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Teste para filhos de Zeus DEZ 2013

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Re: Teste para filhos de Zeus DEZ 2013

Mensagem por Jeffrey Arkynsaw em Sex 20 Dez 2013, 13:42

Características físicas
 1,47,cabelo preto liso e caído no queixo com mechas mais claras,olhos castanhos,pardo,magro,não é forte,nem fraco.12 anos.
Características psicológicas
Jeff nunca teve dificuldade em fazer amigos,mas todos o achavam diferente, ele tinha transtorno, e dislexia.Seu único amigo era John,um menino aleijado, alto magro de olhos verdes com uma barbicha de bode.
Historia
 Jeff estava indo à escola, como sempre, com medo de algo ruim, ele sempre tivera a impressão de que algo ruim aconteceria se ele deixar de se cuidar.
-Jeff, você está bem?-perguntou John.
-Sim, cara, mas acho que tem alguma coisa nos observando.-respondeu Jeff.
-Olhe, a gente fica de olho em tudo, qualquer sinal de coisa ruim eu te sigo.
-Hem?
-Sim.Nunca ouviu falar de professores assassinos?
-Sim.Mas isso é um exagero.
-Tem razão.
 Mas tarde naquele dia, quando Jeff chegou em casa, ele ia se trocar quando olhou no espelho.John e sua mãe, Jane, estavam na cozinha quando ouviram Jeff gritar.La encima, o seu reflexo, havia o atacado.Mas não era bem o seu reflexo.Ele era o contrário de Jeff.Loiro, olhos azuis, um tanto gordinho, sua pele era mais clara, e ele era fraco.Eles começaram a brigar, eles caíram na cama, rolaram e caem no chão, quando John e sua mãe entram.John estava sem calças, ele tinha pernas de...bode!Ele pula no reflexo e o empurra, Jeff levanta.Sua mãe corre para o quarto dela, enquanto Jeff da um chute na barriga do reflexo, o reflexo empurra Jeff e ele cai na cama,John dá um soco na cara do reflexo.Sua mãe volta, e dá uma faca para Jeff.Ele levanta e tenta golpear o reflexo,mas ele desvia, Jeff tenta outra vez, e tem um ideia, ele aproxima o reflexo de John, mas o reflexo vira e dá uma cotovelada no nariz de John.Jeff aproveita a chance e golpeia o reflexo no pescoço.Ele vira areia.
-O que era isso?-pergunta Jeff.
-Um duplo-responde John-Jeff... sabe essas coisas de mitologia grega?Tipo,monstros,deuses,semideuses...bem,é tudo real!
Então, algo disse a Jeff que ele devia ir ao prédio Empire State Building.Eles foram.Falaram com o cara da recepção que lhes deu um cartão, e disse que sua mãe devia ficar.Ele foi ao elevador, inseriu o cartão na fenda de segurança, e apertou o botão para ir ao andar 600.
 Chegando no Olimpo ele foi ao palácio principal, onde viu Zeus sentado num trono.
-Com licença?
-Ah,olá.Vejo que seguiu meu sinal.Só quero que saiba que o motivo de eu ter te trazido aqui é:Te contar a verdade.Jeff, você é meu filho.
Narrativa
Um mês depois de chegar ao acampamento,Quíron me chamou para a casa grande e disse que eu tinha uma missão.
-Diga-falei
-John foi sequestrado por dois meio-sangue, e eles estão dizendo que é só por diversão.
 Então chamei meu primo, Percy Jackson, para pegarmos os garotos.
 Vagamos pela floresta, quando vimos duas dracaenas, peguei meu thunder, e joguei um raio numa delas, Percy correu e golpeou a outra bem na barriga.Continuamos em busca dos garotos.Quando uma vimos um garoto e uma garota com um faca no pescoço de John.eles estavam nas margens do rio.Percy fez a água se levantar e atirou uma parede de água neles,a garota veio,correndo, mas escorregou no rio e caiu,Percy fez um punho gigante aparecer e levá-la embora, então o outro meio-sangue tenta fugir,peguei o meu sabre e fui atrás dele enquanto Percy desamarrava John.
 De repente ele para se vira e me empurra para o lado.Caído eu estava indefeso, pois meu sabre voou, peguei minha faca, e ele pegou a dele.Nossas facas se batem, me abaixo do segundo golpe,dei um golpe no seu ombro que começou a sangrar.Golpeei novamente e o empurrei, o que fez um choque percorrer seu corpo.Saí e deixei ele para os monstros, encontrei Percy e John, fomos para a casa grande e contamos tudo a Quíron.
-Bem, meninos, acho que este foi o fim dos traidores, não?
Jeffrey Arkynsaw
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Re: Teste para filhos de Zeus DEZ 2013

Mensagem por Rhysand Havilliard em Sab 21 Dez 2013, 20:56

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Aiden Spark Bolitar



Aparência Física


Aiden é um garoto alvo com traços delicados. Os olhos são da cor azul característica dos filhos de Zeus, os cabelos negros e encaracolados lembram uma nuvem de tempestade. Seus músculos são definidos devido ao treinamento que recebeu dentro da mansão, portando um metro e setenta e oito de altura. Quase sempre está exibindo um sorriso tímido, disfarçando sua solidão e guardando os sentimentos para si mesmo, pois não gostava de Zeus desde o até então ato desconhecido que custou o desaparecimento de sua mãe e tia.



Aparência Psicológica


Aiden é o caçula da família em seus 16 anos. Uma personalidade tímida e dependente aflorou enquanto vivia trancafiado na mansão em Bruxelas por depender de suas primas, pois eram as únicas companhias que sempre teve. O colar não permitia contato com o mundo exterior, o que transformou-o em uma presença solitária, esquecida e aprisionada pelo anonimato. Só nutria sentimentos de afeto pela desaparecida mãe e suas primas devido a desolação que sentia, agregando valor e importando-se até demais com elas.



História


O mais jovem Bolitar sempre encontrava-se ocupado lendo os livros de sua biblioteca particular dentro da mansão no subúrbio de Bruxelas. Estudando os mitos que faziam-no mergulhar em um mundo de fantasias, e sonhar na possibilidade de enfrentar monstros e derrotá-los de uma forma heróica. Há tempos já sabia sobre ser um semideus, e desde o dia em que descobriu, parou de frequentar as escolas para treinar suas habilidades com Erin, a irmã maior.

Embora preferisse Shaunee, Erin era claramente a mais experiente em seus combates: era capaz de manipular a terra, teletransportar-se pelas sombras e fazer manobras incríveis com a espada que ele estava acostumado a ver.  Embora fossem semideuses, nenhum deles conheciam ou sabiam da identidade de seus pais.

Como o contato com o mundo externo era ínfimo e seus tios o proibiam de andar pelos subúrbios da cidade, todo o conhecimento que tinha sobre a mitologia conhecida era o que lia nos livros enrolados entre pergaminhos. Não foi diferente quando descobriu o deus Zeus, e instantaneamente se identificou.

Foi quando Shaunee e Erin conversavam que houve a primeira manifestação de seu poder. A energia estática seguiu rumo até uma lâmpada, e a mesma sobrecarregou-se de watts e estourou. Ninguém soube o que aconteceu naquele dia, embora já suspeitassem da afiliação divina do bastardo. Aiden espiava as duas naquele dia, e momentaneamente ficou nervoso por estar vendo-as esconder algo dele, ou compartilhar seus segredos sem sua presença.

Sua curiosidade, gritando mais alto, fez com que o semideus pegasse o livro que as duas liam intrigadas. Notou logo após que o mesmo era um diário, relatando a vida de Ágatha Bolitar, mãe de Shaunee e Erin, junto com outros dois deuses peculiares.

Cada detalhe, página, palavra, descreviam as relações e sentimentos profundos que a tia sentia por um estranho que a abordou, e a conquistou. Ágatha Bolitar tinha se apaixonado por um homem que não poderia possuir, embora carregasse um filho do amado em seu ventre. Hades, o deus do submundo, obrigado a voltar para seus governos a mando de Perséfone e com medo de quebrar as regras do Olimpo, abandonou a mulher assim que soube do bebê que logo nasceria. Não tardou para que Poseidon, também interessado na nobre, a possuísse e tivesse uma segunda filha.

Aquilo na verdade, nada revelava sobre o seu passado embora Aileen Bolitar fosse citada como uma irmã rica, no entanto tímida, de Ágatha. Naquele dia, o pai de Aiden o chamou.

Em seus sonhos, em meio a um transe, se viu parado diante de uma figura com terno. O queixo do homem estava erguido, e ele mantinha uma postura formal em frente a criança. O semideus quis se ajoelhar, mas não tinha um corpo naquela forma, se sentindo apenas como uma presença se esvaindo ou uma brisa fraca embora o estranho olhasse-o nos olhos. Um salão amplo com um teto que abrangia mais de dez metros se erguia acima de sua cabeça, e grandes tronos formavam um “U” com um relógio em seu centro. O semideus se localizava em frente a enormes portas duplas de quatro metros, decorada ao antigo estilo grego. Pilares se erguiam a cada metro da estrutura cúbica, tendo a parede e pisos feitos de um material desconhecido mas semelhante ao mármore.

— Eu assumo a culpa — disse. Aiden não compreendeu, mas conseguiu entender que as palavras eram sinceras. — Foi apenas um pequeno preço a pagar.

O semideus assumiu uma forma sólida, dando passos firmes na direção do deus. — Você fez com que ela sumisse. As duas estavam querendo apenas nos proteger!

— Elas não tinham esse direito. Muito menos o de pedir aquela ajuda — Vocíferou. Cada lembrança surgindo a tona, fazendo com que Aiden tivesse acessos de stress. Lembrava-se, observando a mãe beijando-lhe a bochecha antes de deixar as portas de seu quarto e nunca mais a vir. Aileen e Ágatha tinham passado por muitas coisas juntas, lutado contra monstros e até outros semideuses para proteger suas crianças. Incluindo o encontro com um deus para que tudo fosse possível.

— Elas não estão mortas. — disse. Esperou, mas Zeus não confirmou a afirmação. — Faltavam páginas. No diário de Ágatha, as últimas folhas estavam rasgadas.

— Eu não sei de nada...

— Esse colar! — pegou o pingente, mostrando-o para o deus. Ele tinha propriedades mágicas, disso sabia, mas haviam runas entalhadas no cristal que estavam incompletas e lhe deixavam dúvidas. — Eu preciso me livrar dele. Eu tenho ficado sozinho por causa dessa magia que o encobre...

— Eu não posso te ajudar. —
Falou. O deus se virou, não demonstrando muito interesse no filho até porque os dois já se conheceram pessoalmente em um sonho semelhante.

— O que aconteceu? — Aiden se aproximou. Não tocou-o, mas chegou perto o suficiente para observá-lo como um igual. Ao voltar a encarar o filho, Zeus suspirou brevemente.

— Eu amava Aileen. Ela me conquistou, fez de mim seu amado. Infelizmente, Hera nunca aprovou esse tipo de relação, e é claro que teve de puni-la. — Explicou-se, começando a andar em círculos ao redor de alguns tronos. — Ela protegeu você, Erin e Shaunee. Ela ajudou Ágatha em seus objetivos até ambas se tornarem fortes o suficiente para os proteger. Mas não durou para sempre. — Zeus estalou os dedos. A imagem de uma mansão sendo invadida por diversos monstros tomava conta do centro do salão, inundando o local de imagens do passado. — Três crianças, cada uma de um dos Três Grandes, eram fortes demais e atraiam atenção até mesmo de semideuses mercenários. Elas ultrapassaram os limites que a névoa permitia para os mortais: Pediram um favor, para que ocultassem os três de grandes ameaças. Eu não pûde permitir isso. Elas receberam sua punição, e tanto você quanto suas primas sofrerão as consequências do ato de imprudência de suas mães.

— Isso é injustiça! —
Aiden ficou imóvel. Zeus se voltou para ele, estalando os dedos.

— Não existe pena para quem desafia as leis divinas. Adeus.

O filho de Zeus acordou debatendo-se. As imagens de monstros o perseguindo tinham preenchido todo o resto da noite até que ele acordasse, fazendo com que ele suasse frio. O sol do novo dia inundava as janelas, iluminando o estabelecimento. A lâmpada do abajur que ele deixou acesa ao dormir estava quebrada. Ótimo. — Aiden... Preciso falar com você.

O semideus se sentou na cama, coçando os cabelos e respirando ofegante. Tentou focar a visão no vulto que se sentou em sua cama sem o mínimo interesse em pedir licença, reconhecendo-a logo após como a prima, Shaunee, citada no diário de sua tia como filha de Poseidon. — Eu encontrei um diário... O da sua mãe. — disse. O semideus se aproximou, estranhando a dureza na voz da prima. Viu em seus olhos que ela estava diferente, que ela o olhava com indiferença. — Parece que já sabemos quem é seu pai.



Narração



Aiden caminhava em direção ao gramado no fundo da mansão ao lado de Shaunee. Haviam poucas árvores delineando o limite do quintal, mas o mesmo tinha uma grande extensão que abrangia vários metros quadrados. Haviam plantas e flores crescendo a cada quatro metros em linhas verticais. Ao fundo do quintal natural, um lago era cortado por uma ponte de madeira que levava a um tablado, a área particular das primas onde treinavam seus combates e lutas. No centro do gramado, Erin, a irmã de consideração maior, aguardava ele com uma espada em sua mão.

— Oi, Erin... O que vai fazer? — perguntou. A semideusa retirou um sabre de uma bainha, jogando-a para ele. Aiden se afastou e observou a arma assim que ela atingiu o chão a sua frente... o que mais chamava a atenção no objeto era o pomo em formato de águia, o animal-símbolo do deus Zeus.

— Eu achei isso junto ao diário de minha tia, havia um cilindro também... mas não sei o que é — A filha de Hades rodou a própria espada que arranjara no arsenal de sua mansão, convidando o menor para uma luta. — Vamos treinar.

— Ãnh... claro. —
o filho de Zeus pegou o sabre, e incrivelmente soube como manuseá-lo. Sim, tinha uma pequena experiência com lâminas e afinidade com elas, mas aquela em especial era bem mais fácil, leve e simples. Erin se aproximou a passos largos, quase correndo, para desferir o primeiro ataque em Aiden.

Ela era muito mais experiente, pois fora treinada por professores particulares em toda sua vida não só em matérias como sociologia, artes e história, e sim em esgrima, kendo e outras variações de luta. Mesmo assim, o golpe fora bloqueado. Um corte em horizontal fora com dificuldades, parado pelo sabre como se ele já estivesse acostumado a lidar com aquela arma, o que impressionou Erin. — Eu sabia.

O quê?, tentou dizer, mas o próximo golpe calou sua boca e pensamentos. O semideus bloqueava os ataques com perícia, sim, mas mesmo sabendo manusear a arma, ainda não tinha controle completo sobre ela. Erin, pelo contrário, era treinada e muito forte. Cada ataque era aparado pelo sabre, para que a loira novamente o atacasse com a guarda aberta. Nenhum ataque de Erin funcionava, mas o pior era a frustração de não poder contra-atacar sem um possível desarme, perdendo o combate como consequência.

Mesmo assim, arriscou. Quando a filha de Hades tentou atingi-lo na coluna, Aiden retirou a bainha da cintura e a usou como defesa, efetuando um golpe horizontal na  barriga de sua oponente logo após. Como esperado, ela simplesmente recuou deixando a guarda de seu primo aberta, aproximando-se em um passo para atingir a ponta da lâmina no tórax do moreno em uma rápida estocada. Um corte superficial abriu-se na camisa sobre o local atingindo, fazendo-o engolir em seco.

— De novo! — ordenou Erin, se afastando e posicionando-se em seu próprio estilo de combate.

Dessa vez, Aiden quem resolveu atacar. Com a bainha na mão, atingiu-a forte em seu pescoço, mas não houveram efeitos visíveis. Apenas ignorando a dor, ela acertou uma forte joelhada na barriga, fazendo com que ele se afastasse e fosse obrigado a se defender de um corte vertical com o sabre, ofegando alto.

— Chega, mana! — gritou. O olhar de afeição que apenas Shaunee recebia da irmã despertou uma pontada de inveja, fazendo com que ele suspirasse entre lábios e se afastasse da semideusa. — Você já sabe que ele é, e o que ele é. Não está claro? — falou.

— Sim...

— Conte nossos planos! — disse Shaunee, se aproximando dos dois. A semideusa de Hades tinha arranjado um tempo para eles visitarem a biblioteca em horário de almoço sem que os tios reclamassem, encontrando o diário de Ágatha e o outro de Aileen. Eles se reuniram em uma escrivaninha, enquanto ouviam as palavras escritas das duas em suas páginas finais. Incompletas, pois folhas foram arrancadas.

— Aqui cita um acampamento. — fala Erin, mostrando as páginas e citando um trecho das palavras de Ágatha. — “Havia um lugar seguro para essas crianças, um acampamento. Porém, nem eu nem minha irmã estamos aptas a levá-los para lá, um local que fica nos EUA, longe e perigoso demais. Os monstros nos encontrariam... minha única opção era pedir ajuda, ajuda dos seres divinos, para a nossa proteção.” — finaliza, suspirando baixo. Shaunee se senta na mesa, observando o rosto aflito do primo.

— A ajuda foi dada. — fala Aiden, puxando uma poltrona para se sentar ao lado de Erin. — Mas...

— Houve um preço. — concluiu Shaunee. Erin tocou em um anel feito de diamantes raros com runas entalhadas em seu interior, runas incompletas. Assim como as de seu colar.

— Acredito que a “ajuda” tenha sido os nossos acessórios. O que nos mantém salvos, afinal, os nossos tios disseram que não podemos tirar eles em momento algum. Desrespeitei-os uma única vez, recentemente, e tirei o meu anel. Isso foi durante a minha viagem ao... bem, não importa. Mas quando eu o tirei, me senti livre de um peso, mas uma criatura me atacou logo após. — impacientemente, Aiden se colocou entre as duas.

— Eu não quero mais viver assim! Onde fica esse tal de acampamento? — Ele observa as duas esperando por uma resposta, que logo é dada. A loira se levanta, pegando o diário de Aileen em uma gaveta da escrivaninha. Repousa o livro sobre a mesa, acendendo a luz de um abajur para poder enxergar a letra da desaparecida mãe de Aiden.

— Aqui existem lamentos por toda a parte por isso não gosto de ler, mas também contém informações cruciais para o entendimento do nosso passado. — diz, tirando a poeira do livro e lendo um outro trecho em voz alta. — “Acampamento Meio-Sangue, estreito de Long Island, New York, E.U.A. Seria lindo conseguir ver nossos filhos correndo nos campos, felizes e tendo uma infância norma... Mas infelizmente, não pertenço á essa realidade. Agora, preciso me concentrar em fortalecer a nossa mansão até Ágatha encontrar uma ajuda... e espero não morrer no processo”

Aiden se levanta, observando as palavras por cima dos ombros de Erin. — Nós vamos ir para esse acampamento? — pergunta. Uma troca de olhares ocorre no ambiente, deixando todos ali tensos. Erin, como uma líder, é a primeira a se pronunciar.

— Sim. É a nossa única chance de sairmos desse mundo.





Armas Utilizadas:
{Karabela} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de aço frio e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro.] {Aço e couro} (Nível Mínimo: 1) {Resistência à eletricidade} [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

Poderes Utilizados:


Passivos


Perícia com armas laminadas (Nível 1) - Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade. NOVO! [criado por Sadie Bronwen]


Ativos


Controle sobre a eletricidade de iniciante (Nível 1) - Você controla um pouco da eletricidade ambiente. Não é letal, mas pode ser útil. Em um ataque, você pode concentrar a eletricidade na palma de sua mão, na forma de uma pequena esfera. Pode ser usada em ataques corpo a corpo ou atiradas no inimigo, a uma distância curta, de até 5 m, mas não causa impacto no oponente. 1 esfera a cada 10 níveis.

Rhysand Havilliard
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Teste para filho de Zeus

Mensagem por Michael Zoldyck em Sab 28 Dez 2013, 00:51


  • Características físicas:

Possui uma altura mediana de 1,75 metros, olhos cinzentos como algo ao céu carregado por estrondosas cargas d'águas, um cabelo claro que se assemelha as nuvens que possuem raios a cruzarem suas traseiras em manhãs claras. Um rosto com sobrancelhas bem "desenhadas", que afirmam a ilusão do severo ao semblante.  Um corpo escultural, graças aos longos treinamentos, obrigados muitas vezes, por aqueles com o qual o pai deixou a guarda.





  • Características psicológicas:

O jovem possui um temperamento colérico, ou seja, apresenta traços que demonstram que o mesmo é um candidato a liderança, sendo assim, também possui uma grande auto-confiança, auto-suficiência e independência claras, que podem ser percebidas a qualquer momento pelos seus modos e falas em locais diversos.





  • História de auto-conhecimento do semi-deus:

Era uma manhã clara de verão, quando ao meio de um gramado rondado por flores e plantas grandes, que deixavam o local bonito para todos os que olhavam por de fora das longas grades que prendiam o mundo exterior dos moradores da mansão.
Dentro dela estava eu correndo por entre as flores do campo, observando enquanto o tempo passava e as nuvens voavam por entre o céu com uma peculiaridade diversa, pois desta vez o céu a aparentava estar em guerra, lado-a-lado dos céus poderia ser visto raios que cruzavam o todo, rabiscando o céu como se ele fosse nada além de um simples papel.
De repente houvesse um grito à mente deste, meu corpo cairia ao chão em um movimento reflexivo, vozes rondariam a mente deste, vozes que diziam em couro jamais presenciado antes frases sem nexo que pouco-a-pouco, após longas repetições aparentariam fazer sentido. Lembro-me bem que aquelas frases no começo aparentavam loucura porém, após pouco elas começaram a fazer sentido, começaram a criar "asas" e se conectarem formando uma pequena frase, "Eu, teu pai, Zeus, lhe chamo para que a mim sirva em futuras batalhas, mas para isso preciso que vá ao acampamento", admito que não fazia sentido algum a frase, pois apesar de saber que sempre possui habilidades fortes e avantajadas, não me imaginaria sendo de outra família a não ser está que a tanto me pertencia.
Alguns dias se passaram, porém por alguma razão aquela frase ainda não saíra de minha cabeça, então resolvi fazer algo para que ela desaparecesse; fui até a única pessoa da qual eu confiava, minha mãe, contei-lhe tudo, desdo grito, até as vozes que fizeram sentido após algum tempo. Ela escutou o que eu tinha a dizer como já era de costume e então abaixou a cabeça em um ato que no momento aparentava de desespero; Com a cabeça baixa minha mãe então começou a chorar levas, enquanto com rapidez sibilava palavras sobre como me amava, e como não gostaria de que esse fato viesse a tona, mas que apesar de não querer me ver longe, desejava seguir as palavras de Zeus, e então me levar ao acampamento, um lugar que de acordo com ela meu pai já havia explicado a localização a tempos para ela, e somente ela.
Apenas algumas horas se passaram para que ela mandasse-me fazer as malas e correr para o carro. Já no carro corremos por entre estradas longas, que em minha cabeça pareciam jamais acabar. Após 12 horas de viajem incessante chegamos ao meio de uma floresta que aparentava não ter nada, nada além de árvores e insetos é claro. Sai do carro então, me despedi de minha mãe, e sem mais delongas sai a caminhar, sempre para a frente a caminho do local "prometido" por Zeus.





  • A superioridade daquele que herdou os céus:

O filho de Zeus estaria ao meio de um campo longo, com uma espada em punho destro. Ele balançava ao vento sua espada cortando o vácuo com velocidade em movimentos calmos, porém que demonstrariam seu conhecimento ao uso de espadas. Um jovem então ao longe observaria o tal filho de Zeus, não contente com seus movimentos o menino foi a frente, correndo com velocidade por entre os campos do acampamento com palmos livres, confiante da possível vitória. Porém com a surpresa do menino desafiador foi grande.
Os olhos do filho de Zeus virariam com velocidade analisando os vários passos que o menino dava com ferocidade por entre os campos em uma investida irritada ao corpo do mesmo. Conforme o emular se aproximaria do corpo do filho de Zeus os movimentos de Michael, então mudariam; sua espada rondaria por entre o palmo destro, logo ficando com o pomo voltado para o menino que viria rente a este. Nada mais foi necessário, a movimentação do menino estaria muito veloz, sendo assim o menino acabaria por impactar seu próprio abdômen ao pomo da espada do filho de Zeus, forçando o tal emulo cair ao chão sufocado pela forte pancada.
Logo então, visto que o menino estaria chão Michael diria em tom voraz, com velocidade em suas palavras, enquanto voltaria as costas para o corpo ao chão menino:
- Perrengue, achou mesmo que teria alguma chance contra mim, da próxima vez não encha-me.
As palavras sairiam da boca de Michael como uma faca, que ao ouvido do menino que ao chão sofria cintilariam em uma humilhação que forçaria ao menino então sofrer ao dobro, pelo que então havia feito.





  • Uma visita, em busca de uma razão:

- Você irá partir amanhã, sem minha ajuda para ver teu pai. - Gritaria Sr. D em um tom árduo que rondaria a sala toda em um eco tenebroso.

- Então partirei, falarei para aquele que diz ser meu pai que procuro pela batalha que ele me prometeu. - Michael responder a Sr. D sem pensar, enquanto sairia da sala com passadas pesadas que demonstrariam o tanto que o menino estaria em questão a isso.

Uma hora se passaria desda tão grande discussão entre os dois, logo então Michael seria enviado com a supervisão de Quiron para a entrada mais próxima que levaria o tal ao Olimpo. Deixado a frente de um velho elevador, estourado, que aparentava sem energia e sem forças para levar nada, nem mesmo ninguém a qualquer canto, porém para surpresa de do filho de Zeus, ao abrir a tão velha e esvairada porta, uma cobertura de ouro, rondada por símbolos lindos que aparentariam brilhar em um tom forte de amarelo assustariam logo de cara ao garoto. Porém mesmo após a tal surpresa Michael não hesitaria, entraria logo ao elevador e seria então levado para cima com velocidade incrível.
Chegado ao local, seria surpreendido novamente, mas agora por nuvens sólidas, e construções típicas da cultura Grega que rondariam um "jardim celestial", que aparentariam ao menino algo grandioso. Sairia então o garoto à andar por entre o olimpo, para ao pai então encontrar, passados alguns minutos uma criatura enorme seria vistada, andando de lado para lado com nervosismo claro. Logo então Michael gritaria com ainda o mesmo tom colérico comum:
- Ei, você, é Zeus, não?!
Olhos gigantes daquele que rondaria o templo, logo voltariam ao corpo do minúsculo que ali estaria, em uma responda que ecoaria com raiva ao tom:
- Você quem seria?
A responta logo iria em velocidade, enquanto ainda persistiria na gritaria contra o gigante, deus:
- Sou filho dele Michael Zoldyck, filho de Zeus com Lucy Zoldyck.
O grito dito, adentaria a memória de Zeus procurando por então um acontecimento do passado que lembraria deus de um possível acontecido, com a memória logo encontrada o deus responderia de forma seca:
- O quer meu filho?
- Desejo a batalha que me prometera. - Responderia então Michael sem mais delongas, enquanto após completar a frase já se viraria para o pai do mesmo se retirando do local com agora passadas apressadas, enquanto seus palmos seriam levados para os bolsos.
Michael Zoldyck
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Teste para filhos de Zeus DEZ 2013

Mensagem por Zeus em Qua 01 Jan 2014, 23:53


Avaliação
Vamos ver como você foi...

Jeffrey Arkynsaw - Muitos erros de ortografia e concordância afetaram sua história. Além de tudo, o enredo foi muito clichê, sendo que você poderia ter inovado na história. O enredo ficou muito confuso e isso também contribuiu para a sua reprovação.

Aiden S. Bolitar - Reclamado. Assim como Erin e Shaunee deverá postar a chegada ao acampamento para concluir o proposto. Achei a história interessante, mas você poderia ter desenvolvido melhor seu enredo. Entendi que você confundiu a ordem de postagem e aceitei porque o teste ficou bom. Fiquei em dúvida sobre te reclamar ou não, mas o teste foi bom, então: reclamado.

Michael Zoldyck - Michael, seu teste esta confuso em várias partes, por isso não será reclamado. No começo, quando descreve as características físicas da personagem, fez uma confusão, pois não tive como entender o que você escreveu. No terceiro parágrafo da história do conhecimento do semideus, eu não consegui entender o que você escreveu, o que tornou o entendimento do enredo bastante difícil. Bom, achei o teste bem confuso e isso resultou na sua reprovação.

Atualizado.
Por ♦ Zeus


Corrija um sábio e o fará mais sábio.
Corrija um ignorante e o fará teu inimigo.
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Re: Teste para filhos de Zeus DEZ 2013

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