Ficha de Reclamação

Página 50 de 50 Anterior  1 ... 26 ... 48, 49, 50

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Ficha de Reclamação

Mensagem por 142-ExStaff em Dom 09 Nov 2014, 03:49

Relembrando a primeira mensagem :


Fichas de Reclamação


Orientações


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como semideus ou criatura mitológica. Esta ficha não é válida sob nenhuma hipótese para os 3 grandes (Hades, Poseidon e Zeus) devendo os interessados para estas filiações fazerem um teste específico, como consta aqui [link]. Para os demais semideuses, a avaliação é comum - o que não quer dizer que ao postar será aceito. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, mas ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de deuses e criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.



Deuses / Criaturas
Tipo de Avaliação
Afrodite
Comum
Apolo
Comum
Atena
Rigorosa
Ares
Comum
Centauros/ Centauras
Comum
Deimos
Comum
Deméter
Comum
Despina
Rigorosa
Dionísio
Comum
Dríades (apenas sexo feminino)
Comum
Éolo
Comum
Eos
Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)
Comum
Hades
Especial (clique aqui)
Hécate
Rigorosa
Héracles
Comum
Hefesto
Comum
Hermes
Comum
Héstia
Comum
Hipnos
Comum
Íris
Comum
Melinoe
Rigorosa
Nêmesis
Rigorosa
Nix
Rigorosa
Perséfone
Rigorosa
Phobos
Comum
Poseidon
Especial (clique aqui)
Sátiros (apenas sexo masculino)
Comum
Selene
Comum
Thanatos
Comum
Zeus
Especial (clique aqui)




A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses seja para criaturas. O personagem não é obrigado a ir para o Acampamento, mas DEVE narrar na história a descoberta de que é um semideus e sua reclamação. Os campos da ficha são:

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

- Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas)

- História do Personagem

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.

Não é necessário a utilização de template, mas caso opte por fazê-lo, a largura mínima do texto deverá ser de 400px, preferencialmente sem barra de rolagem — caso tenha, a altura deve ter o mesmo tamanho da largura ou maior. Templates que não sigam o disposto farão a ficha ser ignorada, bem como fichas ilegíveis - utilize colorações adequadas no texto.

Lembrando que o único propósito da ficha é a reclamação do personagem. Qualquer item desejado, além da faca inicial ganha no momento de inscrição do fórum e dos presentes de reclamação (adquiridos caso a ficha seja efetivada) devem ser conseguidos in game, através de forjas, mercado, missões e/ou DIY.



  • Obs: Somente envie sua ficha UMA vez para cada avaliação. Fichas postadas seguidamente (como double-post) serão desconsideradas, reincidência acarretará em ban de 3 dias + aviso.




Tks Maay from TPO
142-ExStaff
142-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
527

Localização :
Garota, eu vou pra Califórnia. ♪

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Carter Betelgeuse em Qui 21 Abr 2016, 19:46

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?


Ares. Me identifico com Ares, o Deus da guerra.

- Perfil do Personagem

Características Físicas: Ele possui altura mediana, em torno de 1,85m, pesando por volta de 83Kg, bem distribuídos. Pele branca, corpo robusto típico de quem realiza exercícios físicos constantemente, mas na medida certa sendo mais para manter o porte físico. Olhos verde claro e cabelos castanho curto e um pouco bagunçado.

Características Psicológicas: Ele é muitas vezes extrovertido, brincalhão, mas quando quer machucar alguém ele é frio e calculista. Ele tem um pouco de coragem misturada com burrice porque muitas vezes defende alguns mais fracos de valentões e isso já o encrencou muito.

- História do Personagem

Nascido e criado na cidade de Lawrence, localizado em Kansas, sem seu pai, ele foi criado por sua mãe. Sua  mãe Mary, mesmo não demonstrando se sentia infeliz pela falta do meu pai, ela sempre desconversava quando Carter tocava no assunto "seu pai". Acostumei a ter dois amigos da escola, que também eram vizinhos, toda vez que ele se sentia sozinho jogava e saia com esses amigos, John e Lisa. Pois, sua mãe sempre estava trabalhando e o horário dela mudava constantemente. Ela ficava ao máximo longe de casa para evitar de olhar para Carter, ele lembrava seu pai que sumiu e ela não aguentava me olhar e lembrar sempre dele.

Sua mãe Mary era chefe médica em um hospital local, fazendo com que grande parte do meu dia ela acabasse ficando longe, Carter já havia se acostumado com isso, mas em compensação ela nunca deixava faltar nada em casa, como, roupas, comida e tudo que Carter precisasse ela dava, mas isso nunca fez dele um garoto mimado e cheio de frescura.

Carter sempre foi chamado de maluco por meu amigo John que raramente se separava dele. Ele sempre se divertia com o fato de Carter ser um imã para brigas, e sempre que tinha uma John o ajudava. Eles sempre foram de se meter em encrencas escolares pelos mais diversos motivos, desde proteger os mais fracos de valentões até tocar o sinal da escola e sair correndo.

Em uma tarde como de costume após o almoço Carter e John iam para o treino de basquete na quadra da escola, onde Carter sempre se encontrava com a sua "amiga" e líder de torcida Lisa, os dois já estavam juntos à quase um ano, mas não era um relacionamento sério. Antes de terminar o treino John teve que sair mais cedo, pois tinha uns problemas para resolver.

Ao termino do treino Carter levou Lisa até a casa dela como ele sempre fazia no final da tarde, ao voltar para casa Carter foi surpreendido por dois caras que fecham o caminho, um deles era o ex-namorado da Lisa, chamado Bruce e o outro ele não conhecia o mesmo estava com uma barra de ferro em mãos.

Carter -- O que você quer?
Bruce -- Por um ponto final em algo pendente.
Carter -- Cara me esquece, você perdeu aceite isso!
Desconhecido -- Assim, que isso acabar Bruce vou querer o meu pagamento.
Bruce -- Está aqui! -- ele pega um bolo de notas do bolso e entrega para o desconhecido, e vira as costas e sai.

Ao se virar para tentar fugir Carter leva um soco de outro cara, e caído no chão vê esse cara se transformar em algo muito bizarro, que nos livros de histórias são chamados de Fúria, o outro com a barra de ferro também se transforma, assim, soltando a barra de ferro.
Carter -- O que é isso?
Fúria 2 -- Você tem a aparência de seu pai, mas vejo que é só aparência. 
Fúria 1 -- Ele é tão fraco como um humano comum.
Carter -- Meu pai? O que vocês sabem dele? 


Ao se levantar Carter corre na direção da Fúria 1, a mesma que estava com a barra de ferro perto, e tomado por um ódio e corre e arremessa a fúria 1 para longe da barra, na intensão de pega-la. Ao pegar a barra de ferro ele a enterra na cabeça da fúria 1 e a fúria 2 sai assustada, der repente Carter desmaia e acordar meses depois no Acampamento meio sangue, onde descobre que é filho de Ares o Deus da guerra.
Carter Betelgeuse
Carter Betelgeuse
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alexey Rzaenov em Qui 21 Abr 2016, 20:44


Avaliação





Chloe Norgaard

Vamos lá, Chloe. Antes de tudo, peço para que você aumente mais um pouco a fonte do template, eu já sou meio cega, aí fica difícil para mim.

Eu fiquei muito intrigada com os seus motivos da escolha de Íris, devo avisar previamente que você ganhou mais um stalker. Sua ficha ficou muito boa, exótica, devo dizer, mas vamos aos erros.

O primeiro que encontrei foi "Seatlle". Acredito que tenha sido um erro de digitação, mas por via das dúvidas, essa é a maneira correta de dizer o nome da cidade - Seattle - .

E mais um aqui:

"Certo dia, ele foi abordado por pessoas estranhas que o sequestraram e o levou para um galpão qualquer. Desesperador né"


Percebeu como a frase fica estranha? O certo seria - Certo dia, ele foi abordado por pessoas estranhas que o sequestraram e levaram para um galpão qualquer. Desesperador, né? - .

Mais alguns erros por aqui:

"abrasada não o permitiram dormi."


Eu nunca ouvi falar da palavra abrasada, creio que o certo seja arrasada, não? E nunca se esqueça de que na maioria dos verbos, o r sempre está ali no final, como falar, dormir, cantar, amar, e assim por diante.

Felizmente, os erros que pude identificar acabam por aí. No mais, a ficha foi simples e direta, sem enrolação: do jeito que eu gosto. Deu para notar que você escreve bem e não vai demorar para se adaptar aqui no fórum. Então, seja bem-vinda, filha de Íris!

Tyler Keating


Olá, Tyler, seja bem-vindo ao fórum. Devo confessar que achei seu template interessante e que quis muito roubar ele , mas vamos para o vai ou não vai.

Para começar esta avaliação muito animada, já notei a palavra "Tânato" nas primeiras linhas. O nome correto do deus seria Tânatos, ou Thanatos, como preferir.
"- Tyler conhece este som?"


A ausência de vírgula depois de Tyler me faz entender que estão falando dele, em terceira pessoa, mas na verdade, Owen está falando COM ele.

No mais, não encontrei outros erros. A história do pequeno marginal de Flint me envolveu bastante, eu realmente imaginei Tânatos ansioso para encontrar o filho adoro uma discórdia, haha. Por isso, seja bem-vindo ao acampamento, mais novo filho de Tânatos!

Carter Betelgeuse


Para começar, jovem Carter, já notei dois erros na primeira pergunta. Sua resposta foi muito vaga, me deu a sensação de que você respondeu com pressa. Essa resposta é mais comum do que você pensa aqui no fórum. Além do mais, a palavra deus, quando você se refere a deuses gregos, nórdicos e etc, fica com o d minúsculo.

Olhos verde claro e cabelos castanho curto e um pouco bagunçado.


O certo seria "Olhos verde-claros e cabelo castanho, curto e um pouco bagunçado."

"Ela ficava ao máximo longe de casa para evitar de olhar para Carter, ele lembrava seu pai que sumiu e ela não aguentava me olhar e lembrar sempre dele."


No final desta frase, notei uma confusão. Você começa narrando na terceira, mas termina na primeira pessoa. Fiquei um tanto confuso aqui. Não só aqui, mas em todo o texto você faz essa confusão.
Suas falas também são confusas vou dar um exemplo para que você possa melhorar.

" Aaron estava andando tranquilamente quando viu uma zebra voadora, que perguntou:

- Quer tomar vodka? - disse, enquanto acendia um charuto. "

Não fica bem mais organizado? Pode manter as cores se quiser, não atrapalha em nada.

Mas o mais grave que encontrei foi no combate. Foi curto e mal desenvolvido, como uma fúria iria ter medo de uma barra de ferro, se elas não temem nem uma espada mega poderosa? E por qual motivo Carter desmaia? E quem levou ele ao acampamento?

Por isso, jovem Carter, não foi desta vez. Se esforce mais um pouco, tire suas dúvidas, use um corretor ortográfico, e tente de novo!

Qualquer dúvida, sugestão, reclamação, recalque, falsidade, comida por sedex, MP.
Alexey Rzaenov
Alexey Rzaenov
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
211

Localização :
Arkhangelsk

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por 126-ExStaff em Qui 21 Abr 2016, 21:39

Ficha de Reclamação - Página 50 Wigflip-ds
126-ExStaff
126-ExStaff
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
302

Localização :
Long Island

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Carter Betelgeuse em Sex 22 Abr 2016, 15:32

- Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Carter Betelgeuse, será filho de Ares. Pois, a personalidade, a história e as atitudes lembra muito a de um filho de Ares. Ah, e também o fato de não levar desaforo para casa e estar sempre metido em brigas.


- Perfil do Personagem 

Características Físicas: Ele possui altura mediana, em torno de 1,85m, pesando por volta de 83Kg, bem distribuídos. Pele branca, corpo robusto típico de quem realiza exercícios físicos constantemente, mas na medida certa sendo mais para manter o porte físico. Olhos verde-claros e cabelos castanho claro, curto e um pouco bagunçado.

Características Psicológicas: Ele é muitas vezes extrovertido, brincalhão, irônico, mas quando quer machucar alguém ele é frio e calculista. Ele tem um pouco de coragem misturada com burrice porque muitas vezes defende alguns mais fracos de valentões e isso já o encrencou muito.

- História do Personagem

Nascido e criado na cidade de Lawrence, localizado em Kansas, sem seu pai, Carter foi criado por sua mãe. Sua mãe Mary, mesmo não demonstrava que se sentia infeliz pela falta de meu pai, ela sempre desconversava quando Carter tocava no assunto "seu pai". Carter se acostumou a ter dois amigos na escola, e também ambos eram vizinhos, toda vez que ele se sentia sozinho jogava e saia com esses amigos, John e Lisa. Pois, sua mãe sempre estava trabalhando e o horário dela mudava constantemente. Ela ficava ao máximo longe de casa para evitar de olhar para Carter, ele lembrava seu pai que sumiu e ela não aguentava olhar-lo, pois Carter era a cara do pai.

Sua mãe Mary era chefe médica em um hospital local, fazendo com que grande parte do meu dia ela acabasse ficando longe, Carter já havia se acostumado com isso, mas em compensação ela nunca deixava faltar nada em casa, como roupas, comida e tudo que Carter precisasse ela dava, mas isso nunca fez dele um garoto mimado e cheio de frescura.

Carter sempre foi chamado de maluco por meu amigo John que raramente se separava dele. Ele sempre se divertia com o fato de Carter ser um imã para brigas, e sempre que tinha uma John o ajudava. Eles sempre foram de se meter em encrencas escolares pelos mais diversos motivos, desde proteger os mais fracos de valentões até tocar o sinal da escola e sair correndo.

Em uma tarde como de costume após o almoço Carter e John iam para o treino de basquete na quadra da escola, onde Carter sempre se encontrava com a sua "amiga" e líder de torcida Lisa, os dois já estavam juntos à quase um ano, mas não era um relacionamento sério. Antes de terminar o treino John teve que sair mais cedo, pois tinha uns problemas para resolver. 

Ao termino do treino Carter levou Lisa até a casa dela como ele sempre fazia no final da tarde, ao voltar para casa Carter foi surpreendido no beco perto da casa de Lisa, por dois caras que fecham o caminho, um deles era o ex-namorado da Lisa, chamado Bruce e o outro ele não conhecia, o mesmo estava com uma barra de ferro em mãos.

- O que você quer? - perguntou Carter com a cara fechada.
- Por um ponto final em algo pendente. - respondeu Bruce com um tom de risada.
- Cara me esquece, você perdeu aceite isso! - Carter viu que eles não estavam ali só para dar um susto e sim algo bem sério.
- Assim, que isso acabar Bruce vou querer o meu pagamento. - falou o desconhecido com uma barra de ferro em mãos.
- Está aqui! - Bruce pega um bolo de notas do bolso esquerdo da jaqueta e entrega para o desconhecido, e vira as costas e sai discretamente.

Ao se virar para tentar fugir Carter leva um soco de outro cara e caí no chão, ao olhar para o mesmo cara que lhe deu um soco, Carter vê esse cara se transformar em algo muito bizarro, que nos livros de histórias são chamados de Fúria, o outro com a barra de ferro também se transforma, assim, soltando a barra de ferro.

- O q... que é isso? - disse, com um tom de voz assustado.
- Você tem a aparência de seu pai, mas vejo que é só aparência. - diz a fúria que lhe deu um soco, tirando onda com a cara de Carter. 
- Ele é tão fraco como um mortal. - diz a fúria que largou a barra de ferro, ela vem andando lentamente em direção de Carter.
- Meu pai? O que vocês sabem sobre ele? - diz Carter se levantando com uma cara de raiva. 

Ao se levantar Carter corre na direção da Fúria 1, a barra de ferro se encontrava logo atrás dela, tomado por um ódio Carter corre até a fúria lhe dando uma investida e arremessa a mesma na parede, logo ele pega a barra de ferro. Ao pegar a barra de ferro ele a enterra na cabeça da fúria 1 e a fúria 2 sai dali assustada, der repente Carter desmaia e acordar meses depois no Acampamento meio sangue, onde descobre que é filho de Ares o deus da guerra.
Carter Betelgeuse
Carter Betelgeuse
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
2

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alizza Hünrazgov em Sex 22 Abr 2016, 18:14


FICHA!




- Por qual deus deseja ser reclamado?
O Deus escolhido para a personagem em questão é Phobos, o Deus do Medo. Alizza é uma personagem peculiar. Assim como Sunshine, apesar das idades não se coincidirem, foi levada por um laboratório clandestino na Rússia, que estuda meta-humanos. Na história, Alizza nasceu muda, mas se comunica através de pensamento, sua mente é muito desenvolvida, se comunicando como uma adulta. O fato de ter um cérebro meta humano (motivo o qual foi levada ao laboratório para estudos) faz com que ela consiga manipular não somente sua forma de pensar mas sim as energias que existem ao seu redor, isso inclui as pessoas ao seu redor.

Inicialmente havia pensado em Morfeu para que fosse seu pai Olimpiano, principalmente pelo fato dos sonhos, mas o medo é um sentimento mais forte que uma ilusão, e o fato de transmitir um sentimento somente pela sua aura é um tipo de característica que bate totalmente com a história e personalidade de Alizza.

- Perfil do Personagem
A garota tem somente 5 anos de idade e aparenta beleza descomunal, era lógico que teria certa beleza, já que Phobos é um Deus cujo seus pais são Ares e Afrodite, e não há nada mais belo que o Amor e a Guerra, não? Sua aparência por mais bela que seja transmite uma aura assustadora. Aquela história de que o belo representa perigo pode ser considerado no perfil de Alizza.

Tem pele clara e suave assim como toda criança, pequenina não atingindo a cintura da maioria dos campistas que residem no local. Seus lábios são carnudos e avermelhados, bonito e atraente e sempre estão com uma expressão séria, por mais que às vezes um sorriso tímido possa surgir de lá. Cabelos negros e longos se espalham sobre seu corpo, deixando com que sua pele se torne visivelmente ainda mais clara. Dentre todas suas características o que mais se destaca são seus olhos claros, suaves e indecifráveis.

Tem personalidade forte, sua infância fora tirada do seu tempo então vive andando enigmática por todos os locais. Não tem problemas com as pessoas, por mais que muitos tenham medo dela só de chegar perto. Não tem extremidades em sua personalidade que consegue seguir no ponto de vista “positiva” ou “negativa”, é sempre firme em seus pensamentos e totalmente realista, se as coisas estão boas, ela irá atrás, se estiverem ruins, ela não correrá, é simples.

Totalmente sincera chega a magoar a todos os que ficam perto demais, e por mais que seja uma criança, não consegue buscar em seu interior quaisquer personalidades infantis e felizes, tendo uma mente conturbada e totalmente fria.

- História do Personagem

Rússia é um pais enigmático, sua extensão promove um tipo peculiar de recurso onde “coisas” podem ser construídas e não encontradas de forma alguma, assim é o Laboratório Merton, um lugar onde crianças que apresentam poderes peculiares são levadas e cuidadas de uma forma não tão gentil.

Alizza chegou no local quando tinha seu mero 1 ano de idade e como todos os recém chegados fora levada a uma sala branca chamada de “Apagão”. O nome explicava tudo sobre o que acontecia lá e o bebê de cabelos negros iria perder a memória. Algo diferente aconteceu, o médico em questão que estava de plantão fazia os últimos preparativos para aplicar o coquetel que tiraria as memórias da garota.

A menina ainda estava dormindo quando sentiu uma grande pressão em seu braço, a dor fora suficiente para que acordasse e olhasse para o médico com seus olhos claros, o encarando com firmeza e postura, aquilo foi o suficiente para o homem se afastar da garota e deixar de lado toda a medicação aplicada, fugindo do local. Dizem lendas que este médico se matou nos corredores mais profundos do laboratório, deixando uma carta para que o bebe fosse abandonados, mas os relatos nunca foram comprovados.

Ninguém soubera se a criança havia tido sua memória tirada e com o passar do tempo, acabaram deixando com que ela simplesmente fosse crescendo nesta duvida afinal de contas, era somente um bebê, ela não poderia saber de nada, não é.

Sobre sua vida dentro do laboratório por um ano era igual a todos que estiveram uma vez lá, fora marcada com seu número em seu braço direito: 626. Seu número de experiência era o suficiente para que alguns dos que viviam lá a chamassem de Sititch. Também passou por várias cirurgias para que descobrissem sua mente, por mais que por inúmeras vezes alguns não fossem completadas.

Aos poucos os médicos e cientistas foram percebendo que algo estava errado com a garota e começaram a se afastar com medo da mesma, sempre evitando chegar perto ou se quer passar no mesmo andar que ela estaria. No final das contas Alizza fora abandonada em um dentro de uma sala restrita em um andar totalmente abandonado, onde somente se aproximavam alguns dos próprios experimentos para dar comida – por ordem superiores – a ela.

Três anos se passaram.

Mas não foram três anos quaisquer. Alizza descobriu seu nome e lembrava tudo o que aconteceu quando criança.

Sua mãe a acariciava em um berço quando a porta de seu quarto se rompeu, homens invadiram o local atirando silenciosamente em sua mãe que morreu instantaneamente. O local do crime fora limpo e após alguns minutos três homens de terno apareceram para “dar um jeito”, eles disseram. A garota e sua mãe foram levadas dentro de um carro escuro e por mais sádico que parecesse, os homens assassinos colocaram Alizza no colo de sua mãe morta para que o “contato” a fizesse parar de chorar.

Três anos revivendo a história de sua vida todas as noites.

Já estava com seus cinco anos de idade quando uma grande confusão começara a acontecer nos andares acima do que ela estava. Não ligava para nada até sentir o medo de uma garota emanar no andar.

Sua porta abriu. Uma menina apareceu e a encarou, dava para ver o horror em sua face e Alizza se levantou de sua cama a encarando. Foi quando percebeu que no braço da garota havia uma marca, algo que ela já havia escutado uma vez. Experiência fugitiva numero 03.

A ruiva na sua frente já havia estado lá.

- Dylan! – A menina gritou – Eu acho que achei uma semideusa.



Alizza Hünrazgov
Alizza Hünrazgov
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Matthew Lightwood em Sab 23 Abr 2016, 15:17


Reclamação!




- Por qual deus deseja ser reclamado?
Perséfone. Não vou mentir e escrever coisas só pra preencher espaço. Escolhi ela pelo fato de ser uma deusa interessante e querer explorar um personagem que é prole dela.

- Perfil do Personagem
Descrição Física: Aos 17 anos o garoto possuí 1,69 de altura, por ser um pouco pequeno isso o torna um pouco mais ágil do que os garotos "marombas" da sua idade. Por ter passado por vários treinamentos durante sua infância e ter os continuado no acampamento, ele tem o corpo bastante definido, apesar de não ser musculoso. Seus olhos são azuis, e seus cabelos são loiros, porém ele os tinge de azul junto com seu namorado e sua melhor amiga.

Descrição Psicológica: Antes de chegar ao acampamento, o garoto foi criado para não demonstrar sentimentos para ninguém, segundo seu pai, sentimentos só atrapalham quando se esta focado em algo. Ele era frio e calculista  e não hesitava em matar ninguém, atualmente essa personalidade só aparece quando ele está focado em uma missão ou em um objetivo, como se fosse um distúrbio que se ativa nessas circunstâncias.
Depois de um tempo no half-blood ele aprendeu com a ajuda de amigos, que demonstrar sentimento não é sinal de fraqueza, e o garoto então aprendeu a amar e ser mais sentimental com seus semelhantes.

- História do Personagem

Matthew nasceu como o primogênito de uma família de assassinos de elite, então morte nunca foi novidade em sua vida. Sempre foi treinado pelo pai para ser o melhor homicida de aluguel já visto, por isso teve que passar por diversas torturas para conseguir ter tolerância à eletricidade e dor, por exemplo. O garoto desde pequeno mostrava talento para o trabalho e, por possuir uma beleza enorme, a utilizava para manipular suas vítimas.  

A criança nunca teve chance de conhecer sua mãe, que, de acordo com seu progenitor, era uma mulher misteriosa e com uma feminilidade e beleza invejável por qualquer outra.  

Teve aulas em casa até os doze anos, que foi quando entrou pela primeira vez em uma escola. Constantemente saía da aula por motivos de “sua tia estava no hospital com uma doença terminal”, que na verdade era desculpa para ir fazer um serviço com o seu pai, e estava sempre mudando de colégio.  

Não era um garoto de muitos amigos, já que, ele só era simpático com aqueles que traziam vantagens e depois que essas vantagens acabassem, as pessoas eram simplesmente descartadas.

Com 14 anos o garoto já havia matado dezenas de pessoas e era extremamente frio, calculista e se recusava a demonstrar seus sentimentos. Para ele, matar tinha se tornado a coisa mais simples de todas, era como escovar os dentes de manhã.  

No dia que ele chegou ao mundo mitológico, ele estava prestes a matar um homem rico, até que esse homem simplesmente se transformou num demônio. Um garoto filho de Hades derrotou o demônio, e explicou que estava em uma missão para achar Matthew. Sem hesitar o garoto seguiu a prole do deus do submundo até o Acampamento Meio-Sangue, em Long Island.  

Lá Matthew encontrou uma carta de seu pai, dizendo que já estava na hora dele saber toda a verdade. A carta contava sobre sua mãe, Perséfone, sobre o por que dele ter mentido, entre outras coisas. Para ele foi difícil aceitar de inicio, mas nada que o tempo não pudesse resolver.

A vida no acampamento se tornou ótima depois que Lightwood se adaptou. O jovem conseguiu novos amigos, foi para missões, treinou e até mesmo arranjou um namorado.  

Podemos dizer que ele se tornou bipolar, pois sempre que estava focado em algo ou estava em uma missão, ele voltava aos seus tempos de assassino, e novamente ficava frio e calculista até acabar o seu objetivo.

Naquele dia em especial, ele havia feito uma missão na noite anterior para pegar alguns jovens que tinham tentado fugir e ir para uma festa. Matthew estava deitado na areia da praia, já cansado de um dia completamente exaustivo e acabou dormindo por acaso. Porém o sono do semideus não foi tão tranquilo, ele começou a sonhar e em seu sonho uma mulher de beleza estonteante apareceu em sua frente.

— Como você cresceu, Matthew... — disse a mulher desconhecida, sorrindo de maneira terna. — Oh, desculpe. Sou Perséfone, sua mãe.

— Eu sei quem é você... Só não sei o porquê de não ter me reclamado até agora e porque não é nem um pouco presente em minha vida. — Respondeu o rapaz com um pouco de dor na voz, levantando-se lentamente.

A brisa era tranquila no sonho e o cenário era como uma linda floresta em um dia comum de primavera. Perséfone tinha olhos escuros, cabelos da mesma cor e vestia um longo vestido tão belo quanto ela. No momento seu olhar transmitia nada mais que calma.


— Deuses não podem interferir na vida mortal, meu filho. — A deusa tirou uma mecha escura de seu rosto e colocou atrás da orelha, enquanto se aproximava de sua prole. — Sua criação também não colaborou. Você tinha muito que aprender e quando veio para o acampamento você conseguiu.

— Como assim consegui? — indagou o rapaz, mexendo nervosamente em sua franja.  

A deusa soltou uma risada.

— Você salvou aquela garota ao invés de deixa-la apodrecer sozinha. Você mudou, Matthew, mesmo que não aceite isso. — Ela se virou de costas com um sorriso singelo em seu rosto. — Sinto que terei que ir agora. Se cuide, por favor...

Antes que pudesse se despedir de sua mãe ou dizer qualquer coisa, Matt acordou com um susto e começou a olhar tudo em volta.

Ao não ver nada além da praia vazia, ele decidiu caminhar até o mar para dar um mergulho ou só molhar os pés mesmo. Ao chegar lá, o rapaz resolveu fitar seu reflexo na água e notou um símbolo roxo brilhando em sua cabeça. Seus olhos ficaram cheios de lágrimas e um sorriso surgiu em seus lábios. Ele havia sido finalmente reclamado por sua progenitora.

— Obrigado... Mãe.

Matthew Lightwood
avatar
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
124

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Duncan Summer em Dom 24 Abr 2016, 03:48

-De que deus(a) eu gostaria de ser filho.

Eu gostaria de ser filho de Ares o deus da Guerra.

-Por que eu gostaria de ser filho de Ares?

Porque um fogo queima dentro de mim, uma raiva, uma fúria que pode ser usada como uma grande força ou uma grande fraqueza, sendo filho de Ares saberei usar isso como uma arma para defender aqueles ao meu redor e destruir meus inimigos.

-Minhas Características Físicas

Cabelos loiros, 1,80 de altura, forte porém acima do peso, expressão permanentemente séria, raramente rio, cicatriz longa que vai da cintura até o pescoço.

-Minhas Características Psicológicas

Embora meu pai seja Ares não sou exatamente o tipo de pessoa que arranja brigas por aí, um rapaz focado e educado, sempre bastante sério e até mesmo cortês, podendo me tornar perigoso em momentos de fúria.

-Minha História

O primeiro contato de um Semideus com o mundo dos monstros costuma ser terrível e, algumas vezes, o último dia do tal Semideus... Para mim foi um choque um tanto quanto avassalador, havia perdido minha mãe aos 9 anos e nunca conhecera meu pai, viva com um tio, ele era um bêbado que realmente fedia demais, mas nunca havia me machucado, ele vivia em seu mundo de bebidas baratas, cigarros e comida velha e mofada e eu tentava sobreviver com o que houvesse na geladeira.
As coisas sempre haviam sido estranhas para mim, entrei em uma academia de boxe aos 7 anos para aprender a me defender dos meninos que queriam me bater e em dois dias havia nocauteado todos eles, eu não sabia o porque, mas quando colocava as luvas era como se me tornasse outra pessoa, como se um botão fosse acionado em meu cérebro... Talvez os guerreiros sentissem isso quando colocavam armaduras na idade média ou algo assim, eu fazia muito essa comparação, sem saber na época que ela se aplicava a mim muito mais do que aos demais.
Estava voltando da escola para casa, tinha onze anos de idade, me acompanhava Lydia, uma menina um pouco mais velha que gostava de conversar comigo, morava a duas casas de distância da minha, era aquela pequena paixão juvenil que todo o garoto daquela idade tem, claro que para ela eu era apenas um menino que botava medo nos demais, mas eu gostava de sua companhia mesmo assim... Tudo ocorria normalmente, a diferença era que o chuveiro em minha casa havia quebrado, isso não fazia importava para meu tio que tomara seu banho mensal duas semanas antes e demoraria a notar o cano quebrado, mas eu não podia chegar na escola fedendo, Lydia disse que não teria problemas se eu quisesse tomar um banho em sua casa, agradeci, corri até minha casa, meu tio estava desmaiado no sofá, peguei um pedaço de sabonete velho e duro, o resto de shampoo e uma toalha que meu tio trouxera do exército 25 anos antes, estava feliz com a perspectiva da água quente... Eu nem imaginava que um banho poderia acabar custando tanto.
Após vários minutos sob a água, uma boa dose de shampoo e sabonete eu havia enfim arrancado o cheiro de bebida e comida velha de meu corpo, agradeci novamente Lydia por me permitir aquilo, a mãe da menina veio até mim sorrindo, seu rosto em forma de coração estava corado por conta do fogo, onde ela mexia um ensopado.
- Duncan querido, já vai embora? - Questionou ela ao ver que guardava o sabonete e a toalha em uma sacola plástica e ia até a porta, a neve já havia começado a cair novamente do lado de fora, era um inicio de inverno, mas o frio era poderoso.

- Ah... Sim senhora Oldway, muito obrigado. - A mulher olhou-me com os enormes olhos castanhos, ela sabia que minha vida não era fácil com meu tio, um homem inofensivo, mas um vagabundo conhecido.

- Você já comeu essa noite? Não gostaria de ficar para o jantar? Teremos ensopado de peixe. - Permaneci parado no batente da porta por alguns segundos, o odor delicioso da tainha, em contraste com o pão bolorento que vira sobre a bancada de minha casa parecia bom demais para recusar, ela notou minha dúvida e sorrindo puxou-me para dentro da casa, garantindo que, como seu filho mais velho havia ido viajar com a escola, ela havia feito comida a mais e precisariam de ajuda para comer tudo, aquilo me deixou feliz...
Minhas lembranças do jantar são vagas, estava sentado na mesa em um momento, rindo de uma piada dita pela senhora Oldway... Minha lembrança seguinte era estar correndo pela rua, tentando escapar daquela criatura enorme que agora me perseguia... Escondi-me nos esgotos por mais de um dia, rezando para não morrer, chorando baixinho... Quando saí fui reconhecido e levado para uma instituição para menores infratores, a Sra.Oldway havia sobrevivido ao ataque, mas sua filha Lydia não, a névoa fizera seu trabalho e tudo o que a boa senhora vira havia sido eu, puxando de minha sacola plástica um artefato explosivo caseiro que explodira metade da casa, matando sua filha... Ninguém deu bola para minha história, de fato era difícil acreditar que um homem com mais de 5 metros de altura e um único olho destruíra a casa com seu bastão gigante... Fui taxado como louco... Nos dois anos seguintes coisas ruins voltaram a acontecer, a higiene era parte importante no reformatório e a ausência do odor característico de meu tio tornou-me um alvo para as criaturas, em duas ocasiões fui salvo por um colega de sela, um aleijado chamado Olyard... Um nome horrível, mas o sujeito era boa pessoa, insistia o tempo todo que devíamos tentar fugir, apesar de suas pernas mancas e dos sapatos que não tirava nem para dormir, recusei nas primeiras vezes, mas depois do segundo ataque decidi que era mais fácil morrer tentando escapar do que aguardar a morte ali sentado em uma sela, com ajuda de um dos guardas escapamos, não sabia porque diabos ele nos havia ajudado, mas ao sairmos do reformatório Olyard explicou-me acerca do acampamento meio sangue... Devo dizer que acreditei que meu colega de sela estivesse drogado, entretanto eu sabia que não era louco e sabia que um monstro gigante matara minha amiga Lydia, que uma criatura com asas havia tentado me matar no banheiro do reformatório e que um dos guardas tentará me sufocar com sua CAUDA DE ESCORPIÃO dentro da sela... Após conversarmos bastante não houve maiores problemas, segui Olyard até o acampamento meio sangue, nossa viagem foi longa e brutal, mas o golpe mais duro foi a maldita manticora... Estávamos a poucos metros do pinheiro de Thalia, que era como Olyard chamava a grande árvore no alto da colina, eu já via o brilho do tal "Velocino de ouro" pendurado nela, tudo estava dando certo, até que o monstro nos encurralou, Olyard criou a distração e me mandou correr, consegui atravessar para a segurança do acampamento... Meu amigo não... Ele foi queimado com uma mortalha de plantas naquela noite... Pela primeira vez estava no acampamento meio sangue, era tudo o que Olyard prometera, embora tenha me tornado uma pessoa solitária por conta das muitas perdas em minha vida, o acampamento viria a fazer bem para mim, tomei por objetivo conhecer o mundo inferior algum dia e, se possível, trazer Lydia de volta a vida, se isso não for possível, morrerei tentando.
Duncan Summer
Duncan Summer
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
4

Localização :
Mundo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sadie Bronwen em Dom 24 Abr 2016, 12:58

Carter

Moço, eu vi que você está tentando melhorar, e isso é bom, de verdade! Contudo, ainda faltam algumas coisas. A primeira foi o fato que o momento da reclamação não foi narrado na ficha e, se você ler o tópico, vai ver que isso é obrigatório - a falta disso por si só anula a chance de reclamação. Outro ponto, voltando à coerência, e que o avaliador anterior já chamou a atenção: o combate em si não foi desenvolvido e ficou uma brecha enorme - a parte final, da descoberta de quem é, que seria o principal, foi cortada. Agora, algumas dicas: as fúrias, por coerência, são servas diretas de Hades - elas só vão atrás de alguém a mando direto dele, e não de qualquer semideus (no livro, foram atrás de Percy tanto pela profecia quando - principalmente - pelo roubo do elmo de Hades). Pense que, por mais que esteja em seu ápide físico, o personagem ainda não conhece nada sobre o mundo mortal - desenvolva a reação dele a isso. Quão estranho seria ter monstros em seu encalço, quando você nunca viu nada parecido antes? Eu indicaria utilizar outra criatura (ou ter realmente uma trama muito séria que explique o por quê das fúrias). Se o personagem for para o acampamento, desenvolva essa descoberta - quem o salvou? Como? Como descobriu quem ele era? Como o levaram? Como o personagem reagiu ao ser levado para lá? Como lidou com o fato de que é uma semideus? Como e quando foi reclamado? Ficou surpreso? São essas coisas que fazem a diferença na ficha inicial. Outro ponto: revise a escrita. Em alguns momentos você alternou primeira e terceira pessoa no texto, por exemplo, e isso é um erro grave. Caso precise de auxílio, pode entrar em contato via MP, ou no chat, não apenas comigo, mas com outros deuses e/ou narradores. Ficaremos felizes em ajudar. Por hora, não reclamado.

Alizza

Poucos erroa (em geral de concordância, como a troca de "alguns"/ "algumas" e o uso inadequado de "mesma" - que nunca deve ser utilizado para substituir um pronome; "se quer"/ "sequer"). Outro ponto (que invalida a ficha): a reclamação não foi narrada (poderia inserir isso quando ela é descoberta pela fugitiva - explicando também como ela saberia que Alizza é uma semideusa). E uma observação final: para utilizar telepatia em on sem perder coerência (em especial em missões e interações com outros personagens dentro delas) você precisaria adquirir algum item ou poder especial por meio de DIY (ou, até lá, se comunicar apenas com personagens que tenham esses poderes, conseguindo esse contato com a sua personagem). Não reclamada.

Matthew

Algumas frases com pontuação mal colocada (cuidado com as vírgulas) e um errinho ou outro (por que/ por quê - no segundo caso, um substantivo equivalente a "motivo", deveria ser acentuado). No mais, apenas lembre-se que apesar do background do personagem, a narrativa no fórum preza descrições adequadas ao seu nível - não abuse disso, tornando-se "OP" ou pode acabar se prejudicando dentro das missões. Reclamado como filho de Perséfone.

Duncan

Olá! Moço, primeiro algumas dicas básicas de organização: o uso de template não é obrigatório, mas algumas medidas básicas podem tornar seu texto mais organizado - e isso facilita a leitura; deixe o texto justificado e pule linhas entre parágrafos, isso evita aqueles "blocos" de texto, uma vez que a leitura no computador por si só já é desconfortável, ok? Mas vi que você indicou as falas, e isso já é um bom começo!

Da ficha, vamos por partes. As perguntas (em especial o perfil do personagem) é um indicativo de coerência para os avaliadores - eles conhecem um pouco do personagem e, através disso, conseguem analisar se está se portando do modo descrito no texto, podendo ver a coerência de suas ações com a personalidade que diz ter. Contudo, suas respostas foram bem vagas. Tente desenvolver mais, dar um vislumbre da personalidade através disso.

Cuidado na grafia (semideus é com minúsculas, como um substantivo comum; sela/ cela). Alguns erros de digitação e o excesso de vírgulas, prejudicando a leitura. Por exemplo, nesse primeiro parágrafo, você escreveu:

O primeiro contato de um Semideus com o mundo dos monstros costuma ser terrível e, algumas vezes, o último dia do tal Semideus... Para mim foi um choque um tanto quanto avassalador, havia perdido minha mãe aos 9 anos e nunca conhecera meu pai, viva com um tio, ele era um bêbado que realmente fedia demais, mas nunca havia me machucado, ele vivia em seu mundo de bebidas baratas, cigarros e comida velha e mofada e eu tentava sobreviver com o que houvesse na geladeira.

Reescrevendo:

O primeiro contato de um semideus com o mundo dos monstros costuma ser terrível e, algumas vezes, o último dia do tal semideus... Para mim foi um choque um tanto quanto avassalador: havia perdido minha mãe aos 9 anos e nunca conhecera meu pai, vivendo desde então com um tio. Ele era um bêbado que realmente fedia demais, mas nunca havia me machucado. Ele vivia em seu mundo de bebidas baratas, cigarros e comida velha e mofada e eu tentava sobreviver com o que houvesse na geladeira.

Percebe a diferença? E haveria inúmeras maneiras de organizar esse parágrafo, essa foi apenas uma.

Cuidado na transição entre uma idéia e outra: você faz isso entre o segundo e o terceiro parágrafo, deixando a idéia perdida no ar.

De resto, a história seria coerente o suficiente para ser aceita, mas você não narra a parte obrigatória: o momento de reclamação. Por conta disso, não reclamado.
Sadie Bronwen
Sadie Bronwen
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
297

Localização :
Ilha de Circe

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Duncan Summer em Seg 25 Abr 2016, 21:29

-De que deus(a) eu gostaria de ser filho.

Eu gostaria de ser filho de Ares o deus da Guerra.

-Por que eu gostaria de ser filho de Ares?

Porque um fogo queima dentro de mim, uma raiva, uma fúria que pode ser usada como uma grande força ou uma grande fraqueza, sendo filho de Ares saberei usar isso como uma arma para defender aqueles ao meu redor e destruir meus inimigos.

-Minhas Características Físicas

Cabelos loiros levemente compridos, 1,80 de altura, forte porém acima do peso, expressão permanentemente séria, raramente rio, cicatriz longa que vai da cintura até o pescoço, olhos azul-esverdeados, normalmente tristes e pensativos.

-Minhas Características Psicológicas

Embora meu pai seja Ares não sou exatamente o tipo de pessoa que arranja brigas por aí, um rapaz focado e educado, sempre bastante sério e até mesmo cortês, podendo me tornar perigoso em momentos de fúria, meus problemas do passado tornaram-me uma pessoa infeliz, não consigo ver grandes motivos de alegria em meu futuro, um estado próximo ao da depressão creio eu, a característica psicológica que mais afeta-me é a raiva ao ver uma injustiça ser cometida, embora a guerra nem sempre seja justa, foi assim que fiz uso dos poderes de semideus pela primeira vez.

-Minha História

O primeiro contato de um Semideus com o mundo dos monstros costuma ser terrível e algumas vezes pode vir a ser o último contato do tal Semideus com qualquer coisa... Para mim foi um choque um tanto quanto avassalador, havia perdido minha mãe aos 4 anos e nunca conhecera meu pai, minha guarda pertencia a um tio, um bêbado que realmente fedia demais, mas não era um homem ruim nem agressivo, ele vivia em seu mundo de bebidas baratas, cigarros e comida velha e mofada e eu tentava sobreviver com o que houvesse na geladeira.

As coisas sempre haviam sido estranhas para mim, entrei em uma academia de boxe aos 7 anos para aprender a me defender dos meninos que queriam me bater e em dois dias havia nocauteado todos eles, eu não sabia o porque, mas quando colocava as luvas era como se me tornasse outra pessoa, como se um botão fosse acionado em meu cérebro... Talvez os guerreiros sentissem isso quando colocavam armaduras na idade média ou algo assim, essa comparação viria a fazer sentido pleno somente anos mais tarde.
A história de meu primeiro contato com nosso mundo se deu em uma tarde de outubro, estava voltando da escola para casa, tinha onze anos de idade, me acompanhava Lydia, uma menina um pouco mais velha que gostava de conversar comigo, era aquela pequena paixão juvenil que todo o garoto daquela idade tem, obviamente jamais passou disso, mas eu gostava de sua companhia mesmo assim... Tudo ocorria normalmente, a única diferença daquele dia para todos os outros era que o chuveiro em minha casa estava estragado e embora eu até soubesse como concertar, não tinha tamanho para alcançar o cano.
Isso não fazia diferença para meu tio que tomara seu banho mensal duas semanas antes e demoraria a notar o cano quebrado, mas eu não podia chegar na escola fedendo, Lydia disse que não teria problemas se eu quisesse tomar um banho em sua casa, agradeci, corri até minha casa, tio Lucke estava desmaiado no sofá, peguei um pedaço de sabonete velho e duro, o resto de shampoo e um trapo velho que um dia havia sido uma toalha do exército... Eu só estava feliz com a perspectiva da água quente... Nem imaginava o quanto aquele simples banho viria a me custar.
Após vários minutos sob a água, uma boa dose de shampoo e sabonete eu havia enfim arrancado o cheiro de bebida e comida velha de meu corpo, agradeci novamente Lydia por me permitir aquilo, a mãe da menina veio até mim sorrindo, seu rosto em forma de coração estava corado por conta do fogo, onde ela mexia um ensopado.
- Duncan querido, já vai embora? - Questionou ela ao ver que guardava o sabonete e a toalha em uma sacola plástica e ia até a porta, a neve já havia começado a cair novamente do lado de fora, era um inicio de inverno, mas o frio era poderoso, morávamos na periferia de uma cidade americana, fazendo fronteira com o Canadá.

- Ah... Sim senhora Oldway, muito obrigado por tudo. - A mulher olhou-me com os enormes olhos castanhos, havia grande gentileza naqueles olhos, as pessoas por algum motivo nunca me olhavam daquela maneira, mas Olive Oldway sabia que minha vida não era fácil com meu tio, um homem inofensivo, mas o boêmio mais conhecido da cidade.

- Você já comeu essa noite? Não gostaria de ficar para o jantar? Teremos ensopado de peixe. - Permaneci parado no batente da porta por alguns segundos, o odor delicioso da tainha, em contraste com o pão bolorento que vira sobre a bancada de minha casa parecia bom demais para recusar e seus olhos brilharam ao notar minha incerteza, sorrindo puxou-me para dentro da casa me dando garantias de que como seu filho mais velho havia ido viajar com a escola e ela fizera comida demais uma boca sobressalente seria de grande ajuda, aquilo me deixou feliz...
Minhas lembranças do jantar são vagas, em um momento estava sentado na mesa e rindo de uma piada dita pela senhora Oldway... Minha lembrança seguinte era estar correndo pela rua, minhas pernas e pulmões ardendo na ânsia de escapar daquela criatura enorme que agora me perseguia... Não sei como cheguei aos esgotos, mas foi lá que me encontraram, rezando para não morrer, chorando baixinho... Quando saí fui reconhecido e levado para uma instituição para menores infratores, a Sra.Oldway havia sobrevivido ao ataque, mas sua filha Lydia não e para minha infelicidade a névoa fizera seu trabalho... Tudo o que a boa senhora vira havia sido eu, puxando de minha sacola plástica um artefato explosivo caseiro que explodira metade da casa... Ninguém deu bola para minha história, de fato era difícil acreditar que um homem com mais de 5 metros de altura e um único olho destruíra a casa com seu bastão gigante... Fui taxado como louco... Nos dois anos seguintes coisas ruins voltaram a acontecer, a higiene era parte importante da rotina no reformatório e a ausência do odor característico de meu tio tornou-me um alvo para as criaturas, em duas ocasiões fui salvo por um colega de sela, um aleijado chamado Olyard... O nome era horrível, mas o sujeito era boa pessoa embora insistisse o tempo todo que devíamos tentar a sorte em uma fuga, apesar de suas pernas mancas e dos sapatos que não tirava nem para dormir. Recusei nas primeiras vezes, mas depois do segundo ataque percebi que fosse o que fosse que estava tentando acabar com minha vida continuaria tentando e eu preferia morrer tentando escapar do que aguardar a morte ali sentado em uma sela,
Com ajuda de um dos guardas escapamos, não sabia porque diabos ele nos havia ajudado, mas ao sairmos do reformatório Olyard explicou-me acerca do acampamento meio sangue... Devo dizer que acreditei que meu colega de sela estivesse drogado, Deuses, semideuses, centauros, um homem metade bode... Porém ele apresentava provas de suas palavras e eu sabia que não era louco, sabia que um monstro gigante matara minha amiga Lydia, que uma criatura com asas havia tentado me matar no banheiro do reformatório e que um dos guardas tentará me sufocar com sua CAUDA DE ESCORPIÃO dentro da sela... Após conversarmos bastante não houve maiores problemas, segui Olyard até o acampamento meio sangue, nossa viagem foi longa e brutal, sempre nos esforçando para passarmos despercebidos diante dos olhos dos demônios... O golpe mais duro no entanto ainda estava por vir... Malditas manticoras... Estávamos a poucos metros do pinheiro de Thalia, que era como Olyard chamava a grande árvore no alto da colina, eu já via o brilho do tal "Velocino de ouro" pendurado nela, tudo estava dando certo e pela primeira vez em vários meses eu me sentia em segurança, mas a besta era veloz e nos encurralou, Olyard criou a distração e me mandou correr.
- ATÉ PARECE QUE VOU TE DEIXAR AQUI. – Gritei, segurando a longa lança que ele mesmo confeccionara, era na verdade um pedaço longo de madeira pesada com uma adaga de bronze celestial presa na ponta, apesar da descrição pobre aquela arma nos havia salvo mais de uma vez e por algum motivo eu era ótimo no seu manuseio
- VAI DE UMA VEZ DUNK. – Com um coice ele me atirou para a segurança... Seu grito foi terrível, mil vezes pior que o de Lydia... Meu ódio cegou-me naquele momento, eu havia perdido mais um amigo para aquelas criaturas medonhas e NÃO PODIA ACEITAR AQUILO, com um berro de fúria avancei contra a besta, não me importei em deixar a segurança recém adquirida para trás eu simplesmente precisava atacar, fazia arremetes com a lança, desviava, girava e atacava novamente.
- OLYAAAAAAAARD . – Com um berro final atravessei a lança no corpo da criatura, ela emitiu um som terrível, uma mistura de engasgar e tosse, no momento seguinte seu corpo se transformou em um monte de poeira pútrida.
Caí de joelhos ofegante ao lado do corpo ainda vivo de Olyard, metade de seu abdomem agora era um buraco e o sangue fluía rápido demais, não houveram últimas palavras, seu estado não lhe permitia, ele somente segurou firme minha mão, seu corpo se iluminou e ele se tornou uma pequena planta, uma mudinha de Junípero, pela primeira vez desde a morte de Lydia me permiti chorar, não saberia dizer quanto tempo passei naquele lamento copioso, soltava berros de fúria a todo o momento.
-EU JURO QUE MATAREI TODA ESSA MALDITA ESPÉCIE E ARRUMAREI UMA FORMA DE QUE ELES NÃO VOLTEM MAIS DA MORTE, EU JURO OLYARD. – Naquele momento uma luz surgiu no céu próxima a mim, lentamente ergui meus olhos para descobrir o que era e para meu pavor uma imagem havia surgido no céu, pouco acima de mim... Uma cabeça de javali vermelha... Enquanto ainda tentava compreender o que aquilo queria dizer um som chamou minha atenção, um ronco forte de motor, não demorou muito para que notasse a origem, um homem estava parado pouco mais de quinze metros de mim, ele usava uma jaqueta de couro preta, óculos de sol e um lenço na cabeça, montava uma Harley Davidson, eu não sabia como, mas sabia exatamente quem aquele homem era.
- Você esteve aqui o tempo inteiro? – Questionei erguendo-me, a lança apertada em minha mão, o homem não respondeu, estava debruçado sobre o guidão, um sorriso de escárnio nos lábios que deixava-me furioso, cego de raiva. – VOCÊ PODIA TER IMPEDIDO ISSO? – Era uma pergunta retórica é claro, ele era capaz do que quisesse, era um Deus... – AAAAAAAAAAAAAAAAAH. – Meu berro de fúria pareceu estremecer o chão naquele momento, apesar de estar levemente cego por minhas lágrimas eu sabia que podia acertar naquela distância, a lança voou com força, o gume cruel de bronze diretamente apontado para o olho direito do motociclista, mas quando a arma chegou ao seu destino ele já não mais estava ali, uma trovoada foi ouvida naquele momento, mas sabia que aquilo era uma risada colossal vinda dos céus, minha visão ficou turva naquele momento...
No dia seguinte, ou no que me pareceu ser o dia seguinte eu acordei.
A dor em meus músculos era tenebrosa, mas aquela bebida doce com sabor de biscoito de chocolate morno me fez recuperar-me, mas apenas dos males físicos... A dor de perder Olyard foi sentida com a mesma intensidade da perda de Lydia e naquele dia fiz uma promessa, algum dia iria até o submundo e traria Lydia de volta, daria a ela a chance de viver que tirei-lhe por acidente, quanto a Olyard... Plantei-o cinquenta metros longe do pinheiro de Thalia, exatamente na linha entre o acampamento e o mundo mortal, um dia ele cresceria e as pessoas se refeririam a ele como um ponto de referência... Minha vida como semideus começou naquele dia.
Duncan Summer
Duncan Summer
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
4

Localização :
Mundo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alizza Hünrazgov em Ter 26 Abr 2016, 01:16


FICHA!




- Por qual deus deseja ser reclamado?
O Deus escolhido para a personagem em questão é Phobos, o Deus do Medo. Alizza é uma personagem peculiar. Assim como Sunshine, apesar das idades não se coincidirem, foi levada por um laboratório clandestino na Rússia, que estuda meta-humanos. Na história, Alizza nasceu muda(, mas se comunica através de pensamento¹), sua mente é muito desenvolvida, se comunicando como uma adulta. O fato de ter um cérebro meta humano (motivo o qual foi levada ao laboratório para estudos) faz com que ela consiga manipular não somente sua forma de pensar mas sim as energias que existem ao seu redor, isso inclui as pessoas ao seu redor.

Inicialmente havia pensado em Morfeu para que fosse seu pai Olimpiano, principalmente pelo fato dos sonhos, mas o medo é um sentimento mais forte que uma ilusão, e o fato de transmitir um sentimento somente pela sua aura é um tipo de característica que bate totalmente com a história e personalidade de Alizza.

- Perfil do Personagem
A garota tem somente 5 anos de idade e aparenta beleza descomunal, era lógico que teria certa beleza, já que Phobos é um Deus cujo seus pais são Ares e Afrodite, e não há nada mais belo que o Amor e a Guerra, não? Sua aparência por mais bela que seja transmite uma aura assustadora. Aquela história de que o belo representa perigo pode ser considerado no perfil de Alizza.

Tem pele clara e suave assim como toda criança, pequenina não atingindo a cintura da maioria dos campistas que residem no local. Seus lábios são carnudos e avermelhados, bonito e atraente e sempre estão com uma expressão séria, por mais que às vezes um sorriso tímido possa surgir de lá. Cabelos negros e longos se espalham sobre seu corpo, deixando com que sua pele se torne visivelmente ainda mais clara. Dentre todas suas características o que mais se destaca são seus olhos claros, suaves e indecifráveis.

Tem personalidade forte, sua infância fora tirada do seu tempo então vive andando enigmática por todos os locais. Não tem problemas com as pessoas, por mais que muitos tenham medo dela só de chegar perto. Não tem extremidades em sua personalidade que consegue seguir no ponto de vista “positiva” ou “negativa”, é sempre firme em seus pensamentos e totalmente realista, se as coisas estão boas, ela irá atrás, se estiverem ruins, ela não correrá, é simples.

Totalmente sincera chega a magoar a todos os que ficam perto demais, e por mais que seja uma criança, não consegue buscar em seu interior quaisquer personalidades infantis e felizes, tendo uma mente conturbada e totalmente fria.

- História do Personagem

Rússia é um pais enigmático, sua extensão promove um tipo peculiar de recurso onde “coisas” podem ser construídas e não encontradas de forma alguma, assim é o Laboratório Merton, um lugar onde crianças que apresentam poderes peculiares são levadas e cuidadas de uma forma não tão gentil.

Alizza chegou no local quando tinha seu mero 1 ano de idade e como todos os recém chegados fora levada a uma sala branca chamada de “Apagão”. O nome explicava tudo sobre o que acontecia lá e o bebê de cabelos negros iria perder a memória. Algo diferente aconteceu, o médico em questão que estava de plantão fazia os últimos preparativos para aplicar o coquetel que tiraria as memórias da garota.

A menina ainda estava dormindo quando sentiu uma grande pressão em seu braço, a dor fora suficiente para que acordasse e olhasse para o médico com seus olhos claros, o encarando com firmeza e postura, aquilo foi o suficiente para o homem se afastar da garota e deixar de lado toda a medicação aplicada, fugindo do local. Dizem lendas que este médico se matou nos corredores mais profundos do laboratório, deixando uma carta para que o bebe fosse abandonados, mas os relatos nunca foram comprovados.

Ninguém soubera se a criança havia tido sua memória tirada e com o passar do tempo, acabaram deixando com que ela simplesmente fosse crescendo nesta duvida afinal de contas, era somente um bebê, ela não poderia saber de nada, não é.

Sobre sua vida dentro do laboratório por um ano era igual a todos que estiveram uma vez lá, fora marcada com seu número em seu braço direito: 626. Seu número de experiência era o suficiente para que alguns dos que viviam lá a chamassem de Sititch. Também passou por várias cirurgias para que descobrissem sua mente, por mais que por inúmeras vezes algumas não fossem completadas.

Aos poucos os médicos e cientistas foram percebendo que algo estava errado com a garota e começaram a se afastar com medo da pequenina, sempre evitando chegar perto ou se quer passar no mesmo andar que ela estaria. No final das contas Alizza fora abandonada em um dentro de uma sala restrita em um andar totalmente abandonado, onde somente se aproximavam alguns dos próprios experimentos para dar comida – por ordem superiores – a ela.

Três anos se passaram.

Mas não foram três anos quaisquer. Alizza descobriu seu nome e lembrava tudo o que aconteceu quando criança.

Sua mãe a acariciava em um berço quando a porta de seu quarto se rompeu, homens invadiram o local atirando silenciosamente em sua mãe que morreu instantaneamente. O local do crime fora limpo e após alguns minutos três homens de terno apareceram para “dar um jeito”, eles disseram. A garota e sua mãe foram levadas dentro de um carro escuro e por mais sádico que parecesse, os homens assassinos colocaram Alizza no colo de sua mãe morta para que o “contato” a fizesse parar de chorar.

Três anos revivendo a história de sua vida todas as noites.

Já estava com seus cinco anos de idade quando uma grande confusão começara a acontecer nos andares acima do que ela estava. Não ligava para nada até sentir o medo de uma garota emanar no andar.

Sua porta abriu. Uma menina apareceu e a encarou, dava para ver o horror em sua face e Alizza se levantou de sua cama a encarando. Foi quando percebeu que no braço da garota havia uma marca, algo que ela já havia escutado uma vez. Experiência fugitiva numero 03.

A ruiva na sua frente já havia estado lá.

Alizza sabia que todos os momentos de sua vida haviam sido estranhos, mas assim que a garota ruiva abriu sua porta em uma explosão, toda a sala escureceu e almas negras corriam de um lado para o outro cercando a garota. Uma sensação de medo se instalou pela sala com tanta intensidade que se qualquer humano estivesse ali, ele poderia cometer um suicídio no mesmo segundo, a própria garota ruiva que parecia tão forte voltou dois passos para trás.

As almas negras e negativas sumiram enquanto uma luz era emitida acima da cabeça da menina de olhos azuis. De primeira não dava-se para ver nada, mas aos poucos um leão² apareceu em sua forma mais majestosa, como se cobrisse a garota em forma de manta, emitindo uma luz forte até que aos poucos foi sumindo e deixando a iluminação local somente por conta da pequena lâmpada led que ali se encontrava. Um silêncio tomou conta de todo o local então a garota que emitia uma luz quase que solar abriu a boca, soltando sua voz para a recém proclamada pela primeira vez.


- Dylan! – A menina gritou – Eu acho que achei uma semideusa.

OBSERVAÇÕES
*1 "mas se comunica através de pensamento" - Por toda a trama e História dela, pretendo fazer o teste de mentalista e adquirir esse poder com a Alizza, por este motivo coloquei na história dela, como a personagem já está totalmente programada, peço o perdão por não ter colocado as observações.
*2 "leão" - Phobos é um Deus menor e não era cultuado pelos gregos, por isso não tem um simbolo, mas em suas histórias é descrito com usando uma manta com a pele de leão, por este motivo coloquei o leão como representação.
*3 - arrumei os erros que havia me dito, desculpe-me por não perceber.



-------

http://percyjacksonrpgbr.forumeiros.com/viewtopic.forum?t=11872
Alizza Hünrazgov
Alizza Hünrazgov
IndefinidosPercy Jackson RPG BR

Mensagens :
3

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 50 de 50 Anterior  1 ... 26 ... 48, 49, 50

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum
:: Topsites Zonkos - [Zks] ::