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— Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

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— Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Logan Montecarlo em Sab 19 Jul 2014, 11:16


Pride and Cunning


Muitas vezes, Logan era roubado de seu sono - ou de sua vida cotidiana - pelas Moiras, que mostravam-lhe lampejos de seu futuro enquanto semideus. Dessa forma, esperavam ajudá-lo a entender melhor o mundo mitológico.
Ou, pelo menos, esse era o intuito. Fato era que, recorrentemente, o garoto acabava perdendo a paciência e se questionando sobre o porquê de tudo aquilo. Não que fosse alguém dito "normal" - primeiro, era um semideus; segundo, toda aquela treta com Héstia -, mas isso não era justificativa. Ou era?

Já Hayden era um filho de Zeus que seguia Hera, ou seja, as coisas acabavam ficando muito em "família", embora a sua verdadeira família - ao menos, a que ele considerava - estivesse para além do Atlântico, nos castelos da Escócia.
Apesar de inicialmente parecer bom, essa "aproximação" acabava rendendo-lhe dores de cabeças únicas: discussões de relacionamento, normalmente, recaíam sobre o loiro, que tinha que resolvê-las de alguma forma.

Mas isso não competia a eles. Até poderia ter relação, mas não era de seus domínios, ainda.
E, portanto, eles ainda eram submetidos aos caprichos do Destino.



Informações

• Turno 1;

  • Logan acorda no Central Park sem saber como fora parar ali. Manhattan está abandonada, como uma cidade fantasma, até que uma mulher (que depois descobre ser Métis) "liga" a cidade novamente. Ele recebe uma proposta dela e aceita, por acreditar tratar-se do jogo das Moiras.
  • Hayden acorda no chalé de Zeus, sendo chamado por Hera. A deusa informa sobre uma briga dela com Zeus e o manda interceptar um pacote na agência de correios, que deverá ser destruído, e outro no Aeroporto de Manhattan, que deverá ser entregado no Olimpo. Ele aceita, por respeito a sua senhora.


• Objetivos:

  • Narrar de forma que todos os pontos acima sejam abordados;
  • De alguma forma, acabar numa Starbucks em Manhattan.


• Local: Acampamento Meio-Sangue;
• Clima: Ameno, temperatura próxima dos 23º, verão;
• Horário: Manhã (cerca de 10h00).

• Logan Montecarlo, filho de Perséfone, mentalista, nível 26 (aguardando atualizações);
• Hayden Fowkley, filho de Zeus, devoto, nível 9.
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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Logan Montecarlo em Sab 19 Jul 2014, 11:21





Pride


and Cunning


Brain Damage — Pink Floyd


Chapter One;
THE LUNATIC IS ON THE GRASS

Eu não fazia ideia de como tinha ido parar ali.
Num momento, pelo que eu me lembre, estava no chalé de Perséfone. E, definitivamente, o Central Park não era o chalé de Perséfone.
Forçando-me a sentar na grama úmida, pisquei os olhos e os cocei algumas vezes antes de aceitar a visão ao meu redor. Além do já mencionado fato d'eu ter simplesmente Acampamento, puff, tchau, havia outra problemática envolvida: Manhattan nem de longe parecia Manhattan.
Quero dizer, todo mundo tem uma noção de como ela é barulhenta, movimentada, centro da civilização ocidental, tecnológica, etc. e tal... No entanto, poucos descreveriam a ilha como uma cidade de interior. A partir de então, eu passei a me incluir nesses "privilegiados". New York parecia um vilarejo: apesar de monstruosamente grande, som algum era ouvido, como se tudo não passasse de vídeo colocado no mudo.
Por algum tempo, ponderei a hipótese de ser eu, tanto que até limpei os ouvidos e dei tapinhas neles.
— Som, som — testei. Essas duas palavrinhas ecoaram mais alto do que eu gostaria, mas sumiram no espaço após umas duas ou três repetições.
Assustado, corri pelo parque e saí numa rua qualquer: posso dizer que era medonho notar que não haviam carros nem pessoas.
Contudo, contrariando todas as previsões, uma mulher - que, ufa!, também emitia sons - saiu de uma Starbucks. O tac, tac do salto dela era quase um gemido nos meus ouvidos de tão orgasmático, sério.
Sem enunciar uma palavra, ela me encarou, e eu devolvi o olhar; pisquei, no entanto, e tudo pareceu fazer menos sentido, ainda que estivesse mais acostumado com o que se seguiu: carros, motos, bicicletas, humanos, cachorros, barulho.
Ela deu-me as costas e voltou para a Starbucks. Obviamente, ela deveria ser imensamente poderosa e perigosa. Portanto, eu atravessei a rua e fui tomar um café.


Chapter Two;
REMEMBERING GAMES AND DAISY CHAINS AND LAUGHS

— Eu estou sonhando? — foi a primeira coisa que falei, quando reuni coragem para fazê-lo.
— Não — respondeu a mulher à minha frente, erguendo a mão para uma garçonete qualquer. — Dois grandes.
Mais de perto, pude analisá-la com mais cuidado: era bonita, sim, de cabelos castanhos meio ondulados que caíam até a altura do ombro, além de um corpo esbelto; usava óculos de grau, ainda que eu não achasse que tinham real serventia, mas davam-lhe um ar inteligente; emitia uma aura antiga, mais velha que uns deuses que já conheci; estava vestida com uma roupa de secretária, isto é, uma camisa social branca e uma saia preta, com sapatos da mesma cor; trazia consigo uma pasta dessas de executivo; e, de tudo, o que mais chamava a atenção - e, pelos deuses, irritava - era um celular que não parava de apitar, com alguma nova mensagem.
Os pedidos chegaram à mesa, e eu pensei em estender um braço para pegar um deles.
— Nada disso. Um é pra mim, outro pro meu chefe — e tamborilou os dedos no teclado digital, sem parar para sequer me olhar. — E foi mal, é que eu passei tempo demais dentro de cabeças, daí acho que desenvolvi essa habilidade de ler pensamentos. — Deu de ombros, colocando o aparelho de lado para tomar um gole do seu expresso.
Por um segundo, eu me inquietei... E, sabe, nunca fui um mestre em manter minha língua dentro da boca.
— Ok, vamos por partes. Quem é?...
— Métis — respondeu ela, ainda que eu não tivesse exatamente terminado minha pergunta —, titânide da astúcia, das habilidades, das virtudes e tudo o mais. Atualmente, srta. Misthe, corretora de imóveis num prédio da quatro com a doze — e retornou a atenção ao bip, bip.
— E o que você?...
— Quero que você mate um filho de Zeus — cortou-me de novo. Definitivamente, eu não mataria ninguém por vontade alheia, e estava prestes a indagar o motivo quando ela continuou: — Tá, matar não — e suspirou para o celular, denunciando um abatimento por algo que acontecera. — Ai, perdi nessa droga de Flappy Bird de novo.
Então, sua atenção finalmente pareceu voltar - se é que em algum momento já esteve - a mim. Ela me encarou de cima a baixo e franziu a sobrancelha, como se só agora estivesse de fato me olhando.
— Nossa, você é até bonitinho — e, confesso, eu fiz uma puta força pra não ficar corado —, se bem que o filhinho de Zeus não é de se jogar fora também. Enfim, Hera pediu pra esse gurizinho aí realizar uma entrega ou coisa assim, mas eu não vou com a cara daquela mulher, afinal fui eu que coloquei Zeus no poder, mas isso é superável — eu fiquei muito tentado a retirar o café de perto dela, porque ela já parecia "energética" o suficiente. — Então, não precisa destruir o devotinho, mas eu também quero brincar um pouco. — Sinceramente, eu não estava muito animado para "brincar um pouco", e fiquei menos ainda quando ela foi enfática, dizendo: — Eu preciso daquela carga.
Qualquer um que possuísse boa índole negaria aquele pedido de ajuda, e eu era um desses. Todavia, já havia tido bastante contato com seres divinos para descobrir que eles, hm, não aceitavam muito bem aquela palavrinha de três letras conhecida como "não". Logo, aceitei a oferta.
— Certo. — Porém, ao que ela se erguera e parecera querer ir embora, segurei seu braço. — Calma. Eu preciso de ajuda, se quer mesmo ter sua encomenda.
A princípio, senti que seria pulverizado, pois até minha pele começou a esquentar um pouco. No final, ela acabou sentando no banco.
— Que é?
— Preciso de uns pertences meus — e, mais rápido do que eu imaginaria, ela reagiu, jogando na minha direção o celular, que se transformou num tipo de saco de couro.
— O que mais?
— E, hm — demorei para me lembrar do que pediria, por conta da reação dela —, ér, eu preciso saber quem é esse garoto.
Um tilintar de sino soou quando a porta da Starbucks abriu, sendo que um loirinho entrou. Métis riu e fez um sinal com a cabeça na direção do garoto.
— Voilá. Boa sorte — desejou-me, desaparecendo e deixando vinte dólares e um papelzinho, onde encontravam-se três palavras: Pague a conta.


Credits;
EVERYTHING THAT IS INVISIBLE BUT INSIDE

Equipamentos:

  • Nenhum equipamento foi citado, mas deve-se considerar que todos estão ao dispor dele, depois que Métis deu-lhe o saquinho de couro.


Poderes:

  • Nenhum relevante.


Glossário:

  • Moiras: Na mitologia grega, as Moiras (em grego antigo Μοῖραι) eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos. As três deusas decidiam o destino individual dos antigos gregos, e criaram Têmis, Nêmesis e as Erínias. Pertenciam à primeira geração divina (os deuses primordiais), e assim como Nix, eram domadoras de deusas e homens. (WIKIPÉDIA)
  • Métis: Na mitologia grega, Métis (em grego: Μῆτις, "habilidades"), é a deusa titânica, da saúde, proteção, astúcia, prudência e virtudes. Filha de Tétis e Oceano foi a primeira esposa de Zeus, que forneceu-lhe a bebida que fez Cronos regurgitar todos os filhos que havia engolido. A primeira esposa de Zeus tem o nome de Métis, e foi esta forma de inteligência que permitiu a ele conquistar o poder: métis, a astúcia, a capacidade de prever todos os acontecimentos. Métis tem o poder de se metamorfosear, ela assume todas as formas. Foi por Zeus ter engolido Métis grávida que Atena nasceu da cabeça dele.(WIKIPÉDIA)


Extras:

  • Então, eu usarei essa SM como forma de continuar as “viagens espaciotemporais das Moiras”, que basicamente é uma forma delas “pincelarem” o futuro do semideus, como se o apresentassem ao mundo mitológico, que caracteriza o ciclo “Destiny”; no caso, aqui estariam apresentando-o aos titãs, simbolizados por Métis.
  • A treta com Héstia é um problema aí: Logan foi abençoado por Héstia e, com isso, acabou sendo amaldiçoado também, como uma via de mão dupla.
  • Sobre a música, ela é só pra criar o clima de postagem e não interfere em nada.
  • Eu narrarei em primeira pessoa, só por nostalgia mesmo. Não sei se quero/consigo continuar assim até o fim.


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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Hayden Fowkley em Dom 27 Jul 2014, 16:47

A seven nation army couldn't hold me back.
I'm gonna fight them all.


Há tempos, Hayden tinha o que todo semideus queria: paz. Aprendera a política da boa vizinhança ainda no mundo mortal quando evitava conflitos específicos para o bem da coroa (ou é o que diziam-lhe os tutores mais éticos e moralistas da família real escocesa). Costumeiramente evitando os olimpianos e seres divinos em geral e resignando-se à vida comum de um mortal - e, para seu espanto, a palavra comum, que sempre lhe pareceu inadequada, caía então perfeitamente -, o filho de Zeus era deixado de lado, mesmo que seguisse Hera e, por conseguinte, fosse um caso especial.

Até então. Pelo que parecia, os deuses gostavam é de dar essa sensação de tranquilidade e calmaria para então explodir a sua porta com notícias terríveis sobre o fim da civilização e tudo o mais. No caso de Hayden, Hera explodiu um vaso de plantas.

— Fowkley! — gritou, acordando-o de um estranho pesadelo com bosta de vaca. — Hayden Fowkley!

O filho de Zeus se revirou e olhou para todos os lados, assustado, procurando a origem da voz. Encontrou-a na sua mesa de cabeceira, que estava suja de terra, cerâmica do vaso e plantas. Ao que parecia, a deusa explodiu seu pé de romã, formando uma boca com a terra.

— Hayden! — e ele entrou no campo de visão dela, se é que havia algum campo de visão para, hm, uma boca de terra. — Ah, aí está você!

— Hm... Minha senhora. — Tentou soar o mais respeitoso que conseguia para um amontoado de poeira. — O que, hm, meu vaso fizera para ser digno de sua fúria, minha senhora?

— Nada! Apenas foi mais fácil aparecer aqui. Aliás, adubo de ótima qualidade o que encontrei aqui, garoto, meus parabéns — e, com isso, o semideus teve que manter-se concentrado para não pensar na sua madrasta com um dente faltando e uma palha presa no canto da boca, sorrindo no saco de estrume, como se dissesse adubo Hera, produzido com vacas reais!

— Claro, minha senhora. E, bem, em que posso lhe ser útil?

— Seu pai e eu... — ela começou, e Hayden segurou um suspiro de tédio, já que provavelmente sua romã sofrera por conta de falta de sexo entre os chefões do Olimpo. — Nós brigamos. E, bom, eu... Sabe, eu acabei agindo pelo calor do momento. Então, acabei mandando um presente — ela parou para pensar, como se quisesse escolher bem as palavras não muito educado. Acontece que, agora, nós estamos bem novamente. Porém, se seu pai receber o meu pacote, é bem provável que voltemos a nos desentender. Então, eu quero que você destrua esse presente e pegue outro, que deve ser entregado no Olimpo.

Com naturalidade, era quase como se ela lhe pedisse que fosse na esquina comprar pão.

— Uhn... obviamente, minha senhora, eu adoraria te ajudar. No entanto — e suavizou o timbre, mantendo a calma para não ser transformado num pavão — , não sei como posso fazê-lo.

— Ai, di immortales!, como você não tem expediente, Hayden! — Afinal, madrastas são sempre madrastas. — Enfim, o presente que deve ser destruído está na agência principal de correios de Manhattan, e o presente que deve ser dado está no aeroporto desse mesmo lugar.

— Compreendo, minha senhora. E como esses presentes são?

— Bom, eles são... bem... ah, você saberá. Estão exuberantemente embrulhados. — Ele não gostava muito desse "exuberantemente". — E eu preciso ir. Tenho trabalho para fazer aqui em casa. — Era estranho pensar que Hera se referia ao Olimpo como "casa", mas não comentou nada. — Vai logo, garoto! Em quatro horas, teremos um banquete para as visitas e seria ótimo que seu pai recebesse isso nesse momento, para que eu possa mostrar pra todo mundo como o amo! — Sinceramente, não achava que ela o amasse tanto assim, mas novamente não comentou nada.

A boca parou de se mexer, e a romã caiu da mesa de cabeceira. Droga, teria que limpar o chão também.

[...]

— Obrigado, Argos — agradeceu ao homem de mil olhos, que só o fitou - o que era assustador - em resposta, ligando a van do Acampamento e indo embora. Não fora difícil conseguir a ajuda dele, já que também era um servo de Hera.

Armado de seus equipamentos, o loiro encarou o outro lado da rua e voltou a atenção para a loja atrás de si. Era uma Starbucks. Tomar um café-da-manhã na padaria nunca fora possível, devido a todo aquele protocolo da realeza. Observou o relógio no pulso, que marcava 10:45. Ainda tinha três horas e quinze minutos. De qualquer jeito, precisava descobrir onde era o aeroporto e o correio, e fazer uma paradinha rápida não faria mal. Será que aceitam em dracmas?, perguntou-se, enquanto abria a porta e ouvia o tilintar de um sininho.

Equipamentos:
— {Thunder} / Mini Raio-Mestre [Cilindro mágico feito 1/2 de prata e cobre com dons sobre a eletrecidade. Pode lançar raios elétricos em seu oponente] {Cobre e Prata} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre a Eletricidade/Ofensivo e Defensivo} [Recebimento: Presente de Reclamação de Zeus] (na cintura, do lado direito)

† Escudo de Ópio (Se transforma em um bracelete de couro entrelaçado, de cor verde, com pingente em forma de pena de pavão de ouro. Quando ativado, o couro é a correia que o prende ao braço do semideus, enquanto o escudo assume uma forma circular, com o entalhe da pena de pavão no centro. A cada defesa encostada no oponente o droga aos poucos, a cada monstro drogado e morto que tenha encostado no escudo seu poder de defesa aumenta. O veneno tem um poder sonífero. O efeito é variável, de acordo com o nível do oponente. Oponentes muito fracos - 10 níveis ou menos - ou afetados várias vezes seguidas - mais de 5 vezes no combate - ficam um pouco mais lentos, reduzindo seus ataques e defesas em 20% por 3 rodadas, e retomando a contagem de turnos de envenenamento, caso venha a ser acertado novamente) [Contador: 0 ][Couro e ouro abençoado][Nível mínimo: 7] (Presente de Hera)[by:Hera] (forma de bracelete, no pulso esquerdo)

† Espada de Romã Sagrado (Espada de bronze sagrado, mas de cor dourada, com várias camadas, muito finas e preenchidas com sementes de romã em seus interiores. Ao corte no oponente, se ativada, as sementes liberam um veneno que remove 5 HP a cada duas rodadas. Até 3 vezes por combate - ou seja, por luta, não missão. O cabo é de madeira, recoberto com cetim verde e delicados filigranas de linha dourada.)[Bronze sagrado, madeira, cetim e romã][Nível mínimo: 7] (Presente de Hera)[by:Hera] (na cintura, do lado esquerdo)

† Leite Sagrado (Leite da própria vaca sagrada de Hera, ao beber você se sente mais ativo, mais forte, ao beber recupera 30 de vida e energia, só pode ser usado duas vezes por missão, somente os devotos podem usufruir de seus poderes. Está contido em um frasco de cristal. Se quebrado, não poderá ser reutilizado até a próxima missão, quando sempre irá se restaurar e terá o conteúdo preenchido. Caso seja perdido ou roubado, sempre volta ao devoto após 3 rodadas, exceto se quebrado - quando voltará ao chalé número II.) [Infinito] [Frasco de cristal com leite mágico][Nível mínimo: 7. Uso pessoal](Presente de Hera)[by:Hera] (no bolso direito)
Observações:
— Sobre esse negócio de "família real escocesa" e tudo, Hayden é o princípe da Escócia. Resumidamente, ele era da família real escocesa, até que foi descoberto filho de Zeus e foi parar no Acampamento Meio-Sangue, por segurança. Ainda pretendo, futuramente, explicar direitinho essa história, de como tudo ocorreu e tal.

— Achei a ajuda de Argos coerente, por conta de que ele é servo de Hera e obviamente aceitaria ajudar um semideus em serviço dela, fora que é o melhor meio de transporte do Acampamento até Manhattan.

— "Ah, deixa eu tomar um cafezinho ali de boas já que tô numa missão", poderiam zoar, denotando incoerência. Na verdade, partindo do princípio que Hayden não conhece Manhattan, ele tinha que, de alguma forma, descobrir onde ficavam tanto a agência quanto o aeroporto, e por isso perguntaria na Starbucks.

— Qualquer coisa, MP-me.
Post 01 • NYC • Logan Montecarlo • roubado da Catarina Elizabeth Miller
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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Logan Montecarlo em Dom 27 Jul 2014, 18:32


Pride and Cunning


Muitas vezes, Logan era roubado de seu sono - ou de sua vida cotidiana - pelas Moiras, que mostravam-lhe lampejos de seu futuro enquanto semideus. Dessa forma, esperavam ajudá-lo a entender melhor o mundo mitológico.
Ou, pelo menos, esse era o intuito. Fato era que, recorrentemente, o garoto acabava perdendo a paciência e se questionando sobre o porquê de tudo aquilo. Não que fosse alguém dito "normal" - primeiro, era um semideus; segundo, toda aquela treta com Héstia -, mas isso não era justificativa. Ou era?

Já Hayden era um filho de Zeus que seguia Hera, ou seja, as coisas acabavam ficando muito em "família", embora a sua verdadeira família - ao menos, a que ele considerava - estivesse para além do Atlântico, nos castelos da Escócia.
Apesar de inicialmente parecer bom, essa "aproximação" acabava rendendo-lhe dores de cabeças únicas: discussões de relacionamento, normalmente, recaíam sobre o loiro, que tinha que resolvê-las de alguma forma.

Mas isso não competia a eles. Até poderia ter relação, mas não era de seus domínios, ainda.
E, portanto, eles ainda eram submetidos aos caprichos do Destino.



Informações

• Turno 2;

  • Logan encontra Hayden na Starbucks. Ambos conversam, até que chegam a um consenso de se ajudarem. Assim, Logan fica encarregado de interceptar o presente na agência dos correios. Dessa forma, deve dá-lo a Métis;
  • Hayden encontra Logan na Starbucks. Ambos conversam, até que chegam a um consenso de se ajudarem. Assim, Hayden fica encarregado de interceptar o presente no Aeroporto de Manhattan. Dessa forma, deve dá-lo a Zeus.


• Objetivos:

  • Narrar de forma que todos os pontos acima sejam abordados;
  • Enfrentarem no mínimo um obstáculo: monstros, semideuses, humanos, deuses, enfim, algo que os atrapalhe na conclusão de seu objetivo;
  • De alguma forma, se contactarem antes de concluírem seus objetivos (antes de dá-los aos seus respectivos receptores).


• Local: Starbucks, NYC;
• Clima: Ameno, temperatura próxima dos 23º, verão;
• Horário: Manhã (cerca de 10h45).

• Logan Montecarlo, filho de Perséfone, mentalista, nível 28 (aguardando atualizações);
• Hayden Fowkley, filho de Zeus, devoto, nível 9.
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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Logan Montecarlo em Sab 06 Set 2014, 18:28



SM PAUSADA!

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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Logan Montecarlo em Sab 27 Dez 2014, 05:53





Pride


and Cunning


Brain Damage — Pink Floyd


Chapter Three;
GOT TO KEEP THE LOONIES ON THE PATH

Quando o loirinho passou perto de mim, mandei-lhe uma mensagem mental simples.
"Ei", e, assim que seu olhar foi repousado no meu, assenti com a cabeça, chamando-o.
Quando ele se sentou, abri o jogo de cara.
— Oi. Meu nome é Logan. Eu, sim, sou semideus, mas não quero te machucar, nem lutar, nem nada — comecei, a princípio tentando relaxá-lo. — Mas preciso de um pacote que cê tem. Ou algo semelhante.
Ele pareceu dar uma relaxada e me explicou que não tinha pacote nenhum, para meu desespero. Imaginando mil coisas - Métis, Hera, Zeus, o garoto que se apresentou como Hayden, etc. -, acabei por captar melhor as palavras dele quando dissera sobre podemos nos ajudar.
— Tá, como? Onde está o pacote? — questionei ao jovem, que logo me explicou resumidamente sobre sua tarefa, não contando certos detalhes - eu sentia que ele omitia algumas partes, mas não forcei-o, afinal sabia como era estar à mercê de vontades divinas.
Pelo que entendi, deveria tomar meu rumo em direção ao Aeroporto de Manhattan, pegando um pacote exuberantemente embrulhado, como ele se referiu, e estaria livre. Com "estar livre", subentende-se que eu ainda deveria mandar isso para a titânide.
Ao final, após acertarmos coisas simples (horário, lugares), me despedi com um té mais e deixei o dinheiro de Métis sobre a mesa. Do lado de fora, passei a mensagem telepaticamente: pague a conta.


Chapter Four;
THE LUNATIC IS IN THE HALL

Achar a agência dos correios não foi a parte difícil, pois entrar nas consciências mortais era algo bem simples, e daí a vasculhar suas mentes até encontrar algum vestígio de informação... Fora que, basicamente, meu trabalho era simples.
Ou eu achava que era.
Ao entrar na agência principal de NYC, para onde todos os pacotes eram levados com o intuito de serem inspecionados, aconteceu o primeiro problema: bu(r)rocracia. Aguardar os muitos humanos antes de mim naquela sequência interminável de senhas foi um verdadeiro saco.
— Olá — cumprimentou-me uma atendente quase simpática, após meu número aparecer no painel eletrônico. — Meu nome é Natasha. Como eu posso te ajud?... — ela se interrompeu no meio da pergunta quando me encarou. A garota semicerrou os olhos. — Semideus. O que cê quer?
Aquela reação me pegou mais do que desprevenido. Eu nem havia sentado na cadeira; e, subitamente, ela não me parecia mais tão confortável.
— Preciso de um... pacote — comecei, meio inseguro. Ela fez um sinal para eu prosseguir, como se estivesse sem paciência. — Ele tem haver com uma pessoa, hm, importante.
A menina bufou, como se algo a irritasse.
— Desembucha, velho. Que deus é? — Minha cara de interrogação deve ter sido o suficiente para demonstrar o quanto eu estava confusa. Ela suspirou. — Seguinte, não é a toa que essa é a maior agência de Manhattan, tá ligado? Sabe por que tudo, tudo passa por aqui? Porque é comandada por filhos de Hermes, inclusive eu. A gente consegue desativar umas bombas mandadas por monstros e repassar algumas encomendas dos deuses. Meu pai de vez em quando até passar por aqui. — A explicação serviu pra mim. — E, particularmente, eu nunca atendi um pedido de um semideus, mas eles não costumam passar aqui só pra mandar uma cartinha. Anda logo, por que tu veio?
— É um pacote que Hera mandou destruir. — Não era exatamente mentira.
A jovem me analisou por alguns segundos, até que cedeu.
— Certo. — Ela ficou de pé e me guiou até a lateral da bancada, onde havia uma portinha por onde os funcionários passavam. — Mas você vai se virar.


Chapter Five;
THE PAPER HOLDS THEIR FOLDED FACES TO THE FLOOR

— Você só pode estar brincando comigo — concluí.
A menina me colocara pra dentro da central de correios, e eu logo queria sair. Aquele local era o inferno. Mais do que caótico, cartões-postais eram lançados a uma velocidade suficientemente alta para cortar alguém ao meio, envelopes voavam a torto e a direito, e pacotinhos eram lançados por algum tipo de bazuca. Pacotes mais pesados e/ou maiores eram enviados pelo método "comum", ou seja, esteiras - e mesmo essas eram um labirinto, criando quase um edifício-esteira no centro do galpão.
— Não estou. — A garota deu um tapinha em meus ombros. — É tudo seu. Pode ir atrás.
Eu impedi-a de ir embora, segurando-a pelo braço.
— Calma aí — e abri um braço, indicando o espaço ao seu redor. — Olha pra isso! Eu não faço nem ideia de por onde começar.
Natasha me encarou e revirou os olhos, suspirando como se falasse eu não acredito que estou fazendo isso.
— Como é o pacote que tu precisa?
Bela pergunta, ponderei responder, mas achei que ela me descartaria na hora.
— É um pacote de Hera... — comentei, esperando que houvesse alguma reação. — Exuberantemente embrulhado... — Ela franziu o cenho.
— Facilitou, mas não exatamente. Hera não manda muitas coisas, mas costuma identificá-las bem. — 'Tasha (apelido carinhoso, afinal eu já a conhecia há uns quinze minutos) olhou ao redor e apontou para o alto do edifício-esteira. — Ali. O com a pena de pavão. É só que a pena... Bom, eu achei. Você se vira.
Ah, mas isso é fácil, eu pensei, dando de ombros. Daria tudo certo.
Não era muito difícil. Andando até lá, escalei dois, três andares do edifício-esteira até ficar na mesma do pacote. Caminhando em direção ao pacote - ainda que fosse meio difícil devido ao movimento, não era uma tarefa impossível -, peguei-o nos braços.
Ou melhor, tentei pegá-lo.
Ao mero contato com o pacote, algum campo de força criou algum tipo de "pulso" de energia, que "me explodiu", fazendo-me voar e cair daquele lugar. Resultado: bati com as costas direto no chão, sentindo a pele arder onde o local tocou.
— Ai — praguejei baixinho, virando e deitando com o peito para baixo. Curioso, ergui a cabeça sob o ombro e levantei minha camisa, tentando ver a gravidade dos meus ferimentos. Por sorte, nenhum corte ou coisa assim, mas minha pele estava vermelha como se eu tivesse acabado de pegar, não sei, umas vinte horas de banho de Sol.
Que merda, xinguei, coçando a cabeça e pensando em como tirar aquilo dali.
O pacote percorria as esteiras e descia por aquele amontoado, o que me deu algum tempinho para pensar. Observei um carrinho a um canto do pavilhão e imediatamente corri até o local, colocando-o pra funcionar. Dirigindo-o, posicionei-me mais ou menos no meio da última esteira.
No edíficio-esteira, dava pra ver o pacote já no primeiro piso.
Minha ideia era de que, ao ele passar perto, eu pegá-lo-ia com as garras do pequeno caminhão. O pacote vinha pela esteira. Liguei a chave - que, por sorte, estava no contato -  e comecei a acelerar, mas já tendo noção de que tinha calculado o tempo errado: o embrulho estava mais rápido.
Acelerei mais, mas as garras apenas relaram no pacote - e apenas isso, esse toque ridículo, fora o suficiente para uma pequena explosão, como a que ocorrera quando eu tentara segurar o pacote, acontecer. Ela empurrou o trambolho para trás e me impulsionou junto. Para evitar maiores danos, me joguei ao chão pela lateral que era aberta, apenas ganhando um corte na minha blusa.
Raivoso, encarei o pacote se aproximar mais e mais do portão que dizia "SAÍDA" em letras garrafais e senti o sangue subir à minha cabeça. Eu precisava daquela coisa.
— PARE! — gritei, e no mesmo momento minha telecinese entrou em ação, congelando o embrulho. Surpreso por uns segundos, tive que agir rápido, ou outras encomendas seriam retidas pelo meu pacote. — SUBA! — urrei novamente, vendo-o levitar quase um metro acima do chão. — VENHA! — e ele se aproximou, parando próximo a mim, como um bloco-flutuante-que-me-segue.
Franzi o cenho, levantando alguma hipótese para minha tática ter funcionado. Talvez, aquela pena criasse algum tipo de película antitoque ao redor do pacote, como se estivesse protegendo-o. Porém, ao levitá-lo, eu não usava nenhum toque nele, ou seja, eu não representava ameaça alguma a um pacote.
Aquilo me deprimiu um pouco. Eu sou ameaçador, poxa, especialmente a um pacote. Eu posso... Enviá-lo... Para o lugar errado...
Enfim.
Eu não tinha dito que era ridiculamente fácil?


Chapter Six;
AND EVERY DAY THE PAPER BOY BRINGS MORE

Esqueça o que eu disse sobre ser ridiculamente fácil.
Sério. Ao sair daquela agência de correios, eu literalmente broxei ao achar que tinha cumprido minha tarefa, quando por uma mensagem de Íris comentei meu sucesso com Métis. Nosso diálogo havia sido mais ou menos assim:
Consegui.
Hm, abra.
Estou abrindo. É...
É o quê?
Bem, veja.
... É bosta de vaca.
Sim.
Logan, Hera definitivamente não mandaria um monte de merda como presente de reconcialição com Zeus.
Mas foi o que eu combinei com o Hayd...
E ela fora simpática, desligando na minha cara, não sem antes dizer: Foda-se o Hayden. Eu quero aquele presente. Não ouse me aparecer com bosta de vaca de novo.
Por isso, agora eu estava ligando para Hayden.
A imagem dele apareceu logo após eu jogar o dracma no pequeno arco-íris que consegui ao utilizar uma fonte do Central Park, onde tudo começara.
— Cara, a gente precisa se encontrar — disse, encarando-o. Ele não parecia exatamente bem. Pelo que eu consegui entender da  cena, ele conversava com algum policial ou coisa assim.
— Ahn... Ah, certo, eu... — Ele se virou para o policial. — Não, eu não estou com uma bomba. — Então, voltou-se para mim. — Eu tô com uns problemas. Onde você está? Apareço aí logo que possível.
— Central Park.
— Tá. Eu dou um jeito de te achar — e, enquanto a mensagem sumia, consegui escutá-lo responder: — É sério, eu não tenho bomba nenhuma.
Refestelei-me no piso de grama ao lado da fonte e fechei os olhos, pela primeira vez me acalmando naquele dia.
O mundo poderia ter menos deuses. As coisas seriam muito mais fáceis.


Credits;
EVERYTHING THAT IS INVISIBLE BUT INSIDE

Equipamentos:

  • Nenhum equipamento foi citado, mas deve-se considerar que todos estão ao dispor dele, depois que Métis deu-lhe o saquinho de couro.


Poderes:

  • Nenhum relevante.


Glossário:

  • Moiras: Na mitologia grega, as Moiras (em grego antigo Μοῖραι) eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos. As três deusas decidiam o destino individual dos antigos gregos, e criaram Têmis, Nêmesis e as Erínias. Pertenciam à primeira geração divina (os deuses primordiais), e assim como Nix, eram domadoras de deusas e homens. (WIKIPÉDIA)
  • Métis: Na mitologia grega, Métis (em grego: Μῆτις, "habilidades"), é a deusa titânica, da saúde, proteção, astúcia, prudência e virtudes. Filha de Tétis e Oceano foi a primeira esposa de Zeus, que forneceu-lhe a bebida que fez Cronos regurgitar todos os filhos que havia engolido. A primeira esposa de Zeus tem o nome de Métis, e foi esta forma de inteligência que permitiu a ele conquistar o poder: métis, a astúcia, a capacidade de prever todos os acontecimentos. Métis tem o poder de se metamorfosear, ela assume todas as formas. (WIKIPÉDIA)


Extras:

  • Então, eu usarei essa SM como forma de continuar as “viagens espaciotemporais das Moiras”, que basicamente é uma forma delas “pincelarem” o futuro do semideus, como se o apresentassem ao mundo mitológico, que caracteriza o ciclo “Destiny”; no caso, aqui estariam apresentando-o aos titãs, simbolizados por Métis.
  • A treta com Héstia é um problema aí: Logan foi abençoado por Héstia e, com isso, acabou sendo amaldiçoado também, como uma via de mão dupla.
  • Sobre a música, ela é só pra criar o clima de postagem e não interfere em nada.


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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

Mensagem por Orfeu em Dom 14 Jun 2015, 17:54



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Re: — Pride and Cunning (SM: Logan e Hayden)

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