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Atividade extra: Hipismo

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Atividade extra: Hipismo

Mensagem por ♦ Eos em Sex 14 Fev 2014, 23:21





- - - - - - - - - - - - - - - - - Hipismo


Spoiler:

O local é amplo, com várias pistas divididas de acordo com a atividade. Todas possuem um cercado branco, relativamente alto, para evitar a fuga dos cavalos, apesar que a maioria dos animais possuem um bom temperamento.

Pistas iniciais:
Feitas para quem está iniciando, são apenas um grande espaço oval, mais voltado para o ensino das ações básicas, como colocar e verificar os equipamentos, montar e a cavalgada, do passo leve ao trote.

Pistas de salto: Este percursos possui obstáculos de alturas variadas, para o treino de salto. A altura dos obstáculos e sua frequência variam com o nível de experiência, e é ajustável - apenas a base é fixa, mas os níveis de  altura das cancelas podem ser regulados.

Pistas de tambor: O espaço é semelhante ao das pistas iniciais, mas com tambores diversos posicionados. O objetivo é fazer o percurso e suas curvas no menor período de tempo. Também pode ser usado apenas para treinar curvas, nesse caso adotando um ritmo de cavalgada mais leve.

Pistas mistas: Misturam obstáculos de salto e tambores, mas são indicados apenas para cavaleiros mais experientes.

As pistas comuns podem ser usados por pégasos, no caso dos treinos iniciais. Contudo, também há um espaço exclusivo a eles, mas com atividades adaptadas - no caso, estruturas de sustentação para tambores e postes finos, com bandeirolas, que devem ser apanhadas pelo cavaleiro, em treinos de equilíbrio e manobras, ou estruturas com objetos móveis, para treinos onde a velocidade da reação e estabilidade afetem as ações, e uma área de uso exclusivo para treino de pouso.

Os instrutores estão sempre presentes: Louise, uma filha de Afrodite, e John, filho de Íris, além de outros instrutores voluntários, mas que auxiliam no básico.

- - - - - - - - - - - Observações


A descrição aqui visa dar uma base interpretativa na hora de descrever a realização do trabalho;

NPCs podem ser utilizados livremente e outros semideuses além do instrutor também podem frequentar livremente o local - apenas seja coerente;

A postagem no hipismo rende apenas xp, seguindo o sistema de avaliação da arena. Pode-se postar uma vez por atualização.

Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo se adequa ao disposto.


Créditos aos idealizadores do local e antigos deuses do PJBR. Novas descrições criadas por mim.





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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Daniel H. Shadow em Sab 15 Fev 2014, 00:43

Pocotó!


O Sol estava reinando no Acampamento naquele dia, vários campistas estavam na praia, jogando vôlei e alguns até jogando xadrez. Eu estava explorando novamente o Acampamento e me deparei com um cheiro horrível, era estrume e se meu olfato não se engana era de cavalo. E sim. Chego em um lugar onde vários campistas estavam correndo em diversos cavalos, e... Aquilo era um Pégaso? Sim! Alguns campistas trotavam em pégasos eu sempre gostei dessa atividade, qual era o nome mesmo? Aé, Hipismo. Nunca tive a oportunidade de praticá-la, e parece que esse era o momento certo para começar. Tem no total quatro “circuitos”, um fácil, e outros mais difíceis. Dois adolescentes maiores do que eu conversavam sobre os cavalos.

-É eu sei, Louise, mas se ele continuar daquele jeito ele vai cair de cara no chão.- Disse o garoto.

-John, eu não me IMPORTO se ele caia ou não, você sabe que eu estou aqui porque tenho que ganhar uns dracmas, odeio essas coisas! – Diz Louise.

-É com licença, eu gostaria de começar a andar de cavalo, você pode me ajudar? – Eu me dirijo ao homem, John, que parecia mais calmo.

-Opa! É claro, vou preparar um cavalo pra você, se é a sua primeira vez, recomendo a ir na Pista Inicial. – Ele diz com uma boa vontade para mim enquanto a garota, Louise, revira os olhos.

Então John bota a cela em um cavalo de cor caramelo para mim. Ele me ajuda a subir e vou trotando até a pista Inicial.
-Então... vamos lá pangaré! – Eu falo para o... cavalo.

Eu começo andando devagar com o cavalo no meio da Pista, e vamos indo cada vez mais rápido. Nós trotamos em uma velocidade mediana por um bom tempo pela pista, e era... Sensacional. A sensação do vento batendo na minha cara, o cavalo correndo, e tudo, era magnífica. Então nós continuamos no mesmo ritmo, até que eu me perco em meus pensamentos e por um momento imaginei eu voando em um Pégaso sobrevoando a cidade de Nova York com uma espada na mão. Até que eu sou acordado de meu transe por uma voz masculina que grita, simplesmente: “CUIDADO!”, era John. E quando percebo, estou numa velocidade MUITO alta em direção a uma cerca. Puxo as rédeas o mais rápido possível, e então o cavalo relincha e empina, o que me faz cair de cima dele.  Caio no chão e por um breve momento fico atordoado, até que John e Louise e mais outro garoto mais ou menos da minha idade vem me socorrer. Louise pega o cavalo e leva-o para o estábulo resmungando. John e o garoto vêm até mim.

-É melhor tomar um pouco de mais cuidado na próxima vez em haha! – Diz John me ajudando a levantar. – Se você quiser ele pode te dar umas aulas, ele é ótimo em Hipismo! – Ele diz apontando ao garoto que fica corado.

- Eu adoraria. – Eu digo forçando um sorriso, ser simpático não é muito o meu forte. – Nos vemos semana que vem?

-Com certeza! – John e o garoto falam em coro.

Vou me afastando do Hipismo constrangido, como que eu poderia ser tão idiota de sonhar enquanto estou andando a cavalo?

♦ the white swan ♦ ♦ the white swan ♦ @ cg Modificações feitas por: Daniel H. Shadow
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Niklaus C. Schaefer em Dom 16 Fev 2014, 20:03

Manobras Radicais


Era mais uma bela obra de minha mãe, elevando-se sob o horizonte. Eu levantei da grama e fui saindo do local d'onde observava o alvorecer, toda manhã. Era um lugarzinho bem alto no morro, onde eu me escorava numa árvore e deitava sobre a relva. Enquanto descia o monte ia imaginado o que faria naquele dia, acabara de chegar de uma missão e por isso queria algo mais light para fazer. Decidi então, rever meu amigo alado Nick praticando um pouco de hipismo.
No campo, eu dirigi-me direto a área dos pégasos. Logo encontrei um pontinho negro em meio aos cavalos brancos e castanhos, ele veio correndo em minha direção, quase me atropelando quando chegou.
- Eai Nick. - falei sorrindo, mesmo sabendo que ele não podia realmente me entender.
Ele relinchou demostrando alegria, já fazia um bom tempo desde que fora lhe ver pela última vez. Então, ele girou mostrando-me seu dorso, ansioso para que eu o montasse logo.
- Sentiu saudades foi?
Ele apenas relinchou mais uma vez como sempre. Eu apoiei-me em seu pescoço e pulei tentando me equilibra em cima dele. Nick esperou pacientemente eu me apoiar e assim que segurei sua crina ele começou a trotar um pouco, logo depois correndo e abrindo suas asas. "Fap" foi o barulho de suas asas contra o vento, uma vez, mas não foi o suficiente ainda. "Fap" o impacto foi mais forte, quase me desequilibrava, segurei firme aguardando o próximo. Uma vez bem forte e outra bem rápida, isso foi o bastante, planou a um metro do chão e então bateu mais rápido as asas, pegando altitude. O vento corria rápido, balançando meus cabelos (incomuns por causa de sua coloração branca). Vi algumas bandeiras balançando presas a alguns postes, havia alguns campistas voavam em volta deles, tentando pegar as bandeiras enquanto faziam manobras no ar. Parece divertido pensei. Ordenei Nick a aproximar-se de uma, era amarela, minha cor preferida. Dei algumas voltas e passei a mão na bandeira.
- Lecal. - falei erroneamente e sorri.
Dei meia volta, tomando distancia e mandei Nick voar em direção ao post.
- Mais rápido! - aticei meu pégaso, que voou mais ligeiro ainda. -
Pega, pega, pega.
Eu estava rápido demais, passei de lado da bandeira, porém longe demais para alcança-la. Dei meia volta e fui novamente, mais uma vez longe demais. Olhei para a bandeirinha e respirei fundo, não queria acabar batendo nela, por isso não estava acertando a medida para alcançar. Já sei! Abri um sorriso largo de excitação e comecei a correr de volta para a bandeira. Dessa vez você é minha pensei alto. (Eu tava mesmo falando com uma bandeira?) Subi um pouco ficando mais alto que as bandeiras.
- Aquilo que a gente tava treinando Nick. - dei umas tapinhas em seu pescoço, esperando que ele me entendesse.
A adrenalina começou a subir nas minhas veias. Atividade light? Eu devia imaginar que era inquieto demais para isso. Assim que ia passando por cima da bandeira, eu puxei os pelos de Nick (talvez um pouco forte demais) para o lado. Ele logo fechou uma das asas e bateu forte a outra, fechando também logo em seguida. Nós giramos feitos pião no ar, eu estirei a mão e finalmente consegui agarrar a bandeira, puxando-a com força e balançando no ar. Tinha conseguido, finalmente, e com muito estilo ainda por cima. Vi Steve, meu colega, me olhando embaixo, abismado. Ordenei a Nick que pousasse perto dele e fui me vangloriar. Depois disso não voei mais, ainda estava um pouco cansado da missão e já tinha tido emoção suficiente por um dia. Levei Nick para beber um pouco de água e depois dirigi-me a meu chalé para tomar um bom banho.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por 073-ExStaff em Seg 17 Fev 2014, 19:04

Daniel H. Shadow

• Coerência (30/50)
• Coesão, estrutura e fluidez (15/25)
• Objetividade e adequação à proposta (10/15)
• Ortografia e organização (7/10)

A repetição de palavras esteve presente, mas o que mais prejudicou foi a mudança de tempo verbal. E "Hipismo" não é um substantivo próprio, então sem letra maiúscula. Você poderia ter desenvolvido mais o enredo, ficou muito curtinho. Invista nos detalhes na próxima, tudo bem?

Total: 62 xps.


Ícaro Newerland

• Coerência (25/50)
• Coesão, estrutura e fluidez (20/25)
• Objetividade e adequação à proposta (15/15)
• Ortografia e organização (10/10)

“Eu apoiei-me em seu pescoço e pulei tentando me equilibra em cima dele.” Erro de conjugação verbal. Além disso, houve muitas repetições de palavras e certa incoerência. Não foi citada nenhuma cela ou equipamento que o mantivesse bem seguro em cima do pégaso. Assim, girar no ar como fez é algo bem surreal. Sem contar que segurar a crina do animal pode machucar, e ele não ficaria quietinho por isso.

Total: 70 xps.

Atualizados.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Nathan Greene McOnely em Sex 21 Fev 2014, 12:11

Hipismo
Oh shit!



Acampamento Meio-Sangue, um local em Long Island – New York designado para seres mitológicos como: Sátiros, Centauros, Ninfas, Dríades e Semi-Deuses. Eu, Nathan Greene McOnely conheci esse novo mundo antigo há pouco tempo, ainda estava me acostumando a esse universo mítico e tão estranho.

Um dia após minha chegada no acampamento já me sentia desolado, meu único amigo Ned Schneebly havia sido designado para uma missão entre Sátiros e Dríades, logicamente não estava disponível para me mostrar o acampamento, então, tive que me aventurar sozinho.

Comecei minha aventura no chalé de Melinoe, arrumei minhas roupas e acessórios no baú — Um baú que ficava na frente de todas as camas do chalé, um local reservado no meio da "bagunça" — Poucas pessoas estavam lá, uma garota lendo um livro e um rapaz dormindo, mesmo sendo à tarde. Coloquei meu calção preto; minha blusa grande e vermelha com a máscara do Darth Vader estampada junto e por fim meu tênis Kicks vermelho, que sempre me acompanha. Após terminar de me arrumar tentei me despedir de todos antes de sair na esperança de alguém me corresponder, mas claro, foi um fracasso, filhos de Melinoe são muito depressivos.

Após sair do chalé comecei a caminhar sem rumo, com as mãos no bolso e a cabeça baixa. Por onde passava eu observava os meios-sangues, alguns formandos grupos sociais e outros se isolando dos tais grupos. Alguns lugares marcaram minha caminhada, sendo eles: Refeitório, Biblioteca e o Anfiteatro. Perto da Biblioteca avistei uma curta estrada de terra, por curiosidade eu comecei a segui-la e ver aonde me levaria. Com pouco tempo de caminhada já pude avistar uma extensa cerca de madeira a minha esquerd, que guardava um grande espaço de terra batida, apenas uma casinha. logo a frente, ficava entre o espaço e a estrada, talvez pudesse ser entrada. Certamente caminhei para lá.

- Alguém? — Disse encostado no muro ao lado da porta, na esperança de ser respondido.

A entrada era vazia, uma pequena residência sem porta e com um muro de tijolos branco. Dentro do local era uma bagunça: Muita palha no chão, sacos e sacos de ração rasgados por todo lado e folhas de papel jogada pelo chão. Fiquei extremamente confuso ao ver aquilo, o que poderia ser? Um ataque? Uma brincadeira dos filhos de Hermes? Ou simplesmente falta de organização? Eu realmente não sabia, então, adentrei desviando dos empecilhos até chegar em uma porta que dava no extenso campo.

- Segura ele John! — Uma garota gritava desesperada.
- Eu estou tentando! Estou tentando!

Quando vi a cena fiquei mais confuso ainda. Um rapaz alto, moreno, de cabelos grandes e pretos estava tentando parar um cavalo puxando sua rédea, uma garota extremamente bela e ruiva estava de longe dando ordens, ela parecia ser mandona. O rapaz olhou diretamente nos olhos do eqüino e ele quietou e se curvou.

- Minha nossa... — Sussurrei ao ver tamanha habilidade de doma.

Caminhei em direção a garota, ela estava muito atenta as ações do moreno e não percebia minha aproximação, em pouco tempo cheguei perto dela, fiquei dois passos atrás e observei o belo corpo da jovem.

- Bacana... —Sussurrei novamente ao observar o corpo escultural da bela garota.

Ela ouviu meu comentário e retirou sua adaga de sei lá onde, apontou para o meu pescoço e me fez esticar a cabeça para cima, recuando.

- Como assim você chega do nada? É alguma pegadinha? Filho de Hermes? — A expressão de ódio era explicita em sua face.
- Não... Não sou filho de Hermes! Sou filho de Melinoe! — Abaixei o colarinho da minha blusa e mostrei o meu colar que foi um presente de reclamação. — Vê? Melinoe não Hermes!

O olhar maligno e agressivo dela desapareceu, o foco em cortar minha garganta também sumiu, ela abaixava a adaga rapidamente enquanto o garoto levava o cavalo para o estábulo.

- Por Zeus me perdoe! — Ela embainhou a arma e passou a mão no cabelo, tirando a franja ruiva e jogando para trás.

São tantas pessoas nesse acampamento, alguns só vêm aqui para fazer brincadeiras idiotas, realmente me desculpe.

- Eu entendo, não foi nada, está tudo bem — Sorri acanhado colocando a mão esquerda na nuca.

Não foi nada? Como assim eu disse isso? Ela colocou uma adaga na minha garganta! Que tipo de pessoa tenta parar uma possível brincadeira colocando uma adaga na garganta da outra?! Eu estava tão irado e com medo e não podia demonstrar isso, vai que ela resolve me matar.

- Você tem que controlar sua raiva, Louise! — Gritou o domador colocando o cavalo no estábulo.
- Eu não tenho que controlar minha raiva! Você tem que controlar sua raiva, John! — Respondeu de um jeito amoroso, logo em seguida pegando uma prancheta de madeira em cima de um banquinho perto de nós e então avaliando algo que eu não sabia o que era. – Então...
- Nathan. Nathan Greene McOnely.
- Sou Louise Blackhearth, filha de Afrodite. Então Nathan, o que veio fazer aqui? — A garota falava e ao mesmo tempo avaliava meu corpo.
- Eu não tinha nada para fazer então comecei a andar pelo acampamento, fiquei curioso ao ver este lugar então caminhei para cá, bom, aqui estamos.

O tal John chegou sem ninguém ver, mexeu no cabelo da Louise – O quê a faz ficar vermelha — e estendeu a mão para mim.

- John Eastwood, Íris. Ao seu dispor meu nobre Nathan!
- Nathan Greene McOnely, filho de Melinoe.
- Então Nathan... Já que está sem nada para fazer que tal um pouco de Hipismo?  — Louise disse ainda vermelha.
- Vamos lá, o que de mal pode acontecer?

Aquelas foram às palavras que saíram da minha boca, mas não foram as mesmas que eu pensei, se o domador estava com dificuldade de domar um cavalo imagine eu tentar fazer a mesma coisa. Enquanto nós três caminhávamos para o estábulo, Louise escrevia coisas em sua prancheta e John observava a garota.

- É...  John?
-Sim? — Ele respondeu surpreso virando a sua face para mim.
- Me diga sobre aquele cavalo, porquê ele é tão agressivo?
- O Master Chief? Ele é meio nervoso, não sei exatamente o motivo de tanta rebeldia.
- Master Chief?— Perguntei curioso.
- É de um jogo, os filhos de Hermes vivem falando sobre ele, daí quis dar o nome ao cavalo.

Para mim foi meio banal a escolha do nome, mas isso não importa, só pelo fato do cavalo obter o mesmo nome do herói de um dos meus jogos preferidos criei uma pequena vontade de montá-lo, mesmo sabendo dos riscos.

- John, prepare a Strawberry para o Nathan, eu vou checar os equipamentos — A ruiva dizia finalmente tirando sua atenção da prancheta.
- O.K! — Respondeu o fortão caminhando para o tal cavalo.
- Não! — Falei rudemente sem querer — Eu quero montar o Master Chief!

A filha de Afrodite riu insanamente e o filho de Íris também não segurou sua risada, o garoto colocou a mão em meu ombro e parando de rir para não me deixar mais confuso.

- Amigo, não tente montar o Chief, Nem mesmo eu consigo tal proeza.

Aceitei aquilo como um desafio, no começo eu só estava a fim de montar por causa do nome, mas agora eu só quero impressionar aqueles dois, independente das conseqüências. Minha expressão era de ansiedade e de raiva ao mesmo tempo, comecei a caminhar em direção ao cavalo selvagem, com um pouco de medo.

- Você vai se machucar e o Senhor D. vai colocar a culpa em mim — Disse Louise.

- Nathan... Nate, não vá cara, você realmente vai se machucar — O filho de Íris implorava para que eu re-pensasse, eu até poderia, mas agora era uma questão de honra.

- Vamos logo com isso.

- John... Deixe, eu quero ver até onde esse garoto vai — Disse sadicamente a ruiva.

O rapaz me levou até o estábulo, pediu para que eu esperasse enquanto ele colocava os equipamentos padrões no cavalo, fiquei sentado em um murinho que separava o estábulo e a área para montaria, eu estava com um frio extremo no estômago. Louise, a filha de Afrodite, me observava de longe com sua prancheta na mão e seu sorriso sádico no rosto.

- Ele está pronto, mas e enquanto a você Nate?
- Cara, eu estou morrendo de medo e ansiedade, porém, eu preciso montar nesse cavalo!
- Você é um tanto louco, sabia?
- Sabia.

Me atrevi a montar sem instruções, coloquei o pé direito no apoio da sela e segurando nas fivelas tomei impulso e ajeitei o pé esquerdo no outro apoio.

- Foi fácil — Murmurei arrogantemente enquanto segurava o rabo do cavalo.

O especialista em cavalos começou a rir de mim, e Louise? Louise até caiu no banco onde estava sentada. Eu definitivamente não estava certo, só pelo fato de estar segurando o rabo do cavalo  - Que estava manso e isso muito me amedrontava – O cavalo relinchou e empinou, automaticamente me jogando de cara no chão, sorte minha que caí com os antebraços protegendo o rosto.

- Meu Zeus, você está bem? — Disse John me levantando do chão.

- Mais ou menos — Falei enquanto me levantava. - Aquele cavalo riu de mim ou é impressão minha?

Eu não havia me machucado muito, apenas ralei os antebraços e estava com uma pequena falta de ar, meu nervosismo e medo dobraram.

- É... Bem, eu acho que...

- Boa sorte na próxima, senhor Zorro! — Gritou Louise rindo sem parar.

Me levantei irado, fui até o cavalo e olhei bem em seus grandes olhos marrons.

- Qual é cavalo?! Você não vai com a minha cara? — Sussurrei para o eqüino.

Ele relinchou baixinho e então colocou seu focinho em meu tórax, como se quisesse pedir desculpas.

- Ei, John! Olha isso!

Eu estava me sentido um rei. Pensei que havia domado o cavalo mais selvagem do estábulo, porém, o cavalo me empurrou com seu focinho, caí em cima do feno que estava atrás de mim.; Deveria seria a comida dele.

- O que eu te disse? Absolutamente ninguém doma o Chief

- Ei, Nathan! Na próxima tenta fazer um “Z” no cavalo para ver se ela colabora! — Gritou à sádica enquanto rolava no chão de tanto rir.

Bom, eu meio que merecia o que estava acontecendo, onde já se viu um novato querer montar o cavalo mais difícil do estábulo? Só na minha cabeça mesmo, achei que pelo fato de ele se chamar “Master Chief” seria fácil, bom, já vimos o resultado.

- Tá de sacanagem?

- Vem cá, deixa eu te ajudar — John estendia sua mão para mim.

- Tá, mas não facilite muito as coisas.

Ele se aproximou do eqüino calmamente, acariciou o cavalo até acalmá-lo e então segurou na sela.

- Esta é a sela, aqui onde você vai ficar sentado. — Ele continuou acariciando o cavalo até pegar na rédea.  – E essa é a rédea, você vai puxá-la para fazê-lo parar ou simplesmente direciona-lo aonde você quiser.

Bom, eu acho que já sabia algumas coisas que ele estava dizendo, mas mesmo assim continuei ouvindo atentamente as dicas do especialista.

- Bom, seja carinhoso com o animal e ele retribuirá em dobro.

-  Acho que eu entendi.

Agora Louise estava quieta, atenta a qualquer movimento que eu fizesse e sempre escrevendo em sua prancheta.

- Bom eu ainda acho que você não está totalmente pronto para montar...

- John! Eu não vou mudar de idéia.

- O.K! Mas eu não ensinei nem a metade do...

- John!

- Tá legal, eu vou distrair o garotão aqui enquanto você monta, tudo bem?

-  Certo!  — Disse confiante.

Eu estava mais confiante do que com medo, então, apenas me concentrei em sair vivo dali. John distraiu o cavalo olhando em seus olhos enquanto eu tentava subir, ele fez um gesto com a mão para que eu montasse do lado certo e não repetisse o erro, e dessa vez foi bem sucedido, eu estava montando o Master Chief.

- Parabéns! Agora você só precisa bater seus pés na lateral dele, mas não muito forte!

-   Entendi — Disse me ajeitando e segurando a rédea.

Em cima do cavalo era outro nível. Eu estava com medo, porém feliz, era como se eu fosse o mestre e aquele eqüino selvagem fosse o servo.  Bati meus pés sutilmente na lateral do animal, ele começou a andar lentamente em direção ao espaço oval destinado a montaria.

- Não vai durar nem dez segundos — Sussurrou a ruiva.

- É isso ai, você está indo bem! — Gritou animado o filho de Íris.

O cavalo só andou alguns passos para o local de montaria e então ficou totalmente parado.

- Como assim? Ele vai parar agora?!

- Tenta bater seus pés de novo — Gritou John.

Comecei a bater meus pés na lateral do animal e ele não correspondia, eu batia cada vez mais forte e mesmo assim nada.

- Vamos cavalo! Vamos logo! — Eu disse agora parando de “dar a partida”.

Ele relinchou e então disparou, um solavanco me jogou para trás, porém eu me agarrei à rédea e firmei meus pés na sela. O cavalo percorreu o  local oval rapidamente, pulando e cavalgando em ziguezague para obviamente me derrubar. Todos meus órgãos internos estavam pulando e chacoalhando; Minha virilha estava sofrendo mais e meu cabelo estava ameaçando pular de tanta velocidade.

- Puxe a rédea! A rédea! —Gritou John correndo para parar o animal.

- Ajuda... Ajuda ele John! — Louise estava tentando me ajudar, mas não conseguia segurar suas risadas.

Puxei a rédea com tanta força que o cavalo parou na hora, mesmo estando preso a cela a parada brusca gerou um impulso tão forte que me fez largar a rédea e voar para frente, caindo deitado no chão de terra batida.

- Você está bem Nate? — John dizia estendendo a mão novamente, já estava se tornando normal aquele cara me levantar.

- Nathan! — Louise gritava desesperada enquanto corria em minha direção. — Você... Você está bem?

- Estou bem — Disse aceitando a ajuda do filho de Íris e me levantando, senti uma fisgada nas costas.

Ele me ajudou a caminhar até um banquinho perto do local de treino, me sentei curvado devida uma dor nas costas e uma pequena falta de ar.

- Hoje basta de hipismo para você, Nate — A expressão de John era de pura preocupação.

- Natha...  Nate tem certeza que você está bem? — Louise também estava muito preocupada.

Por serem a autoridade no Hipismo, qualquer problema que acontecesse seria culpa de dois, porém, já que foi eu que quis montar no cavalo mais selvagem do estábulo não iria prejudicar os dois.

- É eu estou .

John correu para parar o cavalo, foi bem sucedido, mas ele estava extremamente desapontado com um de seus animais, Louise havia sentado ao meu lado, colocou a mão em meu ombro e limpou uma poeira em meus cabelos bagunçados.

- Não nos dê esse susto novamente — Disse a garota beijando minha testa.

Eu corei, não entendi a intenção do beijo, mas como eu era muito ingênuo nem pensei em nada, apenas, fiquei com um pouco de vergonha.

- Eu acho que já vou voltar para meu chalé, descansar um pouco seria bom agora. .

- Eu te acompanho até lá! — Gritou o especialista em cavalos enquanto colocava o Master “Assassino”  Chief no estábulo.

- Não... Não precisa — Disse eu enquanto me levantava com dor .

Caminhei com uma mão nas costas e um pouco curvado, a meu ver não foi um ferimento grave mas eu não posso afirmar nada, não sou nenhum médico. Louise não tentou me parar, apenas pegou sua prancheta novamente e começou a escrever algo em uma folha diferente, John cuidava de Chief no estábulo enquanto eu me direcionava para área dos chalés. Para quem queria algo eletrizante em um dia tedioso aquilo foi bem bacana, só não gostei da dor que estava sentido, fui embora direto para enfermaria, porém,  com uma dúvida na cabeça: O que tanto Louise escrevia na prancheta?



Hipismo = Cavalo = Dor = Chalé = Tédio


Poderes & Habilidades:
None.
Armas:
None.
Off:
Master Chief é o protagonista da série de jogos Halo.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por ♦ Eos em Dom 23 Fev 2014, 11:29

Nathan - Apenas cuidado com algumas falhas de digitação,como "formandos", "esquerd", uma das falas não sinalizada,"e enquanto a você" - não seria "e quanto a você"? - e a confusão de cela/sela (com c, refere-se ao aposento; com s ao equipamento de montaria). Um ponto muito bom em seu texto foi a interação com os NPCS - realmente bem desenvolvida e envolvente. Apenas tente detalhar mais as instruções e seus movimentos na aprendizagem futuramente.

Coerência = 50 de 50
Ortografia = 9 de 10
Coesão = 25 de 25
Adequação = 12 de 15

Total = 97 xp
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Raven M. Darkwood em Dom 20 Abr 2014, 19:02

Capitulo Seis: Cavalos Por Favor!

Era minha segunda semana no acampamento, eu já me tinha me acostumado com tudo, tanto com o cheiro de morangos frescos no campo pela manhã quanto com os ruídos feitos por monstros ocultos na floresta, a qual eu nem me atrevo entrar sozinha, ao contrario dos campistas do chalé de Ares, que parecem sempre tentando se provar os mais fortes e corajosos, mas a maioria tem cérebros que não processam a palavra “estupidez”, o que é irônico pois é o que eles sempre acabam fazendo. Durante a manhã, o acampamento estava calmo, o tempo estava nublado e uma garoa de chuva pairava sobre o acampamento fazendo os campistas de Apolo ficarem com uma aparência vazia e cinzenta, e seus cabelos loiros e brilhantes agora ficam sem-luz e sem-vida. Mas para mim o tempo estava maravilhoso, nunca gostei muito de ficar exposta a luz solar ou luzes muito fortes e altas temperaturas, prefiro ficar na penumbra semi-iluminada e antigamente, sozinha, mas durante meu tempo no acampamento eu descobri que você nunca esta sozinha, apenas com a falta da companhia certa, no meu caso meus irmãos do chalé de Hécate.
Eu me levantei. Já devia ser umas sete horas ( o horário padrão dos chalés acordarem) e todos os meus irmãos ainda estavam deitados, talvez porque na noite anterior tivemos uma captura da bandeira, e estávamos muito cansados, mas como ainda sou novata eles me deixaram na área de ajuda, já que ainda estou aprendendo a usar a mágica e ainda não sou muito boa com lutas, então acho que eu era a única que não estava cansada.Eu então me dirige ate o refeitório, fiz minha oferenda de panquecas e torradas a minha mãe Hécate e fiz uma refeição rápida. Depois disso decide me juntar a alguns campistas variados que seguiam para o lado oeste do acampamento.

-Você sabe aonde vamos?- eu perguntei para um campista de Dionísio que bebia uma garrafa de suco de uva compulsivamente.

-Nós... - ele bebericou sua bebida - Vamos para o treino matinal de Hipismo e Limpeza de Estábulos.

-Posso me juntar á vocês? - eu tentei conter minha timides e minha aura sombria ao falar com ele, mas parecia impossível.

-Cla... - ele deu mais um gole em sua bebida - Claro, só espero que não tenha um nariz muito sensível- ele riu um pouco e depois deu mais dois goles no seu suco de uva.

Nós então seguimos para uma espécie de estábulos, com diferentes tipos de cavalos, alguns brancos,outros negros, uns com assas e outros sem.Eles pareciam muito carinhosos,mas também hostils, era como ver seu melhor amigo brigando com ele mesmo. O grupo que eu estava se aproximou dos cavalos. O campista de Dionísio, se dirigiu até um pegassus branco com a crina trançada com videiras de morangos. Eu entao vi que todos os campistas já tinham um cavalo especifico, apenas eu não tinha uma cavalaria. Eu entao notei um menino montado em um pegassus com pelagem em cor de caramelo, forte e alto com o cabelo liso meio colorido e uma tatuagen de arco-íris no braço me olhando do outro lado do estábulo. De repente ele se dirigiu a mim montado em seu cavalo alado.

-Oi, Eu sou John , filho de Íris, e coordenador junior dos Estábulos.Você é Raven, estou certo?- ele parecia um grande urso selvagen, mas era gentil,calmo e tinha um tom muito amigável na voz.

-Sim, sou Raven Darkwwood – eu tente conter minha timedez, mas depois de um tempo com as pessoas eu consigo falar normalmente - Filha de Hécate, e iniciante nos estábulos- eu soltei um pequeno sorriso e logo John soltou uma gargalhada super sônica.

-Tudo bem, bom vamos começar pelo inicio- ele apontou para as divisoes onde ficavam os cavalos- Primeiro quero que fique parada exatamente aqui, e feche os olho.

-Okay- enquanto eu fechava os olhos vi John abrindo as celas e soltando os cavalos.Alguns deles eram calmos e apenas ficaram parados, já outros ficavam correndo e relinchando uns com os outros, como se dizesem “Hey, eu sou melhor que você pocotó”

-Temos 7 cavalos e 3 pegássos disponíveis para iniciantes, eles tem tento treinamento quanto você, já que chegaram apenas a três semanas, presentes de Poseidon. O que quero e que escolha um, e ele será seu companheiro de cavalgada!

-Tudo bem - abri os olhos, eu não sentia nenhuma conexão com aqueles cavalos, não era muito boa e hipismo, então era difícil para mim escolher um cavalo.Eu vi os cavalos ruivos brigando entre si , e me imaginei montada em um deles; correndo rapidamente e lutando contraoutro campista. Não eram aqueles. Então vi o cavalo perfeito, era um cavalo normal, sem assas, tinha pelagem tão negra quanto os meus cabelos, e sua crina era sedosa e solta, com algumas mechas roxas, e tinha olhos de cor cinza penetrantes. Ele era o único cavalo que estava sozinho, excluído em um lado do estábulo, sentado ao lado de uma pequena pilha de feno. Eu então me imaginei montada naquele cavalo, cavalgando levemente durante a noite, sob a luz da lua, quase invisível sobre aquela sombra negra que era aquele cavalo, seria bom ter um campanheiro assim. Então tomei minha decisão.

-Eu posso montar aquele ali?- perguntei apontando para o corcel negro isolado.

-Serio, geralmente os novos campistas escolhem pegássos, por que ela - quando ele falou “ela” fiquei ainda mais decidida a tela como amiga e companheira - Ela é inteligente, boa em desvios e saltos leves, mas não é muito rápida nem forte, então é meio inútil em uma corrida ou em uma batalha!- ele falou com um tom mais indiferente, mas ainda amigável.

-Ela parece solitária e sombria, me parece que precisa de uma amiga, e ela me lembra muito eu mesma, não importa se ela não é forte ou rápida. Então posso ficar com ela?- perguntei.

-Claro se esta é sua escolha - ele então me levou até a divisão onde a corcel estava, e me deu uma sela ( roxa com rédeas cinzas), um ramo de bluberries e me mostrou os aposentos dela- O nome dela é Zorah Darkness, mas pode chama-la de apenas de Zorah , ela gosta de comer essas blueberries, elas crescem em uma pequena arvorezinha no norte da floresta perto do rio, elas revigoram suas energias, se precisar de ajuda para achar pessa ajuda as naides, elas sempre comem essa fruta- disse John me olhando, como se me estuda-se.

-O nome dela é Zorah Darkness ?- eu perguntei com a expressao de “Como assim” enquanto acariciava a corcel, e parecia ser coresspondida – O que quer dizer?

-Bom, é uma mistura do nome grego “Zorah”, que quer dizer “Poderosa”, o que na minha opinião é uma ironia, e a palavra “Darkness”, que quer dizer “ Escuridão”, o que eu acho apropriado já que ela vem do Mundo Inferior, e era serva de Nyx- ele explicou enqquanto arrumava a sela de seu pegássos.

-Espera, esta dizendo que essa corcel veio do Mundo Inferior, e que ela “era” serva de Nyx, a deusa primordial da noite?- perguntei confusa.

-Sim, deixa eu lhe contar a historia - ele então se virou para mim - Diz a lenda que para trazer a noite e a escuridão Nyx dirige uma carruagem puxada por cavalos sombrios feitos da escuridão da noite, ela geralmente usa quatro cavalos, porém, quando criou Zorah, percebeu que ela não servia muito bem para ser sua serva, então ela a dispensou, durante uma missão um de nossos campistas a achou vagando pelo submundo tártarario e a trouxe para cá, onde foi usada por muitos campistas de Hades, mas de um tempo para cá, nenhum campista deseja ficar com ela, já que ela exala uma aura de escuridão parecida com a dos filhos de Hades ou Hécate.Por isso geralmente ela fica apenas aqui parada nas sombras esperando por um cavaleiro ou cavaleira.

-Nossa que historia triste- uma lagrima quase escorreu pelos meus olhos- Bom, eu sou filha de Hécate, a deusa da noite e da obscuridade não é? Quem sabe não é o destino.

-Talvez - John apertou minha mão e me ajudou a montar em Zorah - Bom, vamos treinar - ele disse me levando até uma espécie de cercado cheio de obstáculos, mas eu fiquei em uma área circular sem-nada, para iniciantes - Bom, vou deixar que vocês cavalguem, se precisar de qualquer coisa estarei na área de treino aqui ao lado ou no céu. Boa Sorte - ele se despediu e foi embora, me deixando sozinha, apenas com Selene.

Eu dei algumas voltas com Zorah, John tinha razão, ela não era muito rápida nem forte, mas era tão esperta e ágil quanto uma raposa. Eu não tive nenhum problema de comandar ela, na verdade desde que eu olhei para seus olhos cinzas e ela nos meus e como se tivéssemos uma conexão, talvez por ela ser uma espécie de cavalo do submundo, e eu ser filha da Guardiã do Submundo .
Ela saltava graciosamente, como se flutuasse, enquanto eu mais parecia uma gelatina, saltando de um lado para o outro, e então teve um momento em que eu quase cai, mas me segurei na crina da corcel, mas ela não pareceu gostar nada disso. Depois de algumas voltas andando em círculos decidi treinar de verdade. Cavalguei até a área com Pistas de salto e comecei a treinar. Como estava começando ajustei os obstáculos bem baixos e retirei os mais difíceis. Eu então montei em Zorah e comecei a cavalgar, no inicio era difícil, ela não estava acostumada a treinar, então estava um pouco sem pratica, mas logo ela pegou o jeito, seu saltos começaram leves com mais ou menos uns 40cm do chão, mais foram aumentando até ela conseguir saltar 1,60cm, ela era fantástica, eu não sei porque nenhum dos campistas queria ter ela como cavalaria, talvez porque ela era totalmente sombria, ou porque ela era um pouco lenta e fraca, eu não sei, mas eles são muito idiotas. Ela de repente começou a parar, e percebi que estava cansada, talvez eu tenha ido longe demais para uma primeira vez. Então eu enviei a mão na minha bolsinha( presente de reclamação de Hécate) e pequei algumas blueberries que John havia me dado e ofereci a ela, enquanto acariciava sua crina negra e selvagem. Ela era muito bonita, mas trasmitia uma espécie de escuridão de seu corpo, como se eu estivesse perto da penumbra da noite. Claro, ela nasceu das sombras da noite, entao eu não podia querer que ela fosse rosa com arco-íris, mas era como se eu estivesse perto da própria escuridão.Depois dela descansar um pouco cavalgamos mais alguns segundos e depois voltamos para os Estábulos, chegando lá deixei Zorah em seus aposentos, acariciei-a um pouco sentada ao seu lado e depois fui para meu chalé. Mas o mais incrível foi que enquanto eu saia dos estábulos, eu juro que vi a figura enevoada de uma mulher vestindo trajes negros perto de Zorah por alguns segundos, e pela sua aparência não a reconheci, mas quando eu olhei novamente ela havia desaparecido. Eu então sai devagar dos estábulos em direção ao meu chalé e juro que pude ouvir uma voz sombria sussurrando no canto do meu ouvido: “ Tome conta dela semi-deusa, ela é Especial- a voz sova forte, com ira e com um tom de “ Senão...”.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por 078 - ExStaff em Dom 20 Abr 2014, 19:36

Avaliação
Ichabod: Um bom texto, Raven, mas você ainda peca um pouco na ortografia. "Assas", por exemplo, quando o correto deveria ser "asa", e, também, esquece-se, em muitos momentos, que é obrigatório um espaço depois da pontuação. Também, por vezes você trocou as vírgulas e os pontos. Então, fique mais atenta quando escrever e revise. No mais, parabéns.

— Coerência: 45/50
— Coesão, estrutura e fluidez: 15/25
— Objetividade e adequação à proposta: 15/15
— Ortografia e organização: 05/10 

— Total: 80xp 
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Edited by H.I.M.


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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Henry Rothesay em Sex 09 Maio 2014, 13:47

Treinando com um passarinho diferente



Post #001 nos Estábulos # Manhã # treinando # vestindo a roupa descrita no texto

Notes: Já disse, treinando caraio Tagged: Sorvete de creme



O último favor que tinha feito para alguém, mais precisamente para um filho de Apolo, tinha sido algo que me fez realmente ficar orgulhoso e me sentir prestativo. Não tinham sido muitos os dias que tinha chegado ao acampamento, para mim tudo ainda era muito novo; mesmo tendo vivido a maior parte de minha vida em um monastério aonde fui treinado na arte ninja, aquele acampamento ocidental tinha muitas coisas das quais nunca tinha nem ao menos imaginado. O dia estava belo mas com bastante vento, de modo que uma leve sensação de frio e frescor invadia o corpo de todos no acampamento.

Naquela manhã, logo após eu tomar meu café da manhã; Quíron tinha me chamado em um canto, para me informar sobre um treinamento de hipismo e, mesmo eu insistindo para o centauro dizendo que eu sabia muito bem cavalgar, ele disse que seria bom para mim. Tentando não contraria-lo, já que tinha sempre se mostrado tão atencioso e preocupado com minha imersão naquele lugar, preferi ir de bom grado ao treinamento. Logo após ir até meu chalé para descansar um pouco, e colocar roupas que me agasalhassem melhor; parti em direção aos estábulos acompanhado de alguns outros campistas.

Como sempre, preferi ficar em silencio até que chegasse ao local, não que eu não soubesse falar inglês, mas não gostava tanto de manter contato com aqueles que para mim ainda eram estranhos. Logo quando nossa caminhada terminou, passando pelos belos e apetitosos campos de morango e indo até os esplendorosos estábulos, fui recebido por um par de campistas muito educados. A garota que era loira, tinha belos olhos que combinavam perfeitamente com a beleza de seu rosto; já o garoto tinha cabelos coloridos e diferentes, com olhos multicoloridos e um ar de tranquilidade.

Vendo a campista, que agora dizia ser uma das instrutoras de hipismo, discursar se apresentando e apresentando seu parceiro de trabalho; por alguns breves momentos me deixei levar pelo som de sua melodiosa voz, perdendo algumas partes do que ela falava. Cobrando de mim mesmo uma postura mais seria e focada, ouvi atentamente as instruções para aquele treinamento. – Hoje teremos um treino um pouquinho diferente pessoinhas amadas, treinaremos usando pégasus ao invés de cavalos normais. Ao ouvir a palavra “pégasus” pensei estar delirando, sabia que aquelas criaturas existiam, e que o acampamento até tinha alguns daqueles cavalos alados em seus estábulos, mas nunca tinha parado para imaginar que treinávamos montar neles.

Tentando não parecer tão surpreso, encostei meu corpo em uma das estacas, que eram usadas para prender os cavalos, a fim de tentar ficar mais confortável e prestar mais atenção. – Aqueles que já tiverem alguma experiência sobre montar esses animais, por gentileza me acompanhem, os demais vão com John. John era o nome daquele simpático instrutor, assim como Louise era o nome daquela que se dizia ser filha de Afrodite (aquilo explicava muito sobre a beleza da aparência da menina). Obedecendo a suas ordens, andei até me juntar com a turma de semideuses que fariam o treinamento com o filho de Íris.

Para meu espanto, a turma na qual eu estava era muito menor do que a turma a qual Louise treinaria; pelo visto era muito comum entre os campistas montarem naquelas criaturas. Antes que pudéssemos começar a parte pratica, o filho da deusa mensageira olhou para cada um de nós. – Antes de qualquer coisa semideuses, gostaria de passar algumas instruções para vocês. Primeiramente, vocês não devem de maneira nenhuma desrespeitar os pégasus, em geral eles são animais dóceis e não gosto que sejam maltratados. Ao dizer aquilo, os olhos do garoto por alguns segundos mudaram de cor, indo de um rosa suave para um roxo ameaçador. – Segunda coisa. Nunca devem tentar ir além dos limites impostos durante o treino, e sempre devem obedecer seu ou seus instrutores. Ninguém ali parecia discordar daquele segundo ponto, tendo um respeito tão grandioso quanto eu tinha aprendido a ter com meus mestres, para mim aquilo não seria nada mais do que o normal. – Em terceiro pessoal. Antes que eu traga os pégasus para cá, e possamos treinar um pouco; gostaria de explicar alguns cuidados especiais que devem tomar. Diferente dos cavalos normais, esses fascinantes seres alados em geral não precisam de rédeas; se forem bem conduzidos pelos seus cavaleiros, conseguem ir tranquilamente para a direção correta. Eles também não gostam de serem xingados, chutados ou obrigados a se esforçarem além do normal durante os voos. John parecia olhar diretamente nos olhos de dois garotos mais altos e fortes, provavelmente crias do deus da guerra pela aparência. – Vou busca-los agora, gostaria que me esperassem aqui e lembrem se sempre, a quebra de qualquer uma das regras é motivo mais do que plausível para que consigam zangar Quíron. Aquele ultimo comentário o garoto fez entre um sorrisinho, e foi diretamente para dentro dos estábulos.

Quando a prole de Íris voltou para perto de nós, que o esperávamos ansiosamente; ele trazia consigo vários dos mais belos cavalos alados. Os pégasus pareciam satisfeitos por poderem sair dos estábulos e quem sabe voar um pouco. – Todos vocês, façam uma fila militar em minha frente; agora começaremos a parte divertida. Obedecendo ao que o rapaz dizia, fiquei ao lado de dois garotos mais jovens do que eu; um parecia bastante nervoso e receoso, já o segundo parecia o mais animado da turma, a expressão em seu rosto era de pura alegria. – Cada um de vocês irá escolher um desses fantásticos animais para montaria, e logo após procederei com as informações básicas de como voar com eles. Eu começava a querer me animar, na China sempre tinha ouvido mitos sobre dragões e outras criaturas mágicas, voar em um daqueles cavalos alados seria fantástico!

Aproximando-me de um deles que tinha a coloração de seu pelo em uma tonalidade de creme e, crina e rabo castanhos de modo que me lembrava um sorvete (sim, vai entender minha mente); percebi que o pégasus escolhido estava bastante animado, com os olhos fixos no céu e cascos roçando a grama. Depois que todos já tinham escolhido qual dos animais seria suas montarias, Jonh nos olhava com uma expressão alegre e bastante engraçada, talvez pelo fato de um dos campistas estar reclamando que seu pégasus parece mais um pônei com asas de galinha. – Bom pessoal, muito bom. Agora prestem bastante atenção. Enquanto exigia nossa atenção, o instrutor puxou para perto de si o cavalo alado que sobrava, e erguendo sua perna direita em um arco de 180° montou em seu pégasus, não deixando de acariciar sua crina. - Tentem imitar o que acabei de fazer, não sejam apressados. Caso queiram, podem acariciar o animal antes de monta-lo, criando um vinculo montaria e cavaleiro. Aproximando-me um pouco mais de”Sorvete de creme” (sim, tive a estranha audácia de batizar aquele pégasus com esse apelido), passei minha mão em seu lombo, tentando olhar em seus olhos enquanto o acariciava. – Sabe, você parece um bom rapaz, posso monta-lo? – Obviamente o pégasus não respondeu, fazendo com que eu tivesse que tomar a decisão; então arqueando minha perna direita igual John, subi em Sorvete de creme.

A sensação era incrível, as asas do animal quase tocavam meus pés, eu podia ter tido todo o treinamento ninja do mundo, mas aquilo não e equiparava a nada, até mesmo parecia que eu deixava a seriedade um pouco de lado. Vendo a prole da deusa mensageira se aproximando com seu pégasus, o fitei esperando por mais instruções, eu ansiava por mais instruções. Logo após todos terem conseguido montar em seus animais, apesar do garoto que montava o “pônei galinha” parecer estar tendo um pouco de dificuldade; John prosseguiu com o treinamento. – Muito bem, muito bem pessoal. Agora prestem atenção, antes de alçar voo devem aprender a controlar sua montaria. Não se preocupem tanto, essas belezocas são um pouco mais inteligentes do que os cavalos normais. A montaria do garoto pareceu olhar para ele, com um olhar de advertência. – Claro, claro. Essas criaturas são muitooooo mais inteligentes do que os cavalos normais. Ele acariciava a crina do pégasus enquanto falava aquilo, notei que ele parecia um pouco sarcástico e contente, ao dizer aquilo possivelmente para inflar o ego daqueles cavalos voadores. – Voltando ao que interessa. Essas belezocas não precisam ser chicoteadas ou algo do tipo; precisam apenas que vocês indiquem para elas a direção que deseja tomar usando o peso de seus corpos. Quando queremos que nossa montaria alada vire para a esquerda, devemos fazer com que o peso de nosso corpo se concentre na direção desejada, assim como para a direita. Quando desejamos que a criatura alce voo ou aumente a velocidade, devemos concentrar o peso de nossos corpos para frente; para pousar devem sempre fazer com que o peso de seus corpos vá para baixo e para diminuir a velocidade, bem acho que já devem ter sacado o esquema não é mesmo? Ele dava um sorrisinho em nossa direção, enquanto usava seu pégasus para fazer as demonstrações. – Como uma pequena pratica, hoje vocês poderão tentar alçar voo, mas nada muito alto; devem no máximo apenas contornar a copa daquela árvore e voltar. Ele apontava para uma das árvores que estava por perto, ela parecia não ter mais do que três ou quatro metros de altura. Ao visualizar sua copa, pude ver que a outra parte da turma estava a voar; eles pareciam passar com seus pégasus por um circuito aéreo bastante interessante, desejava um dia chegar aquele nível. – Podem começar, estarei de olho em vocês.

Eu precisava tentar, precisava conseguir fazer o Sorvete de creme alçar voo. Usando o peso de meu corpo para fazer com que o cavalo alado ficasse na direção da árvore, elevei todo o meu peso para frente, enquanto acariciava os pelos de seu pescoço. Começando a correr rapidamente, o cavalo cor de creme preparava suas asas para começar a batê-la. Com toda a movimentação repentina, quase perdi o equilíbrio e cai do pégasus, precisava me concentrar mais e tomar mais cuidado. Erguendo meu peso para trás, meu companheiro de voo parou e deu meia volta, parecia um pouco decepcionado por eu não ter o deixado continuar. – Calma rapaz, calma; vamos tentar ir mais devagar. Não sabia se aquele animal podia ou não entender o que eu falava, mas não custava tentar. Voltando para a posição inicial, novamente fiz com que o peso do meu corpo fosse para frente, dessa vez tomando cuidado para não coloca-lo todo de uma vez. Sentindo as patas de Sorvete de creme começar a se movimentar juntamente com suas asas, me sentia preparado. Acariciando mais os pelos de minha montaria, e erguendo uma quantidade maior de meu peso para frente, senti o pégasus começar a trotar mais rapidamente, e bater suas asas como se fosse um passarinho gigante. Em poucos segundos estávamos voando a centímetros do chão, eu desejava mais e mais. Colocando todo meu peso para frente, vi as asas de minha montaria bater mais rapidamente, e o chão começar a ficar mais distante de meus pés. Tentando não perder o equilíbrio, usava as correntes de ar para manterem o voo agradável e seguro, de modo a evitar mudanças repentinas de direção e evitando que o pégasus ficasse desestabilizado no ar.

Antes que eu pudesse chegar até a árvore, ouvi a voz de meu monitor soar alto, ele pedia para que todos voltassem para o chão. Fazendo Sorvete de creme dar meia volta infelizmente, pois eu realmente estava adorando a sensação de sentir o vento em meu rosto; notei que um dos campistas estava deitado no chão. Ao conseguir chegar mais perto e pousar, notei que ele levava sua mão ao braço esquerdo. – Eu disse, eu disse! Viram pessoal, isso é o que pode acontecer quando vocês não respeitam sua montaria. Sabia quem era aquele menino, era o todo empolgado que tinha ficado com o “pégasus galinha”. Sendo dispensados, já que John teria que levar o garoto para a enfermaria; despedi-me de Sorvete de creme, desejando apenas uma coisa; poder repetir aquela sensação mais vezes.

Juntamente com os outros campistas, fui retornando para a ala dos chalés, a fim de poder descansar um pouco. Ao contrario  deles, não comentava o que tinha sentido ou não, preferi apenas ficar perdido em meus pensamentos; ficar com minha cabeça nas nuvens.

Poderes Éolo:
Passivos:
todos até o nível 3
Ativos:
Aerocinese Iniciante – Você pode controlar pequenas correntes de ar, derrubando assim seu inimigo.

TEMPLATE BY IAN do OOPS!
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Lina Oakwood em Ter 13 Maio 2014, 18:51


Avaliação
Vamos ver como você foi...

Li Hu Yong

Coerência (50/50):
Coesão, estrutura e fluidez (25/25):
Objetividade e adequação à proposta (15/15):
Ortografia e organização (8/10):

Ganhando, no total, 98xp

Apesar de você ter uma escrita surpreendente, Li, você ainda tem probleminhas em ortografia, especialmente na questão das vírgulas que separa vocativos das frases. Por vezes, vi que essas benditas foram esquecidas no seu texto. Além disso, algumas frases poderiam ter sido finalizadas na metade, fazendo com que o texto tivesse mais fluidez. Fora isso, vocês conseguiu descrever bem o ambiente e o treino em si. Parabéns!


Atualizado
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Para me encontrar, você precisa trazer ouro imperial. Ai, terás de descer até o fundo do mar e procurar um gigante que me conheça. Depois, suba novamente a terra e siga as direções desse Gigante. Talvez você me encontre, talvez não.

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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Lass K. Siegfried em Sab 17 Maio 2014, 12:58

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Como sempre, o indefinido seguiu sem pedir a orientação de ninguém. Apenas requiriu os equipamentos necessários para a prática do hipismo. Lass sempre praticava nas montanhas ao norte da Suécia. Comparado àquilo, um simples campo com equipamentos de segurança deveria ser um passeio no parque.

Obviamente, dificultou um pouco as coisas indo na pista mais difícil. Embora não fosse tão perigosa quanto montanhas nevadas, a pista mista oferecia algum desafio. Como era obrigatório, colocou os itens de proteção e roupas adequadas para a atividade.

Escolheu o cavalo que parecia ser o mais calmo, além de ter a altura adequada para Siegfried. Lass gostava destes porque eram parecidos com ele. Calmos e objetivos. Demonstrar anseio ou agitação acabaria por afetar o animal. Visando criar uma boa relação com o ser, ia conversando com ele enquanto ajustava a sela, entre os outros equipamentos da montaria.

Estando tudo pronto, subiu no cavalo com a firmeza e precisão de quem sabia o que estava fazendo. Aprumou o corpo, deixando o busto ereto e "largando" os braços, ombros e pernas. Após encontrar uma posição confortável, guiou o cavalo para a pista e começou a andar num ritmo mediano. Rápido o suficiente para passar pelos obstáculos, mas lento o bastante para que se acostumasse com a montaria.

Logo estava no primeiro obstáculo de salto, de apenas 50 centímetros de altura. Enrijeceu a parte inferior do corpo e curvou levemente a superior. O equino deu um salto que superava em muito o necessário. Havia mais quatro obstáculos da mesma altura, nenhum deles digno de um desafio. Então vieram os tambores. Mas com os espaçamentos entre eles, e a habilidade de manejo do indefinido, os 10 tambores foram ultrapassados em cerca de 25 segundos.

Quanto mais cavalgava, os desafios iam dificultando. A pista era longa, mas a maioria dos obstáculos iniciais só serviu para dar uma fadiga nada incomodadora para ele. Já os últimos ofereceram alguma coisa. Os espaços entre os tambores se tornaram minímos. Lass puxava as rédeas controladamente, guiando o cavalo para que passasse pelos espaços no tempo certo. Apesar de não ter tocado nos tambores, demorou mais que o esperado.

Quando chegou ao último desafio já estava visivelmente ofegante. Seis obstáculos que iam aumentando de 10 em 10 centímetros, começando com um metro, formavam a muralha entre Lass e o descanso. Orientou o cavalo a ir cada vez mais rápido, visando pegar um impulso maior. Quando estava a um metro de distância, repetiu o mesmo processo de antes, assim como o equino que dobrou os joelhos o máximo possível.

Quando estavam no ar, Lass lembrou-se momentaneamente de casa. De quando fugia do olhar vigilante de suas guardiãs para explorar as montanhas. Sim, meros obstáculos não eram nada em comparação. Um por um, foi pulando os obstáculos, quase caindo do cavalo de alívio. Parou por uns cinco minutos antes de voltar, dispensando novamente a ajuda de instrutores.

Refez a pista mais duas vezes antes de voltar para seu chalé, levando consigo a sensação de estar levando um pouco de casa.
Observação:
Peço desculpas pela falta de descrição das emoções. Acontece que o Lass não é de sentir isso. Em resumo, ele só demonstra sentimentos por pessoas que, no momento, estão a um oceano de distância. Espero que compreenda.
Lass K. Siegfried
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por 085-ExStaff em Sab 17 Maio 2014, 13:26




Ψ Avaliação Ψ




Lass K. Siegfried — Coerência 48 de 50: Lass você descreveu bem as ações do personagem, o ambiente e os obstáculos que o cavalo e o indivíduo tiveram, todavia, senti a ausência de um pouco de dificuldade (mesmo que pouca). Para mim, mesmo que seu personagem tenha já familiaridade com cavalos e hipismo acho que adicionar dificuldade sempre é recomendável para deixar a narrativa mais interessante.

Também, não gostei do fato de pular logo para as mistas, mesmo tendo familiaridade com a atividade, devido a isto, creio que pular para o nível 2 logo seria mais recomendável e menos incoerente (pelo menos ao meu ver "avaliativo").

Gostei de como criou uma certa "ligação temporária" com o cavalo, parabéns.

Como explicou o fato dos sentimentos, não retirei mais pontos. Parabéns.

Coesão, estrutura e fluidez 25 de 25: Seu texto fluiu muito bem de acordo com o meu ver, parabéns.

Objetividade e adequação à proposta 15 de 15: Cumpriu o objetivo da atividade, simples assim. Foi objetivo no texto, sem enrolação e o famoso "encher a linguiça". Parabéns.

Ortografia e organização 10  de 10: Apenas um erro ortográfico, onde não vi o porque retirar pontos. Quanto a pontuação e acentuação, continue assim.

Recompensa: 98 xp.

Atualizado por Héstia.

Atenciosamente, capiroto grego.


valeu @ carol!

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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Sab 17 Maio 2014, 17:05

Long Island. Acampamento Meio-Sangue.
Bem, cheguei ao acampamento há algumas semanas, e ainda não fui reclamado. Me disseram que alguns semideuses demoram um pouco a serem reclamados. Enquanto isso, me acomodo no chalé de Hermes, esperando algum sinal.
Já se passaram das oito horas da noite. Muitos campistas estão na arena, praticando lutas com monstros. Mas queria fazer algo diferente.
Fui em direção aos estábulos, para praticar hipismo.
Quando entro nos estábulos, alguém atrás de mim diz:
-Posso ajudá-lo?
Apesar do susto, tento mater a calma, e me viro. Vejo um garoto alto, robusto, de cabelos compridos e castanhos, e olhos azuis.
-É, acho que sim. - Respondi. - É a minha primeira vez aqui, então acho que você poderia me ajudar. Prazer, Alaric, mas pode me chamar de Rick.
-Ah, sim, prazer, John, filho de Íris. - Ele disse.
-Bem, meu pai ainda não me reclamou. - Dei um sorriso, embora fosse forçado.
-Isso é normal. Mas tudo bem, às vezes os deuses demoraram, sabe, com tantas tarefas... - John sorriu. - Mas tem algum em que se identifica?
-Aham, já me disseram isso. E, olha, eu me identifico muito com Poseidon, entende? Minha mãe sempre foi muito misteriosa com meus antepassados, mas eu tenho uma conexão com o mar... tanto que aqui estou, no estábulo, com os filhos dele. - Ergui as sombrancelhas.
-Entendo. Então, chega de conversa, e vamos aos nossos amiginhos aqui - John olhou ao redor.
Realmente, aquilo estava cheio de cavalos, unicórnios e pégasos. E era lindo.
-Então, Rick, para iniciantes, temos alguns cavalos aqui - ele apontou para um grupo que se situava à direita. - Veja qual mais se identifica.
Estava olhando os cavalos da sessão "iniciantes" (Sim, tinha uma placa escrita "Iniciantes"), quando vejo algo familiar. Um garanhão alado castanho, deitado, com os olhos tristes voltados para o céu.
-John, que tal aquele ali?
-Mas, Rick, aquilo é um pégaso. São mais difíceis de controlar do que cavalos. E se...
-Tudo bem. - O interrompi. - Mas eu gostaria de montar naquele ali.
-Interessante... aquele pégaso é o Paçoca. Poucos semideus montam nele, pois o acham "sem energia". Ele sempre está assim, cabisbaixo, o que dificulta nossas aulas de hipismo. Mas, além dele, todos os outros são tranquilos. Você tem certeza?
-Sim. - Respondi. - Aquele pégaso foi o que me trouxe até aqui. ele me ajudou, então também quero ajudá-lo.
O filho de Íris parecia surpreso com minha decisão, mas tirou o pégaso do estábulo e nos levou à algumas pistas. O animal, por sua vez, não parecia muito animado.
-Vamos lá, cara. - eu disse, tentando animá-lo.
Quando chegamos, John me ensinou a montar no pégaso, e a controlá-lo.
-Muito bem, Alaric. - Ele disse. - Para a sua segurança, chamarei Louise para acompanhá-lo.
John assoviou, e logo após, através das pistas de salto, surgiu uma jovem, com longos cabelos cacheados e negros, olhos azuis, e uma beleza impecável.
-Olá. - Ela sorriu. Seus dentes eram tão brancos, que ela poderia fazer um comercial de creme dental. - Sou Louise, filha de Afrodite.
-Oi. - Sorri de volta - Sou Alaric. Então, vamos?
-Tudo bem, só espere um segundo. -Ela desceu do unicórnio, assoviou, e então um pégaso castanho, como Paçoca, porém mais forte e mais "eneregético", apareceu. - Vamos, Chérie.
Ela montou em seu pégaso e voou. Subi em Paçoca, tentando conduzi-lo ao vôo.
-Vamos lá. - Sussurrei.
E então subimos, seguindo Louise e Chérie.
A pista aérea tinha algumas argolas e pilastras. Mas, primeiramente, voamos em círculos, no céu.
-Primeiro você tem que ter o controle sobre seu pégaso. - Disse a filha de Afrodite. - Vocês dois devem se unir, como um só. Assim conseguirão realizar qualquer tarefa. Mas chega de teorias, vamos praticar.
Conduzi o pégaso a dar algumas voltas em uma pilastra. Tudo estava indo muito bem, até que ele começou a me desobedecer. De repente, Paçoca mergulhou rumo ao solo.
-O que está fazendo? Volte! - Disse ao pégaso. Mas nada aconteceu. Estávamos nos aproximando do chão. Fiquei nervoso.
Louise olhou com cara de espanto, e rapidamente conduziu seu pégaso para perto de nós.
-Pule para cá! - Ela ordenou.
-Não! - Protestei. - Deixe isso comigo.
Encostei minha cabeça junto ao pescoço do pégaso. Eu compreendia o que ele sentia. John o disse que era desprezado, por ser diferente dos outros.
"Ei, cara. Não fica assim." Disse, em meu própio pensamento, esperando que ele me compreendesse. "Sei que há muito tempo ninguém monta em você. Mas eu estou aqui. Você me ajudou, me trouxe até aqui. Agora é minha vez de te ajudar. Então vamos, suba e detone aquele Chérie! Mostre a todos quem é o Paçoca!"
O pégaso relinchou, e então subimos novamente.
-Bom garoto! - Disse.
Ficamos um tempo no ar, demos umas voltas, acompanhados de Chérie e Louise, que estava boquiaberta. Logo após, descemos.
-Mas o que... - John também parecia surpreso.
-Bem, Louise nos disse para sermos um só. Então foi isso que aconteceu. Paçoca é um pégaso incrível!
Ele relinchou novamente.
-Mas a sintonia de vocês dois... o que foi aquilo? - Perguntou a instrutora.
-Digamos que já nos conhecemos. E, afinal, temos coisas em comum. - Sorri.
-Enfim, gente, agora já é tarde, vamos voltar aos chalés. - Disse John. - A propósito, cara, você deveria voltar aqui.
-Claro. - Afirmou Louise. - Sempre que precisar, pode me chamar, Alaric. - E ela sorriu.
-Obrigado. E pode me chamar de Rick. Bem, gente, muito obrigado pela ajuda, e obrigado Paçoca, você foi demais hoje. - Cumprimentei os instrutores, abracei o pégaso, e depois segui de volta à área dos chalés.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Niklaus C. Schaefer em Sab 17 Maio 2014, 17:50

Alaric L. Mikaelson

Coerência: 50/50
Nada gritante aqui.

Coesão, estrutura, fluidez: 10/25
Pontuação fora do lugar e falas demais deixaram seu texto com baixa fluidez e péssima estrutura.

Objetividade e adequação à proposta: 05/15
Você pecou muito nessa parte, seu texto é quase todo constituído por falas, logo você descreveu muito pouco suas ações e o treino em si.

Organização e ortografia: 05/10
Alguns erros como: “sombrancelhas. “"eneregético".

Tente aperfeiçoar suas descrições de lugares e ações, e colocar menos falas, ok?

Total: 70xp
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Sab 17 Maio 2014, 22:16

Faz alguns dias desde minha última visita aos estábulos. Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Tirando o fato de quase ter caído de alguns metros de um pégaso chamado Paçoca, realmente foi incrível.
Estava no lago, olhando as náiades, que cochichavam algo entre si e davam risadinhas após olharem para mim. Era mais uma tarde normal no acampamento, quando alguém senta ao meu lado.
-É uma bela vista. - Disse uma garota de longos cabelos cacheados e olhos azuis. - Aposto que com um cavalo a visão seria mais bela.
-Louise? - Perguntei, encarando-a. - Que surpresa mais agradável.
-Também estou feliz em revê-lo. Vamos cavalgar?
-Claro. - Levantei-me, indo com Louise, a instrutora de hipismo e filha de Afrodite, em direção aos estábulos.
Ao chegarmos, John, outro instrutor, filho de Íris, estava conduzindo um cavalo ao seu determinado lugar ao estábulo - um grande e forte cavalo negro.
-Olá, Rick! - Ele disse, correndo em minha direção. - Graças aos deuses e àquela noite, Paçoca está mais animado, porém, se recusa a sair com qualquer outro campista, exceto você e aquele sátiro, Ethan...
-Nathan. - Corrigi-o.
-Exato. - Prosseguiu John. - De qualquer maneira, os sátiros não utilizam muito os pégasos, então digamos que só resta você a montá-lo.
Fui na direção do pégaso, e ele estava mais saudável que no nosso último encontro. Seus pelos castanhos estavam mais brilhantes, e ele parecia mais forte. Não estava deitado, como estivera antes.
-Oi, amigão. - Disse ao pégaso. - Vamos dar uma volta?
Ao chegar à área simples, para um treinamento inicial, montei em Paçoca, junto com John em um unicórnio, que possuia uma tonalidade bege, clara, que me lembrava sorvete de creme, e o instrutor chamara de Jabu.
-Primeiramente, - disse John - vocês terão que percorrer a parte terrestre. É o primeiro passo.
Paçoca relinchou, como quem dissesse "Mas para quê cavalgar se posso voar?". Bem, inicialmente, eu também pensei o mesmo. Mas encorajei-o.
-Vamos lá, cara. - Prossegui. - Antes de voarmos, temos que dominar a cavalgada. É o simples. Depois voamos.
Por fim, seguimos as pistas. A simples, como o nome diz, não tinha muitos obstáculos, possuía algumas faixas e blocos, para guiar e conduzir o cavalo e o meio-sangue. Após percorrermos alguns quilômetros, John disse:
-Vamos aumentar a dificuldade. Vamos às pistas de salto. Mas, para isso, terá que usar algum cavalo ou unicórnio. Sabe, pégasos não frequentam essa atividade. - E olhou para as asas de Paçoca.
Claro, pular sobre barras com um o cavalo alado não deveria contar como desafio. A qualquer momento, Paçoca poderia simplesmente bater as asas e voar.
Saí do pégaso, e ele relinchou.
- Tudo bem. - Disse à ele. - Logo vamos voar. Porém, pistas de salto não são para você, garoto. Seu lugar é lá no alto. - Olhei para a pista aérea. - Apenas me espere.
Ele pareceu não gostar da decisão, mas Louise levou-o de volta, carinhosamente, e logo depois trouxe um cavalo branco.
-Rick, esse é Luffy. - Ela disse. - Pode montá-lo, é um ótimo cavalo, e é bem treinado.
Montei no garanhão, que parecia ter acabado de sair de um banho para cavalos. Seguimos às pistas de salto. Jabu, John, Luffy e eu.
No começo foi um pouquinho difícil, mas consegui me adaptar. "Vamos, Luffy", pensei. E, com o tempo, conseguimos nos sincronizar.
Mas minha sorte, como sempre, não durou muito. Pulamos antes da hora, e o cavalo tropeçou em uma barra, e, consequentemente, caí.
-Está tudo bem? - John se aproximou.
-Sim, estou bem. - Respondi, me levantando.
-Sabe, Rick, você evoluiu muito, para um inicante. - Dissera Louise, chegando à pista. - Mas agora vamos dar um tempo. Mais tarde voltamos, e você continua com o treino.
Todos assentimos, já que estávamos exaustos. E, acompanhando Louise e John, voltei ao lago.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Ariana R. O'Connor em Dom 18 Maio 2014, 10:41


 


Prática de Hipismo – Ariana R. O’Connor

“São tipo aqueles bichos do My Little Poney?” – Ariana O’Connor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

-Você de novo? – Resmungou Ariana para si mesma. Sim, Annie estava de volta.
Annie ajeitou os cabelos tingidos com água oxigenada e sorriu falsamente mais uma vez:
-Oi, fofinha. Obrigada por fazer alguma coisa ontem, mas você não deve ir em uma atividade e parar por ali mesmo. Porque senão...
-Queima seu filme. – Completou a semideusa filha de Hipnos.
Annie abriu ainda mais o sorriso, o que fez com que ela se aparecesse sinistramente com uma hiena em busca do jantar. Ariana, naturalmente, se sentiu o jantar. Não foi muito agradável.
-Isso mesmo. E eu seria obrigada a tomar... Providências. E dessa vez, tente escolher algo em que não tenha medo.
“Super fácil.”, pensou ironicamente a sonolenta garota.
-Você por acaso gosta muito de cavalos? – Disse a semideusa de Hermes com os olhos malandros brilhando de excitação.
---------------
-Aquela garota quer me ver morrer. – Murmurou Ariana quando viu os cavalos.
Inúmeras pessoas cavalgavam na área, algumas com cavalos comuns e ainda outras com pégasos, os tão comentados cavalos alados. Quem não os conhecia, não tivera infância, porque “Hércules”, da Disney, era um dos melhores filmes de desenho animado de todos os tempos. Mas olhando assim de perto, aqueles bichos pareciam... Quase medonhos. Só não os eram pois eram brancos e fofinhos. Mas ainda assim...
-Oi! – Disse de repente uma voz animada e feminina ao lado da menina.
Ao seu lado, estava uma bela garota. E quando digo bela, não é bela do tipo “um rostinho bonito”, é bela mesmo. Seus olhos pareciam diamantes, seus cabelos, ouro líquido, e seu corpo daria inveja a qualquer menina. Infelizmente, Ariana não estava isenta daquela inveja, mas não se sentiu intimidada. Talvez nem se quisesse, pois a menina parecia genuinamente simpática e amigável, ao contrário de Annie.
-Ah, oi. Chamo-me Ariana, vim parar aqui por um engano. Talvez seja melhor eu ir até outra atividade, não sei se me dou muito bem com cavalos.
A menina riu:
-Você não sabe? Então vamos descobrir. Não se preocupe, Ariana, os cavalos daqui são quase todos mansos e se quiser ser uma semideusa qualificada, é melhor aprender a pelo menos montar um cavalo. – Ela deu um sorriso simpático e confiante e disse com uma voz suave como mel – Chamo-me Louise. Você vai se sair bem.
Com uma recepção tão boa, a filha de Hipnos não viu opção a não ser aceitar cavalgar naqueles bichos esquisitos:
-Ok. Mas pelo amor de Zeus, pegue o cavalo mais tranquilo e a pista mais fácil.
-------------
-Poderia ter sido pior. – Resignou-se Ariana.
O cavalo (graças aos deuses não era um Pégaso) era tranquilo, e a garota o apelidou de Floquinho. Parecia um nome adequado para ele, branco como leite. Ariana quase dormiu em cima do cavalo, segurada a sela, e só não o fez, pois Louise ficava gritando incentivos do tipo “Força, garota!” ou “Cuidado, ele não gosta que você aperte muito.”, e coisas assim. Bem, foi útil ao menos.
Depois, foram colocados os equipamentos. Ariana jurava que seria mais fácil, mas era necessária toda uma vestimenta completa, colocar a sela, não apertar demais aquele bando de tralhas e tudo o mais. Mas no fim, com ajuda de Louise e de um garoto que se apresentou como John, do chalé de Íris, a meio-sangue estava pronta para a batalha contra aqueles bichos de olhos pretos e redondos.
Ariana estava numa espécie de pista oval. Havia ela e mais alguns campistas, a maioria provavelmente tão iniciante quanto ela. Por um breve momento, a moça experimentou uma sensação de liberdade. Cavalgar podia ser muito... Libertador. Era quase como um sonho, literalmente. Estar acima do mundo, montada em uma nuvem, sentindo o vento acariciar as faces.
Por algum motivo, Ariana não sentia vontade de ir mais rápido. Cavalgar tão calmamente e tranquilamente era muito mais libertador. A garota se arqueara um pouco para o lado no cavalo, sentindo uma leve brisa vinda de sabe-se lá onde. Aquilo era... Era...
Doloroso.
Não, digo, não a brisa mesmo. Dolorosa foi a queda de Ariana de Floquinho. Basicamente, após se arquear, a menina se apoiou no cavalo, apertando para não cair. Não é muito confortável ter um par de botas lhe apertando o flanco, e portanto, o equino não hesitou em se balançar violentamente. Por Ariana não estar muito segura na sela, ela acabou caindo com tudo no chão. Por sorte, ela caiu de um jeito com sorte, e nem mesmo um arranhão a garota levou.
Louise veio correndo até Ariana, e disse, enquanto ajudava a outra a se levantar:
-Ei, isso acontece todos os dias. É muito legal montar um cavalo pela primeira vez, eu sei, mas tente não apertar mais da próxima vez. Quer tentar de novo?
Ariana não estava muito propensa a tentar aquilo de novo.
-Ah, não, obrigada. Mas foi melhor do que eu pensei. Posso voltar outro dia?
John aparecera naquele momento, já que estava mais distante de Ariana que a filha de Afrodite (certamente era uma), e disse todo sorrisos:
-Você é sempre bem-vinda, Ariana.
Por um momento, John parecera mais bonito do que antes parecera. “Ah, não. Saia logo daí e mantenha distância.”, advertira a filha de Hipnos para si mesma. Se apaixonar era a última coisa que queria.
”Notas”:
–Ariana foi ao Hipismo hoje. Ela conheceu os dois instrutores, achou um bem bonitinho e relativamente, gostou da atividade. Aliás, ela adorou, só não é daquelas pessoas muito entusiasmadas.
-A garota do começo, Annie, foi citada na minha outra atividade do Acampamento, a Canoagem. Foi citada neste post.
-Ela usou a Pista Iniciante, sem obstáculos, tempo ou nada do tipo. Teve algumas lições básicas e estava cavalgando bem lentamente com “Floquinho”.
-A hora do dia foi num começo de tarde, pouco mais de uma semana após a personagem ter chegado ao Acampamento.
-As roupas utilizadas foram essas
”Poderes Utilizados:
Corpo e Mente Sadio  O filho de Hipnos dorme menos do que os outros mortais e quase sempre se sente relaxado.

 

valeu @ cács!


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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Justin Law em Dom 18 Maio 2014, 11:47

Avaliação
Alaric L. Mikaelson:
Coerência (26 de 50): Primeiro, tome cuidado com o apego do pégaso. Você pode até dizer que ele gostou de você, mas um animal do acampamento não deixaria de permitir que outros montassem nele por causa de um semideus. A queda também ficou meio incoerente. O animal e você cai, mas você não se machuca nem um pouco (Ele deveria cair em cima de você, certo? E cavalos não são leves). Em vez disso, se levanta e sai andando, sem que ninguém se preocupe com o cavalo (Se alguém cuidou dele, você não descreveu). E por último, sua amizade com os instrutores. Não é errado ficar amigo deles, contanto que não exagere. Por qual razão Louise deixaria o posto dela como instrutora somente para chamar você? E somente porque você terminou o seu treino, eles ignorariam os outros e iriam para o lago contigo? Eles tem responsabilidades, e não podem deixá-las por causa de você.

Coesão, estrutura, fluidez (10 de 25): Muitas falas, pouca descrição física, descrição emocional objetiva demais e parágrafos curtos demais. Creio que esses quatro apontamentos resumem seu texto. Tente observar outros textos para melhorar ou peça dicas a players mais experientes.

Objetividade e adequação à proposta (08 de 15): Enrolou muito para começar. O objetivo é o treinamento de suas habilidades no hipismo, mas tal parte só começa da metade para abaixo. Sem contar que foi muito resumido. As partes que você realmente narra o treino não passam nem de 5 linhas completas, pelas minhas contas.

Organização e ortografia (06 de 10): Os erros que encontrei foram quanto a colocação de vírgulas e pontos em locais errados, segue um exemplo: "que possuia uma tonalidade bege, clara, que me lembrava sorvete de creme, e o instrutor chamara de Jabu.". Por que colocar vírgula entre 'bege' e 'clara'? Sem contar que esqueceu o acento no 'i' de "possuia".
Ariana R. O'Connor:
Coerência (47 de 50): Nenhum erro gritante aqui. O pequeno desconto se deve a cair de um cavalo e levantar sem descrever nem um pequena dor ou coisa do gênero. Fora isso, você foi ótima.

Coesão, estrutura, fluidez (21 de 25): Um texto muito bom de se ler, de fato. O desconto aqui se deve, como falarei abaixo, a grande quantidade de pontos desnecessários, que mais serviu para enrolar do que entreter, na minha opinião.

Objetividade e adequação à proposta (09 de 15): Houve muita... enrolação. A parte que você realmente treina é pequena se compara ao resto do post. Eu contei quatro parágrafos de treino apenas (Levando em consideração o parágrafo onde só tem "Doloroso". Não há problemas em adicionar pontos paralelos, desde que não extrapole.

Organização e ortografia (10 de 10): Se houve, eu não notei nenhum erro. Pontuações e acentos perfeitamente colocados, parabéns.
Resultado Final

Alaric L. Mikaelson: Adicionar 50 XP
Ariana R. O'Connor: Adicionar 87 XP
Justin Law: Adicionar 20 XP pelas duas avaliações feitas

Os links para a ficha de cada player se encontra nos nomes dos mesmos.
Justin Law
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Behati Sookram em Seg 19 Maio 2014, 23:09


Cavaleira

Antes de desaparecer da minha vida, Enzo dissera para eu me preparar. Devia aprender tudo que o Acampamento Meio-Sangue oferecia. Treinamentos, equitação, canoagem e escalada. Eu assenti, obviamente. Por mais que não quisesse, deveria considerar algo dito pelo rapaz que salvou minha vida certo tempo atrás.

Tinha dias que não o via pessoalmente. Nem falava com ele. Só o lembrava em minha mente. E isso me obrigava a seguir aquelas orientações. Então, pus uma roupa simples - claro que peguei de alguma irmã, já que minhas roupas não eram simples - e dirigi-me ao âmbito do estábulo. Soubera que lá ocorria o hipismo.

Cumprimentei o carinha que devia ser o instrutor, cujo nome era John, e num rápido diálogo ele me levou até uma pista simples e oval, sem nenhum obstáculo nem nada. Um ou outro semideus estava no mesmo estado que eu: aprendendo.

John apresentou-me a sela e quase lhe dei um soco na cara. Eu sabia o que era uma sela! Mas enfim, ele me mostrou os equipamentos necessários para praticar o hipismo, e logo depois que ele me ensinou a pô-los no cavalo, eu o mandei embora. Mesmo estando na área inicial, eu não me mostraria inexperiente. Afinal, montar num cavalo não deve ser complicado. 

Sussurros agradáveis saíam da minha boca. Eu estava conversando com o cavalo. Eu não entendia seus rinchos e provavelmente ele não compreendia uma única palavra dita por mim. Mas não importava. Ele parecia calmo, e eu confiante... talvez nem tanto.

Apoiei-me na sela já presa no dorso do animal e coloquei o pé esquerdo num daqueles suportes de metal que ficam dispostos para os pés. Fiz força para subir, mas o maldito cavalo correu e eu cai de bunda no chão. O que raios havia acontecido? Não sei. Vai ver ele se assustou com alguma coisa.

Respirei fundo ao fechar os olhos, e ao abri-los me levantei. Vi John se aproximando, trazendo o cavalo de volta. Ele exibia um sorriso idiota no rosto, bastante provocativo. Seria legal se eu fizesse o cavalo dar um coice no cara. Aí eu que riria. 

Ele zombou, beleza. E eu retruquei. Mandei-o calar a boca e ir embora quando peguei as rédeas do bicho. Então, novamente, tentei subir. Desta vez eu não caí, contudo fiquei pendurada na lateral do equino enquanto ele trotava impaciente pelo campo. 

Gritei uns xingamentos ao ver John se aproximar outra vez. Eu precisava mesmo dele, só não queria deixar claro. Ele acalmou o cavalo e eu desci. Indaguei a respeito do que estava acontecendo, e ele disse-me que eu devia ser mais rápida ao subir e evitar chutar o cavalo, mesmo que sem querer. Sorri disfarçadamente, como se tivesse só testando o instrutor, e depois o enxotei. 

Agora, determinada, bufei. Última tentativa, pensei alto, segurando-me na sela. E então apoiei o pé esquerdo no suporte e impulsionei-me para cima num movimento rápido, passando a outra perna para o outro lado. Ouvi uma comemoração idiota de John e ignorei. Evitei mostrar-me contente, mas interiormente estava festejando pela conquista. Só faltava fazer o animal andar.

Peguei as rédeas com ambas as mãos e dei um toque com um dos calcanhares no flanco do cavalo, incitando-o a andar. Aí, agitei uma vez ou outra as rédeas para mantê-lo andando, e depois trotando, como John havia ensinado. Mas alguma coisa aconteceu e ele deu a louca de novo.

Relinchou alto e empinou, ficando apoiado em suas pernas traseiras. Desprevenida, não consegui me sustentar ali nem segurar nas rédeas ou na sela, e acabei caindo no chão com tudo. O baque provindo do choque das minhas costas com a grama fofa foi alto o suficiente para atrair a atenção de alguns presentes, que logo foram me socorrer. 

John foi atrás do cavalo que saiu desembestado e outros dois rapazes me carregaram para a enfermaria.

Obs:
O fato narrado neste post aconteceu antes da DIY "Asylum".
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Cain Feather em Ter 20 Maio 2014, 23:06

Zafrina Morindew

Coerência (50/50): Não houve nenhum aspecto que influenciou a retirada de pontos nesse quesito. Parabéns.

Coesão, estrutura, fluidez (24/25): O texto foi todo bem-escrito, sem nenhum erro aparente de estruturação da frase. A única coisa que soou "errada" foi a paragrafação, que com 4 ou 3 linhas deixou o texto BEM corrido. Cuidado com mais uma coisa: o table dá impressão de que o parágrafo é ainda menor, porque todos sabemos que ele reduz bastante a largura de uma linha.

Objetividade e adequação à proposta (13/15): O texto foi corrido e pouco rico em detalhes. Não parecia uma narração, sim um conto; por isso, não recebera recompensa máxima nesse quesito - O PJBR é um RPG interpretativo, e não consegui ver muita da interpretação dos pensamentos e emoções da personagem, muito menos a descrição de outros NPC's.

Organização e ortografia (10/10): Nenhum erro ortográfico. Parabéns!

Total: 96xp
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por 078 - ExStaff em Qua 21 Maio 2014, 13:32

Atualizados.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Sab 24 Maio 2014, 15:27

Era noite no Acampamento Meio-Sangue. Como sempre, não tinha muito o que fazer. Tinha acabado de sair do refeitório, e a maioria dos meio-sangues estavam indo aos seus chalés. Porém, não estava com sono. Então, decidi praticar hipismo.
Apesar de, na minha última vez, ter caído, essa era uma de minhas atividades preferidas. Louise, uma das instrutoras, dissera que fui bem (apesar da queda).
A paisagem do acampamento era linda. "Ártemis caprichou", pensei. À luz da lua, sátiros corriam atrás de dríades pela floresta, e náiades murmuravam entre si e davam risadinhas. Alguns campistas ainda estavam na arena, treinando.
Chegando à área dos estábulos e das pistas, fui ao encontro de Luffy, o garanhão branco que havia cavalgado no treino anterior. Porém, surpreendentemente, não havia ninguém ali, além dos cavalos e um sátiro que estava dormindo. John e Louise, os instrutores que tomam conta dos estábulos e ajudam nas pistas, não estavam lá. "Ah, apenas um cavalo emprestado não fará mal", pensei. Fui até Luffy e soltei-o. Porém, como minha sorte é do tamanho do amor de Afrodite, as coisas não deram muito certo.
O cavalo saiu galopando para fora dos estábulos. Rapidamente, o sátiro acordou, e correu atrás do animal.
Mas, na porta, um grande pégaso branco apareceu, com uma garota montada nele.
-Vai a algum lugar, mocinho? - Ela disse.
Um garoto apareceu ao seu lado, brandindo uma adaga.
-Calma, não iremos machucá-lo. - E ele guardou a adaga. - Quanto a você, senhor Mikaelson, é melhor nos chamar antes de pegar algum de nossos animais. Deveria ter nos esperado, já que fomos apenas ao refeitório por uns instantes. E, senhor sátiro, lhe pedimos para que cuidasse do local.
O sátiro se retirou do lugar. Meu coração disparou. Deuses, Louise e John nunca foram tão assustadores. Por serem filhos de Afrodite e Íris, respectivamente, eram totalmente ao contrário. Amigáveis, alegres. Além disso, não tinham uma aparência assustadora. Mas nesse momento, digamos que foi diferente.
"Nunca entre no estábulo sozinho". Mais uma anotação para a lista de "O Que Não Fazer No Acampamento Meio-Sangue".
-Desculpa, pessoal. - Tentei forçar um sorriso amigável.
-Tudo bem. - Disse Louise, sorrindo de volta. - Só tente não fazer isso de novo.
-Okay. - Falei. - Desculpa incomodá-los, voltarei ao chalé...
-Não. - Disse o filho de Íris. - Vamos cavalgar! Você não nos incomodou. - Ele sorriu, tentando, obviamente, esquecer o fato de que quase deixei um cavalo fugir.
Voltamos à pista de salto. Era um grande espaço com algumas barras que obviamente eram os obstáculos. As alturas destas variavam. Após percorrê-la algumas vezes com Luffy, acompanhado de John e Jabu, demos uma parada.
-Vejo que evoluiu bastante. - Ele disse.
-E rapidamente. - Complementou Louise, se aproximando de nós.
-Obrigado, mas é graças à vocês, gente. - Agradeci.
Treinei em outras pistas, até eu ficar exausto. Quando parei pela segunda vez, já eram 11 horas da noite.
Então, por final, decidi parar de vez. Me despedi de Luffy, e Paçoca, o pégaso que treinei pela primeira vez e que me trouxe ao acampamento.
-Eu sei que disse que voaríamos hoje. - Lhe disse. - Então me desculpa. Mas descanse, pois quando voltar, treinaremos muito. - E sorri, acariciando sua cabeça.
Me despedi dos instrutores, que foram aos chalés de Íris e Afrodite. E fui ao chalé de Hermes, esperando meu pai me reclamar, na fria noite de Long Island.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Haydée O. Gallagher em Dom 25 Maio 2014, 13:33


Riding horses
just to fly in thoughts

Ultimamente o lado negro de minha vida havia desaparecido, apenas pelo fato de ter deixado o passado de lado e viver no presente. Após eu ter feito algumas atividades extras, percebi que o acampamento não era somente um lugar de proteção e que ensina a lutar e a se defender, mas também que nos mostra que executando nossas tarefas, podíamos nos divertir ao mesmo tempo, assim criei um vício em fazer tarefas diárias, mesmo eu ainda não ter sido reclamada.

Os raios solares ilustrava-se por todo o acampamento, dando um gostinho de passear pelo acampamento, mesmo eu preferindo dias de chuva. A maioria dos semideuses iam na direção da praia, outros pro campo de morangos, porém eu fui na direção dos estábulos, quem sabe fazer uma atividade extra? No dia anterior fiz uma limpeza nos estábulos, apenas para ganhar dracmas e visitar os cavalos, já que pelo pequeno lugar estava com um cheiro podre e os cavalos sujos de dar dó. Resolvi praticar hipismo, seria a minha primeira vez em toda a minha vida, até porque nunca pratiquei quando morava fora do acampamento, o bom é que eu podia ter a oportunidade de praticar dentro do acampamento.

Adentrei em passos curtos no estábulo, avistando vários campistas cavalgando em cavalos e até mesmo em pégasos, divididos em várias pistas que iam dos iniciais até as mistas, porém continuei parada, apenas observando cada movimento dos campistas que cavalgavam, pela vergonha que eu sentia. Senti alguém no meu lado, então viro-me e noto que era um campista mais velho, creio eu que era um dos instrutores de hipismo.

— Olá semideusa, creio eu que essa é a sua primeira vez aqui na parte de hipismo, certo? Sou John, filho de Íris e instrutor de hipismo, nem todas as vezes sou eu que estou aqui, e sim, uma outra instrutora chamada Louise, filha de Afrodite. Enfim, vamos começar? —  cumprimentou-me, falando com entusiasmo. Não sabia se a resposta poderia ser um "sim", afinal, o medo de cair dos cavalos era um pouco angustiador, mas ao mesmo tempo tinha uma sensação de que os cavalos não iriam me deixar cair, como se eles fossem os meus "protetores.

— Sim, é a minha primeira vez aqui e me chamo Heather, meu pai é.. meu pai e minha mãe é minha mãe, será que posso começar com aquela pista ali? —  aponto para a pista inicial, sem obstáculo nenhum. O garoto assentiu, me guiando até um dos cavalos disponíveis.

— Esse é um dos melhores cavalos daqui, tenho certeza que você irá se sair bem com ele, até porque ninguém nunca caiu dele, você não será a primeira. — sorriu, colocando o cavalo em frente a pista. O instrutor apanhou alguns equipamentos necessários, como por exemplo: Capacete, joelheira e cotoveleira, luvas e botas caso acontecesse algum descuidado e caísse de cima do cavalo. O mesmo colocou os tais equipamentos em mim, ajustando perfeitamente para não se soltarem durante a cavalgada.

— Preparada? — perguntou com firmeza. Balancei a cabeça, positivamente, tinha certeza que tudo iria acabar bem e que nada de ruim aconteceria a mim. Sentei-me sobre o cavalo, segurando nas rédeas de couro do cavalo, começando a cavalgar pela pista lentamente, enquanto o cavalo se preparava para correr. Meus pés estavam firmemente dentro dos estribos de alumínio, não deixando que meus pés saíssem do tal equipamento, para não cair brutalmente. O cavalo aumentou seus passos e começou a correr mais rápido, ultrapassando algumas bandeiras que marcavam toda a pista, enquanto eu apenas rezava para não cair de cima do animal. Tentei fazer algo contra meu própria medo e segurança, odiava continuar sentada e podia muito bem me levantar do cavalo, afinal, eu estava segura com tudo aquilo, nada iria dar errado.

Dei um impulso com os pés, me levantando do cavalo, porém continuei segurando as rédeas com bastante força, enquanto sentia o vento bater contra o meu corpo em pura adrenalina, como se estivesse nas nuvens e nada pudesse me deter, a não ser um impulso que meu corpo fez para trás, quase me deixando cair direto pro chão, mas consegui sentar a tempo com a ajuda dos estribos. Suspirei, notando que o percusso da pista já estava no fim, faltava apenas sete bandeiras, até que o cavalo — para se amostrar — começou a dar pulos baixos e dar vários giros, me deixando um pouco tonta, mas continuei concentrada. Após isso, o cavalo ultrapassou as últimas bandeiras e diminuiu os passos assim que nos aproximamos do instrutor.

— Vi o que você fez, se levantou do cavalo, não foi? Tenha cuidado da próxima vez, você quase caiu para trás ao se sentar. — disse, me ajudando a sair do cavalo. Mesmo com a alerta do instrutor, resolvi que na próxima vez que fosse fazer o que eu havia feito, iria fazer por mais tempo e não interessa o que iria acontecer, apenas iria aproveitar o momento.

— Ok instrutor, irei ser mais cuidadosa. — abri um sorriso sínico, enquanto tirava os equipamentos. Encostei meus lábios na orelha do cavalo e sussurrei baixinho. — Na próxima vez, vamos mais rápido. — dei uma piscadela pro cavalo, me despedindo do instrutor e saindo dos estábulos um pouco tonta, ainda pelas giradas.  
Haydée O. Gallagher
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Aldrick Chevalier em Dom 25 Maio 2014, 21:04




Avaliações - Hipismo


Alaric L. Mikaelson


  • Coerência { 20 de 50}: O post foi bem escrito, Alaric, porém, não conteve exatamente o treino. O objetivo do hipismo é focar simplesmente na atividade, porém você se preocupou mais com a introdução que com o hipismo em si, que ocupou umas duas linhas vagas, tirando os diálogos. Narre melhor a atividade.
  • Coesão, Estrutura e Fluência { 25 de 25}
  • Objetividade e Adequação à Proposta { 5 de 15}: Conforme já disse, o post acabou fugindo da proposta, que é basicamente a montaria. Foque mais nisso nas próximas vezes.
  • Ortografia e Organização { 10 de 10}
  • Total: 60 xp


Heather Q. Löhnhoff


  • Coerência { 50 de 50}
  • Coesão, Estrutura e Fluência { 25 de 25}
  • Objetividade e Adequação à Proposta { 15 de 15}
  • Ortografia e Organização { 8 de 10}: Cuidado com alguns erros, Heather. Creio que houve um equívoco na fala "Sim, é a minha primeira vez aqui e me chamo Heather, meu pai é.. meu pai e minha mãe é minha mãe, será que posso começar com aquela pista ali?". Além disso, houve a troca de "cínico" por "sínico" no final do post.
  • Total:98 xp


Atualizado


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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Alaric L. Morningstar em Sab 31 Maio 2014, 13:21

Finalmente estou de volta ao acampamento. Passei as últimas semanas em uma escola, tentando ser um garoto normal, o que, claro, não é fácil para um semideus. Hoje foi o último dia, então agora estou de férias. Portanto, resolvi passar um tempo com pessoas iguais a mim.
Faz um tempo que não pratico nenhuma atividade física. A última coisa que fiz foi o hipismo, que é a minha preferida. Então, resolvi voltar lá.
Após uma conversa com Quíron, fui aos estábulos. Eu tinha me esquecido como aquele lugar era incrível. Equinos relinchavam, em seus estábulos, e nas pistas lá estava Louise, a instrutora filha de Afrodite, dando instruções a uma meio-sangue que estava nas pistas de salto, montada em um alazão.
-John? - Chamei pelo outro instrutor, filho de Íris.
-Me chamou? - Disse voz atrás de mim. - Ah, Rick, você voltou! Quer treinar?
-Sim, claro. - Respondi. - Sabe, até que fiquei com saudades disso.
-Então, da última vez que você veio treinar foram nas pistas de salto, certo? - Ele perguntou.
Assenti, e John me dissera que era hora das pistas de tambor. Ele conduziu Luffy, um cavalo branco que cavalguei algumas vezes, e eu até tais pistas. Era semelhante às pistas iniciais, um grande espaço oval, porém, com tambores espalhados pelo local. O objetivo era treinar as curvas com o cavalo, e também como uma espécie de "Time Attack", em que deveria completar o percurso e as voltas com o menor tempo possível.
- Primeiro, - disse John - você deve montar no cavalo e conduzi-lo a praticar as curvas. Ganhando experiência nisso, avançamos ao próximo nível. Algo como uma corrida contra o tempo. Mas, claro, você deve estar preparado. Agora vamos, que a pista lhe aguarda.
Montei na sela, que estava bem confortável, segurei as rédeas e conduzi Luffy pela pista. O cavalo estava obediente, calmo, o que me surpreendeu, pois antes ele não obedecia meus comandos. Cavalgamos, em uma velocidade reduzida. Após percorrermos alguns metros, paramos para um breve descanso.
Voltamos às pistas, e, após contornar alguns tambores, conduzi o cavalo até as pistas de salto, uma atividade que já dominei. Era incrível o modo como Luffy e eu estávamos sincronizados, pois, da primeira vez, tínhamos caído. Então decidi voltar às pistas de tambor. Mas, dessa vez, decidimos ir mais rápido, nos preparando para o verdadeiro desafio. No começo, puxei as rédeas um pouco, para ele desacelerar na hora da curva, mas depois já tínhamos pegado o jeito. Logo depois de alguns minutos de cavalgada, decidi dar um repouso. John, que estava nos observando, se aproximou.
-Nossa, você está indo muito bem. - Ele elogiou.
-Obrigado. - Sorri. - Acho que tenho jeito com isso. Agora, vou dar uma volta no acampamento, sabe, matar um pouco da saudade. Mas depois eu volto, e vermos se realmente sou bom com aquele tal desafio que você me disse. Até logo.
Me despedi do cavalo e do filho de Íris, e então caminhei pela colina do Acampamento Meio-Sangue.
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Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Tisbe em Sab 31 Maio 2014, 17:24


 Avaliação



Alaric, o único grande problema que encontrei em seu texto em relação à ortografia foi o fato de te vírgulas excessivas e em lugares que não eram necessárias, revise na próxima vez usando o Word ou o navegador Chrome. Outra observação, você quase não detalhou o seu treino, não falou exatamente o que fez com o cavalo, ficou com pouca informação,e também o modo que escreveu, com muitas falas separadas de formas errada, mas você está melhorando.

- Coerência: 40/50
- Coesão, Estrutura e Fluência: 20/25
- Objetividade e Adequação à Proposta: 10/15
- Ortografia e Organização: 8/10
- Total: 78 xp.




Atualizado por Héstia.
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Re: Atividade extra: Hipismo

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