Ficha para Criaturas Mitológicas

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Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Organização PJBR em Sex 28 Set 2018, 15:59


Ficha de Reclamação


Este tópico foi criado para que o player possa ingressar na sua vida como uma criatura mitológica. Avaliamos na ficha os mesmos critérios que no restante do fórum, mas fichas comuns exigem uma margem menor de qualidade, porém ainda será observada a coesão, coerência, organização, ortografia e objetividade. Abaixo, a lista de criaturas disponíveis em ordem alfabética, com as devidas observações.





   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   
 
 
   
   

CriaturasAvaliação
Centauros(as)Comum
Dríades (apenas sexo feminino)Comum
Espíritos da Água (Naiádes, Nereidas e Tritões)Comum
Sátiros (apenas sexo masculino)Comum




Recompensa de reclamação


As fichas de reclamação valem, além da aprovação no grupo almejado, um rendimento de experiência de no máximo 100 xp para o jogador — caso este tenha apresentado ao menos uma dificuldade combativa na narração. O rendimento deve ser de acordo com a avaliação e só será bonificado caso o semideus tenha sido reclamado, portanto fichas rejeitadas não rendem nenhuma experiência.


Item de reclamação


Não existem mais itens de reclamação por progenitor, sendo o único presente a adaga a seguir:

{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]


A ficha


A ficha é composta de algumas perguntas e o campo para o perfil físico e psicológico e a história do personagem e é a mesma seja para semideuses ou criaturas.

É obrigatório que, na ficha, conste o momento de reclamação do personagem. Ou seja, o momento em que o devido deus o reconhece como filho(a).

Plágio não será tolerado e, ao ser detectado, acarretará um ban inicial de 3 dias + aviso, e reincidência acarretará em ban permanente. Plágio acarreta banimento por IP.

Aceitamos apenas histórias originais - então, ao usar um personagem criado para outro fórum não só não será reclamado como corre o risco de ser punido por plágio, caso não comprove autoria em 24h. Mesmo com a comprovação, a ficha não será aceita.

Fichas com nomes inadequados não serão avaliadas a menos que avisem já ter realizado o pedido de mudança através de uma observação na ficha. As regras de nickname constam nas regras gerais no fórum.



TEMPLATE PADRÃO:
Não serão aceitas fichas fora desde modelo

Código:
<center>
<a href="goo.gl/6qY3Sg"><div class="frankt1">FICHA DE RECLAMAÇÃO</div></a><div class="frank1"></div><div class="franktextim">[b]— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?[/b]

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[b]— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):[/b]

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[b]— História do Personagem:[/b]

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</div><div class="frank2"></div> <div class="frankt2">Percy Jackson RPG BR</div></center>


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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Barnabaz em Dom 04 Ago 2019, 15:29


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Qual criatura deseja ser e por quê?

Sátiro, pra fazer alguma coisa diferente. Vai ser um desafio fazer um ser da natureza, ainda mais com a personalidade que pensei pra ele.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

as físicas estão aqui:
Barnie já tem a constituição de um adolescente humano comum, próximo dos quinze ou dezesseis anos, mas na verdade tem vinte e alguma coisa. Os cabelos são cachos definidos e castanhos que se emaranham na cabeça e escondem os chifres ainda sem pontas e pequenos. Ele normalmente também usa um boné ou chapéu para escondê-los. As pernas peludas são quase sempre cobertas por um jeans largo e os cascos ocultos por um tênis de esporte que furtou de algum campista. Os olhos são amarelados, bem parecidos com os de um bode. Da cintura até a cabeça é bem bonito. Poderia atrair a atenção de alguns humanos, se não fossem pelas pernas antropomórficas.

a personalidade:
O sátiro é um pouco frustrado com sua aparência, o que faz com que isso reflita no seu comportamento conflituoso. Ele tem uma língua afiada e parece sempre estar de mau-humor. Sente um pouquinho de inveja dos outros campistas que não são meio-animais ou se transformam em árvores. Detesta suas funções de sátiro e não tem interesse nenhum em perseguir ninfas como a maioria dos outros sátiros. Barnie é extremamente inteligente. É apaixonado por cultura pop e tem um desejo inalcançável de, um dia, se tornar humano.

Mesmo muito novo, é muito mais maduro que os outros sátiros da mesma idade. Está sempre se envolvendo em alguma briga — por motivos muito bobos, como ser provocado ou ter as pernas tocadas por algum curioso — e, quando não, está tentando arranjar um meio de parecer menos animalesco. Todo seu embate interno faz com que seja mais recluso e menos falante, mas sempre tem respostas prontas na ponta da língua.

— História do Personagem:

— Por favor, protetor júnior Barnabaz, não venha mais aqui com desejos infundados! — berrou o sátiro ancião.

Os cabelos do ancião já eram grisalhos. Desciam em espirais até os ombros, e uma galhada imensa e pesada subia até as alturas de sua cabeça. Dizem que quanto maior os chifres, mais poderoso o sátiro. Os de Barnie eram insignificantes. Mal podiam ser vistos, somente se fossem procurados com muita determinação no meio dos seus cabelos.

— Não é infundado, senhor... Veja só... Eu só quero ter pernas! — insistiu Barnabaz. Tinha uma expressão ferrenha e triste ao mesmo tempo. Sua voz tinha um pouco de choro lá no fundo, mas ele estava se segurando.

Barnie sentia-se humilhado diariamente por não ser como os outros. Os outros humanos, no caso. Odiava com todas as suas forças ter penas de bode. Sentia como se fosse uma danação eterna ter de olhar para baixo e ver dois sacos de pelos e uma pata fendida no fim. Queria poder levar uma vida comum. Era tudo o que queria. Sobretudo, ser um humano — mas ter seus poderes de sempre, é claro, embora não fossem tão potentes assim ainda.

— Você já tem pernas, rapaz! Pode trotar o quanto quiser com elas — respondeu o ancião. Ele martelou com o casco no chão, furioso.

Barnabaz, eventualmente, reúne todo o Conselho do Casco Fendido sob alguma ameaça de alerta iminente à natureza quando somente quer pedir por pernas humanas. Ele age como se isso fosse salvá-lo da morte ou algo do tipo. Não é possível culpá-lo por vontades inalcançáveis, mas é possível reconhecer que ele passa dos limites em algumas situações.

— Eu não quero essas pernas. Quero as mesmas pernas dos humanos. Por que não posso tê-las? — perguntou.

— Você não sabe o que fala, garoto... Que Pã perdoe sua alma ímpia — rezou o ancião.

Barnie mordeu a língua. Odiava as preces ao deus fauno. Perguntava-se constantemente por que havia nascido um sátiro. Seria um grandioso herói se herdasse as habilidades de algum deus, qualquer que fosse. Acima de tudo, acreditava ser capaz de mudar a própria essência com muita insistência.

— Os mortais podem andar livremente por aí, sem ter que cobrir as pernas com alguma coisa ou utilizar névoa. Eu quero isso! Não é muito, senhor ancião. Entenda meu lado — suplicou novamente.

— Chega! Não vamos mais ouvir você, Barnabaz. Se um dia estiver mesmo em perigo, vai perecer. Não podemos perder nosso tempo com um sátiro insolente. Essa é a sua vida. As Moiras começaram a tecer seu fio desse jeito, e desse jeito será. Não teime com quem você é!

O sátiro pisoteou a grama com raiva. Perseguiria seus anseios por conta própria, agora, longe das regras do Casco Fendido. Virou as costas ao ancião e trotou para longe, desapontado com as respostas que recebera. Barnie não estava contente com sua aparência em nem dez por cento. Queria ter pernas humanas e, por isso, lutaria bravamente, dando tudo o que tem. Sua determinação inquebrável despontou naquele instante em que foi esnobado pelos mais poderosos da própria espécie, condenado a ser um simples sátiro pela eternidade. Mas esse não é Barnabaz. Ele não se limita um par de pernas de bode.

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 169 - Ex Staff em Dom 04 Ago 2019, 19:40


Avaliação



Barnabaz — Aprovado


Eu gostei muito da sua ficha, e não tenho mais muita coisa a acrescentar. É bem raro ter alguém que realmente quer desenvolver uma criatura mitológica, então tô ansiosa pra ver as próximas narrações do seu personagem. Parabéns!

100xp.



Atualizado




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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Beliorn B. Horn em Dom 22 Set 2019, 16:16


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Gostaria de ser um Sátiro, diferente dos filhos da natureza, seria a primeira vez que atuaria como uma criatura miológica, então creio que daria um desafio diferenciado para meu desenvolvimento na trama do fórum.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Características Físicas:
Beliorn é um jovem de 25 anos porem contem uma aparência mais nova, não demonstrando assim sua verdadeira idade, sua pele é de uma tonalidade branca quase pálida, possui um cabelo escuro e levemente bagunçado.
Contem brincos e piercings em sua orelha, para que possa passar com maior facilidade por um jovem adolescente.
Características Psicológicas:
Possui como característica sua bondade e passividade, com personalidade defensiva, tem como missão proteger e curar o local onde nasceu e viveu grande parte de sua vida, o acampamento meio sangue, atualmente atua como olheiro para o acampamento junto as escolas da região, porem não deixa de lado seu interesse em se tornar um ajudante interno do local de sua nascença.

— História do Personagem:
Meu caro sátiro, no momento não necessitamos de tanto auxilio nas funções do acampamento, és mais valioso junto as escolas localizando os filhos e filhas dos deuses
Sempre que era feito tal pedido de auxilio interno, as respostas sempre valiam do mesmo posicionamento, que o acampamento não necessitava de auxilio no momento, ou que eu era jovem demais para ajudar de forma efetiva, ou ate mesmo que eu deveria utilizar minha aparência mais jovem como facilitador para localizar meio-sangues.
Não irei mentir, pois entendia o posicionamento do centauro diretor, porem achava de forma interna, uma injustiça, levando em consideração que outros sátiros, já faziam o serviço, e cá entre nós, ultimamente a chegada de meios-sangues ao acampamento estava sob controle.
Cambaleei pelo chão da casa grande em direção ao portão principal de entrada do acampamento como todo sátiro andava, vinha treinando o andar dos humanos, porém sempre tinham os velhos hábitos de sair trotando por ai.
O caminho para o portão de entrada, ultimamente estava mais agitado do que de costume, devido as ultimas confusões existentes no mundo, campistas passavam de guarda a todo momento, se movimentando e se mantendo alertas, pois devido a tragédia que fora o roubo do velocino, nada mais era como antes.
O aroma do acampamento nem sempre era algo muito fácil de ser discernido, pois o cheiro de vários campistas e monstros mantidos sob tutela para aprendizado, muitas vezes se mesclava deixando o ar com um almiscarado de doce e amargo ao mesmo tempo.
Porem, algo no ar me parecia diferenciado, tóxico talvez, tentei ignorar isso, porem aquele aroma estava se impregnando em meu olfato e começando a irritar meu nariz, do meio do caminho ate o limiar da propriedade comecei a espirrar, olhava ao redor procurando pelo responsável porem sem sucesso.
Sinto um leve gotejar em meu ombro, a principio achei trata-se de um respingo de chuva, ultimamente o clima no acampamento estava diferente devido a falta das barreiras mágicas, porem o sol estava em seu ápice, então ao olhar para cima me deparo com algo esdrúxulo.
ESTAMOS SOB ATAQUE! – fiquei esperando os guardas da fronteira aparecerem, porem nenhuma movimentação acontecia, quando vi de relance uma aranha que deveria ter o tamanho de um doberman se aproximar de um embrulho de teia, salivando pronta para dar seu bote.
Percebi a tempo que o embrulho era na verdade um dos guardas, então fiz a coisa mais sensata que um jovem sátiro poderia fazer, peguei a primeira coisa que encontrei em minha mochila (que tratava-se de uma suculenta lata de pêssegos em calda) e atirei contra a aranha, sei que não causou dano nenhum, mas pelo menos chamou sua atenção, e não somente a atenção de uma, mas sim de sua colônia inteira. Pera ai colônia?
Olhei novamente e vi dezenas de aranhas que mais pareciam bolas peludas gigantes, que agora tinham suas dezenas de olhos em mim, provavelmente me achavam uma mosca suculenta, por ser peludo como uma.
Corri em direção a casa grande gritando sobre aranhas gigantes, em um dia normal do acampamento, poderiam pensar que eu tinha comigo alguma lata enferrujada ou ate mesmo uma fruta fermentada, mas dada as circunstancias em que o acampamento estava, muitos campistas corriam em direção ao portão com espadas e arcos.
Uma flecha passa zunindo em minha orelha.
EI! – eu protesto, porem ao me virar me deparo com uma aranha cravada ao tronco de uma arvore, que ainda se debatia na esperança de se soltar da flecha, mas para não ficar sem fazer nada, pego uma pedra grande no chão e esmago a aranha, odiava matar animais por mais monstruosos que eles fossem, porem antes matar uma fera e me salvar e salvar o acampamento do que ser comido vivo, eu não gostava de ser comido vivo, mesmo que eu nunca tenha tentado.
Escuto um galope rápido e me viro a tempo de ver o centauro diretor Quiron chegando perto de mim e colocando sua mão em meu ombro dizendo.
Por hora eu possa ter me equivocado em meu pronunciamento, fique a principio, porem irei questionar ao Conselho se poderás ficar mesmo por aqui como ajudante estagiário.
Fiquei alegre com a possibilidade de auxiliar o acampamento, corro então ate o arsenal, na esperança de achar algo que um sátiro poderia usar como arma para ajudar os campistas em conter a invasão.
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Beliorn B. Horn
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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 143 - ExStaff em Seg 23 Set 2019, 23:17



Avaliação



Beliorn B. Horn

Reloi Horn, tentarei ser breve. Como de costume fichas de criaturas da natureza são mais curtas então nada a comentar sobre isso. Faltaram acentos em palavras como "porém", "árvore" e "até" entretanto você escreveu a palavra "esdrúxulo" corretamente, um pouco incoerente, não acha? . Atente-se ao uso do travessão (—) nas falas, pois está usando o hífen (-) e sim, há diferença entre eles.

Outro ponto é que seus parágrafos são formados por uma única frase de mais de três linhas. Sem pontos, apenas vírgulas. Além disso, espaçar os parágrafos é interessante pois torna o texto mais convidativo. Faltou pouco para ser aprovado, a história está suficiente para ser desenvolvida em outras postagens, basta adequar os pontos que eu apresentei.

Reprovado como Sátiro.



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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Beliorn B. Horn em Dom 29 Set 2019, 14:16


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Gostaria de ser um Sátiro, diferente dos filhos da natureza, seria a primeira vez que atuaria como uma criatura miológica, então creio que daria um desafio diferenciado para meu desenvolvimento na trama do fórum.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):
Características Físicas:
Beliorn é um jovem de 25 anos porem contem uma aparência mais nova, não demonstrando assim sua verdadeira idade, sua pele é de uma tonalidade branca quase pálida, possui um cabelo escuro e levemente bagunçado.
Contem brincos e piercings em sua orelha, para que possa passar com maior facilidade por um jovem adolescente.
Características Psicológicas:
Possui como característica sua bondade e passividade, com personalidade defensiva, tem como missão proteger e curar o local onde nasceu e viveu grande parte de sua vida, o acampamento meio sangue, atualmente atua como olheiro para o acampamento junto as escolas da região, porem não deixa de lado seu interesse em se tornar um ajudante interno do local de sua nascença.

— História do Personagem:
Meu caro sátiro, no momento não necessitamos de tanto auxílio nas funções do acampamento, és mais valioso junto as escolas localizando os filhos e filhas dos deuses

Sempre que era feito tal pedido de auxílio interno, as respostas sempre valiam do mesmo posicionamento, que o acampamento não necessitava de auxílio no momento,. Ou que eu era jovem demais para ajudar de forma efetiva, até mesmo que eu deveria utilizar minha aparência mais jovem como facilitador para localizar meio-sangues.

Não irei mentir, pois, entendia o posicionamento do centauro diretor, porém achava de forma interna, uma injustiça, considerando que outros sátiros, já faziam o serviço. Cá entre nós, ultimamente a chegada de meios-sangues ao acampamento estava sob controle.

Cambaleei pelo chão da casa grande em direção ao portão principal de entrada do acampamento como todo sátiro andava, vinha treinando o andar dos humanos, porém, sempre tinham os velhos hábitos de sair trotando por aí.

O caminho para o portão de entrada, ultimamente estava mais agitado do que de costume, devido as últimas confusões existentes no mundo. Campistas passavam de guarda a todo momento, se movimentando e se mantendo alerta, pois, devido à tragédia que fora o roubo do velocino, nada mais era como antes.

O aroma do acampamento nem sempre era algo muito fácil de ser discernido, pois, o cheiro de vários campistas e monstros mantidos sob tutela para aprendizado, muitas vezes se mesclava deixando o ar com um almiscarado de doce e amargo ao mesmo tempo.

Porem, algo no ar me parecia diferenciado, tóxico talvez, tentei ignorar isso, mas aquele aroma estava se impregnando em meu olfato e começando a irritar meu nariz, do meio do caminho ate o limiar da propriedade comecei a espirrar, olhava ao redor procurando pelo responsável porém sem sucesso.

Sinto um leve gotejar em meu ombro, a princípio achei trata-se de um respingo de chuva, ultimamente o clima no acampamento estava diferente devido à falta das barreiras mágicas. O sol estava em seu ápice, então ao olhar para cima me deparo com algo esdrúxulo.

ESTAMOS SOB ATAQUE! — fiquei esperando os guardas da fronteira aparecerem, mas nenhuma movimentação acontecia, quando vi de relance uma aranha que deveria ter o tamanho de um doberman se aproximar de um embrulho de teia, salivando pronta para dar seu bote.

Percebi a tempo que o embrulho era, na verdade, um dos guardas, então fiz a coisa mais sensata que um jovem sátiro poderia fazer, peguei a primeira coisa que encontrei em minha mochila (que se tratava de uma suculenta lata de pêssegos em calda) e atirei contra a aranha. Sei que não causou dano nenhum, mas pelo menos chamou sua atenção, e não somente a atenção de uma, mas sim de sua colônia inteira. Pera ai colônia?

Olhei novamente e vi dezenas de aranhas que mais pareciam bolas peludas gigantes, que agora tinham suas dezenas de olhos em mim, provavelmente me achavam uma mosca suculenta, por ser peludo como uma.

Corri em direção a casa grande gritando sobre aranhas gigantes, em um dia normal do acampamento, poderiam pensar que eu tinha comigo alguma lata enferrujada ou ate mesmo uma fruta fermentada, mas dada as circunstâncias em que o acampamento estava, muitos campistas corriam em direção ao portão com espadas e arcos.

Uma flecha passa zunindo em minha orelha.
EI! — eu protesto, porem ao me virar me deparo com uma aranha cravada ao tronco de uma árvore, que ainda se debatia na esperança de se soltar da flecha. Mas para não ficar sem fazer nada, pego uma pedra grande no chão e esmago a aranha, odiava matar animais por mais monstruosos que eles fossem, porém antes matar uma fera e me salvar e salvar o acampamento do que ser comido vivo, eu não gostava de ser comido vivo, mesmo que eu nunca tenha tentado.

Escuto um galope rápido e me viro a tempo de ver o centauro diretor Quiron chegando perto de mim e colocando sua mão em meu ombro dizendo.

Por hora eu possa ter me equivocado em meu pronunciamento, fique a princípio, porem irei questionar ao Conselho se poderás ficar mesmo por aqui como ajudante estagiário.

Fiquei alegre com a possibilidade de auxiliar o acampamento, corro então ate o arsenal, na esperança de achar algo que um sátiro poderia usar como arma para ajudar os campistas em conter a invasão.
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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 151 - ExStaff em Seg 14 Out 2019, 00:29


Avaliação



Beliorn B. Horn


Olá, Beliorn, tudo bem? Vamos à sua avaliação!

Bem, gosto da sua motivação como sátiro e sua trama parece ser interessante. Porém, um problema deixa sua ficha muito confusa: pontuação. A ausência de vírgulas e pontos nos lugares certos é algo que acaba com a fluidez do seu texto, tornando-o muito confuso. Muitas vezes, é preciso voltar várias palavras e tentar descobrir qual era a sua intenção para poder captar o sentido da história que você está tentando contar. Isso torna a leitura cansativa. Dê uma lidinha nas regras de pontuação e esqueça aquela história da Tia Doriscleide, na escola, de que "vírgula é uma pausa pra respirar". Os sinais de pontuação têm regras e são elas que fazem um texto ser fluido e de boa leitura.

Mais uma coisa: acentuação. A falta de acento em diversas palavras faz a avaliação ter resultados bem prejudiciais para você. Antes de postar, revise seu texto. Acentuação é assunto básico e merece a devida atenção. Embora aqui não seja uma plataforma valendo 1000 no ENEM, pode ser um excelente treino para o caso de uma redação formal para um certame. Acredite em mim: todo treino é válido.

Bônus: dê um enter entre os parágrafos, fica visivelmente melhor e também facilita a leitura. Uma boa diagramação textual rende muitos pontos. Boa sorte na próxima!

Reprovado como sátiro.



Aguardando atualização




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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Antares em Dom 29 Mar 2020, 16:57


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Centauro. Gostaria de poder criar novas perspectivas de trama que poco é vista durante o RPG. Tentar criar uma atmosfera ainda mais mística nas postagens e me aventurar num personagem antropomórfico.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Sua pele cor de ébano e seus pelos também negros assemelhavam-se à noite sem luar, iluminada apenas por seus olhos que se portavam como estrelas brilhantes e vívidas. Era um centauro alto, muito perto dos dois metros de altura — era, afinal, metade cavalo. Seu cabelo sempre impecavelmente mantido em fade médio, deixando a parte superior maior para então conseguir adornar com joias. Seu porte era refinado e dominava a arte da oratória. De temperamento centrado, nunca se altera em sua fala, mantendo um tom de voz calmo e suave, salvo quando precisava impor-se em algum combate, seja pelo motivo que for.

— História do Personagem:

Há quem defenda que a centauromaquia retratou simplesmente a batalha entre a razão e a emoção, principalmente em seu lado mais animalesco. Óbvio, a quem é resguardado o privilégio de contar suas histórias, transpassando séculos por meio de lendas e feitos heroicos? Não são os malogrados. Milênios retratando sua raça como animalesca, como brutal e impiedosa; capaz das maiores atrocidades jamais vistas. Não, aquele não era Antares. Ele era diferente, concubino de todas as artes. Indagador de todos os porquês. Podia sim ser feroz na batalha, mas ainda sim era mais letal debruçado sobre livros e pergaminhos.

Afinal, quem era mais devoto à Gaia? Os antropomórficos capazes de raptar mulheres durante um momento de embriaguez ou aqueles que derramam sangue em prol de punhados de ouro? Aliás, não seriam os homens também capazes de prazeres mundanos regados a orgias e álcool? Troia não caiu para que se registrasse tal pecado? Sodoma até hoje fere aqueles que creem em um deus judaico. Quem ilustra templos, lendas, ânforas e pinturas? Sim, os temidos homens-cavalo.

Antares bateu os cascos no chão de mármore que revestia a biblioteca do acampamento. Trajava camisa social evitando que seu abdômen ficasse a mostra, apesar de manter descoberto o dorso equino. Evitava portar-se descortês, principalmente na presença dos semideuses. Era, afinal, uma criatura culta e que deixava para trás um legado tão tradicional de seu bando que geralmente habitam as profundezas das florestas ainda intocáveis, ou praticamente virgens aos olhos mundanos. Não que os negasse, muito pelo contrário, orgulhava-se. Sentia-se, contudo, um pouco mais confortável ao reproduzir as normas sociais estabelecidas, talvez por receio do preconceito que atravessa gerações. Não lhe agradaria ser lido como um simples selvagem.

Não negava, também, o uso de adornos: seja em seus cabelos, seja com pulseiras, colares ou anéis. Por fim, guardou o livro que trazia consigo em uma das estantes do local. Seus pensamentos vagavam preocupado com o que ainda estava por vir. As estrelas não mentiam, jamais o faziam. Astros estes tão fortemente influenciáveis na vida de Antares. Recebera o nome em homenagem à constelação de Escorpião que brilhava tão intensamente no dia de sua concepção neste mundo. Apesar de origem grega, conhecia o papel da estrela de guardiã retratada nas lendas persas. Sim, Antares era a guardiã do centauro desde o seu nascimento.

Manteve-se ainda em silêncio contemplando todos os volumes que podia visualizar sem que movesse a cabeça. Em toda a sua existência, lera um bocado deles, mas ainda havia tantos que gostaria de folhear. Ah se possuísse para si todo o tempo de mundo! Se pudesse parar, nem que seja por um instante, as areias do tempo. O quanto ainda desconhecia? O que o Destino ainda revelará? Não possuía resposta. Quem dera as tivesse.

Permitiu-se suspirar como quem sente falta de um passado que não viveu, guardando para si todas as suas questões sem respostas. Trotou para fora do ambiente, sua reserva literária fora devolvida e não se sentia com o temperamento e paciência necessário para novos títulos. Precisava de ar puro. Pensou em visitar o estábulo, sentia-se mais comum naquela área, mas havia campistas demais e Antares não teria paciência para as perguntas importunas de alguns semideuses. Por fim, rumou para além do rio, na certeza que a natureza acalentaria sua inquietude.

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 168 - ExStaff em Ter 31 Mar 2020, 15:11



Atualizado

por hera


A recompensa pela avaliação será dada assim que a atividade for postada no mural
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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Allegria em Sex 01 Maio 2020, 23:15


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Minha antiga conta já era uma criatura da natureza, porém uma naiade, acredito que tenha uma ligação forte com as dríades e por isso optei por resetar a conta e fazê-la dessa forma, uma ninfa terrestre.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Características Físicas: A Dríade possui longas madeixas avermelhadas, que mudam de tom  conforme sua  flamboyant altera as cores dependendo da estação. Possui uma estatura de 1,60 cm de altura e 56 quilos distribuídos em um corpo de cor pálido com sardas espalhadas, igualmente em seu rosto delicado. Seus olhos em formato amendoados e gentis possuem cores distintas, um verde e outro avermelhado (heterocromia). Ao sorrir, surgem duas discretas “covinhas” uma em cada lado, abaixo das maçãs do rosto, mais precisamente nas bochechas.

Características Psicológicas: Possui calma e costuma ser gentil, seu nome foi lhe dado justamente por nascer sobre os raios vindos do sol que brilha no verão, assim como a árvore, possui força mas beleza delicada. Uma combinação apreciada pelas dríades. Devota da natureza, defende seu habitat se preciso e acolhe quem lhe procurar. Allegria gosta de espalhar felicidade a todas as criaturas tristonhas, um tanto quanto inocente, acredita piamente que ninguém é totalmente ruim ou bom, e o equilíbrio é sempre a melhor escolha, assim como na natureza, onde ela procura manter o equilíbrio de tudo, inclusive de seus pensamentos e vontades que algumas vezes são direcionados a curiosidade e ao proibido, que lhe atrai.

— História do Personagem:

O grandioso Apolo emanava calor pela floresta, o sol brilhava como nunca e todos ali sentiam a felicidade pairando pelo local, não era um dia simples ou comum, mas um dia de festa já que um pequeno broto nasceu em meio a floresta, suas pétalas já eram quase visíveis e o tom escarlate já poderia ser admirado, mesmo que ainda coberto pela folhagem esverdeada. As dríades dançaram em volta dele, festejando, enquanto transmitiam amor e felicidade. Tamanha era esta, se dava ao fato de que iram receber mais uma ninfa na floresta, aquele dia era de festejo e agradecimento a  Dione, mãe das ninfas.

o tempo passava rápido e de um pequeno broto surgiu uma pequena ninfa de cabelos avermelhados e pele sardenta, sua pele alva só deixa mais visível as manchinhas alaranjadas que lhe cobriam delicadamente a pele, seus olhos amendoados e espertos tinham cores diferentes, um representando a natureza pois era de um verde luminoso, já o outro de cor avermelhada, representando as flores da árvore que se ligava a ela. A ninfa crescia conforme sua planta, que passou de flor a um arbusto e por fim a uma árvore de flores vermelhas e tronco trançado. Dione lhe dera o nome de Allegria, pois nascera em um tempo de alegria e paz, sua missão seria trazer sempre a felicidade onde já não houvesse a esperança de um sorriso ou bondade ser mostrada.

A ninfa cresceu rodeada de ensinamentos já que era a primeira desde muito tempo, e seu espírito bondoso honrava com o compromisso imposto pela deusa que lhe deu a vida, porém sua pouca idade, comparado as outras ninfas, lhe fazia questionar muitos dos ensinamentos, um deles era de que não poderia -por hora- ter contato com os semideuses do acampamento, pois nem  todos tinham bons princípios. Allegria, como dito antes, acreditava que mesmo se houvesse maldade nas pessoas, poderia despertar a bondade ali. Tudo era questão de equilíbrio!

Certa feita a ninfa já em forma de uma bela moça, por pura curiosidade caminhou perto do acampamento meio sangue, deparando-se com um belo rapaz de olhos claros e pele escura, imediatamente ficou atraída por ele que correspondeu. Tratava-se da prole de Éris, a deusa da discórdia. O semideus mentiu sobre sua nomenclatura, apresentando-se como ‘Ivar’ e nada mais, mostrava-se de início um homem apaixonado e aos poucos conquistou a confiança e coração da jovem ninfa que finalmente entregou-se ao semideus, mal sabia a criatura que só existiam segundas intenções para com ela.

‘Ivar’ queria ver o desequilíbrio e o que aconteceria com Allegria se cada vez se afastasse mais de sua árvore, ela iludida e cega de amor enfraqueceu, havia abandonado a floresta e agora vivia escondida e morrendo aos poucos. Tornou-se um experimento do semideus e quando estava à míngua, foi descoberta por outras ninfas que por ali viviam, as naides lhe trouxeram para floresta e cuidaram para que as energias fossem estabelecidas, agora, sempre que podia, Allegria ia até o riacho nadas com os espíritos da água.

A ninfa não encontrou mais seu amado e cruel semideus, aos poucos sua mente foi esquecendo do rosto e dos toques dele, por fim quando já não se lembrava mais dele, decidiu ficar afastada dele, nunca negando ajudar se necessário, já que essa era uma tarefa que lhe cabia como protetora da natureza.

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Eros em Sab 02 Maio 2020, 09:34


Avaliação



Allegria


Sua ficha foi breve e prática, com os detalhes essenciais para que a história da personagem pudesse ser entendida. Houve alguns pequenos erros, como a utilização do hífen (-) no lugar do travessão (—), por exemplo, mas foram casos ínfimos. Não há motivos para reprovação.

Aprovada como dríade.




Aguardando atualização




Eros
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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 169 - Ex Staff em Sab 02 Maio 2020, 13:40



Atualizado

por Melinoe

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Kai Kahale em Seg 11 Maio 2020, 15:34


FICHA DE RECLAMAÇÃO
— Por qual deus deseja ser reclamado/ qual criatura deseja ser e por quê?

Quero ser um centauro, pois é a criatura da natureza com que mais me identifiquei, e algo que eu não vejo sendo muito usado aqui. As características da natureza sempre foram algo que me agradaram, e eu acho que eu me darei bem com o tema.

— Perfil do Personagem (Características Físicas e Características Psicológicas - preferencialmente separadas):

Kahale, como gosta de ser chamado, tem um olhos amendoados e negros como a noite mais escura, seus cabelos escorrem pela cabeça até o meio das costas, em ondas suaves que lembram o movimento de um riacho tranquilo, igualmente escuros, seu peito geralmente nu sempre carrega marcas de tinta que remetem ao seu povo, abaixo do tórax, o centauro possui uma pelagem tão negra que se assemelha ao azul, com uma grande mancha branca na coxa esquerda descendo para as patas traseiras, uma marca que sua família carrega e os identifica.

Seu temperamento é tranquilo, em congruência com os outros da sua espécie, Kai evita ao máximo confrontos, e encontra a solução de seus problemas nas palavras. Sereno, tem uma presença calma e um porte relaxado, e encontra sua verdadeira paz quando se encontra rodeado pela natureza e pelos espíritos que a habitam, acompanhado de uma boa música. Talvez isso tudo venha do fato de o jovem não ter uma memória muito boa, quase como algo crônico, o garoto demonstrou poder se esquecer de coisas simples e bem importantes, Kai não tem ressentimento por não se lembrar deles.

— História do Personagem:

Os sons da clareira não eram incomuns aos seus ouvidos, de forma alguma, mas sempre que Kahale encontrava o seu lugar entre algumas pedras e árvores retorcidas do bosque, há alguns metros do riacho de Zéfiro. O centauro bufou ao trotar seus cascos sobre a macia grama úmida, rolando os olhos pela área a procura de algo específico, e o encontrou sem demora, atrás de um dos pinheiros mais velhos, o pequeno tronco oco e caído que a criatura usava bem frequentemente para guardar seus pertences.

Os joelhos de sua parte equina se dobravam em um movimento comum, e logo Kai se encontrava em sua posição mais confortável, o pelo azul de tão negro de seu torso em contraste com a grama verde comum da primavera. Seus braços esticaram-se para alcançar o tronco oco, do qual tirou o surrado caderno coberto de couro, a caneta tinteiro ainda repousava amarrada por um fio de tecido à sua lombada. Uma rápida folheada era o suficiente para se certificar que tudo estava inteiro, um sorriso surgiu instantaneamente.

O caderno pousou na grama rapidamente, então, Kai correu as mãos pelo tecido simples que cobria seu torso humano, puxando suas pontas até que ele estivesse totalmente descoberto, deixando as marcas em sua pele expostas à luz. Seu peito se sentia mais livre sem amarras, e isso era algo de que ele tinha certeza, era a forma com que fora criado, correndo livre pelos campos extensos e planos, mas algo nos humanos (e nos semideuses) o assemelhavam a um animal, um ser destemperado e irracional, se o vissem como ele realmente se portava.

Mesmo que Quíron, o centauro sábio e orgulhoso de sua forma milenar e natural, tentasse o convencer do contrário, Kahale sabia que não era visto da mesma forma que o diretor do acampamento, afinal, todos o viam como a autoridade do lugar, o homem (ou meio homem) que os trouxe para um lugar seguro e cuida da integridade desse lugar, mas isso não era verdade para Kai.

O centauro percebeu no momento em que colocou os pés no acampamento, há pouco menos de duas semanas, que aquele não parecia ser o seu lugar. Chegou á colina com o peito desnudo, mostrando marcas que quase não expunham a pele, carregando consigo apenas uma trouxa com seus pertences, acompanhado por seu tutor e diretor, e encarado por dezenas e dezenas de crianças com menos que a metade de sua altura. Ele não sabia se era fruto de sua insegurança, ou se recebia mesmo esses olhares até quando caminhava em meio aos campistas, desde então decidiu se manter mais próximo daqueles iguais a ele. Passava bastante tempo nos estábulos quando não havia tanta gente, ou nas partes mais seguras e quietas da floresta, já que nem era tão corajoso assim para se aventurar adentro.

Aquele era seu lugar preferido aliás, e pensa nisso o tirava do transe em que se colocara. Kahale agarrou novamente seu caderno de anotações, colocando-se a escrever, como fazia todos os dias, detalhando as coisas que aconteceram naquele dia. Descreveu sua passagem pelos campos de morangos, a descoberta de um novo esconderijo para a chuva, e até mesmo a conversa com algumas simpáticas dríades que encontrara no caminho.

Anotar era importante para Kai desde que se entendia por centauro, o que não era muito tempo inclusive. Recordar as coisas era algo inacreditavelmente difícil para ele, e sentir certas lembranças escapando de seu alcance era doloroso, lembranças de momentos importantes, que ele não entendia como poderia esquecer.

Desde então ele decidiu escrever tudo, desde o dia de seu nascimento, algo que Quíron teve que repetir algumas dezenas de vezes, até o nome de seus pais, que ele na verdade não conhecia, ou apenas não se lembrava com exatidão. O caderno era a única coisa que ele nunca esquecia da existência.

O baixar do sol sobre os picos dos pinheiros mostrava que o seu tempo ali estava acabando, era o que a contracapa do livreto dizia, com alguns minutos de sobra inclusive. Kahale então se levantou num salto, se mantendo sobre os cascos firmes em alguns segundos, as mãos se esticaram para alcançar o tecido branco que antes cobria o seu corpo na parte detrás de seu dorso, para depois encontrar o local perfeito para esconder seu livro novamente. Ele tinha quase certeza de que era lá que ele havia escondido da primeira vez, mas nada podia confirmar essa informação.

Um sorriso surgiu no seu rosto pela chegada da hora mais feliz do dia, o jantar. Kai se preaparou e logo já trotava alegremente por entre os pinheiros em direção ao pavilhão.

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por Isabella Le' Mont em Seg 11 Maio 2020, 16:06



AVALIAÇÃO



Olá Kai! É sempre muito bom quando nos deparamos com fichas que não são tradicionais e a abordagem de novas possibilidades como player é sempre muito bem vinda. Sua ficha para centauro é muito gostosa de ser lida, uma narração simples e fluida. Durante alguns trechos me peguei imaginando o futuro do centauro, como seriam suas relações dentro do acampamento e suas aventuras externas. Eu realmente gostei da proposta apresentada. Sem contar que praticamente não percebi erros ortográfico, o que é um bônus ainda maior.

Como uma ficha simples de criatura da natureza, nada mais me resta senão aprová-lo como centauro.

Aprovado como centauro


Atenção: como descrito em ficha, favor adicioná-lo ao grupo de campistas gregos.



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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

Mensagem por 169 - Ex Staff em Seg 11 Maio 2020, 19:40



Atualizado

por Melinoe

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Re: Ficha para Criaturas Mitológicas

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