♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

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♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Connor Blaschke em Sex 15 Ago 2014, 21:55

Party and...

Benjamin esperava por todos na boate. Naquele lugar vazio, à espera dos Mênades e dos Menestréis de Orfeu, olhava insistentemente o seu relógio de pulso, preocupado. Será que não chegariam?

Quando Lucy, sua ajudante, apareceu no ambiente baixo e pouco iluminado, ele entendeu que logo chegariam. Ela fez sinal positivo com a cabeça, então Benjamin dirigiu-se a ela:

[color=#9644CC— Solte-os. —[/color] Terminando isso, saiu do lugar, dirigindo-se à área externa do local, onde uma grama rasteira e extremamente verde era notada. Talvez ali tomassem uma cor vermelho rubro mais tarde, ou quem sabe uma cor mais amarelada.

[...]

Na casa isolada do centro da cidade, num lugar onde poucos passavam, a música alta reverberava nas paredes. Não houve uma preocupação com isolamento sônico, afinal não havia quem incomodar. A construção não era algo tão excepcional, porém impressionava. Três andares com cômodos espaçosos onde claramente várias pessoas espalhavam-se — convidados especiais para uma ocasião especial. Em todos os andares podia ser escutada a música, alta; contudo o álcool não deixava que os participantes a aproveitassem. Várias mesas com comidas e bebidas dispunham-se pelo lugar, além de ter dois bares no segundo andar, e outros dois no terceiro, onde eram servidas as mais diversas bebidas alcoólicas.

Além da construção principal, a propriedade contava com um vasto terreno que cercava a "casa", onde uma piscina, maos ao fundo, dispunha-se imponente. Ainda nele, um extenso gramado verde e rente dava um ar equilibrado e calmo ao local. Árvores não frutíferas pareciam terem sido plantadas estrategicamente em diversos pontos da propriedade, e mais além, ao sul, uma densa floresta era notada. No demais, era apenas céu, e à frente uma estrada reta de perder-se de vista.

[...]

Benjamin já havia visto muitos chegarem, mas a diversão ainda não havia começado. Com um sorriso convidativo, observava todos de muito longe, tanto que não poderia ser percebido nem se quisesse — quem estava a receber os convidados era Lucy. E para entrar, bastavam entregar-lhe o convite; sem ele, nada feito.

Ben pegou o seu exemplar do papel arroxeado, delineado por letras cursivas, e leu:

Olá, campista.
Você está cordialmente convidado à festa exclusiva para Mênades e Menestréis de Orfeu na Boate Longstride, em Nova York, às oito horas da noite. Por favor, compareça.

Atenciosamente,
Benjamin McOnely, líder dos Mênades.

Espero que gostem — pensou.



Pontos obrigatórios


♦ Você estará no acampamento quando tudo começa. Em seu chalé, sobre a sua cama, encontrará um envelope roxo com aroma de uvas, e dentro dele achará um convite para essa festa, contendo o seu nome. Como o local é em Nova York, encontre uma forma de chegar até lá não contando com a ajuda do acampamento (então nada de pégasos emprestados). E se não mora no acampamento, foda-se, vai estar lá da mesma forma; no caso, indique o motivo.
♦ Chegando ao local da festa, entre e socialize. É obrigatório narrar parte da festa, contendo ao menos duas interações com NPC's. E em uma dessas interações, encontrará um participante da festa do sexo oposto (no caso, um homem encontrará uma mulher e vice-versa), sendo este irresistivelmente belo(a). Após certa conversa, rume com essa pessoa para um lugar reservado.
♦ Após chegar ao lugar reservado, a pessoa que você conheceu tentará seduzi-lo, de modo que você não sederá tanto. Ao primeiro beijo, descobrirá que este acompanhante na verdade é um inccubus/succubus (inccubus para as mulheres, succubus para os homens) o qual tentará sugar toda a sua energia. Destrua-o e tente voltar para a festa.
♦ No caminho para a festa, deve encontrar outro monstro igual ao anterior, mas em sua forma demoníaca, a qual o atacará. Destrua-a e tente sair do lugar.
♦ Por último, volte à festa e encontre alguém conhecido seu do acampamento e resolvam sair do lugar. Porém, na saída, um trio de empousas os abordarão, tendo por obrigatoriedade passar por elas sem matar.
♦ Encerrem o treino voltando ao acampamento.

♦ Adicionais:
*As interações feitas têm que ser com NPC's, assim como quem for com você na saída da festa.
*Os únicos itens permitidos em TODO o treino são as de admissão no referente grupo extra: tirso e cantil para os Mênades, instrumento musical para os Menestréis; poderes estão liberados. Outros itens estão terminantemente proibidos, e o uso deles acarretará punições.
*É obrigatório que o homem encontre duas succubus e a mulher encontre dois inccubus, assim como especificado nos pontos obrigatórios.
*Sem mais. c:


Regras e orientações


♦ Prazo de postagem: 15 dias.
♦ Local: Nova York.
♦ Horário: 20:00.
♦ Clima: céu aberto, temperatura de 20 °C.
♦ Em caso de dúvidas, mande-me uma MP.
♦ Poderes, armas e mascotes em spoiler no final do post.
♦ Não utilize cores cegantes ou fortes demais, nem templates muito estreitos ou com barrinha.
♦ Sejam felizes com esse treino. õ/ E, ah, perdoem os erros, fiz pelo celular.

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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Zelda Blackthorn em Seg 25 Ago 2014, 15:24


Party and...


O treino a seguir contém palavras de baixo calão, que a vovozinha não gostaria de ouvir você falando. Obrigado desde já.

Olá, campista.
Você está cordialmente convidado à festa exclusiva para Mênades e Menestréis de Orfeu na Boate Longstride, em Nova York, às oito horas da noite. Por favor, compareça.

Atenciosamente,
Benjamin McOnely, líder dos Mênades.

Ótimo, tomara que tenha garotas. – pensou, dando um leve sorriso.

Eram 6 horas da tarde, e a festa de arromba começaria logo logo. Nova York não era tão longe, e nem tão perto. Era tempo suficiente para Gregory se fuder no caminho.

- Festa de arromba. Vou dar a Benjamin o gostinho de minha ilustre presença. – A prole de Athena murmurou, e em seguida deu gargalhadas. Já tinha perdido sua formalidade há muito tempo.

Ele prendeu o cantil na cintura, e colocou o convite no bolso da calça. Estava arrumado, calças jeans, camisa azul da Hollister e all-stars azuis eram suficiente para pegar algumas garotas.Só precisava dar um jeito de ir até Nova York sem pégasos, afinal,  não queria ser visto descendo de cavalos voadores, ou qualquer coisa que os mortais imaginassem.
                                                                                                                                                                                                           [...]
A fachada da boate era interessante, até. Porém, o que mais importava ao semideus era o conteúdo. Não era tão chamativa, pois o anormal era ver um letreiro de pisca-pisca indicando que tinha uma boate ali. O lugar era deserto, e naquele momento, Gregory se arrependeu de não ter pegado um pégaso. Tinha pego carona com um caminhoneiro louco que ficava falando de mulheres e maconha.

Sem hesitar, ele apresentou o convide, e adentrou a boate,onde a música alta reinava. Estava tocando Counting Stars, uma das músicas mais tocadas nas festas dos mênades.  O semideus não era muito fã daquilo, mas tinha que admitir que dava um clima a mais na festa.  Foi para um canto do local, e sacudiu para lá e para cá, tentando realizar desastrosos passos de dança. Era um mênade, não um mestre da dança. As pessoas começaram a observá-lo, pois ele era de fato, uma merda.

A prole de Athena parou de dançar, e resolveu explorar melhor a festa. Subiu as escadas do local, pois talvez no segundo andar tivesse uma pista de dança, ou algo do tipo. A primeira coisa que encontrou no local quando passou os olhos fora um barzinho. As bebidas alcoólicas estavam expostas em prateleiras, sinalizando que era mais que permitido. Um sorriso brotou no canto do rosto do mênade. Aquela festa estava ficando melhor. Sentou-se no banquinho do bar, e analisou a variedade de bebidas.

- Não são permitidas bebidas alcoólicas para menores. – o garçom analisou Gregory de cima a baixo. – A não ser que seja mênade.

Gregory sorriu, e apontou para uma garrafa de Whisky no topo da prateleira.Assim que foi servido, tomou grandes goles da bebida que queimava sua garganta, mas era prazerosa de se ingerir.
                                                                                                                                                                                       [...]
Uma garota belíssima se aproximou vagarosamente do semideus, sentando-se ao seu lado no barzinho. Gregory engoliu em seco. Não estava acostumado com garotas tão bonitas assim. Os cabelos loiros belíssimos e os olhos azuis eram encantadores. Seu corpo era cheio de curvas, praticamente perfeito.

- Olá, xuxuzinho. – A voz da garota era incrível, e Romanov quase se sentiu hipnotizado por ela. Porém, tinha que se controlar, e não sair se atirando para cima das garotas.

- Ah... Olá. – A voz da prole de Athena era trêmula, e dava para perceber o nervosismo da parte dele. Olhou para os olhos azuis da garota, e hesitou em continuar falando.

- Não seja tímido, você é lindo demais para ser assim. – A garota sorriu, e Gregory quase colocou a língua para fora, babando.

- Ah, obrigado. Você também é... Maravilhosa. – O seguidor de Dionísio coçou a nuca, e a mulher deu um sorrisinho.

- Você é mais ainda. – A garota apontou para um local deserto, que tinha apenas um sofá e uma cortina.

Romanov deixou um sorrisinho escapar, e rumou para o local reservado. Ele conseguiu esconder bem o nervosismo no pequeno trajeto, mas por dentro, estava tremendo. Adentrou o local, e fechou a cortina. A mulher sorriu, e se sentou no sofá. O filho de Athena permaneceu parado, apenas observando a bela mulher. Estava um pouco nervoso.

- O que foi, xuxu? – A mulher se deitou, chamando o garoto com o dedo.

- Nada. – O semideus se aproximou do sofá, e os dois trocaram um beijo.

Imediatamente, sentiu sua energia se esvaindo, ficando altamente cansado. Foi então que ele percebeu o erro idiota que cometeu. Aquela mulher era uma succubus. Precisava reagir de alguma maneira. Concentrou-se o máximo que pode, e fez o monstro desmaiar, caindo no sofá, sem mover um dedo.

- Ai, deuses... Como eu sou idiota! – Gregory levou as mãos à cabeça, quase arrancando seu cabelo.

Garras longas e afiadas cresceram nas mãos do mênade, que perfurou o pescoço da mulher demoníaca todas as suas forças. A mulher belíssima imediatamente se transformou em uma pilha de pó em cima do sofá. Gregory se deu conta do que a festa era. Uma armadilha feita por Benjamin, para testar o potencial dos mênades e menestréis de Orfeu.

- Puta que pariu. Tenho que sair dessa merda. – A prole de Athena saiu correndo do local.

Quando estava se aproximando da região do bar, encontrou algo inusitado. Uma outra succubus, na sua forma demoníaca. Ela estava semi-nua, e Gregory engoliu sem eco. Era belíssima, mesmo tendo a cara de um demônio assassino. Estava caindo no truque de novo. Não poderia ter a honra de cair naquilo. Ele a fez ficar louca, e aproveitando a grande brecha, a perfurou seu pescoço com as garras.

A demônia se transformou em pó, e Gregory praguejou. Estava caindo em uma grande armadilha. Desceu as escadas quase em um pulo, e se aproximou de um colega que estava na pista de dança, dando seu melhor no hip hop.

- Cara, precisamos sair daqui. – Romanov empurrou o amigo para fora da pista de dança.

- Ah, olá Gregory. Não, não precisamos. As succubus foram coincidência, entraram de penetra. – O jovem sentou-se no sofá, tomando um gole de vinho em seu cantil.

- Puta que pariu! Cara, eu também encontrei duas succubus! É uma armadilha de Benjamin! Precisamos sair dessa porra antes que apareçam mais! – Os olhos de Dylan se arregalaram, mas logo voltaram ao normal.

- Cara, é o nosso líder. Por que ele faria isso conosco? – A prole de Hefesto voltou para a pista de dança, para dançar.

- É um treinamento. – Os olhos de Dylan se arregalaram.

- Puta que pariu. – O semideus disparou na direção da saída, e Gregory foi atrás, seguindo o amigo.

Quando estavam quase chegando no final da boate, um trio de empousas os pararam. As mulheres de aparência reptiliana eram um tanto quando atraentes, mas o semideus já tinha se dado conta de que tudo era um grande jogo de sedução.

- Caralho. – Dylan murmurou. Estavam encurralados.

- Deixa comigo. – Um pequeno sorriso no canto da face de Gregory foi formado. Diversão nunca era demais.

A empousa da direita olhou para os olhos de Romanov, seu grande erro. Antes que pudesse tentar fazer alguma coisa, ficou paralisada, sem ao menos piscar. Das outras monstrengas, a prole de Athena cuidou com carinho. Estilhaçou a mente das duas, e puxou Dylan para a saída, correndo.

Os dois atravessaram a porta a toda velocidade, e correram para a rua o mais rápido possível. Iriam pegar o primeiro táxi, e voltariam ao acampamento.

Adendos divosos:
Não coloquei cor nas falas, pq eu mesmo fico confusa com isso, e demora um século para fazer. É, eu estou completamente sem tempo, hoje é meu último dia para escrever. É, to usando gíria, dane-se. No bestiário não fala o nível das sucubbus, mas imagino que seja um nível baixo, então como o Gregory é 27...

Armas:
Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

Poderes Ativos:
Level 04 ~ Garras Resistentes ~ Os Mênades conseguem alongar e até mesmo deformar as garras de suas mãos, podendo deixá-las afiadíssimas e usá-las como armas. São duras e resistentes, nunca chegando a serem quebradas {Durabilidade de duas rodadas}.

Level 13 ~ Vertigem ~ Dionísio também é o deus da eloquência, então ele tem certo controle da mente para passar a seus seguidores. De primórdio, tais semideuses são capazes de causar desorientação e atordoamento em seu adversário. Com esforço, podem fazê-lo sentir-se tonto - a partir do level 17 podem o fazer desmaiar; seus efeitos são passageiros e não ultrapassam três turnos.

♦ Nível 06 ♦{NEW!}Atormentação ▬ Durante uma rodada, você poderá torturar seu inimigo mentalmente, o deixando louco por uma rodada, fazendo-o relembrar das piores partes de sua vida.
→ Limite de uso: Duas vezes por evento/missão.

♦ Nível 23 ♦Olhar da Medusa ▬ Foi Athena que transformou a bela Medusa na terrível Górgona. Seus filhos terão a habilidade de paralisar seu inimigo. Assim que o efeito paralisante terminar, demorará um pouco para que o alvo volte a ter completo controle de seus movimentos, ficando lento e vulnerável.
→ Duração do efeito: Paralisação: Uma rodada;
Lentidão : Duas rodadas;
→ Limite de uso: Uma vez por evento/missão
→ Observações: Uso liberado para apenas UM alvo por utilização do poder

♦ Nível 23 ♦Mentes em Choque II ▬ Agora a força imposta na mente de seu(s) inimigo(s) é mais forte, fazendo-os ficar com a mente em estilhaços.
→ Efeito: duração uma rodada; dois usos por evento;
→ Observações: Se usado em mais de um inimigo, o montante de energia utilizado cresce.

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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sex 29 Ago 2014, 19:51



Party and…

Que boate é essa?
O dia estava calmo e tedioso, era uma manhã atípica, pois no acampamento sempre haviam atividades emocionantes e/ou perigosas para realizarmos e aquele dia nada era capaz de atingir essa classificação. Após realizar alguns serviços na minha forja resolvi retornar até meu chalé e ficar por lá vivendo em plena monotonia. Segui o caminho de sempre passei pela arena e nenhuma atividade ocorria ali, no campo de equitação alguns campistas alimentavam cavalos e pegásos, porém não havia nada demais nisso, os campos de morango estavam vazios e por fim o pavilhão central do acampamento estava deserto. Adentrei o chalé de Hefesto que estava bem lotado para uma manhã, poucos dos meus irmãos estavam em suas forjas e alguns em missão, o restante, cerca de duas dúzias de crianças e adolescentes, estavam em suas camas trabalhando em mini projetos, ouvindo músicas ou simplesmente cochilando. Aproximei-me de minha cama e senti um cheiro que não era normal naquele chalé era o cheiro de aroma de uvas silvestres e ele vinha da minha cama.

Um bilhete enfeitado com parreiras encontrava-se em cima da minha cama, abri e li claramente a mensagem que dizia:


Olá, campista.
Você está cordialmente convidado à festa exclusiva para Mênades e Menestréis de Orfeu na Boate Longstride, em Nova York, às oito horas da noite. Por favor, compareça.

Atenciosamente,
Benjamin McOnely, líder dos Mênades.



Eu conhecia o autor do bilhete tratava-se de um filho de Démeter que já havia morado no acampamento, agora ele vivia fora do local como líder dos mênades, porém mesmo assim era aliado dos deuses. Decidi que ir até a festa seria bom para mim, ao chegar o início da noite apanhei minhas baquetas para caso precisassem de um músico e dirigi-me até o estábulo. Ao chegar o estábulo fui diretamente para a área onde se encontrava meu cavalo Highway e abrindo o portão de seu lugar de descanso o cumprimentei.

– Olá garoto, tem uma festa em uma boate em Nova York e eu sei que você adora passear pelo Central Park, bom que tal irmos juntos? – o animal relinchou de satisfação e curvou sua fronte sinalizando para que eu o montasse.

Após montar em Highway o cavalo foi até o topo da colina silenciosamente e ao passarmos pela fronteira do acampamento o animal relinchou mais uma vez como se anunciasse o ronco de um motor prestes a dar partida e sem olhar para trás galopou o mais rápido que conseguia em direção à cidade. Levou pelo menos uma hora para que chegássemos em Nova York, ao chegarmos senti um sentimento de nostalgia, não nasci em Nova York, mas morei ali por um ano e meio enquanto estie afastado do acampamento e havia aprendido a me apegar àquele lugar.

Passeamos por mais uns 35 minutos antes de avistarmos a boate cujo convite se referia. Era uma espécie de galpão negro, no entanto todo enfeitado com luzes de neon e com uma intensa mistura de luzes negras que davam certa aparência moderna e chamativa ao local. Desmontei de Highway e dei últimas instruções ao meu amigo.

– Pode ir até o Central Park... – olhei no relógio na frente da boate e o mesmo marcava oito horas da noite. – te encontro às três em ponto. – o cavalo acenou e saiu galopando em direção ao central park. Andei até a porta de entrada e notei um segurança recolhendo os convites que valiam como ingressos, por sorte eu havia lembrado de levar o meu, aproximei-me do segurança e mostrei meu convite, o mesmo esboçou um sorriso e autorizou minha entrada.

Se por fora o local já era interessante por dentro ele era espetacular, as luzes negras se faziam mais presente e mostravam várias imagens refletidas por elas combinadas com pinturas de neon nas paredes, em certas horas era possível se ver deuses dançando, em outros momentos  centauros bebendo, semideuses se beijando entre outras. O lugar não exalava o cheiro de violência ou morte, parecia ser extremamente pacífico e calmo (modo de falar, afinal era uma boate). Estava com sede e achei que beber um coquetel de frutas seria agradável e propício ao momento, o quiosque era um paraíso, pois tinha bebidas e aperitivos de todos os jeitos e gostos ninguém ficaria insatisfeito naquele local. Chamei a atenção do barman e pedi o meu coquetel quando ouvi uma voz familiar.

– Então você decidiu socializar conosco não é? Bom te ver Kalled. – o rapaz era louro e tinha mais ou menos 1,70 m de altura, seus olhos eram verdes e sua pele bronzeada. O nome dele era Mark e ele era menestrel de Orfeu assim como eu. O garoto me mostrou seu convite e perguntou se eu tinha um igual e acenei positivamente mostrando o meu. O outro menestrel sorriu como se aquilo fosse divertido e continuou a conversa.

– Esta festa está incrível, tem menestréis de todos os cantos do país aqui, e essas meninas lindas são mênades, acho que Benjamin criou essa festa para a confraternização entre antigos rivais. – sorri simpaticamente ao meu colega menestrel demonstrando interesse em sua teoria, mas o garoto não falou muito mais, pois estava de olho em uma bela moça e ao pegar seus drinks se despediu e voltou para a festa.

Após pegar meu coquetel direcionei-me para o salão de dança, meu desejo era encontrar alguém interessante para me entreter durante a noite, entre tantos esbarrões no meio da pista encontrei uma menina. A garota era ruiva, tinha olhos verdes e devia ter mais ou menos 1,65 m de altura, ela só podia ser uma mênade. Tomei coragem e lhe perguntei seu nome e ela respondeu que era Alice , puxei assunto e lhe perguntei porque estava naquela festa e ela respondeu que assim como eu havia recebido um convite, mas que ainda não entendia porque menestréis e mênades deveriam estar juntos, passamos alguns minutos conversando até que notei uma loura estonteante do lado oposto da pista e Alice pareceu notar também, pois disse:

– Você deveria ir lá alar com ela. – me despedi de Alice cordialmente e rumei até a loura,  ao me aproximar fiz uma abordagem direta.

– Boa noite, uma moça tão linda não deveria estar aqui sozinha. Qual seu nome?

– Meu nome é Rose, vamos para um lugar privado? – e assim fui puxado para uma área onde havia um sofá enorme e uma luz fraca propícia para encontros mais “casuais”, a garota tinha os olhos castanhos  mais lindos que eu já vira e os lábios eram vermelhos por causa do batom e carnudos. Eu estava quieto tentando não me precipitar, mas estava difícil resistir àquela garota, no entanto não precisei me expor, pois ela mesma me puxou e “tascou” um beijo, aquele beijo era muito bom, mas em certo momento comecei a sentir tonturas e dores de cabeça como se estivesse ficando exausto de repente. Então a empurrei e me afastei de Rose assustado.

- Você estava sugando minha energia, como fez isso? – a menina sorriu, porém não era um sorriso sedutor e sim um sorriso macabro e diabólico e uma transmutação começou, de repente a mesma virou uma criatura translúcida com cabelos desgrenhados, olhos negros e garras e dentes afiados. Uma sucubuss, um espírito feminino da luxúria e sedução, estava diante de mim.

– Não fique tímido semideus, eu sei que você quer um beijo, venha cá! – a criatura avançou contra mim expondo suas garras afiadas e macabras, tentei desviar delas, porém ainda assim fui arranhado no rosto sofrendo leves feridas. Caí no chão  devido à esquiva errada e fiquei a mercê de Rose que tentou me vencer na força pulando sobre mim e para impedi-la chutei seu peito com força afastando-a de mim.

Acendi uma bola de fogo em minhas mãos e lancei contra a criatura, no entanto ela foi esperta e se esquivou correndo contra mim e me dando uma rasteira que me lançou ao chão e a monstra teve a oportunidade de me dar mais uma arranhada, desta vez arranhado meu peito e causando uma grave dor, sem paciência acendi fogo nas palmas de minhas mãos e toquei em Rose, a sucubuss entrou em combustão e começou a correr pela sala gritando, antes que pudesse se salvar levantei-me e chutei-a contra a parede fazendo com que a feiosa se dissipasse em cinzas e pó.

Procurei a saída dali e fui embora, enquanto me retirava topei com mais uma sucubuss, mas sem paciência apanhei minhas baquetas e iniciei o toque de um ritmo calmo e lento paralisando minha rival, assim que terminei o ritmo aproveitei e rapidamente lancei uma rajada de fogo contra a mesma incendiando seu corpo e enquanto a encarava gritei:

– Vá para o Tártaro sua inútil!!

Assim que estava próximo da saída trombei com um garoto, era Ryan um colega menestrel, e puxei-o para perto de mim.

– Ryan precisamos nos retirar daqui, esta festa não é normal e estamos em perigo. Venha comigo. – o garoto acenou com a cabeça positivamente e batemos em retirada daquele local. Já na saída da boate encontramos duas empousai ao nosso aguardo. Mais uma vez usei a música ao meu favor e ao usar minhas baquetas para tocar uma música suave e aterrorizante citei as seguintes palavras:

– Vocês irão nos deixar passar, não somos inimigos. Lembrem-se disso. – as empousai pareciam cofusas, mas nos permitiram a passagem e saímos correndo.

Chegamos a rua em segurança e eu expliquei a Ryan que precisávamos ir ao Central Park encontrar Highway para voltar ao acampamento, ele concordou e assim saímos em busca do meu cavalo.


Poderes Usados:
Hefesto:

Nível 25
Pirocinese superior: Só a partir desse nível poderá criar fogo, com considerável custo de energia. Mas também será capaz de fazer grandes proezas com ele. No entanto, nunca superará um filho de Héstia.
Menestrés:

Poderes Ativos:


Nível 7 - Música da Paralisia: Seu personagem pode paralisar alguém tocando uma música calma e lenta por 2 rodadas.


Nível 22 - Música da Hipnose: Seu personagem pode com uma música suave e ao mesmo tempo aterrorisante hipinotizar o inimigo, fazendo que ele te obedeça por 2 rodadas. Esse é um ataque diferente dos outros, porque mesmo se o inimigo perfure os tímpanos, a música vai diretamente na mente do inimigo, não precisando passar pelo aparelho auditivo.

Item Levado:
♠ Baquetas Mágicas - Quando batidas no ar, reproduzem o som de bateria. [Executa os poderes de Menestrel com perfeição] {By.: Orfeu}{Elemento: som} {nível mínimo=1}

OBS:
Desculpe a qualidade, estou muito atarefado e mal tive tempo de postar, peço que considere isso em sua avaliação.




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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Connor Blaschke em Seg 15 Set 2014, 18:34

Oh, wait, luminous

Um sinal fora disparado a cerca de um quilômetro de onde Killian estava: uma luminosidade cilindrica vermelha, extremamente chamativa e detectável. O menestrél não sabia como, mas aquele sinal o chamava. Era como se sua essência fosse chamada ao ponto de luminosidade... E tinha certeza de que não era bom.


Pontos obrigatórios


~Narre brevemente o que fazia quando viu o sinal e o que sentiu, de acordo com a introdução acima.
~Vá ao local para "investigar", e, assim que chegar perto do emissor, a luz se apagará.
~Essa parte vai ser bem livre: deverá enfrentar dois monstros medianos no local e mais um fraco na volta, quem serão ficará à sua escolha.
~O que era a luz, por que motivo foi emitida, por que motivo se apagou e o que você enfrentará ficará à sua escolha, desde que siga o ponto obrigatório acima e seja coerente.
~É proibido o uso de NPC's que venham a ajudar você em seu objetivo, seja ele qual for.
~A única arma que poderá ser usada é a ganha por ter entrado no grupo extra. Outros itens são livres.


Regras e orientações


~Prazo de postagem: 15 dias.
~Local: Nova York.
~Horário: 16:20.
~Clima: céu aberto, temperatura de 20 °C.
~Em caso de dúvidas, mande-me uma MP.
~Poderes, armas e mascotes em spoiler no final do post.
~Não utilize cores cegantes ou fortes demais, nem templates muito estreitos ou com barrinha.
~Seja feliz com esse treino. õ/ E, ah, perdoe os erros, fiz pelo celular.

*TREINO ESPECIAL PARA KILLIAN S. JONES, SOMENTE. O PRAZO DE 15 DIAS SERVE TAMBÉM PARA A POSTAGEM DO TREINO GERAL PARA OS DEMAIS PARTICIPANTES.*

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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Jessamine H. Julie em Ter 16 Set 2014, 15:45


The way you pop it and drop it all over me!


# Credits;
# Party and... | Treino Trimestral;
# Jess | Filha de Héracles | Mênade | lvl 17;
# Legenda Jess | Segunda personalidade | Outros;
# Malz a demora, só vi agora o treino rç;
# ATENÇÃO: A SEGUIR HÁ PALAVRÕES, CONOTAÇÕES SEXUAIS E MENÇÕES DE  DROGAS, ETC. Obrgd dnd.


Satisfaction feels like a distant memory;
WELL, ARE YOU MINE, OR JUST MINE TONIGHT?


▬ ACORDE, JESS, VOCÊ VAI SE ATRASAR PARA O CAFÉ – abri os olhos, assustada. Encarei o garoto, de pé ao lado da minha cama, com uma cara que não parecia ser muito amigável. Bufei, jogando-me com tudo no travesseiro. Ele começou a balançar meus ombros com força, gritando coisas ilegíveis. Finalmente, resolveu desistir. Mas antes, senti um peso sobre a minha barriga, leve demais para incomodar-me.

▬ Aliás, você resolveu correio – isso me fez acordar.

Peguei o envelope roxo, com um aroma inebriante de uvas. Um sorrisinho espalhou-se pelo meu rosto quando o abri, lendo a mensagem sem rodeios. A este ponto, já estava sozinha.

Olá, campista.
Você está cordialmente convidado à festa exclusiva para Mênades e Menestréis de Orfeu na Boate Longstride, em Nova York, às oito horas da noite. Por favor, compareça.

Atenciosamente,
Benjamin McOnely, líder dos Mênades.


Dei uma risada, já divertindo-me com a ideia de uma festa. Ainda eram nove da manhã, portanto eu ainda teria algum tempo livre antes desta. Desse jeito, levantei-me, passando a mão pelo cabelo, em uma tentativa ligeiramente patética de arrumá-lo.

Antes que percebesse, já eram dezenove horas. Estava jantando na mesa de Héracles, tentando aguentar a gritaria proveniente de meus meio-irmãos. Alguns olhares críticos até demais vinham de umas filhas de Afrodite mas, além disso, nada constrangedor.

Quando cheguei no chalé, era uma das primeiras. Aproveitando o tempo livre, troquei-me. Olhei de relance para as minhas armas habituais, em sua forma real. Hesitei por um momento. Seria apenas uma festa, certo? Não haviam motivos para me preocupar. Suspirei e resolvi deixar o arco e a aljava em cima do beliche.

Quando saí da construção, carregava em uma das mãos o cantil e, escondido na bota, o tirso. Só por precaução. Tirei o celular contrabandeado do bolso da jaqueta e disquei o número do motorista do “papai”. Em apenas dois toques, logo fui atendida, reconhecendo a voz curta e grossa do homem.

▬ Jessamine. O que foi?

▬ Preciso de uma carona, ida e volta – ele pensou por uns instantes, provavelmente achando que deveria falar com o “chefe” primeiro, mas logo respondeu que já estava a caminho.

Aliviada, desliguei o aparelho, deixando este no chalé 11, com algumas dracmas junto; o pagamento por seu uso.

Logo, um carro preto estava estacionado na entrada dos limites do Acampamento. Furtivamente, entrei nele, e abri a boca somente para falar o endereço. A viagem foi tranquila, e de vez em quando, tomava um gole do cantil, tentando – em vão – ficar bêbada. Isso deveria ser, provavelmente, a única coisa da qual sentia falta antes de ter me juntado aos mênades: a sensação de esquecer seus problemas, de cometer loucuras e não se lembrar de nenhuma delas no dia seguinte.

Engoli o vinho, como se estivesse tentando acabar com seu estaque infinito. É, eu definitivamente sentia falta daquilo.

Assim que o carro parou, saltei para fora, estabelecendo um horário com o motorista, sabendo que ele me esperaria. Finalmente, olhei para a festa, aprovando silenciosamente.

Uma música  eletrônica tocava, tão alto que parecia querer estourar meus tímpanos. Mesmo do lado de fora, pude perceber que já estava cheio, e que garrafas e mais garrafas de álcool corriam livres por ali. Um sorriso cobriu o meu rosto. Dando um último gole do cantil, entrei na propriedade, já sentindo o cheiro de suor e sexo do lugar.

Um garoto aproximou-se, oferecendo um copo, provavelmente alguma mistura concentrada de bebidas. Sem hesitar, virei este, abraçando o gosto ardente. As pessoas ao nosso redor pulavam de acordo com a música, algumas em grupos, outras com casais.

Ele engajou uma conversa, porém não conseguia ouvi-lo por causa da música. Assim, apenas assentia e ria ocasionalmente, tentando afastá-lo. Finalmente, cansei de fingir e puxei-o pela gola, pedindo outra bebida.

Desesperado por atenção, ele assentiu nervosamente, sumindo em meio à multidão. Rolei os olhos e desloquei-me, indo para outro canto, logo começando a dançar como todo mundo. Não se passou muito tempo e senti mãos envolvendo-me a cintura e, ao olhar para trás, reparei que era um homem diferente do que havia me dado a bebida.

Dei de ombros e começamos a dançar, juntando-nos aquela massa de corpos. Em alguma hora, fui virada, de forma que ficasse cara a cara com meu companheiro daquela noite. Era bonito, disso eu não tinha dúvidas. Em seu rosto, estava um sorrisinho arrogante, e os olhos, por mais estranho que aquilo fosse, eram vermelhos. Devem ser lentes. Concordei com ela, não ligando muito para o fato, embora meus instintos me mandavam largá-lo.

Continuamos naquela dança, até que ele me puxou para fora, uma espécie de jardim. Este estava mais vazio, já que a festa acontecia dentro. Em um canto, reparei que alguns casais praticamente trepavam entre as paredes, e, no outro, alguns viciados riam, com agulhas descartáveis e baseados sendo divididos.

Quis juntar-me a eles, mas logo fui puxada – mais uma vez – pelo desconhecido, avançando para a “floresta”. Levantei uma sobrancelha, não muito confortável com a situação. Estávamos longe da casa, embora a música ainda fosse alta.

You and I, we were born to die;
YOUR LIKE YOUR GIRLS INSANE, CHOOSE YOUR LAST WORDS


Apoiei-me contra uma árvore e encarei ele, ligeiramente curiosa. Agora, à luz do luar, era possível enxergá-lo melhor. Resisti à tentação de assobiar ou bater palmas, porque ele realmente merecia.

Era loiro, com cabelos rebeldes, que apontavam para qualquer direção, como se ele tivesse acabado de sair da cama. Tinha um físico perfeito, que podia ser visto pela camisa, já desabotoada. Um sorriso – desta vez malicioso – despontava de sua boca, que logo foi retribuído por mim.

Sem mais, aproximou-se, começando a distribuir beijos e alguns chupões por toda a extensão do meu pescoço, até chegar na boca. Rapidamente, estávamos nos “pegando”, como dizem. E, não minto quando digo que ele eram bom.

Uma dor de cabeça instalou-se na minha cabeça e, ao afastar-me, percebi que seus olhos estavam muito mais brilhantes que ontem. Um arrepio percorreu-me a espinha. ARMADILHA. Exteriormente, permaneci calma, puxando-o novamente para mim, enquanto concentrava-me.

Rapidamente, vinhas surgiram do chão, agarrando os tornozelos do inccubus, deixando-o momentaneamente incapacitado, embora ele estava vangloriando-se demais tomando minha energia para perceber.

Já sabendo que estava enfraquecendo, aproveitei que minhas mãos estavam em sua nuca e alonguei as unhas, tomando o cuidado de fazê-lo não desconfiar de nada, usufruindo de minhas recém-adquiridas habilidades teatrais.

Desta vez, me afastei por falta de ar e, com um chute, o fiz perder o equilíbrio e, graças às vinhas, caiu no chão, levemente atordoado. Murmurando, recitei a canção já decorada, vendo os efeitos começarem após alguns segundos.

Finalmente você usa isso com alguma coisa ruim.Quase ri. Quase. Tomei um gole do cantil, recuperando-me da perda de energia, sentindo a fraqueza ir embora. Enquanto isso, o monstro tentava soltar-se, mas fiz com que as videiras subissem por sua barriga, apertando ainda mais.

▬ Quem te mandou? – encarou-me, furioso, mas tirei da bota o tirso, agachando-me. Encostei a arma contra a sua bochecha, perdendo a paciência. As unhas ainda estavam lá, arranhando seu peito, de leve.

▬ Ora, querida, você era tão mais divertida sem isso tudo – bufei e enterrei as garras no seu coração – ou onde ele deveria estar –, fazendo com que virasse pó novamente.

Retraí as armas, mas mantive o tirso em mãos. Tomei outro gole do vinho, arrumando o vestido ao levantar-me.

Passei a mão pelo cabelo, tentando organizar o turbilhão de emoções que tomou minha mente, quase não ouvindo o silvo atrás de mim. Parecia uma espécie de gemido, com ameaças à minha morte. Virei-me, arregalando os olhos.

Ah, ótimo. Outro. Engoli em seco, preparando-me para outro combate. Desta vez, era o mesmo tipo de monstro, mas totalmente transformado. A visão era horrível, mas a atração havia ficado dez vezes maior.

▬ Tsc, tsc. Iríamos ter nos divertido tanto, Jess! – ele parecia quase que decepcionado ▬ Bom, agora eu vou ter que te matar. Uma pena, sério, destruir um rostinho tão bonitinho quanto o seu – quase ri.

Ele atacou e, no desespero, joguei-o para longe, fazendo uso de minha força. Havia caído no chão há alguns metros de onde eu estava, mas logo iria recuperar-se. Uma raiva incomum instalou-se dentro de mim e, em uma ideia louca, usei um dos únicos poderes que não havia testado ainda.

No momento seguinte, o inccubus dançava, como se amanhã o mundo fosse acabar. A cena seria, sem dúvidas, cômica, se não fosse pela sua expressão assassina e suas presas e garras tentando alcançar-me.

Em minha cabeça, ela ria sem parar, achando graça da minha ação.

▬ Tsc, tsc. Iríamos ter nos divertido taaaaaanto, monstro – falei, em deboche ▬ Uma pena que você tentou me matar – e, com isso, avancei para o último ataque, enfiando o tirso em sua “barriga”.

Com um último berro, ele também virou pó. Belisquei o nariz, guardando o tirso. Bom, quem fez isso? Podemos dar uma surra nele, né? Tipo, eu seguro e você bate. Rolei os olhos, colocando meus pensamentos em ordem.

Benjamin. É claro.

Chamou os mênades, sabendo que não resistiríamos a uma festa, em um treino, provavelmente. Apesar de sentir a raiva borbulhando, tive que admitir; uma jogada de mestre, a dele.

Pensei no que fazer, olhando em volta. Em dois segundos, saía da “floresta”, com os cabelos bagunçados, e batom borrado. Havia subido ainda mais o vestido, e andava como se minhas pernas estavam tremendo.

É, para quem olhasse, pareceria que eu havia acabado de sair de uma sessão de sexo contra a árvore. Ri com os olhares dos viciados, e peguei um dos baseados, dando uma longa tragada.

▬ Me desculpe, mas acho que vou ficar com isso, okay? – falei, piscando para aquele que estava com a droga antes, que apenas lambeu os lábios, murmurando um sim praticamente inauditível.

Ainda fumando, entrei novamente na festa, com um sorriso. Alguns paravam para olhar, enquanto outros simplesmente continuavam a dançar. Escaneei meus arredores, procurando por possíveis inimigos e, possivelmente, Benjamin. Eu tinha algumas ideias para trocar com o líder.

Porém, antes que pudesse completar a minha busca, ouvi alguém gritando o meu nome e, antes que pudesse identificar quem era, fui abraçada com força. Senti o cheiro forte de bebida, logo reconhecendo quem era.

▬ James! O que faz aqui? – James era um outro campista, filhos de Ares. Nossa história envolvia motéis, festas e bebidas. Jessie & James –qq

▬ Um amigo meu, menestrel, recebeu um convite e resolveu me trazer junto. Pelo menos encontrei alguém que conheço – deu de ombros, roubando o baseado de mim, também dando uma tragada ▬ Mas e aí? Você parece bem... – deixou as palavras no ar, dando uma olhada em mim dos pés à cabeça. Gargalhei.

Fodida? – ele riu também, concordando ▬ Bom, para falar a verdade, bem não fui, mas acho que você pode concertar isso – o semideus sorriu, malicioso. Cachorra. Yep.

Logo, estávamos a caminho da porta, tropeçando nos pés dos outros com a pressa, mas logo estacamos com as três figuras, bloqueando a saída. Olhei para ele e ele para mim.

Havíamos percebido, de cara, que eram monstros; empousas, na verdade. Pisquei para ele, mas sussurrei em seu ouvido:

▬ Sem matar ninguém, sim? Não quero chamar muita atenção – ele apenas assentiu, tirando uma espada [strike]do cú[/i] de algum lugar, provavelmente encantada para parecer outra coisa.

Os monstros já estavam cientes da nossa presença, sibilando coisas ilegíveis. Ataquei a da extrema direita, fazendo-a desmaiar. Enquanto James cuidava da da esquerda, prendi a restante com as videiras contra a parede, de forma que ficasse imobilizada.

Não sendo o bastante, toquei em seu braço, inserindo álcool em suas veias. Ela estava tonta em questão de segundos. Sabendo que o efeito do desmaio não iria durar muito mais, puxei James, que havia conseguido incapacitar a empousa.

Saímos correndo, parando apenas quando já estávamos a alguns quarteirões de distância, rindo até cairmos, pelo nervosismo e pelo súbito choque de adrenalina. Peguei seu telefone emprestado e fiz a ligação, avisando para o meu motorista onde eu estava.

Em minutos, estávamos no carro, aos beijos.

É, a noite estava longe de terminar.

sobre o post:

Observações


○ {Obs} / #1 Sim, houveram conotações sexuais, uso de drogas e bebidas alcóolicas. Eu avisei lá em cima, então quem vier de mimimi para mim pode se foder <3 q

○ {Obs} / #2 Lembrando que essa voz que a Jess houve é a segunda personalidade dela e blá, blá, blá. Quem quiser saber mais, leia a DIY – ou não, não sou a mãe de vocês.
 
○ {Obs} / #3 Espero que tenha tido uma boa leitura flw vlw õ/


Itens Levados


○ {Cantil Mágico} [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]

○ {Tirso} [Cajado com propriedades mágicas; leve e super-resistente, diminui gradativamente os gastos de energia e auxilia na manipulação do vinho. Possui videiras ornamentadas em sua superfície e, de guarnição, algumas uvas] [Presente de Dionísio]

Poderes Utilizados – Héracles


○ {Força Sobre-Humana} / Passivo Os filhos de Heracles possuem a força sobre-humana, porém não conseguem controlá-la, podendo causar pequenos acidentes

○ {Agilidade Corporal intermediária} / Passivo Nesse ponto eles podem acertar um golpe corporal perfeitamente , mas com um pouco menos de intensidade.


Poderes Utilizados – Mênade


○ { Habilidade Teatral II} / Passivo Passa a se tornar um grande ator ou atriz, enganando e confundindo criaturas com facilidade. Por conseguir controlar seus sentimentos, consegue alterar sua personalidade por diversas vezes.

○ {Belevolência Alcoólica} / Passivo Ao ingerir alguma substância como vinho, suco de uva ou qualquer outro meio retentor da fruta, adquirirá maior resistência perante os ataques de seu inimigo, assim como terá sua agilidade e força aumentadas. Sua vida e energia aumentarão em vinte pontos. {Duas vezes por missão e dura três rodadas}

○ {Imunidade I} / Passivo Os Mênades adquirem uma resistência para com algumas substâncias químicas que são ingeridas no seu organismo, raramente caindo no sono por causa de medicamentos, ou ficando bêbado por bebidas alcoólicas. Venenos têm seus efeitos diminuídos ao entrar em contato com o sangue do Mênade, mas apenas diminui seus efeitos.

○ {Perícia com Tirso III} / Passivo É considerado um mestre no uso desta arma, podendo usá-la de todas as formas possíveis e com chances mínimas de se errar um golpe. Suas investidas com elas são precisas e rápidas, sempre visando interferir no contato físico contra o inimigo.

○ {Garras Resistentes} / Ativo Os Mênades conseguem alongar e até mesmo deformar as garras de suas mãos, podendo deixá-las afiadíssimas e usá-las como armas. São duras e resistentes, nunca chegando a serem quebradas.

○ {Canção da Ressaca} / Ativo Quando proferir a cantiga, poderá submeter o inimigo a alto teor alcoólico. A visão do alvo se tonrará turva e seus sentidos serão aturdidos, deixando-o parcialmente desnorteado. Quedas e cambaleios são muito comuns após a conclusão da canção no alvo, deixando-o sem direção exata para seguir.

○ {Manipulação do Vinho II} / Ativo  Já transforma uma quantidade maior de água em vinho e pode manipulá-lo com pequenas dificuldades. Consegue inserir pequenas quantidades de álcool no sangue de seu adversário após tocá-lo ou por intermédio de sua arma, deixando-o levemente tonto por uma rodada.

○ {Dançarinos Indômitos} / Ativo Adquire a capacidade de manipular os pés de seu adversário, fazendo-o dançar sem parar e sempre siga o ritmo de música que você desejar. Vale ressaltar que a habilidade dura apenas uma rodada.

○ {Vertigem} / Ativo Dionísio também é o deus da eloquência, então ele tem certo controle da mente para passar a seus seguidores. De primórdio, tais semideuses são capazes de causar desorientação e atordoamento em seu adversário. Com esforço, podem fazê-lo sentir-se tonto - a partir do level 17 podem o fazer desmaiar; seus efeitos são passageiros e não ultrapassam três turnos

○ {Controle das Vinhas III} / Ativo Controlam as videiras do modo que desejarem, desde alongando à prender seu adversário através dos pés, imobilizando-o. Os ataques com elas se tornam mais eficazes, precisos e são mais resistentes.


Jessamine H. Julie
Jessamine H. Julie
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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Nina A. Mutt em Qui 18 Set 2014, 02:32




Os universos mágicos dentro dos Alambiques tortos.




-Atemporal

AVISO: PALAVRAS DE BAIXO CALÃO, CONOTAÇÃO SEXUAL, DROGAS E EU SOU A NINA, EU CRIEI ESSA ONDA DO AVISO, SEUS IMITÃO IEUHEIUHEIUEHEIUHEIUHEIUEHU


-Oh porra... Preciso de uma festa. – esfregou os olhos com força e se debruçou no balcão.

Já fazia um tempo que Nina tinha virado mênade e esperava coisa mais divertida do que andar sem rumo por ai, apesar de vez ou outra ficar no Acampamento para comer de graça e atormentar Quíron, porém já fazia uns três dias que estava num motel nos arredores de Nova York, caçando monstros, brincando com humanos, bebendo, fumando e arrumando um pouco de grana com um bico de garçonete, para poder comprar mais cigarros.

-Pare de resmungar vadia e volte ao serviço! – seu chefe era um velho careca, cego, quase surdo e irritante pra cacete. Talvez por isso não se sentia ameaçado com a aura de Hades pairando, mas ora ou outra ela o acertaria, com um soco ou com a espada.
-Velho decrépito. – rosnou entre os dentes, servindo uísque barato num copo sujo para um cliente que já nem sabia a diferença de uma nota de um e cem dólares, Nina tinha notado e estava torcendo para a gorjeta ser bem maior que a comum.
-Ei Nina! – gritou alguém na porta, nada mais nem menos que Leslie, o filho de Hermes e um velho amigo.
-Quando você aparece, eu sempre me fodo. – ela disse rindo e tirando o avental. – ME DEMITO. – gritou.
-O QUÊ? – o velho gritou de volta, mas ela já tinha ido com o rapaz. – Do que aquela biscate estava falando?!
-Ela se demitiu velho. – disse o cara da cozinha. – Pena, era gostosa essa.
-Mas que porra Edgar! – o idoso tentou acertá-lo com a bengala, mas acabou quebrando algumas garrafas e fazendo uma bagunça. – Desgraçado, me avise antes, eu nem dei a desculpa de apalpar.

Já longe dali, o casal arrumava algumas caixas para serem mandadas numa viagem das trevas rápida para algum luar da Colina Meio Sangue. Nina usava o conjunto básico de calça e blusa de alças, mas também estava armada até os dentes e Amartía parecia – ironicamente – mais afiada que o normal. Sem esforço arremessava as coisas dentro do buraco, enquanto do outro lado o aspirante a muambeiro as aparava e guardava num compartimento secreto dentro do chalé, ao final ela se jogou lá dentro e se viu dentro de um reduto de Hermes muito vazio, nem se perguntou o porquê, apenas recebeu 120 dracmas pelo serviço de sedex e vazou para sua cama, Lexy deveria ter comido seu travesseiro. Perambular pelo lugar era até relaxante, era uma pena que a cadela não sabia sorver esses momentos e sempre acabava dando o fora mais cedo ou mais tarde, aquele dia não seria exceção.

-Doce casebre. – disse rindo ao entrar no local e aspirar o familiar cheiro de mofo, hormônio adolescente e vinho. – Espera.

Não era pra ter bebida daquele tipo ali, pelo menos não enquanto ela estivesse fora. Com o nariz afiado descobriu um envelope roxo em cima de sua cama, na boca da pequena coelha preta que roía na maior paciência do mundo.

-Ei viada, solta isso. – apesar do tom grosseiro tratou o mamífero com carinho, afagando a ponta das orelhas felpudas e o focinho frenético. Aparou a carta, aspirou o cheiro delicioso e, por fim leu o conteúdo com letra escrota, terminou o ato com um sorriso diabólico nos lábios. – Mas é só falar que os diabos me aparecem com essa. Ainda tenho algum tempo para a pa-party, melhor eu me recuperar e arrumar uma boa roupa.


Quebra temporal

Já eram 19h34min quando finalmente terminou de se arrumar, claro que não iria com seu melhor Chanel, afinal alguma merda tinha naquilo. Optou por um bom short que delineasse o contorno do corpo tipo mignon e com bolsos largos para colocar o cantil, prendeu Amartía no cinto. Acentuou o decote da blusa branca e arrumou o W do colar para chamar atenção para o colo pálido, piscou para o espelho e testou os coturnos femininos novos, a sola grossa seria ótima para chutar alguém. Passou o polegar pelos dedos anelares e sentiu as alianças ali – sempre dava um sorriso ao fazer aquilo, era impossível não sentir um aperto de saudade. Por fim resolveu não levar o Tirso, não tinha qualquer habilidade com aquela coisa e se certificou de deixa-lo longe do alcance dos dentes nervosos de Lexy. Terminou a maquiagem, o batom escuro e sua queridíssima jaqueta de couro preta, dava um ar punk que todo filho do Diabo deveria ter.

-Me deseje sorte baixinha. – despediu-se da mascote e estalou os dedos, um vórtice negro surgiu no canto do quarto, deu um bom gole no cantil e lambeu os lábios de forma sacana. – Talvez eu termine na cama de alguém hoje.

Cadelinha deliciosamente estúpida.

Acabou caindo alguns quarteirões antes do local indicado, assustando um pobre grupo de gatos que estavam se reunindo para miar as beiras de um prédio velho. Arrumou os cabelos e seguiu a música animada que vinha do oeste, balançava a cabeça no ritmo e sempre dava alguns goles no vinho eterno e sentia as energias fluírem por todo seu corpo, respirava fundo e sentia o sabor adocicado formigar o céu da boca. Quando chegou ao lugar, teve que parar e admirar um pouco a bagunça que estava prestes a se meter, o lugar era grande, bem arrumado, parecia que tinha voltado aos bailes de debutantes que invadia com Jon para comer os salgadinhos sem ninguém ver. Respirou fundo e sentiu o cheiro do álcool, da animação, do suor, dos desejos à flor da pele, pelos infernos! Hoje se divertiria como um demônio numa orgia canibal. Ajeitou Amartía e acelerou o passo até a entrada, onde uma pequena multidão se amontoava para entrar, mas até no caos havia uma organização admirável, bateu palmas para o tal líder dos mênades – apesar de sentir que, no fundo, ele iria dar um jeito de foder com aquilo tudo. Tola não era, longe disso, apenas se fingia bem demais às vezes, sentia no ar certa instabilidade de que alguma merda iria rolar.

Mas a preocupação maior no momento era matar a vontade de uísque puro.

A música alta preenchia os ocos do seu corpo, que reverberavam e fazia todo seu corpo se mexer, fechava os olhos e sentia o espírito da festa da carne, putaria e selvageria se apossar, era seu cão interior vindo à tona. Topou com um garçom que parecia mais interessado em secar uma loira extremamente peituda que rebolava num micro-vestido, Nina aproveitou a deixa e afanou uma garrafa de uísque, uma de vodka e outra que seria o quê? Tequila, rum, absinto? Foda-se, só queria misturar tudo aquilo na sua garganta e ver no que daria, afinal sua tolerância alcoólica tinha chegado a níveis muito altos, então precisaria experimentar de tudo um pouco para se sentir embriagada de verdade – se é que vocês entendem. Tinha um casal trepando num sofá bem posicionado, mas estavam tão chapados que mesmo quando a Mutt empurrou-os com o pé e eles continuaram a se atracar no chão, jogou as garrafas ali e abriu a primeira: uísque envelhecido 15 anos?

Delicioso.

Vodka russa com nenhuma espécie de censura na porcentagem alcoólica?

Goela abaixo.

Tequila mexicana com cheiro de “vou te apagar vadia”?

Deu um puto fogo.

-Precisa de ajuda?

Pedaço de homem gostoso sem camisa, malhado, com a pele branquinha – pronta para ser mordida -, cabelos escuros, olhos penetrantes e... Cacete.

Sim, isso mesmo que vocês leram, haha.

-Oi? – soluçou sem querer e derramou o líquido inteiro na blusa branca, que agora estava transparente.
-Alguém parece ter realmente entrado no espírito da festa. – a voz rouca era sacana e quase poderia se equiparar ao tom safado dela própria. Nina acabou ficando hipnotizada naqueles lábios rosados que pediam para descer abaixo da linha de perigo da sua cintura.
-Querido... A festa sou eu. – piscou para ele.

Estava brincando com gente grande.

-Além de tudo bem afiada, estou lidando com uma pessoa perigosa? – ele provocou, mas Nina não se deixou levar tão facilmente. Terminou o líquido da José Cuervo e se aproximou da companhia, deixando os figurantes sedentos para trás, agora ela assumiria o papel principal.

Como a musa do teatro erótico que era.

-Vamos para algum lugar. – ele convidou falando um pouco mais alto por terem voltado para a pista. – Mais reservado. – E fez questão de sussurrar essa última fala bem ao pé do ouvido dela, causando arrepios cruéis por toda a extensão da epiderme da cria do submundo.
-Caralho... – respirou fundo e rolou os olhos, mas não satisfeita, aliás aquele tipo de pressa deixava-a puta. – Vamos ver se você tem gingado pra me acompanhar.

Ela disse ácida e virando-se para ir na frente, subiram alguns lances de escada, até senti-lo abraça-la por trás e enfiá-la dentro de uma espécie de quarto vazio – o que era um milagre. Nina fechou os olhos, seu instinto puxou o gatilho e a partir daí perdeu qualquer linha de sorriso, tinha algo errado, porém foi difícil resistir quando foi jogada contra a parede e sentiu os lábios dele sobre os seus. Ficou estática, afinal ele beijava muito muito mal, ou o álcool tinha batido e estava deixando-a fraca? Seu corpo tremeu e sentiu as forças escaparem aos poucos, tentou empurrá-lo, porém em vão e isso fez sua mente maquinar um plano rápido, até que ele se separou para tomar ar e a realidade lhe deu uma bofetada na cara.

-E aí gatinha, o que acha? – o sorriso dele estava manchado com o batom dela.
-É Mutt pra você, babaca. – ela rosnou.

Ele sequer teve tempo de reagir quando os anéis transformaram-se em adagas e a garota enfiou-as na região logo abaixo das costelas dele com força, as faíscas automaticamente começaram e o pobre acompanhante gritava e tentava tirá-las a todo custo, mas era difícil quando o choque fazia seus músculos terem espasmos para todas as direções. Nina tomou fôlego, empunhou Amartía e com um único golpe separou a cabeça do corpo, fazendo-o explodir numa nuvem de poeira que entrou toda em seu nariz, espirrou como uma velha com resfriado.

-Nem cocaína faz esse estrago todo. – assoou e deixou o muco cair no chão, limpou o nariz com as costas das mãos. – Que merda.

Enquanto se arrumava e tomava um gole do vinho, imaginava que aquilo devia ser plano da porra do Benja, jurou que se o encontrasse trataria de lhe dar um soco no meio da fuça, partindo o nariz dele no meio. Estalou o pescoço e imaginou que deviam ter mais monstros na festa, mas com toda aquela multidão seria difícil usar a espada, optou por deixa-la embainhada e usar as adagas, eram mais leves e ágeis para espaços mínimos, além do que poderia utilizar alguns truques, afinal era filha do inferno e abençoada pelo vinho.

Que combinação desgraçada.

Voltou para a agitação e tratou de prestar mais atenção ao redor, era um pouco difícil ignorar os lindos Menéstreis e os colegas Mênades, além da bebida e... Buceta, aquilo era paper*? Nina estava no seu paraíso particular e queria abusar um pouco, mas quando estava rumando para pegar um beck*, eis que surge um inccubus feio como apanhar de sogra e que estava com os olhos fincados nela, a multidão de semideuses abriu uma roda quando se deparou com a situação, mas estavam levemente trôpegos por isso alguns tropeçaram e caíram de bunda no chão, outros já pegaram suas armas, mas Nina os deteve com um grito que conseguiu ser mais alto que o da música, era a mais sóbria para enfrentar aquele dentuço feioso e também zelava pela segurança das garrafas inocentes ainda cheias demais para encontrarem o chão frio e sujo.

O monstro urrou em uma língua esquisita, Nina colocou as adagas no bolso e começou a bater palmas no ritmo da música e também a inventar alguns passos estranhos que deixaram todos meio confusos, inclusive seu adversário. Porém aquilo era extremamente contagiante, a cintura solta e os pés que iam de lá para cá com suavidade e maestria, nem o rival resistiu e entrou no swing – mesmo que totalmente conta a vontade –, não demorou para se sentir o rei da pista e começar a ficar zonzo, zonzo e cada vez mais zonzo. Contudo ninguém mandou ele brincar com a mais sacana dos mênades, que aproveitou o momento de embaraço total dele para empunhar uma das adagas e acertá-la no lado esquerdo do pescoço dele, causando um corte profundo que daria fim a qualquer humano, mas isso deixou-o um pouco mais irritado e o fez avançar para tentar desferir um golpe, contudo a única coisa que conseguiu foi tropeçar quando Nina girou o corpo e colocou o pé para que ele caísse de cara e arrancasse risadas gerais da sua pequena plateia.

Todo ator age melhor diante do olhar atento dos fãs.

-Não brinque com cães que não conhece. – ela disse com um sorriso maldoso, e finalizando o ato com uma facada nas costas, explodindo o pobre coitado em uma nuvem. Guardou as adagas e fez uma mesura pela salva de palmas que recebeu pelo pequeno showzinho. – O que estão olhando seus idiotas? É uma festa, porra!

E num grito animado, eles voltaram à selvageria enquanto Nina caçava bebidas e quem era o traficante da área, não deixaria passar pelo menos uma pequena intoxicação no organismo já fodido. E assim passaram as horas entre uns beijos, brincadeiras de verdade ou desafio com os recipientes que esvaziavam um após o outro, carreiras de pó branco, ervas verdes enroladas em macias sedas brancas, pequenos tabletes de LSD que coloriam o ambiente com cores que nem existiam de verdade. A filha de Hades estava tão chapada quanto um alcoólatra preso numa fábrica de cerveja alemã, por isso demorou a reconhecer um loiro que ria torto e se aproveitava de seu estado escroto para ficar por perto e tirar casquinhas, só não deve tê-la beijado por amor aos dentes.

Teve que ir ao banheiro do andar de cima, expulsar duas garotas envolvidas num trabalho de DJ bem animado, e usar o trono para chamar todos os nomes do alfabeto relacionados a vômito – sua sorte que não ficaria de ressaca, mas ainda assim tinha um lado humano que estava vulnerável ao efeito das drogas. O rapaz loiro bateu na porta e a ajudou a se limpar, tirou sua jaqueta e a blusa, deixando-a apenas de sutiã, mas nada fez.

-... Leslie? – ela franziu o cenho, recuperando um pouco da razão. – Caralho... Hic! Como tu entrou aqui filho de Satanás?
-Um obrigado por eu estar cuidando de você seria ótimo, sabia? – ele riu.
-Vá se foder. – ela fechou os olhos e respirou fundo, buscou o cantil e deu um gole no vinho, sentindo as energias voltarem aos poucos. – Me responda.
-Eu afanei um convite que deixaram na cama de um dos meus irmãos, quis me divertir um pouco também.
-Penetra. – ela deu um sorriso maldoso. – Preciso de um banho.
-Vou arrumar alguma roupa pra você, mas quero uma condição.
-Leslie, você ia ganhar um boquete hoje quer eu estivesse acordada ou não. – ambos caíram na risada e ele saiu, enquanto ela trancou a porta e despiu o resto, ligou o chuveiro frio e entrou sem dó. O som lá fora fazia tudo tremer e sua cabeça latejava, por isso ordenou que as sombras fizessem um casulo para isolar as ondas sonoras e deixar tudo tão silencioso quanto o vácuo do espaço sideral.


-Então, vamos? – ela passou a língua pelos lábios e deu mais um gole no cantil, enquanto Leslie recuperava o fôlego e tentava por as pernas para se mexer, inutilmente tentando fechar o zíper da calça.

Completamente recuperada e com uma mochila com estoque para um ano de festas internas, Nina já estava na metade das escadas quando o outro chegou voando com seus tênis mágicos – iria roubá-los, anotou mentalmente. Despediu-se de algumas novas amizades e atravessou a porta em direção a rua, Leslie estava falando sobre qualquer coisa quando foram parados por três monstros familiares.

Ela odiava empousas.

-Ah demônios... – murmurou baixinho, rolando os olhos.
-Onde o cazal penza que vai? – disse a do meio que parecia ter a língua presa ou um sotaque muito esquisito. A morena e o rapaz trocaram um olhar rápido, ela cuidaria de tudo, estava cansada demais para lutar e o trio parecia ser, particularmente, retardado ou estavam tão chapadas quanto Nina algumas horas atrás.

Mutt limpou a garganta e começou a entoar uma espécie de música baixa, mas que parecia uma chuva de agulhadas, atravessando o corpo dos monstros e deixando-as com formigamento, o mundo já não girava no eixo certo e ficar em pé era coisa do passado. Um efeito dominó que também se abateu em Leslie, que só não caiu de cara no chão como as outras porque sua companhia o agarrou pelo pulso e tratou de sair correndo antes que os monstros começassem a retomar a consciência.

Já a alguns quarteirões de distância, pararam numa lanchonete e pediram a coisa mais gordurosa do cardápio, Leslie falava sobre qualquer coisa enquanto ela acendia um cigarro e tragava com força, bebericando o café gelado com breves olhadelas pelo local, certificando-se que não tinham sido seguidos.

-Não era aqui que você estava trabalhando mais cedo? – o filho do Deus Viajante olhou ao redor.
-Eta porra. – ela bateu na própria testa quando ouviu o barulho da bengala.
-VOLTOU ATRÁS DE EMPREGO VADIA?
-VÁ Á MERDA SEU VELHOTE RETARDADO.

É um eterno ciclo, cadela.

Au, au!:

Armas:

- {Amartía} / Espada de Ferro Estígio [Ajuda o usuário a canalizar a capacidade de controlar e convocar os mortos. Pode drenar almas, deixando a espada mais poderosa, além de ser indestrutível. Almas: 3 ] [presente de reclamação de Hades]
- {Woodpecker} / [Colar] (Apresenta um pingente de prata em forma de W, preso em uma tira de couro. Serve para lembrar Nina de sua primeira aventura externa e possui uma barreira auditiva, acionada pela semideusa. Se ela assim quiser, o colar emite músicas de seu gosto, protegendo-a de ataques relacionados à música se estes não forem fortes. Ex: Poderes equivalentes ao nível de Nina por parte dos Menestréis ou até mesmo o canto de sereias em um nível maior.) {Couro, Prata} [Nível Mínimo: 5] {Audição da Semideusa} (Recebimento de Melinoe ~ Missão Behind The Music)
Twin Daggerss (Gêmeas) {Anéis de Noivado} [Ouro e Aço] [São dois anéis mágicos dados por Ares e abençoados por Afrodite. São o selo do amor de Nina e Jon, além de ser o último ‘apoio’ do rapaz antes de morrer. Ao pronunciar o sobrenome de ambos – Mutt – os aros transformam-se em adagas, cujos cabos representam, respectivamente, uma escultura de Ares(aço) e outra de Afrodite(ouro). Podem emitir leves faíscas atordoadoras, duas vezes por dia. Cada arma possui um disparo, que é capaz de desequilibrar ou distrair um inimigo com sensações de choque elétrico. Além disso, suas discargas não funcionam em seres humanos, limitando-se apenas à criaturas mitológicas.] (Nível mínimo: 25) {Elemento: Luz} [Recebimento: DIY "Bad, Bad Dog!", por Afrodite]
Cantil Mágico [Cantil atribuído com a benção de Dionísio; contém vinho inacabável e recupera 10HP/EN por missão] [Presente de Dionísio]
Habilidades dos mênades:


Passivos
Level 01 ~ Benevolência alcoólica ~ Ao ingerir alguma substância como vinho, suco de uva ou qualquer outro meio retentor da fruta, adquirirá maior resistência perante os ataques de seu inimigo, assim como terá sua agilidade e força aumentadas. Sua vida e energia aumentarão em vinte pontos. {Duas vezes por missão e dura três rodadas}

Level 07 ~ Áurea Cativante ~ O Mênade possui uma habilidade natural que o permite criar quaisquer resquícios de felicidade no lugar, fazendo todos que estiverem à sua volta ficarem alegres e sorrirem.

Level 10 ~ Rei da Festa ~ Em uma festa a atenção de todos estará voltada para os Mênades, por sua habilidade destacável com dança e de animar os outros. Pode induzir facilmente alguém a dançar ou a ficar empolgado e excitado.

Level 12 ~ Faro Apurado ~ Conseguem distinguir a localização de substâncias que tenham álcool, ou de pessoas que estiverem alcoolizadas. A mesma coisa vale para substâncias retentoras de suco de uva ou a própria fruta.

Level 19 ~ Habilidade Teatral III ~ Todos acreditam nas palavras que proferirem de sua boca, colocando toda a fé e caindo em suas emboscadas. Consegue deixar monstros aturdidos por sua capacidade de mentir, e sua atuação é perfeita.

Level 21 ~ Imunidade II ~ Sua resistência em relação a bebidas alcoólicas aumentam gradativamente, atribuindo ao Mênade imunidade completa para as substâncias que contenham álcool. Os danos por envenenamento são mínimos, mas ainda afetam os Mênades.

Level 25 ~ Agilidade Corporal ~ Ao ingerir quaisquer líquidos alcoólicos, os mênades serão atribuídos por uma agilidade privilegiada, podendo desviar de flechas e outros projéteis com facilidade, dificilmente sendo alvejados por ataques corpóreos. Durabilidade de três turnos.

Level 28 ~ Imunidade III ~ É imune a qualquer tipo de bebida alcoólica e venenos, tornando-os ineficazes ao seu organismo. (Considerar o porre por ela, na boa, ser meio humana né UHEUEHUE)


& Ativos
Level 04 ~ Garras Resistentes ~ Os Mênades conseguem alongar e até mesmo deformar as garras de suas mãos, podendo deixá-las afiadíssimas e usá-las como armas. São duras e resistentes, nunca chegando a serem quebradas {Durabilidade de duas rodadas}.

Level 06 ~ Canção da Ressaca ~ Quando proferir a cantiga, poderá submeter o inimigo a alto teor alcoólico. A visão do alvo se tornará turva e seus sentidos serão aturdidos, deixando-o parcialmente desnorteado. Quedas e cambaleios são muito comuns após a conclusão da canção no alvo, deixando-o sem uma direção exata para seguir. Dura três rodadas e gasta 20% da energia do usuário.

Level 12 ~ Dançarinos Indômitos ~ Adquire a capacidade de manipular os pés de seu adversário, fazendo-o dançar sem parar e sempre siga o ritmo de música que você desejar. Vale ressaltar que a habilidade dura apenas uma rodada.

Level 13 ~ Vertigem ~ Dionísio também é o deus da eloquência, então ele tem certo controle da mente para passar a seus seguidores. De primórdio, tais semideuses são capazes de causar desorientação e atordoamento em seu adversário. Com esforço, podem fazê-lo sentir-se tonto - a partir do level 17 podem o fazer desmaiar; seus efeitos são passageiros e não ultrapassam três turnos.
Habilidades de Hades:


Passivos
Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.[Modificado]

Visão Noturna [Nível 2] Possui a capacidade de enxergar perfeitamente quando escuro.[Novo]

Aura da Morte III [Nível 18]: A aura agora é mais forte, mais intensa. Assusta qualquer ser vivo natural e pode exercer  influência sobre semideuses de nível igual ou um pouco maior (até 10 níveis).[Modificado]

Cura III [Nível 25]: A cada rodada o filho de Hades recupera 10 HP e 10 de energia ao ficar nas sombras. Apenas faz efeito em locais completamente sem iluminação, ou durante a noite. A sombra de uma árvore ao meio dia, por exemplo, não tem efeito algum. Recupera no máximo 100 HP e 100 MP por noite. Substitui - e não se acumula - com o nível anterior.[Modificado]


& Ativos
Manipulação de Sombras [Nível 16]: Você pode manipular a forma das sombras. Não é algo que possa utilizar contra o inimigo, mas é bom para se curar e etc. O gasto de energia é alto e contínuo, por rodada, para manter as sombras por perto.

Teletransporte das Sombras II [Nível 17]: Vinte quilômetros por segundo e até mil quilômetros de distância. A chance de aparecer no lugar errado é muito pequena. O gasto de Mp é grande, impossibilitando mais de duas viagens por missão.

Ps. Eu não tenho paciência pra por cor nas falas.


valeu @ carol!

Nina A. Mutt
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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Connor Blaschke em Qui 02 Out 2014, 19:56

Avaliação



Kalled C. Almeida:
Pois bem, Kalled, o único menestrél presente. Hm... Não poderei dizer que certamente amei o seu treino, porque ele me desagradou em certos pontos. Ainda assim, conseguiu cumprir os pontos como outros poucos, não ignorando partes cruciais dos pontos obrigatórios.

Seus erros mais leves foram desconsiderados, visto a situaçãm em que supostamente escreveu. Contudo, outros mais graves não poderam ter o mesmo fim, e agora citarei para que, na próxima, nâo tornem acontecer: Seu maior problema é com o uso de vírgulas. Essa pontuação é crucial quando precisa-se demarcar uma pausa, coisa que, por muitas vezes, não vi em seu treino. Elas acarretaram uma perda na fluidez e deixaram a leitura cansativa, uma vez que não haviam essas ditas pausas. Recomendo que faça uma leitura de seu post e veja onde há pausas e de que tipo são, para, assim, acertar neste aspecto - ou mesmo procure algo que venha a explicar-lhe o uso da vírgula.

Outro ponto a ser abordado é a acentuação. Não foram muitos casos, mas ocorreram de maneira brusca - talvez por falta de atenção.

Na próxima, menestrél, tenha mais cuidado com os pontos acima. Meus parabéns.

¤ Coerência: 150/150

¤ Coesão, estrutura e fluidez: 55/75

¤ Objetividade e adequação à proposta: 45/45

¤ Ortografia e organização: 10/30

Recompensa: 360 exp


Hector Mortensen:
Novamente um post vago e com pouco aprofundamento nos pontos obrigatórios, ex-Gregory. Seus erros foram, no total, os mesmos de sempre: vírgulas e estrutura de períodos. Tenha muito cuidado especialmente com esses pontos, porque são os que você mais tem dificuldade; outros mais simples foram notados também, como o uso de "fuder" ao invés de "foder", espaçamento entre símbolo e palavra e erros de digitação.

No total foi um treino válido, não bom. Poderia muito bem ter feito mil vezes melhor que isso, but, já era. Meus parabéns, mênade.

¤ Coerência: 150/150

¤ Coesão, estrutura e fluidez: 60/75

¤ Objetividade e adequação à proposta: 45/45

¤ Ortografia e organização: 15/30

Recompensa: 370 exp


William Mason:
Foi um post simplório, com toques de criatividade e erros mínimos. Um dos melhores que eu li neste trimestre, posso garantir; porém, assim como em qualquer outro, os erros deram o ar e sua graça.

Alguns erros de vírgula foram notados, havendo casos tão bruscos que certamente foram erros de digitação. Notei, também, certa informalidade no decorrer de seu treino, William; uso de "pra", por exemplo. Além disso, a coesão de algumas frases ficou atrapalhada, de forma que a fluidez também caiu um pouco.

Ainda assim, foi um ótimo treino. Meus parabéns, mênade.

¤ Coerência: 150/150

¤ Coesão, estrutura e fluidez: 70/75

¤ Objetividade e adequação à proposta: 45/45

¤ Ortografia e organização: 20/30

Recompensa: 385 exp


Nina A. Mutt:
Well... Vamos lá. Eu particularmente gostei do seu post, Nina, porque gosto do seu modo de narrar. Foi criativa, cômica e vadia durante a narração, assim como uma mênade deveria ser - além de, é claro, fora das regras.

O ruim é que passou demais das regras. No meu post inicial havia um ponto que proibia uso de outros itens que não fossem as armas de admissão dos grupos, e você usou duas adagas e uma espada. Não posso afirmar que foi intencional, um mal entendido ou se você ao menos viu esse ponto, mas a penalidade teve que ser aplicada. É.

Voltando à avaliação do post, seus erros foram poucos e simples; algunas vírgulas aqui, outras ali, erro de hífen (o correto é "Colina Meio-Sangue") e de espaçamento - compreenda, quando for demarcar a fala, separe a palavra do símbolo. No demais, meus parabéns.

¤ Coerência: 150/150

¤ Coesão, estrutura e fluidez: 65/75

¤ Objetividade e adequação à proposta: 20/45

¤ Ortografia e organização: 25/30

Recompensa: 360 exp

Punição: {Golpe partilhado} / Punição [Toda vez que a semideusa empunhar armas laminadas - sejam de qualquer tipo - e ferir qualquer ser, parte do dano será aplicado na desferidora do golpe, de forma a partilharem a perda de vida. O percentual de cada golpe a ser descontado na semideusa é de 40% do dano total, sendo aplicado apenas 60% do dano no alvo. A punição pode ser quebrada mediante DIY ou SM, e a única reconpensa da missão - seja ela qualquer um dos tipos citados - será o cancelamento desta punição.]


Jessamine H. Julie:
Se eu fosse comparar o treino com uma peça de teatro e seu post com um dos atores, ele seria o ator principal do espetáculo.

De todos postados aqui, o seu foi, sem dúvidas, o melhor. Erros ínfimos puderam ser notados, mas nada que pudesse ofuscar o brilho do seu desempenho. q

Apenas atente-se para errinhos como o da palavra "meio-irmãos", que na verdade deveria ser "meios-irmãos" e quanto à repetição desnecessária de termos. No demais, mênade, meus parabéns. sz

¤ Coerência: 150/150

¤ Coesão, estrutura e fluidez: 73/75

¤ Objetividade e adequação à proposta: 45/45

¤ Ortografia e organização: 28/30

Recompensa: 396 exp + item pelo melhor desempenho do treino

Item sz:
{Gravitions} / Tênis [Par de calçados aparentemente comuns, do tamanho exato dos pés da semideusa, com tons de azul e braco, no modelo dos All Star's. Apesar de aparentar normalidade, os tênis possuem efeitos incomuns: são abençoados pela deusa Selene de forma a deixarem nula a gravidade no corpo da semideusa, dando a ela suporte para realizar movimentos impossíveis para a sua condição natural; andar por superfícies verticais, dar saltos mais longos e mais altos - a depender totalmente da força da semideusa, não passando de cinco metros na vertical ou na horizontal. Os tênis, porém, têm uma carga de apenas dez minutos - tempo limite para os poderes serem usados - e precisam de uma recarga lunar para serem utilizados novamente; também só podem ser utilizados uma vez por ocasião.] {Couro e tecido mágicos} (Nível mínimo: 20) {Controle sobre a gravidade} [Recebimento: Dado por Avery Monroe pelo melhor desempenho do terceiro treino trmestral dos mênades.]

~Aguardando atualização~
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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

Mensagem por Zeus em Sex 03 Out 2014, 02:04

Atualizado

(Leve modificação no item)
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Re: ♦ Party and... — Treino trimestral obrigatório para os Mênades e Menestréis de Orfeu referente ao terceiro trimestre de 2014♦

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