Percy Jackson e os Olimpianos RPG BR
Bem vindo ao maior fórum de RPG de Percy Jackson do Brasil.

Já possui conta? Faça o LOGIN.
Não possui ainda? Registre-se e experimente a vida de meio-sangue.

Atividade extra: Hipismo

Página 5 de 6 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Atividade extra: Hipismo

Mensagem por ♦ Eos em Sex 14 Fev 2014, 23:21

Relembrando a primeira mensagem :





- - - - - - - - - - - - - - - - - Hipismo


Spoiler:

O local é amplo, com várias pistas divididas de acordo com a atividade. Todas possuem um cercado branco, relativamente alto, para evitar a fuga dos cavalos, apesar que a maioria dos animais possuem um bom temperamento.

Pistas iniciais:
Feitas para quem está iniciando, são apenas um grande espaço oval, mais voltado para o ensino das ações básicas, como colocar e verificar os equipamentos, montar e a cavalgada, do passo leve ao trote.

Pistas de salto: Este percursos possui obstáculos de alturas variadas, para o treino de salto. A altura dos obstáculos e sua frequência variam com o nível de experiência, e é ajustável - apenas a base é fixa, mas os níveis de  altura das cancelas podem ser regulados.

Pistas de tambor: O espaço é semelhante ao das pistas iniciais, mas com tambores diversos posicionados. O objetivo é fazer o percurso e suas curvas no menor período de tempo. Também pode ser usado apenas para treinar curvas, nesse caso adotando um ritmo de cavalgada mais leve.

Pistas mistas: Misturam obstáculos de salto e tambores, mas são indicados apenas para cavaleiros mais experientes.

As pistas comuns podem ser usados por pégasos, no caso dos treinos iniciais. Contudo, também há um espaço exclusivo a eles, mas com atividades adaptadas - no caso, estruturas de sustentação para tambores e postes finos, com bandeirolas, que devem ser apanhadas pelo cavaleiro, em treinos de equilíbrio e manobras, ou estruturas com objetos móveis, para treinos onde a velocidade da reação e estabilidade afetem as ações, e uma área de uso exclusivo para treino de pouso.

Os instrutores estão sempre presentes: Louise, uma filha de Afrodite, e John, filho de Íris, além de outros instrutores voluntários, mas que auxiliam no básico.

- - - - - - - - - - - Observações


A descrição aqui visa dar uma base interpretativa na hora de descrever a realização do trabalho;

NPCs podem ser utilizados livremente e outros semideuses além do instrutor também podem frequentar livremente o local - apenas seja coerente;

A postagem no hipismo rende apenas xp, seguindo o sistema de avaliação da arena. Pode-se postar uma vez por atualização.

Flood não é permitido. Só serão consideradas postagens com mais de 5 linhas em fonte arial ou times tamanho 12 com margem normal, no Word. Templates e tables são aceitos, mas o tamanho da postagem será verificado para ver se o conteúdo se adequa ao disposto.


Créditos aos idealizadores do local e antigos deuses do PJBR. Novas descrições criadas por mim.





SHINJI @ OPS!
♦ Eos
avatar
Administradores
Mensagens :
1423

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Psiquê em Qui 25 Fev 2016, 21:01

Atualizados



How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
943

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Tisbe em Qua 02 Mar 2016, 15:39


O Acampamento Meio – Sangue era um local até um pouco interessante de se morar, mesmo eu sendo um pouco diferente s dos demais apesar de vez ou outra ter visto crianças um pouco mais velhas que eu brincando e passeando pela  floresta com seus irmãos mais velhos. Eu, Bonsai, sou uma dríade e aqui tem diversos espíritos da natureza, até mesmo homens metade bode metade humano, mas o que prevalece são os semideuses filhos de todos os deuses que se possam imaginar, apesar de morar a um tempo no acampamento nunca virei alguma de algum deles para brincar.

Nada havia mudado na mata, aos poucos minha árvore ia melhorando e as raízes tentavam se desenvolver melhor e até meus pés estavam mais fortes, já podia correr e brincar por ai com o Chips, ele parecia também está mais animado com minha melhora. Chips é meu melhor amigo, um zaino de dois metros de altura e pelo tão escuro quanto a noite, os olhos mais intensos que o mar e o corpo bem musculoso. Eu não o mantia preso, pois vivemos em um dos pontos mais escuros da floresta.  Fiquei de pé e fui andando em direção a ele.

- Quem é meu bom menininho?
– Coloquei minha mão em seus pelos e fiz carinho. – Vamos passar no local de hipismo? – Ele relinchou. – Não me olha assim, você que fala que eu tenho que ter outros amigos e me aproximar dos humanos.

Peguei a sela feita por uma dríade um pouco mais velha que eu, feita de cipó e decorada com algumas flores roxas para combinar com a minha árvore e com um pouco de dificuldade consegui colocar nele, pois a sela tinha três ligações que simulavam uma escada e beijei a nuca do Chips e lentamente saímos daquela área da floresta.

Estava amanhecendo, para mim é o melhor momento do dia. Enquanto cavalgava devagar e ia em direção á área de hipismo, o sol começava a nascer iluminando as árvores e deixando-as com a cor levemente alaranjada, aquilo era muito bonito de se ver. Certifiquei-me que não havia ninguém no local, pois sentia que se alguém o visse poderiam ficar com medo, mas ele é um bom cavalo.


(...)


Entrando no local, coloquei as mãos no laço para segurar e ficar firme quando ele desse os pulos, Chips estava bem animado e começou a correr bem rápido, dando longos pulos para ultrapassar os tambores. Eu parecia esta em cima de um touro de colchis de tanto que o Chips se sacolejava.

- Devagar, Chips, daqui a pouco eu caio aqui. – Falei animada, finalmente o sol se pôs e a pista estava bem iluminada e ele começou a diminuir a velocidade pois se aproximava de uma curva e era isso que precisávamos treinar um pouco mais.

A cavalgada ficou mais leve e lenta pocoto pocoto pocoto  controlando-se  para não se desequilibrar mesmo ele sendo bem forte eu tinha medo que durante um novo ataque ao acampamento eu fosse ajudar e ele poderia se atrapalhar nas horas da batalha e acabar escorrendo comigo ou com outra pessoa em cima.

A cada volta eu contava os segundos que ele levava pra completar todo o circuito, ele precisava treinar para se tornar mais útil e também para fazer algo de diferente pois ele passava o dia apenas cavalgando no bosque e pulando pedras ou troncos. Ficamos por lá, aproximadamente 25 minutos até que chegou um instrutor.

- Bom dia, pequena. – Ele sorriu e eu meio sem jeito retribuo o sorriso.
- Bom dia, moço.  – Fiquei ainda mais sem graça e falei. – Você pode me ajudar a sair daqui, por favor?
Ele se aproximou e cuidadosamente me tirou de cima do Chips, que bufou uma vez e virou a cabeça para o semideus acariciar sua crina.
- É um lindo cavalo, pode colocar medo em diversas pessoas.
- É sim. – Agradeci e com o Chips ao meu lado fomos caminhando até o bosque, algumas pessoas olhavam e outras faziam cara de medo e cochichavam, mal sabia que de assustador ele tinha só a aparência.




Informações:
Chips{Cavalo}{Chips é um Zaino (cavalo). Seus pelos são negros como a noite, e seus olhos também, ocupando toda a sclera. Sua crina é longa e extremamente macia. Tem uma aparência que exala medo, e seus relinchos são altos e horripilantes. Tem 2 metros de altura, e um longo e musculo corpo. Responde pelo nome Chips}[100/100]
Tisbe
avatar
Dríades
Mensagens :
294

Localização :
Floresta - Bosque - Acampamento Meio-Sangue

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Fley D'lacqua em Qua 02 Mar 2016, 23:55


o cavalo de marca
1º Hipismo | Fley D'lacqua
Cavalos não eram bem o motivo de uma alegria diária para Fley. Muitas pessoas falariam “Nossa, cavalos são lindos, majestosos, adoro andar de cavalo”, mas Fley pensava assim: “não, cavalos dão coice, mordem e te derrubam de cima deles se não forem com a sua cara”, esse era o pensamento correto. O garoto não tinha medo, era mais como “eles la e eu aqui”. Infelizmente como meio-sangue, ele precisava aprender a andar de cavalo, e futuramente de pegasus.

Fley estava no estábulo acompanhado de Jaden, um dos filhos de Atena, um dos melhores cavaleiros de la, se não o melhor, ele cavalgava como se nascesse para isso, como se fosse a coisa mais fácil e tranquila do mundo. Jaden era bonito, cabelos loiros batiam no meio das costas, olhos cinzentos, vazios, pele branca, traços finos, alto e esguio.

— Então Fley, pronto para seu primeiro dia de hipismo? — Falava Jaden enquanto sorria para o garoto.

Fley ficava nervoso, não queria fazer feio e passar vergonha na frente de todos, principalmente na de Jaden. O garoto faz sinal positivo com a cabeça, e junto com Jaden passam a caminhar pelo estábulo. O filho de Atena mostra tudo o que é necessário para andar em um cavalo de forma segura e tranquila.

Botar nos pés e uma sela na mão, a primeira coisa que o filho de Melinoe deveria fazer era prender a sela no seu cavalo que haviam escolhido minutos atrás. Um cavalo branco com pelos negros perto das quatro patas, parecia até mesmo que o cavalo usava botas, o seu nome era Philips.

— Então, Philips, eu vou apenas passar a sela em você, ta bom cavalinho bonitinho? — Falava enquanto se aproximava do cavalo com a sela em mãos.

Ao se aproximar demais o cavalo relincha e levanta as suas patas dianteiras, Fley no susto cai sentado com a bunda no chão. Jaden solta uma pequena risada, amigável, e pega a sela na mão do garoto. Anda tranquilamente até o cavalo e prende a sela com facilidade, ele acaricia a cabeça de Philips e me ajuda a levantar do chão em seguida, estendendo a sua mão direita para que eu possa levantar.

— Você tem que ter confiança em si mesmo, se não, nem os cavalos vão confiar em ti — Falava Jaden sorrindo novamente.

O garoto estava de pé com a ajuda de Jaden e já se preparava para subir no seu cavalo, com a ajuda do filho de Atena, colocando um pé na lateral da sela e se impulsionando para cima, sentando em cima do cavalo Philips. Querendo ou não, aquela situação com o cavalo ainda era um pouco tensa para o garoto, não o incomodava tanto, pois havia alguém para ajudar caso acontecesse algum desastre, mas ainda assim Fley ficava nervoso.

— Vamos começar com algo básico, vou puxar a rédea dele dando uma volta no campo, só para ele se acostumar a você em cima dele, depois lhe passo a rédea e você cavalga um pouco, ok? — Perguntava Jaden para Fley, que de imediato fez sinal que sim com a cabeça.

Fley se sentia uma criança naquela situação, em cima do seu cavalo com Jaden puxando como se ele fosse uma criança em cima de um pônei em um parque de diversões. Mas se o filho de Atena falou que era melhor para o cavalo se acostumar, tudo bem, melhor do que cair do cavalo e passar vergonha na frente de todos do acampamento.

Depois de alguns metros caminhando em cima de Philips, o filho de Melinoe pega as rédeas na mão do seu instrutor e segue andando com o cavalo, eram passos vagarosos que o cavalo dava, mas para ele estava mais do que ótimo, naquela situação ele até se sentia confortável em cima do animal, coisa que nunca o acontecera. Com o passar do tempo o garoto se acostuma ao cavalo, no final, cavalgar não era nem tão difícil.

— Então, vamos acelerar um pouco as coisas? — Perguntava o Filho de Atena.

O jovem Fley arregala os olhos e sem querer contrai as pernas, apertando o animal na região da barriga. Para quem não sabe, se você pressionar um cavalo nessa região, ele não vai sentir dor, mas vai sim começar a galopar, tomar velocidade, bem, foi isso que aconteceu.

Philips começa a correr desenfreadamente, não por estar bravo, mas sim porque ninguém está dando um comando a ele, Fley segurava as rédeas apenas para não sair voando de cima do animal. O garoto lembra de tudo que Jaden havia lhe explicado e de como você tinha que passar confiança para o animal. O filho de Melinoe então toma então conta da situação, se coloca em postura de cavalgada e segura as rédeas com vontade, manobrando o cavalo para a direita, dando meia volta. Fley puxa lentamente as rédeas para trás, sinalizando que o animal deveria diminuir velocidade, assim é feito, logo ele vai parando ao lado do seu instrutor, que por sua vez comemora o progresso do seu aprendiz.

— Muito bem garoto fantasma! — Gritava Jaden

Na mesma hora Fley dá um pulo em cima do cavalo, de comemoração, batendo de novo as pernas na barriga do cavalo. Dessa vez Philips vai em disparada, fazendo com que Fley caia do cavalo de bunda no chão, por sorte existia feno embaixo de onde eles estavam, amortecendo um pouco a queda.

— Se não tivesse alguma desastrada, não seria eu. — Fley dá uma risada sem graça e logo em seguida cora.

Jaden o ajuda a levantar novamente e o acompanha até a enfermaria, para verificar se tudo estava no lugar. Fley agradece ao filho de Atena pela aula, e em seguida promete voltar la para treinar mais, queria dominar por completo o hipismo.

— Então até a próxima aula, garoto fantasma — Jaden se despede.
[/b]
Fley D'lacqua
avatar
Filhos de Melinoe
Mensagens :
77

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Zoey Montgomery em Sab 05 Mar 2016, 12:57

Avaliação:

Bonsai ~> Olá, Bonsai! Que alegria ter você de volta, e que alegria poder avaliar você sz
Bom, vamos lá: sua fluência continua boa, e sua ortografia também. Mas encontrei algumas coisas que devem ser observadas nos seus próximos posts:
 1. Logo no primeiro parágrafo você deixou uma letra solta no seguinte trecho: "mesmo eu sendo um pouco diferente s dos demais". Ainda no primeiro parágrafo você deixou uma frase "incompleta" > "apesar de morar a um tempo no acampamento nunca virei alguma de algum deles para brincar." <. Seria alguma o quê? Atente-se a isso, ok?
 2. Na seguinte frase > "Falei animada, finalmente o sol se pôs e a pista estava bem iluminada" <. Pelo começo do seu texto, ainda era manhã, e você disse que o sol se pôs, o que dá a entender que poderia estar anoitecendo. Tome cuidado com isso também.


No demais, seja bem vinda de volta <3

Coerência: 48/50 xp
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25 xp 
Objetividade e adequação à proposta: 15/15 xp
Ortografia e organização: 10/10 xp
Total: 98/100
Fley D'lacqua ~> Bom dia Fley ;)
Seu texto foi objetivo na tarefa a ser realizada, mas vi alguns errinhos bobos e que devem ser observados em seus próximos posts. 
 — "Botar nos pés e uma sela na mão" > Acredito que quis dizer "bota", referindo-se ao seu calçado.
 — Você começou seu texto em terceira pessoa, mas cometeu um certo deslize na seguinte frase " [...] ele acaricia a cabeça de Philips e me ajuda a levantar do chão em seguida, estendendo a sua mão direita para que eu possa levantar." ~> Você colocou essa frase em primeira pessoa, o que quebrou, de certa forma, a leitura. Atente-se a isso.
 — Sua fala, ao final do texto "— Se não tivesse alguma desastrada, não seria eu."; Creio que seria "algum desastre". Atente-se a isto também.


Coerência: 48/50 xp

Coesão, estrutura e fluidez: 23/25 xp 

Objetividade e adequação à proposta: 15/15 xp

Ortografia e organização: 8/10 xp

Total: 94/100
Zoey Montgomery
avatar
Líder dos Feiticeiros
Mensagens :
1195

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Psiquê em Sab 05 Mar 2016, 14:46



Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
943

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Leslie Lane em Qua 23 Mar 2016, 19:24


Treino de Hipismo

DESCOBRINDO UMA PAIXÃO




A tarde já caíra quando a garota de cabelos  roxos chegou à pista de equitação. O espaço era amplo, rodeado de verde e vários campistas passavam cavalgando em suas camisetas alaranjadas. Penny observou que a grande maioria chegava, escolhia sua montaria, colocava a sela, os equipamentos necessários e já partiam para seus exercícios rotineiros.

 Uma garotinha, que não parecia ter mais que 12 anos , montou um garanhão negro e alçou voo. Penny estava chocada. Aparentemente pégasos existiam e estavam ali no acampamento meio sangue planando em suas asas enormes e desviando de bandeirinhas no ar.

A filha de Selene olhava admirada para o pégaso negro, que fazia manobras velozes e graciosas no céu, quando foi surpreendida por uma voz simpática:

 — Oi, você precisa de uma ajuda? Nunca te vi treinando por aqui, mas acho que te conheço do estábulo... No outro dia certo?

Penny deu um pulinho sobressaltada e viu o garoto de cabelos castanhos ao seu lado, ele estava sorrindo e olhando-a com atenção, obviamente esperando uma resposta. 

— Oi, John, certo? — perguntou Penny sorrindo e se lembrando da irmã, que tecera elogios mil ao instrutor. — Meu nome é Penny, e sim nos conhecemos no estábulo outro dia. Sou meio nova por aqui, então é meu primeiro treino... To meio perdida...

— Certo Penny. Você já montou alguma vez? — O garoto perguntou enquanto se dirigia até onde os cavalos não ocupados pastavam.

A filha de Selene não pode evitar um sorriso, quando as memórias da infância vieram a tona. Tinha morado na fazenda até os sete anos, já fazia muito tempo, mas se lembrava do pai colocando-a encima de Bree, um cavalo manso, castanho e com manchas claras que a pequena Penny mimava com maçãs, cenouras e torrões de açúcar.

— Já, mas eu era muito nova. — A garota respondeu, desviando os pensamentos, enquanto seguia o instrutor.

John assentiu compreensivo e olhando para a garota apresentou:

— Penny, este é Abelard.

O cavalo era castanho bem escuro e parecia dar um sorriso equino, enquanto o instrutor acariciava sua crina. Abelard bufou e o garoto continuou falando:

— Ele é amigável e dificilmente vai te deixar cair. Mas não o subestime, é um cavalo bem treinado.

— Então? Já posso montar? Posso começar? — A garota de cabelos roxos perguntou entusiasmada aproximando-se de Abelard.

John deu um sorriso com a empolgação da novata, mas cruzando os braços na frente do corpo respondeu:

— Estamos em uma aula, então primeiro vem a teoria. Além do mais, você precisa aprender a selar o animal, não adianta apenas saber monta-lo.

Penny encolheu os ombros levemente desanimada. Tivera a vã ilusão de que  cavalgaria pelo acampamento com os cabelos ricocheteando ao vento,  o porte gracioso de uma amazona e pronta para encarar o inimigo de frente.

— Hey garota, não desanime. Se você se esforçar e aprender tudo direitinho, eu te juro, vai valer a pena!

— Se não tem jeito de aprender por osmose... Vamos lá, por onde começamos? — Respondeu a filha da lua assentindo à promessa do instrutor.

John sorriu com o comentário e pediu para a garota segui-lo enquanto separava Abelard dos outros cavalos que pastavam. 

— Essas são as rédeas — O garoto explicou entregando as tiras de couro para a aprendiz — Elas estão ligadas ao cabresto está vendo? — Ele mostrou a tira de couro presa em varias fivelas no focinho do animal.

Penny segurou as tiras e olhou com atenção, tentando entender o funcionamento. John foi até uma cerca próxima, onde algumas celas estavam dispostas.  A filha de Selene segurou firme as rédeas e deixou que Abelard sentisse seu cheiro.

— Essa parte também é importante, ele tá tentando te identificar. Tente passar o máximo de segurança que puder. — O instrutor falou aproximando-se, com uma sela marrom nas mãos, e encorajando a garota a chegar mais perto do cavalo.

A filha da lua tocou, suavemente, o focinho do animal e Jhon aprovando a interação continuou a aula:

— Agora veja bem, essa é a sela. Eu vou colocar e te explicar passo a passo, depois tiramos e você coloca. Tudo bem?

Penny assentiu vacilante, e John colocou a sela sob o quadrúpede, ajeitou o equipamento, e comentou ao puxar uma tira mais larga que pendia solta:

— Essa é a barrigueira. Temos que afivela-la firme para que a sela não deslize e você caia.

A filha de Selene engoliu em seco, mas o rapaz continuou o trabalho se esforçando em  fazer tudo devagar, de forma que a garota pudesse entender todo o processo. 

— Prontinho. — O garoto anunciou apontando para Abelard como se fosse uma obra prima. — Alguma dúvida? 

Penny negou e o instrutor desfez o trabalho rapidamente. Ele tomou as rédeas da mão da aprendiz e lhe deu um empurrãozinho para que assumisse o trabalho. 

A garota de cabelos coloridos colocou a sela em Abelard, era mais pesada do que imaginara, e teve dificuldade para ajeita-la corretamente. Puxou bem a barrigueira e afivelou firme, ajeitou as outras tiras, os estribos e as rédeas.
 
— E ai? Que tal me sai? — Perguntou Penny com um olhar esperançoso.

— Hey garota, não foi tão ruim para a primeira vez. — John falou em tom professoral — Mas veja bem, a sela esta muito em cima do pescoço de Abelard. — Ele mostrou o ponto enquanto explicava. — E quanto a barrigueira... Ela tem que estar firme, mas aqui está muito apertada. Tem que ter uma folga de dois dedos se não o cavalo fica agitado e incomodado, podendo gerar acidentes.

A filha da lua encolheu os ombros sentindo-se envergonhada pelo trabalho. John retirou a sela rapidamente e insistindo, de forma simpática, convenceu Penny a tentar mais uma vez.  A garota repetiu o processo, atentando para as correções do instrutor, com calma e cuidado. Ao vê-la terminar a tarefa o garoto comentou:

— Bem melhor Penny! Agora vamos colocar você ali em cima. 

Com um sorriso vacilante Penny acariciou Abelard e agradeceu mentalmente a boa vontade de John. O rapaz parecia ter chegado recentemente a casa dos vinte e apesar de jovem tinha todo o jeito paciente e animado de um bom professor. Ignorou os pensamentos e voltou sua atenção a explicação recebida:

— Você vai ficar de frente para a sela e segurar as rédeas com firmeza. Nunca solte-as! Coloque o primeiro pé no estribo, e tente alcançar essa parte saliente da sela com a mão. — Jhon demonstrava as instrução indicando cada parte citada em sua explicação. — Agora você tem que se içar para cima, até seu abdômen estar na altura da sela. Só depois você vai passar a perna para o outro lado. Entendeu? — Ele perguntou montado em Abelard.

Penny assentiu ansiosa, e o garoto desceu agilmente entregando, mais uma vez, as rédeas para a aprendiz. A garota respirou fundo e recebeu com apresso o olhar de incentivo do instrutor. Posicionou-se de frente para a sela, segurou as rédeas com força, levou o pé ao estribo e tentou içar-se para cima. 

A garota esqueceu de se segurar a sela com a as mãos e na tentativa de não perder o equilíbrio puxou as rédeas com muita força. O resultado foi um Abelard irritado dando voltas em círculo e uma aprendiz, se equilibrando na perna esquerda, tentando a todo custo não cair.

O garoto de cabelos castanhos soltou uma risada, mas em seguida foi resgatar a filha da lua que o olhava com uma careta. Penny segurou as rédeas mais uma vez e bufando ouviu a correção do instrutor:

— Você esqueceu de segurar a sela com as mãos. Além disso, puxou a rédea como um comando fazendo-o ir para a direita em looping.

A careta se anuviou ao ouvir a voz amigável do instrutor, e a garota se posicionou para uma nova tentativa. Segurando as rédeas Penny colocou o pé direito no estribo, em seguida a mão encontrou a parte saliente da sela e se prendeu ali. 

— Isso ai Penny! — Incentivou Jhon.

A filha da lua fez força para içar-se até a altura da sela, mas não foi suficiente. Voltou a pisar o chão. Foram necessária cinco tentativas até que a garota conseguisse força suficiente e passasse a perna para o outro lado. Caiu desajeitada sobre a sela, e Abelard relinchou assustado com o peso súbito.

Penny sorriu com a vitoria, percebeu que o sol se punha e que não havia praticamente mais nenhum campista nas pistas. Tinha passado a tarde inteira no local. Jhon acariciou o focinho de Abelard e comentou amigável:

— É importante se sentar com mais leveza na sela. Se fosse algum cavalo mais arisco podia ter te derrubado. — O garoto sorriu a ver a careta da filha de Selene e completou. — Não se preocupe. No geral você foi bem, se esforçou e apesar do horário do treino terminar em exatos dois minutos... Você merece dar uma volta.

A garota de cabelos roxos abriu um sorriso largo diante daquela perspectiva, e Jhon respondeu tentando soar serio, mas com um sorriso no canto dos lábios:

— Não precisa ficar tão animadinha, é só uma trote pela pista simples enquanto eu guardo as selas e os outros equipamentos.

Penny deu de ombro ainda sorrindo abertamente e começou a virar a rédea na direção da pista indicada. 

 — Hey, pera lá garota! — O instrutor falou se colocando na frente de Abelard — Já vi que você sabe direcionar, mas vá  devagar. Se por algum motivo ele parar bata suavemente com os estribos para se mover. Vou ficar de olho, mas agora é com você.

A garota de cabelos roxos assentiu às instruções e bateu com os estribos guiando Abelard para a pista simples. Antes de recolher os equipamentos do treino John gritou para a aprendiz que se afastava:

— Vá devagar! E pelos Deuses, não se mate!

Penny sentia a brisa no rosto quente pelo esforço, e a pesar de ser apenas um trote lento, a sensação era maravilhosa, reconfortante e familiar. As lembranças da infância, do pai e da vida antes de tudo aquilo invadiram a garota e num ímpeto de seus instinto, atiçou o cavalo fazendo-o galopar veloz pela pista. 

Não fazia ideia de como parar, mas estava segura lá em cima. Os borrões passavam, mas, de alguma forma, ela se sentia no controle da situação. Ouviu, como se estivesse distante, a voz de um John preocupado, chamando seu nome. 

— Droga Penny! Eu disse de vagar!

A garota apenas sorriu em resposta e em seguida fez  uma curva perfeita na pista. O instrutor percebeu que ela não estava exatamente em perigo e em um misto de preocupação e divertimento disse:

— Já chega de diversão pra você. A gente da a mão e querem logo o braço todo. Pare esse cavalo mocinha!

Penny riu abertamente e sentindo os efeitos da adrenalina correndo pelas veias respondeu animada:

— Você tá parecendo meu pai, John! E como filha obediente eu até pararia... Mas não faço ideia de como fazer isso!

O garoto revirou os olhos, analisou se ela estava prestes a cair, não era o caso, então montou no cavalo mais próximo e  emparelhou com a filha de Selene. 

— Se você aparecer por aqui de novo te arranjo um castigo garota. — O instrutor falou divertido, enquanto tomava as rédeas da aprendiz.

Penny revirou os olhos e em seguida estava, novamente, em um trote suave seguindo em direção aos outros cavalos. John desmontou facilmente e em seguida mostrou para a garota como decer. A filha da lua falava sem parar  e o garoto pediu ajuda para levar os cavalos de volta ao estábulo.

Ao mesmo tempo que terminava a tarefa a garota terminava sua fala dizendo:

— Foi o melhor dia nesse acampamento, eu quero fazer isso sempre!

O instrutor tentou conter o sorriso no canto dos lábios e em seu tom professoral respondeu:

— Não sei pra que tanta animação. Você tem um certo talento, é verdade, mas é muito atrapalhada e sua postura é horrível...

— Você é um cara legal,  John. Obrigada. — Interrompeu a filha de Selene sorrindo e saindo do estábulo.

— Volte sempre garota! — Penny escutou o instrutor enquanto caminhava sem direção, pois a lua começara o seu turno, e a adrenalina ainda corria  animada demais em suas veias para voltar ao chalé. 



Tanks Babis @ BG
Leslie Lane
avatar
Filhos de Selene
Mensagens :
35

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Drillbit Jackson em Qui 31 Mar 2016, 14:26


Avaliação



Penny Lane  — Oi. Acho que já avaliei você antes, não? Num fake, ou nessa conta mesmo.

Adorei o seu texto (achei um pouco longo, mas isso não chega a ser um problema). Você soube colocar a trama da sua personagem até mesmo numa atividade simples como o hipismo. Isso é algo que eu aprecio muito.

Mas, vamos aos problemas. Encontrei alguns trechos em que a pontuação não me pareceu correta. Veja o trecho abaixo:

Trecho original: "A garota de cabelos coloridos colocou a sela em Abelard, era mais pesada do que imaginara, e teve dificuldade para ajeita-la corretamente."

Correção: A garota de cabelos coloridos colocou a sela em Abelard. Era mais pesada do que imaginara, e ela teve dificuldade para ajeita-la corretamente.

Dessa forma, me parece um pouco melhor (não sei se você concordará). Ainda assim, não é um problem com o qual você precise se preocupar. O seu texto, no geral, foi bem pontuado. Deixo aqui a dica que todos nós sempre damos quanto a esse tipo de problema: tente ler o texto em voz alto, utilizando a pontuação. Isso ajuda a notar o que parece certo e o que não parece tão certo.

Teve, também, uma frase que me fez rir bastante (perdão q).

Trecho original: "O espaço era amplo, rodeado de verde e vários campistas passavam cavalgando em suas camisetas alaranjadas."

Da forma que está escrita, parece que os campistas estão cavalgando em cima de camisetas alaranjadas. Acho que você poderia ter passado o "camisetas alaranjadas" para mais perto do sujeito "vários campistas", dessa forma:

Correção: O espaço era amplo, rodeado de verde e vários campistas, vestidos com suas camisetas alaranjadas, passavam cavalgando.

Finalmente, aponto alguns probleminhas que, na minha opinião, devem ter sido apenas pequenos descuidos na hora de revisar o texto:

"as instrução" (as instruções);
"apresso" (apreço);
"serio" (sério)
"a pesar" (apesar)

São problemas bobos, mas que acabarão te fazendo perder alguns bons pontos de XP em qualquer atividade futura. Peço que você conserte os problemas que eu apontei aqui e que continue evoluindo como player, Penny. Gosto dos seus textos e espero ler muitos mais iguais a esse.

Parabéns, semideusa. :D

Coerência: 49/50
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25
Objetividade e adequação à proposta: 15/15
Ortografia e organização: 6/10

Recompensa: 95xp
Drillbit Jackson
avatar
Feiticeiros  de  Circe
Mensagens :
967

Localização :
Upper East Side, Manhattan, NY

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por ♦ Eos em Sex 01 Abr 2016, 00:15

Atualizado
♦ Eos
avatar
Administradores
Mensagens :
1423

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Xander Wolfie em Sex 23 Set 2016, 22:37







Old Habits



   
   
   


Estava organizando meu guarda-roupa, o qual eu não sei como fica tão desorganizado tão rápido, quando Luna, a semideusa que me trouxe até o acampamento, quase quebrou minha porta. Assustado, abri a porta para ver a garota sorrindo para mim. Cumprimentei-a e convidei a garota para entrar no quarto, que despreocupadamente sentou em minha cama cheia de camisetas espalhadas, ela inspecionou-me de cima a baixo e disse:
– Adivinha quem tirou o dia de folga da patrulha e quer ensinar um amiguinho a andar a cavalo?
– Poxa, essa pergunta é difícil... – Eu disse num tom irônico. – Mas, terei que chutar que é uma garota muito bela de cabelos azuis.
– Não, seu tonto, sou eu. – Arqueei minha sobrancelha, ela entendeu o que eu quis dizer e ficou vermelha. – Ah... Nossa, obrigada.
– Na verdade, eu já sei andar a cavalo, eu sempre treinei hipismo quando morava com meu pai, ele é campão nacional de hipismo, lembra?  
– Tinha esquecido, mas então devemos só ir!
Não pude deixar de notar o quanto ela estava animada para me ensinar a andar a cavalo, por mais que eu quisesse arrumar mais meu quarto, e eu genuinamente queria, pois gosto de viver em locais organizados, não poderia deixar uma oportunidade como essa passar. Primeiro, eu não sabia ao certo o caminho dos estábulos e segundo, era um dia a mais com Luna, consigo pensar em poucas coisas que eram melhores do que estar ao lado daquela garota sempre animada. Sorri para ela num sinal de afirmação, tirei minha camiseta e pedi que ela me jogasse uma regata cinza com uma estampa escrita‘狼’que estava jogada em minha cama, como já estava de shorts pretos, coloquei um All-star preto que estava do lado da porta e seguimos em direção aos estábulos.
No caminho ela me contou sobre as aventuras que viveu durante as patrulhas dessa semana, enquanto parte de mim fingia que prestava atenção nas histórias a outra parte comtemplava as expressões faciais da garota e eu pensava o quão bela ela fica quando sorri, o que tornava aparente sua covinha na bochecha esquerda e a cicatriz que ela tinha no lábio. A luz que refletia em sua pele quase albina tornava suas qualidades ainda mais distintas, seu corpo ela curvo e acentuado, embora ela usasse roupas surradas como se quisesse esconde-lo. Continuava observando a garota quando a mesma comentou:
– Bem, aqui estamos. – A voz dela quebro minha linha de pensamentos, o que me fez dar um leve pulo assustado.
– Ó-ótimo, poderemos começar a treinar então. – Eu disse meio gaguejando, tentando me recompor. – Onde estão os cavalos?
– Eles estão no estábulo, aquela casa grande azul-claro. Vou me trocar nos banheiros, me espere na pista inicial, okay?
Obedeci à garota e segui em direção aos estábulos, entrei no local esperando ver uma bagunça completa como era o estábulo de Hope, minha égua que tive de deixar na mansão de meu pai, mas para minha surpresa tudo estava bem organizado, o local era todo feito de madeira e cheirava a feno, vi um semideus que organizava o local, ele estava escutando música, acenei para o garoto que acenou de volta. Voltei minha atenção para os cavalos que estavam lá. Vi um grande corcel negro, seus olhos eram intimidadores e sua presença imponente, sorri para o animal que virou o rosto para mim. Definitivamente ele não estava disposto hoje. Observei minha volta e vi uma bela égua melada, seus pelos brancos eram incríveis. Apoiei-me lentamente no cercado dela e disse:
– Boa Tarde, bela potra, você parece uma ótima montaria, quer ser minha parceira para o treino de hoje?
A égua relinchou e assumi que fora um ‘sim’, então abri seu estábulo e puxando delicadamente suas rédeas a levei para fora, amarrei-a pelo cabresto em uma arvore certificando-me que não haveria nada perto em que ela poderia se machucar e comecei a sela-la. Ela era mansa e doce, enquanto preparava-a para meu treino lembrei-me do livro “O cavalo e seu garoto” e comecei a pensar se esse animal poderia ser uma égua falante de Nárnia, o pensamento me entreteve. Quando finalmente ela estava pronta, soltei-a e montei nela.
Com um movimento preciso e rígido seguimos até a pista inicial em passos leves. Minhas peras estavam um pouco fracas devido ao longo tempo que fiquei sem cavalgar e confesso que tive certa dificuldade em mantê-las firmes, mas tentei mostrar confiança para a égua, que apelidei de Hwin, em referencia a égua falante das crônicas de Nárnia, uma vez que um cavalo confia em você se você mostrar que confia nele. Chegando à pista básica percebo um movimento na orelha de Hwin e logo escuto talvez devido a minha audição aguçada herdade de minha progenitora, uma batida de asas se aproximando. Em um pouso majestoso, Luna e seu pégasos se posicionam ao nosso lado e a garota sorri, comentando:
– Uau, você realmente sabe montar um cavalo. – Ela parecia genuinamente surpresa. – Achei que só era orgulhoso demais pra aceitar minha ajuda.
– Se eu precisasse, nunca recusaria ajuda de uma bela amazona. Mas acho que minhas habilidades são decentes.  – Bati meu pé firme. – Vamos, Hwin.
Imediatamente minha montaria começou a trotar, logo fui seguido por Luna cavalgava rapidamente, ela não disse nada simplesmente me ultrapassou, esperando que tentasse alcança-la. Ela era ainda mais bela cavalgando, seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo, o que achei engraçado, considerando o momento. Voltei a me concentrar no cavalgar quando percebi que estava quase caindo, puxei as rédeas e Hwin desacelerou, consegui arrumar minha postura e sussurrei:
– Desculpa, não repetirei o ocorrido. –
Hwin relinchou e voltou a acelerar, aparentemente ela já correra contra o Pégaso de Luna. Ela correu bastante e alcançou Luna, que logo levantou voo para fazer a curva, como resposta puxei levemente minha mão esquerda e Hwin fez uma curva meio cambaleante, tirando-me de equilíbrio novamente, mas dessa vez acelerei e me esforcei para voltar a posição correta. Não era necessário dizer o quão injusto para um cavalo era correr contra um pégasos, afinal ele voam e são mais ágeis que cavalos. O som dos cascos batendo contra o chão eram reconfortantes e relaxantes, um contrate com a descarga de adrenalina que a corrida me proporcionava. Por mais que minhas pernas doessem tentava mantê-las firmes, embora algumas vezes em vão. O som e a sensação do vento batendo em meu rosto eram incomparáveis, o sentimento de liberdade era esplendoroso. Imagino que estes eram dobrados quando se montava um pégasos.
Chegamos ao final da primeira volta e decidi parar para beber um pouco de água. Fiquei surpreso quando vi que Luna também tinha parado e estava dando água para seu cavalo. Ela sorriu quando me viu, desci de Hwin e a acariciei, puxando-a pela rédea me aproximei de Luna e brinquei:
– Olha só, quem diria a patrulheira já ficou cansada?
– Claro que não, é que hoje, tecnicamente, ainda é o dia de folga de Elliot, então vou pegar leve com ele.
– Oh, estava esquecendo-me disso. Desculpa-me, Elliot. Então, faz um tempão que não cavalgo e minhas pernas estão doendo muito. Que tal irmos tomar um café ou algo do tipo? Deixamos Hwin e Elliot nos estábulos e vamos tomar um Milk-shake, só nós dois. – Disse nervoso, com a mão livre na nuca.
- Ótima ideia. – Disse a garota novamente corada. Elliot relinchou em protesto. – Calma, Elliot, seremos só você e eu na patrulha, okay?
Levamos nossas montarias para seus respectivos estábulos e seguimos até o refeitório. Esse dia fora um dos melhores que eu tivera desde que cheguei aqui no acampamento. Só de estar na presença de Luna meu dia já melhorava então cavalgar com ela parecia um sonho e se fosse eu realmente não queria que ninguém me acordasse.  

Poderes:
-x-
Itens:
-x-
Notas:
-x-
Xander Wolfie
avatar
Filhos de Íris
Mensagens :
28

Localização :
At the end of a Rainbow

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Jonas W. Harris em Ter 27 Set 2016, 01:41


AVALIAÇÃO


Xander Wolfie: Tudo bem? Vamos à avaliação do seu treino.
Você desenvolveu bem a ideia propostas, soube narrar as ações, tanto suas como as da potra, e as de Luna também. Fez tudo com bastante coerência, não exagerando em nenhum ponto. Soube tirar proveito da trama do seu personagem, que já envolvia o hipismo, e aliou isso ao fato de passar a tarde com Luna, tornando o treino bem cativante. Sua paragrafação foi bem feita, só tenho uma dica a dar: quando for ter parágrafo, de um enter a mais, para tornar a leitura menos cansativo, isso quebra a fluência do texto.
Quanto a ortografia tenho muitos pontos a ressaltar. “A voz dela quebrou minha linha de pensamentos (...)”
“Minhas pernas estavam um pouco fracas devido ao longo tempo (...)”
“(...) logo fui seguido por Luna que(?) cavalgava rapidamente (...)”
“(...) afinal eles voam e são mais ágeis que cavalos (...)”
Muitos erros bobos, falta de letra, um acento que falta aqui, uma vírgula em excesso ali. É como sempre digo “revisão nunca é demais”. Revise seus textos várias vezes antes de postar, isso sempre ajuda a encontrar mais erros. Usar meios de correção ortográfica também ajuda bastante.


Sem mais ressalvas, suas recompensas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 20/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 5/10;
Total: 90 xp

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

~Aguardando att~
Jonas W. Harris
avatar
Filhos de Ares
Mensagens :
567

Localização :
Into the Badlands

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Harry Jones em Qua 28 Set 2016, 11:49


Game of Horses
treino de hipismo


Estava preocupado com meu amigo Hugh. O filho de Apolo estava cada vez mais irritadiço em relação aos deuses, principalmente ao seu pai, apesar de continuar agindo como um herói e não um vilão. Dava para entender o lado dele, mas eu ficava bastante apreensivo de que algo ruim acontecesse.

Com ele mais isolado, acabei indo sozinho para um lugar onde estava querendo ir havia muito tempo: a área de hipismo. Os cavalos do acampamento eram muito variados — havia pégasos, cavalos normais, um cavalo esqueleto que pertencia a um filho de Ares, um andaluz negro irrepreensível e de personalidade bastante forte que só era domado por uma filha específica de Poseidon — e eu estava absolutamente louco para montar em um branco de olhos vermelhos que parecia um príncipe da realeza equina, se é que isso existe.

Cheguei às baias trajando jeans confortáveis, a camisa do acampamento e botas, querendo dar uma de cowboy. O instrutor John me recebeu com um sorriso e um aceno com a mão, segurando uma escova para cavalos. Estava justamente tratando do alazão branco que tanto admiro.

— Oi. Meu nome é Harry. Você é o John, instrutor de equitação?

— Sou eu mesmo, é um prazer, Harry. Veio finalmente conhecer o Jon Snow aqui?

— Jon Snow? Ok, entendi a referência. Esse príncipe vem me chamando a atenção desde que cheguei ao acampamento, como você já deve ter notado. Hoje finalmente tomei coragem para montá-lo.

John me passou a escova, sorrindo, e começou a me dar diversas instruções sobre conquistar a confiança do cavalo e mostrar que estava ali para ser um parceiro dele, não um carrasco. Enquanto eu o escovava e acariciava seu pelo, o instrutor falava sobre Snow com total admiração.

— Sabe o que é mais louco? Snow é um albino verdadeiro. Vê? Ele é totalmente branco e seus olhos são vermelhos. Cavalos assim não chegam nem a nascer num mundo, digamos, normal. São absorvidos pelo organismo da égua mãe ainda na fase embrionária!

— E como ele nasceu? E claramente está aqui, firme e forte? — Perguntei curioso.

— Nós não vivemos em um mundo normal, não é? Snow tem sangue de pégaso correndo em seu corpo, por isso tem força para viver, apesar de não ter herdado as asas do pai. E tudo indica que a linhagem irá continuar — ele apontou para a baia da frente e estiquei o pescoço para ver uma fêmea de pégaso que estava muito perto de dar a luz a um potrinho.

Abri um sorriso orgulhoso para Snow, feliz em conhecer sua história e saber de sua força. O cavalo gostou de mim, pois já estava bastante manhoso sob meus carinhos. John me ajudou a levá-lo para a área das pistas e saímos ao Sol da manhã para nossa primeira montaria juntos.

Com o alazão devidamente selado, montei morrendo de medo de levar uma queda! Quando estava sentado, porém, já firme e vendo que não iria despencar, fiquei maravilhado. Senti-me um daqueles guerreiros antigos, da tropa de cavalaria, aqueles a quem todos temiam. Afaguei os pelos de Snow novamente, feliz da vida, e o esporeei devagar para começar o trote suave.

John ia à frente, instruindo cada comando que eu deveria dar a Snow. O cavalo obedecia gentilmente, seu trote era tranquilo e cavalgar com ele me parecia uma terapia. Virei com ele à esquerda, à direita, passamos pelos caminhos traçados na pista 1 e confiávamos um no outro com absoluta sincronia. Naquele momento decidi que, assim como Annie e Jonas, eu também faria por merecer ter um cavalo. Aquele cavalo.

Depois de uma volta completa na pista 1, John deixou-nos mais à vontade para refazermos o percurso sem ele. De longe, o instrutor observava minha interação com o animal e via-me cada vez mais ligado a ele. Descobri em Snow uma amizade súbita e claramente eterna, total cumplicidade. A cada trote, um reforço à minha promessa de cuidar dele e da família que lhe nasceria.

Terminamos a volta e precisei entrar com ele nas baias, pois já era hora do almoço. Despedi-me de Snow e John, garantindo voltar lá todos os dias para treinarmos juntos, e então deixei o estábulo para ir ao chalé de Perséfone e tomar um banho antes do almoço. Estava absolutamente feliz.

~*~

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Harry Jones
avatar
Filhos de Perséfone
Mensagens :
2

Localização :
Chalé de Perséfone

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Simmon Wilem Brandeur em Sex 30 Set 2016, 17:07


Olá outra vez! Confesso que é muito gratificante ler suas narrações e ações de seus personagens. Todos eles têm suas características bem definidas e com Harry não foi diferente.

Você trouxe um texto de muita qualidade, dessa maneira, não encontrei nenhum possível desconto em coesão, estrutura e fluidez, muito menos em relação à objetividade e adequação à proposta. Também não encontrei erro algum em ortografia e organização.

Entretanto, seu post só não foi perfeito porque o cavalo se entregou muito fácil aos seus desejos. Digo isso pois nunca vi um animal que se entregasse dessa maneira, tão rapidamente e apaixonadamente. Isso não seria impossível, é claro, se você fosse um filho de Poseidon, por exemplo. Mas não é esse o caso. Cavalos são animais que precisam de confiança para atingirem o máximo de seu potencial, por isso achei meio incoerente.

Coerência: 40/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;

Total: 90xp
Simmon Wilem Brandeur
avatar
Mentalistas de Psiquê
Mensagens :
228

Localização :
USA

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Psiquê em Qui 20 Out 2016, 11:01



Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
943

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Draco Bergmann Stark em Dom 06 Nov 2016, 21:43



TKS Babis @ BG

Horses & Smiles




Eu realmente não me sentia nada confortável no chalé de Hermes, meio que eles sempre eram agradáveis comigo, mas eu não conseguia gostar de pessoas assim, talvez houvesse algo de errado comigo, tempo demais vivendo em um ambiente repleto de ódio pode ter sido prejudicial para mim mesmo, mas eu sentia como se fosse algo natural, talvez fosse predestinado à não me ater muito a certas pessoas.

Ainda era meu primeiro dia no acampamento, havia chegado um pouco antes do almoço, por volta das 10. Eu almocei e depois arrumei minhas coisas no chalé de Hermes, logo após isso Richard foi para a aula de tiro, me deixando por conta própria no acampamento. Eu andei um pouco pelo acampamento, passei pelo lago, observei os centauros dando aulas de arco e flecha, os campistas treinando esgrima...Nada me pareceu muito atrativo, e foi em um ponto mais afastado do acampamento que me senti mais confortável, lá eu encontrei uma construção que parecia um estábulo.

Adentrei no local com o intuito de admirar os cavalos, eram criaturas belas, pareciam ser mais confiáveis que humanos ao menos, já que era possível sentir no ar a lealdade de alguns deles. Eu observei um corcel negro, ele parecia mais isolado dos outros cavalos, estando eu uma baia mais afastada, ele me lembrava a mim mesmo.

-Você parece solitário, não?-, disse em leve tom enquanto me aproximava dele.

Tentei tocá-lo, mas ele se agitou e recuou na minha primeira tentativa. Eu tentei novamente, desta vez levantando a mão e a aproximando mais devagar, desta vez o cavalo relutantemente aceitou minha carícia. Eu realmente não tinha ideia de como acariciar um equino, mas ele pareceu apreciar o movimento que minhas mão faziam ao redor do seu pescoço.

-Incrível, tenho que admitir- uma voz feminina surgiu da entrada dos estábulos, era uma garota como eu nunca tinha visto antes, seus olhos eram penetrantes e ela vestia uma camisa xadrez vermelha.

Me assustei e terminei fazendo um movimento em falso com as mãos, o cavalo pareceu ficar irritado imediatamente, relinchando e balançando a cabeça, eu me assustei tremendamente, e terminei caindo de costas no chão do estábulo. Neste ponto a garota soltando altas gargalhadas.

-Não tão incrível- ela tentou dizer meio à gargalhadas, logo em seguida estendeu a mão para me ajudar à levantar -Prazer, Louise- ela se apresentou.

Corei bruscamente, tanto por ter caído e também devido à cena, ela pareceu tão linda naquele instante... -Ah, sou Draco- disse meio abobalhado enquanto me levantava.

Por sorte eu não me sujei muito, embora o chão do estábulo não fosse a coisa mais higiênica do acampamento. Olhei para o cavalo agora e ele parecia mais calmo, quase no mesmo estado de quando eu chegara.

-O Relâmpago Negro é um dos nossos cavalos mais ariscos, foi impressionante ter conseguido tocar nele tão rapidamente, mesmo que por um instante- Louise disso, contendo um pouco de suas risadas ainda.

-Ele parece solitário demais, por que fica tão distante dos outros cavalos?- perguntei. Pensei em me aproximar do cavalo novamente, mas desta vez hesitei.

-Ele termina ficando agitado perto dos outros- ela respondeu. Me encarou dos pés até a cabeça e perguntou curiosamente -Você por acaso é filho do Sr P?-

-Poseidon? O cara do tridente? Meio que não sei, ainda não fui reclamado...Mas acho que nunca fui muito chegado ao mar- respondi, agora tentando me aproximar aos poucos do cavalo, um passo de cada vez.

-Hey, cuidado com os nomes...Mas você daria um bom filho dele. Ele criou os cavalos, então seus filhos tem uma certa conexão empática com os cavalos- explicou ela.

-Mas e você, qual divindade é sua progenitora?- aquelas palavras pareceram sair tão naturalmente da minha boca. Agora já estava voltando à acariciar o Relâmpago Negro, estranhamente ele parecia estar mais calmo que antes.

-Ah, sou filha da Srta. A- ela afirmou sorrindo. O nome Afrodite me veio repentinamente. e isso explicava grande parte do que eu havia sentido em questão à ela -Então, isso pode parecer loucura, mas gostaria de tentar montar o Relâmpago Negro?-

Eu assenti com a cabeça -É loucura, mas vamos lá- , já me ajeitando para tirar o cavalo de dentro da Baia, mas Louise me deteu.

-Calma aí, não pode tirar ele da baia assim tão cedo- ela me ensinou -Primeiro tem que ganhar a confiança do cavalo-, Louise saiu por alguns minutos. Foram longos minutos de espera, e voltou com uma bacia, nela haviam maçãs, cubos de açúcar e uma escova.

-Vamos começar com a escova, você já conseguiu tocá-lo, então a parte mais difícil já se foi-, eu tomei a escova em mãos, me aproximando tão vagarosamente quanto na primeira vez, agora o cavalo parecia me aceitar mais naturalmente, e permitiu que eu escovasse seu pelo por alguns minutos.

Instantes depois eu joguei a escova na bacia -O que devo fazer em seguida?- perguntei. Louise me jogou uma maçã -Nossa, você faz isso parecer fácil...Agora é só alimenta-lo- ouvi ela dizer. Tomei a maçã perto de sua boca, e o corcel avançou nela rapidamente, e assim foram com mais duas ou três frutas, foi quando Louise decidiu tirá-lo da baia.

-Afaste-se- ela avisou. Ao abrir a baia eu percebi que o animal era muito mais robusto do que eu pensava, ele se agitou um pouco ao sair, mas o seu momento mais inquieto foi quando Louise colocou a cela e o freio nele. Logo em seguida saímos para a Pista Inicial.

-Vá com cuidado, vou estar observando cada passo de perto- a filha de Afrodite disse. Eu primeiramente acariciei um pouco o rosto do animal, estaria mentindo se dissesse que não estava com medo. Me dirigi ao lado esquerdo do animal e disse -Vamos lá amigão-.

O movimento de montaria veio naturalmente para mim, que me lancei por cima do cavalo e me assentei na cela. Segui as instruções de Louise e segurei as rédeas de maneira a qual o animal começasse à andar vagarosamente, mas ele não respondeu exatamente assim. O cavalo arrancou em galope com o comando dado, quasse pulando por cima da cerca que limitava o fim da pista, mas ainda assim dando meia-volta e parando. Ele parecia estar tentando me assustar, mas não desanimei e tentei mais uma vez. Nessa tentativa ele foi mais devagar, embora não pudesse afirmar que o equino estivesse se locomovendo exatamente devagar, estava trotando de maneira a qual parecia ansioso para galopar novamente. Algumas vezes ele parecia tentar se empinar, mas uns leves tapas e algumas palavras em seus ouvidos pareciam acalmá-lo.

Depois de algumas voltas na pista eu me senti confortável, mas tão repentinamente quanto o cavalo se acalmou ele se zangou novamente. Ele tentou empinar novamente, mas desta vez os tapinhas não resolveram nada, terminei por cair bruscamente no chão, não sabia se estava machucado, pelo menos ele não havia me dado um coice. Louise correu em minha direção preocupada, me apressei e me levantei antes que ela chegasse até mim.

-Não foi nada- disse enquanto batia a sujeira das minhas roupas negras.

-Acho que por hoje basta- Louise disse enquanto me dirigia para fora dos estábulos.

Antes de sair agradeci a ela, que retribuiu com um sorriso. Depois disso eu voltei ao chalé, onde encontrei Richard, contei-o como havia arrumado uma nova amiga naquele dia, mas mantive os sentimentos sobre o cavalo apenas para mim. Eu realmente confiava mais naquele cavalo do que na maioria dos campistas, ele tinha sido capaz de ganhar minha simpatia, e eu tinha certeza de que um dia voltaria no estábulo para andar junto à ele novamente.





Draco Bergmann Stark
avatar
Filhos de Tânatos
Mensagens :
28

Localização :
Camp Half-Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Silvia Kawasaki em Seg 07 Nov 2016, 14:19


Avaliação


Draco Bergmann Stark:
Olá, xará do meu fake de Melinoe! Novato? Se for, seja muito bem-vindo ao PJBR, espero que se sinta em casa por aqui! Então, Draco, seu treino foi muito bom! Narrar a aproximação com um cavalo arisco e a interação com a instrutora de forma lúdica e muito coerente, a dificuldade para formar uma primeira ligação, tudo isso foi muito bem feito. Parabéns! Minha única dica pra você é que, quando for fazer falas de personagens diferentes, faça em parágrafos diferentes, certo? Alguns fóruns não cobram isso e os players até se acostumam, então compreendo esse estilo. É só uma questão de adequação ao PJBR mesmo. Vamos às notas:

Coerência: 50/50;
Coesão, estrutura e fluidez: 25/25;
Objetividade e adequação à proposta: 15/15;
Ortografia e organização: 10/10;
Total: 100 xp!!

Dúvidas, reclamações, dicas ou qualquer coisa em que eu possa ser útil, basta contatar por mp.

Aguardando atualização
Silvia Kawasaki
avatar
Curandeiros de Asclépio
Mensagens :
396

Localização :
Chalé de Íris

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Orfeu em Seg 07 Nov 2016, 19:29

Orfeu
avatar
Administradores
Mensagens :
538

Localização :
Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Cooper Daniels em Sab 15 Abr 2017, 01:21


Desperate Horserider

treino de hipismo - pista 01


Caos. É nisso que dá um filho de Deméter altamente quieto e "natureba" tentar se mostrar valente e heroico. Quê? Não quis dizer que os moradores do chalé 4 não são heróis, mas estamos falando de Cooper Daniels aqui. Ninguém acreditava em qualquer capacidade dele em ser um grande semideus um dia e era justamente isso que ele estava tentando desmentir quando foi aos estábulos naquela tarde. Péssima ideia...

— Olá... — o garoto chamou timidamente, sem saber sequer quem o receberia por ali.

— Opa! Temos um visitante inédito! — John, o filho de Íris e tratador dos equinos do acampamento aparecendo, saindo todo cheio de feno de dentro de uma baia. — Deuses, Annie precisa domesticar direito esse bicho!

Algum cavalo relinchou lá atrás e Cooper soube instantaneamente que era Tártaro, o andaluz negro de Annie Murray, que só obedecia a ela. De fato era um animal terrível de lidar e fazia jus ao nome que tinha.

— Então, cara, a que devo a honra? Só te vejo nos campos de morango, resolveu se aventurar aqui, finalmente?

Cooper suspirou fundo, quase se arrependendo. John era um cara legal, era um dos poucos no acampamento que sabia seu nome e não o tratava como um maricas. Vê-lo tão feliz com sua visita foi um tanto amedrontador, afinal Cooper não queria passar vergonha e frustrar as expectativas do filho do arco-íris. Ainda assim, assentiu e logo viu-se guiado até a baia de um dos cavalos mais mansos do acampamento.

Aprender a selar o cavalo foi relativamente fácil, considerando que Rubeus era o ser mais tranquilo que Cooper já vira na vida. Ele aprendeu a afivelar a peça sem incomodar ou apertar o cavalo, mas de uma forma que ficasse segura também para ele ao montar. Vez por outra dava um torrão de açúcar na boca do equino de pelos avermelhados e o fazia relinchar como se estivesse rindo.

— Você leva jeito — comentou John.

— Ele ajuda. E muito. Mas ainda estou com medo de montar.

John pôs-se a explicar que o medo poderia afetar não apenas o jóquei, mas também a montaria. De nada adiantava ganhar a confiança de Rubeus para selá-lo se ainda não confiava nele para montar. O cavalo também não confiaria nele assim e o pior: poderia se sentir traído. Cooper achou que era exagero. Um cavalo não se sentiria traído, certo? Como poderia?

Deveria ter confiado no filho de Íris pois, assim que montou e viu-se amedrontado, Rubeus ficou extremamente nervoso e disparou pista afora. Cooper agarrou-se às rédeas e tentou não morrer do coração. Nem sabia mais se estava gritando, mas, se estivesse, todos os campistas ali perto teriam mais um motivo para caçoarem dele. Cooper Daniels, o filho de Deméter que só sabe colher morangos e gritar feito uma donzela indefesa, ele já podia ouvir em sua mente.

— COOPER! PRESTE ATENÇÃO! — John vinha trotando atrás do filho de Deméter. — Confie nele! Rubeus não vai te derrubar! Você o selou, lembra? Ele deixou que você o selasse. Ele comeu da sua mão.

A voz do filho de Íris parecia vir de muito longe na cabeça de Cooper, mas ele fez o máximo que pôde para seguir suas instruções. Eu o selei..., ele pensou consigo mesmo, fechando subitamente os olhos e mentalizando o que tinha passado com o equino apenas alguns momentos antes. Ele confiou em mim, não posso traí-lo, disse a si mesmo repetidas vezes, como um mantra. Confie novamente, você consegue! Experimentou endireitar a coluna e abriu os olhos — finalmente achou incrível o que estava fazendo.

Rubeus disparava pela pista que deveria ser simples, mas Cooper percebeu, tranquilizando-se, que realmente não iria cair. Não poderia cair. Precisava manter-se em sintonia com o cavalo e fazê-lo pensar de acordo com sua cabeça. Seu coração disparava, mas a cor dos campos verdes das pistas em borrão ao seu redor começava a acalmá-lo. Não deveria ser tão difícil, o medo inicial precisava ser vencido e tudo daria certo.

— Me ajuda, Rubeus... Eu nunca montei antes, por favor, me ajuda.

Sua voz ainda denotava medo, porém a confiança começava a ser trabalhada. O ritmo inicial de Rubeus já tinha diminuído drasticamente, o cavalo também tornava a aceitar o semideus. De fato, o equino de pelos vermelhos não era difícil de domar, parecia até querer ser montado quantas vezes fosse possível, mas precisava ser uma parceria. Quando Cooper finalmente se alinhou à sua montaria, o suave trote foi alcançado e o coração do garoto voltou ao ritmo normal.

Com John sempre ao lado, coordenando tudo, Cooper deu três voltas em trote simples pela pista. Vez ou outra ainda tinha a impressão de que iria escorregar e cair, precisando mirar sempre um ponto fixo à sua frente, mas já tinha absoluta certeza do que o cavalo faria. Seu medo agora era de si mesmo, de ser desastrado o suficiente para colocar tudo a perder por conta própria. Meia hora depois, John declarou que era hora de desmontar.

— Emoções demais para um primeiro dia, Coop. Você vai pegar o jeito, tem talento pra isso. Só precisa confiar mais em si mesmo, parceiro.

Cooper apeou, pensando nas palavras do instrutor de equitação. Ele tinha confiado no cavalo, mas ainda não confiava em seu próprio potencial. Parecia estar sempre ouvindo as vozes dos campistas caçoando, os risos... Precisava ignorá-los! Ou melhor, usá-los como incentivo para si próprio, para seu crescimento como semideus. Mostraria a cada um dos que riam que um filho "natureba" de Deméter era completamente capaz de ser mais poderoso que qualquer um. Era questão de honra agora! Ele deixou a área dos estábulos prometendo retornar, prometendo a si mesmo que seria o melhor campista do Acampamento Meio-Sangue.

~*~

.:: narração :: falas :: pensamentos :: falas de outros ::.
Cooper Daniels
avatar
Filhos de Deméter
Mensagens :
5

Localização :
Chalé de Deméter

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Lavínia Cavendish em Sab 15 Abr 2017, 13:07



Avaliação


Cooper Daniels

Olá Cooper! Achei seu treino muito bom, gostei muito do modo com que escreve e acho que você conseguiu atingir o objetivo da atividade sem grandes problemas com a narração. Parabenizo por ter descrito todos os detalhes do ambiente, das impressões do personagem e tudo mais.

Não encontrei nada para apontar como um erro muito grande, espero que continue postando dessa maneira. Parabéns!


Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 15/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 100 xp


Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
© lavínia cavendish






white winter hymnal


Lavínia Cavendish
avatar
Líder dos Mentalistas
Mensagens :
427

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Psiquê em Sab 15 Abr 2017, 13:07




Atualizado!




How fickle my heart and how woozy my eyes, I struggle to find any truth in your lies. And now my heart stumbles on things I don't know, my weakness I feel I must finally show. Lend me your hand and we'll conquer them all but lend me your heart and I'll just let you fall, lend me your eyes I can change what you see, but your soul you must keep totally free
Psiquê
avatar
Administradores
Mensagens :
943

Localização :
Castelo maravilhoso do Eros

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Nikolai Grier em Dom 30 Abr 2017, 21:35

Hipismo

Acampamento Meio-Sangue, NY.
Não tinha noção de muita coisa, até mesmo porque estava ali fazia poucos dias, mas mesmo assim acabei sendo submetido a diversas atividades diárias. A primeira, porém, não parecia ser muito difícil se comparado às outras, visto que andar de cavalo parecia ser algo bem divertido. Geralmente, quando via alguém cavalgando na TV, tudo parecia ser bem calmo e tranquilo, como se passasse paz. Se soubesse que era bem mais complicado do que aparentava, não acharia tudo tão fofo.

O sol estava escondido por algumas nuvens brancas, que dançavam e se moldavam com velocidade, graças aos ventos fortes. Era outono, não podia se esperar um dia quente, graças aos deuses, pois não gostava do calor. Aparentemente, os cavalos compartilhavam do mesmo gosto, porque não estavam agitados, eles se coçavam ou cochilavam tranquilamente. Não sabia selar um daqueles animais, muito menos montá-los, seria muita imprudência querer chegar e sair galopando de forma perfeita, mas pelo menos uma noção básica gostaria de aprender. Pulei uma das cercas, me dirigindo às baias, procurando alguém que pudesse me orientar melhor.

— Hey! — chamei um rapaz, que alimentava um dos cavalos. O animal parecia ser calmo, pois estava pegando o torrão de açúcar da mão do garoto como se fosse a coisa mais natural do mundo. Talvez fosse. Ainda assim, podia ouvir o relincho de vários outros, como se também quisessem o petisco.

— Seja bem-vindo, novato! — respondeu, ao se virar e revelar um sorriso perfeito no rosto. O jovem tinha cabelos escuros até os ombros, era alto e tinha um corpo torneado, como se fizesse bastante atividade física. Seus olhos eram verdes e pareciam dançar, mas traziam conforto, como a água do mar. — Veio se aventurar com os cavalos, foi?

— Isso mesmo. Acho que devo gostar mais de cavalos do que espadas — devolvi o sorriso, amistosamente. Não tinha a mínima ideia de como ele sabia sobre a minha recente chegada ao acampamento, talvez fosse vidente ou algo assim, por isso resolvi ignorar sua saudação. Por um momento, ficamos encarando um ao outro, esperando uma reação. Quando me dei conta que ainda não tinha me apresentado, corei. — Ah, e sou o Niko.

— Eu sei. Venha cá!

Se o garoto não fosse vidente, era algo bem próximo disso. Que raios, estava me sentindo um idiota por não saber de nada sobre aquele lugar. Ele me levou até o outro lado do estábulo, andando sempre apressadamente, como se minha presença fosse um incômodo. Não tinha a mínima ideia de quanto tempo ele trabalhava ali, mas devia ser bastante, pois por onde passávamos os cavalos ficavam quietos, como se o respeitassem. Ao chegarmos perto do portão de saída, paramos. O rapaz tirou alguns equipamentos da parede com tranquilidade, avaliando-os cuidadosamente.

— Você vai ficar com o Garry, ele é de boa — explicou, indicando um corcel marrom com manchas pretas. O animal era alto e forte como um touro, de pelo escovado e cascos brilhantes. O garoto abriu a porteira e fez alguns estalos com o dedo, fazendo com que o cavalo fosse até ele. — Me ajude a selá-lo.

Confesso que foi mais fácil do que pensei. Garry ficou parado a todo instante, soltando alguns pequenos relinchos apenas quando seu cuidador falava algo, geralmente relacionado em como seria bom o trote por causa do pouco sol e da grama fofa. Por um momento, pensei que os dois conversavam, mas deveria ser coisa da minha cabeça. Por fim, passamos algumas fivelas aqui e ali e prontinho, estava pronto para ser montado.

O jovem, que até o momento não havia dito o próprio nome, conduziu o corcel até a parte de fora do estábulo, comigo ao seu lado. Paramos ao seu comando, mas ao dizer que eu podia montar, hesitei. Não tinha a mínima noção de por onde deveria começar, mas me aproximei o suficiente para o rapaz ajudar. Colocou uma das mãos em minha cintura e outra no animal, como apoio. Coloquei um dos pés no estribo e me ergui, passando uma das pernas por cima do quadril do cavalo; como fazem nos filmes de faroeste. Mais tarde, fiquei sabendo que quase chutei o rosto do garoto.

— Agora, pegue as rédeas. Ele é manso, mas é uma montaria de corrida, então não o subestime — orientou, me olhando nos olhos. Por baixo daquela roupa suja de terra e cocô de cavalo, era bem bonito, a ponto de me fazer corar. Acabei me distraindo com os pensamentos e não prestei muita atenção nas suas palavras, apesar de olhar para sua boca. — O que está fazendo? Ei, cuidado!

Juro que minha intenção foi apenas se endireitar na sela, mas os estribos eram muito leves, se moviam com muita facilidade. Infelizmente, descobri na prática que corcéis não gostam que batam com o calcanhar neles, nem que seja sem querer, ou então entendem como um estímulo. Nunca soube direito. Mas o que sei, é que ele disparou pelo pasto, me obrigando a deitar de encontro com o seu pescoço, desesperado. Como se para um cavalo? Socorro!, tentei gritar, mas nenhum som saiu.

A paisagem ao redor se movia tão rápido quanto um carro. Meu cabelo esvoaçava, graças ao furioso vento. Uma das manias que havia adquirido com minha mãe, era de cantar, justamente nos momentos em que me sentia nervoso. De acordo com ela, se cantasse mais alto do que os problemas, a alma seria acalmada. Me peguei cantarolando The Chainsmokers, tomando todo cuidado para que meus braços continuassem em torno do pescoço do corcel. Ergui minha cabeça, evitando a crina que batia contra minha face, e continuei a cantar, de olhos fechados, temendo cair.

Sem notar, minha voz tinha sido embebida com energia¹ e a velocidade do animal diminuía conforme a música se prolongava. Ao abrir os olhos, percebi que meu coração estava disparado e que lágrimas escorriam em meu rosto, apesar de não as sentir em nenhum momento durante a cavalgada. Meus braços tremiam e as pernas pareciam chumbo, pois sequer conseguia movê-las. Ouvi barulho de trote e temi que estivéssemos novamente em movimento, mas era apenas o cuidador de cavalos, que chegou montado em uma de suas criaturas.

Senti seus olhos verdes pousarem sobre mim, mas não pude fazer nada, meu corpo não respondia aos comandos. Meu rosto estava pegando fogo, podia imaginar como deveria estar vermelho. O garoto também deve ter percebido, pois não disse nada, apenas me ajudou a descer, permitindo que fosse usado como apoio. Vi, que de um dos bolsos, retirou uma embalagem e me entregou.

— Coma, vai te fazer bem — recomendou, com um sorriso no rosto, provavelmente tentando passar confiança. Ao abrir, pude ver que era chocolate. Enquanto comia, notei que de um outro bolso retirou torrões de açúcar e entregou para Garry. Não sabia o porquê de ele estar o recompensando, já que havia quase me matado. — Pode me chamar de Dan — falou, ainda de costas.

— Não sabia que montar era complicado — revelei, envergonhado. No momento que o rapaz virou, encarei-o, analisando seus olhos dançantes. Retomei a postura e forcei uma aparência amigável. — Acho melhor eu ir, chega de cavalos por hoje.

— É, é melhor! — respondeu secamente, dando as costas novamente. — Tem alguns manuais de montaria na biblioteca, recomendo que leia antes de voltar.

— Até outra hora então! — Não sabia se aquilo era um convite para retornar, mas tomei-o como tal. Por isso, sorri. Enquanto caminhava para longe da área de treino, vez ou outra olhava para trás, com medo de surgir mais cavalos descontrolados e, confesso, para ver se Dan me observava, mas ele parecia caminhar de olhos fixos no estábulo.

Extra:
✉ Caso não tenha dado pra notar, Dan é um filho de Poseidon e mentalista de Psiquê, por isso conseguia conversar com os cavalos e saber as coisas sobre mim. Para o poder ativo, considerei que o cavalo é de nível maior do que o meu, já que é um corcel bem cuidado e treinado e eu ser nível um, puramente novato no acampamento.

●●●

⊡ Beleza Hereditária ▬ Hipnos era conhecido por ser um deus belo, seus descendentes adquirem tal característica, sempre serão reconhecidos por sua beleza natural - não é algo tão chamativo quanto os filhos de Afrodite - é uma beleza mais discreta e menos voluptuosa, mas que os distinguem entre as pessoas comuns. Além disso filhos de Hipnos em geral não parecem sofrer com linhas de expressão, marcas de idade, olheiras ou mesmo cabelos armados. Eles sempre parecem em bom estado. Sendo assim, aparentam ser mais jovens e bem cuidados do que provavelmente se cuidam para ser.

¹ Canção de ninar ▬ O semi-deus murmura uma canção, ou recita as palavras. Um alvo escolhido que esteja dentro da área do som fica sonolento. Inimigos que sejam 5lvl mais fracos ou mais, caem imediatamente no sono, acima disso e até 5 lvl acima do semi-deus, ficam lentos, e seus ataques recebem penalidade de 25%. Acima de 5 lvl não são afetados. Dura 3 turnos, mas se o alvo adormecido for ferido ele desperta. 1 ativação a cada 5 turnos.

●●●


⊙ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] ▬ Localizada dentro da Sand bag.

⊙ {Sand bag} / Bolsa [Bolsa de veludo preta com zíper dourado. Dentro da bolsa uma quantidade ilimitada de areia mágica pode ser encontrada, sendo que mesmo que a areia seja perdida retornará para dentro da bolsa. Esse item é essencial para que o filho de Hipnos consiga usar alguns de seus poderes. Além disso, suporta guardar três objetos de tamanho até, no máximo, 150 cm, sendo que seres vivos não podem ser colocados aqui; o item deve passar pela abertura da bolsa, obviamente, e caso a sacola seja de alguma forma danificada, assim impedindo seu uso, ela retornará aos pertences do semideus, em seu chalé ou seja lá onde for seu lar.] {Couro} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] ▬ Localizada na cintura, presa ao cinto.

⊙ {Goodnight} / Máscara de Olhos [Acolchoada, é uma máscara que possui um elástico para assim ser presa na cabeça do filho de Hipnos, servindo quase como um óculos, porém que o impede de enxergar (teoricamente). Na verdade, quando o filho de Hipnos a usa, ele acaba por entrar num estado de "semi-sonambulismo", podendo tirar um cochilo rápido, mas ainda mantendo consciência e controle de suas ações, além de que não afeta o campo perceptivo do semideus. Esse pequeno "descanso" proporcionado o ajudará curando 5% de seu HP e MP por rodada. Máximo de três rodadas, uma vez por missão.] {Pelúcia} (Nível Mínimo: 1) [Recebimento: Presente de Reclamação de Hipnos] ▬ Localizada dentro da Sand bag.

●●●
✉ Adendos.
⊡ Poderes Passivos.
⊠ Poderes Ativos.
⊙ Equipamentos.
Nikolai Grier
avatar
Filhos de Hipnos
Mensagens :
3

Localização :
CHB.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Andrea M. Lyserg em Dom 30 Abr 2017, 23:32


Avaliação
Atividade extra


Oi, sou eu de novo!

Então né, vou começar com o fato que gostei bastante que você esclareceu tudo no spoiler e ainda deixou todos os poderes bem bonitinhos (Eu nunca faço isso com atividades extras, rindo de nervoso). Gostei muito também que você não simplesmente chegou montando como um profissional, mas eu esperava um pouco mais, sabe? Seu texto foi curto, simples, porém essa simplicidade foi um tanto exagerada e eu acabei ficando com um gosto de quero mais já que, além de tudo, ele foi maravilhoso.

O único problema que eu vi eu decidi citar mais pra te dar uma ajuda nos próximos textos, juro que não vou descontar nada por causa disso. Peço que na próxima vez use as aspas pra facilitar pra você mesmo, vai ajudar muito na hora de colocar a pontuação.

@Nikolai Grier escreveu:Como se para um cavalo? Socorro!, tentei gritar, mas nenhum som saiu.

Seu texto foi ótimo, somente esses problemas me chamaram a atenção. Espero que continue melhorando ainda mais!

Coerência: 50/50
Estrutura, Coesão e Fluidez: 25/25
Adequação à Proposta e Objetividade: 12/15
Ortografia e Organização: 10/10
Total: 97 xp (Eu espero realmente não ter feito as contas errado, desculpa eu sou de humanas)

Why don't you just come around?

Mizera e córdia
Andrea M. Lyserg
avatar
Monitor de Nix
Mensagens :
62

Localização :
somewhere only we know

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Deméter em Seg 01 Maio 2017, 13:28


atualizado!




deméter, sweetheart
SE VOCÊ NÃO COMER O CEREAL, O BANHAMMER É QUE VAI COMER! n
Deméter
avatar
Administradores
Mensagens :
332

Localização :
No meio das planta

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Alaska J. Solzhenitsyn em Sex 12 Maio 2017, 22:10

Hipismo
O Básico, Part. I

— Ai meu Deus... Eu tô em cima de um cavalo! — Alaska exclamou surpresa com a própria desenvoltura. A semideusa se encontrava montada em cima de uma égua rajada que era, simplesmente, magnífica.

— Ei mocinha, vai com calma. — Will a censurou — Ainda falta ajustar o estribo e te ensinar o básico sobre cavalgar. — ele explicou enquanto ajustava a sola metálica que serviria de apoio para os pés da semideusa — Muito bem, Laska. Vamos começar com os mais básicos dos movimentos. Preste atenção, vou pegar meu cavalo.

Em questão de segundos, a prole de Íris retornou, montava um cavalo albino.

— Preste bastante atenção enquanto eu vou te mostrar os movimentos. Mas, antes de tudo, você precisa segurar corretamente as rédeas. — O moreno aproximou o cavalo da égua — Essas rédeas, como pode notar, são separadas e amarradas pelas pontas. Existe um motivo para isso, ela é essencial para se praticar a montaria no estilo americano.

— E existe outro estilo? — a ruiva questionou surpresa, realmente não conhecia a fundo todo o método que havia por trás do hipismo.

— Sim, é o estilo inglês, mas isso não interessa muito. Agora, eu quero que imite a forma como estou segurando minhas rédeas. — ele mostrou a ela e Alaska o imitou. Ela notou que, além de usar somente uma das mãos, Will segurava a rédea de modo que deixava a corda um pouco folgada.

— Muito bem, Alaska! — ele a parabenizou — Agora, o movimento mais básico e essencial é: saber parar. O movimento também serve para diminuir a velocidade da cavalgada. Veja bem, eu quero que comece um trote sutil ao redor da nossa arena de hipismo, durante o trote, ensinarei como parar, certo?

Alaska assentiu com um movimento afirmativo de cabeça. Para colocar o animal em movimento, ela começou a apertar o animal com ambas as pernas. A Jones precisou fazer isso umas três vezes para que, enfim, o animal entendesse o que ela queria que ele fizesse.

O cavalo começou a trotar de forma lenta, realizando o percurso de contornar o espaço oval reservado para iniciantes.

— Certo... E agora, Will? — ela questionou.

— Para parar o cavalo, é bem simples. — Will comentou enquanto colocava o próprio animal para trotar e seguia ao lado da instruída — Mas, antes disso, vamos treinar mudar a direção do trote. O que acha?

— Você é o professor aqui... — ela comentou fazendo um movimento de “dar de ombros”, como se, realmente, não importasse muito para ela o que ele viesse a decidir.

— Pois bem... — ele aumentou o trote avançando na frente de Alaska e se pondo alguns metros à frente do cavalo dela para então parar.

— Espera, Will... o que você está fazendo? — ela questionou preocupada, ainda era uma iniciante, o que significava que não poderia evitar um possível futuro acidente.

— Estou te dando uma motivação. — respondeu de forma relaxada. — Então, para evitar que nossos cavalos se colidam, você tem que fazer o que eu falar, certo?

— Tá, só cuida em dizer como que faz isso! — ela exclamou, nervosa. Afinal, a imagem de dois cavalos se colidindo com ela em cima de um deles não parecia muito atraente.

— Puxe a rédea para o lado que deseja ir. — Alaska fez o que lhe foi mandado. — Muito bem, agora bata a perna oposta ao lado na lateral do cavalo. — Por ter escolhido direcionar o animal para a esquerda, Alaska usou a perna destra para bater levemente na lateral do animal. Obedientemente, ele fez o que ela havia ordenado através dos comandos básicos de hipismo. Alaska sorriu vitoriosa e ergueu as mãos para o alto em comemoração.

— Ainda não acabou, ruivinha. — Will chamou-a de volta para a realidade, fazendo a garota murchar. — O último movimento do dia é: como parar. É o mais simples.

O semideus trotou até Alaska.

— Observe minhas mãos e meu corpo. — Alaska assentiu e ficou a observa-lo enquanto trotava lentamente pelo percurso oval. A semideusa então notou que o rapaz inclinou o corpo para trás e puxou as rédeas, imediatamente, o cavalo usou suas patas para frear, parando exatamente alguns centímetro depois de Will realizar o comando.

Alaska o imitou, mas, apesar de ser um movimento tão fácil à olho nu, a prática estava ali para mostrar que a história era diferente. Por alguma razão, seu animal havia decidido por livre e espontânea vontade não dar ouvidos aos comandos básicos e, ao invés de parar, acelerou o trote, perdendo o controle. A semideusa começou a sentir um leve pânico e teve o descuido de soltar as rédeas, o animal agora seguia livremente para onde quisesse.

— WILL! — Ela exclamou assustada enquanto o cavalo seguia o curso, acelerando cada vez mais o trote — EU NÃO CONSIGO PARAR! VOCÊ DISSE QUE ERA SIMPLES!— exclamou nada mais que o óbvio. Então o moreno instigou o próprio animal a trotar e começou a cavalgar rumo a uma Alaska desesperada.

Rápido e experiente, o semideus mostrou o quão bom era cavalgando ao trotar mais rápido que o cavalo da ruiva e se colocar a frente dele, forçando-o a parar por se encontrar diante de um obstáculo. Um suspiro de alívio escapou dos lábios da semideusa quando colocou os pés no chão. O coração palpitava aceleradamente pela recente aventura, mas, graças aos deuses e a Will ela ainda estava ilesa.

— Obrigada! — ela agradeceu — Pela aula e por me salvar! — riu consigo, um riso meio estrangulado por ainda estar abalada.

— Tem certeza que está tubo bem? — o semideus questionou preocupado, recebendo um sorriso amarelo da semideusa.

— Eu só preciso... espairecer. — ela respondeu enquanto se afastava. Talvez, Alaska não tivesse sido feita para cavalgar, e, com isso em mente, ela seguiu para o seu lar, as forjas.
© DFRabelo
Alaska J. Solzhenitsyn
avatar
Filhos de Hefesto
Mensagens :
34

Localização :
Forjas

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Logan Montecarlo em Sab 13 Maio 2017, 04:06

Ei, Alaska! Belezinha?

Então, como tu tomou liberdade pra me pedir pra avaliar, eu vou tomar liberdade pra criar um ~guia prático de travessões~ aqui (tô brincando mas é sério). Consulte-o sempre que estiver em dúvida, e, como eu sou preguiçoso, talvez eu linke-o nas próximas avaliações que fizer, mesmo que para outras pessoas, para explicar o que são esses detalhezinhos de detalhezinhos que eu tanto falo por aí.

Eu sou PÉSSIMO em ser didático, mas vou tentar explicar e, pra isso, vou usar e abusar de exemplos do seu post. [Nem todos vão trazer descontos, socorro!, ninguém é tão carrasco. Mas é bom pra você perceber e pra geral entender melhor, também.]

A regra mais simples que consigo pensar é: antes de verbos de elocução (dizer, falar, gritar, explicar, perguntar, entre outros), não há pontuação, e a letra do verbo vem em minúsculo; quando o verbo posterior ao travessão demonstra ação, é necessária pontuação antes do travessão, e a letra vem em maiúsculo. No entanto, isso é muito genérico e difícil de entender, então lá vão os exemplos [em verde, os certos; em vermelho, os errados]:

— Ei, mocinha, vai com calma. — Will a censurou.
— Ei, mocinha, vai com calma — Will a censurou.
O verbo de elocução é "censurar", porque ele diz respeito à forma como o falante se dirigiu à interlocutora, ou algo tão chato quanto isso.
"Ah, mas a palavra que vem depois do travessão é 'Will', não 'censurou'. Sim, jovem padawan, mas a frase (segundo a ordem "original") seria assim: Ei, mocinha, vai com calma — censurou-a Will. Então, quando invertida, a regra se mantém: sem pontuação.

— Ainda falta ajustar o estribo e te ensinar o básico sobre cavalgar. — ele explicou (...).
— Ainda falta ajustar o estribo e te ensinar o básico sobre cavalgar — ele explicou (...).
Da mesma forma que a frase acima, mesmo com o "ele" vindo depois do travessão, a ordem ""correta"" (muitas aspas em "correta") seria: Ainda falta ajustar o estribo e te ensinar o básico sobre cavalgar — explicou (...). [porque o "ele" poderia ser omitido] Dessa forma, sem pontuação também.

— Ai meu Deus... Eu tô em cima de um cavalo! — Alaska exclamou (...).
Aqui, está certíssimo. Resolvemos o lance do "nome" no primeiro exemplo, né?, então tudo certo com isso.
"Ah, mas tem uma pontuação, o ponto de exclamação." Sim, jovem padawan, mas o ponto de exclamação pode. E o de interrogação também, como veremos no exemplo abaixo.

— E existe outro estilo? — a ruiva questionou (...).
De novo, perfeito. O ponto de interrogação, assim como o ponto de exclamação, mesmo sendo pontuações, ainda exigem letra minúscula depois. Não me pergunte o motivo, não faz nenhum sentido. Acho que o preconceito é só com o ponto final mesmo.

— (...) Mas, antes de tudo, você precisa segurar corretamente as rédeas. — O moreno aproximou o cavalo da égua (...).
Aqui, tá certo. O verbo depois do travessão demonstra ação, então beleza: pontuação antes do travessão, e letra maiúscula depois do travessão.

O moreno aproximou o cavalo da égua — Essas rédeas (...)
O moreno aproximou o cavalo da égua. — Essas rédeas (...)
Agora o problema foi um pouco diferente, perceberam? Mas é fácil de perceber: faltou um ponto final, porque a ação tinha terminado, e a frase depois do travessão vem em maiúscula. Então, ponto final nessa ação aí!

— Você é o professor aqui... — ela comentou (...).
Certíssimo, de novo. Por alguma razão, reticências entram na regra dos pontos de exclamação e interrogação, que já discutimos acima.


E fim do guia de travessões, pelo menos, com esse post. Tudo isso, se não me engano, pode entrar em "coesão, estrutura e fluidez". Agora aos critérios:

Coerência (48/50)
Olha, você fazer aulas "preparatórias" é muito bom e já te faz, adiantadamente, ter uma boa margem em coerência. Mas, como eu gostei de pegar no seu pé, vou explicar o desconto de dois pontinhos: a facilidade natural para alguns movimentos. Explicando, vou considerar que tiveram três movimentos principais no treinamento: trotar; virar; parar. Para todos os movimentos, precisariam de, basicamente, dois componentes: conhecer o movimento; e realizá-lo de fato. Até aí, acho que tudo certo.  Mas eu mudaria esse último: realizá-lo de fato, com algum "efeito colateral". E vou exemplificar: no trote, você não demonstra como sabia que, apertando as pernas na lateral do cavalo, você começaria um trote. Lógico que Will poderia ter te dito em uma conversa informal em algum outro momento, ou seja, ele não precisaria necessariamente de uma linha de diálogo ali pra te contar o movimento, mas você simplesmente o fez. Positivamente, fê-lo com um "efeito colateral": o cavalo demorou umas três vezes para, enfim, te entender. Vamos à virada: Will te explica, e você faz. Parece tudo ok, né? Mas faltou o "efeito colateral": você poderia ter virado com muita brusquidão [essa palavra existe?, nem sei], ou ter virado tanto que girou 180 ou 360 graus, em vez de só direcioná-lo para outro lado, entende? E eu explico o porquê desses efeitos colaterais: é a primeira vez que você monta, aparentemente. Um filho de Íris ou Poseidon não necessariamente precisaria narrar esses "efeitos colaterais", porque já possuem alguma familiaridade. Se você tivesse dito que já tinha subido em algum cavalo alguma vez na vida, também poderia relevar. Mas você é uma filha de Hefesto que ficou toda animada em subir em um cavalo. Então, "efeitos colaterais", para uma primeira tentativa, seriam perfeitos. Já te disse isso, mas vale ressaltar: isso é detalhe do detalhe; só te explico porque acho que você conseguiria aprimorar esse tipo de coisa.

Coesão, estrutura e fluidez (24/25)
É incrível como seu texto tem um encadeamento muito bom das ideias, como ele flui com facilidade e como ele é bem estruturado. Dá pra perceber, direitinho, o que seriam "começo, meio e fim", e mesmo a progressão de dificuldade é muito bem feita. Então, só tirei um ponto pelos travessões que falei no "guia"; e foi só um pra você ver que, mesmo com tantos casos, é algo tão pequeno que pode praticamente passar batido.

Objetividade e adequação à proposta (14/15)
Agora tô fazendo o desconto no lugar certo. Lembra o que falei sobre "diálogos demais", se não me engano, da última vez? É exatamente o mesmo caso. Na verdade, eu até acho que você conseguiu equilibrar os diálogos com ações efetivamente; mais do que isso, eu acho que, em uma situação real, a gente falaria muito mais do que agiria. Contudo, eu tenho uma pequena questão com isso: na minha opinião, nós pensaríamos que falamos mais do que agimos, mas terminaríamos tendo agido mais do que falado, sabe? E é aí que quero chegar. Os seus diálogos trazem um realismo impressionante ao texto, deixando-o até mais leve, mas ainda acho que você pode acertar melhor na mão. Dessa vez, eu diria que estava quase perfeito, tão quase que poderia ser somente "qua": foi "qua" perfeito. Mas ainda tem esse "qua", então, desconto de um pontinho. Mas você está no caminho, sério; deu pra perceber uma melhora do anterior pra esse.

Ortografia e organização (10/10)
Pensando bem, eu acho que, talvez, a questão dos travessões se encaixasse melhor aqui do que em fluidez. De toda forma, como tirei o ponto lá em cima, não vou tirar daqui; até porque, fora um errinho de digitação perdido por aí, você esteve muito bem. Eu ainda trocaria umas vírgulas por alguns pontos, ou colocaria algumas vírgulas em locais em que elas não estão, mas acho que é mais questão de "estilo" ou "preferência" do que "certo vs. errado", então não vale a pena descontar. Foste ótima!

TOTAL: 95xp!

(aguardando atualização)
Logan Montecarlo
avatar
Monitor de Perséfone
Mensagens :
341

Localização :
viajei por aí

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Deméter em Sab 13 Maio 2017, 20:33


atualizado!




deméter, sweetheart
SE VOCÊ NÃO COMER O CEREAL, O BANHAMMER É QUE VAI COMER! n
Deméter
avatar
Administradores
Mensagens :
332

Localização :
No meio das planta

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Atividade extra: Hipismo

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 5 de 6 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum