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[SM] Game On — Katherine Callaghan; Martin Gillian P. Joyner

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[SM] Game On — Katherine Callaghan; Martin Gillian P. Joyner

Mensagem por Bernard Owyer-Prawse em Seg 25 Nov 2013, 17:51


Game On


Katherine Callaghan (filha de Nyx, nível 6) e Martin Gillian P. Joyner (filho de Eos, nível 7).

Local: Início no Acampamento Meio-Sangue; continuação em Las Vegas.
Hora: Fim de tarde (LV).
Clima: Ameno, temperatura agradável, céu limpo (LV).

Katherine e Martin não tem lá uma relação muito amistosa, mesmo porque só se toparam uma vez, mas a primeira impressão deixada não fora das melhores, por assim dizer, de ambas as partes. O convívio é forçado a ser prolongado, por conta de uma missão dada por Quíron, que acaba por colocá-los cara-a-cara novamente.

Objetivos:
    Narrar a forma como se conheceram;
    Encontrar alguma maneira de introduzir a missão.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE! Por não ter encontrado o lugar onde as Story Mode deveriam ser postadas, tô postando aqui mesmo, nas DIY's. Caso seja errado, por favor, peço ao ADM que mande o tópico pro seu devido local. Agradecemos desde já.

Bernard Owyer-Prawse
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Re: [SM] Game On — Katherine Callaghan; Martin Gillian P. Joyner

Mensagem por Bernard Owyer-Prawse em Seg 25 Nov 2013, 17:57



Girl Next Door


Round One; oh, I see a bitch, may I fuck her?

Sono era uma coisa que Martin realmente prezava, assim como a diversão.
Num eterno dilema de ir ou não à festa, acabou por: 1. perder o horário; e 2. cochilar no próprio colchão, ainda que por cima dos lençóis.
Infelizmente, sempre havia gente que parecia não gostar de ver pessoas bem, ou seja, naquele caso, dormindo.
“E sério, eu não tô brincando, dava pra ouvir o grude dos três do lado de fora do chalé”, relataria ele, “e tipo, que loucura cara, não existem, sabe, barreiras sonoras entre as camas. Não foi nem um pouco agradável voltar aos sonhos com os gemidos e coisa e tal.”
Enfim.
Após a diversãozinha (sem muito de inha), Martin - que acordava cedo por motivos de: “ér, dãh, filho do amanhecer, talvez?” - resolveu dar o troco; mesmo que simples, implicaria muito e demais, abusando de todas as piadas que tivesse ao seu dispor.
Já do lado de fora e com o café-da-manhã pela metade, viu a “intrusa” antes que ela o fizesse.
— Saindo tão cedo? — questionou-a, abrindo o já familiar sorriso meio de canto, naquele misto de provocativo e alegre, malicioso e ingênuo.
A resposta fora tão doce quanto esperava; contudo, conseguiu ao menos fazer uma constatação: a little vadia tinha bom humor. Ah, obviamente, as piadas ficariam bem mais engraçadas.
— Filho de Eos, lerda. Pense nisso. — e encarou o horizonte por um momento, antes de retornar com o mesmo semblante brincalhão de outrora à desconhecida. — Você não deveria estar no seu chalé como o resto do mundo? — indagou, desta vez sem ter a provocação devolvida. De qualquer forma, não era de perder oportunidades e, por isso, logo se apresentou: — Meu nome é Martin. — e percebeu que ela parou no meio da escada. — Martin Joyner.
Apesar de rude e seca, ela virara para si, o que significava, como em breve seria confirmado, que caiu em seu jogo.
— Não, mas acho que você deveria sair sabendo pelo menos o nome de uma pessoa do chalé… — e bingo!, conseguiu atrair a atenção dela e ainda sustentar seu olhar duro por tempo suficiente para receber um nome.
“Katherine”, ecoou mentalmente, “Katherine Callaghan.”

[...]
Ir numa missão não era a coisa que Martin mais gostava, na verdade.
Ainda que treinasse constantemente e fosse bem habilidoso com a espada, talvez fosse ligeiramente inseguro. Mesmo que as palavras de Quíron fossem, em sua maioria, reconfortantes, ele sabia que a vida lá fora era outra: sua sobrevivência dependia basicamente e exclusivamente de si próprio.
Portanto, não deu pulinhos e nem anunciou no Pégasus Express que iria numa missão; ainda mais sobre problemas com casinos e semideuses rebeldes.
Pelo contrário, voltou sem alardes ao chalé e reuniu as coisas que precisaria: uma mochila com uma troca de roupa, um pacote com ambrósia, um cantil de néctar, uma lanterna e pilhas reservas, fora as passagens de avião. Bateu os olhos no espelho e terminou pegando seus itens: a espada presa a cintura, do lado esquerdo do jeans preto; o escudo (em forma de bracelete) no braço esquerdo, logo abaixo da camisa branca, que tinha a manga dobrada até o meio do braço; amarrou um dos tênis rapidamente e bagunçou os cabelos pretos.
E deixou o chalé, rumo a “Vegas, baby, Vegas!”


Equipamentos:
— {Dusk} / Espada [Espada de Prata de 80 cm, sua lâmina mede cerca de 65 cm. O formato do punho, junto do pomo lembra levemente o formato de um galo. Vem junto de uma bainha metálica, com cores que mudam de tons púrpuras à alaranjados] {Prata} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Eos]

— {Wall} / Escudo [Quando em repouso, este item torná-se um bracelete de ouro e prata. Ao simples toque de seu dono, ele se transforma num escudo de bronze circular com a imagem de um sol nascente em alto relevo] {Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Eos]

Bernard Owyer-Prawse
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Re: [SM] Game On — Katherine Callaghan; Martin Gillian P. Joyner

Mensagem por Katherine Callaghan em Seg 25 Nov 2013, 18:01


hit me like a man and love me like a woman
Bitch Queen
There's a version of perversion that is only for the lucky people

Ooooh heaven knows we belong way down below

A música da festa ainda martelava na minha cabeça enquanto entrávamos no chalé de Eos. Eram umas três horas da manhã e eu voltava da festa do acampamento para o chalé de outra deusa, muito bem acompanhada. Beijava loucamente uma garota loira, esta tinha os cabelos reluzentes como a aurora e os olhos dourados que me deixavam hipnotizada. Beijava-lhe os lábios, sem dar tempo para retomar o fôlego, minha mão em sua cintura, guiando-lhe para sua cama.

Atrás de mim vinha seu irmão, um garoto forte de cabelos igualmente loiros. O mesmo sorria ao ver essa cena que claramente o deixava excitado. Mesmo sendo sua irmã, não a conhecia a mais de uma semana, o que não exatamente lhe dera tempo para se habituar com a idéia de laços familiares. A garota sentou-se na ponta  oposta da cama, enquanto eu, agora de costas pra ela, passava a beijar seu irmão, seus lábios, pescoço... Ele me empurrou pra cama fazendo-me cair no colo da garota, suas mãos subindo pelas minhas pernas e coxas enquanto as de sua irmã desciam pela minha blusa, abrindo-a aos poucos. Foi uma questão de minutos antes de eu parar de pensar no que realmente acontecia e simplesmente sentir. Sentir o toque delicado da menina e os apertos fortes do garoto. Sentir meu corpo todo entrando em êxtase como se cada centímetro dele estivesse se revirando de prazer.

Ooooh tell us so we belong way down below

.
.
.
Foi uma longa noite. E depois dela eu estaria dormindo até tarde se não soubesse que tinha que sair dali para meus irmãos, e os inspetores de chalé, me encontrarem no meu chalé aonde eu deveria estar. Deixei os  dois irmãos, tomando cuidado para não acordar nenhum dos dois, coloquei minha blusa e calça e levai minhas botas na mão, andando na ponta dos pés pra não acordar ninguém. Eu quase sentia pena dos dois. Iam ter uma situação muito da estranha pra explicar quando todos acordassem. But well, a vida é assim né.

- Saindo tão cedo? - Ouvi uma voz perguntar atrás de mim. Um garoto, filho de Eos provavelmente, de cabelos castanhos e olhos muito azuis me encarava com um sorriso provocativo daqueles que tinham os filhos de Hermes quando brincavam com alguém. O garoto levou uma xícara de café aos lábios, apoiando-se na parede da varanda.

- Se intrometendo na vida alheia tão cedo? - Não, eu não estava com a menor paciência para lidar com brincadeirinhas. Especialmente quando já estava atrasada. - Não devia estar dormindo como o resto do mundo? - Perguntei, a voz  ainda mais arisca e irritada do que o normal. E se normalmente eu já não gostava de brincadeirinhas, agora então não era mesmo a hora para uma.

- Filho de Eos, lerda. Pense nisso. - Ele tomou outro gole de café, tranquilamente encarando o horizonte alaranjado. - Você não deveria estar no seu chalé como o resto do mundo? - Lá estava de novo aquele sorrisinho brincalhão. Se eu tivesse tempo, ou força de vontade fazia um feitiço silenciador no mesmo instante. Mas como era, eu precisava chegar em casa o mais rápido possível. Me virei de costas para ir embora mas antes que eu  pudesse ir ele falou - Meu nome é Martin. Martin Joyner.

-Eu por acaso perguntei seu nome? - Respondi secamente.

-Não - ele disse dando outro gole no café - Mas acho que seria bom você sair daqui sabendo o nome de pelo menos uma pessoa do chalé... - Encarei-o por um momento sem resposta, travando uma guerra de olhares da qual por fim desisti, revirando os olhos e soltando o ar pesadamente.

-Katherine, Katherine Callaghan. - Me apresentei já saindo em direção ao meu chalé.

.
.
.
- Kat? -  Ouvi a voz de uma de minhas irmãs atrás de mim. A mais nova, pelo visto. Tinha chegado no acampamento anteontem, mas eu tinha facilidade para reconhecer os meus irmãos. Sentia como se coubesse à mim mantê-los unidos, embora soubesse que isso estava longe de ser minha obrigação. Não me virei. Ao invés disso tentei me manter concentrada em arrancar a cabeça do boneco com a adaga.

- Estou meio ocupada aqui Julie... O que foi? - Respondi, me virando assim que com um rápido golpe, a cabeça de pano rolou pelo chão da arena. - Não tem mais ninguém que possa te mostrar o acampamento e te explicar as coisas? Eu realmente preciso treinar - Acrescentei em um tom ríspido do qual imediatamente me arrependi. Julie tinha apenas 10 anos, e chegara no acampamento com muita dificuldade e depois de perder seus pais.

-Não é isso... É que Quíron mandou um sátiro passar lá no chalé para te chamar para uma missão. Disse que era importante. Algo sobre um filho de Eos e parar algo em um cassino em Los Angeles, não consigo me lembrar direito. Mas tenho certeza que você devia enfrentar um semideus - ela deu uma pausa, encarando o chão, as bochechas corando de vergonha - Desculpa, sou meio nova nisso, me perdi no que ele falou.

Pensei no que ela havia acabado de me falar. Um filho de Eos... Se Quíron estava me mandando nessa missão devia ser por que achava que eu conhecia quem quer que estivesse por detrás disso. Por que outro motivo ele me mandaria, tendo outros campistas mais fortes por perto? Lembrei da noite que havia passado no chalé de Eos pensando no garoto loiro. Seria ele? Não, eu nem sabia seu nome.

"Acho você deveria sair daqui sabendo pelo menos o nome de uma pessoa do chalé"

A voz de Martin ressoou em meus ouvidos. Era isso. Só poderia ser ele. Ele devia estar fazendo alguma coisa nesse tal cassino e Quíron queria que eu o parasse. Quer dizer, quem mais poderia ser? Guardei minha adaga na minha bota e conferi meu pescoço procurando. - Não tem problema Julie. Eu já entendi o recado, obrigada... - Dei uma pausa, me lembrando que eu não sabia exatamente o quão poderoso era esse garoto e não pretendia me arriscar em uma missão suicida - Hey, você por acaso trouxe meu Grimório?

Ela levantou o rosto, sorrindo para mim - Claro, aqui. Achei que pudesse precisar. - Ela tirou o livro preto de uma bolsa tira-colo branca que carregava. - Está escurecendo... Se eu fosse esse garoto corria - Ela disse, o sorriso bondoso e infantil ainda no rosto. Não pude deixar de sorrir de volta. - Boa sorte. Não que você precise.

Peguei o Grimório das mãos de minha irmã, e deixei a arena, agora séria. Eu estava em uma missão para parar alguém que estava fazendo certamente alguma confusão. Olhei para os céus escuros, nos quais as estrelas pareciam brilhar ainda mais intensamente. Se isso era alguma coisa, era um joguinho que havia começado desde o segundo em que eu o encontrei na varanda do chalé de Eos aquela noite. Só podia então sentir muito por ele por sequer ter me desafiado dessa maneira. Sorri para os céus. Eu nunca jogava para perder.

Equipamentos:

♦Grimório [Presente de Nyx]
♦Colar com pingente em forma de gota feito de opala negro, quando o colar é puxado do pescoço transforma-se em uma corrente negra sagrada [Presente de Nyx]
♦ Adaga Rápida




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Re: [SM] Game On — Katherine Callaghan; Martin Gillian P. Joyner

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