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Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Orfeu em Dom 09 Nov 2014, 03:49

Relembrando a primeira mensagem :


Fichas de Reclamação


Orientações


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.



Deuses / Criaturas
Tipo de Avaliação
Afrodite
Comum
Apolo
Comum
Atena
Rigorosa
Ares
Comum
Centauros/ Centauras
Comum
Deimos
Comum
Deméter
Comum
Despina
Rigorosa
Dionísio
Comum
Dríades (apenas sexo feminino)
Comum
Éolo
Comum
Eos
Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)
Comum
Hades
Especial (clique aqui)
Hécate
Rigorosa
Héracles
Comum
Hefesto
Comum
Hermes
Comum
Héstia
Comum
Hipnos
Comum
Íris
Comum
Melinoe
Rigorosa
Nêmesis
Rigorosa
Nix
Rigorosa
Perséfone
Rigorosa
Phobos
Comum
Poseidon
Especial (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)
Comum
Selene
Comum
Thanatos
Comum
Zeus
Especial (clique aqui)




A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses seja para criaturas. O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação. Os campos da ficha são:

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

- História do Personagem

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Não é necessário a utilização de template, mas caso opte por fazê-lo, a largura mínima do texto deverá ser de 400px, preferencialmente sem barra de rolagem — caso tenha, a altura deve ter o mesmo tamanho da largura ou maior. Templates que não sigam o disposto farão a ficha ser ignorada, bem como fichas ilegíveis - utilize colorações adequadas no texto.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



  • Obs: Somente envie sua ficha UMA vez para cada avaliação. Fichas postadas seguidamente (como double-post) serão desconsideradas, reincidência acarretará em ban de 3 dias + aviso.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Wander Brok em Ter 22 Mar 2016, 00:41

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Caso não queira ser um semideus, qual criatura mitológica deseja ser?
Deimos
▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
1,72 de altura magro olhos e cabelos negros
calmo com tendencias homicidas
▬ Diga-nos: por quê  quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?
Ele e um deus temido e respeita filho de deuses opostos de certa forma
▬ Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bem quando me perguntam como descobri que era um semideus não sei como responder de forma simples acho que sempre soube que era diferente
quando pequeno as outras crianças se afastavam de mim como se sentissem medo adultos também pareciam  se incomodar quando falava com minha mãe
sobre isso ela costumava falar:
▬se eles tem medo e porque são fracos
bem ela entendia bem disso ela enfrentou terrores com ninguém quando voltou da guerra minha mãe tinha medo de tudo meus avos a internarão ela
em um hospital psiquiátrico para soldados foi la que ela conheceu meu pai ela me disse que uma noite quando ela não conseguia dormi
um estranho se aproximou dela e foi como se todos os seus terrores tivessem desaparecido ele sorriu para ela e dali por diante todas as noites
meu pai visitava minha mãe com isso ela engravidou de mim quando eu nasci ela teve uma recuperação completa então meu pai revelou sua identidade para ela mas com isso meu pai parou de visitá la  ela me criou até meus 15 anos quando as coisas começaram a mudar era uma época dificil pra mim eu acho estava no ensino médio era como se todos me evitassem ainda mais tinham medo de mim começaram a escrever coisas como monstro ou aberração na minha mesa me tacavam bolinhas de papel ficava nervoso mas era estranho quando eu olhava para eles eu via medo não entendia nas aulas era pior não conseguia me concentrar por nada só
me dava bem na Educação física praticar esportes era fácil pra mim mesmo sendo magro era como se correr pular e bater fossem minhas vocações não sabia o por que
mas sempre avia um homem alto de Capacete que sempre me observava estranhamente isso não me incomodava era como se eu quisesse ser o melhor quando ele
estava por perto quando contei pra minha mãe do estranho ela pareceu chocada mas depois sorriu coisa estranha para ela disse para que eu não me preocupar com isso lembro que minha mãe fez meu prato favorito aquela noite ela tinha o habito de queimar parte da refeição em uma fogueira nos fundos da casa dizia que era para alguém especial no dia seguinte fui a escola como de costume mas dessa vez foi diferente o homem do capacete não estava la não liguei muito para isso na aula pela primeira vez uns idiotas foram até minha mesa para me perturbar era como se não tivessem medo de mim me disseram para ir ate o beco atras da escola
não podia dizer não sabia que não desistiriam pensei que seria rápido eram só valentões daria uma surra em um deles e os outros me deixariam em paz então
disse:
▬Vamos ver quem vai sair de la
o garoto me olhou de forma estranha pudia jurar que ele rosnou por fim eles voltarão para suas mesas na hora da saida sentia me diferente a adrenalina corria pelo meu corpo fui em direção ao beco quando olhei para cima vi abutres voando encima de mim pensei comigo mesmo e gritei:
▬Hoje não pássaros idiotas
acho que entenderam porque se afastaram finalmente cheguei ao beco onde os garotos me esperavam impacientes falei com voz de deboche :
▬Demorei babacas
acho que os irritei porque pegaram uma faca de cor estranha e começaram a me chamar de filho do terror não entendi mas recuei quando vi a faca um deles correu
na minha direção mas me esquivei peguei uma medeira jogada no chão e atingi sua perna com força ele caiu de joelhos nesse momento o impossível aconteceu foi como se eles criassem garras um deles atingiu meu braço senti como se ele tivesse sido arrancado corri sem parar até minha casa onde vi algo que me deixou com medo pela primeira vez minha casa estava pegando fogo la dentro vi minha mãe brigando com uma daquelas  coisas quando de repente a casa desabou comecei a gritar chamando minha mãe quando do senti alguém tocar no meu ombro machucado senti dor por um instante mas depois veio um alivio súbito quando olhei para o lado vi o homem de capacete estava do meu lado quando me assustei então ele disse:
▬Desculpe não tela protegido eles aproveitaram o momento em que eu não estava olhando pelo menos você está bem filho
aquelas palavras foram como um soco aquele estranho era meu pai não conseguia acreditar comecei a dar socos no cara ele não pareceu ligar senti minhas energias sendo sugadas então cai de joelhos ele voltou seus olhos pra mim eram os mesmo olhos que minha mãe tinha quando falava da guerra me deu um soco senti como se fosse morrer minha poca se encheu com o gosto do sangue então ele disse :
▬Quer chorar então chore mostre o quanto e fraco mas se quiser honrar sua mãe levante e viva você e meu filho é um filho de Deimos não acho que seja fraco
de repente um Abutre pouso em uma arvore perto ele me disse para seguir o pássaro que me levaria para onde eu poderia me tornar mais forte não hesitei me levantei e corri atras do pássaro bem e uma historia fraca em comparação a de outros semideuses famosos mas é assim que descobri  quem eu era sou o filho de Deimos sou o filho do senhor do terror
Wander Brok
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kawonan Miller em Qua 23 Mar 2016, 00:19

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado? Por quê?
R:Deimos. Adoraria ser reclemado por ser o Deus do terror e isso faz com que se assemelhe as mesmas características que a do meu personagem

▬ Cite suas principais características físicas e emocionais.
Kawonan tem 1,65 metros de altura, corpo musculoso, cabelos castanhos e olhos azuis escuros. Kawonan possui um olhar de maldade e malícia sem igual, pode se irritar facilmente por qualquer coisa, mas quando está calmo, na maioria das vezes, pode ser um excelente amigo e conselheiro, Henry não costuma levar desaforo para casa e não gosta muito e resolver os problemas somente conversando.

▬ História:

Acordei, com um estranho pesadelo que me ocorreu durante a noite, continuei deitado olhando o teto empoeirado e um pouco cansado. O relógio marcava sete horas da manhã, mas olhando pela janela parecia ser bem mais cedo, porém de um jeito ou de outro era hora de me levantar e ir para a escola. Levantei-me da cama 10 minutos após eu abrir os olhos, na hora em que eu coloquei os pés no chão, ouvi uma voz feminina me chamando da cozinha no primeiro andar - Filho!!!!! Acorda, está quase na hora de você ir para a escola - era minha mãe. Levantei-me, fui ao banheiro, retirei lentamente minhas vestimentas e tomei um banho gelado, voltei para o quarto e coloquei minha roupa escolar, que já estava separada desde o dia anterior, peguei minha mochila (nela continha meu caderno e meu estojo de materiais escolares) e desci as escadas. Quando cheguei, me deparei com uma cena meio incomum naquela cozinha, todos em pé, minha mãe, meu padrasto, minha irmã e meu melhor amigo, que eu não sabia que estava ali, segurando um bolo de chocolate com velas formando um número doze - Feliz aniversário - todos disseram, fiquei muito feliz por ter sido recebido daquele jeito, raramente possuía alguém nessas ocasiões. Quem diria que um dia tão bom poderia acabar mal?

Depois da minifesta e de descobrir que eles tinham adiantado o relógio do meu quarto em uma hora para “poder aproveitar mais”, eu e Jonathan saímos para podermos chegar a tempo na escola, esperamos por uns dez minutos no ponto de ônibus. Um pouco depois o mesmo chegou, nós subimos, encontramos dois assentos vagos, nos sentamos e fomos para a escola. O primeiro dia foi bem chato, tirando pelo fato de ter modificado o microfone do diretor para que a voz dele saísse como se ele tivesse aspirado gás hélio, os alunos acharam engraçado, o diretor não, mas ele não descobriu que havia sido eu. De resto, era tudo como antes, por alguma razão, muitos alunos tentavam manter uma certa distância de mim, porém isso nunca fora um grande problema na vida.

Após todo o horário permanecido na escola, estávamos voltando para casa. Eram, mais ou menos, sete horas da noite. A casa estava toda escura, pensei que haveria outra festa surpresa, entrei e gritei que havia chegado...sem respostas. Deveriam estar esperando para poderem pular e gritar “SURPRESA! ”. Avancei com Jonathan para a cozinha, onde sempre encontrava minha mãe fazendo comida a essa hora, então vimos uma cena que ninguém nunca deveria presenciar, vi a cozinha com sangue respingados em todas as paredes, a cabeça do meu padrasto na pia, um pé saindo do lado de fora da casa com o sapato da minha irmã menor, a minha mãe no meio da cozinha com um buraco gigante no estômago e uma criatura com a cabeça dentro daquele buraco devorando o que havia sobrado ali dentro. Aquela criatura parecia um cachorro gigante com pelos negros como a noite, ela olhou para mim como se estivesse tentando ler o fundo dos meus olhos. Possuía olhos vermelhos, uma grande cicatriz nos peitos e um nariz muito comprido. Farejou o ar, arregalou um pouco mais os olhos, o que me fez recuar um pouco, e com um impulso no chão fez um incrível movimento ofensivo, esquivei-me pulando para o lado, fugindo por um triz da terrível morte. No entanto, Jonathan não conseguiu perceber o movimento brusco da temível criatura tão rápido quanto eu e, foi pego pelo gigante cão negro. Eles foram voando para a sala com a força do salto do cão, não seria de se espantar que isso acontecesse, mas não houve som de choque contra o chão, forçando a vista, tentei observar o que estava acontecendo naquele fundo escuro da sala. Eu estava boquiaberto esperando respostas do que estava, realmente, acontecendo, porém nada fazia sentido mediante aquela situação. Então, escutei algo batendo contra o gramado do lado de fora da minha casa, corri para ver, eram os dois. “Mas eles estavam na sala até agora?”, então vi o cachorro gigante sacudir Jonathan no ar loucamente enquanto o garoto tentava socar o focinho do cão, a mochila que ele estava carregando arrebentou uma alça e caiu nos meus pés - Pegue...Espada...Mochila - Estas foram as palavras de Jonathan enquanto estava sendo sacudido pelo cachorro, não entendi mas pensei que havia algo a ver com a mochila, abri e lá eu no fundo vi algo que parecia um cabo de espada em baixo do caderno de Jonathan, peguei aquilo pensando ser só um cabo pois não havia espaço ali para uma espada(eu achava né), mas mesmo assim saiu uma espada dali, dourada como o ouro, não era tão pesada para precisar das duas mãos para maneja-la, porém ainda sim era pesada. O cão, quando viu a espada, recuou e soltou Jonathan no chão, eu olhei para o objeto e para o cão, sabia exatamente o que fazer, nessa hora comecei a sentir como se eu estivesse esquentando, avancei contra a criatura, ele fez o mesmo contra mim, notei um pouco antes, e escorreguei por baixo dele esticando a espada, fazendo um ferimento em sua barriga, estava me sentindo um pouco mais quente, ele caiu no chão escorregou um pouco no gramado, me observou, e então ele em si começou a descer na escuridão que estava em baixo dele, observei aquela cena chocado, ele simplesmente sumiu nas sombras - Atrás de você! - Ouvi Jonathan gritar, virei-me girando a espada pronto para um ataque surpresa. Estava certo, o cão realmente estava lá e eu o acertei bem no focinho, ele recuou, me sentia muito mais quente, então o cachorro super avantajado olhou-me com um olhar de ódio, podia ver um estranho reflexo vermelho em sua pelagem como se algo estivesse brilhando e iluminando-a, e eu estava quase pegando fogo de tão quente, ele investiu contra mim, mas dessa vez não senti mais necessidade de esquivar, saltei para seu encontro, vi uma aura vermelha começando a me cobrir, como se fosse uma proteção natural de meu corpo e, com um grande grito dei um golpe direto no peito da criatura que, se transformou em pó em dois segundos. Quando abri os olhos, o cão não estava mais lá e Jonathan me encarou com olhos arregalados, assustado. Um cansaço batia em sua alma, sentido como se o peso do mundo estivesse em suas costas. No entanto, antes de desmaia perguntou – Que porr@ foi essa? – Caindo estatelado no chão.

Após muitas horas inconsciente, acordei em um lugar que nunca havia estado antes, com algumas camas com crianças dormindo nelas e um certo cheiro de enfermaria. Vi meu amigo Jonathan chegando na cama que eu estava, ele carregava consigo uma atadura gigante dando várias voltas no seu tronco, lembrei que isso tinha sido por causa do cão... Cão? Minha família?... Lembrei-me que eles não estavam mais entre os vivos, então comecei a chorar ali mesmo onde eu estava, Jonathan chegou e me abraçou fiquei ali chorando por uns dez minutos e então eu cessei demorou esse tempo para eu notar que agora minha família estava morta e eu sozinho no mundo, não sabia o que aconteceria da minha vida dali para a frente - Eu tenho que te contar uma coisa Kawo – Jonathan me olhava apreensivo – Sei que não vai acreditar em mim, mas você é filho de um deus, Deimos.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Oscar Bezarius em Qua 23 Mar 2016, 09:56


Avaliação
.:Wander Brok:.
Wander Brok - Cara, você precisa melhorar. Você quase me matou sufocado, sabe? Você comeu mais da metade das vírgulas que deveriam estar no texto. (da um lida nesse link)

Notei que você se prendeu em um assunto e não soltou mais, o que é bom, mas esse assunto deveria ser a sua história.

Percebi também que há muitas palavras sem acentos. Entretanto, todos esses problemas podem ser arrumados com uma boa lida antes de postar; ou um corretor ortográfico.

Tenta deixar ele mais bonito, não que isso seja um problema, mas templates costumam chamar atenção e isso pode ser um bom aliado em um texto.

Reprovado como filho de Deimos
Oscar Bezarius
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qui 24 Mar 2016, 21:14


Avaliação




Kawonan Miller
Olá, jovem. Olha, moço, chega a ser meio complicado falar sobre a sua ficha. Muitas vezes me vi confusa enquanto lia seu texto, sem entender muito bem o que você queria passar. Você constantemente simplesmente colocou uma série de ações - às vezes até sem relação - apenas separadas por vírgulas, sem mais nada que as unisse, que gerasse alguma coesão.

Mas não foi só nesse quesito que você pecou. Pude encontrar erros de coerência enormes e gritantes, que em dose única já seriam capazes de ocasionar sua reprovação. Pra começar, cães infernais não chegam atacando humanos assim, sendo que monstros se alimentam de semideuses. E essa espada, o que é? Por que o sátiro carregava ela consigo? Como o seu personagem, completamente sem experiência, encara um monstro como um cão infernal sem qualquer dificuldade? E essa aura vermelha? Você consegue perceber o quanto chega a não fazer sentido? Por último, você não narrou o momento de reclamação do personagem, o que é crucial. Sugiro que procure saber mais sobre o fórum, ler os sistemas e os poderes dos progenitores, além de se atentar para a forma com que estrutura o seu texto. Também sugiro que leia algumas fichas de membros aprovados, para ter uma melhor noção do que seria sensato para a dada situação e um personagem desse nível. Bem, é isso. Boa sorte na próxima, semideus.

Reprovado
Darya Archer-Gilligan
Filhos de Deimos
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Thadeus C. Allen em Qui 24 Mar 2016, 22:55

Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Desejo ser reclamado por Eos, por motivos de ter me identificado com a Deusa, além de ter gostado de seus poderes e presentes.


Características Físicas


Thad sempre chamou a atenção de todos por ser muito alto, apresentando cerca de 1,93 m de altura. Com seus 102kg, possui um corpo esbelto e atlético, que formou-se por seus vários anos jogando como starter quarterback na British School of Boston. Seu cabelo castanho, curto e liso e sua barba por fazer ressaltam seus olhos verdes claros e chamativos, que por sua vez, também dão grande visibilidade ao seu sorriso.


Características Psicológicas


O rapaz é amigável, engraçado e extrovertido, porém, muito tímido e altamente justo. Sempre teve poucos amigos pelo seu grau de timidez ser muito alto, mas os selecionava muito bem, pois dificilmente confia nas pessoas. Mesmo que amigável, Thad é muito frio e calculista. Por ser muito inteligente, criativo, orgulhoso e ousado, se destacou ao jogar futebol americano, pois conseguia ser preciso, forte, ágil e persistente em suas partidas, mesmo com o TDAH atrapalhando muito.


História


Setembro de 2015, Boston, Massachusetts

Bom, eu nunca fui popular. A minha timidez sempre fez com que eu fosse um garoto isolado e quieto. Vivia em muitos troca-trocas de cidade e colégio, até que nos aquietamos em Boston. Quando troquei de colégio pela última vez, fiz o teste para o time de futebol americano da escola e passei, e já aos 15 anos era o titular. Eu realmente esperava conhecer pessoas e conseguir mais amigos com esse fato, mas eu sempre estava quebrando e derrubando coisas, e isso, junto com minha personalidade orgulhosa e tímida e o meu TDAH, acabava afastando possíveis candidatos. Eu só tinha Craig Shilo, que era o runningback do time. Craig era um rapaz negro, de 1,80 m e corpo robusto. Ele era como um irmão para mim, e sempre foi o meu melhor amigo. Após um ano conturbado, porém divertido, já estávamos de férias do nosso segundo ano do ensino médio há um tempo, e eu estava um tanto entediado. Seria um verão de trabalho para mim na loja do meu pai, mas pedi um tempo para me divertir com Craig – coisas como jogar videogame, assistir futebol, comer pizza e etc.

O garoto havia chegado a minha casa pela manhã e como de rotina, eu estava na loja, cuidando das coisas enquanto meu pai descansava. Nós ficamos conversando por certo tempo e, após algumas horas, era hora de fechar para o almoço. Nós morávamos na Newbury Street, em uma casa que papai construiu acima da loja, e era uma rua muito movimentada em Boston. Pedi a ajuda de meu amigo para fechar, e escutei um barulho vindo da esquina ao lado, algo como os pneus de um veículo arrastando-se no asfalto. Então, fui até a calçada e um carro em alta velocidade vinha em minha direção. Com um reflexo que até eu mesmo achei estranho, pulei para o lado e me livrei do atropelamento, mas o carro arrasou toda loja e acabou atingindo Craig em cheio. Eu realmente não queria estar vendo aquilo... Craig era um cara muito legal, e foi meu amigo por anos e anos. Era o único que entendia minhas dificuldades e o único que se dispunha a ajudar. Aquilo definitivamente tinha acabado com o meu verão.

Após o enterro triste de Craig, abracei a Srta. Shilo e fui para a minha casa. Eu estava cabisbaixo e triste, e meu pai também, mais ainda por ter perdido a loja, que era tudo que ele tinha e o bem mais valioso que meu avô, o conhecido Jermaine Castle, havia deixado para ele. Na verdade, ele havia construído com sua parte na herança do vovô, depois que conseguimos nos estabilizar em Boston. Tínhamos que começar do zero agora. Quando chegamos a nossa casa, fomos direto para nossos quartos, e dormimos. No dia após a morte do menino Shilo, papai mostrou sinais de depressão, e não saiu do quarto o dia inteiro. Estava muito preocupado e decidi ir ver como ele estava. Adentrei no local, e meu pai estava olhando um papel que mais parecia algo como um exame médico, e em sua cama, várias roupas estavam dobradas, além de uma mala de viagem ao seu lado. Então eu disse:

- O que houve pai? – Ele me olhou assustado, arregalando os olhos, como se não quisesse que eu visse aquilo. Depois, de certa forma, retirou os pesos dos ombros, por talvez achar que já deveria saber. Por fim, após um longo e dolorido suspiro, disse:
- Estou com câncer, meu filho. Provavelmente não terei muito tempo caso não comece logo o tratamento. Preciso viajar para New Hampshire por algumas semanas, e você ficará com seu tio Alfred durante este tempo. Tudo bem para você? – E me mostrou suas passagens aéreas para o dia seguinte. Ele me deu 300 dólares para que pudesse passar esses dias, e eu voltei para o meu quarto, frustrado. Já não bastava não ter lembranças de minha mãe, o que já era muita tortura para um garoto, perder também o melhor amigo, cujo mesmo era o único pelo qual eu me identificava realmente, e agora também me via na possibilidade de perder meu pai... Parecia que estava tudo desmoronando de uma vez só.

No dia após a revelação, meu pai e eu nos arrumamos, e nos despedimos. Ele queria que estivesse com ele no aeroporto na hora do embarque, mas eu, tentando parecer confiante, disse que não queria me despedir tão formalmente já que seriam só algumas semanas e nos veríamos logo, e fui para a estação de metrô para chegar ao bairro onde meu tio morava. No caminho, estava andando e, enquanto isso notava algo estranho. Um rapaz desajeitado, de capuz e calças marrons, e andar manco e trôpego parecia estar me seguindo. Desde o momento que desci as escadas de casa, via ele me olhando a alguns metros de distância. Entrei em um beco e me escondi, para verificar se estava mesmo sendo seguido. Alguns momentos depois, ouvi batidas de cascos com intervalos parcialmente longos de tempo. Aquilo era realmente muito estranho. Decidi olhar e dei de cara com o meu stalker.

- Quem é você? Por que está me seguindo? – indaguei sério.
- BÉÉÉÉÉÉ – ele disse – Sou Simon, um sá... – e olhou para trás, desconfiado – venha, conto tudo no caminho. – terminou, me puxando pela camisa. Tentei resistir, mas o garoto estranho com barbicha me convenceu com a junção de suas metáforas estranhas para dizer que estávamos em perigo e o repentino começo de chuva que viera do além. Pegamos um táxi, e eu dormi.

Inexplicavelmente, acordei e estávamos em Long Island, descendo em uma floresta ou algo do tipo. Estava com uma latinha de coca cola na mão, e quando me senti realmente acordado, me dei conta de que havia deixado meu tio esperando, e que isso seria mais uma preocupação para meu pai doente. Então, gritei:

- PARA ONDE VOCÊ ME TROUXE? O QUE ESTÁ FAZENDO COMIGO? QUEM É VOCÊ? – e olhei para o garoto, bravo, esperando uma resposta plausível. Ele engoliu em seco e se afastou, mostrando medo. Hesitante, disse:
- Você é um semideus, Thad. Você é filho de um Deus ou Deusa. Preciso lhe levar para um local seguro, pois já é uma grande sorte que você ainda esteja vivo. Você já é um chamariz para monstros, e precisa aprender a se defender, e suas origens também. Você é um perigo para o seu pai com câncer, seu  tio e família. A missão que foi designada a mim foi lhe resgatar, e lhe levar para o acampamento. Venha.  – ele terminou, mas eu não me senti mais seguro. Fui obrigado a segui-lo, pois mal sabia onde estava, e fiquei um tanto intrigado sobre como ele sabia sobre estar indo para a casa de meu tio, ou sobre meu pai. Parei de andar. Por um momento, pensei em como meus familiares se sentiriam ao saber que eu sumi. Então, perguntei:
- Eu vou voltar, não é? Não vou ficar nesse acampamento para sempre. Preciso cuidar do meu pai. – engoli algumas lágrimas, e ele assentiu comovido. Chegamos a uma espécie de portal, onde nele havia escrito ‘’Camp Half-Blood’’. Chegamos ao tal acampamento. Adentramos o local, e vi muitas criaturas estranhas, que agora pareciam com Simon, que havia tirado a calça e o capuz, e alguns rapazes e moças treinando com arco e flecha, espadas e outros tipos de armas. Alguns escolhiam os elmos os quais queriam usar, outros escolhiam armaduras. Fui levado até um local que mais parecia um chalé, e lá fiquei.

Eu descansei em um colchonete que deram a mim, pois o local era realmente muito lotado, e a noite, Simon me levou para uma fogueira, onde todos pareciam se reunir. Depois de alguns minutos, um homem com bunda de cavalo apareceu e eu ouvi alguns garotos sussurrando que seu nome era Quíron. Ele começou a falar:

- Bom, estamos aqui hoje pa... – ele hesitou, e por um momento achei que estava olhando para mim. Não, ele estava mesmo olhando para mim.

- Incrível! Você é filho de Eos, Thad.- Disse Simon, enquanto olhava para algo acima da minha cabeça. Todos me olhavam, e eu estava extremamente envergonhado. Estava sentindo uma aura, uma energia estranha, algo que nunca havia sentido. Perguntava-me o porquê de uma hora para a outra, tinha virado o centro das atenções. Alguns pareciam não gostar do que viam, outros não ligavam, mas a maior parte daquele local estava de olho em mim. ‘’Ele foi reclamado’’, uns garotos murmuravam. Passado o acontecido, Quíron terminou seu discurso, fui encaminhado para o dito chalé de Eos. Agora, eu sabia o nome de minha mãe... Eos.
Thadeus C. Allen
Filhos de Eos
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kael B. Rothas em Sab 26 Mar 2016, 16:34


O filho da lua
Reclamação | Klaus B. Rothas
- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Desejo ter Eos como progenitora. Sua beleza e graça são supremas. As personalidades e traços da deusa e da sua prole cruzam em vários aspectos. Kael traz tranquilidade, paz e esperança para todos ao seu redor, principalmente para seus amigos. Da mesma forma que a deusa traz esses sentimentos para ele.


- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)
Calmo, paciente, tranquilo, sempre vendo o lado positivo das coisas. Kael é como uma luz no fim do túnel, a última brecha de sol ao sumir no céu. Preza muito os seus amigos, colocando-os acima até mesmo de sua vida. Procura sempre ajudar a todos na medida do possível, mas nunca é feito de besta. Educado, cordial e extremamente gentil. Ele evita ao máximo batalhar, odeia derramamento de sangue e machucar os outros.

Aparência robusta, barba por fazer, corpo bem definido, pele bronzeada, coberta por pelos. Seus olhos são claros, transmitem paz e tranquilidade, traços do rosto bem rudes.


- História do Personagem

"Nascido em alguma época e em algum lugar, Kael foi como um traço de esperança em sua vila. Foi criado em uma pequena comunidade considerada selvagem. Aquela velha questão de intolerância de cultura e costumes. Seu povo se sustentava com o que a terra dava. Viviam do plantio e da colheita em terrar consideradas sagradas e extremamente férteis. Mas as coisas não eram sempre assim. Antes do nascimento do garoto, a vila parecia ter sido lançada em um poço de desgraça, nada dava certo naquele local. As terras não eram produtivas, sofriam ataques dos moradores das cidades vizinhas, dos animais ao redor, construções eram danificadas sozinhas. Basicamente tudo de ruim aconteciam, pareciam estar sobre uma das sete pragas bíblicas.

Não vamos sobreviver mais do que um ano nessa situação, eram os pensamentos dos conselheiros da vila, e da maioria dos moradores dali. Querendo ou não, eles estavam certos. Se aquele local fosse uma cidade grande, seria declarada em estado de emergência total. Os anciões só tinham uma esperança. Uma única profecia que poderia salvar a todos. Uma criança trará prosperidade a vila. Mas o problema em questão era a falta de mulheres grávidas, não havia nenhuma na vila. Apenas um homem naquele vilarejo parecia paciente e esperançoso, ele não demonstrava tais coisas, mas sabia que tudo daria certo.

Os meses se passaram, exatamente 8 meses se foram. O desespero na vila só aumentava, todos os anciões perderam as esperanças, a profecia para eles não era mais verdadeira. O desespero tomou conta da vila, vários moradores já se preparavam para se mudar, tocar suas vidas individualmente. Nem mesmo a deusa Selene à qual eram devotos os ouvia. Um único homem tentava acalmar a todos, pediu paciência, que em uma semana ele resolveria o problema da vila. Vários riam de suas esperanças, não acreditavam em suas palavras, achavam que ele estava louco. Muito pelo contrário, ele era o mais lúcido.

O “louco” da vila caminhava em meio a floresta, em direção ao riacho, era o final da madrugada, o sol mostrara uma fresta de luz no mais distante horizonte. Esperança. Ao chegar ao rio, em meio a uma cesta de flores, cercada por pássaros. Aves que não eram nativas dali. Se encontrava uma criança. Ao ver o homem, o pequeno garoto abriu um sorriso, iluminando o rosto do morador da vila, lhe dando o raio de sol que ele precisava. O amanhecer estava em processo, o sol saia do seu repouso, trazendo a luz da manhã, o calor, uma criança. O homem toma o bebê ao colo e segue em direção a vila.

— Uma criança — Vários murmuravam ao ver o rapaz com o bebe no colo — Não pode ser.

Vários dos que estavam indo embora, desistido da vila, largaram suas malas e trouxas para observar o que aconteceria adiante. Os anciões se reuniram ao redor do homem espantados, não sabiam o que fazer, nem como proceder. Estavam todos impressionados. Era uma mistura de dúvida, suspeita e felicidade. Os anciões acusaram o homem de ter escondido a criança e de não ter entregado informações a vila, deixando-a sem esperança. Retiraram a criança dos seus braços, seu filho, e o expulsaram da vila, como um desertor, um traidor. O homem nunca mais retornou à vila, e seu filho nunca mais o viu.

Foi dado a criança o nome de Kael, o que gosta de viver. Ele cresceu na vila trazendo vida a tudo. As flores voltaram a brotar, frutos voltaram a crescer, tudo voltou como era antes da maldição. O garoto era tratado como filho da lua, para os anciões ele era um presente de Selene. O pequeno Kael nunca se acostumou com esse título, de alguma forma o incomodava. Aprendeu os costumes da vila, mas secretamente lia alguns livros da biblioteca da cidade mais próxima. Ele não entendia o porquê da vila e a cidade não se misturarem, achava o preconceito bobo, queria ser um intermédio entre os dois. Várias vezes tentou fazer com que se resolvessem, mas foi falha sua tentativa. Queria fugir daquele lugar, viver sobre o sol.

Certo dia, Kael caminhava em meio a floresta, até chegar em um riacho, ele sabia que aquele lugar significava algo para si mesmo. Era como se tudo tivesse começado ali. Aquele local era bem iluminado pelos raios de sol que nasciam no momento. Vários pássaros se encontravam ali, eles não fugiam do robusto rapaz, na verdade, nunca fugiram. As aves sempre foram seus melhores amigos, sua companhia. Uma das aves ali presentes pousou voou em sua direção e pousou em cima do seu ombro. Suas penas eram lindas, em uma tonalidade laranja pastel. Aquele pássaro tinha quase a cor do amanhecer. Aqueles animais não sabiam, mas Kael estava em fuga, havia se cansado de viver como alguém que ele não era.

— Ali está ele — algumas vozes gritavam um pouco distante — Volte aqui filho da lua!

Eu não sou o filho da lua, era o que ele queria poder gritar para eles. Os moradores de sua vila aparecem em meio àquela pequena clareira na ponta do rio. Estavam armados, lanças, porretes e correntes. Eles haviam decidido que Kael deveria ficar aprisionado, impedindo assim que o garoto fugisse. Tinham receio de a vila voltar a cair em desgraça. O rapaz estava certado, de um lado, moradores nervosos, do outro um rio, e de fundo, no horizonte, o sol se levantando aos poucos. As aves ali começam a levantar voo e voar em direção ao levantar do sol. Kael não queria ficar preso ali, queria ser como elas, livre, em busca do seu novo lar. Ele abre os braços em direção aos moradores, ficando de costas para o sol.

— Eu não sou o filho da lua — Enquanto fala, um símbolo surge a sua cabeça, tinha a mesma coloração que as penas do pássaro, laranja pastel. O sol se levanta completamente, lançando uma enorme claridade que atinge diretamente os moradores que perseguiam Kael, cegando-os temporariamente — Eu sou um filho do amanhecer

Ao abrirem os olhos não encontraram mais o garoto, nem as aves, apenas o sol mais brilhante do que nunca subindo ao céu. Eles haviam perdido a esperança da vila. Mas não foi assim tão ruim, o local não havia sido largado em desgraça, os moradores permaneceram la, vivendo de sua própria maneira. Passaram a cultuar não uma, mas duas divindades dentro do local, as suas atuais duas matronas. Selene, deusa da lua, e Eos, a deusa do amanhecer."

— Bem, já esta tarde, hora de dormir — Falava enquanto acariciava um pássaro em seu colo. O rapaz estava repleto de pássaros ao seu redor. Estava deitado em um enorme e largo galho de arvore. Olhava o céu escuro enquanto esperava o sono chegar. — Espero que essa história tenha servido para vocês dormirem, ela foi baseada em fatos reais. — As aves fazem um barulho como se fosse concordando satisfeitas com a história e se põem a fechar os olhos. Deitado e sonolento, Kael se põe deitado de lado com a cabeça apoiada nas suas mãos. — E essa é a minha história... boa noite mãe Sussurrava para si mesmo enquanto caia em sono profundo.
Kael B. Rothas
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Oscar Bezarius em Seg 28 Mar 2016, 11:55


Avaliações
# Thadeus C. Allen #


Thadeus C. Allen - Aprovado

Você me cativou, cara. Vou te confessar que odeio ler textos sem templates - acho desleixado -, mas a tua ficha ficou tão Own *--* que eu li e fiquei com vontade de mais e mais.

Encontrei alguns errinhos nas vírgulas, mas não influenciaram na minha avaliação, pois os teus acertos superaram os erros. O enrredo que tramou foi bem interessante e, imagino eu, bem desafiador. Eu sempre imaginava os filhos de Eos como mirradinhos, mas você me fez pensar em largar este esteriótipo bobo.

Enfim, seja bem vindo, filho do amanhecer.

Oscar Bezarius
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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nova ficha de reclamação

Mensagem por Wander Brok em Ter 29 Mar 2016, 16:37

? Por qual Deus você deseja ser reclamado
Deimos
? Cite suas principais características físicas
1,72 de altura magro olhos e cabelos negros
emocionais:
calmo e extremamente leal mas quando nervoso possui tendências  homicida sem controle
? Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico
Ele e um deus temido e respeita capas de fazer  exército fugirem só com sua presença mesmo em tempos de paz o terror sempre existe as vezes esquecido ficando na sombra do irmão mas sendo igualmente poderoso
? Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bem quando me perguntam como descobri que era um semideus não sei como responder de forma simples acho que sempre soube que era diferente,quando pequeno as outras crianças se afastavam de mim como se sentissem medo adultos também pareciam se incomodar mas nunca me importei com isso sabia que não os aturaria por muito tempo minha mãe era militar e viajamos com muita  frequência ,ela dizia que não era bom ficar em um lugar por muito tinha acabado de mudar de escola tudo estava igual garoto novo magrelo com tendência gótica um perfeito alvo para valentões tinha vindo me arrastando ate a escola não entendo porque as pessoas acordam antes das três horas da tarde olhei para todos na sala só o que vi foram nerds valentões e patricinhas e um garoto o excluído meu tipo de gente sentei no fundo da sala com ele na intenção de me aproximar o que não tinha nada a ver comigo costumava ficar sozinho isolado torcendo pra não ser notado mas ele tinham algo de diferente era como se ele fosse um possível qual a palavra amigo sentei ao seu lado ele olhou para mim ,mas logo desviou o olhar como se tivesse visto um fantasma
-ei sei que sou estranho mas nem tanto
logo percebi que tinha dito isso em voz alta ótima todos olhavam para mim ótimo agora pensam que sou louco abaixei a cabeça na esperança de sumir dali pro meu azar nada aconteceu escuto a única coisa que podeiria deixar tudo piorar turma temos um novo aluno Wander pode vir aqui se apresentar e isso vou morrer não tenho o que fazer vou ate a frente e então digo :
-sou Wander Brok me mudei para essa escola porque minha mãe e militar e viajamos com frequência
antes que eu pudesse terminar sou acertado por uma bolinha de papel todos riram pensei idiotas voltei ao meu lugar e para minha surpresa o garoto estranho falou comigo
-não ligue são uns idiotas meu nome e Ruan
Ruan era o tipo de cara em quem se pode confiar não falava muito mas era legal acho que vamos nos dar bem
Sem perder tempo convido ele para ir a minha casa depois da escola pra minha surpresa o guri aceita e como se eu não o afastasse como faço com os outros quando chagamos lá esta minha mãe , no telefone como sempre ate que algo estranho acontece ela vê Ruan e então larga o telefone
assustada nunca vi minha mãe assustada e serio ela e do tipo que mata barata voadora sem problema ela diz gaguejando :
-não esta na hora ainda nada veio atrás dele
então vejo Ruan levantando as mãos em sinal de calma minha mãe então respira fundo e começa a disfarçar dizendo que estava brincando comigo e pergunta quem e meu amigo então respondo ainda confuso
-mãe este e Ruan ele esta na mesma sala que eu o conheci hoje
minha mãe para minha surpresa o convida para jantar e me manda pegar mais um prato deixo os dois sozinhos , ta essa deve ser a coisa mais estranha que já aconteceu levo um amigo pra casa minha mãe grita coisa estranhas e depois o convida pra jantar quer saber e melhor deixar pra lá
é serio o Ruan come mais do que aparenta o garoto e magro quase esquelético comia como um time de futebol inteiro juro que depois que ele terminou parecia que tinha sumido um ou dois talheres ele disse que precisava ir mas antes ele disse para minha mãe que não tinham muito tempo achei ele meio maluco mas quem sou eu pra falar de loucura tomei meu banho e fui pro meu quarto de repente vejo minha mãe na porta com um olhar serio sentei na cama
então ela disse: filho precisamos conversar sobre seu pai
ela nunca falava do meu pai só o que eu sabia era que tinham se conhecido na guerra -filho ela disse seu pai era diferente das pessoas que estavam na guerra comigo parecia que sempre que estava conosco o exercito inimigo sentia medo e conseguíamos ganhar uma noite ele se aproximou de mim então
-eca que nojo mãe não quero saber esse tipo de coisa disse rapidamente
ela riu -tem razão filho mas quero que fique com isso
não acreditei quando vi minha mãe estava me entregando uma faca reluzia uma luz prateada
-cuide dela e só use para sua proteção
fiquei nervoso disse para ela que não queria aquilo que não era certo , mas por fim acabei aceitando guardei a faca dentro da minha mochila ela saiu do quaro sem falar mais nada não consegui dormi aquela noite porque tipo minha mãe tinha me entregado uma faca de verdade  o que eu faço ,na manha seguinte Ruan estava me esperando na frente da minha casa achei estranho e torci para que o garoto não fosse um psicopata e eu seu próximo alvo me aproximei então ele disse :
então  vamos estamos atrasados
vamos -respondi meio sem jeito conversamos o caminho inteiro ate a escola mas era estranho,as vezes ele dizia coisas aleatória sobre mitologia como seria legal se deuses existisse e me perguntava como eu reagiria se fosse filho de um já estava achando ele louco estava distraído quando olho pro parque pelo qual passávamos penso ter visto um leão olho de novo assustado e nada
então digo -era só o que me faltava agora to ficando louco
Ruan me olha meio estranho ,chegamos o dia vai passando e tudo ta igual não consigo prestar atenção na aula peço para ir ao banheiro e saio levando a minha mochila sem que ele veja quando estou chegando no banheiro quando um armário e arremessado por cima da minha cabeça e me viro e vejo um cara grande de apenas um olho fico paralisado ele se aproxima de mim mas antes que ele me tocasse escuto um grito
-ei coisa feia, dos ciclopes que já vi ate hoje você e o mais feio o que foi caiu de cara quando nasceu
era Ruan ele e louco viu o tamanho daquela coisa o cara foi na direção dele e o acertou não consegui me segurar peguei a faca que estava em minha bolsa e comecei a correr na direção dele finquei a faca em suas costas ele deu um grito e me atingiu com um soco bati no armário e cai de joelhos ele me segurou pelo pescoço estava preste a desmaiar quando escuto uma voz em minha cabeça :
-patético vai morrer assim pensei que fosse mais forte seu gatinho assustado não parece ser meu filho
De repente ,sinto uma ira crescer dentro de mim levanto a faca em minhas mãos e atinjo o olho do cara que grita se desfazendo em pó caiu fraco mas antes de desmaiar vejo o  símbolo de um leão sobre minha cabeça depois disso só lembro de Ruan me carregando ate um carro e me levando ate um lugar no meio de uma floresta quando acordo ele esta ao meu lado
-onde estou
falo quase desmaiando outra vez em um lugar seguro diz ele me levando um copo com um liquido estranho até a boca o liquido tinha gosto de tang de laranja escuto uma voz :
- então esse que matou um ciclope de primeira
olho pra Ruan que me diz : Wander você e um semideus filho de um deus com uma humana ,seu pai é Deimos ele te reclamou como filho logo após você ter matado aquele ciclope todas as lendas que você escutou até hoje eram verdadeiras deuses monstros eles existem eu sou um sátiro  te trouxe para cá onde estará seguro
fico em choque então digo
- e minha mãe
ela já sabia deixou que eu te trouxesse para cá
naquele momento eu entendi tudo ia mudar estava preste a descobrir um novo mundo .
Wander Brok
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Darya Archer-Gilligan em Qua 30 Mar 2016, 21:56


Avaliação




Wander Brok
Olha, rapaz, pontuação é algo de extrema importância em um texto. É ela a principal responsável pela organização, mas também é notável na entonação, dando emoção ao texto. E foi algo que você, sinceramente, ignorou quase que completamente. Você não fez uso de pontos ou letras maiúsculas, e só pude encontrar 12 vírgulas ao longo de TODO o seu texto. Sua narrativa muitas vezes ficou confusa, não diferenciando frases de ações e pensamentos. Não suficiente, o seu encontro com o ciclope foi completamente incoerente. Então você esfaquearia um cara só por ele dar um soco no seu amigo? E ainda mataria ele em apenas uma facada, sendo só um novato sem nenhuma experiência? Por último, você deixou de narrar a reclamação do seu personagem, algo obrigatório.
Sugiro que leia não só outras fichas de reclamação, como também missões e outros posts no próprio fórum, além de regras sobre pontuação. Vai te ajudar muito. No mais, boa sorte.

Reprovado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Drillbit Jackson em Qua 30 Mar 2016, 23:41


Avaliação



Kael B. Rothas - Aprovado — Muito bonito o seu texto, rapaz. Muito poético. Parabéns. O esmero com as palavras é realmente importante num fórum de RPG. Afinal, se a gente vem, escreve algo no modo automático e posta só para conseguir XP, de quê nos serve?

Gostaria, no entanto, de discutir alguns pontos negativos da sua ficha. A pontuação foi o maior dos problemas. No texto inteiro, você cometeu erros nesse quesito. Cito aqui um dos trechos que mais me chamou atenção:

Trecho original: "Esperança. Ao chegar ao rio, em meio a uma cesta de flores, cercada por pássaros. Aves que não eram nativas dali. Se encontrava uma criança."

Correção: Esperança, quando chegou ao rio, onde havia uma cesta de flores cercada por pássaros; aves que não eram nativas dali. No recipiente encontrava uma criança.

Veja a diferença entre um e outro. Precisei mudar completamente a frase para que ela começasse a fazer sentido. Eu não sei se isso faz parte do seu estilo de escrita, mas é muito importante que o leitor consiga entender o que está lendo sem precisar se esforçar. Uma dica que sugiro a você, quanto à pontuação do texto, é que leia o mesmo em voz alta, utilizando as vírgulas e os pontos finais que você colocou. Dessa forma, fica um pouco mais fácil perceber o que parece certo e o que parece errado.

Gostei da sua história, por ela ser algo diferente do comum. Em alguns pontos, no entanto, a narração fica estranha. Uma sensação que atinge o personagem, fazendo com que ele perceba que foi ali que sua história começou. O personagem narrando uma história sobre a origem dele, sendo que ele não poderia saber de coisas que aconteceram enquanto ele ainda era um bebê. São pequenos clichês (odeio essa palavra, porque o que é clichê para uma pessoa pode não ser para a outra) que, quando você lê fica "Isso é coisa de Hollywood".

Quero que você corrija o que eu apontei aqui, Kael. Você tem muito potencial. Eu odiaria vê-lo ser desperdiçado. Talvez até seja um fake. Afinal, não cometeu os erros comuns a um novato. De qualquer forma, parabéns, semideus. :D
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por ♦ Eos em Qui 31 Mar 2016, 08:06

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Andrew Miller em Qui 07 Abr 2016, 15:27



Reclamação
Revenge may be a way.

➢ Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Nêmesis, porque foi a deusa que mais me chamou a atenção, tanto pelos poderes quanto pela personalidade em si e pela sua representação em nosso mundo. Foi a que se encaixou melhor com a trama e as características que tenho para o meu personagem, e acredito que possa ajudar meus textos a fluírem melhor.

➢ Características Físicas:

Andrew aparenta ter aproximadamente 177cm de altura e um tipo físico saudável. Seu corpo não aparenta ser atlético, mas possui uma força física alem da esperada. Tem uma pele macia e uma beleza que chama um pouco a atenção de quem o ver. Sua pele branca quase como a neve é realçada pelos seus olhos escuros e penetrantes. O seu cabelo é descuidado, mas sua cor escura e sua maciez aparentam ser de uma pessoa vaidosa.

➢ Características Psicológicas:

Apesar de Andrew parecer ser uma pessoa de fácil acesso, ele prefere ser mais reservado. Porém, quando alguém o chama para conversar, ele se demonstra ser bem educado e comunicativo. Por ser uma pessoa reservada, prefere fazer todas as suas coisas sem a ajuda de alguém. Possui um perfil de herói, protetor da justiça e igualdade, não deixando que nada seja feito a seus amigos, pelos quais demonstra muita lealdade.

➢ História:

Havia chegado o dia tão aguardado por Andrew, seu primeiro dia na faculdade de Direito. Estava tão ansioso para começar a sua aula que chegou trinta minutos antes do seu inicio e logo se sentou em uma das primeiras carteiras. Ele estava prestes a concretizar seu sonho, aprender sobre os direitos e aplicar justiça na sociedade. O tempo passava e ele ficava cada vez mais ansioso para o inicio da aula, até que os trinta minutos se passaram e o professor entrou na sala apresentando-se:

— Bom dia, turma! Meu nome é Edward e eu serei o professor de vocês de introdução ao Direito. — disse o professor com um ar de alegria logo no primeiro dia do ano letivo. A aula tomou prosseguimento e Edward foi explicando mais a fundo sobre o surgimento de sua matéria. — As primeiras leis surgiram na Mesopotâmia, com o "olho por olho, dente por dente" onde eles só tinham leis pra roubos e mortes. A primeira civilização a criar um conjunto de leis, no qual abrangiam todos os tipos de leis foi a romana.

Passada uma hora e nove minutos, o professor começou a explicar a origem do símbolo da justiça.

— O símbolo da justiça é esse aqui. — falou o professor enquanto colocava em cima de sua mesa uma estatueta de Nêmesis. — Essa é a Nêmesis, o famoso símbolo do Direito e da Justiça! Nêmesis é uma deusa grega que praticava a justiça. Alguns optam por chama-la de deusa da vingança pelos seus métodos de punição. Porém, a história dela não nos interessa muito, só temos que saber que o motivo de ela ser representada vendada é porque a justiça é imparcial, não favorece nenhum lado não importa quem seja, e a balança que ela segura significa que a justiça é o equilíbrio do universo.

Logo ao final de sua explicação o sinal ecoou por toda a universidade decretando o final da aula. As próximas horas foram passando e Andrew continuava fascinado por tudo o que escutava, porém, havia apenas uma coisa que não saia de sua cabeça: Nêmesis. Após o fim do dia letivo, Andrew voltou para casa. Chegando lá, rapidamente tomou um banho e em seguida foi preparar algo para comer. Depois de ter feito todos seus afazeres, pegou alguns livros de mitologia grega que tinha ganhado de seu pai, porem nunca os tinhas lido, e começou a descobrir a verdadeira história de Nêmesis.

Vários dias foram se passando, e ele já tinha falado até com alguns professores de filosofia de sua universidade para saber o máximo sobre a história da deusa grega. Ele conheceu grande parte da historia e continuava querendo saber mais. Até que em uma noite, enquanto descansava para o seu próximo dia repleto de trabalhos para concluir para sua faculdade, ele teve um sonho. Sonhou que estava andando numa praia, era noite e estava completamente sozinho, até que um clarão surgiu em sua frente e uma belíssima mulher apareceu. Ela se aproximou dele, se inclinou até seu ouvido e sussurrou:

— Você sabe quem eu sou, e sua hora está chegando.

Logo em seguida, Andrew acordou apavorado com o que sonhou, pois se lembrou de algumas histórias que tinha ouvido falar que eram parecidas com o sonho que ele tinha acabado de ter. Ainda nervoso, desceu rapidamente de seu quarto até a cozinha e tomou um copo de água tentando se acalmar. Um pouco mais acalmo, olhou para o relógio na parede de sua cozinha e percebeu que faltavam cinco minutos pro seu horário habitual de acordar. Com um pouco mais de tempo, ele fez o seu café da manhã um pouco mais devagar antes de ir para a faculdade. Após chegar lá, no caminho para sua sala de aula, ele resolveu tentar esquecer tudo o que aconteceu e não pesquisar mais sobre a história da deusa, pois ele achou que estava obsecado demais.

Meses se passaram, e chegou a tão aguardada férias do meio do ano. A maioria dos estudantes faziam viagens em família, e com Andrew não foi diferente. Seu pai tinha avisado que nessas ferias eles iriam acampar. Mesmo já tendo passado muito tempo desde o esquisito sonho que teve, nunca conseguiu esquecer. Andrew e sua família arrumaram suas coisas e foram para o meio de uma floresta que se encontrava a mais ou menos duas horas e meia de sua casa de carro. No caminho para chegar até a floresta, a frase da mulher misteriosa de seu sonho ecoava mais forte do que o normal em sua mente.

Após uma longa e cansativa viagem, eles finalmente chegaram ao seu destino. A viagem tinha demorado um pouco além do previsto, por volta de três horas e vinte minutos de viagem no total, fazendo com que eles chegassem apenas ao anoitecer. Após ajudar seu pai a tirar as coisas essenciais para a montagem de das barracas, uma onde dormiria Andrew e sua irmã e outra onde dormiria seus pais, seu pai o mandou trazer um balde de água de um rio que se encontrava um pouco mais a frente. Andrew, sozinho, foi até o rio usando sua lanterna para iluminar a escuridão profunda que tomava conta da floresta e um balde metálico onde cabiam aproximadamente 8 litros de água.

Ao chegar no rio, Andrew se ajoelhou e lavou seu rosto com a água limpa e fria. Logo após isso, olhou para o outro lado e viu um vulto preto perto da água, algo que ele não pôde identificar, mas tinha plena certeza que não era um humano e muito menos um animal da floresta. Com medo de apontar a luz de sua lanterna para saber o que era, optou pelo seguro e voltou imediatamente para onde sua família se encontrava antes que algo acontecesse com ele.

Ao retornar ao acampamento, seu pai o encarou com certa decepção ao perceber que ele não estava com a água.

— O que aconteceu, Andrew? Não conseguiu achar o rio?

— O senhor não vai acreditar no que aconteceu, eu vi uma espécie de monstro no rio e aí... — O pai interrompeu a fala do filho o segurou, levando-o para um espaço mais reservado.

— Eu sei o que você viu. — disse o pai de Andrew com uma expressão afoita.

Os dois se encontravam do lado de uma das barracas montadas enquanto sua mãe e irmã acendiam a fogueira que se encontrava a aproximadamente 10 metros de distância deles. No exato momento em que o seu pai o informou que sabia o que ele tinha visto, um clarão surgiu de repende e do céu começou a descer a mesma mulher que havia aparecido no sonho de Andrew. Ao chegar no chão, ela caminhou em direção aos dois.

— Olá novamente, James. — disse a estranha mulher chamando o pai de Andrew pelo seu verdadeiro nome.

— O que fazes aqui? —indagou James.

— Eu falei que eu poderia voltar... Por que o espanto? — a mulher perguntou com um semblante sério.

— Não foi esse o combinado que nós fizemos. — respondeu James um pouco irritado.

— Exatamente! — respondeu ela. — Justamente por você ter quebrado o nosso acordo que eu voltei para buscá-lo, e nada irá me impedir. Você deveria ter pensado melhor antes de fazer o que fez. — disse virando-se para o garoto que apenas acompanhava o diálogo sem entender o que estava acontecendo. — Lembra de mim? Eu disse que sua hora chegaria, meu filho.


— Quem é você? E como assim meu filho? — perguntou Andrew confuso e com medo do que estaria pra acontecer.

— Você se dedicou tanto para me conhecer e mesmo assim me pergunta quem eu sou? Eu sou quem você admira, foi por mim que você se encantou, eu sou o motivo por você esta aqui. Sou Nêmesis, sua mãe. — respondeu ela com uma voz séria que de alguma maneira estranha transmitia certa tranquilidade.

Andrew, perplexo com o que estava acontecendo, se negava a acreditar que aquela mulher era sua mãe, até seu pai intervir e confirmar o que Nêmesis já tinha o dito.

— Sim, filho. Nêmesis é realmente a sua mãe.

Em choque com a noticia confirmada por seu pai,ninguém disse mais nenhuma palavra. O silêncio tomava conta do lugar, até que Nêmesis tomou a iniciativa e voltou a falar.

— Agora que está tudo esclarecido aqui, você irá comigo para um lugar especial. Obrigada, James e Liz, por cuidarem do Andrew por mim. — completou.

Dito isso, Nêmesis levou Andrew com ela enquanto os seus pais choravam a perda do filho e sua irmã apenar observava sem expressar sentimento algum pela partida de seu irmão.

Andrew Miller
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alaric L. Carter em Qui 07 Abr 2016, 16:23


Avaliação




Andrew Miller

Andrew, confesso que me interessei ao ver que sua escolha inicial foi logo Nêmesis, uma vez que a ficha pra ela é rigorosa e você é novo por aqui; mas mais interessante ainda foi você ter conseguido pôr em prática um texto coerente. Na maior parte das vezes, os novatos acabam postando sem template e com falhas na trama. Mesmo assim, seu post está organizado, então o primeiro ponto positivo é esse.

O motivo pra ter escolhido a progenitora ficou um pouco no clichê, mas foi aceitável porque na história você encaixou precisamente as características da deusa no seu personagem, então percebe-se que a escolha interferiu na história, e não só nos poderes que ele pode ter. Em alguns pontos do texto existem falhas na acentuação que podem ter passado despercebidas (como "ferias" ao invés de "férias"), mas que não são muito relevantes em uma ficha de reclamação, ainda que eu ache importante citar que é bom tomar cuidado com esse tipo de errinho besta quando for fazer missões e coisas do tipo, porque tudo isso acaba descontando na sua avaliação, e consequentemente, nas premiações. Recomendo que revise o texto pra corrigir isso.

Sobre a história, que é o principal ponto avaliado aqui: a ideia de colocar ele em uma universidade cursando direito reforça a ideia de justiça que você pregou, e eu gostei disso. As explicações dadas pelo professor indicam que houve um real estudo sobre a deusa antes da escolha, o que é um ponto muito positivo. Não entendi o motivo pra ele ter ficado tão obcecado por Nêmesis sem mais nem menos, mas enfim, também não é algo não tão relevante aqui.

A ideia de colocar mistérios na trama foi boa, mas seria válido ter comentado sobre o monstro que você viu do outro lado do lago. Entendo que o personagem não poderia dar detalhes uma vez que não apontou a lanterna pra lá, mas talvez uma silhueta ou alguma reação do monstro pudesse deixar a história mais coerente. O que ele viu de tão diferente ali que fez ele pensar que era um monstro e não um animal qualquer? Esses são detalhes que deixam o texto mais rico e lhe dão mais pontos sem deixar a história redundante ou cansativa. Outra coisa que acho importante citar é que se aquilo realmente era um monstro, por que ele não foi atrás de você? Não seria um risco para a sua família continuar ali? Apenas posso desconsiderar um pouco da gravidade disso porque seu texto deu a entender que existe uma continuação ali, e acho extremamente importante que você escreva essa continuação para que tudo isso faça sentido. Mas lembre-se de manter a coerência.

Foi estranho a aparição de Nêmesis e o diálogo entre ela e a família, uma vez que deuses não interferem muito na vida de seus filhos. Espero que justifique isso futuramente. Mas, apesar disso tudo, esses deslizes não pesaram para uma reprovação. Entendo que é seu primeiro contato com o fórum, portanto, aprenderá mais aos poucos. Por fim, parabéns e seja bem-vindo, cria de Nêmesis. Qualquer coisa, MP.

Aprovado
Alaric L. Carter
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Satori Unohana em Qui 07 Abr 2016, 22:01




Revenge Princess リベンジプリンセス


• Por qual deus deseja ser reclamado e por quê?

Desejo ser reclamado pela Deusa Nêmesis. Os poderes e habilidades disponibilizados às proles da divindade são compatíveis com a personagem que desejo criar, tanto no quesito história quanto habilidades.

• Características Físicas

Unohana possui a esguia e delicada aparência de uma jovem asiática, banhada por negras e longas madeixas e refletida pelo azul de seus olhos puxados que, apesar da cor, caracterizam-na como uma bela mulher descendente de Takayama. Seus um metro e cinquenta e nove centímetros de altura e quarenta e nove quilos aparentam certa fragilidade na aparência, porém, engana-se aquele que a subestima com base nesses aspectos.

Anda sempre vestida com roupas características de sua terra e família; um longo quimono tomado pela cor branca e alguns detalhes em negro, denominado Haori. Este, por sua vez, é sempre posto sobre um segundo quimono totalmente negro, firmado por uma fita branca enrolada na altura do quadril, denominado Shihakusho. Apesar de toda a “espalhafatosidade” das vestes, o conforto proporcionado pelas mesmas faz com que movimentos de combate sejam realizados sem o mínimo empecilho.

A cicatriz em seu peito é a marca da descoberta de sua nova vida, caracterizando sua busca por conhecimento e clareza após o ocorrido em sua infância. Seria esta, então, a representação de uma nova Unohana.

• Características Psicológicas

Em quase a totalidade das vezes Unohana é caracterizada por uma personalidade meiga e amável, sempre prestativa e cortês independente da pessoa com a qual se relaciona. O doce som de sua voz somado às capacidades de oratória são facilmente possíveis de criar um vínculo afetivo com seus próximos. Porém, tão natural quanto à predominância de sua bondade, uma personalidade sombria, sarcástica e desprovida de sentimentos nutridos pelo bem domina as ações de Unohana, tornando-a tão horripilante quanto às magnitudes de sua bondade.

• História

Vinte e um de abril de mil novecentos e noventa e dois. A tempestuosa noite trazia consigo um estranho acontecimento que alegraria os dias da nobre família japonesa Satori. Desde o por do sol uma gigantesca e incomparável tempestade caía sobre a cidade de Takayama. Munidos da curiosidade em apreciar o estrago e devastação trazidos pelo fenômeno natural, o senhor e senhora Satori deixavam suas acomodações e colocavam-se ao exterior da residência. – N-não pode ser! Incapaz de conter o espanto, o líder daquela nobre família deixava que o sentimento transpassasse as barreiras físicas de seu corpo, colocando a mão sobre a boca em sinal de admiração.

Aos pés do casal, um belíssimo cesto ornamentado servia de repouso à linda criança que, tendo o barulho de seu choro abafado pela chuva, esgoelava de forma incessante. – Quem pôde ser cruel e incapacitado a ponto de deixá-la em situação tão precária, pobre criança?! A sutileza na voz da mulher era acompanhada de lagrimas que escorriam um misto de felicidade e pena ao tomar o bebê em seu colo. Encarando seu marido, a senhora Satori foi incapaz de conter seu instinto materno recém desenvolvido e devastado de forma prematura. – Nós perdemos nossa pequena de maneira tão precoce. Esta criança foi enviada pelos deuses para acabar com nosso sofrimento. Dizia esperançosa de que suas palavras tocassem o coração do marido, convencendo-o a ficar com a pequena abandonada. Porém, mal sabia ela que as palavras eram todas em vão; o coração daquele homem fora quebrado no momento em que seus olhos encontraram-se com a minúscula existência aos seus pés. Sorrindo, o marido respondia; - Seu nome será Unohana. Assim, lembraremos da primavera em que você deu a luz à nossa pequena. O novo nome daquele bebê tinha seu significado voltado à beleza das flores.

Os anos rapidamente caminharam sobre as vidas daquela família que recebera uma nova integrante. Agora com onze anos, Unohana corria pelos campos de plantações de seus pais, brincando com os criados e seus filhos. De forma incomum àquela época, a menina mantinha uma saudável e cortês relação com os empregados da família. Apesar de todo o mimo recebido durante sua criação, acabou por se tornar uma criança gentil, humilde e prestativa, destacando-se – de forma negativa aos olhos de alguns – em sua família.

Unohana fora, sem sombra de dúvidas, um conforto aos corações do senhor e senhora Satori, os quais recentemente haviam perdido a filha de pouca idade em um incidente desconhecido e ocultado pela família. Criaram-na como se partilhasse de seu sangue e, sem achar necessário, jamais haviam contado sobre a real origem da garota; até porque, tudo que sabiam limitava-se ao cesto deixado na porta em um dia tempestuoso.

Criaram-na com educação e habilidades impecáveis. Como toda boa família tradicional japonesa, os estudos foram prioridade durante o processo de crescimento da garota. Frequentava sempre as melhores escolas e partilhava com a prima Arima, quando necessário, os melhores professores particulares do país, mantendo-se sempre entre as primeiras de sua classe. Apaixonada por espadas, aproveitou-se da pequena influência que uma parte do ramo de sua família possuía em relação aos samurais e, sem necessitar insistência, convenceu seu pai a contratar um exclusivo professor de Kendo. Aprimorando-se nessa área a cada dia, tornou-se uma imbatível campeã local na arte da espada, fato que a tornava esquisita aos olhos da maioria, afinal, “uma garota não deveria praticar aquele tipo de atividade”, diziam.

A felicidade pairava sobre os dias de Unohana. Com sucesso em sua vida estudantil e na atividade que amava acima de tudo, não desejava uma ínfima alteração sequer em seu cotidiano. Porém, era algo que fugia aos simples desejos de uma garota. Tempestade e destruição cairiam novamente sobre a cidade de Takayama e, desta vez, sobre a família Satori.

A rivalidade entre famílias tradicionais no Japão era algo corriqueiro. Guerras, batalhas e disputas ocorriam naturalmente com o passar dos anos, incessíveis enquanto houvesse a monopolização de determinadas áreas do comércio japonês pertencente apenas à famílias específicas. Os Satoris eram conhecidos por dominar o mercado do arroz com suas incontáveis plantações, fato este que trouxera glória e dinheiro ao clã. Porém, traria igualmente a desgraça responsável pela aniquilação daquele povo.

Vinte e um de abril de dois mil e cinco. Unohana completava treze anos e, apesar da data festiva, a garota encontrava-se isolada em sua casa juntamente aos seus pais. – Não se preocupe querida. Amanhã faremos uma festa ainda melhor do que a que seria hoje.  A voz meiga da senhora Satori ecoava pela sala de estar na fútil tentativa de acalmar Unohana. Fútil, pois a garota sequer se importava com o cancelamento de sua festa devido à tempestade que desgraçava toda a cidade. – Tudo bem, mãe. É você quem não deve se preocupar com isso. Respondia de forma sorridente como sempre fazia.

A noite por si só já dava-se por arruinada. Sem festa e comemoração, parte dos Satoris encontrava-se reunida em um jantar na sala de estar. A cada raio e trovão, arroz era esparramado pela mesa ao assustar dos integrantes que a compunham. – Maldita seja esta tempes... Praguejava o senhor Satori ao ser interrompido pelo tocar da campainha. – Quem será em uma condição dessas?! Indagava-se, dirigindo-se à porta para atender o inesperado visitante. Ao abri-la, uma certeira flecha cortava o ar em direção à sua cabeça, transpassando-a em um límpido e fatal buraco. Sem chances de defesa, o homem tinha sua vida esvaída naquele mesmo momento, caindo sobre o úmido chão. Indescritivelmente abismados com a cena, todos os presentes na sala de estar expressavam-se aos gritos enquanto incontáveis homens mascarados invadiam a casa, distribuindo golpes de espada e flechadas em todos aqueles que cruzavam seus caminhos.

Apesar de todo o sentimento de desespero e angústia que corroia o interior da senhora Satori, a mesma era tomada pelo instinto materno e, de forma surpreendente, desligava-se de toda a confusão em sua volta e concentrava-se na tentativa de manter Unohana a salvo, esta que, pálida e imóvel, permanecia ao lado da mãe. – Vamos querida, feche seus olhos. Dizia, agarrando a menina pelo braço e arrastando-a através da porta dos fundos. Fugiria junto à filha se não fosse uma flecha atravessar seu peito no momento em que pisava no exterior da propriedade. – F-fuja... A última palavra da senhora esvaía-se junto à vida conforme seu corpo pesava em direção ao térreo.

Ainda sob efeito da adrenalina e desespero que corriam através de suas veias, Unohana não sabia exatamente o que fazer perante a chacina de toda a família em frente aos seus olhos. Enquanto sua mente implorava para que o corpo corresse em direção oposta a todo aquele sangue, seus músculos mantinham-se rígidos e imóveis. Porém, em uma súbita volta à sã forma de raciocinar, a garota colocava-se a correr rumo à floresta que residia aos fundos de sua casa. Sem olhar para trás, suas pernas exaustas a levava ao interior daquele amontoado de árvores.

Após um longo período de fuga, Unohana era enfim tomada pelo cansaço. Encostada em uma árvore, seus pulmões gritavam por ar a cada tentativa desesperada de respirar. Apesar da atitude que a trouxera até ali, sua mente ainda encontrava-se em desespero devido ao ocorrido, perturbando-a em forma de lágrimas que escorriam de maneira incessível. – Por que isso tinha que acontecer? O que fizemos para merecer? Isso não devia ter acontecido. Suas inocentes indagações eram justificáveis, afinal, a criança não tinha ciência da magnitude dos limites financeiros de sua família; limites estes que, de forma trágica, trouxeram fim a todos os Satoris.

Zing. O sibilar da flecha ecoava por toda a mata de forma tenebrosa. O projétil, atirado sorrateira e covardemente, acertava o peito da menina transpassando-o facilmente. Com um urro de agonia, Unohana caía ao chão conforme a dor alastrava-se por todo seu corpo. De maneira embaçada e aos poucos escurecida, a visão da menina encontrava-se com a silhueta de um homem que segurava um arco, aproximando-se aos poucos conforme proferia um asqueroso gargalhar. Estava prestes a ter sua vida completamente esvaída quando uma cegante luz dourada era emanada de sua retaguarda. Incapaz de mover a cabeça para ver o ponto de distribuição daquela cintilação, tudo que pôde fazer foi ver o brilho tomar conta de todo o âmbito e engolir a ameaça que se aproximava, tomando também a consciência da garota. Antes de apagar completamente, uma suave e adorável voz acariciava os ouvidos de Unohana, colocando-a em sono profundo.

Uma pequena gota escorria pela folha de uma árvore e caía diretamente em direção à testa da garota. Aos poucos retomava sua consciência e, ainda com dor, colocava a mão contra o peito verificando o ferimento. – Aquilo foi real?!De quem era aquela voz?! Indagava-se ao checar seu corpo. De fato o pequeno buraco em seu peito encontrava-se presente, apesar do sangramento estar estancado. Todo o lugar em volta de Unohana encontrava-se limpo, sem o menor vestígio da presença de outra pessoa. Incapaz de compreender o que havia acontecido na noite anterior, colocava-se a locomover-se em direção ao vilarejo mais próximo, por mais que sua movimentação fosse debilitada. Por sorte, conhecia aquela área como a palma de sua mão devido às brincadeiras de infância naquele local. Após um longo período de caminhada, a garota era encontrada por um grupo de caçadores quando estava prestes a desmaiar. Sangrando novamente pela ferida, era socorrida e levada ao vilarejo onde fora tratada e curada com o tempo.

Incapaz de esconder sua identidade, não tardou para que as pessoas em torno de Unohana a ligassem com a chacina ocorrida na mansão de sua família, obrigando-a a mudar de cidade e, em certo ponto de sua vida, de país.  Agora em um âmbito completamente diferente do de sua criação, a garota buscava sobreviver em meio às dificuldades, movida pela curiosidade e sentimento de vingança que havia eclodido desde a noite em que a cintilante presença a salvara. Buscava com todas as forças respostas aos acontecimentos de sua infância que, por mais cética que fosse, acreditava ser obra de algo fora da compreensão humana.

Estabelecendo-se na nova cidade em que residia, Unohana firmou-se em um emprego e foi capaz de manter a estabilidade financeira e social. Trabalhava durante toda a semana e, ao final desta, dedicava-se inteiramente a pesquisas.  Foram anos até que sua busca desse resultado, levando-a ao que mudaria sua vida ainda mais que o ocorrido de outrora. Seres e criaturas mitológicas foram uns de seus itens de estudo, mas, devido ao ceticismo e deuses diferentes cultivados pela religião em seu país, acabou por não considerar tal opção. Porém, esta concepção mudaria após a repetição de um dia traumático que estaria prestes a viver.

O dia estaria prestes a finalizar-se de forma normal. Saindo do serviço, tudo que Unohana devia fazer seria voltar à sua casa e descansar como sempre fizera. Apesar da distância entre a residência e o trabalho, o trajeto era sempre feito de forma pacífica. Ao menos fora até aquele dia. Três metros a separava da entrada de sua residência, a qual já poderia ser vista ao longe. Unohana colocava-se a atravessar a rua quando um barulho de explosão tomava sua atenção. – N-não poder ser. A decepção em sua voz era iminente, afinal, seus olhos fitavam a explosão que tomava conta de sua moradia.

A cicatriz no peito da garota ardia conforme se aproximava ás pressas de sua casa. Quando próxima o suficiente, era alvejada por um urro tenebroso jamais escutado. Os olhos arregalavam-se, a garganta trancava ao secar da boca e as pernas instantaneamente amoleciam. Enquanto apavorada, lembranças da tragédia ocorrida em sua infância bombardeavam sua mente, perturbando-a de forma cruel até que sua visão encontrava-se com a figura à frente. Ascendendo da fumaça gerada pela explosão, a gigantesca forma de um ser indefinido tornava-se presente conforme seus passos estremeciam o chão.  Tomada pelo medo, Unohana caía com a bunda contra o solo e lá permanecia conforme aquele monstro aproximava-se.

Extensos chifres acoplados a uma cabeça de touro, corpo com estrutura humanóide munido de músculos por toda parte, cascos tão grandes quanto o crânio de um homem adulto; era esta a aparência da criatura que aproximava-se da indefesa garota. Babando a cada passo que dava, o monstro mantinha seu olhar fixo na presa a sua frente, almejando-a a cada segundo que passava. Quando próximo o suficiente para alcançá-la, golpeava-a com seu braço direito na tentativa de nocauteá-la. O ataque seria certeiro e fatal se não fosse pelo escudo que era contraposto em direção ao punho cerrado da criatura. Como um príncipe clamado por toda garota adolescente, o rapaz defendia Unohana ao travar uma extensa e trabalhosa batalha, derrotando a monstruosidade desconhecida ao transpassar a espada em seu crânio.

Após o memorável feito, o rapaz retirava o capacete que protegia sua cabeça e, voltando-se à menina, estendia o braço em um cumprimento brusco e mal feito. – Me chamo Alfredo, filho de Ares. Ainda em estado de choque, milhares de questões transitavam pela mente da menina. – Que monstro era esse? Por que eu de novo? Alfredo? Filho de Ares? Ares? Não pode ser. Minha casa foi destruída. Por que isso está acontecendo novamente? Várias horas foram necessárias para que a compostura de Unohana fosse retomada e, em sã consciência, ter todo o corrido esclarecido pelo príncipe que a salvara.

- Acampamento Meio-Sangue? Indagava-se Unohana, acomodada em uma mesa de uma cafeteria próxima ao local de outrora. O rapaz explicava sobre a existência de criaturas mágicas e seres superiores que, apesar de todo o ceticismo da garota, os fatos ocorridos firmavam a veracidade da história. Digeria de forma lenta e duvidosa, até que por fim confiava nas palavras de Alfredo após repetidas explicações. – Mas como você me encontrou? Perguntava, sustentando uma indagação de fato curiosa. – E você acha que um semideus passaria despercebido aos olhos do Acampamento? Respondia o homem com outra pergunta.

Após a recomposição de Unohana e todas as informações e explicações dadas por Alfredo, a garota dirigia-se ao que chamavam de Acampamento Meio-Sangue. Em sua imaginação, seria um lugar repleto de deuses majestosos os quais governavam um âmbito completamente composto por guerreiros poderosos com aparências antigas, arquiteturas gregas por toda parte e anjos cortando o céu com seus voos esplendorosos. Decepcionou-se ao não ter suas expectativas respondidas, porém, indubitavelmente o lugar havia a encantado. Após sua acomodação, o incidente em sua infância fora explicado por um dos superiores naquele local e, após um tempo, fora reclamada de forma definitiva como filha de Nêmesis. Caberia agora a garota estrutura-se naquele âmbito, adquirindo força e poder o suficiente para despejar justiça e vingança sobre todos aqueles que trouxeram desgraça à sua família.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Oscar Bezarius em Sex 08 Abr 2016, 11:47


Avaliações
# Ozai Odelschvank #


Ozai Odelschvank - Aprovado

Você tem uma escrita muito boa e a forma que a tua personagem age é bem interessante. Gostei da forma de escrever que tu tens.

Entretanto, notei erros bobos na digitação, na falta vírgula. Porém, nenhum que mude meu veredito.

Notei que já pediu um reset, então não problemas para eu não aprovar. Isto é, seja bem vindo, filho da vingança!

Oscar Bezarius
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Eu acho que não é da sua conta. Só acho.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 124-ExStaff em Sab 09 Abr 2016, 01:15

Atualizados.
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Ficha de reclamção

Mensagem por Fletcher Hill em Dom 10 Abr 2016, 17:10

● Por qual deus você deseja ser reclamado?
Hermes, deus das mensagens, viajantes, carteiros e qualquer um que use as estradas.
● Cite suas principais características físicas e emocionais:

Um adolescente jovem de 13 anos com 1,60 de altura, cabelo preto, olhos castanhos e uma cara de zueiro HU3 BR. Sempre esta de bom humor(menos quando esta de mau humor, coisa que raramente acontece), sempre faz amizades com todos, seja pelo seu charme, seu humor, suas referências ou sua inteligência. Nerd pra caramba e alto conhecedor da arte dos roubos, da zueira, de tirar cochilos e de correr muito.

● Diga-nos: por quê quer ser filho de tal deus?

Hermes. Afinal o cara é eu em forma de deus imortal.

● Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Eu nasci em Ariquemes, Rondônia. Cresci ouvindo de minha mãe que meu pai era um viajante encantador que fez ela se apaixonar por ele na primeira vez que se viram e que teve que ir embora por causa de motivos que ue não conseguiria entender, eu cresci conformado com isso, nunca tive uma vida das mais normais, tinha dislexia e TDAH, me metia em tretas e via homens com que só tinha um olho na testa então um dia eu chego em casa e minha mãe diz que precisamos nos mudar e me empurrou pra dentro do carro e saiu dirigindo até a rodoviária onde me entregou para um cara que eu nunca vi antes e disse que eu tinha que confiar nele, o ônibus nos levou até a capital onde entramos em um avião e depois pegamos outro ônibus que nos levou até um acampamento, só que como eu tenho muita sorte um cachorro gigante virado do capiroto saiu do meio das árvores e veio me atacar, então o tiozinho que veio comigo tirou as calças e eu fiquei tipo Mother of God quando vi que ele tinha pernas de bode e pegou uma flauta começou a tocar ela, então simplesmente brotaram raízes q pegaram o cachorro e o atraso até entrarmos no acampamento, e aqui estou e agora. True Story
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lavínia Cavendish em Dom 10 Abr 2016, 17:28



Avaliação

Fletcher Hill - Reprovado como filho de Hermes


Fletcher, aconselho você a dar uma boa lida nas demais fichas (aprovadas, de preferência). Seu texto cheio de erros ortográficos, palavras inexistentes no dicionário e memes passaram a impressão pura de que você pensa que nosso trabalho é um desleixo.

Elabore melhor sua história, que teve apenas um parágrafo. Crie seu personagem, descrevendo-o de maneira mais detalhada nas características físicas e psicológicas. Dê realmente um bom motivo para querer ser filho de Hermes, já que nada do que foi lido me convenceu neste post.

Evite escrever coisas tipo esta:

Sempre esta de bom humor (menos quando esta de mau humor [...])

Saia dos clichês de dislexia e TDAH, "homem-bode" (que se chama sátiro, caso não saiba) e essa história que já lemos no primeiro livro de Percy Jackson. Você pode criar sua história original, inserindo nela o que quiser para que fique realmente parecida com você, e não com metade deste fórum.

Enfim, resumindo: Melhore a história, pare de escrever como se estivesse no Whatsapp (já que nosso trabalho aqui é avaliar você em ortografia, organização, coerência, coesão, fluidez, estrutura, objetividade e adequação ao que foi proposto), exclua as imagens de "menes" da narração e se dedique para conseguir ser aceito no grupo. Se achar necessário, pesquise mais sobre Hermes, assim encontrará mais motivos para querer interpretar um filho dele.

Se quiser, pode me enviar uma MP e tirar maiores dúvidas. Posso ajudá-lo a desencadear sua história ou até mesmo a encontrar um simples template para que sua postagem fique mais atraente. Não desista, ok? Espero ler sua próxima ficha.


Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
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white winter hymnal


I was following the pack all swallowed in their coats, with scarves of red tied round their throats, to keep their little heads from fallin in the snow and I turned round and there you go...


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lorenzo A. Pallas em Dom 10 Abr 2016, 18:15




Ficha - RECLAMAÇÃO



- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Héracles. Devido que se encaixa mais com a trama do personagem em que foi criado.Também por ser uma história que chamou muito minha atenção e por ter gostado dos poderes em que foi feito e lido pelo usuário.

-  Perfil do Personagem: Características Físicas
Apresente ser um jovem consideravelmente alto, com seus um metro e oitenta e quatro centimetros (1,84). Pesando oitenta e seis quilos (86), possuindo  corpo elegante em questão física; malhado, com traços fortes de treinos constantes, olhos claros, não tantos, cabelos com um tom de loiro, porém os cabelos não são tão claros.Pssui uma cicatriz no entanto média,na parte do braço devido ao acidente no seus doze anos de idade,quando passeando com seu primo Ian, quando dois carros se colidiram e ambos estavam na calçada, por ser uma batida forte, os estilhaços voaram e uma parte acabou indo de encontro com Lorenzo. Por fim sua pele, de cor moreno, bronzeado não tão escuro, nem tão claro.

-  Perfil do Personagem: Características Psicológicas
O jovem aparenta, ser um garoto não tão calmo, mas que tenta ser em muitas das vezes, porém acaba sendo falho. Costuma defender bastante seus aliados, mas é encontrado algumas façanhas do garoto, por muitas vezes usar algumas pessoas e por ser um pouco "brigão" pra defender seus amigos, na maioria das vezes em jogos de futebol americano. Um pouco preguiçoso mas algo que sua mãe lhe ensinou foi realmente estudar. Possui alguns amigos, no entanto um pouco tímido, mas mostra alegria aos seus amigos. Sempre destemido e corajoso, dando "cara a tapa" pra enfrentar seus obstáculos. No entanto um pouco preguiçoso.

-  História do personagem

Nascimento

- Rompeu ! A bolsa. Tá nascendo Simon ! Exclamava Caroline que estava prestes a dar luz a um menino; Lorenzo. Simon era seu irmão,ambos estavam indo para casa dos pais em Boston,porém foram surpreendidos dentro do carro.- Am ? O que ? Sério isso ? Temos que ir pro hospital então ? Dizia Simon sem saber oque fazer nessa situação. Enquanto isso a mulher grávida respirava rapidamente, quando gritou - O que você acha ? Ou você quer tentar fazer o parto ?! Então o motorista dando meio volta,indo em direção ao hospital mais próximo.

Simon e Caroline moravam juntos, ambos irmãos de sangue, moravam em Providence. Caroline já morava em Providence sozinha, Simon após saber que sua irmã estava sozinha decidiu ir morar com ela após convite da mesma, assim ele pode ajudar Caroline. Ambos trabalhavam e conseguiam se sustentar facilmente.Era extamente cinco e meia da tarde quando aconteceu a surpresa.

Chegado ao hospital Caroline já estava dentro da sala.Enquanto isso Simon comunicava a família o ocorrido inesperado. Para família Pallas considerada unida, estava sendo uma tarde feliz, um menino nasceu, Lorenzo. Nasceu com uma saúde de Touro,disse próprio médico surpreso pois a criança nasceu antes dos nove meses, não apresentou nenhum sinal de baixo peso, ou necessidade de interna-lo.

Caroline feliz por um lado e com medo por outro lado, pois sabia que não era uma simples criança e deverá protege-lo ao máximo a todo custo. Por todo esse tempo a família sempre quis saber o paradeiro do pai da criança, no começo até a mateda da gravidez sempre perguntavam se tinha noticias do mesmo e sempre ele respondia secamente "Não sei, não sei." Pois sabia que alguma coisa viria busca-lo,não sabendo se iria se bom ou ruim.


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Infância - Pré adolescência

Passado-se alguns anos, Lorenzo com seus doze anos sempre teve uma saúde que deixam os outros surpresos, uma energia diferente, tendo uma certa hiperatividade. Morando com sua mãe (Caroline) e seu tio (Simon) o jovem, tratava seu tio como pai e o mesmo sempre incentivava Lorenzo a fazer esportes e ver jogos. Já com seis anos,Simon pôs pra fazer luta;Jiu-Jitsu. O menino tinha facilidade em aprender e se habituar aos esportes. Lorenzo sempre se arrumou em confusões pra defender seus ideais, arrumando briga com garotos maiores devido a isso e por não ter uma boa paciência. Nesse período entre dez aos doze o menino já foi expulso uma vez por briga.

Depois de um tempo Lorenzo largando o jiu-jitsu, Caroline e Simon decidiram incetiva-lo a fazer futebol americano, pois é um esporte de alto atrativo pra Lorenzo. Simon sempre que podia levava o menino para ver os jogos dos Patriots. Enfim, Lorenzo se mostrou um bom jogador na escola em que estava estudando. Com quatroze anos de idade sendo que desistiu do esporte de luta e se habituando ao futebol americano. - Tem um grande futuro. Ele tem uma força e uma coragem diferente dos outros. Dizia o técnico do time conversando com o auxiliar.

Várias coisas aconteciam com Lorenzo, pesadelos que tiravam seus sonos e o menino falava algumas vezes de alguém estar seguindo ele. Caroline sabia oque poderia ser, porém evitava de contar pro seu irmão Simon e sempre que possível levava o garoto pra escola entre outros lugares. Um certo dia seu tio Simon decidiu levar Lorenzo pra ver um jogo de futebol americano, dos Patriots novamente. Seria um jogo de estádio cheio, Patriots contra Vikings, conseguiram um bom lugar no local, a movimentação no estádio estava intensa, um empurra-empurra constante, Simon segurando Lorenzo pela nuca, o tio do garoto ia se encontrar com outros amigos la dentro. Após entrarem e sentando-se, ficando certamente "confortáveis".

Após um jogo de intensa emoção, Patriots vence o jogo, garantindo uma pontuação louvável. Simon e Lorenzo entraram no carro com alegria estampada no rosto, comentando sobre o jogo. Dando processo pra ir em direção para casa. - Muito bom o jogo né ? Perguntou Simon ao seu sobrinho. - Aham, muito bom mesmo tio ! Melhor esporte cara. Disse Lorenzo todo elétrico por causa do jogo. - Tio... Vamos lanchar, tô com fome. Falou o menino sentindo sua barriga roncar. Simon deu uma leve gargalhada e concordou, virando o carro carro indo em direção a lanchonete. O percurso que eles estavam fazendo para ao local era pouco movimentado e estava tarde da noite. O clima parecia estranho pra Lorenzo, seu coração ficava acelerado, tinha algo diferente... De repente um homem com uma roupa branca parou na frente do carro, fazendo Simon frear bruscamente e Lorenzo levemente bateu a testa na parte do porta-luva. - Lorenzo você está bem ? Falei para você por o cinto. Ei, você ! Está tudo bem ? Exclamou Simon, observando o homem todo vestido de branco e uma espada embainhada na cintura. - Afastem-se daqui imediatamente ! Leve o garoto embora daqui. Gritou o homem olhando para o lado. Enquanto isso Simon e Lorenzo ouviram um grito, um rugido, não sabia exatamente oque era. Uma árvore se chocou na parte da frente do carro, exatamente do farol, Simon ficara assustado, assim como Lorenzo. A uma distância podia se ver um pouco,que aquilo que havia atacado, tinha chifres.

O homem havia puxado a espada e indo em direção ao suposto monstro. Simon engatou a ré rapidamente. Indo embora em direção a sua casa. - A gente lache em casa Lorenzo. Oque foi aquilo ? Se a gente ficasse mais um pouco a frente, aquele tronco havia pegado em cheio. Ainda bem que aquele cara apareceu. Disse Simon tentando comunicar a policia.

Ao chegarem em casa, seu tio mandou Lorenzo ir diretamente para o banheiro limpar o machucado e tomar um banho, pois queria conversar com Caroline, explicar oque tinha acontecido. - Fala baixo Simon. Tenho muito pra te contar, tentei esconder esse tempo todo. Promete que não contará a ninguém.  Falou Caroline a Simon que estava frenetico com o acontecido e Lorenzo havia escutado, porém não deu importância e voltou a seus a fazeres.

Após um longo tempo de conversa, a ficha de Simon começou a cair e perceber que todas as coisas que haviam acontecido com Lorenzo não era normal, seus sonhos, a força que o garoto tinha, sua energia, a hiperatividade. Querendo ou não... Assustado com isso tudo, pois sua vida estava em risco. Porém, ambos os irmãos por serem de uma família unidade, decidiram comprar outra casa na mesma cidade.


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Adolescência - Direção ao Acampamento meio-sangue

- Mãe ! Tio Simon ! Consegui, consegui ! Dizia o jovem feliz ao entrar em sua casa chamando todos. Era exatamente nove horas da manhã(9:00) quando recebeu a noticia. Seu tio e sua mãe vieram estapando seus sorrisos no rosto e o parabenizando. Lorenzo havia conseguindo uma bolsa na faculdade em boston devido a sua dedicação no futebol americano, como ConerBack, pois era forte e num entanto rápido.Era motivo de muita alegria, porém de grande espanto pra Caroline e Simon, a vida do menino estava em risco ainda. Por sorte o garoto conseguiu uma faculdade próxima a sua casa, em Providence, esta com seus dezessete ano de idade(17), prestes a fazer dezoito(18). Iria aproveitar esse pequeno tempo antes de ir pra faculdade, para treinar intensivamente, futebol americano.

Estava prestes a ficar de noite, umas seis horas da tarde(18:00) de um sábado e Lorenzo havia combinado de ir para casa do seu amigo Alex, um outro jovem que fazia parte do seu time de futebol americano, o mesmo morava em um condominío. - Mãe. To indo dormir na casa do Alex, lá no condomínio dele. Disse Lorenzo. Caroline havia concordado, porém, queria leva-lo de carro, mas o jovem já se sentia crescido o suficiente pra se garantir sozinho. Sua mãe preocupada, mesmo assim permitiu. Lorenzo pegou suas roupas, seu celular e alguns equipamentos de futebol americano, pois haviam combinado de fazer um treino na quadra do condomínio com outros amigos.

Lorenzo se despediu de sua mãe e seu tio. Pegando sua moto pois havia tirado sua carteira, uma moto simples, mas boa para se pilotar e o suficienta pra que tem dezessete anos. - Alex, to chegando ai. Disse Lorenzo segurando o celular na mão direita e sua jaqueta na esquerda prestes a coloca-la. Seu amigo morava em condomínio na própria cidade de Providence, uns trinta minutos da casa de Lorenzo.

Após um pequeno caminho e chegado ao local, seus amigos já estavam vestidos e caracterizados pra começar a jogar. Lorenzo, por ter pensado antes já havia colocado uma parte da roupa por baixo de suas vestimenta, onde precisa apenas tirar a roupa por cima, por o shoulder, protetor bocal, chuteira e sem o capetece. No total era uma mochila com os roupas e acessorios, apenas o nescessário e uma bolsa com os equipamentos, a mochila nas costas e sua bolsa presa na parte do carona com um suporte sobre ela, pra prende-la.

- Sempre Lorenzo demorando. Brincavam seus amigos. - Coner chegou galera ! Meu time já venceu. Falou Lorenzo conçoando deles. O grupo de amigos fizeram alguns alongamentos antes de começarem, alguams corridas para aquecerem. Após o aquecimento, formaram os times. - Vamos começar então ! Não é só porque conseguiu uma bolsa na faculdade que vamos pegar leve com você Lorenzo. Disse Alex, seu amigo, quarterback do time, fazendo Lorenzo soltar um sorriso de canto de boca. Todos sabiam qe o jovem, tinha uma força sobrenatural essa força era mostrada em jogos e na academia.

Os amigos se divertiam e treinavam, já eram dez horas da noite(22:00) alguns já tinha ido embora. Enquanto o resto estava sentado exausto apenas conversando, esperando dar hora para se retirarem também. Todos os moradores do condomínio aparentemente já tinha dormido, pois era um silência depressivo quando os garotos ficavam sem assunto. Lorenzo ainda ficava de pé treinando em receber a bola com o Quarter back, seus amigos sempre ficavam chocados com a intensa energia que Lorenzo apresentavam. Alex já estava com o braço esquerdo doendo intensamente, devido aos vários movimentos feito com o braço, consequentemente fazendo o amigo de Lorenzo parar de jogar.

- Ai Alex e Lorenzo, deu minha hora, onze horas já. Falou brother, até a próxima. Disse o último companheiro que estava ali e se retirando, ficando apenas Alex e Lorenzo. - Tô só a fome irmão. Vamos subir ? Minha mãe deve ter feito hamburguer. Comentou Alex rindo um pouco e declarando realmente sua fome.- Nossa, vamos embora então ! To com muita fome também. Sua mãe só faz lanche massa cara.Lorenzo apenas concordou e riu.Pegando seus itens e seus equipamentos, prestes a se retirar da quadra que era feita com grama.

Estavam apenas os dois ali se levantando,quando um segurança estranho apareceu e fico u observando Lorenzo. Alex havia comentado que este segurança é novo, pois nunca tinha visto ele pelos arredores do condomínio. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Disse o homem se aproximando, com um olhar estranho e com a voz totalmente estranha também.- Como é que é cara ? Você ta ficando doido ? Indagou Lorenzo ficando um pouco estressado. Alex e Lorenzo ficaram um pouco receosos, porém, a coragem estava em primeiro lugar esse era um dos fundamentos que aprenderam no futebol americano. Ambos ficavam dandos pequenos passos pra saída e o estranho vinha na direção falando pra Lorenzo ficar parado.

- Cara, eu to ficando sem paciência. Tô com fome e fedendo, quero tomar banho, dá licensa. Nem te conheço pra você falar pra vim falar pra "ficar parado porque minha hora chegou". Disse o jovem já revoltado e indo em direção do homem. O estranho ia em direção de Lorenzo, quando o jovem deu uma investida no mesmo fazendo-o cambalear e cair no chão. Alex foi atrás rindo do tal e olhando para o homem, o tal se levantou pegando o amigo de Lorenzo pelo braço e jogand-o facilmente a uma distância de dez metros, fazendo-o o garoto bater a cabeça e ficar desmaiado. - Am ? Da onde você tirou essa força ? Alex ! Acorda. Exclamava Lorenzo após ver a tal ação do estranho e indo em direção ao seu amigo e dando pequenos tapas no mesmo, para ver se o acordava. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Na hora que homem disse isso a voz dele começou a mudar e ficar mais grossa. No mesmo momento a pelo do estranho começou a cair de forma nojenta e ficar preta, seus olhos ficaram vermelhos, os dentes ficaram afiados.

Lorenzo não sabia definir oque era aquilo, apenas que era algo que deixava-o com um certo medo. - Lorenzo... Semi-deus! Sua hora chegou. VOU ACABAR COM VOCÊ! Falou alto o monstro indo correndo em direção do jovem que não estava entendendo nada. Sem reagir,nos últimos segundos Lorenzo rolou pro lado e se esquivou do monstro. Sem ter muito tempo o mostro já foi de encontro com o garoto novamente, desferindo um golpe no rosto, no entanto "leve", porém, fazendo o rolar e sangrar no supercílio. Lorenzo se recompôs, ficando de pé, obteve uma pedra no chão segurando com a mão direita, quando o monstro chegou próximo dele, o jovem fez um ataque com a pedra na horizontal, da direita pra esquerda, fazendo-o ir pro lado a tempo de Lorenzo se distanciar alguns metros pra pensar oque fazer.

O jovem estava preocupado com seu amigo que estava estirado no chão desmaiado. O monstro sacudiu a cabeça e voltou correndo em direção de Lorenzo, quando estava a uns três metros de direção do semi-deus, uma lança veio e acertando em cheio a cabeça do monstro, fazendo-o o cair lentamente na frente de Lorenzo. - Seu vacilão! Disse o jovem, no entanto aliviado e o monstro se auto desintegrou no local, deixando apenas a marca de um queimado. Quando o garoto olhou para o lado direito, vinha um homem com uma armadura, de bronze, porém, brilhante e uma espada. - Lorenzo, venha comigo,rápido. Vim garantir sua segurança, sua vida está em risco aqui. Não temos muito tempo, virão outros desses. Lorenzo não estava entendo mais nada, ficou um pé atrás com a conversa do homem, mas parecia que era sua única segurança.- Preciso ligar pra minha mãe, meu tio. Meu amigo ta desmaiado no chão, não posso deixar ele aqui. Quem são vocês? Lorenzo estava preocupado.

- Ei Josh ! Precisamos ir imediatamente, dá pra sentir mais deles por aqui. Disse mais um que estava com armadura, arco e flecha. O tal garoto que se chamava Josh, disse que Alex iria ficar bem e que Caroline iria receber uma carta, pois a mesma já sabia que isso iria acontecer algum momento, devido a segurança de seu filho. - Tudo bem Rainner, vamos ! Ana já esta lá fora com o carro ? Perguntava o homem. O mesmo era mais velho do local, Lorenzo percebeu que tinha mais uma deles. Não havia mais tempo Josh segurou Lorenzo pelo braço e começou a correr com ele em direção ao tal carro e lhe entregando uma faca.

Os três entraram no carro e Lorenzo começou a refletir, a ficha começou a cair, percebeu que os acontecimentos nos seus dia-a-dia não eram normais. Atrás do carro vinha um outro monstro com chifres, aparentemente um minotauro. Por sorte o carro já estava no arranque e conseguiu acelerar rápido. As luzes dos prédios estavam se acendendo pois os moradores perceberam a quantidade de barulho e Lorenzo percebeu que o monstro se transformou em um homem e se retirou. Ao longe deu pra ver que seu amigo acordara do desmaio.

Lorenzo limpava o sangue que estava sobre seu rosto devido ao golpe que havia levado. O homem decidiu resumir sua história. - Lorenzo, primeiramente, eu sou Josh, a que está dirigindo é Ana e o garoto com arco é Nicholas. Eu sou filho de Zeus, Ana filha de Hermes e Nicholas filho de Apolo. Creio que já estudou sobre mitologia na escola, então. Enfim, você é filho de Héracles, sua força, sua energia, sua hiperatividade não são normais, vai ser dificil entender agora. Estamos te levando pra um lugar seguro mas neste momento precisamos ficar atento, pois os monstros neste momento devem estar nos seguindo. Já deve ter percebido muitas vezes que na sua idade a sua força é muito maior do que as pessoas normais, porém você vai desenvolver muito mais no lugar pra onde vamos. Já estamos te observando a muito tempo, no dia que você sofreu o acidente com quinze anos, era eu que havia mandado você e seu tio Simon, não te busquei naquele momento, pois seria um risco completo. Enfim, seja bem-bindo meio sangue ! Pode descansar agora. Lorenzo apenas ficara calado escutando oque Josh dizia. Em questão de segundos apagou em um sono profundo.

Lorenzo observou que o carro havia parado e o garoto foi acordado com alguns tapas no rosto. Todos se retirando do carro, quando Lorenzo olhou para o automovel o mesmo virou fumaça. Quando chegaram já era de madrugada, exatamente duas e meia da manhã(2:30). O jovem passou suas mãos em seus olhos pra retirar as remelas. Lorenzo leu a placa onde passara de baixo "Acampamento meio-sangue", e mais a frente um homem meio cavalo, tudo isso era confuso e supreendente para o mais novo semi-deus. - Vocês conseguiram. Parabéns Josh, Ana e Nicholas. Vão descansar, estão dispensados. Talvez precise de algum de vocês pra enturmar Lorenzo. No momento eu assumo aqui. Prazer Lorenzo, meu nome é Quíron. Disse o centauro dando uma gargalhada e voltando a falar. - Não costumo ficar acordado até essa hora. Creio que Josh tenha te explicado um resumo do que você é e parece estar cansado, talvez podemos conversar melhor mais tarde. Mas não ache que será moleza meu jovem. Vou leva-lo até seu chalé. Ponha algum curativo, tome um banho descanse, amanha cedo quero te ver nos treinos, demonstrando a força dos filhos de Héracles. [/color]Disse Quíron, rindo um pouco e ambos foram conversando pelo caminho. - Seja bem-vindo ! Assim, o novo semi-deus, se instalou no chalé.


OBS:
No nono parágrafo peço perdão por não saber identificar o "monstro" onde o título é "Adolescência - Direção ao acampamento meio-sangue"




valeu @ carol!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Kalled C. Almeida em Dom 10 Abr 2016, 20:28

Lorenzo A. Pallas – Reprovado

Tenho que parabenizar-te pelo esforço e preocupação em tentar escrever uma história “detalhada” sobre seu personagem, no entanto pecaste em alguns quesitos que foram considerados gravíssimos, tais quesitos estão discriminados abaixo:
@Lorenzo A. Pallas escreveu:Héracles. Devido que se encaixa mais com a trama do personagem em que foi criado.

Houve um erro de concordância notório nessa oração, note que neste caso o uso do verbo principal no infinitivo e da preposição “ao” juntamente com a palavra fato, seria mais adequado. Logo, sua oração seria:

“Devido ao fato de se encaixar mais com a trama do personagem na qual ele foi criado”

@Lorenzo A. Pallas escreveu: Apresente ser um jovem consideravelmente alto, com seus um metro e oitenta e quatro centimetros (1,84). Pesando oitenta e seis quilos (86), possuindo  corpo elegante em questão física; malhado, com traços fortes de treinos constantes, olhos claros, não tantos, cabelos com um tom de loiro, porém os cabelos não são tão claros.Pssui uma cicatriz no entanto média,na parte do braço devido ao acidente no seus doze anos de idade,quando passeando com seu primo Ian, quando dois carros se colidiram e ambos estavam na calçada, por ser uma batida forte, os estilhaços voaram e uma parte acabou indo de encontro com Lorenzo. Por fim sua pele, de cor moreno, bronzeado não tão escuro, nem tão claro.

Você não se definiu de forma alguma, veja que ao mesmo tempo em que afirma ser uma coisa afirma também ser o seu oposto e isso é contraditório, incoerente e sem coesão.

Palavras como “suficienta”, “alguams”, “lache”, entre outras; estão escritas de forma errônea. Revise seu texto sem pressa, pois isso lhe ajudará a ter um rendimento maior futuramente.

E por último evite o uso de templates com barra de rolamento, isso só torna a leitura de um avaliador mais cansativa e por muitas vezes “imperceptível” ocasionando a perca de detalhes que talvez enriqueçam seu texto.

Meu conselho é para que poste sua história novamente, porém seja coeso em suas ideias, troque o template e revise o texto antes de postá-lo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lorenzo A. Pallas em Seg 11 Abr 2016, 16:57



Ficha - RECLAMAÇÃO




- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Héracles. Devido ao fato de se encaixar mais com a trama do personagem em que foi criado. Também por ser uma história que chamou muito minha atenção e por ter gostado dos poderes em que foi feito e lido pelo usuário.

-  Perfil do Personagem: Características Físicas
Apresenta ser um jovem consideravelmente alto, com um metro e oitenta e quatro centímetros (1,84). Pesando oitenta e seis quilos (86), possuindo corpo elegante em questão física; malhado, com traços fortes de treinos constantes. Olhos razoavelmente claros, cabelos com um tom de loiro. Aparência atractiva. Possui uma cicatriz no entanto média, na parte do braço esquerdo devido ao acidente nos seus doze anos de idade, quando passeando com seu primo Ian, quando dois carros se colidiram e ambos estavam na calçada, por ser uma batida forte, os estilhaços voaram e uma parte acabou indo de encontro com Lorenzo. Por fim sua pele de cor branca.

-  Perfil do Personagem: Características Psicológicas
O jovem aparenta, ser impaciente. Costuma defender bastante seus aliados. Suas brigas na maioria das vezes acontece em jogos de futebol americano. Possui alguns amigos e mostra alegria aos mesmos. Sempre destemido e corajoso, dando "cara a tapa" ora para enfrentar seus obstáculos. Em muitas ocasiões é estratégico. Lorenzo é maioria das vezes “cabeça dura”. Costuma ser um garoto dedicado no que faz.
Defeitos: Impaciente, apressado, teimoso.
Qualidades: Defensor, corajoso, destemido, alegre, muitas das vezes estratégico.


-  História do personagem  

Nascimento

- Rompeu ! A bolsa. Ta nascendo Simon ! Exclamava Caroline que estava prestes a dar luz a um menino; Lorenzo. Simon era seu irmão, ambos estavam indo para casa dos pais em Boston, porém foram surpreendidos dentro do carro.- Am ? O que ? Sério isso? Temos que ir pro hospital então? Dizia Simon sem saber o que fazer nessa situação. Enquanto isso a mulher grávida respirava rapidamente, quando gritou - O que você acha ? Ou você quer tentar fazer o parto ?! Então o motorista dando meio volta, indo em direção ao hospital mais próximo.

Simon e Caroline moravam juntos, ambos irmãos de sangue, moravam em Providence. Caroline já morava em Providence sozinha, Simon após saber que sua irmã estava sozinha decidiu ir morar com ela após convite da mesma, assim ele pode ajudar Caroline. Ambos trabalhavam e conseguiam se sustentar facilmente. Era exatamente cinco e meia da tarde (17:30) quando aconteceu a surpresa.

Chegado ao hospital Caroline já estava dentro da sala. Enquanto isso Simon comunicava a família o ocorrido inesperado. Para família Pallas, considerada unida, estava sendo uma tarde feliz pois a criança nasceu; Lorenzo. Nasceu com uma saúde de Touro, disse próprio médico surpreso pois a criança nasceu antes dos nove meses, não apresentou nenhum sinal de baixo peso, ou necessidade de interna-lo.

Caroline feliz por um lado e com medo por outro, pois sabia que não era uma simples criança e deverá proteger ao máximo e a todo custo. Por todo esse tempo a família sempre quis saber o paradeiro do pai da criança, no começo até a metade da gravidez sempre perguntavam se tinha notícias do mesmo e sempre ela respondia secamente "Não sei, não sei." Pois sabia que alguma coisa viria buscar não sabendo se iria se bom ou ruim.


-------

Infância - Pré adolescência

Passando-se alguns anos, Lorenzo com seus doze anos sempre teve uma saúde que deixam os outros surpresos, uma energia diferente, tendo uma certa hiperactividade. Morando com sua mãe (Caroline) e seu tio (Simon) o jovem, tratava seu tio como pai e o mesmo sempre incentivava Lorenzo a fazer esportes e ver jogos. Já com seis anos, Simon pôs para fazer luta;Jiu-Jitsu. O menino tinha facilidade em aprender e se habituar aos esportes. Lorenzo sempre se arrumou em confusões pra defender seus ideais, arrumando briga com garotos maiores e por não ter uma boa paciência. Nesse período entre dez aos doze o menino já foi expulso da escola uma vez por briga.

Depois de um tempo Lorenzo largando o jiu-jitsu, Caroline e Simon decidiram incentiva-lo a fazer futebol americano, pois é um esporte de alto atractivo para Lorenzo. Simon sempre que podia levava o menino para ver os jogos dos Patriots. Enfim, Lorenzo se mostrou um bom jogador na escola em que estava estudando. Com quatorze anos de idade já largado esporte de luta, o garoto se habituou ao futebol americano. - Tem um grande futuro. Ele tem uma força e uma coragem diferente dos outros. Dizia o técnico do time após algumas semanas observado Lorenzo.

Várias coisas aconteciam com Lorenzo, pesadelos que tiravam seus sonos e o menino falava algumas vezes de alguém estar seguindo ele. Caroline sabia o que poderia ser, porém evitava de contar pro seu irmão Simon e sempre que possível levava o garoto pra escola entre outros lugares. Um certo dia seu tio Simon decidiu levar Lorenzo para ver um jogo de futebol americano, dos Patriots novamente. Seria um jogo de estádio cheio, Patriots contra Vikings, conseguiram uma boa localização na arquibancada. A movimentação no estádio estava intensa, um empurra-empurra constante, Simon segurava Lorenzo pela nuca, o tio do garoto ia se encontrar com outros amigos lá dentro. Após entrarem e sentando-se, ficando certamente "confortáveis".

Após um jogo de intensa emoção, Patriots vence o jogo, garantindo uma pontuação louvável. Simon e Lorenzo entraram no carro com alegria estampada no rosto, comentando sobre o jogo. Assim dando processo pra ir em direção para casa. - Muito bom o jogo né ? Perguntou Simon ao seu sobrinho. - Aham, muito bom mesmo tio ! Melhor esporte cara. Disse Lorenzo todo elétrico por causa do jogo. - Tio... Vamos lanchar, tô com fome. Falou o menino sentindo sua barriga roncar. Simon deu uma leve gargalhada e concordou, virando o carro carro indo em direção a lanchonete. O percurso que eles estavam fazendo para ao local era pouco movimentado e estava tarde da noite. O clima parecia estranho pra Lorenzo, seu coração ficava acelerado, tinha algo diferente... De repente um homem com uma roupa branca parou na frente do carro, fazendo Simon frear rapidamente e Lorenzo levemente bateu a testa na parte do porta-luvas. - Lorenzo você está bem ? Falei para você por o cinto. Ei, você! Está tudo bem? Exclamou Simon, observando o homem todo vestido de branco e uma espada embainhada na cintura. - Afastem-se daqui imediatamente ! Leve o garoto embora daqui. Gritou o homem olhando para o lado. Enquanto isso Simon e Lorenzo ouviram um grito, um rugido, não sabia exatamente o que era. Uma árvore se chocou na parte da frente do carro, exatamente do farol, Simon ficara assustado, assim como Lorenzo. A uma distância podia se ver um pouco, que aquilo que havia atacado, tinha chifres.

O homem havia puxado a espada e indo em direção ao suposto monstro. Simon engatou a ré rapidamente. Indo embora em direção a sua casa. - A gente lancha em casa Lorenzo. O que foi aquilo? Se a gente ficasse mais um pouco a frente, aquele tronco havia pegado em cheio. Ainda bem que aquele cara apareceu. Disse Simon tentando comunicar a policia.

Ao chegarem em casa, seu tio mandou Lorenzo ir diretamente para o banheiro limpar o machucado e tomar um banho, pois queria conversar com Caroline, explicar o que tinha acontecido. - Fala baixo Simon. Tenho muito pra te contar, tentei esconder esse tempo todo. Promete que não contará a ninguém.  Falou Caroline a Simon que estava frenético com o acontecido e Lorenzo havia escutado, porém não deu importância e voltou a seus a fazeres.

Após um longo tempo de conversa, a ficha de Simon começou a cair e perceber que todas as coisas que haviam acontecido com Lorenzo não eram normal, seus sonhos, a força que o garoto tinha, sua energia, a hiperactividade. Querendo ou não... Estava assustado com isso tudo, pois sua vida estava em risco. Ambos os irmãos por serem de uma família unida, decidiram comprar outra casa na mesma cidade.


-------

Adolescência - Direção ao Acampamento meio-sangue

- Mãe ! Tio Simon ! Consegui, consegui! Dizia o jovem feliz ao entrar em sua casa chamando todos. Era exatamente nove horas da manhã (9:00) quando recebeu a noticia. Seu tio e sua mãe vieram estampando seus sorrisos no rosto e o parabenizando. Lorenzo havia conseguindo uma bolsa na faculdade em Boston devido a sua dedicação no futebol americano, como ConerBack, pois era forte e num entanto rápido. Era motivo de muita alegria, porém de grande espanto para Caroline e Simon, a vida do menino estava em risco ainda. Por sorte o garoto conseguiu uma faculdade próxima a sua casa, em Providence, esta com seus dezessete ano de idade (17), prestes a fazer dezoito (18). Iria aproveitar esse pequeno tempo antes de ir pra faculdade, para treinar intensivamente futebol americano.

Estava prestes a ficar de noite, umas seis horas da tarde(18:00) de um sábado e Lorenzo havia combinado de ir para casa do seu amigo Alex, um outro jovem que fazia parte do seu time de futebol americano, o mesmo morava em um condomínio. - Mãe. To indo dormir na casa do Alex, lá no condomínio dele. Disse Lorenzo. Caroline havia concordado, porém, queria leva-lo de carro, mas o jovem já se sentia crescido o suficiente pra se garantir sozinho. Sua mãe preocupada, mesmo assim permitiu. Lorenzo pegou suas roupas, seu celular e alguns equipamentos de futebol americano, pois haviam combinado de fazer um treino na quadra do condomínio com outros amigos.

Lorenzo se despediu de sua mãe e seu tio. Pegando sua moto pois havia tirado sua carteira. Uma moto simples, mas boa para se pilotar e o suficiente pra que tem dezessete anos. - Alex, to chegando ai. Disse Lorenzo segurando o celular na mão direita e sua jaqueta na esquerda prestes a coloca-la. Seu amigo morava em condomínio na própria cidade de Providence, uns trinta minutos da casa de Lorenzo.

Após um pequeno caminho e chegado ao local, seus amigos já estavam vestidos e caracterizados pra começar a jogar. Lorenzo, por ter pensado antes, já havia colocado uma parte da roupa por baixo de sua vestimenta, onde precisa apenas tirar a roupa por cima, por o shoulder, protetor bocal, chuteira e o capacete. No total era uma mochila com as roupas e acessórios, apenas o necessário e uma bolsa com os equipamentos. A mochila nas costas e sua bolsa presa na parte do carona com um suporte sobre ela, para prende-la.

- Sempre Lorenzo demorando. Brincavam seus amigos. - Coner chegou galera ! Meu time já venceu. Falou Lorenzo caçoando deles. O grupo de amigos fizera alguns alongamentos antes de começarem, algumas corridas para aquecerem. Após o aquecimento, formaram os times. - Vamos começar então ! Não é só porque conseguiu uma bolsa na faculdade que vamos pegar leve com você Lorenzo. Disse Alex, seu amigo, quarterback do time, fazendo Lorenzo soltar um sorriso de canto de boca. Todos sabiam que o jovem, tinha uma força sobrenatural essa força era mostrada em jogos e na academia.

Os amigos se divertiam e treinavam, já eram dez horas da noite (22:00) alguns já tinha ido embora. Depois de chegarem a um ponto de exaustão devido ao treino, muitos se sentaram cansados e ficaram apenas conversando, esperando dar hora para se retirarem também. Todos os moradores do condomínio aparentemente já tinham dormido, pois era um silêncio depressivo quando os garotos ficavam sem assunto. Lorenzo ainda ficava de pé treinando em receber a bola com o Quarter back, seus amigos sempre ficavam chocados com a intensa energia que Lorenzo apresentava. Alex já estava com o braço esquerdo doendo intensamente, devido aos vários movimentos feito com o braço, consequentemente fazendo o amigo de Lorenzo parar de jogar.

- Ai Alex e Lorenzo, deu minha hora, onze horas já. Falou brother, até a próxima. Disse o último companheiro que estava ali e se retirou, ficando apenas Alex e Lorenzo. - Tô só a fome irmão. Vamos subir? Minha mãe deve ter feito hambúrguer. Comentou Alex rindo um pouco e declarando realmente sua fome. - Nossa, vamos embora então ! To com muita fome também. Sua mãe só faz lanche massa cara.Lorenzo apenas concordou e riu. Pegando seus itens e seus equipamentos, prestes a se retirar da quadra que era feita com grama.

Estavam apenas os dois ali se levantando, quando um segurança estranho apareceu e fico u observando Lorenzo. Alex havia comentado que este segurança é novo, pois nunca tinha visto ele pelos arredores do condomínio. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Disse o homem se aproximando, com um olhar estranho e com a voz totalmente estranha também. - Como é que é cara ? Você ta ficando doido? Indagou Lorenzo ficando um pouco estressado. Alex e Lorenzo ficaram um pouco receosos, porém, a coragem estava em primeiro lugar esse era um dos fundamentos que aprenderam no futebol americano. Ambos ficavam dando pequenos passos pra saída e o estranho vinha na direção falando pra Lorenzo ficar parado.

- Cara, eu to ficando sem paciência. To com fome e fedendo, quero tomar banho, dá licença. Nem te conheço pra você vim falar  "ficar parado porque minha hora chegou". Disse o jovem já revoltado e indo em direção do homem. O estranho ia aumentando seus passos até Lorenzo. Logo o jovem deu uma investida no mesmo fazendo-o cambalear e cair no chão. Alex foi atrás rindo do tal e olhando para o homem, o mesmo se levantou pegando o amigo de Lorenzo pelo braço e jogando-o facilmente a uma distância de dez metros, fazendo Alex bater a cabeça e ficar desmaiado. - Am ? Da onde você tirou essa força? Alex! Acorda. Exclamava Lorenzo após ver a tal ação do estranho e indo em direção ao seu amigo e dando pequenos tapas no mesmo, para ver se o acordava. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Na hora que homem disse isso a voz dele começou a mudar e ficar mais grossa. No mesmo momento a pele do estranho começou a cair de forma nojenta e ficar preta, seus olhos ficaram vermelhos, os dentes ficaram afiados.

Lorenzo não sabia definir o que era aquilo, apenas que era algo que deixava-o com um certo medo. - Lorenzo... Semi-deus! Sua hora chegou. VOU ACABAR COM VOCÊ! Falou alto o monstro indo correndo em direção do jovem que não estava entendendo nada. Sem reagir, nos últimos segundos Lorenzo rolou pro lado e se esquivou do monstro. Sem ter muito tempo o monstro já foi de encontro com o garoto novamente, desferindo um golpe no rosto, no entanto "leve", porém, fazendo o rolar e sangrar no supercílio. Lorenzo se recompôs, ficando de pé, obteve uma pedra no chão segurando com a mão direita, quando o monstro chegou próximo dele, o jovem fez um ataque com a pedra na horizontal, da direita pra esquerda, fazendo-o ir pro lado a tempo de Lorenzo se distanciar alguns metros para pensar oque fazer.

O jovem estava preocupado com seu amigo que estava estirado no chão desmaiado. O monstro sacudiu a cabeça e voltou correndo em direção de Lorenzo, quando estava a uns três metros de direção do semi-deus, uma lança veio e acertando em cheio a cabeça do monstro, fazendo-o o cair lentamente na frente de Lorenzo. - Seu vacilão! Disse o jovem, no entanto aliviado e o monstro se auto desintegrou no local, deixando apenas a marca de um queimado. Quando o garoto olhou para o lado direito, vinha um homem com uma armadura, de bronze, porém, brilhante e uma espada. - Lorenzo, venha comigo, rápido. Vim garantir sua segurança, sua vida está em risco aqui. Não temos muito tempo, virão outros desses. Lorenzo não estava entendo mais nada, ficou um pé atrás com a conversa do homem, mas parecia que era sua única segurança. - Preciso ligar pra minha mãe, meu tio. Meu amigo ta desmaiado no chão, não posso deixar ele aqui. Quem são vocês? Lorenzo estava preocupado.

- Ei Josh ! Precisamos ir imediatamente, dá pra sentir mais deles por aqui. Disse mais um que estava com armadura, arco e flecha. O tal garoto que se chamava Josh, disse que Alex iria ficar bem e que Caroline iria receber uma carta, pois a mesma já sabia que isso iria acontecer algum momento, devido a segurança de seu filho. - Tudo bem Nicholas, vamos ! Ana já esta lá fora com o carro ? Perguntava o homem. O mesmo era mais velho do local, Lorenzo percebeu que tinha mais uma deles. Não havia mais tempo Josh segurou Lorenzo pelo braço e começou a correr com ele em direção ao tal carro e lhe entregou uma faca.

Os três entraram no carro e Lorenzo começou a refletir, a ficha começou a cair, percebeu que os acontecimentos nos em dias anteriores não eram normais. Atrás do carro vinha um outro monstro com chifres, aparentemente um Minotauro. Por sorte o carro já estava no arranque e conseguiu acelerar rápido. As luzes dos prédios estavam se acendendo pois os moradores perceberam a quantidade de barulho e Lorenzo percebeu que o monstro se transformou em um homem e se retirou. Ao longe deu pra ver que seu amigo acordara do desmaio.

Lorenzo limpava o sangue que estava sobre seu rosto devido ao golpe que havia levado. O homem decidiu resumir sua história. - Lorenzo, primeiramente, eu sou Josh, a que está dirigindo é Ana e o garoto com arco é Nicholas. Eu sou filho de Zeus, Ana filha de Hermes e Nicholas filho de Apolo. Creio que já estudou sobre mitologia na escola, então. Enfim, você é filho de Héracles, sua força, sua hiperactividade não são normais, vai ser difícil entender agora. Estamos te levando pra um lugar seguro mas neste momento precisamos ficar atento, pois os monstros neste momento devem estar nos seguindo. Já deve ter percebido muitas vezes que na sua idade a sua força é muito maior do que as pessoas normais, porém você vai desenvolver muito mais no lugar para onde vamos. Já estamos te observando a muito tempo, no dia que você sofreu aquele pequeno acidente com quinze anos, era eu que havia mandado você e seu tio Simon irem embora, não te busquei naquele momento, pois seria um risco completo. Enfim, seja bem-vindo meio sangue! Pode descansar agora. Lorenzo apenas ficara calado escutando o que Josh dizia. Em questão de segundos apagou em um sono profundo.

Lorenzo observou que o carro havia parado e o garoto foi acordado com alguns tapas no rosto. Todos se retiraram do carro, quando Lorenzo olhou para o automóvel o mesmo virou fumaça. Quando chegaram já era de madrugada, exatamente duas e meia da manhã (2:30). O jovem passou suas mãos em seus olhos para retirar as remelas. Lorenzo leu a placa onde passara de baixo "Acampamento meio-sangue", e mais a frente um homem meio cavalo, tudo isso era confuso e fascinante para o mais novo semi-deus. - Vocês conseguiram. Parabéns Josh, Ana e Nicholas. Vão descansar, estão dispensados. Talvez precise de algum de vocês pra enturmar Lorenzo. No momento eu assumo aqui. Prazer Lorenzo, meu nome é Quíron. Disse o centauro dando uma gargalhada e voltando a falar. - Não costumo ficar acordado até essa hora. Creio que Josh tenha te explicado um resumo do que você é e parece estar cansado, talvez podemos conversar melhor mais tarde. Mas não ache que será moleza meu jovem. Vou leva-lo até seu chalé. Ponha algum curativo ai, tome um banho e descanse, amanha cedo quero te ver nos treinos, demonstrando a força dos filhos de Héracles. Seu pai ficara orgulhoso jovem.Disse Quíron, rindo um pouco e ambos foram conversando pelo caminho. - Seja bem-vindo ! Nesse jornada Lorenzo  vai compreender que no seu sangue percorre um sangue de um deus olimpiano.



valeu @ carol!




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lavínia Cavendish em Seg 11 Abr 2016, 22:42



Avaliação

Lorenzo A. Pallas - Reprovado como filho de Héracles


Lorenzo, fico realmente feliz em ver que você melhorou bastante sua segunda ficha. A adição de detalhes tanto nas primeiras perguntas quanto na história mostram que você está realmente interessado em evoluir seu personagem e entrar para o grupo de Héracles, porém... Esqueceu-se de algo que já lhe foi advertido via MP: a reclamação.

Não é o Josh quem deve reclamar você, falando quem é ou não é seu progenitor. É o próprio deus quem deve dar o sinal, que aparecerá como um holograma pairando por cima de sua cabeça, lembra disso? É o ponto obrigatório da ficha, não posso aprová-lo sem ele.

Poste novamente adicionando este fato, e acredito que conseguirá ser aprovado. Qualquer dúvida ou maiores dicas, pode me contatar via MP. Não desista!

Dúvidas, reclamações, desabafos: MP
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lorenzo A. Pallas em Seg 11 Abr 2016, 23:43



Ficha - RECLAMAÇÃO




- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?
Héracles. Devido ao fato de se encaixar mais com a trama do personagem em que foi criado. Também por ser uma história que chamou muito minha atenção e por ter gostado dos poderes em que foi feito e lido pelo usuário.

-  Perfil do Personagem: Características Físicas
Apresenta ser um jovem consideravelmente alto, com um metro e oitenta e quatro centímetros (1,84). Pesando oitenta e seis quilos (86), possuindo corpo elegante em questão física; malhado, com traços fortes de treinos constantes. Olhos razoavelmente claros, cabelos com um tom de loiro. Aparência atractiva. Possui uma cicatriz no entanto média, na parte do braço esquerdo devido ao acidente nos seus doze anos de idade, quando passeando com seu primo Ian, quando dois carros se colidiram e ambos estavam na calçada, por ser uma batida forte, os estilhaços voaram e uma parte acabou indo de encontro com Lorenzo. Por fim sua pele de cor branca.

-  Perfil do Personagem: Características Psicológicas
O jovem aparenta, ser impaciente. Costuma defender bastante seus aliados. Suas brigas na maioria das vezes acontece em jogos de futebol americano. Possui alguns amigos e mostra alegria aos mesmos. Sempre destemido e corajoso, dando "cara a tapa" ora para enfrentar seus obstáculos. Em muitas ocasiões é estratégico. Lorenzo é maioria das vezes “cabeça dura”. Costuma ser um garoto dedicado no que faz.
Defeitos: Impaciente, apressado, teimoso.
Qualidades: Defensor, corajoso, destemido, alegre, muitas das vezes estratégico.


-  História do personagem  

Nascimento

- Rompeu ! A bolsa. Ta nascendo Simon ! Exclamava Caroline que estava prestes a dar luz a um menino; Lorenzo. Simon era seu irmão, ambos estavam indo para casa dos pais em Boston, porém foram surpreendidos dentro do carro.- Am ? O que ? Sério isso? Temos que ir pro hospital então? Dizia Simon sem saber o que fazer nessa situação. Enquanto isso a mulher grávida respirava rapidamente, quando gritou - O que você acha ? Ou você quer tentar fazer o parto ?! Então o motorista dando meio volta, indo em direção ao hospital mais próximo.

Simon e Caroline moravam juntos, ambos irmãos de sangue, moravam em Providence. Caroline já morava na respeitada cidade... sozinha. Simon após saber que sua irmã estava sozinha decidiu ir morar com ela após convite da mesma, assim ele pode ajudar Caroline. Ambos trabalhavam e conseguiam se sustentar facilmente. Era exatamente cinco e meia da tarde (17:30) quando aconteceu a surpresa.

Chegado ao hospital Caroline já estava dentro da sala. Enquanto isso Simon comunicava a família o ocorrido inesperado. Para família Pallas, considerada unida, estava sendo uma tarde feliz pois a criança nasceu; Lorenzo. Nasceu com uma saúde de Touro, disse próprio médico surpreso pois a criança nasceu antes dos nove meses, não apresentou nenhum sinal de baixo peso, ou necessidade de interna-lo.

Caroline feliz por um lado e com medo por outro, pois sabia que não era uma simples criança e deverá proteger ao máximo e a todo custo. Por todo esse tempo a família sempre quis saber o paradeiro do pai da criança, no começo até a metade da gravidez sempre perguntavam se tinha notícias do mesmo e sempre ela respondia secamente "Não sei, não sei." Pois sabia que alguma coisa viria buscar não sabendo se iria se bom ou ruim.


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Infância - Pré adolescência

Passando-se alguns anos, Lorenzo com seus doze anos sempre teve uma saúde que deixam os outros surpresos, uma energia diferente, tendo uma certa hiperactividade. Morando com sua mãe (Caroline) e seu tio (Simon) o jovem, tratava seu tio como pai e o mesmo sempre incentivava Lorenzo a fazer esportes e ver jogos. Já com seis anos, Simon pôs para fazer luta;Jiu-Jitsu. O menino tinha facilidade em aprender e se habituar aos esportes. Lorenzo sempre se arrumou em confusões pra defender seus ideais, arrumando briga com garotos maiores e por não ter uma boa paciência. Nesse período entre dez aos doze o menino já foi expulso da escola uma vez por briga.

Depois de um tempo Lorenzo largando o jiu-jitsu, Caroline e Simon decidiram incentiva-lo a fazer futebol americano, pois é um esporte de alto atractivo para Lorenzo. Simon sempre que podia levava o menino para ver os jogos dos Patriots. Enfim, Lorenzo se mostrou um bom jogador na escola em que estava estudando. Com quatorze anos de idade já largado esporte de luta, o garoto se habituou ao futebol americano. - Tem um grande futuro. Ele tem uma força e uma coragem diferente dos outros. Dizia o técnico do time após algumas semanas observado Lorenzo.

Várias coisas aconteciam com Lorenzo, pesadelos que tiravam seus sonos e o menino falava algumas vezes de alguém estar seguindo ele. Caroline sabia o que poderia ser, porém evitava de contar pro seu irmão Simon e sempre que possível levava o garoto pra escola entre outros lugares. Um certo dia seu tio Simon decidiu levar Lorenzo para ver um jogo de futebol americano, dos Patriots novamente. Seria um jogo de estádio cheio, Patriots contra Vikings, conseguiram uma boa localização na arquibancada. A movimentação no estádio estava intensa, um empurra-empurra constante, Simon segurava Lorenzo pela nuca, o tio do garoto ia se encontrar com outros amigos lá dentro. Após entrarem e sentando-se, ficando certamente "confortáveis".

Após um jogo de intensa emoção, Patriots vence o jogo, garantindo uma pontuação louvável. Simon e Lorenzo entraram no carro com alegria estampada no rosto, comentando sobre o jogo. Assim dando processo pra ir em direção para casa. - Muito bom o jogo né ? Perguntou Simon ao seu sobrinho. - Aham, muito bom mesmo tio ! Melhor esporte cara. Disse Lorenzo todo elétrico por causa do jogo. - Tio... Vamos lanchar, tô com fome. Falou o menino sentindo sua barriga roncar. Simon deu uma leve gargalhada e concordou, virando o carro carro indo em direção a lanchonete. O percurso que eles estavam fazendo para ao local era pouco movimentado e estava tarde da noite. O clima parecia estranho pra Lorenzo, seu coração ficava acelerado, tinha algo diferente... De repente um homem com uma roupa branca parou na frente do carro, fazendo Simon frear rapidamente e Lorenzo levemente bateu a testa na parte do porta-luvas. - Lorenzo você está bem ? Falei para você por o cinto. Ei, você! Está tudo bem? Exclamou Simon, observando o homem todo vestido de branco e uma espada embainhada na cintura. - Afastem-se daqui imediatamente ! Gritou o homem olhando para o lado. Enquanto isso Simon e Lorenzo ouviram um grito, um rugido, não sabia exatamente o que era. Uma árvore se chocou na parte da frente do carro, exatamente do farol, Simon ficara assustado, assim como Lorenzo. A uma distância podia se ver um pouco, que aquilo que havia atacado, tinha chifres.

O homem havia puxado a espada e indo em direção ao suposto monstro. Simon engatou a ré rapidamente. Indo embora em direção a sua casa. - A gente lancha em casa Lorenzo. O que foi aquilo? Se a gente ficasse mais um pouco a frente, aquele tronco havia pegado em cheio. Ainda bem que aquele cara apareceu. Disse Simon tentando comunicar a policia.

Ao chegarem em casa, seu tio mandou Lorenzo ir diretamente para o banheiro limpar o machucado e tomar um banho, pois queria conversar com Caroline, explicar o que tinha acontecido. - Fala baixo Simon. Tenho muito pra te contar, tentei esconder esse tempo todo. Promete que não contará a ninguém.  Falou Caroline a Simon que estava frenético com o acontecido e Lorenzo havia escutado, porém não deu importância e voltou a seus a fazeres.

Após um longo tempo de conversa, a ficha de Simon começou a cair e perceber que todas as coisas que haviam acontecido com Lorenzo não eram normal, seus sonhos, a força que o garoto tinha, sua energia, a hiperactividade. Querendo ou não... Estava assustado com isso tudo, pois sua vida estava em risco. Ambos os irmãos por serem de uma família unida, decidiram comprar outra casa na mesma cidade.


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Adolescência - Direção ao Acampamento meio-sangue

- Mãe ! Tio Simon ! Consegui, consegui! Dizia o jovem feliz ao entrar em sua casa chamando todos. Era exatamente nove horas da manhã (9:00) quando recebeu a noticia. Seu tio e sua mãe vieram estampando seus sorrisos no rosto e o parabenizando. Lorenzo havia conseguindo uma bolsa na faculdade em Boston devido a sua dedicação no futebol americano, como ConerBack, pois era forte e num entanto rápido. Era motivo de muita alegria, porém de grande espanto para Caroline e Simon, a vida do menino estava em risco ainda. Por sorte o garoto conseguiu uma faculdade próxima a sua casa, em Providence, esta com seus dezessete ano de idade (17), prestes a fazer dezoito (18). Iria aproveitar esse pequeno tempo antes de ir pra faculdade, para treinar intensivamente futebol americano.

Estava prestes a ficar de noite, umas seis horas da tarde(18:00) de um sábado e Lorenzo havia combinado de ir para casa do seu amigo Alex, um outro jovem que fazia parte do seu time de futebol americano, o mesmo morava em um condomínio. - Mãe. To indo dormir na casa do Alex, lá no condomínio dele. Disse Lorenzo. Caroline havia concordado, porém, queria leva-lo de carro, mas o jovem já se sentia crescido o suficiente pra se garantir sozinho. Sua mãe preocupada, mesmo assim permitiu. Lorenzo pegou suas roupas, seu celular e alguns equipamentos de futebol americano, pois haviam combinado de fazer um treino na quadra do condomínio com outros amigos.

Lorenzo se despediu de sua mãe e seu tio. Pegando sua moto pois havia tirado sua carteira. Uma moto simples, mas boa para se pilotar e o suficiente pra que tem dezessete anos. - Alex, to chegando ai. Disse Lorenzo segurando o celular na mão direita e sua jaqueta na esquerda prestes a coloca-la. Seu amigo morava em condomínio na própria cidade de Providence, uns trinta minutos da casa de Lorenzo.

Após um pequeno caminho e chegado ao local, seus amigos já estavam vestidos e caracterizados pra começar a jogar. Lorenzo, por ter pensado antes, já havia colocado uma parte da roupa por baixo de sua vestimenta, onde precisa apenas tirar a roupa por cima, por o shoulder, protetor bocal, chuteira e o capacete. No total era uma mochila com as roupas e acessórios, apenas o necessário e uma bolsa com os equipamentos. A mochila nas costas e sua bolsa presa na parte do carona com um suporte sobre ela, para prende-la.

- Sempre Lorenzo demorando. Brincavam seus amigos. - Coner chegou galera ! Meu time já venceu. Falou Lorenzo caçoando deles. O grupo de amigos fizera alguns alongamentos antes de começarem, algumas corridas para aquecerem. Após o aquecimento, formaram os times. - Vamos começar então ! Não é só porque conseguiu uma bolsa na faculdade que vamos pegar leve com você Lorenzo. Disse Alex, seu amigo, quarterback do time, fazendo Lorenzo soltar um sorriso de canto de boca. Todos sabiam que o jovem, tinha uma força sobrenatural essa força era mostrada em jogos e na academia.

Os amigos se divertiam e treinavam, já eram dez horas da noite (22:00) alguns já tinha ido embora. Depois de chegarem a um ponto de exaustão devido ao treino, muitos se sentaram cansados e ficaram apenas conversando, esperando dar hora para se retirarem também. Todos os moradores do condomínio aparentemente já tinham dormido, pois era um silêncio depressivo quando os garotos ficavam sem assunto. Lorenzo ainda ficava de pé treinando em receber a bola com o Quarter back, seus amigos sempre ficavam chocados com a intensa energia que Lorenzo apresentava. Alex já estava com o braço esquerdo doendo intensamente, devido aos vários movimentos feito com o braço, consequentemente fazendo o amigo de Lorenzo parar de jogar.

- Ai Alex e Lorenzo, deu minha hora, onze horas já. Falou brother, até a próxima. Disse o último companheiro que estava ali e se retirou, ficando apenas Alex e Lorenzo. - Tô só a fome irmão. Vamos subir? Minha mãe deve ter feito hambúrguer. Comentou Alex rindo um pouco e declarando realmente sua fome. - Nossa, vamos embora então ! To com muita fome também. Sua mãe só faz lanche massa cara.Lorenzo apenas concordou e riu. Pegando seus itens e seus equipamentos, prestes a se retirar da quadra que era feita com grama.

Estavam apenas os dois ali se levantando, quando um segurança estranho apareceu e fico u observando Lorenzo. Alex havia comentado que este segurança é novo, pois nunca tinha visto ele pelos arredores do condomínio. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Disse o homem se aproximando, com um olhar estranho e com a voz totalmente estranha também. - Como é que é cara ? Você ta ficando doido? Indagou Lorenzo ficando um pouco estressado. Alex e Lorenzo ficaram um pouco receosos, porém, a coragem estava em primeiro lugar esse era um dos fundamentos que aprenderam no futebol americano. Ambos ficavam dando pequenos passos pra saída e o estranho vinha na direção falando pra Lorenzo ficar parado.

- Cara, eu to ficando sem paciência. To com fome e fedendo, quero tomar banho, dá licença. Nem te conheço pra você vim falar  "ficar parado porque minha hora chegou". Disse o jovem já revoltado e indo em direção do homem. O estranho ia aumentando seus passos até Lorenzo. Logo o jovem deu uma investida no mesmo fazendo-o cambalear e cair no chão. Alex foi atrás rindo do tal e olhando para o homem, o mesmo se levantou pegando o amigo de Lorenzo pelo braço e jogando-o facilmente a uma distância de dez metros, fazendo Alex bater a cabeça e ficar desmaiado. - Am ? Da onde você tirou essa força? Alex! Acorda. Exclamava Lorenzo após ver a tal ação do estranho e indo em direção ao seu amigo e dando pequenos tapas no mesmo, para ver se o acordava. - Lorenzo Pallas, fique a onde está. Sua hora chegou. Na hora que homem disse isso a voz dele começou a mudar e ficar mais grossa. No mesmo momento a pele do estranho começou a cair de forma nojenta e ficar preta, seus olhos ficaram vermelhos, os dentes ficaram afiados.

Lorenzo não sabia definir o que era aquilo, apenas que era algo que deixava-o com um certo medo. - Lorenzo... Semi-deus! Sua hora chegou. VOU ACABAR COM VOCÊ! Falou alto o monstro indo correndo em direção do jovem que não estava entendendo nada. Sem reagir, nos últimos segundos Lorenzo rolou pro lado e se esquivou do monstro. Sem ter muito tempo o monstro já foi de encontro com o garoto novamente, desferindo um golpe no rosto, no entanto "leve", porém, fazendo o rolar e sangrar no supercílio. Lorenzo se recompôs, ficando de pé, obteve uma pedra no chão segurando com a mão direita, quando o monstro chegou próximo dele, o jovem fez um ataque com a pedra na horizontal, da direita pra esquerda, fazendo-o ir pro lado a tempo de Lorenzo se distanciar alguns metros para pensar oque fazer.

O jovem estava preocupado com seu amigo que estava estirado no chão desmaiado. O monstro sacudiu a cabeça e voltou correndo em direção de Lorenzo, quando estava a uns três metros de direção do semi-deus, uma lança veio e acertando em cheio a cabeça do monstro, fazendo-o o cair lentamente na frente de Lorenzo. - Seu vacilão! Disse o jovem, no entanto aliviado e o monstro se auto desintegrou no local, deixando apenas a marca de um queimado. Quando o garoto olhou para o lado direito, vinha um homem com uma armadura, de bronze, porém, brilhante e uma espada. - Lorenzo, venha comigo, rápido. Vim garantir sua segurança, sua vida está em risco aqui. Não temos muito tempo, virão outros desses. Lorenzo não estava entendo mais nada, ficou um pé atrás com a conversa do homem, mas parecia que era sua única segurança. - Preciso ligar pra minha mãe, meu tio. Meu amigo ta desmaiado no chão, não posso deixar ele aqui. Quem são vocês? Lorenzo estava preocupado.

- Ei Josh ! Precisamos ir imediatamente, dá pra sentir mais deles por aqui. Disse mais um que estava com armadura, arco e flecha. O tal garoto que se chamava Josh, disse que Alex iria ficar bem e que Caroline iria receber uma carta, pois a mesma já sabia que isso iria acontecer algum momento, devido a segurança de seu filho. - Tudo bem Nicholas, vamos ! Ana já esta lá fora com o carro ? Perguntava o homem. O mesmo era mais velho do local, Lorenzo percebeu que tinha mais uma deles. Não havia mais tempo Josh segurou Lorenzo pelo braço e começou a correr com ele em direção ao tal carro e lhe entregou uma faca.

Os três entraram no carro e Lorenzo começou a refletir, a ficha começou a cair, percebeu que os acontecimentos nos em dias anteriores não eram normais. Atrás do carro vinha um outro monstro com chifres, aparentemente um Minotauro. Por sorte o carro já estava no arranque e conseguiu acelerar rápido. As luzes dos prédios estavam se acendendo pois os moradores perceberam a quantidade de barulho e Lorenzo percebeu que o monstro se transformou em um homem e se retirou. Ao longe deu pra ver que seu amigo acordara do desmaio.

Lorenzo limpava o sangue que estava sobre seu rosto devido ao golpe que havia levado. O homem decidiu resumir sua história. - Lorenzo, primeiramente, eu sou Josh, a que está dirigindo é Ana e o garoto com arco é Nicholas. Eu sou filho de Zeus, Ana filha de Hermes e Nicholas filho de Apolo. Creio que já estudou sobre mitologia na escola, então. Lhe digo apenas que tudo que acontecia com você, nada era normal, sonhos, acidentes entre outros acontecimentos. Estamos te levando para um lugar seguro. Venho lhe informar que você é filho de um deus olimpiano, assim como nós. Neste momento precisamos ficar atento, pois os monstros neste momento devem estar nos seguindo. Tem um tempo que estávamos em observação. No dia que você sofreu aquele pequeno acidente com quinze anos, estava em uma missão de busca de outro semi-deus, depois de vocês irem embora, eu e minha equipe tinha sido informado que havia outro meio-sangue na mesma localização, possivelmente você. Então ficamos lhe monitorando este tempo, até o momento certo da missão. Enfim, seja bem-vindo meio sangue! Pode descansar agora. Lorenzo apenas ficara calado escutando o que Josh dizia. Em questão de segundos apagou em um sono profundo.

Lorenzo observou que o carro havia parado e o garoto foi acordado com alguns tapas no rosto. Todos se retiraram do carro, quando Lorenzo olhou para o automóvel o mesmo virou fumaça. Quando chegaram já era de madrugada, exatamente duas e meia da manhã (2:30). O jovem passou suas mãos em seus olhos para retirar as remelas. Lorenzo leu a placa onde passara de baixo "Acampamento meio-sangue", e mais a frente um homem meio cavalo, tudo isso era confuso e fascinante para o mais novo semi-deus. - Vocês conseguiram. Parabéns Josh, Ana e Nicholas. Vocês podem ir descansar, assumo por aqui. Talvez precise de algum de vocês pra enturmar Lorenzo. Prazer Lorenzo, meu nome é Quíron. Disse o centauro dando uma gargalhada e voltando a falar. - Não costumo ficar acordado até essa hora. Creio que Josh tenha te explicado um resumo do que você é. Parece estar cansado, talvez podemos conversar melhor mais tarde. Mas não ache que será moleza meu jovem. Vou leva-lo até o chalé dos indefinidos Lorenzo, até ser reclamado por algum deus. Disse Quíron caminhando  pelo trajeto . Logo o centauro parou repentinamente olhando para a cabeça do mais novo semi-deus. Algo brilhava em sua cabeça. Uma energia diferente Lorenzo sentira. O mesmo ficara surpreso com que acontecia no momento. Quando falou disse Quíron. – Incrível Lorenzo ! Filho de Héracles ! Logo todos saberão desta notícia. Exclamava o centauro alegre. Naquela madrugada estavam apenas Quíron e o semi-deus, que acabara de ser reclamado como filho de Héracles. Ao redor estavam algun guardas porém estavam distantes. – Me acompanhe semi-deus, tenho que te por em outro chalé. Muitos vão estranhar, não se preocupe. Enfim, seja bem-vindo Lorenzo.Nessa jornada Lorenzo vai compreender o porque que no seu sangue percorre um sangue de um deus olimpiano.



valeu @ carol!




Lorenzo A. Pallas
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Ficha de Reclamação

Mensagem por Amanda Chackson em Qua 13 Abr 2016, 20:57

Por qual deus deseja ser reclamado?
 Por Apolo; Bem... eu queria ser proclamada por Apolo porque me identifico com ele e tenho algumas... digamos "bençãos" herdadas dele.

   Meu Perfil.
 Não sou muito alta, tenho 1,66 de altura, tenho meu cabelo castanho escuro e encaracolado, pele parda... tipo de quem é meio sedentária mas sai as vezes no Sol, olhos castanho escuro e geralmente uso roupas alegres... ex: shorts jeans, blusas brancas, tênis azuis... bem, como eu disse,roupas Alegres.

   Meu pai, Apolo, me reclamou quando ainda era bem nova, digamos uns 8 anos, se me lembro bem. Eu estava na escola, escrevendo "poemas" que na verdade eram mais palavras que tinha um final igual a cada final de estrofe tipo: [i]O Sol é bonito / Gosto de apito / Eu vi um cabrito / E um curto circuito
, mais ou menos assim, e estava também cantando esse "poema". E do nada a luz pareceu ficar mais forte onde eu estava, e quando eu olhei para cima vi um "Arpa" em formato de luz, como se fosse um pouquinho do Sol em formato de Arpa, e o engraçado foi que nenhum dos meus colegas viu aquilo ou se viu não demonstrou nenhuma surpresa. Depois desse dia tudo se tornou diferente. Eu tinha pesadelos frequentemente, bichos esquisitos ficavam me olhando de longe... Enfim, tudo mudou. Até que eu não aguentei e perguntei para a minha mãe:
 -Mamãe, porque tem bichos estranhos me olhando de vez em quando? Porque tinha uma coisa brilhante na minha cabeça? - Eu disse intrigada.
 -Filha... Lembra que eu disse pra você do papai que tinha ido pro céu? - Minha mãe disse muito cautelosa.
 -Lembro sim, mamãe.
 -Ele... Ele... Ele foi de verdade para o céu, ele faz parte do céu, ele é o Sol.
 -Mamãe, isso não é possível... a professora falou que o Sol é um... um... As...As...Astro, eu acho que é assim que fala. - Eu disse confusa e sem saber do que minha mãe estava falando.
 -Sim filha... Mas ele não é normal, ele é um deus!
 -Um deus? Então eu sou uma mutante, mamãe?
 -Não, filha. - Minha mãe disse sorrindo - Você é uma semideusa ou meio-sangue, as duas coisas são iguais. E a respeito dos monstros, eles sentem o cheiro de semideuses e os perseguem. E como você é filha de um dos deuses que são chamados de: deuses maiores, o seu cheiro é mais forte. E um dia você iria precisar de saber sobre isso, já que você descobriu eu vou te contar sobre um lugar na casa que eu não tinha te mostrado até agora, mas não vou te levar lá porque tem muitas coisas que machucam. Lá existem algumas coisas para você ficar mais protegida, como: Armaduras, escudos, espadas... e além disso, o seu pai tinha... hum... poderes, como por exemplo: curar pessoas, falar com cobras, e muitas outras coisas que você irá desenvolver com o tempo. Bem, o tempo é curto, e sabe porque eu te coloquei nas aulas de esgrima? Porque eu sabia que você iria precisar uma hora ou outra de lutar. Você precisa ir para o Acampamento Meio-Sangue, eu sei que você não deve estar entendendo nada, mas quando chegarmos lá, Quíron te explicará melhor. Agora, pegue algumas roupas e coisas que você quer levar para o Acampamento, e eu vou pegar armaduras e alguns suprimentos para você levar na viagem.
   As coisas que minha mãe me disse não faziam sentido... Mas eu obedeci, fui para o meu quarto e peguei algumas roupas, como shorts jeans e algumas camisas e 2 tênis para a viagem, e fui. Minha mãe colocou a mala e os "suprimentos" no porta-mala do carro, e partimos para o Acampamento Meio-Sangue. E assim que cheguei dei um abraço na minha mãe e comecei minha jornada no Acampamento Meio-Sangue.
[/i]
Amanda Chackson
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Zoey Montgomery em Qui 14 Abr 2016, 12:43


Avaliação



Lorenzo A. Pallas — Aprovado como filho de Héracles — Bom dia Lorenzo. Tudo bem com você? Espero que sim.
Tive que ler sua ficha anterior para poder te avaliar. Desta vez foi colocada a parte da reclamação, ignorada nos seus textos anteriores. 
Só uma coisa: peço que preste atenção quando for colocar as pontuações em seu texto. Em alguns parágrafos você comeu algumas letras, então preste atenção quanto a isso também.
No demais, seja bem vindo!
Amanda Chackson — Aprovada como filha de Apolo — Bom dia Amanda. Tudo bem com você? Espero que sim.
Seu jeito de escrever a ficha foi interessante, no mínimo. Foi uma história curta e objetiva, sem muitas delongas ou entradas dramáticas/traumáticas no mundo mitológico. 
Só peço que, por gentileza, você não coloque seus textos em itálico e sempre justifique-os, caso não use template.
Seja bem vinda!




Zoey Montgomery
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Re: Ficha de Reclamação

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