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Or is it just madness | Enzo e Zafrina

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Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Qua 26 Mar 2014, 16:46


Or is it just madness

A missão resume-se no salvamento de Zafrina, feito acidentalmente por Enzo. Em sequência, além da imensurável dívida criada, um afeiçoamento entre os dois será criado, dando continuidade às tramas.

Primeiro turno

Neste primeiro turno, os players em questão relatarão seus cotidianos, desde o modo como vivem até lembranças de acontecimentos não muito distantes.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 21h e 30min no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 33
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivos do turno:

• Mostrar a recente realidade de Enzo e Zafrina e o fator principal do encontro deles.

Um obrigado ao Fellp porque dei uma copiada na formação do post.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Qua 26 Mar 2014, 16:49


Keeping us afloat

Zafrina recostou-se na parede de um grande prédio depois de virar a incontável esquina da Cidade do Panamá. Faziam algumas horas desde que chegara ali, e desde então não cessara a atividade. Andava para todo canto, tentando despistar algo que esperava ser, no máximo, um estuprador. Tivera um outra experiência pior, onde o risco de morte era alto, mas felizmente se safou.

Vez ou outra uma rosa aparentemente holográfica aparecia sobre a menina e, abruptamente, começava a se mover. Não sabia se devia ou não segui-la, mas optou pelo sim porque as coisas que lhe apareciam não eram muito convidativas a ficar onde estava. Sendo assim, Zafrina não hesitou em deixar Porto da Espanha, capital de Trinindade e Tobago, e partir em busca da misteriosa flor que, além de supostamente indicar um caminho, oferecia comunicação com uma estranha voz conselheira. 
Até aquele momento, Zafrina se metera em várias enrascadas, principalmente na hora de ir para o próximo país sem ser andando. Venturosamente, as coisas deram certo, mesmo que cães gigantes ou meninas demônios aparecessem às vezes. Pela sorte - ou talvez pelo azar de viver -, esses encontros chatinhos tiveram um fim trágico para os monstros. 
O pouco tempo na Cidade do Panamá foi suficiente para que Zafrina furtasse algo de um brechó qualquer, alugasse um quarto numa pensão de quinta categoria e saísse pela janela depois de um bom banho e refeição, esquecendo-se de pagar.
Então, vestindo uma grande camiseta larga, preta e de manga longa, uma bermuda jeans e alpargatas vermelhas desbotadas pelo uso de sua antiga dona, a negritude em pessoa teve êxito - por conta da prática - em escapar sem pagar nada à pensão. A vida a obrigou aprender algumas coisas: primeiro, vivia quase sem luxo com a mãe, na periferia do Porto da Espanha; segundo, com a morte da mãe e a falta de parentes para sustentá-la, Zafrina teve de aprender na raça a se virar.. e deu no que deu. 
Ela não se arrependia de nada já feito, senão da própria incapacidade de evitar a morte da mãe por uma doença até então desconhecida. Estava relativamente bem, apenas incomodada com essas coisas loucas - rosa voadora e criaturas anormais - em sua vida.

Info:
Habilidades:
Passivas:
Considerar até as do nível 14.
Ativas:
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Libbely Bassard em Qui 27 Mar 2014, 21:18



Insensatez

...

Prólogo


A
s escadas pareciam infindáveis, e a escuridão, cada vez mais intensa. Seu coração martelava no peito com mais força a cada passo que descia. Após algum tempo, que não saberia dizer exatamente quanto fora, terminou os últimos degraus. Viu-se numa sala ampla, sustentada por quatro pilares posicionados em cada extremidade. No centro, um trono. E nele, a figura que observava-o com um olhar cadavérico. Enzo parou e retribuiu o olhar, embora não estivesse tão firme em sua posição. Estava de frente para o rei do Submundo, afinal.

As mãos pálidas de Hades repousavam em seu colo. Sua postura era solene, e impunha respeito sem precisar dizer qualquer palavra. Ele levou uma mão ao queixo e ponderou, analisando o semideus à sua frente. Ambos se encararam por um tempo: um, desconfiado e receoso; o outro, pensativo e calculista. Quando Enzo pensou em quebrar o silêncio, foi interrompido.

— Por que está aqui? — Hades perguntou retoricamente, inclinando a cabeça. — É uma boa questão.

As sobrancelhas do vingador arquearam com a surpresa de ter seus pensamentos trazidos à tona pelo deus. Contudo, a surpresa durou pouco, tornando a vestir a máscara de imparcialidade que cobria seu semblante. Instintivamente a mão direita foi à bainha, buscando o punho de Bastarda, mas não encontrou. Esquecia-se constantemente que já não tinha a espada. Disfarçou o movimento, embora Hades já houvesse percebido.

— É interessante como alguém se sente menor quando está desarmado, não? — Hades alisou o queixo, mantendo o olhar fixo e indecifrável no garoto. — Porém — ergueu um dedo —, não devemos subestimá-lo. Afinal animais encurralados se tornam perigosos.

O vingador encarou o sorriso sádico do deus tentando manter a calma, mas era difícil. Só de olhar diretamente naqueles olhos penetrantes sentia um forte impulso de se afastar. Ficou parado, entretanto. E sem se dar ao luxo de desviar o olhar. Não é que o moleque tinha peito? Hades gostava daquilo.

— Por que me trouxe aqui?

O deus soltou um suspiro cansado, olhando para cima como se reclamasse com alguém. Ergueu a mão e as sombras condensaram à sua vontade, até que estivesse segurando uma lâmina negra. Mantendo-a estendida com o punho virado para o vingador, lançou-lhe um olhar convidativo.

— Vamos, pegue-a — gesticulou com impaciência para a lâmina.

Enzo olhou para a espada e em seguida para Hades, como se não tivesse entendido. O deus assentiu à pergunta silenciosa, encorajando-o a avançar. O garoto deu um passo, depois outro. Olhou ao redor para se certificar que nada acontecera. Lentamente estendeu a mão e pegou o punho da arma, ficando impressionado com sua leveza. Não era uma espada, como achara ao vê-la; mas uma katana, só que mais curta do que o normal. E ela era fria…

— Você ainda não respondeu minha pergunta — Enzo inquiriu.

Hades revirou os olhos e reclamou olhando para cima novamente. Gesticulou com impaciência.

— Só estou cumprindo o meu papel, Enzo — falou. Pela primeira vez o garoto ouviu seu nome ser dito pelo deus dos mortos, e sentiu uma mão fria agarrar-lhe o coração. — Sem mais perguntas. Estou começando a ficar cansado. Agora, está na hora de ir.

Hades estalou os dedos e uma nuvem negra começou a envolver o semideus e tornar sua visão turva. Antes de Enzo perder a consciência, ouviu, distante, a voz do deus:

— A espada se chama Insensatez.




Capítulo um


U
m manto esfarrapado cobria todo o corpo do vingador, que caminhava despercebido por entre ruelas desertas à luz noturna. Cabisbaixo, escondia o rosto nas sombras do capuz. Olhou por cima do ombro e apressou os passos, mudando de calçada por precaução.

Parecia estar sendo seguido há um tempo. Sentia isso. Os passos, a respiração pesada. Mas, sempre ao se virar para ver quem quer que fosse, não encontrava nada. Quando voltava a andar, recomeçava. E estava ficando cada vez mais perto. Virou uma esquina e parou.

Tentou controlar a respiração. Não podia perder a calma, nunca. O medo era perigoso, e fazia muitos perderem o controle. Para um semideus significava a morte. Insensatez gemeu ao ser puxada da bainha lentamente. A lâmina escura, quando ficou exposta à noite, reteve um brilho fosco. Ao se virar, o vingador apontou a lâmina para frente. E, como imaginava, não havia ninguém ali. Baixou o rosto, deixando-o ser encoberto pela sombra do capuz, e voltou a caminhar.

A América Central era um continente peculiar, e havia algumas coisas que não se via em todo lugar. Enzo estava atrás de uma coisa dessas.

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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Sab 29 Mar 2014, 15:11


Or is it just madness


Segundo turno

Em meio à caminhada noturna, num país nunca visitado, portanto mal conhecido, coisas igualmente ignotas tendem a acontecer. Neste turno, demônios de pedra farão com que os dois semideuses em questão tenham as vidas entrelaçadas de uma forma bastante comum... para eles.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 22h no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 37
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivo do turno:

• Relatar o modo como Enzo e Zafrina se encontrarão.

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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 30 Mar 2014, 19:39


And when I look back, at all the crazy fights we have

A escuridão não era um problema para Zafrina. Seus olhos eram incrivelmente adaptados para enxergar no escuro e certas coisinhas além disso. Sendo assim, não precisou de uma segunda parada; continuou a andar apressadamente, como se fugisse de alguém. Quebrava quase toda esquina, na única intenção de despistar qualquer um que porventura a perseguisse, mas isso não passava da loucura. Incontáveis dias exaustivos, reservados apenas para combater criaturas mortíferas que de repente surgiram em sua vida ou fugir delas, eram a recente realidade da morena, que por um único motivo não se entregava à morte: respostas. Àquela altura de sua vida, isso era o mais desejado. Afinal, porque raios tudo acontecia?

Zafrina saía de um beco depois de urinar ali. Em suas mãos existia um buquê de flores diversas, recolhidas naquela mesma cidade; todas estavam vivíssimas, mesmo sem água ou nutrientes da terra. Descobrira que tinha certo dom com quase todo tipo de plantas e flores. Sabia que sua presença rejuvenescia qualquer flor e que perto delas se sentia muito melhor, muito mais disposta. De fato, uma resposta decente para isso não existia, e, portanto, era para esse tipo de coisa ela buscava um porquê. 
Xingava toda vez que algum imbecil buzinava e, em seguida, mostrava-lhe o dedo do meio. Gostaria de saber como a viam durante a noite, já que sua pele auxiliava - e bastante - na camuflagem. Num determinado momento, quando dois caras se aproximaram com intenções nada legais, Zafrina simplesmente apontou o buquê de ponta-cabeça para eles, e, numa fração de segundos, os caules das flores cresceram. Através deles, então, a jovem enforcou um dos homens e ameaçou fazer isso com seu colega, que, dotado de um cérebro, optou por fugir. 
Mesmo com a negritude dando uma força, não era a melhor em fazer ameaças ou matar alguém. Todavia, conseguia lembrar-se somente do momento em que as cobras dilaceraram o corpo do pai e da avó na sala de estar em sua antiga casa, em Porto da Espanha. E isso era mais que suficiente para matar alguém. Além disso, fazia certo tempo que ia de país em país, enfrentando qualquer coisa - inclusive monstros, que felizmente não eram muito frequentes - que aparecesse em sua frente.
Virando mais uma esquina, Zafrina trotou para alcançar a próxima e, dali, atravessar uma avenida bastante movimentada da cidade. Bares, boates, coisas que aglomeram muita gente, tudo tinha naquela rua. E era isso mesmo que ela não queria. Evitou qualquer olhar inusitado às flores com os caules compridos ou à própria aparência, que mesmo com vestes apresentáveis, o desgaste físico, a cabeleira negra em caminho ao black power pela falta de chapinha e o suor aparente no rosto fazia dela uma porca. 

Um babaca quase passou por cima dela, mas por pouco conseguiu evitar o acidente. Ciente do próprio erro, Zafrina nem se virou para o homem e permaneceu a avançar, mas mais acelerada. Em pouco tempo já distava umas quatro quadras da avenida, e pode relaxar. Menos gente, menos barulho.

Foi aí que, apoiada numa parede qualquer para recuperar o pouco fôlego que lhe restava, a bendita flor ilusória reapareceu poucos centímetros da semideusa. Uma chama interna reacendeu nela e, instintivamente, lançou-se atrás da imagem, seguindo-a desesperadamente até trombar com um homem e se espatifar na calçada com ele. 

Filha da puta! — falou o homem, pondo-se de pé rapidamente enquanto puxava para o peito uma placa de ouro com desenhos não identificáveis parcialmente coberta por um pano ocre. 

É de cor. — Zafrina retrucou, ainda no chão, ao ver que o homem também era negro. Em reposta ele rosnou e a fuzilou com o olhar. Ela sorriu e apoiou-se numa mureta que ladeava uma escada longa e levantou, indo apanhar seu buquê logo em seguida. 

No momento em que voltou-se para o cara, viu-o correndo, bastante agitado. Seu sobretudo preto esvoaçava com o vento frio da noite, e seu pouco cabelo pixaim permanecia imóvel. 

Abruptamente, então, algo atingiu o homem por trás, e ele voou de cara no asfalto. Em sequência, três vultos desceram contra o corpo e ficaram alguns segundos ali. Ao saírem, Zafrina via nitidamente a carne e alguns ossos expostos do homem que há pouco conhecera. Inevitável foi o medo que sentiu ao ver a cena, então imediatamente pôs-se a correr na direção oposta ao museu por onde o homem saíra, esquecendo-se por completo da flor-guia. 

Não conseguia raciocinar direito. Só ficava com a imagem do corpo morto na mente, e aquelas coisas que atacaram-no. Zafrina tinha mais horror ainda, porque podia ser a próxima a morrer. Sobrevivera a tanta coisa... já era suficiente. Não precisava de mais, não mesmo. 

Estamos te vendôô, disse uma voz na mente da jovem. Você não tem como escapar de nós. Devia ter pensado duas vezes antes de roubar nosso museu, um outro alguém entrou na história, falando com Zafrina mentalmente. Chegou a conclusão que essas vozes pertenciam às coisas que mataram o homem, e por vê-la com ele, julgaram-na como comparsa. Novamente, estava numa enrascada. Talvez na pior de sua vida.

Seu pisar estava ficando pesado e o bater de asas dos vultos ficava mais alto a cada segundo. Zafrina já sabia que teria de enfrentar o que quer que aquilo fosse e tentar ficar viva. Desta forma, diminuiu o ritmo da corrida e virou-se, pronta para qualquer coisa. 

Os olhos semicerravam ajudavam-na a ver melhor o que aquelas coisas eram: gárgulas. Zafrina não sabia denominar corretamente, mas sabia que eram estátuas com vida. Pedras. Conseguia fazer algo com isso, mas talvez não suficiente para abater as três criaturas, que se aproximavam bastante ligeiras. 

Com a fala extinta àquela hora, Zafrina se sentia mais sozinha que nunca. Virou o buque, apontando os caules longos para frente e afastou as pernas, pronta para dar uma de cowgirl. Infelizmente, as gárgulas se dividiram e cercaram Zafrina pelo ar, consequentemente deixando-a em desvantagem por sempre estar de costas para uma inimiga. 

Daquele ponto, podia ver melhor como as gárgulas eram: demônios voadores com garras e presas afiadas. É, concluiu, deve ser aqui que eu morro.

Fingiu abaixar a arma (buquê), mas executou um giro completo, erguendo os caules numa chibatada bem feita contra uma gárgula, que, desprevenida, resmungou mentalmente e se aproximou um pouco do chão. O movimento era contínuo, portanto não parou aí. Com o erguer da perna destra - deixando, portanto, a outra como apoio -, Zafrina desenhou um arco no ar, que de imediato tomou a forma de um pé de cabra de sombra e voou contra uma segunda gárgula. 

Contudo, as coisas não saíram tão bem quanto Zafrina quis. A gárgula atingida pelos caules utilizou-os para puxar a semideusa e, assim, fê-la errar o golpe conseguinte; o pé de cabra sombrio voou contra longe e atingiu o nada. 

No chão, sem muitas chances de esquiva, a filha de Perséfone executou um trio de socos contra a calçada, fazendo com que três pedaços medianos de pedra erguessem dali e se dirigissem no mesmo instante de encontro à gárgula que avançava num rasante. Em resposta, ela foi atingida, e, com o impacto, lançada para longe da menina. 

Descontentes, as outras duas criaturas rosnaram e partiram contra Zafrina, com as garras expostas. Uma delas foi repelida por meio da geocinese, já que essas gárgulas eram feitas de pedras, mas a força e concentração exigida da garota não foi suficiente para deixá-la intacta. Assim sendo, a gárgula restante deslizou com vontade suas garras contra o peito da negritude em pessoa, marcando-a para sempre. 

Ali, o tempo pareceu parar. Os cortes longos na parte frontal do tronco ardiam insuportavelmente. Olhando para o céu noturno, sem muitas estrelas, Zafrina via o rosto de seu pai e sua avó. Seria aquele o momento em que, enfim, retornaria para perto dos amados?

Info:
Habilidades:
Passivas:
Considerar até as do nível 14.
Ativas:
Corda de Talo I [6] - Se ao arredor tiver alguma flor, poderá fazer o talo dela se alongar em até três metros, podendo usa-lo como uma corda não tão resistente.

Umbracinese I [8] - Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente as sombras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples de sombras, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.

Geocinese I [14] - Pelos filhos de Perséfone serem adaptados ao Submundo, conseguem controlar simplesmente a terra e as pedras. Podem, por exemplo, criar projéteis ou objetos simples, que darão dano físico embora seja considerado um ataque elemental não-mágico. O bom senso deve ser sempre utilizado, embora a criatividade do utilizador também entre em pauta.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Libbely Bassard em Dom 06 Abr 2014, 19:39



Insensatez

...

Capítulo dois


“Sobre ele farei cair a fome e o fogo
Até que à sua volta ecoe a desolação
E todos os demônios da escuridão externa
Contemplem, admirados, e reconheçam
Que a vingança é obra de um homem.”


Daeonica, quarto ato


P
ássaros levantaram voo e grasnaram à distância por trás de edifícios antigos. No escuro da noite, os corpos negros voando para o céu pareciam cinzas dispersas após um incêndio. E então veio a chuva, lenta, silenciosa e fria para apagá-lo. Era possível senti-la nos ossos, com cada gota batendo em seu rosto e pingando do queixo após percorrer sua bochecha. Mas o frio não era o pior trazido pela chuva, se pensa que é. A solidão o era, e não havia calor que resistisse a ela.

A figura soturna caminhava, muito miúda sob o manto esfarrapado molhado pela chuva. Parecia, a cada passo, atrair as sombras para mais perto de si. Era como se a escuridão quisesse alcançá-lo, mas não conseguia. Ele não permitia. Após atravessar uma rua, parou, inclinando o rosto como que para farejar o ar. Ferrugem. Era estranho, mas, sempre ao pressentir o perigo, o vingador sentia o cheiro de ferrugem.

Num momento, estava ali, com a chuva diminuindo-o pouco a pouco; noutro, já não estava.

[...]

Uma luta estava sendo travada. Ou uma perseguição, a bem da verdade. Criaturas feitas de pedra atacavam uma garota, que sem dúvidas era semideusa. À presença do vingador, os monstros pareceram se inquietar, embora não desviassem a atenção de sua presa. Ele manteve-se parado e em silêncio, observando de uma ruela adjacente à principal. Via a impetuosidade com a qual a garota era atacada, e em seu íntimo um sentimento zeloso por ela cresceu. Seu semblante endureceu como ferro temperado, e foi tomado por raiva.

Os ventos rugiram.

Confusas, as gárgulas pararam em meio ao ato. Foram forçadas a parar. Uma delas estilhaçou-se contra uma parede, tamanha era a violência que fora acertada. Alguns postes de luz dobraram-se um pouco. O vento parecia ter ganhado vida própria, gemendo e atirando tudo que não oferecesse resistência para cima. Os monstros ficaram confusos por um momento, até Enzo sair das sombras do beco, caminhando com uma calma intrigante. Quase havia casualidade em seus passos. O capuz escorregou para trás e deixou seu semblante, uma máscara impassível, à mostra.

Era tomado um cuidado particular para que os ventos não atingissem a garota, mesmo que o vingador não conseguisse totalmente. Insensatez arranhou a bainha ao ser puxada para a noite, cortando o ar com um som lamurioso. Houve uma pausa, em que Enzo suspirou, e os ventos pararam. Todos os objetos que voavam caíram, alguns esmagando-se no asfalto. Ele deixou a lâmina pendendo do lado do corpo e esperou. As gárgulas recuperaram seus movimentos e, após um momento confusas, avançaram contra o semideus.

Foi fácil desviar das investidas dos monstros, que avançavam descoordenadamente. Enzo dava alguns passos, movia o corpo e deixava que passassem perto, mas sem que lhe tocassem. Fez isso durante um tempo, mantendo a katana abaixada. As criaturas voavam ao seu redor, dando rasantes e praguejando em grego. Interrompeu-se quando foi atingido no rosto, e mesmo de raspão, marcou-lhe profundamente em uma das bochechas.

Parou, baixando o rosto. E esperou.

Caiu num joelho antes que fosse pego dos dois lados, e as gárgulas se chocaram uma contra a outra. O pó, ao que os monstros foram reduzidos, caiu sobre o vingador. Ele se levantou e, sem fazer questão de limpar o lado ensanguentado do rosto, embainhou Insensatez. Virou-se para a garota encolhida contra a parede do prédio e caminhou na direção dela.

Os olhos negros fitaram-no quando ele se aproximou, ainda receosa e assustada pelo que havia acontecido. Com a voz fraca, quase ficando presa na garganta, agradeceu-lhe:

— Obrigada.

— Guarde os seus cumprimentos para outra hora — o vingador foi duro na resposta. Olhou por cima do ombro e voltou a fitá-la com impaciência. — Vamos sair deste lugar. Não gosto daqui.

Ele lhe estendeu uma mão. Zafrina relutou em aceitar a ajuda do desconhecido, mas não havia escolha. Ou ele, ou os monstros. Pôs-se de pé e decidiu acompanhá-lo.

Geral:
Habilidades passivas
Respiração [Nível 1]: Sua respiração é perfeita por ser filho de Éolo, seu olfato é super avançado, podendo assim sentir odor e reconhecê-lo. Também consegue sentir o cheiro de longe, como por exemplo, você está em um determinado local da floresta e seu inimigo está do outro, você pode sentir o odor dele.

Fôlego [Nível 2]: Você consegue ficar sem respirar por um tempo, útil debaixo da água e em lugares intoxicados.

Cansaço Nulo [Nível 2]: Os filhos de Éolo não se cansam como os outros meio-sangues, pois chegam a captar uma maior quantidade de gás oxigênio. New

Agilidade [Nível 8]: Agora você é muito ágil e consegue se esquivar de vários ataques.

Aura da Vinganças II [Nível 9]: Agora a sua presença fará com que os monstros também sintam-se acuados, e os semideuses lembrar-se-ão de todas as pessoas de quem ele poderia guardar rancor, e ficará com uma súbita raiva delas, parando por algum tempo de prestar atenção em o que você fez.

Sexto Sentido [Nível 10]: Vingadores de Nêmesis possuem um sexto sentido que dizem onde há perigo ou ameaça.

Velocidade [Nível 10]: Agora você se move tão rápido e silencioso quanto o vento.

Temperatura Corporal [Nível 21]: Assim como o ar, você pode mudar a temperatura de seu corpo de modo a se adaptar ao ambiente que está.

Olfato dos ventos [Nível 27]: Ao chegar neste nível, o filho de Éolo poderá camuflar totalmente seu cheiro para se esconder de monstros ou inimigos rastreadores em situações de perigo extremo.


Habilidades ativas
Estalar de Dedos [Nível 3]: Dizem que a Vingança sempre vem de todos os lados. Vingadores, ao ativar essa habilidade, podem se teletransportar por pequenas distâncias, sem nunca atravessar paredes com isso.

Chuva [Nível 6]: Agora você pode fazer as nuvens ficarem pesadas e controlar as mesmas para criar chuva. O terreno ficará escorregadio e você pode distrair seu inimigo por alguns minutos.

Aerocinese Avançada [Nível 12]: Agora você pode controlar gigantes correntes de ar, podendo ser extremamente frias capaz de congelar o inimigo ou extremamente quentes. Com a junção de duas correntes vindas de direções opostas, você pode criar tempestade e também pode criar tufões e furacões. (A intensidade e tamanho do furacão e da tempestade depende de seu nível)
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 13 Abr 2014, 10:45


Or is it just madness


Terceiro turno

Sucedendo um encontro desgostoso com algumas gárgulas, Zafrina conheceu seu herói. Ele, por sua vez, seco e ríspido, deixou de lado os cumprimentos e pôs-se a levar a garota embora quando transformou as gárgulas em poeira; todavia, o tempo não favorecia-lhes muito, pois ao amanhecer, as criaturas regeneravam-se. Agora, a solução que têm é ir embora.

Informações

→ Lugar, horário e clima:

• Cidade do Panamá, Panamá;
• 23h no horário local; 
• Tropical;

→ Participantes:

• Enzo Vipero, filho de Éolo e vingador de Nêmesis, 17 anos. Nível atual: 41
• Zafrina Morindew, filha de Perséfone, 14 anos. Nível atual: 14

→ Objetivo do turno:

• Apresentar o modo com que Enzo e Zafrina, juntos, chegarão ao Acampamento Meio-Sangue.

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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Behati Sookram em Dom 13 Abr 2014, 12:39


Like some kind of madness was taking control

Zafrina ficou estática depois de arrastar-se para trás, recuando até a parede de um edifício qualquer. Fugia das gárgulas que a atacavam e que, repentinamente, começaram a morrer. Pelo menos compreendia alguma coisa, como sua vida seria dali pra frente. 
Hesitou em aceitar o apoio do rapaz, mas cedeu ao concluir que ele tinha razão. Não deveriam ficar ali, não se quisessem viver. Sendo assim, levantou com a ajuda do misterioso rapaz e agradeceu, recebendo, em seguida, uma resposta um tanto quanto grossa. 
Preferiu não retrucar, pois, a julgar pelo que fizera com as criaturas de pedra há pouco, ele poderia simplesmente estraçalhar a morena, que medrosa ficou. 
Por aqui. — disse, conduzindo Enzo na direção de algum lugar que conhecia.
Em minutos, chegaram num tipo de pátio de apreensão de automóveis. Zafrina pediu alguns minutos ao companheiro e desapareceu depois de entrar num beco lateral ao lugar, deixando o aviso para o vingador ficar do outro lado da rua, mais afastado da grade do pátio. Então, de repente, um carro escuro arrebentou parte do alambrado e parou próximo de Enzo, convidando-o a entrar.
A vida fez Zafrina aprender a dirigir suficientemente para fugir. Junto de Enzo, deixou a cidade em alguns minutos e, com ordens dele, guiou o carro popular sentido norte, na diretriz do país vizinho: Costa Rica. A estimativa era chegar lá no fim da tarde do dia seguinte, contando com uma ou duas paradas para fazer um xixizinho ou um cocozinho e comer. Tiveram tempo de conversarem pelo menos um pouco, já que o rapaz tinha um jeito fechado, mas independente disso, Zafrina gostara dele, principalmente por tê-la deixado viva.
No novo lugar, bastante longe e pouco diferente do anterior, a negra largou o carro em um lugar qualquer e seguiu por ônibus com Enzo até uma cidade grande; o dinheiro usado foi tirado de um homem rico.
Depois, conseguiram pegar um voo com destino a Acapulco no México, e de lá prosseguiriam sentido norte, onde Enzo dizia ser o caminho correto.
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por Libbely Bassard em Sab 19 Abr 2014, 21:20



Insensatez

...

Capítulo três


“Sobre ele farei cair a fome e o fogo
Até que à sua volta ecoe a desolação
E todos os demônios da escuridão externa
Contemplem, admirados, e reconheçam
Que a vingança é obra de um homem.”


Daeonica, quarto ato


V
iajar por tanto tempo era cansativo. Há algum tempo Enzo percebera que já não estavam mais sendo seguidos, mas, por precaução, manteve o ritmo por mais alguns quilômetros. Próximo à fronteira do México, quando a tarde já morria, ele arrumou um quarto de motel para que ambos passassem a noite.

— Vamos passar a noite aqui. Partimos ao nascer do sol — dissera à garota. Ela assentiu, muito cansada para dizer qualquer coisa.

Ao entrar no chuveiro, Enzo percebeu que estava exausto. A água fria – água quente num motel do México? Não mesmo – massageou os seus ombros prazerosamente. Ele levantou o rosto para a água e permitiu-se ficar muitos minutos sob o chuveiro. Estava precisando daquilo. Lavar o corpo e a alma. Quando saiu do banho, viu uma Zafrina apreensiva na cama.

— Não falta muito para chegarmos — falou para ela, terminando de se enxugar. — Pode ficar com a cama. Dormirei no chão. Se precisar de alguma coisa, avise-me. Tudo bem?

A semideusa confirmou com um gesto tímido da cabeça.

Felizmente aquela noite passou sem sonhos. Fazia tempo que Enzo não dormia tranquilamente. Ao nascer do sol, pouco antes de quatro da manhã, ele acordou e sacudiu Zafrina da cama. Saiu do quarto e esperou por ela na rua, aproveitando aquele pouco tempo sozinho para observar o movimento. Conseguiu convencer um mortal a ceder seu carro emprestado e, quando Zafrina veio ao seu encontro, o vingador acelerou para uma estrada deserta.

Não demorou para que entrassem nos Estados Unidos. A partir dali, largaram o carro e foram de trem o restante do caminho. Como Enzo podia esconder seu cheiro e Zafrina era uma semideusa que não chamava muita atenção, não encontraram muitos monstros. Um lestrigão em Nova Orleans; em Atlanta, uma dracaena. Mas nada que não pudessem lidar.

Quando a colina do Acampamento já era visível, após quase uma hora andando, Enzo parou.

— Siga adiante — apontou a planície para a garota. — Lá você estará segura — e era tudo que tinha para dizer. Virou-se e caminhou para a estrada da qual tinham vindo.

Por que Enzo não entraria no Acampamento? Perguntas, perguntas...

Geral:
Habilidades passivas:

    Respiração [Nível 1]: Sua respiração é perfeita por ser filho de Éolo, seu olfato é super avançado, podendo assim sentir odor e reconhecê-lo. Também consegue sentir o cheiro de longe, como por exemplo, você está em um determinado local da floresta e seu inimigo está do outro, você pode sentir o odor dele.

    Fôlego [Nível 2]: Você consegue ficar sem respirar por um tempo, útil debaixo da água e em lugares intoxicados.

    Cansaço Nulo [Nível 2]: Os filhos de Éolo não se cansam como os outros meio-sangues, pois chegam a captar uma maior quantidade de gás oxigênio.

    Agilidade [Nível 8]: Agora você é muito ágil e consegue se esquivar de vários ataques.

    Aura da Vinganças II [Nível 9]: Agora a sua presença fará com que os monstros também sintam-se acuados, e os semideuses lembrar-se-ão de todas as pessoas de quem ele poderia guardar rancor, e ficará com uma súbita raiva delas, parando por algum tempo de prestar atenção em o que você fez.

    Sexto Sentido [Nível 10]: Vingadores de Nêmesis possuem um sexto sentido que dizem onde há perigo ou ameaça.

    Velocidade [Nível 10]: Agora você se move tão rápido e silencioso quanto o vento.

    Temperatura Corporal [Nível 21]: Assim como o ar, você pode mudar a temperatura de seu corpo de modo a se adaptar ao ambiente que está.

    Olfato dos ventos [Nível 27]: Ao chegar neste nível, o filho de Éolo poderá camuflar totalmente seu cheiro para se esconder de monstros ou inimigos rastreadores em situações de perigo extremo.


Recompensa almejada:

    — {Insensatez} / Katana [É uma katana pouco menor do que o comum. Sua lâmina negra – ferro estígio – é extremamente afiada e levemente curvada, facilitando a destreza. O punho é feito de ferro frio e revestido de couro, que adere à mão do utilizador. A arma é indestrutível.] {Ferro estígio, ferro e couro} (Nível mínimo: 30) {Nenhum elemento} [Recebimento: “Or is it just madness”]

    Caso haja a necessidade de modificações na katana, peço, encarecidamente, que me contatem, pois a arma será importante para o personagem futuramente.

Libbely Bassard
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por 112-Ex-Staff em Qui 01 Maio 2014, 20:58


Avaliação
.

Primeiramente gostaria de parabenizar aos dois, gostei bastante da criatividade que tiveram para fazer essa SM. Mas não posso deixar de comentar alguns pontos.

Zafrina Morindew

Zafrina, os pontos que destaco em seus posts é a qualidade de sua escrita mas que em alguns momentos pecaram, provavelmente por uma falta de revisão. Tente sempre revisar seus posts mais de uma vez se preciso for, conseguirá acabar com esse pequeno problema e deixar de cometer alguns erros de digitação e escrita. Também me atentei para o fato de você estar sendo reclamada nessa missão, fato que me deixou intrigado em alguns momentos que usou seus poderes. Quando usou seu poder de geocinese estranhei um pouco, seria sim comum algo do tipo se você soubesse de alguma forma desse controle, podendo controla-lo já que é um poder ativo. Ficou estranho você fazer isso em uma das gárgulas e socar o chão para fazer com que as pedras atingissem um dos monstros, assim como também ficou meio estranho o modo como usou o buquê, poderia ter explorado mais o espanto da garota ao usar alguns dos poderes e, principalmente mostrar que ela realmente não sabia o que fazia, apenas fazia como se fosse uma espécie de “acidente”. No mais acho que individualmente seria esses os pontos que gostaria de citar para você.

- Coerência: 180/250
- Coesão, estrutura e fluidez: 125/125
- Objetividade e adequação à proposta: 70/75
- Ortografia e organização: 45/50

- Recompensas: 420xp + 80 dracmas

- Descontos: 80 HP, 50 MP


Enzo Vipero

Sua narração continua tão boa e peculiar como me lembrava, então o que tenho a acrescentar para você é o estranho fato de Hades ter dado uma arma ao seu personagem. Claro que acredito que essa missão será a primeira de vocês e que essa historia terá uma continuidade, porém você poderia ter especificado o porquê Hades quis ajuda-lo e principalmente, o porquê dele precisar de você, já que existem filhos do deus e etc. Espero ver futuramente algo explicando esses fatos, e como Hades se sentiria ao ver você resgatando a filha de Perséfone, já que sabemos que o deus é ciumento e certamente não gostaria de saber que você salvou o fruto de uma traição de sua esposa. Não vou retirar pontos de coerência por isso, mas seu item desejado sofrerá modificação.

- Coerência: 250/250
- Coesão, estrutura e fluidez: 125/125
- Objetividade e adequação à proposta: 70/75
- Ortografia e organização: 48/50

- Recompensas: 490xp + 85 dracmas


-Item: Insensatez [É uma katana pouco menor do que o comum. Sua lâmina negra – ferro estígio – é extremamente afiada e levemente curvada, facilitando a destreza. O punho é feito de ferro frio e revestido de couro, que adere à mão do utilizador. {Ferro estígio, ferro e couro} (Nível mínimo: 20) {Nenhum elemento} [Recebimento: “Or is it just madness”]

- Descontos: 20 HP, 80 MP

Parecer geral

Eu realmente gostei da missão de vocês, mas esperava um detalhamento maior em algumas partes, como demonstrar mais claramente os métodos usados para conseguir uma quantidade tão grande de dinheiro (passagem de avião não é barata, ainda teve o ônibus, o trem e o motel), citaram que foi com um homem rico mas como? Furtou, prostituição, enganando o homem...? senti falta desses detalhes e poderiam ter abordado mais aprofundadamente o modo como a campista chegou no acampamento, talvez poderiam ter feito uma SM apenas para isso, ficou muito fraco o modo como apresentaram essa circunstância apenas no finalzinho da missão e nos posts menores.Espero que consigam desenvolver a historia de vocês e aumentar a quantidade de detalhes nas próximas vezes.



Thanks Tiago © 2013


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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

Mensagem por 101-ExStaff em Sab 03 Maio 2014, 21:42

Atualizado
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Re: Or is it just madness | Enzo e Zafrina

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