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Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

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Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Jeff Smith em Ter 03 Dez 2013, 13:30

Relembrando a primeira mensagem :

- JESUS CRISTO!
A reação dela foi além do que eu esperava, mas ela logo começou a dar risada e se apresentou
-Oi, sou Jenna Lennon Mc'Cartney, filha de Hermes e... -ela fez uma pausa - e acho que do Cloud.
- Oi Jenna. Meu nome é Jeff Smith, sou filho de Athena. Mas como assim, vc tem dois pais??
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Oscar Bezarius em Seg 29 Fev 2016, 16:12


Cachoeira
Um pouco de ar fresco é bom para a saúde. Assim como o vinho
Embora seja bem desconfortável, estarei no doze. - Falei sorrindo.

Beijei-o nos lábios novamente e mordisquei o lábio do mesmo. Nadei até a beirada do rio e subi até onde encontravam-se minhas vestes. Coloquei uma peça de cada vez e coloquei meu cantil na cintura. Mandei-lhe um beijo e sorri.

Espero te ver novamente... - Falei quando virei as costas e saí.

I.:
{Phrenitis} / Tirso [Tirso com haste de madeira pesada, em mogno, do tamanho de um bordão. Sua ponta é trabalhada em metal na forma de uma pinha, que ao ter seus poderes ativados reflete a luz em um brilho levemente arroxeado. A pinha age como a ponta de uma maça-estrela, mas com menos poder de perfuração. Além disso, é adornado por gavinhas metálicas e cachos de uva também de metal. No nível 20, torna-se um colar feito de vinhas entrelaçadas.] {Mogno e Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Dioníso]

{Pleasure} / Cantil [Cantil de couro aparentemente comum. Contudo, o cantil pode produzir 1l de qualquer bebida não alcoólica livremente - mas a cada produção o que restar da anterior é perdido. O cantil é necessário para utilizar as habilidades relativas à transmutar, em todos os seus níveis (especialmente mestre cervejeiro). Adicionalmente, ele possui a função "gêiser", que pode ser ativada uma vez por dia. Destampando o item e ativando-o ele libera uma rajada de água com alcance de 10m, com força suficiente para empurrar um oponente de tamanho mediano a até 5m de distância, ou um oponente grande a 3m. O gêiser dura apenas um turno. {Couro} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Dioníso]
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Alaric L. Carter em Dom 06 Mar 2016, 20:28


See you again
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There's never a right time to say goodbye
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Apesar de não admitir, Alaric não estava preparado para aquilo.

Sentado na grama, fitava a água cristalina que caía da cachoeira. Estranhamente, nenhum outro som ressoava na sua cabeça a não ser aquela mesma água, que parecia filtrar a mente do jovem. Suas roupas eram pretas, e não se sabia ao certo se era pelo luto ou simplesmente pelo gosto que tinha por aquela cor em suas vestes. Por que estava ali? Não se sabia ao certo, mas aquele local lembrava seu irmão. Aliás, fora ali onde se conheceram e se viram pela última vez, antes da despedida.

Apoiava-se em Sesshoumaru, seu cão infernal, que parecia ter sentido aquilo junto de seu dono. O canino mantinha-se deitado, e no colo do feiticeiro estava Charmander. Este, por sua vez, parecia tentar alegrá-lo, o que era em vão. Nas mãos da cria da noite estavam apenas um colar e uma braçadeira, as únicas lembranças que tinha de Frederick. De quando eles, junto de outros três semideuses, se juntaram para defender o acampamento. E Carter nunca havia protegido aquele lugar como naquele dia.

Vai ficar tudo bem. — Foram as únicas palavras que saíram da sua boca, embora não sabia se dizia aquilo para seus únicos companheiros que restavam. Ou talvez havia dito aquilo para ele mesmo.


coisinhas:

armas e itens:

— {Daredevil} / Colar de Equiceph [Colar feito de couro entrelaçado adornado com uma ferradura feita de ferro. Três vezes por evento, o colar pode ser ativado, fazendo seu usuário dobrar sua força física, de modo que a potência de seus golpes físicos e com armas corpo a corpo também dobre durante duas rodadas. Ao estar ativado, armas que sejam originalmente empunhada com ambas as mãos pode ser empunhada com apenas uma sem redução em seus movimentos.][Material: Couro e ferro][Nível mínimo: 42][Recebimento: Evento "O Levante"]

— {Sobrepeliz} / Braçadeira argilosa [Bracelete de terracota de textura rústica e irregular, de tonalidade avermelhada. Ao ser ativado o item recobre o corpo do semideus com uma camada de argila e amplia sua resistência a golpes físicos em 50% por 3 turnos. 1 uso por evento.][Material: Couro][Nível mínimo: 7][Recebimento: Evento "O Levante" - Comprado de Matias Blake]
poderes e habilidades:

passivos:

Nível 17

Sexto sentido. O feiticeiro é um ser extremamente sensorial, e tudo isso é graças ao sexto sentido, que os permite antecipar em pequenas escalas algo que irá acontecer em um futuro próximo, orientar-se em locais de pouca ou nenhuma visão usando os olhos da alma, ou servindo-lhe como um faro aguçado - usado para identificar ambientes e outros seres -, porém com mais exatidão, por tratar-se de uma extensão psíquica da mente do indivíduo.


Nível 19

Sentidos noturnos. À noite seus sentidos serão extremamente aumentados.
▬Visão. Nada fugirá a sua visão, você poderá ver perfeitamente como se ainda fosse dia, e ver através de objetos sólidos. (Exceto por meios mágicos de proteção)
▬ Audição. Sua audição será perfeita. Você pode ouvir a metros ou até Km de distância, e sabe distinguir qualquer som que já tenha ouvido antes em alguma situação adversa. Possibilitando ótimos contra-ataques e diminuindo a chance de ser pego de surpresa.
ativos:

Error 404: file not found
pets:

— Cão Infernal (Nome: Sesshoumaru) [100/120 HP | 100/120 MP] {Presente de integração; Por Circe}

{Charmander} / Autômato [Réplica robótica do pokemon de mesmo nome (se assemelha a um pequeno dinossauro bípede - apesar de não possuir chamas na cauda), é feito de bronze sagrado e tem um metro de altura. Suas garras e presas (do mesmo material) são bem afiadas, tendo um potencial de corte e perfuração similar ao de uma faca. Encantado com essência, possui a habilidade de cuspir fogo numa direção (abrangendo uma área de até três metros quadrados) e rajadas do mesmo elemento, que explodem ao colidirem com algo. Leal apenas ao seu dono, se transforma numa pokebola (pequena bola que cabe no bolso) com o comando do mesmo.][Material: Bronze Sagrado, essência de fogo][Nível mínimo: 40][Recebimento: Forjado por Kalled C. Almeida]
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Christian Marshell em Dom 06 Mar 2016, 20:33

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Era isso. Frederick estava morto, e tudo para salvar seu irmão mais novo como havia prometido. Se Christian soubesse o que estava acontecendo, certamente teria impedido sua mãe de continuar com aquilo, mas ele não podia fazer absolutamente nada. Nyx havia sacrificado uma de suas peças no jogo de xadrez em troca de outra a fim de prosseguir com seu jogo de manipulações. Ainda trêmulo e extremamente confuso, o pequeno garoto saiu da enfermaria e correu para longe de tudo e todos, aprofundando-se na floresta do Acampamento. Não sabia para onde estava indo, não sabia nem mesmo quem ele era agora que se via como um semideus, termo que ainda não conhecia muito bem, mas se faria presente em sua vida.

O poder que sentia percorrer seu corpo não existia por mérito. Assim como seu fôlego, cada passo que dava não pertencia a ele, ou ao menos não deveria pertencer em sua opinião. O que as pessoas pensariam dele, afinal? Um garoto ridiculamente fraco aparece do nada guiado por uma deusa e rouba a vida de um dos campistas sem mais nem menos. Esperava que os amigos, meio-irmãos e conhecidos de seu falecido irmão nunca pudessem perdoá-lo, mas não os julgava por isso, afinal, nem mesmo ele acreditava que um dia poderia perdoar a si mesmo.

Em questão de minutos, seu senso de direção já não ajudava muito. Olhar para os lados em busca da direção correta que o levaria de volta ao acampamento era inútil, e mesmo os poucos espíritos da natureza que avistava pareciam evitá-lo. Seus olhos ainda permaneciam acinzentados, representando a morte inevitável que acontecera. Ainda podia sentir os efeitos do ritual como se acontecesse a todo momento, relembrando-o a cada segundo do fardo que agora carregava.

Por mais que seu ritmo tivesse sido diminuído há muito tempo, apenas parou de caminhar ao encontrar uma clareira. Ofegante, arrastou-se até uma pedra próxima do centro do lugar e encostou-se a ela para descansar. Só então percebeu um volume em seu bolso, um volume que definitivamente não estava ali antes. Com as mãos trêmulas, agarrou o objeto em seu bolso e retirou-o dali com extremo cuidado para então notar que era uma pequena agenda usada.

Após observar o objeto por alguns segundos, presenciou sua transformação repentina em um livro com capa de couro negro e detalhes em ouro. As palavras douradas estampadas ali se organizaram aos poucos formando a palavra “grimório”, que, para ele, continuava sem sentido algum, mas ao abrir o livro, ficou bem claro o que ele era: um livro de feitiços. Mesmo que estivesse em uma língua estranha, Christian espantou-se ao conseguir ler seu conteúdo. Virando mais algumas páginas, notou que haviam diversas anotações feitas à mão por alguém. Voltando então para a folha de rosto, avistou um nome escrito: “Frederick Marshell”. Suas mãos voltaram a tremer com mais intensidade ao ler o nome, mas então ele mudou. O nome apagou-se aos poucos do livro dando lugar ao nome “Christian” no lugar onde antes estava o nome de seu irmão.

— Puta... Que... Pariu... – praguejou pausadamente. — Eu não fiz isso. E-eu não pedi por isso... – prosseguiu enquanto fechava o livro. Observou então o exterior do livro que tremia em suas mãos por alguns instantes antes de jogá-lo para longe com raiva. — EU NÃO PEDI PRA ESSA PORRA TODA ACONTECER, SUA VAGABUNDA DESGRAÇADA. O QUE VOCÊ FEZ?! – gritou esperando que Nyx pudesse ouvir. Deitou-se aos poucos enquanto as primeiras lágrimas fugiam de seus olhos até ficar em posição fetal, e ali acabou passando a próxima hora.

●●●

Quando o céu começou a escurecer, Christian já havia parado de chorar. O grimório que havia sido jogado estava mais uma vez na forma de agenda em seu bolso após reaparecer ali três vezes seguidas. Começava a ter fome, e com a chegada da noite, era claro que o melhor seria tentar voltar ao acampamento. Em algum momento teria que encarar aquelas pessoas, e querendo ou não, tinha que estar lá pra se despedir de seu irmão.

Apoiando-se no solo, levantou e bateu as mãos em sua roupa a fim de tirar a grama que havia grudado. Era claro que não tiraria tudo, mas o excesso tinha voltado ao chão. Respirando fundo, o garoto cerrou os punhos e começou a caminhar na esperança de chegar ao seu objetivo ou encontrar alguém antes que fosse encontrado.

Minutos se passaram até que o som de água deu ao garoto ânimo para se mexer mais uma vez. Ficava cada vez mais escuro, e contra todas as suas expectativas, sentia-se mais forte com isso. Passou a correr em direção ao que parecia ser o som das águas correntes de uma cachoeira. Ao chegar mais perto, parou de correr e voltou a andar com um pouco mais de cuidado para não chamar atenção. Seu corpo estava gelado, sua simples camiseta verde escura não o protegia do frio que, por mais que ignorasse, começava a incomodar. Agradecia a si mesmo por ter a mania de usar calça jeans o tempo todo, ou estaria realmente ferrado.

Quando finalmente avistou a cachoeira, notou que não estava sozinho. Lá estava um garoto trajando vestes negras com companhias peculiares: um enorme cão negro e uma espécie de robô com um formato que não era tão estranho. Arqueando uma de suas sobrancelhas, respirou fundo e decidiu que seria melhor se arriscar com aquele garoto do que com os monstros da floresta. Se não fosse devorado, certamente cederia ao frio em algumas horas.

— É... Com licença? – perguntou saindo de trás da árvore e dando um passo na direção da cachoeira. Assim que o fez, temeu que tivesse acabado de chamar a atenção de algum inimigo. Mesmo assim, estava feito.

Adendos:
— {Darkbook} / Grimório [Livro de magias encadernado com couro e detalhes em ouro. É extremamente necessário a sua utilização para a evocação dos feitiços. Quando em repouso, transforma-se em uma pequena agenda, cabendo dentro de qualquer bolso. Sempre retornará ao seu dono] {Couro e Ouro} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre a Magia Negra} [Recebimento: Presente de Reclamação de Nyx]
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Alaric L. Carter em Dom 06 Mar 2016, 20:36


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O céu enegrecera-se. Alaric ainda sentia aquele gosto amargo, a impotência por não poder ter feito nada para salvar Frederick. Perguntara-se mentalmente o motivo do ex-menestrél ter feito aquilo, mas sabia que as pessoas faziam sacrifícios por quem se amava.

Até que ouviu um barulho vindo de trás, passos quebrando os galhos secos do bosque. Sesshoumaru ameaçou latir ao levantar a cabeça e sentir uma presença alheia, mas Alaric virou-se e acariciou o cão infernal, acalmando-o. Levantou-se enquanto colocava o colar e a braçadeira, fitando o garoto que surgira. Aquela imagem trouxera flashes dos últimos momentos do seu recém-morto familiar, o que fez com que arqueasse as sobrancelhas.

É, você tem o mesmo fedor dos Marshell. Não que tenha sentido o de outros, mas... — Deu de ombros. Atrás dele, o autômato e a criatura do submundo encaravam o menino. — O que faz aqui?

Observando o mais novo integrante do chalé vinte e oito, a única coisa que monitor via era a silhueta daquele que tirara a vida de Frederick. Mesmo que repreendesse aquilo, no fundo sentia sim um rancor no jovem à sua frente. Queria jogar pra cima dele toda a angústia que sentia por ter perdido seu melhor amigo. Era como esse lado da sua mente o controlasse, e quando notou, seus punhos estavam cerrados; poderia jurar que estaria prestes a dar um soco no outro Marshell.

Mas Alaric apenas respirou fundo, como se jogasse para fora tudo aquilo de ruim que mantinha-se preso a ele. Lembrara das últimas palavras do seu meio-irmão que morrera ali, seu último pedido. Aquele corpo a alguns metros do feiticeiro emanava uma aura familiar, e era como se visse o próprio Frederick junto aos dois. "Eu te odeio tanto, cara", pensara.

Foi aí que o mais velho se aproximou do menor, estendendo a mão a ele. Não, não faria como outros e o repreenderia para sempre. Alaric realmente sabia como era difícil tudo aquilo. Descobrir que era um meio-sangue, ter que sobreviver sozinho. E sabia como era dura a exclusão. Afinal, por toda a sua vida, até chegar ao acampamento, teve que viver só, sendo rejeitado por todos, acusado. Até encontrar o verdadeiro irmão daquele mesmo menino, o que lhe estendera a mão. Carter não faria diferente. Não seria um daqueles a julgá-lo erroneamente, largando-o solitário na repulsa. A própria imagem do jovem pareceu mudar para a do feiticeiro há alguns anos atrás.

Eu te entendo, sei como se sente. Mas vai ficar tudo bem. Não é sua culpa a morte dele. Você não fez nada, e sei que aquele idiota não mudaria de decisão. — Suspirou. — Eu vou te ajudar, okay?



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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Christian Marshell em Dom 06 Mar 2016, 20:38

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A reação do semideus acabou sendo ainda melhor do que ele esperava. Na verdade, acabou sendo até um pouco legal demais. Christian não sabia se podia confiar naquele garoto, mas não tinha opção alguma naquele momento. O que faria se fosse atacado ali? Contra-atacar sem nunca ter lutado antes na vida? Podia sentir o poder agora mais forte do que nunca, mas isso não significa que saberia utilizá-lo. Receoso com a aproximação pensou em recuar, mas acabou se contendo. Lágrimas demais haviam sido derramadas, era hora de assumir alguma responsabilidade. Era hora de tentar se mostrar forte, exibir coragem como se não estivesse quebrado por dentro. Assim, mantendo a postura, observou a mão que se estendia para si hesitando um pouco, mas cedendo e retribuindo o gesto.

— Só estou meio perdido – comentou enquanto cumprimentava o garoto. Ao soltar a mão, afastou-se um passo e encostou as costas na árvore atrás de si. — E sinceramente, não consigo acreditar que vai ficar tudo bem... – admitiu desviando o olhar por um instante antes de voltar a encarar o semideus nos olhos. — Você viu o que aconteceu e ainda tenta me ajudar. Por quê?

A pergunta ficou no ar enquanto Christian olhava o jovem de vestes negras de cima a baixo rapidamente sem mover a cabeça. Queria poder acreditar que alguém realmente iria ajudá-lo, mas não encontrava motivo para tal, o que deixava tudo ainda mais suspeito.

— Quem é você?

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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Edward W. Kimoy em Dom 06 Mar 2016, 20:40




"Que tal colocar uma roupa decente nesse seu avatar, mocinho(a)?"

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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Alaric L. Carter em Qua 09 Mar 2016, 14:21


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Porque como eu disse... — Alaric fitava os olhos confusos do seu novo meio-irmão. Respirou fundo, tentando aliviar toda aquela tensão. — Eu já fui como você.

O feiticeiro deu meia volta e voltou até a beira da cachoeira, olhando para a água cristalina. O adolescente estava certo em desconfiar. Por que ele estava do lado daquele que arrancou a vida de Frederick? Não deveria levar seus dramas pessoais tão a sério. "Não. Ele se matou. O garoto não fez nada". Levantou então a cabeça e engoliu eu seco enquanto cerrava os punhos. Por fim, se alongou e voltou ao mais novo. Charmander e Sesshoumaru observavam a cena atrás de seu dono.

Sou o Alaric, monitor do chalé de Nyx. E eu ainda tô aqui porque não quero ser um dos que me apedrejaram quando eu era fraco. — Fez uma careta e deu de ombros. — E olha, eu não costumo ser tão bonzinho assim.


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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Sex 08 Abr 2016, 19:49

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Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 

Aquele era mais um dia que a prole do sol odiava ter irmãos. O barulho em seu chalé era enorme, provavelmente porque o bando de imbecis estavam dando uma festa horrível. Lógico que Charlie amava festas, mas festas boas e não aquela desgraça que estava acontecendo no chalé de Apolo. A garota resolveu ir para a cachoeira, afinal, era um lugar lindo e tinha uma cachoeira. Ela se sentou no chão e começou a se perder em seus devaneios tolos de garota de dezesseis anos.

As lembranças que ela estava tendo definitivamente não eram nem um pouco boas, já que a menina nunca foi mestre em ter momentos bons em sua vida e provavelmente nenhum semideus era. A jovem soltou um suspiro triste, maior parte das memórias ruins que tinha era por causa de mulheres que já passaram em sua vida e ela com certeza também notou que isso era mais culpa dela do que de qualquer outra pessoa. Charlie arrumou seus cabelos azuis, angustiada, e jogou uma pedrinha que estava em seu lado no rio.





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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Sex 08 Abr 2016, 20:34


waterfall
o divertido contraste do azul e branco | with Charllote Bran
Não era nenhuma novidade os pensamentos perturbadores que escondia para si mesmo. Sinceramente, o acampamento não cooperava em nada nesse momento. A cabeça do garoto estava a mil, pensava em tudo que tinha passado ali naquele local. Mas ao mesmo tempo, tentava pensar em seu futuro, no seu presente. Parando para contar nos dedos, Fley não tinha muitos amigos no acampamento, pessoas com quem desabafar ou relaxar. O seu relacionamento com seu mestre ainda soava estranho em sua mente, não sabia se o considerava um amigo ou apenas alguém que o treinava, sua confiança não era total.

Muitas vezes o comportamento de Fley era fora dos padrões da sociedade, assustando e se destacando por ser diferente. Muitas das vezes, ele era taxado como esquisito, aberração, estranho. Não compreendiam a falta de maldade no garoto, sua falta de interesse sexual, ou coisas comuns que todos os adolescentes possuíam. Era algo a ser compreendido e entendido por todos, mas nem ao menos respeitavam, como poderiam compreender e se aproximar de alguém tão diferente?

Um turbilhão de pensamentos invadia a sua mente, transformando seu dia em um inferno desde que havia acordado. Tudo que ele precisava no momento era sair um pouco da realidade. Pena que não seria possível escapar da realidade da forma que ele queria dentro do acampamento. O máximo que poderia fazer era acender um cigarro, e foi o que ele fez. Caminhava vagarosamente até chegar na cachoeira, o barulho da agua caindo acalmava e tranquilizava-o.

Próximo ao rio, sentava em sua margem, uma garota. Tatuagem no braço direito, aparência um pouco largada. Como toda certeza não era uma filha de Afrodite. Sua beleza era simples e diferenciada. O cabelo azul fazia contraste com a camiseta preta acompanhada do jeans e um all star. Sua aparência emburrada fazia o garoto ter curiosidade sobre o porquê de ela estar ali.

— Olá, porque você está triste? — Perguntava para a garota após se agachar ao lado dela e entortar o pescoço para a direita, fitando-a com expressão comum, vazia. Esperava uma resposta.
Fley D'lacqua
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Sex 08 Abr 2016, 21:09

Friend

Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 

Após um bom tempo perdida em sua mente, a Charlie ouviu um garoto falando com ela. Sem dúvidas o jovem tinha uma beleza completamente diferente das que a garota havia visto antes. Sua pele era pálida, tinha olhos azuis tão claros quanto seus fios de cabelo brancos e uma expressão vazia. Ele trajava uma uma blusa listrada, calça preta e botas marrom claro, seu estilo sem dúvidas agradava a filha de Apolo que estava em dúvida de deveria ou não responder sua pergunta.

Mas, afinal, por que ela estava triste? Ela realmente estava triste? Ou simplesmente só estava lembrando de lembranças melancólicas e se entristecendo? O jovem era misterioso e aquilo realmente despertava curiosidade em Charllote. A garota abriu um sorriso simpático e se levantou, ficando quase da mesma altura que o garoto. Quase não, já que a prole de Apolo era praticamente uma anã.

— Olha, triste posso garantir que não estou. E você? Por que essa expressão vazia? — Respondeu a jovem sem tirar o sorriso do rosto, até que lembrou que tinha que se apresentar. — Ora, esqueci. Sou Charlie, de Apolo. E você?

A prole do sol com certeza sempre foi muito alegre e empolgada em conhecer novas pessoas, por isso, tentava ser o mais simpática possível e passar o máximo de confiança e segurança. Ela gostava de quando se sentiam confortável com sua presença e dava tudo de si para conseguir o mínimo da confiança de qualquer pessoa que fosse sua amiga. Se não fosse, bem, Charlie não ligava. Mas sabia que no fundo era cruel e negava isso a todo custo.




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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Sex 08 Abr 2016, 21:35


Waterfall
interceptação solar no ectoplasma mais proximo
A garota azulada se levanta, Fley acha estranho, já que ele já estava agachado para falar com ela. Devia ser coisa de filhos de Apolo, provavelmente eles só podem falar em pé com as pessoas, curioso. A expressão que estava estampada antes no seu rosto some, dando lugar a um sorriso simpática e carismático. O garoto a observava com olhos vazios, como de costume. Havia sido atacado por duas perguntas, uma delas constava de uma apresentação. Charlie, esse era o seu nome, bonito, gostoso de se pronunciar. O nome casava perfeitamente com a garota confiante que estava ali parada.

— Meu nome é Fley — pronunciava enquanto inclinava a cabeça para o lado, analisando toda a expressão facial de Charlie. O garoto leva sua mão em direção ao centro do peitoral da garota enquanto coloca seu braço todo em forma Etérea, fazendo-o atravessar o peitoral da garota — Melinoe — falava como se nada tivesse acontecido enquanto tira a mão do peitoral da garota.

Para Fley, toda aquela situação era normal. Na sua cabeça tudo estava dentro dos conformes do padrão de bem-estar entre semideuses. Provavelmente essa seria a hora em que a garota correria, ou bateria no garoto fantasma. Tanto faz.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Sex 08 Abr 2016, 22:06

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Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 

O garoto continuava com a expressão fria de sempre, o que deixou Charlie um pouco insegura sobre o que estava falando. Talvez estivesse sendo muito inconveniente? Indo rápido demais? Ela não sabia ao certo, já que não fazia a mínima ideia do que o jovem estava pensando ao ler sua expressão. O semideus se apresentou como Fley, nome diferente, no mínimo. O rapaz levou sua mão na direção do peitoral de Charllote, atravessando o peitoral de menina e dizia ser filho de Melinoe enquanto tirava seu braço naturalmente. 

Charlie já havia conhecido um filho de Melinoe, porém ele era bem... Idiota? Com vários neurônios a menos? Com flertes ruins? Sim, algo do tipo. A prole do sol olhou chocada para o que havia acabado de acontecer e deu uma risada enquanto olhava para o garoto. Definitivamente, os filhos da deusa eram muito mais interessantes do que só o que Chad havia se mostrado para ela. Provavelmente porque ele ainda não era reclamado quando se conheceram.

— Caralho, que foda! Havia ouvido falar dessas habilidades dos filhos de Melinoe, mas o único que eu conheci era meio idiota. Sem ofensas. — Respondeu enquanto colocava a mão esquerda no bolso da calça e roía a unha do polegar da mão esquerda.





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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Sex 08 Abr 2016, 23:18


waterfall
fogo azul
De forma alguma Fley queria ser grosseiro ou indelicado, apenas era o jeito comum de agir diante de todos. O garoto estava esperando um tapa, uma agressividade, a garota fugir ou algo do tipo, ao invés disso, sua reação foi bem amena comparada ao que ele estava acostumado.

A explicação da garota sobre os filhos de Melinoe o acertou forte. Até para os parâmetros dos filhos da deusa, Fley era considerado estranho, já havia sido motivo de piada até mesmo dentro do seu chalé. Claro que existiam pessoas que não gostavam, mas para não serem zoadas, ficavam caladas sobre comentários maldosos.

— Você é diferente das outras pessoas — pronunciava enquanto a analisava — me conte, o que fazia aqui sozinha? — querendo ou não ele havia notado de que algo afligia a garota. Era uma mistura de curiosidade e preocupação. Charlie era o mais próximo de uma possível amiga para o garoto.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Sab 09 Abr 2016, 08:22

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Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 

Já havia algum tempo que Charlie tinha notado que o filho de Melinoe parecia guardar cicatrizes ou algo do tipo. Ele sem dúvidas parecia ser diferente de todo mundo que a jovem teve a oportunidade de conhecer, provavelmente por parecer mais machucado que qualquer outra pessoa. A prole de Apolo sentia que, no fundo, o garoto não estava sendo meio alheio as coisas de propósito.

Quando Fley pronunciou sua fala, Bran abriu um sorriso discreto, confirmando sua expectativa. Se os dois conseguissem ser amigos, era bem provável que houvesse um vínculo que jamais seria quebrado e Charlie queria isso. Queria poder confiar em mais alguém além de seus irmãos e Matthew, e queria que alguém além deles confiassem nela. 

— Não, eu não sou diferente de outras pessoas. E quanto a isso... Eu queria pensar sobre algumas coisas. — Respondeu a filha de Apolo com um sorriso, ela nunca se abria pras pessoas e não seria nesse dia que alguém faria ela falar. — Mas você também é diferente. De um jeito bom, claro. Mas tem alguma coisa em você que me aflige... Você tem cicatrizes, Fley? Algo que te machuca? — O garoto realmente machucado e aquilo preocupava a cria do sol. Na verdade, por razões desconhecidas, era natural ela se preocupar com todos mesmo sem conhecê-los direito. Mas havia algo em Fley que fazia ela se remoer mais que o normal.








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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Seg 11 Abr 2016, 20:39


waterfall
seriedade
Essa garota Charlie carregava em si mais do que o sangue de seu pai, estava incluso nela um brilho especial. O sorriso dela era contagiante, foi capaz de fazer com que o garoto pudesse sorrir internamente, algo que poucos conseguiram. Cicatrizes... seria justamente isso que o garoto deveria possuir, mas não. Fley havia deixado o seu lado sentimental para trás. Havia desligado a parte do cérebro que fazia com que ele sentisse as coisas.

— A muito tempo atrás eu era uma colcha de retalhos, cortado e remendado em várias partes — olhava ele com olhar fixo e sério — hoje em dia me privei da trivialidade do sentir. — Finalizava e voltava para a sua expressão vazia como em um passe de mágica.

O garoto se deitava no gramado e olhava para cima, fitando o céu iluminado pelo sol logo acima de sua cabeça. Apertava bem os olhos para se manter olhando para cima. Ficava alheio daquele assunto, observando a imensidão azul.

— Char...lie... — pronunciava o nome como alguém que tentava aprende-lo ou decora-lo
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Seg 11 Abr 2016, 21:01

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Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 

Por mais que insistisse, Fley parecia ser mais do que o que dizia ser. Ele parecia ser mais profundo do que mostrava, mas assim como Charlie, ele não mostrava nada além do necessário. Nesse quesito os dois eram bem parecidos. A garota riu de leve com a fala do rapaz, que agora estava deitado na grama, e se sentou de seu lado.

Bran sempre achou que a privação dos sentimentos eram desnecessárias e que as pessoas que faziam isso estavam fugindo, mas era a escolha mais sensata, já que o inferno sempre se encontrou em nossas próprias mentes. Ela sabia como era aquilo, pois havia feito o mesmo quando tinha seus doze anos e isso durou até seus quinze, quando ela foi pro acampamento.

Sabe... Eu já fiz a mesma coisa alguns anos atrás. E posso dizer que se privar dos sentimentos não faz as cicatrizes sumirem, faz elas durarem para sempre. — Disse a garota, sentindo sua garganta apertar. — Eu sei que parece ser o melhor, já que o inferno está em nossa cabeça, mas ele vai continuar lá independente de qualquer coisa.


Charlie olhou para a grama, estava tão verde, tão viva. O que era estar vivo? Essa sempre havia sido a pergunta que mais atormentava a menina desde sempre, até que ela aprendeu que não deveria se preocupar com algo tão banal quanto aquilo.




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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Seg 11 Abr 2016, 21:54


waterfall
a percepção de sentimentos
Os olhos do garoto cintilavam com o cabelo azulado de Charlie tocado pelo sol. Seus olhos carregavam a visão do seu interior, uma visão vazia. Ele assistia a garota sentar ao seu lado em câmera lenta na sua mente. A frase da garota saiu como se ela lesse os pensamentos do garoto. Fley sabia como era cada centímetro do verdadeiro inferno.

— Eu realmente não possui cicatrizes, Charlie — a fitava — meus maiores ferimentos foram quanto a minha personalidade exótica — se o garoto pudesse expressar algo, teria corado — perturbações de valentões, problemas cotidianos.

Ele respirava fundo, fechava os olhos e engolia seco. Sentia um leve ardor no peito ao mesmo tempo que um calafrio percorria sua espinha. Talvez isso fosse medo, ele havia experimentado essa sensação poucas vezes. Apesar de todos os problemas comuns e da condição que foi colocado a viver. Ele nunca sentiu medo, nunca teve vontade de voltar atrás do que havia feito ou vivido. Sempre continuava andando sem olhar para trás.

— Você já sentiu medo, Charlie? — Perguntava enquanto voltava a olhar para o céu com expressão vazia e tênue.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Seg 11 Abr 2016, 22:28

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Friends will be friends when you're in need of love they give care and attention. Friends will be friends when you're through with life and all hope is lost. 


Charlie assentiu com o que o garoto dizia, ainda sem olhar diretamente para ele. Tudo o que Fley falava, era como se a garota sentisse aquilo no fundo de seu ser. A empatia pelo filho de Melinoe se tornava cada vez maior com o passar da conversa. Quanto mais eles dialogavam, mais as memórias de Bran pareciam passar como um flash em sua cabeça. As agressões de sua mãe, o cheiro de bebida que havia em sua casa, as vezes que deixava de ir pra aula por conta dos machucados, as brigas de escola, as garotas com quem havia ficado, a vez que tomou um vidro de aspirinas e mais um milhão de coisas. Aquilo parecia fazer um turbilhão na cabeça da canadense

Ah, eu sei como é... Vivi coisa parecida, podemos dizer assim. — disse a garota em um tom tão baixo que quase não poderia ser ouvido.


A prole de Apolo queria gritar, queria chorar com todas aquelas memórias que lutava para esquecer todos os dias, no entanto, ela abriu um sorriso leve para a pergunta do garoto. Medo provavelmente era o sentimento que ela mais havia sentido em toda sua vida, e também o que mais lutava contra. A garota sabia que o medo era o que mais havia impedido ela de fazer o que queria, por isso que vivia se arrependendo das coisas que nunca havia feito.

Já. É o que eu mais sinto todo o dia, e o que mais me causou arrependimento. E você, Fley? — indagou de volta enquanto sorria de maneira melancólica.




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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Fley D'lacqua em Dom 17 Abr 2016, 11:54


Waterfall
*barulho de tornado*
Na sua mente ele já sabia que a resposta voltaria para ele, por isso ao ouvir a garota rebater a pergunta permaneceu apático. Charlie aos seus olhos parecia com um furacão de vidro, forte, devastador, perigoso, mas ao mesmo tempo, pronto para se quebrar. Pareciam várias partes destrutivas e frágeis girando em torno de um núcleo. Sem dúvidas para Fley, ela estava sendo uma das pessoas mais interessantes com quem havia conversado desde a sua chegada no acampamento.

— Eu nunca havia sentido medo, pelo menos não desde que me lembre, até esses dias — parava analisando a si mesmo — vi algo na floresta que me assustou, me lembrava do que eu realmente tinha que ter medo. — tentava afastar aqueles pensamentos.

Se alguém descobrisse o seu segredo, jamais iriam querer ficar perto dele, seria algo que iria repelir a todos. Sendo assim, era a última coisa que ele gostaria de fazer com Charlie, repelir a garota.

Deitado na grama de barriga para cima, ele puxa um maço de cigarro do bolso, leva um à boca e acende com um maçarico branco. Por educação, oferece um a Charlie.

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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Charlie E. Turner em Dom 17 Abr 2016, 16:42

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Charlie não estranhou muito a resposta do garoto, era bem a cara dele em sua opinião. A jovem soltou pegou um cigarro de Fley e tirou um isqueiro azul claro de seu bolso, não gostava de usar as coisas dos outros, mas de pegar o cigarro alheio gostava sim. O filho de Melinoe a lembrava uma crisocola bruta. A cor azul de seus olhos, a maneira que a pedra aliviava medos e equilibrava as emoções, a beleza que tinha mesmo sem ser algo lapidado.

A prole de Apolo tragou o pequeno rolo de fumo com força e deixou a fumaça sair livremente de seus pulmões, causando-lhe enorme alívio. Simplicidade era o que Fley transmitia, talvez até mesmo inocência. Se Bran parecia um mistério, o rapaz era um verdadeiro caso digno de um dos maiores detetives existentes. A garota apertou o nariz do menino-fantasma de leve e estampou um sorriso no rosto.

— Se quiser um abraço, te dou um agora mesmo. — falou Charlie, diminuindo o riso, mas sem desmanchar. — O clima tá muito tenso. Podemos trocar de assunto se você preferir.

Talvez o que a garota mais quisesse passar para Fley, era conforto. Ela gostava de ser o porto-seguro das pessoas, de ser alguém confiável. A canadense começou a passar as mãos pela grama, sentindo a natureza em suas mãos. O mais banal parecia extraordinário naquele momento e até mesmo mais complexo que tudo já existente.





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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Max D. Castillo em Seg 25 Abr 2016, 18:57

Waterfall
Max resolveu ir a cachoeira, esfriar a cabeça e esquecer os filhos de Hermes. Tentava desviar sua atenção para a caminhada até chegar. Então encheu sua cabeça de teorias de quem poderia sua mãe. Talvez Deméter ou Atena, mas logo esqueceu de tudo isso após olhar a paisagem magnífica. Um arco-íris se formava na cachoeira enquanto ele chegava, mas logo desapareceu.
Ele sorriu rapidamente e se sentou, perto da lagoa. E brincou com a água, olhando o próprio reflexo. Mas não percebeu uma pessoa se aproximar e tocar ele no ombro que então quase caiu na água. Já ia preparando a lista dos palavrões, mas logo parou ao ver o garoto. Era um garoto bastante bonito, assim pensava o indefinido, e que tinha feito Max corar as bochechas. No entanto, o garoto parecia mais tímido que ele e ficou um pouco vermelho a ver a reação do Maxuel. Então, o indefinido pegou a coragem e tentou falar com ele.
-Oi... er... tudo bem? E-Então, se tiver, meu nome é Max.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Illyana Rasputin em Seg 25 Abr 2016, 19:13


The cute guy



O acampamento não era um lugar como eu pensava, ele era realmente um inferno. Não mais do que o submundo, mas chegava perto.

Resolvi sair para esfriar a cabeça e colocar meus pensamento em dia, então ir até a cachoeira era uma opção boa e bastante agradável, e como estava calor, fui sem camisa, deixando ela presa em minha calça, para caso precisasse a colocar depois.

Avistei um garoto sentado perto do lago, e fui em direção a ele. Eu amava fazer amizade, então seria uma ótima oportunidade de conhecer alguém. Encostei minha mão em seu ombro, e ele se virou, por alguns instantes pensei que iria apanhar. Mas ao ver aqueles belos olhinhos me fitando e ele corado, fez com que o rubor surgisse em meu rosto, ele se apresentou e eu sorri meio sem graça.

— Oi... Estou bem, e você? — O nervoso foi embora aos poucos. — Me chamo Dakota. Mas pode me chamar de Dake.

Me sentei ao seu lado.

— Sou filho de Hades, e você?





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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Max D. Castillo em Seg 25 Abr 2016, 19:33

Waterfall
Max estava ficando ainda mais vermelho, ao ver o garoto seminu. E também começava a ficar com calor repentino. O garoto se apresentara como Dakota, ou como queria ser chamado de Dake, e como filho de Hades, o deus do Submundo. O indefinido ficou um pouco desconfortável, pois ele estava muito tímido, com Dake sentado ao seu lado. Ele perguntou qual era sua divindade, o que Max se perguntara a anos. Mas rapidamente saiu do seu desvaneio e sorriu timidamente para o garoto.
Bom, acho que por enquanto eu sou indefinido, por enquanto..— Então tinha uma ideia de fazer uma piada. —Hey, quer uma piada com o seu nome? Então, dake me down now.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Illyana Rasputin em Seg 25 Abr 2016, 20:43


The cute guy



O garoto parecia ser alguém fofo, a olhar pelo modo como ele agia envergonhadamente. Eu gostei daquilo.

O ruim foi o trocadilho. Foi tão ruim, mas tão ruim, que me fez rir para caralho.

— Você é de Max, garoto.— Ri com meu próprio trocadilho sem graça— Não sou bom com piadas. — Cocei a bochecha, e fitei os olhos do garoto — Tem quantos anos, cute guy?






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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

Mensagem por Max D. Castillo em Seg 25 Abr 2016, 20:58

Waterfall
Oindefinido riu um pouco com o trocadilho ruim que Dake fez, pelo menos alguém tinha senso de humor naquele acampamento. O filho de Hades havia perguntado sua idade, então fitou o indefinido e o chamara de cute guy o que deixou Max um pouco envergonhado.
E-Eu tenho.. 15 anos e quantos anos você tem?— Então olhou para a água de novo e ele começava a desejar mergulhar na lagoa.
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Re: Cachoeira ♠ Local Público Oficial ♠

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