu dormindo podíamos ser tão parecidas.

Não houve tempo para um café da manhã, o que não me surpreendeu. As manhãs no acampamento eram tão corridas que as vezes aparentava que éramos apressados porque teríamos que fazer alguma coisa fora do acampamento. Entre correrias e pisadas, consegui por o meu uniforme de treinamento. Janine não me explicou muita coisa, apenas que depois daquela manhã conseguiria explicar melhor sobre como somos sagazes, diferentes e resistentes. Escovei os cabelos, os dentes e passei um batom suave. Não estava ainda disposta a abrir mão da minha vaidade por um deus horroroso, e mesmo sendo filha de Hefesto, as vezes sou muito mais semelhante aos de Afrodite.

Não houve muita conversa durante o caminho, apenas o comum. Janine me contava sobre o seu encontro na noite passada com uma filha de Heracles. Ela me parecia apaixonada, exceto que com quase dois metros de altura e mãos masculinas, me lembrava mais um gigante conversando sobre a sua presa. Passamos rapidamente pela arena, o que me surpreendeu, já que no meu entendimento todos os treinos eram naquele lugar. Seguimos caminho por um lugar diferente, pelo menos por mim. A paisagem se tornava mais selvagem e o acampamento um pouco distante. Logo a frente um grupo de campistas poderiam ser visto. Eles sorriam e conversavam educadamente e quando chegamos próximo, alguns até se afastaram. Grudei o meu braço no de Janine para apoiá-la, odiava quando faziam de preconceito com ela.

O clima não durou muito, logo um grupo de semideuses veteranos tiraram a nossa atenção do fato atual e foi então que consegui reparar melhor a minha frente. Uma muralha gigantesca se erguia próxima a mim. Não era exatamente algo sobrenatural, apenas um paredão com alguns apetrechos e com aparência de “perigoso”. Se o clima não estivesse quente, talvez eu não tivesse explicação para o suor que escorria do meu rosto e minha garganta seca. Jamais tive medo de altura, mas não morro de amores por escaladas e aquela idéia da minha irmã havia sido a pior de todas (olha que ela sempre tem idéias de bosta ).

Engoli em seco uma saliva e sorri nervosa para a gigante posicionada ao meu lado.
- Não acredito que essa seja a sua idéia de treinamento divertido. – Sussurrei quase não movimentando os lábios. – Sabe que após esse treino terminar, e se, por acaso eu não morrer, vou chutar a sua canela e morder o seu dedão do pé.
- Não fica nervosa mana, apenas se concentra e você ficará no fácil, no paredão para iniciantes. – Ela me respondeu. – Você precisa treinar a sua maestria e equilíbrio. Lembra que falei que nós filhos de Hefesto não somos necessariamente ágeis e rápidos? Então...

Ela prosseguiria com a sua explicação lógica se não fosse o corte de um belo rapaz atraindo a nossa atenção. Ele explicava algo sobre segurança, equipamento e ralhava com dois adolescentes que tentavam convencer o instrutor a deixar um deles fazer Bang Jump. Um dos auxiliares me encaminhou até um paredão mais simplório e menos fatal. Ele me explicou sobre os equipamentos e me ajudou a prender o cinto. Após algumas explicações básicas sobre o posicionamento do joelho, a força que precisa ser exercida para subir e sua direção, ele me liberou para começar.

Eu estava paralisada em frente a mureta tentando conseguir fôlego e força para iniciar. Comecei então posicionado o meu pé e o joelho flexionado e então com os braços suspenso, subi. Não havia tantos mistérios, exceto que apenas descobri o que Janine queria me explicar sobre os filhos do deus ferreiro. Eu não tinha muita agilidade, demorava alguns segundos para erguer e movimentar um músculo, mas quando fazia, não fraquejava. Eu sempre fui magricela, raquítica e, portanto sempre fugi das aulas de educação física, não me permitindo assim perceber que a minha força era muito além do quê os meus músculos aparentavam. Os meus dedos firmes seguravam forte enquanto os meus braços puxavam sem nenhuma dificuldade o meu corpo para acima. Não estava me fadigando com facilidade e retirando a altura, o exercício estava libertador. A parede de aparência natural me fazia repensar e me transportar para aqueles esportistas famosos que escalavam nos monte e era transmitido pela televisão.

Quando se começa a se divertir o tempo voa. Não percebi a hora passando terminando até olhar para baixo e ver os campistas, alguns pequenos como formigas parados e me olhando.
- Hora de descer! – A voz ecoou próxima a mim, saindo de uma demonstração fiel de uma rocha. Com o baque de algo não esperado, me desequilibrei e escorreguei soltando as mãos. Não me orgulho muito dos meus gritos naquele momento e nem em como minhas pernas tremeram por quase 30 minutos após a minha descida. As cordas não me deixaram chocar com o solo, mas não me impediram de ser humilhada em público.

O instrutor agradeceu a nossa presença, deu dicas para alguns e nos liberou. Não esperei Janine se aproximar de mim, deixei-a para trás. Ouvi os seus gritos, porém ignorei, estava chateada e fula da vida com ela.    


       
 

Arsenal:


Habilidades:

Passivas:

Nível 1: Braço de Ferro: Naturalmente, filhos de Hefesto são fortes e bem desenvolvidos. Sua força é consideravelmente maior comparada a outros semideuses em mesmo níveis, a exceção das crias de Héracles. Não são muito ágeis.

Companhia: Minha mãe(Eugenny) humor: normal post: 000
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Simmon Wilem Brandeur em Seg 21 Nov 2016, 04:28



Sarah Lich. Collins, filha de Hefesto.

Devo dizer que seu texto foi bastante interessante. De fato, sua narrativa conseguiu me transportar facilmente do início até o fim. Sua escrita fluiu como água ligeira entre rochas de um regato. Parabéns!

Contudo, encontrei alguns errinhos de ortografia, outros de digitação e ainda outros de concordância verbal. Nenhum deles, é claro, prejudicou o treino de alguma maneira, e por isso não vou citá-los aqui. Este não é o lugar para isso. Só peço que você atente-se melhor na próxima vez.

Gostei também da maneira como descreveu a personalidade da sua personagem e suas limitações e habilidades como filha de Hefesto. É interessante você saber e escrever que existe essa diferença. Normalmente todo mundo é meio igual por aqui.

Enfim, parabéns, de verdade!

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 7/10;

Total: 97xp
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Nataniel Rodrigues em Seg 21 Nov 2016, 21:00

Parede de escalada
Nível 1

Já faziam três dias que Nataniel havia chegado ao acampamento, ele não via muito seu amigo Raphael mais por ali, - disseram que ele foi atrás de outro semideus - mas a vida dele estava sendo muito boa em sua nova casa.
Era de manhã, e logo após arrumar sua cama, Nataniel saiu de seu chalé e resolveu explorar um pouco o acampamento.
Ele escutou alguns campistas falando sobre uma parede de escalada, e resolveu ir até lá ver o que era.
Nataniel se deparou com uma parede enorme, que media mais de 10 metros de altura cheia de pedras espalhadas por sua lateral. E havia um campista mais experiente – que provavelmente era um monitor – supervisionando o local.
Nataniel foi até ele e perguntou:
- Posso tentar escalar também?
- Ah, você é um dos novatos, não é? Pegue um dos equipamentos que estão aqui ao lado e espere a sua vez.
Ele pegou um daqueles equipamentos e entrou na fila. Por uns 10 minutos ele viu campistas subindo e quase caindo no chão, o que deixou ele um pouco receoso. Chegando a vez dele, o monitor o ajudou a pôr seu equipamento e prendê-lo ao rapel:
- Olha novato, subir na parede não é difícil, mas requer determinação. Quando começar a subir, não se desespere e vá com calma. – Disse ele para Nataniel.
- Entendi, muito obrigado. – Respondeu Nataniel.
Ele botou um pé e uma mão nas pedras e deu o primeiro impulso, - ele não era muito atlético, então ficou feliz em ver que conseguia aguentar seu corpo numa subida – e começou a escalar.
Foi tudo muito bem nos primeiros 5 metros, mas Nataniel começou a se sentir um pouco cansado e uma fraqueza nas pernas o que o deixou meio inseguro. Ele estava com pressa de terminar a atividade logo, então começou a tentar subir mais rápido, e nessa pressa, acabou errando o lugar onde botar o pé e, por pouco não caiu e ficou apoiado apenas com as duas mãos nas pedras:
- Acalme-se, não tenha pressa, você está indo bem! – Gritou o monitor lá de baixo.
Ele se recompôs e continuou subindo, mesmo com toda a fadiga. Vez ou outra, um pé ou uma mão escorregava nos pequenos suportes, mas nada era tão grave a ponto de fazer Nataniel cair.
Quando já estava bem no alto, ele percebeu uma leve inclinação na parede e viu o final logo acima dele, só faltavam agora, mais 3 metros.
Ele foi subindo com muito mais dificuldade, e quando ia apoiar a mão na última pedra, percebeu que suas pernas não faziam mais força, ele havia chegado ao seu limite. Seus membros se soltaram da parede contra a sua vontade e ele quase desmaiou, ficando pendurado ao rapel de segurança.
Nataniel desceu do rapel com a ajuda do monitor e, logo após, desabou ao lado da parede para descansar:
- Você até que foi muito bem. – Disse o campista mais velho.
- Obrigado. Nunca pensei que iria tão bem num dos níveis mais difíceis. – Respondeu Nataniel, ofegante.
- Então... esse é o nível 1, é o mais fácil, o nível 4 é muito mais difícil que esse.
- O quê?!?!? Não acredito que passei por tudo isso no nível 1, acho que nunca mais vou escalar na minha vida.
Eles dois riram um pouco e Nataniel foi tomar um banho. Ele se sentiu feliz por ter aprendido tanto, e também meio deprimido por não ter conseguido, mas isso não era um problema - afinal de contas, – Pensou ele. - Sempre há uma segunda chance.
Nataniel Rodrigues
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Isobel em Ter 22 Nov 2016, 02:36



Avaliação



Nataniel Rodrigues

Bem vindo ao fórum! Espero que se divirta muito nesse mundo maravilhoso! *-*

Bem, primeiro eu queria que soubesse que vi muitos pontos legais em seu post e quero que nos próximos posts tenha um pouco mais disso que eu vou falar agora:

Você é um novato e age como tal, e isso é encantador! Não é daqueles que já chega matando o minotauro e fazendo e acontecendo. Você respeita seu próprio tempo, narra as emoções e isso é uma das coisas que eu levo em conta em uma narração. Ver que o personagem sofre dificuldades o humaniza e deixa a situação mais real.

@Nataniel Rodrigues escreveu:[...]Quando começar a subir, não se desespere e vá com calma. – Disse ele para Nataniel.
- Entendi, muito obrigado. – Respondeu Nataniel.

Houve momentos no texto que percebi por vezes repetidas a palavra 'Nataniel'. Algo muito comum para quem narra na terceira pessoa, eu também faço isso ás vezes, mas é algo que temos que evitar. Procure substituir o nome da personagem por alguma característica marcante ou uma alcunha.É só uma dica para não repetir tantas vezes a mesma palavra no texto.

Outra, talvez melhor do que essa anterior é: Leia o texto em voz alta. Parece bobagem, mas depois de alguns testes, verá que funciona não só para esse problema, mas para outros problemas no texto.

Uma coisa que eu faço para treinos e posts que podem esperar um pouquinho mais é segurar o texto. Acabou de escrever? Guarde ele por um dia ou dois. Quando você esquece o texto e volta a ler novamente, fica mais fácil identificar os erros do que quando você só revisa rapidinho antes de postar.

Uma outra coisa que pode ter te atrapalhado foi o não uso de template "O que é isso?" template é o código que usamos para adicionar um design interessante, ou mesmo para justificar, centralizar, escolher a fonte, cor, enfim. Não precisa ser um especialista para poder usar um template. Se ainda não souber como usar essa ferramenta posso te ajudar de forma mais detalhada, é só enviar uma MP.

"Mas o que não interessa não é o conteúdo do post? pra quê eu vou usar esse tal de template?" O conteúdo do post é mesmo o mais importante, mas o template é um aliado que você pode usar para deixar o texto mais atraente esteticamente, além de não deixar o parágrafo muito largo, o que torna a leitura menos cansativa.

Quando terminar um parágrafo, tente dar mais um 'enter', assim você ganha um espaçamento entre as linhas que suaviza a sensação visual.

Aconteceram alguns erros de pontuação, mas nada que da próxima vez, uma leitura em voz alta não melhore. No geral apenas a estrutura e a fluidez foram os pontos que realmente te prejudicaram, mas não se desanime - os avaliadores costumam ser chatos mesmo - mas é tudo para que você melhore a cada dia, e venha ser um grande herói! (ou vilão)

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 5/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 7/10;

Total: 77xp

Qualquer dúvida em qualquer coisa, pode enviar uma MP.
thanks juuub's @ cp!  
Isobel
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Jonas W. Harris em Sex 02 Dez 2016, 19:43


☁ Walls ☁


-  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -  -


― Quíron, já é a terceira vez em cinco dias que tu me coloca na Escalada. Caramba, sabe que domino muito mais a arena. ― Retruquei irritado dentro da sala do conselho de guerra. As tarefas diárias estavam sendo divididas, e eu não queria ter que ajudar as pessoas a subirem naquelas malditas paredes por mais um dia naquela semana. Mas não tinha discussão, se o velho centauro decidiu, minha única chance seria torcer para que ninguém escolhesse escalar naquela tarde.

Me retirei da Casa Grande caminhando pesadamente, fazendo a poeira assentada na trilha se levantar com o impacto do solado da minha bota. Adentrei o chalé das crias da guerra, dando rapidamente o aviso do cancelamento do treino em grupo. Quando saía pela soleira da porta, dei-me conta de que não carregava nenhuma arma, apenas o amuleto de lua minguante. Fiz uma meia volta e parei de frente ao baú no pé da minha cama. Retirei minha Vingadora e coloquei-a na cinta, já seria suficiente, afinal, eu estava indo para o complexo de escalada, e não para a arena.

-  -  -

― Eu estou com um pouco de medo. Digamos que... nunca fui o mais atlético da minha turma. ― Disse o filho de Deméter um pouco assustado com a imensa muralha a sua frente. Seus ligeiros olhos sempre fugiam dos meus ao mais rápido contato, demonstrando, além de medo, a timidez. Ele não subiria tão fácil.

― Okay, então vamos fazer assim. Eu subo primeiro, explicando passo a passo, e mostrando que não é lá um bicho de sete cabeças, e depois você vai. Pode ser? ― Indaguei já esticando as asas de imediato. Como eu as possuía, não precisaria de cordas, afinal, uma queda era praticamente impossível. Esperei que o garoto balançasse a cabeça em aprovação, então caminhei de encontro ao muro. Balancei meu pescoço bruscamente de um lado ao outro, fazendo-o estralar, e estiquei as mãos em um rápido alongamento.

Encaixei minha mão no primeiro apoio, em seguida levei o pé direito, iniciando a subida. A fase inicial era fácil, só precisava de força. Meus movimentos eram rápidos e precisos, talvez por já ter feito aquele percurso dezenas de vezes em cinco anos. Eu apoiava nas agarras sem medo, afinal, no nível um elas não eram soltas, já que se tratava apenas de uma escalada inicial. Mas após os primeiros quinze metros passei a tomar mais cuidado.

Assim que atingi o segundo nível acabei segurando em uma das pedras soltas, que desceu rolando após eu tentar apoiar meu peso nela. Por sorte meus pés estavam bem fixados, então não houve nem mesmo um ensaio de queda. Escolhi um novo ponto e firmei para ter certeza de que não estava solto, e assim, mudei o peso do corpo para o braço direito, subindo a perna em mais um degrau. Pequenos pedregulhos me atingiam no dorso e asas, mas não me causavam nem mesmo dor, pelos seus tamanhos insignificantes comparados a minha pele calejada.

Com um pouco mais de cautela, passei por aquele nível sem muita dificuldade, chegando agora no terceiro. Inicialmente já fui obrigado a desviar minha rota de escalada graças a uma fissura que havia no caminho. Levei meu corpo alguns apoios à esquerda, mas parei antes de atingir um dos filetes de lava que escorriam ao lado. Joguei meu corpo para cima, e, antes que tivesse certeza se o suporte da mão estava realmente preso, retirei meu pé do que estava anteriormente. Como já é de se imaginar, a pedra que minha mão direita havia se apoiado acabou soltando, e tive meu corpo seguro apenas pela mão esquerda. E para ajudar ainda mais, algumas pedras um pouco maiores que as anteriores passaram a me acertar.

Com a mão livre, retirei minha Vingadora da cinta, e em seguida utilizei-a como apoio, ficando-a na parede. Rapidamente passei a procurar com os pés algum lugar que pudesse escorá-los, para dar continuidade a subida. Continuei a escalada, tendo ainda mais cuidado com as pedras soltas. E foi quando finalmente cheguei ao último nível. É claro que não pediria para o garoto de Deméter ir até ali, mas eu continuava a subir para testar minhas habilidades. Havia se tornado uma questão de honra.

Assim que atingi o quarto level já estava um tanto ofegante, e soube que não poderia continuar sem uma ajudinha, e por isso ativei a habilidade do meu pingente. Instantaneamente uma nova camada de bronze sagrado passou a revestir minha pele, e minha cabeça foi protegida por um elmo em forma de lobo. Apesar de tornar meus movimentos mais lentos e limitados, porém, tornava-me mais resistente, até mesmo à lava que escorria, agora mais grossa do que no nível anterior. Com um pouco menos de destreza, comecei a desviar das rochas que caíam, não me importando muito com o líquido alaranjado denso e quente, apesar de sentir o calor sobre o metal que me revestia. Mesmo com tudo isso, as coisas iam bem.

Apesar da atenção dobrada nas pedras que desciam, acabei não me atentando aos suportes. E foi a minha falha. Fui me dar conta do apoio solto só após tentar mover a minha perna, o que me fez ficar pendurado novamente apenas em uma mão. “Está tudo sob controle. Já saí de uma assim um pouco antes.” Realmente, eu tinha saído, mas dessa vez havia uma bola gigante vindo na direção da minha cabeça. Não tinha escapatória. Soltei um grito de ódio, e, impulsionando os braços contra a muralha, lancei meu corpo para longe dela, abrindo as asas e pairando ao lado do grande muro. Inspirei fundo, e fechei os olhos, decepcionado comigo mesmo. Desativei a habilidade do pingente, e voltei a superfície, pousando logo ao lado do meio-sangue que eu ajudava.

― Viu? Nem é tão difícil. ― Seus olhos estavam perplexos, olhando para o pingente, para as asas, e logo em seguida para a parede. Coloquei ambas as mãos na cintura e concluí: ― É, acho que o nível um para você já está mais do que suficiente para um primeiro dia.




Armas Levadas
☁ Itens Ofensivos ☁

◊ {Vingadora} Lança/Adaga [Lança de dois metros de comprimento feita inteiramente de bronze. Se transforma em uma adaga comum quando em repouso, podendo assim ser facilmente escondida] {Bronze} (Nível mínimo: 7) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento em missão com Lord Hermes]

☁ Itens Extras ☁

◊ {Dark Fly} / Asas {As asas são esteticamente bonitas, com plumagens negras e brilhantes, mas não exercem qualquer poder de encanto por si só. Possuem uma envergadura de 4m, e sua estrutura é de metal, com alumínio e aço, ligas mais leves, mas pneumática. Contudo, isso diminui a resistência, fazendo com que sejam semelhantes a ossos comuns. Se feridas ou danificadas, também não são curadas normalmente - apesar de fazerem parte do corpo do semideus, ainda é um equipamento acoplado, devendo ser consertado em uma forja - magias e poções de cura não surtem efeito. Na prática, 10% do dano total tomado sempre será nas asas - ou mais, se especificado pelo narrador. Considera-se que estarão completamente danificadas ao chegar aos 100 pontos. A habilidade de vôo é inicial, não sendo tão boa quanto a de semideuses naturalmente alados. As asas terão de ser recolhidas após quatro turnos de uso, demorando mais dois para poderem ser usadas de novo. Dano tomado: 0/ 100.}

◊ {Greed} / Armadura [Colar de prata com a figura de uma lua crescente. Quando seu poder é ativado, uma armadura de bronze sagrado banhada de prata toma conta do corpo do semideus a partir do ponto onde o pingente toca-lhe, e a cabeça toma forma da cabeça de um lobo. Impossibilita qualquer tipo de voo e também dificulta alguns movimentos mais dinâmicos, podendo tornar o semideus mais lento enquanto em uso devido ao peso do material que a compõe. Uma vez por missão ou evento, a armadura pode tornar-se 10% mais resistente contra golpes perfurantes ou cortantes, durando dois turnos.] {Prata e Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 40) {Elemento controlado: nenhum} [Recebimento pela missão "Betrayal", narrada por Silvia Kawasaki, atualizada por Psiquê.]
Habilidades Utilizadas
☁ Habilidades Passivas ☁

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela sua beligerância, estando sempre em treinos e exercícios constantes para exercer seus domínios. Seus filhos também herdam a mesma aptidão física, possuindo um corpo geralmente atlético e delineado, mesmo que não sejam musculosos, e uma força aprimorada se em comparação com semideuses de outra origem. Ainda perdem para filhos de Héracles, e não são páreos para semideuses treinados de nível mais alto, mas quando comparados com humanos comuns ou semideuses de outra origem não relativa à força física, suas capacidades de força são cerca de 15% maiores.[Modificado]

◊ Marcha forçada [Nível 08]
Filhos de Ares se acostumaram com o desgaste físico e o treino árduo. Isso faz com que ações físicas comuns, que não envolvam poderes, como correr, escalar e etc, representem um gasto menor de energia para eles. Ao se considerar tais atividades, desde que em condições normais e sem influências mágicas/ divinas/ etc, seu cansaço sempre será 50% menor do que o de um semideus de outra origem. [Novo]

◊ Pele Calejada [Nível 20]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem ampliar sua capacidade física, aumentando a consistência de seus músculos e desenvolvendo seu corpo para suportar golpes. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. Quanto mais fortes forem (níveis), sofrerão uma redução de danos 5% a cada vinte níveis a partir do ganho do poder, sendo o máximo de resistência possível a ser adquirida 20% (no nível 80), ao receberem golpes com componentes físicos.[Modificado, antigo "Resistência aprimorada & pele calejada", agora separados em dois efeitos.]


template feito por ~ Will — Editado por ~ Aahron.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Sex 02 Dez 2016, 21:19


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Jonas W. Harris

Olá, Jonas. Devo começar elogiando os motivos que encontrou para colocar o seu personagem no local do treino, bem como o seu desenvolvimento e detalhamento das ações no treino (algo importante e que muitas vezes é omitido). Não encontrei problemas quando à ortografia ou coesão, sua escrita fluindo bem durante todo o texto. O seu problema, porém, esteve na coerência. Ou, melhor dizendo, incoerências. Primeiramente, você narrou os diferentes níveis como presentes todos em uma única parede. O que, ao meu ver, não faz muito sentido. Imagine, por exemplo, um pedregulho que caia do nível 3: haveria o risco de acertar um campista no nível 1, não ficando, assim, bem delimitados os níveis. Além disso, você ativa o item Greed, cuja descrição diz que, quando ativado, "impossibilita qualquer tipo de voo". Porém, ao cair, você utiliza da sua habilidade de voo para chegar ao chão com segurança (lembrando que estava a pelo menos 40m do chão). Mantenho a opinião de que foi um bom treino, porém na peço que na próxima atente-se melhor a esses detalhes. Dito isso, parabéns.

Coerência: 30/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 80 pontos de experiência.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Psiquê em Dom 04 Dez 2016, 14:59




Atualizado!




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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Rhae em Seg 05 Dez 2016, 15:46

Nível 1a name is nothing compared to the greatness of the nature that survives everyday at men's cost! i will protect and care for it with all my life because i am the own nature i am what you need but also what you destroy


O dia estava calmo demais. Eu sempre gostei da tranquilidade dos bosques e da natureza tranquilizadora, mas todo dia é sempre a mesma coisa: cuidar da germinação, da colheita nos campos e treinos com o chicote. Achei que precisava de algo com mais adrenalina, algo que incentivasse meus sentidos a continuarem focados ou algo parecido, já que, presentemente, as dríades não sofriam muitas ameaças contra suas árvores.

Por isso, resolvi fazer algo diferente. Eu pensava no que fazer enquanto caminhava sozinha pelo acampamento, quando vi um grande complexo de escalada, subdividido em diversos níveis, em que a dificuldade em cada um aumentava crescentemente. Com um sorriso no rosto, percebi que era isto o que eu estava procurando.

Na busca pela ação, adentrei ao nível um do complexo. As paredes eram simples, somente com alguns poucos obstáculos em meio as pedras, e o esquipamento para subida estava todo ali também. Um jovem instrutor estava ali ao lado, e quando me viu chegar, se ofereceu para ajudar-me.

- Seja bem-vinda ao complexo de escalada, senhorita! Vai querer ajuda com o equipamento? - ele era um homem alto e com feições simpáticas, parecia ser um semideus local.

- Obrigada. - eu agradeci, sorrindo. - Gostaria sim, nunca escalei antes.

Com isso, ele pegou os equipamentos e me deu para eu colocá-los em mim. Naquele momento, alguns semideuses chegaram ao local para escalar também, e uma fila foi se posicionando.

- Ainda bem que cheguei antes. - eu disse, sem perceber, enquanto terminava de posicionar o equipamento.

- Sim, essa hora costuma encher mais. - o instrutor respondeu, me esperando terminar. - Vai querer um impulso?

Acenei com a cabeça, concordando. Ele se ajoelhou com um pé dobrado, possibilitando que eu usasse os joelhos dele como impulso. Coloquei um dos pés no joelho dele e o outro nas suas mãos, que empurraram meu pé para cima. Logo acima havia uma pedra do tamanho da minha mão, e agarrei-me nela. Olhei para baixo, a fila estava maior. O instrutor já estava ocupado com outra pessoa se preparando para subir, mas levantou a cabeça e sorriu, me incentivando a continuar subindo. Com isso, tentei continuar. Minhas mãos tremiam ao pegar nas pedras e ao me apoiar nelas, era algo em que eu não estava nem um pouco acostumada, mas me senti muito bem. Aos poucos, eu fui subindo cada vez mais rápido.

Eu estava muito bem. Pouco ofegante, embora o coração batesse velozmente. Tudo parecia ir bem, até chegar na penúltima pedra. Ao debruçar-me nela, escorreguei. Não sei como, mas escorreguei. Minhas mãos, ensopadas com suor, não conseguiram prender-se a uma pedra próxima, e eu cai por alguns segundos, até ser levantada pelo rapel.

- Relaxa, dríade! - ouvi a voz do instrutor, que gritava. - Isso acontece, é normal. Vai continuar de novo ou prefere descer?

Hesitei por um momento. Naquele instante eu percebi que tinha escorregado devido a uma falha muscular, provavelmente condicionada devido a falta de condicionamento físico que a escalada exige. E, nossa, eu estava cansada. Poderia não ser muito, pois nem havia percebido direito (graças a adrenalina do momento, que sufocou a exaustão), mas eu sabia que, quando deitasse, provavelmente iria ficar lá por bastante tempo.

- Vou descer! - gritei de volta. Ele me puxou para baixo, e eu desci do rapel. Suspirei alto e sacudi a cabeça, em demonstração de cansaço. - Obrigada pela ajuda, só me fez perceber que preciso treinar mais. - sorri.

Ele sorriu de volta e acenou com a cabeça. - Nada! Sempre que precisar.

Com isso, voltei ao bosque, feliz pelo novo treino, mas sabendo que o cansaço custaria um pouco para passar.

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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Isobel em Seg 12 Dez 2016, 19:06

Avaliação
Escalada
Rhae Olá novamente Rhae! Fico feliz em ver que você tem se empenhado nas dicas que eu te dei do template, mas também devo lhe avisar que esse template não deu certo. Lhe prejudicou em estrutura e fluidez. Esse template desfigurou não apenas seu post como também uma parte da página. Sugiro que utilize da próxima vez um menos estreito.

Fico feliz quando vejo uma personagem com dificuldades reais. Você não apenas narra que foi, fez e aconteceu. Continue assim e lembre sempre da humanidade contida na personagem mesmo sendo uma criatura fantástica e mitológica. Sinto que você pode desenvolver ainda mais a sua personagem criando uma trama, um drama... enfim, fora o template e alguns errinhos de digitação, está de parabéns! Procure reler o texto várias vezes antes de postar.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 10/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 09/10;
Total: 85 pontos de experiência.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Psiquê em Qua 21 Dez 2016, 12:04




Atualizado!




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Escalada Nível 1

Mensagem por Phoebe Wang em Seg 01 Maio 2017, 07:54

Escalada nível 1


 Considerem-me louca. Naquela tarde amena de Maio eu, Phoebe Estúpida Wang, decidi escalar.

 De roupa confortável e chicote à cintura, caminhei destemida até à parede de escalada que parecia bem simples na altura, encontrando-me com um garoto e pedindo-lhe o equipamento. Ele analisou-me com os olhos azuis vibrantes e sorriu em tom de zoação antes de mo entregar e ensinar como se vestia. Convenhamos, para os meus onze anos e falta de contacto com rapazes, eu saí-me bastante bem em conseguir não esmurrar-lhe a cara quando ele, todo seguro de si, apertou a corda à minha cinta e piscou-me o olho.

 Eu comecei a fazer o percurso atrás do loiro, que parecia extremamente confortável com a altura e com as pedras que me feriam as mãos mas que, a ele, não pareciam sequer incomodar. À medida que eu avançava, as minhas mãos começavam a ficar suadas e calejadas das pedras, o que quase me valeu algumas quedas impedidas pelo moço, e os meus braços magros já começavam a virar gelatina de tão fracos e trémulos que ficaram. Respirei fundo, os meus pulmões a explodirem e o meu coração a bater desenfreadamente, e continuei a avançar, tentando esquecer a dor de pernas que começava a fazer-se sentir.

 “Não desistas, Phoebe. É só manter a respiração e concentrares-te no caminho à tua frente. Tu já enfrentaste um monstro, uma parede de escalada do nível um não pode ser assim tão difícil” Revirei os olhos após a voz feminina se calar. Não era ela que não tinha dormido a noite inteira e que tinha decidido, estupidamente, escalar um monte de pedras com um semideus que não parava de cantar Justin Bieber e que se ria de cada vez que eu tropeçava.

 Já devia ter avançado dez metros, a voz do moço à minha frente a tornar-se distante e rouca, quando eu comecei a sentir-me tonta. À minha volta tudo girava e tornava-se um borrão de verde e cinza e os meus ouvidos estalavam assim como os meus pulmões e coração. Uma das minhas mãos começou a soltar-se e eu acabei suspensa, os meus dedos a escorregarem. Ele virou-se para trás e encarou-me com desafio nos olhos azuis. Ele manteve-se quieto, com os braços cruzados à frente do peito musculado e com um sorriso desafiante nos lábios.

 Talvez isso tenha sido o que me incentivou a continuar. Levei a mão solta à cintura e peguei no meu chicote que eu me tinha lembrado de levar. O meu braço suspenso já começava a tornar-se fraco e dormente, e a minha mão não iria aguentar muito mais tempo naquela posição dolorosa. Icei o chicote e manobrei-o com dificuldade, pois nunca o tinha usado, e ele enrolou-se (quase que chorei de alegria) à volta de uma pedra que me parecia fixa o suficiente para me ajudar. Respirei fundo e fechei os olhos durante alguns segundos, tentando concentrar-me no que se passava à minha volta. Ouvia a folhagem das árvores, o chilrear dos pássaros e as vozes confusas das pessoas no acampamento. Com isso, respirei fundo e deixei a mão soltar-se.

 Quase que tive um ataque cardíaco quando o fiz, mas o chicote bem posicionado impediu-me de ter uma morte dolorosa. Puxei-me para cima com esforço e agarrei a pedra onde antes estava o chicote, libertando-o e enrolando-o de novo, posicionando-o estrategicamente na minha cintura para poder utilizá-lo de novo quando preciso. O garoto nem esperou por mim.

 As minhas pernas quase cederam quando eu retomei o caminho agora mais íngreme. Tentei convencer-me que o pior já tinha passado e que, talvez, agora eu pudesse fazer o resto do percurso sem percalços.

 Pensei cedo demais.

 Assim que acabei de bolar aquela hipótese na minha cabeça, o meu pé escorrega numa pedra e eu quase beijo o calhau à minha frente. Com um gemido de dor e uma valente enxaqueca, tento acalmar-me e continuar o percurso.

 Talvez eu não consiga, eu nunca fui boa o suficiente para terminar algo.

 “Estás perto do fim Phoebe! Deixa as lamúrias para depois. Tu és minha filha e já provaste o teu valor então sim! Tu és boa o suficiente!” Quase que assinei o meu óbito quando pensei em dizer um palavrão para a moça que continuava a mexer com a minha cabeça. Em vez disso, resmunguei algo como: “vem cá tu acabar isto se achas fácil” e esperei ser atingida por um raio.

 Devo ter ficado estática por alguns minutos porque o moço começou a gritar palavras de incentivo e isso só me deu vontade de atirá-lo da parede abaixo. Ele aproximou-se com perícia e ajudou-me a equilibrar-me. De seguida, retomou o seu caminho como se eu não existisse.

 - Convencido de um raio.  

 Avancei vertiginosamente pelas pedras, os meus braços nunca parando e as minhas pernas, uma delas sangrar pelo impacto anterior, a calcarem pequenos seixos e quase escorregarem neles.
A escalada até ao final passou por mim como um borrão: num momento estou no topo da parede e do outro estou quase desmaiada com o cansaço já em terra firme.

 - Foi bom para uma primeira vez.- O moço ajudou-me a levantar e sorriu. Eu semicerrei os olhos com o seu tom de escárnio e quase que o estrangulei com o meu chicote. Com o pensamento, comecei a retirar o material de proteção que de proteção não tinha nada e entreguei-lho, antes que a raiva se tornasse insuportável demais para eu conseguir aguentar. Queria vingar-me de uma maneira especialmente dolorosa pela não ajuda que ele me providenciou.- Aquele truque com o chicote foi espetacular, quase pensei que caías.

 - Obrigado pelo apoio, agora, se me dás licença, tenho que ir à enfermaria por causa da minha perna.- Comecei a afastar-me mas ele impediu-me colocando-se à minha frente, a sua face escurecida por estar a tapar o sol e o seu cabelo loiro a emoldurar o rosto moreno e com sardas na zona do nariz.

 - Deixa isso comigo.- Ele abaixou-se à altura da minha perna e começou a cantar alguma coisa, ambas as mãos a levitar acima do meu ferimento visível pelo rasgão das calças. Pouco depois a dor amenizou e o sangue deixou de escorrer.- Filho de Apolo.- Ele piscou-me o olho e deixou-me ir, com mais um sorriso vitorioso. Afastei-me irritada e sussurrei entredentes.

 - Obrigado, estúpido.

Phoebe Wang
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Will Fortune em Seg 01 Maio 2017, 10:06


Avaliação


Phoebe:
Olá Phoebe!! Como vai? Será um prazer avaliar sua atividade, afinal nunca avaliei alguém de Portugal e senti isso como um desafio.

Eu gostei da maneira como você escreveu e conduziu esse treino, de fato se mostrou novata e apontou as suas dificuldades em fazer aquilo. Amei como você consegue conjugar a 2ª pessoa com maestria, visando que no Brasil, nós raramente usamos ela. Notei alguns errinhos em vírgulas que não deveriam existir naquele momento, mas nada que atrapalhasse o entendimento.

Ah, outra coisa não use "-" como travessão quado for indicar fala, ta? Use o "—" okay? O - você usa para separação de palavras como: Bem-vinda, Usá-la.

Não se esqueça de deixar em spoiler no final do seu post que você é de Portugal para não haver descontos no seu xp final, beleza?

No mais, parabéns pelo treino.

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 23/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 09/10;
Total: 96 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Will Fortune
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Deméter em Seg 01 Maio 2017, 13:32


atualizado!




deméter, sweetheart
SE VOCÊ NÃO COMER O CEREAL, O BANHAMMER É QUE VAI COMER! n
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Alaska J. Solzhenitsyn em Qui 11 Maio 2017, 00:32

Le Parkour
Conhecendo Limites, Part. I

James era uma pessoa incrível na concepção de Alaska, além de saber lidar com qualquer tipo de arma, ele, desde bem novo era praticante de Le Parkour, prática que, com o passar dos anos, Alaska passara a admirar. Todavia, ela nunca tinha tido coragem para aprender, ao menos, até agora.

— Você tem certeza de que quer aprender a fazer Parkour? — O filho de Hermes questionou pela enésima vez naquele curto período de tempo.

— Sério, eu vou ter que fazer o quê pra te provar que estou preparada? — a ruiva questionou, já perdendo a pouca paciência que possuía. O amigo, conhecendo-a como conhecia, logo recuou, erguendo ambas as mãos na frente do corpo como se dissesse “calma”.

— Já entendi, Laska. Vou te levar a sério... — decretou por fim. — Porém... com esse seu físico eu não lhe diria para começar de cara com o Parkour. — ele confessou, desviando o olhar.

— Você está insinuando que estou gorda? — a pitada de irritação era mais do que palpável naquela pequena frase. Mais uma vez, James não viu outra saída senão recuar e reformular o que havia afirmado sem querer.

— N-não exatamente... — ele gaguejou, sua amiga quando irritada era outra pessoa. — É que... convenhamos, você tem estado um pouco... sedentária. Entende? Antes de começarmos o verdadeiro “Parkour”, devemos fazer alguns exercícios.

— Que tipo de exercícios? — Alaska questinou.

(...)

— Vamos lá, Laska! Você consegue! — James a incentivava. Estavam a quase trinta minutos numa sessão pesada de exercícios aeróbicos, aquele era o último movimento da inúmera lista de exercícios que Alaska teria que repetir todos os dias antes de treinar “Le Parkour”. Tais exercícios eram essenciais na vida do praticando de Parkour, visto que, durante a prática do exercício, é comum correr, saltar e rolar bastante, portanto, se fazia necessário manter o corpo e os pulmões em forma, ao menos era essa a explicação de James para justificar toda aquela tortura.

Alaska fez a última sessão de pulos com corda e então se sentou, James se aproximou da ruiva estendendo uma garrafinha d’água que levou questão de segundos para ficar vazia. A respiração se encontrava entrecortada, o suor escorria por toda a face e corpo da semideusa, mesmo assim parecia que estava pronta para uma nova rodada de exercícios. Talvez ela não estivesse tão sedentária assim...

— Tem certeza de que quer continuar? — o filho de Mercúrio questionou, unia as sobrancelhas com descrença, afinal, ele esperava que Alaska desistisse na primeira sessão de agachamentos. — Certo, já entendi...

(...)

— Muito bem, Laska. Eu vou te orientar pelo básico do básico. E não me olha assim porque se a gente se apressar, você pode acabar quebrando uma braço ou uma perna, está me entendendo? — James questionou, o tom de sua voz era o mais sério que Alaska alguma vez na vida tinha ouvido. Com um movimento afirmativo de cabeça ela confirmou que entendia a situação e, graças a isso, o rapaz sentiu que poderia dar continuidade à lição. — Muito bem, primeiramente, essa lição vai consistir em conhecer os limites do seu corpo, tudo bem?

Mais uma vez o movimento afirmativo foi realizado pela cabeça da ruiva.

— Ouça bem minhas instruções, para conhecer seus limites, você tem que se testar, okay? Eu vou definir o nível da dificuldade e, a medida que você for superando o desafio, a gente vai aumentando o nível de dificuldade. Está acompanhando o raciocínio ou ainda está tentando recuperar o fôlego, baixinha? — ele questionou, recebendo um fuzilar de olhos da outra, era sinal de que ela já estava mais disposta.

— Pois bem, — James continuou sua fala. — O primeiro obstáculo se encontra há cinco metros. Você tem que correr, para pegar impulso. Ao se aproximar mais, notará um pequeno muro de dois metros de altura, você tem que pular o muro sem ter que parar para isso. Está entendendo, Laska? — a semideusa confirmou novamente, se posicionou e aguardou...

— Quando você quiser... — James alfinetou, recebendo mais um olhar de censura da prole de Hefesto.

Alaska pôs-se, então, a correr. Começou com uma corrida lenta e ritmada que foi acelerando à medida que se aproximava do muro. Ao se encontrar há uma distância, aproximada, de quatro metros e meio, ela se agachou momentaneamente, e impulsionou o pés na direção do muro, agarrando o topo com ambas as mãos. Em seguida, ergueu o pé esquerdo para que pudesse se empurrar para cima – fazendo uso da parede lateral do muro - ao mesmo tempo que, com o auxílio dos braços, fez força no topo da parede para se puxar para cima. O movimento foi natural e fluído, Alaska agia como um gato que alterna as patas para escalar algo.

Após alguns segundos, graças ao seu trabalho braçal nas forjas, ela conseguiu ter força o suficiente para subir o muro e agora se encontrava em pé sobre a superfície de quinze centímetros de largura e dez metros de comprimento.

— JAMES! — ela gritou, tanto para ser ouvida quanto para expressar a alegria que sentia em ter conseguido ultrapassar o primeiro obstáculo. — EU CONSEGUI! — A semideusa faltava pular para expressa a emoção que sentia borbulhar dentro de si. Todavia tinha total consciência de que não poderia, muito menos deveria, fazer isso. Foi então que se tocou, como que descia?

— J-james... — ela começou a ficar pálida. — Eu tenho um leve medo de altura... Na realidade, eu tenho medo de cair...— a ruiva comentou soltando um riso nervoso.

— Espera aí, você vem me falar isso só agora, Alaska? — ele exclamou, surpreso. Era a primeira vez que via a amiga de infância se expor de tal forma.

— É sério, como que eu desço? Me tira daqui! Se eu cair e me machucar você vai pra enfermaria junto comigo e não vai ser pra ficar cuidando de mim! — esbravejou irritada, foi quando a ruiva pisou em falso escorregando de cima do muro. James, rápido como ele era, adiantou-se em correr para próximo do muro e aparar a amiga nos braços.

— Está salva, baixinha. — ele debochou enquanto colocava-a no chão. — Ainda quer continuar?

— Não, eu acho que, por hoje, estou farta de Parkour, muros e exercícios aeróbicos. — ela resmungou enquanto tentava esconder as bochechas coradas.

Notas:
Esse seria apenas a introdução. Vou postar mais treinos aprofundando a prática do parkour com a Alaska.


Modalidade:
Percurso de Parkour - Estrutura que simula obstáculos comuns em cidades e fachadas normais, como prédios, casas, muretas, etc. Não é apenas uma construção - são várias, mas de altura não mais que mediana - no máximo 8m. Contudo, exige agilidade, não faz uso de cordas (mas capacetes, joelheiras e etc podems er utilizados) e em geral o tempo é cronometrado. É privilegiado a capacidade de saltar entre um obstáculo e outro, usando-os de apoio, do que a escalada em si. Bom para se familiarizar com ambientes que podem ser encontrados em cidades, auxiliando futura mente em situações externas, já que treina rapidez, raciocínio e capacidade de avaliação de distância e cálculo de movimentos.
© DFRabelo
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Logan Montecarlo em Sex 12 Maio 2017, 03:57

Alaska, eu curti muito (mesmo) o seu treino. De verdade, eu me prendi nele, lendo-o e avaliando-o com um brilhinho nos olhos de garimpeiro quando encontra joia rara. Você tem muito potencial e, na verdade, já descobriu bastante dele. Na minha opinião, só falta se aprimorar um pouquinho mais em uns pontos específicos, e foi isso que tentei apontar.

Coerência (48/50)
Eu adorei o "preparamento". É algo que muitas vezes passa desapercebido, então você fez um ótimo trabalho ao pensar nisso e, de certa forma, dividir o treino em "partes".
Assim, meu único apontamento possível em relação a coerência é que, talvez, para um treino, por mais que você tenha dado a ideia de tempo (ou seja, pareceu que a ação se decorreu em um tempo razoável), eu achei o treino "fácil" [perceba as aspas], no sentido de... Assim, ficou meio rápido, entende? Quer dizer, você descreveu uma sequência genérica de exercícios e uma corrida com pulo; talvez pudesse ter uma queda, ou uma maior dificuldade para se apoiar, ou algo assim. Não no sentido de "colocar dificuldades antes de alcançar o sucesso", mas para tornar o treino mais interessante, mesmo. E te adianto: eu só tenho dicas avançadas pra te dar, porque você já me parece muito boa, mas ainda pode melhorar. Por isso, e essa dica se inclui nisso, eu só vou fazer comentários para atingir algo próximo à perfeição, já que você se encontra em um patamar ótimo. Com isso, quero dizer que você provavelmente teria um treino com nota máxima se eu fosse um pouco brando, mas prefiro te desafiar, nesse sentido, porque sei que cê consegue mais.
Então, só pra fechar, sobre coerência, eu te recomendaria dar mais "corpo" ao treino, talvez com mais alguma atividade, por exemplo, uma sessão de corrida de obstáculos antes de saltar o muro, entendeu? Se essa fosse uma missão mediana, você teria feito algo quase equivalente a uma missão "fácil pra mediana", entende?

Coesão, estrutura e fluidez (21/25)
Bem no começo mesmo, no primeiro parágrafo, eu já mudaria umas vírgulas de lugar, só pra deixar a informação mais precisa. James era uma pessoa incrível na concepção de Alaska: além de saber lidar com qualquer tipo de arma, ele, desde bem novo, era praticate de Le Parkour, porque, dessa forma, a frase teria uma cadência melhor para o leitor. Além disso, você separou sujeito do predicado, o que a gramática não permite, então toma cuidado! Mas isso é besteirinha, erro de desatenção ou esses vacilos nossos de cada dia; relaxa. Apontei só pra mostrar mesmo, mas acredito que você consiga entender e melhorar!
Uma coisinha que eu sempre reparo nas narrações é o que vem depois do travessão. Na primeira fala, por exemplo, o correto seria "(...) Parkour? — o filho de Hermes questionou (...)", com letra minúscula em vez de maiúscula, mas depois você foi acertando, então acredito ter sido mais desatenção mesmo. Em todo caso, vale outra ressalva: quando se usa um verbo de enunciação (falar, dizer, gritar, questionar, decretar; no caso, confessar), a última frase antes do travessão não recebe pontuação, ou seja, o trecho em que percebi isso ficaria "(...) de cara com o Parkour — ele confessou (...)", entendeu? Já na frase seguinte, como não há verbo de enunciação/elocubração, a letra maiúscula seria o correto, ou seja, "(...) que estou gorda? — A pitada de irritação era mais que (...)". Pequenos detalhes que fazem a diferença, então achei melhor te apontar, só pra ficar atenta das próximas vezes.
Depois, eu acho que você encontrou a mão e não teve grandes outros equívocos, exceto esses que falei. Seu texto corre fácil, bom de ser lido, e a alternância de diálogos e ações está bem equilibrada (um pouquinho mais de diálogos ficaria excessivo, talvez, então cuidado aí nessa balança). Basicamente, como eu falei, você poderia facilmente atingir uma nota máxima, ainda mais considerando que é um treino, não uma missão. Mesmo assim, vou pegar um pouco no seu pé, porque confio que, puxando um pouco, você chega mais longe. Você é boa, em caminho de ficar ótima!

Objetividade e adequação à proposta (15/15)
Sabe o que eu te falei em coerência, de dar mais corpo ao texto? Acho que o desconto se encaixaria aqui, na verdade, em "adequação à proposta". Peço desculpas por esse erro meu de organização, e portanto dei nota máxima aqui.

Organização e ortografia (10/10)
Os poucos erros que encontrei foram pequenos e indignos de destaque. Normais, e eu já os comentei em coesão/estrutura/fluidez, porque, mesmo que talvez sejam erros de ortografia, eles acabam quebrando a fluidez e podem confundir a coesão - o encadeamento - das ideias no texto. De novo, nota máxima.

Recompensa: 94 XP!

(aguardando atualização)
Logan Montecarlo
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Hécate em Sex 12 Maio 2017, 11:26

Done!





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.:: deusa da magia e das encruzilhadas :: mestra da névoa :: adm do pejotinha ::.

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Re: Complexo de Escalada

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