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Campo de Morangos

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Campo de Morangos

Mensagem por ♦ Eos em Dom 20 Out - 3:10

Relembrando a primeira mensagem :





- - - - - - - - - - - Campos de Morango


Morangos em geral necessitam de clima ameno para crescer, sendo plantados no final do verão para serem colhidos no final do outono. Contudo, a magia do Acampamento e a habilidade dos sátiros, dríades e semideuses ligados às plantas faz com que seu cultivo seja praticamente perene no local. Os campos são, então, divididos em áreas com diversos tipos de desenvolvimento:

Área 1: Terreno com a terra a ser preparada para as novas mudas. Aqui, o trabalho é mais braçal, com limpeza do solo a ser utilizado, retirando ervas daninhas, mistura de substrato e a separação da área em trincheiras para o plantio.

Área 2: Terreno para a plantação de mudas. Aqui, as mudas trazidas da estufa são transplantadas. É um trabalho delicado, que requer cuidado e atenção, além de condições adequadas de umidade do solo.

Área 3: Manutenção. Aqui, apesar de ainda não estarem no ponto são plantas mais desenvolvidas. Requerem cuidados com a poda e irrigação, além de controle de pragas.

Área 4: Morangos maduros: Os campos onde os pés estão prontos para a colheita. Deve-se ter cuidado com as frutas, que são frágeis, para não ocasionar perdas na produção.

Além dessas áreas, há outros pontos de interesse:

Estufas: Local onde são criadas as mudas até o estágio adequado para o transplante na terra. O controle de condições aqui é mais rígido, para que não haja perdas.

Campo de adubo: Essa área afastada é utilizada para a fabricação de adubo para os campos, utilizando o esterco de pégasos e cavalos e restos orgânicos, provenientes de sobras do refeitório. O cheiro é terrível, mas está longe o suficiente para não interferir nos campos.

Galpão: Próximo às estufas, o galpão guarda os itens necessários para o trabalho no local. Pás, sacos de substrato, carrinhos de mão, mangueiras. O controle do sistema de irrigação também fica ali. Uma áres específica é destinada ao armazenamento dos morangos colhidos. As embalagens ficam guardadas aqui também, e há um refrigerador na temperatura adequada para manter os morangos recém colhidos frescos, enquanto não são enviados para a cidade para a venda - trabalho realizado por Argos na van, geralmente na companhia de um ou dois sátiros ou outro campista.

Controle de irrigação: Presente em todo o campo. O controle central fica próximo ao galpão. Cada área tem controles específicos que regulam a quantia de água e regularidade em que são irrigadas.

Além disso, existem vários sátiros e campistas auxiliando e controlando tudo, para evitar que novatos cometam qualquer besteira.

- - - - - - - - - - - Observações


A descrição aqui visa dar uma base interpretativa na hora de descrever a realização do trabalho;

NPCs podem ser utilizados livremente - sátiros, dríades e filhos de deuses ligados à natureza são bem presentes aqui;

A postagem aqui pode ser realizada semanalmente. Desrespeitar isso causa anulação da postagem na primeira tentativa. Reincidências podem ter punições mais graves.

A postagem nos campos não rende xp, apenas dracmas. O valor é de no máximo 10 dracmas para as melhores postagens.

Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo se adequa ao disposto.





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♦ Eos
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por 078 - ExStaff em Ter 1 Jul - 15:38

Mel: + 4 dracmas.

Ficou extremamente curto e inexplorado o seu texto, Mel, na parte em que sua personagem colhe os morangos. Então, na próxima vez, tente narrar mais a atividade em si, ok?
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Jacoh L. Specter em Sab 5 Jul - 20:12

Acordei, levantei-me, lavei a cara e fui comer. Tinha chegado ao acampamento há uns meses. Desde então tinha participado em apenas um treino do chalé. Não tinha feito mais nada, mas também não tinha grande coisa. Tinha apenas a faca que me ofereceram quando entrei e os equipamentos de quando fui reclamado por Hefesto.
“Precisava de ganhar dracmas para investir em bons equipamentos”. Pensei.
Fui até à casa grande. Era lá que estava Quíron, o chefe do acampamento. Era lá, também, que eu podia saber se podia fazer alguma coisa que me rendesse umas dracmas.
Quando lá cheguei  vi dois placares, ambos falavam da hipótese de ganhar dracmas, o primeiro a limpar estábulos, o segundo falava do campo de morangos.
“Limpar estábulos?”-Pensei- “ Os Pégasos são muito chatos. Ainda me vou dar mal se for por aí”. Anotei o endereço do campo de morangos e depois dirigi-me para lá.
***
Quando lá cheguei, olhei para o local, era um imenso jardim, muito bonito por sinal. Havia 4 áreas, cada uma com uma fase diferente da colheita. Na primeira área era onde se preparavam os terrenos para a plantação. Na segunda era onde se transplantavam as mudas. A terceira já tinha morangos, embora ainda verdes, aqui tratavam-se os morangos até estes estarem maduros. E por fim, a última parte era onde estavam os morangos maduros prontos para serem colhidos.
-“Olá, por aqui semideus?”- Perguntou um sátiro.
Senti-me meio envergonhado, afinal todos os meus meios-irmãos faziam dinheiro nas suas forjas e eu ia trabalhar nos morangos.
-“Sim.”- Disse eu, com um ar triste.” Gostava de trabalhar na quarta área, a de apanhar morangos.”
Ele assentiu. Deu-me alguns cestos para pôr os morangos. Levou-me até lá. Explicou-me como devia fazer para apanhar os morangos. O cuidado para não estragar a planta e o fruto, e depois disse que quando enchesse os cestos os levasse para um armazém ali perto. Agradeci toda a ajuda do sátiro.
“Mãos à obra.” – Disse eu, na esperança de me motivar.
Comecei cedo, ainda não fazia muito calor. À medida que vou colhendo os morangos com a minha faca, e o tempo vai passando, o clima vai aquecendo.  
Já tinha enchido 4 cestos quando começa a fazer muito calor. Como sou filho de Hefesto não era muito afectado pelo calor, mas suava na mesma. Suava muito, até, -“já falta pouco” era tudo o que eu pensava.
Encho o último cesto, pego nos outros, e vou guardá-los no armazém, aquele que o sátiro me tinha indicado. Quando fecho a porta do armazém aparece o sátiro, ele agradece o meu esforço, e entrega-me um saquinho com moedas.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Tisbe em Qua 9 Jul - 13:59


Pra cada pausa você usou um ponto enquanto podia usar uma vírgula, outra coisa que notei foi que a cada fala você colocou o – e também as aspas, quando você usa o – não precisa usar as aspas, entende? Notei apenas dois errinhos de ortografia, coisa bem boba mesmo.
No seu próximo post detalhe um pouco mais, não deixe o texto todo corrido.

+ 4 dracmas para Jacoh
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Marcos Felipe em Qui 10 Jul - 15:47

Estava descansando, olhando o pôr do sol, sem nada para fazer, porém, penso em algo que nunca havia passado por minha cabeça, ir aos campos.Caminho até o local, e olho os sátiros colendo alguns, então faço o mesmo;Depois de quase destruir a maioria dos morangos, conseguindo colher bastante, mas nem consigo encher um balde, porém, a lua começando a se levantar no horizonte, a olho, e entrego o balde a um sátiro, e saio andando, ainda na duvida, se meu pai ou mãe olimpiano iria me reclamar, porém até lá, iria fazer o que pudesse...
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Tisbe em Qui 17 Jul - 12:53

Marcos: +1 dracmas

Foi muito ruim seu post, você não detalhou exatamente nada, da proxima vez detalhe mais (bem bem beeem mais) seu post. Cuidado! Boa sorte em seus futuros posts.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por 112-Ex-Staff em Qui 17 Jul - 13:08

Atualizado

(Player Marcos Felipe, como consta nas regras os posts necessitam ter pelo menos cinco linhas em relação aos campos de morango. Este é um aviso sobre flood, sendo que repetições como essa podem ocasionar em banimento. Se atente as regras do fórum e em caso de duvidas me envie uma MP.)
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Carolina C. Potter em Qua 30 Jul - 18:25

Mais um dia no Acampamento meio sangue, é um dia bonito e ensolarado, eu estava no chalé de Hermes sentada no chão, me levanto e a primeira coisa que fiz foi escovar os dentes depois fui para a praia, fiquei um pouco lá sentada na areia. Depois pensei quem era meu pai ou mãe Olimpiano e decidi ir ao Campo de Morangos peguei uma cesta e comecei a pegar os morangos, os mais maduros, mais o sol estava muito forte não dava mais para colher os Morangos.
Também a cesta já estava cheia então peguei mais alguns morangos e dei a cesta a uma dríade e voltei para o chalé de Hermes tomei um banho e comecei a ler um livro.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Jhonn Stark em Qui 31 Jul - 21:18

Carolina C. Potter:

Seu texto apresentou falta de pontuação em vários pontos, o que tirou bastante a fluidez. Outra coisa notável foi que muito pouco do seu texto foi dedicado ao objetivo principal dos campos, que é a coleta de morangos. Tecnicamente, é comum para novatos apresentarem tais dificuldades, nada que insistência e determinação não resolvam.

+4 dracmas.
Jhonn Stark
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por 112-Ex-Staff em Ter 5 Ago - 12:04

Atualizado
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Samantha Johnson em Dom 14 Set - 19:28

Campos de Morango
Na verdade minha cor favorita era verde. A cor dos morangos me faz lembrar muito as filhas de Afrodite. As filhas de Afrodite não eram as pessoas que eu mais acho legal de ter como amigos então, esses entre outros motivos eram um dos principais por eu não gostar de morangos. Não faz muito sentidos, mas é isso.
Então devo explicar bem os motivos por eu estar aqui recolhendo essas frutas com essas cores escandalosas respirando o aroma de morangos com brisa da noite. Não sou tão orgulhosa a ponto de fazer isso só por dinheiro, que na verdade é o motivo de 99,9% das pessoas estarem aqui.
Desde que cheguei ao acampamento tenho lido mais livros que o comum. Deixei um pouco meus projetos e alguns estão ate inacabados. Comecei a ter aulas de grego que achei bem legal no inicio, mas no fim me cansam um pouco. Ler estava me deixando com dor de cabeça e estava ficando sem opção do que ler. O chalé dos Indefinidos/Hermes não era lá muito aconchegante então resolvi tirar a cara dos livros e vir-me ‘socializar’ um pouco. Eu não sou boa nisso então resolvi vir trabalhar um pouco.
A parte boa de morangos são os seus formatos, corações meio deformados. Não reclamarei muito do cheiro que também posso me acostumar. Talvez o problema não seja a cor dos morangos ou as filhas de Afrodite, esses morangos me fazem lembrar-se de casa... Que saudades!

Samantha Johnson
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Tisbe em Sab 20 Set - 12:28

Eu não sabia se aceitava ou não seu post, enfim não aceitarei. Você não falou de colheita nenhuma, só falou de livros e filhos de Afrodite, não colheu nem um morango.
Tisbe
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Amy Dixon em Qui 25 Set - 0:54

Lá estava eu,deitada na grama do acampamento sem nada para fazer,com tanto tédio a ponto de contar quantas vezes o vento soprava com mais força no meu rosto.Os campistas estavam todos ocupados,mas bem descontraídos e relaxados conversando um com os outros.Mas um grupo se destacava,eram três garotas altas e bastante bonitas.Seus cabelos batiam em suas costas e balançavam com o vento e davam leves risadas.Até que uma olhou fixamente para mim,eu não me importei muito,pois meus pensamentos estavam longe enquanto eu olhava para o céu,foi quando Quíron apareceu repentinamente me dando um leve susto.
-Tarde agradável...não é? Falou ele calmamente,mas com um leve tom de irritação
-Sim-respondi preguiçosamente-Agradável,porém entediante,estou aqui sem fazer nada desde a hora que acordei.
Ele olhou para o horizonte por alguns instantes e voltou a olhar pra mim com um jeito de que iria me dar bronca
-Está entediada? Hum,que tal ir ajudar os outros campistas na colheita de morangos? Não precisa responder,pois imagino que você esteja ansiosa para ir até lá,estou certo? Disse ele com um sorriso sarcástico
Antes que eu pudesse responder ele se virou e foi em direção ao Sr. D. Eu não estava nem um pouco para aquilo,minha preguiça estava me controlando.Mas pensando melhor,caso eu ajude na colheita eu irei receber dracmas e isso seria ótimo.Levantei meu corpo preguiçoso da grama e segui para o campo.
Chegando lá mal deu tempo de me apresentar,uma campista jogou uma cesta em minhas mãos,ela aparentava ter menos de 13 anos.Era ruiva e tinha olhos cor de mel,depois ela me empurrou em direção aos morangos.Como eu sou nova aqui,não questionei nem puxei conversa com ela,apenas deixei ela ir.Apesar dela ter sido um pouco apressada,ela era incrivelmente linda e tinha um sorriso encantador,logo deduzi que ela era filha de Afrodite.Mais uma vez meu pensamento estava longe,até uma campista alta de cabelos profundamente negros e de olhos escuros como a noite esbarrar em mim.Ela não parecia nada contente em colher morangos e estava com a cesta abarrotada de morangos enormes e tentadores.Ela havia esbarrado em mim com muita força e meu fiquei com a mão no ombro até que passasse a dor do impacto,ela se virou para olhar pra mim,mas não falou nada nem sequer pediu desculpas,pude até ouvir um resmungo vindo dela.
Parei de enrolação e comecei a colher logo os morangos,afinal os dracmas não cairiam do céu.Coloquei minha cesta no chão e comecei a pegar os morangos,eles eram enormes e eram bem vermelhinhos.O aroma deles era doce e quase irresistível,tive que me controlar para não colocar alguns na boca.Lá estava cheio de campistas e de sátiros,todos conversando bastante,mas eu estava mais afastada,eu não tinha amigos aqui e mal falava com as pessoas daqui.
Eu estava colhendo morangos a horas,mas nem tinha percebido o tempo passar porque colher morangos era uma atividade muito agradável.Já estava escurecendo e alguns campistas estavam saindo do campo indo em direção aos seus chalés e apenas alguns estavam organizando os morangos. Levei minha cesta até eles e segui para fora do campo e fui direto para o mesmo lugar que eu estava antes da colheita...olhei para o céu que já estava ficando estrelado e voltei para o meu tédio...
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Faith K. Adams em Ter 30 Set - 7:51




Good Morning Strawberries

Faith passara horas na floresta abrigada da chuva que insistira em cair com grande intensidade durante toda a manhã e sua barriga já dava sinal que a hora de almoço já estava próxima mas a chuva fria não a deixa progredir e a curiosidade em ver os morangos e talvez comer um ou outro foi maior ainda.
Para sua felicidade a chuva passara e o sol acabou por lhe iluminar o que lhe fazia bastante bem. Faith correra então pela terra agora praticamente toda em lama até chegar ao Campo de Morangos e aquele lugar imenso deixou a garota espantada.
Aquele era um local enorme dividido áreas, com uma estufa, um galpão, um campo de adubo e um controle de irrigação. Aquilo era completamente diferente para Faith e a mistura do vermelho dos morangos com o verde tornava a visão bastante agradável! Ah! Sem esquecer claro do tempo que agora melhorara e o céu ficara completamente azul sem uma única nuvem e com um calor quase com ausência de uma brisa fresca tornara o momento incrível e bastante "saboroso".
No meio de tanta fascinação ao ver aquele fruto que tanto gostava Faith nem percebera alguém a tentar obter sua atenção por meio de palavras que se perdiam pelo ar ou por um toque no ombro que nem reparara que o recebera.
Finalmente quando Faith se apercebera da presença de alguém mais alguém, pelo que lhe parecera um Sátiro ao seu lado.
-A-Ahn... olá! D-Desculpe... estava distraída. - Desculpava-se Faith sorrindo com total sinceridade em seu tom de voz.
O Sátiro sorrira de volta para ela e apontara para o imenso campo de morangos.
-Estou a ver que gostas de morangos. Queres colhê-los? - Perguntara-lhe.
Faith não se importava mas não sabia como o fazer e isso deixou a pobre garota desconfortável e o Sátiro provavelmente já experiente com aquele trabalho e ver tantos semideuses ali a trabalhar pela primeira vez reparara no desconforto da expressão da prole de Apolo.
-Se quiseres eu ensino, é simples! Logo logo vais conseguir por ser tão fácil! - Ele sorrira de forma entusiástica pegando minha mão e me levando até à área 4 - e pelo caminho pegara alguns cestos - e quando lá chegaram o Sátiro explicara tudo exemplificando e deixando a pequena filha de Apolo com o trabalho.
Faith pegava o fruto vermelho e pequeno colocando nos cestos com cuidado e delicadeza para não desperdiçar algo que muitos gostavam e tiveram a preocupação, o cuidado e o amor de os colocarem assim tão bonitos e muito provavelmente deliciosos porém o ar frio ainda sentido no local a atrapalhava bastante no início mas tentava aguentar já que o calor do sol atravessava agora as nuvens e o céu ficava limpo iluminando não só a ela mas também aos morangos deixando-os brilhantes. Faith ainda estava um pouco atrapalhada a escolher quais seriam os melhores morangos ficando a comparar dois, um em cada mão mas para sua sorte o simpático Sátiro ou um dos semideuses que ali passavam a ensinavam o que a permitia a aprender e melhorar a escolher os melhores dos melhores o que deixou a filha de Apolo bastante feliz e mais entusiasmada.
Aquilo demorara uma ou duas horas e suas mãos já cheiravam completamente a morangos e não era um cheiro tão ruim assim, era muito pelo contrário, agradável. O sol agora iluminava todo o acampamento e ao contrário do que estava horas atrás uma chuva e temperatura fria naquele momento estava um sol tão quente que começava a evaporar todas as poças de água presentes no local.
Faith observara vários semideuses a levarem cestos até um local específico e decidiu fazer o mesmo após algumas hesitações por medo de errar. Levara um cesto e colocara no tal lugar, voltara, pegara noutro cesto e fazia tudo de novo até terminar de levar todos os cestos de deliciosos morangos.
A filha de Apolo cansada sentou-se num local livre de sujeira ou de molhado por estar a bater sol e já ter evaporado e ficou a olhar a grande esfera quente com um sorriso suspirando pelo trabalho que tinha feito e uma sombra a chamou à atenção... era o Sátiro que a recebera!
-Obrigada por me ensinar! - Agradeceu a pequena com o rosto cheio de terra o que fez o Sátiro rir baixo e tentando disfarçar - obviamente uma tentativa falhada - algo que coloca Faith confusa por não saber de seu rosto sujo mas ignorando completamente quando o Sátiro lhe estende umas sandes.
-Está à horas a trabalhar sobre o sol quente deve ter fome, já passa da hora de almoço.
-Não tenho fome... estou bem, obri.... - Faith tencionava dizer "Obrigada" quando um barulho forte veio de seu estômago algo que a fez cobrir o rosto com as mãos desajeitadamente e ficar vermelha de vergonha e o Sátiro com um sorriso estendeu mais uma vez as tais sandes que tinham um ótimo aspeto por sinal. - A-Acho que irei aceitar... obrigada.
Assim lá ficara a pequena prole de Apolo sentada enquanto o Sátiro lhe fazia companhia nas deliciosas sandes e onde uma longa conversa reinou durante o resto da tarde onde um arco-íris decidiu brinda-los como um presente no final de um grande e maravilhoso dia.

Post com: ---
Bluee @ CG

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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Aldrick Chevalier em Ter 30 Set - 9:56

Amy Dixon


Algumas vezes você misturou passado com presente quando não deveria. E evite colocar "tudo junto" após a pontuação. Após ponto final ou vírgula, dê um espaço antes de colocar a nova palavra.

Total: 6 dracmas.

Faith K. Adams


Foi um bom post, mas com alguns deslizes. Houve um momento você trocou o narrador de terceira para primeira pessoa, em "Ele sorrira de forma entusiástica pegando minha mão e me levando até à área 4". E evite centralizar o texto, mesmo em templates. Opte por deixá-lo justificado ou alinhado à esquerda :)

Total: 8 dracmas

Atualizado
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Stan G. Williams em Ter 30 Set - 20:16

Desde minha chegada ao acampamento não tinha feito nada de interessante. O cochilo da tarde havia renovado minhas energias físicas, mas mentalmente ainda estava um caos, então decidi sair do chalé de Thanatos e dar uma volta ao acampamento.
   Como um bom antissocial ainda não havia feito amizade com nenhum campista, nem mesmo com meus “irmãos”. Eu ainda não estava cem por cento normal com a ideia de ser um semideus... Querendo ou não fazia parte de uma responsabilidade maior agora, uma sociedade diferente, e acima de tudo uma comunidade. A ideia de comunidade que sempre me dera raiva. Logo continuei andando pelo acampamento por longos minutos, observando os locais por onde passava: Os chalés dos deuses maiores, o refeitório, a biblioteca, o estábulo e a arena... Foi quando parei ao observar algo, os campos de morango.
   Comecei a caminhar pelos campos, devagar, e a imagem de minha mãe voltou a minha mente. Lembrei que quando éramos pequenos ela sempre me levara para colher morangos e demais frutas, e sempre me contava histórias sobre meu pai, quais não lembro. Enquanto caminhava nos campos com a mente em outro lugar, alguns rápidos flash’s do pesadelo da noite passada percorreram minha mente: o sangue de minha mãe em meus braços, seus lindos olhos azuis que outrora foram cheios de vida, estavam vazios como bolitas... Aquilo me deixou triste por um momento.
   Balancei a cabeça tirando aquelas imagens de minha mente, esfreguei os olhos e continuei andando. Ao olhar para trás, percebi que as plantas por qual passei haviam murchado e caído... Coisas normais para um filho de Thanatos. Sentei-me distraído por entre as plantações de morango, e logo senti um toque nos meus ombros:

- Com licença, ó filho da morte. Não quero interrompe-lo nem nada assim, apenas queria lhe entregar esta cesta, caso queira colher alguns frutos.

   Olhei para a dríade atrás de mim, logo estendi a mão e peguei o cesto, larguei um pequeno sorriso sem falar nada, logo ela foi embora. Suspirei fundo e me levantei, percebi que precisava de uma distração, então decidi colher uns morangos. Fui para a área de morangos maduros e percebi que aquilo iria demorar um tempo.
Por onde eu passava, os morangos caíam, logo precisei me concentrar em pegar os morangos que estavam a minha frente e larga-los rápido no cesto antes que morressem em minhas mãos. E mais tempo ainda levou para poder me concentrar em deixar os morangos maduros, e como “filho da morte”, concentrar-me ainda mais para a vida daqueles frutos. Para facilitar o trabalho, ainda estava noite e os campos de morango não eram tão iluminados assim aquele horário.
   Aquilo levou no mínimo uma hora e percebi que era uma distração interessante. Comecei a andar em direção a saída dos campos de morango, e sentada em uma rocha ali perto, estava a Dríade que me dera o cesto. Aproximei-me dela devagar e estendi o cesto com morangos, ela pareceu surpresa ao ver aquilo.

- P-para mim? – falou a dríade envergonhada, e logo assenti com a cabeça – Obrigada... Acho que você é o filho de Thanatos mais adorável que conheci...

   Não sei se aquilo era um elogio para um filho de Thanatos, mas um leve sorriso escapou do meu rosto, porém, logo fechei o semblante e virei as costas saindo em direção ao chalé de meu pai... Acredite, colher morangos não é para filhos de Thanatos.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Samantha Johnson em Qua 1 Out - 19:20

Enquanto caminhava em direção aos campos de morangos, procurei observar como as dríades vaziam o trabalho. Não era muito difícil, apenas escolher os que estavam mais avermelhados e coloca-los dentro de um cesto de palha trançada que estava espalhado por todo o chão.
O local era muito bonito, com folhas bem verdes serpenteando no chão, algumas ainda molhadas pela irrigação. O perfume doce e leve deixava o clima com aparência de sonho.
Quando comecei o serviço, comecei a suspirar devido o cheiro dos morangos que era inebriante. Escolhia os morangos mais avermelhados e colocava dentro de um dos cestos assim como as dríades faziam, as vezes eu lhes dava uma olhada para ver se estava fazendo algo errado, mas nunca estava. O cesto aos poucos foi se enchendo e por fim quando ele já estava cheio e minhas mãos um pouco cansadas coloquei um morango na boca para coroa o dia e voltei para o chalé.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Tisbe em Qui 2 Out - 18:31

Stan

Seu texto foi bom, não notei um erro tão alarmante. Na proxima vez foque em colher morangos, descrever o que fez, os gestos e tudo mais

9 dracmas


Samantha

Como eu disse pro Stan, detalhe mais seu post.

8 dracmas.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por 112-Ex-Staff em Dom 5 Out - 21:46

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Colhendo Morangos

Mensagem por Megan Mclean em Qui 9 Out - 15:17

Meus cabelos voavam com o vento, eu estava parada pensando na vida, como sempre, vejo vários semideuses indo para o campo de morangos e penso em meio de um tédio horrível “Vamos fazer algo”.Sigo a fila de semideuses que conversavam e sorriam entre si, eu sempre fui na minha e pretendia continuar assim.
A fila de semideuses parecia uma fila de formigas esperando para pegar uma folha, cada um ia pegando devagar e sem pressa uma cesta para colocar morangos, fui uma das ultimas. O cheiro do campo de morangos obviamente era de morangos, mas tinha cheiro de terra úmida o que era agradável, eu era novata, ainda não havia feito amigos, não conversava com ninguém eu era a típica antipática, não era que eu fosse, eu era tímida.
Claro, eu iria ir falar com alguém, quando alguém falasse comigo.
Ando olhando para la e pra ca com a cesta colhendo alguns morangos, apôs muito andar percebo como o campo era grande, se eu pudesse ver de cima diria que veria uma imensidade de mudas de morangos e adolescentes colhendo morangos.
Me pergunto o que faziam para os morangos ficarem vermelhos daquele jeito, era como aqueles morangos das fotos lotadas de photoshop que apareciam na TV, no Acampamento tudo era meio magico, eu iria ficar surpresa se disserem para mim que a cor era natural, que havia nascido assim,pego um morango que parecia maduro e coloco em minha cesta.
Alguns semideuses pareciam extremamente felizes por estarem ali, colhendo morangos em um lugar com cheiro de terra, deviam ser filhos de Dionisio ou Demeter, penso comigo mesma, os outros apenas colhiam os morangos quietos ou colhiam e conversavam com outro semideus, eu por exemplo, colhia enquanto observava os outros e ficava presa em meus propios pensamentos.
Eu ia colhendo morango por morango, como fosse um passatempo de ligar pontos, eu ia atravessando o campo de morangos, quieta e timida observando os outros e pensando na vida.
Minha cesta estava quase cheia, meu tempo no campo havia acabado.


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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Ayla Lennox em Qui 9 Out - 15:39

Megan:

Cuidado com a repetição de palavras (você utilizou "morangos" e "campo" diversas vezes) e também atente um pouco para a acentuação.

6 Dracmas
Atualizado. Happy Halloween.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Juliet Dörr em Ter 14 Out - 22:55




Campo de Morangos

Havia chagado ao acampamento há alguns dias e meu conhecimento territorial não se expandia muito além do caminho que me levaria do meu Chalé para a Arena, ou para o Refeitório.
Encostada na parede externa do Chalé de Ares, eu ouvia a bagunça de gritos e coisas partidas que provavelmente estavam sendo jogadas pelos arruaceiros que Quiron dizia terem o mesmo sangue que eu, não que eu acreditasse. O céu estava realmente claro e o sol irritava meus olhos, mas não voltaria para a moradia atrás de mim sob risco de perder a sanidade com tamanho arruaço. Começava a pensar em visitar o arsenal para encontrar Walter e Uriah, os dois filhos gêmeos de Hefesto que me haviam apresentado o Acampamento, e que, por acaso, tinham sido pegos usando as forjas para construir uma máscara de bronze, cuja face, era idêntica ao bêbado que dirigia nosso refúgio, fazendo uma grande careta. No fim, terminaram com a tarefa de polir o armamento.
Fracamente, senti minha blusa laranja (longa demais por não haver uma do tamanho adequado) ser puxada, e, ao olhar para pouco abaixo da altura dos meus olhos, notei grandes orbes castanhos me encarando.
— Posso ajudar? — Perguntei tentando manter a educação intacta.
— Você é Juliet Dörr, certo? — O menino me indagou seriamente. Era franzino e com traços fortes demais para uma criança, seus cabelos loiros eram tão claros que poderia jurar que havia fios brancos misturados ao dourado.
— Meu nome é Colin, Colin Leave. Acabo de sair da enfermaria e o homem com refrigerantes disse que era seu trabalho me mostrar o Acampamento. — Ele informou para minha total descrença. Quem Dionísio achava ser para me dar ordens, meu pai?
— Desculpe filho, volte para a Casa Grande e diga que não achou sua guia. — Aconselhei o menino voltando a olhar para o nada.
Infelizmente, tudo o que a criança fez foi imitar meu gesto e se encostar na gasta parede vermelha do Chalé, para logo depois escorregar pela superfície até se sentar no chão ao meu lado, completamente imóvel.
Olhei-o entediada, pela sua expressão confiante eu soube que ele não desistiria tão facilmente. Considerei brevemente minhas opções: Primeiramente, eu poderia tirar-lhe o topete mimado que ele teimava em ostentar com a surra que seus pais não lhe deram. Ou poderia acabar logo com aquilo lhe mostrando qualquer coisa que poderia entendia-lo e fazê-lo me deixar em paz.
— Você não é Americana, é? — Ele perguntou olhando para o mesmo ponto fixo que havia escolhido.
— Por que acha isso? — Indaguei curiosa.
— Seu “R” é longo demais e você não pronúncia o “S” muito bem.
— Sou francesa, pirralho.
Finalmente ele olhou para mim, com olhos castanhos arregalados.
— Jura? — Perguntou.
— O que ganharia mentindo? — Estaria ele se fazendo de idiota?
Fui ignorada.
— Você fala francês?
Respirei fundo antes de responder:
— Sim, muito melhor que seu inglês insosso.
Rapidamente, o menino se levantou em um pulo e agarrou minha mão.
— Tenho que apresenta você para alguém, rápido, por aqui.
— Você disse que não conhecia o Acampamento. — Lembrei-o irritada.
— Um amigo me mostrou o caminho, para de reclamar e caminhe. — Ele disse num muxoxo. Acabei acompanhando-o apenas por curiosidade.

Não andamos muito para chegar num lugar que eu já havia visto antes, árvores verdes sarapintadas por pequenos frutos rubros. Uma placa dizia com clareza “Colham seus próprios morangos” e espalhados pelo campo, adolescentes, sátiros e estranhas meninas esverdeadas, carregavam grandes cestos de vime de um lado para o outro.
Colin me arrastou até uma área afastada, onde por mais impossível que parecesse no momento, os frutos pareciam estar ainda mais maduros. Sua coloração era tão intensa quanto sangue e o perfume doce ao mesmo tempo incomodava e remexia meu estômago vazio.
Lá, sentado numa pedra abaixo da copa de um dos maiores pés, um menino (pouco mais velho que eu) se esticava para pegar um dos frutos mais altos. Ele era escuro, sua pele cor de café de aparência suada brilhava no sol que banhava todo o campo. Usava o uniforme padrão do acampamento e uma bermuda cinzenta que não passava de seus joelhos.
— Jardel! — Colin gritou.
Imediatamente, o menino se virou e acenou para que nos aproximássemos.
— Ele me ajudou a chegar no Acampamento com vida. — Olhei-o interrogativa. — Cães Infernais. — Colin explicou e imediatamente a imagem da enorme cadela que me buscara no quintal de meu mestre penetrou minha mente.
— Colin, tudo bem? — Jardel, o menino dos morangos, disse em um inglês extremamente afetado.
O menino assentiu, para logo depois se calar e encarar-me como se esperasse algo.
— O que foi? — Perguntei.
— Jardel é francês, e essa é a única frase que ele sabe em Inglês. Você poderia ajudar? — Quando finalmente intendi o porquê de sua afobação para que eu o acompanhasse, dei-lhe um soco (mesmo que não muito forte) no topo de sua cabeça, apenas para vê-lo agachar-se guinchando na grama verde aos meus pés.
Imediatamente, o suposto francês se pôs entre mim e Colin com uma pequena adaga em mãos e uma patética posição de confronto.
— Quem é você? — Ele perguntou num francês perfeito, imediatamente, me lembrei dos treinamentos gelados no Norte da França e me perguntei como meu mestre estaria.
— Juliet. E você?
Visivelmente espantado com o tom rude de minhas palavras, ele se afastou e guardou a adaga de bronze no coldre em sua perna, abaixando-se logo depois para ajudar Colin a se levantar.
— Jardel, Jardel Gorbet. Desculpe ter apontado uma faca para você. — Ele disse olhando-me nos olhos. Seus orbes eram verdes escuros, mas pareciam mais claros com os raios do sol em seu rosto.
— Já me apontaram coisas piores que uma faca, não precisa se chatear por isso. Foi você que ensinou a ele o caminho do Campo de Morangos? — Perguntei.
— Sim, pensei que ele gostaria daqui. Eu gosto.
— Indeterminado?
— Perdão? — Ele respondeu confuso.
— É indeterminado? Ou sabe de quem é a culpa por você estar aqui. — Murmurei olhando para o cesto aos pés da pedra.
— Ah, sim. Deméter. — Fiz esforço para não rir.
— Ares. — Respondi, mesmo que não tivesse perguntado. Como todos ali, ele fez uma rápida leitura de minha forma física para constatar o que já era provado.
Com um risinho, Colin levantou da grama, onde observava nossa conversa com uma ruga entre as sobrancelhas.
— Então Juliet, sabe como colher morangos?
A partir daquele momento, a manhã passou tranquila. A primeira na qual eu não visitava a Arena para fortalecer meus músculos e mente para o combate, embora o suor brotasse tanto quanto em meus poros.
Jardel era uma boa companhia, conversávamos sobre nossa vida em nosso país e a sensação de ser um estrangeiro num mundo diferente. Descobri que era filho de um produtor rural do interior de Lyon e que descobriu seus poderes no dia em que fez, sem querer, toda a recém plantada safra de cevada crescer da noite para o dia. Não muito depois disso foi visitado por um sátiro (um jovem chamado Levi) e sua vinda calma ao Acampamento. Como eu, ele nunca havia enfrentado um monstro.
Após enchermos a cesta de vime, a levamos até a estufa e de lá seguimos para a área dos Chalés, tomaria um banho antes de seguir para o almoço e precisava de roupas limpas. O fato de dormir num chiqueiro, não era desculpa para eu me tornar uma porca.
Prometi a Jardel que o ajudaria com o treino mais tarde, e após nossa refeição nos encontraríamos na Arena para brincar um pouco. Não esperava muito dele. Os únicos que meramente se equiparavam com minha habilidade em combate eram meus próprios irmãos, e mesmo assim, não eram todos que me venciam em um téte-à-téte com lâminas.
Terminei minha manhã finalmente entrando no Chalé de Ares, a bagunça não me surpreendeu e Corry, um dos meus familiares, estava com seu nariz quebrado. Nada que fosse muito estranho depois de alguns meses convivendo com aquelas pessoas. O jovem no Campo de Morangos, fora um sopro de familiaridade em meio à um mundo de estranhamento.




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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Ayla Lennox em Qui 16 Out - 18:05

Juliet Dörr:

Gostei da sua postagem. Você realmente escreve bem e não pude notar nenhum erro relevante durante todo o texto. O único "problema" é que você não não foi muito objetiva. A ideia era colher os morangos, então da próxima vez, foque nisso, ok? Uma dica que eu gostaria de dar é que você dê um espaçamento entre uma linha e outra, porque isso facilita a leitura.
Fora isso, você foi muito bem. Parabéns :D

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~Aguardando atualização.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Michael Winchester em Sab 25 Out - 14:54

Mais um dia no acampamento meio-sangue ---É o dia está bonito hoje--- Digo sentado em um dos sofás do chalé de Hécate, que se transformou no meu lar à pouco tempo. Largo o livro que estava lendo e vou até a frente do chalé e fico à admirar o céu, já entediado---Sem nada para fazer--- Digo observando os pássaros que estavam a cantar distraídos no chão.
Me levanto rapidamente, quando uma idéia surge em minha cabeça ---
"Os campos de morangos"--- Penso e começo a caminhar em direção aos campos que ficam perto dos estábulos, vou caminhando e observando o acampamento, os outros meios-sangues lutando entre si ou com bonecos, uns treinando arco e flecha e outros estavam a afiar suas armas mortais. Ao chegar aos campos vejo a imensidão do terreno que era destinado a plantação de morangos--- Eles levam isso muito a serio--- Digo olhando as estufas e todos que ali trabalhavam, mas meus olhos são atraídos até um local onde as pessoas estavam colhendo os morangos e resolvo ajudar.
---
Olá, você quer ajuda? ? --- Pergunto a uma dríade, que estava abaixada concentrada ao máximo no seu dever, não dava para ver muito bem seu rosto, já que a mesma estava com ele abaixado, mas dava para perceber que ela tinha uma ótima forma física.
---
Hum. Sim quero sim, você pode ajudar colhendo esses morangos aqui --- Diz ela apontando para uma faixa de pequenas folhas verdes que estavam na sua frente --- Mas bastante cuidado, eles são muito frágeis --- Termina por dizer e a mesma olha para mim e agora sim, mostrando seu lindo rosto, ela me dá  uma cesta e se despede indo em direção a outra parte da plantação.
Aceno com o rosto para ela e vou indo para onde ela me designou,  abaixo-me e fico ajoelhado no chão, me inclino e coloco minhas mãos para trabalhar e começo a colher os morangos bem devagar, para que não amassasse os morangos que eram frágeis, pois já estavam maduros, vou retirando os morangos e colocando em uma cesta que estava ao meu lado, à que foi dado pela dríade.
Depois de um bom tempo eu encho a cesta, saio em procura da dríade e a acho plantando morangos, entrego a cesta a ela que me retribui com um obrigado e diz que depois levaria os dracmas para o meu chalé, eu me distrai e era o que importava, saio dos campos satisfeito e vou para meu chalé.

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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Isabelle Bathory em Ter 28 Out - 16:15

18:24 — Campo de Morango – Área 1


Com o dia acabando e um belo por do sol banhando todo o céu com tons alaranjados o acampamento estava agitado com campistas barulhentos e alegres correndo por todo lado. Desejando se afastar de toda essa alegria, Isabelle decidiu ir para distante da área dos chalés e começou a andar em direção ao campo de morango do acampamento, onde nunca tinha estado antes.

Havia poucas pessoas por ali, todas concentradas em seus afazeres com os morangos que são o sustento do acampamento. Todo o campo era separado por áreas, cada uma sendo para uma preparação para a produção do fruto. Passou direto pelas belas tentações vermelhas e caminhou para a área mais afastada onde a terra ainda estava sendo preparada para as novas mudas, decidindo por tirar as ervas daninhas.

Agachou-se próximo ao solo e estendia a mão e agarrava as pragas, que logo morriam nas mãos da filha da Morte, e até as com raízes mais fundas eram fáceis de tirar. Continuou esse processo por um longo tempo, agarrando, matando e arrancando as plantas indesejáveis. Colocou todas em uma cesta que encontrou por ali e quando a lua brilhava no céu limpo e cheio de estrelas, a cesta já estava cheia.

Isabelle então levantou e alongou os músculos doloridos por ter estado muito tempo na mesma posição. Limpou as mãos, agarrou a cesta e pôs-se a procurar por alguém que daria um destino às ervas daninhas.

— Com licença, o que eu faço com isso?

A ninfa com a qual a semideusa acabara de falar pulou e se virou com a mão no coração.

— Que susto você me deu! — falou respirando rápido e então quando viu o que lhe era oferecido abriu um sorriso. — Oh! Você arrancou tudo isso sozinha? Quase ninguém faz isso. Geralmente preferem colher os morangos.

— Foi fácil. — disse dando de ombros.

— Bem, muito obrigada. Isso é de grande ajuda. — a ninfa deu outro sorriso, despediu-se da filha de Thanatos dizendo que precisava se apressar e saiu correndo.

Isabelle, cansada e com as costas doloridas, caminhou para seu chalé, tomou um banho e dormiu logo que deitou em sua cama.
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Re: Campo de Morangos

Mensagem por Calypso Lanister em Qua 29 Out - 19:09

cheguei no chalé 11 sem nada pra fazer, então me atirei no beliche e fiquei olhando para o teto. então uma campista chamado Sarah me disse para segui-la que ia me mostrar uma parte legal do acampamento
-não tô fazendo nada mesmo.que mal tem dar uma voltinha agradável,-falei e sussurrando para ninguém em especial continuei- com alguém não tão agradável assim.
mentira ela é gente boa. eu estava no meio do campo de morangos quando percebo que Sarah não está ao meu lado.
fiquei com muita raiva. mas um garoto gentil,filho de hermes, (meio dificil de encontrar neste mundo,né) me disse:
-que tal vir comigo para ganhar alguns dracmas?
-beleza!
mal sabia eu que ele me levou para a parte mais dificil a Área 1. comecei a trabalhar e quando estava quase desistindoum satiro passou e me disse:
-um trabalho meio duro para uma garota,não acha?
isso me deu mais forsas e fiquei até escurescer naquele trabalho brascal, por isso gritei de volta sarcasticamente:
-valeu, me ajudou muito! de verdade!
e continuei meu servisso.
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Re: Campo de Morangos

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