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Complexo de Escalada

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Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out 2013, 01:55

Relembrando a primeira mensagem :





- - - - - - - - - - - Complexo de Escalada


Aqui, fica a área de treinos de escalada para os semideuses, com paredes e equipamentos de diversos níveis.

O Nível 1 possui paredes simples, com todo o equipamento disponível: cadeira de escalada, cordas, mosquetões, freios. Um instrutor está sempre por perto. Aqui, não há armadilhas nem nada danoso - o objetivo é ensinar o básico apenas, começando a desenvolver as habilidades para os níveis seguintes. Tamanho do percurso: 15m, sem armadilhas, pedras soltas nem lava. Os 3 metros finais são ligeiramente inclinados, mas não de forma extrema.

O nível 2 começa a apresentar dificuldades. Aqui, agarras que se soltam servem de armadilha e pequenos pedregulhos podem cair sobre o escalador, atrapalhando a rota. Passa a 20m de escalada, mas a inclinação final é mais pronunciada que a anterior.

O nível 3 ainda é muito parecido com o anterior, mas filetes de lava são acrescentados à escalada, exigindo agilidade tanto de movimento quanto de análise, para decidir por onde seguir. As agarras soltas são mais frequentes, e os pedregulhos maiores, bem como a inclinação e o percurso, que passa a 25m, com fissuras para atrapalhar, impedindo uma escalada linear.

O nível 4 é um dos mais perigosos, com tremores pela parede e uma escala maior de obstáculos, tornando os perigos mais frequentes. As armadilhas também variam, já que além das comuns, já presentes nos níveis anteriores, outras coisas podem atingir o semideus, saindo de frestas nas paredes, geralmente pequenos animais ou tocos de madeira, que os golpeiam, empurrando-os, tentando derrubá-los. 35 m de percurso, com mais inclinações e fissuras no trajeto.

Opção: Escalada móvel - Paredes como nos níveis anteriores, mas sem agarras ou pontos artificiais de segurança. O escalador deve usar pontos naturais ou criar os seus com equipamentos. No caso de pardes duplas com esse recurso, o tempo é dobrado, pela necessidade de estar sempre criando um apoio, que torna o processo de escalada demorado.

Opção: Variações naturais - Algumas paredes foram elaboradas para simular condições naturais, como pedras limosas, que dificultam o equilíbrio, ou rajadas de vento e areia, que atrapalham a visão, e etc. É um pequeno dificultador que complementa os níveis anteriores, tornando-os mais difíceis. Abaixo, uma parede com variação expecífica:

* Parede de gelo: Encantada como uma superfície gelada, é recoberta de neve e gelo. Suas pedras, cobertas pelo elemento, são extremamente afiadas, e o equilíbrio é dificultado. Pedregulhos e pedras soltas ainda existem mas, em vez de lava, essa parede dispara estilhaçõs de gelo de tempos em tempos, que ferem como metal afiado, e em vez de poeira um pó brilhante circula o ambiente, podendo cegar o escalador. Exige equipamentos diferenciados, e não possui apoios artificiais, apenas saliências rochosas comuns.

Opção: Parede dupla - Cada um dos níveis anteriores também tem a sua versão dupla, onde uma parede de nível de dificuldade igual vai se aproximando aos poucos. O tempo de aproximação varia pelo nível de dificuldade, indo de 10 a 30 min.

Opção: Solo - escalada sem equipamento de segurança. Apenas os mais experientes fazem isso, já que uma queda pode ser fatal. Encontrada nas versões anteriores.

Túnel de escalada - Elipse de 15m de altura, o túnel é um percurso recurvado. O escalador sobe por dentro, devendo ir acompanhando a inclinação, chegando a ficar de cabeça para baixo no ponto mais alto. Requer mais técnica que a parede normal, e pode ser encontrado nos 4 níveis, mas sua altura não se modifica. obviamente, não existe um "túnel duplo".

Boulder - Diferente das versões anteriores, esse percurso não possui agarras, sendo apenas um amontoado de rochas grandes, em blocos, de difícil percurso. Aqui, cordas e equipamentos similares de apoio não são permitidos - exceto equipamentos de proteção, como capacete, joelheira e cotoveleira. O objetivo da escalada boulder é treinar a força, e não resistência ou agilidade, por isso não apresenta armadilhas. O solo ao redor é forrado de amofadas de queda, para amortecimento. Altura de 7,5m.

Percurso de Parkour - Estrutura que simula obstáculos comuns em cidades e fachadas normais, como prédios, casas, muretas, etc. Não é apenas uma construção - são várias, mas de altura não mais que mediana - no máximo 8m. Contudo, exige agilidade, não faz uso de cordas (mas capacetes, joelheiras e etc podems er utilizados) e em geral o tempo é cronometrado. É privilegiado a capacidade de saltar entre um obstáculo e outro, usando-os de apoio, do que a escalada em si. Bom para se familiarizar com ambientes que podem ser encontrados em cidades, auxiliando futuramente em situações externas, já que treina rapidez, raciocínio e capacidade de avaliação de distância e cálculo de movimentos.

- - - - - - - - - - - Observações


Sejam coerentes ao descrever seus obstáculos de acordo com seu nível e experiência, e lembrem-se que perícia em escalada, para quem possuiu, é apenas uma facilidade maior, mas não significa conhecimento instantâneo ou infalibilidade;

Os danos são puramente interpretativos - assim como a Arena, a escalada não rende ferimentos ou perda de HP/ MP;

A recompensa máxima não varia - independente do nível, o máximo ganho será de 100 xp (um nível). A divisão é apenas para fins interpretativos e de coerência, considerando que é mais do que natural que personagens de níveis diferentes desenvolvam atividades diferenciadas - lembrando que um novato que nunca viu tal coisa estaria praticamente cometendo suicídio ao tentar escalar uma parede de nível 4 sem o mínimo de noção da atividade;

A avaliação é feita de acordo com os critérios do fórum;

É permitido postar uma vez a cada avaliação.

O player deve especificar qual o tipo de parede e quais variações utilizadas.






SHINJI @ OPS!
♦ Eos
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Christian Marshell em Seg 23 Dez 2013, 02:01






A

Escalada
The son of Nyx


Eu fazia sempre as mesmas atividades no Acampamento: Treinos na arena, “passeios” perigosos pela floresta... Nunca havia pensando em escalar. Aquilo parecia ser algo realmente chato pra mim... Mas como eu queria tentar algo diferente, porque não?
Assim que vi a parede de quinze metros para iniciantes revirei os olhos e suspirei. Se na minha mente aquilo parecia ser chato, pessoalmente eu fiquei ainda mais desanimado.
- Este é apenas o primeiro nível – Falou alguém atrás de mim. Virei-me para ver quem era. Eu não conhecia aquela garota, ela tinha olhos verdes, cabelo loiro e usava a camiseta do Acampamento com uma calça Jeans assim como eu – Se você aguentar isso, aí sim as coisas começam a complicar. É novo aqui? – Pergunta.
- Na verdade não – Respondo – Já estou aqui a um tempo mas essa atividade nunca me chamou a atenção.
- Por quê? É muito difícil pra você? - Zombou a garota.
- Ao contrário. Já escalei coisa pior que isso – Falo apontando para a parede – Mas... Faz tempo e... São quinze metros...
- Agora vai amerelar? – Ela pergunta em tom de deboche.
- Claro que não – Falo revirando os olhos, então me viro para a parede ignorando a garota, ando até lá e começo a escalar na mesma hora. Não tive dificuldade no começo, mas comecei a perceber que ficava mais difícil a cada metro.
- Garoto! Você é doido?! – Gritou a garota pra mim – Onde estão seus equipamentos?!
“Ah, meus equipamentos...” Pensei. Agora era tarde. Respirei fundo, agarrei a pedra mais alta que consegui e repeti o processo diversas vezes.
O cansaço ficava cada vez maior e por mais que eu achasse que estava indo bem, ao olhar pra baixo percebi que eu devia ter subido uns dez metros. Se eu estava com dificuldade lá imagine só em paredes maiores?!
Mesmo tendo uma força considerável, com o tempo que demorei fazendo uma pausa a cada subida, meus braços estavam se cansando de segurar o peso do meu corpo.
Comecei a suar o sol não estava ajudando nada com isso. Eu precisava chegar no topo antes que eu escorregasse com o suor das mãos.
“Vamos lá, mais cinco metros” pensei “Você já escalou coisa pior!” Com esse pensamento comecei a subir o mais rápidos que minhas condições atuais permitiam, mas quando faltava apenas um metro, o que eu temia aconteceu. Minha mão esquerda escorregou e meu peso foi todo para o braço direito.
- Cuidado! – Gritou a garota lá de baixo.
Respirei fundo. Mais um pouco e meu braço direito não agüentaria, foi quando consegui me segurar novamente com ambas as mãos e subir o último metro que faltava para chegar ao topo.
Ainda ofegante olhei para a garota que me encarava aliviada lá de baixo.
- Sabe... – Respirei fundo e sorri – Acho que devo fazer isso mais vezes.


SUAS TAGS ✖ SUAS TAGS ✖ template: NF!

Christian Marshell
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Leon F. Hoffmann em Seg 23 Dez 2013, 02:45



Parede de Escalada




Era mais ou menos cinco para as sete quando Leon deixou o chalé de Afrodite, disposto a realizar uma atividade matinal. Estava vestindo uma roupa simples, porém bonita, para realizar atividades físicas. O clima era agradável; brisas açoitavam-lhe os cabelos e contribuíam para o humor do jovem subir. Contornou os limites do “U” de chalés e, enfim, avistou o seu alvo do dia: a parede de escalada.

O exercício era composto por diversos níveis de periculosidade. Um semideus, filho de Atena, guiava o treinamento para uma menina de cabelos loiros, supervisionando-a da cadeira e gritando palavras de incentivo. Leon caminhou em direção ao menino e cutucou o seu ombro, chamando sua atenção.

Eita, assim você me assusta! — Exclamou o rapaz, surpreso. — Quer treinar, não é? Aguarde.

O semideus de Afrodite sentou-se na cadeira do instrutor e aguardou a sua vez chegar, observando o treinamento da menina loira. Ela parecia ter prática, pois subia e descia diversas vezes, contornando os obstáculos com muita facilidade. Vez ou outra, o pé escorregava, desconcertando-a, mas ela logo recuperava o equilíbrio e voltava a demonstrar sua perícia no esporte. Leon desviou o olhar dela quando o menino voltou, chamando a sua atenção.

Nível um? — Perguntou o rapaz, fazendo Leon concordar com a cabeça. — Ok, doze metros. Pista três, escalada móvel.

Leon caminhou em direção à pista cuja placa indica o número três. Com dificuldade, prendeu os equipamentos de segurança e os amarrou a árvore. Caso não aguentasse mais, a árvore o salvaria. O semideus agarrou uma pedra e depois outra, fazendo impulso para cima. Prendeu o pé direito em uma protuberância e, posteriormente, fez o mesmo com o outro. Deu o impulso inicial. O filho de Afrodite subiu com facilidade os três primeiros metros, mas, quando ia chegar a marca de quatro metros, seu pé escorregou. E o braço reclamou. Fez força para voltar, mas parecia não adiantar. Fincou os dois dedos contra a pedra que o mantia na parede e fechou os olhos, com a respiração fraca, reunindo forças. Com dificuldade, ergueu-se e continuou a subir.

Leon parecia ter nascido para a escalada, pois o fazia com muita perícia — não tanta se comparada a menina loira —, é claro. O muro estava sendo escalado com habilidade por ele, mas, ao chegar na marca de oito metros, a maior dificuldade surgiu. Os bíceps começaram a reclamar e os músculos a demonstrar fraqueza; o menino, sem forças, procurava se reerguer e completar os últimos três metros. Suas mãos soavam como porcos prontos para o abate. Alcançou mais uma pedra, mas este fora o seu limite. Soltou-se da parede e desceu com velocidade em direção ao chão, confiando na árvore. Ela realizou o seu trabalho; salvou Leon. Os pés nus do menino fincaram-se no chão e ele sorriu, observando com satisfação o instrutor.

Muito bem, muito bem. Cuidado na hora de escalar cria de Afrodite. Os próximos níveis serão mais perigosos, arriscados. Se estiver pronto para uma boa dose de adrenalina, volte aqui amanhã, neste mesmo horário, e irá experimentar uma boa aventura.

Leon desfez os nós que o ligava ao equipamento e deixou o lugar, voltando para o Chalé do Amor.






Leon F. Hoffmann
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Hm... ali.

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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 078 - ExStaff em Ter 24 Dez 2013, 14:34

Avaliação
Caio Matines: Um bom texto para um novato, Caio, mas saiba que tens muito para melhorar. Você simplesmente não narrou o mais importante: a escalda. Disse apenas que subiu com dificuldade e pronto, o que é errado, porque o objetivo daqui é descrever perfeitamente como seu personagem encara a dificuldade - se ela existir - na escalada, o que ele sente e coisas assim, que apenas enriquecem o texto. Baseie-se em posts de players mais experientes e veja o quão bom é o desempenho deles.

— Coerência: 23/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 7/25
— Objetividade e adequação à proposta: 10/15
— Ortografia e organização: 7/10

— Total: 47xp


Jeffrey Arkynsaw: Mesma coisa do Caio, Jeffrey. Seu texto ficou enxuto, sem expressar muita coisa. Desenvolva mais a narrativa, acrescente detalhes e tudo que há de bom. Além disso, tome cuidado com as vírgulas, porque você as usou erroneamente em vários pontos, criando sentenças longas e por vezes sem conectivos. E busque utilizar um corretor ortográfico, porque o correto é "rajadas" e não "ragadas".

— Coerência: 23/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 7/25
— Objetividade e adequação à proposta: 10/15
— Ortografia e organização: 6/10

— Total: 46xp


Marcelo Dermott: Texto legal, Marcelo, mas você peca bastante na questão do tempo verbal. Começou no passado, foi pro presente, voltou pro passado e depois pro presente. Isso não pode acontecer! Tome cuidado com isso ou então será penalizado sempre. Fora isso, você ainda tem uns errinhos em vírgulas (as esquece) e deixa uma impressão de pressa na frase. Também se lembre de que, para quem perdeu a prática da escalada, não fica tão fácil assim fazê-la outra vez, pior ainda sem os equipamentos necessários. E, por fim, atente-se ao "a" no lugar de "há", como na sua segunda fala. No mais, parabéns!

— Coerência: 42/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 25/25
— Objetividade e adequação à proposta: 15/15
— Ortografia e organização: 7/10

— Total: 89xp


Leon F. Hoffman: Ótimo desempenho, Leon. Apenas tome cuidado com o uso excessivo de ponto e vírgula e em pontos que não são necessários, além da própria vírgula que você esqueceu de usar uma ou duas vezes. Uma coisa a declarar é que a árvore não seria tão eficaz quanto um monitor para te auxiliar na escalada, uma vez que ela é imóvel e não tem como regular o tanto de corda que fica disponível ou não para você, como um outro campista - o instrutor - teria. Fora isso, parabéns.

— Coerência: 43/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 25/25
— Objetividade e adequação à proposta: 15/15
— Ortografia e organização: 9/10

— Total: 92xp



Atualização


Edited by H.I.M.


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Linus Baker em Sab 28 Dez 2013, 23:15

Estava a pouco tempo no Acampamento Meio-sangue e ainda estava me acostumando com a idéia de ser filho de um deus, mas tenho que admitir tudo naquele lugar era incrível os treinos com arcos, espadas, os chalés e todo o resto, mas a coisa mais legal ali era a parede de escalada, não tinha tido a chance de escala-la ainda, mas queria fazer isso hoje. Fui procurar um dos instrutores do acampamento e vi um centauro um pouco mais a frente conversando com alguns semideuses.
- Com licença.
- Fale garoto.
- É que eu gostaria de ir a parede de escalada e estava procurando um instrutor.
- Ah sim, vamos lá então.
Nós seguimos em direção a parede de escalada, quando chegamos eu vi aquele muro enorme e pensei: "Eu só posso estar louco".
- Venha garoto!
- Sim, então como funciona isso?
- Temos vários níveis, você vai fazer o nível um por ser novato. Pronto.
Ele terminou de por os cabos de segurança e mandou que eu começasse. Pus meu pé na primeira pedra e comecei, me segurando em uma pedra de cada vez. Fui subindo devagar, quando cheguei a mais ou menos 5 metros meu corpo já estava dolorido e cheguei a conclusão de que eu precisava fazer mais exercícios, respirei um pouco e voltei a subir, subi mais dois metros até que eu escorreguei e cortei minha mão em uma das pedras, estava sangrando e doía, pensei em desistir, mas já estava na metade tinha que continuar. A dor aumentava a cada vez que eu segurava em algo, já estava chegando perto da parte inclinada e o corte parecia cada vez pior. Quando cheguei a parte inclinada, minha mão já estava latejando e não tinha certeza se conseguiria descer depois, subi o que faltava e cheguei ao topo, era hora de descer. Comecei devagar e fui descendo, finalmente cheguei ao chão, assim que tirei todo aquele equipamento fui direto para a enfermaria.
Linus Baker
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 078 - ExStaff em Seg 06 Jan 2014, 18:53

Avaliação
Bom texto para um novato, Linus. Por isso, sabes que tem de melhorar, né? Sua escrita é bem boa, mas você precisa desenvolver mais a narrativa, as ações do seu personagem, detalhes e tudo mais. Porque, tipo, o que mais importava no post era a escalada em si, não diálogos nem nada (não que isso seja inútil, mas sim secundário), e você deixou isso bem curto, bem simples, entende? Siga esses conselhos e verás que você será muito bom!


— Coerência: 30/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 10/25
— Objetividade e adequação à proposta: 5/15 
— Ortografia e organização: 7/10 

— Total: 52xp


Aguardando atualização.


Edited by H.I.M.


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Sex 10 Jan 2014, 01:25


☀ Atualização ☀
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Augustus G. Hussain em Sab 11 Jan 2014, 01:51



Level 1


Okay,it's just a wall. A big and dangerous wall that it's full of rocks and things that will probably kill you.

Era uma tarde ensolarada no Acampamento,para Tyler o tempo perfeito em que poderia manter-se trancado no próprio chalé. Desde que fora reclamado é possível afirmar que as coisas melhoraram para o garoto,não se sentia tão deslocado e atrapalhado como antes... Apesar de tudo,sabia que se fosse realmente residir lá,não poderia passar seus dias no chalé. Levantou-se da cama,na semana anterior um de seus meio-irmãos o ensinou como usar seus presentes de reclamação,portanto iria testá-los. Ao sair do local,sentiu a incômoda sensação do sol em seu rosto,e reclamou mentalmente por não ter nenhum local de sombra por perto. Depois de minutos seguindo uma pequena multidão de campistas finalmente viu o destino... Eram várias paredes gigantes,uma mais perigosa do que a outra! "Ok,Tyler,já foi o bastante. Tudo oque precisa fazer é sair discretamente e..."

-Ei,você! -Seus pensamentos foram interrompidos por um garoto robusto,sua aparência não era das mais amigáveis,provavelmente Instrutor..

-Eu já estava de saída,e... -Começou o garoto,atrapalhado.

Antes que pudesse perceber já estava sendo puxado -ou melhor,arrastado- para uma das grandes paredes de escalada. Felizmente,parecia simples o bastante para que Tyler não morresse no processo ou coisa parecida. Após vários momentos de relutância,finalmente o filho de Quione foi convencido á escalar,negando usar equipamentos de segurança,talvez por orgulho? Bom,o começo foi fácil,até seus braços começarem a doer. Não quis olhar para baixo pois sabia que iria se desconcentrar,portanto respirou fundo e tentou ignorar a fraqueza,até que alguém apareceu escalando a parede também,em poucos minutos alcançando Tyler.

-Vai ficar aí parado,novato? - Zombou ele,era bronzeado e loiro,além de causar certo desconforto ao rapaz pelo seu,uh,'calor' natural.

"Filho de Apolo..",pensou na mesma hora,ele também estava sem equipamentos..Interessante. Nunca fora realmente competitivo,porém no momento ele e o outro garoto tinham transformado aquilo numa grande disputa pessoal. Empurravam uns aos outros de vez em quando,e subiam o mais rápido que conseguiam,apesar de aquilo obviamente desgastar ambos. Finalmente quando Tyler sentia que poderia ganhar,sentiu uma leve pressão em seu ombro,perdendo o equilíbrio. Não conseguia segurar-se em nada,sua visão escureceu por um curto período de tempo até que sentiu alguém o ajudando a erguer-se.

-Você está bem? - Ouviu uma voz masculina,e quando percebeu que era o Instrutor. Assentiu com a cabeça.

-Não se preocupe.. Não me machuquei. - Mentiu,na realidade cada osso de seu corpo latejava e sentia que talvez tivesse deslocado o braço.

Depois que o 'drama' passou,se dirigiu até seu chalé,exausto. Não iria repetir aquilo tão cedo....


@ TPO - B'
Augustus G. Hussain
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Gabriel Yank em Ter 14 Jan 2014, 13:01

Minha Primeira Escalada


Eu estava andando pelo meu chalé agoniado. Era um chalé cheio com paredes de madeira e muitos sacos de dormir espalhados pelo chão. Não tenho certeza se eu posso dizer que aquele lugar é meu chalé, já que eu sou apenas outro indefinido no chalé 11.
- Vá dormir – Exclamou um dos garotos no chão – Ainda é de madrugada.
Não conseguia dormir, tinha acabado de chegar no “Acampamento Meio-Sangue” e não faço a menor ideia do que todos pensavam quando me olhavam com desgosto. Depois de muito tempo esperando todos acordar, até que.
- Duuuuumm – Um filho de Hermes acordou todos com um trombone – Acordem seus preguiçosos.
E no meio de resmungos e reclamações, sorriu como um garoto travesso que tinha prego uma peça. Era provavelmente era um tipo de líder no chalé, e tinha cara de quem não levava nada a sério.
Eu estava completamente perdido e não sabia o que fazer, tentou ir para onde alguém ia, mas eu não tinha coragem ou cara de pau de seguir com eles de penetra, sempre fui muito tímido. Voltei para o chalé 11, o chalé de Hermes. Quando cheguei todos já tinham saído menos o garoto que deveria liderar o grupo.
- Por que não foi fazer as atividades do acampamento? – perguntou o garoto – A você é o novato.
- Não sei oque fazer.
- Claro que não! Que tal começarmos com escalada?
Fiquei um pouco animado, mas não tive coragem de dizer muita coisa, até que ele disse:
- Sou Ericles, e você é?
- Gabe! Gabriel.
Ele começou a andar para fora do chalé, e eu obviamente o segui. Eu fui parar em uma espécie de parede de escalada, como aquelas que se vê nos shoppings, mas essa tinha uns cinquenta metros de altura. Eu pensei naquele momento que aquilo era ruim, mas quando eu vi um garoto subindo a parede começou a descer pedras, quebrar pedras e escorrer lava.
- Fique calmo! Não é tão ruim – Disse Ericles – Quer dizer, você é novato vai subir com equipamentos, e obviamente sem armadilhas.
Tenho que dizer que aquilo não tinha me acalmado.
- Certo – Confirmei – Não tem como eu morrer! Né?
Ele fez uma cara de más noticias e silenciou como se soubesse que não daria nada certo.
- Vou ser seu instrutor.
Ele começou a me preparar com um equipamento, e me orientar coisas como, não caia e faça tudo o que eu disser. Aquilo não me deixava à vontade, mas não tinha muita escolha.
Começamos a nos preparar para subir e eu não estava à vontade ele não falava nada, a não ser “suba”.
No começo a parede parecia ser algo como, a parede de escalada de um parque de diversões ou subir a parede do corredor de casa, mas feita de pedra como uma mini montanha, que pena que era só aparência de ser simples. A encosta da mini montanha começou a ficar escorregadia e ligeiramente inclinada.
- Siga com cuidado, isto é difícil para novatos – Disse com esforço o Ericles.
Subimos devagar e com cautela, ou pelo menos eu fui devagar, Ericles subiu muito acima de mim se aproximando do final, naquele momento eu já não ouvia suas orientações.
Continuar subindo foi um desafio pra mim, mas eu precisava continuar em frente, sabia que seria útil em uma missão no futuro.
A parede de escalada já estava ficando mais reta, mas ainda não estava fácil de subir. Comecei a me aproximar, quando vi um homem no topo da mini montanha e reparei que era o Ericles, e ele derrubou uma pedra grande em minha direção, fiquei na duvida se tinha sido sem querer. A pedra me acertou em cheio, direto no capacete e logo em seguida cai um grande caminho que eu já tinha passado e parei em cima de uma pequena plataforma.
Olhei para o alto e Ericles tinha sumido, continuei no cominho e acho que durei cerca de umas duas horas nos meus cálculos.
Quando coloquei minha mão no topo Ericles me ajudou a subir.
- Conseguiu garoto – Afirmou Ericles.
Fiquei com um pouco de duvida se ele tinha jogado aquela pedra de proposito. Enquanto eu pensava nisso vi ele se afastando e indo para qualquer outro lugar que eu não me importava, ai ele se virou e olho direto pra mim.
- Cuidado com a pedra garoto! – Gritou de longe ele.
Aquilo me respondeu muito e me deu uma duvida ainda maior. Ele é meu amigo ou esta contra mim?
Gabriel Yank
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Zeus em Qui 16 Jan 2014, 11:25


Avaliação
Vamos ver como você foi...


Tyler Darkwood: Novamente não sei se foi erro seu ou o template que não permite o espaço entre a vírgula e a próxima palavra. De qualquer forma, isso afeta sua avaliação. Após a queda do semideus, o mais coerente a se fazer seria passar em uma das enfermarias, pois uma queda pode ser muito grave. Você voltou para o chalé sentindo dores, mas se fosse para a enfermaria poderia finalizar o post de maneira mais coerente. Bom, achei a atividade muito rápida, Tyler, parece que o post foi feito com pressa, então na próxima vá com mais calma, e detalhe mais o que o semideus fez.

Coerência: 43 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 17 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 13 de 15
Ortografia: 7 de 10
Total: 80 xp

Gabriel Yank: Cuidado com erros de digitação rápida que acabam afetando a coerência do texto. Você mudou o tempo verbal em determinado momento do post, e isso prejudica a coerência e o entendimento do post. Pontuação errônea também confunde o leitor, atente-se a esses erros e revise o post.

Coerência: 38 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 14 de 15
Ortografia: 7 de 10
Total: 79 xp


Atualizado.
Por ♦ Zeus


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
Zeus
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Kaine Rembrandt em Qua 22 Jan 2014, 18:59

Level 1

Acordei no chalé dos Indefinidos, um lugar para onde eram mandados todos os Meio-Sangues que até então não tinham sido reclamados. Não posso dizer que tive uma ótima noite de sono, pois o local era abarrotado de pessoas ansiosas para conhecerem seu progenitores divinos. Escovei meus dentes e sai do chalé para tomar um ar.
Comecei a caminhar pelo Acampamento, até perceber um aglomerado de semi-deuses, movido pela curiosidade fui até o local.
A medida que ia me aproximando diversos e diferentes paredões dos mais variados tipos iam crescendo na minha frente. E os muitos pontinhos que vi a distância se apresentavam como semi-deuses corajosos o suficiente pra escalar algo que poderia custar-lhes a vida.
Gelo, muros que imitavam os de cidades, deslizamentos de rochas gigantescas e aparecimento de lava era o que geralmente compunha os paredões.
Em alguns minutos que fiquei olhando, poucos os que conquistaram a honra de chegar até o cume de parede.

- Iai não vai tentar?- Virei para o lado e pude ver quem disse tal frase, um jovem alto, cabelos castanhos e olhos meio avermelhados, trajava uma camiseta com uma calça jeans. - Onde estão meus modos? Sou Dilan filho de Ares. Qual seu nome.-

- Pode me chamar de Dom órfão de pai até o momento. E não, não pretendo tentar. Pelo menos por enquanto.- Respondi.

Nesse exato momento minha atenção se desprendeu da conversa e foi atraída por uma semideusa que acabara de cair enquanto escalava, se não fosse pelos freios e cordas ela poderia ter ido parar em uma das enfermarias. - Mais alguém?- Perguntou o monitor.

- Eu e Dom gostaríamos de tentar.- Dilan mal terminou de falar e eu olhei para ele com uma cara de "Você está louco?". Porém não tive tempo para protestar, os auxiliares do monitor rapidamente colocaram os equipamentos na gente e quando dei por mim estava frente-a-frente com a maior parede que já tinha visto em minha vida.

Uma sirene tocou e nós começamos a subir, no começo foi fácil as pedras eram amplas o que permitia segurar-me facilmente além da sustentação extras que elas provinham. Já mais para o meio algumas rochas soltas dificultaram inicialmente mas nada muito difícil, olhei para o lado e Dilan subia rapidamente, conseguia ouvir algumas ninfas suspirando de amores lá em baixo mas esse detalhe ignorei. Quase no fim a escalada tonou-se perigosa, o paredão era inclinado cerca de 20º tornando a subida dura até para os mais experientes. Eu parecia estar na frente mas algo aconteceu, Dilanr em um dois saltos passou a minha frente, tentei subir mais rápido porém foi um erro. Segurei em uma pedra solta e como estava sem apoio cai, os freios barraram minha queda.
O monitor retirou meu equipamento, assim que olhei para o alto lá estava Dilan zombando de mim. Essa foi minha primeira péssima experiência com os filhos de Ares. Mas eu sabia que não seria a última.


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 093-ExStaff em Qui 23 Jan 2014, 20:21


Avaliação

Dom Demon: Dom, a parte em si que era mais importante do treino - a escalada da parede - ficou muito curta, não ocupando boa parte do texto, você deu muita atenção a sua introdução e esqueceu-se do mais importante, também, atente-se ao uso de virgulas, pois vi que muitas faltaram e deixaram o seu texto mais dificil de ser entendido, além de alguns outros errinhos de digitação. Uma das dicas que tenho para isso é a mais clichê de todas, use um corretor ortografico como o Microsoft Word ou alguns que podem ser encontrados online, eles identificam os erros e impede que você possa perder pontos por causa deles. Ok?

Coerência: 20 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 10 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 7 de 15
Ortografia: 5 de 10
Total: 42 xp


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Nerisse O. Mignard em Sex 24 Jan 2014, 10:07

Complexo de Escalada ☾


Level 1
Florzinha? Jamais...



— E aí? Queres ficar parada só olhando ou tomará coragem? — Fui interrompida por uma voz longa e grave. Olhei para trás e percebi que era um homem mais maduro e imponente, digamos assim. Imediatamente tratei de identifica-lo como o instrutor de escalada. Bom, eu estava totalmente perdida de curiosidade e medo desde quando cheguei até o complexo, alguns minutos atrás. Desde longe consegui ver inúmeros semideuses tentando escalar aquele desafio ambulante, em níveis inacreditavelmente perigosos. Eu me contentaria com o primeiro nível, claro. Eu nunca havia escalado no Acampamento, mas mesmo sendo o nível um, me causava certo frio na barriga.

— Ah. Desculpe! Eu estava olhando e... — Suspirei, atônita. Analisei com mais afinco o primeiro grau da parede de escalada, enquanto o instrutor me passava os primeiros ensinamentos sobre esta. Não escondo que fiquei preocupada, mas talvez me saísse melhor do que um novato qualquer, visto que em meus tempos de Sonoma Valley, eu adorava escalar árvores. E melhor: fazia tudo sem cordas de proteção ou se quer apoiadores de pé. — Seguinte. Não gosto de corpo mole. Se quiser escalar, terá que se provar valente. Como é de praxe, novatos começam no primeiro nível. — Ele disse, e eu engoli em seco após constatar a rispidez do homem. — Nível um. Sem lava e cheio de proteções. Resumindo: sem graça. Eu estou aqui para ajudar. São quinze metros redondos com uma inclinação boba no topo. Vai aguentar, florzinha? — Ele me disse, terminando com uma risada irônica e macabra, como aquelas de filme.

”Florzinha? FLORZINHA?”, quis esganá-lo em minha mente, trincando os dentes com ódio. Fechei os punhos e mordi os lábios, evitando que alguns palavrões fossem despejados por mim no ar. Sinceramente, aquilo havia se tornado pessoal. Ninguém me chamava de florzinha. Ninguém. — Hahaha. —  Por ora, apenas respondi com uma risada falsa e irônica, tentando me conter para não pular no pescoço do próprio instrutor. Eu mostraria para ele quem era a florzinha. ”Florzinha velha e pelancuda”, pensei sobre o indivíduo. Sem muita espera e ainda com a raiva exposta no semblante, me adiantei e comecei a trajar os aparatos de proteção, instalando um a um em meu corpo. Primeiro as cordas de segurança, depois fiz um ajuste em meu tênis, certificando-me de que estava bem amarrado. Posteriormente, deixei de lado a importância que eu dava à marra do instrutor e pedi auxílio na hora de colocar os freios adicionais.


— Pronto. Está devidamente equipada para não cair e se esborrachar. Coloque um pé, uma mão, o outro pé e depois a outra mão, sucessivamente. Quando chegar aos quinze metros finais, me surpreenda. — Ele piscou para mim, e eu revirei os olhos com desdém. Fiz o combinado, me agarrando aos apoios da parede, um de cada vez. Nos metros iniciais, possuí certa dificuldade, até me adaptar com o atrito entre eu e a parede. Em uma das passadas de pé para outro apoiador, quase me desequilibrei, retrocedendo dois espaços para baixo. Naquele momento, aquela maldita palavra dita pelo instrutor latejou em uma minha mente. ”Florzinha. Florzinha”, droga! Rangi os dentes e tentei me manter confiante, subindo mais rápido do que o costume. Em poucos minutos eu recuperei os apoiadores perdidos e retomei o tempo avantajado de escalada. Superando paulatinamente a dificuldade com a estrutura do complexo, fui demonstrando mais agilidade e certeza, durante cada passo ou invertida.

Logo, passando-se mais alguns minutos de escalada, passei a empregar algumas técnicas que aprendi subindo árvores, o que fez com que eu conseguisse pular um ou dois apoiadores e me aproximar dos quinze metros finais de prova; no nível um. Olhei para baixo, o que certamente foi um erro. O instrutor estava lá, com um sorriso cínico em seu semblante, esperando que eu caísse ou pedisse para sair. Não vou mentir que fraquejei, afinal, eu ainda tinha medo de altura, desde a minha infância. Fui perdendo o medo enquanto subia em árvores com papai, entretanto, exposta a tantos metros de angústia, não era nada fácil aguentar toda aquela situação. Desviei o rosto e encostei a cara entre os meus braços, segurando firme nos apoiadores, todavia bastante suada, o que dificultava ainda mais. Respirei, tentando me manter firme. Eu estava consciente que não podia desistir naquela hora, ou se não seria sempre taxada como florzinha. Respirei, respirei e respirei, além de contar até quinze em minha mente.

Pensei em tudo que me ocorrera e a luta que empenhei até chegar ao Acampamento, com a ajuda do sátiro; em busca de inspiração, força e foco. — F-força, Ahrie. Falta pouco! — Sussurrei para mim mesma, arriscando os novos passos. Segurei firme, tentando neutralizar a ação do suor em minhas palmas. Coloquei um pé para cima de um apoiador mais elevado, uma mão, o outro pé e por fim a outra mão. Assim fui tentando não pensar em mais nada se não completar a prova. Quando me dei por conta, estava exausta, e estava já nos doze metros finais. Eu nem reparei a rápida inclinação do complexo do primeiro nível, o que me surpreendeu mediante as tantas fraquejadas. Suspirei e avancei, com mais dificuldade agora que percebera onde estava. ”Psicológico, Ahrie. Claro!”, pensei sozinha. Escutei o instrutor tirar sarro lá de baixo, mas não dei bola. Passei a perna e executei uma nova série, chegando aos oito metros faltantes. Não obstante, soltei um gritinho agudo e projetei o corpo para cima, empenhando toda a força que ainda tinha nos braços e pernas. Atingi a grande marca de um metro e meio por minuto, o que totalizou dois metros faltantes.

— Florzinha! Tome essa! — Me exaltei e gritei para o instrutor, escalando o que faltava. Chegando ao topo do primeiro nível, caí de cócoras, apertando o botão vermelho que delimitava o final da escalada. Deitei-me ali mesmo, em cima do topo do primeiro nível, desviando rapidamente o olhar para baixo. Notei a cara do instrutor cético, surpreso por eu ter conseguido escalar tão bem, mesmo com pressão psicológica e física. O machista enfim havia “quebrado” a cara. Descansando alguns poucos segundos lá em cima, nem me dei o trabalho de escalar o caminho inverso, e fui descendo com o auxílio das cordas de proteção e do próprio instrutor.

Ao término da descida, pisquei para o homem e me despi rapidamente dos aparatos de proteção, saindo de lá sem falar nada, apenas com um sorriso de orelha-a-orelha estampado. Fui diretamente para uma das enfermarias, extremamente exausta e mergulhada em suor. Contudo, me sentindo plena.

Info:
Legenda:
Instrutor de Escalada;
Ahrie, filha de Selene;

tags; ahrie. place; acampamento meio-sangue. vestindo; algo. com; ninguém. em; complexo de escalada.
credits ‹›

Nerisse O. Mignard
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Avalon Carrwahäal em Dom 26 Jan 2014, 16:33

Level 1

-Anh... - Soltei, ao ver o complexo de escalada. Vários campistas escalavam as paredes " Nível 4",desviando de lava e armadilhas com lâminas facilmente enquanto rapidamente escalavam as paredes de vários metros. Isso me afetou um pouco. Eu sabia que os campistas veteranos tiveram anos de prática a mais que eu, mas ao ver que havia  uma diferença tão grande de habilidade entre eu e eles fiquei um tanto desanimado. Quero dizer, eu precisaria de MUITA prática para escalar as paredes de nível mais alto, e saber que os campistas veteranos encaravam isso como um mero passa-tempo era... frustrante.

Depois de ver a parede de nível quatro, não pensei duas vezes antes de ir para a de nível mais baixo - a nível 1. Mesmo sabendo que não corria risco, não pude deixar de ficar ansioso, afinal, era a minha primeira escalada. A parede não era muito impressionante, apenas uma chapa de pedra de uns 15 metros com vários apoios para mãos e pés fixados nela. Um homem loiro que devia ter uns 25 anos estava postado ao lado da parede, e deduzi que ele era o instrutor.

-Oi -O cumprimentei.

-Olá - Ele respondeu, simpático - Vai fazer a escalada?

-Vou sim.

Ele me ajudou a colocar o equipamento de segurança, que era basicamente uma corda para que eu não morresse.

- Essa é a parede menos perigosa, então não se preocupe. Ela tem 15 metros - Palmas para mim, que adivinhei a altura - Não possui armadilhas, pedras soltas nem lava, então é a mais recomendada para iniciantes. Boa sorte! - Ele disse, como se lesse um roteiro.

-Obrigado - Agradeci.

Me senti com sorte de pegar um instrutor simpático, os dos outros níveis pareciam bem carrancudos.

Agarrei o primeiro apoio, que era bem gelado. Logo coloquei meu pé em outro e comecei a subida, indo devagar para me acostumar. Para ser sincero, estava mais fácil que eu esperava, e eu escalei os três primeiros metros com facilidade. Me distraí um pouco, e acabei pisando no nada quando escalava, o que me deu um baita susto, e me fez soltar as mãos, caindo alguns metros antes de conseguir agarrar um outro apoio. Meu coração estava acelerado, mas eu não podia parar. Consegui subir em um ritmo consistente por uns 4 metros, e eu rapidamente superei minha marca antes do "acidente"

Ao chegar em torno dos 6 metros, minhas mãos estavam suadas, o que me fez tomar mais cuidado. Antes de continuar, olhei para baixo, e meu instrutor parecia estar sentado em um banco, conversando com alguém.
Assim que agarrei o próximo apoio, minha mão escorregou, e eu quase caí de novo. Sequei as mãos na calça e continuei, até que um baque surdo irrompeu o ar. Instintivamente me virei para a direção do som, e um menino estava caído no chão nas paredes do nível 2. Torci para não ter o mesmo destino, e continuei a escalada até os 10 metros.

-Está indo muito bem! - Me incentivou o instrutor. Estava concentrado de mais para responder.

Percebi que estava cansado, mas tentei continuar. Depois de mais ou menos 1 metro, meu pé escorregou, e fiquei pendurado por apenas uma mão por um instante, mas felizmente consegui me recuperar. Estava quase ofegante, e percebi que a parede começou a se inclinar mais.
Faltavam apenas uns 3 metros, então tentei ir o mais rápido que pude. Apoio depois de apoio, eu finalmente estava terminando a escalada. Com um pouco de esforço, subi os últimos centímetros.

Descer era mais fácil, e eu simplesmente me deixei cair até chegar ao chão. Sequei a testa suada, e meu instrutor veio ao meu encontro.

- Volte sempre!

Não tão cedo, eu pensei, e acenei. Depois, fui direto ao refeitório.
Avalon Carrwahäal
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Felicity Smoak em Dom 26 Jan 2014, 18:06


parede de escalada

primeiro nível

   Observou a parede de escalada, quieta.  Nunca tinha praticado aquela atividade do Acampamento meio-sangue, não por causa de ter medo ou algo do tipo, apenas não tivera a oportunidade e tempo para isso.
—Allyson Davis, perdeu o medinho e vai para a parede de escalada? — Falou Arianna, filha de Ares, ao acabar a atividade. —Finalmente!
A filha de Athena revirou os olhos.
—Não venha xingar a minha sabedoria e habilidades com os seus insultos medíocres, Arianna.— Vociferou. — Sou filha de Athena, Zeus é o meu avô, não tenho medo de altura!
A filha de Ares deu um sorriso soberbo.
—Ah, então só tem medo de aranhazinhas, prole de Athena?  
 Um frio acomodou-se na sua espinha dorsal somente ao ter ouvido o nome daquelas pequenas criaturinhas.  Definitivamente, tinha medo de aranhas.
—Enfim, vou indo— Ela acenou para os seus irmãos de baixo QI e voltou a fitar Allyson. — Boa sorte, prole de Athena! E tente não quebrar nenhum ossinho. — Riu e foi embora.
Depois daquela, a filha de Athena teve vontade de ir para o último nível da parede de escalada.  Mas sabia que não tinha prática e acabaria na enfermaria, o que deixaria a filha de Ares ainda mais contente.   Resolveu começar pelo nível 1 para aprimorar os sentidos, na próxima vez iria para os níveis seguintes.
Fingiu prestar atenção no que o instrutor dizia, pois desviava os olhos freneticamente para a parede de escala, afim de analisar e avaliar por onde teria as melhores agarras que ficassem próximas uma das outras.
—...Entendeu? — Perguntou os instrutor, tirando-a das estratégias e pensamentos profundos.  Ou simplesmente dizendo, de seus devaneios.
—Sim, claro. — Allyson balançou a cabeça positivamente.
Um cinto se amarrava na sua cintura, não era bonito e muito menos modelava o seu quadril.  Ainda bem que não se importava com a aparência, talvez esse fosse o fato de não ver muitas filhas de Afrodite no local.  Se o cinto fosse rosa, as filhas da deusa do amor iriam praticar aquela atividade, ao menos fora isso que Allyson pensou.
A filha de Athena dirigiu os seus pés e braços para as agarras que lhe pareciam ser melhores, apesar de que tudo deveria ser do mesmo jeito.  Começou a escalar, esvaziando a mente e cobrindo-a de pensamentos positivos e de ordenações de como movimentar os músculos dos membros inferiores e superiores.
A sua bochecha devia estar enrubescida com o esforço, sempre ficava quando praticava qualquer exercício.  Os seus pulmões trabalharam mais que o necessário, em resposta dos movimentos rápidos e ágeis.  Começou a ter dificuldade quando chegou aos oito metros e este seria o cansaço.
Teve vontade de desistir e se jogar na cama do Chalé 6, mas se fizesse isso, seria o mesmo que dizer que não era capaz.  Por isso obrigou os seus joelhos a flexionarem e continuarem a se movimentar, assim como as mãos, que estavam suadas e um tanto escorregadias.  
Sua mão direita escorregou da agarra e quase a fez cair.  Por sorte, a outra mão fora resistente o suficiente para continuar no mesmo lugar e servir de apoio para a outra voltar ao seu.  Voltou a subir, chegando aos dez metros e a uma inclinada.
“Graças aos deuses!”, extasiou-se mentalmente,”Já estou acabando”.
Pelos seus cálculos, faltava uns cinco metros.  O declive facilitou a sua subida, o que a fez ter uma maior velocidade nos movimentos.
O ritmo de seu coração estava acelerado e da sua testa escorria suor, limpou esta com a palma da mão e voltou para a sua subida ao se encorajar mentalmente.  A adrenalina aumentava cada vez mais, apesar dos empecilhos — As mãos suadas que dificultavam segurar as agarras com mais precisão — continuou a escalar.  E depois de ter subido mais dois metros, chegara ao seu objetivo.
Sorriu e vangloriou-se pelo seu feito, tinha escalado a parede por completo.
Soltou as agarra e deixou a corda, que lhe segurava pela cintura, levá-la ao chão em segurança.   
—Parabéns! — O seu instutor desamarrava as amarras de sua cintura. — Prontinho! — Falou ele ao tirar aquilo do quadril da filha de Athena.
—Obrigada. — Agradeceu.
—De nada— Sorriu ele. — E volte sempre que quiser.
Allyson sorriu e se dirigiu para o seu Chalé, afim de tomar uma ducha deliciosa.

♦ thanks, andy 'o' ♦ [url=cupcakegraphics.forumeiros.com]@ cg[/url]


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 093-ExStaff em Dom 26 Jan 2014, 22:32


Avaliação

Ahrie Harbinger: A sua escalada está muito bem feita, Ahrie. Ocupou a maior parte de seu texto com o treino em si do que com toda a introdução e preparação, também não consegui identificar nenhum erro de português grave, porém tome cuidado ao utilizar algumas palavras, tal como quando  "encostei a cara entre os meus braços", cuidado com isso, pois dependendo da pessoa pode julgar como um erro. Enfim, não descontarei pontos por isso.

Coerência: 40 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 20 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15
Ortografia: 10 de 10
Total: 80 xp

Austin Mcportland: Austin, tome cuidado com a repetição de palavras durante o seu texto, nos dois primeiros parágrafos você repetiu muito as palavras "escalavam" e "parede", além disso você descreve tudo muito rapidamente, por exemplo: Quando você escorregou e ficou preso por uma mão, poderia dar uma enfase maior nesse ponto, dizendo como foi a recuperação e tudo mais, e não poucas palavras. Atente-se a esses detalhes, pois eles podem mudar drasticamente a sua pontuação final em um treino, como outros deuses disseram, potencial você tem. Por fim, não sei se é problema do meu monitor, mas tente usar cores menos claras em suas falas, pois dificulta muito a minha leitura.

Coerência: 33 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 15 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 10 de 15
Ortografia: 7 de 10
Total: 65 xp

Allyson Davis: Bom, o seu treino está bem escrito, Allyson, tirando certos clichês que teve durante a introdução do mesmo - como a filha de Athena com medo de aranha, mas isso não vem ao caso. - e como alguns outros avaliadores disseram em outras avaliações, você em algumas ocasiões utiliza a virgula no lugar de ponto final, além de certa repetição de palavras, enfim, como disse ao Austin, vou repetir para você: Tu tem potencial, só precisa praticá-lo melhor.

Coerência: 40 de 50
Coesão, estrutura e fluidez: 15 de 25
Objetividade e adequação à proposta: 15 de 15
Ortografia: 6 de 10
Total: 76 xp

Att por Deimos


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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por John L. O'Leary em Qui 30 Jan 2014, 17:28



Bonjour?
Post: 001 | With: - | Where: Parede de Escalada Nível 1





— Tem certeza que vai tentar escalar logo agora? Não tem muito tempo que você veio para o Acampamento... Pode se machucar. Só estou avisando.

John olhou pela porta do banheiro e sorriu para o garoto que questionava sua decisão, pensou em falar das vezes que escalara montes enormes, sozinho, para passar o tempo ou outros tipos de experiências que possuía, mas não queria passar a imagem de um garoto convencido. Preferiu erguer uma sobrancelha, fingindo um semblante intrigado, ao desviar o olhar do espelho para o rosto do seu meio-irmão, rindo.

— Não deve ser tão difícil assim, oui? Além disso, irei escalar no nível um. Voltarei vivo.

O garoto deu de ombros e voltou a ler seu livro, recostando-se no travesseiro. John soltou um risinho baixo demais para qualquer um escutar e olhou novamente para o espelho. Seu cabelo loiro estava desgrenhado, como sempre, e aparentava algumas mechas mais claras, como se ele mesmo tivesse pintado-as. Balançou a cabeça, caindo na gargalhada, quando viu um arranhão em seu peito. Sua face parecia alegre, feliz, mas seus olhos mostravam o contrário. John era um bom ator e sabia que nem todas as pessoas falavam olhando nos olhos das outras e algumas que o faziam, não reconheciam as emoções por trás daquelas bolinhas castanhas. É. O sonho foi bom, hein, amigo? Sussurrou para si, abrindo a torneira e enchendo as duas mãos de água para jogá-la no rosto. Seguiu para a cama, onde sua toalha estava estendida, e pousou-a na face algumas vezes antes de estendê-la novamente. Pegou uma camisa – preta e sem manga, com os dizeres pichados de cinza na frente “Am I insane?” – e vestiu-a, saindo do Chalé de Héstia com ela, uma calça jeans preta e seu Vans azul marinho.


Ao chegar à área de treinos de escalada, procurou as paredes do Nível 1. Tinham 15 metros, mas eram simples e todos os equipamentos precisos estavam disponíveis para quem fosse treinar no local, além de ter um instrutor ao lado. John começaria pelo nível um para não gerar tumulto ou perguntas. Chegara ao Acampamento com algumas habilidades, até, mas não queria usá-las a não ser que fosse realmente preciso.

Bonjour. Como posso adicionar algumas variações naturais, senhor? Desejo rajadas de vento e areia e pedras com musgos, por favor. Merci beaucoup. — o Filho de Héstia dirigiu-se ao instrutor com uma educação impecável, mas temeu por usar o francês. John saíra da França, mas a França nunca saíra dele. Tentava de todas as maneiras não de utilizar essas palavras, mas era costume.

Com a parede já escolhida, John tirou o seu tênis sem muito floreio e colocou-o do lado. Flexionou as pernas e as mãos para aquecer o corpo um pouco e estralou o pescoço, distraidamente, antes de segurar uma corda que deveria estar presa no topo da parede. Ajustou a cadeira em seu corpo e enroscou os dedos das duas mãos novamente na corda, colocando o pé direito na pedra mais próxima. Sim, poderia começar. John prensou seu pé esquerdo um pouco acima do direito, ficando assim a uns 30 centímetros do solo. Puxou a corda com mais força para sustentar o seu próprio peso e seguiu com um pé de cada vez, subindo mais. Lembrou-se das palavras de seu antigo mentor e riu: Um pouco de cada vez, sem desespero, sem pressa. Você é leve feito uma pluma e ágil feito um puma. Ergueu-se por mais ou menos cinco metros na mais tranquila paz, pensara até que haviam esquecido as variações naturais, mas foi nesse seu descuido que uma rajada de vento chicoteou seu corpo fazendo-o perder um pouco de equilíbrio, que logo foi recuperado. Cerrou os olhos com força e sentiu algo parecido com pequenas agulhinhas em seu corpo todo, o que imaginou ser grão de areia. Não arriscou continuar a escalada com tal chuva de areia, estão pausou um pouco, virando seu rosto para o lado contrário de onde vinha o vento, ainda com os olhos fechados. Depois de um tempo, não se sabe exatamente o quanto, mas bastante para cansar seus braços, o vento cessou e John pôde continuar sua jornada. Rodou a corda mais uma vez na mão e subiu, escorregando três vezes em pedras limosas, mas sem perder o equilíbrio. Uma rajada de vento pegou-o de surpresa novamente, aos 10 metros do chão, estava esperando-a, sim, mas também a areia que não veio. Apenas com o vento, o semideus pôde prosseguir. Todo o cuidado não foi suficiente, pois seu pé direito deslizou num musgo de alguma pedra e ficou solto no ar. Em menos de um quarto de segundo, o garoto soltou a mão esquerda da corda, já que sua mão direita estava bem enroscada nela e segurou em uma pedra ao lado até conseguir apoiar seu pé novamente em outra pedra. Assim, seguiu os próximos 5 metros, melindroso nos últimos 3, por serem mais inclinados. Chegando ao topo, o Filho de Héstia parou para descansar um minuto.

Oui, oui, chega. Hora de descer, Sr. Louis. — o semideus sussurrou para si e segurou a corda com as duas mãos, soltando-a pouco a pouco, prensando os pés na pedra para jogar seu corpo para trás. Assim, em pouco tempo, chegou ao solo.

A tout à l’heure! — John pegou o seu tênis e já ia se afastando quando percebeu o que dissera. Virou-se para o instrutor e riu, um pouco sem graça. — Quer dizer... Até breve!

Sua aparência não deveria estar muito boa e sua camisa estava com grãos de areia, então a tirou, segurando juntamente com o tênis. Seu cabelo também deveria estar mil vezes pior do que quando chegara, devido ao vento. Assim, se achando ridículo, mas levemente sexy, voltou para o seu chalé.




Glossário:

Oui: Sim
Merci beaucoup: Muito obrigado
Bonjour: Bom dia

John L. O'Leary
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 083-ExStaff em Sab 08 Fev 2014, 08:12

Avaliação



John.

 Um post divertido e sem dúvidas, interessante. Sou particularmente fã de interações com NPC's, e amei o início com o meio-irmão de John O seu cuidado com o sotaque dele, também demonstra o carinho com a história do personagem, e além disso, uma atividade muito bem descrita trouxe mais credibilidade pro texto. Parabéns. Foi uma ótima escalada.

Coerência: 50 de 50
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Total: 100 xp





Atualizado por Hécate.



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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Korra W. Müller em Dom 09 Fev 2014, 00:03

day and night
It disappeared far away, it scattered in the wind


   
   
   


Korra grunhiu e rolou em seu colchonete pelo que pareceu ser a sexta ou sétima vez, repousando agora com sua barriga voltada para o teto, e o braço direito preguiçosamente cobrindo os olhos. Já dormira diversas vezes em locais desconfortáveis antes, no entanto, este era de longe o pior deles. O chalé de Hermes podia ser descrito com clareza, crianças e adolescentes desconhecidos deitavam espalhados pelo chão junto a seus respectivos pertences, se é que possuíam algum; apenas a visão de tal cena a deixava enjoada. Sentou-se vagarosamente, relembrando momentos felizes de seu passado em sua tribo no Alaska, sua família, amigos e todos os outros que a viram crescer; sentiu o coração apertar ligeiramente, passando a mão pelos cabelos castanhos quando percebeu que acordara de mau humor.

☓ ☓ ☓

Saiu do chalé vestindo sua roupa usual, a regata azul claro; calça de uma coloração mais escura, larga o suficiente para não atrapalhar seus movimentos, com o tecido típico de inuits preso em sua cintura; suas botas feitas também em sua vila, de um material semelhante àquele preso em sua calça; e protetores de pano em seus antebraços, assim como a "pulseira" que quase cobria a sua tatuagem, próxima ao ombro. Estava pronta para explorar enfim o acampamento, como sugeriram, local que a garota carinhosamente apelidou de "prisão domiciliar".

Nunca em sua curta vida se sentiu tão presa quanto agora, confusa e perdida em suas próprias questões. Fora uma mudança muito brusca, e Korra se encontrava em uma situação totalmente desconhecida, em um ambiente hostil, e sem ideia alguma de como agir; isto é o que a deixava mais irritada, devia ser cautelosa no momento já que o estado em que se encontrava não a permitia agir livremente como antes. Korra sentia saudades de sua autonomia, e agora buscava qualquer meio dentro de sua prisão para que pudesse relembrar tais momentos de alegria.

Enquanto andava, chutando algumas pedrinhas pelo chão e ignorando olhares curiosos que lhe lançavam, a menina avistou o que parecia ser uma parede que, ao contrário do esperado, atraía a atenção de certos campistas. Cortou caminho através de pequenas rotas a seu redor, já curiosa para saber mais sobre tal local, andando rapidamente em direção à nova atração que acabou a cativando. A parede, que mais a relembrava de uma montanha, agora estava bem próxima. Seria uma "montanha" normal, não fosse a lava que escorria por dentre as rochas de apoio, as pequenas explosões que faziam seu coração acelerar graças ao susto, e os pedregulhos que caíam nas mãos e cabeças de campistas corajosos que se desafiavam a subir até o topo.

Korra sorriu, recordando momentos de quando ainda era relativamente nova e já escalava pequenos morros, mesmo que com a ajuda de equipamentos. Sentiu a mesma adrenalina correr por meio de um arrepio em seu corpo, agora determinada a chegar, pelo menos, até a metade da parede de escalada. Os campistas pareciam retomar o rumo de suas vidas conforme o tempo passava, visto que muitos daqueles que tentavam desafiar o objeto de treino não conseguiam entretê-los ou desistiam no meio do caminho. A garota resolveu aquecer seus músculos em um canto afastado, já que a tarefa não aparentava ser assim tão fácil.

☓ ☓ ☓

A menina finalmente se aproximou de seu alvo, olhando contra o sol para seu ponto de destino, seu mais novo ideal para uma superação própria. Por um instante, a indefinida ponderou por onde deveria começar, ou por qual lado seria mais seguro se aproximar sem ser logo queimada. Conforme seus cálculos, os primeiros metros seriam tranquilos para ela, que já possuía experiência, mesmo esta sendo extremamente escassa.

Decidida, com um pequeno salto alcançou aproximadamente trinta centímetros acima do chão, sendo rápida o suficiente para agarrar pedras fixas com ambas as mãos, na altura de seu tronco, e apoiar a sola dos pés em outras mais abaixo. Suspirou, já que considerava o início da escalada em uma parede como esta bastante complicada. Não conseguiu subir mais do que alguns metros antes de ser atingida por uma pedra de porte médio em seu braço, causando um arranhão.
Pedra maldita! Ela amaldiçoou em voz alta, tentando agilizar seus movimentos antes que fosse atingida novamente.

Enquanto praguejava mentalmente, passou a subir com mais rapidez, tentando ao máximo desviar das pedras que caíam sobre sua cabeça. Para sua infelicidade e azar, que pareciam fazer parte de seu cotidiano desde que entrou no Acampamento, a rocha em que seu pé esquerdo estava apoiado cedeu enquanto fazia força para subir. A gravidade passou a exercer seu trabalho sobre o corpo da garota, entretanto, antes que pudesse cair no chão, esta agarrou-se instintivamente na rocha mais próxima. Parou de cair com um solavanco, sentindo seu corpo balançar de um lado a outro, semelhante a um pêndulo. Sentindo os dedos escorregarem, Korra fechou os olhos, esperando a dor do impacto que veio alguns segundos depois.

Apoiou-se no cotovelo um tanto machucado, olhando o resto do corpo em busca de estragos visíveis. Nada chocante, além de suas roupas agora chamuscadas. Alguns aproximaram-se, ofereceram suas ajudas para que ela levantasse. Recusando as mãos que lhe ofereceram, ergueu-se e bateu no que restou de suas vestes para retirar a fuligem. Ouviu alguns sussurros sobre ela, já que, por ser uma novata, nunca a viram pelas "redondezas". Ignorando-os, a menina se afastou vagarosamente, esperando que a enfermaria possuísse bandagens e compressas de gaze para seus machucados e arranhões espalhados pelo corpo. Korra chegou a cogitar a ideia de voltar dali a alguns dias para outra dose de adrenalina. O exercício a lembrou de suas terras, e logo sentiu o corpo pesar novamente. Nunca antes quis tanto estar em casa como agora.
Korra W. Müller
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por ♦ Eos em Qui 20 Fev 2014, 00:39

Korra - 87 pontos.

O desconto veio em parte da fluidez, pela repetição de termos e em parte - principalmente - pelas descrições resumidas, no quesito adequação: de todo o texto, apenas dois parágrafos narram a atividade em si, e de forma vaga, sem descrições mais personalizadas. Você escreve bem mas pecou na falta de detalhes. Tente focar mais nos seus objetivos e na ação em si, da próxima vez.
♦ Eos
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Lana D'yer Hempstead em Sex 14 Mar 2014, 00:47

Lana D'yer:: Escalada

Complexo de Escalada Nível I



I'm bulletproof, nothing to lose, fire away, fire away. Ricochets, you take your aim, fire away, fire away. You shoot me down but I won't fall
I AM TITANIUM!!!


Ajeitei para trás de minhas orelhas as duas mechas de meu cabelo escuro que caíam desleixadas pelo meu rosto. Minha cabeça se inclinou para enxergar o ponto mais alto daquela parede de escalada, eram quinze metros. Só de pensar na altura já senti uma leve vertigem e uma gotícula de suor deslizou pela minha testa. Era mais um dia quente como o inferno naquele acampamento, pelo menos para mim era o que parecia. Para minha sorte nunca tive problemas com altura, por isso a minha preocupação não se focava nisso, o que me incomodava era o calor e a certeza de que não chegaria ao topo. A confiança em mim mesma havia caído bastante, se tornando quase nula após o vergonhoso incidente com a dracaena. Eu ainda me achava fraca, mas fui incentivada a mudar esse pensamento e por isso estava ali, de frente para aquela enorme parede, pronta para superar meus limites, ou ao menos tentar.

Meus cabelos voltaram a mostrar certa rebeldia, caindo mais uma vez na frente de meus olhos após uma brisa passar e eu decidi amarrar melhor aquele rabo de cavalo. Depois que o fiz, ajeitei as alças da minha camiseta preta e parti na direção daquela parede enorme, tentando reacender a chama de uma coragem que havia se apagado há certo tempo. Com minhas mãos levemente trêmulas pelo nervosismo, tentei me apoiar em uma protuberância ao meu lado esquerdo, depois parti para o meu lado direito. Em minha mente a lembrança do fracasso de meu primeiro treino com monstros. A ferida em minha barriga ainda incomodava, mas havia se tornado suportável.

- Não gostaria de colocar os equipamentos? - Uma voz masculina me perguntou, me obrigando a interromper aquelas lembranças e parar o movimento de uma das pernas. Olhei em sua direção e me deparei com um rapaz loiro, de pele bronzeada e sorriso aberto. Como resposta apenas balancei minha cabeça positivamente e ele veio todo prestativo me cobrir com equipamentos que eu só conhecia graças a alguns filmes que havia assistido. O último item que ele colocou foi um capacete e com sua simpatia disse:

- Não sabemos quando pequenos ou grandes acidentes podem acontecer, não?

Dei um pequeno sorriso e finalmente fui liberada para partir. Caminhei em passos mais curtos e sempre olhando para aquele pico. Quando estava novamente frente a frente com a bendita parede suspirei fundo, verificando a corda bem presa em meu equipamento e segura firmemente lá no topo por um novo auxiliar, alguém responsável para evitar uma possível queda. Os raios de sol me impediram de enxergar seu rosto com clareza, mas esse detalhe não era importante, o que me deixava tranquila era que ele estava lá.

Eu precisava espantar todo o medo que começava a paralisar meus movimentos. O maior problema não era despencar de lá de cima, o problema era eu me decepcionar comigo mais uma vez. Felizmente meu amigo Leon naquele dia não havia me acompanhado, ele estar ao meu lado em mais um fracasso seria ainda mais vergonhoso.

- Está se sentindo bem? - O instrutor chegou ao meu lado me perguntando.

- S-sim. - Respondi de uma maneira confusa, nada estava bem, mas eu precisava continuar.

- Não precisa ter medo, você está segura. - Ele finalizou tocando meu ombro em um gesto de apoio e eu sorri timidamente, voltando a mirar aquele topo. Dei mais um suspiro e por fim comecei. Ignorando o leve tremor motivado pela minha insegurança levei minha mão esquerda a um apoio, a direita foi para outro e minhas pernas também trêmulas começaram a fazer seu trabalho. Subi disciplinarmente. Uma mão de cada vez intercalando com os pés, cuidando da respiração, tentava me manter firme e com a corda bem esticada. O sol castigava me fazendo transpirar, mas acabou se tornando minha última preocupação. Eu subia lentamente, me concentrando. Meus braços naqueles primeiros minutos, apesar de ainda trêmulos, estavam fortes, o que acabou me dando segurança. E assim completei os seis primeiros metros. Inspirar já estava se tornando mais difícil, meus braços já se mostravam levemente doloridos, mas eu ainda tinha fôlego, só não sabia se seria assim até chegar ao topo.

Foram mais quatro metros de muito esforço e o cansaço e a dor já me dominavam. Certa de que não iria conseguir, apoiei meu corpo contra a parede, fechando meus olhos e tentando me convencer de que havia chegado longe, passava a ter a certeza de que era melhor desistir. Ao abrir meus olhos encontrei a marcação de dez metros e satisfeita me preparava para pedir ao segundo instrutor que liberasse corda para eu descer, pois já estava em meu limite. Quando ia elevar minha voz, ouvi alguém lá embaixo dizer:

- Olha, a fresquinha decidiu fazer alguma coisa, cansou da cama, foi?

Eu nem precisei buscar o dono daquela voz, sabia que era Austin, o ariano mais irritante de todo acampamento, aquele que tinha uma grande satisfação em me incomodar. Ele tinha sua maneira singular de falar, um tom grave repleto de muito sarcasmo e continuou.

- Você não gosta de ser o centro das apostas, eu sei. Mas isso pouco me importa, eu aposto que você não consegue chegar ao topo, é fraca demais para isso.

Aquele comentário despertou uma profunda raiva dentro de mim. Ouvir aquele semideus me chamar de fraca foi inaceitável, principalmente por ser ele quem era. Eu, que antes estava em ponto de desistir, pensei seriamente em continuar. Olhei mais uma vez para o pico e depois para baixo. Austin estava de braço cruzado, olhando na minha direção. Felizmente estava sozinho.

Cerrei meu cenho bravamente e voltei a encarar aquela parede, faltava pouco para o topo, talvez eu conseguisse... Com este pensamento recomecei a subir, precisava tentar. Meu ritmo estava muito mais lento, mas eu me concentrava na respiração que estava mais ofegante. Os músculos doloridos teimavam em querer descansar, mas eu buscava o máximo de força para continuar. Não queria parecer fraca e incapaz diante daquela criatura odiosa, ele teria que perder a aposta mais uma vez.

Trinquei meus dentes e impulsionei meu corpo para cima. Tentava levar o peso para o braço esquerdo, o que me parecia menos dolorido. As minhas pernas recebiam maior parte de meu peso quando eu conseguia me firmar e mais uma vez o filho de Ares gritou:

- Não adianta insistir, a pior parte está chegando. Desista.

Mal ele terminou de falar e eu encarei a pequena inclinação, faltava um metro para alcançá-la. Desanimei, eu já quase não suportava me segurar e ainda faltavam mais quatro longos metros. Olhei mais uma vez para o instrutor naquele pico e a ideia de desistir se mostrou ainda mais forte.

- Você não consegue... - Austin insistiu e deveria ter ficado calado, pois uma força de vontade e confiança tremenda me invadiu ao me lembrar das palavras incentivadoras que Leon me dissera logo após a minha saída da enfermaria dias atrás. Eu era capaz. Tinha que seguir até o fim, ou ao menos até onde desse e por isso continuei, ainda que todos meus músculos implorassem por descanso, mas eu sentia que ainda podia tentar, ao menos mais um pouco e tentei.

Alcancei a área inclinada e parei, não para desistir, mas sim para tomar mais fôlego e depois disso mais uma vez recomecei. Os meus braços tremiam ainda mais, não pelo nervosismo, eles já estavam fracos, prestes a não obedecerem mais meus comandos. No entanto eu havia decidido que era chegar ao topo ou despencar, nunca desistir e foi com essa certeza me motivando que continuei.
Faltava apenas um metro e um de meus braços falharam, as mãos estavam suadas demais e por isso e pela minha falta de força que ele escorregou, me mantendo pendurada por uma única mão. Abaixo de mim Austin gritava insultos e praticamente ordenava que eu desistisse, mas eu continuei a insistir e finalmente o braço solto conseguiu se agarrar a um apoio. Depois disso, vendo que a distância era mínima, acelerei meus movimentos, aquilo deveria acabar logo. Uma mão surgiu para me auxiliar e eu não pensei duas vezes, a agarrei e fui puxada para o topo, desabando no chão completamente exausta, sem condições de mexer qualquer músculo por longos segundos. Havia acabado. Nesse tempo passei a controlar minha respiração, acalmando-a. Meus músculos relaxaram, mas a dor ainda continuava.

- Você foi bem. - O instrutor auxiliar elogiou, no entanto eu apenas queria recuperar meu fôlego. Austin não pronunciava mais nenhuma palavra, devia ter ido embora furioso, mas eu já não me importava com ele, apenas queria aproveitar meu momento de superação. Quando me senti melhor disposta me sentei, trocando poucas palavras com o rapaz e depois olhei para baixo, quinze metros, quinze longos metros... Eu havia conseguido, mesmo com tantas dificuldades. Busquei pelo ariano e ele havia desaparecido. De repente me senti mais capaz e passei a sentir certo orgulho de mim mesma. Apesar de ter sido apenas uma escalada segura, foi uma vitória e pelo menos naquele momento me senti mais confiante. Todo esforço havia valido a pena.


ARSENAL
Nenhum item além do equipamento de escalada.
OBSERVAÇÕES:
~ Texto escrito no celular, desculpe qualquer erro e algo não muito bom.
~ Obrigada!



Thanks Tess

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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 124-ExStaff em Dom 16 Mar 2014, 01:43

— Lana D'yer Hempstead:

Como sempre, não consigo encontrar palavras palavras para descrever seu post. Você é uma narradora muito talentosa, e acho que poderia ficar ainda melhor se treinasse suas vírgulas — erros mínimos, não afetaram a avaliação. Você tem um grande futuro no fórum, eu tenho certeza, então continue assim! Parabéns!

• Coerência: 50/50
• Coesão, estrutura e fluidez: 25/25
• Objetividade e adequação à proposta: 15/15
• Ortografia e organização: 10/10

• Total: 100xp



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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Robert Collins em Qua 19 Mar 2014, 22:56

Após passar a primeira noite no quarto dos Indefinidos no Chalé de Hermes tentando meticulosamente proteger minha mochila (dormindo abraçado com ela) dos filhos do Deus dos Ladrões, após uma busca cuidadosa pela minha mochila percebi que meu gorro havia sumido. Então resolvi ir até o Pavilhão Refeitório tomar um café. Após uma boa refeição decidir começar meus treinos na Parede de Escalada.
Assim que cheguei ao local tomei um susto. A Parede era enorme. Ah qual é! Pensem em uma parede de quinze metros para uma criança de doze anos é enorme, então espero que entendam meu desespero. Olhei em volta e procurei um instrutor, finalmente achei uma garota de aproximadamente dezesseis anos – cabelos louros e curtos e olhos de tonalidade cinza que se chamava Samantha que resolveu ser minha instrutora nessa tarefa.
Ela me ajudou a por os equipamentos de segurança e quando estava para apertar os meus cintos de segurança percebeu que estava tremendo.
- Calma – disse Samantha, a minha instrutora – Vai ficar tudo bem... Há redes envoltas da parede caso alguém caia – Seu tom de voz era seguro e logo me transmitiu confiança, confirmei com a cabeça e logo já estava subindo.
Os obstáculos pareciam ligeiramente inclinados o que não tive dificuldade para ultrapassá-los, quando cheguei a aproximadamente oito metros e olhei para baixo e depois para cima havia uma ave no topo da parede – uma coruja e ela tinha meu gorro na mão. Meu gorro – foi a coruja que o roubou! Acelerei meus passos para tentar pegar o gorro da ave antes que ela voasse, quando cheguei a poucos metros diminuir os passos para ela não perceber minha presença e quando cheguei ao topo, lá estava ela! Quando ela iria voar me joguei contra ela o que acabei rolando com ela e caímos direto na rede eu com meu gorro e a coruja acabou fugindo.
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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por 124-ExStaff em Sex 21 Mar 2014, 15:45

— Robert Collins:

Robert, você tem um bom futuro como interpretador. Como dito no post da limpeza de estábulos, tem uma boa noção de ortografia e sabe narrar corretamente. Só que seu texto ficou muito curto, e principalmente tomado pela incoerência. Você não sabe escalar corretamente, visto que essa é a sua primeira tentativa, e então terá diversas falhas durante o percurso. Do modo que você narrou, pareceu que você já estava acostumado com a prática de escalada. Também tem o segundo quesito, que lhe rendeu 10 pontos a menos justamente pela falta de descrição geral. Você basicamente fez um "chego, escalo e vou embora" um pouco maior, mas seu texto ainda está pobre quando o assunto é descrever o local e seus pensamentos, suas ações. Tente imaginar como seria o lugar e detalhar ao leitor como seria esse local, de modo que fique fácil recriar a imagem na mente dele. Retirei 5 pontos da objetividade porque seu texto ficou muito curto, apesar de seguir a proposta do local, que é narrar a subida pela parede. E, por fim, você foi muito bem no quesito de ortografia. Apenas um erro aqui ou ali com o tempo verbal ou uma falha no uso de vírgulas, mas fora isso está tudo bem. Não se desanime com essa crítica, porque eu quero vê-lo crescer ao longo do RPG, e sei que vai conseguir com um pouco mais de esforço, tudo bem?
• Coerência: 40/50
• Coesão, estrutura e fluidez: 15/25
• Objetividade e adequação à proposta: 10/15
• Ortografia e organização: 8/10

• Total: 73xp



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Re: Complexo de Escalada

Mensagem por Raven M. Darkwood em Ter 08 Abr 2014, 14:19


Quando acordei todos nos chalé já estavam acordados  e bem ativos. Eu então fui ao banheiro e m vesti,  foi bom trocar de roupa e depois nos dirigimos até a parede de escalada, onde muitos jovens eram chutados, queimados, e pedras, mas Ellen me disseque aquilo era apenas para campista maiores que tenham pelo menos dois anos no acampamento. Eu apenas iria escalar para chegar a topo, e se necessário me equilibrar no auge, mas mesmo assim ainda estava um pouco assustada já que essa era primeira vez que fazia isso. Então todos os meus colegas de chalé fizeram uma fila e esperamos nossa vez, eu era quarta na formação, então não demorou muito para eu ir, mas o tempo em que estava esperando percebi que não era tão difícil, mas exigia concentração perto do topo, já que lá a parede era mais inclinada. E depois de uns 20 minutos chegou minha vez.

-Raven querida é sua vez! –a menina na minha frente me chamou e eu comecei a subir a parede.

Até que era divertido, eu não tinha medo de altura, então até gostava do gostava da adrenalina, mas eu não era muito rápida nem habilidosa e a parede era bem alta, então demorei um pouco até chegar a parte inclinada da parede, pelo menos uns 10 minutos,  mas quando me dei conta estava quase caindo, mas por sorte consegui me equilibrar, e depois de mais cinco minutos consegui chegar ao topo. Mas a parte legal foi me atirar lá de cima e ficar pendurada até eles me ajudarem a descer. Quando cheguei ao chão novamente, os meus companheiros de chalé me cumprimentaram.

-Nada mal, até que foi bem para uma novata, mas precisamos melhorar seu equilíbrio, agora pode ir descansar no fim da fila até acabarmos o treino. Aproveite e treino um pouco seus feitiços acho que logo precisara dela. - disse Lou Ellen, e depois se dirigiu á parede e foi escalar.
Raven M. Darkwood
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Acampamento Meio Sangue, Chalé 20

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minha primeira escalada

Mensagem por Alex Peixoto em Ter 08 Abr 2014, 20:24

acordei no chale dos indefinidos um pouco sonolento pequei minhas coisa e jui andando ate o refeitori tomar cajé e estava uma linda manhan no acampamento com campistas andando apresado para la e para ca chequei ao refeitorio sentei na mesa e vi meu amigo robert e o chamei ja que ele era um satiro não tinha problema em sentar na mesa em que eu estava e eu o disse: robert você pode me endicar um treino. e ele disse: você pode ir na parede de escalada mas vanade nivel 1, ja que você é eniciante. e eu disse: ta você pode cuidar das minhas coisas porque você sabene. e robert disse: claro porque não. entao eu disse: entao cuida ai. então eu sai correndo feito louco para a parede de escalada e quando chequei la vi varios campistas sentei um pouco e fiquei observando de um lado era floresta e do outro a arena o acampamento e as peredes uma maior que a outra observei tambem um pouco os campistas subindo,caindo e campistas que ja tinha chegado ao fim ajudando verbaumante os outros assim juntei forças e coragen para segir enfrente chequei perto e cada vez mais parecia aumentar,e cada vez mais eu tremia assim senti uma mão em meu ombro e ouvi uma voz suave que disse: porque esta tremendo tanto garoto não precisa ficar assustado assim. entao eu me virei para ver que falou comigo e vi uma garota linda de olhos azuis cobelos longos e loiros do meu tamanho,bochechas um pouco corada, eu fiquei detraido por um minuto so a olhando,então ela perguntou:como é o seu nome. entao é u disse:pode me chamar de long e quau é o seu. entao ela disse:meu nome e juli,eu vou escalar tambem eu te ajudo vamos. entao eu a segi ela atechegar perto da parede de escalada entao olhei para cima e disse: essa é a de iniciante é tão auta. e ela disse:as outras são muito muito maiores e tem mais obstaculos. entao peguei uma corda nas primeiras tenta tivas escurreguei e juli la en cima olhando pramin e meu judando entao eu comesei a conseguir a subir meu pe escurega as vezes mas consequia me apoiar co o outromas em uma eu quase cai mas se au caise tinha tipo um cochão macio que aparava a queda,entao chegando no fim era leve mente inclinado mas consequi superar com esforso chequando la encima onde estava juli me esperando quando chequei la encima cai aos pes de juli de cansaso mas consegi desser por a escada,chequei a terra firme e disse: obrigado você me ajudou muito. e ela disse:era meu dever ja que eu era a intrutora. e eu disse surpreso:mas e os outro.e juli disse: olhe em vouta nao tem mas ningueaqui. olhei e nao tinha mesmo mas ninguem so robet chegando ele disse: nosa que demora em ja estava ficando preucopado com você vamos entao eu e juli concordamos e fomos mais ele e peque minha bolsa de vouta enquato caminhavamos de vouta.
Alex Peixoto
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Re: Complexo de Escalada

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