Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

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Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por Zeus em Sex 10 Out 2014, 20:43

Enfeites Tenebrosos
Eu adoro o halloween, é o único dia do ano em que todos usam uma máscara, e não apenas eu. As pessoas gostam de fingir que são monstros, enquanto eu tenho que passar o ano fingindo que não sou um.✖
Toc Toc Toc...
 Não me deixe entrar
Quíron precisava de uma ajuda a mais para deixar a festa de Halloween a mais perfeita possível. Recrutando um grupo de filhos de Afrodite, o centauro pediu para que eles junto com alguns filhos de Athena supervisionassem os demais campistas, que iriam criar enfeites de decoração para a festa. Tendo que ir até a cozinha resolver alguns problemas com as harpias, que se recusavam preparar os pratos horrendos criados pelos campistas, tudo estava nas mãos dos demais campistas; que traziam consigo alguns materiais para ajudar os demais a fazerem os enfeites mais tenebrosos e assustadores.

Pontos obrigatórios

- Façam uma introdução sobre os fatos introdutórios.
- Abóboras, papéis, canetinhas e tudo o mais que precisarem para confeccionar os enfeites estarão sobre mesas dispostas sobre o anfiteatro.
- É necessário que narrem criando e confeccionando pelo menos três enfeites para a festa de Halloween.
- Sejam o mais criativo possível.
- Os posts devem ser realizados até no máximo dia 17/10 ás 23:59 h do horário de Brasília.

 
Halloween
"You know what's the downside to kill you? 'Cause I can only do it once.
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Re: Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por Harleen F. Quinzel em Qua 15 Out 2014, 17:13




Round 2
Let's do this, motherfucka.


Deuses, como eu estava sendo requisitada! Até estava parecendo uma pessoa importante. Não que eu não fosse importante, quero dizer era eu, Harley Quinn, a pessoa mais importante do mundo depois do inventor de Nutella! As pessoas chamarem por mim para ajudar não era surpresa. Cof, cof. O negócio era que eles haviam me chamado para ajudar a decorar o Anfiteatro para a festa que ocorreria. O que basicamente queria dizer que eu precisaria desenhar e fazer coisas do tipo. Eu não era a melhor desenhista do mundo, dava pro gasto (a não ser que me pedissem para desenhar um Sol, meu Sol arrasava!).

O local estava uma bagunça de semideuses tentando arrumar as coisas. Havia pedaços de tecido, bonecos, manequins, balões, folhas, tudo espalhado por toda parte. Eu acho que até mesmo vi uma estátua que parecia muito com Dionísio só de sunga... Aquilo era definitivamente uma peça de Halloween.

– O que você está fazendo parada aí?

– AAAAI, CARAI! Não chega que nem ninja não, mermão! – Berrei depois do meu pulo de meio metro e de parar na minha posição de defesa contra ninjas assassinos.

Para a minha felicidade (nem tanta) não era um ninja, e sim um filho de Atena tentando botar ordem no lugar. Não tava dando muito certo não, diga-se de passagem. Estava para sair de fininho de perto do filho mandão da deusa sabe-tudo quando ele me agarrou pela camisa e me arrastou até um canto onde haviam várias abóboras. Que diabos ele queria? Que eu comesse todas?! Eu até comeria, mas pelo menos que as cozinhasse antes!

[Tadinha da Harley, tão burrinha...]
[Ela não é burra! Só nunca teve um Halloween decente.]
[Ok, e quem aqui teve? Quero dizer, geral mora no Brasil.]
[Não em on game, seu babaca, agora cala a boca e deixe a Harley continuar.]

– Faça uma cara em uma delas, como aquelas ali. Depois procure outra coisa para fazer. – Disse o loiro magricela saindo rebolando dali.

Fazer uma cara, ele havia dito... Bom, todos nós erámos semideuses, fazer a cara de uma bruxa ou coisa assim não nos assustaria. Foi então que a ideia veio até meus olhos. Nossa, isso foi quase um trocadilho ruim com relação ao que faria. ANYWAY! Resolvi que fazia um ciclope! Primeiro, era fácil porque ele só tinha um olhos; segundo, era um monstro; terceiro, um dos filhos de Hermes tinha pesadelos com ciclopes à noite, seria engraçado ver ele evitando a abóbora.

Desenhei  o rosto do ciclope na abóbora e quando terminei cortei a base de sua cabeça com a faca meio inclinada de modo a fazer uma tampa. Retirei todo seu miolo antes de começar a cortar seu rosto ciclopástico. Não demorei muito para finalmente o terminar. TÃ DÃ! The supreme cyclop pumpkin! Coloquei uma vela dentro dela e fechei sua tampa, acenderia-na somente na hora da festa, tal como em todas as outras abóbadas.

Eu já estava presentes a me levantar e ir ser feliz dormindo, quando o filho de Atena me encarou com cara de pincher raivoso. Como eu não queria ser mordida por um filho de Atena (quem sabe se eles não passam alguma doença?), voltei a sentar em meu lugar no cantinho das abóboras.

Muitas abóboras pequenas estavam jogadas num canto, provavelmente seriam jogadas fora ou fariam alguma comida com ela, ou mesmo as dariam para os cavalos e Pégasos. Olhei para as abóboras, olhei para os brinquedos de decoração do lugar que estavam em cima de uma mesa em outra parte. BANG! IDEIAS!

Corri afobadamente até a mesa e pequei um saco de aranhas médias, tesoura e cola quente, além de umas velhas pequenas. Logo que voltei para o meu canto-da-abóbora, comecei a cortar as patas de umas aranhas. Feito isso, cortei o topo das abóboras e retirei seu miolo, mas diferente da abóbora grande eu não usaria a tampa. Colei as pernas das aranhas nas abóboras e coloquei as velas dentro delas. Não era o melhor jeito de iluminar as coisas, mas era um jeito bem legal. É claro, eu havia feito. HO HO HO.

Muito bem! Eu estava ligada!

– LET’S DO IT, BITCHES! – Gritei erguendo os braços e indo procurar mais alguma coisa para fazer.

{ . . . }

Eu estava carregando uns quatro quadros sobre mitologia grega que alguém havia conseguido imprimir a figura e emoldurado... Se é que eles sabiam o que era impressora, era mais provável terem materializado tudo. Porque eu não podia materializar coisas? Mesmo sem isso eu era demais, pois é. Voltando aso quadros... Eu havia feito buracos nos olhos deles e pedido aos filhos de Hefesto para colocarem pisca-pisca vermelho atrás deles. Não entendi muito bem quando um deles começou a falar de fios e cabos, mas acho que aquilo funcionava à bateria. Preguei-os nas paredes do local onde ficava os camarins, pondo uns tnts (TNTs de papel, não de explosivo... Apesar de que... Não, de papel mesmo) pretos ao redor das imagens e também uma gaze que lembrava teia de aranha.

Não ia para por ai! Porque tinha muitas ideias – mentira, só tinha mais duas. Peguei três cabeças de manequins e perfurei-as em madeiras com uma base mais pesada, de modo que elas ficassem em pé sem dificuldades. Colei com a cola quente a gaze-teia-de-aranha nas cabeças, fixando mais no rosto: olhos, nariz, boca e queixo. Arrumei a gaze até o fim das três cabeças e pronto! Ficaram parecendo fantasmas lindos. Aaaawn. Eu poderia casar comigo mesma de tão inteligente e diva.

[Nossa, isso foi tão Tamara.]
[Tenho que concordar, foi mesmo.]
[MEU DEUS! VOCÊ CONCORDOU COMIGO!]
[ESSA NÃO! QUE DIMENSÃO É ESSA? O QUE ESTÁ ACONTECENDO?!]

E, por último, meu fantasma número dois. Precisei que um Feiticeiro se tele portasse pra me comprar linha grade de galinheiro, mas valeu à pena no fim. Sobre um molde de uma pessoa super de bom coração em voluntária [Mentira, ela tacou a grade de galinheiro na pessoa sem perguntar nada.], modelei o meu fantasminha fofinho, entortando aqui e ali até que ficasse com a forma que eu queria e que meu modelo estava – o que era uma pose meio depressiva. Eu e mais umas duas pessoas ficamos algum tempo tentando tirar o modelo do molde sem que meu fantasma-grade-de-galinheiro fosse arruinado, todavia logo conseguimos e finalmente eu havia acabado. Assim como minha ideias.

Olhei para os lados para ver se o pincher não estava por perto, e no segundo seguinte saí correndo para o refeitório. Qualé, eu havia ficado perto de abóboras e doces, o mínimo que podia fazer era ir comer naquele momento.


Fotinhas dos bags:
Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Cyclops+001
Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Spider-pumpkin-tea-lights
Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Freaky-family-portraits
Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Scary-spirits
Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Chicken-wire-ghost

Obs: Ficou uma merdinha, sorry, mas eu só queria fazer de uma vez o post. ;-;
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Re: Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por Étoiles de Médici em Qua 15 Out 2014, 19:29

Sdds criatividade, sdds

Um pouco atrasada e sonolenta, entrei no anfiteatro. A missão do dia era ajudar na criação da decoração da próxima festa de Halloween do Camp. O único motivo para eu estar ali era porque tinha cansado de todo o resto do Acampamento e precisar fazer algo diferente, e se não fosse por isso, nunca ajudaria de graça. Mas tempos desesperados exigem medidas desesperadas.
A variedade dos itens disponíveis para a confecção da decoração era imensa, mas minha criatividade havia ido tirar uma soneca. Por isso, peguei a primeira abóbora que vi pela frente e fui fazer o que a maioria estava fazendo: abóboras lanternas (ou seja lá qual for o nome dessas abóboras com olhos, boquinhas e luzinhas). Arrumei uma faca e uma caneta preta, sentei-me na arquibancada e comecei a trabalhar.
Primeira desenhei na superfície da abóbora com a caneta o típico sorriso torto que deveria parecer desdentado. Mas para fugir da clichegisse, ao invés dos olhos triangulares fiz uns óculos, com as lentes redondas e, para completar, na “testa” da fruta um raio, à la Harry Potter. Utilizando a faca cortei a boca, os óculos (não esquecendo das hastes dele) e a cicatriz da abóbora que sobreviveu.
Ainda usando a faca, tirei a parte de cima da fruta para a limpar por dentro. Fiz uma pausa e busquei em uma das mesas uma vela e fósforos. Após colocar a vela dentro da abóbora, risquei um dos fósforos e a acendi. Sobrava luminosidade no ambiente e faltava escurovisidade (hein?), por isso o teste drive da minha abóbora-que-sobreviveu-e-agora-ganha-a-vida-na-noite-como-lanterna não funcionou muito bem. Mas pelo menos deu para saber que funciona.
Apaguei a pequena chama e levei a abóbora para a filha de Atena que estava cuidando dos enfeites já prontos. Ela soltou um risinho ao ver minha obra de arte, mas agradeceu mesmo assim pela colaboração.
Sentei-me então em uma mesa, junto com um grupo de campistas que enfeitava uns copos de acrílico com tudo o que fosse possível. Observei o sátiro ao meu lado trabalhando para saber o que fazer, seguindo seus passos em seguida. Peguei um molde pequeno de arranhas e um pedaço de cartolina preta. Com um lápis risquei o formato do bicho no papel quatro vezes, depois recortando os desenhos cuidadosamente com uma tesoura. Achei no meio da pilha de coisas um copo laranja envolto por uma teia falsa, feita com linha branca, e colei minhas três aranhazinhas nele com cola quente.
Até que não ficou feio, e tinha muitos outros copos criativos por ali. Mas era chato, e minha criatividade ainda não tinha saído da casinha e vindo me fazer uma visitinha. Entediada, coloquei o copo dentro da caixa “Copos Já Decorados” e me levantei. Fiz um pequeno tour entre a linha de produção, procurando uma atividade que chamasse minha atenção, até achar um grupo afastado mexendo com velas. Cada um estava segurando uma vela vermelha para que a cera avermelhada caísse na vela branca e a deixasse parecendo... Velas ensanguentadas.
Apesar daquilo ser um trabalho chato, aproximei-me e peguei uma vela de cada cor. Acendi a vermelha e fiquei lá, esperando a cera derreter e escorrer até cobrir consideravelmente a vela branca. E, deuses, que coisa cansativa. Apesar disso, era muito melhor que abóboras lanternas e decorar copos. Alguma coisa naquilo roubou minha atenção, talvez o efeito final, ou a cera vermelha escorrendo e caindo no branco. Mas a hipótese mais provável é que parecia gostoso. Quando eu era menor, tentei comer vela uma vez. Minha mãe deu um treco, e eu aprendi que por mais que pareça delicioso, não se pode comer parafina. Porque eu não podia gostar de algo menos cansativo? Fiquei por ali, fazendo velas ensanguentadas até o estoque de velas acabar e eu não sentir mais meus braços de tão dormentes.
♦ The White Swan ♦ @CG
Étoiles de Médici
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Re: Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por Victor Demétrius Abaloha em Sex 17 Out 2014, 15:54



Trick or treat?



O garoto não demorou muito para ir ao anfiteatro. Algumas pessoas já estavam trabalhando em seus enfeites por lá e ele sequer tinha pensado em um decente para fazer, muito menos três. Quíron passou trotando por ali e sem demorar muito, riscou algumas palavras de uma possível lista de enfeites. O centauro foi embora e a prole de Deméter se juntou aos outros para fazer as decorações.

Uau! Pensou. O Halloween já está chegando. Finalmente a ficha havia caído e com força. Observou em volta as várias decorações criativas, e era dever dele criar uma nunca vista por ninguém.

Foi direto em uma abóbora já quase pronta. Pegou uma vela e com um corte rápido com sua faca, fez um buraco para que a vela se encaixasse. Fez então dois triângulos para serem os olhos e olhou para dentro da abóbora. A vela estava certa.
A boca não foi algo muito diferente. Fez um sorriso com um dente quadrado no centro. Estava na parte superior, já que utilizaria a parte inferior para outra coisa.

Deixou a abóbora de lado e pegou alguns palitinhos de churrasco e um a um pintou-os de cinza com algumas partes marrons, pareciam duas tirinhas de ferro enferrujado. Quebrou um dos palitos em vários pedaços e com cola uniu as pontas desses pedacinhos e os colou nos outros palitos, formando um trilho de trem. Quebrou mais um palito e repetiu a mesma ação anterior.
Encaixou o primeiro trilho de palitinhos na abóbora de forma que parecia que ela estava engolindo os trilhos. Pegou uma fita colante e passou entre os dois trilhos de palitinho e os uniu, formando um grande trilho de trem. Agora era fazer um carrinho.

— Alguém tem uma batata? — Gritou, acenando para todos. Tinha chamado atenção, mas ninguém tinha uma. Foi até a bancada e pegou uma cartolina preta e uma batata que magicamente apareceu ali. Pegou também uma caixa grande de fósforos e uma tesoura. — Batata vampiro é um oferecimento de Crepúsculo uma história de batata.

Chegou a sua bancada de trabalho e encapou a caixa de fósforos com a cartolina preta, fingindo ser um carrinho de montanha russa. Cortou duas asas de vampiro do estilo Drácula e os grudou com a fita colante na batata. Ela se parecia um pequeno vampiro em um carrinho de montanha russa em um trilho de trem prestes a ser comido por uma abóbora banguela.

— Agora faltam dois. — sorriu, indo pegar mais cartolinas, porém coloridas. — Morcegos são normais demais como enfeites pregáveis. Mas, o Quíron não é comum.

Correu até sua bancada e começou a desenhar um molde de centauro e então contornou-o em várias folhas de cartolina diferentes.

•••

Quando prontas, recortou uma a uma para então colocar todas, misturadas em uma pilha de Quírons com um arco nas mãos. Menos um, faltava apenas um enfeite.

Deslizou as mãos sobre a bancada limpando-a, enquanto limpava sua mente. Pensar com tantas coisas na cabeça não era bom e não iria fazer uma ideia surgir do nada.
Naquele exato momento um plim imaginário acendeu as ideias de Victor, que correu em direção dos assentos de pedra do anfiteatro com uma cola de isopor em mãos. Em vários pontos dos assentos foi pingando a cola e pingando a outra parte em outra cadeira de pedra, deixando um fio fino por ali. Repetiu essa ação algumas vezes do lado daquele primeiro fio e então começou a cruzar os fios criando uma grande teia de aranha. O processo era devagar e para fazer um ele demorara alguns minutos para fazer. Precisava ter calma para não estragar tudo e torcer pelo vento não arrastar as teias.

Fez mais teias em algumas partes dos assentos e foi para sua bancada novamente. A cola ainda estava na metade quando decidiu fazer em sua abóbora e em lugares onde os enfeites de parede poderiam ser pregados. Re-fez os mesmos movimentos de antes, sempre tomando cuidado para não cair ou coisa assim.
Realizou a ação até que a cola acabasse, só então percebeu que ficara cerca de duas horas enfeitando o anfiteatro com teias de aranha. Cansado e acabado de fazer teias, escreveu um bilhete e o deixou junto com suas criações.

Batata vampiro, centauros pregáveis, teia de aranha — Victor, monitor de Deméter.

— Mereço reconhecimento pela criatividade. — falou, acendeu a vela da abóbora com um fósforo e saiu dali, indo finalmente descansar.
thanks juuub's @ cp!  
Victor Demétrius Abaloha
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Re: Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por Sadie Bronwen em Sex 17 Out 2014, 23:15





- - - - - - - - - - - - - - - - - - boo!


Sadie e Radix ainda tinham o resto do dia no acampamento - agora que tinham vindo auxiliar na festa, não tinha sentido irem embora sem aproveitar. Ainda estavam dando voltas pelo acampamento, levando os pratos preparados para o anfiteatro quando ouviram a discussão.

— Não, sua besta! Aí vai atrapalhar a passagem das pessoas!

— Mas tem que ter algo pra chamar a atenção, Gil, e não me chama de besta! Você é que não tem visão!

Sadie não estava interessada em se meter na briga, mas Radix já havia se adiantado - a empousa adorava um barraco, por mais que tentasse se passar por alguém elegante. Sadie já a vira aos tapas na arena com outra feiticeira - não era uma cena que gostaria de rever, mas lhe dava uma boa ideia da amiga.

— Hey! Qual problema?

As meninas pararam, assustadas, mas depois sorriram, chamando as recém-chegadas para perto.

— Mais ajuda!

— Ótimo! Estamos mesmo precisando!

Antes que pudesse reagir, Sadie estava sendo empurrada para dentro do anfiteatro, até que a deixaram de frente para uma mesa cheia de material de artesanato.

— Aqui está!

A outra campista tomou nos braços o prato de gelatina, colocando-o em uma outra mesa com comes e bebes, enquanto explicava a situação.

— Precisamos de enfeites para a festa, mas somos poucos e acabamos meio perdidos! Quíron está na cozinha, com a maioria dos campistas, por causa das harpias - vocês devem saber, já que parecem ter vindo de lá... E ei, o que tem nesse ponche?

Ela perdia a concentração, olhando a bebida de Radix, que sorria.

— Segredo de família... Mas continue, qual o problema?

Agora a campista acabou despejando tudo em uma torrente: não tinham gente suficiente para decorar o salão, e de nada adiantava ter a comida sem isso, uma vez que grande parte da graça do Halloween estava na decoração. Elas eram filhas de Afrodite - Gil e Lyv - e estavam trabalhando junto com alguns campistas de Athena, mas o anfiteatro era muito grande para que dessem conta de tudo sozinhas.

— Vocês podem ajudar? Por favoooor?

Lyv fazia a típica cara de cachorro pidão. Mesmo Sadie não podia se negar a auxiliar, olhando-a tão de perto. Em parte, tinha medo de que a garota melosa começasse a chorar se dissesse não.

— Ok... Ao menos acho que de assombração e terror eu entendo...

Radix a olhou espantada.

— Quem diria, os mortos voltam à vida!

Sadie sorriu.

— Bem... Os fantasmas se divertem certo? Ou deveriam, como você vive tentando me lembrar.

Radix dava pulinhos junto com as garotas.

— AH!!!! Que bom! Vou até ignorar sua péssima referência, ainda que o filme seja um clássico. Mas o que você pretende?

Sadie lançou-lhe um olhar de esguelha.

— Bom... Se o que falta é mão de obra, eu acho que posso remediar isso...

Ela fez um sinal para que se afastassem, posicionando-se à frente de um espaço aberto bem no meio do Anfiteatro. Respirando fundo, se concentrou, e em pouco tempo podia sentir a temperatura do local baixando, filetes de névoa saindo do solo.

— Àqueles que vagam sem rumo, eu os convoco! Todos perdidos no limbo, sigam minha voz! Que seus caminhos desencontrados os tragam a mim! Obedeçam ao meu chamado, e apareçam!

sadie ouviu os gritinhos quando as imagens tremeluziram no chão ao seu redor. sete fantasmas aguardavam suas ordens, olhando para  o ambiente ao seu redor. Ela virou-se para as garotas de Afrodite.

— E então? O que precisam que eles façam?

A expressão de medo das meninas se transformou em um enorme sorriso. Uma animação tão grande, que até a dengosa Lyv se traiu.

— Mas que fod...

Ela levou às mãos à boca, escondendo parte do rosto, mas os olhos ainda estavam visíveis, e eles brilhavam mais do que os de um filho de Hermes com um plano maligno.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -


Uma fileira de filhas de Afrodite se divertia, engomando tecido sobre os fantasmas, com um spray. O bom era que o tule - previamente esfarrapado - dava o mesmo ar sobrenatural desejado. E ter um molde real ajudava bastante. Depois, posicionariam os fantasmas em locais estratégicos. Radix se divertia, cavocando abóboras e deixando os filhos de Athena sem graça. Sadie ainda olhava o que Gil e Lyv faziam, tentando aprender, enquanto outra parcela dos fantasma ajudava a pendurar tudo em seus devidos lugares, com seus poderes próprios. E sobre enfeites de pendurar, não poderiam faltar aranhas. Sadie aprendeu um truque fácil: lã acrílica. Utilizando uma de baixa densidade, bem rala, era só desfiar e prender nos lugares - árvores de aranhas instantâneas (assim que prendessem os enfeites nela). Era algo básico, mas até que charmoso. Mas ainda não havia nada chamativo. Então pensou em como usar as coisas que tinha ali.

Precisava da ajuda de um fantasma mais uma vez. Utilizando cola branca - muita cola branca - e rolos de barbante, tornou o fantasma sólido por alguns minutos - o suficiente para, com a ajuda de outros semideuses o local, preencher o espaço ocupado por ele com uma massa de bolas de papel forradas com plástico - uma espécie de base para o artesanato. Com a base pronta, Sadie pôde desativar a habilidade, e não precisava se preocupar se teria tempo hábil para terminar sua obra: primeiro, a colagem de bandagens, como se fosse fazer uma múmia. Depois, bastava pendurar a "coisa" de cabeça para baixo do lado de fora: uma vítima de aranhas gigantes! Fizeram outros casulos menores - do tamanho de bolas de basquete e ainda usando ataduras para o lado de fora, mas menores e com barbante encharcado em cola e bexigas de molde, para dentro - mais "sutil". Depois, com supercola, prendia as aranhas nos enfeites. Nesse processo, deu graças pelo moletom - estava com cola da cabeça aos pés no final. E apesar de fácil, não era rápido: precisava encher as bexigas, depois melecar o barbante, passar por toda a volta, formando o casulo com cuidado e, depois de seco, furar os balões para retirá-los. Ainda assim, fizeram vários casulos e aranhas, por sinal, era o que não faltava:  Filhos de Hefesto e Hermes montavam mecanismos para que várias delas subissem e descessem do teto, mas não era as únicas coisas - revoadas de morcegos falsos passassem ou mãos puxassem os incautos que se aproximavam das mesas... Seria divertido ver o susto das pessoas - ainda que a maioria ali provavelmente já tivesse enfrentando coisas bem piores.

Contudo, as coisas ainda estavam sem graça - provavelmente melhorariam com as comidas, mas era bom garantir. Ainda queriam mais atenção do lado de fora, e Gil mostrou a Sadie o que pretendia: um pisca-pisca com olhos. Não era complicado, e mesmo Sadie, que não possuía muitas habilidades artísticas estava conseguindo fazer: bastava desenhar olhos em bolinhas de pingue-pongue, fazer furos e encaixá-las no pisca. as canetinhas estavam ali pra isso, em diversas cores. O difícil era afastar os sátiros para que não comessem o material dos enfeites. Por sorte, Sadie era muito boa com intimidação. A benção dos olhos de Circe estava sendo muito útil nesse caso. Ela contudo não tinha muita coordenação para os encaixes, apenas pintando, e deixando o trabalho para a filha de Afrodite, mais jeitosa. Por outro lado, os olhos para a mesa não precisavam ser furados nem encaixados - eram apenas bolinhas de isopor e, depois de pintadas em grande quantidade, eram espalhadas pela mesa ou colocadas em potes. Sadie imaginou o que Argos acharia daquilo...

Um filho de Hermes surgiu com um truque bacana, e até Sadie precisava admitir que era bem bolado: utilizando um pote de vidro com água colorida e uma foto editada, ele montou em enfeite que fazia parecer uma cabeça em compota. Isso acabou fazendo as engrenagens da filha de Melinoe girar. Pedindo um pote de vidro, ela precisou de ajuda para que trouxessem mais coisas da cozinha: duas couves flor levemente cozinhas, gelatina e molho de tomate e uma bandeja. Ninguém comeria aquilo, mas daria um efeito na mesa. A primeira couve flor ela moldou levemente, sem talos ou folhas. A faca inicial era simples mas serviu ao seu propósito, e o velho truque de guardar a arma em seu coturno se provou útil - ainda que todos ali tivessem ferramentas para emprestar, se precisasse. Utilizando a bandeja, posicionou o vegetal. Então, misturou a gelatina consistente com o molho de tomate, espalhando pelo "cérebro". Já a segunda ela fez utilizando o pote de vidro: colocou o vegetal dentro e preencheu com a mesma água com corante que o filho de Hermes tinha usado. Depois, com um marcador, colocou as anotações: Cérebro em conserva. Gil achou divertido, e completou: Simon F. Geràrd, 2014. Sadie olhou, curiosa.

— Meu ex!

A garota riu, e Sadie até se sentiu uma adolescente comum, enquanto a ouvia contar sobre seus namoros - bem mais inocentes do que os casos de Radix, por sinal.

A empousa por sua vez fingia dançar com um esqueleto - trazido da enfermaria, tinham dito. Sadie entrou na brincadeira. Enquanto Radix se distraía, apontou para o objeto:

— Objectum anime!

O esqueleto ganhou vida, ensaiando um passo de dança e fazendo Radix dar um salto para trás. Procurando a criadora da peça, logo seu olhar encontrou Sadie. Agora, ela se vingava pelo que havia passado na cozinha. Foi a vez da semideusa dar um "tchauzinho", rindo da cara de assustada da amiga. Era estranho, mas se sentia quase comum naquele momento.

— Ei... Sadie, não é? Qual vai ser sua fantasia?

Agora, era a vez de Sadie se distrair.

— Fantasia? Eu não tenho nenhuma...

O grito abafado veio de trás de si:

— Eu não acredito! Precisamos resolver isso agora mesmo!

Lyv estava logo às suas costas - ela e Radix tinham se aproximado sorrateiramente, enquanto a empousa tentava colar aranhas nos cabelos de Sadie, recebendo um olhar irritado em resposta.

— Nós temos que resolver isso já!

Sadie era mais uma vez arrastada - dessa vez ao chalé de Afrodite. Ela já tinha visto antes, quando passaram pegar uma blusa emprestada após a cena de Radix na cozinha, e não estava com muito ânimo de voltar lá, mas não era uma questão de escolha.

— Espera... E os enfeites?

Lyv respondeu, resoluta:

— Já fizemos muitos, não se incomode. E está na hora da segunda turma assumir... Estamos fazendo um revezamento. E nós também temos que nos arrumar para a festa, então nem adianta tentar fugir. Sua amiga já me falou que você não gosta disso, mas esta é nossa especialidade. Va,os ensinar um truque ou dois que até você vai assimilar. Ora, onde já se viu?

Ela ainda foi resmungando por todo o caminho - trajeto que, apesar de durar apenas alguns minutos, já havia mudado sua opinião sobre as filhas de Afrodite. Se elas pudessem usar uma força tão grande na arena quanto Gil e Lyv demonstraram ao arrastá-la com elas, ela definitivamente não iria querer enfrentar nenhuma das duas. Não teve opção: resignou-se.

Enfeites:
Fotinhas de inspiração:

Fantasma - afinal, uma filha de Melinoe que se preze precisa deles!

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Decoracion-halloween-fantasma

Aranhas - Clássico. A árvore de aranhas seria do lado de fora, na entrada do anfiteatro.

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos F8y2humhiufsjg5-large2

Mas pode ser colocado em enfeites do lado de dentro também, como esta árvore menor:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos 0f3b717925116b14cebf902411862a25

E no caso dos penduricalhos de aranha, são estes aqui:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Como-fazer-teias-de-aranha-para-halloween-1

O pisca-pisca de olhos seria este:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Decoracao-com-bolas-de-pingue-pongue-e-pisca-pisca-6.jpg.pagespeed.ce.bwL09ur4kK

E os olhos decorando a mesa seguem o mesmo esquema, mas com bolinhas de isopor.

A cabeça feita pelo filho de Hermes com a foto é isso:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos F2FZTBXHSRZJ0GS.MEDIUM

Que na verdade, não passa de uma foto:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Cabe%C3%A7a-em-pote-02

E a feita pela Sadie, com a couve flor em conserva:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Decoracion-halloween-cerebro-coliflor

E o cérebro na bandeja:

Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos Cerebro-sangriento

No mais, um esqueleto dançante:P

Poderes:
Considerar todos os passivos, mas foram citados especialmente:

Nível 7
• Olhos Púrpuros: Adentrando os feiticeiros, e adquirindo a Benção de Circe seus olhos adquirem uma pigmentação púrpura chamativa quando você assim quer – que causa receio a qualquer mortal e/ou monstro que lhe encare diretamente.[ Modificado]

Ativos:

Objectum anime [ativo nível 5]
• Objectum anime. Quando recitado o feiticeiro pode trazer um objeto inanimado à vida, permitindo que ele se mova por conta própria. O Usuário pode manipular objetos, como carros, bonecos, cadeiras, etc.

Invocar Fantasmas {Avançado} [Nível 25]
Poderá invocar até sete fantasmas diretamente do mundo inferior. Além do mais, poderá pegar fantasmas como animais e monstros.

De itens, apenas a faca de reclamação, carregada sempre pela semideusa.


SHINJI @ OPS!
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Re: Missão Fácil especial de Halloween - Enfeites Tenebrosos

Mensagem por 095-ExStaff em Seg 27 Out 2014, 01:37


Avaliação
Cold...



Harleen F. Quinzel

Você possui uma narrativa extremamente envolvente e engraçada, mas de certa maneira exagera demais na informalidade da narração. Uma coisa é quando a sua personagem é informal e usa tipos diferentes de linguagem("internetês", por exemplo), e outra é quando você utiliza tal recurso na hora de narrar. Ainda que seja intencional, a repetição dessas informalidades ocasiona em perda de pontos, portanto peço que tome mais cuidado em relação a isso. Notei também alguns erros gramaticais em seu texto, simples, mas que devem ser apontados. Houve uma troca entre plural e singular em "ele só tinha um olhos", e uma falha de digitação em "Voltando aso quadros...". Além disso, em "Resolvi que fazia um ciclope!" houve uma falha no tempo verbal(o correto, seguindo sua narrativa, seria faria). Você também utilizou a palavra "velhas" no lugar de "velas" e pecou no uso da vírgula em "quero dizer era eu". Vale ressaltar que nem todos os erros citados causaram penalidades na pontuação, alguns foram apenas alertas para que não se repitam. No mais, meus parabéns.
Coerência: 50/50
Coesão e Fluidez: 25/25
Ortografia e Organização: 6/10
Objetividade e Adequação: 15/15
Total: 96 XP

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Kristy Grandine

Sua narrativa é envolvente e objetiva, apesar de simples, mas em alguns pontos ficou um pouco vaga, exigindo mais detalhes. Não consegui notar quase nada que se classificasse como um erro, e os que eu encontrei foram simples demais para causarem grandes descontos. O primeiro deles foi em "O único motivo para eu estar ali era porque tinha cansado de todo o resto do Acampamento e precisar", onde 'precisar' não concorda com o restante da frase, e o segundo foi em "Primeira desenhei", onde mais uma vez a falha foi na concordância. Além desses dois, houve a repetição de 'velas' no último parágrafo do texto, sendo que tal repetição poderia ser evitada se a palavra fosse substituída. Além disso, houve um outro detalhe que me incomodou em seu texto. Em duas ocasiões - 'criação da decoração' e 'confecção da decoração' - você utiliza palavras com terminações iguais muito próximas uma da outra, de modo que cria uma sensação de eco, o que não caracteriza um erro, mas ainda assim é, de certa forma, incômodo. No mais não tenho nada a apontar.
Coerência: 50/50
Coesão e Fluidez: 22/25
Ortografia e Organização: 9/10
Objetividade e Adequação: 15/15
Total: 96 XP

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Victor Demétrius Abaloha

Bem, Victor, embora seu texto não tenha ficado ruim, ele ficou bastante vago em alguns pontos. Faltaram detalhes e descrições que complementariam a narração, o que dá a impressão de que foi feita às pressas. Além disso, um dos erros que eu mais notei foi a repetição de algumas palavras, como 'vela', 'trilho(s)', 'palito(s)/palitinho(s)', entre outras que poderiam ter sido retiradas do texto ou substituídas por outras sem que houvesse prejuízo na semântica. Notei também alguns erros gramaticais, como a falta de vírgula em "Batata vampiro é um oferecimento de Crepúsculo uma história de batata." e a ausência de crase em "Chegou a sua bancada". Não foram falhas graves, e por isso o desconto foi mínimo, mas é necessário se atentar a detalhes como esse para aperfeiçoar cada vez mais o seu texto.
Coerência: 50/50
Coesão e Fluidez: 18/25
Ortografia e Organização: 9/10
Objetividade e Adequação: 15/15
Total: 92 XP

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Sadie Bronwen

Seu texto ficou excelente, e mesmo procurando atentamente não pude notar muitas coisas que se caracterizassem como erros. A narração é fluente, e passa uma sensação de "imersão" a quem lê, além de rica em detalhes e emoções. Ainda assim, alguns pequenos deslizes se fizeram notar. No parágrafo "sadie ouviu os gritinhos quando as imagens tremeluziram no chão ao seu redor. sete fantasmas aguardavam suas ordens, olhando para  o ambiente ao seu redor. Ela virou-se para as garotas de Afrodite." você esqueceu-se por duas vezes de iniciar a frase com letra maiúscula, e houve uma repetição de 'ao seu redor' que incomoda ao leitor. A repetição também acontece no primeiro parágrafo, com a palavra tinha(m), embora neste caso tenha sido menos aparente e não pareceu causar prejuízo. Em outro ponto da sua narração(colagem de bandagens), ocorre uma espécie de eco causado por duas palavras com terminações extremamente parecidas sobrepostas. Houve também um erro de digitação em 'Va,os'(quando o correto seria 'vamos') e em "Qual problema?"(onde faltou um 'o'). No mais, não consegui perceber outra falha.
Coerência: 50/50
Coesão e Fluidez: 24/25
Ortografia e Organização: 8/10
Objetividade e Adequação: 15/15
Total: 97 XP

Descontos: -x-
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♣ Atualizado pela Írislene ♣


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