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Teste Hades outubro/ novembro

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Teste Hades outubro/ novembro

Mensagem por Luca D' Marvouile em Sex 26 Set 2014, 11:44


Características


Muitos o definiriam como sinistramente lindo, apesar dele não ligar. Dono de traços delicados e ao mesmo tempo assombrosos é esteticamente perfeito, possui olhos são negros e profundos como a escuridão. Seu cabelo parece não ser penteado a anos e também é de cor negresca. É possível notar em sua orelha destra a presença de um alargador de seis milímetros preto e leva consigo um rosa, esta tatuada em seu pescoço. De pele pálida como a neve, possui um físico magro, porém, não tão magrelo, podemos dizer que tem o peso ideal para sua altura que é de um metro e exatos oitenta e três centímetros.
Depois de sofrer o castigo de Hades - será explicado aqui - Luca se tornou quieto e ignorante, além de seu invejável sangue frio e calculismo. Devido a tudo que ocorreu com ele, prefere manter distância de pessoas.
Ps: As descrições são após o castigo de Hades que será explicado e dito em três DIY, se achar melhor o avaliador pode me mandar uma MP perguntando o que bolei que direi.

História


O tempo estava de fato, perfeito. A brisa não era quente e nem fria, parecia estar na temperatura perfeita, e o céu, bem, o céu de Roma nunca esteve tão estrelado, de fato estava tudo perfeito. E ali estavam os dois, a mortal e o Deus, deitados abraçadinhos sobre a grama úmida do jardim.
— Por que não podemos ficar assim para sempre? — disse a jovem moça com sua doce voz.
— Nós podemos Catarina, e é assim que iremos ficar. — disse por sua vez Hades. O frio e onipotente deus dos mortos que parecia estar sendo sincero, devia estar apaixonado.
— Mas por que tem de ser tão difícil? — ela rebateu, preocupada.
— Não tem de ser, meus parente estúpidos não irão nos atrapalhar, eu prometo! — ele bravejou, o que fez com que sua amante deitasse sobre seu peito, sorridente.
E então, sobre aquela grama úmida, Luca, o futuro demônio de Roma foi gerado.

Porém o que parecia ser um amor verdadeiro era apenas uma conversa de Hades, um truque de lábia, coisas que ele certamente dizia para qualquer uma que se interessasse. O que no começo era amor tornou-se desprezo, principalmente com a chegada de Luca, o fruto daquele amor temporário. O garoto tinha algo diferente, e isso não era nada bom para Hades, poderia lhe causar problemas no futuro, porém ele apenas preferiu ignorar o nascimento do garoto, como se ele não existisse.

O tempo passou e Luca cresceu, certo dia, fora vítima de gozação por um vizinho do bairro, o que o fez ter um apagão, apagão este que o fez acordar certo tempo depois, coisa que não aconteceu com seu vizinho, havia morrido. Como? Não se sabia, desesperado Luca começou a chorar enquanto pessoas aproximavam-se, desde então Luca passou a ser chamado de "Il demone di Roma", o demônio de Roma.

Mesmo com a morte do garoto, os vizinhos não cederam, pareciam não acreditar que Luca, o menino pálido e magrinho do bairro ter matado um garoto mais velho que ele. E então as gozações começaram a ser mais frequentes, e com elas, os apagões e consequentemente as mortes. Mal havia completado doze anos e cerca de trinta por cento dos garotos do bairro já haviam sido mortos, o que fez com que todos os bairros, incluindo adultos, passassem a o enxergar como um monstro.

Trama


A primavera finalmente chegara à Roma, todos os casais, famílias e até os mendigos pareciam se divertir, menos Luca, Luca nunca fora feliz e provavelmente nuca será, provavelmente fora sorteado para ter a pior vida do mundo, estava destinado à isso, tinha certeza. Enquanto todos se divertiam em parques e cafezinhos da cidade Luca novamente era vítima de gozação de meninos mais velhos — Olha quem está aqui, o demoniozinho de Roma — disse o maior do grupo que tirara o dia para encher o saco dele e provavelmente o mais velho e então o menor do grupo – porém, ainda maior que este - se pronunciou — Além de demônio ainda é a Branca de Neve original — completou a frase com uma risada nada discreta e amigável o que ocasionou em diversas risadas semelhantes originadas do grupinho, mas apesar de tudo ele não reagia, apenas permanecia imóvel, inerte enquanto em mais uma tentativa falha tentava contar até mil, já que dez não era o suficiente. 2 39... 527... 826... — Branca de Neve do capeta, ha ha, essa é boa — continuou outro garoto que pertencia ao grupo de babacas. 998... 999... 1000! — CHEGA! — o ódio novamente subiu novamente à cabeça dele, e como nas outras vezes, ele apagou.

Acordou diante dos garotos no chão, imóveis, talvez estivessem apenas desmaiados ou talvez estivessem até mortos; como costumava fazer após isso acontecer Luca pôs-se a chorar e então foi correndo pra casa, ele realmente era um monstro, realmente era “Il demone di Roma”. Chegou em casa batendo a porta e logo foi para seu quarto, por sorte tinha sua mãe, Catarina era extremamente tranquila e sabia como acalmar o filho depois de seus apagões. Não foram apenas alguns minutos, foram horas e horas de diálogo para que Luca enfim se acalmasse, depois da longa conversa ele finalmente saiu novamente de casa para tomar um ar, o que não era uma boa ideia, e ele sabia disso como ninguém.

Cinco ou dez segundos? Menos, aposto; assim que colocou os dois pés fora de sua residência fora surpreendido por uma Dracaenae que o ricocheteou com uma de suas caudas de cobra, lançando-o contra uma casa que se localizava à alguns metros do local — Ai! — fora o que conseguira gritar antes da segunda investida da mulher-cobra, esta que usufruiu de sua lança para tentar perfurar a cabeça de Luca como um espetinho, o que teria acontecido se segundos antes o semideus, graças a seu déficit de atenção, não tivesse lançado a cabeça pro lado, fazendo com que a lança atingisse a parede da casa. Aterrorizado, Luca utilizava sua mão direita para massagear a parte traseira de sua cabeça, a qual havia batido na parede. — Qu-qu-quem é você? — perguntou, enquanto tremia feito uma britadeira. — Ssssssssssssss, isso não importa agora — uma risada fina e estridente ecoou pelo beco o qual Luca fora arremessado.

Então aquele era o fim, Luca nunca valorizara sua vida mas acabar daquela maneira chegava a ser patético, ele ao menos conseguiu reagir, ia ser morto por uma mulher fantasiada? Por instinto pegou um cano ao seu lado que deveria ser um pouco maior que uma espada e provavelmente pertencia à o sistema de tubulação de alguma casa utilizando-o como uma arma branca, na tentativa bem sucedida de batê-la na mulher-cobra e então afastá-la, o que a fez gemer de dor. Ainda com dificuldades ele levantou relutante. A Dracaenae não perdeu tempo, e então avançou novamente em meio à sibilos e ameaças de morte tentando feri-lo, Luca numa tentativa desesperada utilizou novamente o cano para derrubar dezenas de latões que estavam empilhados. Após isso apenas sentiu garras afundando em suas costas e por mais uma vez, apagou, pela primeira vez, ele achou que ele ia morrer.

...

Luca acordou em uma sala totalmente escura, não havia sequer um mínimo feixe de luz no ambiente, tossia sangue e suas costas ainda doíam —  Finalmente acordou, você “adormeceu” bem menos do que esperava —  As luzes acenderam-se, em sua frente uma mulher com asas de morcegos e garras de bronze se revelou, assustando-o. —  Não fale nada, o explicarei — ela disse —  sou uma fúria e vim à pedido de seu pai — continuou, mas por um momento, ficou confuso, não sabia quem era seu pai, nunca o vira, a mulher estava mesmo falando a verdade? —  estou te levando até ele, mas ainda não sei porquê mas ele quer conversar com um garotinho inútil como você, mas antes disso ele quer que você passe por um teste então tome isto e tente me matar, vai ser um prazer te matar, bastardo — terminou. Ela lançou uma espada negra para ele, investindo contra ele sem ao menos dar tempo para qualquer pergunta.

Luca pegou a espada de certa forma que o salvou, mantendo-a estendida para frente, a fúria acabou acertando a espada com suas garras e então provocando um ruído extremamente alto e insuportável. Trêmulo, tentou puni-la com um soco certeiro na região da barriga, porém, o golpe fora facilmente desviado pelo voo da fúria que logo se pôs a ri.

— Sério? Isso é o máximo que pode fazer? —  a fúria ironizou.

Desta vez quem avançara fora Luca que então, em uma tentativa estúpida, visou realizar um corte transversal na fúria que usufruiu de suas asas para desviar mais uma vez, contra-atacando com um chute em suas costas, lançando-o para uma das quatro paredes da sala e consequentemente fazendo-o gemer de dor.

Luca nunca treinou espadas, muito menos combate, as possibilidades de ganhar e sair vivo daquilo era próximas de zero, não fazia sentido continuar... Avançou com sua espada em mãos cravando-a no chão, posicionou seu pé no cabo da espada e então utilizou-o como um impulso para o seu salto, pegando a espada já no ar. Seria sua última oportunidade, certamente, cravou sua espada na barriga da fúria fazendo-a gemer de dor no mesmo momento em que esta cravou-lhe as garras em suas bochechas forçando-o a recuar.

— Nada mal, bem, acho que você passou no teste. Disse a fúria, transformando-se em pó aos poucos.

Após tal intensa batalha um esqueleto guiou-o até Caronte, o barqueiro do submundo, este o qual me levaria até o local onde encontraria meu pai. Sua reação ao adentrar o Submundo fora de pânico, não imaginaria que aquilo era realmente era real. "Será que sou um desses? Por isso sou um monstro?" ainda que confuso, diante daquilo, pensou

Algum tempo já havia se passado quando finalmente Caronte lhes aproximava do majestoso castelo de Hades, navegaram por mais alguns metros até que ele finalmente parou a embarcação pediu que fôssemos por conta própria a partir dali, era fácil de perceber que Luca não sabia onde estava e que estava tremendo de medo, literalmente. Seguiu o caminho até o castelo cabisbaixo e também subiu as escadas da mesma maneira, chegando lá se sentou num sofá a aguardo de seu suposto pai, o que poderia lhe aguardar era ainda mais assustador.

Obs:
Vocês devem estar confusos quanto ao final da trama, é o seguinte eu vou terminar em três DIY, que é o castigo de Hades pois envolvem maldições e tudo mais, na trama ele tem 12 mas atualmente ele tem 16, as DIY contariam esses 4 nos. Se o avaliador quiser saber mais e tal, só mandar MP.

Poderes Utilizados:
Aura da Morte I [Nível 1]: O filho de Hades emana uma aura que incomoda as pessoas - não chega a afastá-las, mas elas não ficam à vontade. É algo sobrenatural, sem explicação, mas elas tem medo de morrer ao chegar perto. Não afeta semideuses ou seres mitológicos. Esta aura também afasta as almas muito mais fracas de você.[Modificado]

Respiração do Submundo [Nível 1]: O filho de Hades respira normalmente em locais de baixa pressão ou subterrâneos, fechados, desde que haja uma quantidade mínima de ar. Eles ainda são afetados por poderes de sufocamento, e condições precárias, se prolongadas, podem ser letais.

Perícia com armas laminadas [Nível 1] Por ser filho de Hades, o semideus manipula perfeitamente as armas laminadas, ganhas como presente de reclamação, e possuem uma familiaridade ainda maior se elas forem de ferro estige.

Armas Utilizadas:
— {Darkness} / Espada [Espada de 90cm, feita de Ferro Estígio. Ajuda o usuário a canalizar a capacidade de controlar e convocar os mortos. Pode drenar almas, deixando a espada mais poderosa. Sua lâmina mede cerca de 70 cm, e sua base é mais grossa que a ponta. A guarda-mão é em forma de um crânio que tem seus dentes pontudos virados na direção do início da lâmina, como se ela saísse de sua boca. Os olhos do crânio são feitos por dois rubis. O cabo e a espiga são revestidos por um couro escuro, de cão infernal e sua bainha também.]
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Re: Teste Hades outubro/ novembro

Mensagem por Teo Kenryu em Qui 09 Out 2014, 15:22

Características:

Físicas: Magro, claro, cabelos negros e curtos, olhos castanhos, corpo mediamente trabalhado (não é fisiculturista ), expressão facial metade delicada, metade confiante.

Psicológicas: Determinado, confiante, envergonhado, inteligente, com pouca paciência, rancoroso, introvertido, cuidadoso, protetor, amante do escuro da noite e da luz do luar.

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História do personagem

Descendente de japonês, cuja família migrou para Londres, vive dentro dos padrões que a sociedade espera dele. Porém, nada pode esconder  o fato de ter apenas mãe, o que faz com que sofra discriminação, fazendo-o, em certo momento, descobrir parte de seus poderes, ainda sem grande conhecimento. Além disso, sua casa é atacada por um ser desconhecido, o que faz com que tome conhecimento de sua descendência direta de Hades e dá o início de sua busca por vingança pela perda de sua mãe amada.

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Narrativa- O despertar

Esta é a história de Teo Kenryu, um descendente de japonês, cuja família havia migrado para Londres a muito tempo.  Família trabalhadora, começou sem nada e aceitando qualquer tipo de trabalho. Na geração de seus avós, abriram um negócio. Eram comerciantes de artigos gerais, porém tiveram um rápido crescimento, expandindo e abrindo comércio para o exterior.Sobretudo, a família dele, embora não esteja mais no Japão, mantém algumas das tradições, como a prática de Kendo, que lhe fora dada pela sua avó, antes de falecer.

Kendo é a arte de manusear o ken (espada) para o combate. É a esgrima japonesa, comumente associada aos samurais, uma vez que os praticantes devem conhecer o bushido. Além disso, herdou a espada da família, passada de geração em geração, e a armadura de seu ancestral, o qual  foi um samurai.

Na vida de Teo, havia uma rotina: pela manhã, ia para a escola. À tarde, jogava alguns jogos eletrônicos e praticava Kendo. Pela noite, estava em curso para reforçar seus estudos. Após o curso, retornava para casa para se preparar para o próximo dia. Uma vida comum. Exceto a ausência de um pai...

Desde que se lembra, Teo nunca teve um pai. Nunca ouviu seu nome, nada sobre ele. Em virtude disso, era discriminado pelos colegas. Não o convidavam para sair, para as festas, evitavam falar muito com ele, apenas os cumprimentos básicos, além de falarem dele pelas costas. Ele já foi mais animado, ria muito na escola, porém uma vez ele viu seus melhores amigos o chamando de sangue ruim, de abandonado, de bastardo. O choque ao ver seus melhores amigos o referindo de tal forma fazendo ele entregar sua posição. Todos ficaram surpresos ao vê-lo ouvindo a toda a conversa. Ele correu, para esconder o choro. Desde então, nunca mais foi o mesmo.

Introvertido, calado, desanimado. Não cumprimentava a ninguém. Não conversava. Isso apenas reforçou a discriminação. Agora o adjetivavam publicamente. Todavia ele não respondia. Ignorava, saía calado. Ele teve tanto nojo das pessoas que pouco importavam para ele, vivas ou mortas. Vivia apenas por ele e por sua família, que se resumia à sua mãe, uma vez que seus avós somente tiveram-na como filha e já haviam falecido.

Certo dia, após voltar do curso noturno, alguns garotos o atacaram. Distribuíam socos, pontapés e humilhações verbais. As garotas apoiavam e  o humilhavam  ainda mais. Foi aí que ele caiu no chão, no escuro. Ao se levantar, parecia a visão mais horrível do mundo. As pessoas o olhavam como se fosse de outro mundo, um monstro. Não sabiam explicar, mas não conseguiam ficar à vontade perto dele. Uma aura sombria saia de si.  

Todos entraram em pânico e, rapidamente, retirar-se-iam do ambiente deixando o garoto sozinho, todo machucado. Ele chegou em casa e se limpou, para sua mãe não notar os machucados. Disse que estava cansado, deu boa noite e foi dormir.

Em seus sonhos, ele viu um homem forte, empunhando uma espada sagrado e trajando uma armadura de combate, com um elmo estranho. Um homem forte, cercado pelo fogo e com muitos gritos de sofrimento ao redor. Não sabia quem era, ou que lugar era aquele em seu sonho. Desperta assustado, mas tudo estava tranquilo. Era hora de ir para a aula.
Boatos se espalham rápido. Devido ao fato de um dos colegas da aula estar no mesmo cursinho, todos já sabiam do ocorrido. Não haviam mais perseguições. Todos temiam-no, sem saber explicar ao certo o motivo pelo qual se sentiam assim. Ele aproveitou a paz e começou a ler Sun  Tzu e Manual do líder- Napoleão Bonaparte.

Passou-se uma semana do ocorrido. O desprezo das pessoas com ele é maior. Na saída do cursinho, atacaram- no com uma faca, contudo ele segurou a mão do garoto, chutou sua genitália e tomou sua faca. Com essa mesma faca fez um corte em seu rosto e os ordenou a sair. Após, ele ficou se perguntando de onde vinha tamanha habilidade, achando que seria resultado do treino de Kendo. Mas estava errado...

Retornando para casa, acontece o inevitável: encontra sua casa, o negócio familiar, tudo em chamas. E o cadáver de sua mãe estirado no chão. Um ser desconhecido, que apenas pode ser visto a forma de seu corpo, envolto de escuridão, surge. Em posição de dominador, encara o jovem Teo.

Prevendo o pior, Teo saca a faca que pegou do garoto do cursinho e se prepara para o combate. Ele corre e tenta cortar a garganta do ser misterioso, porém ele desvia e o chuta para longe. Ao cair ferido, pensa apenas em se levantar para lutar. Porém, parece que com uma faca é impossível.

Teo corre em volta da casa, seguido do homem misterioso . Ele pula para dentro dos destroços da casa, indo em direção ao seu quarto. Pega a herança de sua família, a espada que lhe fora dada, uma kataná japonesa.
Com essa kataná, ele se prepara para o combate. O ser misterioso ri e diz:
-Isso é tudo que podes fazer?

De repente as sombras se unem em forma de uma espada. Eles entram em combate direto, em posição de iaijutsu, todavia a sombra em forma de espada quebra sua kataná. Teo vai lentamente perdendo a consciência, quando vê um homem se aproximando e um cão gigante pronto para destruir a tudo. Pensa ser seu fim, desmaia.

Ao acordar, no dia seguinte, está no porto da cidade. Havia um bilhete dizendo “ Eu sou seu pai. Desculpe não poder ajudar mais. Sua mãe está bem. Esqueça o que vistes. Pegue essas pedras que estão no chão e junte em forma de pentagrama. Depois, rasgue sua mão com essa faca que está ao seu lado, deixando seu sangue jorrar. Se fizeres isso, poderei te ajudar. “

Tudo estava confuso. Mas Teo lembrava bem do que havia visto. Um cão enorme atacando.  Além disso, não era um cão comum. Parecia ter vindo direto do inferno. E , aquele que dizia ser seu pai, seria ele o homem que o salvou? E sua mãe, estaria mesmo viva? Magia negra era contra as regras da igreja, mas , ele não tinha nada a perder. Por conseguinte, realiza o ritual.

Um feixe de luz se abre, um brilho ofuscante o faz fechar os olhos. Quando abre, está em um palácio. Sente um calor muito forte, ao olhar pela janela , vê almas penadas, fogo.
-Estou no inferno?

-Não, meu filho. Esse é o meu mundo.

Teo olha para trás assustado, e fica ainda pior: o homem que aparecera era o mesmo que viu em seu sonho.

-Já o vi antes...enquanto dormia...quem é você?

-Sou seu pai. Chamo-me Hades. Já me vistes no mundo real não? Fui te salvar.

-Não muito, pois perdi a consciência. Minha mãe...

-Ela está aqui. Quer vê-la?

-Antes disso...

Teo aperta o pescoço de Hades e se prepara para dar um soco.

-Por qual razão você abandonou minha mãe e eu sozinhos? Como ousa falar friamente, como se nada importa-se? Qual é o seu problema?

Hades começa a rir. Sem dúvidas, com esse temperamento, era filho dele. Hades, então, aperta o pulso dele, fazendo soltar a mão e aponta para o lado. Era a mãe de Teo, Linda Kenryu. Eles correm e se abraçam.

-Mãe, vamos embora!

Ela faz sinal negativo com o rosto.

-Não posso...eu...

-Ela está morta, por isso deve viver aqui, além de que nada de mal a acontecerá, enquanto estiver ao meu lado. (diz Hades)

Teo não aceita isso e começa a gritar muito. Fica com muito ódio de seu pai, com ódio da vida, de tudo.

-Filho, a morte não é o fim. É apenas uma passagem. A vida...também...não sou frio, apenas já aceitei isso. Eu sou o deus do mundo dos mortos, eu vejo a vida acabar todos os dias, vejo o recomeço, vejo tudo. Sinto muito, mas a visão que os humanos tem é limitada demais. Filho, queres viver aqui comigo?

-Sem dúvidas não, pai. Quero matar quem matou a minha mãe.

- Mesmo se eu disser que é seu meio- irmão?

-Agora quero mata-lo mais ainda. Me diz, por qual motivo você mesmo não o matou?
-Ele é meu filho, embora esteja me desobedecendo. Não quero matar ele, embora não veja outra maneira de  acabar com isso...

Hades fecha os olhos e reflete um pouco.

-Filho, vá para o acampamento dos semideuses. Lá você terá orientação e poderá ficar forte. Após ficar forte, procure mais informações sobre esse nome :  Richard Stron.

-Ri...chard... Stron? É o nome dele?

-Sim. Filho o acompanharei até a saída.

-Posso ficar mais um pouco? Quero conversar com a minha mãe.

-Perfeitamente.

Em um quarto fechado, Teo pergunta para a mãe se está sofrendo, mas ela diz que não. Ela não o quer sofrendo, também, porém ele não pode perdoar quem a matou. Após sua despedida, ele acompanha seu pai até a saída.

Ao sair do mundo dos mortos, Hades pede a uma alma penada o acompanhar até o barco que o levará para o acampamento dos semideuses.

-Lembre-se, meu filho: estou aqui para te ajudar.

-Obrigado, pai.

-E mais uma coisa, Teo.

-O que?

-Se você ousar me desobedecer, ou pensar na menor hipótese de me atacar, já sabe. Eu o perdoei mais cedo, pois você estava assustado, todavia, se tornar ao ato, te punirei severamente.

Teo sente um calafrio tomar sua espinha, quase sem poder reagir, apenas faz sinal positivo com a cabeça.

Teo não sabe ao certo se seu pai o ama ou não, porém uma coisa é clara: deve ir ao acampamento dos semideuses para aprender, mais sobre seus poderes e eliminar aquele quem matou sua mãe: Richard Storn!

-Seu pai foi generoso com você. A maioria dos filhos ele mata, caso o ataquem.

-Sério?

-Sim, eu por exemplo, fui filho de Hades, porém ,após brigar com ele, fui morto e transformado em uma alma penada.

-Desculpa, agora tenho medo do meu pai.

A alma penada ri muito.

-É normal, todos tem medo de Hades. Aliás, qual o nome de sua mãe?

Eles conversam muito durante a caminhada. Para a surpresa de Teo, Hades o deixou próximo de onde o barco o esperava. Esse barco o levaria para a ilha dos semideuses. Era o início de sua nova vida, uma jornada para vingar sua mãe e honrar ao seu pai.

-Obrigado por me guiar.

-Não precisa agradecer.

-Aliás, qual o seu nome?

-Meu nome não importa mais, afinal sou apenas uma alma em penitência agora.

-Entendo...

E, então, a alma some ,sem deixar vestígios. Cada vez mais misterioso esse mundo no qual Teo vive. Sem entender muita coisa, com seu coração decidido, ele parte em direção à ilha dos semideuses ,buscando mais poder e, com esse poder, irá eliminar Richard Storn!

Chegando no acampamento dos semideuses, Teo é recebido por um centauro muito sábio, seu nome é Quíron, o qual explica sobre a existência de vários filhos de deuses, além de criaturas ditas como mitológicas e o conduz para uma sala fechada, onde seria feito uma entrevista e o registro de novo campista.

Detalhes como descendência e identificação foram requisitados. Após, perguntaram sobre alguma experiência estranha passada, porém Teo baixa a cabeça, com uma expressão de extrema tristeza.

Entendem, então, que algo terrível havia acontecido, Teo apenas diz que conheceu seu pai, perdeu a pessoa mais importante para ele nesse mundo e estava sem ninguém.

Quíron coloca sua mão sobre o ombro de Teo e diz que agora não está mais só, e que todos irão ajuda-lo a se sentir em casa.

Um novo mundo abre as portas para Teo. Sem sua mãe, mas não estava mais abandonado nesse mundo. Tinha o apoio de Quíron, um grande centauro que já havia treinado diversos heróis conhecidos pela mitologia, além dos demais campistas que viria a conhecer.

Imagina, Teo, que mistérios o aguardam, e se conseguirá cumprir com sua vingança e  missão(dada pelo seu pai, Hades) de deter seu meio-irmão.  Somente o tempo dirá.

Poderes utilizados:
Aura da Morte I [Nível 1]: O filho de Hades emana uma aura que incomoda as pessoas - não chega a afastá-las, mas elas não ficam à vontade. É algo sobrenatural, sem explicação, mas elas tem medo de morrer ao chegar perto. Não afeta semideuses ou seres mitológicos. Esta aura também afasta as almas muito mais fracas de você.
Armas utilizadas:
Faca não elemental, feita de liga metálica, típica de cozinhas. Não possui quaisquer atributos especiais. tamanho de 5 cm.Permite cortar adversários.
Kataná Japonesa, não elemental, sem quaisquer atributos adicionais, de tamanho de 90 cm, feita de liga metálica.Permite cortar adversários.

Observação:
Como sou novo no jogo, não sei o nome das armas existentes, além do fato do personagem ainda não ter a arma inicial, nessa história, portanto descrevi as armas comuns, sem quaisquer atributos mágicos, que podem ser encontradas. Espero que isso não cause nenhum tipo de problema, se sim me desculpem.
Teo Kenryu
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Re: Teste Hades outubro/ novembro

Mensagem por ♦ Eos em Sex 21 Nov 2014, 20:46

Luca - Não reclamado

Houve bem pouca diferenciação na história desta tentativa para a tentativa passada - o fato é que com esse aprofundamento, não seria reclamado nem nas fichas normais. A história e a trama devem ser coisas distintas (como a indicação para postagem em blocos separados deixa claro) e não foi seguido a regra, com a história sendo pouco mais do que um resumo - e incoerente: há que se considerar que os eventos citados nunca passariam em branco no mundo mortal, onde seu personagem já teria sido detido há muito tempo, independente da idade.

Entenda que, apesar de não ir ao Acampamento, como consta nas orientações, o personagem deve, na história, descobrir suas origens como semideus e ser reclamado - mesmo que não entenda o fenômeno nem reconheça seu progenitor ou o significado.

Na escrita, cuidado com o uso excessivo de vírgulas, que quebra o ritmo de leitura e a estrutura das orações - em vários momentos você as utiliza no lugar dos pontos finais. Revisar o texto também seria interessante - houve apenas um Ctrl C + Ctrl V do teste anterior, inclusive no que se refere a erros de digitação. Cuidado com a repetição nas frases - tente reformulá-las para evitar isso, como ocorre logo na primeira fala da fúria. Cuidado com descrições de movimentos - a questão da espada ficou incoerente justamente por não permitir a visualização da cena: se a espada foi cravada no chão e usada como impulso - O que significa que precisou apoiar os pés no guarda-mão (o que só a faria se enterrar ainda mais com seu peso) simplesmente não seria possível agarrá-la em pleno ar, já que ela nunca teria saído do solo pelo movimento narrado.

Houve também a troca de terceira para primeira pessoa - Você narra sempre com "Luca fez tal coisa" e no fim diz "este o qual me levaria até o local onde encontraria meu pai" - por sinal, não há necessidade de colocar "o qual" ali, uma vez que "este" já é um pronome demonstrativo: apenas um dos dois deveria constar.

A fúria pode até ser coerente - sendo apenas um teste, ela controlaria seu poder apenas para tal - mas cuidado ao utilizá-la fora ddeste contexto - lembrando que a questão de nível e habilidade é diferente no fórum e no livro.

Enfim, por estes motivos, não reclamado.

PS: Revise seu código, ele está bugando o tópico.





Teo - Não reclamado

Teo, você teve a mesma falha que o Luca em termos de história - lembrando que a história e a trama são coisas distintas, como descrito nas regras do teste. Na história você fala mais sobre seu personagem, sua vida antes de ser reclamado e sua descoberta de que era um semideus - mesmo que queira que o personagem não saiba quem é seu pai ou que não vá ao acampamento, ainda assim ele se depararia com esse fenômeno e suas consequências - não é um mero resumo. Dê uma lida nas fichas de reclamação comuns para ter uma base. Cuidado com as vírgulas e outros erros mais comuns (como a confusão de a/ há).

Sua escrita não é ruim, mas falta fluidez. Isso pode ser visto na parte em que fala do kendô, por exemplo - quebra o ritmo, acaba parecendo algo à parte, mais como uma instrução do que parte da narrativa. Se não conseguir inserir isso de forma a ser sequêncial na narrativa, coloque este tipo de informação mais detalhada em observações e spoiler - caso contrário, dá a impressão que você pausou a história para explicar.

A concordância também afetou alguns pontos, por exemplo: "O choque ao ver seus melhores amigos o referindo de tal forma fazendo ele entregar sua posição." - o ideal seria "fez". Neste trecho, o ideal seria explicar de forma mais condizente - dizendo anteriormente que ele estava ouvindo a conversa escondido (e o motivo disso, afinal, eram seus "melhores amigos"). Seria interessante aprofundar esse afastamento. Além disso, hoje em dia ainda que possa haver preconceito não é tão extremo a ponto de atacar alguém com uma faca simplesmente por ser filho de mãe solteira: tente lembrar que estamos no mundo atual (e você cita Londres, ainda por cima) onde esse tipo de configuração familiar é comum. Ainda pode sim haver certo desconforto de grupos mais conservadores, ou, no caso do personagem, pela etnia - seria mais provável, ainda que geralmente só degringolam pra este tipo de ataque quando se refere a gangues ou grupos específicos (como a KKK nos EUA, e ainda assim seria mais raro e velado). Cuidado, pois este tipo de coisa afeta a coerência.

Cuidado aolançar informações demais e não trabalhar com elas - por que um semideus atacaria humanos? Se você era o alvo específico, qual era o motivo? Como ele te encontrou? (Lembrando que diferente dos sátiros, que sentem pelo cheiro quando um humano é um semideus, outros semideuses - com exceções devido a poderes e progenitores - não possuem essa capacidade). E outro ponto: um dos três grandes não poderia interferir da forma como fez - ainda que possa tentar auxiliar, suas ações seriam mais discretas, inclusive pelas leis divinas.

Você tem capacidade, basta treinar um pouco mais e atentar-se à coerência. Boa sorte na próxima tentativa.
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Re: Teste Hades outubro/ novembro

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