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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 108-ExStaff em Dom Nov 09, 2014 12:49 am

Relembrando a primeira mensagem :


Fichas de Reclamação


Orientações


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.



Deuses / Criaturas
Tipo de Avaliação
Afrodite
Comum
Apolo
Comum
Atena
Rigorosa
Ares
Comum
Centauros/ Centauras
Comum
Deimos
Comum
Deméter
Comum
Despina
Rigorosa
Dionísio
Comum
Dríades (apenas sexo feminino)
Comum
Éolo
Comum
Eos
Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)
Comum
Hades
Especial (clique aqui)
Hécate
Rigorosa
Héracles
Comum
Hefesto
Comum
Hermes
Comum
Héstia
Comum
Hipnos
Comum
Íris
Comum
Melinoe
Rigorosa
Nêmesis
Rigorosa
Nix
Rigorosa
Perséfone
Rigorosa
Phobos
Comum
Poseidon
Especial (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)
Comum
Selene
Comum
Thanatos
Comum
Zeus
Especial (clique aqui)




A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses seja para criaturas. O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação. Os campos da ficha são:

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

- História do Personagem

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Não é necessário a utilização de template, mas caso opte por fazê-lo, a largura mínima do texto deverá ser de 400px, preferencialmente sem barra de rolagem — caso tenha, a altura deve ter o mesmo tamanho da largura ou maior. Templates que não sigam o disposto farão a ficha ser ignorada, bem como fichas ilegíveis - utilize colorações adequadas no texto.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



  • Obs: Somente envie sua ficha UMA vez para cada avaliação. Fichas postadas seguidamente (como double-post) serão desconsideradas, reincidência acarretará em ban de 3 dias + aviso.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Valerie Rochënberg em Ter Jan 13, 2015 10:20 pm

[



isn't me?


FICHA DE RECLAMAÇÃO

]




Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

O deus é Ares, pela simples personalidade do próprio personagem. Selvagem, instintivo, agressiva e um tanto quanto sanguinária. Além disso, considero que seja também pelo fato de que Valerie tem um certo gosto pelas guerras, a única matéria que já lhe interessou.

Perfil do personagem

Física:

Valerie tem a pele pálida, o corpo relativamente mais musculoso e trabalhado, não por ser filha de quem é, mas por exercitar-se bastante. Os olhos são azuis e os cabelos levemente ondulados, da coloração natural ruiva próximo ao castanho escuro. É um pouco alta e as feições não muito delicada, seus lábios avermelhados e carnudos.

Psicológica:

Quanto a sua personalidade, em primeiro momento, pode-se perceber a agressividade e a baixa sociabilidade. É muito sarcástica e tem um humor negro, acha graça até de situações nada comuns para outras pessoas, como lutas. Tem uma selvageria dentro de si um pouco incontrolável, que lhe direciona imediatamente a face sanguinária e é uma pessoa que move-se pelo instinto, pelo o que sente, não vê muita vantagem em sempre analisar a situação.

História do personagem

Ser o primogênito da família Rochënberg não era algo muito interessante. A cultura da família diferenciava-se da modernidade alemã, eram descendentes de persas e seguiam a risca seus costumes antigos. Primeiramente, todo primogênito HOMEM deveria ser valorizado, porém, quando fosse apenas uma mulher, a vala seria o lugar adequado. No caso de Valerie, uma lata de lixo, um lar de adoção, qualquer uma das opções era aceitável. Porém, nenhuma das duas foi escolhida. Rosemarie, mãe da pequena ruiva, não cedeu à pressão de seus antecedentes e apenas lhe entregou para um casal de amigos. Foram anos difíceis para aquele casal, pois a garota tinha acessos de raiva e agressividade constante, descontando sempre na primeira coisa que estivesse a sua frente.  Quebrara móveis com uma força incomum para uma jovem mulher e principalmente, agredira os colegas de classe que não agradavam-na.

Com o tempo e seus acessos constantes de raiva, seus supostos pais a colocaram para consultar em psicólogos, mas de nada adiantava. Seus ”médicos”  pensavam que ela tinha algum tipo de doença, pois algumas vezes a garota relatava seus sonhos conturbados, onde podia ver monstros mitológicos e até mesmo lutar com eles. Para os psicólogos, era um sonho, mas para Valerie, era a mais pura realidade. Seus pais adotivos acreditavam que ela chegava machucada em casa por ter entrado em brigas com colegas de classe, mas na realidade, ela conseguia os ferimentos pela fuga de seres estranhos, cães gigantes, mulheres vampiras ou coisas desse tipo. Em sua mente, começava a aceitar a ideia de ser uma grande louca.

Todos esses anos serviram para descobrir que era mais louca ainda. Em uma determinada manhã, acordara para arrumar para ir para escola, mas antes que pudesse abrir o próprio guarda-roupa, a porta abriu-se em um rompão. Dois homens vestidos de branco atravessaram-na e antes mesmo que pudesse reagir, estava sendo carregada para um tipo de ambulância, mas ao invés de listras e cruz vermelha, encontravam-se os letreiros “HOSPÍCIO VERA CRUZ”. Ótimo, perfeito, eis a confirmação de sua insanidade.

Foram dois tediosos dias presa dentro de um quarto branco, com apenas uma cama e um mini banheiro. Nada mais que isso era preciso. Horas e horas fitando o teto sem cor, aprofundada em seus próprios pensamentos que não variavam de um flashback de imagens de todos os diferentes monstros que tinha visto – correção, sonhado – em toda sua pequena vida. Era uma criança de 11 anos, sendo assim, cada minuto que se passava vagarosamente, sua inquietude aumentava, até que explodiu. Em um rompante, jogou-se contra a porta e durante horas, distribui socos na mesma em meio a gritos. Ninguém parecia escutá-la. Até que...

Um som metálico chamou atenção da pequena  Valerie, que virou-se em direção a janela trancada e com grades de metal. A primeira reação foi espremer o próprio corpo contra a porta, ao dar-se conta o que acabara de entrar em seu quarto para loucos. Duas enormes aves com bico, garras e penas de metal. Pareciam pequenos robôs. Avançaram rapidamente contra a ruiva, atacando-lhe com suas garras e bicos. Ela gritava, sentindo uma dor tremenda e principalmente, medo. Sabia que iria morrer, mas logo um peso se fez presente contra a porta, logo do outro lado. Correu para o lado oposto da sala, tentando afastar os pássaros com as próprias mãos, já ensanguentadas pelo ataque. Gritava pedindo socorro e olhava para baixo, com medo que as criaturas lhe atacassem o rosto ou até mesmo os olhos!

Correu para debaixo da cama e escondeu-se ali, encolhendo o próprio corpo ao máximo. Rogava preces para Jesus ou qualquer deus que pudesse acordá-la daquele pesadelo. O som metálico sumiu em poucos minutos e logo, curiosa como era, apesar de amedrontada, saiu de debaixo da cama. Encontrou um homem sentado em uma cadeira de rodas fitando-a com um olhar compreensivo e ao seu lado, um... Menino com pernas de bode?

Calmamente, eles lhe contaram que era especial e não uma louca como todos pensavam. Depois de muitas explicações e explosões de raiva e confusão, Valerie compreendeu que seu mundo não era aquele que estava acostumada. Ela era uma semideusa. Desde os seus onze anos de idade, entrara no acampamento, sobre a proteção de seu sático, Miki. Fora naquele mesmo dia que Ares lhe marcou como sua filha, trazendo uma clareza para os acontecimentos anteriores de sua vida e a própria agressividade, que era herdade. Além de seu gosto por livros de guerra e história disso. Só depois de aproximadamente sete anos, que compreendera que aquelas aves foram atraídas pelo fato de ser filha de Ares. Naturalmente, não deveriam ataca-la, uma prole de Ares. Desconfiava veemente que fora uma provação de seu querido pai, mas nunca compartilhara esse pensamento com ninguém. Que tipo de pai quase mataria a filha para poder dizer “essa é minha garota”? Como uma filha dos doze olimpianos, nunca tivera permissão para passar mais de alguns dias de missão fora do acampamento, pois seu cheiro atraía os mais diferentes monstros e semideuses perigosos para si. Regras de Quíron.

Spoiler:
obs = primeiramente, devo ressaltar que não sabia se era para ser narração da história normal ou de uma batalha, então fiz uma narração bem básica explicando a história de minha personagem, mas não levei a uma batalha, pois acredito que o nível e a experiência seja mínima para enfrentar qualquer monstro e uma menina de onze anos, logicamente iria fugir de aves metálicas e estranhas. Levei em consideração que sendo filha de um dos doze olimpianos, Valerie seria resgatada pessoalmente por Quíron e um sátiro de proteção.



[addictional info.]
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Notes: -x-
Lyrics: -x-
Thanks, IT


Valerie Rochënberg
Filhos de Ares
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RE: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dan Stone em Qui Jan 15, 2015 8:09 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Ares
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Dan Stone tem apenas 15 anos, porém tem 1,88, esguio e forte com um queixo quadrado e proeminente pescoço grosso e uma voz rouca, marrento e um pouco esquentado, leal ate a ultima gota de seu sangue conseguindo sacrificar-se como se isso não significa nada para ele
▬ Diga-nos: por que quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Ares e o deus da guerra e da loucura segundo alguns todos seus filhos são brutamontes idiotas que não sabem nada de estratégia, mas se e assim como Leônidas liderou três mil guerreiros (na lenda o numero foi diminuído para 300, meio irônico) contra um exercito e so morreu a exterminar tantos, mas tantos guerreiros que os inimigos fugiram.
Sabe como ele matou tantos simples por causa da estratégia! Por isso quero provar que um filho de Ares pode ser um ótimo estrategista se precisar.

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bom por onde começar? Sou Dan, Dan Stone tenho 15 anos e frequento, ou melhor, frequentava a Academia Lincoln Elementary basicamente um colégio interno gostava do lugar e era um bom aluno apesar das brigas ocasionais.
Não sou o aluno mais inteligente do mundo tenho TDHA e dislexia, mas me esforçava muito sei que minha mãe teria orgulho de mim se estivesse viva ela sempre me dava broncas quando voltava com roxos para casa e dizia: “Pare de brigar e use este cérebro acredite este e o maior presente que a humanidade pode ter”
Mas todo meu esforço todas minhas chances de ser um garoto normal caíram por terra quando aluna nova vampiro/jumento apareceu. Começou como um dia normal eu estava esperando minha melhor amiga na porta do colégio mesmo acordando cedo Fernanda leva um tempo pra andar do dormitório ate a porta da escola, quando ela finalmente chegou e ia me cumprimentar acabou olhando para o horizonte e exclamando
-Meu Deus quem e aquela Dani -Ela alem da minha mãe e a única pessoa que me chama assim- parece ate uma deusa!
Acabei olhando para a menina e ate que a Fe não estava exagerando a menina tinha os cabelos longos e encaracolados grandes olhos azuis realçados pelos óculos alem de exalar elegância
-Não sei quando a você, mas eu ficaria com ela- disse sorrindo e já me preparando para exclamar.
-Primeira!-tarde demais a Fe já tinha falado- precisa ser mais rápido moleque e agora com licença devo me apresentar a minha nova namorada
A esqueci desse detalhe a Fe e Lesbica desde pequena, segundo ela fui um dos primeiros a que ela contou um dos muitos motivos que so me fazia ser mais conectado com aquela maluca acabei adentrando na escola e deixando a Fernanda com a pobre coitada.
Mais tarde na hora do almoço acabei sendo apresentada a menina:

-Prazer Kátia
-Dan Stone- Disse admirando a menina que estava de mão dadas com uma Fernanda sorridente- Sei e um nome esquisito
-Na verdade eu gostei muito
-Obrigado porque não senta com o resto de nós.
Acabei fazendo um gesto para a mesa onde nosso já conhecido grupo estava Gabriel um garoto que mancava esquisito, mas corria a uma velocidade quase sobrenatural pelos seus hamburgueses vegetarianos, Luanna minha Irma de consideração que a única coisa parecida que tinha comigo era o gênio e Henrique um skatista, geek e gordinho.
Estranhamente quando a menina sorriu de novo para mim uma nova sensação se espalhou pelo meu corpo cuidado com a garota era o que meu sexto sentido dizia tentei ignorar, mas meu sexto sentido nunca errava
-Então vocês são da onde?
-Capital eu e a Luanna- gostamos bastante disto o fato de não sermos iguais, mas mesmo assim termos uma união tão forte quanto sanguínea
-Nova York - disse Gabriel que estava um pouco receoso sou amigo dele a tempo suficiente para saber disto- Mas e você e da onde?
-A de um lugar meio distante
Continuamos a falar ate a hora que devíamos voltar para as atividades rotineiras quando fomos dormir acabei ficando curioso e perguntei a Gabriel o motivo do medo da menina nova
-Então que foi esta com medo que a garota nova fosse te devorar?
Algo no olhar dele dizia que ele realmente estava esperando ser devorado. No dia seguinte enquanto esperava a Fernanda como sempre na porta quem apareceu foi Gabriel desgrenhado e sujo.
-Gabriel o que foi? Porque não esta la dentro? Parece ate que viu fantasmas
-Muito pior amigo a Fe foi seqüestrada de explico no caminho
-parem de tirar uma com a minha cara poxa!-a essa altura já não tinha ninguém no pátio-acha que eu não sei que e a retribuição daquela pegadinha
-Eu não queria fazer isto, mas você pediu
Puxando as calças com uma força que nunca o vi usar Gabriel revelou que na verdade era meio bode
-Nossa e uma malha ou uma calça - Disse me aproximando quando percebi que o contorno aderia à pele dele e que o cheiro era real cai para trás-Meu Deus meu amigo e uma cabra meio humana falante
-Deuses e sou um bode e se pronuncia Sátiro muito obrigado agora vai me seguir?
Acabamos parando na frente de um dos prédios destruído por um incêndio eu ainda estava zonzo com a explicação relâmpago não era Deus, mas sim deuses existiam todos os deuses gregos e eu era filho de um e a menina nova era na verdade um monstro que queria me devorar e por isso sequestrou minha amiga.

-A vocês chegaram ótimo venha aqui meu querido Stone
-Não Dan e perigoso - Disse Gabriel, mas uma coisa que sou e leal para com todos que eu conhecia prometi a eles e mais importante prometi a ela: “Prometa-me meu filho que sempre será um homem de verdade honesto e justo” Eu prometi no leito de morte da minha mãe e um nunca quebrei minha palavra com ela
-Você me quer aqui estou eu - disse levantando as mãos
-Parabéns têm a minha palavra que não vou machucar seus amigos- enquanto empurrava uma Fernanda desacordada pro lado Kátia simplesmente me atacou em uma velocidade que nunca teria esperado felizmente Gabriel foi rápido e a derrubou com um tipo de bastão que parecia ter saído do desenho mais ridículo do mundo sendo feito de madeira e folhas que se mexiam e pareciam ter vida o pior e que nem tinha idéia da onde ele tirou aquilo
-Esta bem o bodezinho quer brincar então que seja
Foi ai que tudo deu errado
A menina se transformou em algo grotesco seus pés viraram patas uma do que parecia ser bronze outra de jumento e seus cabelos literalmente ficaram em chamas verdes e fantasmagóricas
-A Dan sua mãe achou que um dia fosse querer uma dessas
Tirando uma espada da bainha ele me entregou não era nada espetacular estava ate meio enferrujada, mas conhecia aquele modelo sempre gostei de armas antigas aquela era uma espada grega antiga de bronze.
-cuidado ela esta velha, mas da pro gasto agora que tal brincarmos com a nossa amiguinha aqui
Investindo contra ela Gabriel quase acertou na cabeça errando por pouco e levando uma rasteira eu ataquei mais pra desviar a atenção dos meus amigos caídos e comecei a atacá-la no que parecia uma dança da morte
-Sabe garoto talvez eu mate seus amigos depois de você como vingança pelo trabalho que esta me dando
Aquilo me enfureceu tinha perdido minha mãe não pude salvar ela ninguém ia levar mais algum ente querido meu, meus ataques se tornaram mais sólidos comecei a girar para me defender e contra-atacar na sequência como se a vida toda tivesse sido com uma espada na mão ate que ela errou apenas um pouco na defesa, mas o suficiente para eu parti-la em dois.
Gabriel (que tinha batido a cabeça e acabou também desmaiando) olhou para um Dan com um olhar ensandecido como se ele ainda estivesse procurando inimigos que os ameaçassem os dois juntos acabamos por ir socorrer Fernanda que tinha apenas um arranhão na bochecha
-Então agora acontece o que – Perguntei
-Agora você vai pro Acampamento
E foi assim que eu um garoto que so queria ser normal e tentar honrar a memória da mãe foi parar em Long Island aqui no Acampamento Meio-Sangue.

Dan Stone
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Killian M. Whittmore em Sex Jan 16, 2015 3:17 am

Reclamation
Run boy run; This world is not made for you; Run boy run; They're trying to catch you; Run boy run; Running is a victory; Run boy run. --------


Por qual deus você deseja ser reclamado? Por quê?

Héstia, pois combina com a personalidade e a trama do personagem.


Características Físicas:


Killian ergue-se em seus 1,75 de altura encimado por cabelos pretos rebeldes, olhos azuis claros, nariz largo escarpado e boca pequena e fina emoldurados por um queixo afilado e um pouco proeminente. O corpo do garoto é esguio e com músculos delineados, não chegando a te-los protuberantes.


Características Psicológicas:


Alegre, brincalhão, otimista, impulsivo, bondoso, facilmente impressionável, sempre disposto a ajudar, tranquilo, diplomático, de sorriso fácil. Killian sempre foi o anjo entre os outros, que tenta ajuda ao máximo sem nem olhar a quem. De família rica, sempre esteve engajado em projetos sociais.


História do Personagem:


"Tap, tap." As passadas pesadas do garoto rasgavam o silêncio que ocupava as ruelas de Green Bay, a respiração entrecortava-se com o esforço da fuga, o olhar vasculhava a frente com o medo refletindo em si e a cabeça não ousava voltar-se pra trás. Killian recorria as suas ultimas reservas para se afastar da criatura. A luz avermelhada apareceu novamente na cabeça do garoto, iluminando minimamente a rua a qual atravessava. Luz maldita! Whittmore tinha quase certeza que a culpa de tudo aquilo por que estava passando era culpa daquela luz.
Um rugido fez-se ouvir pela cidade e o temor apertou a garganta do jovem, dilatando suas pupilas  e preenchendo as veias de adrenalina. O calor que o percorreu fora em menor intensidade que as outras vezes, mas o impulsionou a fugir novamente da morte. Os tropeços acertaram-se e com passadas firmes virou a esquerda assim que alcançou o termino do quarteirão.  
Droga. O xingamento repercutia na mente do garoto enquanto este observava aflito o fim do beco ao qual entrara. Mesmo com a mente parecendo uma garrafa empedrada pronta a se partir o garoto sabia que não ia conseguir subir as escadas de incêndio que decoravam as laterais do beco, logo, ele virou-se e começou a desfazer o caminho.
"Rooarrr!" O rugido ergueu-se a meros metros da  abertura da ruela, paralisando o semideus. O uivo diminui até um ameaçador grunhido, que se aproximava cada vez mais, entretanto num ritmo lento como se goza-se da  cara do menino. "Glup." O calor começou a deixar o corpo de Killian que começara a retroceder, ponderando que as escadas agora pareciam uma ótima opção.
"Craash!!" No momento em que o som propagou-se o garoto se lançava o mais rápido que podia à escada esquerda e, sem saber onde encontrara forças, ergueu-se pelos degraus de ferro acima. Ao mesmo tempo, um poste de luz foi de encontro à fachada do prédio ao lado, arrastando outro próximo e deixando a rua as escuras.
O uivo voltou a soar abaixo  de um desolado Malkovich que escalava as escadas como se sua vida dependesse disso, o que era o  caso. Chegar ao topo não fora uma tarefa fácil, mas assim que o alcançou o jovem liberou um suspiro cansado e olhou para baixo numa tentativa falha de identificar a besta em meio ao breu do quarteirão.
Assim que os olhos começaram a doer, ele cambaleou pelo teto do prédio procurando um lugar não tão exposto para passar a noite, Whittmore sabia que o monstro iria embora agora que não o alcançava; nas últimas semanas tudo o que o perseguira era quadrupede e nenhum deles mostrara ser igual ao primeiro que o atacara quando ele ainda estava em casa.O semideus se deitou perto do aquecedor industrial do prédio com a estranha luz vermelha piscando novamente sobre a cabeça e se perguntando quando conseguiria  recuperar a sanidade.


Hey You:
#001 Malz, a reclamação ficou curta e não houve a revelação de quem ele era filho, mas nem sempre o semideus é reclamado em meio a uma aventura matando monstros e tudo o mais, né?!
#002 Em relação a falta da personalidade do garoto, peço que perdoe, mas ele esta sendo perseguido por monstros e não sabe nada sobre ser semideus, isso não era hora de ser otimista :p
#003 A história do passado do garoto será abordada em DIY's, então, por enquanto é só a reclamação mesmo.

Green Bay, WI | Post Único | Woodkid



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Allice Mason em Sex Jan 16, 2015 8:16 pm

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Atena, por ser uma deusa que admiro muito e que combina bem com a personagem.

- Perfil do Personagem
Físico:Cabelos loiros um pouco enrolados com comprimento até o meio de suas costas e olhos cinzentos e tempestuosos. Com 1,55m de altura, não sendo muito alta para sua idade, sua pele é clara e não muito bronzeada.
Psicológico:Inteligente, cabeça quente,sem paciência, irônica as vezes, mas tem um bom coração. Era bastante apegada a seu pai e seu melhor amigo, mas tornou-se uma pessoa mais fechada e fria, podendo ser grossa as vezes.

- História do Personagem:Era um dia normal para mim, como qualquer outro. Eu havia acabado de sair da escola, estava indo para casa com Pedro, meu melhor amigo, quando algo nos atacou.
Era um cachorro enorme, quase do tamanho de um rinoceronte, que avançou em nós. Pedro murmurou algo que eu não pude entender e me mandou correr, vindo logo atrás. Corri para casa enquanto o cão ainda nos seguia, assim que cheguei perto da construção de tijolos com portas e janelas de madeira abri a porta correndo e entramos, vendo-nos na sala segurando a porta para que a criatura não entrasse, mas logo Pedro pegou de sua mochila uma faca, me mandou abrir a porta e saiu, indo atrás do cachorro gigante. Não consegui encontrar forças para abrir a porta e vê-lo ser estraçalhado.
Mas foi aí que me enganei. Minutos depois, Pedro voltou a entrar na casa, com o rosto sujo e um pequeno arranhão no rosto. Nos sentamos no sofá, e eu pedi que ele me contasse o que aconteceu, mas antes que ele pudesse começar a falar, meu pai apareceu na sala.

-Filha! Que bom que chegou, teremos panquecas para o almoço! Ah, olá, Pedro!Meu pai dizia animado, até ver as expressões em nossos rostos e o corte no rosto de Pedro e seu sorriso desaparecer.
-Senhor Mason, acho que já está na hora de contar a ela.Disse Pedro
-Me contar o quê? Do que vocês estão falando?Me levantei bruscamente, olhando repetidamente de meu pai para Pedro e vice-versa. Eu não estava entendendo nada, eles sabiam de algo, e estavam na dúvida se deveriam ou não me contar.
-Certo, filha. Tem algo que eu preciso te contar. A sua mãe... Ela...Ele foi interrompido por um berro ao longe, mas o som se aproximava.
Temos que ir!Pedro gritou por cima do berro e subiu as escadas para o meu quarto. Eu o segui. Ele pegou uma mochila e colocou algumas coisas necessárias e desceu a escada apressado, meu pai estava com as chaves do carro na mão.
Entramos no carro e foi dada a partida. Saímos de Manhattan quando meu pai começou a falar.

-Como eu dizia, sua mãe não morreu, filha, sua mãe é Atena, a deusa da sabedoria e da guerra. Nos apaixonamos em um inverno e namoramos por cerca de 1 ano, então você nasceu, e ela teve que ir, afinal, ela é uma deusa. E você, por ser sua filha, é uma semi-deusa.
-Ou meio-sangue, se preferir.
Acrescentou Pedro
-O fato é, esses monstros vão continuar a te seguir, em todos os lugares, a não ser o Acampamento Meio-Sangue, que é para onde estamos indo.
Estávamos próximos a uma floresta, que terminava em uma colina com um pinheiro no topo e, enrolado no pinheiro, um dragão enorme que parecia proteger algo dourado pendurado no pinheiro. Pisquei os olhos, incrédula com o que havia visto ao longe. Pedro tocou meu ombro e assentiu, aquilo era real.
Ah e, antes que eu me esqueça...Pedro atirou as calças para fora do carro. Gritei.
Você... é um... bode!Eu falava, incrédula.
O termo certo é sátiro, querida amiga. Meu dever era trazer você até o Acampamento em segurança.Ele fez uma pose engraçada. Eu começava a acreditar naquilo tudo, estava quase dizendo que eu acreditava,quando o carro capotou. Uma... Duas... Três vezes, até o carro parar e eu me ver deitada no chão, longe do veículo. Me levantei com dificuldade e corri para o veículo a procura de meu pai e Pedro quando uma criatura enorme apareceu atrás de mim. Parecia um gigante, exceto pelo enorme e único olho bem no meio da testa, em sua mão, a silhueta de alguém se debatia e gritava. Meu pai.
Corri para ajudá-lo, mas o monstro berrou, e meu pai gritou por cima do berro

-Vai! Eu vou ficar bem! Vá com Pedro e atravesse a fronteira! Esse lugar não é seguro para vocês! Viva, minha filha, honre o nome de sua mãe, e não esqueça, é realO monstro apertou meu pai em suas mãos, e ele parou de se mexer. Corri feito louca a procura de Pedro, que já se encontrava na colina e a descemos, mas a criatura deixara o corpo de meu pai largado no chão e viera atrás de nós. Corri para dentro do Acampamento, mas antes que eu pudesse dizer algo, Pedro havia voltado para perto do gigante e tentava enfrentá-lo. Peguei um pedaço de árvore e tentei ajudar, mas já era tarde demais. Com suas últimas forças, Pedro golpeara a criatura, e ambos caíram ao chão sem vida. Lágrimas rolavam por meu rosto, deixei os corpos de meu pai e de meu melhor amigo e fui na direção do acampamento com um pensamento em mente. "Irei deixá-la orgulhosa, mãe. Você é a única coisa que tenho agora, Atena."
Allice Mason
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sophie McTravish em Sex Jan 16, 2015 9:28 pm

Sophie Mc Travish




- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Gostaria de ser reclamada pelo Deus Ares, pelo temperamento de minha personagem se parecer com o seu em alguns aspectos, e além disso o considero um deus admirável.




Perfil Da Personagem

Fisicamente




  • Cabelos negros, cobertos por finas mechas loiras;
    Pele branca levemente bronzeada;
    1,70 de altura;
    Magra;
    Olhos encantadoramente verdes, de um tom esmeralda.



Psicológico
Sophie tem um psicológico abalado com inúmeras rejeições na infância, cresceu e acabou se tornando uma mulher debochada, vingativa e com um leve tom de ironia e cinismo, mas no fundo é amável ao seu modo.









História









Uma mulher bêbada em uma boate, um deus que se comporta como um adolescente, juntos em uma noite, só poderia acabar na cama da pobre mortal. Para o Deus foi apenas mais uma noite do que poderia ter de prazer “carnal”.
Essa noite gerou o ser mais indesejado por Angelina a mulher que foi intitulada minha “mãe” alguém  sem escrúpulos, e que não mediu esforços para se livrar de algo  que não queria, e acabou se livrando de sua própria vida no dia 10/10/1998 dia de meu nascimento.
Sem parentes próximos fui para um orfanato “Sunshine Children”, fui jogada de família em família desde os meus 3 anos, sendo apontada como mal-educada, peste, má influencia, briguenta e por ai vai.
Lembro perfeitamente do primeiro casal que me adotou ou pelo menos tentou dou risada apenas ao lembrar, eles tinham uma filha mais velha e queria uma criança novamente, eu sujei a casa inteira com lama, e depois quebrei os vasos da casa, e por ultimo os copos de cristal que estavam na cozinha, e não foi acidente, foi proposital eu não queria estar ali, e sabia que novamente era indesejada naquele lugar.
E esse padrão segue até os dias atuais, mas agora estou velha de mais para alguma família ter interesse em me adotar.
Olho para o relógio e lembro-me da festa que tenho pra ir, música, bebidas e drogas tudo o que preciso nesse momento. Calço meu coturno e sigo normalmente até a casa de festas noturnas.
“clap...Clap” viro pra trás e não vejo nada, e o som se repete “clap...clap” me viro rapidamente com a esperança de ver algo, estreito meus olhos e vejo um cachorro um tanto quanto estranho. Fiquei parada o analisando, enquanto estou estática ele vai avançando cada vez mais rápido. Até que sinto alguém me puxando e colocando na garupa de sua moto.
-Segure firme ou vai cair! – o homem de capacete me disse. Segurei fortemente em seus ombros. Olhei para trás e como não bastasse um daqueles cachorros horrorosos, agora dois perseguiam a moto. - Qual o seu problema? Ficar estática enquanto um cão infernal vem em sua direção para te devorar é burrice!
- O que? Cães infernais?- falei em tom de deboche- tomo um porre não é?
Ele foi reduzindo a velocidade da moto aos poucos, e parou em um posto de gasolina. Ele retirou o capacete e me analisava atentamente.
-Não me diga que não sabe?
Arqueei minhas sobrancelhas, e revirei os olhos.
-Dá pra parar de responder minha pergunta com outra, ou está difícil?
Ele deu um meio sorriso, e passou as mãos pelos cabelos loiros e balançou levemente a cabeça rindo.
-Pelos deuses, Nunca ninguém te contou? – dei de ombros- é parece que não, bom eu e você somos semideuses filhos aqueles caras lá do Olimpo sabe? Tem o do raio e o do tridente e. -Dei de costas pra aquele louco e continuei andando.- Sophie eu sou seu irmão somos filhos do mesmo Deus  Ares. Agora da pra parar quieta e me ouvir!?
-Você esta bêbado vá tomar um banho gelado e me deixe em paz.- continuei andando sem dar ouvido a um bêbado.
Ouço o barulho da moto ao meu lado ele  me oferece novamente o capacete.
- Eu não vou lhe dar uma carona e nem te explica o que está acontecendo, se não vir comigo.
Fiquei hesitante, ir à garupa da moto de um bêbado ou voltar pro orfanato? é o bêbado de moto venceu. Agarrei o capacete e subi novamente na garupa.
Ele começou a me explicar como sabia quem eu era, Angelina era uma grande amiga da mãe dele que curiosamente algumas noites antes tinha dormido com “nosso pai”, a mãe dele sabia que Ares era um deus ao contrário da minha que naquela noite não sabia nem seu nome.
Seguimos pela estrada em direção a Long Island com ele me contando animadamente como vencera monstros, depois que saiu do acampamento, mas não fiquei convencida...

-Bom chegamos- desci da garupa e lhe  dei um aceno, que foi devolvido por um forte abraço- Se cuida.
-Vou tentar.
Passei pela entrada do acampamento, e finalmente me senti fazer parte de algum lugar.
Sophie McTravish
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Inês Brasil em Sex Jan 16, 2015 10:13 pm







Inês Brasil



- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Quero ser uma náiade, pois esta personagem terá uma conexão profunda com água de todas as formas, e isso seria enfatizado em vários aspectos sendo um desses seres. Além disso, ser ligada a uma fonte d'água vitalmente abre espaço poético de sobra, o que contribuiu para essa escolha. E porque eu quero gozar de amor e alegria.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

Físicas: Físicas: Inês possui curvas acentuadas de uma forma quase artificial. Seus cabelos negros param na metade das costas, possui pele bronzeada e olhos escuros também. É alta, principalmente para uma ninfa, com cerca de 1,75. Possui um rosto afrodisíaco de belo, com idade quase imperceptível e traços femininos.

Psicológicas: A náiade é otimista e muito alegre, além de profundamente cristã, traço incomum entre as ninfas. Acredita que o cristianismo e a mitologia grega coexistem, e, embora fiel, costuma usar roupas extremamente vulgares e se comportar de maneira promíscua. Ama estar em qualquer tipo de água, tendo um apreço/fetiche especial por piscinas.  Tende a utilizar várias frases que funcionam como uma espécie de bordão. É cultuadora da paz e da harmonia, mas isso não significa que não lutará se necessário. Inês tem um raciocínio direto e simples, além de um bom senso de humor. Comporta-se como a diva que é. Tem um apreço especial pelo ato sexual de gozar, o que, se não fosse pela maneira natural como se refere a tudo isso o tempo todo, seria tipo como desnecessariamente vulgar.

- História do Personagem

No início da criação, Gaia e Urano eram apenas coexistentes. A Terra era seca. Mas o céu era limpo. E contudo, com a vida que surgia, por mais que tudo dissesse que não, a água veio junto, senão antes.

A água.

A água é a mesma coisa que a vida. Sem ela, não haveria ninguém. Nem nada. Tudo se resumiria a um deserto estéril. Esperando uma gota de esperança. Um sopro de verdade e luz. A água rompeu a terra seca, inundando e tornando barro o que tocava. Uma força destrutiva. Mas, se do pó vinha a vida, o que viria da lama? Foi quando as primeiras criaturas vieram, nadando. Respirando.

Havia uma piscina natural, tão bela quanto os cachos em cascata de Afrodite. Sua água era cristalina e as árvores ao seu redor tornavam o ar o mais puro de ser respirado. O verdadeiro paraíso daqueles que procuravam paz interior. Mas, se havia uma curiosidade nas forças da natureza, era que elas não deixavam um ser ou fonte sequer sem poder falar, sem poder defender sua existência. Foi, então, que uma pequena divindade surgiu. Um pedaço de vida de água, dando forma ao seu elemento.

Seria o que os Antigos chamavam de náiade. Moldada pela natureza ao ter uma fonte de vida por perto. Surgiu de maneira graciosa, erguendo-se de uma piscina natural dos confins da amazônia brasileira, onde poucos homens jamais pisaram. Já nasceu formada e consciente, como todas as ninfas, mas ainda sem experiência de vida. Tinha conhecimento de sua fonte, de sua existência e de todos os motivos, mesmo tendo surgido em Gaia há poucos segundos. Banhou seu corpo na própria água, e, então rodopiou sem parar.

- UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUI QUE DELÍCIA - Exclamou,  e essas foram suas primeiras palavras. Com cuidado, pos pés para fora d'água, explorando seu berço de criação por completo.

Seu descobrimento foi aos poucos. A floresta era ao mesmo tempo uma novidade e uma familiaridade. Devagar, outros espíritos da natureza brasileiros aproximaram-se, curiosos. Dríades, ninfas, náiades, sátiros e curupiras. Todos ansiosos e receosos em conhecer o novo residente do grande ecossistema. Inês, inocente, cumprimentou a todos, despertando o desejo de sátiros, mas sem notar as ninfas que cochichavam sobre sua aparência polêmica. E, então, convidou todos para desfrutar de sua piscina natural em uma festa de boas vindas.

- NESSA PISCINA EU VO PULAR ASSIM, Ó - Gritou, em um mergulho de ponta. Deixou a água a purificar por completo, entregando-se a sua personalidade bruta - Vamos gozar gostoso de amor e alegria!!

E, assim, o mundo conheceu Inês Brasil, e ela ao mundo. Sua vida seguiu tranquilamente, à mercê de todas as condições da maior floresta tropical do mundo, sua fonte vital. Demorou para abalar, mas abalou. Mas, como tudo na vida, há sempre Sangalo o mal para atrapalhar. Meses depois de seu nascimento, a náiade observava calmamente os arredores, quando algo chamou sua atenção. De todos os lados, notou o desespero dos espíritos da floresta, sem poder reagir diante a um fator desconhecido. Explorou os arredores, assustada.

O dia era quente e chuvoso. Esperava estar apenas enganada, mas Inês poderia jurar ter ouvido um barulho ainda desconhecido ao longe. Máquinas. Alguns passos no barro úmido da floresta tropical e teve um vislumbre do desastre. Árvores e fontes vitais de várias dríades sendo cortadas por serras motorizadas. Pelo menos 20 homens auxiliavam um aos outros na corta da madeira e extração do látex. Inês nada pode fazer a não ser chorar. Caiu de joelhos, mas poucas palavras conseguiam passar por sua garganta. Em meio a soluços, conseguiu gritar.

- Pelo amor de Deus, vamo parar de um matá o outro!! Pra que?

Mas ninguém a escutava. E então, correu pelas pedras e pela folhagem, observando, atônita, toda a fauna refugiar-se nas profundezas da mata, com seu lares recém construídos destruídos. Foi nesse momento que algo tido como sagrado aconteceu. Há quem diga que pela iluminação do próprio Pã, ou por um truque sortudo da Névoa, favorecido pela Tríplice da Terra. Inês expressou todo seu desespero em um grito animalesco e brutal.

- UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAWHH! É o grito da pink, da pantera!!!!

Mas os homens não viram uma simples náiade naquele momento. O rugido, aliado a sua forma mitológica, estimularam a Névoa a pregar um truque na mente dos humanos. Viam no lugar de Inês panteras negras com as garras ensaguentadas, rugindo e ameaçando, como de fato a náiade fazia. E, assustados, todos recuaram. Pode ser que não tenha sido uma vitória permanente, mas, por enquanto, Inês havia garantido a segurança de seu lar.

                           




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Ficha de Reclamação: Cecile Angelis

Mensagem por Cecile Angelis em Sab Jan 17, 2015 8:25 pm

Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Por Apolo, pois é o deus que mais se encaixa na trama da personagem

- Perfil do Personagem
Características Físicas: Cecile tem longos cabelos loiros e ondulados e olhos azuis tão profundos que é quase impossível escapar de seu olhar. É pequena, não passa de 1,55m de altura, além de ser magra e de aparência frágil.

Características Psicológicas: Desde pequena, Cecile sempre foi uma garota bondosa e gentil, não gosta de brigas e sempre preferiu resolver as coisas na base da conversa. É inteligente e entende de tudo um pouco, sempre tem assunto para conversar. Não é muito boa com esportes. Gosta de cantar e contar histórias.

- História do Personagem

Eu vou proteger você, pequenina. – Sussurrou Amélie. A mulher, de curtos cabelos loiros, fitava o bebê, pequeno e frágil, que se remexia no berço. Seus grandes olhos azuis e seu pequeno sorriso enchiam-na de um estranho e reconfortante calor, como se pudesse curar a ferida recém-aberta, que era a morte de sua irmã. – Prometi à ela que cuidaria de você. – A menininha grunhiu e sorriu mais uma vez. Em seus pequenos dedos estava enroscado um colar dourado, com uma lira como pingente.

Você tem certeza disso, Amélie? – Indagou o homem que havia acabado de atravessar a porta do quarto. Ele era alto e possuía cabelos castanhos e cacheados – Vai mesmo cuidar dessa criança?

Nós vamos, Rob. Não vê? Ela é a filha que não podemos ter. Minha irmã se foi, mas deixou-me este presente. – Ela acariciou o rosto da criança, que agora encontrava-se dormindo, com o pingente na boca. Seus olhos estavam marejados e Robert sabia que, se insistisse, Amélie voltaria a chorar, como vinha feito nos últimos dias, desde o velório de sua irmã.

Suspirou, derrotado. Por ela faria tudo, nem ao menos se importaria em cuidar de um bebê que não possuía seu sangue. Mas ele sabia que havia algo de errado. E eles acabariam descobrindo da pior forma.
---x---

O ar da noite estava gélido e, enquanto caminhava, Cecile podia ver sua respiração se transformar em névoa. Caminhava a passos rápidos, tentando fugir daquela sensação de perseguição. Sabia que devia ser apenas paranoia da sua cabeça, mesmo assim queria chegar logo em casa. Nunca fora fã de sair a noite e só havia ido àquela festa, por ser aniversário de sua melhor amiga e, mesmo assim, tentou sair o mais depressa que pode. Não esperava que houvesse ficado tão escuro.

Apertou o pingente no pescoço, como numa prece, e tentou andar ainda mais rápido. Foi quando algo a fez parar. Três mulheres, com jaquetas peludas surradas e desbotadas, uma de vermelho, outra de azul e a ultima de amarelo, formavam uma parede na calçada a sua frente.

Você escapou de nós por muito tempo, queridinha. – Disse a de vermelho, dando um passo à frente.

Mas finalmente conseguimos encontrá-la. – Declarou a de azul.

Agora vamos saciar nossa sede de morte. – Com isso, a de amarelo saltou em sua direção, sendo seguida pelas outras. Cecile tentou recuar o máximo que pode, mas suas pernas tremiam e quase não lhe obedeciam.

E-eu não sei do que estão falando! Deixem-me em paz! – Pediu, sua voz saindo num fio.

Não se faça de tola! Vamos estraçalha-la!

Arrancar cada pecadinho seu, enquanto grita de dor!

Sem ninguém que a salve!

E quem salvaria uma semideusa fraca e sem graça?! – Disse a de amarelo e as outras acompanharam-na, aos risos. A garota tentava entender o que aquilo significava. Por que queriam tanto matá-la? Como assim Semideusa?

Seus pensamentos foram cortados, quando uma delas se aproximou ainda mais. No começo a menina achou que era o medo, brincando com sua imaginação, mas aquilo estava realmente acontecendo: A jaqueta azul começou a se fundir com sua pele e, em minutos, seus braços haviam se transformado em asas de morcego. Suas pernas haviam encurtado e seu rosto estava achatado. Parecia uma mulher morcego. Quando Cecile olhou para as outras duas, estavam exatamente iguais, exceto pela cor da pelugem que lhes cobria o corpo: cada uma com a cor da jaqueta que, minutos antes, usavam.

O-o que são vocês?! O que querem comigo?! Por que me chamaram de “Semideusa”?!

Hora queridinha, não há mais tempo para isso! Queremos ouvi-la gritar. – A de azul mostrou-lhe os dentes afiados, seu hálito fétido quase fez com que Cecile desmaiasse e, naquele instante ela viu sua vida passar diante dos olhos. Sua mãe e seu pai sorrindo no pique-nique de verão, no seu aniversário de dez anos. A felicidade que sentiu quando lhe deram seu violoncelo, aos 14 anos. E agora, estava fadada a morrer aos 16, sem nem poder se despedir. Por mais que fossem pais adotivos, haviam-na criado e os amava muito. O rosto de Nathan veio à sua mente. Mal haviam começado a namorar e já o perderia. Queria ao menos ter-lhe dito o quanto o amava.

Diga suas ultimas palavras, pequena Semideusa. – A de vermelho sibilou, agarrando Cecile pelo pulso. Sentiu imediatamente a dor, como se ácido estivesse sendo derramado sobre sua pele.

Não havia mais ninguém na rua. Nem mesmo a loja de conveniências que devia ficar aberta 24hrs, não estava. Não tinha para quem pedir ajuda. A garota fechou os olhos, entregando-se ao destino. Ao menos ninguém veria aquela cena horrível. Estava pronta para receber o golpe, mas este não veio. Ouviu-se um repentino som de aço e Cecile abriu os olhos.

Hei, monstro fedorento! O que pensa que está fazendo com minha garota?! – Sua voz encheu-lhe os ouvidos. Era Nathan, empunhando uma espada que emitia um brilho cor de bronze. Ele atacou um dos monstros, que esquivou. As outras duas afastaram-se da garota, concentrando-se em Nathan.

Hoje é nosso dia de sorte! Dois Semideuses de uma única vez! – O monstro de amarelo sorriu, ameaçadora, e a menina temeu por Nathan. Ele estava sozinho contra as três, sentia que precisava ajudá-lo, mas o que poderia fazer? Não queria que se machucasse, mas não tinha nenhuma habilidade de luta e estava morrendo de medo daquelas coisas.

Cecile, fuja daqui! Corra para o mais longe que puder! – Ele disse, colocando-se entre a menina e os monstros.

Não posso! Não vou deixar você.

Eu vou ficar bem, fuja!

Nem pensar!

Foi então que tudo aconteceu. Teria ficado surpresa com sua capacidade de observar movimentos tão rápidos, se não fosse a situação. As três resolveram atacar o garoto de uma só vez. Nathan foi rápido e conseguiu se esquivar de uma, fazendo um arco com a espada e cortando a outra, de baixo para cima, mas a terceira conseguiu acertá-lo no abdome, ao mesmo tempo em que ele enfiou-lhe a espada no peito. As duas explodiram em poeira dourada, juntas. Cecile estava paralisada, em choque, seus olhos cheios d’água.

A mulher que havia escapado, aproveitou-se de sua fraqueza e avançou contra a menina, mas a espada de bronze atravessou sua cabeça, fazendo-a explodir a poucos centímetros de Cecile.

Cile... – O garoto murmurou, e logo em seguida caiu ao chão. Num estalo Cecile acordou e correu até ele. Uma fumaça esverdeada saía do buraco em seu abdome e o sangue formava uma poça no chão gelado.

Nathan! Nathan... você.. uma ambulância! – Balbuciou, tentando por os pensamentos em ordem.

Não adianta... – Ele sussurrou. – Um médico comum não conseguiria me curar. – Cecile pegou sua mão e, de alguma forma, sabia que o que ele dizia era verídico.

O que eu faço... você não pode morrer assim... não por minha causa.- As lágrimas transbordavam de seus olhos e ela sentia que a vida do moreno a sua frente aos poucos se esvaía.

Acredite, é a melhor morte que eu poderia escolher. – Respondeu, tocando-lhe o rosto. – Escute com atenção. Meu pai é um deus, eu sou filho de Thanatos. Você é como eu, Cile. Seu pai verdadeiro está no Olimpo, olhando por você.

Um... um deus?

Sim. Cile, prometa que, assim que amanhecer você vai procurar o acampamento meio-sangue. Lá irão te explicar tudo. – Ele encarou-a com determinação, como se sua morte dependesse da confirmação. Cecile fez que sim com a cabeça e ele fechou os olhos, abrindo-os lentamente, como se estivesse prestes a cair no sono. – Cante para mim, uma ultima vez... – Pediu, suas íris negras perdendo o brilho.

Às lágrimas, Cecile deitou-lhe a cabeça em seu colo e, calmamente, começou a recitar a letra da musica que ele mais gostava.

Minha Querida
Esses seus olhos fechados... Não os abra
Desse jeito... desse jeito... Não consegue dormir

Minha Querida
não é que " eu morreria por você "
em vez disso decidi que eu vivo para você
É claro, junto com você
Agora e para sempre




Ao fim do refrão, Nathan já não mais respirava. Cecile fechou-lhe os olhos e o abraçou, enquanto chorava. Um sol brilhante surgiu sobre sua cabeça, mas nem isso a fez soltá-lo.

Quando o verdadeiro sol surgisse, iria para esse tal de Acampamento meio-sangue. Se esta era a condição que as pessoas que amava não se machucarem, ela iria. Iria, para protegê-los.
Cecile Angelis
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ficha de reclamaçao

Mensagem por yoush mashiba em Dom Jan 18, 2015 10:36 pm

Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
hades pois prefiro nao ter combates diretos

- Perfil do Personagem
yoush mashiba é alto,um pouco forte,olhos roxos,possui um corte no labio infeior e outro na bochexa esquerda,cabelos pretos como a escuridao da noite

Características Psicológicas:calmo,tranquilo,amigavel,vingativo


- História do Personagem

quando pequeno sua mae era muito ocupada sem tempo para ele por isso desde daquela idade gostava de falar com "amigos imaginarios" no qual com o tem descobrio que nao eram de sua mente e sim espiritos.


um certo dia enquanto dormia acordou com um grito de sua mae.correu para ajudala sem saber o motivo do grito mas quando chegou para descobrir preferia nao ter descoberto uma quimera a atacava yoush caio em desespero e quando a quimera golpeou sua mae com uma patada sentio estrema raiva cerrou as maos e e pisou no chao no quau abriu uma fenda que engoliu a quimera,no mesmo momento yoush desmaiou.

quando acordou estava no carro de sua mae e disse

-onde estamos indo ?

-esta na hora de eu te levar a um cento lugar

yoush ficou com mais duvidas ainda mas decidiu ficar em silencio.depois de um tempo chegaram a um bosque deceram do carro caminharam um pouco e chegaram a um acampamento sua mae disse que nao poderia passar dali mas que o visitaria quando pudesse.entrei no acampamento respirei fundo e fui procurar um banheiro
yoush mashiba
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 095-ExStaff em Ter Jan 20, 2015 12:43 pm

Avaliação




Avaliadas por Poseidon

Thomas D. Montcold - Reprovado.

Ei, ei, Thomas. Sua história ficou legal, mas há muitos erros durante a narração (alguns simples como "min", "cresce-se", "com forme" e outros mais sérios como a estrutura textual; você escreveu mais de 1500 palavras, mas separou tudo em apenas dois parágrafos (o que deixou  a leitura cansativa cansativo e o texto errado, uma vez que as frases ficaram soltas/corridas/desconexas). Peço, então, que refaça a ficha (alterando os erros citados e outros de concordância verbal que podem ser encontrados ao decorrer do texto; estruturando o texto de forma mais adequada, com parágrafos melhores definidos e interligados) e poste-a novamente. Ah, sim, outro pedido: use cores mais escuras porque essas cores claras/cegantes dificultam muito a leitura. Boa sorte na próxima tentativa, parceiro!


Raven - Reprovada.

Olá, Raven. Sinto muito, mas tive que reprová-la. Há muitos erros na sua narração - ortográficos e de coerência. Você utilizou o "más" muitas vezes e sempre de forma errada, então, para ajudá-la, deixarei o seguinte link com a regra de uso de mas/mais/más: clique aqui. Sobre estrutura textual: houve quebra de linha quando não era necessário; você deixou metade da frase em uma linha e colocou o restante da oração na linha de baixo - várias vezes (e sem necessidade) -, o que dificultou a leitura e a fluidez do texto. Houve também muito erro no que se refere à pontuação e espaçamento: ausência de vírgula onde era necessário e presença de vírgula onde era desnecessário.
Sobre os erros de coerência: o erro começou quando você narrou sobre a família de Raven (a mãe o padrasto), porque espíritos aquáticos não têm progenitores (pais), eles são criaturas da água que simplesmente surgem; ainda no início também, você cita que criou uma enxurrada de água que despedaçou a parede da sala e etc, mas, em seu nível, isso ainda não é possível; o outro erro veio logo em seguida, quando você diz se tornar um espírito completo apenas com o toque de Tritão - seu pai, na narração - (o que não é possível, como já falei: sem pais e sem "nascimento"); depois tem a parte que você fala sobre um dos ciclops ser "mais estranho que um ciclop normal", mas como você sabe? Você supostamente não era um espírito aquático recém-descoberto?
Peço, então, que conserte os erros, reformule a história e post e a ficha novamente. Boa sorte na próxima tentativa, sweetie!



Avaliadas por Dionísio

Federico Bertolazzi - Aprovado(Dionísio)

O texto não teve muitas falhas, de modo que não tenho tanta coisa para apontar. Em ortografia, você cometeu alguns erros como escrever 'intervenho' no lugar de 'interveio', e 'frio' no lugar de 'freio', mas nada que fosse realmente gritante, ou que pudesse prejudicar. Apenas peço que atente-se mais à isso nos próximos textos, para evitar descontos. Além disso, a repetição de palavras de maneira desnecessária também esteve presente em vários trechos do texto, como em "A madrugada de Manhattan era embalada pelo som dos bares e clubes de dança, situados principalmente em East Village. SABOR DIVINO, uma boate conhecida por ali, era embalada[...]", "[...]a flecha que a havia atingido caiu no chão. Fred desabou no chão[...]" e "[...]ele não fez muitas perguntas, não estava com a cabeça no lugar para pensar e, além do mais, a garota falava de um modo tão convidativo que ele não achava meios para contestá-la. Ele sentia que a qualquer momento ele pensava que ia apagar[...]". Notei ainda outras falhas, como em "Ela deslizava a mão pelo peito do garoto, debruçando-se sobre ele enquanto sussurra as palavras ao pé do ouvido.", onde o correto seria sussurrava, e algumas confusões entre masculino e feminino(no mesma, o mão...). Mas nada que realmente o impedisse de ser reclamado. Apenas gostaria de fazer mais uma observação: empousai é o plural de empousa, então não deve ser usado no singular.


Berilla Q. Amet - Reprovada

Devo admitir que hesitei bastante antes da decisão. Não notei muitos erros, apenas uma falha na acentuação em 'mata-la', e alguns erros de digitação que podem ser corrigidos facilmente com uma revisão. O que me fez te reprovar foi, na verdade, a rigidez extra cobrada em fichas para Nyx. O texto ficou corrido, poderia ter sido mais bem explicado e possuído maiores detalhes a respeito do passado de Berilla. Além disso, desde o começo da história, a personagem já é uma filha de Nyx, e as regras dizem que você deve narrar o momento em que descobriu ser uma semideusa, e a sua reclamação. Peço que adicione tais detalhes à sua história, e procure melhorar o texto, para que consiga ser aprovada na próxima.


Valerie Rochënberg – Aprovada(Ares)

A ficha ficou boa o bastante para ser aprovada, ainda que não tenha ficado excelente. Não notei muitos erros no quesito ortografia, apenas uma palavra escrita de maneira errônea(herdade), e alguns erros de acentuação. Notei também a falta do uso de crase em algumas passagens da narrativa, mas no geral nada disso prejudicou a sua ficha. Os erros que mais se repetiram, no entanto, são os próximos. Em diversas partes do texto, foram esquecidas palavras ou letras necessárias para completar o entendimento da frase, falha provavelmente causada por digitação rápida. Alguns exemplos são “Em uma determinada manhã, acordara para se arrumar para ir para escola[...]”, ou “[...]sendo assim, a cada minuto que se passava vagarosamente, sua inquietude aumentava[...]” e ainda “[...]ao dar-se conta do que acabara de entrar em seu quarto para loucos.” Notei também a repetição de algumas palavras com pouco espaçamento, erro bastante comum, mas igualmente perigoso. Um exemplo é: “[...]mas logo um peso se fez presente contra a porta, logo do outro lado. Correu para o lado oposto da sala[...]” No quesito coerência, você pecou em dois pontos do seu texto. Primeiramente, em “Duas enormes aves com bico, garras e penas de metal. Pareciam pequenos robôs.”. Você narra que as aves são enormes, mas logo depois diz que parecem pequenos robôs. Tome mais cuidado com esse tipo de detalhe, para que não te prejudique no futuro. A segunda falha foi narrar que Quíron foi pessoalmente te buscar. Mesmo se tratando da filha de um dos doze olimpianos, ele não sairia do acampamento para ir atrás de uma semideusa, até porque existem vários filhos dos doze, e se ele fosse atrás de cada um deles, nunca ficaria no acampamento.

Allice Mason – Reprovada

Não consegui notar erros gritantes na narrativa, sendo que os que eu encontrei foram basicamente falhas na pontuação e acentuação, sendo assim não foi esse o motivo da sua reprovação. O que fez com que sua ficha não fosse aceita foi a história em si. Você começou o seu texto sendo atacada, não detalhou nada da sua vida antes disso, e tudo foi corrido demais. O que faltou na sua ficha foram sentimentos da personagem e detalhes dos acontecimentos no geral. Procure narrar o passado da personagem antes do ataque, e acrescente mais detalhes ao que você já escreveu. Leve em consideração que fichas para filhos de Atena exigem maior rigidez, então recomendo que procure ler as narrações de players aprovados para se basear.

Sophie McTravish – Reprovada

Primeiramente, eu não poderia te reclamar porque você não seguiu todas as regras. Você deve ser reclamada pelo seu pai olimpiano na ficha, não basta apenas descobrir de que deus você é filha, visto que o próprio precisa te reclamar. No entanto, mesmo que isso fosse corrigido, você ainda seria reprovada, graças aos outros erros presentes no seu texto. A falha que mais se repetiu ao longo do texto foi a falta de vírgulas, visto que na maioria das vezes em que ela era necessária você não usou. Em alguns trechos também faltou o uso correto do acento e pontuação. No entanto, esses não foram os erros mais gritantes do seu texto. Os que mais te prejudicaram são do quesito coerência. Primeiramente, um homem que estava dirigindo uma moto em movimento não conseguiria te puxar da maneira que foi narrada, e mesmo que ele conseguisse, é difícil encontrar alguém que simplesmente aceita que um desconhecido o coloque na garupa de uma moto e saia dirigindo. Além disso, cães infernais possuem viagem nas sombras, o que significa que eles alcançariam uma moto sem dificuldade alguma. Fora isso, faltaram detalhes no seu texto. Tudo ficou corrido demais, então recomendo que acrescente mais, de modo a tornar a narrativa mais completa.


Avaliadas por Hipnos

Dan Stone - Reprovado como filho de Ares

Dan, preciso admitir que não gostei muito da sua ficha. Observei numerosos erros por falta de acento no "e" e alguns erros de ortografia que precisam de alguns ajustes. Fora isso, o fato da empousa aparecer no meio de um lugar público e você já saber manejar uma espada me espantaram, já que a proposta e fazer o campista descobrir suas habilidades, e não sair matando todos. Espero que você melhore na próxima, torço por você.

Killiam M. Wittmore - Reprovado como filho de Héstia

Ah, Killiam, eu gostei tanto da sua história. Mas os detalhes ficaram muito confusos, e a ficha ficou corrida demais. Entendi o que você explicou no spoiler, mas acho que, como uma ficha de reclamação, detalhes como o fato dele aparecer no acampamento, receber a marca, ou mesmo fugir de um monstro sem precisar matá-lo são super importantes. No total, eu quase não te reprovei, mas como eu já disse, pequenas coisas fazem uma diferença enorme na hora do desenvolvimento, ok?

Avaliadas por Éris


Inês Brasil -- Reprovada

Então, minha rainha, sua ficha foi choque de monstro. Você soube mesclar a zoeira com uma história interessante, além da ótima escrita. Mas, como já deve saber, cometeu um erro gritante no final, que foi o da pantera. Você não pode simplesmente agir como um animal do jeito que fez e usar a névoa para que a enxerguem como um, não funciona assim. Como foi importante na narração, não havia como ignorar este erro na coerência. Portanto, tristemente reprovada. Mas tente novamente, adequando a coerência, e certamente passará.

Cecile Angelis -- Aprovada

Cecile, o único erro que consegui achar em sua ficha foi o seguinte: "—Hora queridinha, não há mais tempo para isso!". O errado nessa fala foi o uso de "Hora", sendo que o correto seria "Ora". O único erro, como disse, então meus parabéns e bem-vinda, filha de Apolo.

yoush mashiba -- Reprovado

Primeiro de tudo, seu nome não está de acordo com as regras de nickname. Mude-o aqui (clique). Segundo, para ser reclamado por Hades é necessário passar por um teste diferente da ficha normal, que fica disponível mensalmente. Pra finalizar, antes que poste a ficha novamente ou tente ser tornar filho de Hades, sugiro que melhore sua narração. Leia posts de players experientes e não se sinta mal ao pedir ajuda, estamos aqui pra isso.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Karlie Swan em Ter Jan 20, 2015 12:59 pm

Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Nix, a deusa da noite, pois se adapta melhor a personagem e sua trama.

Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Características físicas:
Karlie Swan tem 18 anos, de altura mediana é mediana, mais ou menos um metro e sessenta e oito, é loira de cabelos ondulados, tem olhos verdes provocantes e desafiadores. Magra, tem uma cicatriz na sobrancelha esquerda, lábios pequenos, rosto e nariz fino, usa roupas largas e curtas e tem o corpo como arma de sedução para as pessoas.

Características psicológicos:
Karlie é paciente, bem humorada, chora quando está com raiva, mas odeia chorar perto das pessoas, não sabe desabafar, tenta o máximo esconder as emoções, discute com as pessoas sempre quando acha que está certa, mas nunca deixa sua educação de lado, ama ajudar as pessoas, é bipolar as vezes e gosta de fazer drama.

História do Personagem

Karlie nasceu em 1997, numa cidade pequena, mas bem populosa, chamada Hasmyt, mais conhecida como Kister, deram esse nome em homenagem a William Kister, que foi o primeiro e único homem que conseguiu subir a maior montanha da cidade, chamada Kerfes.

A garota morava com seus pais, Jenny e Kern, e tinha que aguentar todo santo dia o seu pai alcoólatra e drogado batendo em sua mãe e nela também, a mesma não compreendia o porque de sua mãe continuar com ele, mas a mãe sempre dizia que casamento é para sempre. Karlie não concordava, mas continuava morando em casa com o medo de não poder defender sua mãe, pois achava ela uma mulher muito guerreira e falou que não a deixaria sozinha, que iria aguentar o sofrimento junto com ela, mas, secretamente, não via a hora de seu pai morrer.

Karlie sentou-se na areia da praia, fechou os olhos e deixou o vento e a maré vir sobre ela, quando de repente ela ouviu gritos e discussões, era mais uma vez apenas um sonho e seus pais brigando, novamente lá vai a garota levantar da cama as pressas para salvar sua mãe das garras daquele bastardo, mas por ser mais fraca que ele, sempre acaba apanhando também.

Meses se passaram...

Karlie chegando em casa ouvi choros de sua mãe e logo vem perguntando se o bastardo bateu nela novamente, e a mãe respondeu: - Não minha filha, é algo pior, seu pai nunca mais vai voltar para casa, o cara do bar acaba de me ligar dizendo que ele teve uma overdose e não sobreviveu.

A menina ficou um pouco assustada e sentimental por causa da mãe que estava sofrendo esse momento, mas ao mesmo tempo estava feliz por ele ter deixado elas em paz, pois assim elas poderiam economizar para pagar a faculdade de psicologia de Karlie ao invés de comprar drogas e bebidas.

No enterro de seu pai foram poucas pessoas, poucas mesmo, que no caso foi só Karlie, sua querida mãe e os funcionários do cemitério. E os "amigos" do bar, que ele dizia ter, não apareceu nenhum lá. Karlie ficava pensando como essa mulher (a sua mãe) conseguia sofrer pela morte de um homem que só à maltratou, mas fazer o que, o amor faz loucuras.

O tempo foi passando e Karlie  teve que se mudar , teve que deixar sua mãe por alguns anos para poder ir fazer sua faculdade de psicologia, para aprender a lidar com as pessoas e poder ajudar, na cidade de  Chimaya, uma das melhores cidades com faculdades qualificadas . Ela entrou na faculdade um pouco desanimada, pois passou por tanta coisa na sua vida para chegar lá. Conheceu vários amigos, começou até a namorar um menino chamado Gean e nunca mais demonstrou tristeza no olhar.

Certo dia, Karlie recebe uma ligação de sua antiga vizinha, atende até ansiosa, pois fazia tempo que elas não conversavam. Karlie atendeu o celular umas 2 vezes  e a ligação caiu em ambas as vezes, não dava para saber o que sua vizinha queria. Até que uma certa hora elas conseguiram se comunicar e a notícia que sua vizinha deu foi que a mãe de Karlie se suicidou, não aguentou o sofrimento da solidão e deixou só uma carta falando que ama sua "filha" e seu marido, mas dizia também que já que Karlie já estava bem grandinha, então ela deveria saber que Jenny não era sua verdadeira mãe, que uma deusa deixou ela, e Jenny depois se casou com Kern (seu falecido pai) e começou a amar Karlie muito, a criou  como sua própria filha,  mas sua verdadeira mãe, a deusa, nuca deixou ela sozinha, sempre ficava vigiando ela e a protegendo, entrando em batalhas entre deuses por causa de Karlie. A garota,  assustada com isso, desmaiou na hora e foi parar no hospital.

Karlie acorda meio zonza e deparou com seu namorado conversando com o médico, ela sem entender nada pergunta o que está acontecendo e Gean vira todo sorridente dizendo : - Amor,  vou ser papai, você está gravida. Isso não é ótimo?

Karlie ficou sem reação, não sabia o que fazia agora, mas mesmo assim ela sorriu e falou “se for pra ser será”. A única coisa que resta para Karlie agora é  seu futuro bebê e Gean.

Karlie não conformando com o que passou, queria encontrar a deusa Nix (sua verdadeira mãe) e saber a verdade.

O tempo foi passando e Karlie teve seu filho, se casou com Gean e nunca pode ver ou conversar com a deusa Nix.
Karlie Swan
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Berilla Q. Amet em Ter Jan 20, 2015 3:16 pm


Berilla Quodmalum Amet


-Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser reclamada por Nyx, por motivos bem claros. Pretendo fazer de Berilla uma personagem profundamente imersa em alguns tipos de magia, e as habilidades dessa deusa me dão um empurrãozinho inicial nesse quesito.

Achei mais interessante escolher tal deusa a outras associadas a arcanidade, como Hécate, pois o conceito de Nyx, a personificação da noite, sempre me agradou mais, além de se encaixar melhor em Berilla. Essa deusa passaria o tipo de poder primordial e sombrio que pretendo incorporar não só ao arsenal, mas também a personalidade dessa personagem em específico.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

Físicas: Berilla é claramente mais velha que a maioria dos semideuses do Acampamento Meio-Sangue. Sua idade biológica e aparente seria de 25 anos, mas a filha de Nyx foi mantida em um encantamento de coma por séculos, o que torna o quesito idade um pouco mais complexo. Tem uma beleza madura e vulgar, que está sempre a mostra, mesmo com seu estilo razoavelmente gótico de se vestir. Possui curvas acentuadas, cabelos vermelho escuro abaixo do ombro e olhos verdes. Sua altura é mediana, por volta de 1,70 m. Embora não se compare facilmente a uma filha de Afrodite, consegue chamar uma atenção razoável para seu corpo, especialmente a noite.

Psicológicas: Tem uma personalidade sempre superior e poderosa. Mesmo em raríssimos momentos de fraqueza; física ou psicológica, quem a observa de fora diria que tem a situação sob total controle, e irá sub-julga-la em pouco tempo, o que torna Berilla uma arma tanto para o corpo quanto para a mente de seus adversários. Não segue nenhum tipo de código de moral. Embora não seja necessariamente sempre " do mal ", sempre pende e penderá para esse lado, especialmente se tiver como objetivo adquirir poder. É ambiciosa, sádica, manipuladora, grosseira e tende a subestimar seus inimigos, mesmo que apenas aparentemente. O orgulho não lhe interfere muito; sabe quando não é forte o suficiente para algo e pode recuar, mas raramente deixa claro sua inferioridade. Sempre utiliza da sedução, mesmo que não necessária ou ineficaz, embora sexo nunca seja realmente um objetivo. É devota a magia negra, a necromancia e ao satanismo, e possui conhecimentos abrangentes no ramo arcano em geral.

- História do Personagem


Salem, Massachusetts, 1679

There is a house...
They call it Rising Sun....

A noite era nublada e cinza. Pelas calçadas mal cuidadas sentava-se uma garotinha. Uma mendiga. Talvez uma filha bastarda. Ela não sabia. Mas não deixe os clichês de histórias tristes te enganarem. A menina não era miserável, frágil, inocente e abandonada. Em sua pele, as sombras da noite pareciam dançar e se curvarem, como se procurando aninhar-se na ruivinha. As pessoas que passavam pela rua não olhavam-na com pena. Piedade? Era Berilla. Berilla não precisa de piedade, como os outros sem teto. Só tome cuidado para que ela não roube suas moedas ou entre na sua casa à noite. Ninguém sabe como ela consegue entrar sem ninguém ver. Talvez seja uma bruxa.

Aquele, no entanto, era um dia especial. A garota comia devagar um pedaço de pão que uma velha de aparência suspeita havia jogado a seu lado sem motivo aparente. Esse tipo de coisa não acontecia com frequência. Levantou-se rapidamente, procurando outro beco para se enfiar e passar a noite. Farelos caíam pelo chão, enquanto a ruiva seguia o caminho que conhecia como a palma de sua mão. Berilla acreditou ter se distraído com a correria quando, subitamente, bateu de frente com uma senhora. A mesma que havia lhe dado o pão. Era como se ela tivesse simplesmente surgido em sua frente. Dessa vez, no entanto, trazia consigo uma acompanhante mais nova.

- Vão ficar andando por becos na madrugada, com casas para morar? Querem ser queimadas como bruxas? Saiam da minha frente. - Provocou, abrindo caminho.

As mulheres, no entanto, não pareciam abaladas. Pelas costas da sem teto, assumiram lentamente uma forma diferente. A antes idosa rejuvenesceu dezenas de anos em segundos. Seus olhos tornaram-se roxos, e sua pele lisa como um tambor.

- É ela. - Disse, para sua aliada. Essa, por sua vez, apenas sorriu.

A criança, ouvindo essas palavras, não hesitou. Tirou da cintura uma faca de cozinha; a mais afiada que conseguira roubar. Tinha a arma desde que se conhecia por gente. Correu em direção as acreditava que iriam traze-la ao julgamento da Igreja. Antes que pudesse perceber a súbita mudança de idade da mais velha, no entanto, foi tomada por uma paralisia completa. Seu corpo pregou-se ao chão, e largou a faca, relutante. As duas amigas tinham as mãos erguidas. As duas bruxas. Aproximaram-se devagar, quase como se que apenas para aumentar o suspense. O que estava acontecendo?

- Isso vai doer - Anunciou a que lhe dera o pão, tocando sua testa.

E doeu. Embora não demonstrasse, Berilla estava com medo. Não tinha nada para se defender, e não conhecia as intenções de suas agressoras. Sentia, indefesa, a energia eletrizante pulsar por seu corpo, enquanto palavras irreconhecíveis em uma língua estranha eram pronunciadas. Por fim, uma dor insuportável em seu pulso, antes de, em conjunto, começarem finalmente a falar em inglês.

- Funcionou? - Perguntou a segunda mulher.

- Vamos ver. Essa foi complicada. Muitas auras parecidas. Selene, Hécate, Érebo. Mas com certeza é uma forte. - Respondeu a de olhos roxos, virando com força o pulso da mendiga.

Quase como uma tatuagem, um pentagrama havia sido desenhado no local onde antes sentira dor. Dentro dele, em letras cuidadosas, uma resposta essencial. Resposta esta gravada para sempre em sua pele.

Nox.

As duas riram de prazer.

- Sangue primordial. Isso vai ser interessante. Bem-vinda ao Clã, cachorra de rua.

Off, explicações:


Usaram um feitiço para discernir a aura de Berilla e "reclamá-la". Como estamos falando de 1600 e bolinha, os deuses não tinham o tal acordo, e cagavam e andavam para reclamar seus filhos. Então, esse foi o método de reclamação dela. Se for incoerente e me reprovarem, vou cortar meus pulsos com uma colher, porque perguntei pra alguns monitores antes de postar. Nox não foi um erro de digitação. É o nome em latim para Nyx. " Ah, mas latim? Latim é de roma, é de cristianismo, não tem nada a ver ".  Bem, bruxaria também vem do cristianismo, então o nome é em latim, e se reclamar eu ponho em japonês. No encontro de Berilla com a velha que havia lhe dado o pão, ela desconfiou que a mulher estava lhe perseguindo para leva-la ao julgamento da Igreja por ser uma bruxa, já que muitos achavam que ela era uma. Pode parecer que a personagem não reconheceu a velha, já que a tratou mal, mas ela só é emo gótica mesmo.



Salem, Massachusetts, 1692

Oh mother, tell your children
Not to do what I have done
Spend your lives in sin and misery
In the house of the rising sun...





Pela base precária, aromas e auras experimentados por pouquíssimos mortais estalavam e enchiam as salas com a energia da Tríplice. As bruxas marcavam o solo com seus símbolos de devoção. Evocações e feitiços enchiam o ar nublado da cidade. Todas aquelas que não quisessem ser restritas as limitações do Acampamento eram bem-vindas ao Clã. Dentro da proteção secreta da comunidade, semideusas poderiam realmente aproveitar de todo o potencial de seu sangue mágico. Magia Negra, Necromancia, Satanismo. Todos os campos temidos e muitas vezes proibidos pelos deuses. Mas, é claro, tudo tinha seus riscos. Mesmo bruxas experientes de sangue divino não poderiam se proteger tão bem quanto o local construído com a supervisão dos próprios deuses. As runas não a protegiam do clima, não garantiam segurança total contra os monstros. Viviam com o perigo. E Berilla era uma delas.

A filha da Noite era observada de perto pela líder do Clã das 13. Um número considerado amaldiçoado e sombrio pelos supersticiosos. Como era de se esperar, simbolismo e miticismo eram aplicados com resultados verdadeiros no local, e as integrantes não podiam ultrapassar a quantia do número do diabo. Em troca dessa fidelidade, recebiam mais liberalidade do próprio. Todas elas devotas, direta ou indiretamente, de Satã. Berilla era tida como promissora. Não era todo dia que sangue primordial entrava no grupo. Talento, no entanto, era uma faca de dois gumes. Se ameaçasse a posição da líder, acabaria eliminada. Eram todas aliadas, mas as regras eram estritas e duras. Eram ensinadas que, uma vez que tivessem mestrado os ensinos do local, teriam apenas uma coisa a temer. Christa, filha de Hécate. A líder. E eram ensinadas corretamente.

As mãos treinadas pelo tempo da ruiva folheavam os livros, a procura de Deus sabe o que. Mesmo acolhida pelo local aos 12 anos, depois de viver nas ruas, ainda não chegava perto da maestria das mais altas na hierarquia. Ainda lembrava-se do dia em que Christa, disfarçada como uma velha, reclamasse-a com um feitiço. Ainda tinha a marca em seu pulso. Depois disso, não demorou para que a comunidade a tomasse para si.

A maioria era considerada uma veterana por volta dos 40, mesmo que ainda aparentam estar no ápice da juventude, graças a encantamentos ou pactos. No final, o único jeito era tentar estender sua vida o máximo que fosse possível. Uma vez mortas, a alma de uma bruxa tão corrompida tinha um destino nada agradável, seja nas mãos de Hades ou do próprio Satã.

Berilla sacou sua faca ao perceber a aproximação de Samantha. A filha de Afrodite era a escória do Clã. Não seria uma surpresa se fosse tentar matá-la. Sacrificar uma integrante mais poderosa era uma forma comum de adquirir mais valor na hierarquia, além de um apreço maior dos deuses da magia. A própria Amet já havia matado uma ou duas membras desatentas.

- Samantha, eu estou muito ocupada para um combate. Tente me matar outro dia. Será divertido.- Disse, com escárnio.

- Quem sabe um dia, Quodmalum. Mas eu não vim te matar. Christa quer falar com você. - A semideusa respondeu com malícia, saindo devagar. Uma conversa pessoal com a líder costumava significar algo ruim.

Berilla levantou-se sem demora. O que quer que a filha de Hécate quisesse, seria algo importante, tendo convocado-a. Caminhou pela estrutura de madeira e pedra, passando pelos aposentos de muitas de suas irmãs bruxas, antes de ver-se em frente à sala que desejava. Na porta, ocupando-a por inteiro, estavam entalhadas pequenas representações de todos os deuses que podiam escolher cultuar e basear sua energia mágica, de todas as culturas possíveis. Ísis, Hécate, Circe, Nyx, Selene, Lúcifer, A Deusa. Algumas, nem mesmo a ruiva saberia nomear. Adentrou o local sem hesitar. A sua frente, Christa sentava-se em sua mesa, repleta de todo o tipo de ingrediente e material cintilante e mágico. Tinha um rabo de cavalo sem falhas e olhos púrpuros quase intimidadores.

- O que você quer... líder? - Perguntou, de maneira lenta e provocativa. Se seu comportamento quase desrespeitoso não fosse conhecido desde que adentrara no grupo, teria sido banida imediatamente.

- Berilla. Esta será uma conversa rápida. Feche a porta. - Ordenou. A semideusa convocada fechou-a devagar. -  O povo de Salem descobriu tudo. Aparentemente, um ou dois mortais que conseguem ver pela Névoa conseguiram convencer um membro do clero que somos bruxas. Para ser sincera, isso era questão de tempo. Somos 13 mulheres vivendo sozinhas numa casa distante da vila, não seria difícil deduzir isso. O Clã acabou por enquanto. Mesmo sendo apenas mortais, uma hora ou outra, irão receber apoio de Deus ou deuses, e não desistirão nunca. Eu terei de tomar medidas quase drásticas.

A bruxa mais nova riu baixo.

- Achei que você tinha dito que bruxas não tem de temer nada a não ser você. Por que fui chamada?

- Você se esqueceu que eu disse " Bruxas bem-sucedidas". E, nós, bruxas bem-sucedidas, não temos. 5 membros do Clã, além de mim, vão sobreviver. Arranjei um jeito de dar vida nova ao grupo. As mais dispensáveis morrerão. Deixe os mortais acharem que tiveram uma vitória. Enfeiticei algumas mulheres. Elas se passarão por bruxas no nosso lugar e serão executadas. Você e as outras quatro serão postas em um encantamento de coma. Quando eu julgar necessário, acordarão. Em uma época onde não somos caçadas. Pode levar séculos, mas longevidade não é um problema para mim. Está de acordo?

- Estou surpresa em saber que meu... esforço valeu a pena em algum ponto. Estou de acordo, Christa. Vida longa ao Clã.

- Vida longa ao Clã.

Explicações²:


A história de Berilla é ligada a fatos históricos. O julgamento de Salem ocorreu em 1692, época da segunda parte da narrativa, e pãnz. Sendo uma bruxa, sua história é ligada também ao cristianismo, e acho que isso ficou claro no decorrer da ficha. Berilla acordou nos tempos atuais. A trama dela começará aí. O clã e suas regras foram inspirados no Julgamento de Salem, e um pouquiiiiiinho de sua atmosfera em AHS: Coven. A maioria, no entanto, são idéias brisadas. Quanto aos deuses citados entalhados na porta, são os associados a magia de mitologias variadas: Egípcia, wicca e grega. Beijos no tímpano. Se ficou forçado demais, desculpe também. Essa personagem é emo gótica rara diferente mesmo.










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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Paul Franklin em Qua Jan 21, 2015 11:20 am

Ficha de Reclamação


- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Selene, a deusa da lua.Selene além de ser uma deusa encantadora, trás um mistério no olhar pelo fato de ser a deusa da lua, além de ser um deusa pouco conhecida. Fora isso, as características da mesma é bem parecida com o personagem.

- Perfil do Personagem
Sou um garoto magro, com cerca de 1,80 de altura. Cabelos negros curtos que combinam com meus olhos também negros, que destacam mais ainda minha pele incrivelmente branca.

Nem eu mesmo sei ao certo como meu lado emocional funciona, mas normalmente sou calmo. Pelo menos... Aparentemente. Sou um cara de uma certa compaixão, mas mudo totalmente se machucam algo que gosto muito. Ou alguém. Me apego fácil demais, por esse motivo gosto de me afastar de forma brusca quando noto que estou me afeiçoando demais.

E provavelmente uma das características mais marcantes em mim, é a sensação de inferioridade.

Sobre os meus gostos... Eu odeio pessoas que se sentem superiores, isso realmente me tira do sério. Além disso, existem outras coisas que me incomodam... Por exemplo; Bagunça e sujeira. Sobre os gostos... Música é o meu maior amor. Além disso, eu adoro o cheiro das flores, em especial, a jasmim.

- História do Personagem
Oi, meu nome é Paul. Paul Franklin. Tenho 15 anos. Ao contrário dos outros meio-sangue, no início, minha vida era de certa forma, fácil, até que chegou "o"dia. Bom, deixe-me lhes contar um pouco sobre a minha vida antes de tudo acontecer.

Meus pais são a Marry e o Steve Franklin. Minha mãe é dona de uma floricultura ao lado da nossa casa. Desde pequeno, ela me levava pra ajudá-la no trabalho e eu sempre amei isso.

Gostava da cor das flores, dos tamanhos variados e principalmente... Dos cheiros de cada. Mas uma flor em especial sempre me chamou atenção: O jasmim. Curiosamente, o perfume da minha mãe era feito de jasmim. Perfume que ela mesma fazia, de forma caseira, mas pra mim, nunca perdeu em nada para esses perfumes de lojas caras.

Já meu pai trabalha num planetário da cidade. Ele se formou em astrologia e ama tanto isso, que fez a tatuagem de uma lua minguante bem grande nas costas.

Ao contrário da minha mãe que era extrovertida e bem animada, meu pai é um cara normalmente sério. Não que ele fosse sempre assim, mas normalmente ele só mudava o semblante em duas ocasiões: Quando estava contemplando os céus, ou quando minha mãe fazia seu saboroso pudim de creme.

Sobre mim... Eu amo a música tanto quanto minha mãe gosta de jasmim e meu pai, a lua. Eu adoraria cair de cabeça nisso, gastar boa parte do meu tempo em algo que amo mas meu pai me proibia. Ele dizia que era coisa de pessoa que não tem nada pra fazer, falava que eu precisava me focar apenas nos estudos.

Porém, depois de algumas noites de choro e uma longa (longa MESMO) conversa com minha mãe, há um ano ela comprou um violão pra mim e é com ele que vou na aula de música toda quarta e sexta. Coincidentemente, pra minha alegria, são os mesmos dias que meu pai ficar até tarde no trabalho. E foi numa sexta que tudo aconteceu...

Tinha terminado meus deveres de casa, que eu nem precisava fazer já que minhas notas quase sempre são bem acima da média, graças a pressão do meu pai.

Finalmente o despertador toca me alertando de que já era 7 horas da noite. Um sorriso cresce em meus lábios. Pego meu violão apressadamente, ainda com o uniforme da escola com uma calça jeans preta surrada e um all-star cinza bem sujo, e vou em direção a floricultura da minha mãe.

--- Mãe, eu tô indo tá?!

Disse pra ela assim que abri as portas de vidro do estabelecimento, fazendo com que os sinos em cima da porta soassem. Sempre achei que aquele lugar parecia uma estufa. Ela se levanta com seus cabelos pretos sedosos balançando e com seu lindo sorriso. Seu avental estava todo sujo de terra.

--- Tudo bem, Paul. Mas antes, pegue isso. A mamãe acabou de fazer pra você.

E então ela abre a mão. Meu sorriso cresce ainda mais vendo aquele frasco, certamente, era o perfume de jasmim caseiro. Peguei das mãos dela, lhe dei um beijo bem forte na bochecha e senti um leve gosto de adubo. Sorri pra ela e disse:

--- Eu te amo.

E no mesmo instante corri pra fora, sem ter a mínima ideia de que seria a última vez que veria ela antes da minha vida virar de cabeça pra baixo.

A lua cheia já estava alta no céu, sua luz branda me confortava de alguma forma. Vi na vitrine de uma loja de roupas que já eram quase 8 horas. Peguei vários ônibus, mas um deles atrasou, sendo assim... Eu também estava atrasado. Corri com o resto do meu fôlego até que lembrei de uma viela por onde eu podia cortar caminho... Mal sabia que isso mudaria minha vida.

Assim que entrei nessa viela, um cheiro de podre começou a penetrar as minhas narinas, mas continuei correndo na luz fraca de um poste do outro lado. Carregava a "bag" do violão à tira colo que balançava junto com os meus cabelos tão negros como a noite.

Quando eu estava há cerca de 5 metros de sair, um cara gigante de uns 2 metros e meio aparece no final. Congelei no mesmo instante.

--- Eu vou comer você!

Nesse mesmo instante o monstro começou uma investida em minha direção. Sem outra opção, corri no sentido contrário por onde tinha entrado, mas pro me azar, um dos meus cadarços se afrouxou, pisei sobre ele e caí. Tentei me recompor, mas deu tempo apenas pra me virar e ver o monstro erguendo uma de suas mãos gigantes. "É o meu fim." pensei. E então sua mão desceu em minha direção com um temível urro de ódio. Mas então...

Um grito de furor se torna um gemido de dor. Olhei para aquele face horrorosa com a boca torta, olho para baixo e vejo algo parecido com uma garra luminosa saindo de dentro da barriga da aberração, que instantes depois se transforma em pó.

Naquela altura do campeonato, eu não sabia se estava sonhando, brisando com algum alucinógeno ou ambos. E pra ficar mais estranho ainda, me deparo com duas lindas garotas com olhos sedutores que pareciam refletir o luar. Parecia até cena de filme. Então veio o símbolo de uma lua brilhando sobre minha cabeça, e nesse momento eu desmaiei.


bla bla bla



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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 111-ExStaff em Qua Jan 21, 2015 11:40 am

Avaliação

Assim como a lua, todos tem seu lado escuro


Karlie Swan - Não reclamada
Karlie, achei sua história razoavelmente boa, porém você confunde bastante as pontuações e coisas do tipo. Se fosse um deus qualquer, talvez você passaria, mas como Nyx é uma das deusas que são avaliadas com rigor, terei que te reprovar. Sugiro que preste bastante atenção nas pontuações e, em seguida, volte a aparecer por aqui.

Berilla Q. Amet - Reclamada como filha de Nyx
Eu realmente não encontrei nenhum erro na sua narração. Eu já tinha lido sua ficha da última vez, e confesso que essa ficou bem melhor, já que você explicou bem as coisas e não fez uma narração corrida. Eu realmente queria ter alguma coisa para falar mal, mas não encontrei nada para realizar isso.  


Paul Franklin - Reclamado como filho de Selene
Paul, eu gostei da sua narração, de verdade. Apesar da sua ficha ter ficado pequena, você conseguiu explicar bem tudo o que é necessário. Não tenho nada demais para comentar, pois como o player acima não achei nada em sua ficha para falar mal. Enfim, seja bem-vindo a minha prole o/

~Att pelo tio Posei~
thanks, ♛ and ▲
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Candie Leminnier em Qua Jan 21, 2015 12:03 pm

Ficha
Qual será o meu paradeiro?


- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ser reclamada por Hermes. Esse é o deus que mais se encaixa em minha trama, além de ser o que combina mais com a personalidade do player.

- Perfil do Personagem
Características Físicas:
Candie tem 1,45 de altura, sendo mais alta que a maioria das garotas, e possui cabelos loiros. Seus olhos castanhos se destacam pela sua pele clara e, por isso, muitos acham que ele é grande demais. Seu corpo é delicado, possuindo pouco busto e bunda, mas pode chegar a ser considerado bonita.

Características Emocionais:
A garota é sempre delicada e calma, e por isso não se deixa levar por qualquer coisa. Quando alguém é ignorante com ela, a garota assume um lado que quase ninguém nunca viu: seu lado obscuro. Demais características da sua personalidade ela irá desenvolver na trama, já que a personagem perdeu a memória.

- História do Personagem

Leia isso aqui:
Sim, ela perdeu a memória. Não, isso não é clichê.

Eu acordei com a claridade do sol nos meus olhos, e um vento frio soprava naquela colina, fazendo-me tremer ao constatar que estava sem blusa de frio. Tentei me lembrar do que estava fazendo ali, porém nada me veio à mente. Somente um nome: Candie. Depois de pensar bem, constatei que aquele era o meu nome.

Olhando para os lados pude detectar um pinheiro verde e alto a minha frente, e por um momento desejei estar coberta com ele, mas depois de alguns segundos percebi que esse era um desejo um tanto estranho.

Minha cabeça doía e, tentando levantar, percebi que os ossos do meu corpo estavam igualmente danificados. Tudo doía. Desde meus fios de cabelo ao dedo do pé.

Ignorando tal coisa, caminhei em direção ao que parecia um penhasco e, com surpresa, pude ver que lá em baixo havia pessoas e construções bem estruturadas. Seria tão bom poder contar com a ajuda deles...

Porém nesse momento tudo escureceu, e a última coisa que me lembro é de desmaiar naquele mesmo local.

***

Acordei no que parecia uma tenda. Havia pessoas transitando para lá e pra cá, e fiquei confusa ao perceber que alguns tinham pernas peludas e chifres de bode. Sorri ao registrar tal coisa em minha mente, e em seguida uma lembrança me atingiu em cheio: Lutas, monstros e espadas. E naquele momento eu entendi onde estava e o que era. Olá, acampamento meio-sangue.

Leia isso aqui 2:
Eu sei que ficou pequeno, mas não daria para contar uma história que ela não se lembra, pois é.

.

Candie Leminnier
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E nem eu mesma sei ao certo onde estou...

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Karlie Swan em Qua Jan 21, 2015 3:35 pm

Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Afrodite, pois se adapta melhor a personagem e sua trama.

Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Características físicas:
Karlie Swan tem 18 anos, de altura mediana é mediana, mais ou menos um metro e sessenta e oito, é loira de cabelos ondulados, tem olhos verdes provocantes e desafiadores. Magra, tem uma cicatriz na sobrancelha esquerda, lábios pequenos, rosto e nariz fino, usa roupas largas e curtas e tem o corpo como arma de sedução para as pessoas.

Características psicológicos:
Karlie é paciente, bem humorada, chora quando está com raiva, mas odeia chorar perto das pessoas, não sabe desabafar, tenta o máximo esconder as emoções, discute com as pessoas sempre quando acha que está certa, mas nunca deixa sua educação de lado, ama ajudar as pessoas, é bipolar as vezes e gosta de fazer drama.

História do Personagem

Karlie nasceu em 1997, numa cidade pequena, mas bem populosa, chamada Hasmyt, mais conhecida como Kister, deram esse nome em homenagem a William Kister, que foi o primeiro e único homem que conseguiu subir a maior montanha da cidade, chamada Kerfes.

A garota morava com seus pais, Jenny e Kern, e tinha que aguentar todo santo dia o seu pai alcoólatra e drogado batendo em sua mãe e nela também, a mesma não compreendia o porque de sua mãe continuar com ele, mas a mãe sempre dizia que casamento é para sempre. Karlie não concordava, mas continuava morando em casa com o medo de não poder defender sua mãe, pois achava ela uma mulher muito guerreira e falou que não a deixaria sozinha, que iria aguentar o sofrimento junto com ela, mas, secretamente, não via a hora de seu pai morrer.

Karlie sentou-se na areia da praia, fechou os olhos e deixou o vento e a maré vir sobre ela, quando de repente ela ouviu gritos e discussões, era mais uma vez apenas um sonho e seus pais brigando, novamente lá vai a garota levantar da cama as pressas para salvar sua mãe das garras daquele bastardo, mas por ser mais fraca que ele, sempre acaba apanhando também.

Meses se passaram...

Karlie chegando em casa ouvi choros de sua mãe e logo vem perguntando se o bastardo bateu nela novamente, e a mãe respondeu: - Não minha filha, é algo pior, seu pai nunca mais vai voltar para casa, o cara do bar acaba de me ligar dizendo que ele teve uma overdose e não sobreviveu.

A menina ficou um pouco assustada e sentimental por causa da mãe que estava sofrendo esse momento, mas ao mesmo tempo estava feliz por ele ter deixado elas em paz, pois assim elas poderiam economizar para pagar a faculdade de psicologia de Karlie ao invés de comprar drogas e bebidas.

No enterro de seu pai foram poucas pessoas, poucas mesmo, que no caso foi só Karlie, sua querida mãe e os funcionários do cemitério. E os "amigos" do bar, que ele dizia ter, não apareceu nenhum lá. Karlie ficava pensando como essa mulher (a sua mãe) conseguia sofrer pela morte de um homem que só à maltratou, mas fazer o que, o amor faz loucuras.

O tempo foi passando e Karlie  teve que se mudar , teve que deixar sua mãe por alguns anos para poder ir fazer sua faculdade de psicologia, para aprender a lidar com as pessoas e poder ajudar, na cidade de  Chimaya, uma das melhores cidades com faculdades qualificadas . Ela entrou na faculdade um pouco desanimada, pois passou por tanta coisa na sua vida para chegar lá. Conheceu vários amigos, começou até a namorar um menino chamado Gean e nunca mais demonstrou tristeza no olhar.

Certo dia, Karlie recebe uma ligação de sua antiga vizinha, atende até ansiosa, pois fazia tempo que elas não conversavam. Karlie atendeu o celular umas 2 vezes  e a ligação caiu em ambas as vezes, não dava para saber o que sua vizinha queria. Até que uma certa hora elas conseguiram se comunicar e a notícia que sua vizinha deu foi que a mãe de Karlie se suicidou, não aguentou o sofrimento da solidão e deixou só uma carta falando que ama sua "filha" e seu marido, mas dizia também que já que Karlie já estava bem grandinha, então ela deveria saber que Jenny não era sua verdadeira mãe, que uma deusa deixou ela, e Jenny depois se casou com Kern (seu falecido pai) e começou a amar Karlie muito, a criou  como sua própria filha,  mas sua verdadeira mãe, a deusa, nuca deixou ela sozinha, sempre ficava vigiando ela e a protegendo, entrando em batalhas entre deuses por causa de Karlie. A garota,  assustada com isso, desmaiou na hora e foi parar no hospital.

Karlie acorda meio zonza e deparou com seu namorado conversando com o médico, ela sem entender nada pergunta o que está acontecendo e Gean vira todo sorridente dizendo : - Amor,  vou ser papai, você está gravida. Isso não é ótimo?

Karlie ficou sem reação, não sabia o que fazia agora, mas mesmo assim ela sorriu e falou “se for pra ser será”. A única coisa que resta para Karlie agora é  seu futuro bebê e Gean.

Karlie não conformando com o que passou, queria encontrar a deusa Afrodite (sua verdadeira mãe) e saber a verdade.

O tempo foi passando e Karlie teve seu filho, se casou com Gean e nunca pode ver ou conversar com Afrodite.
Karlie Swan
Indefinido
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 100-ExStaff em Qua Jan 21, 2015 3:53 pm


AVALIAÇÃO
Ficha de Reclamação


Candie Leminnier - Reprovada.

Candie, faltou detalhes. Digo, você narrou tudo rápido demais. Mesmo que tivesse acordado no acampamento sem memória alguma, só lembrando de seu nome e SOMENTE ISSO, sinto que você se limitou de mais à surpresa de estar em um lugar que nunca viu (o que foi contraditório, dito que no final você disse "Olá, acampamento meio-sangue"), sem memórias e quase desacordada no chão. Mesmo com uma boa ortografia, me senti propensa a te recusar. Você não cumpriu o propósito da ficha, que é 1) contar a história de como chegou ao acampamento e 2) mostrar a reclamação do personagem. Em casos assim, sugiro MUITO que narre você sendo levada para o interior do camp, ou seja reclamada pelo pai, ou seja introduzida aos diretores de atividade ou instrutores do camp. Pouco descobri do que você é capaz como escritora, na narrativa; e, também, não entendi bolhufas da sua trama pessoal.

Sugiro que complemente um pouco mais a sua chegada ao camp para que seja aprovada. Boa sorte em uma próxima vez!

Karlie Swan - Reprovada.

Vamos lá. Sua ficha, Karlie, estava razoável. Você explicou a trajetória de vida de sua personagem muito bem, e o fez bem brevemente de forma objetiva. Mas notei erros de acentuação e pontuação, além dos de fluência, que poderiam ser evitados com uma revisão e betagem. Infelizmente, o que implicou na reprovação da ficha foi o fato de a tal vizinha SABER que a mãe verdadeira de Karlie era Afrodite, se mortais são normalmente impelidos pelo poder da névoa. Sim, existem aquelas exceções: mas, se Karlie foi adotada, como que diabos uma vizinha saberia quem são os pais biológicos da menina?

Você não citou qualquer proximidade entre as personagens, o que me deixou apreensiva. Além disso, não cumpriu o objetivo da ficha de reclamação: o de reclamar a personagem, ou de introduzir ela ao acampamento meio-sangue. Infelizmente, você não conseguiu dessa vez, mesmo passando bem perto. Sugiro que faça uma nova ficha com as informações necessárias para que o avaliador entenda direitinho a trama, se ela vai ou não viver no acampamento, e como que ela não foi atacada por monstros depois de viver e se desenvolver por muito tempo no mundo mortal. Okay?

~Sem necessidade de att~


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Inês Brasil em Qua Jan 21, 2015 3:54 pm







Inês Brasil



- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Quero ser uma náiade, pois esta personagem terá uma conexão profunda com água de todas as formas, e isso seria enfatizado em vários aspectos sendo um desses seres. Além disso, ser ligada a uma fonte d'água vitalmente abre espaço poético de sobra, o que contribuiu para essa escolha. E porque eu quero gozar de amor e alegria.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

Físicas: Físicas: Inês possui curvas acentuadas de uma forma quase artificial. Seus cabelos negros param na metade das costas, possui pele bronzeada e olhos escuros também. É alta, principalmente para uma ninfa, com cerca de 1,75. Possui um rosto afrodisíaco de belo, com idade quase imperceptível e traços femininos.

Psicológicas: A náiade é otimista e muito alegre, além de profundamente cristã, traço incomum entre as ninfas. Acredita que o cristianismo e a mitologia grega coexistem, e, embora fiel, costuma usar roupas extremamente vulgares e se comportar de maneira promíscua. Ama estar em qualquer tipo de água, tendo um apreço/fetiche especial por piscinas.  Tende a utilizar várias frases que funcionam como uma espécie de bordão. É cultuadora da paz e da harmonia, mas isso não significa que não lutará se necessário. Inês tem um raciocínio direto e simples, além de um bom senso de humor. Comporta-se como a diva que é. Tem um apreço especial pelo ato sexual de gozar, o que, se não fosse pela maneira natural como se refere a tudo isso o tempo todo, seria tipo como desnecessariamente vulgar.

- História do Personagem

No início da criação, Gaia e Urano eram apenas coexistentes. A Terra era seca. Mas o céu era limpo. E contudo, com a vida que surgia, por mais que tudo dissesse que não, a água veio junto, senão antes.

A água.

A água é a mesma coisa que a vida. Sem ela, não haveria ninguém. Nem nada. Tudo se resumiria a um deserto estéril. Esperando uma gota de esperança. Um sopro de verdade e luz. A água rompeu a terra seca, inundando e tornando barro o que tocava. Uma força destrutiva. Mas, se do pó vinha a vida, o que viria da lama? Foi quando as primeiras criaturas vieram, nadando. Respirando.

Havia uma piscina natural, tão bela quanto os cachos em cascata de Afrodite. Sua água era cristalina e as árvores ao seu redor tornavam o ar o mais puro de ser respirado. O verdadeiro paraíso daqueles que procuravam paz interior. Mas, se havia uma curiosidade nas forças da natureza, era que elas não deixavam um ser ou fonte sequer sem poder falar, sem poder defender sua existência. Foi, então, que uma pequena divindade surgiu. Um pedaço de vida de água, dando forma ao seu elemento.

Seria o que os Antigos chamavam de náiade. Moldada pela natureza ao ter uma fonte de vida por perto. Surgiu de maneira graciosa, erguendo-se de uma piscina natural dos confins da amazônia brasileira, onde poucos homens jamais pisaram. Já nasceu formada e consciente, como todas as ninfas, mas ainda sem experiência de vida. Tinha conhecimento de sua fonte, de sua existência e de todos os motivos, mesmo tendo surgido em Gaia há poucos segundos. Banhou seu corpo na própria água, e, então rodopiou sem parar.

- UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUI QUE DELÍCIA - Exclamou,  e essas foram suas primeiras palavras. Com cuidado, pos pés para fora d'água, explorando seu berço de criação por completo.

Seu descobrimento foi aos poucos. A floresta era ao mesmo tempo uma novidade e uma familiaridade. Devagar, outros espíritos da natureza brasileiros aproximaram-se, curiosos. Dríades, ninfas, náiades, sátiros e curupiras. Todos ansiosos e receosos em conhecer o novo residente do grande ecossistema. Inês, inocente, cumprimentou a todos, despertando o desejo de sátiros, mas sem notar as ninfas que cochichavam sobre sua aparência polêmica. E, então, convidou todos para desfrutar de sua piscina natural em uma festa de boas vindas.

- NESSA PISCINA EU VO PULAR ASSIM, Ó - Gritou, em um mergulho de ponta. Deixou a água a purificar por completo, entregando-se a sua personalidade bruta - Vamos gozar gostoso de amor e alegria!!

E, assim, o mundo conheceu Inês Brasil, e ela ao mundo. Sua vida seguiu tranquilamente, à mercê de todas as condições da maior floresta tropical do mundo, sua fonte vital. Demorou para abalar, mas abalou. Mas, como tudo na vida, há sempre Sangalo o mal para atrapalhar. Meses depois de seu nascimento, a náiade observava calmamente os arredores, quando algo chamou sua atenção. De todos os lados, notou o desespero dos espíritos da floresta, sem poder reagir diante a um fator desconhecido. Explorou os arredores, assustada.

O dia era quente e chuvoso. Esperava estar apenas enganada, mas Inês poderia jurar ter ouvido um barulho ainda desconhecido ao longe. Máquinas. Alguns passos no barro úmido da floresta tropical e teve um vislumbre do desastre. Árvores e fontes vitais de várias dríades sendo cortadas por serras motorizadas. Pelo menos 20 homens auxiliavam um aos outros na corta da madeira e extração do látex. Inês nada pode fazer a não ser chorar. Caiu de joelhos, mas poucas palavras conseguiam passar por sua garganta. Em meio a soluços, conseguiu gritar.

- Pelo amor de Deus, vamo parar de um matá o outro!! Pra que?

Mas ninguém a escutava. E então, correu pelas pedras e pela folhagem, observando, atônita, toda a fauna refugiar-se nas profundezas da mata, com seu lares recém construídos destruídos. Foi nesse momento que algo tido como sagrado aconteceu. Inês não aguentava mais. Virou-se para trás, convocando a todos os espíritos da natureza.

- Vamos fazendo!! Porque Deus disse: faça por onde que eu te ajudarei. Então vamo, bora fazendo, num dá mais não!!!!

Conseguiu a atenção de algumas dríades, mas ainda precisava de mais. Inês juntou toda a sua coragem, e correu em direção aos homens. Com sorte, convenceria alguns espíritos a ajuda-la.

-UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHWW - Gritou, correndo em direção aos tiranos - É o grito da pink, da pantera!!

O grito de guerra foi o suficiente para atrair os sátiros e as náiades, que a seguiram. Juntos, centenas de espíritos afastaram os invasores em pouco tempo. Inês podia não ter livrado seu lar do perigo para sempre, mas, por enquanto, foi uma vitória.
                           


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Olaf Hallaw em Qua Jan 21, 2015 8:05 pm






Filho de Hermes

Nem todo problemático gosta de ser assim.



- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Desejo ser filho de Hermes. Bem, eu gosto muito dos filhos de Hermes com o seu jeito zueiro e brincalhão de ser e também do lado malignos que alguém aparentam ter, como o [í]Luke[/i], Eu também gosto dos globos de poder do deus em questão, como ser deus dos Ladrões e dos viajantes.


- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Físicas: O semideus tem cabelos pretos lisos em forma de topete,, pele morena, olhos negros, tem uma pequena barba. Mede cerca de 1,72m tendo 65kg. Várias tatuagens espalhadas pelo corpo, assim como cicatrizes de cortes . Na orelha tem alargadores de 12mm além de um piercing no septo.

Emocionais: O Olaf age de modo imprevisível, sem consideração pelas consequências, com humor imprevisível e caprichoso, tendo acessos de cólera e uma incapacidade de controlar os comportamentos impulsivos, tem um comportamento briguento e entra em conflito com os outros principalmente quando os atos impulsivos são contrariados ou censurados. Adora a sensação de ser único, mas tem a fobia de ser esquecido. É viciado em cigarros.

- História do Personagem

O Inicio

Me senti um tanto confuso no exato momento em que acordei encarando o teto do meu quarto. Que sonho estranho fora aquele? Logo uma ira raivosa tomou conta de mim por não saber exatamente o aquela porra de sonho queria dizer e por isso joguei meu abajur na porta do meu quarto, que se encontrava em penumbra.
Sentando-me na cama peguei um cigarro do maço o acendendo enquanto me levantando deixando o lençol cair no chão. A primeira tragada trouxe toda aquela sensação de tranquilidade que sempre acontecia quando eu fumava e por isso logo tratei de esquecer a porra do sonho, indo na direção do banheiro afim de me arrumar para o meu último dia de aula. Naquele dia só tinha a aula de artes, que pra mim consistia em tocar um pouco de violão para o professor e receber um A+. Meu banho demorou certa de 5 minutos, já que o cigarro durou esse tempo também, é, eu conseguia tomar banho fumando. O cigarro ficava em um cantinho do box onde não molhava e eu podia tragá-lo sempre que quisesse.
Depois de quinze minutos eu já saia daquele local irritante que eu chamava de casa indo na direção da merda da minha escola, por que diabos eu odiava o local aonde eu morava? Bem, simplesmente não gostava dali. Queria viajar pelo país, curtindo minha vida, não queria ficar sentado em uma porra de sala de aula vendo professores falarem coisas desnecessárias enquanto tinha que esperar o tempo passar. O meu precioso tempo.

Minha escola ficava a apenas dois quarteirões de onde eu moro e por isso cinco minutos depois já estava adentrando na sala de aula. Só que naquele momento eu fiquei realmente confuso e o sonho voltou a minha mente de uma vez... No sonho, uma cobra me dizia para não ir para a escola que eles estavam me esperando. Que caralho eram eles? Bem, a cobra não soube me responder pois sumiu logo em seguida.
Joguei minha mochila em uma carteira verificando em minha cintura se minha faca estava lá, aquela faca era a coisa mais perto que eu tinha de meu pai, sendo que eu sabia manejá-la especialmente bem. Foi quando estava saindo da sala para ver o que estava acontecendo quando o corredor explodiu.

QUE MERDA FOI ESSA?

A explosão me jogou na direção da janela que por sorte não quebrou, ao menos não com meu impacto. A sala ficou completamente destruída enquanto meu ouvido zunia com o som da explosão. Minha visão se encontrava turva e meu corpo todo estava dolorido, droga, o que aconteceu? Tentei me levantar só que logo cai novamente no chão, em cima de algumas cadeiras destruídas. Meu ouvido esquerdo doía muito, eu não sabia exatamente por que e por isso minha mão foi rapidamente ao ouvido. Senti um líquido quente nas pontas dos meus dedos e ao trazer a mão para meu campo de visão percebi que o meu ouvido estava sangrando. Agora entendi por que eu não tinha equilíbrio.
Apoiando em uma cadeira destruída ali perto consegui me levantar com uma certa dificuldade, não escutava quase nada pelo lado esquerdo. A sala tinha algumas partes em chamas e a minha mochila não era vista em lugar nenhum. Tirei minha faca da cintura segurando firmemente no cabo para ver se aquilo conseguia me manter no equilíbrio. Pura ilusão. Nos dois primeiros passos tropecei e cai novamente, cortando dessa vez o ombro esquerdo. Respirei fundo, o sonho estava certo.
Que merda!
Naquele momento escutei o som de passos um tanto oco vindo em minha direção, mas nada eu podia fazer além de esperar aquela pessoa vir até a mim. Se ela estivesse vindo mesmo até a mim.
- Vamos, levante-se. - Falou uma voz feminina e isso só me irritou. O que uma garota queria tentando me ajudar? Será que ela não percebia como eu me encontrava naquele momento?
- Puta, não tá vendo como eu me encontro? Eu não escuto da porra do lado esquerdo... - Rosnei para ela antes de ser tomado por uma dor alucinante do lado esquerdo do corpo e perder completamente meus sentidos.

Descobrindo a verdade

Uma cobra verde me olhava com aqueles olhos estranhos, ela se encontrava presa em meu braço e "sorria" para mim, se era possível uma cobra fazer isso.
- Olá... Meu querido... Ssssseu pai mandou te avisar que tudo ficará bem... - Falou a cobra com uma voz feminina mais uma vez. Porra, o que as meninas tinham comigo? - Calma, querido.. Eu entendo, sssssua mãe o abandonou para ir atrássss de um drogado. Massss eu sou uma grande amiga de sssseu pai. Hermessss.
Pera. Além de eu tá em um local completamente branco, com uma cobra enrolada em meu braço e falando com ela, ela vem me dizer que eu sou filho de Hermes? O tal deus dos ladrões da mitologia? Que eu me lembre não tinha fumado maconha naquele dia.
- Além de ser uma cobra, saber da minha história e o que estou pensando, vem me falar que sou filho de um merdinha de um ser mitológico? - Falei completamente irado balançando o braço para que ela saísse dali e claro que ela ficou grudada.
Tentei me levantar mas novamente fui tomado por um tontura um tanto frustante, o que me fez cambalear pra frente.
- Ssseu corpo está em um lugar atemporal. Vir aqui para exxxplicar o que esssta acontecendo na ssssua vida. - Falou a cobra mais uma vez, o que me fez revirar os olhos enquanto me sentava aonde quer que eu estava.
- Tá, me "exxxxxplique" o que está acontecendo então. - Pronto, agora já estava zoando ela de certa forma.
- Lembra-sssse dassss ssssuass aulaaas de mitologia grega? Tudo aquilo exxxxissste e você é filho de Hermesss. Hoje alguns lessstrigõessss tentou matá-lo com aquela exxxxplosão. Mas ssssua irmã Katherine foi mandada para te proteger consssseguiu chegar a tempo.
Colocando a cabeça pra trás dei um grito e então tudo se ligou em minha mente.
Minha mãe indo embora atrás de um drogado reclamando que meu pai era um ser divino e que nunca iria voltar pra ela. Lembrei de todos os acontecimentos da minha curta vida até aquele momento, por que eu gostava de roubar e por que aquela faca era a coisa mais perto que eu tinha do meu pai. Rosnei mais uma vez enquanto mancava de um lado para o outro, que droga era minha vida! Eu precisava de cigarro.
Assim que acabei de pensar nisso um cigarro apareceu na minha frente.
- Querido, você vai voltar agora. Vocêssssss esstão em uma essstrada perto do Acampamento Meio-Sangue. Ossss outrosss semideussesss devem estar chegando. Vão, ssssseu pai o quer vivo. - Disse a cobra para mim antes que eu voltasse para aonde quer que eu esteja.

Indo para o Acampamento

Assim que abri meus olhos percebi que estava sendo carregado por dois cavalos. Bem, cavalos era uma boa ideia do que era aquilo já que estas coisas tinham uma porra de asas. Asas! Minha cabeça doía de tanto pensar em mitologia grega, também tinha o fato da bomba e de eu estar surdo do lado esquerdo.
- Acordou o dorminhoco. - Disse a voz da Katherine, do meu esquerdo. Escutei um tanto oco e sorri forçadamente.
- Vá se foder. - Falei revirando os olhos enquanto via uma colina aparecer a minha frente. - Aonde estamos?
- Isso aqui, seu idiota, é a sua nova casa.
- Puta que pariu. - Gritei sentindo minha cabeça doer mais uma vez, que porra. Estava desmaiando mais uma vez.

Poderes Usados:
Passivos:
Nível 1 - Ofidioglota
Lhe permite falar com cobras e serpentes de todas as espécies. A maioria lhe respeita, a não ser que se trate de animais lendários ou amaldiçoados. Apenas cobras normais o obedecem.
Ativos:
Nível 1 - Ventriloquismo {Idealizado por Leonard Woodcliff}
Seu personagem pode fazer sua voz ecoar de outro lugar, confundindo o inimigo. O custo de energia é baixo. - O semideus usou no final sem perceber.

Arma Utilizada:
♦ Faca [Sua lâmina bronzeada mede cerca de 24 cm, e seu cabo tem o mesmo comprimento padrão. É bastante afiada e é perfeita para ataque ágeis e rápidos. O bom desta arma é sua eficiência tanto para mãos hábeis quanto para manuseios mais inexperientes, pois é uma arma curta, fácil de esconder e ao mesmo tempo fácil de manusear. Seu punho é feito de aço, mas uma camada de couro escuro cobre o aço para que o usuário possa segurá-la firmemente. Na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB"; uma propriedade que só os meio-sangues e criaturas místicas podem ter e usar (ajuda um pouco na destreza)] {Bronze, aço e couro} (Nível mínimo: 1) {Nenhum elemento} [Recebimento: Administração; item inscrição padrão do fórum]

Observação:
Desculpa o tanto de xingamento, mas o meu personagem exige um tanto disso. E se puder colocar na minha ficha de personagem que ele é meio oco, seria ótimo. Thanks.

valeu @ cács!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Candie Leminnier em Qui Jan 22, 2015 3:31 pm

Ficha
E eu não sei ao certo onde estou.


- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ser reclamada por Hermes. Esse é o deus que mais se encaixa em minha trama, além de ser o que combina mais com a personalidade do player.

- Perfil do Personagem
Características Físicas:
Candie tem 1,45 de altura, sendo mais alta que a maioria das garotas, e possui cabelos loiros. Seus olhos castanhos se destacam pela sua pele clara e, por isso, muitos acham que ele é grande demais. Seu corpo é delicado, possuindo pouco busto e bunda, mas pode chegar a ser considerado bonita.

Características Emocionais:
A garota é sempre delicada e calma, e por isso não se deixa levar por qualquer coisa. Quando alguém é ignorante com ela, a garota assume um lado que quase ninguém nunca viu: seu lado obscuro. Demais características da sua personalidade ela irá desenvolver na trama, já que a personagem perdeu a memória.

- História do Personagem
Acordei em um lugar totalmente estranho e, olhando para os lados, pude ver casas e mais casas em pedaços, todas destruídas. Mas se foi pelo tempo ou por humanos, ninguém poderia dizer. Fiquei surpresa ao ver tal coisa, já que antes disso eu estava... Eu não me lembro de onde estava. Vasculhei em minha mente, tentando a todo custo me lembrar pelo menos de algum fragmento da história, mas foi tudo em vão.

Com certa dificuldade me sentei no chão sujo em que a pouco estava deitada e, com certa surpresa, senti ondas de dor por todo o meu corpo. Não sei o motivo desses, mas com certeza não era uma lembrança agradável. Concentrando-me melhor, pude perceber que não só o meu corpo doía, mas a minha cabeça também. Ela latejava de um jeito incessante, como se o mundo estivesse dando voltas.

Consegui ouvir barulhos ao longe, como se na rua, não tão deserta como esse lugar, tivesse alguém feliz e sorrindo, diferente da minha atual situação. Na verdade, minha atual situação é bem diferente de alguém que poderia ser considerado feliz. Ao mesmo tempo em que me sinto confusa, as dores e incertezas me inundam.

- Por favor... Alguém me ajude – consegui murmurar.

Assim que proferi tais palavras, barulhos mais altos que os anteriores invadiram meus ouvidos, me enchendo de pânico e desespero. Tentei me levantar rapidamente, mas antes de fazer tal ação meu corpo se encheu de dores, e fui obrigada a permanecer no chão. Droga, essa não é uma boa hora para morrer, consegui pensar.

Consegui manter-me consciente, porém exclamações de dores saíam de minha boca sem nenhum controle, como se eu mesma não fosse dona de mim própria. No momento em que meus olhos estavam para se fechar, pude ver uma coisa bem grande se aproximando, o que fez com que todo meu corpo se enrijecesse e a minha boca ficasse seca.

Levantei o olhar um pouco, e... Não, eu só podia estar delirando. Aquela coisa enorme parecia ter somente um olho, e ele estava direcionado diretamente para mim. Com surpresa e medo, tentei me levantar novamente, mas igualmente a tentativa anterior isso não resultou em nada além de dores.

Quando tinha certeza da minha morte, pude ouvir passos se aproximando, e fiquei surpresa ao ver uma garota e um garoto praticamente da minha idade.

- Me ajudem – murmurei.

O garoto correu em minha direção rapidamente e, a garota, começou a voar em direção ao monstro. Não, espera um momento... Voar? Sim, eu estava ficando louca. Focando meu olhar somente nela, observei que seus tênis pretos tinham asas brancas da cor da neve. Inacreditável, pensei.

Naquele momento a garota esfaqueava os olhos do gigante, e o garoto estava parado em minha frente com os olhos fixos em mim. Ou em cima de mim, não sabia dizer ao certo. Olhando para aquela direção, pude ver um cajado envolto por duas serpentes. Já havia visto aquele símbolo antes em enfermarias e clínicas.

Sorrindo, ele me pegou no colo e segurou-me rente ao seu peito. Percebi naquele instante que suas pernas eram peludas, mas aquela foi minha última visão. Depois daquele momento a única coisa que vi foi o escuro.

Leia isso aqui:
Sim, ela perdeu a memória.


Candie Leminnier
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E nem eu mesma sei ao certo onde estou...

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Thomas D. Montcold em Sex Jan 23, 2015 5:18 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Athena
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.

Físicas: Thomas é alto basicamente com 1,92 de altura, músculos realmente saltados como se tivesse feito 3 anos de academia, cabelos loiros sempre variando o corte, olhos azuis, pele branca com tatuagem de coruja humanoide nas costas segurando uma lança e escudo.
Emocionais: Aparenta ser tímido ou metido, tem certa dificuldade em fazer amizades talvez por sempre ser sincero, prefere muitas vezes ficar sozinho em treinos que não necessitem algum parceiro, tem mania de sempre dizer a verdade, reserva uma hora do dia para ler livros sempre quando acorda, sempre tenta ser legal e amigável com todos porém não faz questão que as pessoas gostem dele.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Por ela ser a Deusa mais formidável fora os três grandes, o fato dela ter conseguido nascer de dentro da cabeça de Zeus já é grandioso, o jeito com que ela disputou a cidade de Athenas contra Poseidon não só domando o animal como também lhes dando alimento e pelo fato dela ter um imenso senso de justiça.
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

"Nascido em Nova York/NY em meio a uma grande tempestade, bom era assim que meu pai me contava, sempre que perguntava da minha mãe ele dizia que ela havia sumido sem dizer nada e ficamos apenas nós dois o que nunca foi problema, porém eu gostaria de conhecê-la ele sempre fala muito bem dela, uma vez perguntei – Papai, como era a mamãe? - com um sorriso no rosto me olhou e seus olhos brilhavam enquanto diziam – ela era perfeita meu filho, alta, tinha cabelos castanhos e olhos acinzentados, personalidade forte, sempre sincera e muito cativante, me apaixonei logo de cara. – disse a mim com um sorriso bobo no rosto, meu pai era lutador com especialidades em muay thay, jiu-jitsu e taekwondo, estava aposentado dos ringes agora só treinava novos lutadores, era homem forte que vivia para isso, desde pequeno me ensinava a arte da luta e incrivelmente emocionante cada aula, cada movimento aqui era ótimo passar aquele tempo com ele.
"Em outras atividades da minha vida fora a escola meu pai me colocou para aprender uma outra língua, pensei que seria francês ou alemão mas na verdade ele me colocou para aprender grego não entendi porque mas fiquei interessado conforme o tempo passava pois eu aprendia esta língua com muita facilidade que normalmente não teria nas outras, cuidava de mim por dois isso sempre me fazia dar tudo de mim para orgulha-lo, sua determinação em criar um filho sozinho era de se impressionar, aquele homem com sempre um sorriso largo em seu rosto algumas cicatrizes que eram parte de seu tempo como lutador, nunca brigava comigo acho que era pelo fato de me inspirar no tipo de homem que ele era e sempre tentava fazer tudo para diminuir seu fardo pesado, sempre concentrado na escola tentando ir bem em todas as matérias, teria conseguido com esforço se não fosse o problema de não conseguir prestar atenção.
"Dislexia, esse era o diagnostico que me davam pelo fato de não conseguiu me adaptar as matérias que se tornavam chatas devido aquilo que me afetava de uma forma sem igual, as até me perguntava por que acontecia isso comigo como uma queixa pessoal, não entendia minhas notas não eram boas e mesmo assim meu pai sempre sorria e dizia – Não se preocupe filho, você sempre vai ser o meu orgulho – Me abraçando com força, mesmo assim detestava ir mal na escola mas não conseguia mudar minhas notas, pelo menos na luta eu me dava bem, sempre sabia o que fazer, apesar de muito novo já era um excelente lutador, todos muitas vezes se impressionavam como eu evoluía, meu velho sempre orgulhoso e querendo que eu cresce-se muito mais no ramo das lutas, de certa forma ele sabia que eu precisaria mais para frente, o único problema é que na escola eu por ser pequeno na época não era aceito pelos outros que sempre me tentavam me bater e acabavam machucados, o diretores e professores sempre diziam-nos que ensinar luta para um garoto nessa idade não era legal dizia que eu iria machucar os outros punindo meu pai como se ele tivesse cometido um crime em querem me passar a tradição da família, mas ele não ligava pois sabia que os seus ensinamentos seriam necessários para minha segurança um dia.
"Então anos se passaram expulso de 2 ou 3 escolas por bater em outros alunos, sempre por autodefesa, mas essas coisas não o abalavam e logo partíamos para outra, agora estava completando 18 anos, indo para faculdade, o que me parecia interessante sempre fui fascinado por entrar na faculdade e acontecer como nos filmes, mas sabia que ia ser complicado por causa da minha dislexia, graças aos estudos de grego quando era mais novo pude me adequar na faculdade somente ouvindo o professor e depois procurando assuntos na língua que minha dislexia não me afetava.
Passaram-se algumas semanas de aula fiz amizade com estudante de história chamado Jayson, ele meio deficiente usava muletas, bom não fiquei muito impressionado com isso pois ele era muito gente boa não podia ver mulher que já ia atrás, fiquei impressionado de como fizera amizade tão fácil com ele pois seria a primeira vez, não tinha muitos amigos desde pequeno, era um parceiro para todas as horas compartilhava minha sina de malhar o que era o melhor, minha vida bem corrida ele consegui me fazer ter tempo para outras coisas como sair para festas da faculdade quando bebia cerveja ele ficava meio alegre e fazia uns barulhos estranhos como de bode, mas eu sempre achei que fosse uma mania.
"Nem imaginava que minha vida estava prestes a tomar um rumo inesperado e que provavelmente todas as minhas perguntas seriam respondidas, voltávamos até para o dormitório com umas garotas e um vulto passou por nós e parecia estar se escondendo atrás das arvores – O que foi aquilo? - Perguntaram assustadas, nem havíamos bebido tanto para começar a ver coisas, provavelmente deveria ter sido algum cão ou algo do tipo Jeyson estava com um cara assustada como se tivesse visto um monstro horripilante – acho melhor a gente ir depressa já está meio tarde – dizia ele para que não ficássemos parados ali, conforme íamos comecei a ver o que ele estava com tanto medo algo parecia uma aranha gigante na verdade um pouco maior do que eu achei estar vendo coisas a bebida devia ter surtido mais efeito do que imaginava – caraca, devo estar muito bêbado estou vendo uma aranha gigante – disse para ele, Jayson imediatamente olhou para trás e nos mandou correr.
"Ainda não estava tão nítido para mim porém imediatamente saímos correndo na hora deduzi que todos ficaram muito bêbados e entram na onda, mas estávamos só alegres de repente aquele monstro mostrou-se ser real, não acreditei no que estava acontecendo, logo Jay mando as garotas saírem correndo enquanto íamos para o outro lado atraindo-a para nós e deu certo, ela estava vindo atrás de nós – impossível, isso só pode ser um sonho, não tem como uma coisa dessas existir – disse para ele enquanto corríamos desesperadamente para o meio do campus, entramos no corredor da faculdade – existem sim Thommy, ela é uma filha de Aracne que despeja sua vingança sempre nos filhos de Athena – dizia ele – sim, eu conheço a história mas o que isso tem a ver comigo e como isso pode existir nem os deuses existem – dizia ainda mais em dúvida – ai é que você se engana, os deuses existem sim e o que eu quis dizer é que você é um filho de um deus, ou melhor de uma deusa e provavelmente de Athena creio eu, porém ainda é um monstro e você um semideus ele pode ter vindo somente pra te matar mesmo e é por isso que eu vim para cá para escolta-lo para o acampamento meio sangue por que agora eles sabem onde você está e querem te caçar – dizia como se aquilo tudo fosse fácil de digerir.
"Não estava entendendo o que ele estava querendo dizer ou melhor não queria acreditar que isso realmente existia – você é louco só pode, fumou quantos hoje?, devo ter ficado chapado de tabela só pode – dizia para o Jay enquanto saímos correndo para as salas de laboratório – bom precisamos de um plano para matá-la antes que ela nos mate, eu vou servir de isca só tempos que arranjar algo para usar e quando ele estiver perto eu irei fazer um barulho e você a pega por trás – não havia muito no que pensar ali era um lugar apertado havia várias e então ele fez um caneta se transformar em uma espada – trouxe por precaução – dizia ele – como você fez isso? - pensei encabulado – ele a colocou em minha mão e disse – eu serei a isca pois eu estou aqui para te proteger e não ao contrário – antes que eu pudesse reclamar ele me empurrou em direção a uma porta e foi para outra, o monstro chegava cada vez mais perto e então ouvi o barulho forte vindo da sala onde jayson se encontrava sai rapidamente e lá estava a aranha entrando na sala, para ela aquela porta era um pouco apertada que facilitou a investida, deslizei por baixo dela e enfiando a espada rasgando-a – bem não foi tão difícil – dizia enquanto me levantava.
"Vanglorioso sobre minha primeira vitoria e já começando a me acostumar com o fato de ser um semideus, estava achando era filho de Athena devido o fato de ter sido atacado pela aranha, porém as chances ainda eram pequenas pois podia ser só uma coincidência, por que ela poderia estar atacando somente um semideus que estava por perto, mas era bom pensar que era filho de tal Deusa – haha, quero ver você dizer isso após uma luta contra ela livre, isso aqui foi só sorte de principiante, e vamos sair logo daqui pois pode haver mais – empurramos aquilo para fora da sala e fomos correndo para a saída – então como assim existem deuses, monstros e você estar aqui para me proteger? - perguntava ainda incrédulo – então é assim, sabe aquela história toda da mitologia grega e tudo mais? então é tudo real tudo verdade e os humanos distorcem tudo a sua versão de realidade assim não percebem o que acontece ou as criaturas e itens mágicos por ai – dizia ele como a coisa mais normal do mundo – mas por que eu consegui ver essa coisa se eu sou um humano – estávamos voltando para os alojamentos de estudante
"De repente meu caro amigo Jayson Melier começou a me relatar algo sobre a minha mãe algo que me intrigou mais – bom Thommy sua mãe, então você não a conhece certo? bom os Deuses olimpianos as vezes descem e tem relações com os mortais assim dando a luz aos que chamamos de meio-sangue ou semideus como você preferir – Jayson estava com um tom sério que não dava para duvidar – então você está querendo dizer que minha mãe é uma Deusa? e quem seria ela por acaso? - perguntava desconfiado que fosse uma pegadinha – bom ainda não tenho certeza isso descobriremos quando ela te reclamar como filho por enquanto somente sei que você é filho de uma Deusa, agora precisamos nos apressar e ir para a colina meio-sangue já sabem quem você é e que está aqui lá será o único lugar seguro para você! – fomos em direção ao meu quarto para arrumarmos minhas coisas e em seguida partirmos – preciso avisar meu velho antes de irmos – disse colocando as coisas no carro – não temos tempo quando estiver lá daremos um jeito de avisa-lo! – logo após todas as coisas estarem prontas saímos em direção a colina meio-sangue, ainda não havia me convencido do que estava acontecendo porém deixei acontecer, ao chegar no acampamento muitos me receberam e na mesma hora a marca de Athena me reclamando como seu filho apareceu – Olha só um filhinho de Athena – dizia um cara com olhar de valentão como os que eu enfrentava na escola – não liga não – dizia Jay - vou te levar Até o chalé de Athena – fala enquanto voltávamos a caminhar.
Thomas D. Montcold
Indefinido
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 103-ExStaff em Sab Jan 24, 2015 12:06 pm


Avaliação




Inês Brasil - Aprovada como náiade

Está de parabéns, rainha - em todos os sentidos. Foi uma ficha completa, sem muitos erros ortográficos e com um claro enredo zoero e coerente ao mesmo tempo; consertando seu erro da ficha anterior, ao manipular a névoa daquela forma, você conseguiu uma passagem direta para a aprovação. Enfim, aprovada. E vamos gozar gostoso de amor e alegria!


Olaf Zerströrung - Aprovado como filho de Hermes

Olaf, das fichas normais - digo, das tradicionais, não as que envolvem a Inês Brasil - a sua foi, com certeza, a melhor. Entretanto, isto é apenas um meio elogio; nenhuma das outras fichas foi tão boa assim.

Atentando-se à sua, posso destacar o quanto conseguiu colocar em sua narrativa o modo puto de seu personagem, aibda que tenha sido uma ficha consideravelmente curta e sem tantos detalhes. Por vezes, notei períodos extensos demais que acabavam quebrando a fluidez.

A parte menos coerente de sua ficha foi quando citou a cobra, e como ela o levou para algum "lugar atemporal". Talvez tenha sido uma falta de especificação - por isso, sugiro que seja mais específico da próxima vez.

Apesar disso, foi uma ficha boa o suficiente para ser aprovada. Meus parabéns, prole de Hermes.


Candie Leminnier - Aprovada como filha de Hermes

Foi por pouco, Leminnier. A sua curta ficha - e por curta compreenda sem detalhes, não no número de palavras - foi broxante em certas partes, por não ter exatamente um clímax definido; o que vi nela foi apenas uma garota acordando sabe-se lá onde, dois estranhos aparecendo e fim.

Perder a memória é realmente clichê, mas longe de mim condenar isso; eu realmente gosto de clichês, quando bem desenvolvidos. E não posso afirmar que o seu foi.

Contudo, teve o necessário para que fosse aprovada: contato com o mundo mitológico, momento da reclamação - embora mal desenvolvidos, atento novamente.

Bem, é isso. Apesar de tudo, meus parabéns, filha de Hermes.


Thomas D. Montcold - Reprovado como filho de Athena

Fiquei realmente na dúvida entre te aprovar ou não, Thomas, mas a certa rigorosidade exigida pesou muito na minha escolha.

Primeiramente, adianto que o tom amarelo que usou cegou-me um pouco. Além dele, o tom incomum da narrativa - que eu te recomendo trocar pelo preto comum - deixou-me, também, com a vista cansada.

Os erros de estrutura que foram notados quando você não separou as falas da narração também não me deixaram muito satisfeito, tampouco os períodos muito grandes o fizeram; procure estruturar melhor a sua ficha, separando as falas das narrações, e substituindo alguns pontos por vírgulas.

Não desanime, tente novamente!


~Att pelo tio Posei~


103-ExStaff
Deuses
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kipp Winston em Sab Jan 24, 2015 1:43 pm

Ann-Ronwe Hömenneg
the basics
Idade: 16 anos

Por qual deus você deseja ser reclamado? - Hefesto

Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? - Como outros ferreiros mitológicos, porém ao contrário dos outros deuses, Hefesto era manco, o que lhe dava uma aparência grotesca aos olhos dos antigos gregos e não deixou de fazer o que gostava mesmo sendo menosprezado pelos demais. Assim como o deus, a garota sofrera quando pequena um certo preconceito por conta de sua aparência, de como a mesma era gordinha. Além do mais, a tecnologia em combinação com o mundo mitológico é algo bastante interessante e com certeza coisas criativas podem ser criadas a partir disto.  

the looks
Quanto ao seu físico, ela tem uma pele branca levemente bronzeada, adquirindo uns 1,63 metros de altura, um corpo magro e bem curvado. Tem cabelos curtos que vão até seus ombros, lisos e loiros, às vezes com pontas onduladas. Possui olhos da cor azul acinzentados e agora uma beleza que não passa despercebida, e usa ela algumas vezes para conseguir o que deseja. Seu sorriso às vezes é sarcástico e outras vezes atrevido, mas maior parte do tempo se torna cínica e, literalmente, sem vergonha. Mesmo sendo magra e esbelta, possuí um porte físico de uma ferreira, preparada para carregar quaisquer armas de todos os tamanhos possíveis, pesando 53kg.
the personality
Apesar de ser jovem, é uma garota inteligente e estrategista, sempre pensando em algo para não ficar por baixo. Trata-se de uma mulher cínica, fria, sarcástica, dissimulada, rebelde, gananciosa, arrogante e genuinamente egocêntrica. Se não quer encrencas com uma maníaca psicótica, fique longe de seu caminho. Ela simplesmente desacredita em qualquer tipo de bom senso nos humanos e justamente por isso, não dá valor à existência de ninguém. Fatal e Perigosa. é perfeitamente louca ao ponto de manipular ou eliminar quem quer que seja, apenas para alcançar o que quer.

Não confia em absolutamente ninguém, nem pretende confiar. No máximo ela só iria unir-se a alguém para conseguir o que deseja, mas nunca que iria confiar nela e se confiar em alguém algum dia, essa pessoa deve ter feito algo para merecer sua confiança. Não limita usar suas habilidades com questões éticas ou respeito à privacidade alheia. É simplesmente uma criatura que ama a violência, destruição e tortura, e se empolga ao saber de batalhas sangrentas, e não hesita em ir para o combate mesmo que seja contra um deus. A garota também adora insultar seus adversários chamando-os de ratos, estúpidos e inúteis o tempo todo.

the history
O mundo mitológico. Para muitos não passa de um conto de fadas, para outros é a sua casa. Os mortais mal sabem que toda essa história de deuses, monstros e semideus é a tudo verdade e ainda estão vivos por conta dos diversos heróis que se atrevem a colocar suas vidas em risco por eles e por isso que chamam de casa. Há algum tempo passei a ignorar a existência desses seres são os humanos, afinal não passam de criaturas horrendas que gostam de menosprezar o próximo para sentir-se melhor. Sim, sofri muito quando criança por conta deles. Por conta de suas idiotices. Aparência importava para eles e eu não era lá essas coisas, pode-se dizer que eu era Betty, a feia. "Yo soy Betty, la fea." - Era o que diziam quando eu passava por perto deles.

Minha vida mudou totalmente quando entrei em depressão, mas não fiquei assim por muito tempo. Com a ajuda de minha mãe - a única que não me abandonara em quaisquer coisas - radicalizamos meu visual. E agora? Agora passei a ser aquele tipo de garota rebelde e arrogante que não ligava para ninguém, passava por cima de qualquer um que se atrevesse a ficar em minha frente e logo passaram a respeitar-me. As coisas mudaram ainda mais quando meu lado divino se manifestou e atraiu a atenção do mundo mitológico. No começo, eu não sabia ao certo o que estava acontecendo. Certo dia na escola, meu único amigo revelara o que ele era realmente. Um Sátiro, se eu entendi bem.

Ele explicara o que estava acontecendo comigo e o motivo disso. Semideusa? Nunca que passou pela minha cabeça que eu seria uma. E se eu sou uma semideusa, quem era meu pai? Bom, não tive muito tempo para questionar isso, pois fomos atacados por uma dessas criaturas mitológicas antigas. Uma Harpia. Pensando bem, eles não são seres bem interessantes. Metade mulher, metade galinha. Já vi várias por ai, se é que me entendem. O sátiro retirava de dentro de suas vestes uma clava bastante semelhante a um taco de baseball. Eu me enganei quando pensei que não causaria danos contra aquela coisa, porém foi muito danosa. A criatura recuava um pouco e subitamente sorriu, avançando novamente.

— Ela está vindo de novo! — disse eu, com a voz trêmula.

— Estou vendo.  —  respondeu o sátiro.

Ao se aproximar de nós dois, a Harpia desviava do golpe que desferiu o sátiro e em um rápido movimento, efetuara um ataque contra o mesmo. Ele fora lançado contra a parede atrás e ficara inconsciente, me deixando sozinha contra aquela criatura. Engoli em seco. De uma hora para outra comecei a suar feito porco, como nunca antes. Será o nervosismo ou medo de morrer? Não sei ao certo, talvez os dois. O sorriso na face da mulher-galinha era estupidamente macabro e mais uma vez, ela avançava. Fechei os olhos quando a mesma se aproximou, porém algo aconteceu. Ao tocar em meu braço direito, ela feriu-se com a temperatura em que meu corpo estava e fiquei sem saber ao certo que estava acontecendo comigo.

— Esse truque... — disse a criatura, engolindo em seco.

Peguei a clava do sátiro que estava ao meu lado e o ergui, apontando para ela.

— Não irá se safar dessa vez, coisa feia. Vem brincar com a mamãe aqui. — provoquei, um pouco confiante.

E ela atendeu meu pedido. A mesma dera um grande salto e voltara a voar, vindo em minha direção mais uma vez. Segurando a clava com ambas as mãos, tentei desferir um golpe na criatura, visando suas asas. Mas ela desviou e começou a sobrevoar o local, analisando o momento certo para efetuar seu ataque. Eu estava trêmula, nunca tinha feito nada parecido como isso antes e não tinha tanta certeza de que iria sobreviver a esse ataque. Fechei os olhos. Respirei fundo e mantive a calma. "Você consegue." - Uma voz ecoara em minha cabeça. A Harpia resolveu atacar de novo e desta vez estava confiante de que iria me derrotar. Quando aproximou-se de mim, desviei de seu ataque abaixando-me e logo em seguida, ergui a clava mais uma vez e com todas as forças que me restara, desferi uma forte tacada em sua caixa torácica e a lancei longe.

Depois que a batalha acabara, o sátiro acordou. Sorrindo, ele pegou sua clava de minhas mãos e suspirava, tentando lembrar o que era para ele fazer agora. Pouco tempo depois ele me levara a um lugar adentro de uma floresta. Um acampamento para pessoas iguais a mim e a perguntava que matutava em minha cabeça agora era aquela que não fora questionada antes. Quem era meu pai?  Fui levada até o pavilhão do refeitório, onde encontrei um centauro conhecido como Quíron. Acompanhado do sátiro, ele me levara para conhecer os demais lugares do acampamentos. A parte que eu mais gostei dali foram os chalés, com certeza. Era incrível como cada um representava seu progenitor divino e quando passamos pelo chalé de Hefesto, algo aconteceu.

— O que estão olhando? — perguntei.

De repente, ouvi um arquejo coletivo. Os campistas que estavam nos chalés deram um passo para fora do recinto e aproximaram-se de Quíron e do Sátiro. Notei que o rosto de todos eles estava banhado em uma estranha luz vermelha, como se alguém tivesse acendido um tocha atrás de mim. Pairando no alto de minha cabeça, havia uma resplandecente imagem holográfica: um martelo flamejante.

— Forja, Ann-Ronwe Hömenneg. — disse Quíron, em tom grave. Após a imagem sumir, continuou o centauro. — Filha de Hefesto, senhor do fogo, deus das forjas. —
behind the scenes
Deixarei para citar mais sobre eventos ocorridos em meu passado em DIY, como quem é minha mãe, como conheci o Sátiro que me levara ao acampamento e as demais coisas.

Em certo momento da história usei a seguinte habilidade presente no nível 1 do protocolo de poderes dos filhos de Hefesto: - Controle termostático: Pode tornar seu corpo um pouco mais quente do que já é, sem alterar nada o ambiente ao seu redor. Até aqui, a pirocinese é praticamente inútil.
Kipp Winston
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Cecília Pembrooke em Sab Jan 24, 2015 9:05 pm




Filho de Eos

Damien Lohnhoff



Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Acho que acima de tudo, a honestidade deve reinar quando perguntas desse gênero são feitas em fichas de registro. Sendo assim, admito que os poderes chamaram minha atenção e influenciaram bastante na minha decisão. Todavia, o quesito que teve mais peso na hora da escolha de meu parente divino foi a personalidade dos deuses que eu cogitei escolher. E, de todos os que despertaram meu interesse, Eos mostrou ser a escolha mais sensata se comparada as características psicológicas do meu personagem. Porque, na nossa cultura e na poesia como um todo, o amanhecer é visto como um símbolo da esperança, algo que traz paz. E ao longo de minha história, vocês terão a oportunidade de notar que meu personagem precisou ter muita fé e acreditar que as coisas iam melhorar para poder seguir sua vida. Tenho conhecimento, também, que Eos era uma deusa que amava com muita intensidade. E essa é um dos pontos mais marcantes do meu personagem porque tudo que ele faz é muito intenso. Ele não vê um sentido em fazer algo simplesmente por fazer, e, por essa razão, quando se interessa por alguém, entrega-se de corpo e alma, por vezes prejudicando-se por essa característica.

Características físicas:
Com lábios rosados e sobrancelhas naturalmente perfeitas, Damien é dono de um rostinho angelical e um sorriso cativante. Seus olhos oscilam entre o marrom e a cor de mel, dependendo muito do foco de luz do local onde o mancebo se encontra. Sua pele é lisa como a de um bebê e num tom perfeito, nem muito branco, nem escuro demais. Seus cabelos acastanhados costumam estar arrumados num topete que ressalta sua beleza afrodísiaca. Não é muito alto e possui um abdômen forte e definido.

Características psicológicas:
Mesmo depois de passar por diversas situações traumáticas, meu personagem não perdeu seu perfil doce e gentil, mas aprendeu a se defender daqueles que o atacam. Entretanto, detesta usar da violência de maneira incorreta, preferindo por descontar toda a sua raiva durante treinos, missões e atividades. Leva tudo o que faz muito a sério e seu narcisismo é inegável, embora não seja de proporções alarmantes a ponto de atrapalhar seu desempenho no dia-a-dia. É um rapaz sensato e sereno, que não gosta de se meter em confusões e prefere estar cercado de amigos do que inimigos. Contudo, se provocado, revela um lado sombrio de sua personalidade que prefere deixar bem guardado, mas que, quando exibido, torna-o um menino feroz e irritadiço, por vezes manipulando as pessoas a sua volta para conseguir o que quer.

História do Personagem:
Damien nasceu na cidade de Seattle, uma das grandes metrópoles dos Estados Unidos, conhecida por ser a cidade mais populosa do estado de Washington. Seu pai era um soldado da polícia militar que foi brutalmente assassinado quando o rapaz detinha de meros dois anos de idade, tornando-o um órfão. Desde bebezinho, ele já demonstrava ser um garoto bonito e saudável e, por esta razão, não ficou mais do que alguns meses no orfanato. Foi adotado por um casal religioso extremista, que faziam parte de um coven wiccano. Embora a religião pregasse paz e luz, aquilo não existia na casa em que o moçoilo morou, já que cresceu vendo seus pais adotivos brigando por qualquer razão. Aos poucos, foram distanciando-se ainda mais da espiritualidade, o que contribuiu para que os dois tornassem-se ainda mais ranzinzas e impacientes. Não tinham paciência com o menininho e, qualquer desobediência era castigada severamente com as cordas vocais. Exatamente, eles gritavam com o rapaz e lhes diziam coisas tão horrendas que podiam ser consideradas uma tortura psicológica. Mas era um garoto muito sociável e tolerante, e, por essa razão, embora tenha tido uma infância sofrida, podia dizer-se feliz. Perto de completar seus cinco anos, uma surpresa estupenda fez com que o casal recuperasse sua sintonia, ao descobrirem que depois de tantos anos com um aparente problema de fertilidade, finalmente a sra. Lohnhoff estava grávida. A notícia alegrou a casa inteira, principalmente o filho do casal, uma vez que este sentia-se muito sozinho. Não era para menos, afinal. Na escola, ele era muito excluído dos outros garotos. Era compreensível, porque, enquanto eles queriam brincar de carrinho, Damien preferia estar com as garotas brincando de bonecas e outras coisas que não eram bem vista pelas outras crianças. Ele sempre foi no mínimo... Diferente. De todo modo, não perdia a fé de que as coisas iriam melhorar e, agora, poderia contar com uma irmãzinha muito em breve. Os meses foram se passando e os pais do garoto estavam cada vez mais animados com a chegada da segunda filha. Ela nasceria em alguns dias. O entusiasmo era tanto, que eles nem mesmo lembravam-se mais de dar atenção ao garoto. Pelo menos, ele agora não era mais tão maltratado. Além disso, preferia ver as coisas de um jeito otimista, como de praxe. Quando a tão esperada Barbara veio a nascer, eles mal tinham tempo de cuidar do filho mais velho. Teve que aprender a se virar sozinho. Pegava o ônibus sozinho, preparava seu próprio café da manhã, enfim... Foi-lhes designada muita responsabilidade a partir daquele dia. Com um pequeno detalhe: ele tinha apenas seis anos. Mas tudo bem. Ele podia conviver com aquilo. Na realidade, até mesmo gostava daquela liberdade que tinha. Não sentia falta da atenção dos pais. Aquela continuou sendo sua vida durante muito tempo. Ele foi crescendo e, de criança, tornou-se um adolescente forte, incrivelmente bonito e seguro de si mesmo. Infelizmente, para ele, algumas coisas não mudaram com o passar do tempo. Ele ainda era o menos popular em qualquer escola que estivesse, costumando andar mais com as garotas do que com os rapazes, mas, agora, ele tinha um amigo com quem podia contar todas as horas. Ele andava em cadeira de rodas, e, por isso, também era excluído de muitas atividades. Eles se entendiam, e Damien adorava aquilo. Podia contar com Viktor para qualquer coisa que fosse. Qualquer coisa mesmo. Passou a sofrer bullying no colégio, especialmente por parte dos outros mancebos. A razão para tudo aquilo, segundo eles mesmos, era pelo fato de Damien ser “viado”. O menino não entendia porque era apelidado com aquele nome tão agressivo e imoral. Chegava a ser um termo depreciativo. Ele não era afeminado, por mais que mantivesse uma rotina de cuidados com sua aparência. Talvez fosse pelo fato de preferir a companhia de garotas, mas ninguém podia julgá-lo. Afinal, os meninos o maltratavam demais. Mesmo assim, todas as manhãs lá estava ele no corredor daquela escola pública de Seattle, com um grande sorriso no rosto e seus fones no ouvido. Certo dia, quando o rapaz já cursava seu segundo ano do ensino médio escolar, um acontecimento trágico marcou sua história para sempre. Durante o intervalo de aulas daquele período, o moçoilo encaminhou-se até o banheiro masculino, onde pôde ver um dos garotos que dele costumava zombar. Pensou em deixar o recinto para evitar um infortúnio, mas já era tarde. O garoto havia dado início a suas provocações. Ele ignorou, como sempre fazia. Mas o outro menino aproximou-se dele em passos vorazes e capturou seu pulso, arrastando-o para uma das cabines. Lá, tratou de trancar a porta e prensou seu corpo na parede, violando-o sexualmente de maneira bruta e agressiva. Ele implorava para o outro garoto deixá-lo ir, mas era completamente ignorado. Depois daquele dia, ele mostrou-se um pouco deprimido, mas ninguém se importava. Seus pais estavam muito ocupados o dia inteiro trabalhando para notar os sintomas da doença psicológica que começou, aos poucos, a acometer o moçoilo. O único que o compreendia e sofria com ele, era seu amigo cadeirante, Viktor. Felizmente, aquilo estava prestes a acabar. Algumas semanas antes do ano letivo encerrar-se, o rapaz ficou até mais tarde na sala, como de costume, para auxiliar seu amigo na recolhida de seus pertences antes de ir embora. Já preparavam-se para deixar o recinto em uma não muito longa caminhada na direção da porta quando ambos foram surpreendidos por  dois pássaros de aparência incomum que destruíram os vidros da janela e adentraram a sala de aula, investindo contra os dois moçoilos. Não pareciam ser aves comuns e, realmente não eram, já que com uma só mordida, um corte de profundidade chocante formou-se na orelha do garoto deficiente, fazendo-o urrar de dor. Ele não pensou duas vezes e, com as unhas um pouco cumpridas após muito tempo sem cortar, arranhou o quadro negro da classe de maneira repetida, produzindo um som agonizante. Damien não entendia porque ele estava fazendo aquilo e sentiu que eles deveriam correr. Firmou as mãos na cadeira de rodas do rapaz e deixou o local em passos velozes, mas as aves recuaram também, fugindo pelo mesmo local que usaram para entrar. Naquele dia, ele descobriu que não era um mero mortal. Seu amigo Viktor, na realidade, era uma criatura mitológica que foi designado para protegê-lo... Embora ele não entendesse porque precisava de proteção e o que poderia fazer mal a ele, agora muitas perguntas sobre seu nascimento foram enfim sanadas. Ele não sabia absolutamente nada de sua mãe até aquele momento. Isso porque ela era uma deusa. A deusa do amanhecer... Eos. Foi forçado a acreditar que não estava seguro em Seattle e, mesmo que um pouco receoso, aceitou fugir com seu sátiro protetor para o único lugar em que nenhum monstro poderia tocá-lo: o Acampamento Meio-Sangue.


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credits @
Cecília Pembrooke
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Demetria Lancaster Dorv em Dom Jan 25, 2015 6:26 pm



(Je Te Drague La Rose Mystique)

(E agora, Malditos Humanos?)




- Por qual deus deseja ser reclamado por quê?
Atena. Por que só Atena consegue mostrar o lado feminino e delicado de uma mulher, mas que ao mesmo tempo, demonstra a inteligência e a sabedoria em uma Guerra - coisas que muitas vezes são retratadas apenas em homens.

- Perfil do Personagem:

Características Físicas:Altura mediana, pele clara e cabelos na altura dos ombros. Olhos azul esverdeado e lábios sempre vermelhos. Possuí rosáceas nas bochechas e tem seios pequenos.

Características Psicológicas: É inteligente, nervosa; não consegue raciocinar direito sob pressão e sempre chora quando termina um namoro. É sensível, mas cautelosa. Sábia, mas só em momentos que fogem do seu controle e altamente perigosa, quando esbravecida.
É humilde, gosta de ajudar, embora seja muitas vezes confundida por ser metida ou orgulhosa - pela sua alta inteligência.

- História do Personagem:

- Demetria, precisamos ir - chamou o pai. Era um homem alto, forte e possuía cabelos louros acinzentados.
Demetria saiu do quarto; vestia suas roupas casuais e prendia os fios bagunçados em um rabo de cavalo mal feito.
- Pai, eu odeio igrejas! - ela esbravejou descendo as escadas rispidamente.
Jared enfiou as mãos no bolso da jeans:
- Me poupe Demetria, do seu show - ele falou se dirigindo à porta e abrindo-a.

A Carolina do Norte era de fato um lugar tranquilo e cheio de pessoas homogêneas: todas evangélicas e crentes em Deus. Demetria achava tudo aquilo uma baboseira, algo muito sem pé nem cabeça. Era obrigada aos domingos, ir com o pai visitar a Igreja Batista da cidade de Beaufort.
Era sempre do mesmo jeito: ela enraivecida por ser obrigada a ir para a Igreja, e o pai abrindo a porta do carro pacientemente.
Droga!
Demetria era uma garota comum, mas o que seria comum?se comum fosse menstruar, namorar e passar meses em depressão, então sim, ela era. Mas o que de fato Demetria notara em si, que não conseguia perceber em outras pessoas, era sua inteligência fora do normal. A menina tinha grande aptidão para cálculos complexos, álgebra, e uma característica que ela julgava específica: era uma ótima estrategista - nos momentos que não queria.

Demetria tinha dezessete anos e aparentava pelo seu comportamento, ser uma típica adolescente do Sul, se não fosse é claro, suas notas altíssimas sem se quer pegar nos livros e por ter ganhado o campeonato de Xadrez da cidade de Beaufort, sendo por fim, a primeira garota a ganhar tal posição na cidade. Seu pai, Jared, era muito orgulhoso da filha e fazia de tudo para ampliar ainda mais as habilidades da filha. Um erro, já que Demetria não ligava.

A Igreja era muito antiga e as pessoas eram sempre as mesmas: mulheres de vestidos e homens de ternos. Demetria ainda se perguntava como o pastor deixava-a entrar de shorts ali dentro. Talvez, ela pensava, fosse seu pai um homem muito influente na cidade, para conseguir tal feito.
Era domingo e o pastor já estava dizendo o evangelho e blá blá blá. Demetria sentou-se na última fileira junto de Jared e ambos se calaram quando alguns rostos já conhecidos, olharam para trás.

- Graças a Deus acabou - disse Demetria.
- Mas você não acredita em Deus - acrescentou Jared sorrindo.
Demetria fechou o cenho.
- Não, eu não acredito - ela disse. - Modo de falar - e deu de ombros.
O culto havia acabado às 16:00 da tarde, tempo suficiente para ela e o pai poderem passar um tempo juntos.
Demetria amava incondicionalmente o pai que tinha; crescera sem uma figura materna, apenas com Jared sempre ali ao seu lado... ela lembrava-se, como fora difícil não ter uma "mãe" para desabafar ou simplesmente, para conversar sobre coisas femininas.

- Vamos? - chamou Jared enquanto muitas pessoas saíam do da Igreja.
- Vamos, embora eu queira tomar um sorvete na praça - Demetria abriu um largo sorriso.
Jared assentiu.

A tarde em Beuafort era calma e tranquila. e na praça não se via quase ninguém, exceto crianças gritando feito loucas nos parquinhos.
- Sua viciada em sorvetes - disse Jared acariciando a filha.
- E você é um viciado em Igrejas - retorquiu Demetira.
- Deus. - ele justificou.
- Igrejas! - Demetria ergueu a sobrancelha.

Enquanto tomava seu sorvete, ela ficava a reparar no lindo céu que Beaufort abrigava àquela tarde. Entrou em um pequeno devaneio até ser despertada pela voz rouca e grave de Jared.
- Querida, você não sente um vazio ? - ele inquiriu.
- Não! - ela respondeu. - E já sei onde você quer chegar - ela o censurou.
Jared falou sério:
- Demetria, no que você acredita? - ele perguntou.
Demetria o encarnou passivamente.
- Em mim. - ela respondeu veemente.
- E o que você é? - Jared tornou a perguntar.
- Um ser humano - ela afirmou ainda mais convicta. Seu sorvete já acabando.
- E o que é um ser humano, de onde veio..?
- Pai, eu já disse que sorvete de morango é tipo assim, delicioso? - ela esbravejou irritada. - Poxa, você sabe que eu odeio falar sobre Deus, sobre essas coisas que eu acho sem fundamento algum.
Demetria e Jared se fitaram por demorados e longos segundos.
- De onde vem sua inteligência? - continuou Jared.
- Não sei, talvez eu seja sortuda o suficiente.. Pai, por favor - ela pediu querendo terminar a conversa.
Jared respirou profundamente e acalmou seus pensamentos.

- Gosta de Mitologia? - perguntou o pai horas depois do fim de tarde na praça. Agora, Demetria e ele, assistiam a um reality show na TV.
- Tanto faz - ela teclou no celular.
- Quais Deuses você conhece? - Inquiriu ele.
- Os mais comuns, tipo, Zeus, Poseidon, Hades, Afrodite, Atenas - ela falou sem se importar.
Jared teve seu estômago revirado e suas pupilas dilatadas ao ouvirem as sílabas que formavam o nome ATENAS.
Ele pigarreou.
- Qual destes você conhece mais? - ele inquiriu.
Demetria bufou.
- Poseidon, Hades e Atenas - ela disse largando o celular. - Pai, que eu saiba, no Cristianismo, esses Deuses são pura heresia, então por que você os conhece ou quer falar deles para mim?
Jared não respondeu, apenas balançou a cabeça.
- Conhece Atenas?
- Sim!
- Poderia me falar dela?
- Não!
- Ela parece com você... - ele disse. Suas bochechas esquentando e seu coração palpitando cada vez mais alto.
Demetria o olhou e soltou uma gargalhada sem humor algum.
- Ok! Então eu sou a deusa do olimpo atena, e foi por isso que eu ganhei uma competição de xadrez e é por isso também que eu sou  ser super mega inteligente. - ela fechou a cara. - Vou subir.

Demetria levantou-se com raiva, toda aquela conversaa era uma merda.
Jared também levantou-se.
- Porra Demetria! - ele gritou.
Jared nunca tinha gritado; Demetria parou de chofre, sentindo suas entranhas gelarem e seu coração dar um pulo de súbito. Jared jamais havia chamado palavrão.
- Eu não quero te obrigar a crer em Deus e em nada, mas porra, será que você pode ser menos cética - ele gritou ainda mais alto. - Eu vou para aquela merda de Igreja, para pelo menos te fazer crer em algo que não seja tão material assim e que possa te deixar aberta para coisas inimagináveis ou até mesmo impossíveis. - ele esbravejou completamente irritado.
Demetria sentiu-se nervosa e sem saber o que fazer. Apenas arregalou os olhos e piscou as pestanas repetidas vezes até sentir uma gotícula de lágrima cair de seus olhos.
- Merda, agora vai - Jared disse. - Você é cética? Beleza você é cética. Mas sabe o que não muda? Não muda o fato de existirem coisas que não são compreensíveis à nossa espécie, embora você diga não, eu não aceito. - Jared continuou. - Há coisas além dessa vida, e coisas que são indubitavelmente misteriosas... você consegue explicar por que ser tão boa em estratégia? tão boa em matemática, física, química, biologia, a ponto de ser aceita em Harvard sem ao menos ter feito os últimos exames do ensino médio? - ele falou tentando se conter.
- Pai - disse Demetria chorona. - Eu não queria te magoar... - ela sussurrou amedrontada. Eu não sei, pai, eu simplesmente sou inteligente!
- Não - esbravejou Jared. - Isso não é resposta! Você já se perguntou por que nunca teve uma mãe?
Demetria engoliu em seco.
- Achei que você fosse gay - ela falou encarando as unhas.
Jared bufou de raiva.
- Não, eu não sou gay, mas sabe o que eu sou ? Eu sou um homem, pai de uma garota que sabe de onde venho? Bem, vamos lá, você veio do ventre de Atena. - ele cuspiu as palavras.
Demetria parou de chorar subitamente e sentiu uma raiva avassaladora surgir de dentro de si mesma.
- Cala a boca pai, para de ser lunático - ela gritou em resposta. - Você é sem dúvida um doente mental, será que você percebe o que está dizendo?


Jared encarou Demetria.
- Você é filha de Atena, você é uma semideusa, sim, eles existem e você é real. Sim, a realidade que nós vivemos não é tão limitada assim. Vivemos sob vigia dos Deuses... e foi com ela, com Atenas que eu me iludi. Que eu transei, que eu me apaixonei. E foi depois de um tempo, enquanto eu estava prestes a se casar com uma outra mulher, que você apareceu na minha casa.
Demetria achava tudo aquilo insano; sua cabeça latejava de raiva, seu corpo tremia de tanta coisa sem sentido.
- CALA A BOCA! - ela gritou.
E no segundo seguinte, ela avançou em cima de Jared dando tabefes no corpo do pai. Jared, com sucesso, segurou os punhos a filha.
Um estrondo irrompeu da porta.
Ambos, pai e filha se viraram.
Os sentidos de Demetria ficaram paralisados ao ver uma figura jamais vista em toda a sua vida. jared aproximou-se da criatura:
- Está feito! - ele disse encarando Demetira, que por sua vez, chorava silenciosamente.
- Pa...pai - ela choramingou. - o que é isso?
Suas pestanas estavam pesadas e sua mente revirava a 360 graus; Demetria parecia uma insana.
- É um Sátiro - disse Jared.
A criatura se aproximou. Demetria, naquele momento, sentiu seu sangue esvair da cabeça e viu que tudo aquilo que acreditara até aquele momento, havia sido derrubado por uma simples criatura denominada sátiro. Em seguida, desmaiou.

Demetria Lancaster Dorv
Indefinido
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucky McQuinn em Dom Jan 25, 2015 9:44 pm



Vá para o Tártaro


-P
or qual deus deseja ser reclamado e por quê?
Nyx, as características da deusa se encaixam perfeitamente com o personagem que irei criar, pois eu quero criar uma história que transmita a realidade, não um conto de fadas, quero mostrar o que é ter uma vida desafortunada.

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Características Físicas:Lucky até os seus 14 anos teve uma aparência desagradável, usava aparelho nos dentes, tinha o cabelo longo batendo no seu pescoço, usava óculos estilo mega nerd e para piorar usava as roupas dos seus irmãos mais velhos, então elas ficaram grande demais em seu corpo. Quando completou 15 anos e entrou no ensino médio decidiu dar uma repaginada no visual de vez, tirou o aparelho dos dentes, cortou o cabelo curto com direito a um topete, tirou os óculos e começou a ganhar peso para transformar em massa muscular. Hoje Lucky tem 1,75 de altura, olhos castanhos, cabelos de cor castanhos, 17 anos cursando o 3º ano do ensino médio.

Características Psicológicas: Lucky desde criança sentia que tinha o poder da liderança, mas, no ensino fundamental tinha problemas com a sua aparência então não se misturava com as outras crianças, não podendo demonstrar seu poder sobre tais. Quando chegou ao ensino médio já estava com aparência diferente, havia ficado bonito então logo que chegou à sua nova escola tornou-se o líder dos populares. Usava a sua popularidade para infernizar a vida dos que não eram da mesma "turma", mas por dentro ele guardava magoas que só ele entendia, usava essa dor para descontar nas pessoas que não podiam lutar contra ele.
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História do Personagem
  Essa história de semideus começou quando eu resolvi ir dar uma passeada com meus amigos da sala, mal eu sabia que naquela noite tudo ia acontecer, eu sei que você quer saber a história toda, então lhe direi com todo prazer.
  O meu dia começa com o soar dos passarinhos, mentira. Meu dia começa quando o despertador do meu celular toca. Eu me levanto da cama esfregando as mãos em meus olhos que ainda estão fechados, mas, logo eu os abro e vejo a escuridão do meu quarto ao meu redor.
  - Queria poder viver no meu quarto o dia inteira. - disse
ando até a janela do meu quarto e abro as cortinas deixando a luz adentrar em meu quarto, vou até banheiro escovar os dentes e tomar meu banho, volto para meu quarto e visto uma calça jeans branca, uma camisa preta de manga longa com capuz, pois o clima em Nova York não estava dos melhores e um meu tênis, eu agradeço que na minha escola não precisamos usar uniforme. Quando chego à cozinha minha mãe já esta esperando sentada na mesa com o café da manhã pronto.
  - Posso ir dirigindo hoje? - perguntei
  - Claro que não. - minha mãe me lançou um olhar como se eu já soubesse a resposta, e no fundo eu já sabia.
  - Papai teria deixado. - disse, mas, queria não ter dito.
  - Lucky. . . - fez uma pausa, ela iria falar algo, mas, se interrompeu e disse por final - Ok, mas de noticias. -
dei um pulo da cadeira e lhe brotei um beijo em sua bochecha e agradeci a ela, já havia acabado do seu café da manhã então pegou as chaves do carro e se despediu de sua mãe.
...
  Cheguei à escola e estacionei o carro logo na esquina que não ficava muito longe, pois eu queria que todos vissem que eu estava de carro. Caminhei até a entrada da escola onde encontrei meus amigos, eles começaram a falar que o carro era muito bonito e como eu consegui pegar da minha mãe, depois falaram que estavam planejando uma reunião só da nossa turma logo após a escola fechar que no caso seria de noite, eu concordei em participar, pois queria fugir dos problemas, de casa e da vida. A nossa turma que era eu, Rachel, Paul, Naya e Noah adentramos na escola e começamos a andar pelo corredor juntos como sempre, por onde passávamos os outros iam desviando o caminho, até que o professor de educação física Sr.MontGomery aparece no nosso caminho.
- Oh. . . o quinteto fantástico! não faltem a aula de educação física hoje no ultimo horário, tenho exercícios reservados para vocês por conta da falta da ultima aula. Entendido? Entendido. - ele passou por entre Rachel e Noah que estavam de mãos dadas os fazendo soltarem.
  - Odeio ele. - os cinco falaram em um tom de coral.
Continuamos a caminhar em direção a sala para assistir o primeiro período de aula que ia ser filosofia a única matéria que eu gosto. Depois seria dois períodos de matemática, um de física, dois de história e as ultimas de educação física.
...
  O Sr.MontGomery normalmente mandava os alunos darem apenas algumas voltas em torno do ginásio, subirem nas cordas e jogarem uma partida de queimado ou vôlei, mas, hoje ele fez de tudo comigo e com meus amigos. Corremos pelo ginásio umas cinquenta vezes, subimos na corda até o teto umas cinco, fizemos abdominais, polichinelos e todo tipo de exercício que você conheça, mas, quando ele mandou nós corremos na quadra de novo eu estourei.
  - Chega! - gritei - Estamos cansados! não está vendo que já alcançamos nosso limite ou você precisa de um óculo? - aquilo parecia ser o meu maior desabafo da vida. Todos estavam de olho em mim.
  - Não me desrespeite McQuinn. - o Sr.MontGomery se aproximou em passos curtos, meus instintos diziam "corre", mas, eu não via perigo. - Eu posso fazer suas energias irem para o espaço, fazendo você ir para na enfermaria e não me importaria se isso custasse meu emprego. - ele falou tudo aquilo apontando o dedo diretamente para o meu rosto.
- Chega - disse ao empurrar o dedo dele para o lado com meu dedo indicador - Estou saindo fora. Vamos galera. - quando acabei de falar me virei em direção à saída do ginásio e o meu grupo me seguiu em direção ao vestiário para trocar de roupa.
...
  Já era fim de tarde e o sol estava se pondo, mas, eu ainda estava no vestiário, pois gostava de pensar na vida durante o banho e refleti sobre se fiz a coisa certa enfrentando o Sr.MontGomery, e eu acho que não. Quando sai do banho os outros garotos estavam arrumados dizendo para eu ir para Casa Blanca (um bar que o pessoal costumava frequentar nas sextas), eu concordei em ir. Alguns minutos depois eles já haviam partido junto com as garotas e eu estava sozinho no vestiário me trocando de frente para o meu armário, quando já estava vestido novamente eu ouvi o barulho da porta do vestiário abrir e eu me virei para ver, era o Sr.MontGomery.
  - Olá McQuinn, queria esclarecer umas coisas sobre nossa pequena discussão de hoje. - ele parou a alguns metros de mim
  - Olha, eu não me arrependo do que eu disse se quiser me denunciar para a direção vá em frente grandalhão. - acho que não mencionei, mas o professor tinha 1,90 de altura.
  - McQuinn, admiro sua coragem, mas, você mexeu com a pessoa errada. Eu não vou lhe denunciar para a direção, vou cuidar de você com minhas propiás mãos. - quando ouvi essas palavras me virei imediatamente e vi um grande punho fechado vindo em direção ao meu rosto, meu reflexo foi me abaixar. O impacto do soco do Sr.MontGomery foi tão forte que amassou o armário, eu senti que se aquilo me acertasse eu já era.
  - Acho que eu prefiro a diretoria. Sr.MontGomery desculpe! Eu não quis lhe insultar na frente de todos! Desculpe-me! - enquanto eu falava ia me afastando e ele ia seguindo meus passos junto.
  - Foi só um bônus você me irritar hoje, você só adiantou o que já estava previsto para acontecer, Semideus. -
as palavras do Sr.MontGomery rodearam minha cabeça como se fosse um quebra-cabeça que devia ser desvendado, mas, parecia que a frase estava correta, eu só não entendia por que dele me chamar de "Semideus".
  - Acho que você est- as palavras engataram em minha garganta quando vi que o Sr.MontGomery tava crescendo, como se já não bastasse ele ser grande, ele estava crescendo de tamanho. O professor chegou a uns 2,85 de altura, aquilo me deixou com muito medo que eu tinha certeza que se ele pisasse em mim eu morreria na hora, mas, o que me assustou mais não foi o tamanho, foi o rosto dele. Havia apenas um único olho no meio do cara. Na minha frente havia um monstro de um olho só com roupas rasgadas e 2,85 de altura.
  Não queria ficar ali para ver se ele ia criar asas e voar também, comecei a correr para fora do vestiário, enquanto isso o Sr.MontGomery pegou o banco de madeira que o pessoal sentava para calçar o sapato e arrancou do chão o balançando no ar tentando com certeza acerta-lo na minha cabeça, mas, eu me abaixei e passei pelo lado do pé dele indo em direção a saída do vestiário. Já estava no ginásio estará completamente vazio e escuro, a única coisa que o iluminava era os raios de luz da lua que adentravam por entre as janelas perto do teto, enquanto corria ouvi um barulho de parede se quebrando atrás de mim, virei o pescoço um pouco para ver o que era e vi aquele monstro vindo em minha direção, cada passo que ele dava em corrida eu sentia o chão tremer, cheguei às portas de saída do ginásio, mas elas estavam trancadas com correntes, vi que elas só estavam enroladas na trava, mas se eu tentasse desenrolar agora eu com certeza iria morrer, ouvi um granido atrás de mim e quando me virei vi que o Sr.MontGomery estava a poucos metros de mim, mas, o que me surpreendeu foi ele jogar a cadeira de madeira que ainda estava em suas mãos em minha direção, ela rodou no ar e quando chegou ao chão ela girou até minha direção, corri em direção á cadeira e quando senti que já era o perto o suficiente eu me joguei no chão deslizando pelo piso do ginásio e a cadeira passou por cima de mim raspando no meu corpo, ela acertou a porta eu estava tentando abrir fazendo-a quebrar e abrir a passagem para o corredor. Quando virei meu rosto em direção ao Sr.MontGomery vi que ele estava vindo em minha direção, me levantei o mais rápido que pude e corri em direção à porta quebrada, mas, o monstro de um olho era mais rápido além de ser maior também, quando cheguei à cadeira eu pulei por cima dela, e consegui adentrar no corredor que estava mais escuro que o ginásio, pois pelo menos no ginásio tinha a claridade da lua, no corredor estava escuro como se fosse uma entrada para o abismo, quando vi no chão a corrente que estava na porta alguma coisa me disse para pega-la e correr, assim o fiz.
  Corri no corredor escuro, mas tive a ideia de usar a lanterna do meu celular. No corredor eu só ouvia os meus passos ecoarem no piso, estava ficando aflito porque já não ouvia mais os passos do Sr.MontGomery. Queria sair daquela escola, mas naquele horário já estaria tudo trancado, então resolvi usar as janelas da sala 12B. Corri em direção à sala que ficava na dobrada do corredor que eu estava, quando abri a sala vi a luz do luar iluminar a parte do corredor que eu estava, adentrei e fechei sem fazer barulho, fui em direção às janelas que ficavam no canto direito da sala na parede de frente para a rua, com a corrente que eu estava joguei ela contra o vidro quebrando-o, pulei para fora e fui em direção ao meu carro, eu tinha que dar a volta pois a sala ficava em outra esquina. Cheguei ao carro e peguei a chave que estava no meu bolso, entrei no carro e o liguei dando partida.
  No caminho para casa eu estava pensando em como eu não morri, mas aquela noite ainda não tinha acabado eu sentia isso, a rua estava deserta até eu avistar Paul no meio da estrada pedindo para eu parar, eu abri a porta do carro e ele entrou,
  - Cara, você não pode ir para casa! Ele vai te procurar lá! Você tem que confiar em mim. - Paul disse como se já soubesse da história toda, o que não fazia sentido nenhuma
  - Que? do que você está falando?! - gritei
  - Do Ciclope! Quando cheguei à escola eu vi ele andando pelo corredor, depois ouvi um quebrar de vidro, sabia que era você. O Acampamento me mandou para protege-lo. - nada do que ele falava fazia sentido eu estava quase para usar aquela corrente e me matar ali mesmo.
  - Ciclope? Aquilo era um Ciclope? Mas isso só existe me Mitologia grega! Tempos antigos. - gritei ainda dirigindo.
  - Cara, e muita coisa para explicar, mas ok. Se quiser ir à sua casa sua mãe lhe explicará tudo. -
...
  Cheguei em casa e minha mãe estava sentada na sala com cara de quem iria me matar, mas eu digo: Entra na fila. Não tive tempo de descansar pois Paul foi logo dizendo à minha mãe sobre o ciclope e de como eu precisava ir para o Acampamento, eu me recusei mas ela me explicou o por que.
  - Querido, quando eu era mais nova, seu pai e eu estávamos noivos, mas, ele me traiu. Ela apenas deu a luz a você e desapareceu por completo da vida de seu pai e da sua, seu pai queria voltar comigo, eu aceitei pois eu o amava demais, e criei você como se fosse meu filho, você é meu filho, Lucky! Mas para você continuar vivo Paul vai lhe levar ao acampamento meio sangue. Sem perguntas! Pegue suas coisas rápido e vá! - assim o fiz, peguei umas roupas e outras coisas necessárias e parti com mais perguntas que antes.
...
  Não era eu quem estava dirigindo, era Paul, ele estava indo tão rápido que eu tava com medo de fugir da morte algumas vezes e morrer em um acidente de carro, entramos em uma estrada que havia uma floresta no nosso lado esquerdo e um grande campo aberto no direito.
  - O Acampamento fica logo à frente, lá nós ficaremos seguro - disse Paul.
eu na verdade não estava animado, só queria entrar nesse acampamento logo já que lá eu ficaria seguro. A alguns kilometros à frente tivemos uma surpresa no meio da estrada: O Sr.MontGomery. Paul tentou atropela-lo, mas ele deu apenas um soco no capo do carro que paramos na hora, ele pegou o carro e o jogou para o campo aberto, eu tinha um sonho de voar um dia, mas não queria que fosse daquele jeito. O Carro capotou no campo aberto e só me lembro de sentir vários vidros arranharem meu rosto.
  Eu fiquei inconsciente por menos de um minuto, pois Paul estava me balançando, eu acordei atordoado e com meu corpo todo dolorido, mas quando vi a parte de baixo de Paul percebi que ele era metade bode.
  - Você é metade Bode! - exclamei, mas ele não ligou. apenas usou suas pernas de bode para quebrar a porta amassada do carro, saiu e me puxou para fora. Ficamos em pé com bastante dificuldade, olhamos para a estrada e vimos o Ciclope/Sr.MontGomery vindo em nossa direção.
  - Precisamos ir para a floresta, vou distraí-lo e você corre para lá. Ok? - disse Paul tirando uma flauta do bolso da sua camisa, eu apenas concordei.
Paul pós a flauta na boca e quando o Ciclope adentrou no campo aberto ele começou a toca lá, eu imediatamente corri para a estrada pelo caminho a direita do ciclope, mas quando o monstro me viu fugir mudou de direção, o que me surpreendeu foi que a grama havia crescido e se enrolado nos pés do ciclope muito rápido. Eu já estava na estrada indo para floresta quando olhei para trás e vi que o monstro já havia se soltado da grama e estava atacando Paul, o problema era que ele estava ganhando, não ia deixar a única pessoa que me ajudou morrer. Corri de volta em direção o Ciclope, quando cheguei a alguns metros Paul me viu e eu pude ler os lábios dele: VÁ! Mas eu fiz que não com a cabeça. Olhei pro chão ao meu redor e vi que a corrente que eu usei para quebrar o vidro da escola ainda estava no carro e quando o carro foi jogado deve ter caído, pois estava perto de mim, corri para pega-la e quando o fiz me aproximei o suficiente do ciclope e a joguei contra a sua cabeça mas foi só até metade da sua costa, mas consegui chamar sua atenção. Era a hora de ver o quanto eu sabia correr.
  A corrida entre eu e o ciclope estava intensa, cada passo que eu dava ele se aproximava mais, consegui adentrar na floresta, lá era um ótimo lugar de corrida para mim e um péssimo para ele por causa do seu tamanho. Cheguei em um ponto da floresta em que tinha uma porta de pedra com palavras embaralhadas logo acima dela, mas, por incrível que pareça às palavras pularam para fora e se ajeitaram formando "Acampamento Meio-Sangue", quando eu ia entrar o Ciclope me pegou levando-me a altura do sue rosto.
  - Vou quebrar todos seus ossos! - gritou
ele começou a me apertar na mão dele, eu sentia que meus ossos estavam se quebrando, mas, eu senti algo passar perto do meu rosto acertando o rosto do ciclope, depois de novo, percebi que eram flechas atingindo o monstro, eu sentia a força dele me envolvendo enfraquecendo, depois de alguns segundos ele simplesmente virou pó e eu cai no chão atordoado. Eu estava deitado olhando para o céu estrelado quando vi alguns rostos se formarem a minha volta, todos falavam a mesma coisa: Vamos leva-lo para dentro do acampamento, mas quando eles iam me pegar uma aura negra me envolveu como um manto negro, eu pensei que eu estava morrendo, mas uma menina perto da minha cabeça disse:
  - Filho de Nyx, Deusa da noite. - a aura desapareceu e minha vista escureceu.

Notes: x-x-x With: Nothing x.x' Wearing: This 'u'

Thanks Faith @CG
Lucky McQuinn
Filhos de Nix
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Re: Ficha de Reclamação

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