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— The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

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— The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

Mensagem por Connor Blaschke em Qui 24 Jul 2014, 10:48

The brand of justice

Tópico destinado às DIY's de Benjamin H. McOnely com o objetivo principal de desenvolver a trama do personagem por meio delas, obviamente.

Connor Blaschke
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Re: — The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

Mensagem por Connor Blaschke em Dom 27 Jul 2014, 12:28

The beginning

Nem tudo ocorre por acaso; na verdade, poucas vezes este trabalha. E geralmente não é a favor dos semideuses.

Já era meio de tarde quando a garota chegou ao pavilhão do refeitório. Saindo de sua gruta, Rachel parecia embriagada com algo que não era bebida; o espírito de Delfos a guiara até ali. E confirmando o achado por todos, uma névoa verde surgiu aos seus pés e subiu em espiral por seu corpo enquanto o Oráculo falava a tão temida profecia.

Sete semideuses foram escolhidos
E pelas mãos da justiça serão salvos ou perdidos
A marca da justiça será firmada
E nos sete corpos será selada
Para que a prole das trevas seja enfim derrotada


[...]

Para variar, eu dormia. O silêncio que habitava no chalé 4 era mórbido, assim como sempre fora às duas da manhã; todos em suas camas, num ronco baixo, tendo seus pesadelos diários. E eu, obviamente, tive o meu.

Estava em uma espécie de clareira, em uma floresta. O local era grande, provavelmente a maior daquelas em que eu estivera. Rodeado por robustos carvalhos, o local tinha um ar imponente, incomum.

No centro da mesma uma fogueira ardia, e de frente a ela um garoto esquentava-se; a luz das chamas dava um ar soturno a ele, o que, em outros tempos, daria-me arrepios. Ainda de onde estava podia escutar o crepitar da madeira em chamas, obviamente improvisada. Ao lado do garoto, um robusto hipogrifo descansava a cabeça sobre as patas enquanto estava deitado, as suas penas prateadas reluzindo à luz das chamas. Eu sentia que eram eles, só poderia ser. Mas o que faziam fora do acampamento?

Um galho quebrou-se à minha esquerda, atraindo a minha atenção. Um arrepio percorreu o meu corpo e uma vontade incontrolável de gritar para que Andrew e Weevil (semideus e hipogrifo, respectivamente) saíssem dali apoderou-se de mim, mas minha voz parecia não sair. Era mais que obvio que eles seriam atacados, era o natural aos semideuses como Andrew.

Tentei mover-me em sua direção, mas minhas pernas estavam tão travadas quanto a minha voz, o que era extremamente frustrante. A minha respiração, pesada, evidenciava o meu desespero; era aterrador ver uma cena como aquela e não conseguir ajudar, nem sequer me mover. Era um sentimento de impotência.

De dentro da floresta não veio mais nenhum barulho. Ou a criatura tinha tomado mais cuidado, o que fazia-me crer que era racional, ou não era nada — o fato é que em sonhos nunca "não era nada", víamos aquilo por algum motivo bem específico, e em geral não era nada bom.

Como eu havia previsto, uma forma escura saltou de dentro da floresta, caindo sobre a fogueira. As chamas apagaram-se instantaneamente, deixando o lugar na penumbra, enquanto eu via, com muita dificuldade, Andrew arrastando-se para trás.

Do outro lado da clareira algo chamou a minha atenção. Senti uma presença forte ali, algo que eu não soube como explicar... E de repente, o raio veio. Desceu dos céus, do nada, fulminando o chão e clareando todo o local. E em seguida outro; neste pude ver Andrew claramente arrastando-se para longe dali e Wee, seu hipogrifo, lutando contra um enorme mastim negro numa batalha sangrenta.

O ser que disparava os raios deixou ecoar uma gargalhada de modo que parecia divertir-se ali, como se tudo fosse uma enorme brincadeira. Não duvidava que, para ele, fosse realmente divertido.

E quando veio o terceiro raio, prendi a respiração. A tal forma que comandava-os apontou uma espada para Andrew, o qual tateava o chão à procura de seu grimório. Numa fração de segundos, tão rápido que mal pude ver, um raio que parecia mais potente que seus anteriores se formou, atingindo em cheio o garoto. Seu corpo tremeu e se contorceu por causa da descarga elétrica, e ele gritou. Em segundos, Andrew estava morto.

[...]

O meu grito acordara o chalé inteiro. Sentia como se tivesse forçado tanto as minhas cordas vocais a ponto de invocar um grito digno dos gritos dos filhos de Afrodite. E eu não estava exagerando.

Todos ali se entreolharam confusos, ainda sonolentos. Quando deram-se conta que era apenas mais um pesadelo, deitaram-se e voltaram a dormir como antes. Já eu deitei-me novamente, mas não consegui mais dormir, mediante a minha estúpida capacidade de pensar concentradamente em algo.

Eu sabia que aquilo era real, os sonhos sempre eram, mas ainda assim não queria acreditar. Andrew não poderia morrer, não daquela forma. Um assassino... filho de Zeus? A julgar pelos raios, sim. Mas por quê?

"Mercenários", falou a voz na minha cabeça. Quase, quase mesmo, havia me esquecido dela; outras duas vezes falara em minha mente, orientando-me. Agora parecia querer ajudar de novo, e eu sabia que era alguma divindade. Se eu fosse realmente seguir... Bem, outras duas vezes ela me ajudou corretamente, salvando a minha vida dos malditos myrmekos. E agora direcionava-me para uma pista não muito segura: mercenários.

Pensando bem, achei que fizesse sentido. Andrew teve toda a família dizimada por um mercenário enquanto ainda em Los Angeles, antes que eu fosse resgatá-lo. Talvez quem começou a matança tenha voltado para acabar com o serviço... Mas eu não deixaria. Eu salvara Andrew uma vez, salvaria de novo; aliás, salvaria quantas vezes fosse preciso, aquele carinha era um dos meus melhores amigos, além de ter salvado a minha pele tantas vezes quanto eu salvei a dele.

Estava determinado a ir onde fosse para resgatá-lo, pois sabia que fura avisado. E novamente toco no ponto do quem. Que deusa estava me ajudando? A única coisa que eu sabia é que era uma mulher, mediante a voz feminina que ouvi em meus pensamentos. Mas isso era vago demais... eu teria que aprofundar-me mais. E antes disso, procuraria por Andrew; talvez também encontrasse alguma pista daquela voz.

Levantei-me tateando o chão com meus pés, à procura das pantufas. Achei-as e desloquei-me pelo chalé 4, indo em direção às minhas roupas — selecionei algo qualquer: um jeans surrado, rasgado propositadamente em algumas partes, uma camisa de mangas longas e Floating, meus tênis alados os quais assumiam um tom azulado naquele momento.

Dei-me conta das armas quando peguei Floating, lembrando-me que obviamente combateria alguém. Por isso peguei Farming — que milagrosamente não estava em meu pescoço — e conferi Corn, a fim de ter certeza que minhas parceiras estavam ali. Depois peguei a minha mochila, abrindo-a tentando não fazer barulho e dela tirei Not Today, meus óculos especiais; Healing, meu colar de cura; meu cantil e, por fim, a minha faca. Todos, ou quase, eu poderia ocultar.

Assim que estava pronto direcionei-me à saída de meu chalé, caminhando vagarosamente para não despertar ninguém. Curioso como eu nem havia preocupado-me com isso enquanto me preparava, não acha?

Cheguei à porta e pus a mão em sua maçaneta gelada. Enquanto girava-a, um arrepio característico percorreu meu corpo, era pura apreensão. Ainda assim abri-a com um estalo, passando e fechando-a atrás de mim em seguida.

"Para onde?", pensei. A primeira coisa a fazer era chamar Darkness, minha cadela infernal e provável meio de locomoção. A segunda coisa era decifrar para onde ir, e uma vez que eu não tinha tanto tempo assim, teria que ser rápido. Após isso viria a batalha, caso eu chegasse a tempo de salvá-lo.E eu ia salvá-lo.

Fui furtivamente para a arena, local onde Darkness costumava ficar. Poderia ter assobiado para que ela viesse até mim, mas isso chamaria a atenção das harpias. Eu não queria ter problemas antes de tudo começar.

No caminho não vi nenhuma das vigilantes, o que chegou a ser estranho. Uma vez que as velhas rondavam o Acampamento atrás de comida (também conhecida como meio-sangue), espalhavam-se por toda a parte. Mas eu não vou reclamar sobre não ter encontrado-as, isso foi mais do que bom.

Quando finalmente cheguei à arena, observei o vazio do lugar. Sem campistas, sem monstros, sem Darkness. Soltei um muxoxo, olhando ao redor. Não sabia onde Dark estava, o que me atrasaria. E em hipótese alguma eu poderia pegar um dos pégasos. Eu tinha que achar a cadela.

Mas, na verdade, Darkness me achou antes que eu a achasse. Ouvindo latidos animados, olhei por cima do ombro para ver a enorme cadela trotando em minha direção.

Fiz sinal para que ela fizesse silêncio, ou as harpias apareceriam, o que, digo novamente, seria péssimo. Ela, porém, continuava a latir intensamente, parecia não entender — ou não se importar — com meus comandos.

E como se esperassem a deixa, cinco harpias velhas e gordas apareceram voando e gralhando, olhando diretamente para mim.

— Parabéns, Dark! Conseguiu atrair essas coisas! — exclamei. Eu não teria tempo algum de lutar com aquelas coisas, não mesmo. Mas não conseguiria fugir tão facilmente.

Olhei na direção delas, pensando no melhor a fazer. E lembrei-me de uma tática que deu certo outras vezes: de onde estava conjurei uma ventania muito forte para desestabilizar as harpias, jogando-as alguns metros para trás. Com isso feito, saquei Farming e parti para cima delas, tentando ser o mais rápido possível.

As velhas aves já pareciam recobrar a estabilidade quando cortei uma delas com a lâmina da minha foice, no toráx, vendo-a sumir em um misto de pó e gritos.

As outras já estavam voando alto, fora de meu alcance. Pareciam hesitantes em atacar, mas não fugiriam. Talvez atacassem com razantes, como era característico.

E como que para confirmar, duas das harpias desceram juntas mostrando as garras afiadas. Gralhavam, ameaçando-me. E eu, infelizmente, fura rápido o suficiente apenas para nocautear uma delas; a outra cravou as unhas em meus ombros, arrastando-me alguns metros para trás e me soltando em seguida.

Pus a mão no local fechando os olhos. Usando de minha energia curei o ferimento, cicatrizando-o e eliminando a dor. O ruim é que ela voltava a atacar.

Sem tempo para pegar Farming, conjurei videiras à minha frente que interceptaram o ataque da harpia puxando-a para trás. Restavam duas.

Darkness havia atacado a harpia a qual eu tinha nocauteado, de modo que a velha desfizera-se em pó. Enquanto eu agarrava Farming, vislumbrei a minha mascote destruir a segunda harpia enquanto esta lutava contra as videiras.

As duas últimas harpias gralharam e fugiram, deixando-me a sós com Darkness. Talvez tivessem temido morrerem também, ou ainda tivessem ido buscar reforços. Em todo o caso, não ficaria ali para ver.

Apesar de não ter rota definida, montei em Dark o mais rápido que pude, chegando perto de seu ouvido e murmurando "Los Angeles".

Daquela vez a cadela soltou um latido estridente o qual ecoou por toda a área. Correndo, ela pulou na sombra mais próxima, deixando para trás o acampamento. Rumamos para o lar de Andrew.

[...]

Se nunca viajou nas sombras, não entende o que sentimos. O misto de confusão, escuridão, murmúrios e lamentos preenche sua mente, além dos enjoos e tonturas que você sente enquanto ainda está nas sombras. Bem, eu não recomendo, mas é um meio de viagem rápido e preciso.

Eu e Darkness desabamos numa clareira, no meio de uma floresta. A cadela parecia exausta, como se houvesse atravessado todo os EUA correndo sem parar. A viagem das sombras realmente cansava.

Desmontei da cadela e ela deitou-se, enroscando-se. Eu estava meio tonto, levei cerca de dois minutos para me estabilizar e conseguir vislumbrar tudo ao redor, uma vez que as tonturas ainda eram fortes.

Pisquei algumas vezes e bati na roupa para tirar a poeira que havia se acumulado. Olhando em volta percebi estar realmente em uma floresta, numa clareira um pouco menor que a do meu sonho. Presumindo que a cadela houvesse acertado em seu destino, eu deveria estar em alguma floresta de Los Angeles.

Olhei para Darkness, vendo-a dormir. Ficaria daquela forma por um tempo, precisava repor as energias. Eu estava sozinho a partir dali.

Só quando comecei a caminhar é que percebi o quanto fui burro. Eu não sabia nem onde estava exatamente, não sabia nem se ali era onde Andrew estava. E mesmo que fosse, como encontraria ele?

E ali, enquanto indagava-me, senti um forte arrepio percorrer o meu corpo. O meu "radar de perigo" disparava, seria aquilo um monstro?

Independente de ser ou não, continuei a caminhar. Se fosse, enfrentaria. Se não, nada mudaria.
E pensando assim, cheguei a uma clareira enorme, cercada por carvalhos robustos, na qual evidências de uma batalha estavam espalhadas. No centro desta os resquícios de uma fogueira recém apagada ainda soltavam fumaça.

Eu estava paralisado. Minha respiração falhava, minha mente contorcia-se. Pois ao longe, bem ao longe, um ser ferido do tamanho de um cavalo estava semi-consciente; era o único ser vivente de toda a clareira. Bem para a esquerda um corpo com roupas em frangalhos e pele queimada estava inerte. Os cabelos antes curtos e negros já não passavam de cinzas. A pele, branca, assumia um tom anormal. Era ele. Eu havia chegado tarde demais.

[...]

Quando finalmente consegui me mover, corri até o garoto. Andrew estava irreconhecível, suas feições já não eram as mesmas... ele parecia outra pessoa.

Andei até o hipogrifo o qual estava respirando fracamente, soltando gemidos baixos que evidenciavam as dores. Sua pata dianteira parecia quebrada e por todo o seu corpo viam-se cortes e sangue. Eu passava a mão por suas penas, deixando a emoção fluir em mim. Logo, lágrimas salgadas escorriam por meu rosto, caindo sobre o mascote de meu amigo.

Debrucei-me sobre ele, em prantos. Parecia que todo o mundo havia parado para mim, nada tinha importância. Eu fracassara, fura lento demais. A culpa era minha.

O ódio tomava o espaço da dor. Dentro de mim algo gritava, tentando externar-se. Eu já soluçava no choro, tremendo; Andrew fora um dos meus maiores amigos em todo o acampamento, não poderia simplesmente morrer. Não!

O desejo por vingança era evidente, mais que preciso. Andrew fora morto por um filho de Zeus, mercenário. Eu o encontraria e quando o fizesse...

Levantei-me urrando. O vento agitou-se, golpeando as árvores do entorno, rugindo e esbravejando ao meu favor. Do chão brotaram videiras e raízes, grandes e agitadas. Até que eu calei-me e tudo voltou ao normal.

Atrás de mim uma luz rubra brilhou intensamente, chamando a minha atenção. Dela uma mulher altiva saiu, vestindo um vestido vermelho justo e com uma maquiagem pesada; seu cabelo caía pelos ombros, loiros e ondulados. Ela encarava-me.

— Finalmente nos escontramos — falou ela com a mesma voz que falava em meus pensamentos, aveludada. Meus olhos cravaram-se nos seus, ficando presos a eles.

— Você... — balbuceei. Ícaro já havia me falado tanto sobre ela que não foi difícil reconhecê-la, além de sua aura deixar mais que claro que se tratava dela. — Nêmesis.

A deusa assentiu, sorrindo. Caminhou calmamente até onde eu estava, ao lado de Weevil.

— Lamentável, não é? — falou, passando a mão pelo corpo do belo animal. Um brilho fosco irradiou de sua mão e envolveu todo o corpo do ser mitológico, de forma que desviei o olhar. Quando novamente mirei Weevil, o hipogrifo abria os olhos, tentando colocar-se de pé. — Melhor assim.

Em seguida a deusa agitou a mão na direção do corpo de Andrew, fazendo-o sumir do local onde estava. Havia mandado-o para o Acampamento Meio-Sangue?

— Creio que há muito o que precisa saber, McOnely. Mas ainda deve fazer uma coisa antes. — falou, distanciado-se um pouco. O hipogrifo seguiu-a, calmo. — Ainda aqui em Los Angeles encontrará quem fez isso com seu amigo. Creio que ele tenha uma dívida comigo... e com você. Poderia saldar essa dívida?

Tudo estava confuso demais. O sonho, a morte de Andrew, a cura do hipogrifo, a aparição de Nêmesis, o pedido. Minha mente não suportaria tanto em tão pouco tempo.

— Eu... — iniciei, mas parei logo em seguida. Pus as mãos na cabeça, confuso. — Preciso entender tudo antes. Por que mataram Andrew?

A deusa ajeitou o vestido, impaciente. Acariciou o hipogrifo o qual parecia tristonho, mas revigorado. Em seguida olhou para mim, levando a mão aos cabelos loiros.

— Prove-me que é digno e eu darei tudo o que quiser, McOnely. Faça o que eu te peço e retorne aqui. Agora, responda-me. Irá atrás do maldito mercenário? — disse, imponente. A minha resposta afirmativa foi praticamente inaudível, mas a deusa esboçou o que seria um sorriso em confirmação. — Ótimo. E precisará de mais ajuda. O que irá enfrentar não é tão fácil, meu jovem. No caminho dois de meus seguidores aparecerão para te acompanhar na sua jornada. E... — a deusa meneou a cabeça para mim e Wee aproximou-se, fazendo uma reverência em seguida. — Agora é seu. Boa sorte.

Assim que falou as últimas palavras, um clarão iluminou a clareira. Enfim, tudo havia começado.

INFO:
Poderes:
Deméter:
Passivos:
Todos até o nível 30
Ativos:
¤ Toque da Vida II — Nesse nível, os machucados curados podem ser mais profundos, abrangendo até a cura de órgãos ou o estancamento de hemorragias. Tudo varia com a gravidade do machucado, o tempo em que for utilizado e a energia do filho de Deméter.

¤ Fitocinese II — Já mais especializado no assunto, o filho de Deméter poderá aumentar o tamanho de suas plantas, das raízes e o a produção das flores que cria, chegando ao ponto de criar pequenas árvores, que não ultrapassam dois metros de altura. As árvores também poderão produzir frutos, mas só se o semideus quiser. As raízes da constrição se tornam maiores e mais fortes, prendendo com mais força o inimigo.
¤ Controle climático III — Bem experiente nessa manipulação, o filho de Deméter poderá criar diversas condições climáticas, dependendo totalmente do que ele almeja. {Modificado}
Mênades:
Passivos:
Todos até o nível 30
Ativos:
Level 17 ~ Controle das Vinhas III ~ Controlam as videiras do modo que desejarem, desde alongando à prender seu adversário através dos pés, imobilizando-o. Os ataques com elas se tornam mais eficazes, precisos e são mais resistentes.
Armas e itens levados:
♦ {Farming} / Foice [Um medalhão com um pingente de foice que quando acionado se transforma em uma grande e afiada foice com o cabo de prata e a lâmina de aço escuro.] {Prata Sagrada} (Nível Mínimo: 1) {Não Controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]

♦ {Corn} / Escudo [Pulseira com vários pingentes de cereais como trigo e aveia que se transformam em um grande escudo de bronze sagrado quando o Filho de Deméter desejar usá-lo; o escudo em forma de pulseira (somente nessa forma) pode ajudar no controle das plantas. O escudo é circular, e em seu centro há um desenho entalhado: a imagem da deusa, junto de uma colheita que parece ser eterna.] {Bronze} (Nível Mínimo: 1) {Controle sobre as Plantas} [Recebimento: Presente de Reclamação de Deméter]

— Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

♦{Floating} / Tênis [Um par de tênis encantados que se encaixam perfeitamente no pé do utilizador, assim como pode ter sua aparência e cores mudadas sempre que quiser. A cada uma hora, o utilizador dos tênis poderá flutuar ou voar em uma velocidade mediana por 15 minutos, tendo que esperar mais uma hora para poder voar novamente. Em equivalente a posts, o tênis alado funciona apenas por dois turnos, sendo que após seu uso o semideus deve aguardar oito turnos para poder novamente usar seus tênis. Sempre que o tempo estiver acabando o tênis emite um som e vibra levemente para avisar o utilizador que sua "carga" acaba em 1 minuto. O tempo de vôo não acumula, ou seja, não passa de 15 minutos contínuos após a ativação.] [Nível Mínimo: 15] [Sem Elementos] [Recebimento: Prêmio recebido de Éolo pela missão "I'm Sick Demigod".]

♦{ Healing } / Colar [Um colar com pingente de folha inteiramente prateado. Pode ser ativado uma vez por ocasião, e quando ativado libera uma leve aura verde que roda o utilizador por três turnos, recuperando 10 de HP e MP em cada um deles, chegando a um total de 30 HP/MP.] (Prata) [Nível Mínimo: 15] (Sem elemento) [Recebimento: Éolo por cumprir a missão "Lost On The Woods".]

♦ {Not Today} / Óculos [Aparentemente são simples óculos escuros sendo utilizados pelo semideus, mas possuem um encantamento que – quando estão nos olhos do player – faz com que a primeira magia ou maldição lançada no mesmo tenha um efeito reduzido em 50%. Depois disso, as magias seguintes terão seu dano e efeitos reduzidos em 5%, sendo que funciona apenas com magias e não com golpes elementais.] [Nível Mínimo: 25] [Sem Elementos] [Recebimento: Prêmio recebido de Éolo pela missão "Encontro Inesperado".]
Mascote:
Cão infernal[Nome: Darkness][150/150 HP] [Comprado no bazar do campista Frederick Marshall]
Sobre a DIY:
Recompensa:
{Weevil} / Hipogrifo [Animal meio cavalo, meio água, um pouco maior que um puro sangue e com penas prateadas. Imponente e orgulhoso, costuma usar suas garras, cascos e bico afiado para "defender a sua honra".][200/200 HP][Ganho na DIY "The beginning" e atualizado por ____]
Descontos:
20 HP e 50 MP
OBS:
Este post foi de um início de trama, por isso tanta confusão. Sei que foi algo pesado, maçante e cansativo, mas gostaria muito da recompensa, se possível. Não posso explicar tudo, perdoem-me. e.e


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Re: — The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

Mensagem por 085-ExStaff em Sab 02 Ago 2014, 17:03




Ψ Avaliação Ψ




Benjamim H. McOnely — Coerência 48 de 50: Gostei da sua DiY e diferentemente de você, não achei maçante ou pesado. O sentimentalismo e o amor pelo amigo do personagem foram fortes e geraram uma série de emoções que complementou os acontecimentos repentinos e mistérios que você deixou no ar, esperando para serem revelados e isto é bom para uma trama. Mesmo assim descontei pontos pelas harpias restantes fugirem de você. Mesmo sendo um semideus já forte não gosto de ver monstros fugindo com o rabo entre as pernas, geralmente eles lutam até o fim. Outro fato que causou desconto foi o Cão Infernal e o Semideus acertarem tão precisamente (e de primeira) o local do ocorrido tendo apenas Los Angeles como referência. Fora isto parabéns, continue o bom trabalho.

Coesão, estrutura e fluidez 24 de 25: O texto não deixou a desejar neste quesito, sendo de fácil entendimento, com vírgulas e pontos bem colocados o que gerou uma boa fluidez e organizou as ideias, entretanto, peço que use com mais frequência uma maior variedade de conectivos nas sentenças para enriquecer mais o texto como: entretanto, todavia, no entanto etc. Parabéns.

Objetividade e adequação à proposta 15 de 15: Deu-se muito bem o início de uma saga, com seus mistérios, emoções e batalhas e para isto que as DiY's servem em minha humilde opinião, contar as histórias dos personagens criados e espero que o assassino de Andrew seja levado a justiça. O que mais me deixa intrigado é a profecia e como irá relacionar ela com a morte do querido amigo de Benjamin. Continue o bom trabalho!

Ortografia e organização 8 de 10: Os seguintes erros foram encontrados: balbuceei (balbuciei), escontramos (encontramos), razantes (rasantes), toráx (tórax) e obvio (óbvio). A organização foi executada muito bem e portanto, nada mais a declarar. Parabéns.

Recompensas: 380xp e recompensa almejada.

Descontos: - 20 HP – 50 MP.

Recompensa almejada:
— {Weevil} / Hipogrifo [Animal meio cavalo, meio água, um pouco maior que um puro sangue e com penas prateadas. Imponente e orgulhoso, costuma usar suas garras, cascos e bico afiado para "defender a sua honra".][200/200 HP][Ganho na DIY "The beginning" e atualizado por ____]

Aguardando atualização.[/color]


Atenciosamente, capiroto grego.


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valeu @ carol!
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Re: — The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

Mensagem por 112-Ex-Staff em Ter 05 Ago 2014, 13:28

Atualizado

(Feito um desconto de 150 XP pela recompensa almejada mais os descontos em dracmas, modificado o HP e MP do PET para 100 pois é o padrão e colocado nível mínimo para adestramento do animal)
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Re: — The brand of justice ~ Benjamin H. McOnely

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