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Teste para filhos de Zeus

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Teste para filhos de Zeus

Mensagem por 112-Ex-Staff em Seg 01 Set 2014, 01:19

Teste para filhos de Zeus


Aqui devem ser postados todos os testes para os concorrentes a filhos de Zeus deste mês. As postagens podem ser realizadas até as 23h59min do dia 21 do mês corrente. Postagens após o prazo serão desconsideradas. Resultado no primeiro dia do mês seguinte.

Vejam as regras completas aqui [clique]

Boa sorte, campistas!


Thanks, Dricca - Terra de Ninguém
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Re: Teste para filhos de Zeus

Mensagem por Mary Vanderval em Dom 01 Mar 2015, 18:39

Características Físicas e Psicológicas:

Ela possui cachos e cabelos cor de bronze igual a de sua mãe. Seus olhos são castanhos-chocolate, completamente semelhantes aos de seu pai. Sua pele é branca e macia. Mas quando ela fica com muita raiva seis olhos ficam vermelhos como se fossem fogo, ela sempre usa um batom vermelho durante suas batalhas que a representa forte e sem piedade, ela geralmente usava um vestido, mas hoje em dia ela uma uma coisa mais confortável, seu estilo de roupa é um puco sofistica de mais, pois ela sempre tenta usar uma roupa mais formal.

História:

Quando ela era apenas um bebê seu pai havia lhe deixado sem dizer adeus a Stella a mulher que havia dado a luz a Alicia a unica filha dela que vem da linagem de um deus, suas irmãs nunca gostaram dela, pois tudo o que sua mãe comprava era para ela e não para Magie e Lola.
Quando Alex fez 4 anos sua mãe havia lhe dado um amuleto muito especial que faria com que ela se lembrasse de seu pai como se ele estivesse ali e suas irmãs com inveja resolveram roubar esse amuleto, mas o que elas não sabiam é que esse amuleto só poderia ser pego por um filho ou filha Zeus ou por uma pessoa que foi dado como presente, do contrário elas podem ficar amaldiçoadas para sempre, como se elas sempre visse fantasmas ou algo do tipo, nem mesmo Alicia sabia que era filha de Zeus, mas ela nunca tirava o amuleto nem mesmo para dormir, foi então que elas viram que ela não era a filha preferida que era apenas para agrada-lá e depois disso elas pararam de implicar com ela.
Assim que Alicia foi crescendo ela foi percebendo que não era uma menina comum e que ela talvez não fosse só humana, mas fosse algo mais que humano, sempre quando ela ia para a escola sempre tinha reclamações que ela não prestava atenção estava sempre olhando para fora como se tivesse alguém do outro lado da rua, seu melhor amigo Charlie que sempre que ela se metia em confusão a protegia disse que era apenas a sua imaginação.
Em um de seus passeios eles foram para um museu de história grega onde lá ela era a unica a entender o que estava escrito, pois estava tudo em grego, um de seus professores ouviu falar que um titã que havia sido escravizado por Hades estava atrás da filha de Zeus ele estava chegam a Nova Jersey cidade onde atualmente mora Alicia e sua família e que para protege-la Stella contar a verdade sobre seu pai assim que Alicia chegou em casa seu pediu para que ela chama-se Charlie, ela então perguntou por que ela deveria chamar seu melhor amigo, ela disse que ele foi mandado pelo seu pai e que ele iria me proteger até nós chegarmos ao acampamento-meio sangue, ela então pediu para Charlie mostrar seu verdadeiro rosto.
Assim que ela viu o verdadeiro rosto de Charlie que era filho de um sátiro que havia sido mandado por Zeus para lhe proteger, Mary assustada então perguntou que acampamento era esse e como ela nunca tinha ouvido falar nele, sua mãe então respondeu que ela não era apenas humana, mas também era meia deusa, ela quase sem palavras perguntou quem era seu pai ela então respondeu que seu pai era Zeus deus dos deuses e que agora ela precisava ficar no acampamento para se proteger do titã, ela e seu amigo Charlie então foram até o acampamento e ficaram como seu mãe havia aconselhado.

Batalha e Visita:

Alicia havia sido designada para matar o Leão de Neméia como um teste para seu pai, ele disse que queria ver a pele do leão pessoalmente, então assim que ela o matasse teria de vê-lo, sua coragem era tão grande que aceitou ela então decidiu ir primeiro ao encontro do Leão de Neméia que habitava a planície de Neméia, na Argólida onde lá ela teria de falar com um mercador que poderia lhe dar a localização exata da onde ele foi visto, o mercado lhe disse que anda estava na planície e que somente uma pessoa podia subir até lá ela então disse que iria subir lá e mata-lo o mercador começou a rir dela como se ela fosse uma pessoa burra de subir até lá e assim que ele se voltou para ela ele viu que ela tinha uma aura sombria e se afastou dizendo que não queria que ela o machucasse e que ele não iria mais rir dela, assim ela seguiu seu caminho até a planície durante três dias ela teve de ficar em cavernas, pois o frio que se fazia lá poderia matá-la assim que chego no pico da planície ela achou que o Leão não estava mais lá, pois não havia ninguém ela então decidiu descer assim que ia pegar as suas coisas o Leão pulou em cima dela assim a deixando desarmada, ela desesperada tentava bater nele, mas não adiantava, ela então se lembrou que tinha uma faca em sua bota, mas ela não conseguia alcançar ela então teria que tirar ele de cima foi então que se lembrou de usar seus poderes para tirá-lo de cima dela, ela então usou a Geocinese fazendo com que o chão tremesse ele caísse para o lado, quando conseguiu se levantar correu para pegar a sua espada, mas novamente não conseguiu, o leão então usou suas garras para segurar sua perna ela quando sentiu a garra do animal gritou de dor e tentou de algum jeito tirar sua pata de cima da sua perna, foi então que teve de usar o Teletransporte Sombrio assim sem o animal perceber ela já estava com sua espada na mão, o leão então se lançou até Alicia, que sem pensar levantou a espada como se fizesse um escudo pontudo que atingiu a cabeça do animal assim o matando, assim que viu que ele estava morto teve de se levantar com muita dificuldade. Assim ele partiu de encontro a seu pai, mas ela mal podia andar então Mary demorou 9 dias para chegar até o Olimpo, começou a pedir carona e assim que as pessoas viram como ela estava tentavam ajudar e ela sempre dizia "Não, eu tenho de falar com ele assim, pois meu pai saberá que eu passei em seu teste!" As pessoas pensavam que ele não era um bom pai e assim durou essas viagens 9 dias, Mary já estava sem forças de andar e de viver, mas consegui chegar até o Olimpo e assim que entrou ela pegou a pela do animal e a entregou a seu pai e disse: -Aqui esta a prova que matei o Leão da Neméia! Assim que ela entregou a pele do animal para ele, não aguentei e desmaio e assim foi cuidada por eles para que pudesse voltar a terra onde era seu lugar.
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Re: Teste para filhos de Zeus

Mensagem por Aiden Strählführer em Seg 09 Mar 2015, 01:32

"E eu lembro dele tão pequenino com seus olhos enormes, tão vivos. Um azul celeste tão profundo, tão claro quanto o céu a pairar a cima de nós quando juntos ficávamos a cantar e declamar os contos mais antigos de uma cultura única, da nossa cultura. Ah sim, era tão pequenino mas ao mesmo tempo tão corajoso. Como um pequeno espirito lupino sedento por liberdade e emoção com aqueles seus cabelos castanhos claros, quase loiros, tão parecido com sua mãe. Mas aqueles olhos...Aqueles olhos nunca pertenceram a Gienevivi, aqueles olhos eram de uma singularidade que nós, descendentes dos Cherokees, nunca vimos por aí."

Físico e Psicológico:

Background:

           Dos mais velhos vem a sabedoria:

- Vamos lá, vovô, vamos lá! - A voz fina de criança se espalhava pelos bosques de Forks, em Washington. A figura pequena carregava o avô tão grande, barbudo, como um grande urso gordo com sua pelagem negra e espessa trazendo consigo um riso bobo no cantos dos lábios como qualquer avô babão por seu neto. Seus olhos castanhos claros pareciam brilhar muito mais vivo quando aquele garotinho tão independente  - apesar da pouca idade -  lhe carregava pelas trilhas e caminhos da floresta.
Era audível as risadas, assim como o barulhinho do rio a correr bem perto de onde eles sempre ficavam. Cortavam a floresta até chegar a clareira, não qualquer uma, mas a clareira deles como um segredo entre neto e avô. - Hoje vamos acampar aqui, vovô? - perguntava Aioria vestindo sua camiseta azul do Capitão América como qualquer outra criança comum, ou quase comum. - Sente-se, criança, se acalme, você é muito elétrico! - Então arrumaram um pequeno acampamento com uma barraca feita de algo que parecia lona. Uma pequena mesa estava mais a frente com um cesto grande de guloseimas, e claro, o mais importante veio por último como um rito antigo: a fogueira.
- Você já ouviu falar sobre as fogueiras, meu pequeno? - E Aioria balançava a cabeça de um lado para o outro negando a pergunta. - As fogueiras iluminam os caminhos dos perdidos, aquece as almas frigidas, e protege a casa trazendo consigo a justiça e a segurança como uma antiga Deusa. - Aqueles olhos azulados pareciam petrificados, aquela feição curioso como sempre quisesse saber mais e mais, conhecer o mundo lá fora como o único meio de um dia se tornar tão sábio quanto aquele enorme e velho urso. - Ursão, e como eu vou me tornar grandão assim como o senhor? - A risada gostosa do homem urso ecoou quando afogou os cabelos do neto. - Quando você estiver na idade certa, subiremos na mais alta montanha e receberemos as bençãos do Avô Trovão, o grande Deus, deixando você, meu pequeno, vendado por uma noite inteira. Sozinho sobre o escuro e os perigos, para provar a sua coragem. - Naquele rostinho não existia medo, existia uma excitação imensa. - Vovô...Quando eu vou conhecer o Avô trovão? - E mais uma vez as gargalhadas ecoaram pelo local. - O pai de todos não se revela tão facilmente assim, muito menos para qualquer pessoa. Mas você, meu pequeno, é abençoado pelas tempestades, tenho certeza disso. Pegue! - Um totem de madeira fora retirado do casado do velho urso, era uma águia de madeira, o símbolo do céu, das tempestades, o totem do espirito do rei de todos. Tudo estaria mudando.

         Espíritos livres se transformam na cidade:


- Aí cara, como assim você não vai ficar esse feriado aqui em Washington? - Phill, um dos amigos mais próximos de Aioria parecia decepcionado com a notícia que havia acabado de receber. - Não adianta cara, é aniversário do meu avô e no dia seguinte é o meu. - Falou chutando uma das latas enquanto andavam pelos becos da cidade grande. Estava mudado, completamente mudado. Seus cabelos agora era um moicano punk, vestia jeans, couro, e coisas esquisitas com símbolos de caveiras. Na mão, mesmo sem idade, uma cerveja lhe tornava "adulto" antes do tempo. - Isso vai ser um saco! - Bufou encarando Phill que ainda parecia chateado. - Mas o show cara, como você não vai no show? E a festa da Lisa? É no seu aniversário, ela disse que ia te dar aquele presente, você sabe...Aquele! - E os dois gargalharam juntos finalmente enquanto terminavam suas cervejas. - Vai ser louco, não é mesmo? - Aioria lamentou-se pela situação. - Você é nosso líder cara, você sempre está a frente de tudo! Você é o capitão do time, não podemos deixar você passar o grande dia dos seus dezesseis anos lá no meio do mato. - As tatuagens já estavam por seu corpo, havia se tornado alguém completamente diferente do que um dia fora, menos, é claro, pelos seus olhos azuis e profundos, excitados em puro brilho, mas agora tão árduos, tempestuosos como uma nobreza vinda de um legado que nem mesmo ele poderia imaginar.
- Não dá, terei que ir, o velho está me esperando...Parece que a muito tempo eu prometi algo a ele sobre um tal "rito de passagem para a fase adulta, e bla , bla, bla! - Imitou a sua mãe falando quando retirou um colar com o totem da águia no mesmo. - Veja, essa águia de bronze. Parece que é algo especial para a cultura antiga do meu avô e eu sou o último legado dele, ainda vivo, é importante para o velho. - Balançou a cabeça negativamente ainda que não estivesse satisfeito com aquilo tudo. - Só você e essas suas palhaçadas Cherokee's, eu realmente não entendo essa bosta! - E tudo voltou a ser escuridão.

Continuação de história + Luta + Olimpus:

      Apenas o amor de verdade pode despertar os verdadeiros heróis:


Tudo era escuridão e o frio cortava os seus ossos. As lembranças iam e viam de sua mente e se perguntava porque havia aceitado fazer aquela bosta de rito. Deveria ter ficado em Washington onde estaria transando nesse exato momento, mas não, ele estava no meio do nada, com frio, fome, e medo para provar para seu avô e seus velhos antepassados que agora era um homem de verdade. Pau no cu dos antepassados, eles não sabiam o que era a modernidade. Mas no fundo, no fundo, ele estava ali porque amava seu avô a cima de tudo. As pessoas tendem a mudar pelas influências, seja do meio onde vive, dos amigos, ou das coisas que gosta e é inútil dizer que não, ninguém muda quando cresce, mas o amor nunca é esquecido e por isso estava ali.

Era seu aniversário de 16 anos e segundo as lendas e profecias era quando um homem se tornava adulto e liberava todo o seu potencial. Balançou a cabeça de um lado ao outro tentando tirar aqueles pensamentos da mente, não poderia decepcionar o seu velho, ele sempre foi tão legal que lhe causava dó, agora, deixá-lo na mão. Para Aioria aquilo não passava de palhaçada, mas o fato era que no fundo no fundo, talvez, em uma pequena hipótese ele ainda ligasse para os antigos contos. Se pudesse enxergar, veria o céu estrelado, limpo de qualquer nuvem mostrando que hoje era um grande dia.

A brisa lhe cortava o corpo como se o vento lhe abraçasse e dissesse "estou aqui, parabéns, você finalmente cresceu", mas não era só isso. O silêncio da mata era surpreendente, podia ouvir a sua respiração e vez ou outra mergulhava em suas memórias quando um sibilar lhe fez quase pular de onde estava. Não poderia tirar a venda, era como uma prova. Tremeu ouvindo algo se rastejando e fazendo as folhas se mexerem, aquilo era uma cobra?
Espantado, sentiu os ventos correrem tão depressa que seus ouvidos subiram. A coisa se aproximava cada vez mais, sentiu um cheiro forte como se um cachorro molhado estivesse por perto. Logo em seguida algo podre parecia tomar o seu nariz quando ele se levantou mas não tirou a venta. Não sabia se era a altura ou sua cabeça, mas tinha certeza que o vento estava agitado e se ele pudesse ver as estrelas haviam sumido.

"tshhhhh" o sibilar lhe fez tremer, estava ficando tão nervoso que mal percebeu quando a primeira gota de chuva caiu. O estrondo irrompeu do céu quando a tempestade desabou bem ali em cima da montanha. -AIORIA! - Ouviu a voz do seu avô mais ao fundo gritando por ele quando a chuva ensopou seu corpo em questão de segundos. Os ventos eram violentos, uma barulheira tomou a floresta quando ouviu algo oco caindo no chão, pesado, desfalecido. Retirou as vendas em desespero quando viu o corpo do seu avô mais a frente, jogado ao chão e o sangue a escorrer quando uma coisa enorme estava ao seu lado deixando que raios e uma tempestade o contornasse.

- NÃOOOOOOO, VELHO URSO! - O desespero fora tamanho que fez o medo ir embora e ele correu na direção do velho caído. Seus olhos lampejavam e o azul parecia querer se tornar uma mescla de claro com escuro como em uma tempestade, como aquela que irrompia. Um raio cortou o céu atingindo uma árvore a baixo da colina quando seu corpo parou devido ao barulho e aquela coisa pareceu sorrir para ele de uma maneira terrível. Sentiu uma lágrima quente escorrer, mesmo que as gotas geladas da chuva lhe fizessem ter suas dúvidas. Avançou com tudo ao perceber que aquilo, enorme e repleto de ódio não era humano. Era uma mulher de cabelos elétricos e focinho de águia. Seu corpo parecia mudar constantemente quando um tufão lhe tomava e rodopiava escondendo suas curvas. Seus olhos eram amarelos como os de um lobo, e tão famintos quanto o próprio.

- Filho de Zeus, a minha missão é destruí-lo. Os céus não precisam de mais um problema! - Sibilou como uma cobra quando avançou de vez contra Aioria. O garoto tinha sorte, era um atleta no colégio e conseguiu rolar a  tempo antes que aquele tufão com rosto de mulher lhe acertasse com uma descarga elétrica. - Me deixe em paz, você...VOCÊ MATOU O MEU AVÔ! - Vociferou em fúria e mais um trovão rasgou o céu como um aviso. Os ventos correram desesperadamente fazendo seu moicano se desfazer e o cabelo cair completamente sobre o olho. - EU NUNCA, EU NUNCA VOU TE PERDOAR! - O ódio transbordava e em resposta o céu parecia castigar a mata enquanto raios desciam e o vento arrastava tudo. A chuva só piorava e agora ele estava acabado, chorando na frente daquela coisa terrível. - A-Aioria... - A voz fraca do avô parecia ter despertado, mesmo que ainda ferido. - Voc-Você é especial, eu sabia, o avô trovão lhe abençoa, meu pequeno. - Viu um último sorriso no rosto daquele velho quando desfaleceu de uma vez. Aquela coisa parecia gargalhar, passando a mão onde deveria ser a barriga como se estivesse anunciando "oba, hoje tenho um banquete."

- AVÔ TROVÃO? BOSTA DE AVÔ TROVÃO QUE DEIXA ISSO ACONTECERRRRRRRRRR! - Gritou arrancando o totem da águia do seu pescoço com toda a sua frustração quando um raio desceu de fez da sua mão e acertou em cheio seu corpo. Pronto, estava morto, sentia que estava sendo puxado para o inferno quando percebeu que algo vibrava em sua mão. Abriu os olhos e viu seu corpo brilhando como se tivesse acabado de receber uma carga de energia imensa. Uma espada brilhava em sua mão. Sua lâmina era retorcida como se fosse um raio, fina, e curta, com inscrições em uma língua que ele já havia visto em algum lugar nas aulas, mesmo que pouco conseguisse prestar atenção ou entender algo destas.
"O-o O fi-lho... O FILHO DA TEMPESTADE!" Como conseguia ler aquilo? Estava escrito em grego?
A coisa avançou contra Aioria pronto para devorá-lo quando um instinto único, algo próprio, fez seu corpo fintar aquela coisa deixando o cabo da lâmina cortar sua barriga enquanto ele saia pelo lado chegando ás costas da criatura em rodopio para acertá-lo de com a lâmina mais uma vez fazendo com que fincasse em seu corpo e o mesmo virasse pó.  
Caiu ajoelhado vendo o corpo do avô ali, morto, e a água da chuva parecia lavar qualquer coisa. O que era aquilo tudo? Deveria ter ficado em Washington onde tudo seria mais seguro e não existiria aquelas coisas místicas Cherokee. O choro escorria pelo seu rosto em um lamento quando agarrou o corpo desfalecido em prantos. Sentiu uma mão pesada tocar suas costas quando virou-se tentando pegar a espada, mas fora desarmado. - Se acalme, criança! - Aquilo apenas lhe deixou com mais raiva, mas quando percebeu aqueles chifres achou que seria o fim, mais um inimigo daquelas coisas esquisitas. Sua cabeça rodou como em um lampejo e ele já não estava mais lucido, não estava mais em pé para garantir sua sanidade. Desmaiou vendo o céu, as nuvens, o vento lhe carregando para bem longe até, que como um espectador, conseguiu ver a imensidão vasta de um poder inimaginável.
A construção impecável, o dourado vivo, o bronze celestial. As colunas, a riqueza que aquele lugar emanava lhe deixou tonto por algum tempo. Onde diabos era aquilo? Nunca havia visitado um local tão intenso, tão forte como aquele. Suas pernas pareciam caminhar sem que nem mesmo ele precisasse esforça-las, como um imã era arrastado para uma grande sala repleta de tapeçarias das mais variadas figuras. Eram borrões em sua visão ainda afetada, mas ele entendia finalmente que aquilo eram figuras contando algum tipo de história. Mal percebeu que mais ao fundo, com tronos enormes feitos de ouro, existia uma figura de costas a observar o que parecia ser uma buraco enorme no céu. "Você está aqui, finalmente." A voz ecoou pelo local quando seu corpo pareceu receber uma descarga elétrica enorme. Seus olhos arregalaram ao ver aquela figura, cabelos brancos, enormes, barba, e uma manto branco em mesma forma parecendo uma espécie de raio em mãos. - O...A-A-Avô...Trovão... - Gaguejou mesmo que a voz fosse mais com um eco da sua mente. "Você está em um sonho, não adianta. Mas queria vê-lo, queria ter certeza do quanto você cresceu. Sua mãe, ah sim, ela era formidável. E pelo que vi, você também o é. Este é o Olimpo, logo estão indo buscá-lo para que possa viver ao mundo que de fato pertence." Aioria pensou ter visto algum riso naquele rosto, mesmo que este estivesse de costas para ele. "Meu herdeiro, o mundo dos heróis espera por você!" E tudo girou mais uma vez como se um tufão o arrastasse de volta a realidade e seus olhos se abriram, ainda jogado no chão, tonto, sentindo que tudo havia mudado...Só ele não sabia ainda.
Aiden Strählführer
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Re: Teste para filhos de Zeus

Mensagem por Aiden Strählführer em Seg 09 Mar 2015, 01:51

"E eu lembro dele tão pequenino com seus olhos enormes, tão vivos. Um azul celeste tão profundo, tão claro quanto o céu a pairar a cima de nós quando juntos ficávamos a cantar e declamar os contos mais antigos de uma cultura única, da nossa cultura. Ah sim, era tão pequenino mas ao mesmo tempo tão corajoso. Como um pequeno espirito lupino sedento por liberdade e emoção com aqueles seus cabelos castanhos claros, quase loiros, tão parecido com sua mãe. Mas aqueles olhos...Aqueles olhos nunca pertenceram a Gienevivi, aqueles olhos eram de uma singularidade que nós, descendentes dos Cherokees, nunca vimos por aí."

Físico e Psicológico:

A força está em seus olhos azuis celestes, e a determinação esta estampada nos seus traços rústicos, únicos de uma cultura antiga que a muito se desfez, mas que ainda guarda dos seus descendentes, lendas, e encantos. Provido de um espirito astuto, é completamente capaz e ligado aos seus ideais. Vê as situações de uma forma sempre estratégica, tirando o emocional de jogo quando precisa fazer algo muito importante, aprendeu isso enquanto perdeu muitas pessoas por privar seus feitos devido ao coração. Seus instintos sempre o guiam e por isso é um líder nato. Competitivo, sempre busca ser o melhor em tudo o que faz e tudo o que sempre conquista, estando a frente de qualquer coisa para quase impor, ou ao menos tentar, as suas ideias e pensamentos.
Mostra em sua presença uma particularidade única, sendo ele o filho do Deus dos Deuses, não se cansa em dizer que não o é sem motivos, e por isso representa um potencial enorme. Odeia ser deixado de lado, odeia ser deixado para trás, e por isso procura sempre estar na frente para que assim nunca perca nada, inclusive, está é outra característica: ele odeia perder.
Não pensem que estamos falando de um tirano, como eu disse, Aioria é completamente ligado ao trabalho de equipe quando é necessário, mesmo que prefira fazer sozinho, ou fazer maior parte das coisas para que tudo saia direito.
Orgulho lhe marca, autenticidade também. Sempre faz o que acha certo e não está nem aí para o que vão pensar sobre isso, muito menos sobre o padrão que leva.
Seus cabelos são castanhos, escuros, raspados do lado enquanto ficam jogados para trás em cima, grandes. Seus olhos são claros e intensos, como um leão pronto para devorar a sua presa. Seu corpo é grande, esguio, musculoso devido aos seus esforços. Seu corpo é coberto por tatuagens particulares, principalmente o grande urso em suas costas que representa o seu avô, o responsável por entrar nessa nova vida. Jeans rasgado, botas de couro militar, e uma regata de uma banda famosa (black sabbath) sempre estão em sua roupa. Pulseiras de couro, um brinco e o totem da águia dado por seu avô.

Background:

Dos mais velhos vem a sabedoria:

- Vamos lá, vovô, vamos lá! - A voz fina de criança se espalhava pelos bosques de Forks, em Washington. A figura pequena carregava o avô tão grande, barbudo, como um grande urso gordo com sua pelagem negra e espessa trazendo consigo um riso bobo no cantos dos lábios como qualquer avô babão por seu neto. Seus olhos castanhos claros pareciam brilhar muito mais vivo quando aquele garotinho tão independente - apesar da pouca idade - lhe carregava pelas trilhas e caminhos da floresta.
Era audível as risadas, assim como o barulhinho do rio a correr bem perto de onde eles sempre ficavam. Cortavam a floresta até chegar a clareira, não qualquer uma, mas a clareira deles como um segredo entre neto e avô. - Hoje vamos acampar aqui, vovô? - perguntava Aioria vestindo sua camiseta azul do Capitão América como qualquer outra criança comum, ou quase comum. - Sente-se, criança, se acalme, você é muito elétrico! - Então arrumaram um pequeno acampamento com uma barraca feita de algo que parecia lona. Uma pequena mesa estava mais a frente com um cesto grande de guloseimas, e claro, o mais importante veio por último como um rito antigo: a fogueira.
- Você já ouviu falar sobre as fogueiras, meu pequeno? - E Aioria balançava a cabeça de um lado para o outro negando a pergunta. - As fogueiras iluminam os caminhos dos perdidos, aquece as almas frigidas, e protege a casa trazendo consigo a justiça e a segurança como uma antiga Deusa. - Aqueles olhos azulados pareciam petrificados, aquela feição curioso como sempre quisesse saber mais e mais, conhecer o mundo lá fora como o único meio de um dia se tornar tão sábio quanto aquele enorme e velho urso. - Ursão, e como eu vou me tornar grandão assim como o senhor? - A risada gostosa do homem urso ecoou quando afogou os cabelos do neto. - Quando você estiver na idade certa, subiremos na mais alta montanha e receberemos as bençãos do Avô Trovão, o grande Deus, deixando você, meu pequeno, vendado por uma noite inteira. Sozinho sobre o escuro e os perigos, para provar a sua coragem. - Naquele rostinho não existia medo, existia uma excitação imensa. - Vovô...Quando eu vou conhecer o Avô trovão? - E mais uma vez as gargalhadas ecoaram pelo local. - O pai de todos não se revela tão facilmente assim, muito menos para qualquer pessoa. Mas você, meu pequeno, é abençoado pelas tempestades, tenho certeza disso. Pegue! - Um totem de madeira fora retirado do casado do velho urso, era uma águia de madeira, o símbolo do céu, das tempestades, o totem do espirito do rei de todos. Tudo estaria mudando.

Espíritos livres se transformam na cidade:


- Aí cara, como assim você não vai ficar esse feriado aqui em Washington? - Phill, um dos amigos mais próximos de Aioria parecia decepcionado com a notícia que havia acabado de receber. - Não adianta cara, é aniversário do meu avô e no dia seguinte é o meu. - Falou chutando uma das latas enquanto andavam pelos becos da cidade grande. Estava mudado, completamente mudado. Seus cabelos agora era um moicano punk, vestia jeans, couro, e coisas esquisitas com símbolos de caveiras. Na mão, mesmo sem idade, uma cerveja lhe tornava "adulto" antes do tempo. - Isso vai ser um saco! - Bufou encarando Phill que ainda parecia chateado. - Mas o show cara, como você não vai no show? E a festa da Lisa? É no seu aniversário, ela disse que ia te dar aquele presente, você sabe...Aquele! - E os dois gargalharam juntos finalmente enquanto terminavam suas cervejas. - Vai ser louco, não é mesmo? - Aioria lamentou-se pela situação. - Você é nosso líder cara, você sempre está a frente de tudo! Você é o capitão do time, não podemos deixar você passar o grande dia dos seus dezesseis anos lá no meio do mato. - As tatuagens já estavam por seu corpo, havia se tornado alguém completamente diferente do que um dia fora, menos, é claro, pelos seus olhos azuis e profundos, excitados em puro brilho, mas agora tão árduos, tempestuosos como uma nobreza vinda de um legado que nem mesmo ele poderia imaginar.
- Não dá, terei que ir, o velho está me esperando...Parece que a muito tempo eu prometi algo a ele sobre um tal "rito de passagem para a fase adulta, e bla , bla, bla! - Imitou a sua mãe falando quando retirou um colar com o totem da águia no mesmo. - Veja, essa águia de bronze. Parece que é algo especial para a cultura antiga do meu avô e eu sou o último legado dele, ainda vivo, é importante para o velho. - Balançou a cabeça negativamente ainda que não estivesse satisfeito com aquilo tudo. - Só você e essas suas palhaçadas Cherokee's, eu realmente não entendo essa bosta! - E tudo voltou a ser escuridão.


Continuação de história + Luta + Olimpus:

Apenas o amor de verdade pode despertar os verdadeiros heróis:


Tudo era escuridão e o frio cortava os seus ossos. As lembranças iam e viam de sua mente e se perguntava porque havia aceitado fazer aquela bosta de rito. Deveria ter ficado em Washington onde estaria transando nesse exato momento, mas não, ele estava no meio do nada, com frio, fome, e medo para provar para seu avô e seus velhos antepassados que agora era um homem de verdade. Pau no cu dos antepassados, eles não sabiam o que era a modernidade. Mas no fundo, no fundo, ele estava ali porque amava seu avô a cima de tudo. As pessoas tendem a mudar pelas influências, seja do meio onde vive, dos amigos, ou das coisas que gosta e é inútil dizer que não, ninguém muda quando cresce, mas o amor nunca é esquecido e por isso estava ali.

Era seu aniversário de 16 anos e segundo as lendas e profecias era quando um homem se tornava adulto e liberava todo o seu potencial. Balançou a cabeça de um lado ao outro tentando tirar aqueles pensamentos da mente, não poderia decepcionar o seu velho, ele sempre foi tão legal que lhe causava dó, agora, deixá-lo na mão. Para Aioria aquilo não passava de palhaçada, mas o fato era que no fundo no fundo, talvez, em uma pequena hipótese ele ainda ligasse para os antigos contos. Se pudesse enxergar, veria o céu estrelado, limpo de qualquer nuvem mostrando que hoje era um grande dia.

A brisa lhe cortava o corpo como se o vento lhe abraçasse e dissesse "estou aqui, parabéns, você finalmente cresceu", mas não era só isso. O silêncio da mata era surpreendente, podia ouvir a sua respiração e vez ou outra mergulhava em suas memórias quando um sibilar lhe fez quase pular de onde estava. Não poderia tirar a venda, era como uma prova. Tremeu ouvindo algo se rastejando e fazendo as folhas se mexerem, aquilo era uma cobra?
Espantado, sentiu os ventos correrem tão depressa que seus ouvidos subiram. A coisa se aproximava cada vez mais, sentiu um cheiro forte como se um cachorro molhado estivesse por perto. Logo em seguida algo podre parecia tomar o seu nariz quando ele se levantou mas não tirou a venta. Não sabia se era a altura ou sua cabeça, mas tinha certeza que o vento estava agitado e se ele pudesse ver as estrelas haviam sumido.

"tshhhhh" o sibilar lhe fez tremer, estava ficando tão nervoso que mal percebeu quando a primeira gota de chuva caiu. O estrondo irrompeu do céu quando a tempestade desabou bem ali em cima da montanha. -AIORIA! - Ouviu a voz do seu avô mais ao fundo gritando por ele quando a chuva ensopou seu corpo em questão de segundos. Os ventos eram violentos, uma barulheira tomou a floresta quando ouviu algo oco caindo no chão, pesado, desfalecido. Retirou as vendas em desespero quando viu o corpo do seu avô mais a frente, jogado ao chão e o sangue a escorrer quando uma coisa enorme estava ao seu lado deixando que raios e uma tempestade o contornasse.

- NÃOOOOOOO, VELHO URSO! - O desespero fora tamanho que fez o medo ir embora e ele correu na direção do velho caído. Seus olhos lampejavam e o azul parecia querer se tornar uma mescla de claro com escuro como em uma tempestade, como aquela que irrompia. Um raio cortou o céu atingindo uma árvore a baixo da colina quando seu corpo parou devido ao barulho e aquela coisa pareceu sorrir para ele de uma maneira terrível. Sentiu uma lágrima quente escorrer, mesmo que as gotas geladas da chuva lhe fizessem ter suas dúvidas. Avançou com tudo ao perceber que aquilo, enorme e repleto de ódio não era humano. Era uma mulher de cabelos elétricos e focinho de águia. Seu corpo parecia mudar constantemente quando um tufão lhe tomava e rodopiava escondendo suas curvas. Seus olhos eram amarelos como os de um lobo, e tão famintos quanto o próprio.

- Filho de Zeus, a minha missão é destruí-lo. Os céus não precisam de mais um problema! - Sibilou como uma cobra quando avançou de vez contra Aioria. O garoto tinha sorte, era um atleta no colégio e conseguiu rolar a tempo antes que aquele tufão com rosto de mulher lhe acertasse com uma descarga elétrica. - Me deixe em paz, você...VOCÊ MATOU O MEU AVÔ! - Vociferou em fúria e mais um trovão rasgou o céu como um aviso. Os ventos correram desesperadamente fazendo seu moicano se desfazer e o cabelo cair completamente sobre o olho. - EU NUNCA, EU NUNCA VOU TE PERDOAR! - O ódio transbordava e em resposta o céu parecia castigar a mata enquanto raios desciam e o vento arrastava tudo. A chuva só piorava e agora ele estava acabado, chorando na frente daquela coisa terrível. - A-Aioria... - A voz fraca do avô parecia ter despertado, mesmo que ainda ferido. - Voc-Você é especial, eu sabia, o avô trovão lhe abençoa, meu pequeno. - Viu um último sorriso no rosto daquele velho quando desfaleceu de uma vez. Aquela coisa parecia gargalhar, passando a mão onde deveria ser a barriga como se estivesse anunciando "oba, hoje tenho um banquete."

- AVÔ TROVÃO? BOSTA DE AVÔ TROVÃO QUE DEIXA ISSO ACONTECERRRRRRRRRR! - Gritou arrancando o totem da águia do seu pescoço com toda a sua frustração quando um raio desceu de fez da sua mão e acertou em cheio seu corpo. Pronto, estava morto, sentia que estava sendo puxado para o inferno quando percebeu que algo vibrava em sua mão. Abriu os olhos e viu seu corpo brilhando como se tivesse acabado de receber uma carga de energia imensa. Uma espada brilhava em sua mão. Sua lâmina era retorcida como se fosse um raio, fina, e curta, com inscrições em uma língua que ele já havia visto em algum lugar nas aulas, mesmo que pouco conseguisse prestar atenção ou entender algo destas.
"O-o O fi-lho... O FILHO DA TEMPESTADE!" Como conseguia ler aquilo? Estava escrito em grego?
A coisa avançou contra Aioria pronto para devorá-lo quando um instinto único, algo próprio, fez seu corpo fintar aquela coisa deixando o cabo da lâmina cortar sua barriga enquanto ele saia pelo lado chegando ás costas da criatura em rodopio para acertá-lo de com a lâmina mais uma vez fazendo com que fincasse em seu corpo e o mesmo virasse pó.
Caiu ajoelhado vendo o corpo do avô ali, morto, e a água da chuva parecia lavar qualquer coisa. O que era aquilo tudo? Deveria ter ficado em Washington onde tudo seria mais seguro e não existiria aquelas coisas místicas Cherokee. O choro escorria pelo seu rosto em um lamento quando agarrou o corpo desfalecido em prantos. Sentiu uma mão pesada tocar suas costas quando virou-se tentando pegar a espada, mas fora desarmado. - Se acalme, criança! - Aquilo apenas lhe deixou com mais raiva, mas quando percebeu aqueles chifres achou que seria o fim, mais um inimigo daquelas coisas esquisitas. Sua cabeça rodou como em um lampejo e ele já não estava mais lucido, não estava mais em pé para garantir sua sanidade. Desmaiou vendo o céu, as nuvens, o vento lhe carregando para bem longe até, que como um espectador, conseguiu ver a imensidão vasta de um poder inimaginável.
A construção impecável, o dourado vivo, o bronze celestial. As colunas, a riqueza que aquele lugar emanava lhe deixou tonto por algum tempo. Onde diabos era aquilo? Nunca havia visitado um local tão intenso, tão forte como aquele. Suas pernas pareciam caminhar sem que nem mesmo ele precisasse esforça-las, como um imã era arrastado para uma grande sala repleta de tapeçarias das mais variadas figuras. Eram borrões em sua visão ainda afetada, mas ele entendia finalmente que aquilo eram figuras contando algum tipo de história. Mal percebeu que mais ao fundo, com tronos enormes feitos de ouro, existia uma figura de costas a observar o que parecia ser uma buraco enorme no céu. "Você está aqui, finalmente." A voz ecoou pelo local quando seu corpo pareceu receber uma descarga elétrica enorme. Seus olhos arregalaram ao ver aquela figura, cabelos brancos, enormes, barba, e uma manto branco em mesma forma parecendo uma espécie de raio em mãos. - O...A-A-Avô...Trovão... - Gaguejou mesmo que a voz fosse mais com um eco da sua mente. "Você está em um sonho, não adianta. Mas queria vê-lo, queria ter certeza do quanto você cresceu. Sua mãe, ah sim, ela era formidável. E pelo que vi, você também o é. Este é o Olimpo, logo estão indo buscá-lo para que possa viver ao mundo que de fato pertence." Aioria pensou ter visto algum riso naquele rosto, mesmo que este estivesse de costas para ele. "Meu herdeiro, o mundo dos heróis espera por você!" E tudo girou mais uma vez como se um tufão o arrastasse de volta a realidade e seus olhos se abriram, ainda jogado no chão, tonto, sentindo que tudo havia mudado...Só ele não sabia ainda.


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Re: Teste para filhos de Zeus

Mensagem por Nikolai Czarevich em Sab 21 Mar 2015, 23:19





Características Físicas


Andrew sempre se destacou pela sua altura, apresentando cerca de 1,90 m. Tem porte físico atlético, desenvolvido pelos anos passados no exército. Diferente dos demais filhos de Zeus, que em sua maioria apresentam olhos azuis, Hawke possui olhos verdes. Seu cabelo, curto e liso, é castanho escuro, assim como a barba, ainda por fazer, que demonstra que tem uma certa idade, mesmo não aparentando ser tão velho.
Além do porte físico e a barba, sua expressão facial ajuda a passar a imagem de um homem sério. A pele clara traz consigo algumas cicatrizes, marcas que nunca o deixarão esquecer seu passado.

Características Psicológicas

Diferente da maioria dos semideuses, Hawke não tem TDAH, o que o ajudou nos anos passados no serviço militar, sendo frio e concentrado. Teimoso, um de seus piores defeitos é o orgulho, além de que odeia ser contrariado. Contudo, não desiste de seus objetivos, lutando até o fim e tirando força de lugares inimagináveis para se manter firme.
É um homem com mente perturbada pelo seu trágico passado, e desde um episódio em especial tenta se reerguer. Desconfia de todos, sendo difícil confiar em alguém.
No campo de batalha é frio, evitando demonstrar qualquer sentimento.

História

Manhattan, 11/07/2001

Tudo que Andrew via eram cinzas. Destruição. Grandes blocos de pedra misturados a objetos indistinguíveis naquele estado se esparramavam pelo chão. Os escombros tomaram grande parte da cidade de Nova Iorque, que a deixaram em um completo caos. Quantas vidas haviam sido tiradas? Ele não fazia ideia. Mas, mesmo que não quisesse acreditar, já sabia de pelo menos uma. Sua mãe.

O garoto, com treze anos, havia saído da escola correndo, sozinho, atrás do World Trade Center após saber do ocorrido que tomou as emissoras de televisão do mundo inteiro. Dezenove terroristas roubaram quatro aviões norte americanos, e dois colidiram com as Torres Gêmeas num ataque suicida, matando, além dos passageiros, inúmeras pessoas nos edifícios. E naquele dia, Jenna Hawke estava ali, trabalhando.
Chegando próximo à área do ataque, fora barrado por bombeiros e policiais que tomavam conta do lugar. Tentou explicar a situação, e foi retirado dali, sendo amparado por alguns dos homens.
Ele ficou ali, fitando o entulho, com o coração acelerado e lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Até as mortes serem confirmadas.

Andrew havia chegado em casa, e coincidentemente aquele era o dia do aniversário de sua mãe. No quarto dela, olhava para os pertences femininos, lembrando de todos os anos passados com ela. Seus olhos derramaram mais lágrimas naquele dia do que um homem derramaria em uma vida inteira. E ali, naquela cama de casal, ele dormiu de tanto chorar. Sentia-se pequeno em relação ao móvel, percebendo como era minúsculo para o mundo. Não fez mais nada desde que chegou em casa, a não ser ficar parado naquele cômodo de um apartamento de Manhattan, até suas pálpebras fecharem. Ele desejava que se fechassem para sempre, para poder reencontrar sua progenitora, mas foram apenas algumas horas.
Conseguiu vê-la em seu sonho; mais linda do que o habitual. Estava com aspecto mais jovem, com os longos cabelos castanhos caindo sobre os ombros; trajava um vestido branco cuja cauda tocava o chão. O ambiente era similar a uma igreja, porém não havia imagens de santos ou nada do tipo. Era como se estivesse vestida de noiva, mas sem padre, nem noivo, nem nada. Apenas aquela mulher fitando o altar, embora não parecia haver nada ali.
- Mãe...? - O garoto soluçou, não acreditando no que estava vendo.
- Ela não pode ouvi-lo, filho. - Uma voz grossa ecoou pelo local, e Andrew parecia jurar sentir o chão tremer. A voz era como o som de um trovão, e ele, mesmo sem reconhecê-la, sentiu um arrepiou ao ouvi-la.
Virou-se, vendo um homem de pele clara, longos cabelos brancos - assim como a barba -, vestindo uma espécie de túnica.
- "Filho"? Quem é você? O que faz aqui? Por que diz essas coisas sobre a minha mãe? - Hawke perguntou.
- Eu sou seu pai, Andrew. Zeus, o rei dos deuses. - O homem respondeu.
Naquele momento, o menino forçou uma risada irônica, voltando logo depois a apresentar uma expressão séria.
- Não brinque comigo. Se você realmente fosse aquele tal deus grego, nada disso teria acontecido. - Indagou.
- Meu filho...
- Você não é meu pai! Não sei quem é você, nunca te vi. Que pai some e nunca mais aparece para o filho?
Ele se lembrou de que nunca teve uma figura paterna. Jenna, sua mãe, dissera que seu pai os abandonou após seu nascimento, e desde então nunca mais apareceu novamente. Ela não contava mais nada além disso. Seria porque ela não sabia de mais nada ou realmente estava escondendo algo?
- Olha, sei que é difícil acreditar... mas é a verdade. - O homem prosseguiu. - Mas nós, deuses, não podemos dar muita atenção aos nossos filhos. Porém eu sempre te olhei lá de cima. E espero que me dê orgulho. - Soltou um fraco sorriso, logo depois voltando à expressão rígida. - E você sabe que é especial, diferente dos outros. Vê coisas que mais ninguém vê. - Ele suspirou, com uma pausa. - Olha, tenho que ir. Lamento pela sua mãe, mas eu não podia fazer mais nada. Ela terá um bom lugar no submundo, isso eu garanto. Afinal, os juízes são justos. Até mais, filho... - E o deus dos trovões se desfez em uma fumaça branca, junto com a imagem de sua mãe, que tremeluziu.

Pentágono, 28/10/2014

Após o ataque terrorista que tirou a vida de sua mãe, Andrew decidiu, depois se alistar ao serviço militar aos seus dezoito anos, servir ao exército dos Estados Unidos, que lutava contra os tais radicais. Ele estava movido pelo raiva, pela vingança que buscava, querendo destruir aquele movimento. Por um lado, poderia ser visto como o herói que implantaria a paz no mundo; por outro, como um soldado carregado de ódio que estava determinado a matar e acabar com todos aqueles praticantes do terror. O exército americano, ao ver a determinação do jovem que se destacava entre os demais, utilizou isso a seu favor, pronto para transformá-lo numa das máquinas mortíferas que iniciariam sua vitória.
Mesmo sem saberem da origem de tal poder destrutivo, o garoto, que já havia se tornado um homem, era filho do deus dos deuses. Depois do primeiro encontro com seu pai, nada da sua vida fez mais sentido, mas ao mesmo tempo muitas perguntas foram respondidas. Todo o seu mundo se tornou num híbrido paradoxal e de antíteses. Entretanto, com o passar dos anos, Andrew acabou por se adaptar, até aceitar seu fardo.

E, treze anos após aquele acontecimento trágico que mudou sua vida, o filho de Zeus já não era o mesmo. Não era mais aquele garotinho frágil que chorava pela morte da mãe. Agora era o soldado Hawke, um grande militar da força armada norte-americana. Um semideus.

- Hawke. - Um capitão se aproximou. - Queria ter uma conversa em particular com você.
A prole dos céus estranhou aquilo, mas acabou por assentir.

Em um corredor, vendo que não havia ninguém por perto, o outro militar começou a sussurrar.
- Eu sei que você é igual a mim.
Andrew estranhou aquilo, e o outro prosseguiu.
- Quando você sai daqui. É porque aparecem monstros por perto, e você vai combatê-los. Eu também os vejo. Ou acha que você sozinho daria conta de tudo? Eu tinha minhas dúvidas, mas há tempos já suspeitava. E sinto que não estou errado.
- Harper, o que você está dizendo?
- Eu sou filho de Ares, soldado.
Naquele momento, Andrew ficou surpreso. Era o primeiro semideus que conhecera.
- Você não está preparado o suficiente e corre grande risco. Vou te levar a um lugar onde ficará um tempo treinando. - Harper prosseguiu.
- Eu não preciso disso, sei tomar conta de mim mesmo. E como sairia daqui do nada? Que lugar é esse? - Hawke indagou.
- Você treinou sua parte mortal, meu jovem. Se chama Acampamento Meio-Sangue, o único lugar seguro para semideuses. Você poderá melhorar sua outra metade. Eu também passei um tempo lá. E posso arrumar uma baixa temporária, caso queira voltar.
O filho de Zeus estava confuso com tudo aquilo. Sentia-se da mesma forma de quando ouviu a verdade de seu pai. Não, ele não queria ser aquele garoto fraco. Se houvesse uma maneira de se fortalecer ainda mais, ele aceitaria.
E então, sorrindo, Andrew aceitou.

Visita ao Olimpo / Combate

O super soldado americano já havia se despedido do exército dos EUA. Depois de anos de serviço, finalmente entendera o motivo de ter sido tão bem tratado pelos grandes militares e até governantes. Estava sendo feito de marionete, onde a cruel força armada norte-americana implantava cada vez, mais ódio em seu corpo. Sua humanidade era retirada, os sentimentos desligados. Estava sendo transformado em uma máquina.
Os meses passados no acampamento realmente lhe fizeram bem. Era uma sensação ótima estar em um lugar seguro, repleto de pessoas que lhe entendessem. E até meio-irmãos.

Entretanto, naquele dia, estava em um lugar diferente. Um lugar que nunca visitara antes, mas ao mesmo tempo sentia algo familiar.
A beleza do local era inigualável, com diversos templos e estátuas de deuses se espalhando pelo território. Flores das mais variadas espécies brotavam ali. Andrew estava no Olimpo, o reino dos deuses. A casa de seu pai.
Mesmo não mostrando muitos sentimentos, ele estava nervoso. Era a primeira vez que veria Zeus pessoalmente. E caminhando pela morada divina, ouviu uma voz lhe chamando. A mesma voz de pouco mais de uma década atrás.
- Certas coisas nunca mudam, creio eu. - Hawke virou-se, olhando seu progenitor divino, que tinha a mesma aparência de quando apareceu em seu sonho.
- Também estou feliz por finalmente vê-lo pessoalmente, filho. - O deus se aproximou.
- Vamos direto ao ponto, por favor. - O filho disse, após um sorriso. - Afinal, não acho que o rei dos deuses me chamaria até sua morada apenas para perguntar como estou. - Arqueou uma das sombrancelhas.
Zeus parou por um tempo, hesitando, e acabou por abrir um sorriso.
- E o prêmio de filho mais grato e carinhoso vai para... adivinha? Você! - Voltou a assumir a expressão facial séria. - Mas, bem, eu realmente queria lhe pedir um favor. Existe um irmão seu correndo perigo aqui por perto. Nós, deuses, não podemos nos intrometer muito na vida dos mortais, como lhe disse anos atrás. Então, por favor, vá lá salvá-lo. Leve-o ao acampamento.
O ex-militar hesitou também, achando confuso aquele pedido.
- E por que eu deveria?
- Olha, eu errei com você não lhe ajudando o suficiente. Não quero cometer o mesmo erro com um filho novamente. E não te chamei aqui apenas para isso, acredite. Poderia aparecer em seu sonho novamente...
- Invadindo meus sonhos.
- Por favor, entenda de uma vez. Você já é um homem, é maduro. Eu também quis que viesse para poder finalmente nos encontrarmos. Deixe para lá o passado. Eu lhe ajudarei a ser o homem forte que você quer ser, filho.
Houveram alguns segundos de silêncio. Porém, esses segundos pareceram horas. Horas que passavam em sua mente, trazendo todas as lembranças não só daquele onze de setembro de dois mil e um, mas de todos os seus vinte e seis anos de vida. As palavras do deus... seriam mesmo verdadeiras?
- Me diga onde ele está.



Hawke andava pelas ruas de Manhattan, procurando pelo endereço dado pelo seu pai. Depois de muito tempo voltara para onde fora criado, desta vez para salvar um garoto. E coincidentemente, estudava na mesma escola que ele mesmo estudara.

Em frente à Palos Middle School, ele esperava algo suspeito. Entretanto, nada anormal aparecia. Seus olhos semidivinos não captaram nenhuma presença de monstro.
Segurava sua lança, presente que recebera mais cedo de seu pai para auxiliar na missão, enquanto seu sabre, também presente de Zeus, estava embainhado em sua cintura, se escondendo entre as árvores do parque que se distribuía perto da escola.
Já era noite, e provavelmente aquele não era o horário de aula deles.
Graças à imagem dada pelo rei dos olimpianos, o filho do trovão pôde ver seu meio-irmão, que logo apareceu. O garoto andava acompanhado por outro, que provavelmente era um amigo. E então, analisando esse tal amigo, ele pôde ver seu adversário. Era um ciclope que o acompanhava.
- Posso entender o que os senhores estão fazendo aqui? - Um homem, provavelmente inspetor ou uma espécie de guarda noturno, se aproximou.
Naquele momento, o ciclope abriu um sorriso, avançando no homem. O jovem meio-sangue pareceu horrorizado, e antes de fugir o monstro virou-se para ele, após matar o homem.
- Não adianta correr... ou vai ser mais doloroso. - Abriu outro sorriso em seu rosto.
Hawke correu até os dois, apontando a lança para o adversário.
- Por que não mexe com alguém do seu tamanho? - Após gritar para a criatura, olhou para o garoto atrás dele. - Fique tranquilo, estou aqui para ajudar.
O ciclope se aproximou com um martelo na mão, ensanguetado. Provavelmente antes a arma estava em uma forma camuflada, considerando o fato de que só apareceu em tal forma após o combate com o segurança.
O ex-militar avançou, correndo ao redor da criatura, espetando-o com sua lança. Alguns dos golpes deixavam suas marcas, por onde sangrava, e se não fosse pela agilidade do semideus e pela lentidão do monstro, já teria sido mais um corpo ao chão.
E ali ficaram por alguns minutos, trocando ataques e desvios.
Hawke suava, e apesar de não ser atingido mortalmente pelos ataques do martelo, havia levado alguns socos e chutes do inimigo. Estava cansado daquilo, e não falharia ali, na frente de seu irmão. Não seria um garoto fraco.
Ele gritou, correndo até a criatura. Porém, ao invés de atacar, desviou, movendo-se para o lado, até consequentemente correr para as costas do adversário. Havia planejado aquilo: manter uma posição estratégica na frente do ciclope por um tempo, induzindo-o a arremessar sua arma ao chão. Assim, pulou nas costas do monstro, que estava abaixado, com uma das mãos para frente. Esta, que segurava sua lança, levou a ponta até o olho dele, que cambaleou para trás, gemendo de dor. Andrew saltou dali, caindo ao chão, e acabando por sentir certa dor com o impacto. Mas mesmo assim reuniu forças para se levantar, desembainhando sua espada e correndo até o inimigo. Aproveitando que este não via nada e estava cambaleando, deixou um corte em uma de suas pernas, seguindo logo depois até a outra, repetindo o ato. O monstro se ajoelhou, gritando e xingando o filho de Zeus, e então caiu para frente.
Quando sua face encontrou o chão, a haste da lança fora impulsionada para o lado contrário, chegando a perfurar sua nuca. Naquele momento, o adversário já estava imóvel, mas para finalizar, Hawke correu até suas costas e cravou seu sabre ali.

Andrew recuperou suas armas e foi até o menino.
Logo depois da luta, outros guardas e inspetores apareceram. Ficaram horrorizados ao se depararem com os corpos no chão, e rapidamente chamaram reforço policial.
Logo aquilo viraria um caos, e os dois filhos de Zeus já haviam começado a correr daquilo, fugindo das futuras injustas acusações.
- Quem é você? - O garoto perguntou, ofegante, parando após atravessarem o parque.
- Andrew Hawke, seu irmão. - Respondeu.
- Hã?
- Continue andando, não temos tempo para a conversa. Te explico tudo no caminho. Vamos, me siga.
- Olha, eu nem sei quem você é, por que te seguiria?
- Você ainda não viu que somos parecidos? Olha, a não ser que você queira ser pego por aqueles caras ou coisas piores, venha comigo, vou te levar a um lugar seguro.
O mais novo hesitou, mas optou por seguir o mais velho, o que seria a opção menos arriscada, visto que ele acabara de salvá-lo.
- Tudo bem, mas... preciso falar com a minha mãe. - Pegou um celular do bolso.
- Primeira regra, nada de celulares. - Pegou o aparelho e jogou-o no chão, enquanto ainda corriam. - Eles atraem monstros. E eu entendo que queira ver sua mãe, acredite. Mas depois que levá-lo até o acampamento, darei um jeito de se reencontrarem. Eu prometo.
O menino quis debater, mas por fim aceitou as ordens daquele que o acompanhava. Não sabia explicar, mas ele passava uma segurança em suas falas. Mesmo que não acreditasse naquele cara, sentia algo verdadeiro no que dizia. Como se já tivesse sentido aquilo. Depois de um tempo de silêncio, ele prosseguiu.
- Meu nome é Matthew. E que acampamento é esse?
Andrew sorriu, vendo que finalmente o garoto começava a entender tudo. Talvez Zeus estivesse certo em mandá-lo àquela missão.
- Não é muito longe. Agora que acho que já despistamos eles, podemos pegar um metrô ou um ônibus. - Parou por um tempo, estudando o local, procurando algum tipo de locomoção por perto e ao mesmo tempo procurando ver se os outros estavam próximos. - Se chama Acampamento Meio-Sangue, maninho.


observações:

Sei que a trama ficou com uns buracos, até corrida, mas é que ela é grandinha, então fiz isso para
1- Ser mais objetivo (além do mais, se detalhasse tudo, a ficha seria gigantesca)
2- Se eu realmente detalhasse toda a trama, não teria mais nada para falar em DiYs.
Então, é isso. Foi o que eu achei melhor. Qualquer dúvida, MP.
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Re: Teste para filhos de Zeus

Mensagem por 112-Ex-Staff em Qua 01 Abr 2015, 00:20


Avaliação

Mary Vanderval - Reprovada

Então pequena garota, como posso começar a análise de seu teste. Sinceramente você não passaria para filha de nenhum deus, ser da natureza ou qualquer grupo jogável. Seu teste está repleto de erros que nem mesmo irei me dar o trabalho de citar um por um, já que pelo menos 85% a 90% de sua ficha possui erros. Você certamente não releu seu texto antes de postar, sendo que se assim tivesse feito, teria conseguido consertar grande parte dos erros gramáticais, de pontuação e ortográfia. Como se não bastasse a grande dificuldade que tive para ler, você ainda é completamente coerênte, sendo que cita um titã estar atrás de você, depois cita ter matado o leão de Neméia. Recomendo que jogue como campista não reclamada, fazendo treinos para que possa melhorar a sua escrita, assim como leia as regras e principalmente tutoriais do fórum. Não reclamada por Zeus.

Aiden Strählführer - Reprovado

Primeiramente, você já por ter postado duas vezes o mesmo post já foi reprovado como consta nas regras. Ainda assim tentei ler seu teste, cara que bagunça é essa? Seu post está completamente bagunçado, sendo que ainda possui pelo menos 70% do texto em forma de diálogos e que ainda constam erros ortográficos e gramáticais. Recomendo que seja ais organizado, releia seu post em busca de corrigir erros, leia fichas aprovadas de outros players e tente jogar como campista não-reclamado, buscando conseguir maior experiência narrativa. Não reclamado.


Andrew Hawke - Reclamado como filho de Zeus

Caro soldado Andrew, recomponha-se perante seu soberano e mestre! Sinceramente pensei em não reclama-lo, sendo que tive motivos para isso, acredite. O modo como foi reclamado realmente chegou a ser um pouco estranho, por que Zeus faria aquilo? Por que ele diria algo em relação a você ser filho dele e não contar sobre o acampamento? Sinceramente ficou um pouco forçado, apesar de ao menos ter escapado das situações clichês. Sua visita até o Olimpo tambhém foi bastante estranha. Os deuses não deixam semideuses simplesmente irem visitá-los, nem mesmo os fazem um convite para "um cházinho da tarde"; Zeus não é diferente dos demais e mesmo sendo rei, há, um bom rei é o primeiro a ter de dar bom exemplo para seus liderados. Hera não gostaria nada de tal situação, assim como os outros deuses reclamariam o direito de poderem convidar seus filhos a irem até a morada dos deuses; realmente seus motivos para a visita foram um tanto quanto fracos e incoerêntes. Você cometeu um número considerável de erros de pontuação e concordância, sendo que começou parágrafos com "e", meu caro, "e" é uma conjução que possui papel de interligar orações, podendo ser aditiva ou advérsativa, não se inicia um parágrafo com "e". Você ainda foi incoerênte em relação ao ciclope, monstros quando morrem se transformam em pó dourado. Sei que realmente pode ter um bom tempo que tenha lido PJ, talvez quem sabe até mesmo nunca tenha lido; porém o fórum é dentro de tal série pelo menos em seus pontos mais básicos. Entretanto, você demonstrou vontade e esforço, o que não deixaria passar, além de escrever bem e se bem lápidado, um dia se tornará um excelente campista. Veja essa reclamação como uma oportunidade e voto de confiança, não sendo completamente por sua qualidade ou por ter feito um teste perfeito. Sugiro que sempre revise seus textos antes de postá-los, busque corrigir os erros citados e faça uma pesquisa sobre o universo de PJ. Qualquer dúvida me envie uma MP. Reclamado como filho de Zeus.

Qualquer dúvida ou reclamação, gentileza me enviarem uma MP.

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Re: Teste para filhos de Zeus

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