Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por 142-ExStaff em Dom 09 Nov 2014, 03:49

Relembrando a primeira mensagem :


Fichas de Reclamação


Orientações


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.



Deuses / Criaturas
Tipo de Avaliação
Afrodite
Comum
Apolo
Comum
Atena
Rigorosa
Ares
Comum
Centauros/ Centauras
Comum
Deimos
Comum
Deméter
Comum
Despina
Rigorosa
Dionísio
Comum
Dríades (apenas sexo feminino)
Comum
Éolo
Comum
Eos
Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)
Comum
Hades
Especial (clique aqui)
Hécate
Rigorosa
Héracles
Comum
Hefesto
Comum
Hermes
Comum
Héstia
Comum
Hipnos
Comum
Íris
Comum
Melinoe
Rigorosa
Nêmesis
Rigorosa
Nix
Rigorosa
Perséfone
Rigorosa
Phobos
Comum
Poseidon
Especial (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)
Comum
Selene
Comum
Thanatos
Comum
Zeus
Especial (clique aqui)




A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses seja para criaturas. O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação. Os campos da ficha são:

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

- História do Personagem

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Não é necessário a utilização de template, mas caso opte por fazê-lo, a largura mínima do texto deverá ser de 400px, preferencialmente sem barra de rolagem — caso tenha, a altura deve ter o mesmo tamanho da largura ou maior. Templates que não sigam o disposto farão a ficha ser ignorada, bem como fichas ilegíveis - utilize colorações adequadas no texto.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



  • Obs: Somente envie sua ficha UMA vez para cada avaliação. Fichas postadas seguidamente (como double-post) serão desconsideradas, reincidência acarretará em ban de 3 dias + aviso.




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FICHA - Summer Magnum

Mensagem por Summer Magnum em Dom 13 Mar 2016, 22:14

Ficha de Reclamação!


Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
A personagem em questão será uma Náiade

Cite suas principais características físicas e emocionais:
Uma jovem de cabelos loiros acobreados ao sol, formando ondulações. Sua pele rosada e seus olhos verde água e cílios longos fazem com que seus traços finos sejam ressaltados. 
Seu corpo parece esculpido, demonstrando sua inquestionável beleza típica de uma naiade, e mesmo com curvas sinuosas, harmonizando perfeitamente, dando ao olhar da jovem um toque mortal de inocência. 
Em suas costas há uma grande tatuagem ao estilo nouveau, de ondas em espiral envolvendo uma carpa, indo  com um unico fio dágua até o lado esquerdo do pescoço.
Sua personalidade é calma, super protetora e otimista.
A mente de Summer se divide quando em  contato com as grandes  cidades, o que a deixa desconfortável e ao mesmo tempo a garota possui um profundo desejo de pertencer áquele mundo.
Em suma, ela é alegre e um pouco sensível demais.


Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Já joguei em outros fóruns de filha de deuses e não parecia ter muito a ver com meu estilo. Prefiro personagens mais desafiadores e incomuns. Uma naiade tem boas caracteristicas e habilidades para manipulação de cura e manipulação de seres, e por não ter grandes problemas catástróficos (como ter metade do corpo de cabrito hue) pode se passar por protetora por um bom tempo sem chamar atenção para uma característica especial.

Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Meu nome é Summer, e eu despertei no último dia, no começo do outono, quando as flores já se tingiam de laranja antes de cairem na leve brisa da tarde. Uma caverna escura, e um buraco no chão me mostrava a luz do sol e uma criatura que me alcançou em um segundo.
O ar era frio e eu me lembro de pouca coisa antes de me encontrarem e me levarem ao acampamento. Eu olhei para o alto e o céu era um manto de flores na copa das árvores, douradas e delicadas com finos galhos. Uma pétala pairou em meu rosto e quando eu fui tirá-la apenas ví o sangue em minhas mãos, o mesmo sangue que cobria meu rosto e pingava na grama enquanto eu era carregada as pressas por um grupo que combatia uma sombra borrada ao longe( que era quase um gigante em comparaçã ao restante), lutando próximos à cachoeira.

Embora eu pudesse crescer colecionando espinhos pelos meio sangue e do problema que me causaram, Elisabeth, a mulher que me salvou, me mostrou que eu deveria me orgulhar das minhas origens, pois em mim havia o valor e a honra de quem a protegeu a vida toda.
Mais e mais pessoas chegavam ao acampamento e eu, sozinha, me via cercada de pessoas tão semelhantes, que perderam tudo e até mesmo que nada tiveram.
Apenas ajudo curando pequenos ferimentos e cuidando do jantar junto as outras ninfas, mas recentemente fui mandada para longe, pois havia alguém a proteger.
Um sátiro havia sido ferido mortalmente e permanecer na presença do semideus seria um problema para ambos. Uma troca foi feita. Algo incomum.
Minhas mãos tremiam do inicio da viagem até o fim. Eu não conhecia muita coisa e acabei como a garota estranha do interior que passava mal até andando de bicicleta.
Felizmente, fomos bons amigos ... até que a fera começou sua caçada. 
NUNCA SENTI TANTO MEDO NA VIDA.

A harpia nos perseguiu pelo caminho e eu me lembro do momento crucial.
Eu lhe estendi a mão e perguntei : "você confia em mim?" 
Pulamos a grade do clube e nos escondemos no fundo da piscina. O rapaz era ate meio lerdo, de certa forma, pois demorou um pouco para notar que metade do meu corpo agora se resumia a escamas como as da carpa em minhas costas e  bailava suavemente como um véu.
A harpia sobrevoou mas não nos encontrou. 
Naquele dia eu o expliquei tudo e no dia seguinte fomos direto para o acampamento.
Inseparáveis.

Show me a king and im a lionheart.
Summer Magnum
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Thanatos

Mensagem por Etsochi em Seg 14 Mar 2016, 21:12

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Thanatos

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Sou uma pessoa um pouco antissocial, tenho apenas três amigos e não saio muito de casa, por isso sempre me identifiquei com o submundo inicialmente queria Hades, mas sempre gostei das sombras mais "sombrias” (Thanatos) tenho 1,60, 14 anos pele morena olhos castanho escuro cabelo castanho mais escuro ainda não sou antissocial porque quero nunca tive facilidade em fazer amigos então me acostumei com poucos.
sou um pouco frio, bem calculista e estrategista, quieto fico na minha e observo tudo ao redor.
▬ Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Como disse no tópico anterior, tenho apenas 3 amigos e não saio muito de casa, por isso sempre me identifiquei com o submundo inicialmente queria Hades mas sempre gostei das sombras mais "sombrias"(Thanatos), também como sou péssimo com amizade imaginei que com esse chalé me sentiria melhor mais "em casa", e com pessoas como eu que me compreendem

▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Nunca havia me idenficado com as outras pessoas do meu colégio só tinha três amigos Rafael, Paulo e Marcos éramos um grupo um por todos e todos por um mas fiquei naquela escola por apenas 3 anos foi meu recorde quando sai surpreendentemente vi Rafael naquela outra escola, passaram-se 2 anos e após um estranho acontecimento em que até hoje ninguém explicou direito, acordei em uma cama:
-uau, nunca imaginei que eu havia ido buscar um filho de Thanatos , pensei em Hécate mas em Thanatos não.
Disse Rafael, apesar de não entender a principio, acreditei por instinto apenas coisa em que eu confiava mais do que tudo naquele momento tive um lapso de memória, minha mãe...Um corte na garganta...E uma fissura com almas saindo do chão...Na minha mão uma foice...Um golpe...e um corpo inerte de algo no chão...Demorou um pouco mas me recuperei ainda um pouco triste, Rafael disse:
-Eu sei, é difícil, mas não se preocupe aquela mulher não era sua mãe era uma civil amiga dela, olhe como uma vantagem você sempre gostou de mitologia grega e tudo é real, como filho de Thanatos você pode entrar no submundo para vela, não foi sua culpa e ela sabe ciclope agora esta morto graças a você e ela terá orgulho.
Aquelas palavras me animaram muito e senti um enorme alivio ao olhar para as pernas deles não me surpreendi muito, um sátiro, por isso ele mancava levantei da cama e fui até o lado de fora de uma tenda aquela vista era linda, agradeci aqueles que me ajudaram e descobri que fiquei inconsciente durante um dia apenas.
-esta vendo aquele ômega? É o local dos chalés dos deuses menores, o seu é o numero 19 Thanatos este é Jace o líder atual do chalé, ele é legal:
-bem vindo, são poucos que não se abalam com estas noticias, vem vou te mostrar o chalé.
Eu o segui atravessei os guardas esqueletos (que gostei muito), e fui até um beliche no canto como sempre arrumei minhas coisas fui bem recebido pelos meu irmãos e irmãs, conheci o acampamento e minha nova família no chalé e ao final do dia com um sorriso no rosto me alegrei muito, finalmente, um lugar ao quão eu me encaixava.
Escrevi uma carta para minha mãe falando que eu estava bem, lembrei de suas palavras que sempre me dizia “as historia são reais, e um dia você entendera”, agora entendia fechei os olhos, e com um sorriso, adormeci.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Oliver H. Greyback em Ter 15 Mar 2016, 16:23


Avaliação
a mão da reprovação chega a tremer
Julian Aubry Blacktorn - Aprovado

Admito que senti um pouco de receio com relação ao tamanho da sua ficha quando comecei a avaliar, mas a leitura foi incrivelmente agradável. O enrendo, apesar de ser incomum, está longe de ser incoerente e você cumpriu tudo o que foi pedido de forma magistral. Apenas atento para dois errinhos:

"Não demorou muito para que eu conseguisse avistar o Coffee Dimy's, afinal o lugar era irreconhecível" - Se o lugar era irreconhecível você não conseguiria reconhecê-lo, não?

E no trecho "Espero que bastante pessoas tenham escolhido" a concordância correta é "bastantes pessoas", uma vez que no caso bastante faz função de adjetivo (e não advérbio) e deve concordar com o substantivo.

Parabéns, filho de Hermes! Você tem futuro!


Shayanne - Ficha ignorada

Seu nome está fora das regras, por favor peça a mudança de nome (aqui) e depois reposte sua ficha para que seja avaliada.


Imani Anikulapo-Kuti - Aprovada

Uma ficha incomum para uma personagem igualmente incomum. Não posso fazer nada além de deitar elogios a sua ficha, foi muita bem escrita, de enredo bem montado e embora pudesse detalhar um pouco mais, não há necessidade. No mais, parabéns filha de Afrodite!

~As outras fichas estão sendo avaliadas por outro monitor, aguardem~
♦ Thanks, Andy 'O' ♦
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Orion Kléftis em Qui 17 Mar 2016, 14:42

Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê? Hermes, por ele ser o deus dos ladrões e também estar relacionado com a comunicação. Essas características estão diretamente ligadas as características do meu personagem e da evolução que quero ter em sua história.

- Perfil do Personagem
Características Físicas: Orion é Magro e levemente forte, pele morena, tem 1,70 metros de altura. Seu cabelo curto e barba por fazer. Costuma usar calça jeans, tênis e camisa social.

Características Psicológicas- Orion é um jovem esperto e inteligente, ele consegue passar horas seguidas meditando ou estudando sozinho e mesmo quando está entre outras pessoas se pega sorrindo com sigo mesmo com piadas e análises que ele imagina que outros não entenderiam. Ele é principalmente um estrategista, evitando combates diretos sempre que possível e resolvendo as situações da maneira mais pragmática positivável, para isso, ele aprendeu desde cedo a usar muito bem as palavras e a política, descobrindo que é muito mais fácil convencer alguém a lhe dar algo do que tomar isso a força, ou na pior das hipóteses surrupiar discretamente o que deseja. Um pouco sarcástico e levemente frio, é constantemente acusado de não se importar muito com os sentimentos dos outros, mesmo tendo um senso de justiça bastante apurado, já que nem sempre o que lhe parece justo e belo é visto da mesma forma por outras pessoas.

- História do Personagem
Orion foi Criado com seu Pai e Sua mãe durante toda a sua vida, mesmo sabendo que era adotado. Seus pais nunca conversaram muito com ele sobre seus pais de sangue até que quando estava saindo do ensino médio, ele começou a se envolver em problemas no bairro onde morava ao descobrir que estavam vendendo drogas na escola infantil do seu bairro. Primeiro ele começou a tentar convencer as crianças que estavam se viciando, após não conseguir bons resultados com essa abordagem, ele começou a roubar e destruir essas drogas e começou a ser perseguido pelos "vendedores".
Como seus pais são muito pobres, e não podiam mudar de bairro eles acabaram percebendo que era hora de contar a ele sobre sua real natureza, ele era filho de sua "Tia" com Hermes, após ser "seduzida" e abandonada por Hermes, sua mãe de sangue entrou em depressão e o irmão dela e sua esposa pegaram a criança para criar.
Ao contrário do que seus pais imaginavam, Orion reagiu muito bem ao descobrir sua origem divida, de uma hora para outra muito do que ele havia vivido começou a fazer mais sentido.
Orion Kléftis
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Chandler G. Eisenhower em Sex 18 Mar 2016, 23:54


why is my life so shitty?

o universo já fez o favor de zoar a minha vida o suficiente
Por qual deus você deseja ser reclamado e por quê?
Gostaria de ser reclamado por Hermes. O motivo primordial foi o desenvolvimento do personagem: vi uma imagem do Grant Gustin no Facebook, vestido de Homem Aranha, e tive a inspiração para este personagem, e achei Hermes uma boa opção. Outra justificativa seria a simbologia do deus: ladrão, malandro, improvisador e senhor das estradas. Ainda que Chandler não tenha uma trama, creio que ao me inspirar em todas estas esferas associadas à Hermes, alguma coisa interessante possa sair.

Perfil do personagem:


  • Aparência:

Chandler é um rapaz alto — quase 1,90 de altura —, e possui corpo bem definido, ainda que não tenha aparência de forte e costume esconder tais músculos atrás de blusas quadriculadas e calças jeans largas. De cabelos castanhos claros, quase louros, a cor dos fios combina com o castanho levemente esverdeado dos olhos, conferindo ao semideus um ar juvenil e quase inocente, principalmente pelos seus gostos e manias. Possui duas covinhas, uma de cada lado do rosto, quase nunca visíveis devido a pouca frequência com a qual sorri — "se a vida é uma merda pra que ficar gastando energia fingindo que tô feliz?". Está sempre de fones de ouvido e iPod na mão, uma playlist não só mais eclética e aleatória do que a mente de seu dono e criador.


  • Personalidade:

Capaz de reclamar até mesmo da temperatura da água que bebe, Chandler é uma pessoa de poucos amigos — quer dizer, isso na vida real, porque virtualmente seu Tumblr bomba com mais de cinquenta mil seguidores e seu Twitter não fica muito atrás. Dedica sua vida às redes sociais e à faculdade, sendo mais daquele tipo de aluno odioso que apenas dorme a aula inteira por madrugadas acordado em Facebook e que consegue gabaritar uma prova. Como já citado, possui poucos amigos e se mostra tímido ao primeiro contato, mas sempre reclamando, coisa que chega a ser um pouco irritante às vezes e pode ser o motivo de as pessoas evitarem se aproximar. Quando era criança, tinha o hábito de falar consigo mesmo, coisa que não ajudou na questão social.

História:

Para Chandler, a vida começou a dar errado bem no dia o qual nasceu.

Sendo mais exato, começou a dar errado um pouco antes. Veja bem: sua mãe engravidou de um vagabundo qualquer, ladrão de rua, que a abandonou assim que soube da existência do feto que viria a ser Eisenhower. Aos oito meses de gestação, durante uma ultrassom de rotina, descobriram que o cordão umbilical havia se enrolado ao redor do pescoço de Chandler e que ele morreria se não fosse feita uma cirurgia de emergência. Pois bem, até aqui as coisas já foram ruins o suficiente. Mas como se não bastasse, sua mãe, senhorita Rebecca Griffith Eisenhower, perdeu o emprego logo que o filho nasceu, por ter precisado se ausentar sem justificativa formalmente apresentada ao empregador.

Claro, ao longo da vida, aconteceram problemas normais de uma criança: acabou sendo deixado um pouco de lado pelo novo emprego de sua mãe, sofreu bullying na escola principalmente pela mania de falar sozinho. Ainda lembra da época que as meninas do parquinho costumavam se juntar para lhe dar socos e chutes. E sendo a criança fraca e magrela que foi, nada poderia fazer além de deitar em posição fetal e chorar. Apesar de tudo, foi um filho quieto e paciente com suas vontades, além de aluno exemplar em notas — o comportamento em sala deixava a desejar, porque na maior parte do tempo dormia.

Até que, enfim, com o advento da adolescência, o mundo começou a fazer sentido. Foi diagnosticado com TDAH e miopia logo em seguida. Rebecca teve que desembolsar um bom dinheiro para comprar seu óculos — que, para a felicidade de suas finanças, não precisou ser reposto — e por isso faltavam os remédios para o tratamento da hiperatividade. Foi então que, forçado a isso, Chandler procurou qualquer coisa que pudesse fazer para descarregar toda a energia acumulada. Resultou em nada. Não tinha coordenação motora suficientemente desenvolvida — tanto nos pés quanto nas mãos — para participar de esportes como futebol e basquete. Não tinha a paciência para xadrez e corrida era monótono demais.

Foi quando conheceu Enzo, seu primeiro amigo e paixonite. Ambos tinham 14 anos. Enzo era um garoto de origem de família problemática e que sempre andava de skate. Qualquer lugar que fosse, andava de skate. Não importa se eram as ruas altas de seu bairro ou dentro do shopping quando os seguranças não estavam olhando, a tábua de madeira com rodas, suja e desgastada, estava sempre no chão. Um dia, intrigado pelo movimento contínuo das rodinhas, pedira a Enzo para ensinar-lhe a praticar o esporte. Não poderia ser tão difícil, certo?

"Como você consegue fazer isso?"

"Isso o quê?"

"Andar nesse negócio. Pode me ensinar?"

"Beleza, por que não?"


O diálogo certamente ainda doía no seu coração. Mas, voltando ao foco da narrativa. A partir desse momento, Enzo lhe dera um de seus skates velhos e os meninos gastaram a maior parte do tempo livre treinando. Ou, melhor, Chandler passava a maior parte do seu tempo livre conseguindo arranhões e hematomas pelo corpo, tendo uma vez inclusive conseguido um braço quebrado para Rebecca cuidar — braço este engessado, coisa que não lhe impediu de continuar praticando o esporte. Por fim, após quase um ano, havia conseguido habilidade suficiente para andar para lá e para cá sobre a tábua de madeira e até um pouco de coordenação para um número limitado de manobras simples.

Até que o pior lhe aconteceu.

Antes de entrarmos nesta parte da história, analisemos a situação até o presente momento: Chandler, uma criança sem pai e com mãe ausente, teve a vida ruim desde quando consegue se lembrar e até mesmo antes disso. Chandler, que sofria bullying porque falava sozinho, havia conseguido um amigo que, além de o acolher, significou um mundo de expectativas ao menino, e com isso tornou-se sua paixonite. Isso, em si, já uma grande reviravolta. Mas não significa nada — e eu repito, nada — perto do que aconteceu míseros dois meses após Enzo reconhecer que Chandler havia, enfim, aprendido a andar de skate.

Ele sumiu.

Dia após dia, Chandler visitava a mesma praça na qual costumavam se encontrar. E nada. Após um mês, desistiu de procurar. Os pais de Enzo, ambos viciados, não se importaram em procurar o filho e, quando Chandler tentou falar com alguém da polícia, foi ignorado. Quem saber do garoto maluco que fala sozinho enquanto anda de skate. Durante semanas, chorou. Ficou em casa, suas notas caíram, e a vida se tornou preto e branco e, acima de tudo, monótona, até mesmo com o skate que continuava a usar mesmo que só do quintal de casa para dentro.

A calmaria durou pouco. Um trimestre após o desaparecimento de Enzo, Chandler teve um sonho não muito claro. Só lembra de ter visto um homem alto e com roupas desleixadas sussurrando algo como "você é meu filho, fuja!". Foi acordado ao som de gritos de sua mãe e sua visão no espelho foi tão estranha que pensou estar ficando louco de vez: um caduceu brilhava no topo de sua cabeça, até que sumiu, poucos segundos depois de aparecer. A próxima coisa que se lembra é de uma menina loira invadindo sua casa e lhe puxando pelo braço, enquanto uma criatura enorme de um olho só esmagava a cabeça de sua mãe contra o chão.

Sem reação, agarrou o casaco e o skate e se deixou ser puxado.

Seis meses depois.

A garota havia lhe explicado algumas coisas. Era um semideus, filho entre uma mortal e um deus e, pelas características de seu sonho e o simbolo brilhando no topo de sua cabeça, era um dos filhos de Hermes. Ela também explicou que eles precisavam chegar ao tal de Acampamento Meio-Sangue, um lugar "seguro" para pessoas como eles. Chandler não queria ir para esse tal de Acampamento. Parecia inútil, chato. E ele se sentia indigno.

Não poderia esquecer de Enzo, também. Onde ele estava? O que havia acontecido com seu melhor amigo e paixonite? Não podia se recolher de forma covarde quando tinha todo um novo leque de informações. Então, quando a noite caiu e o grupo dormiu, se esgueirou para fora do motel onde estavam e correu na primeira direção que lhe veio em mente, indo o mais rápido e longe que pôde.

Considerações finais:
Sei que ficou bem curto e rápido, mas meu foco era deixar a história do Chandler simples e rápida, e de fácil compreensão, atendendo o requisitos mínimos, apenas como um ponto de início do que pretendo pensar para ele. Ficou bem básico e genérico, mas foi de propósito, já que assim posso fazer basicamente o enredo que quiser sem grandes problemas com essa parte de coerência em relação à origem do personagem. Muito obrigada a quem ler e, se possível, gostaria de algumas dicas em onde melhorar! :D




i use tumblr to complain about my life and twitter to complain about other people's lives
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ryan L. Gagerdoor em Sab 19 Mar 2016, 19:32

Christian G. Harris: Reprovado

Cara, eu ponderei muito sobre o fato de te aprovar ou não e acabei decidindo por não. Isso porque você cometeu um gravíssimo erro de coerência que quebra a regra-mor de todos os deuses: Eles NÃO INTERFEREM na vida humana. Muito menos para reclamar seus filhos. A não ser que fosse um motivo extremamente forte para ele ter ido pessoalmente, o que não foi o caso, Phobos NÃO iria se revelar a seu filho. Ele mandaria aquele velho sinal de reclamação ou um de seus filhos reclamados para fazer o trabalho.

Por esse motivo, o reprovei.

Donald Thurwulf: Reprovado

Cara... Só digo uma única palavra para explicar o motivo pelo qual eu o reprovei: Português. Sério! Não consegui entender, em certo ponto, a história e, por causa da falta de pontuação (Cadê os pontos finais desse texto? E as vírgulas?), me perdi diversas vezes. Além disso, ainda não sei se aconteceu a reclamação - ou seja, se apareceu o símbolo de reclamação em cima da sua cabeça - ou se foi só a mãe falando e acabou. Porque, se tiver sido só a segunda opção, então eu não poderia aprová-lo também por causa disso.

Por fim, usa um corretor, por favor! Ou então pede pra alguém revisar seu texto!

EDIT 1: Tá... Você fez a reclamação. Entendi depois de reler seu texto mais uma vez. Desculpa por não ter notado.

EDIT 2: A título de curiosidade, a parte onde eu me perdi foi na luta que você teve com a dracaena.

EDIT 3: Cuidado também com mudanças de tempo verbal (Esqueci de mencionar isso nos outros edits e na aval em si), isso agravou ainda mais o meu não entendimento da história. Se você começou um texto com as ações principais no passado, só use o passado. Se as ações principais estão no presente, só use o passado quando for retomar algo que aconteceu antes das ações que prosseguem com o texto.

EDIT 4: Se quiser, posso te ajudar um bocado. Contate-me por MP que eu te ajudo, fi. E outra dica importante: Tenta postar coisas na arena. Os monitores podem detalhar mais sobre cada erro seu e você terá opiniões diferentes, o que é algo sempre bom.

EDIT 5: Desculpa ai por ser rude. Mas você realmente precisava de um chega pra lá, fi.

As outras fichas serão avaliadas por outro monitor.
Ryan L. Gagerdoor
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Sab 19 Mar 2016, 20:52

Bom vamos às avaliacões

Summer Magnum: Reprovada.
Basicamente seu texto está desestruturado, sem coesão, coerência ou organização. Faça um texto e poste novamente, o estruture, crie uma história com começo, meio e fim. Todo mundo é capaz e você também é.

Etsochi: Reprovado
Seu texto está uma bagunça e uma “farofa”, porém não o li. Para ser um semideus é preciso ter um nome e sobrenome, sugiro que vá no tópico de mudança de nomes e o altere e depois faça um texto melhor e o poste aqui.

Órion Kléftis: Reprovado
Cara nem li o seu texto, ele está bagunçado, cheio de erros ortográficos e gramaticais. Faça um novo texto, sugiro que leia textos já aprovados para ter uma noção de como estruturar um texto adequadamente.

Chandler G. Eisenhower: Aprovado.
Cara, troque seu template para facilitar a leitura e atente-se à questão da concordância verbal, fora isso seu texto está razoável e você foi aprovado, mas busque sempre melhorar. Bem vindo, filho de Hermes.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lance S. Xluven em Dom 20 Mar 2016, 03:31




Going to Hell


- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Apolo. Não existe um motivo satisfatório para tal escolha, sempre fui um pouco fã do Deus Apolo, seu estilo de combate - Arco e Flecha - se caracteriza com o meu personagem e a trama do mesmo.

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas)

Física: Lance é um rapaz alto — cerca de 1,80 de altura —, e possui corpo bem definido que é visível devido ao estilo de roupas que usa, seu "look" favorito é uma calça jeans da moda - apertada - com um par de tênis vermelhos e uma blusa que combine - em geral branca. Na maioria das vezes seu iPod está entre o fim de seu abdome e a cueca que utiliza, o fio de seu par de fones fica entre seu tronco e a blusa - escondido para a maioria das pessoas que o veem rapidamente - e apenas o lado esquerdo do fone em seu ouvido - esquerdo. Cabelo bagunçado quase sempre, exceto em ocasiões especiais em que tenta se produzir melhor, seu nariz é mediano e se encaixa em seu rosto, sua barba é mal-feita propositalmente - Lance tem 23 anos - e tem um par de olhos claros do qual não se gaba.

Psicológica: Impossível prever suas ações, seu humor pode variar igual de uma mulher, em um dia pode sentir raiva e no mesmo dia estar amando sua vida, tudo varia do que acontece em sua vida. Perante situações de vida ou morte - no qual já passou ao quase ser atropelado e durante seu parto - suas decisões são pensadas para salvar a maior quantidade de pessoas possível, nem sempre consegue tal fato e quando acontece Lance tende a ficar deprimido e quieto por algumas horas ou dias - dependendo de quantas deixou de salvar. Normalmente é um jovem sarcástico, mas quando é reprimido tende a ficar quieto e dar o seu máximo para que tal situação não se repita. Sempre gostou que tudo fosse perfeito, mas nem sempre o perfeito era como ele queria, sempre achava que o certo, que o perfeito era o que ele sugeria.

- História:

Lance sempre fora um rapaz calmo e tranquilo, nunca foi um daqueles alunos bagunceiros, tinha suas dificuldades? Tinha, e corria atrás para vencer seus desafios, seus "pais'' era bons, bons demais para ser verdade.. Lance nunca chegou a desconfiar que era adotado ou algo do gênero, achava que tudo era perfeito do jeito que estava. Como foi dito Lance sempre tinha alguma dificuldade nas escolas que frequentou durante sua jovem vida, chegando na sua última fase escolar - 3° Ano do E.M. -  percebera que tinha uma certa dificuldade em prestar atenção, após algumas consultas a médicos descobriu que tinha contraído T.D.A - Transtorno de Déficit de Atenção - o médico dizia que não "havia contraído" e sim despertara a doença que sempre estivera adormecida em seu cérebro, mas o motivo de tal problema ter se desenvolvido e acordado somente ao seus dezessete anos o médico não sabia explicar, não somente um médico mas sim alguns - poucos - em que Lance foi levado para tentar entender seu T.D.A.

Devido a sua "nova" doença Lance acabou por reprovar no Terceiro Ano do Ensino Médio, as consequências da doença marcavam sua vida escolar, não conseguia prestar atenção às explicações que vinham de seus professores, na hora da prova era possível pensar em tudo menos no assunto que cairia nas questões. Mesmo repetindo e com uma doença que tirava sua atenção no ano seguinte conseguira se formar - aos Dezoito anos - e planejava fazer uma faculdade. A essa altura seus pais começavam a ficar "estranhos'', algo os afetava indiretamente e tinham medo de descobrir o que era. Alguns anos se passaram, Lance tinha seus 21 anos e cursava o final do 5° período de Direito, ser um Advogado iria requerer atenção - algo que Lance perdia em alguns momentos - mas o mesmo não tinha crise de T.D.A. desde que começara a faculdade e achava que não voltaria.. estava enganado.

Passava alguns meses e estava no décimo período de Direito, os transtornos estavam voltando e começava a ter sonhos estranhos, se via falando com um centauro numa floresta, era assustado para Lance, os sonhos eram constantes mas não exatamente em todas as noites, o sonho começara em apenas uma vez por semana, depois de alguns dias começara vir em três dias da semana e atualmente chega a quase seis dias da semana tendo o sonho exatamente igual: um centauro falando com Lance numa floresta, então o centauro perguntava a Lance - Está pronto? - Tenho que estar! - respondia Lance, então davam alguns passos para frente e sumia do nada e aparentemente não deixava vestígios. O jovem rapaz pensava arduamente em seu sonho mas não desabafava a ninguém sobre o mesmo mas estava para mudar, sentou-se com sua mãe e contou-lhe sobre o sonho, todos os detalhes até os mais banais, lágrimas caíram do rosto de sua mãe, ela chorava de ficar avermelhar o rosto - Mãe? O que foi? perguntava com uma voz de preocupação e um olhar sério para Linda - nome de sua mãe. - Ch-Chegou a ho-hora m-meu fi-filho.. vou se-sentir saudades! falava gaguejando diversas vezes em sua fala, Linda abraçava apertado seu filho e então chamava Maxwell - pai de Lance -, apenas com olhares Max entendera a situação.

- Vou começar te explicando desde o início! Você obviamente conhece os Deuses Gregos, certo? perguntava a Lance que estava sem reação, perdido e tentando entender a situação que logo reage com um sinal de "Sim" com a cabeça - Então.. eles existem e não vivem diretamente entre nós porém estão na Terra, é uma história muito longa e provavelmente você deve conhecer alguma coisa, sua mãe há exatos 23 anos teve um caso com um homem, e deste homem veio a nascer um ótimo rapaz chamado Lance.. Lance olhava para a cara de seus pais, não conseguia acreditar na história, nada fazia sentido, - Ok, mas você é meu pai, por causa disso minha mãe estava em prantos? E o que a Mitologia Grega tem relação com isso? questionava sem entender grande parte da conversa anterior, sentimentos que Lance odeia ter passavam em sua mente, medo, aflição e muito nervosismo, O que está por vir? Era a pergunta que ficava rondando sua cabeça - Vou falar de uma vez para não ser tão forte a queda: Seu pai é um Deus Grego, sua mãe não teve mais contatos com ele e nem sabe que Deus ele era já que usava outra identidade, e eu sou um Guardião que está aqui para vigiar suas ações!

Lance levantava seus olhos, parecia uma forte ressaca, mas não tinha ido a festa nenhuma e odiava ingerir álcool - O que está acontecendo? dizia a seus pais - Você desmaiou após eu te dar uma notícia! dizia o padrasto Max, Lance dava uma virada de olhar como se fosse desmaiar de novo mas dessa vez se segurou - Então não foi um sonho.. dizia com o rosto abaixado apoiado em suas mãos, ainda não havia caído a ficha, ser filho de um Deus, nada fazia sentido e ao mesmo tempo tudo fazia sentido, estava confuso.

- Irei ligar para o Taurus, é um amigo meu, ele te guiará até o Acampamento, seus sonhos são uma pista que logo será reclamado por seu pai. então Max pegava seu celular e saía do quarto junto com Linda, Lance continuava "boiando" na história, e ainda por cima não teria alguém que respondesse suas perguntas, tinha vontade de sumir, sua vida parecia desmoronar naquele momento. Algumas horas depois Max veio avisar que Taurus chegaria em 3 dias devido o fato de estar longe da casa dos Xluven, após a revelação para o jovem Max evitava conversas e Linda encontrava Lance apenas para chorar mais um pouco e dar alguns beijos e abraços. O garoto já tinha entendido que algo sério estava acontecendo, talvez suas respostas viessem com esse tal de Taurus.

Os dias se passaram, Lance fazia suas malas e todas suas roupas estavam lá, apenas despedia-se de seus pais, descia as escadas e entrava no carro de Taurus - um homem barbudo, cabelos que iam até o ombro e um pouco musculoso - - Prazer te conhecer, Taurus! Espero que não seja nada ruim, briguei feio com meu pai, não queria vir.. - Espera, como conhece seu pai? Ele é um Deus, certo? dizia o barbudo, Lance explicara que não estava acostumado com essa "parada'' de ter um pai Deus e que seu pai ainda era o Max. Ao longo do caminho explicou e ouviu explicações, explicou a briga por conta da viagem que acontecera quando Lance se recusara a largar sua vida, mas pelo menos ouvir tudo o quê precisava saber sobre o que estava acontecendo (Deuses, para onde estava indo, por quê Maxwell era seu Guardião), faltava uma coisa.. - Sr. Taurus, uma coisa eu não consegui entender direito, certo dia meu pai dissera que estava chegando a hora de eu ser reclamado, o que é isso? perguntava ao homem que na mesma hora disse para eu esperar com um sinal de mão.

Entrara numa floresta - bem semelhante a do sonho, diga-se de passagem - o homem saía do carro com certa dificuldade - Diacho de carro.. xingava, ao sair ele esticava seu corpo e começava a tirar suas calças, era uma cena deveras estranha um homem barbudo tirar sua calça na frente de um jovem de 23 anos, Lance revirava seu rosto para evitar a cena mas quando voltou a olhar algo estranho acontecera, as pernas humanas de Taurus viravam 4 pernas de cavalo, havia virado um centauro, o sonho de Lance estava se concretizando por completo, mas poderia ser uma coincidência, apenas uma coincidência muito incomum, mas ainda faltavam as falas, quando Lance viu Taurus abrir a boca para fala algo quase infartou - Hora de explicar o que é reclamar: reclamar é quando seu pai ou sua mãe que é um Deus te da um aviso, normalmente através de um sinal que fica piscando em cima de sua cabeça com o símbolo do chalé do Deus, os chalés são as casas do Deus que estão ai na floresta, mas vou te confundir ainda mais, por hora saiba apenas o que é reclamar e logo entenderá tudo! dizia confiante, então era a hora da queda - Está pronto? - Tenho que estar! dizia enquanto esbugalhava os olhos, então o centauro dava alguns passos para frente e levava Lance consigo.

Um novo mundo se abrira, o céu mudava de cor, não estava mais nublado estava um sol radiante e contagioso, varias casas - mais exatamente.. CHALÉS - um rio corria ali perto, muitas pessoas passavam e cumprimentavam Taurus que logo voltara a olhar para Lance - Oh, quem diria, você é filho do Deus Apolo, o Deus do Arco e Flecha, Parabéns! dizia, aparentemente teria aparecido um símbolo à cima da cabeça de Lance, que com uma cara de surpreso parecia estar feliz.

Mas não tinha tempo à perder, aparentemente tinha muitas coisas a fazer naquele lugar, existia uma placa com um nome meio apagado pelo tempo "Acampamento Meio-Sangue", deveria ser esse o nome do local, mas tudo bem, então Lance tinha muitas coisas a fazer no Acampamento Meio-Sangue.













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Lance S. Xluven
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Justin Law em Dom 20 Mar 2016, 18:55

Avaliação
Lance S. Xluven:
A primeira coisa que notei no seu texto é o erro de pontuação. Você coloca vírgula onde deveria colocar ponto final, dando continuidade a uma sentença que já deveria ter acabado. Olhe como exemplo o primeiro parágrafo.

"Lance sempre fora um rapaz calmo e tranquilo, nunca foi um daqueles alunos bagunceiros, tinha suas dificuldades? Tinha, e corria atrás para vencer seus desafios, seus "pais'' era bons, bons demais para ser verdade.. Lance nunca chegou a desconfiar que era adotado ou algo do gênero, achava que tudo era perfeito do jeito que estava. Como foi dito Lance sempre tinha alguma dificuldade nas escolas que frequentou durante sua jovem vida, chegando na sua última fase escolar - 3° Ano do E.M. -  percebera que tinha uma certa dificuldade em prestar atenção, após algumas consultas a médicos descobriu que tinha contraído T.D.A - Transtorno de Déficit de Atenção - o médico dizia que não "havia contraído" e sim despertara a doença que sempre estivera adormecida em seu cérebro, mas o motivo de tal problema ter se desenvolvido e acordado somente ao seus dezessete anos o médico não sabia explicar, não somente um médico mas sim alguns - poucos - em que Lance foi levado para tentar entender seu T.D.A."

Agora olhe como ele deveria ser pontuado.

"Lance sempre fora um rapaz calmo e tranquilo. Nunca foi um daqueles alunos bagunceiros. Tinha suas dificuldades? Tinha, e corria atrás para vencer seus desafios. Seus "pais'' era bons, bons demais para ser verdade. Lance nunca chegou a desconfiar que era adotado ou algo do gênero, achava que tudo era perfeito do jeito que estava. Como foi dito Lance sempre tinha alguma dificuldade nas escolas que frequentou durante sua jovem vida. Chegando na sua última fase escolar - 3° Ano do E.M. -  percebera que tinha uma certa dificuldade em prestar atenção. Após algumas consultas a médicos descobriu que tinha contraído T.D.A - Transtorno de Déficit de Atenção. O médico dizia que não "havia contraído" e sim despertara a doença que sempre estivera adormecida em seu cérebro, mas o motivo de tal problema ter se desenvolvido e acordado somente ao seus dezessete anos o médico não sabia explicar. Não somente um médico mas sim alguns - poucos - em que Lance foi levado para tentar entender seu T.D.A."

Alguns pontos poderiam ser substituídos por conectores, mas só fiz substituir as vírgulas por pontos onde foi necessário. E por sinal, a "doença" que os semideuses possuem (ou seja, eles não contraem nem despertam, pois é natural para eles, exceto para alguns semideuses específicos) é TDAH - Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, além da dislexia.

A propósito, a menos que eu esteja enganado, um período na faculdade equivale a um semestre. Então como é possível passar alguns meses e você pular do quinto pro décimo período? O conteúdo do seu sonho também é esquisito. Centauros não tem poderes oníricos para aparecer em sonhos de semideuses, então a menos que você já tivesse visto um - e pelo que eu entendi seu personagem nunca teve contato com o mundo mitológico - seu sonho se torna meio incoerente.

E por falar em contato com o mundo mitológico, este é outro ponto incoerente. Semideuses, principalmente filhos dos 12 olimpianos, começam a sofrer ataque normalmente a partir dos doze anos - estourando 16. Ficar até os 23 sem sofrer um ataque ou sequer presenciar algum acontecimento estranho é muito incoerente.

Também evite usar cores escuras num template de fundo preto (mal deu pra enxergar as falas de Taurus). E não use maiúscula ao se referir aos deuses gregos, pois abrange todo o panteão, e não a um deus específico como o católico. Além disso, não identifiquei nada no seu texto que desse a ideia de que seu personagem desmaiou. Numa hora seu padrasto estava falando e no outro parágrafo você já narrou como se estivesse acordando do desmaio.

E mais uma coisa. Centauros não tem poderes que permitam que escondam sua quatro patas numa calça, tampouco tem o costume de ir atrás de semideuses. Na verdade, sua presença no acampamento, com exceção de Quíron, é quase nula. Seria mais coerente ter colocado um sátiro (na verdade, ainda mais coerente seria seu padrasto de levar, já que ele era seu guardião. E eu ainda estou curioso pra saber o motivo dele ser seu guardião).

Por fim, não acha muito conveniente Apolo te reclamar assim que você botar os pés no acampamento após 23 anos te ignorando? E seria bom se tivesse colocado uma luta durante uma viagem. Um monstro que estivesse te perseguindo há algum tempo ou coisa do tipo (e agora que lembrei, o uso de tecnologia atrai ainda mais monstros, estando numa faculdade você deve ter usado muita, como citou com seu Ipod). Combinado com o cheiro de um semideus da sua idade e descendência, as chances de não ser atacado são ínfimas.
Recompensas
Lance S. Xluven: Reprovado como filho de Apolo;
Justin Law: 5 dracmas e 5 XP pela avaliação feita.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Wander Brok em Ter 22 Mar 2016, 00:41

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deimos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
1,72 de altura magro olhos e cabelos negros
calmo com tendencias homicidas
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Ele e um deus temido e respeita filho de deuses opostos de certa forma
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bem quando me perguntam como descobri que era um semideus não sei como responder de forma simples acho que sempre soube que era diferente
quando pequeno as outras crianças se afastavam de mim como se sentissem medo adultos também pareciam  se incomodar quando falava com minha mãe
sobre isso ela costumava falar:
▬se eles tem medo e porque são fracos
bem ela entendia bem disso ela enfrentou terrores com ninguém quando voltou da guerra minha mãe tinha medo de tudo meus avos a internarão ela
em um hospital psiquiátrico para soldados foi la que ela conheceu meu pai ela me disse que uma noite quando ela não conseguia dormi
um estranho se aproximou dela e foi como se todos os seus terrores tivessem desaparecido ele sorriu para ela e dali por diante todas as noites
meu pai visitava minha mãe com isso ela engravidou de mim quando eu nasci ela teve uma recuperação completa então meu pai revelou sua identidade para ela mas com isso meu pai parou de visitá la  ela me criou até meus 15 anos quando as coisas começaram a mudar era uma época dificil pra mim eu acho estava no ensino médio era como se todos me evitassem ainda mais tinham medo de mim começaram a escrever coisas como monstro ou aberração na minha mesa me tacavam bolinhas de papel ficava nervoso mas era estranho quando eu olhava para eles eu via medo não entendia nas aulas era pior não conseguia me concentrar por nada só
me dava bem na Educação física praticar esportes era fácil pra mim mesmo sendo magro era como se correr pular e bater fossem minhas vocações não sabia o por que
mas sempre avia um homem alto de Capacete que sempre me observava estranhamente isso não me incomodava era como se eu quisesse ser o melhor quando ele
estava por perto quando contei pra minha mãe do estranho ela pareceu chocada mas depois sorriu coisa estranha para ela disse para que eu não me preocupar com isso lembro que minha mãe fez meu prato favorito aquela noite ela tinha o habito de queimar parte da refeição em uma fogueira nos fundos da casa dizia que era para alguém especial no dia seguinte fui a escola como de costume mas dessa vez foi diferente o homem do capacete não estava la não liguei muito para isso na aula pela primeira vez uns idiotas foram até minha mesa para me perturbar era como se não tivessem medo de mim me disseram para ir ate o beco atras da escola
não podia dizer não sabia que não desistiriam pensei que seria rápido eram só valentões daria uma surra em um deles e os outros me deixariam em paz então
disse:
▬Vamos ver quem vai sair de la
o garoto me olhou de forma estranha pudia jurar que ele rosnou por fim eles voltarão para suas mesas na hora da saida sentia me diferente a adrenalina corria pelo meu corpo fui em direção ao beco quando olhei para cima vi abutres voando encima de mim pensei comigo mesmo e gritei:
▬Hoje não pássaros idiotas
acho que entenderam porque se afastaram finalmente cheguei ao beco onde os garotos me esperavam impacientes falei com voz de deboche :
▬Demorei babacas
acho que os irritei porque pegaram uma faca de cor estranha e começaram a me chamar de filho do terror não entendi mas recuei quando vi a faca um deles correu
na minha direção mas me esquivei peguei uma medeira jogada no chão e atingi sua perna com força ele caiu de joelhos nesse momento o impossível aconteceu foi como se eles criassem garras um deles atingiu meu braço senti como se ele tivesse sido arrancado corri sem parar até minha casa onde vi algo que me deixou com medo pela primeira vez minha casa estava pegando fogo la dentro vi minha mãe brigando com uma daquelas  coisas quando de repente a casa desabou comecei a gritar chamando minha mãe quando do senti alguém tocar no meu ombro machucado senti dor por um instante mas depois veio um alivio súbito quando olhei para o lado vi o homem de capacete estava do meu lado quando me assustei então ele disse:
▬Desculpe não tela protegido eles aproveitaram o momento em que eu não estava olhando pelo menos você está bem filho
aquelas palavras foram como um soco aquele estranho era meu pai não conseguia acreditar comecei a dar socos no cara ele não pareceu ligar senti minhas energias sendo sugadas então cai de joelhos ele voltou seus olhos pra mim eram os mesmo olhos que minha mãe tinha quando falava da guerra me deu um soco senti como se fosse morrer minha poca se encheu com o gosto do sangue então ele disse :
▬Quer chorar então chore mostre o quanto e fraco mas se quiser honrar sua mãe levante e viva você e meu filho é um filho de Deimos não acho que seja fraco
de repente um Abutre pouso em uma arvore perto ele me disse para seguir o pássaro que me levaria para onde eu poderia me tornar mais forte não hesitei me levantei e corri atras do pássaro bem e uma historia fraca em comparação a de outros semideuses famosos mas é assim que descobri  quem eu era sou o filho de Deimos sou o filho do senhor do terror
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kawonan Miller em Qua 23 Mar 2016, 00:19

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Por quê?
R:Deimos. Adoraria ser reclemado por ser o Deus do terror e isso faz com que se assemelhe as mesmas características que a do meu personagem

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Kawonan tem 1,65 metros de altura, corpo musculoso, cabelos castanhos e olhos azuis escuros. Kawonan possui um olhar de maldade e malícia sem igual, pode se irritar facilmente por qualquer coisa, mas quando está calmo, na maioria das vezes, pode ser um excelente amigo e conselheiro, Henry não costuma levar desaforo para casa e não gosta muito e resolver os problemas somente conversando.

▬ História:

Acordei, com um estranho pesadelo que me ocorreu durante a noite, continuei deitado olhando o teto empoeirado e um pouco cansado. O relógio marcava sete horas da manhã, mas olhando pela janela parecia ser bem mais cedo, porém de um jeito ou de outro era hora de me levantar e ir para a escola. Levantei-me da cama 10 minutos após eu abrir os olhos, na hora em que eu coloquei os pés no chão, ouvi uma voz feminina me chamando da cozinha no primeiro andar - Filho!!!!! Acorda, está quase na hora de você ir para a escola - era minha mãe. Levantei-me, fui ao banheiro, retirei lentamente minhas vestimentas e tomei um banho gelado, voltei para o quarto e coloquei minha roupa escolar, que já estava separada desde o dia anterior, peguei minha mochila (nela continha meu caderno e meu estojo de materiais escolares) e desci as escadas. Quando cheguei, me deparei com uma cena meio incomum naquela cozinha, todos em pé, minha mãe, meu padrasto, minha irmã e meu melhor amigo, que eu não sabia que estava ali, segurando um bolo de chocolate com velas formando um número doze - Feliz aniversário - todos disseram, fiquei muito feliz por ter sido recebido daquele jeito, raramente possuía alguém nessas ocasiões. Quem diria que um dia tão bom poderia acabar mal?

Depois da minifesta e de descobrir que eles tinham adiantado o relógio do meu quarto em uma hora para “poder aproveitar mais”, eu e Jonathan saímos para podermos chegar a tempo na escola, esperamos por uns dez minutos no ponto de ônibus. Um pouco depois o mesmo chegou, nós subimos, encontramos dois assentos vagos, nos sentamos e fomos para a escola. O primeiro dia foi bem chato, tirando pelo fato de ter modificado o microfone do diretor para que a voz dele saísse como se ele tivesse aspirado gás hélio, os alunos acharam engraçado, o diretor não, mas ele não descobriu que havia sido eu. De resto, era tudo como antes, por alguma razão, muitos alunos tentavam manter uma certa distância de mim, porém isso nunca fora um grande problema na vida.

Após todo o horário permanecido na escola, estávamos voltando para casa. Eram, mais ou menos, sete horas da noite. A casa estava toda escura, pensei que haveria outra festa surpresa, entrei e gritei que havia chegado...sem respostas. Deveriam estar esperando para poderem pular e gritar “SURPRESA! ”. Avancei com Jonathan para a cozinha, onde sempre encontrava minha mãe fazendo comida a essa hora, então vimos uma cena que ninguém nunca deveria presenciar, vi a cozinha com sangue respingados em todas as paredes, a cabeça do meu padrasto na pia, um pé saindo do lado de fora da casa com o sapato da minha irmã menor, a minha mãe no meio da cozinha com um buraco gigante no estômago e uma criatura com a cabeça dentro daquele buraco devorando o que havia sobrado ali dentro. Aquela criatura parecia um cachorro gigante com pelos negros como a noite, ela olhou para mim como se estivesse tentando ler o fundo dos meus olhos. Possuía olhos vermelhos, uma grande cicatriz nos peitos e um nariz muito comprido. Farejou o ar, arregalou um pouco mais os olhos, o que me fez recuar um pouco, e com um impulso no chão fez um incrível movimento ofensivo, esquivei-me pulando para o lado, fugindo por um triz da terrível morte. No entanto, Jonathan não conseguiu perceber o movimento brusco da temível criatura tão rápido quanto eu e, foi pego pelo gigante cão negro. Eles foram voando para a sala com a força do salto do cão, não seria de se espantar que isso acontecesse, mas não houve som de choque contra o chão, forçando a vista, tentei observar o que estava acontecendo naquele fundo escuro da sala. Eu estava boquiaberto esperando respostas do que estava, realmente, acontecendo, porém nada fazia sentido mediante aquela situação. Então, escutei algo batendo contra o gramado do lado de fora da minha casa, corri para ver, eram os dois. “Mas eles estavam na sala até agora?”, então vi o cachorro gigante sacudir Jonathan no ar loucamente enquanto o garoto tentava socar o focinho do cão, a mochila que ele estava carregando arrebentou uma alça e caiu nos meus pés - Pegue...Espada...Mochila - Estas foram as palavras de Jonathan enquanto estava sendo sacudido pelo cachorro, não entendi mas pensei que havia algo a ver com a mochila, abri e lá eu no fundo vi algo que parecia um cabo de espada em baixo do caderno de Jonathan, peguei aquilo pensando ser só um cabo pois não havia espaço ali para uma espada(eu achava né), mas mesmo assim saiu uma espada dali, dourada como o ouro, não era tão pesada para precisar das duas mãos para maneja-la, porém ainda sim era pesada. O cão, quando viu a espada, recuou e soltou Jonathan no chão, eu olhei para o objeto e para o cão, sabia exatamente o que fazer, nessa hora comecei a sentir como se eu estivesse esquentando, avancei contra a criatura, ele fez o mesmo contra mim, notei um pouco antes, e escorreguei por baixo dele esticando a espada, fazendo um ferimento em sua barriga, estava me sentindo um pouco mais quente, ele caiu no chão escorregou um pouco no gramado, me observou, e então ele em si começou a descer na escuridão que estava em baixo dele, observei aquela cena chocado, ele simplesmente sumiu nas sombras - Atrás de você! - Ouvi Jonathan gritar, virei-me girando a espada pronto para um ataque surpresa. Estava certo, o cão realmente estava lá e eu o acertei bem no focinho, ele recuou, me sentia muito mais quente, então o cachorro super avantajado olhou-me com um olhar de ódio, podia ver um estranho reflexo vermelho em sua pelagem como se algo estivesse brilhando e iluminando-a, e eu estava quase pegando fogo de tão quente, ele investiu contra mim, mas dessa vez não senti mais necessidade de esquivar, saltei para seu encontro, vi uma aura vermelha começando a me cobrir, como se fosse uma proteção natural de meu corpo e, com um grande grito dei um golpe direto no peito da criatura que, se transformou em pó em dois segundos. Quando abri os olhos, o cão não estava mais lá e Jonathan me encarou com olhos arregalados, assustado. Um cansaço batia em sua alma, sentido como se o peso do mundo estivesse em suas costas. No entanto, antes de desmaia perguntou – Que porr@ foi essa? – Caindo estatelado no chão.

Após muitas horas inconsciente, acordei em um lugar que nunca havia estado antes, com algumas camas com crianças dormindo nelas e um certo cheiro de enfermaria. Vi meu amigo Jonathan chegando na cama que eu estava, ele carregava consigo uma atadura gigante dando várias voltas no seu tronco, lembrei que isso tinha sido por causa do cão... Cão? Minha família?... Lembrei-me que eles não estavam mais entre os vivos, então comecei a chorar ali mesmo onde eu estava, Jonathan chegou e me abraçou fiquei ali chorando por uns dez minutos e então eu cessei demorou esse tempo para eu notar que agora minha família estava morta e eu sozinho no mundo, não sabia o que aconteceria da minha vida dali para a frente - Eu tenho que te contar uma coisa Kawo – Jonathan me olhava apreensivo – Sei que não vai acreditar em mim, mas você é filho de um deus, Deimos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Fred Ashford em Qua 23 Mar 2016, 09:56


Avaliação
.:Wander Brok:.
Wander Brok - Cara, você precisa melhorar. Você quase me matou sufocado, sabe? Você comeu mais da metade das vírgulas que deveriam estar no texto. (da um lida nesse link)

Notei que você se prendeu em um assunto e não soltou mais, o que é bom, mas esse assunto deveria ser a sua história.

Percebi também que há muitas palavras sem acentos. Entretanto, todos esses problemas podem ser arrumados com uma boa lida antes de postar; ou um corretor ortográfico.

Tenta deixar ele mais bonito, não que isso seja um problema, mas templates costumam chamar atenção e isso pode ser um bom aliado em um texto.

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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qui 24 Mar 2016, 21:14


Avaliação




Kawonan Miller
Olá, jovem. Olha, moço, chega a ser meio complicado falar sobre a sua ficha. Muitas vezes me vi confusa enquanto lia seu texto, sem entender muito bem o que você queria passar. Você constantemente simplesmente colocou uma série de ações - às vezes até sem relação - apenas separadas por vírgulas, sem mais nada que as unisse, que gerasse alguma coesão.

Mas não foi só nesse quesito que você pecou. Pude encontrar erros de coerência enormes e gritantes, que em dose única já seriam capazes de ocasionar sua reprovação. Pra começar, cães infernais não chegam atacando humanos assim, sendo que monstros se alimentam de semideuses. E essa espada, o que é? Por que o sátiro carregava ela consigo? Como o seu personagem, completamente sem experiência, encara um monstro como um cão infernal sem qualquer dificuldade? E essa aura vermelha? Você consegue perceber o quanto chega a não fazer sentido? Por último, você não narrou o momento de reclamação do personagem, o que é crucial. Sugiro que procure saber mais sobre o fórum, ler os sistemas e os poderes dos progenitores, além de se atentar para a forma com que estrutura o seu texto. Também sugiro que leia algumas fichas de membros aprovados, para ter uma melhor noção do que seria sensato para a dada situação e um personagem desse nível. Bem, é isso. Boa sorte na próxima, semideus.

Reprovado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Thadeus C. Allen em Qui 24 Mar 2016, 22:55

Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Desejo ser reclamado por Eos, por motivos de ter me identificado com a Deusa, além de ter gostado de seus poderes e presentes.


Características Físicas


Thad sempre chamou a atenção de todos por ser muito alto, apresentando cerca de 1,93 m de altura. Com seus 102kg, possui um corpo esbelto e atlético, que formou-se por seus vários anos jogando como starter quarterback na British School of Boston. Seu cabelo castanho, curto e liso e sua barba por fazer ressaltam seus olhos verdes claros e chamativos, que por sua vez, também dão grande visibilidade ao seu sorriso.


Características Psicológicas


O rapaz é amigável, engraçado e extrovertido, porém, muito tímido e altamente justo. Sempre teve poucos amigos pelo seu grau de timidez ser muito alto, mas os selecionava muito bem, pois dificilmente confia nas pessoas. Mesmo que amigável, Thad é muito frio e calculista. Por ser muito inteligente, criativo, orgulhoso e ousado, se destacou ao jogar futebol americano, pois conseguia ser preciso, forte, ágil e persistente em suas partidas, mesmo com o TDAH atrapalhando muito.


História


Setembro de 2015, Boston, Massachusetts

Bom, eu nunca fui popular. A minha timidez sempre fez com que eu fosse um garoto isolado e quieto. Vivia em muitos troca-trocas de cidade e colégio, até que nos aquietamos em Boston. Quando troquei de colégio pela última vez, fiz o teste para o time de futebol americano da escola e passei, e já aos 15 anos era o titular. Eu realmente esperava conhecer pessoas e conseguir mais amigos com esse fato, mas eu sempre estava quebrando e derrubando coisas, e isso, junto com minha personalidade orgulhosa e tímida e o meu TDAH, acabava afastando possíveis candidatos. Eu só tinha Craig Shilo, que era o runningback do time. Craig era um rapaz negro, de 1,80 m e corpo robusto. Ele era como um irmão para mim, e sempre foi o meu melhor amigo. Após um ano conturbado, porém divertido, já estávamos de férias do nosso segundo ano do ensino médio há um tempo, e eu estava um tanto entediado. Seria um verão de trabalho para mim na loja do meu pai, mas pedi um tempo para me divertir com Craig – coisas como jogar videogame, assistir futebol, comer pizza e etc.

O garoto havia chegado a minha casa pela manhã e como de rotina, eu estava na loja, cuidando das coisas enquanto meu pai descansava. Nós ficamos conversando por certo tempo e, após algumas horas, era hora de fechar para o almoço. Nós morávamos na Newbury Street, em uma casa que papai construiu acima da loja, e era uma rua muito movimentada em Boston. Pedi a ajuda de meu amigo para fechar, e escutei um barulho vindo da esquina ao lado, algo como os pneus de um veículo arrastando-se no asfalto. Então, fui até a calçada e um carro em alta velocidade vinha em minha direção. Com um reflexo que até eu mesmo achei estranho, pulei para o lado e me livrei do atropelamento, mas o carro arrasou toda loja e acabou atingindo Craig em cheio. Eu realmente não queria estar vendo aquilo... Craig era um cara muito legal, e foi meu amigo por anos e anos. Era o único que entendia minhas dificuldades e o único que se dispunha a ajudar. Aquilo definitivamente tinha acabado com o meu verão.

Após o enterro triste de Craig, abracei a Srta. Shilo e fui para a minha casa. Eu estava cabisbaixo e triste, e meu pai também, mais ainda por ter perdido a loja, que era tudo que ele tinha e o bem mais valioso que meu avô, o conhecido Jermaine Castle, havia deixado para ele. Na verdade, ele havia construído com sua parte na herança do vovô, depois que conseguimos nos estabilizar em Boston. Tínhamos que começar do zero agora. Quando chegamos a nossa casa, fomos direto para nossos quartos, e dormimos. No dia após a morte do menino Shilo, papai mostrou sinais de depressão, e não saiu do quarto o dia inteiro. Estava muito preocupado e decidi ir ver como ele estava. Adentrei no local, e meu pai estava olhando um papel que mais parecia algo como um exame médico, e em sua cama, várias roupas estavam dobradas, além de uma mala de viagem ao seu lado. Então eu disse:

- O que houve pai? – Ele me olhou assustado, arregalando os olhos, como se não quisesse que eu visse aquilo. Depois, de certa forma, retirou os pesos dos ombros, por talvez achar que já deveria saber. Por fim, após um longo e dolorido suspiro, disse:
- Estou com câncer, meu filho. Provavelmente não terei muito tempo caso não comece logo o tratamento. Preciso viajar para New Hampshire por algumas semanas, e você ficará com seu tio Alfred durante este tempo. Tudo bem para você? – E me mostrou suas passagens aéreas para o dia seguinte. Ele me deu 300 dólares para que pudesse passar esses dias, e eu voltei para o meu quarto, frustrado. Já não bastava não ter lembranças de minha mãe, o que já era muita tortura para um garoto, perder também o melhor amigo, cujo mesmo era o único pelo qual eu me identificava realmente, e agora também me via na possibilidade de perder meu pai... Parecia que estava tudo desmoronando de uma vez só.

No dia após a revelação, meu pai e eu nos arrumamos, e nos despedimos. Ele queria que estivesse com ele no aeroporto na hora do embarque, mas eu, tentando parecer confiante, disse que não queria me despedir tão formalmente já que seriam só algumas semanas e nos veríamos logo, e fui para a estação de metrô para chegar ao bairro onde meu tio morava. No caminho, estava andando e, enquanto isso notava algo estranho. Um rapaz desajeitado, de capuz e calças marrons, e andar manco e trôpego parecia estar me seguindo. Desde o momento que desci as escadas de casa, via ele me olhando a alguns metros de distância. Entrei em um beco e me escondi, para verificar se estava mesmo sendo seguido. Alguns momentos depois, ouvi batidas de cascos com intervalos parcialmente longos de tempo. Aquilo era realmente muito estranho. Decidi olhar e dei de cara com o meu stalker.

- Quem é você? Por que está me seguindo? – indaguei sério.
- BÉÉÉÉÉÉ – ele disse – Sou Simon, um sá... – e olhou para trás, desconfiado – venha, conto tudo no caminho. – terminou, me puxando pela camisa. Tentei resistir, mas o garoto estranho com barbicha me convenceu com a junção de suas metáforas estranhas para dizer que estávamos em perigo e o repentino começo de chuva que viera do além. Pegamos um táxi, e eu dormi.

Inexplicavelmente, acordei e estávamos em Long Island, descendo em uma floresta ou algo do tipo. Estava com uma latinha de coca cola na mão, e quando me senti realmente acordado, me dei conta de que havia deixado meu tio esperando, e que isso seria mais uma preocupação para meu pai doente. Então, gritei:

- PARA ONDE VOCÊ ME TROUXE? O QUE ESTÁ FAZENDO COMIGO? QUEM É VOCÊ? – e olhei para o garoto, bravo, esperando uma resposta plausível. Ele engoliu em seco e se afastou, mostrando medo. Hesitante, disse:
- Você é um semideus, Thad. Você é filho de um Deus ou Deusa. Preciso lhe levar para um local seguro, pois já é uma grande sorte que você ainda esteja vivo. Você já é um chamariz para monstros, e precisa aprender a se defender, e suas origens também. Você é um perigo para o seu pai com câncer, seu  tio e família. A missão que foi designada a mim foi lhe resgatar, e lhe levar para o acampamento. Venha.  – ele terminou, mas eu não me senti mais seguro. Fui obrigado a segui-lo, pois mal sabia onde estava, e fiquei um tanto intrigado sobre como ele sabia sobre estar indo para a casa de meu tio, ou sobre meu pai. Parei de andar. Por um momento, pensei em como meus familiares se sentiriam ao saber que eu sumi. Então, perguntei:
- Eu vou voltar, não é? Não vou ficar nesse acampamento para sempre. Preciso cuidar do meu pai. – engoli algumas lágrimas, e ele assentiu comovido. Chegamos a uma espécie de portal, onde nele havia escrito ‘’Camp Half-Blood’’. Chegamos ao tal acampamento. Adentramos o local, e vi muitas criaturas estranhas, que agora pareciam com Simon, que havia tirado a calça e o capuz, e alguns rapazes e moças treinando com arco e flecha, espadas e outros tipos de armas. Alguns escolhiam os elmos os quais queriam usar, outros escolhiam armaduras. Fui levado até um local que mais parecia um chalé, e lá fiquei.

Eu descansei em um colchonete que deram a mim, pois o local era realmente muito lotado, e a noite, Simon me levou para uma fogueira, onde todos pareciam se reunir. Depois de alguns minutos, um homem com bunda de cavalo apareceu e eu ouvi alguns garotos sussurrando que seu nome era Quíron. Ele começou a falar:

- Bom, estamos aqui hoje pa... – ele hesitou, e por um momento achei que estava olhando para mim. Não, ele estava mesmo olhando para mim.

- Incrível! Você é filho de Eos, Thad.- Disse Simon, enquanto olhava para algo acima da minha cabeça. Todos me olhavam, e eu estava extremamente envergonhado. Estava sentindo uma aura, uma energia estranha, algo que nunca havia sentido. Perguntava-me o porquê de uma hora para a outra, tinha virado o centro das atenções. Alguns pareciam não gostar do que viam, outros não ligavam, mas a maior parte daquele local estava de olho em mim. ‘’Ele foi reclamado’’, uns garotos murmuravam. Passado o acontecido, Quíron terminou seu discurso, fui encaminhado para o dito chalé de Eos. Agora, eu sabia o nome de minha mãe... Eos.
Thadeus C. Allen
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kael B. Rothas em Sab 26 Mar 2016, 16:34


O filho da lua
Reclamação | Klaus B. Rothas
- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ter Eos como progenitora. Sua beleza e graça são supremas. As personalidades e traços da deusa e da sua prole cruzam em vários aspectos. Kael traz tranquilidade, paz e esperança para todos ao seu redor, principalmente para seus amigos. Da mesma forma que a deusa traz esses sentimentos para ele.


- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Calmo, paciente, tranquilo, sempre vendo o lado positivo das coisas. Kael é como uma luz no fim do túnel, a última brecha de sol ao sumir no céu. Preza muito os seus amigos, colocando-os acima até mesmo de sua vida. Procura sempre ajudar a todos na medida do possível, mas nunca é feito de besta. Educado, cordial e extremamente gentil. Ele evita ao máximo batalhar, odeia derramamento de sangue e machucar os outros.

Aparência robusta, barba por fazer, corpo bem definido, pele bronzeada, coberta por pelos. Seus olhos são claros, transmitem paz e tranquilidade, traços do rosto bem rudes.


- História do Personagem

"Nascido em alguma época e em algum lugar, Kael foi como um traço de esperança em sua vila. Foi criado em uma pequena comunidade considerada selvagem. Aquela velha questão de intolerância de cultura e costumes. Seu povo se sustentava com o que a terra dava. Viviam do plantio e da colheita em terrar consideradas sagradas e extremamente férteis. Mas as coisas não eram sempre assim. Antes do nascimento do garoto, a vila parecia ter sido lançada em um poço de desgraça, nada dava certo naquele local. As terras não eram produtivas, sofriam ataques dos moradores das cidades vizinhas, dos animais ao redor, construções eram danificadas sozinhas. Basicamente tudo de ruim aconteciam, pareciam estar sobre uma das sete pragas bíblicas.

Não vamos sobreviver mais do que um ano nessa situação, eram os pensamentos dos conselheiros da vila, e da maioria dos moradores dali. Querendo ou não, eles estavam certos. Se aquele local fosse uma cidade grande, seria declarada em estado de emergência total. Os anciões só tinham uma esperança. Uma única profecia que poderia salvar a todos. Uma criança trará prosperidade a vila. Mas o problema em questão era a falta de mulheres grávidas, não havia nenhuma na vila. Apenas um homem naquele vilarejo parecia paciente e esperançoso, ele não demonstrava tais coisas, mas sabia que tudo daria certo.

Os meses se passaram, exatamente 8 meses se foram. O desespero na vila só aumentava, todos os anciões perderam as esperanças, a profecia para eles não era mais verdadeira. O desespero tomou conta da vila, vários moradores já se preparavam para se mudar, tocar suas vidas individualmente. Nem mesmo a deusa Selene à qual eram devotos os ouvia. Um único homem tentava acalmar a todos, pediu paciência, que em uma semana ele resolveria o problema da vila. Vários riam de suas esperanças, não acreditavam em suas palavras, achavam que ele estava louco. Muito pelo contrário, ele era o mais lúcido.

O “louco” da vila caminhava em meio a floresta, em direção ao riacho, era o final da madrugada, o sol mostrara uma fresta de luz no mais distante horizonte. Esperança. Ao chegar ao rio, em meio a uma cesta de flores, cercada por pássaros. Aves que não eram nativas dali. Se encontrava uma criança. Ao ver o homem, o pequeno garoto abriu um sorriso, iluminando o rosto do morador da vila, lhe dando o raio de sol que ele precisava. O amanhecer estava em processo, o sol saia do seu repouso, trazendo a luz da manhã, o calor, uma criança. O homem toma o bebê ao colo e segue em direção a vila.

— Uma criança — Vários murmuravam ao ver o rapaz com o bebe no colo — Não pode ser.

Vários dos que estavam indo embora, desistido da vila, largaram suas malas e trouxas para observar o que aconteceria adiante. Os anciões se reuniram ao redor do homem espantados, não sabiam o que fazer, nem como proceder. Estavam todos impressionados. Era uma mistura de dúvida, suspeita e felicidade. Os anciões acusaram o homem de ter escondido a criança e de não ter entregado informações a vila, deixando-a sem esperança. Retiraram a criança dos seus braços, seu filho, e o expulsaram da vila, como um desertor, um traidor. O homem nunca mais retornou à vila, e seu filho nunca mais o viu.

Foi dado a criança o nome de Kael, o que gosta de viver. Ele cresceu na vila trazendo vida a tudo. As flores voltaram a brotar, frutos voltaram a crescer, tudo voltou como era antes da maldição. O garoto era tratado como filho da lua, para os anciões ele era um presente de Selene. O pequeno Kael nunca se acostumou com esse título, de alguma forma o incomodava. Aprendeu os costumes da vila, mas secretamente lia alguns livros da biblioteca da cidade mais próxima. Ele não entendia o porquê da vila e a cidade não se misturarem, achava o preconceito bobo, queria ser um intermédio entre os dois. Várias vezes tentou fazer com que se resolvessem, mas foi falha sua tentativa. Queria fugir daquele lugar, viver sobre o sol.

Certo dia, Kael caminhava em meio a floresta, até chegar em um riacho, ele sabia que aquele lugar significava algo para si mesmo. Era como se tudo tivesse começado ali. Aquele local era bem iluminado pelos raios de sol que nasciam no momento. Vários pássaros se encontravam ali, eles não fugiam do robusto rapaz, na verdade, nunca fugiram. As aves sempre foram seus melhores amigos, sua companhia. Uma das aves ali presentes pousou voou em sua direção e pousou em cima do seu ombro. Suas penas eram lindas, em uma tonalidade laranja pastel. Aquele pássaro tinha quase a cor do amanhecer. Aqueles animais não sabiam, mas Kael estava em fuga, havia se cansado de viver como alguém que ele não era.

— Ali está ele — algumas vozes gritavam um pouco distante — Volte aqui filho da lua!

Eu não sou o filho da lua, era o que ele queria poder gritar para eles. Os moradores de sua vila aparecem em meio àquela pequena clareira na ponta do rio. Estavam armados, lanças, porretes e correntes. Eles haviam decidido que Kael deveria ficar aprisionado, impedindo assim que o garoto fugisse. Tinham receio de a vila voltar a cair em desgraça. O rapaz estava certado, de um lado, moradores nervosos, do outro um rio, e de fundo, no horizonte, o sol se levantando aos poucos. As aves ali começam a levantar voo e voar em direção ao levantar do sol. Kael não queria ficar preso ali, queria ser como elas, livre, em busca do seu novo lar. Ele abre os braços em direção aos moradores, ficando de costas para o sol.

— Eu não sou o filho da lua — Enquanto fala, um símbolo surge a sua cabeça, tinha a mesma coloração que as penas do pássaro, laranja pastel. O sol se levanta completamente, lançando uma enorme claridade que atinge diretamente os moradores que perseguiam Kael, cegando-os temporariamente — Eu sou um filho do amanhecer

Ao abrirem os olhos não encontraram mais o garoto, nem as aves, apenas o sol mais brilhante do que nunca subindo ao céu. Eles haviam perdido a esperança da vila. Mas não foi assim tão ruim, o local não havia sido largado em desgraça, os moradores permaneceram la, vivendo de sua própria maneira. Passaram a cultuar não uma, mas duas divindades dentro do local, as suas atuais duas matronas. Selene, deusa da lua, e Eos, a deusa do amanhecer."

— Bem, já esta tarde, hora de dormir — Falava enquanto acariciava um pássaro em seu colo. O rapaz estava repleto de pássaros ao seu redor. Estava deitado em um enorme e largo galho de arvore. Olhava o céu escuro enquanto esperava o sono chegar. — Espero que essa história tenha servido para vocês dormirem, ela foi baseada em fatos reais. — As aves fazem um barulho como se fosse concordando satisfeitas com a história e se põem a fechar os olhos. Deitado e sonolento, Kael se põe deitado de lado com a cabeça apoiada nas suas mãos. — E essa é a minha história... boa noite mãe Sussurrava para si mesmo enquanto caia em sono profundo.
Kael B. Rothas
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Fred Ashford em Seg 28 Mar 2016, 11:55


Avaliações
# Thadeus C. Allen #


Thadeus C. Allen - Aprovado

Você me cativou, cara. Vou te confessar que odeio ler textos sem templates - acho desleixado -, mas a tua ficha ficou tão Own *--* que eu li e fiquei com vontade de mais e mais.

Encontrei alguns errinhos nas vírgulas, mas não influenciaram na minha avaliação, pois os teus acertos superaram os erros. O enrredo que tramou foi bem interessante e, imagino eu, bem desafiador. Eu sempre imaginava os filhos de Eos como mirradinhos, mas você me fez pensar em largar este esteriótipo bobo.

Enfim, seja bem vindo, filho do amanhecer.

Fred Ashford
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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nova ficha de reclamação

Mensagem por Wander Brok em Ter 29 Mar 2016, 16:37

? Por qual Deus você deseja ser reclamado
Deimos
? Cite suas principais características físicas
1,72 de altura magro olhos e cabelos negros
emocionais:
calmo e extremamente leal mas quando nervoso possui tendências  homicida sem controle
? Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico
Ele e um deus temido e respeita capas de fazer  exército fugirem só com sua presença mesmo em tempos de paz o terror sempre existe as vezes esquecido ficando na sombra do irmão mas sendo igualmente poderoso
? Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bem quando me perguntam como descobri que era um semideus não sei como responder de forma simples acho que sempre soube que era diferente,quando pequeno as outras crianças se afastavam de mim como se sentissem medo adultos também pareciam se incomodar mas nunca me importei com isso sabia que não os aturaria por muito tempo minha mãe era militar e viajamos com muita  frequência ,ela dizia que não era bom ficar em um lugar por muito tinha acabado de mudar de escola tudo estava igual garoto novo magrelo com tendência gótica um perfeito alvo para valentões tinha vindo me arrastando ate a escola não entendo porque as pessoas acordam antes das três horas da tarde olhei para todos na sala só o que vi foram nerds valentões e patricinhas e um garoto o excluído meu tipo de gente sentei no fundo da sala com ele na intenção de me aproximar o que não tinha nada a ver comigo costumava ficar sozinho isolado torcendo pra não ser notado mas ele tinham algo de diferente era como se ele fosse um possível qual a palavra amigo sentei ao seu lado ele olhou para mim ,mas logo desviou o olhar como se tivesse visto um fantasma
-ei sei que sou estranho mas nem tanto
logo percebi que tinha dito isso em voz alta ótima todos olhavam para mim ótimo agora pensam que sou louco abaixei a cabeça na esperança de sumir dali pro meu azar nada aconteceu escuto a única coisa que podeiria deixar tudo piorar turma temos um novo aluno Wander pode vir aqui se apresentar e isso vou morrer não tenho o que fazer vou ate a frente e então digo :
-sou Wander Brok me mudei para essa escola porque minha mãe e militar e viajamos com frequência
antes que eu pudesse terminar sou acertado por uma bolinha de papel todos riram pensei idiotas voltei ao meu lugar e para minha surpresa o garoto estranho falou comigo
-não ligue são uns idiotas meu nome e Ruan
Ruan era o tipo de cara em quem se pode confiar não falava muito mas era legal acho que vamos nos dar bem
Sem perder tempo convido ele para ir a minha casa depois da escola pra minha surpresa o guri aceita e como se eu não o afastasse como faço com os outros quando chagamos lá esta minha mãe , no telefone como sempre ate que algo estranho acontece ela vê Ruan e então larga o telefone
assustada nunca vi minha mãe assustada e serio ela e do tipo que mata barata voadora sem problema ela diz gaguejando :
-não esta na hora ainda nada veio atrás dele
então vejo Ruan levantando as mãos em sinal de calma minha mãe então respira fundo e começa a disfarçar dizendo que estava brincando comigo e pergunta quem e meu amigo então respondo ainda confuso
-mãe este e Ruan ele esta na mesma sala que eu o conheci hoje
minha mãe para minha surpresa o convida para jantar e me manda pegar mais um prato deixo os dois sozinhos , ta essa deve ser a coisa mais estranha que já aconteceu levo um amigo pra casa minha mãe grita coisa estranhas e depois o convida pra jantar quer saber e melhor deixar pra lá
é serio o Ruan come mais do que aparenta o garoto e magro quase esquelético comia como um time de futebol inteiro juro que depois que ele terminou parecia que tinha sumido um ou dois talheres ele disse que precisava ir mas antes ele disse para minha mãe que não tinham muito tempo achei ele meio maluco mas quem sou eu pra falar de loucura tomei meu banho e fui pro meu quarto de repente vejo minha mãe na porta com um olhar serio sentei na cama
então ela disse: filho precisamos conversar sobre seu pai
ela nunca falava do meu pai só o que eu sabia era que tinham se conhecido na guerra -filho ela disse seu pai era diferente das pessoas que estavam na guerra comigo parecia que sempre que estava conosco o exercito inimigo sentia medo e conseguíamos ganhar uma noite ele se aproximou de mim então
-eca que nojo mãe não quero saber esse tipo de coisa disse rapidamente
ela riu -tem razão filho mas quero que fique com isso
não acreditei quando vi minha mãe estava me entregando uma faca reluzia uma luz prateada
-cuide dela e só use para sua proteção
fiquei nervoso disse para ela que não queria aquilo que não era certo , mas por fim acabei aceitando guardei a faca dentro da minha mochila ela saiu do quaro sem falar mais nada não consegui dormi aquela noite porque tipo minha mãe tinha me entregado uma faca de verdade  o que eu faço ,na manha seguinte Ruan estava me esperando na frente da minha casa achei estranho e torci para que o garoto não fosse um psicopata e eu seu próximo alvo me aproximei então ele disse :
então  vamos estamos atrasados
vamos -respondi meio sem jeito conversamos o caminho inteiro ate a escola mas era estranho,as vezes ele dizia coisas aleatória sobre mitologia como seria legal se deuses existisse e me perguntava como eu reagiria se fosse filho de um já estava achando ele louco estava distraído quando olho pro parque pelo qual passávamos penso ter visto um leão olho de novo assustado e nada
então digo -era só o que me faltava agora to ficando louco
Ruan me olha meio estranho ,chegamos o dia vai passando e tudo ta igual não consigo prestar atenção na aula peço para ir ao banheiro e saio levando a minha mochila sem que ele veja quando estou chegando no banheiro quando um armário e arremessado por cima da minha cabeça e me viro e vejo um cara grande de apenas um olho fico paralisado ele se aproxima de mim mas antes que ele me tocasse escuto um grito
-ei coisa feia, dos ciclopes que já vi ate hoje você e o mais feio o que foi caiu de cara quando nasceu
era Ruan ele e louco viu o tamanho daquela coisa o cara foi na direção dele e o acertou não consegui me segurar peguei a faca que estava em minha bolsa e comecei a correr na direção dele finquei a faca em suas costas ele deu um grito e me atingiu com um soco bati no armário e cai de joelhos ele me segurou pelo pescoço estava preste a desmaiar quando escuto uma voz em minha cabeça :
-patético vai morrer assim pensei que fosse mais forte seu gatinho assustado não parece ser meu filho
De repente ,sinto uma ira crescer dentro de mim levanto a faca em minhas mãos e atinjo o olho do cara que grita se desfazendo em pó caiu fraco mas antes de desmaiar vejo o  símbolo de um leão sobre minha cabeça depois disso só lembro de Ruan me carregando ate um carro e me levando ate um lugar no meio de uma floresta quando acordo ele esta ao meu lado
-onde estou
falo quase desmaiando outra vez em um lugar seguro diz ele me levando um copo com um liquido estranho até a boca o liquido tinha gosto de tang de laranja escuto uma voz :
- então esse que matou um ciclope de primeira
olho pra Ruan que me diz : Wander você e um semideus filho de um deus com uma humana ,seu pai é Deimos ele te reclamou como filho logo após você ter matado aquele ciclope todas as lendas que você escutou até hoje eram verdadeiras deuses monstros eles existem eu sou um sátiro  te trouxe para cá onde estará seguro
fico em choque então digo
- e minha mãe
ela já sabia deixou que eu te trouxesse para cá
naquele momento eu entendi tudo ia mudar estava preste a descobrir um novo mundo .
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qua 30 Mar 2016, 21:56


Avaliação




Wander Brok
Olha, rapaz, pontuação é algo de extrema importância em um texto. É ela a principal responsável pela organização, mas também é notável na entonação, dando emoção ao texto. E foi algo que você, sinceramente, ignorou quase que completamente. Você não fez uso de pontos ou letras maiúsculas, e só pude encontrar 12 vírgulas ao longo de TODO o seu texto. Sua narrativa muitas vezes ficou confusa, não diferenciando frases de ações e pensamentos. Não suficiente, o seu encontro com o ciclope foi completamente incoerente. Então você esfaquearia um cara só por ele dar um soco no seu amigo? E ainda mataria ele em apenas uma facada, sendo só um novato sem nenhuma experiência? Por último, você deixou de narrar a reclamação do seu personagem, algo obrigatório.
Sugiro que leia não só outras fichas de reclamação, como também missões e outros posts no próprio fórum, além de regras sobre pontuação. Vai te ajudar muito. No mais, boa sorte.

Reprovado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Heron Devereaux em Qua 30 Mar 2016, 23:41


Avaliação



Kael B. Rothas - Aprovado — Muito bonito o seu texto, rapaz. Muito poético. Parabéns. O esmero com as palavras é realmente importante num fórum de RPG. Afinal, se a gente vem, escreve algo no modo automático e posta só para conseguir XP, de quê nos serve?

Gostaria, no entanto, de discutir alguns pontos negativos da sua ficha. A pontuação foi o maior dos problemas. No texto inteiro, você cometeu erros nesse quesito. Cito aqui um dos trechos que mais me chamou atenção:

Trecho original: "Esperança. Ao chegar ao rio, em meio a uma cesta de flores, cercada por pássaros. Aves que não eram nativas dali. Se encontrava uma criança."

Correção: Esperança, quando chegou ao rio, onde havia uma cesta de flores cercada por pássaros; aves que não eram nativas dali. No recipiente encontrava uma criança.

Veja a diferença entre um e outro. Precisei mudar completamente a frase para que ela começasse a fazer sentido. Eu não sei se isso faz parte do seu estilo de escrita, mas é muito importante que o leitor consiga entender o que está lendo sem precisar se esforçar. Uma dica que sugiro a você, quanto à pontuação do texto, é que leia o mesmo em voz alta, utilizando as vírgulas e os pontos finais que você colocou. Dessa forma, fica um pouco mais fácil perceber o que parece certo e o que parece errado.

Gostei da sua história, por ela ser algo diferente do comum. Em alguns pontos, no entanto, a narração fica estranha. Uma sensação que atinge o personagem, fazendo com que ele perceba que foi ali que sua história começou. O personagem narrando uma história sobre a origem dele, sendo que ele não poderia saber de coisas que aconteceram enquanto ele ainda era um bebê. São pequenos clichês (odeio essa palavra, porque o que é clichê para uma pessoa pode não ser para a outra) que, quando você lê fica "Isso é coisa de Hollywood".

Quero que você corrija o que eu apontei aqui, Kael. Você tem muito potencial. Eu odiaria vê-lo ser desperdiçado. Talvez até seja um fake. Afinal, não cometeu os erros comuns a um novato. De qualquer forma, parabéns, semideus. :D
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 139-ExStaff em Qui 31 Mar 2016, 08:06

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Re: Ficha de Reclamação

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