Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

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Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Henry L. Joshua em Qui 24 Jul 2014, 23:05

Relembrando a primeira mensagem :


TREINO TRIMESTRAL


Mais uma vez lá estava eu. O sol batia forte na arena, dessa vez o treino seria diurno, alias, não mudaria muito o tempo real. Esperava os como sempre atrasados meios-irmãos, primos e “tios”. E dessa vez tinha avisado bem cedo o chalé de Ares para que não tivesse reclamação alguma.
O lugar estava todo aberto e ao meu lado um homem que parecia ter por volta de quarenta anos. Dessa vez, sem demoras assim que todos chegaram comecei a falar em alto e bom tom.
-Boa tarde aos filhos de Phobos, e também aos de Deimos e Ares que ainda não possuem um monitor! Esse é James. Ele é um filho de phobos que conheci por ai, ele mora fora do acampamento. Ele também se devotou a deusa Pisquê. Para quem não sabe, ele é um mentalista, portanto ele possui grande arte em entrar na mente alheia. E para isso ele está aqui hoje. Sua experiência ira fazer uma “guerra” em nossas mentes. Como se estivéssemos realmente em uma guerra na antiga Grécia. Então, se sofrerem danos ou algo assim, suas mentes irão transmitir como se realmente tivesse sofrido, e seus corpos sentiram a dor. Por isso, evitem isso.
Cruzei os braços sorrindo enquanto esperavam eles se prepararem para a guerra.


Observações e Regras:

|||-Treino one-post contínuo dividido em turnos, porém esse será somente de apresentação.
|||-Armas levadas em spoiler, as armas que tiverem com vocês serão as levadas para a ilusão.
|||-Duas semanas para postagem, porém dessa vez será permitido entrar no meio do treino, mas sua condição e XP será comprometida.
|||-Tempo: Quatro da tarde, dia ensolarado.
|||-Boa Sorte!
|||-James- Nível 99-Phobos Grupo Extra: Mentalista

Henry L. Joshua
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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Melanie Gauthier em Ter 26 Ago 2014, 15:09



   
Bora treinar negada

Antes que aquele “poderoso” filho de Phobos abrisse novamente sua boca, eu e os demais participantes do treinamento formamos um circulo ao redor do monitor e de seu grande “amigo íntimo”. Montado em Bugaboo, acabava sentindo um ar de superioridade, olhando todos por cima. Antes que mais explicações fossem dadas, senti minha garganta se fechar lentamente, o ar pesar em meus pulmões e minha cabeça começar a rodar. Meu corcel também não aparentava estar muito bem. “Que merda é essa chefe?.” Eu não sabia como responde-lo.

Segundos após eu ter fechado meus olhos e sufocado um grito agudo de desconforto e dor, ouvi barulhos diferentes e ao mesmo tempo conhecidos. Voltando a ficar de olhos abertos, reparei que parecia estar em uma espécie de deserto ou semi-deserto. Abaixo de uma espécie de colina ou duna aonde eu e os demais campistas estávamos, uma sangrenta guerra se desenrolava. De um lado um dragão de tamanho respeitável parecia comandar de alguma forma um exercito composto por mortos e mortais. Como se aquilo não fosse estranho e bizarro o suficiente, do outro lado do campo de batalha era ele quem estava a guerrear, Ares.

Sentindo Bugaboo bater seus cascos no solo seco, sabia que meu cavalo estava pensando em partes o mesmo que eu. Por que meu pai estava ali, lutando praticamente sozinho com aquele exercito? Sabia que Phobos e Deimos deveriam estar por ali, não demorando para encontrar com meus olhos a quadriga puxada pelos ferozes Pesadelos. Alguns homens armados e furiosos estavam lutando bravamente, colocando suas vidas na ponta de suas armas e defendendo Ares bravamente. “Como eu imaginei. Ele está praticamente sozinho e perdendo por causa desses inúteis.” Soltando um relincho que mais aparentava ser uma risada, meu corcel negro extasiava notando a cada dia mais como de fato eu era parecido com meu progenitor divino, mesmo que eu não chegasse a ficar com orgulho disso.

Os campistas bobões olhavam a cena, alguns com olhar de pavor e outros de desentendimento. Notando que até mesmo Allan parecia um pouco sem saber o que falar, ou talvez apenas estava com nojinho de tanto sangue e reparando no corpo dos guerreiros humanos; lamentava por estar rodeado de pessoas tão patéticas. Não precisava de instruções de alguém para saber o que precisava ser feito naquele lugar; e mesmo que estivesse errado, uma guerra estava acontecendo sem minha ilustre presença.

“Acha que aguenta?”. Olhava serio para Bugaboo. “Vou fingir que isso foi apenas uma piadinha infame tenente!”. Sorrindo levemente, alguns campistas pareciam também repararem no que de fato estava acontecendo, sendo que um pouco atrás de mim, começaram a partir rumo ao grande confronto. Aproximando um pouco mais de Ares,o deus que estava vestido com suas armas e uma bela armadura completa, apontava sua lança em nossa direção. – Não estou lembrado de ter pedido reforços para garotinhos mijões! Suspirando, fiquei a alguns metros entre ele e os primeiros guerreiros humanos que conseguia ver. – Bravo por estar perdendo uma guerra papai? Minha voz estava carregada de ironia. – Sua mãe morreu em um local parecido com esse. Não amola ou faça showzinho por nunca ter ganhado meus parabéns em um aniversário, e muito menos fique entre meu exercito de espartanos e nossos inimigos.  Enfurecido com as palavras que meu maldito pai tinha pronunciado, sem nem ao menos responder ou olhar para ele, fiz Bugaboo começar a correr em direção ao combate.

Ao passar por alguns espartanos, reparei que estava me aproximando da quadriga. Em pé meus dois meio-irmãos divinos aparentavam levemente satisfeitos por estarem “ajudando” Ares, preparando suas armas para mais uma onda de ataque enquanto o casco de um dos Pesadelos pisava sobre a cabeça de uma dracanae morta. Alguns dos filhos deles se aproximavam para acompanhar seus pais, apenas tinha dó de todos eles. Em meio aqueles estúpidos garotos, reconheci belos pares de peitos tatuados se movimentando em direção a quadriga. Os reconhecendo, diminui a velocidade com que meu corcel corria, parando a cerca de dois metros de Darya. – Serio mesmo que vai lutar em pé nesse troço ai peituda? Aquela era a mesma garota com que tinha me aventurado em meio a floresta no ultimo treino. – Entendo que talvez seus seios possam pesar e atrapalhar seus movimentos, mas esperava que alguém como você pensasse em lutar de verdade. Tendo uma ideia, tentei ficar um pouco mais próximo, usando minha mão direita para agarrar a barriga da garota. Ouvindo o comentário engraçadinho da garota, tive que concentrar para não lhe derrubar direto ao chão e deixa-la para trás. Ignorando completamente o que a moça dizia, apenas mantinha meu ar de superioridade. – Hey tatuada, acho que hoje talvez seja o seu dia de sorte. Colocando ela sobre Bugaboo, montei novamente e retomei meu caminho em direção a uma carnificina.

Antes que Darya pudesse tentar me socar ou algo do tipo, dei uma breve olhada para a garota. – Se anime mocinha, pelo menos te livrei de tediosos momentos dentro daquele pedaço de metal guiado por dois... talvez seja melhor não dizer, mas você sabe bem o que eles são. Sentindo um pouco de diversão com tudo aquilo, reparei que alguns espartanos estavam por perto. – Ei imbecis, que tal ajudarem o verdadeiro reforço e lutarem nos francos direito e esquerdo do exercito inimigo? Vou levar o pessoal para o meio e tentar afunelar nossos adversários para chegarmos a esse maldito dragão! Notando alguns deles apenas fazendo um ok meio contrariado, torcia para que aquela possível estratégia pudesse dar certo.

Quando já estava na metade do caminho entre os primeiros monstros e Ares, reparei que um rapaz levemente parecido com Darya corria atrás de meu cavalo. – Ei idiota, você é o irmãozinho ameba que a Darya insistiu para que eu voltasse e protegesse? Espero que esteja com fôlego, pois irá correr ainda mais. De sacanagem, pedi para minha montaria aumentar a velocidade, de modo que o filho de Deimos ainda pudesse nos seguir, porém com um pouco mais de dificuldade. Já conseguindo sentir o odor daqueles horrendos e porcos ciclopes, sorri e olhei para a filha do deus do pavor. – Ainda está com aquelas tripas que Allan te dei no ultimo treinamento? Estou imaginando se você consegue jogar uma delas em cada um dos francos do exercito, talvez isso faça com que nossa estratégia não vá para o esgoto caso nossos guerreiros falhem.

Depois de ouvir algumas palavras imperceptíveis, vi duas bolotas nojentas voarem. Cada uma acabou acertando o franco esquerdo e direito de nossos oponentes, fazendo com que uma fumaça esverdeada se espalhasse. Notava que alguns daqueles monstros, e até mesmo alguns dos guerreiros começavam a vomitar por causa do fedor. Sabia que aquela não seria a melhor estratégia de todas, mas pelo menos seria a mais sangrenta e talvez nojenta. O dragão estava a cerca de quinhentos metros de distancia, sendo que entre eu e ele o exercito de monstros estava nos esperando com armas em mãos.

Nossos inimigos não estavam completamente organizados, sendo que muitos estavam em lutas contra alguns outros semideuses, enquanto outros maios corajosos apenas resolviam ir até nosso encontro para um ataque. Vendo um ciclope armado com dois machados em minha frente, peguei meu escudo e tentei mirar da melhor maneira possível. Ele estava praticamente sozinho no campo de batalha, o que seria chato já que não teria como seu corpo pesado cair sobre mais algum oponente. Fazendo um movimento de “catapulta” com meu braço esquerdo, fiz o leve escudo voar, indo diretamente na direção daquele ser horrendo e podre. Um dos ossinhos do escudo acertou em cheio o olho grotesco do ser, fazendo com que ele soltasse um grito de bichinha e largasse suas armas. Enquanto o escudo voltava para minha mão, notava que o olho do animal parecia começar a sangrar e coagular, de modo que o verme levou suas mãos ao rosto e ajoelhou sobre o solo.

Não estava em um dia piedoso, provavelmente por ter ouvido aquelas palavras de meu infeliz pai. Acelerando Bugaboo, fiz o cavalo passar a toda velocidade sobre o lado esquerdo do ciclope, enquanto eu com minha espada cortava a cabeça do monstro fora. Talvez eu não fosse tão ruim assim, afinal de contas amenizei a agonia do ciclope. Alguns mortais se aproximavam para tentar fazer o que seu amigo horrendamente grande não teria conseguido. Aqueles insetos pareciam até mesmo divertidos, talvez terem o sangue de seus corpos espalhado pelo solo árido os ajudaria a escolher o lado certo para lutarem.  Descendo de Bugaboo junto com Darya, esperava pela diversão chegar até a mim. “Quero que volte e ajude aquele puto; seria divertido ver você salvando o rabo daquele bosta.” Sorrindo para o corcel, ele me encarava. “Não fale assim do senhor Ares, deveria ter um pouco de respeito para com seu pai tenente.” Suspirava, as vezes esquecia do quanto Bugaboo admirava o deus da guerra. “Não preciso de sermões, apenas que faça a porra que estou pedindo.” Aquele desgraçado do cavalo, aquilo parecia um clone equino de minha própria pessoa. Aparentando que ele fazia uma careta como imitasse o que eu falava, o cavalo relincho e ficou sobre suas patas traseiras. “Estamos perdendo lutas enquanto conversamos. Vou indo nessa chefia, mas tente deixar algum sangue e emoção para mim.” Em alguns galopes ele já estava longe, pelo menos seria menos algo com que se preocupar em proteger, não deixaria nenhum daqueles merdinhas encostar suas armas em meu cavalo.

Com Darya ao meu lado, e seu irmão provavelmente na puta que pariu; estava preparado para um banho de sangue. Estava armado apenas com minha espada-lança e meu escudo, talvez não fosse precisar de muito mais do que aquilo. Inimigos se aproximavam, e olhando para a filha de Deimos, esperava que ela compreendesse. – Separar para conquistar. Rapidamente ela já não estava mais totalmente ao meu lado, indo cuidar de algumas dracaenaes a alguns metros do meu lado direito.

Agora “sozinho”, eu notava alguns de meus imprudentes e todos parentes sendo derrotados, idiotas que nem ao menos conseguiam lutar decentemente. Não demorou muito para que alguns mortais furiosos, e armados com diversas armas chegassem até a minha posição. Alguns vinham pelos meus flancos, outros diretamente em minha direção; aquilo poderia ser o final de minha vida. Infelizmente aqueles homens não sabiam de nada, inocentes. Como um autentico filho de Ares, não arredei meus pés nem mesmo um milímetro, encararia todos aqueles homens com honra. Os três primeiros que se aproximaram, foram recebidos por um olhar que os fez largar suas armas, excitando de me atacar enquanto os empalava usando minha espada transformada em lança. Mais cinco guerreiros se aproximavam. Todos trajados com armaduras, escudos e alguma arma cortante ou perfurante. Usando meu escudo para atordoar um dos meus inimigos e empurra-lo para trás, levando consigo mais um de seus parceiros; com minha mão direita fazia minha lança transformada em espada cortar a mão do meu adversário, fazendo sua espada cair e o mesmo soltar um grito de dor. Mais dois se aproximavam usando machados, cada um por um dos meus lados. Abaixando, fiz com que ambos se ferissem com seus golpes, enquanto dava um chute na cabeça do “capitão gancho”.

Eles pareciam um pouco enfurecidos e amedrontados de combater um guerreiro como eu, mas nem tudo chegaria a ser festa. Enquanto estava preparado para bloquear com minha espada o golpe de dois indivíduos, um daqueles malditos deu um soco em minha coluna, fazendo com que uma dor atingisse todo o meu corpo. Mais fúria e consequentemente mais sangue deveria sair daqueles porcos nojentos. Fazendo a espada novamente se transformar em uma lança, finquei um dos mortais com a arma, a levantando e fazendo com que aparentasse um grande pedaço de carne de churrasco no espeto. Aquilo custou caro, muito caro. Um dos escudos inimigo atingiu a minha cabeça, fazendo com que eu ficasse tonto; e por míseros dois centímetros meu braço esquerdo não foi atingido por um facão, de modo que apenas um fio de sangue pairou do ferimento sofrido.

Chutes, fúria e alguns desgraçados ciclopes se aproximando, aquela era minha situação no campo de batalha. Dando um pulo, cravei minha arma na cravícula de um mortal, aproveitando para chutar novamente o amputado. – As donzelinhas sabem fazer apenas isso? Provocados, com muita imprudência todos os três guerreiros restantes vieram para cima de mim com suas armas; aqueles homens iriam estar na presença de Thanatos em segundos. Deixando todos eles atingirem suas armas em meu corpo, senti a benção de cura provinda de Ares aliviar o meu ser; como aquela sensação era orgásmica. Aproveitando que todos estavam por perto, girei como um pião acertando minha arma no peito de meus algozes, fazendo com que tripas e sangue decorassem a parte do campo de batalha aonde pisava. A guerra ainda não estava vencida, muitos ainda eram nossos inimigos mas pelo menos um bom número daqueles malditos eu já tinha mandado para o submundo. Um pouco exaurido e com suor escorrendo por todo o meu corpo, já estava preparando para juntar ao restante dos campistas quando ouvi um som de carne sendo cortada. Olhando para trás, vi um ciclope sendo transpassado por uma espada. Sorrindo sarcasticamente, vi o irmão de Darya segurando sua espada. – Não consegue cuidar de seu rabo sozinho não? Notei que o monstro que agora se dissolvia em pó dourado iria me atacar, talvez até mesmo me matar se não fosse aquele rapaz.  Mesmo assim, sentindo raiva de suas palavras, apenas disse. – Apenas me preocuparia com seus pés sangrando sua mocinha. Agora vamos, estamos com a faca e o dragão nas mãos.

Nossa frente de batalhas tinha avançado, apesar de enfraquecidos e muitos derrotados e mortos. Nosso exercito precisava de algo a mais para vencer aquela peleja, e faria de tudo para que esse algo a mais saísse de mim. Convocando cinco esqueletos de guerra, e alguns dos pássaros abençoados por meu pai; ordenei para que os esqueletos ajudassem o flanco direito, os pássaros ajudassem o flanco esquerdo e o irmão de Darya fosse com os pássaros. A garota em minha direita, seu irmão em minha esquerda e eu pelo meio; talvez aquilo pudesse dar certo. Dando um grito de batalha que ecoou por todo o local, tencionava juntar todos os guerreiros restantes para nosso ultimo ataque.


Armas levadas:
2x ♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum] (Uma em minha cintura e outra em um coldre na minha perna esquerda)

— {Supreme} / Espada-Lança [Espada feita de titânio reforçado e banhado em bronze sangrento, com a lâmina de 80cm banhada em ouro avermelhado. Sua empunhadura é feita em ouro negro com um rubi vermelho cravejado. Pode ser transformada em uma lança de dois metros também feita de titânio e banhada em ouro vermelho. Quando em repouso, transforma-se em uma braçadeira negra. Vem junto de uma bainha feita de couro de javali, banhada em sangue. Obs: Quando um ataque feito com essa arma é efetivo, o ataque seguinte tem mais chances de acertar e, se acerta, faz com que a vítima sobre 1/3 a mais do dano do ataque original. Caso o metal seja banhado pelo sangue inimigo durante a batalha, o utilizador restaura 20% de sua MP.] {Titânio, Ouro avermelhado e negro, Rubi e Bronze Sagrado {Sangrento} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares] (em forma de braçadeira no meu braço esquerdo)

Escudo Voador [De estatura mediana, esse escudo redondo é feito de ossos de harpia com uma mistura de aço e ferro, totalmente coberto pelas penas dessa criatura. Não é muito resistente por conta dos seus materiais, mas, quando arremessado, esse armamento possui a propriedade semelhante a de um bumerangue, e não exige perícia alguma. Ele descreve um semicírculo ao voar, e sempre retorna à mão do dono após o arremesso, independente de quase qualquer coisa. (Isso não vale se algo bem forte impedir que o escudo retorne)] {Ossos e penas de harpia, ferro e aço} (Nível mínimo: 5) [Recebimento: missão "Envenenando os Exilires", por Zeus e Héstia - Atualizado por ~Eos] (Anexado em minhas costas)

- Main-gauche de bronze sagrado [Arma de apoio, aplicada para barrar os golpes do oponente, seu desenho semelhante a de um sai com apenas 2 dentes permite enganchar a espada inimiga em sua curvatura, facilitando a defesa e as manobras de desarme. Geralmente empunhada com a mão esquerda, é usada principalmente por personagens ambidestros, já que caso contrário seria difícil de ser manuseada com coordenação][Bronze sagrado e couro, sem nível mínimo, sem elemento] (Na parte traseira de minha cintura)

Poderes utilizados:
Passivos:
Todos até o nível 20 com destaque para os que seguem:


◊ Habilidade com Lanças [Nível 01]
Ares provê à sua prole o dom de manusear lanças com facilidade. É possível descrever arcos com elas cortando o ar com maestria. (Poder alto explicativo)

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela guerra violenta, e por estarem a todo momento praticando essa forma de guerra com tudo o que vêem pela frente, os filhos de Ares adquirem força maior que o comum aos outros semideuses. Seus ataques diretos possuem mais força. Os músculos no corpo deles são evidentes, também. (Para demonstrar a grande força física de Tony)

◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]
Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos. (Para demonstrar o porque a aura da Darya e seu irmão não me afetam.)

◊ Ira Propagada [Nível 04]
A fúria é proeminente nestes semideuses, tornando assim inevitáveis os combates mais simples. Além disso, essa Ira pode ser projetada nas pessoas ao seu redor, essas se tornarão mais agressivas sob os efeitos deste poder. (Para enfurecer os adversários e deixa-los descuidados)

◊ Influência [Nível 04]
A prole da guerra, assim como apresentado por seu pai na série, tem uma aura que incita irritação nas pessoas que os cercam, principalmente inimigos - sendo mais suscetíveis a este poder graças a sua "abertura" de raiva para com o personagem. Isso acaba por influenciar em um embate, sendo que os sujeitos a raiva acabam por ser mais descuidados do que seriam em seu estado normal. (Usado para fazer meus inimigos atacarem para que eu pudesse usar outro poder)

◊ Ambidestria [Nível 05]
Habilidade que permite manusear, com eficácia, armas em ambas as mãos, seja ao mesmo tempo ou não. (Auto explicativo)


◊ Perícia com Armas Laminadas [Nível 05]
Os filhos do deus da guerra são ótimos combatentes, além de meros sanguinários. Sua habilidade com armas se destaca com as laminadas, ver o sangue escorrer pelo corpo do oponente é sempre uma diversão pra eles. Seus ataques se mostram mais efetivos com tudo o que pode cortar neste nível. (Auto explicativo)

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 06]
Na guerra vale tudo. Um soldado mesmo desarmado deve saber se defender, e, assim como Ares, os seus filhos são peritos em combates não-armados. Cada filho, poderá se especializarem um estilo de luta específico. (Auto explicativo)

◊ Adrenalina I [Nível 06]
Por obterem a benção de Ares, estes se irritam facilmente e quando explodem nada os segura. Quando a adrenalina pulsa nas veias nada pode impedi-lo. São impulsivos e compulsivos, e dotados de tamanha força, podem duelar com vários semideuses ou monstros ao mesmo tempo. Nesse nível os semideuses podem duelar com dois monstros ao mesmo tempo, levando menos dificuldade que o resto dos campistas. [NOVO] (Usado no nível III do poder)

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]
Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente. (Justificar a agilidade e precisão de golpes)

◊ Resistência Aprimorada & Pele Calejada [Nível 10]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem suportar mais dor, aumentar a consistência de seus músculos e desenvolverem seu corpo para ser mais resistente ao frio, calor, e cansaço. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. A habilidade se aprimora com os níveis. (Para redução de danos sofridos por ataques físicos)

◊ Sadismo [Nível 13]
O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem. (Para aumentar meu vigor e reduzir custo de MP)

◊ Regeneração Sanguinária I [Nível 13]
Em combate, o filho de Ares se sente em seu ápice e isso permite a regeneração de 5 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada. (Usado a todo o momento)

◊ Adrenalina III [Nível 16]
Ao atingirem o nível 16, os campistas de Ares já podem duelar com cinco ou mais monstros ao mesmo tempo, levando em consideração tanto o nível do campista como o nível de periculosidade do monstro. Mesmo assim, eles possuem uma facilidade incomum para esses duelos. (Usado para lutar contra meus inimigos)

◊ Liderança em Batalha [Nível 18]
Pela experiência em batalhas, a prole de Ares, se prova mais do que capacitada a liderar qualquer expedição, instruindo os outros semideuses que os acompanham com algumas estratégias que podem dar certo ou não de acordo com o julgamento da ação pelo narrador. (Em relação a liderança imposta sobre os espartanos)

◊ Aptidão Estratégica [Nível 20]
Os filhos de Ares executam golpes com bastante precisão, errando raramente em combate. Possuem estratégia natural, algo como"saber o que fazer pra dar certo" mesmo que seja bem incomum, uma vez que agem com impulso na maioria das vezes. (Para justificar ainda mais a precisão mortal de meus golpes, e para demonstrar que sou bastante capaz de montar uma estratégia funcional)

— {Comunizoo} / Bênção [Após ser abençoado pela deusa Ártemis, a mente de Tony passou a ter uma ligação empática com seus pets, de modo que o semideus consiga se comunicar telepaticamente com eles. A telepatia não funciona com nenhum outro animal que não seja de Tony e falhará caso o semideus tenha sua mente afetada por algum poder mental (sedução, hipnose, entre outros) ou se os animais e/ou o filho de Ares estiverem dormindo ou desacordados. O poder não necessariamente implica no controle dos animais de Tony, e estes só o obedecerão caso seja da vontade deles. Por ser uma habilidade passiva, não possui gasto
de MP.][Passivo] (Apenas para ilustrar que eu poderia sim conseguir me comunicar com meu leopardo, descobrindo sua localização e etc.)

Ativos:
◊ Agressividade & Selvageria [Nível 01]
Ambas são marcas de Ares, essa habilidade ajudará seus filhos a não hesitarem ao realizar seus ataques. Essa habilidade também permite que os mesmos entrem em um estado de fúria, fazendo-os ficar mais determinados do que nunca em terminar a tarefa a eles delegada. Esse trunfo só pode ser ativado mediante emoções fortes. (Ativado após minha conversa com Ares)

◊ Manejo Defensivo [Nível 03]
Perícia em manusear um escudo, aumentando assim seu reflexo defensivo. Ainda é possível usar o escudo para dar empurrar o oponente. (Usado em meus golpes com o escudo)

◊ Grito de Guerra [Nível 07]
Ao gritar em incentivo, os filhos de Ares transmitem autoconfiança, que com certeza é um fator importante e decisivo em uma batalha. Essa habilidade faz com que toda a equipe fique mais focada no objetivo, aumentando sua concentração e seu empenho, e na certa, o desempenho em ataques. (Para deixar os espartanos mais empenhados e confiantes)

◊ Ofensiva Múltipla [Nível 09]
Habilidade de executar vários golpes na mesma ação, possibilitando uma investida intensa. (Usado para efetuar múltiplos ataques)

◊ Esqueletos da Guerra [Nível 14]
Cinco esqueletos surgirão da terra e batalharão junto do semideus invocador para atingir suas metas. Esses esqueletos estão armados com uma espada de bronze, um escudo comum e uma armadura de prata. Seus HPs são 50/50, e sumirão caso não sejam derrotados em três turnos. (Usado para invocar os esqueletos)

◊ Ornithes Areioi [Nível 17]
Como o nome sugere, os pássaros de Ares, eram um bando de pássaros que lançavam penas em forma de dardos, que guardaram o templo das Amazonas do deus em uma ilha costeira no Mar Negro. Uma vez por missão, o(a) semideus(a) poderá invocar 2 desses pássaros para ajudar em batalha. Cada pássaro possui 20 de HP, e cada pena arremessada tira 15 de HP do alvo. O narrador que irá determinar se as penas acertam o alvo, ou não, dependendo de quão bom o post for. (São os ditos pássaros abençoados por Ares em minha narrativa)

◊ Bênção de Cura [Nível 20]
Durante dois turnos, todos os danos recebidos serão convertidos em acréscimo de HP, e os danos físicos serão negados. (Usado após ser golpeado por meus inimigos quando todos eles me atacaram, fazendo com que eu curasse e não sofresse os danos de seus golpes)

PET:
— Bugaboo {Pet} [Corcel Negro com olhos Vermelhos] [Cavalo comum, encantado com Ares para conectar-se ao seu filho Tony. Dessa forma, o cavalo pode comunicar-se livremente com o rapaz, sendo entendido somente por ele ou filhos de Poseidon. O rapaz só pode compreender ao seu próprio animal. Bugaboo também teve seus cascos abençoados pelo deus da guerra, de modo que pode pisar livremente por brasas e chamas, além de caminha sobre a água (em curtas distâncias). Ambas as habilidades implicam em gastos de MP do animal.] (Nível mínimo: 01) {HP/MP: 100/100}

com Bugaboo e um cado de gente || Arena || Post:02||
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Melanie Gauthier
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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qua 27 Ago 2014, 09:54


I've got a war in my mind


Pt II – This Means War



Não, Darya não era nenhuma garotinha. A ferocidade explícita em seus olhos quase negros deixava isso muito claro. Mataria por necessidade, mataria sem hesitar, mataria por prazer. E aquele mesmo brilho estava em muitos ali, herdeiros da guerra e da destruição, famintos por uma boa batalha. Seu olhar cruzou com o de Tony, o filho de Ares com que lutara ao lado no último treino e percebeu ali a mesma ânsia pela morte e pela violência, ao mesmo tempo que se perguntava sobre o paradeiro de Mich. Mas aquilo não importava; seu irmão sabia se cuidar, e se fosse do seu interesse, apareceria ali.

Ao ouvir passos, olhou para o rapaz de corpo tatuado que havia se aproximado. Acenando com a cabeça em cumprimento, respondeu com toda a usual arrogância.

- Hoje vão aprender quem são os bundões do acampamento.

E então, antes que qualquer nova palavra pudesse ser proferida, o ar começou a se agitar, tornando-se mais pesado, e uma dor aguda se instalou na cabeça dos presentes. Darya não era exceção. Lutando para não levar as mãos à cabeça e apertar as têmporas, trincou os dentes com força, enquanto a sua visão escurecia. Quando tornou a abrir os olhos, a calmaria do camp havia sido substituída por algo bem mais ao gosto da prole de Deimos: o solo era seco como tudo mais ao redor, e o sangue molhava aquela terra.

Estava dentro de uma quadriga puxada por cavalos negros infernais. Um homem coberto de negro comandava o carro, e fileiras se quebravam ante ao seu olhar medonho. A Archer-Gilligan soube de imediato que aquele era o seu pai, e teve orgulho de levar no sangue aquela herança medonha que fazia guerreiros terem vontade de largar as armas e correr, abandonar seus exércitos, despertar o seu covarde interior. Ainda assim, ficar ali, longe de toda a agitação não era o que a garota queria para o seu dia. Queria era provocar aquele efeito em solo, matar e ferir até seus oponentes sentissem medo de sua figura, queria era regar chão com o sangue dos inimigos de seu pai até que esses corressem de medo que nem as bichinhas que eram e tivesse que persegui-las enquanto elas tropeçavam em seus próprios pés.

Olhou para o lado, e ali estava Michelangelo, esplendoroso em toda a sua beleza. Com um meio sorriso feroz, Darya cumprimentou o irmão.

- Demorou, mas enfim chegou. Não vamos nos abster da diversão, vamos?

E então desembainhou Panic e ergueu-a no ar, juntamente com a voz para que todos que estivessem ali a ouvissem:

- Já que as garotinhas espartanas de Ares não bastam, honremos nós a Deimos em terra e livremos esse exército de bichas da derrota! – E começou a correr sem esperar a resposta de qualquer um, tomando a iniciativa e pulando do carro em movimento para o solo, agachando para amortecer a queda.

Mal notou os olhares atravessados e raivosos dos guerreiros que já estavam ali, apenas correndo rapidamente para a frente de batalha, mas notou os gritos dos meios-irmãos animados pelo “discurso”. Aquele seria o dia de mostrar a todos o valor dos guerreiros do pânico.

Por todo o lado via morte e destruição. Ansiava por se juntar à toda aquela carnificina, ansiava por matar, ferir e mutilar, deixar livre o seu demônio interior e se lambuzar no sangue dos seus inimigos. Queria molhar a lâmina negra de Panic até que esta estivesse vermelhar, e lutar até que ninguém mais restasse para sofrer no fio de sua espada. Mais do que isso, precisava sanar aquela sede que vinha contendo a tempo demais, se saciando apenas com um monstro aqui e acolá, precisava fazer jorrar o sangue humano, precisava se entregar a Angel e mais uma vez se deixarem ser um só. Sim, a sua vida era matar e destruir, afinal ela era o anjo da morte. E agora, mais do que nunca, se entregaria a isso; para saciar a sua besta interior e honrar tanto o nome Archer-Gilligan quanto o de Deimos.

Mal havia saltado, quando um rapaz montado em um corcel negro se aproximou, com palavras irônicas. Olhando em direção da voz, Darya reconheceu o filho de Ares o qual já havia lutado lado a lado outra vez. Ao que parecia, sua inteligência não era o suficiente para distinguir correr do lado de correr para, mas a garota não podia esperar muito de um filho do deus da guerra. Afinal, ele tinha se mostrado um bom combatente, e, quando se é uma prole de Ares, ou se tem um mínimo de raciocínio ou se é um bom guerreiro. Mas Angel não o culpava por isso, não tinha culpa por seu nascimento.

- Olá, machão, acho que você deveria ver mais peitos em sua vida, porque se for se deslumbrar com todos que ver... É, pode acabar te atrapalhando. Mas não se preocupe, posso te emprestar umas revistas quando a gente voltar, ou até apresentar umas garotas caridosas que podem ensinar algumas coisas pra um virgem com um corpo bonito, assim tipo você. – e piscou o olho com o habitual meio sorriso sarcástico, deixando que Tony a levantasse para o cavalo. Em situações normais, teria dado um soco no ombro do rapaz, mas não ali, não naquele momento. Preferia guardar sua energia para algo mais importante que o punheteiro de Ares.

- Apenas espero que você dê conta, ó filho do grande deus da guerra que não aguenta nem sequer lutar contra um exército de monstros bostinhas. – tornou a dizer, enquanto analisava a sua estratégia. Então, adicionou para os mortais – E dessa vez, lutem como homens de verdade.

E assim seguiram, deixando para trás os “lendários” espartanos com seus corpos musculosos e expressões de contragosto. Darya entendia bem como eles se sentiam em receber ordens de adolescentes, mas não tinha culpa por não serem eficientes a ponto de estarem perdendo daquele modo, necessitando de reforços com rostos delicados e que mal haviam se envolvido em uma luta de verdade. É, era de se envergonhar, coitados.

Na metade do caminho, avistou Michelangelo correndo atrás deles. Revirando os olhos, deu um sorriso para o irmão; parecia até que não sabia arranjar diversão sozinho. Mas na verdade, a prole de Deimos estava grata: gostava da presença do irmão, e adorava quando Angel e Demon entrava em ação juntos, despertando algo ainda mais vivo e sanguinário dentro de si. Simplesmente Mich era o único que a conhecia por inteiro, desde a sua superfície tatuada até ao seu sedento demônio interior.

Apenas mais alguns instantes se passaram e a garota já conseguia vislumbrar os primeiros monstros, e o asco a dominou. Odiava aqueles malditos ciclopes, sentia nojo daqueles seres nojentos, e a sua vontade era de acabar com todos eles. Pequenas lutas aconteciam por todos os lados, e era evidente a desvantagem do exército de Ares. O sangue que esguichava de todos os lados só a incitava mais e mais, e se tornava cada vez mais impossível manter-se ali parada. Assim, ao perceber que iam passar ao lado de um espartano resistindo bravamente a dois inimigos, não hesitou em erguer a espada firmemente com as duas mãos e tornar a baixa-la na diagonal, em um golpe fatal no pescoço do ciclope, transformando este em pó. Quase perdendo o equilíbrio, apertou mais firmemente os joelhos em volta do corpo do cavalo.

Foi quando ouviu as palavras do filho de Ares, perguntando-a sobre os nojentos gomos de tripa de ciclope.

- Até uma criança de 5 anos conseguiria – resmungou, girando os olhos. Rapidamente pegou o pequeno saco onde guardava as coisas fétidas para que não sujasse o casaco militar com o troço nojento. De imediato franziu o nariz para aquilo, mas pegou dois pedaços com a ponta dos dedos, lançando precisamente um de cada lado do campo de batalha, conforme o rapaz instruíra.  Uma névoa esverdeada se originou onde as bolotas caíram, e perceptivelmente os monstros naquela área começaram a ter náuseas, caindo sobre os joelhos e colocando as tripas para fora.

Sem conter um sorriso, Darya fincou os olhos na forma com que o ciclope agonizante foi finalizado pela espada de Tony, o seu sangue nojento espirrando na barba negra do rapaz. Assim que o cavalo parou, a moça não hesitou em saltar para o solo árido, e enquanto ele perdia tempo ali parado olhando pro cavalo, ela esquadrinhava o local com os olhos, escolhendo as primeiras vítimas de seu êxtase mortífero. Nem precisou escutar as palavras do Scipriano para já se colocar em movimento.

Um sorriso selvagem decorava o seu rosto, e um filete de sangue escorria por sua face esquerda. Andava calmamente com Panic na mão, como quem nada teme, a aura roxa a envolvendo. Medo era o que ela via no rosto de seus inimigos, por início apenas algumas dracaenae perdidas, que recuavam com suas lanças. Iria mandar aquelas mulheres malditas para que queimasse no fogo do inferno, ou, como seria mais adequado à situação, para que se refizessem lentamente na escuridão do Tártaro.

Começou a andar mais rapidamente, para encará-las. Seus olhos cruzaram com o de uma lança ainda nas mãos de um guerreiro morto. Pela sua aparência, aquele era um dos espartanos, e as suas feridas mostravam o quão bravamente ele havia resistido. Agachando-se, pegou a arma sangrenta, girando-a na mão esquerda com um sorriso ainda mais mortífero. Agora era a hora da ação.

Em um movimento totalmente inesperado, se jogou na direção das oponentes com a lança em punho e Panic pronta na outra mão. Ante a ameaça da arma semelhante da dracaena, deu rapidamente um giro com a espada, fazendo com que a ponta de aço inimiga caísse ao chão, separada do cabo de madeira. Mas o movimento oferecia perigo: enquanto Darya desarmava uma das monstras, a outra se aproveitava para tentar acertá-la pela direita. Novamente surpreendendo, deu um pulo na diagonal, que tanto a aproximava das mulheres cobras quanto a livrava da trajetória da lança, enquanto levantava a sua própria, não dando chance de defesa para a adversária.

Um sorriso abriu-se em seu rosto quando a primeira das inimigas se transformou em pó, e, com um golpe de Panic, também a segunda se desfez. Que viessem os próximos adversários, pois aquelas fracotes cansadas haviam apenas servido para inflar o seu ânimo. Seus olhos fixaram-se por um instante na ponta entalhada da arma, e percebeu que ali cenas de morte e carnificina estavam desenhadas, combinando perfeitamente com o clima violento da batalha. Era um bom instrumento de combate, e a Archer-Gilligan resolveu que ela a acompanharia até o final daquela guerra.

O cheiro de sangue permeava o local, atraindo corvos para o banquete que toda luta se tornava. Ali se deliciariam lobos e pássaros com os corpos de bravos guerreiros, e seus cérebros acostumados a pensar rapidamente táticas de batalha se tornariam apenas mais um lanchinho para os carnívoros e parasitas. De que adiantava ter tido um coração valente, bom e puro se no final se tornava apenas o delicioso jantar sangrento de míseros e abomináveis pássaros? Não, Darya não era daqueles honrosos e valorosos homens. Era mais parecida com o lobo atraído pelo odor do sangue, que sentia prazer em fazer com que tripas escorressem pelo chão, em fazer com que suas presas sofressem ao máximo antes de lhe dar o tão esperado fim. Não tinha misericórdia, nem sequer conhecia a piedade; era um monstro criado e treinado para matar, e assim o fazia com satisfação.

Levantando o olhar, focalizou um espartano lutando contra três outros humanos. Não resistiria muito mais, mas o fazia bravamente. E ali Darya fazia seus próximos alvos. O barulho de suas botas contra o sangue empoçado era ameaçador, e seus lábios se esticavam de forma cruel, em algo entre um sorriso infernal e o arregaçar de dentes do predador. Segurando uma arma em cada mão, fechou em poucos passos a curta distância que os separava, cravando a lança nas costas do guerreiro desprevenido. O sorriso apenas alargou-se em seus lábios quando o instrumento mortal penetrou a carne com um barulho molhado. Ainda mantendo a mesma expressão sedenta por sangue, Angel aparou o golpe da espada que vinha em sua direção com um golpe da sua própria, desviando a arma inimiga de sua trajetória original e chutando o homem para trás enquanto virava-se a fim de defender a retaguarda do golpe de lança. Segurando na haste de madeira com uma das mãos, puxou-a para si de forma imprevisível, jogando-se no chão ao seu lado enquanto os dois homens se chocavam. Gargalhando de forma quase histérica, levantou-se rapidamente, cravando Panic no estômago do cara da lança, torcendo o cabo e deliciando-se com o cheiro de morte que apenas aumentava, com a dor evidente que criava no adversário. Mais tripas se espalhavam no chão, e bastou um golpe no pescoço para que soubesse que o homem encontrava seu fim. O sangue que jorrava do corpo era apenas um líquido quente e agradável contra seu rosto, como sigilos ritualísticos em alguma cerimônia macabra que aumentava o vigor daqueles que eram marcados.

Antes porém que pudesse finalizar com o terceiro dos homens, uma lança transpassou o seu pescoço, fazendo com que caísse engasgando com seu próprio sangue ao chão. Recebeu com um aceno de cabeça a gratidão meio a contragosto do espartano, enquanto recuperava a lança do cadáver caído ao chão. E bem a tempo, pois uma nova horda se aproximava. Concentrou-se então no pavor que passava aos seus inimigos, criando uma cópia de si mesma feita de puro pânico. Lado a lado, seguiram as duas Daryas Archer-Gilligan, a filha de Deimos, e o medo dos seus inimigos. Com a benção dos deuses, terminaria o trabalho que havia começado.

Armas Levadas:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

– {Panic} / Espada [Mede cerca de 80 cm e sua lâmina 60 cm. Sua lâmina é feita em bronze sagrado. O cabo da arma é feito em um tipo de ouro negro, inexistente. Gera uma pequena quantia de pânico no inimigo. Vem junto de uma bainha de couro escuro] {Ouro Negro e Bronze Sagrado} (Nível Mínimo: 1) {Controle comportamental: pânico} [Recebimento: Presente de Reclamação de Deimos]

Neckabog [Colar feito de prata e um pingente de crista roxo. Quando alguém estiver sobre a aura de pavor da semideusa, o pingente do colar irá brilhar em uma leve luz cavernosa, fazendo com que 5 de MP da pessoa que estiver sobre o efeito da aura passe para a garota. Quando a usuária atingir o nível 30, o colar irá sofrer um avanço, sendo capaz de fazer com que um inimigo da semideusa tenha a ilusão de ver seu pior medo na frente de seus olhos, ficando paralisado por uma rodada. Só pode ser usado uma vez por missão ou luta. {material: prata e cristal roxo} (nível mínimo: 3) [By Ares, pela missão “O pavor de se amedrontar”]

►Tripas de Ciclope [Ao jogar o item no chão o mesmo "explode" deixando o campo de batalha com um cheiro realmente ruim, podendo fazer alguns semideuses até vomitar. Vem dividido em três gomos para que possa ser usado três vezes. O cheiro afeta um raio de 5x5 metros e dependendo da vontade do narrador pode fazer até que se tenha náuseas. (Uso = 3) [Nível Mínimo] (Nenhum Elemento) [Presente pelo Treino de Chalé]
Poderes:
Passivos:
Aura Maléfica I [nível 1] – O filho de Deimos emana uma aura roxa que causa desconforto em quem estiver ao redor. Caso sejam de nível inferior ou até cinco níveis acima, terão vontade de se afastar do semideus. Com esforço o filho de Deimos pode reprimir a aura. [Modificado]

Perícia com Espadas I [nível 2] – Mesmo sem nunca ter pegado numa espada, o filho de Deimos terá facilidade no aprendizado e manuseio da arma. [Modificado]
Perícia com Lanças I [nível 7] – O filho de Deimos é hábil com uma lança em mãos, manipulando-a com certa facilidade e com bom desempenho. [Modificado]
Ativos:

Clone [nível 1] – O semideus cria um clone de si, porém fraco e frágil. O inimigo ficará com sua atenção presa ao clone, por estimular o sentimento de pânico, mas fraco, deixando-o livre para fugir ou atacar em um curto espaço de tempo. O clone dura um turno e não usa armas, itens ou poderes; se receber um ataque, se defaz.  
Obs:
Não consegui entrar no pc ontem, então to postando hoje
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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Henry L. Joshua em Dom 31 Ago 2014, 15:00


TREINO TRIMESTRAL


A medida que os monstros e guerreiros inimigos foram sendo destruídos o exercito de Ares avançou, avançou tanto que agora tinha um dragão de dez metros a suas frentes. Agora restavam a eles se unirem para tentar matar aquele monstro, ou então correr, bem, sempre tem uma opção valida.
-Formação! -Ares berrou enquanto se afastou.
O dragão deu um grande granido que ecoou pelo céu e veio acima dos semideuses.


Observações e Regras:

|||-O dragão tem dez metros, e por ser one-post contínuo não precisam depender do post de outro player. Cada um narra sua luta mas quero que nenhum dê certeza sobre matar. Somente façam seus ataques e caso consigam matar o treino se encerra. Caso seja nível menor e queira continuar com os monstros menores, tudo bem. Afinal, lembre-se que coerência conta bastante na hora de um nível 1 sair atacando um dragão e causando grandes ferimentos.
|||-Treino one-post contínuo dividido em turnos, porém esse será somente de apresentação.
|||-Armas levadas em spoiler, as armas que tiverem com vocês serão as levadas para a ilusão.
|||-Duas semanas para postagem, porém dessa vez será permitido entrar no meio do treino, mas sua condição e XP será comprometida.
|||-Tempo: Quatro da tarde, dia ensolarado.
|||-Boa Sorte!
|||-James- Nível 99-Phobos Grupo Extra: Mentalista

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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Brandon Cavendish em Qua 10 Set 2014, 17:59

Guerra ---
Contra o Dragão



Ciclope? Pra quê? Desejei um inimigo a minha altura e ganhei mais que isso, na verdade, todo o exército tinha conseguido mais que isso. Todo o campo de batalha tinha parado para admirar um enorme dragão cinzento de pele escamosa. Sua cabeça era cheia de chifres, dentes incontáveis espalhados por toda sua boca e uma cauda enorme que sem querer atingiu um ciclope que caiu e se desfez em pó de monstro. Das narinas, saia fumaça o que significava que ele soprava fogo!

Por mais que a cena fosse apavorante, não fiquei tão acuado quanto você pensa que eu estaria, mas confesso que desde que o vi, tive que sacar Supreme, a espada, para que pudesse abrir caminho para chegar ao dragão. Assim que saquei Supreme os dois soldados que estavam perto de mim ficaram em alerta e vieram para a curta luta que significaria a morte deles! Com uma estocada simples contra o pescoço, consegui matar o primeiros e apenas com um chute desequilibrante no peito, derrubei o segundo soldado, que foi pisoteado. Com certeza, ele não prestou atenção em seu mestre quando ele lhe lecionava que nenhum soldado pode cair em uma batalha, é simplesmente um erro de iniciante!

Continuei a abrir caminho, golpeando com a base da espada a cabeça de uma dracaena e empurrando para o lado a lança de um soldado nada habilidoso, que tentara inutilmente me parar. Mais uma estocada violenta contra as costelas de uma dracaena e cheguei perto de um monstro mais a minha altura... Não literalmente é claro, um Ciclope que carregava um porrete com espinhos esculpidos na parte em que se golpeia. Ele acabava de liquidar com um dos soldados de Ares e agora o porrete vinha em minha direção.

Com um aú para a esquerda (uma esquiva de capoeira também conhecido como 'estrela'), me livrei da morte. Como contra ataque, o mais rápido que pude golpeei o pulso do monstro, com a intenção de que ele soltasse o porrete, mas não adiantou. Ele deu um passo para trás e tentou um golpe de novo, que foi novamente frustrado por ser um golpe tão previsível. Simplesmente dei outro aú para frente e aproveitando a proximidade do monstro, finquei a espada em seu dedão rolando por entre as suas pernas logo depois e me afastando dois passos. O monstro urrou de dor enquanto o sangue escorria de seu pé, e pelo impulso tentou me dar um golpe, mas ele não me viu passar por debaixo de suas pernas e ficou praguejando e golpeando o ar a sua frente. Tendo a vantagem, transformei a espada em lança e finquei em um ponto de sua coluna fazendo-o cair para frente e cair inconsciente (e em breve, morto).

Faltavam apenas algumas batalhas para que eu finalmente chegasse a enfrentar o dragão, quando me veio a ideia de pegar o porrete do Ciclope e usa-lo como minha arma contra o Dragão. Transformei Supreme em braçadeira e peguei o porrete, que tinha um peso que eu não estava acostumado, mas não tinha problema ia pegar pratica abrindo caminho para o chegar ao dragão.

O primeiro golpe exigiu um pouco do meu trapézio, mas a morte do soldado que estava na frente foi instantânea. O segundo golpe, um golpe latetal eu abati uma dracaena e um soldado ao mesmo o tempo o que foi fantástico, mesmo que exigiu um pouco mais do meu tríceps. Fui abrindo o caminho com golpes laterais e a medida que ia fazendo isso, mesmo que me exigisse um pouco mais de esforço, foi gratificante e até revigorante, a cada poça de sangue que eu pisava, sentia que precisava de fazer uma maior. Quando parei para analizar, ao meu redor se viam mais corpos mortos que oponentes vivos. Eu tinha feito uma verdadeira carnificina. Me vi um pouco surpreso, mesmo sabendo que aquilo era somente um ilusão, veio um vago sentimento de culpa em minha mente, matar soldados humanos não era legal... Tudo era tão real... Eu estava errado em fazer aquilo?

Mas um grito de incentivo, vindo de algum lugar atrás de mim me incentivou a seguir contra o dragão, que aliás, já estava se sentindo irritado com as 'lancinhas' que estavam fincadas em sua pele escamosa perto das narinas e do olho. Ele revidava tudo com cabeçadas e pisoteando os soldados que o irritavam. Até que, uma dessas lanças atingiu seu olho e ele parou de golpear com a cabeça e soprou uma longa labareda de fogo contra todos nós. Nossa! Que tragédia!

Fiz então, a coisa mais inteligente a se fazer, larguei o porrete e peguei o primeiro corpo que estava na minha frente, o corpo de um soldado corpulento e me agachei, as chamas pegaram no corpo já morto do soldado carbonizando-o. É claro, eu não saí ileso, senti um ardor irritante que ia da pele do meu ombro ao meu cotovelo esquerdo, meu cabelo foi um pouco chamuscado... Provavelmente tinham acontecido muitas mortes. Se aquilo era uma ilusão para treino, significava seu fim.

THANKS, BABY DOLL ♥️


Observações:
Poderes Passivos:
◊ Habilidade com Lanças [Nível 01]
Ares provê à sua prole o dom de manusear lanças com facilidade. É possível descrever arcos com elas cortando o ar com maestria.

◊ Força Aprimorada [Nível 01]
Ares é conhecido pela guerra violenta, e por estarem a todo momento praticando essa forma de guerra com tudo o que vêem pela frente, os filhos de Ares adquirem força maior que o comum aos outros semideuses. Seus ataques diretos possuem mais força. Os músculos no corpo deles são evidentes, também.

◊ Aura Anti-Medo [Nível 02]
Os filhos do deus da guerra sangrenta conseguem naturalmente emitir uma aura que protege contra medo e pavor, impedindo que os efeitos destes se abatam sobre os mesmos.

◊ Perícia em Combate Não-Armado [Nível 06]
Na guerra vale tudo. Um soldado mesmo desarmado deve saber se defender, e, assim como Ares, os seus filhos são peritos em combates não-armados. Cada filho, poderá se especializarem um estilo de luta específico.

◊ Adrenalina I [Nível 06]
Por obterem a benção de Ares, estes se irritam facilmente e quando explodem nada os segura. Quando a adrenalina pulsa nas veias nada pode impedi-lo. São impulsivos e compulsivos, e dotados de tamanha força, podem duelar com vários semideuses ou monstros ao mesmo tempo. Nesse nível os semideuses podem duelar com dois monstros ao mesmo tempo, levando menos dificuldade que o resto dos campistas. [NOVO]

◊ Desenvoltura em Batalha [Nível 07]
Os filhos de Ares, apesar de robustos, neste nível podem mover-se com precisão e facilidade. Isso os deixa, decerto, quanto semideuses treinados para escapar ou contra-atacar rapidamente.

◊ Percepção Instintiva [Nível 09]
Além da TDAH da maioria dos semideuses, os da prole da guerra podem desviar de ataques furtivos, ou até mesmo projéteis lançados com certa facilidade. Mesmo quando não estão em batalha, têm uma tendência a ter um "sexto-sentido", auxiliando-os na hora de saber se estão ou poderão entrar em perigo ou não.

◊ Resistência Aprimorada & Pele Calejada [Nível 10]
Os semideuses de Ares treinam frequentemente se pondo à prova de diversas maneiras, o que resulta em poderem suportar mais dor, aumentar a consistência de seus músculos e desenvolverem seu corpo para ser mais resistente ao frio, calor, e cansaço. Sua pele calejada é a prova de seu trabalho duro, o que na certa, fica mais fortalecida a ataques de natureza física. A habilidade se aprimora com os níveis.

◊ Habilidade de Guerra [Nível 11]
A capacidade de manusear todo tipo de armas com facilidade vem neste nível. É possível manusear armas de corte, armas de impacto e armas projéteis com eficácia, aumentando assim os danos causados.

◊ Sadismo [Nível 13]
O prazer vem ao ferir, quanto mais cortes fizer, mais terá vontade de fazer. O vigor destes semideuses a aumenta momentaneamente a cada ato violento que estes executem.

◊ Regeneração Sanguinária I [Nível 13]
Em combate, o filho de Ares se sente em seu ápice e isso permite a regeneração de 5 de Hp a cada rodada, até que sua vida esteja completamente regenerada.

Poderes Ativos:

- - -

Equipamentos citados:

— {Supreme} / Espada-Lança [Espada feita de titânio reforçado e banhado em bronze sangrento, com a lâmina de 80cm banhada em ouro avermelhado. Sua empunhadura é feita em ouro negro com um rubi vermelho cravejado. Pode ser transformada em uma lança de dois metros também feita de titânio e banhada em ouro vermelho. Quando em repouso, transforma-se em uma braçadeira negra. Vem junto de uma bainha feita de couro de javali, banhada em sangue. Obs: Quando um ataque feito com essa arma é efetivo, o ataque seguinte tem mais chances de acertar e, se acerta, faz com que a vítima sobre 1/3 a mais do dano do ataque original. Caso o metal seja banhado pelo sangue inimigo durante a batalha, o utilizador restaura 20% de sua MP.] {Titânio, Ouro avermelhado e negro, Rubi e Bronze Sagrado {Sangrento} (Nível Mínimo: 1) {Não controla Nenhum Elemento} [Recebimento: Presente de Reclamação de Ares]

- {War} / escudo [escudo circular feito de titanio reforçado e banhado em sangue. É super resistente a impactos e cortes com espadas. Quando em repouso, transforma-se em um pequeno disco, podendo ser escondido até mesmo no bolso.] {Titânio Reforçado} (Nível Mínimo: 5) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento em missão com Ares]

- {Porrete de Guerra} / Porrete [porrete de um metro e meio de comprimento de madeira, no lugar que se golpeia ele é cheio de espinhos esculpidos que aumentam a dor na morte do inimigo. Ele é muito pesado e apenas alguém com bônus de força pode manuseá-lo bem. O impacto é forte e dependendo do inimigo a morte pode ser instantânea quando o golpe é bem aplicado. Muito usado por ciclopes] {Madeira} (Nível 15) {Não controla nenhum elemento} [Inventado por Bryan] Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey - Página 2 565986265
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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Henry L. Joshua em Dom 02 Nov 2014, 03:25


AVALIAÇÃO


Como sempre, o primeiro turno vale 150XP, e o segundo vale 250XP. Portanto suas XP's serão baseadas no turno que postaram.


Scarllet Tchaikovisky:(Somente primeiro turno)

♦ Coerência: 30/50
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 32/50
♦ Objetividade e adequação à proposta: 15/25
♦ Ortografia e organização:  20/25

Total: 97 XP

Scarllet, tente revisar seu texto melhor e verificar os espaços antes das pontuações, como:
"abrirá a lança (e também espada) . A mesma"
E erros bobos como em:
"ma sem seguida na sua queda"
Outra coisa que me incomodou foi a pouca atenção que deu a luta, de modo que pareceu que estava correndo com o texto. Tente detalhar mais.

----------------

Farewyll Droytes(Somente primeiro turno)

♦ Coerência: 50/50
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
♦ Objetividade e adequação à proposta: 25/25
♦ Ortografia e organização:  24/25

Total: 149 XP

Parabéns! Adorei o jeito que narrou o campo e a luta em si. Nada a acrescentar.

-----------------
Bryan F. Montecchio

♦ Coerência: 150/200
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 70/100
♦ Objetividade e adequação à proposta: 58/60
♦ Ortografia e organização:  25/40

Total: 303 XP

Bryan, em seu treino pude perceber alguns pontos onde você usava a virgula sem necessidade e se esquecia dela nos momentos necessários, como; " Não literalmente é claro, um Ciclope"
Vários erros pequenos que poderiam ter sido evitados com uma simples revisão.
Outra coisa que me incomodou foi a sua narração, muitos inimigos abatidos sem nem sequer um ferimento relevante. Ficou meio "exagerado" para seu nível.
Parabéns!

------------

Darya Archer-Gilligan

♦ Coerência: 50/50
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 50/50
♦ Objetividade e adequação à proposta: 25/25
♦ Ortografia e organização:  23/25

Total: 148 XP

Como sempre sua narração me impressiona.  Só peço que da próxima vez separe as falas melhores para que fique mais fácil identificar.

-----------

Tony Scipriano

♦ Coerência: 50/50
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 48/50
♦ Objetividade e adequação à proposta: 25/25
♦ Ortografia e organização:  23/25

Total: 146 XP

Novamente eu repito, igual ao treino passado. Separe com um "-" onde fica o final da fala.
"– Não estou lembrado de ter pedido reforços para garotinhos mijões! Suspirando, fiquei a alguns metros entre ele e os primeiros guerreiros humanos que conseguia ver" Fica parecendo que isso tudo é fala. Entende? q
---------

Allan P. Frey: +1 nível.


Quero pedir desculpas aos pacientes que esperaram pela avaliação depois do meu aviso. Obrigado a todos, foi um prazer treinar três vezes esses três chales! :D Espero que eu tenha ajudado.

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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Henry L. Joshua em Dom 02 Nov 2014, 14:19

Off: Peço desculpas. Errei no total, treino OP Contínuo vale 5 níveis. Porém isso só terá interferência no segundo turno, ficando:
1º Turno: 150XP
2º Turno: 350XP
Sendo assim:

Bryan F. Montecchio

♦ Coerência: 150/200
♦ Coesão, estrutura e fluidez: 150/200
♦ Objetividade e adequação à proposta: 58/60
♦ Ortografia e organização: 25/40

Total: 383 XP
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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

Mensagem por Marte Ultor em Dom 02 Nov 2014, 19:17

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Re: Treino do Chalé de Phobos, Deimos e Ares||| Monitorado por Allan P. Frey

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