— The brand of justice ~ Jordan O'Donnell

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

— The brand of justice ~ Jordan O'Donnell

Mensagem por Caitlin Sternefeld em Qua 15 Out 2014, 20:02


The brand of justice




Tópico destinado às DIY's de Jordan O'Donnell com o objetivo principal de desenvolver a trama do personagem. As narrações abaixo podem conter palavras de baixo calão, insinuação de sexo, entre outros. Então, sem mimimi de que não foram avisados. Obregadu.

Caitlin Sternefeld
Caitlin Sternefeld
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
69

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — The brand of justice ~ Jordan O'Donnell

Mensagem por Caitlin Sternefeld em Qua 15 Out 2014, 21:05


The brand of justice




O som preferido da prole de Hefesto ecoava por toda a forja: um martelar ritmado sobre uma lâmina disforme. Era com grande habilidade que Charlie dava forma a uma espada, a qual havia sido encomendada mais cedo do mesmo dia. Jordan mal esperava para conseguir fazer o mesmo.

Ele estava auxiliando seu irmão na forja naquele dia. Enquanto ficava no balcão, atendendo outros campistas que encomendavam suas armas, Charlie trabalhava duro produzindo as encomendas. Tudo bem, o trabalho de Jordan não era dos mais difíceis, nem dos mais divertidos, mas ele sentia-se bem ali; além disso, seu meio-irmão deixava que ele fizesse funções mais simples nas armas vez ou outra.

A forja era bem estruturada, embora as camadas de poeira deixassem o ambiente com um aspecto não muito receptivo. Era uma área com cerca de dez metros quadrados, dividida em duas partes: a sala de espera e a sala de forja. Na primeira, sofás bem acolchoados e mesinhas de madeira bruta ficavam dispostos, e um carpete gasto, cheio de fuligem e poeira - de novo ela - podia ser notado. Nas paredes, armas de todos os tipos serviam de decoração: desde adagas e punhais a martelos e machados; ainda que Jordan achasse que aquilo também servia de mostruário para qualquer um que ali chegasse.

Não fosse a ótima arquitetura do local, o calor dentro da forja seria insuportável; dutos de ventilação davam um fluxo contínuo de ar ao local, além das janelas perto da porta de entrada e de resfriadores espalhados pela sala de espera. Jordan sempre quis que algum daqueles refriadores quebrasse, assim ele poderia tentar consertá-lo. Seria incrível para ele.

— Jordan, mais algum pedido? — perguntou Charlie, parando um pouco para limpar a fuligem de seu rosto com as costas da mão.

— Não muitos. Só o escudo de bronze sagrado e aqueles ajustes na armadura, ambos do filho de Ares. — Pronunciou-se O'Donnell.

— Então paramos por hoje. Vá fechando a forja. — Falou, movendo-se para guardar o material usado.

Jordan foi rápido. Fechou as janelas e passou-lhes os ferrolhos, guardou os itens sobre a bancada e arrumou os sofás que foram bagunçados pelos clientes. Antes que esquecesse, desligou os resfriadores e foi mais para o interior da forja, onde Charlie estava.

O trabalho ali estava reduzido. Primeiro, porque Charlie era organizado o suficiente para deixar pela bancada apenas o que usaria. Segundo, porque Charlie era rápido o suficiente para ter guardado quase 70% de tudo o que havia usado. Ora, Charlie era um exemplo de forjador!

Jordan levou alguns alicates que estavam sobre a mesa de trabalho e os guardou em seus devidos lugares, pegou um pano úmido e passou-o pela mesma mesa, retirando a fuligem depositada ali. Enquanto isso, Charlie guardava metodicamente os martelos de forja, ordenados pelo tipo, num armário mais afastado.

Enfim, fechar a forja era uma tarefa cumprida. Jordan apagou as luzes e Charlie fechou a porta ao saírem, encerrando ali mais um dia de trabalho. Restava voltarem para o chalé naquele fim de tarde, jantarem e, depois, irem dormir.

{...}

Batatas, bife cozido e muito refrigerante. Após aquela refeição, regada a risadas e desafios tolos, Jordan sentia seu estômago muito estufado. A moleza tomou conta de seu corpo, e o filho de Hefesto não conseguia fazer mais do que deitar em sua cama e esperar pelo poder de Hipnos. Este não tardou.

Jordan logo fora levado pelos domínios dos Oneiros, caindo num turbilhão de informações. O primeiro pesadelo da noite começara com uma escuridão sem fim, como se a prole de Hefesto tivesse dado um mergulho sem volta no próprio corpo do deus Érebo. Ali não havia barulhos ou formas, não havia sensação de frio ou calor. Mas Jordan sabia que estava presente ali, sentia o seu corpo de alguma forma que nem mesmo ele sabia explicar.

Era como se estivesse deitado em algo sólido, mais duro que sua cama, sem dúvidas. Contudo, não era gelado como o chão. "Onde diabos eu estou?", perguntava-se mentalmente.

Do inesperado, uma voz altiva cortou o silêncio. Primariamente baixa, para logo depois subir gradativamente em seu tom. Naquele momento, Jordan estava estático; não sabia quem era a dona daquela voz - ah, sim, dona, porque aquele timbre era visivelmente feminino - e nem queria descobrir.

Tentou focar no som, de onde ele vinha, mas sua mente estava confusa. A voz aparentemente vinha e todos os lugares: da esqueda, da direita, de cima, de baixo, de dentro. Impotente, Jordan apenas ouviu.

— O primeiro dentre os puros. O líder dentre todos. O primeiro marcado. O incumbido das seis escolhas. Aquele que definirá para onde irão. Aquele que ordenará a grande batalha. Aquele que porta a decisão do fim. — Parou por alguns segundos, e só então continuou. — A primeira estará nos domínios da agricultora, molestada e à mercê do ceifador. A segunda e a terceira estarão na fortaleza, guardadas, porém não seguras, presas nas garras do destino. O quarto estará no lar dos transgressores, aguardando sua sentença. O quinto estará no reino sombrio, guardado pelos seis olhos famintos, ávidos pela carne negra. O sexto estará escondido, fungindo da ordem; será aquele de escolha mais rebuscada, movido por sua descrença, procurado pelo manto negro: o que vê o invisível. No fim, os sete estarão juntos, escolhidos por sua pureza e sede de vingança. No fim, todos sucumbirão na grande batalha.

Com as últimas palavras, O'Donnell acordou.

Sentou-se repentinamente na sua cama. Seu corpo suava frio, sua mente confusa ainda guardava cada palavra dita pela mulher desconhecida, como se cada letra pronunciada fosse marcada a ferro quente na mente de Jordan.

O garoto levantou-se, arfando. Seus olhos perscrutaram todo o entorno, focando em cada prole de Hefesto dormindo inocentemente ali. Seu coração voltava lentamente aos batimentos normais; sua mente, aos poucos, se acalmava. Respirou fundo algumas vezes e tentou expulsar o pesadelo de sua mente, deirando-se de novo em sua cama.

Agora, seu sono se esvaíra. Os olhos de Jordan estavam fixos no teto, como se analisasse aquilo como fazia com uma máquina.

Por mais que tentasse, as palavras não saíam de sua mente. A voz altiva da mulher continuava a ecoar, como um gravador posto a reproduzir todos os períodos falados. E ele nem ao menos compreendia.

O'Donnell fez uma prece silenciosa a Hipnos, pedindo que tivesse sono novamente; à Oniro, pedia que deixassem seu sono sem pesadelos e qualquer coisa do tipo. Esperava que, mesmo sem qualquer oferenda, fosse atendido. Tivera um longo dia, e teria outro assim que acordasse; necessitava dormir, não apenas queria.

E, mesmo temendo novos pesadelos, Jordan caiu no sono. Lembraria de recompensar Hipnos por aquilo.

{...}

O cenário não era mais a escuridão completa, mas sim um enorme quintal de uma casa de campo em Oklahoma.

Mesmo que se passassem vinte, trinta, até 50 anos, Jordan nunca esqueceria aquela visão. Eram os fundos da casa de seu avô, Michael; uma grama verde cobria toda a extensão, ainda bem cortada e bem viva. Com cerca de vinte metros quadrados, tinha poucas árvores - todas grandes e robustas - as quais forneciam uma sombra tão gostosa que o filho de Hefesto poderia ficar embaixo de uma dela por horas. E, claro, recostada a uma das árvores, uma mesa de madeira com bancos artesanais podia ser notada. Sobre ela, comida caseira liberava um delicioso aroma, tão convidativo quanto oito anos antes.

Pelo que ele se lembrava, a casa em si era bem modesta: poucos móveis e poucos cômodos, mas todos espaçosos e aconchegantes. Fora ali que ele viveu até os oito anos, junto de seu pai e de sua mãe. Fora ali o leito de morte de seu avô. Fora ali que sua vida como semideus começou, logo após uma ave gigantesca tentar fatiá-lo em cubinhos.

A imagem tremeluzia, e Jordan temia que ela se desfizesse. Diferente do sonho anterior - ou pesadelo, melhor dizendo - O'Donnell não sentia uma necessidade de sair dali. Ao contrário, ele queria reviver cada momento.

Talvez ele estivesse começando a desenvolver poderes oníricos, ou sua vontade de aquilo se realizar estava muito grande, porque instantes depois a porta dos fundos se abriu, e um pequeno Jordan de oito anos passou correndo por ela. Atrás dele, uma mulher belíssima apareceu, trajando um vestido leve; acompanhando-a estava um homem rústico nada parecido com Jordan, aquele que algum dia disseram ser o pai de Jordan, o que obviamente não era verídico.

O pequeno Jordan correu para a mesa, olhando aquela comida bem de perto, quase comendo-a com os olhos (e isso até o Jordan atual teria feito, caso fosse possível). Rapidamente, a mãe dele, doce como sempre, foi até a versão junior da prole de Hefesto, controlando-o para que não comesse com as mãos.

— Bons tempos, não? — dissera a mesma voz de antes, a do sonho obscuro. Aquele tom altivo, repentino, fez com que os pelos do garoto se eriçassem. — Pena que alguém destruiu isso, não é, Jordan Camihael O'Donnell?

O garoto endireitou-se. Fosse quem fosse presente ali, era poderosa. Fizera-o cair em dois sonhos, ambos na mesma noite, com alguma intenção oculta.

— Acorde, garoto, precisamos conversar. Vá à forja em que esteve mais cedo agora mesmo, espere por mim lá. E não demore.

De novo, as palavras da mulher desfizeram o sonho, e a consciência de Jordan fora jogada violentamente de volta ao seu corpo.

{...}

"Devo estar maluco", pensava ele.

Trajando pijama e pantufas, enrolado no primeiro casaco que viu, dirigia-se silenciosamente até o local dito pela mulher. Naquele momento, nenhum perigo passava por sua mente. Não ocorreu-lhe que alguma harpia poderia flagrá-lo ali e tentar devorá-lo, ou que algum outro monstro poderia fazê-lo de lanchinho da madrugada, ou ainda que fosse descoberto e acusado de tentativa de furto.

Finalmente, andando a passos largos, chegou até a construção tão conhecida. Àquela hora da madrugada, com luzes apagadas e um silêncio mortal, a forja Burnscalck não era das muito atrativas. Na verdade, nenhuma ali era.

Não demorou mais do que trinta segundos para que uma imagem, no fim do corredor em que o garoto estava, tremeluzir. Dali, uma mulher imponente, usando um vestido vermelho - curto e bem justo - saiu a passos curtos. Cada passo seu era um arrepio em Jordan, e mesmo dali o garoto sentia a sua aura forte. Nunca sentira algo tão poderoso.

A mulher demonstrava confiança, mas ainda assim O'Donnell não sentia-se confortável. Sentia seus olhos presos a ela, e seu corpo não respondia a estímulos. Até sua mente parecia travada.

— Ótimo, você já está aqui. Assim me poupou o trabalho de ir te fulminar e perder toda a sua valiosidade. — Falara, emitindo uma risada mais do que audível. — Vou ser direta, O'Donnell, não temos muito tempo. Eu escolhi você para um pequeno trabalho, algo que pode ser decisivo num futuro próximo. Mas eu não posso contar o que é, obviamente. A primeira coisa que quero saber é se você aceita carregar o seu fardo, sem receios ou dúvidas.

Sinceramente, os pensamentos de Jordan não estavam em ordem nem para somar dois mais dois, quanto mais para decidir algo que pode ser decisivo num futuro próximo.

— E então, herói? O que me diz? Eu já te disse que não temos muito tempo — falou a mulher. Bufou em conseguinte e alisou os cabelos, e prendendo-os atrás da orelha. — Se te ajuda a pensar, vai ser a oportunidade que precisava para se vingar daquele que tanto te fez mal.

Em reação a essas palavras, o coração da prole de Hefesto palpitou. Como a névoa que se esvai e revela o horizonte, as suas memórias voltaram, vívidas. Novamente, viu todo o seu sofrimento vir à tona.

Seu avô morto, enrolado em lençóis de algodão, deitado na cama que dormira por anos. Seus pais e ele no enterro do patriarca, chorando aos montes. Seus pais e ele anos depois, numa casa mais afastada do centro de Oklahoma, durante uma briga violenta. Sua mãe e ele numa praça, esperando que seu pai chegasse, para que Jordan ficasse o fim de semana na casa dele - agora separados, Jordan permutava numa guarda compartilhada. Um jovem armado do que pareciam espadas, matando sua mãe naquela praça. A chegada de um garoto que lutou bravamente contra o assassino para que Jordan fugisse. A dedcoberta que seu suposto pai não era mesmo seu progenitor. O momento de sua chegada violenta ao Acampamento, seguido por um cão infernal.

— Última chance, semideus — dissera ela, impacientemente. Jordan voltara a si, saindo de suas ilusões, olhando novamente para a mulher.

— Eu aceito — disse, seco. Naquele instante, um sorriso perturbador formou-se nos lábios da mulher.

— Que assim seja. — Levantou a sua mão esquerda e nela um brilho tênue se formou. Recitando algumas palavras, o brilho formara um circulo, o qual desprendera-se da mão da mulher e tomara o tamanho de um dracma. Como um tiro de flecha, fira disparado até o peito de Jordan, que caiu para trás com o impacto.

Um misto de dor e confusão inundou a mente do garoto, enquanto um símbolo queimava em seu peito, tomando uma forma que ele ainda não discernia. Sua carne fumegava, e mesmo o seu convívio com as forjas não o ajudou naquele momento. O'Donnell gritava a plenos pulmões.

{...}

Aquela fora a sua última lembrança. Dor. Agonia. Confusão. Depois disso, apenas uma escuridão tão profunda quanto a do primeiro pesadelo da noite anterior.

Agora, Jordan estava deitado em uma das macas da Enfermaria Central, com dois enfermeiros ao redor de si. Sentia seu peito desnudo, e logo a forte lembrança da dor voltara. O que diabos havia sido aquilo?

Ele tentara se entar, mas o cenário a seu redor girou, fazendo-o voltar à posição anterior. Tateou o local em que fora atingido, e ali sentiu algo circular, como se tivesse sido marcado similarmente ao que faziam com os cavalos.

— É um símbolo. E quem quer que tenha feito isso, garoto, selou um compromisso com você.

A voz da garota o fez lembrar-se da mulher da noite anterior. Compromisso. Ela...

Abre q:
— Recompensa almejada:


{Justice} / Marca [Símbolo circular do tamanho de um dracma, similar a uma cicatriz, sobre o lado esquerdo do peitoral do semideus. Em seu centro há uma balança equilibrada, vermelha, e ao redor dela um círculo perfeito, também vermelho. Aparentemente não tem efeito algum, além de queimar e dar dores vez ou outra ao meio-sangue.]


— Poderes:

— Passivos: todos até o nível 7;
— Ativos: nenhum.


— Itens:


— Não utilizados.


— Observações:

— Ficou confuso e pá, eu sei. Tentei colocar aí explicado ao máximo que poderia sem revelar muito, apenas digo aqui que isso vai ser uma vingança/trama grupal, a qual tem como base os assassinatos cometidos por mercenários, e acho que ficou claro que os pais de Jordan foram alvos de um desses.


Caitlin Sternefeld
Caitlin Sternefeld
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
69

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — The brand of justice ~ Jordan O'Donnell

Mensagem por 100-ExStaff em Qui 16 Out 2014, 16:57


Avaliação




Mesmo com alguns errinhos de digitação rápida, sua DiY foi um texto bem desenvolvido, com ótimo enredo, domínio narrativo excelente e a dose certa de suspense e mistério. Me senti presa ao texto de um jeito que raramente fico; ansiei por mais e mais, mesmo não tendo lutas ou qualquer tipo de confronto. Foi uma leitura maravilhosamente agradável, e por causa disso não demorarei muito em vossa avaliação. Citarei os únicos pontos que me desagradaram, mesmo que infimamente, que resultaram em pequenos descontos nos critérios de avaliação.

A voz aparentemente vinha e todos os lugares: Nessa oração, você comeu uma letra. O correto, neste contexto, seria "de todos os lugares".

Respirou fundo algumas vezes e tentou expulsar o pesadelo de sua mente, deirando-se de novo em sua cama: Mais uma vez, você comeu e trocou uma letra. "Deitando-se" seria a sentença correta;

Sobre ela, comida caseira liberava um delicioso aroma, tão convidativo quanto oito anos antes: Este foi seu maior erro de estrutura e fluídez, mesmo não sendo grave o suficiente para acarretar grandes descontos. Na oração "tão convidativo quanto oito anos antes", você indica que oito anos antes foi convidativo; não há qualquer indicação de tempo na frase. O verbo que faltou, HÁ, não foi utilizado no contexto exato (tempo decorrido). Logo, a oração correta seria "Sobre ela, comida caseira liberava um delicioso aroma, tão convidativo quanto oito anos antes".

Fora isso, você cometeu poucos outros erros de digitação rápida que foram semelhantes aos dois primeiros, portanto não me darei o trabalho de citá-los. Saiba que você foi MUITO BEM, por isso lhe parabenizo com minhas sinceras congratulações. Muito bom, Jordan!

♦ Coerência: 200/200

♦ Coesão, estrutura e fluidez: 96/100

♦ Objetividade e adequação à proposta: 60/60

♦ Ortografia e organização:  37/40


♦ Recompensas: 270 exp + 25 dracmas + {Justice} / Marca [Símbolo circular do tamanho de um dracma, similar a uma cicatriz, sobre o lado esquerdo do peitoral do semideus. Em seu centro há uma balança equilibrada, vermelha, e ao redor dela um círculo perfeito, também vermelho. Não tem efeito algum, além de queimar e criar incômodos indolores vez ou outra ao meio-sangue.]

♦ Descontos e punições: 10 HP e 0 MP.
Atualizado. Happy Halloween.

100-ExStaff
100-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
177

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: — The brand of justice ~ Jordan O'Donnell

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum
:: Topsites Zonkos - [Zks] ::