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Teste para filhos de Zeus [Janeiro de 2014]

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Teste para filhos de Zeus [Janeiro de 2014]

Mensagem por Lucas Carneiro em Sab 04 Jan 2014, 12:30

Nome: Lucas Carneiro

Idade: 15 anos

Características Físicas e Psicológicas: Sou um garoto de altura normal, magro,de cor parda, de cabelos e olhos castanhos escuros, inteligente, gosto muito de ler sobre monstros mitológicos, mas também sou bravo e vingativo, tenho aparência de queto, mas para defender o que eu amo, vou a qualquer lugar para lutar, sou um ótimo líder de grupo, pois sou muito bom liderar e ter sucesso nos planos que elaboro.

Como achei o Acampamento Meio Sangue: Era o dia de eu fazer meu percusso de bicicleta na floresta, antes de eu sair de casa, o céu estava completamente nublado e com uma cara de cair um grande temporal, pois trovões já agitavam o chão com seu estrondo, bom mas mesmo assim eu continuei, sai da minha casa e comecei a minha trilha, ela era muito maneira, tinha ladeiras e muito relevo, e isso me dava cada vez mas adrenalina para continuar, normalmente minha trilha dura uns 50 minutos, só que quando estava perto de das meia hora de trilha algo me atinge e fura o pneu brutalmente, fazendo me cair bruscamente sobre um grupo de galhos, após eu me levantar e me limpando de folhas secas e galhos espalhados sobre o meu corpo, vejo um vulto, uma coisa que se movia na escuridão da floresta, primeiro pergunto: ".. Tem Alguém Ai ? ..'', só escuto um rugido meio diferente e grosso, parecia com um rugido de um Leão, quando saio correndo desesperadamente, um monstro salta na minha frente, era um monstro, que era a mistura de um leão e cabra, de repente, me lembro de um página que eu vi uma imagem parecida com a do monstro, "A não ... é um quimera !!! ..." ,
o quimera, era uma criatura com aparência de um leão e cabra, que soltava fogo pela suas ventas..., Fowhhhhhh, uma rajada de fogo, e lançada na minha direção, pra fugir pulei uma ladeira, "Powwwwwwww... '', sai rolando ladeira abaixo, até chega numa espécie de portão, que havia escrito ''Camp Half Blood", entrei, para pedir ajuda, mas quando me levanto la se vem a quimera, então fui correndo mesmo muito machucado, até quando ela saltou e eu também pois ela vinha em minha direção, em segundos quando passei do portão, algo bloqueou a passagem dela, mas mesmo assim ela continuava tentar entrar, quando vejo milhares de flechas, fazendo zumbido de serem tão rápidas, que pega bruscamente no olha da quimera, mas desmaio pois tinha cortado uma veia do meu braço na queda, e acordo no quarto na enfermaria do acampamento, onde conheci todos meus amigos até hoje, como Quíron, a Anabeth, o Percy Jackson e Grover ...

Meu Primeiro Combate: Era verão, e eu estava no acampamento meio sangue, após tudo que havia acontecido, fui de novo até o local para pegar ''os restos da minha bike..", poise, mas agora fui com algumas noções de combate, e também agora podia "me defender" entre aspas, pois eu era novato segurando uma espada e um escudo na mão, apesar de ser o filho de Zeus, não sabia que tinha poderes nesta época, então, fui até o local, de repente aparece uma Górgona, que estava catando lixos para seu ninho, Górgonas: são mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo : Medusa, então me lembrei da aventura que ele, a Anabeth, e o Grover tinha passado na toca da Medusa, então fui tentar conversar, "... Ei! , Senhora?..Moça?... você pode devolver o resto da minha bike que ela é muito preciosa ..." , só que eu não estava entendendo o que ela falava em língua de cobra então, ela vem me atacar, puxo minha espada, e vou enfrente, quando ela vem com tudo e joga minha bike em mim mesmo, a intensão era pegar, mais me fez se chocar com uma árvore , "Ai!!, bom pelo menos tenho minha bike, agora fiquei com raiva, "cabelo de jararaca" !!! ", sem poder encarar cara a cara , as górgonas tinha poderes semelhantes com a de medusa, então fui para um lugar, onde ela ficaria ruim de rastejar, subi, subi, era um árvore cascarosa onde era se machucaria para subir até onde eu tou, que nada subiu mais rápido do que eu, "Xiiiiiiihhh !!", affs ela era muito ágil, então um dos galhos que eu estava se quebra, uma queda feia ia acontecer so que meu capuz, ficou preso em um toco que havia na árvore, fiquei desesperado, porque precisava olhar onde ela estava, mais não podia encarar cara a cara, então olhei para um rio cristalino, que ficava ao lado da árvore, foi quando eu vi ela descendo para onde eu fiquei preso, então, começou a rasgar o capuz , até eu cair quase dentro do rio, quando viro, ela salta pra onde eu tou, mas rapidamente me esconde debaixo da água, e ela fica me procurando na margem onde eu estava, mas quando percebo que ela estar de costas para margem salto com minha espada, onde quando ela se vira, passo a espada pelo seu pescoço, cortando-a ... Depois voltei para o acampamento, com uma cabeça enrolada no resto de capuz q eu tinha, e fui contar a todos minha primeira batalha, e novamente me esqueci da bike , ou digamos, "o resto dela" kkkk, mas foi bem satisfatório o que eu fiz sem ajuda de ninguém, isso me fez treinar cada vez mais, e procurar sobre minha história .

Encontrando Zeus por Acaso: Com a minha primeira batalha me fez, ficar cada vez mais vontade de saber quem sou eu realmente, então, Quíron estava planejando uma viajem a Nova York, onde iria levar a gente para museus onde falavam sobre cada Deus e Monstro Mitológico, onde fiquei meio entediado, pois não havia um monstro por qual, eu não tenha lido ou visto, já sobre os Deuses, até que sim, mas fui mesmo para investigar, pois, eu já tinha ouvido uma história que havia uma passagem da terra para o Olimpo, então fui procurar pistas, eu estava ainda com o grupo junto com Quíron, mas aos poucos estava afastando, quando de repente, estava saindo do museu que falava sobre Minotauros e Harpias, me  aparece Quíron, com aquela barba que parecia seus cabelos que estava saindo do queixo, "Onde e que você pensa que vai jovem meio sangue ?", droga ele sempre me pega no flagra, '' Eu ia apenas comprar uma garrafa de água, porque esqueci a minha lá no acampamento .. '','' Pois tome cuidado jovem meio sangue, pois você estar fora do acampamento, aqui você estar vulnerável a qualquer ataque de monstro, leve isso ..." era o mapa de New York, meio velho com as extremidades se rasgando, "Olha este mapa, vai lhe ajudar caso esse ponto seja muito longe..., outra, ai possui a localização do hotel que vamos ficar esta noite não se atrase !! " nossa que sacar tico ele já sabia que eu não ia comprar água, pelo menos não foi contra ,"Beleza então Quíron..", então fui a cada tipo de pista que você possa imaginar, mas nada, então fui pegar o mapa pois estava perdido e querendo voltar para o hotel, quando de repente aparece um símbolo com formato Omega no mapa, estava sobre o Edifício Empire State, mas havia também o Omega dividido em 2 pedaços divididos pela cidade, o primeira era onde eu estava, ficava de baixo da ponte, era um pedaço de chave no formato de Omega, então fui escalar até lá, era muito alto mais não desistir, até que consegui chegar perto, estava quase lá, peguei a chave, mas escorreguei, cai no lago que estava cheio de alga, "Eca, cara isso fede !! ", bom consegui uma parte, só faltava uma parte, mas ficava no outro lado da cidade, mas o mapa aparece o sinal de exclamação no local onde eu estou, quando um de repente um clarão no céu que vem da posição do sol, era uma Lamborguini Voadora ? ... , nossa fiquei impressionado, pois nunca tinha visto aquilo, então ela desce e para no chão. Quando chego perto, abre-se a porta era um cara, todo galã com um sorriso no rosto que cegava qualquer um, "Affs, cara da pra fechar a boca, porque tá queimando meus olhos '', era o Deus porque não tinha como um mortal fazer aquilo, então perguntei "Quem é você ?'' , ''Affs, porque ninguém me reconhece, desculpas e porque meu sorriso e perfeito !", eu " Certo, quem é você ?'', " Bom, sou Apollo" , lol um deus aqui, na minha frente, que eu fiz cara, nossa nunca fiquei de cara com um deus do olimpo, " Sério, Cara ?????" , "Sim, sou o Deus da Beleza e do Sol", affs que cara exibido, "Certo mais o que você está fazendo aqui ?", '' E porque estava no olimpo quando o radar do olimpo, alertou e disse que tinha alguém tentando entrar no olimpo ! , e as coordenadas levam aonde  o pedaço do Omega está... no caso me levaram até você meio sangue ! '' que pressão cara, apesar de serem atingas as formas de entrar estão bem antenados o que acontecem aqui ... "é..é..é, que...que..." , "Para de gaguejar não vou ter matar, mais alguém que lhe ver e saber porque você fez isso e não é coisa boa" , agora eu ia infartar, lol, um carão de um deus pesa, imagine de qual vou receber, e não coisa boa, cara minha vontade era pular de qualquer canto ! , "Então, você pode entrar na minha caruagem ? " , " Carruagem ????? , cara isso é uma Lamborguini " , " kkkkkkkk, isso é magia, essa chave pode transformar em qualquer veículo que eu quiser !! '', " lol, que maneiro !!" , " é sim !, então um bora, que ele não é muito paciente meio sangue", depois de conhecer o Apollo ele parecer um Deus Legal, bom pelo menos um ! , bom quando estava no alto, avistei o olimpo, " Nossa, como aqui é grande , essa estátua deve ter uns 20 Metros !!", e Apollo riu desfasadamente , " Bom, chegamos ! , vou lhe descer aqui pois um Deus não pode entrar no salão dos deuses com um mortal, mesmo sendo meio sangue, foi mal cara !! " , "Beleza !" , bom o Apollo levava mesmo sério ser Deus, então fiquei sentando no chão pois o banco era muito alto, quando de repente abre-se uma porta de uns 50 metros, e aparece todos os deuses sentados em seus tronos, nossa cara que pressão, quando vejo Zeus, meu pai, "Todos os Deus Deixe-me á sos com esse meio sague" , "Sim, Pai (Todos os Deuses sai, inclusive Apollo), apenas que ficou no salão foi Poseidon , "Você também meu irmão ! " , "Sim, Irmão, Claro" , nossa frente a frente com Zeus, cara, ele tinha uns 40 Metros de altura para apenas 1,78 Metros, "Meio Sangue, por que você estava tentando entrar no Olimpo, aquela passagem é secreta, e também só passa pessoas autorizadas, o que queres aqui ? ", meu deus, quando ele falou daquela altura pra mim, nossa um infarto ia ser em bom uso ! , "Zeus, estava querendo saber mais sobre minha origem, e também não sabia que aquela passagem que fica no Empire State é autorizada, bom peço perdão e não vai acontecer novamente !", "Hum...", nossa o que ele tava duvidando sobre mim ?, ele não sabe que sou seu filho ? ... bom tava saindo pois tava meio ainda tenso, "F..Fi.Filhoo ?" , eu parei, "Hum.. Você é persistente mesmo eim ? , e bom com a manipulação das palavras ..." , "Bom, treine duro e não faça mais isso, essa vai passar mais a próxima tentativa sem avisar ... , porque o radar ele alertou pois nunca se sabe quando Cronos ou um Titã vai atacar .. , então pode ir pegar o elevador que vai lhe levar pro Empire State .. " nossa fiquei até sem reação , pois de um jeito foi frio mas legal, porque a bronca que eu ia levar ia ser grande ! , bom pelo menos eu sei que ele não é aquele pai frio e durão ! ... depois disso manti em total sigilo , e fui para o Hotel descansar do dia tensão que eu passei , e fiquei ainda com o pedaço do Omega... e quando Quíron me avistou veio com batalhão de perguntas, mas evacuei e fui me deitar , pensando porque ele me deixou com o pedaço do Omega ? .... bom tava com cara de um temporal, e fui para a cobertura pensar ...

Lucas Carneiro
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Teste para filho de Zeus

Mensagem por Dante Livton Lravingne em Qui 09 Jan 2014, 17:34

Nome: Dante Livton Lravingne

Idade: 19

Características Psicológicas/Físicas: Resumo: Como sou eu? Bom, digamos que de forma resumida... Sou um rapaz robusto para minha idade, elegante para jeito e teimoso para meu psicológico. Física: Tenho um corpo alto e malhado, não tanto quanto os filhos de Ares, é claro, mas tenho minhas circunstâncias, do meu corpo rígido e "escultural", tenho cabelos negros e olhos cinzas claríssimos, pele pálida e muito chamativa. Psicológica: Sempre, desde minha infância quis impor autoridade se mostra superior e mandado em cima das outras crianças, ou até mesmo no colégio, o meu jeito rude e temperamental serve como complemento ao meu psicológico, mas tem um porém não é sempre que sou assim, posso ser amigável mas não me irrite se não eu fico furioso como uma tempestade. Algo também marcante, é que dias de nublosidade e tempestades ao céu, eu fico calmo e relaxado, acho algo lindo de se ver e reparar.

Como eu encontrei ou fui para o Acampamento Meio-Sangue?   Nasci em Nova Iorque, sobre o bairro de Manhattan. Nascido e criado com minha mãe, vivi uma vida difícil graças ao meu comportamento em sala de aula e com a indecisão de meus colegas, um jeito meio egoísta pois sempre quis ser superior a todos e tudo, sem mais e nem menos e tipo que aceitava amizades de boa, mas impor ordens era um hobby a mim praticamente, até mesmo na minha adolescência e quase ao completar meus quinze anos. De repente fui chamado por minha para ter a "conversa" mas eu pensei que era algo simples, como puberdade ou algo do tipo - eu era galanteador, sabe? - e nem liguei, mas não sabia que ela iria me surpreender com uns papo de Deuses e logo mitologia grega/romana, e falou que eu era filho de Zeus, eu ri, vou falar mesmo eu entrei em gargalhadas, até busquei um remédio para minha mãe pensando que ela estava louca, mas não era que é verdade? Eu recebi um tapa depois de ter receptado a noticia de tal - mas valeu a pena - e ela veio a me explicar novamente, tim tim por tim tim e eu tive que aceitar né? Não queria levar outro tapa daqueles e por tudo um águia veio alertar sobre que eu deveria ir pro acampamento, como dito obedeci e me preparei, um simples mochilha e uma adaga entrega pelo mesmo animal e então apenas aguardei no dia seguinte e então... Era um dia de tempestade, estava sobre o lago nacional dos Estados Unidos. Os céus expeliam trovões de forma insana, coisa como se meu pai estivesse furioso e algo teria acontecido... Meu corpo tremulava diante da cenas e ao mesmo tempo eu ficava feliz de ver o movimento artísticos dos relâmpagos cortarem o céu. Arrepios em minha pele era de forma descontrolada eu não saberia o que fazer após, eu, só eu ver criaturas circundares a pequena floresta a frente. Agarrei a grama, aonde minhas pernas não respondia e eu me perguntava: "Só eu que estou vendo isso?" E pensar dessa forma me deu uma certo desconforto, não medo! Desconforto... E assim vejo que uma das criaturas, se revela diante das sombras que oculta a floresta, a besta tinha a forma vazia toda cinza e com aparência horrível, sentia-se que ela me queria para janta e por si só com o palmo estendido a minha frente, exalo uma quantidade de raio da mina mão e sua direção que acabara de dizimá-la em um eletrocussão rápida. A outra horda, que acompanhava o recém monstro abatido se notificou de meus atos e claramente seguiu-me. Surpreso ainda por executar algo que nunca teria feito antes e eu estava desviando do assunto que eu teria que alcançar, apesar que eu parei ali só para dar uma leve descansada, haha! Enfim, as três besta pairaram a minha e frente e ficaram a me olhar, me saciando como já disse, esperando que eu fosse o jantar. Lembrei de uma coisa, uma adaga que eu carregava para ir em meu objetivo, por vias das dúvidas eu saquei ela e me posicionei a fronte dos meus primeiros inimigos, míticos. Investi contra um deles e recebi uma espécie de patada e recuei, com o rosto arranhado o outro veio subseguir o golpe do parceiro mas eu fui mais esperto e golpeie em um de seus olhos negros, como um vazio profundo. O monstro grunhiu de dor e recuou da mesma forma que eu, expandi um sorriso no rosto e confiante disse: "Vamos, não tenho o dia todo! Haha! Vocês devem temer a fúria de Zeus...!" Eles pareciam irritados e suas posturam mudaram, analisaram meus movimentos, precisos e outro veio a minha direção, pensei de forma superior e me esquivei de seu golpe e contra-ataquei sobre uma de suas asas, decepando-a a criatura não resistiu e ficou sobre o solo arenoso do lago, me distraindo recebi um corte nas costa e fui para a grama, deixei a adaga erguida e confrontei olho-a-olho a espécia mitológica. Era um fim para cada um ali, quem aplicasse o melhor golpe ganhava o direito de viver, pensei e pensei e assim, rolei para o lado e fingi um simples chute que fez com que a Fúria - Sim, as criaturas que combati até agora foi as Fúrias - ice para lado e então arremessei a minha única arma em seus peitos que ao decorrer em sua direção uma pequena chamuscada de eletricidade encobertou a lâmina da arma que ampliou e encurtou a morte do monstro, sendo assim sai vitorioso de minha primeira batalha. Fiquei sobre o lago, com os pés encharcados d'água e respirava fundo e observava lá de baixo que algo me reguardava, os céu permaneceu de sua respectiva forma, e tempo e eu brandi o solo com o punho e não aguentei, adormeci ali mesmo. Meu corpo estava extremamente cansado, eu respirava fundo enquanto dormia e por sinal um raio desceu ao meu corpo, a eletricidade correu pelo mesmo, revigorando-o despertei na hora com a fadiga já morta e ali me notei que precisa seguir em busca do Acampamento, e por sinal sem saber onde eu encontrasse o tal acampamento, uma espécie de mulher d'água me chamou atenção, após sair do lago e me chamou com um canto dócil e excitador eu me perdi completamente e apenas segui, foi uma espécie de troca-troca, em cada bioma uma mulher do mesmo tipo me pegava e ordenava meu caminho e sem explicações ela me deixou em frente a duas pilastra e um bloco em cima delas, escrito "Half-Blood" e apenas mandou eu entrar, olhei de canto desconfiado e uma silhueta no portão como uma membrana brandiu meu corpo e não hesitei, fui com tudo e atravessei o "portal" que para mim parecia isso, e nada demais aconteceu só apenas fui recepcionado por um homem-cavalo e um monte de pessoas com blusas laranjas e por assim segui, sendo explicado e regrado sobre o novo local...


Em busca do meu Pai, haha!  Se passou um ano desde quando eu fui reclamado como filho de Zeus, treinei, aprimorei-me e tive que ser mandado ao sótão da Casa Grande, digo a vocês que eu nunca, nunca fui lá e por sinal era de algo extremamente importante e algo que deveria ser decifrada em um tipo de profecia, desde quando eu cheguei no local eu apenas obedeci as novas regras do novo mundo que eu entraria, isso para mim era praticamente algo normal já que estaríamos a falar de Deuses e então não hesitei, e fui correspondido com a seguinte profecia. Quando menos esperar, um amigo irá alertar, quando menos souber o amigo tentará te matar. Quíron apenas me rumou ao Monte Olimpo, na verdade não me levou até lá só deu partido para eu sair do Acampamento, sendo assim apenas rumei para onde eu deveria ir, algo como tipo O EMPIRE STATE'S! Não foi fácil, afinal não era qualquer um garoto que saía na rua com uma espécie de faca pendurada na cintura, a procura de um prédio em Nova Iorque e pra ser mais direto e sucinto, tive que pegar um táxi, sim um táxi pois não queria ir a pé no Monte Olimpo e uma coisa inusitada aconteceu, tipo o taxista sabia quem eu era e se apresentou como um conhecido, melhor um amigo de minha mãe e ofereceu uma viagem mais curta e segura e eu inocente com sua história e confiante, apenas deixei-me levar pelo caminho. O céu começa a mudar e novamente eu tenho uma lembrança do ano passo lá naquele lago, sabe? - É naquele maldito lago - O carro faz um curva e quase nós capota, parece que foi proposital ao movimento do motorista, e sem demais a lataria chapa em uma árvore e eu tonto só daria para escutar um rugido, um grande rugido... Apenas murmurei: "Hã? O quê aconteceu?" E uma mão felpuda me agarra e me arranca do carro de forma brusca e sem dó, me arremata ao solo deixando meu lado direito ferido, deslizei minha mão na cintura e pesquei a adaga e em prontidão vislumbrei a figura da criatura melho, o taxista "fugiu" do nada e ela aparece, suspeito não? É, demais e o monstro que ele se transformou - Sim, ele se transformou - foi nada menos que um Minotauro, senti-me traído e raivo, descontei um carga de eletricidade em meu corpo para poder-me curar o lado alvejado. Olhei rapidamente para o céu e vejo que o Empire estava a minha frente mesmo, mas ele queria o quê? Provar que eu era digno de ir ou matar na frente de meu próprio pai, ou melhor no reino de meu pai. Ahh... Eu orgulhoso de tal forma e não poderia me entregar ali, eu já recuperado e pronto para a batalha apenas aceitei o duelo passivo da criatura e incentivei-a para a briga com um sinal de mão. Rodopiei a adaga entre os dedos e com certa maestria fui para o lado do monstro, ele tentou me dar um murro no lado da cabeça mas eu me abaixei e fiz um corte sobre seu joelho que destabilizou seu equilíbrio e para sequenciar meu ataque, mimetizei meu punho em raio puro e dei o soco mais forte que eu já desferi em alguém sobre a barriga do Minotauro, ele era resistente? Era, mas eu era mais! O golpe fez ele cair e não se deu por vencido, contra-atacou com um coice sobre meus peito que me fez voar de forma insana, fiquei sobre as lateria do táxi e ele deitado no chão gemendo de dor e eu de forma igual. Não podia me mexer estava tonto e ele apenas destabilizado momentaneamente. Ele afundou sua mão no chão e com uma força brusca, arremessou um rochedo em cima de mim, fui ao lado e a pedra arrematou o carro para trás, eu de quatro ali no chão observando-o e ele se levantando calmamente, cambaleou ele e deu um oportunidade para mim e eu que nem um louco avancei de forma bruta e de baixo a cima, cravei a adaga sobre seu peito, retorci a lâmina dentro de seu corpo. Ele me jogou para trás com o golpe levado e conseguiu me ferir, eu apenas aguardei sua derrota esperando que o sangramento feito causasse efeito e o matasse, suspirei e de joelhos não tirava os olhos da besta que cada vez mais gemia para sua morte. Andei mancando para o Empire que estaria aos meus pés, quase isso, mas não desisti peguei o elevador e subi ao pico mais alto e lembrei que tipo a profecia relatava tal coisa, e eu deveria passar ou cumprir e a outra parte só deveria ser pega após cumprir a primeira, peguei o pergaminho que supostamente Quíron tinha me dado e dizia: "Quando menos esperar, um amigo irá alertar, quando menos souber o amigo tentará de matar." e a continuação dizia: "Ao toque do Olimpo o humano chegará após enfrentar o desafio de sua verdadeira batalha." Eu sabia que ao matar o Minotauro, certamente teria completado a profecia que um amigo que apenas tentou ajudar tentou matá-lo... Fiquei bolado com a traição e apenas ignorei o monstro morto, fui ao Empire e uma relâmpago desceu sobre sua antena, um outro elevador se ergueu para mim claramente me chamando ao Olimpo, sem hesitar fui e confiante dei de cara com os Deuses reunidos em uma assembléia e meu pai ali no centro sentado, Zeus o poderoso. "Visto que chegaste logo no fim da reunião, filho" Disse ele, e eu respondi um pouco trêmulo... "S-Sim, pai eu sou pontual." Mas sem perder o charme que um dia o mesmo a minha frente me herdou... Ele apalpou meu ombro e me levou para fora, o céu parou de relampejar e ele notou que eu fiquei cabisbaixo, ele sabia que aquilo mudava comigo e assim com ele e então com um espécia de lança arremessou um raio as nuvens voltando uma tempestade apenas de relâmpagos no céu. Esbocei um sorriso e ele também e de forma amistosa conversou comigo o porque de ter me chamado ali, disse que minha vida iria mudar e ele escolheu minha mãe por querer um filho com a junção de ambos lado para fazer a diferença na Terra, e claro impor uma ordem ao mesmo, mostrar que os filhos de Zeus são os melhores mesmo que não seja humilde vendo desse lado, e algo poderia surgir entre os campistas de tal maneira que for e eu deveria amenizar isso para mim e para todos, aliás ele queria um herói que provasse que era mesmo filho do Deus dos Deuses.
Dante Livton Lravingne
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Re: Teste para filhos de Zeus [Janeiro de 2014]

Mensagem por Indya D. Montenegro em Ter 21 Jan 2014, 23:56


 



ficha de reclamação


  
Características físicas: Seu rosto é composto por belas e graciosas feições e, um lindo cabelo preto e liso que formam pequenos cachos nas pontas. Tem lindos olhos castanhos que mudam de intensidade ou cor dependentemente da luz que brilham sobre estes, podendo até mesmo ficar verdes com a luz do sol.  O seu estilo é roqueiro moderno, apesar deste às vezes lhe dar raiva pelo fato de as pessoas não se interessarem com o que fala por causa de suas vestes, provavelmente pensando que ela é uma delinqüente juvenil que só quer saber das tais músicas barulhentas (rock).
 
Características emocionais: Uma fã da poesia e da música, sempre juntando as duas e compondo músicas que lhe libertam de tudo o que lhe asfixia por dentro, como o fato de não ter pai.  Apesar de ter um padrasto muito bom que lhe criou como se fosse realmente a sua figura paterna, Emily sempre se sentiu magoada e machucada pela rejeição do homem que deveria ter lhe protegido e lhe ajudado, o seu pai.  Contudo, não deixa esse sentimento lhe tomar por completo.  Desse modo, age na maioria das vezes de forma sarcástica e engraçada, divertindo-se e também a aqueles que estão ao seu redor.
 
História:
 
As palavras.  Sempre soube a intensidade que estas poderiam ter, pois sempre fora muito ligada a elas de uma forma bem peculiar, ou melhor dizendo, através da música.   Sempre, no mesmo horário, quando a lua aparece por completo e o céu escurece sem deixar nenhum vestígio da tamanha claridade do dia, Emily vai ao seu quarto e começa a compor as canções que, de certo modo, a fazem esquecer de todos os sentimentos conturbados.
Contudo, não é somente a música que lhe satisfaz, mas o que há dentro dela.  Que é a poesia, coberta pela dor e melancolia que é colocada para fora como uma chuva saindo das nuvens.  Esta pode ser reconfortante e revigorante como um ombro e um abraço de um amigo.  Entretanto, nos últimos dias Emily nunca mais tocou em seu violão pela tamanha tristeza e depressão que sentia pelo dia que mudara toda a sua vida.
Ainda se lembra deste toda vez que dorme, vem como um pesadelo que sempre a amedronta durante todas as noites, lembrando-a de todos os detalhes.  Do entardecer da noite, uma batida na porta e uma áurea azul se formando.  Do corpo, sem vida, que ela envolveu.  As lágrimas caindo de seu rosto, imaginando jamais olhar aqueles belos olhos azuis se abrindo e fitando-a.  
E, então, Emily acorda.  Percebendo que aquilo que temia não era um pesadelo. Que é tudo real.
E a sua mente vai voltando para o dia...
 
 
—Meus pais vão me matar se tiverem aqui— Balbuciava Emily sob os lábios de Lucas, quando estavam sentados no carpete lilás do quarto azul da garota, no subúrbio de Berkeley, Califórnia.
O quarto que tinha uma decoração simples e elegante, com uma bela escrivaninha branca na parede ao lado da cama, onde em cima desta ficava o seu notebook.  Do outro lado do mesmo, continha uma porta de madeira branca que se dava ao armário.  Nos lados da cama tinham dois criados-mudos, em cada um possuía duas iluminarias e porta retratos da família de Emily.  Da viagem que a sua família fez para uma cabana, no inverno.
—Seus pais não vão ti matar, Emily— Lucas sorriu.  O sorriso que a deixava com vertigens e ainda mais apaixonada. — Pois vão estar muito ocupados me matando.
O garoto tinha cabelos perfeitamente loiros e lisos que caiam delicadamente e ligeiramente em cima de seus olhos azuis escuros como o céu ao entardecer.   Vestia uma camisa de botão preta onde as mangas se limitavam em baixo de seu cotovelo, sob uma camiseta branca que cobria uma parte de sua calça jeans.  Também fazia parte de sua veste, uma bota preta de cano alto que se dobrava pelos lados.  Lucas era tão lindo que às vezes confundia a sua mente, fazendo-a gaguejar ou até mesmo falar algo inepto e errôneo.
Mas era assim que devia se sentir. Pois estava perdidamente e incondicionalmente apaixonada por ele.
Lucas encaixou o seu rosto no pescoço de Emily. Colocando, delicadamente, os seus lábios na clavícula da garota, fazendo-a sentir o verdadeiro efeito anti-gravitacional.  Como se estivesse nas nuvens.
Por mais que estivesse adorando aquilo, Emily teria de descer as escadas para o seu jantar em família. Que acontecia todas as quintas-feiras sem nenhuma interrupção.  Por isso, ela afastou Lucas delicadamente e franziu os lábios. Desse modo, fazendo uma expressão séria para não ser contrariada nem tentada.
—Lucas, você tem que ir, antes que os meus pais entrem aqui e ti vejam.
 O garoto jogou os braços para cima em sinal de frustração. 
—Tudo bem— Disse ele por fim, cedendo. — Mas amanhã você vai ter que compensar.
Emily entrelaçou suas mãos nos cabelos dele e encostou, levemente, seus lábios nos dele.  Apesar de ter durado apenas três segundos, deixou-a completamente extasiada e tonta.
—Claro, amanhã vamos pegar um filme no Cineplex— Emily mordeu o lábio inferior, sorridente.
—Assim não vale— Gemeu Lucas.— Por que mordeu o lábio? Sabe que adoro quando morde o lábio.
Ela se levantou e estendeu a mão para o namorado fazer o mesmo.
—Foi mal!— Desculpou-se ao ajudá-lo a se erguer.
Cada vez que passava o tempo com Lucas, Emily sentia que o magnetismo existente entre os dois era completamente inevitável.  Como se não tivesse lugar que ela queira estar que não fosse com ele, concluindo que fossem destinados a ficar juntos. 
Com um longo beijo de despedida, Lucas saiu pela janela do quarto de Emily.  Em quanto ela foi para o corredor que levava a escada, sentindo a brusca mudança do carpete para o chão de madeira.
Foi para a sala de jantar quase que saltitando de tanta felicidade.  A sua vida estava tão boa que seu estômago embrulhou com medo.  Medo de que perdesse algo ou que alguma coisa ruim acontecesse, afinal a vida não podia ser tão boa. Podia?
A sua mãe levava as comidas para a mesa e o seu padrasto, Jack, a ajudava.  Enquanto Carly, a caçula de dez anos, brincava com uma boneca sentada ao chão de madeira da sala de jantar.
—Querida, me ajuda aqui— Pediu a sua mãe com as mãos cheias de vasilhas de comidas.
Emily pegou uma das vasilhas e levou-a a mesa.
—Nós vamos hibernar? — A garota deixou o sarcasmo visível na voz. —Para que tanta comida, mãe?
—Nós só temos a quinta-feira para ficarmos todos juntos— Explicou a sua mãe. — Então tem que ser meio extravagante, não acha?
Antes que respondesse, fora surpreendida com o toque da campainha.
Emily foi em direção a porta enquanto todos da casa discutiam que não esperavam ninguém e murmuravam sobre quem estava lá fora.
Ao abri-la fora surpreendida com um rosto que nunca vira.  Era um garoto, que aparentava ter dezessete anos.  Ele tinha cabelos cacheados e castanhos que caiam em sua orelha rosada, sem nenhuma mecha atrapalhando a visão de seus olhos castanhos claros.  Tinha uma estatura mediana e um corpo tão magro que parecia desnutrido.  Suas vestes eram compostas por uma calça jeans preta sobre um tênis azul e, uma camiseta laranja que continha os seguintes dizeres: Acampamento meio-sangue.
O garoto deu um passo à frente.  Deveria ter algum problema na perna, pois andava de um modo estranho. 
—Me chamo Alex— Estendeu a mão. — E vim em nome do acampamento meio-sangue.
Sua mãe se inclinou na parede para ver quem era.
—Querida, quem está aí? — A sua expressão mudou para aterrorizada ao ver a camiseta do garoto. —Vá embora! Saia da minha casa! — Gritou.
Emily havia ficado paralisada.  Não sabia o que estava acontecendo e muito menos conseguira compreender a reação de sua mãe com o garoto chamado Alex, que parecia até ser uma pessoa legal. Tentou pensar em algo que explicasse o ocorrido, mas nada lhe vinha em mente.  Só ficava cada vez mais confusa e perdida.
Jack correu para o seu lado, provavelmente querendo saber o motivo da gritaria. Ele pareceu ter entendido o que estava acontecendo, também ao olhar a camiseta do garoto. 
—Jack, não o deixe tirar a minha filha de mim! — Implorou sua mãe ao padrasto. —Não pode tirar a minha Emily!
—Senhora, o cheiro dela estar muito forte— Alex parecia tentar suavizar a sua voz ao máximo. — Os monstros vão sentir.  Eles estão até se aproximando.
Emily franziu as sobrancelhas.
—Meu cheiro? Monstros? — Repetiu com uma expressão confusa. —Alguém pode me explicar o que está havendo aqui?
Alex olhou para Jack, como se pedisse permissão para fazer algo.  Esta fora concedida, pois o garoto se aproximou para falar alguma coisa.
 —Já ouviu falar em meio-sangues ou semideuses, Emily?— A garota balançou a cabeça negativamente. —São seres metade humanos e metade deuses.  Bom, você é isso.
Emily riu com desdém.  Quando ela ia questioná-lo, viu a expressão de seus pais.  Eles pareciam preocupados e assustados, não porque a idéia parecia insana, mas porque na concepção deles ela era real.
“Isso não pode ser real”, murmurava mentalmente.
  —Isso é verdade, mãe? — A angustia era evidente em sua voz, foi como se ela não soubesse sobre sua própria vida. —Isso é verdade, mãe? — Sua mãe não respondia, parecia estar ocupada demais chorando.
—Sim, é verdade, Emily. — Respondeu Jack enquanto acudia a sua mãe.
A garota sentiu como se uma parede tivesse criado vida e batido nela com muita força.  Estava impotente e fraca, o seu cérebro mal funcionava direito ao tentar assimilar tudo o que se descobria, mas os seus sentimentos continuavam do mesmo jeito.  Emily ainda odiava o seu pai, a única diferença foi que naquele momento foi com mais intensidade.  Ele não só a abandonara, mas como também destruía a sua vida pelo fato de ser um deus, pois ela teria de ir para esse Acampamento meio-sangue e abandonar todos que amava.
—Eu posso protegê-la— Jack tentou persuadir Alex. —Sou um filho de hécate, consigo controlar a névoa.
Alex balançou a cabeça negativamente.
—Eu sei quem você é Jack, sei que é um filho de hécate poderoso— O garoto olhou para o relógio e em seguida para a rua, como se temesse que alguém tivesse o perseguido.—Mas não pode protegê-la para sempre.  Muitos monstros vão vim para cá, não vai conseguir usar a névoa para confundir todos eles.
Sua mãe chorava e soluçava, provavelmente percebendo que não tinha outra opção a num ser deixar sua filha ir. Emily sentiu o coração apertar, não queria ir embora e muito menos deixar a sua vida para trás. Portanto, foi por causa do completo desespero que exerceu o ato mais estúpido de sua vida, ela saiu correndo. Movimentou as pernas a passos longos e rápidos, aumentava cada vez mais a velocidade e quando isso acontecia, gotas de suor apareciam em sua testa.  Os gritos de sua mãe se diminuíam a medida que a distância entre ela aumentava.  A garota só queria fugir de tudo, não queria ser uma semideusa e muito menos abandonar Lucas.  Não conseguia imaginar passar um dia se quer longe dele, o que não imaginara era que teria de passar uma eternidade.
Finalmente, avistou a casa dele.  Um sorriso brochou de seus lábios ao imaginar os braços dele a envolverem num confortante abraço.
Foi para o jardim e pegou uma pedra, jogou-a na janela de Lucas.  O seu namorado apareceu na janela e ao perceber a expressão de tristeza que continha na face de Emily, correu em direção à porta de seu quarto, para ir de encontro a ela.
Lucas saiu de casa e a abraçou.  Por um breve segundo ela esqueceu dos problemas que lhe cercavam, parecia que só existia eles dois no mundo.  Tentou usufruir o máximo do momento, pois sabia que não tinha escolhe a num ser ir embora.  Encostou a cabeça no peito musculoso de seu namorado, enquanto ele entrelaçava as mãos nos seus cabelos.  Lágrimas caiam dos olhos de Emily ao imaginar ter de ficar longe dele e, também ao ter visto a sua vida distorcer em questão de minutos.   
—Você está bem, Em? — Ele segurou o rosto da garota em suas mãos. —O que houve?
 Ela respirou fundo.
—Um cara estranho veio em minha casa em nome de um acampamento para me buscar porque eu sou filha de um deus— Explicou, percebendo o quão louco aquilo parecia.
Lucas riu, provavelmente pensou que fora uma piada.  Entretanto pareceu perceber que não era ao ver a seriedade no rosto de Emily.
Quando ela ia explicar melhor o que estava havendo, três garotas apareceram.  Elas deveriam ser trigêmeas, pois as semelhanças iam dos fios de cabelos pretos até a ponta dos pés vestidos com a mesma sandália.  Tinham uma pele extremamente pálida e um corpo revestido de curvas que as faziam sensuais.  O estranho fora que Berkeley era uma cidade pequena e todos se conheciam.  Contudo, Emily tinha certeza de que nunca as tinha visto.
—Finalmente ti encontramos, Emily— Dissera a do meio com um olhar psicótico. —Viajamos de Utah para cá somente para ti ver.
Emily limpou as lágrimas, não queria demonstrar que estava chorando para estranhas.
—Me procurando? —Franziu as sobrancelhas. —Por quê?
Elas sorriram maliciosamente, o que estranhamente embrulhou o estômago de Emily.  Uma sensação horrível lhe tomou por completo, arrepiando os pelos de seu braço e a sua espinha dorsal.  Algo de ruim estava para acontecer, ao menos era isso que todos os nervos de seu corpo diziam.
 A semideusa entrelaçou a sua mão na de seu namorado.
—Bom, porque deram uma ótima recompensa por você— Respondeu a garota da direita.
A visão de Emily começou a ficar turva, mudando de concepção. Ela coçou e fechou os olhos, desesperadamente. Abriu-os, via novamente direito.  Mas tinha algo errôneo, não era o cenário ou o fato de sua vida ter passado por uma brusca mudança.  Foram as garotas, elas tinham mudado completamente.
As trigêmeas não tinham mais a aparência humana e mortal, ao menos não da cintura para baixo, que se transformaram em uma perna de bode e outra de bronze.  Os seus dentes se afiaram, e suas unhas pareceram com garras.  Seus olhares mudaram de sedutores para assassinos e, em resultado a respiração de Emily fora exercida mais rápido que o normal.
A semideusa tampou um grito com a boca, não conseguia acreditar no que via.  Monstros não deveriam existir.
“Isto é um sonho e logo eu vou acordar”, pensou e fechou os olhos enquanto torcia para aquilo não ser verdade.
—Que droga! Vocês ainda estão aí! — Murmurou Emily quando abriu os olhos e percebeu que tudo estava como antes. 
Lucas a cutucou.
—Emily, que falta de educação com as garotas!— Dissera ele. O que a confundiu, pois não parecia ver a mesma coisa que ela. —Então, vocês estão perdidas?
Os monstros fizeram biquinho.
—Sim, você pode nos ajudar? — Responderam em uníssono.
Emily tentou pegar o braço de Lucas para ele não ir para perto delas, mas não conseguiu.  E em questão de segundos, a cena mudara completamente.  Duas criaturas daquelas agarraram os braços de seu namorado, que o fez gemer de dor, pois suas garras o cortavam.  O coração de Emily acelerou ao ver Lucas sofrer, quando ela ia correr para defendê-lo, a criatura que só fazia observar a agarrou.  Mobilizou os braços da semideusa e chutou o seu joelho, a fazendo cair no chão.
—Por favor, não o machuquem! — Gritou pelo tamanho desespero que sentia. — Eu vou com vocês! — Repetia várias vezes, com as lágrimas caindo dos olhos ao ver o seu amor sofrer.
—Não, você vai ver o seu namorado morrer e depois vai conosco— Dizia a criatura em seu ouvido ao se deliciar com o seu sofrimento.
As duas criaturas morderam o pescoço de Lucas.  Ele gritou e gemeu de dor enquanto seus pés se debatiam no chão e seus olhos se fechavam.  Emily tentou fugir dos braços do monstro, mas só a fez segurá-la com mais intensidade.  Nunca se sentiu tão impotente, como se não tivesse nada que pudesse fazer, somente observava a vida se esvaindo do corpo inerte de Lucas, enquanto chorava sem parar sabendo que tudo aquilo fora sua culpa.
Se tivesse aceitado ir para o acampamento, ele ainda estaria vivo.  Ela nunca iria se perdoar por aquilo.
Os monstros largaram o corpo sem vida dele no asfalto e vieram em sua direção.  Emily não se importava que fosse morrer, já tinha perdido o que era de maior valor em sua vida.  Mas a sede pela vingança reviveram seus sentidos, afim de matar aqueles monstros que tiraram o seu bem mais precioso.
—Pai! — Gritou para o nada. — Me ajude por favor! — As criaturas começaram a rir. — Nunca lhe pedir nada em toda a minha vida!
Sua voz angustiada ecoava na rua sombria e solitária.
—Por favor! — O ultimo grito saiu como um sussurro por causa das lágrimas e da melancolia.
Uma gota de chuva caiu em seu ombro.  Ela olhou, com um sorriso brochando em seus lábios, para o céu, que começou a soltar trovoadas.  Em questão de segundos, várias gotas de chuvas começaram a cair como as lágrimas que saiam de seus olhos.
Emily estava sendo atendida.
Os monstros que antes a zombavam, começaram a encará-la com receio e medo.  A garota seguiu o olhar das criaturas e percebeu que uma áurea reluzente e azul a cobria, deixando-a mais forte e confiante, como se estivesse sendo carregada por uma grande energia.  Um pouco acima de sua cabeça, a áurea continha o formato de algo que seus olhos não conseguiram ter a plena concepção, poderia ser uma águia, ou talvez um raio.  O importante era que ela sabia de quem pertencia e o que significava.
“Obrigada, pai”, agradeceu mentalmente.
—Por isso queriam ela! — Gritou a criatura que antes segurava Emily. — Ela é filha de Zeus!
 Elas se entreolhavam.
—O que vamos fazer? — Perguntou a do meio para a que parecia ser a líder.
—Vamos levá-la para o mestre— Respondeu. —Precisamos da recompensa.
Emily as fitava com um olhar sombrio que cobria-lhe a face.  Pensara em várias formas de matá-las de um jeito cruel, que sentissem uma enorme dor.  A garota viu algo brilhante no asfalto pela sua visão periférica, abaixou a cabeça e viu o que parecia ser um raio e um sabre.  Agachou e pegou-os, com os olhos admirados pelas correntes elétricas que passavam por uma das armas e não a eletrocutava.
—Sentimos muito, filha de Zeus— A líder sorriu.— Mas teremos que levá-la.
A semideusa inclinou a cabeça.
—Sinto muito, mas terei de matá-las. — Estralou o dedo como se lembrasse de algo. —Espera, eu não sinto muito.
A filha de Zeus ergueu o raio e disparou duas vezes, as duas criaturas atingidas caíram no chão. E com um movimento rápido, Emily penetrou o sabre nelas, transformando-as em um pó preto.  Um sorriso maquiavélico e doente consumia a face da semideusa, e um prazer pela sua vingança matava ainda mais a sua alma.  Parecia ter se modificado, virado uma pessoa totalmente diferente.  Contudo, ninguém poderia culpá-la, numa única noite tudo o que tinha posse lhe foi tirado, sua vida fora destruída e os destroços foram à nova personalidade sombria e a sede pela justiça.
Observou de relance o último monstro que sobrara.
—Quem colocou uma recompensa por mim? — Perguntou com o raio apontado para a criatura. —Se me contar, não ti mato.
—Pode me matar— Sua voz medrosa tentava demonstrar coragem. — Pois se eu ti contar, o que vão fazer comigo será pior que a morte.
A semideusa suspirou e exerceu os mesmos golpes de antes nela, transformando-a em um pó preto.
A chuva ainda caía e o asfalto ficava molhado e propenso a acidentes.  Emily correu até o corpo sem vida de seu namorado e o envolveu com seus braços.  O corpo quente estava frio, seus olhos estavam fechados e nunca mais a fitariam.  As lágrimas não conseguiam cessar do rosto da semideusa, jurou vingança e iria cumpri-la.
A luz do poste oscilava impedindo a escuridão e, de longe a semideusa viu um garoto se aproximar.  Reconheceu o jeito estranho de andar, era Alex.
—Seus pais imaginaram que você estaria na casa de... — Engoliu a seco quando percebeu o corpo que ela abraçava. — Lucas.
Emily beijou a testa do garoto que fez algo que nenhum outro conseguiu fazer, a amar incondicionalmente.  Olhou de relance para Alex.
—Me leve para esse acampamento — Sua voz estava angustiada. — Suponho que eles me ensinem a lutar.
 
Capitulo 2: Combate.
 
—Por que eu tenho que fazer isso? — Perguntou Emily à Quíron. —Tenho andado um pouco ocupada.
Dois meses.  Esse fora o tempo que a filha de Zeus estava no acampamento, e desde que chegou, administrou a sua agenda para que passasse horas lutando e treinando.  Não passou um minuto se quer tocando violão ou compondo, pois a atividade só lhe fazia lembrar os dias que tocava e cantava para Lucas.   Queria se preparar o máximo possível, afim de encontrar e lutar com quem causou a morte de seu namorado, apesar de ter uma parcela de culpa.
Ao invés disso, fora chamada para a Casa grande.  Portanto, teria de executar uma missão.
Contudo, Emily não queria participar desta, preferia treinar e aperfeiçoar seus golpes de defesa e ataque.  Olhou para Dionísio um tanto decepcionada, sempre imaginou o deus mais belo e alegre.
—As pessoas estão assustadas por causa desse semideus que está destruindo a cidade de Nova Iorque— Dizia Quíron enquanto o deus do vinho gemia de tristeza ao olhar para um copo de água. — Olha, você só tem que contê-lo e levá-lo até Zeus, que decidirá o que fazer com o garoto.
Os olhos de Emily brilharam.  Talvez Zeus soubesse quem era o mestre que aquelas empousai — A garota aprendeu o nome dos monstros no Acampamento meio-sangue— mencionaram.
—Se você não quiser a missão, está tudo bem— Continuou o centauro. — Eu posso pedir a...
—Não! — Gritou a filha de Zeus. — Eu faço a missão!
Dionísio tirou os olhos do copo e focou-os em Emily, provavelmente estranhou a brusca mudança de idéia.
—Então vá se preparar, Miley... — Dizia ele.
—É Emily— Corrigiu.
—... Porque nesse exato momento tem pessoas correndo por toda Nova Iorque com medo! — Continuou.
Emily olhou para a porta.
—Ok, eu vou indo.
A semideusa saiu da Casa Grande e foi para o Chalé 1.  Encostou o seu all stars no chão natural totalmente diferente do urbanizado, cujo ela já se acostumara.  Já se vestia como qualquer outra garota do acampamento, com a camiseta laranja do local e um short jeans.  Seus cabelos pretos estavam presos a um rabo de cavalo, e um sabre se pendurava a um cinto em sua cintura, como se estivesse pronta para lutar a qualquer momento.
Enquanto ia até o Chalé de Zeus, se admirava com a arquitetura do local.  Não que ela fosse uma amante de obras arquitetônicas, mas o lugar era totalmente diferente de tudo o que ela vira, não tinha nenhuma semelhança com as casas do subúrbio de Berkeley.  
Entrou no Chalé e começou a pegar tudo que lhe serviria.  Um rosto apareceu em sua mente enquanto preparava tudo, o de seu ex-namorado.
“Te amo, Lucas”, enxugou a lágrima que fugira dos olhos, temendo que alguém entrasse e a visse daquele jeito, “Acho que sempre ti amarei”.
 
&
 
A filha de Zeus sobrevoava por Nova Iorque, sobre um pégaso que pegou emprestado no estábulo do acampamento depois de ter arrumado a mochila.   Pela baixa altitude, conseguiu ver os nova-iorquinos correrem com uma expressão de pânico estampado em seus rostos.  Levou os olhos por toda região, afim de encontrar  o semideus que causava aquilo, a tentativa foi falha.
O sol ofuscante castigava suas costas e a fazia suar.  Contudo, continuou no alto para avistar o ponto daquele problema. 
Conseguiu ver o semideus.  Três quimeras o cercavam e causavam terror em Nova Iorque, cuspindo fogo e destruindo os carros que estavam estacionados na rua. 
A filha de Zeus fez o pégaso aterrissar na frente do semideus. 
O garoto tinha cabelos loiros tão curtos como o de um soldado do exercito e olhos avelã puxados como a de um nativo americano, mas as semelhanças com os mesmos se limitavam ali. Vestia uma camiseta branca colada que evidenciava os seus músculos e uma calça jeans que valorizava as suas pernas longas. Também fazia parte de suas vestes um tênis preto.
Um sorriso brochou de seus lábios ao ver Emily, como se ela fosse deixar as coisas mais interessantes.
—Veio me deter? — Perguntou, animado. —Bom, antes de tentar fazer isso, gostaria de me apresentar.  Me chamo Edward Scott.
 —Sou Emily Baker— Falou preguiçosamente. — Filha de Zeus.
Ele bateu palmas, animado.
—Zeus? Que interessante! Nunca derrotei uma filha de Zeus!
Emily estreitou os olhos, analisando-o.  Ele não parecia ser o tipo de semideus que fazia coisas erradas para se vingar de seu progenitor divino ausente, como Luke — Um semideus que Emily ouvira falar no acampamento— tinha feito.  Parecia praticar o mal por prazer, simplesmente porque tinha vontade.
—Que tal um desafio? — A filha de Zeus empunhou o Karabela. —Se você vencer, eu viro sua eterna serva.
Ele riu e extasiou-se pela idéia.
—E se eu perder? — Perguntou.
— Se você perder, mandará esse monstros pararem de perturbar os mortais e se entregará a Zeus.
Edward empunhou sua espada e observou seu reflexo nela.
—Juro pelo rio Estige que se eu perder o duelo, farei o que mandou— Um sorriso maníaco apareceu em seu rosto, talvez imaginando o que ordenaria que Emily fizesse ao se torna sua serva.
A semideusa nunca tinha ouvido alguém jurar por um rio, por isso ficou confusa.
—Juro pelo rio Estige que se eu perder,virarei sua serva— Mesmo assim jurou.
Edward andou alguns metros longe de Emily e fez uma pose de batalha, apontando a lâmina brilhante de sua espada na direção da semideusa.  Até mesmo a sua espada a intimidava, pois o cabo dela era revestido de couro que parecia facilitar no manuseio, sua lâmina bronze deveria medir setenta centímetros e sua largura cinco, os lados e a ponta eram extremamente afiados.  Definitivamente o mínimo toque na mesma iria resultar em um corte.
—3, 2, 1... — Sua postura estava impecável, em conseqüência, Emily começou a temer perder o duelo. — E que a luta comece!
O semideus desferia golpes perfeitos e ágeis sobre o Karabela, impedindo a filha de Zeus de fazer qualquer movimento ofensivo.  Suor percorria pela testa da semideusa, a medida que os movimentos do garoto se intensificavam.  Talvez ele fosse filho de Hermes, o que explicaria as suas habilidades.
Emily tentou pegar o mini raio-mestre, mas ele entrelaçou a sua espada neste e lançou-o para longe.
O coração dela acelerou e seus pulmões trabalharam mais que o necessário por causa do esforço físico. Tentou parecer confiante, mas transpirava insegurança.  Principalmente, depois que tropeçou e caiu no chão, com a lâmina de Edward quase cortando-lhe a garganta e sendo apenas impedida de fazer isso por causa da Karabela.
—Desista! — Vangloriou-se Edward.
Uma idéia lhe veio em mente.  Tinha algo que ela conseguia fazer ao se concentrar que poderia ajudá-la naquela situação.  Portanto, esvaziou a mente e tentou colocar nela pensamentos positivos.  Pensou na satisfação que teria ao ver  Zeus, o seu pai.  Apesar de toda raiva que sentia, tinha uma parte dela que desejava conhecê-lo que o perdoava pela ausência.
Sentiu a correntes elétricas passarem por seus dedos e sorriu, guiando estes ao braço do garoto enquanto a outra mão a protegia com a Karabela.   Sua mão que continha eletricidade tocou em Edward, fazendo-o soltar a arma e debater-se no chão por uns dois segundos.  Antes que ele recuperasse os sentidos, Emily colocou o seu joelho no peito dele, também pôs a Karebela em sua garganta, impedindo sua locomoção.
—Pelo visto eu venci! — Sorriu a filha de Zeus.
 
Capitulo 3: Encontro com o progenitor divino.
 
Entrou no palácio de Zeus, pasmada com tudo o que vira.  O Olimpo era ainda mais lindo que o acampamento meio-sangue, pois nele as obras arquitetônicas eram esplendorosas e elegantes, e se formava do palácio do deus dos céus pelo declive abaixo.
Mas aquilo era o de menos comparado ao que se prostrava a frente de Emily, o trono de seu pai.  E em cima dele estava o próprio, o deus dos céus.
Depois de entregar-lhe Edward, o deus quis conversar a sós com a semideusa.  E ela torcia que fosse para dizer sobre o paradeiro do mestre que as empousai falaram.
—Minha filha, fico muito feliz por ter ajudado a mim e a cidade de Nova Iorque. — Dissera o deus numa pose elegante em seu acento. — Estou muito orgulhoso de você.
Suas bochechas ficaram enrubescidas.
—Obrigada — Falou a semideusa. — Mas, quanto a noite de minha reclamação.  Suponho que saiba quem mandou aqueles monstros me matarem.
O deus inclinou a cabeça, analisando a situação.
—Sinto muito, mas não posso contar— O seu tom de voz ficou subitamente sério. —Tem que descobrir sozinha.
—Está tudo bem— Emily tentou não demonstrar a decepção na voz.
Ele desceu de seu trono e aproximou-se da garota, não tanto.
—Espero que esqueça sobre a vingança, pois ela só empobrece a alma.
Abaixou a vista, não queria esquecer tudo e simplesmente seguir em frente.  Fora a única coisa que lhe restava e lhe prendia ao passado.  Ou melhor dizendo, ao seu namorado.
—Você não vai desistir— Concluiu o deus ao ver a expressão da filha. — É determinada igual a mãe.
A garota ergueu o olhar, fora surpreendida com o comentário.
—Enfim, lhe desejo boa sorte, Emily— Falou por fim.
Cinco minutos.  Fora o tempo que durara a conversa de seu pai, ela nem se quer soube o que aconteceu com Edward.  Apesar de a conversa ter ,de certo modo, lhe dado um pouco de felicidade, a fez duvidar sobre as suas metas e algumas de sua filosofias. Não sabia mais se continuava com aquilo, pois matar quem a fez mal não iria trazer Lucas de volta.  Contudo, e se quem fez isso continuar atrás de Emily? Ela deveria acabar com sua caça e ser caçada?
Bom, ainda não decidira o que fazer.  Ainda tinha muito tempo para isso, pois sua história ainda estava sendo escrita.
  

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Observações: Armas usada: — {Thunder} / Mini Raio-Mestre [Cilindro mágico feito 1/2 de prata e cobre com dons sobre a eletrecidade. Pode lançar raios elétricos em seu oponente] {Cobre e Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre a Eletricidade/Ofensivo e Defensivo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]

— {Karabela} / Sabre [A karabela tem um punho aberto com o pomo no formato de uma cabeça de águia. Seu cabo anatômico permitia o manejo mais fácil de cortes circulares quando se luta a pé e e de cortes oscilantes quando montado no cavalo/pégaso. É feita de aço frio e seu punho é revestido com couro. Vem junto de uma bainha de couro.] {Aço e couro} (Nível Mínimo: 1) {Resistência à eletricidade} [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus]


poderes passivos e ativos; Cura elétrica (Nível 1) - Sob qualquer indício de energia elétrica¹, haverá a cura instantânea de 20HP.

Perícia com armas laminadas (Nível 1)- Filhos de Zeus são bons com espadas, as manejando com certa familiaridade. NOVO![criado por Sadie Bronwen]


Controle sobre a eletricidade de iniciante (Nível 1) - Você controla um pouco da eletricidade ambiente. Não é letal, mas pode ser útil. Em um ataque, você pode concentrar a eletricidade na palma de sua mão, na forma de uma pequena esfera. Pode ser usada em ataques corpo a corpo ou atiradas no inimigo, a uma distância curta, de até 5 m, mas não causa impacto no oponente. 1 esfera a cada 10 níveis.
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Re: Teste para filhos de Zeus [Janeiro de 2014]

Mensagem por 073-ExStaff em Dom 02 Fev 2014, 03:34

Lucas Carneiro: reprovado.
Vocês investiu pouco na descrição do seu personagem. Poderia evoluir mais nesta parte. Mas não foi só nisto que errou; sua escrita estava com má pontuação e muitos erros de ortografia, sem contar gírias que usou, como “kkkk”, “poise”, “tou”, “affs” etc.
A coerência também passou longe. Quimera é um monstro muito forte e você conseguiu fugir somente correndo. E, em seguida, matou uma Górgona – muito mal descrita – com uma facilidade tremenda, sendo apenas um novato. Personagens do livro não são usados no fórum, Lucas, fica o adendo. Então não insira-os na sua narrativa.
Os deuses não aceitam qualquer um no Olimpo, e você foi lá só para passear, sem qualquer objetivo. Ficou incoerente.

Dante Livton Lravingne: reprovado.
Da narrativa em si, má pontuação, com períodos muito longos, erros na concordância verbal e sentenças estranhas – “[...] senti-me traído e raivo [...]”, “[...] mas não era que é verdade?”.
Matar três Fúrias foi muito forçado, Dante. Nem mesmo um semideus experientes sobreviveria. E você, nem no Acampamento ainda, conseguiu derrotá-las – e usando poderes de forma incorreta. E logo depois o minotauro. Você é um novato, teria dificuldades com uma dracaena. Não saia por aí achando que pode enfrentar qualquer monstro.

Emily Baker: reclamada!
Uma boa ficha, Emily. Você narra de um jeito que conseguiu me prender à história, mas comete alguns deslizes que serão corrigidos com o tempo. Separarei em alguns pontos a seguir.
Você quebra muitas frases usando o ponto final, quando o certo seria uma vírgula. Por exemplo: “E, então, Emily acorda.  Percebendo que aquilo que temia não era um pesadelo [...]”. "Num" é "em um", e você usa com o sentido de "não". Isso é errado. Colocou "se quer" com o sentido de "sequer"; "ti" no lugar do pronome oblíquo "te". E alguns erros bobos, como palavras sem acentuação e outras com letra minúscula – "hécate".
Uma empousa já é muito difícil de matar, ainda mais para uma novata. Três seria praticamente impossível, e você o fez com enorme facilidade. Tome cuidado com muita incoerência porque pode ser morta em missões. Outro ponto de incoerência foram as quimeras. Elas são extremamente perigosas e violentas, e não seriam domadas por um semideus a ponto de seguir ordens. Tome cuidado.

~Att
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Re: Teste para filhos de Zeus [Janeiro de 2014]

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