Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

♦ Enfermarias

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ Enfermarias

Mensagem por Eos em Sab 02 Nov 2013, 20:10





- - - - - - - - - - - - - - - - - - Enfermarias



Diferente do que ocorre no Acampamento, com a tenda central, as enfermarias da Ilha de Circe são individuais. Localizadas em uma das alas da mansão, cada enfermaria é um quarto com uma curandeira responsável. Apesar de não serem feiticeiras, fizeram um pacto de não-agressão com os moradores, permitindo que levassem as artes de Asclépio para a Ilha sem, contudo, ingressar nas fileiras da Deusa Feiticeira. Cada quarto é equipado com uma maca confortável (ou o máximo possível), com cortinas para privacidade, se necessário, além de um pequeno baú para as coisas dos internos. A curandeira dispõe de uma escrivaninha e cadeira, além de prateleiras e armários com remédios e utensílios. Elas também são livres para usar o laboratório e estufas locais, bem como toda a estrutura, e possuem um dormitório individual na mansão. Curandeiros não são permitidos, apenas mulheres.


- - - - - - - - - - - - - - - - Regras de uso


O Feiticeiro deve narrar o atendimento recebido, ficando livre para descrever as NPCs e o local, desde que seja coerente;

De acordo com a qualidade da postagem, o player pode se recuperar, seja parcial ou integralmente, de acordo com o avaliador;

Não há aumento de status, apenas recuperação;

Uso exclusivo para feiticeiros;

Após a postagem, se não ocorrer a avaliação e atualização em um prazo de 2 dias, o player pode pedir no tópico adequado para que isso seja realizado.


SHINJI @ OPS!
Eos
avatar
Administradores
Mensagens :
1415

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Amber Halliwell em Sex 29 Nov 2013, 15:25

it's time to visit an old friend ...
… focus, faith, and strength.




    O baque sonoro dos saltos ecoavam pelos suntuosos corredores da mansão. A cada dez passos aligeirados e comedidos ela sumia, indo reaparecer cada vez mais próxima da ala das enfermarias, situadas no âmago da residência da deusa feiticeira. E alguns minutos após aquele ciclo vicioso ter sido iniciado, a mão pálida de Shamira finalmente se elevou até a madeira do ádito cor de ébano, ocasionado em três batidas nesta que enunciavam um silencioso pedido de concessão.

    Uma voz se fez ouvir lá de dentro um tanto abafada, permitindo o ingresso da feiticeira no quartinho destinado ao atendimento dos enfermos.

    Shamira? Faz tempo desde sua última visita... Mesmo a tessitura da voz de Julliet - a curandeira responsável por aquela ala em especial - era linda. A morena parecia entoar uma canção encantadora, que contrastava com o bronzeado de sua pele e as densos cachos negros que desciam à uma altura pouco abaixo dos ombros. Era de uma beleza indômita, mas não era de se esperar menos de uma filha de Apollo.

    Ahn, oi. A jovem descendente de Quione se pronunciou um tanto evasiva, completando logo após saudar a velha conhecida. Estive um pouco afastada, mas estou de volta e como vê... referiu-se ao fato de sua energia física e espiritual não estarem completamente restauradas. precisando de sua ajuda.

    Julliet entortou os lábios, seu rosto assumiu uma careta pensativa e seu indicador tocou os lábios. Sem delongas ela se agachou frente a parte inferior do armário e o abriu, revelando uma diversidade de pequenos frascos de antídotos para finalidades distintas diferenciadas por etiquetas. Alguns pareciam ter cores nunca vistas antes pelo azul cinzento dos olhos de Shamira, que retorceu os lábios em um sinal de incompreensão e aguardou tranquila por seu atendimento.

    Aqui está! Depois de remexer em meio aos seus muitos apetrechos, ela encontrou um frasco opaco e o estendeu em oferecimento a ruiva.

    Deve tomar todo o conteúdo deste recipiente e acredito que ele irá fazer com que se sinta totalmente melhor. Ou pode ser que não completamente.. Bom, garanto que mal não fará. o sorriso simpático era a marca registrada do atendimento daquela figura.

    A seguidora de Circe apanhou o frasco e o abriu rapidamente, virando todo o teor deste nos lábios e sorvendo de uma só vez o líquido viscoso de gosto forte. Com um esgar desgostoso na face ela devolveu o frasco já vazio para a curandeira, e apressou-se em se despedir com um acenar simples da mão direita.

    Deve evitar esforços por algum tempo, para se certificar de que o medicamento terá o efeito desejado. advertiu a médica com voz inflexível. Ela conhecia a feiticeira.

    Sem mais demora Vallet girou os pés sob o calcanhar e se virou, voltando a abrir a porta para se retirar, e assim que ultrapassou a entrada da enfermaria de Julliet, a mesma sensação de outrora adernou seu corpo, após ditas as palavras corretas do efeito que desejava: as moléculas se agitaram, a imagem de Shamira tremeluziu e em poucos segundos despareceu por completo.


    Código:
    • Abeo Exorior. Um feitiço muito usado pelos feiticeiros quando estes se encontram em situações comprometedoras, pois através dele podem teleportar a si mesmos para pequenas distâncias, evitando ataques de outros seres ou mesmo adiantando-se para algum ponto – de no máximo 20 km - que lhes interesse.
Regaining the very forces
... finally restored!
Amber Halliwell
avatar
Filhos de Despina
Mensagens :
125

Localização :
Nos mais voluptuosos dos teus sonhos. No mais obscuro dos seus desejos, sim aqueles que não és capaz de admitir. Sou à resposta às suas preces voltadas a maldade. Estou em todo lugar e em lugar nenhum, por isto tema o frio e se proteja como puder... Posso chegar em qualquer inverno.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Tenma Calavera em Qua 04 Dez 2013, 13:32

Atualizado.
Tenma Calavera
avatar
Indefinido
Mensagens :
211

Localização :
Nem sei, alguém me dá um GPS!? D:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Gilan Scot Bailey em Sab 18 Jan 2014, 17:36

Enfermaria
A curandeira amiga...


Gilan definitivamente deveria parar com os treinos intensivos. Todo santo dia o rapaz dava seu máximo na arena do SPA, explorando seus próprios limites e também os expandindo. Talvez testar a si mesmo fosse algo bom, exceto naquelas circunstâncias... Em quantidade excessiva. Desde seu último treino, o qual por sinal fora bem especial e comandado pela própria Circe, o feiticeiro sentiu seu corpo clamando por ajuda médica.

Era de manhã, logo após o nascer do sol. A claridade, invadindo a ala dos dormitórios pelas janelas de vidro, o havia despertado. Com um bocejo preguiçoso e esfregando os olhos, o rapaz se levantou. Ou melhor, se levantaria, caso uma câimbra na parte posterior da coxa destra não o impedisse. Gemeu dolorosamente, franzindo o cenho. Que jeito mais desconfortável para se começar um dia.  

- Certo, já chega. – ele disse quando a dor insuportável havia se passado. – Sem treino por hoje.

Após tomar um banho rápido e trocar de roupa, o rapaz encaminhou-se à enfermaria do SPA. Caminhando não, mancando, uma vez que seu tornozelo ainda doía, consequência de uma torsão do treino no dia anterior. É... Ele realmente estava acabado.

...

Chegou à ala das enfermarias algum tempo depois, revelando uma careta provocada pela dor intensa nas pernas. Escolheu uma sala em especial, uma vez que já conhecia a curandeira filha de Apolo. Bateu na porta e, em seguida, sua entrada foi permitida.

- Gilan! – disse a loira de cabelos levemente enrolados. A curandeira se encontrava sentada à escrivaninha, fazendo algumas anotações nos papeis. – mais que surpresa agradável!

- Bom dia, Cassie – era o apelido carinhoso que havia dado à amiga curandeira.

O feiticeiro correu os olhos pelo aposento e, com um gesto de cabeça, indicou a maca na parede lateral do pequeno, porém confortável, cômodo. – será que posso me sentar?

- Ah sim! Claro! – ela falou desajeitada e se levantou. – Me desculpe, Gil. – ela franziu rapidamente o cenho numa careta de desaprovação, talvez estivesse xingando a si mesma pela falta de jeito.

O rapaz escondeu um sorriso tímido e se encaminhou até a maca. Sentou-se nela e soltou um gemido - seus músculos doloridos não lhe permitiam ter uma boa locomoção. Cassandra, como era seu nome verdadeiro, fitou o arqueiro com um olhar avaliador. A filha de Apolo era experiente o suficiente para saber que o rapaz estava com dores, então nem se deu o trabalho de perguntar. – Onde que é o problema, desta vez? – algo na sua voz soou ironicamente, como se dissesse: “você só me procura quando tem problemas”. Bailey sentiu uma pontada de culpa.

- Nos músculos. Eles parecem... – procurou a palavra certa para descrever o desconforto - queimar.  

- Então, basicamente é excesso de atividades físicas e pouquíssimo descanso. – ela soltou um “Há” irônico – é típico de você, Gil. – ela disse enquanto apanhava um frasco de vidro da estante de madeira. No interior do recipiente havia um estranho líquido arroxeado. Cassandra abriu a tampa do pequeno frasco e imediatamente um cheiro doce e nauseante invadiu as narinas do arqueiro, que teve o estômago contraído.

- Que isso? – ele perguntou – Não tem um cheiro bom.

- É uma poção, não se preocupe. – ela falou enquanto despejava cuidadosamente o líquido colorido num copo pequeno. Em seguida, colocou o copo nas mãos do filho de Quione. – tome, vai se sentir melhor.

O rapaz inevitavelmente produziu outra careta, o cheiro daquilo era muito enjoativo. A curandeira lhe dirigiu um olhar desaprovador, arqueando uma sobrancelha e estalando a língua algumas vezes. – tome isso logo.

O rapaz prendeu a respiração e engoliu. O gosto era igualmente ruim, e fez com que o rapaz tivesse aceso de ânsia. Porém, ele se conteve. – Eca – ele reclamou depois que ingeriu a substância por completo.

- Agora descanse um pouco aqui e, com sorte, você estará cem por cento daqui a dois ou três dias. Até lá, nada de treinos. – ela falou com um pouco de severidade, talvez fosse preocupação por parte de filha de Apolo, o que obrigou o rapaz a esconder outro sorriso. Gemeu um pouco ao se deitar na maca e deu início a um longo, porém nada entediante, diálogo com a garota.


Curando...
Gilan Scot Bailey
avatar
Filhos de Despina
Mensagens :
67

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por 083-ExStaff em Seg 03 Fev 2014, 23:54

Avaliação. :3

Gilan.


  Full HP/MP. Só tome cuidado nas descrições de poções, pois sinto que você apenas pincelou no conteúdo do post, focando mais na interpretação de seu personagem, do que nos procedimentos de cura. O que não significa que isso torne sua postagem pior, pelo contrário. Mas, é bom não irmos totalmente ao mar, nem totalmente à terra. Equilibre mais os dois elementos neste tipo de post, e garanto que ficará melhor ainda.

Tópico atualizado. Atenciosamente,


Hécate.

PS: Favor ao adm que atualizar o post, atualizar também o rank do jogador acima, substituindo o atual pelo dos Feiticeiros. Grata.


083-ExStaff
avatar
Indefinido
Mensagens :
252

Localização :
Olimpo, Palácio de Poseidon, Submundo... Onde der vontade...

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Morgana L. Cronworth em Qui 13 Fev 2014, 19:45



De volta a Ilha



 U m pé após o outro. Eu andava pelos pisos da fabulosa mansão das feiticeiras, que neste meu retorno, pude reparar que anda muito vazia. É, talvez Circe tenha me poupado da súbita decadência da ilha... Meu salto parecia ser a única fonte de som em toda a mansão, eu não tinha visto ninguém perambulando nem pelos jardins... Eu estaria sozinha? Circe precisa urgentemente de uma administradora descente.

Ao chegar na ala da enfermaria, escolho uma porta qualquer e paro na frente dela, Srta. Goode, parecia ser uma boa curandeira... Dei duas batidinhas na porta para anunciar minha entrada e entrei, elegante e imponente, sem mostrar nenhum ferimento. Sorri a jovem loira que estava ali e sentei-me na cadeira em frente a escrivaninha. Ela me observou por alguns segundos e por fim perguntou:

- Em que posso ser útil?

- Acabo de retornar de longas férias... Fiquei exposta ao sol, peguei um resfriado e levei alguns arranhões de alguns monstros... Nenhuma Quimera, nada preocupante. Me sinto cansada também, e um pouco indisposta pela manhã. - Não era novidade nenhuma para mim, o que ela iria fazer...

Ela vez algumas anotações, com uma pena e em seguida levantou-se e pediu para que eu a mostrasse os arranhões. Levantei minha manga, para mostrar alguns arranhões e mordidas de cães infernais que eu andei brincando... Ela jogou álcool e enfaixou meus braços. Me entregou outras duas gaze e pediu para que eu trocasse quando achasse necessário. Nada de brincar com cães, por alguns dias.

Terminando esses pequenos ferimentos, ela foi a uma prateleira e pegou uma poção que ficava lá, para que não precisasse preparar tudo só quando solicitado, era magicamente conservado, Circe me explicara isso. Ela me entregou um frasco, com uma dose de Ether, para recompor as energias... Peguei o frasco e tomei sem muito mistério, o gosto exótico da poção não me era muito atraente. Assim que ingeri a bebida senti-me quase que instantaneamente mais disposta, mais forte e mais poderosa.

Olho para as faixas em meus braços e pergunto:

- Não tem uma poção pra isso?

- Desculpe, não tenho os recursos disponíveis agora...

Olho com reprovação para Srta. Goode, depois olho para a sala. Era realmente deprimente a situação do lugar.

- Mas eu posso dar meu jeito. Sou filha de Hécate... - Ela se aproxima das faixas e pronuncia um feitiço que eu mesma tinha me esquecido. - Reddere

Em seguida ela tirou minhas ataduras e meus braços estavam bem melhores, com apenas alguns arranhões nem tão profundos. Eu com certeza faria uma reclamação formal a secretaria, a ilha inteira precisava urgentemente de um UP.




Com: Ninguém
Onde: Consultório Srta. Goode
Vestindo: Isso
Ouvindo: Spectrum
Notas: Lembrar de fazer reclamação formal a secretaria.



Observações

Sem observações. Exceto um pedido de desculpas pelo péssimo post. Estou a muito tempo sem prática e pretendo retomar com a personagem.
coded by @lilah for cg


Morgana L. Cronworth
avatar
Filhos de Hécate
Mensagens :
297

Localização :
Acampamento

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Eos em Qui 20 Fev 2014, 00:48

Cuidado principalmente com a pontuação e o tempo verbal, que não ficou uniforme em alguns pontos. A coerência também foi prejudicada - não ficou claro se o "brincar" com cães foi ou não um eufemismo e, de todo modo, uma mordida de um deles deixaria bem mais do que meros arranhões. O template não conta muito aqui, mas prejudicou um pouco a leitura - dê preferência àqueles com caixa de texto com largura maior do que 400px e o espaço reservado para observações também não auxilia muito. Na parte descritiva, tente focar mais nos detalhes do atendimento.

70 HP/MP

Eos
avatar
Administradores
Mensagens :
1415

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Amber Halliwell em Sab 12 Jul 2014, 01:34

Returning forces


Imagens de suas últimas atividades mesclavam-se em seu imaginário; embates passados, eventos que pareciam remeter ao futuro. Os braços se debatiam com força débil, tentando se soltar de mãos que a seguravam para dar um fim à ela. Os olhos púrpuras pareciam lucilar com um brilho meio fantasmagórico. A respiração alterada denunciava o desespero por se sentir tão vulnerável diante de tantos espectros que vinham em sua direção até que um deles a tocou de verdade.

Shamira, acorde.

O olhar ainda era um tanto roxeado, mas lentamente aquele brilho arcano foi evanescendo, até restar somente o olhar azulado da maga. Ao virar o rosto para o lado, Vallet notou que era a mão de... Como era mesmo o nome?

Sou Diana, e estou encarregada de sua recuperação. Você veio até mim alegando certa fadiga e uma redução em sua energia, lembra? - a moça falou como se completasse seu pensamento.

A dama de gelo sorriu em resposta, relembrando o ocorrido até estar ali, presa àquela maca. Fitando o teto da sala de atendimento, rememorou-se; logo que chegara fora conduzida até aquele leito em que estava deitada e depois de alguma troca de informações superficiais a respeito de seu estado já havia recebido o diagnóstico. E a propósito, um belo diagnóstico afiado que penetrou nas veias entre a flexão de seu braço. Ainda sentia a leve pontada, mas que em breve desapareceria graças ao âmbito em questão.

Diana era loira, cabelos curtos e armados em cachos que iam até o ombro. A pele era morena, de um bronzeado natural. Seu sorriso de tão límpido e receptivo, parecia ser capaz de refletir as imagens como um espelho. Usava um traje curto, branco e bem aderente ao corpo, semelhante aos médicos do mundo mortal. O peito da ninfa das neves subia e descia, em uma respiração que já voltava ao normal aos poucos.

Eu te apliquei um sedativo pra que dormisse, e logo em seguida usei de umas dessas poções. - ela mostrou um pequeno frasco de líquido inodoro e incolor. - para restaurar suas forças. Já deve estar se sentindo melhor, não é?

Com um aceno positivo a feiticeira confirmou as suspeitas da curandeira, assentando-se para visualizar suas próprias vestes; usava um vestido folgado, azul bebê e no chão pôde ver o chinelo rasteiro que usava com alguns poucos adereços. Ergueu-se rapidamente e sentiu a cabeça girar levemente. Ainda assim estava prestes a se levantar, mas a outra se antecipou em segurá-la pelos ombros e ajudá-la a deitar novamente.

Aguarde alguns instantes. Eu disse que ajudei a restaurar suas forças, eliminando sua fadiga, mas, para remediar sua energia precisava esperar que acordasse para que você me ajudasse em algo que quero testar.

Ela afastou-se e voltou a mesa onde dispunha de algumas ervas, frascos com líquidos e pequenos saquinhos com algum tipo pó. Em um recipiente ela misturou algumas ervas que só de olhar a ruiva pode reconhecer como oriundas da ilha que habitavam, mas à receita ela aderiu... Água? Era o que a etiqueta na garrafa acusava. Internamente, a adepta da magia se perguntava se a mulher usaria de placebo com ela, mas algo apontava que ela estava prestes a descobrir do que se tratava.

Diana aproximou-se dela ainda esmagando as ervas que assumiam uma coloração meio bege em contato com o líquido, e então a ofereceu à Shamira, pedindo que segurasse. Os olhos da filha de Quione correram todo o âmbito, elogiando em silêncio a organização da semideusa; sua sala era impecável. A escrivaninha completamente arrumada tinha uma pasta com receitas e indicações sobre ela, e as estantes continham muitos frascos com líquidos, cartelas de comprimidos e muitos outros materiais.

A loira subiu sobre um pequeno tamborete e pôs-se na ponta dos pés para alcançar uma caixa onde tinha um escrito em dizeres claros: em experiência. Com o cenho franzido Vallet elevou a mão à altura e direção da caixa e pronunciou algumas palavras, fazendo-a levitar e ir parar nos braços da curandeira que agradeceu com um sorriso.

A caixa foi posta sobre a mesa, um pouco distante de onde Shamira estava, mas logo a meio-sangue voltou com um pequeno papel que retirou de dentro da caixa e pediu que Shamira lesse o que estava escrito, enquanto ela entornava alguns sais quase invisíveis de uma embalagem em sua outra mão na mistura. Sem mais delongas ela apanhou o conteúdo da maga que passou rapidamente o olhar pelos escritos no papel e sorriu ao se dar conta do que era; um encanto simples.

Pondo-se assentada novamente, agora sem maiores esforços já que a tontura já se fora, a mãos de textura macia e alva foi passada em círculos sobre a vasilha, enquanto Shamira pronunciava o encanto; uma, duas, três vezes e...

Sim! - a enfermeira bradou empolgada, ao ver o teor resguardado na pequena bacia brilhar em tom púrpuro rapidamente.

Voltou às costas a paciente e colocou o experimento sobre a mesa afastada outra vez, sacando de uma pequena concha e pegando um pequeno frasco vazio dentro do armário rapidamente. Enchendo-o com certa quantidade, voltou-se a ruiva e ofereceu-a. A arcana ingeriu o líquido de uma vez e os olhos da cuidadora pareceram brilhar de excitação quando o mesmo brilho místico cintilou nas orbes da maga, que sorriu ao se reerguer e tomar seu calçado.

Agradeço a atenção e os cuidados que me dedicou, Diana.

Eu quem agradeço a sua ajuda. Tenho certeza que ajudarei muitos com esse feito.

E com um aceno da destra Shamira passou a porta rumando de volta ao seu dormitório ainda contagiada pelos gritinhos animados da mulher, que só fez fechar a porta para comemorar à sua descoberta da eficiência daquela poção mista de ervas mágicas e o... Aliás, de quem seria aquele encantamento? Com aquela sombra de dúvida brincando em suas feições, seu corpo tremeluziu e desapareceu em uma nuvem púrpura.



Habilidades usadas:


♦ Considerar todas as habilidades passivas pertinentes a situação. Especificarei a mais enfática.

• Maestria com encantos: Você será capaz de pronunciar palavras mágicas que, irão se manifestar graças à magia que passa a correr por suas veias. Essas palavras vão fluir de você para o ambiente, lhe possibilitando a execução de encantamentos diversos; desde de suas armas, até aquilo que for de sua vontade. .

Ativos.

• Telecinese I: Como seu corpo está infestado interiormente com magia, o seu personagem consegue levitar objetos mais leves e pequenos, podendo atirá-los sem muita destreza contra quem você quiser.

• Abeo Exorior. Um feitiço muito usado pelos feiticeiros quando estes se encontram em situações comprometedoras, pois através dele podem teleportar a si mesmos para pequenas distâncias, evitando ataques de outros seres ou mesmo adiantando-se para algum ponto – de no máximo 20 km - que lhes interesse.




Amber Halliwell
avatar
Filhos de Despina
Mensagens :
125

Localização :
Nos mais voluptuosos dos teus sonhos. No mais obscuro dos seus desejos, sim aqueles que não és capaz de admitir. Sou à resposta às suas preces voltadas a maldade. Estou em todo lugar e em lugar nenhum, por isto tema o frio e se proteja como puder... Posso chegar em qualquer inverno.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por 087-ExStaff em Dom 13 Jul 2014, 20:35

AVALIAÇÃO


Bem, Shamira, gostei muito do seu post. Apesar do procedimento da cura em si não ter sido o foco, apreciei o seu modo criativo que colocou em seu post. Meu parabém!

Recompensa: Full HP/MP

P.S: preguiça de botar template. -q

~Aguardando atualização~
087-ExStaff
avatar
Indefinido
Mensagens :
177

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Ares em Dom 13 Jul 2014, 20:47

Atualizado
Ares
avatar
Administradores
Mensagens :
2088

Localização :
Na guerra mais próxima de você

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Sadie Bronwen em Sex 17 Abr 2015, 22:09





- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Bálsamo



Sadie estava cansada. Há quanto tempo não se cuidava? Não tirava um tempo para si mesma? Os estudos e a dedicação ao SPA estavam, no fim, cobrando seu preço: sono irregular (ou a falta dele), olheiras, dor de cabeça e a falta de concentração estavam se tornando comuns. Como se não bastasse, seu corpo estava dolorido - hematomas e cortes, de treinos e missões passadas, mal curadas em sua maioria, por falta de tratamento. Não fosse a dor, continuariam da mesma forma, mas alguns deles estavam dando mostras de infecção, e a febre agora passava a ser outra companheira da semideusa. Ela podia ter algum conhecimento alquímico, mas no fim não era uma curandeira, e seus métodos - todos paliativos - acabaram por se mostrar falhos. Ainda assim, tentava se manter ereta, a cabeça erguida, apesar de cada passo ser dado com esforço - Circe não aprovava demonstrações de fraqueza.

A ala das enfermarias não costumava ser visitada por ela - além do tempo escasso, o orgulho era outro fator, então, quando chegou à porta, não foi sem surpresa que a médica a atendeu. A garota tinha um rosto redondo e sorridente, e cabelos curtos, nos ombros, mas levemente despenteados, e seus olhos claros se arregalaram, quase como se fossem cair de seu rosto ao avistar a filha de Melinoe, antes de tentar guardar frascos e tubos de ensaio, derramando seus conteúdos na bancada - o que, definitivamente, não ajudou a construir a confiança na relação médico/ paciente. Ainda assim, a menina sorriu.

- O... Oi! Entre, entre e... ahn... não repara na bagunça, ok? São só alguns experimentos...

Apesar de tudo, Sadie ainda tinha forças pra argumentar, como sempre, sem tato:

- Pelo visto não deram muito certo, não?

A curandeira corou, mas manteve o mesmo sorriso, dando de ombros, tentando fingir desprendimento.

- Normal, normal... E aqui tenho muito tempo para testar essas coisas. Mas enfim... - Ela se virava para a pia na bancada, lavando as mãos rapidamente e as secando no jaleco, antes de continuar. - Eu sou a Fran. Filha de Hipnos e curandeira! E eu sei que você é uma das mandachuva por aqui, certo? - Ela estendia a mão, em um cumprimento afável.

Sadie a analisava. Começava a gostar um pouco da garota, que não demonstrava receio de se aproximar ou falar com ela. Estendeu a mão em troca, ainda que por um momento achasse que o movimento a levaria ao chão, tamanha a tontura. A curandeira percebeu quando seu corpo vacilou, mas longe de tentar apará-la ou se mover para segurá-la apenas apertou firme sua mão, como se soubesse que a feiticeira recusaria outro tipo de ajuda. Esta atitude fez Sadie lançar um segundo olhar avaliativo sobre ela - certamente a filha de Hipnos sabia analisar bem as pessoas.

- Deve estar me confundindo com alguém.

A curandeira a guiou para a maca, de forma tão sutil que talvez outra pessoa não percebesse, enquanto tentava continuar com a conversa fiada, ainda que tomasse um tom mais sério ao falar de assuntos médicos. Ela procurou nos arquivos da enfermaria a pasta de Sadie, analisando seu histórico médico - que era praticamente nulo, exceto informações gerais, feitas em um passado que parecia há muito distante, por outra curandeira, na época em que havia acabado de entrar no grupo.

- Bem, nada muito incomum no passado, para uma semideusa... Mas o que a trouxe aqui dessa vez? Além da febre, digo... Você está queimando, por favor, sente-se...

Foi a vez de Sadie fazer-se de desinteressada, repetindo a fala de Fran.

- Nada incomum para uma semideusa...

Fran sorriu, mas depois assumiu o manto de médica e seu tom de voz era quase uma reprimenda.

- Bem, desculpe o desrespeito, toda poderosa líder, mas você está um caco. Claro, identifiquei a febre, e você tem olheiras terríveis, que creio que nem as técnicas de maquiagem das filhas de Afrodite resolveriam... Aposto que não tem dormido direito, óbvio, e chuto alguns outros sintomas, como enxaqueca, falta de apetite e de concentração... Mas o que provocou isso?


Sadie suspirou, dando-se por vencida, e reclinando seu corpo, encostando-o na parede, enquanto mantinha-se sentada.

- Eu tentei adiar minha visita com o uso de algumas plantas e misturas alquímicas, mas acho que não deu certo... Só não achava que era tão sério... Já me feri de maneiras piores em outros treinos...

Fran já imaginava o que viria a seguir, colocando as luvas e separando chumaços de algodão, gaze, e vidros com líquidos estranhos, em corres berrantes e translúcidas.

- Me mostre onde foi... Vocês feiticeiros são terríveis, sempre acham que sabem de tudo e conhecem tudo... Argh! Isso por que nem filha de Atena você é, pelo que consta... Apesar que eu possivelmente deveria agradecer por isso, já que é a pior combinação!

Apesar dos queixumes, ela realmente se preocupou quando Sadie despiu a blusa, se ajeitando de bruços na maca: o ferimento descia da omoplata direita até quase a lombar. O corte - que teria cicatrizado de forma limpa se a semideus houvesse procurado ajuda antes - agora mostrava a pele ao redor quente e avermelhada, enquanto as bordas do ferimento minavam uma secreção amarelada - indício da inflamação.

- Ok... Isso está feio e já vou avisando que vai doer... Muito. Não solte raios em cima de mim, ok? A culpa foi sua por não ter vindo antes.

Sadie não respondeu, fechando os olhos, enquanto ouvia o tilintar dos fracos nos quais Fran mexia. Quando a curandeira se aproximou sentiu um cheiro forte, ácido - provavelmente do medicamente. A feiticeira trincou os dentes, cravando as unhas na borda da maca quando a médica, sem qualquer tentativa de suavidade, esfregou o algodão embebido na substância em seu ferimento. Não era só o ardor do medicamento - era a remoção e limpeza de toda uma camada de pele e carne infeccionados.

- Acredite, se eu fosse delicada seria pior.

A voz de Fran era branda, mas não apresentava o tom de brincadeira nem qualquer sinal de fraqueza agora, quase como se ao se concentrar na sua tarefa ela se tornasse outra pessoa.

- Eu ainda não terminei... Aguente firme!

Ela estava certa em avisar - a sessão de tortura durara ainda alguns minutos, e Sadie se congratulava mentalmente por não ter desmaiado, e agradecia a falta de apetite - do contrário, certamente teria algo para vomitar quando a dor a atingiu em ondas, provocando ânsias.

- Bom... Agora vem a parte sossegada. Vou aplicar um bálsamo. ele tem um efeito cicatrizante, mas também refrescante, vai ajudar a eliminar o calor de seu corpo, ok?

Dessa vez, sentiu um alívio quase imediato, mas o tratamento pareceu ser bem mais rápido do que a limpeza - e ainda foi capaz de se admirar como as condições físicas podiam afetar a percepção de alguém.

- Ok, vou precisar que se sente para enfaixar isso. Volte aqui para trocar as bandagens uma vez por dia. Também vou te dar umas poções para ajudar a cicatrizar e alguns comprimidos contra essa febre, ok?

Dessa vez, a filha de Melinoe deixou o orgulho de lado, aceitando apoio para se sentar, não sem um gemido de dor. As mãos hábeis da curandeira, contudo, fizeram seu trabalho ligeiramente, e não demorou muito para se sentir uma múmia. Ainda conseguia falar - afinal, ao menos sua boca não fora enfaixada - e murmurou, tateando a maca lentamente, em busca da blusa.

- Agora posso ir?

Fran fez um esgar de desdém, chacoalhando a cabeça.

- Nã, nã, não. Não conheço o ditado? Muito trabalho sem diversão faz de você um bobão! E no seu caso, eu nem falaria em diversão, mas em repouso. Aquiete-se aí!

Sadia abria a boca para protestar, mas Fran já sorria, próxima a ela, pressionando o indicador e o dedo médio contra a testa da feiticeira, empurrando-a para que se deitasse.

- Eu disse... Durma!

Não foi necessário uma segunda ordem, e antes de tombar, mediante o poder da curandeira, Sadie ainda a ouviu resmungar.

- Feiticeiros... tsc!

Obs:
Sem poderes relevantes. Sim, considerei uma filha de Hipnos/ curandeira fodona que fez a Sadie apagar. Ainda assim, a Fran é legal - eu juro!





SHINJI @ OPS!
Sadie Bronwen
avatar
Líder dos Feiticeiros
Mensagens :
307

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por 123-ExStaff em Sex 17 Abr 2015, 23:30



AVALIAÇÃO
A ESTUPENDA ENFERMARIA DA MANSÃO DE CIRCE!

Avaliação feita por Tânatos

Sadie Bronwen — Foi uma boa postagem para desenferrujar, senhorita Bronwen. Meus parabéns. Não encontrei nenhum pormenor relevante durante a sua narrativa, que foi clara e objetiva o bastante, conforme a finalidade do tópico necessita. Como não foi utilizado nenhum poder ou poção adicional que acresce a soma de pontos creditados, a sua experiência se manterá a máxima para uma enfermaria de post simples. +150 HP/MP

Dúvidas ou reclamações? MP!
Atualizado .


123-ExStaff
avatar
Deuses
Mensagens :
221

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Sadie Bronwen em Sab 18 Abr 2015, 03:53





- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Enfermeira demoníaca



Quando Sadie acordou, demorou a enxergar com clareza, a vista ainda embaçada. Por um instante, sequer lembrava de onde estava, até tentar se sentar e a dor a atingir. "Enfermarias" foi a palavra que lhe veio à mente, em um lampejo, enquanto arquejava de dor. Respirou fundo, pensando em tentar novamente, quando a voz a atingiu, o tom agudo, afiado como uma espada.

- O que pensa que está fazendo, fantasminha? A Fran disse pra você repousar!

"Radix". A empousa nunca se afastava muito - mesmo que às vezes fosse o que Sadie mais desejasse, um pouco de paz e privacidade sem ninguém irritante por perto. No entanto ela estava sempre ali, falando em seus ouvidos ininterruptamente e trombando com ela aonde quer que fosse. Sadie a comparava mentalmente com um daqueles cachorros chatos de raças miúdas - um chiuauha ou pintcher, com latidos agudos, gracejos e, eventualmente, mordidas afiadas - mas sempre por perto.

- Estou me levantando!

Era óbvio, mas o óbvio era o tipo de resposta que sempre irritava a criatura.

- Não sozinha!

A empousa se posicionou, apoiando-a contra a vontade para auxiliá-la - o tipo de coisa um tanto humilhante para a semideusa, não por não gostar de companheirismo, mas por abominar os olhares de pena que geralmente acompanham esse tipo de boa ação. Mas, no fundo, precisava admitir que a ajuda era bem vinda. Só então reparou no fio que estava em seu braço - soro.

- O quê...?

- Fran disse que você estava fraca e mal se alimentando, agora fique quieta aí ou eu te amarro!

Sadie a encarou.

- Era suposto estar cuidando de mim, não me provocando.

Radix sorriu, desfilando na frente da maca - apresentando a roupa na qual só agora Sadie reparava: o modelo "enfermeira sexy".

- Posso fazer as duas coisas... Pena que você não deixa!

Era nesses momentos que Sadie em geral ralhava com a criatura - extremamente tímida, qualquer coisa que partisse, ainda que minimamente, para assuntos como sexualidade ou até romance a deixavam totalmente sem jeito, um ponto fraco que a empousa explorava, apenas para perturbar a amiga - pois, no fundo, era exatamente essa a relação de ambas.

- Deixe eu ver as ataduras!

Sadie a encarou com ar de dúvida.

- E você sabe lidar com isso?

Radix bufou, rolando os olhos.

- Fran me ensinou, ok? Não duvide de mim. E, no fim, é mais ou menos como trocar de roupas. Agora fique quieta e me deixe ver isso, ou eu realmente vou fazer você ter motivos pra continuar aqui!

Sadie virou-se, lentamente, não sem antes resmungar, o que fez co que Radix apertasse propositalmente uma das faixas, arrancando-lhe um xingamento - que estoicamente a criatura ignorou.

- Eu disse que ia ter motivos!


Apesar disso, ela realmente cumpriu a tarefa, passando uma nova camada do bálsamo. Sadie já se sentia bem melhor, em comparação a - a quanto tempo procurara atendimento? - enfim, melhor do que antes. Tentava ficar ereta, e queria saber sobre o andamento da ilha, mas a empousa se recusava veementemente a falar de trabalho. Ainda discutiam quando um rosto rechonchudo e sorridente apareceu na porta.

- Ora, ora, a paciente acordou! Isso é bom... Consegue comer? É só um mingau, mas não creio que seja adequado algo mais pesado do que isso.

Sadie pensou em recusar, mas seu estômago manifestou-se antes, dando voltas - sim, ela tinha fome.

- Deixa que eu dou na boca dela! Olha o aviãozinho!

Fran gargalhou, enquanto Radix fazia suas palhaçadas. Sadie, por outro lado, sequer sorriu, fuzilando a amiga, que a olhava com cara de um cão abandonado, pedindo desculpas. Por fim, com esforço e o apoio de uma bandeja, conseguiu se acomodar para comer sozinha, enquanto a empousa cantarolava ao seu redor e a curandeira voltava a mexer em seus frascos. Foi quando estava na metade da tigela que sua vista começou a embaçar,, seus movimentos lentos, o braço pesado, pendendo ao lado do corpo, levando a louça ao chão, que se espatifou.

Praticamente apagava de novo, mas ainda pôde distinguir os olhares cúmplices entre curandeira e "enfermeira".

- Foi mal, fantasminha, mas eu sei que só assim pra você descansar. E eu adoro a Fran! Ela tem alguns métodos... Não convencionais...


Ela ainda sorria. Fazia sentido: sonífero no mingau. Já perdia a consciência, apesar de sentir alguém a acomodar, mas ainda conseguiu vislumbrar um sorriso de batom vermelho e presas pontiagudas.

- Sua filha da...

- Durma bem, fantasminha!

Sim... Ela dormiria.

Obs:
Sem poderes relevantes. Apenas a convalescença chata com uma NPC fixa pior ainda. Sim, a empousa é a melhor amiga dela. Deprimente, não?





SHINJI @ OPS!
Sadie Bronwen
avatar
Líder dos Feiticeiros
Mensagens :
307

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Ares em Sab 18 Abr 2015, 22:44

O que dizer de um post tão bem elaborado para uma atividade tão simples? Seu post conseguiu ser interessante, divertido (sim sou meio doente), aliás já pensou em ser curânio a? Tenho certeza que teria grande êxito. Os diálogos me fizeram sentir estar em um hospital, e sua capacidade narrativa é realmente incrível. Não vejo outra recompensa justa além da máxima, meus parabéns fantasminha.

Sadie: + 150 HP/MP

Atualizado
Ares
avatar
Administradores
Mensagens :
2088

Localização :
Na guerra mais próxima de você

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Katharyna Windsor em Sab 30 Jan 2016, 22:20


Bodia mundo <3
Zoey estava inquieta. Primeiro que a menina estava preocupada com o namorado, que sumira da face da Terra. Ambos não se viam desde o quatro de julho, onde fizeram um piquenique aos pés da Estátua da Liberdade. Segundo por que havia aquela marca em seu braço, a qual Gina não havia conseguido tirar. Terceiro que seu corpo estava estranho: sentia-se extremamente cansada, os braços e pernas tremiam levemente.

E ela estava febria. Suor frio escorria de sua testa, e por mais que estivesse um dia quente a arcana batia os dentes. A visão estava turva, talvez pela falta de repouso ou talvez fosse por outra coisa. Não importava. Tudo que sabia era que precisava de ajuda, e uma vez que o repouso no acampamento não foi o suficiente ela resolveu apelar para as táticas... Mágicas. 

A loira adentrou a enfermaria da mansão dos feiticeiros e tão logo foi ajudada por duas garotas que ampararam a pequena antes que a mesma se estatelasse no chão. Com cuidado as semideusas conduziram Zoey até uma maca, e uma delas se retirou do pequeno quarto — mesmo que não fosse um realmente —, deixando apenas a garota morena ali ao lado da maca. 

— Olá. Seja bem vinda. — a menina sorriu para a feiticeira, um sorriso extremamente acolhedor. — Sou Rebekah. Você está no ponto máximo do esgotamento, mocinha. Isso não é saudável.

— Você parece... O Jhonn falando... — Zoey riu, fazendo Rebekah torcer o nariz. 

— Certo, vamos lá. — a curandeira colocou a mão na testa da loira e franziu o cenho. — Febre alta, senhorita. — o olhar clínico de Rebekah percorreu todo o corpo de Zoey, e a morena soltou um suspiro. — Aguente firme. — uma luzinha prateada saiu das mãos da curandeira, e ela passou lentamente a mão pela pele da arcana. 

Tudo que a loira fez foi fechar os olhos e relaxar, evitando fazer movimentos bruscos demais. Sentia o calor da mãos de Rebekah em suas pernas, e tão logo ela desceu para os pés da arcana. Quando sentiu que acabou ela abriu os olhos e viu a curandeira passar a mão na testa, como se estivesse secando suor. A mão da garota foi, então, até a testa de Zoey. Franziu o cenho.

— Continua alta. Bom, aguarde um momento, senhorita. — Rebekah sorriu e foi até sua escrivaninha. Com a audição apurada, a feiticeira ouviu a curandeira fazer preces a Asclépio. Logo imaginou que a mesma estivesse fazendo poções, então aguardou pacientemente até que estivesse acabado. Beks voltou para a maca com um sorriso nos lábios. — Beba esta daqui primeiro. Vai se sentir melhor. 

Zoey obedeceu e bebeu o líquido do copo. Aquilo pareceu lhe dar ânimo. Em seguida pegou o copo estendido das mãos da morena e bebeu-o também. Essa segunda poção fez com que o as dores começassem a desaparecer. Claro que o cansaço também começou a esvair-se aos poucos. Mas ainda havia a febre da arcana que não baixava.

— Isto é estranho. — Rebekah murmurou. — Onde fez isto? — a morena perguntou, olhando para a queimadura no braço da filha de Apolo. — Bom, não importa. — a curandeira pegou um rolo de ataduras e enrolou o pulso da loira. — Isto aqui vai disfarçar essa coisa feia no seu braço, ok? Agora só tente descansar.

— Obrigada. — Zoey murmurou antes de virar-se para o lado e fechar os olhos. Tentaria dormir. Precisava se recuperar antes de tentar suicídio novamente.



Katharyna Windsor
avatar
Líder dos Feiticeiros
Mensagens :
1254

Localização :
Estados Unidos

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Sadie Bronwen em Dom 14 Fev 2016, 04:42

A postagem cumpriu os objetivos, descrevendo o tratamento e as reações da semideusa. Notei apenas dois erros: febria (seria febril) e o uso de "mesma" em substituição ao pronome (não faça isso, moça - mesma só é usado com o sentido de "própria" ou de igualdade, mas não substitui NUNCA o pronome da frase - então, se for o caso, use ela ou adeque a frase para o uso dos oblíquos).

No mais, recuperação máxima permitida: + 150 HP/ MP
Sadie Bronwen
avatar
Líder dos Feiticeiros
Mensagens :
307

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por 117-ExStaff em Qua 17 Fev 2016, 23:04

Atualizado.
117-ExStaff
avatar
Administradores
Mensagens :
698

Localização :
Em uma tenda perto de você

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Enfermarias

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum