Or is it just madness | Enzo e Zafrina

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Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Qua 26 Mar 2014, 16:46


Or is it just madness

A missão resume-se no salvamento de Zafrina, feito acidentalmente por Enzo. Em sequência, além da imensurável dívida criada, um afeiçoamento entre os dois será criado, dando continuidade às tramas.

Primeiro turno

Neste primeiro turno, os players em questão relatarão seus cotidianos, desde o modo como vivem até lembranças de acontecimentos não muito distantes.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 21h e 30min no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 33
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivos do turno:

• Mostrar a recente realidade de Enzo e Zafrina e o fator principal do encontro deles.

Um obrigado ao Fellp porque dei uma copiada na formação do post.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Qua 26 Mar 2014, 16:49


Keeping us afloat

Zafrina recostou-se na parede de um grande prédio depois de virar a incontável esquina da Cidade do Panamá. Faziam algumas horas desde que chegara ali, e desde então não cessara a atividade. Andava para todo canto, tentando despistar algo que esperava ser, no máximo, um estuprador. Tivera um outra experiência pior, onde o risco de morte era alto, mas felizmente se safou.

Vez ou outra uma rosa aparentemente holográfica aparecia sobre a menina e, abruptamente, começava a se mover. Não sabia se devia ou não segui-la, mas optou pelo sim porque as coisas que lhe apareciam não eram muito convidativas a ficar onde estava. Sendo assim, Zafrina não hesitou em deixar Porto da Espanha, capital de Trinindade e Tobago, e partir em busca da misteriosa flor que, além de supostamente indicar um caminho, oferecia comunicação com uma estranha voz conselheira. 
Até aquele momento, Zafrina se metera em várias enrascadas, principalmente na hora de ir para o próximo país sem ser andando. Venturosamente, as coisas deram certo, mesmo que cães gigantes ou meninas demônios aparecessem às vezes. Pela sorte - ou talvez pelo azar de viver -, esses encontros chatinhos tiveram um fim trágico para os monstros. 
O pouco tempo na Cidade do Panamá foi suficiente para que Zafrina furtasse algo de um brechó qualquer, alugasse um quarto numa pensão de quinta categoria e saísse pela janela depois de um bom banho e refeição, esquecendo-se de pagar.
Então, vestindo uma grande camiseta larga, preta e de manga longa, uma bermuda jeans e alpargatas vermelhas desbotadas pelo uso de sua antiga dona, a negritude em pessoa teve êxito - por conta da prática - em escapar sem pagar nada à pensão. A vida a obrigou aprender algumas coisas: primeiro, vivia quase sem luxo com a mãe, na periferia do Porto da Espanha; segundo, com a morte da mãe e a falta de parentes para sustentá-la, Zafrina teve de aprender na raça a se virar.. e deu no que deu. 
Ela não se arrependia de nada já feito, senão da própria incapacidade de evitar a morte da mãe por uma doença até então desconhecida. Estava relativamente bem, apenas incomodada com essas coisas loucas - rosa voadora e criaturas anormais - em sua vida.

Info:
Habilidades:
Passivas:
Considerar até as do nível 14.
Ativas:
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Arsenal:
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Sab 29 Mar 2014, 15:11


Or is it just madness


Segundo turno

Em meio à caminhada noturna, num país nunca visitado, portanto mal conhecido, coisas igualmente ignotas tendem a acontecer. Neste turno, demônios de pedra farão com que os dois semideuses em questão tenham as vidas entrelaçadas de uma forma bastante comum... para eles.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 22h no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 37
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivo do turno:

• Relatar o modo como Enzo e Zafrina se encontrarão.

Um obrigado ao Fellp porque dei uma copiada na formação do post.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 30 Mar 2014, 19:39


And when I look back, at all the crazy fights we have

A escuridão não era um problema para Zafrina. Seus olhos eram incrivelmente adaptados para enxergar no escuro e certas coisinhas além disso. Sendo assim, não precisou de uma segunda parada; continuou a andar apressadamente, como se fugisse de alguém. Quebrava quase toda esquina, na única intenção de despistar qualquer um que porventura a perseguisse, mas isso não passava da loucura. Incontáveis dias exaustivos, reservados apenas para combater criaturas mortíferas que de repente surgiram em sua vida ou fugir delas, eram a recente realidade da morena, que por um único motivo não se entregava à morte: respostas. Àquela altura de sua vida, isso era o mais desejado. Afinal, porque raios tudo acontecia?

Zafrina saía de um beco depois de urinar ali. Em suas mãos existia um buquê de flores diversas, recolhidas naquela mesma cidade; todas estavam vivíssimas, mesmo sem água ou nutrientes da terra. Descobrira que tinha certo dom com quase todo tipo de plantas e flores. Sabia que sua presença rejuvenescia qualquer flor e que perto delas se sentia muito melhor, muito mais disposta. De fato, uma resposta decente para isso não existia, e, portanto, era para esse tipo de coisa ela buscava um porquê. 
Xingava toda vez que algum imbecil buzinava e, em seguida, mostrava-lhe o dedo do meio. Gostaria de saber como a viam durante a noite, já que sua pele auxiliava - e bastante - na camuflagem. Num determinado momento, quando dois caras se aproximaram com intenções nada legais, Zafrina simplesmente apontou o buquê de ponta-cabeça para eles, e, numa fração de segundos, os caules das flores cresceram. Através deles, então, a jovem enforcou um dos homens e ameaçou fazer isso com seu colega, que, dotado de um cérebro, optou por fugir. 
Mesmo com a negritude dando uma força, não era a melhor em fazer ameaças ou matar alguém. Todavia, conseguia lembrar-se somente do momento em que as cobras dilaceraram o corpo do pai e da avó na sala de estar em sua antiga casa, em Porto da Espanha. E isso era mais que suficiente para matar alguém. Além disso, fazia certo tempo que ia de país em país, enfrentando qualquer coisa - inclusive monstros, que felizmente não eram muito frequentes - que aparecesse em sua frente.
Virando mais uma esquina, Zafrina trotou para alcançar a próxima e, dali, atravessar uma avenida bastante movimentada da cidade. Bares, boates, coisas que aglomeram muita gente, tudo tinha naquela rua. E era isso mesmo que ela não queria. Evitou qualquer olhar inusitado às flores com os caules compridos ou à própria aparência, que mesmo com vestes apresentáveis, o desgaste físico, a cabeleira negra em caminho ao black power pela falta de chapinha e o suor aparente no rosto fazia dela uma porca. 

Um babaca quase passou por cima dela, mas por pouco conseguiu evitar o acidente. Ciente do próprio erro, Zafrina nem se virou para o homem e permaneceu a avançar, mas mais acelerada. Em pouco tempo já distava umas quatro quadras da avenida, e pode relaxar. Menos gente, menos barulho.

Foi aí que, apoiada numa parede qualquer para recuperar o pouco fôlego que lhe restava, a bendita flor ilusória reapareceu poucos centímetros da semideusa. Uma chama interna reacendeu nela e, instintivamente, lançou-se atrás da imagem, seguindo-a desesperadamente até trombar com um homem e se espatifar na calçada com ele. 

Filha da puta! — falou o homem, pondo-se de pé rapidamente enquanto puxava para o peito uma placa de ouro com desenhos não identificáveis parcialmente coberta por um pano ocre. 

É de cor. — Zafrina retrucou, ainda no chão, ao ver que o homem também era negro. Em reposta ele rosnou e a fuzilou com o olhar. Ela sorriu e apoiou-se numa mureta que ladeava uma escada longa e levantou, indo apanhar seu buquê logo em seguida. 

No momento em que voltou-se para o cara, viu-o correndo, bastante agitado. Seu sobretudo preto esvoaçava com o vento frio da noite, e seu pouco cabelo pixaim permanecia imóvel. 

Abruptamente, então, algo atingiu o homem por trás, e ele voou de cara no asfalto. Em sequência, três vultos desceram contra o corpo e ficaram alguns segundos ali. Ao saírem, Zafrina via nitidamente a carne e alguns ossos expostos do homem que há pouco conhecera. Inevitável foi o medo que sentiu ao ver a cena, então imediatamente pôs-se a correr na direção oposta ao museu por onde o homem saíra, esquecendo-se por completo da flor-guia. 

Não conseguia raciocinar direito. Só ficava com a imagem do corpo morto na mente, e aquelas coisas que atacaram-no. Zafrina tinha mais horror ainda, porque podia ser a próxima a morrer. Sobrevivera a tanta coisa... já era suficiente. Não precisava de mais, não mesmo. 

Estamos te vendôô, disse uma voz na mente da jovem. Você não tem como escapar de nós. Devia ter pensado duas vezes antes de roubar nosso museu, um outro alguém entrou na história, falando com Zafrina mentalmente. Chegou a conclusão que essas vozes pertenciam às coisas que mataram o homem, e por vê-la com ele, julgaram-na como comparsa. Novamente, estava numa enrascada. Talvez na pior de sua vida.

Seu pisar estava ficando pesado e o bater de asas dos vultos ficava mais alto a cada segundo. Zafrina já sabia que teria de enfrentar o que quer que aquilo fosse e tentar ficar viva. Desta forma, diminuiu o ritmo da corrida e virou-se, pronta para qualquer coisa. 

Os olhos semicerravam ajudavam-na a ver melhor o que aquelas coisas eram: gárgulas. Zafrina não sabia denominar corretamente, mas sabia que eram estátuas com vida. Pedras. Conseguia fazer algo com isso, mas talvez não suficiente para abater as três criaturas, que se aproximavam bastante ligeiras. 

Com a fala extinta àquela hora, Zafrina se sentia mais sozinha que nunca. Virou o buque, apontando os caules longos para frente e afastou as pernas, pronta para dar uma de cowgirl. Infelizmente, as gárgulas se dividiram e cercaram Zafrina pelo ar, consequentemente deixando-a em desvantagem por sempre estar de costas para uma inimiga. 

Daquele ponto, podia ver melhor como as gárgulas eram: demônios voadores com garras e presas afiadas. É, concluiu, deve ser aqui que eu morro.

Fingiu abaixar a arma (buquê), mas executou um giro completo, erguendo os caules numa chibatada bem feita contra uma gárgula, que, desprevenida, resmungou mentalmente e se aproximou um pouco do chão. O movimento era contínuo, portanto não parou aí. Com o erguer da perna destra - deixando, portanto, a outra como apoio -, Zafrina desenhou um arco no ar, que de imediato tomou a forma de um pé de cabra de sombra e voou contra uma segunda gárgula. 

Contudo, as coisas não saíram tão bem quanto Zafrina quis. A gárgula atingida pelos caules utilizou-os para puxar a semideusa e, assim, fê-la errar o golpe conseguinte; o pé de cabra sombrio voou contra longe e atingiu o nada. 

No chão, sem muitas chances de esquiva, a filha de Perséfone executou um trio de socos contra a calçada, fazendo com que três pedaços medianos de pedra erguessem dali e se dirigissem no mesmo instante de encontro à gárgula que avançava num rasante. Em resposta, ela foi atingida, e, com o impacto, lançada para longe da menina. 

Descontentes, as outras duas criaturas rosnaram e partiram contra Zafrina, com as garras expostas. Uma delas foi repelida por meio da geocinese, já que essas gárgulas eram feitas de pedras, mas a força e concentração exigida da garota não foi suficiente para deixá-la intacta. Assim sendo, a gárgula restante deslizou com vontade suas garras contra o peito da negritude em pessoa, marcando-a para sempre. 

Ali, o tempo pareceu parar. Os cortes longos na parte frontal do tronco ardiam insuportavelmente. Olhando para o céu noturno, sem muitas estrelas, Zafrina via o rosto de seu pai e sua avó. Seria aquele o momento em que, enfim, retornaria para perto dos amados?

Info:
Habilidades:
Passivas:
Considerar até as do nível 14.
Ativas:
Corda de Talo I [6] - Se ao arredor tiver alguma flor, poderá fazer o talo dela se alongar em até três metros, podendo usa-lo como uma corda não tão resistente.

Umbracinese I [8] - Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente as sombras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples de sombras, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.

Geocinese I [14] - Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente a terra e as pedras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 13 Abr 2014, 10:45


Or is it just madness


Terceiro turno

Sucedendo um encontro desgostoso com algumas gárgulas, Zafrina conheceu seu herói. Ele, por sua vez, seco e ríspido, deixou de lado os cumprimentos e pôs-se a levar a garota embora quando transformou as gárgulas em poeira; todavia, o tempo não favorecia-lhes muito, pois ao amanhecer, as criaturas regeneravam-se. Agora, a solução que têm é ir embora.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 23h no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 41
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivo do turno:

• Apresentar o modo com que Enzo e Zafrina, juntos, chegarão ao Acampamento Meio-Sangue.

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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 13 Abr 2014, 12:39


Like some kind of madness was taking control

Zafrina ficou estática depois de arrastar-se para trás, recuando até a parede de um edifício qualquer. Fugia das gárgulas que a atacavam e que, repentinamente, começaram a morrer. Pelo menos compreendia alguma coisa, como sua vida seria dali pra frente. 
Hesitou em aceitar o apoio do rapaz, mas cedeu ao concluir que ele tinha razão. Não deveriam ficar ali, não se quisessem viver. Sendo assim, levantou com a ajuda do misterioso rapaz e agradeceu, recebendo, em seguida, uma resposta um tanto quanto grossa. 
Preferiu não retrucar, pois, a julgar pelo que fizera com as criaturas de pedra há pouco, ele poderia simplesmente estraçalhar a morena, que medrosa ficou. 
Por aqui. — disse, conduzindo Enzo na direção de algum lugar que conhecia.
Em minutos, chegaram num tipo de pátio de apreensão de automóveis. Zafrina pediu alguns minutos ao companheiro e desapareceu depois de entrar num beco lateral ao lugar, deixando o aviso para o vingador ficar do outro lado da rua, mais afastado da grade do pátio. Então, de repente, um carro escuro arrebentou parte do alambrado e parou próximo de Enzo, convidando-o a entrar.
A vida fez Zafrina aprender a dirigir suficientemente para fugir. Junto de Enzo, deixou a cidade em alguns minutos e, com ordens dele, guiou o carro popular sentido norte, na diretriz do país vizinho: Costa Rica. A estimativa era chegar lá no fim da tarde do dia seguinte, contando com uma ou duas paradas para fazer um xixizinho ou um cocozinho e comer. Tiveram tempo de conversarem pelo menos um pouco, já que o rapaz tinha um jeito fechado, mas independente disso, Zafrina gostara dele, principalmente por tê-la deixado viva.
No novo lugar, bastante longe e pouco diferente do anterior, a negra largou o carro em um lugar qualquer e seguiu por ônibus com Enzo até uma cidade grande; o dinheiro usado foi tirado de um homem rico.
Depois, conseguiram pegar um voo com destino a Acapulco no México, e de lá prosseguiriam sentido norte, onde Enzo dizia ser o caminho correto.
Info:
Habilidades:
Passivas:
Considerar até as do nível 14.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Cronos em Qui 01 Maio 2014, 20:58


Avaliação
.

Primeiramente gostaria de parabenizar aos dois, gostei bastante da criatividade que tiveram para fazer essa SM. Mas não posso deixar de comentar alguns pontos.

Zafrina Morindew

Zafrina, os pontos que destaco em seus posts é a qualidade de sua escrita mas que em alguns momentos pecaram, provavelmente por uma falta de revisão. Tente sempre revisar seus posts mais de uma vez se preciso for, conseguirá acabar com esse pequeno problema e deixar de cometer alguns erros de digitação e escrita. Também me atentei para o fato de você estar sendo reclamada nessa missão, fato que me deixou intrigado em alguns momentos que usou seus poderes. Quando usou seu poder de geocinese estranhei um pouco, seria sim comum algo do tipo se você soubesse de alguma forma desse controle, podendo controla-lo já que é um poder ativo. Ficou estranho você fazer isso em uma das gárgulas e socar o chão para fazer com que as pedras atingissem um dos monstros, assim como também ficou meio estranho o modo como usou o buquê, poderia ter explorado mais o espanto da garota ao usar alguns dos poderes e, principalmente mostrar que ela realmente não sabia o que fazia, apenas fazia como se fosse uma espécie de “acidente”. No mais acho que individualmente seria esses os pontos que gostaria de citar para você.

- Coerência: 180/250
- Coesão, estrutura e fluidez: 125/125
- Objetividade e adequação à proposta: 70/75
- Ortografia e organização: 45/50

- Recompensas: 420xp + 80 dracmas

- Descontos: 80 HP, 50 MP


Enzo Vipero

Sua narração continua tão boa e peculiar como me lembrava, então o que tenho a acrescentar para você é o estranho fato de Hades ter dado uma arma ao seu personagem. Claro que acredito que essa missão será a primeira de vocês e que essa historia terá uma continuidade, porém você poderia ter especificado o porquê Hades quis ajuda-lo e principalmente, o porquê dele precisar de você, já que existem filhos do deus e etc. Espero ver futuramente algo explicando esses fatos, e como Hades se sentiria ao ver você resgatando a filha de Perséfone, já que sabemos que o deus é ciumento e certamente não gostaria de saber que você salvou o fruto de uma traição de sua esposa. Não vou retirar pontos de coerência por isso, mas seu item desejado sofrerá modificação.

- Coerência: 250/250
- Coesão, estrutura e fluidez: 125/125
- Objetividade e adequação à proposta: 70/75
- Ortografia e organização: 48/50

- Recompensas: 490xp + 85 dracmas


-Item: Insensatez [É uma katana pouco menor do que o comum. Sua lâmina negra – ferro estígio – é extremamente afiada e levemente curvada, facilitando a destreza. O punho é feito de ferro frio e revestido de couro, que adere à mão do utilizador. {Ferro estígio, ferro e couro} (Nível mínimo: 20) {Nenhum elemento} [Recebimento: “Or is it just madness”]

- Descontos: 20 HP, 80 MP

Parecer geral

Eu realmente gostei da missão de vocês, mas esperava um detalhamento maior em algumas partes, como demonstrar mais claramente os métodos usados para conseguir uma quantidade tão grande de dinheiro (passagem de avião não é barata, ainda teve o ônibus, o trem e o motel), citaram que foi com um homem rico mas como? Furtou, prostituição, enganando o homem...? senti falta desses detalhes e poderiam ter abordado mais aprofundadamente o modo como a campista chegou no acampamento, talvez poderiam ter feito uma SM apenas para isso, ficou muito fraco o modo como apresentaram essa circunstância apenas no finalzinho da missão e nos posts menores.Espero que consigam desenvolver a historia de vocês e aumentar a quantidade de detalhes nas próximas vezes.



Thanks Tiago © 2013


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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por 101-ExStaff em Sab 03 Maio 2014, 21:42

Atualizado
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

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