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Teste Poseidon maio

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Teste Poseidon maio

Mensagem por Alaric L. Carter em Sab 03 Maio 2014, 19:23

Características

Tive uma infância complicada. Na verdade, toda a minha vida até aqui é complicada. Um garoto que era maltratado pelo padrasto (pai mortal), logo após entrar na escola, sofreu Bullying. A maioria das vezes de sofrer Bullying era pelo fato de ser gordinho. Eu não tinha amigos. Mudava de escola várias vezes. Em todos os lugares, nenhuma criança queria ser meu amigo ou minha amiga. Sério, todos me humilhavam. Bem, logo após que fui para o sexto ano escolar, minha vida mudou. Emagreci, tive amigos. Na época, nenhuma garota queria se relacionar comigo. Estava me aproximando de ter uma vida normal.
Gosto de azul, pois me lembra o mar. A água faz eu me sentir bem. Na verdade, dizem que 70% do corpo humano é feito de água. O meu deve ser por volta de 90%, de tanta água que bebo. Enfim, me sinto regenerado com esse elemento. Também gosto de cavalos.
Em relação às características físicas, atualmente, tenho pele de etnia branca, cabelo negro, curto, liso (que era ondulado e longo, mas meu padrasto tinha passado a máquina no meu cabelo, quando era pequeno, ele ficou baixinho, daí nunca mais cresceu, e ficou liso), alto, 1 metro e 85 de altura, 15 anos de idade, porte médio (não tão gordo, mas também não tão magro). Olhos castanhos, bochecha um pouquinho grande, covinha no queixo. Tenho algumas cicatrizes, mas não gostaria de tocar muito no assunto.
Em relação às características emocionais, tenho Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, então talvez seja por isso que sou um cara muito sensível, emotivo, me sinto como se não recebesse muita atenção dos meus amigos. Minha cabeça é como uma TV ligada em vários canais ao mesmo tempo, sempre pensando em várias coisas diferentes. Sou do tipo de cara que odeia injustiça, pois fui muito injustiçado em minha vida. Sou extremamente leal aos meus amigos, procuro defendê-los sempre que posso. Não sou do tipo que sai arrumando briga com qualquer um, mas se me desafiarem, não nego uma briga, e luto até o fim, sem medo. Acho que toda essa coisa emocional minha de hoje é por tudo que passei por minha vida.


História

Passei quase toda a minha vida (até aqui) ao lado da minha mãe. Ela foi a pessoa quem mais me amou (na verdade, a única que realmente me amou), que sempre esteve comigo. Porém, hoje foi, provavelmente, o pior dia de minha vida. Ela teve uma vida bem difícil, era tratada como escrava pelos pais, então, quando teve sua maioridade, decidiu sair de casa. Ela sempre amou a mitologia grega, dizia-se filha de Atena, e amava Poseidon. Tinha conhecido um homem, alto, forte, ela dizia que tinha cheiro de peixe (risos). Mas que não incomodava. Se existia um homem perfeito, esse homem era ele. Claro, ela se apaixonou, e engravidou. Sozinha, teve que suportar esse bebê. Logo depois de ter engravidado, o sujeito desapareceu. A criança nasceu, incrivelmente em um ótimo estado de saúde. Logo depois, minha mãe encontrou um cara, que passava a imagem de um homem incrível. Mamãe sempre tivera um pé atrás com homens, depois do que aconteceu com meu suposto pai. Mas ela acabou se casando com esse homem. Quando minha mãe ia trabalhar, ele ficava em casa cuidando de mim, e vice-versa, como se fossem turnos. Mas ele nunca gostou de mim. Não queria sustentar filho de um cara desconhecido. Tentara, de várias maneiras, me matar. Porém, milagrosamente, eu não morri. Ele sempre me maltratava. Certa vez, quando eu tinha quatro anos, minha mãe tinha ido trabalhar, ele ateou fogo em mim. Sim, fui queimado vivo. Minha mãe chegou em casa, viu a cena, e mandou-o embora. Essa tinha sido a gota d'água. Eu estava péssimo, com o corpo todo queimado, mas ainda estava vivo. Mamãe, desesperadamente, correu para um hospital, a ponto de procurar ajuda. Em todos os lugares que ela ia, os médicos diziam que, infelizmente, a criança estava morta. Não era possível alguém sobreviver a isso. Mas minha mãe não desistiu de mim. Me levou para casa. Cuidou de mim. Depois de um tempo, comecei a me recuperar. Após entrar na escola, não tinha amigos, pois era frequentemente zoado. Trocava de escola, e a situação permanecia. ninguém quis se aproximar de mim. Era visto como uma aberração. Após um tempo, emagreci, minha aparência melhorou. Algumas pessoas começaram a falar comigo. Como forma de esconder minha dor, passei a ser "o palhaço da turma". Mesmo que às vezes seja infantil, o humor foi uma forma de esconder minha tristeza.
Sempre perguntei à minha mãe sobre meu pai biológico, mas ela nunca respondia. Com o passar do tempo, perdi o interesse. Porém, hoje foi diferente.
Mamãe estava deitada, passando muito mal. Agora, isso parecia normal. Quase todo dia ela passava mal. Quando, de repente, ela me chamou.
- Filho, venha aqui - disse, com a voz falhando.
- Mãe, o que aconteceu? O que está sentindo?
Dessa vez, ela estava pior que das outras vezes.
- Prometi a mim mesma que só lhe contaria isso na hora certa. - ela disse - E vejo que já não tenho mais muito tempo. Sabe aquelas histórias sobre deuses gregos que você sempre me perturbava - ela sorriu -, falando e falando sobre deus tal, aquele herói... enfim, isso realmente existe.
- M-Mas... o que? Mãe, você não está bem... tem certeza do que está falando?
- Meu filho, desde quando você nasceu, estive culpando seu pai pela nossa situação, me perguntando o motivo de ele ter nos abandonado... mas agora enxergo tudo com clareza... que pena que é tarde demais. Já arrumei sua mochila, daqui a alguns minutos um sátiro chegará para te levar. Adeus, meu filho. Mamãe te ama. - e ela deu um beijo em minha testa - Se cuida, meu peixinho dourado.
E ela fechou os olhos. Pela última vez.
Após um tempo, alguém bate na minha porta. Quando abro, vejo um homem de muletas. Pessoas ao redor falavam "coitado, deve ter sofrido um acidente". Ele chegou em meu ouvido, e sussurrou "Então deve ser você a cria do mar. Sou Nathan, o sátiro. Vamos, temos um longo caminho a percorrer."
- Espere. - eu disse - Eu não te conheço. E que história é essa? Minha, minha mãe... - e uma lágrima caiu de meus olhos.
- Sim, eu soube. - disse o sátiro - Meus pêsames. Ela descansará em paz, no Mundo Inferior, eu espero. Agora vamos, temos uma longa jornada a fazer.
- Para onde você vai me levar?
- Acampamento Meio-Sangue, Long Island. Lá começará sua jornada como semideus. Prepare-se.
- Mas isso fica em outro país! Estamos muito longe de lá! Como...
Nathan, o sátiro, assovia, e, de repente, um lindo pégaso marrom aparece em frente à minha casa.
- Vamos, pegue sua mochila e suba. - disse Nathan - Sua mãe ficará bem. Mandamos um pessoal para cuidar dela.
Não sei o que deu na minha cabeça, mas obedeci o sátiro.
Um longo tempo se passa. Sinto-me sonolento.
- Pode deitar - disse o sátiro, com um sorriso no rosto - Paçoca é confiável. Quando chegarmos, te acordo.
- Você tem um pégaso chamado Paçoca? - perguntei
- Na verdade, ele não é meu. Peguei emprestado no acampamento.
E então, fechei os olhos e dormi.
Quando acordei, estava em um lugar diferente.
- Mas o que...
- Bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue. - disse Nathan - Vamos, Quíron quer ter uma palavrinha com você.


Narração

Long Isand. Três de maio de dois mil e quatorze. Há pouco tempo, cheguei ao Acampamento Meio-Sangue. Estava andando em uma praia de Long Island. A praia estava vazia, à noite. De repente, dois ciclopes me atacam.
- Olha só o que temos... - disse um dos ciclopes - Cheira a sardinha fresca. Um filho de Poseidon?
- Sim... - disse o outro - Sabe, não gosto da ideia de que papai prefere vocês, meio-sangues. Vamos pegá-lo, Buck?
- Claro, Steve. - afirmou o que deveria ser Buck - Semideuses são deliciosos.
- O que? - perguntei - Vocês querem... me comer? E que coisa é essa de "papai"?
Os ciclopes se aproximaram. Quando, de repente, uma onda me pegou, por trás, e caí no mar.
Eu sempre gostei do mar, mas dessa vez, estava com medo. Ia afundando pela água. Não conseguiria chegar à superfície a tempo. Não tinha mais como prender a respiração. E então me entreguei. Soltei a respiração, deixei a água me levar, na esperança de que finalmente encontraria minha mãe. Mas não foi isso que aconteceu.
Descobri que conseguia respirar em baixo d'água.
Quando abri os olhos, os ciclopes estavam vindo atrás de mim. Desejei que pudesse me locomover na água. Mais uma descoberta: Eu controlo a água.
Bem, não sou profissional nisso, preciso de treinamento, claro, mas para quem está sendo perseguido por dois caras de três metros de altura que querem te comer, a única coisa que importa é fugir.
- Okay, vamos lá, Tauan. - disse a mim mesmo- Eu sou um filho de Poseidon. Concentre-se.
E então, já tinha controle sobre a água. Me escondi em uma caverna que apareceu à direita.
- Oi, cara! - diz algo atrás de mim
Quando me viro, depois do susto, um peixe, parecido com o Nemo, está atrás de mim.
- Como eu te entendo? - falei ao peixe
- Você é cria do mar, pode entender qualquer ser criado pelo seu pai.
- Legal - sorri, apesar de ainda estar assustado
- É melhor se apressar. Ou vai virar comida de ciclope.
Quando olho para a frente, é tarde demais. Estou amarrado à uma pedra, em algo que se assemelha a uma oficina, enquanto meus "irmãos" discutem quem fica com a cabeça (sério isso?).
"Bem, vamos ver se esses poderes são bons mesmo" digo a mim mesmo.
A oficina começa a tremer. E ela despenca. Pedras caem sobre os ciclopes. "Como vou me soltar?" Pensei. E então me lembrei da adaga que recebi no acampamento, então usei tudo o que sabia para tentar controlar a água. E meu plano deu certo. O fluxo de água controlou a faca e cortou a corda que me prendia. Fugi dali o mais rápido possível.
Quando consegui sair, me surpreendi com o que vi. Era algo como um reino subaquático.
"Atlantis", foi o que veio na minha cabeça. Claro, o reino de Poseidon, meu suposto pai.
Fico fascinado com a aparência. Aquilo era lindo.
E então tubarões aparecem.
- Não acha que o chefe vai ficar irritado se comermos o filho dele? - pergunta um, e os outros se agitam
- Ah, maravilha! - eu disse - Suponho que tenho um cheiro maravilhoso. Mas ninguém vai me comer, okay? Ninguém! - dou um grito, com toda a minha força, e os tubarões se acalmaram. Logo após, foram embora.
"Ah, ótimo." Pensei. Atlântis é linda, o reino subaquático é maravilhoso. Exceto pelo fato de que alguns seres querem minha morte.
Quando vou em direção à superfície, algo segura meu pé.
- Você de novo? - perguntei. E quando vi, era um dos amigáveis ciclopes - Me deixe em paz!
- Não acha que uma pedrinha iria me matar, não é? Façamos um acordo então. - ele disse - Veremos quem é o preferido de papai. Uma luta. Até a morte.
Buck, o ciclope, me levou até uma arena, onde tinham seres ao redor - peixes, mamíferos aquáticos, outros ciclopes, entre outros.
- Vamos, pequeno herói. - ele disse - Me mostre do que é capaz!
"Pai, se pode me ouvir, por favor, me ajude." pedi silenciosamente. Saquei minha adaga e corri em direção ao meu meio-irmão.
Ele desviou, pegou um bastão e bateu em minha cabeça, logo após me jogou contra uma pedra. Achei que estaria machucado. Mas não estava sangrando. Lembrei-me de que a água me regenerava. Mas acho que isso não surtiria efeito se ele arrancasse minha cabeça. Levantei-me, e Buck estava vindo em minha direção. Deslizei por entre as pernas dele, e o ataquei na perna. Ele uivou, mas virou-se, com seu único olho cheio de raiva, pronto para me acertar. Quando o bastão estava a centímetros de minha cabeça, ele parou.
"Eu controlo a água", lembrei-me. E estamos com ela em toda parte. Sem querer, tinha criado uma espécie de barreira. Mudei o fluxo na direção de Buck, empurrando-o com toda a minha força. Ele cambaleou e caiu. Peguei minha adaga, e rapidamente acertei seu único olho, com o resto de força que me sobrava. O ciclope gemeu.
- O que está esperando? - ele disse - Me mate!
- Não. - eu disse - Assim como não matei nenhuma criatura marinha, não mataria meus meio-irmãos. Acho que papai não gostaria disso. Agora, acho que venci. Então, adeus.
Desejei ter subido à superfície, mas já não tinha força. Então desmaiei.
Quando acordei, esperava estar sem uma parte do corpo. Mas não. Estava inteiro. E estava na superfície. Ao meu lado, havia uma carta. Abri, e nela estava escrito:
"Olá, meu filho. Desculpa por não ter falado com você durante todo esse tempo. Mas acho que deu para compensar por hoje. A onda que lhe trouxe até Atlântis e lhe salvou de ser comida de ciclope, a força extra que lhe dei na batalha, e, agora, a viagem até a superfície. Mas nunca se esqueça, o mar é seu lugar." E, abaixo, havia um desenho de um tridente.
"Obrigado, pai.", rezei, silenciosamente. "Acho que você não é um cara tão ruim quanto mamãe dizia." E sorri. Levantei-me, e fui em direção ao Acampamento Meio-Sangue.
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Re: Teste Poseidon maio

Mensagem por ♦ Eos em Qua 04 Jun 2014, 00:09

Olá, Alaric! Seu teste foi razoável, mas ainda faltou um pouco mais pra ser aprovado. Não desanime, contudo, uma vez que sempre pode tentar novamente. Abaixo, vou apontar as falhas e como pode melhorá-las.

Logo de início, você se perdeu um pouco, fugindo do assunto e misturando as coisas. Note que sofrer bullying ou ter uma vida complicada não é uma característica que se enquadraria no pedido, ainda que condições de vida possam influenciar na psicologia do personagem. Uma coisa é dizer, por exemplo, que por sempre sofrer bullying e ter poucos amigos se tornou tímido e arredio, outra é apenas enveredar no assunto como fez - o assunto fica perdido, como se você não tivesse conseguido conduzir o raciocínio. Ficaria melhor encaixado, por exemplo, quando começa a falar de suas características emocionais, já que justificaria o que estava expondo.

Outro ponto seria sobre a descrição física, mais uma questão do uso incorreto do termo "etnia" - não que isso realmente conte para aprovação ou não, mas acho interessante apontar e explicar o uso. Etnia é um termo que designa um conjunto de fatores, tanto linguísticos quanto culturais ou, mais geralmente, físicos, mas englobando várias características - desde tonalidade de pele, compleição física, tonalidade de cabelos, olhos e etc - ou seja, apenas um fator isolado não representa uma "etnia" - então, você poderia dizer que tem pele branca, por causa da etnica caucasiana mas não que tem pele de etnia branca, já que não há esse tipo de classificação (vários grupos étnicos podem possuir essa tonalidade de pele). Por exemplo, alguém de etnia indígena teria pele parda, tendendo ao moreno, cabelos lisos e de tonalidade escuras, olhos amendoados de tons escuros, geralmente puxados, rosto arredondado, poucos pelos corporais, altura de mediana a baixa e uma compleição física pesada, onde prevalece características de força, como ombros e tórax largos e membros mais torneados, a uma compleição mais esguia - é um conjunto de características que indica um grupo de pessoas.

No geral, você descreveu bem mas não soube organizar as idéias expostas, e foi isso que o prejudicou, não apenas pelo deslocamento das informações que apontei, mas também pela repetição de termos usados.

Na história, houve a mesma descontinuidade, de forma que algumas frases fora de lugar fizeram a narrativa perder o ritmo. Outros fatores prejudicaram a coerência - como sua mãe, sem conhecimento, salvou uma criança que os médicos deram como morta? Lembrando, inclusive, que médicos não mandariam alguém embora sem atendimento quando visivelmente em estado grave - e possivelmente não deixariam sua mãe sair sem um questionamento do que o deixou nesse estado. Como sua mãe também chegou a conclusão sobre sua origem e como contatou um sátiro, e porque não fez isso antes se você corria riscos? São brechas que passam a impressão de uma história resumida, que você poderia ter desenvolvido melhor.

Na narrativa, novamente brechas - de onde vieram os ciclopes? Apesar de haver monstros na floresta, em geral o Acampamento é seguro. O uso dos poderes não foi condizente - veja, uma coisa é controlar o fluxo de água de forma a criar uma correnteza, outra, bem diferente, é tentar usar isso como forma de manipular um objeto, como se fosse uma mão humana - estaria muito além não apenas da descrição do poder, mas do bom senso, considerando um personagem de nível inicial e a densidade do objeto. Outro ponto que faltou é que simplesmente não teve o desenvolvimento de uma trama coerente que justificasse seus atos - porque em vez de levar você pra Atlântis a onda não afastou os ciclopes, dando tempo para que você fugisse (o que seria mais coerente)? Novamente, as informações não ficaram amarradas de maneira condizente ao pedido no teste.

Tenha mais cuidado com algumas coisas, dessa vez de origem mais técnica: você mistura os tempos verbais na narrativa, ora com orações no passado, ora no presente. Além disso, evite algumas observações. Não há problema em utilizar os parenteses para acrescentar informações, mas com relação à ação dos personagens, prefira descrever - então, em vez de:

ela dizia que tinha cheiro de peixe (risos)

Para indicar que está rindo, utilize por exemplo:

"ela dizia que tinha cheiro de peixe (o que me faz rir, quando lembro do modo como ela falava)".

Então, no geral, é necessário apenas aprimorar mais, detalhar mais, trabalhando o desenvolvimento. Estou certa de que conseguirá em breve!
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