— It's a blind joke. — said Meikun.

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— It's a blind joke. — said Meikun.

Mensagem por Gnær em Sex 25 Jul 2014, 11:39



Blind Joke

Post de Apresentação.



Aqui é onde ficarão as DIYs de Meikun Bei Fong, herdeira cega da família Bei Fong, a mais rica e tradicional da China. Neste tópico, você poderá ter contato com várias situações, sejam boas ou ruins, que a garota viveu. Espero que apreciem a escrita.


Créditos Theta Sigma



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Re: — It's a blind joke. — said Meikun.

Mensagem por Gnær em Sex 25 Jul 2014, 13:57



Hades' Prey - Part 1

First Act — The Encounter


Aos cinco anos, Mei já decorara os pontos das colunas e paredes da mansão onde morava para não esbarrar enquanto andasse. Mas, como sempre, era praticamente inútil tentar andar sozinha fora de seu lar, pois acabava se perdendo facilmente e causando ainda mais problemas para seus pais. Se ela pudesse enxergar, poderia conviver com as pessoas fora dali, talvez até viajasse para outros países. Mas, como não era possível, convivia com o fato de ficar trancada em casa o máximo possível, somente saindo quando sua mãe dissesse que podia e quando sua guia a levasse para um lugar que queria com a permissão da chefe.

Naquele dia de verão - um dos poucos que era ensolarado, não chuvoso - Mei brincava num parque das redondezas enquanto a guia estava folheando um monte de papel - o som das folhas sendo viradas denunciava isso - e parecia murmurar consigo mesma sobre algo que vira ali. A pequena cega tateava a caixa de areia que estava, mexendo suas mãos levemente entre os pequeninos grãos e engatinhando para mais longe da guia, embora não soubesse disso. Ela chegou até a borda da caixa e tateou o concreto que lá estava, percebendo aquele fato. Sem permissão e com curiosidade, a garota saiu do local que estava e começou a andar para frente, colocando suas mãos à frente do corpo.

Mei andou por alguns segundos até esbarrar em alguma coisa. Sentiu que a coisa que trombou estava usando algum tipo de tecido e duvidou que fosse algum objeto inanimado. Logo percebeu, pelo murmurar de uma voz grave perto de si, que estava agarrada à perna de um homem um tanto alto, já que nem conseguia sentir o joelho do sujeito, que deveria estar acima de si.

- Olá, pequena. - falou a voz grave. - Tome cuidado para não esbarrar em pessoas desconhecidas enquanto anda. Elas podem não ser amistosas.

A garota se endireitou, ficando realmente em pé nos seus pés, e falou:

- Como posso tomar cuidado se não consigo ver?

Ouviu a movimentação de um tecido e concluiu que o homem tinha se movimentado. Sentiu um vento morno, diferente do que sentia com a brisa normal, tocar somente seu rosto. O murmurar da voz grave estava mais próximo de si, percebeu. Concluiu que o homem tinha se abaixado para ficar do seu tamanho e poder falar melhor consigo, talvez.

- Bem... Você pode ver. Só não pode ver como os outros. - falou. - Posso mostrá-la, se quiser. Mas, quando você ficar maior, terá que fazer uma coisa por mim, tá certo?

Ouviu um grito de mulher conhecido e concluiu que sua guia estava vendo alguma coisa que a assustou. Deu de ombros, voltando a falar com o homem de voz grave e sombria que a oferecia uma chance de perceber coisas de forma diferente.

- Eu posso prometer isso. Só não sei se vou lembrar quando ficar grande. - falou Mei, mexendo em uma das tranças de cabelo que tinha.

- Você vai lembrar, pequena. O que vou mostrar vai impactar de tal forma na sua vida que você vai lembrar de sua promessa.

Sentiu uma mão fria tocar sua testa e começou a sentir um sono tão grande, que nem ligou para o fato de estarem fora de casa ou de não conhecer o homem que falava, se apoiando nos braços do adulto e fechando os olhos não funcionais. Dormiu em questão de segundos, desligando todos os receptores de tato que tinha.

Quando acordou, já no seu quarto, e se levantou da cama, notou que algo tinha mudado. Ela conseguiu desviar da cômoda à frente de si, mas não por conta de ter decorado onde ela estava. Mei sentia o local onde estava o objeto, como se o chão abaixo de si mandasse impulsos para que ela soubesse onde estavam as coisas. Assustada, virou-se para a porta e notou a aproximação de um empregado pelas vibrações do solo.

Ela estava vendo. Não vendo literalmente, mas vendo.

Second Act — The Levy


[Doze anos depois]

Sentiu a brisa fria de um começo de primavera a refrescar depois de um treinamento árduo de Hung Gar. Sua percepção ainda era fraca, mesmo com tantos anos de treinamento para que melhorasse mais. Mas, pelo menos, já se acostumara com o fato de ver pelos pés. Os pais não ligavam para o fato de que ela era mais ágil e mais perceptiva que os outros cegos. No entanto, o mestre a parabenizava quando podia e sempre dizia que nunca tinha encontrado alguém com tamanha versatilidade, mesmo que a cegueira atrapalhasse um pouco disso.

Então, sentiu uma aura sombria e um medo estranho de morrer do nada. Colocando seus pés no chão, notou a aproximação de uma pessoa. Embora parecesse relaxada, Mei fechou os punhos e se pôs em uma posição de contra-ataque, esperando pelo momento certo de atacar, caso alguém tentasse a ferir, como seu instinto presumia. A pessoa ficou a frente de si e murmurou com uma voz grave completamente reconhecível. A cega arregalou os olhos não funcionais e abriu levemente a boca enquanto o homem falava:

- Lembra-se de mim, Meikun Bei Fong? Eu vim cobrar sua promessa de doze anos atrás.

Uma mão fria tocou seu ombro, a fazendo ter calafrios.

- Sou Hades, o deus grego do submundo. E tenho uma missão para você, indefinida. - ele retirou a mão fria de seu ombro. - Por mais que eu não goste de seu progenitor divino, você me é útil para essa missão. Estive dando uma olhada em você desde que nasceu, garota. Esperando a oportunidade certa de pedir um favor seu quando precisasse, já que poderia te dar algo em troca que você não recusaria.

- A visão. - completou Mei, superando sua surpresa e ficando indiferente com aquilo. - Mesmo que essa seja de uma forma diferente.

- Isso. E a hora de pedir esse favor chegou. - falou Hades. - Meu elmo foi roubado, semideusa. Preciso que vá atrás do larápio e o recupere para mim. Mas não precisa ser agora, afinal sua experiência ainda é limitada. Quando chegar a hora, mandarei uma pessoa vir aqui procurá-la.

- E por que você escolheria eu para fazer isso?

- Porque você é a mais indicada, pelo seu progenitor divino.

- Que é...?

- Você saberá quando ele a reclamar.

Mei bufou, um pouco irritada. Ela sabia que não era filha de um de seus pais fazia tempos, mas ainda não sabia de quem que ela não era filha. E sem chance de perguntar aos velhos qual deles era seu pai/mãe biológico e qual era adotivo. Provavelmente, eles a desmentiriam e a mandariam voltar para o quarto, confiscando pelo menos uma semana de suas saídas para o jardim da casa. Sentiu o homem se afastar, já tendo dado sua mensagem, e suspirou pesadamente. Quando ele desapareceu, a garota liberou uma tensão que não sabia que acumulava, relaxando no chão de terra.

Teria que dar um jeito de fugir de casa em breve.



Área Off




Observações:

Inicio de trama pessoal é assim mesmo. Tudo muito vago e tudo mais. Essa missão, em específico, teve um único propósito: conseguir um poder específico para não deixar minha vida tão difícil no quesito narração de lutas. Esse poder será aprimorado por encontros com outros deuses como Deméter e Hefesto, por exemplo. Mas é, basicamente, um poder de percepção, para substituir a visão de Mei.

Poderes e Armas Usadas:

Não foi usado nenhum tipo de poder ou arma.

Sugestão de Recompensa:

Groundsight [Meikun tem a habilidade de sentir as vibrações do solo e determinar a posição de objetos inanimados grandes - no mínimo um metro de altura - e de pessoas em um raio de 2m ao redor de si - ou seja, 360º. As limitações desse poder são: Primeiro, o objeto/pessoa precisa estar no chão, ou seja, se estiver em cima de uma árvore, casa, etc, ela não detecta. Segundo, Mei precisa estar com os pés descalços e também posicionados no chão. Terceiro, tem a limitação dos 2m, ou seja, se estiver mais distante que isso, ela não detecta. Quarto, há a limitação de tamanho, ou seja, objetos menores que 1m de altura ela não detecta. É um passivo, portanto, não há custo de MP.][Recebido pela DIY Hades' Prey - Part 1, avaliado por (coloque nome do deus avaliador aqui) e atualizado por (coloque nome do ADM aqui)]

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Re: — It's a blind joke. — said Meikun.

Mensagem por 085-ExStaff em Sab 02 Ago 2014, 17:40




Ψ Avaliação Ψ




Meikun Bei Fong — Coerência 45 de 50: Descontei alguns pontos neste quesito por causa que a personagem (já crescida), não teve uma reação "natural" ao meu ver quando o tal homem revelou-se ser Hades. Confesso que esperava uma relutância, um choque ou algo que evidenciasse sua desconfiança ou sua relutância em acreditar no estranho. Também levei em conta a consideração da garota de fugir de casa após a notícia, e acho que ela não seria capaz de processar tanta informação assim e sem relutância alguma e também cito a descoberta de seu parentesco divino (que não ocasionou grandes mudanças nela também). Fora isto, parabéns.

Coesão, estrutura e fluidez 24 de 25: O texto correu bem, contando uma parte da vida da personagem de maneira fluída, com as ideias "enumeradas" e bem apresentadas nas sentenças, no entanto, peço que use uma maior variedade de conectivos para enriquecer mais o texto e não ficar apenas no Mas, ok? Tirando isto, cumpriu muito bem este quesito em seu texto, parabéns.

Objetividade e adequação à proposta 15 de 15: Uma nova trama se inicia, e usou a DiY muito bem para fazê-lo e também adicionar a característica marcante da personagem. Agora basta aguardamos e vermos o desenrolar da trama que planejou para a personagem, boa sorte.

Ortografia e organização 10 de 10: Texto bem escrito e sem erros, com uma ótima organização em parágrafos, pontuação e separações dos atos deste capítulo, portanto, nota máxima neste quesito! Parabéns, Meikun, continue o bom trabalho.

Recompensas: 376 xp, 70 dracmas e recompensa almejada.

Descontos: N/A.

Recompensa almejada:
Groundsight [Meikun tem a habilidade de sentir as vibrações do solo e determinar a posição de objetos inanimados grandes - no mínimo um metro de altura - e de pessoas em um raio de 2m ao redor de si - ou seja, 360º. As limitações desse poder são: Primeiro, o objeto/pessoa precisa estar no chão, ou seja, se estiver em cima de uma árvore, casa, etc, ela não detecta. Segundo, Mei precisa estar com os pés descalços e também posicionados no chão. Terceiro, tem a limitação dos 2m, ou seja, se estiver mais distante que isso, ela não detecta. Quarto, há a limitação de tamanho, ou seja, objetos menores que 1m de altura ela não detecta. É um passivo, portanto, não há custo de MP.][Recebido pela DIY Hades' Prey - Part 1, avaliado por Lord Hades e atualizado por ______]

Aguardando atualização.

Atenciosamente, capiroto grego.


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valeu @ carol!
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Re: — It's a blind joke. — said Meikun.

Mensagem por Zeus em Ter 05 Ago 2014, 13:33

Atualizado

(Feito um desconto de 100 XP e 35 dracmas pela recompensa almejada, sendo que o poder também passou a possuir nível mínimo)
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Re: — It's a blind joke. — said Meikun.

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