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Teste Poseidon janeiro 2014

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Teste Poseidon janeiro 2014

Mensagem por Madeleine Vipère em Ter 14 Jan 2014, 07:35

Características Físicas:

Com toda certeza, a característica mais marcante, fisicamente, em Madeleine, são seus longos cabelos ruivos de tom forte, semelhantes a verdadeiras chamas, estes se estendem ate pouco abaixo de seus ombros, ela tem franja não muito longa. Sua pele tem tonalidade branca quase pálida e seus olhos possuem cor verde como o mar, no abdômen ela ainda possui a cicatriz de quando foi empalada por seu amigo. Nunca foi muito alta, tendo apenas cento e sessenta e cinco centímetros (1,65 metros) e sempre foi magra, pesando, aproximadamente, cinquenta e oito quilos (58 kg). Geralmente fica corada com muita facilidade e usa óculos para leitura por ter astigmatismo. Geralmente usa roupas leves das cores branco, preto e azul e poucos acessórios, alternando entre chapéu, boina e um colar fino, muitas vezes utiliza relógio. Aprendeu a se vestir assim lendo revistas de moda e com alguns conselhos de Evanna.

Características Psicológicas:

Madeleine tornou-se bastante conhecida por ser completamente pura e boa, ela se esforça para ser a melhor pessoa que puder e como tal possui muitas qualidades. Perfeitamente compreensiva, nunca guarda rancor e esta sempre disposta a perdoar qualquer um que tenha lhe feito mal, também tenta encontrar a justiça em todas as situações e continua paciente o tempo todo. Determinada e corajosa, não se deixa intimidar pelos problemas, sobretudo quando se envolve pessoas que ama e por isso não tem problemas em fazer sacrifícios pelo bem dos outros. Com toda certeza, pode ser considerada absolutamente altruísta, sensibilizando-se com as dores de todos, mesmo quem não conhece, realizando todo o possível para ajudar quem necessite. Bastante gentil, sob hipótese alguma vai vê-la sendo rude com os outros, seu comportamento se mostra cordial e tenta ao máximo deixar todos a sua volta confortáveis. Uma garota incrivelmente inteligente, ela persiste em uma busca constante por conhecimento e, apesar de respeitar os outros, a semideusa não deixa de ser curiosa e sempre que pode, tenta aprender algo novo e se aprimorar. Apesar de ser capaz de realizar grandes feitos, Madeleine possui um problema: sua timidez extrema. Uma jovem introspectiva, coisas simples podem deixá-la com vergonha, fazendo com que muitas vezes fique quieta e calada. Particularmente, não gosta de lutas e se comporta como pacifista, no entanto, sabe que, como uma meio-sangue, não se pode dar tal luxo e portanto, tenta ser uma boa lutadora para proteger a si e a quem ama.

Historia:

O que se deve fazer quando uma criança se vê obrigada a encarar um destino cruel, mesmo que não tenha qualquer relacionamento com os fatos que lhe levaram naquela direção? Bem, nada. Esta feito, seu futuro foi decidido e a unica coisa que ela pode fazer que não seja se lamentar, seria levantar a cabeça e enfrentar de frente os problemas, no entanto, muitas vezes existem certas dificuldades. Madeleine jamais soube quem era sua mãe, ela foi encontrada em um lixo próximo de um dos melhores hospitais particulares de todo o território francês, um local bastante sofisticado de Paris. Uma freira ouviu o barulho do choro e imediatamente foi atras da origem do som, enquanto refletia na ironia de uma pessoa tao elevada financeiramente acabar jogando os filhos no lixo. Demorou pouco para achar a origem, uma menina pequena e delicada que tinha grandes olhos verdes que, automaticamente, fazia com que ela se lembrasse do mar em todo o seu vigor, tinha um pedaço de papel pregado na testa, escrito Madeleine Vipère. A freira, ou melhor, Saoirse, decidiu que aquele seria o nome da garota e a levou consigo para a Abadia Naomh Muire na Consoler. O lugar em que a construção imponente se localizava era uma ilha pequena que ficava ao sul da Republica da Irlanda, muitos quilômetros longe de Dublin, mas próximo do Condado de Kerry, um local de beleza singular, sobretudo pelas cores exuberantes que o oceano parecia ter apenas por ali.

Dizem que mesmo no deserto, nas condições mais árduas e duras, uma flor pode surgir. Saoirse sempre gostava de pensar assim ao se lembrar de quem ela resgatou. Madeleine crescia rápido e logo conquistou o afeto das freiras que residiam na abadia, com elas aprendeu muita coisa, desde cedo, já sabia cultivar plantas e, mais importante ainda, sabia da capacidade delas, pouco a pouco seu conhecimento se ampliava, identificava plantas medicinais, o que elas tratavam e a melhor maneira de prepara-las, absorvia tudo o que aquelas mulheres lhe ensinavam e, realmente, aprendeu bastante sobre aspectos mais básicos e rústicos da medicina. Todos achavam aquilo impressionante, uma menina com pouco mais de nove anos já sabia tanto. As freiras sabiam muito bem o que ela era, semideusa, instantaneamente pensaram que ela fosse filha de Athena ou Apollo, mas aprenderam que não se deve subestimar ninguém, existem crianças inteligentes que são normais, de qualquer maneira, o que ensinavam não era nem um pouco complicado. Madeleine simplesmente adorava sua vida, tudo lhe parecia ótimo e sempre se esforçava ao máximo para ser perfeita, queria aprender tudo que fosse possível, adorava impressionar as freiras e mostrar para elas o quanto era grata por tudo. Elas jamais esconderam seu passado e a menina se sentia eternamente grata por isso, de qualquer maneira, considerava as freiras a sua família e mais ninguém no mundo.

O desenvolvimento de Madeleine era incrivelmente rápido, com as freiras, desde muito cedo, aos três anos, ela já estudava e ainda aprendia outras línguas, sobretudo o francês e o inglês, vivendo tranquilamente. Estava se tornando uma jovem bonita e parecia ser muito inteligente, no entanto, sua timidez extrema acabava tirando um pouco do seu brilho, ela quase nunca se pronunciava, preferia ficar quieta em seu canto, sozinha e isso nem sempre representa algo bom. Todos os dias a menina fazia quase as mesmas coisas, acordava, tomava um pouco de cafe, estudava ate metade da tarde, almoçava, lia e ajudava a cultivar algumas plantas, para ela, ajudar era um prazer e foi criada muito bem, era sempre gentil e compreensiva, fazendo tudo para auxiliar e entender os problemas que os outros enfrentava, não acreditava na maldade. Infelizmente, acreditando ou não, o mundo continuava podre, faz parte da natureza das coisas, imperfeição. Quando ela tinha não mais que dez anos, uma outra menina apareceu, Evanna. Evanna era de Dublin e, mesmo que tivesse apenas doze anos, tinha a mentalidade e o comportamento de uma adolescente com quinze, era o tipo de pessoa popular e centrada na moda, chegou na Abadia com muitas revistas e diversas roupas e sapatos. As duas logo se tornaram amigas e Evanna sempre falava como as pessoas das grandes cidades viviam e se vestiam, explicando nos mínimos detalhes o que era ou não interessante.

Madeleine lia bastante, servia como um meio de viver suas próprias fantasias, ao mesmo tempo em que aprendia, contudo, Evanna preferia se concentrar em si mesma, gostava de sair misteriosamente e voltava muito tarde, sempre com um certo de narcisismo, as duas se afastaram pouco a pouco e não demorou para que quase fossem desconhecidas uma para a outra. Ela também parecia não gostar muito das freiras, frequentemente brigava com elas e quando não conseguia aprender o que lhe era ensinado, ficava extremamente irritada e dizia palavrões, sempre amaldiçoava toda a abadia. As saídas de Evanna estavam se tornando cada vez mais frequentes e duradouras, ela chegou ao ponto de ficar dias sem voltar para casa e, por fim, Madeleine acabou indo procurar sua "amiga", mas não conseguiu encontrar nada que levasse em direção a ela. Mesmo remando no barco que a levava para a ilha, ela conseguiu escutar os gritos. Antes que chegasse na entrada da abadia, alguém a puxou e ela percebeu que era Saoirse. A freira fez um sinal para a garota fazer silencio e entrou silenciosamente na abadia, seguida por Madeleine e, apos andarem pouco, a cena se revelou: vários corpos no chão e Evanna rindo sadicamente, atirando raios. A menina tomou um susto, era impossível que alguém atirasse raios através dos dedos, mas tudo que a freira fez foi se aproximar do ouvido da jovem e dizer: "Seu pai, se chama Poseidon, o deus dos mares".

A partir daquela frase, Madeleine não conseguiu ouvir mais nada e sentiu que estava quase desmaiando. Preocupadas, uma das freiras a balançou freneticamente, fazendo com que a francesa saísse momento de seu estado de choque e letargia. Uma delas explicou que desadas atras, outra filha de Poseidon morou ali e que o lugar não era uma ilha, era um pedaço de terra ainda preso ao continente e então essa filha de Poseidon usou seus poderes para separar esse pedaço de terra e leva-lo para o mar, apos pedir a benção do pai e, depois que a menina morreu, Poseidon abençoou toda a ilha e fez com que enquanto ela estivesse no mar, monstro nenhum jamais poderia rastrear os semideuses dentro dela. Mas Evanna não era um monstro e sim mais uma meio-sangue. Um milhão de perguntas passavam pela mente da garota, tudo aquilo parecia improvável. Monstros, deuses, não passavam de lendas, ela tinha que estar em alguma especie de sonho maluco. Madeleine se sentou, enquanto as outras mulheres ficavam olhando para todos os lados, preocupadas. A jovem sabia que ficar parada representava um risco muito alto, ela viu os corpos cruelmente estraçalhados e se não fizessem algo, também teriam a mesma morte trágica, mas suas pernas simplesmente travaram. Em todos aqueles anos na abadia, ela nem sequer tentou imaginar quem seriam seus pais. Ela naos os odiava, mas acreditava que as freiras eram sua família e preferia deixar tudo assim.

Narração:

As duas correram e se encontraram com mais três ou quatro freiras e se esconderam no meio da mata que cobria a ilha. Impossível, completamente impossível. Ela conhecia os mitos, os livros falavam muito sobre eles, mas não passavam de mitos, aquilo era totalmente surreal. Tecnicamente, Madeleine poderia estar sofrendo profundas alucinações ou sonhando, mas algo dentro dela gritava que tudo era real. As cinco se ocultaram um pouco melhor, refletindo sobre o que poderia ser feito, Cleophas usou um de seus poderes e envolveu o lugar com uma especie de esfera de energia roxa que logo ficou transparente, ela disse que isso nos manteria invisíveis e que ela era uma filha de Hecate, portanto, hábil com magia. Todas as cinco bombardearam a menina com diversas informações, deixando-a aturdida e tudo que ela conseguia ouvir era "filha de Poseidon", quase poderia ser um sonho. Aparentemente, todas eram filhas de algum deus, mas fora elas, apenas mais três freiras eram semideusas também. Elas se acalmaram e Saoirse finalmente se pronunciou de maneira calma e organizada, dizendo que Evanna era uma filha de Zeus poderosa, mas que algo estava errado com ela e que ela estava forte demais ate mesmo para um filho dos três grandes. A francesa chorava, em busca de alguma solução plausível para a situação que parecia irreal demais, mas não conseguia pensar direito e muitas vezes era como se ela estivesse desmaiando e voltando.  

Cleophas abriu uma especia de portal e de dentro dele, tirou armas para todas, inclusive para Madeleine, que recebeu um tridente, a filha de Hecate disse que a francesa saberia usar o objeto. Quando o feitiço de invisibilidade se desfez, todas correram em direção a abadia, surpreendentemente rápido, mesmo que fossem mulheres próximas da meia-idade e, inclusive a novata naquele mundo, corria velozmente. Logo na entrada havia mais alguns corpos, a maioria estava chamuscada, mas o mais apavorante era a violência. Cortes gigantescos rasgavam os cadáveres, muitas mulheres estavam, literalmente, bifurcadas ou faltando membros, os ossos estavam deformados pelas pancadas, uma tinha sido completamente queimada e, com horror, ao olharem para as paredes, elas viram alguns restos de outra freira, um cenário terrível. O cheiro de sangue e morte empesteava todo o ambiente e Madeleine teve forte vontade de vomitar, mas se conteve e seguiu em frente com as outras. Demorou pouco para encontrarem Evanna que, com toda certeza, estava diferente, seus olhos expressavam algo completamente diferente do que aquela menina desbocada e metida, era outra coisa. Cleophas lançou uma esfera negra de energia, mas Evanna desviou e apontou um dos dedos para ela de onde um raio surgiu. Todas se afastaram para desviar mais a explosão resultante as arremessaram longe. Uma filha de Zeus que era excepcionalmente poderosa.

Madeleine tentou continuar calma, apesar de  tudo aquilo, sabia que não tinha a menor a chance, então, era melhor ficar quieta e não atrapalhar as outras. Quando abriu os olhos, Grainne, uma das freiras que estava com ela, estava prendendo Evanna na parede estrangulando-a, enquanto invocava uma espada, mas repentinamente começou a tremer e caiu, sofreu um choque elétrico. Myrelle, mais uma irmã, fez plantas crescerem e segurarem os pés da filha de Zeus, mas foi jogada longe por uma rajada de ar, Saoirse atirou algumas flechas com precisão impecável, mas estas também foram desviadas por outra rajada de ar. Enquanto tudo acontecia, Madeleine tentava aparecer por trás para acertar Evanna com o tridente, mas ela, de alguma forma, percebeu e se desviou, então, em um ataque quase desesperado, simplesmente se lançou contra ela, derrubando-a. Teve sucesso e, durante essa breca, Grainne se reergueu e acertou um chute na adversaria que a lançou a metros de distancia contra uma parede. A francesa ficou imaginando se a irma tao agressiva era filha de Ares ou Herácles, mas precisou abandonar esses pensamentos e correr para se desviar de um ataque, contudo, não foi rápida o suficiente e Evanna acabou saltando sobre ela e perfurou seu abdômen com uma faca fina e bastante afiada. A dor foi forte e todo seu ser vibrava ao sentir que suas entranhas estavam queimando, tanto sangue, tudo pareceu acabar.

A jovem acordou rapidamente, sem o tridente. Saoirse disse que a menina que ela tinha ficado inconsciente por apenas dois minutos, as outras estavam lutando e as duas estavam afastando-se. As mãos da freiras estavam envoltas em uma especie de luz e quando Madeleine verificou seu ferimento, viu que estava bem melhor e quase em perfeitas condições, mas repentinamente, um raio foi lançado próximo delas e ambas foram arremessadas longe. Cleophas arremessou uma bola de fogo contra Evanna e a francesa percebeu que Myrelle estava desmaiada, Grainne tinha cortes por todo o corpo e a própria Cleophas tinha sangue em todo o corpo, a filha de Zeus estava bastante ferida também e parecia ter alguma dificuldade em executar certas acoes, mas agora seus olhos tinham um estranho brilho vermelho, tudo estava estranho demais. Uma rajada de ar arremessou Cleophas e Grainne longe, mas com enorme habilidade, Saoirse acertou uma flecha nas costas de sua oponente, que gritou de dor, em seguida, fortes raios literalmente caíram do céu e ventos absurdamente poderosos arrastaram tudo, Madeleine ouviu apenas a freira que a resgatou gritar algo sobre seu pai. Claro, estavam em uma ilha que estava no era rodeada pelo oceano. Bateu forte contra uma das paredes e quase levou um choque, quando percebeu que Cleophas já tinha lançado sobre ela um feitiço de proteção. Tal poder fez com que Evanna se enfraquecesse e a jovem viu sua chance.

Apesar do feitiço, Madeleine tinha sofrido muitos danos e portanto desceu o mais rápido que conseguiu em direção ao oceano, o que no seu caso, era pouco mais rápido que seu andar normal. Carregava o tridente consigo, mas estranhamente sentia-o leve e confortável. O corpo doía bastante e a cabeça latejava, contudo, se considerava segura, ate perceber que Evanna estava logo atras. Ambas começaram a andar mais depressa e, quando estavam próximas do oceano, a filha de Zeus usou uma rajada de ar que encheu os olhos da francesa com areia. Tudo ficou escuro, o tridente caiu e tudo que ela sentiu foi um chute ou um soco nas costas, que fez com que ela caísse na água. A filha de Poseidon mergulhou e imediatamente se sentiu melhor e revigorada, percebendo também que, estranhamente, suas roupas não se molharam, no entanto, ao colocar a cabeça para fora do mar, percebeu que sua adversaria estava prestes a lançar mais um raio. Instintivamente, tentando nadar mais rápido, deu um tapa na água e no local onde sua mão encostou, uma esfera de água surgiu e se arremessou contra a filha de Zeus, distraindo-a tempo suficiente para Madeleine sair do oceano e recuperar o seu tridente. Evanna revidou usando sua faca e, estranhamente, a faca agora tinha uma aura elétrica. A filha de Poseidon abandonou o tridente e agora tentava atacar usando apenas mais esferas de água e se esforçava para se desviar dos ataques, afinal, eram letais.

Madeleine, apesar de não estar sendo efetiva quanto aos seus golpes, estava conseguindo fazer o que queria, levar a filha de Zeus para o oceano, contudo, em um dado momento, ela fez menção de virar o rosto para trás e, em panico, a francesa fez mais uma esfera de água e arremessou fortemente contra a inimiga, que finalmente cedeu e caiu no oceano, junto de sua faca. A menina não sabia se a oponente era imune a eletricidade, mas percebeu que apesar de Evanna ser bastante resistente, também era vulnerável, abrindo uma brecha que Madeleine explorou. Ela correu na areia, pegou seu tridente e logo que viu a outra boiando, ainda inconsciente e ao constatar que a faca não emitia mais eletricidade, entrou dentro da água e perfurou o corpo da adversaria, ainda em choque ao perceber que seria capaz de fazer algo assim. Espantada, a filha de Poseidon ouviu alguém arfando enquanto corria e viu a silhueta de alguma pessoa, mas parecia impossível reconhecer quem, pois estava envolta em sombras e os olhos brilhavam com cor escarlate, então, por reflexo, ela saiu rapidamente da água e arremessou a arma, derrubando a figura. Logo que se aproximou, ela não reconheceu quem era, uma mulher desconhecida, mas antes que pudesse pensar sobre tudo aquilo, um homem surgiu das sombras. Ela tentou formar uma esfera de água e jogar contra seu rosto, mas estava um tanto esgotada e sem o desespero, suas tentativas eram sempre ineficazes.

O homem a fitou o homem e perguntou se ela reconhecia o cadáver e Madeleine disse que não, ele então passou as mãos nos cabelos ruivos da mulher e disse o nome. Cosette Vipère. A filha de Poseidon caiu para trás, completamente desnorteada e finalmente prestou mais atenção nos cabelos dela e da pessoa de quem matou, aquela era sua mãe. Tomada pela raiva, Madeleine quis apenas perfurar o homem com seu tridente, mas a arma estava no chão e o homem sumiu, ate reaparecer e lhe dar um soco tao forte que a arremessou no mar, já desmaiada. Surpreendentemente, a garota não acordou boiando para todos os lados ou algo assim, mas sim em um quarto grande e ricamente decorado, em uma cama de casal com cobertas bem quentes. Rapidamente a porta se abriu e homem de quase quarenta anos com roupas casuais entrou. Ao fitar os olhos dele, da exata do oceano em todo o seu esplendor, ela soube quem era ele. Seu pai foi curto e direto, pedindo para ela relatar tudo o que aconteceu, o que ela fez sem deixar escapar detalhes e então ele perguntou se ela sabia quem era o homem das sombras e ela disse que não. Madeleine se lembrou da mãe e começou a chorar, mas o deus dos mares não fez nada, apenas falou mais algumas coisas sobre ela ficar atenta a tudo que acontecer e relatar se descobrir algo, como se Cosette nem existisse mais. Por fim, ele disse que a mandaria para um lugar especial e protegido, o Acampamento Meio-Sangue.
Madeleine Vipère
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Re: Teste Poseidon janeiro 2014

Mensagem por percyjackson12345 em Sex 31 Jan 2014, 22:49

nome:percyjackson12345
idade:9 anos
cor preferida:azul
cor dos olhos:azul claro
hobby preferido:nadar
animal preferido:peixe
cor do cabelo:castanho meio claro e meio escuro
Características físicas e psicológicas:ótimo e não tenho obsseção por nada e ninguen
Maior qualidade do personagem:nadar
Maior defeito do personagem:só de vez enquando consigo ir bem no fundo do rio(mar)
Por que quer ser filho de Poseidon:porque é meu deus preferido
Poseidon é meu deus preferido entre os outros 11 deuses queria ser seu filho por adoro ficar na agua gosta muito de peixe de olhar o mar,rios e lagoas tambem gosto muito de mergulhar na agua adoro os animais marinha quero ser seu filho porque me encanta quando eu olho para o mar aquela coisa divina com lindos animais gosto muito dos poderes e habilidades dos filhos de poseidon por favor me aceite como o seu filho adoro o seu tridente do seu reino e do seu mar por favor eu acho que ja deu não é por favor quero muito ser seu filho muito mesmo esta bem ta bom e só mais duas coisa gostaria de tocar uma vez no seu tridente maravilhoso nunca vi uma coisa tão bonita quanto ele por favor poseidon e demais meu deus prefiro adoro agua e algumas vezes fico imaginando como seria ser filho de um deus tão poderoso espero que o senhor poseidon goste e se eu for seu filho farei de tudo para fazer o senhor se orgulhar de min mas ainda sou iniciante ta bom e só mais uma coisa uma ultima coisa por favor me aceite com seu filho filho de poseidon filho de um deus bem poderoso mais bem poderoso tchal
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Teste para filha de Poseidon

Mensagem por Byanca_McKenzie em Sab 01 Fev 2014, 20:36

Características Físicas:

  Byanca e muito pálida, e isso gera situações embaraçosas quando a maioria das pessoas acham que ela esta passando mal. Seus olhos variam da iluminação do ambiente hora verdes camomila e hora azuis como o mar. Os cabelos são naturalmente negros, caídos em ondas ate sua cintura, tem um metro e sessenta ( 1,60) e se considera baixa em comparação as garotas de sua idade. Prefere o visual gótico, variando de cores escuras, o máximo de roupas claras que usa e o azul e branco, o que segundo ela lhe trás senssação de liberdade, exagera na maquiagem preta e azul.

Características Psicológicas:
 Apesar de seu estilo negro. A coisa que Bya mais adora e rir ate sua barriga doer, embora muitas vezes confusa e bipolar acha que o sorriso e o maior remédio . Muito protetora e sempre compreensível , apenas perde a linha quando mexem com seus amigos ou em suas coisas. Embora sempre ache que esta fazendo a coisa errada segue seu caminho ate terminar o que começou. Considerada totalmente doce ( E apelidada Dulce pelos amigos )de vez em quando forca alguns pensamentos loucos e ri sozinha por isso, e acredita ter um mundo inteiro em sua mente onde apenas ela pode entrar quando medita em seu quarto.

Historia:

 Byanca McKenzie , tinha seis anos quando seus pais Sadie e Jude morreram em um assalto na joalheria de onde eram donos , e então só sobraram a menininha e seu irmão de doze anos Max. Passando fome e sem dinheiro, em uma noite foram expulsos do prédio onde moravam , passaram noites nas ruas de Los Angeles, e em uma madrugada congelante, Max pegou na mão de sua irmanzinha e a levou para um orfanato onde  prometeu que voltaria para busca - la , mas isso nunca aconteceu.
  Criada por freiras ela frequentava o colégio publico onde era constantemente motivo de risadas por sua dificuldade em prestar atenção nas aulas. Em um dia quando percebeu que uma menina de quinze anos nunca seria adotada, e com saudade do irmão, ela fugiu do orfanato, direto para as ruas movimentada de Los Angeles onde procurou por Max incansavelmente. Uma manha em quanto esperava o dono da padaria ir lhe dar as rosquinhas que sobravam do cafe , um grupo de três garotos entraram no beco em que Byanca estava e então começaram a bater nela, uma voz masculina que ja se tornara uma parte de seu subconsciente, rosnou.
- Use a Aguá Byanca, use a água.
A menina desesperada sem saber o que fazer olhou ao seu redor e então viu o hidrante vermelho que puxava água do mar e a imaginou rodando, e em um segundo o jato surgiu indo diretamente para os meninos que se aproximavam ainda mais de Byanca. Ensopados e assutados com a menina sairão correndo e a chamando de monstro e a partir daquele momento Byanca percebeu que não era uma adolescente normal.

Narração:

Tudo aquilo era verdade, a mitologia grega que eu sempre escutara falar nas aulas do colégio, eram verdade por isso eu podia controlar a água era meio obvio não?
- Intende? - Meredite me puxou pelo punho em meio as arvores.
- Eu pensei que isso era alguma anormalidade descendente de sereia - eu falei ainda parada.
Meredite deu uma risada escandalosa.
- Sereia? Amadinha isso e demais ate para mim. Vem você tem que tomar um banho, fazer as unhas e conhecer seu novo lar de verão .
Aquilo era verdadeiramente demais, claro tirando o fato de que Meredite estava enfiando suas unhas em minha pele, que Sadie trairá Jude com um Deus do Olimpo e que Max não era meu irmão de sangue... Tudo isso era incrível. Passamos pelas duas enorme arvores que formavam um portal , ali do lado um homem...não um cavalo...ah! um homem meio cavalo nos esperava.
- Meredite filha de Afrodite e Byanca filha de Poseidon sejam bem vindas.
Filha de Poseidon? Isso soou de um modo corretamente certo para mim, e pela primeira vez em muito tempo eu me lembrei de como era me sentir em casa.
Byanca_McKenzie
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Re: Teste Poseidon janeiro 2014

Mensagem por ♦ Eos em Sab 01 Fev 2014, 23:56

Madeleine - cuidado com pequenas coisas:o uso excessivo de vírgulas (que, em alguns pontos, poderia ser substituídas por outros sinais gráficos ou suprimidas),a repetição de termos muito próximos e a acentuação. Outros pontos são referentes à coerência: como as freiras sabiam da origem dela? Você explica isso por cima - falando que eram semideusas - mas isso não significa que tenham poderes para identificar outro (a maioria não tem). Falhas de concordância e mesmo palavras "comidas" também se apresentaram no decorrer do texto - e não apenas em um, mas em vários pontos. Ainda assim, você tem uma boa narrativa, mas seu texto ficou extremamente confuso na parte final - convém revisar sempre, lembrando que o leitor não sabe o que se passa em sua cabeça para fazer toda a ligação - o entendimento necessita das informações e, muitas vezes, no decorrer da sua narrativa, elas faltaram. Ainda assim sua narrativa foi o suficiente para passar, e será reclamada, mas foi por muito pouco. Fique atenta em ocasiões futuras para não repetir as mesmas falhas.

percy- teste anulado por estar fora do prazo e do modelo estabelecido nas regras. Mude seu nome no tópico adequado também - o nome precisa conter nome e sobrenome, sem números, e não pode ser o nome dos personagens do livro.

Byanca - anulado por estar fora do prazo. O tópico será liberado após a avaliação.
♦ Eos
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Re: Teste Poseidon janeiro 2014

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