{Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

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{Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Sex 05 Out 2018, 13:56


Occidendum


There will be blood. A voz da mãe de Jeff velava seu sono como um mantra. Primeiro em grego, depois em inglês, depois em inúmeras línguas que Jeff não saberia identificar. Alemão? Latim? Japonês talvez? Mas não era só isso. Ela tinha outra coisa para lhe dizer. E como um bom filho de Athena, ele precisava decifrar o enigma.

— Os anjos irão sangrar.


Diretrizes

— Introduza sua missão com um dia de rotina depois de descobrir como você se tornou um semideus.
— Narre como acordou com o enigma e como o decifrou. Vou deixar o enigma pra você também, mas se não conseguir decifrá-lo, me contate;
— Finalize o turno tomando o avião para seu destino.
— Seja criativo!
— Prazo de entrega 14/10/2018;
— Quaisquer dúvidas pode me contatar via MP, WhatsApp ou Discord;
— Boa sorte.

— Ah, e eu sou a rainha!





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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Seg 08 Out 2018, 19:37



Occidendum


Θα χυθεί αίμα... There will be blood... Haverá sangue... Il y aura du sang... 血がある...

A mesma voz dizia palavras diferentes em meu sonho. Mas o conteúdo da mensagem parecia ser o mesmo. Alguém, ou alguma coisa, iria sangrar. Havia apenas escuridão e a voz, falando a mesma coisa em várias línguas diferentes. Por fim, veio o silêncio. Havia apenas a escuridão, e então uma mulher apareceu na minha frente. Usando roupas comuns, feitas de um tecido extremamente branco, e ostentando uma expressão séria em seu rosto, aproximou-se de mim. Eu sabia exatamente quem ela era.

— Atena... Mãe... — Minha voz era apenas uma sombra do normal. Atena segurou minhas mãos entre as suas e, por um momento, seu rosto deixou de ser tão sério.

— Os anjos irão sangrar. — As palavras saíram de sua boca nitidamente, e uma sensação estranha se apossou de mim, como se um anzol puxasse meu umbigo, de dentro para fora. Tão repentinamente quanto isso começou, a sensação me abandonou e eu acordei, assustado e suando frio.

O sol já iluminava meu quarto. Era um cômodo como o de qualquer outro jovem de dezessete anos. Havia vários pôsteres de filmes famosos pendurados nas paredes, uma estante com alguns livros e quadrinhos, um computador e um guarda-roupa. Porém, meu olhar recaiu sobre uma mochila que estava perto da minha cama. No dia anterior, meu pai, John, e eu preparamos as minhas coisas para que eu fosse ao tal acampamento que minha mãe havia nos mostrado.

Pessoalmente, eu tinha medo dos rumos que minha vida estava tomando. Saber que era filho de uma deusa grega não é exatamente uma notícia que você espera receber no café da manhã, mas foi assim que eu descobri, com minha mãe vindo até nós e dizendo que eu havia ficado tempo demais no mundo mortal, sem proteção. De acordo com ela, era hora de eu conhecer meu lado divino. Meu pai, a contragosto, concordou com isso, e nós iríamos até Long Island hoje. Porém, com esse sonho, que mais parecia um aviso, talvez as coisas mudassem um pouco.

Vestindo qualquer roupa que encontrei, corri até a cozinha, onde meu pai preparava o café da manhã. Era a mesma rotina sempre, e eu gostava dela, por isso não queria ir até o acampamento, ou a qualquer lugar que não fosse minha casa. Mas os avisos de minha mãe sobre os monstros tomaram a decisão por mim.

— Bom dia, Pai. — Cheguei à cozinha quase sem ar e me larguei em uma cadeira. — Precisamos conversar sobre minha ida ao acampamento.

— Filho, nós já falamos sobre isso. — A voz de meu pai parecia cansada, como se ele não tivesse dormido direito. — Você precisa ir para lá, treinar e...

— A questão não é essa, Pai. — Não tinha o costume de interromper as pessoas enquanto falavam, mas aquilo era mais importante do que os argumentos dele. — Atena veio até mim, ontem a noite. Pelo menos, eu acho que era ela. Mas foi estranho, pois ela apareceu em meu sonho. — Esperei que me pai protestasse, mas como não ocorreu, continuei a falar. — Ela estava falando coisas estranhas, em várias línguas diferentes. “Haverá sangue”, essa era a mensagem. E então ela disse outra coisa, “Os anjos irão sangrar”. Tem alguma ideia do que pode ser isso?

— Sua mãe sempre gostou de enigmas. — Ele parou de fazer as coisas para o café e olhou para mim com aquele olhar que ele usava quando estava pensando. — Os anjos irão sangrar. Atena havia me dito que há várias referências aos deuses espalhadas pelos Estados Unidos. Talvez... A represa de Hoover. — Um sorriso brotou no rosto de meu pai. — Existem estátuas aladas lá. Os viajantes costumam esfregar os dedos dos pés das estátuas, além de outras superstições. Dizem que traz sorte.

— Faria sentido. Contudo, não acho que Atena viria até mim para dizer que as estátuas estão com defeito. — Comecei a andar de um lado a outro, na cozinha. — Talvez seja alguma coisa maior. Talvez... Já sei! — Corri até o escritório do meu pai e peguei um atlas dos Estados Unidos. Voltei até a cozinha e abri em uma página específica. — A cidade dos anjos, Los Angeles. Existe uma chance de que algo esteja acontecendo lá, e ela quer que eu veja isso. Talvez seja um teste, ou algo do tipo.

— Você tem razão. — Ele compartilhou de minha alegria por alguns segundos, porém sua expressão logo se fechou. — Mas, pode ser perigoso. Los Angeles fica do outro do país. Além disso, você ainda não está pronto.

— Sei que não estou pronto. — Tentei protestar da forma mais calma que pude. — Mas se Atena acha que eu devo ir até lá, é algo a se considerar, não acha?

— Está bem. Você venceu. — Dei um pulo de alegria. — Pegue suas coisas. Você tem uma longa viagem pela frente.

As coisas aconteceram em uma velocidade inacreditável. Terminei de engolir meu café da manhã, peguei minhas coisas e logo estava a caminho do aeroporto. Chegando lá, meu pai comprou uma passagem de ida para Los Angeles e me deu dinheiro para que eu pudesse comprar a passagem de volta, além de poder comprar alguma coisa para comer. Me despedi dele e fui até a área de embarque, esperar meu voo.


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Ter 09 Out 2018, 10:42


Occidendum


There will be blood. O sonho se repetiu durante o voo, de forma tão intensa que Jeff podia sentir seu sangue ferver. Assim que chegou em Los Angeles, pôde ver o noticiário: Um vírus altamente contagioso se iniciara naquela manhã, Agora, próximo ao crepúsculo, os sintomas haviam se apresentado: Dor de cabeça, enjoos, sangue saindo pelo nariz, olhos e boca. Nessa ordem, com um intervalo de tempo aceitável. Podia ser de fato apenas um vírus qualquer, mas depois do aviso de Athena, percebeu que não se tratava disso. Havia um toque divino no acontecimento.

E pior. A dor de cabeça começara.

Diretrizes

— Chegue em Los Angeles. Conte como se sentiu com o novo local, como era emocionante estar agindo como semideus e como o sonho te afetou.
— O noticiário estará te passando sobre o novo vírus. Há detalhes dele na introdução, mas você pode acrescentar mais se sentir necessidade, antes do sangramento ou não, a escolha é sua. Você só tem esse turno para isso.
— Você deve buscar a fonte do problema. O primeiro infectado. Ele estará no hospital central. Termine o turno chegando no local.
— De dois em dois turnos, se manifestará um sintoma. A dor de cabeça começou
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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Qua 10 Out 2018, 22:39



Occidendum


Viajar de avião não era exatamente uma experiência nova para mim. Já havia ido para outros estados, junto com meu pai. Mas nunca havia ido para tão longe de casa. Los Angeles era um terreno totalmente desconhecido para mim. Uma cidade nova, pessoas novas, tudo novo. Seria realmente uma viagem excitante, se não fosse o aviso de Atena, que insistia em martelar minha mente.

Durante a viagem, tentei dormir um pouco, mas o sono foi inquieto. Tive o mesmo sonho que me fez ir para Los Angeles. Atena me passou a mesma mensagem, mas, dessa vez, ela parecia estar mais preocupada. Como se temesse por mim. Não pensei muito nisso, pois havia algo mais preocupante acontecendo.

Pela televisão do avião, pude ver as notícias sobre Los Angeles. E eram perturbadoras. Um vírus estava se espalhando entre a população, rapidamente. Ainda não houve nenhuma vitima fatal, mas a lista de sintomas era preocupante. Dores de cabeça, fraqueza corporal, enjoos, espasmos musculares e sangramentos pelas vias respiratórias e olhos.

Os sintomas apareciam nessa determinada ordem, em intervalos regulares. O CDC já havia sido acionado para estudar esse vírus, mas não haviam avançado muito. Eles estavam estudando o “paciente zero”, que estava internado no hospital central da cidade. O coitado já estava na fase do sangramento.

Meu instinto dizia que aquele vírus não era obra da natureza. Pelo menos, não da natureza normal. Talvez a chave estivesse naquele pobre coitado que estava agonizando no hospital.

Depois de reunir mais algumas informações sobre o vírus, o avião finalmente aterrissou. Pude sentir a diferença entre as cidades no momento em que respirei o ar de Los Angeles. O ar era diferente de Nova York. Talvez por causa do mar, ou pela falta de poluição urbana. Em todo o caso, não parei para apreciar a cidade, pois havia trabalho a fazer.

Com as orientações de um simpático policial, peguei um ônibus que ia direto ao hospital. A viagem foi interessante, já que havia várias pessoas diferentes ali. Eu realmente estava muito longe de casa.

Depois de algum tempo, finalmente cheguei ao hospital. Era uma construção grande, aparentemente preparada para qualquer tipo de emergência. Tudo parecia correr bem, mas infelizmente vi que as coisas poderiam sair do controle rapidamente. Uma dor excruciante, muito mais potente do que qualquer dor que já havia sentido na minha vida, eclodiu em minha cabeça. Parecia que o próprio Zeus estava martelando minha cabeça com seus raios. Agora eu tinha um motivo a mais para resolver esse mistério: Minha vida estava em risco.

EQUIPAMENTO:
{Half Blood} / Adaga Comum [Adaga simples feita de bronze sagrado, curta e de duplo corte. A lâmina possui 8cm de largura, afinando-se ligeiramente até o comprimento, que chega a 20cm. Não possui guarda de mão e o cabo é de madeira revestido com couro, para uma empunhadura mais confortável; acompanha bainha de couro simples.] {Madeira, couro e bronze sagrado} (Nível mínimo: 1) {Não controla nenhum elemento} [Recebimento: Item de Reclamação]

(Esqueci de colocar no último post. Desculpe)


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Qui 11 Out 2018, 10:21


Occidendum

O quarto estava frio, frio de verdade. O paciente zero era um semideus magricela, que contava - entre tosses contagiosas de sangue - o que havia acontecido.

Ele havia despertado a fúria de Circe. E, por retaliação, uma semidivina, seguidora daquela, anteriormente curandeira habilidosa que fora expulsa de seu cargo, havia executado com maestria um feitiço antigo, muito poderoso, sem contar com os danos que poderia causar. Ao que parecia, a garota de Athena não fazia ideia do contágio.


Diretrizes

— Dê um jeito de entrar no quarto.
— Você pode incrementar o diálogo, com quantos detalhes achar necessário.
— Aos poucos, você vai perceber que o sangue vai sair de sua boca com mais e mais frequência, até que ele se engasgue com o próprio sangue. Decida o destino do semideus.
— Saia do hospital. No pátio, vai encontrar a garota de Athena. Ela também está infectada, alucinando com as dores. Seu ataque virá com força contra seu peito. Defenda-se e contra-ataque.
— Seja criativo!
— Prazo de entrega 16/10/2018;
— Quaisquer dúvidas pode me contatar via MP, WhatsApp ou Discord;
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CONDIÇÕES DO PERSONAGEM
[/center]
Dor de cabeça moderada.
HP 100/100
MP 100/100

ARSENAL:
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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Seg 15 Out 2018, 22:47



Occidendum


Eu odeio hospitais, sério. Toda a aura que um hospital traz é agonizante para mim. Me sinto pressionado a sair correndo de um hospital, e só vou a um quando é realmente necessário, como naquele momento em que a dor de cabeça apareceu. Em qualquer outra cidade do mundo, eu diria que era apenas uma dor de cabeça comum e que tudo se resolveria com um comprimido de Aspirina. Porém aquela dor não era comum. Algo em mim dizia que eu estava infectado com o tal vírus, e que eu tinha pouco tempo.

O hospital onde mantinham o paciente zero estava abarrotado de pessoas, todas sofrendo com algum sintoma, ou vários sintomas, do vírus. Homens, mulheres, crianças, negros, brancos. A doença não fez distinção entre suas vitimas. Todos poderiam ser infectados.

Fiz o meu registro, como de praxe, e esperei por algum tempo, até ser atendido por um médico que parecia estar ali há dias a fio. Depois de me examinar, passar alguns remédios para tomar, ele me liberou, mas pediu que eu continuasse no hospital, pois poderia ser perigoso para os outros que eu continuasse andando pela cidade.

Mesmo contra minha vontade, obedeci ao médico. Fiquei andando pelas áreas comuns do hospital. Era desolador ver tantas pessoas sofrendo com aquela doença. Minha cabeça ainda martelava de dor, mas era pouco comparado com alguns estágios mais avançados da doença. Me sentia impotente com aquela situação. Sabia que Atena havia me enviado até aquele lugar para dar um fim nisso, mas não sabia o que um simples semideus poderia fazer com isso.

Andei por algum tempo, até que vi um pequeno tumulto perto de um dos quartos. Parecia que um paciente havia atingido o último estágio da doença: o sangramento pelas vias respiratórias. Corri até a porta do quarto e a cena que eu vi me deixou extremamente assustado. Um garoto estava deitado em uma cama, rodeado por pessoas com roupas de proteção parecidas com trajes de proteção contra radiação. O garoto estava esvaindo em sangue, mas ainda assim tentava falar com afinco. Não consegui ouvir suas palavras, pois havia uma espécie de redoma a sua volta, talvez para impedir que o vírus se espalhasse.

Era uma cena terrível, e eu sabia que não poderia fazer nada para ajudar aquele pobre garoto, que aparentemente era o paciente zero. Ele tremia ao falar. Sua boca vertia sangue. Sua pele ficava cada vez mais pálida. Essa situação se perdurou por longos cinco minutos. Talvez os minutos mais demorados da minha vida. Em nenhum momento eu desviei o olhar. Senti que precisava fazer isso, acompanhar a dor daquele garoto. Ao final dos cinco minutos, pude ouvir o som que anunciava sua morte.

Requiescat in pace. — Minha voz não era mais do que um sussurro rouco. As lágrimas caíram de meus olhos. Aquela era a primeira pessoa que eu via falecer. A situação me abalou, me deixou sem chão. Estava quase perdido, quando ouvi uma conversa de dois médicos que estavam com o garoto, em seus últimos momentos.

— Aquele pobre garoto sobreviveu mais do que nós tínhamos imaginado. — Um dos médicos estava abatido. Não devia ser fácil perder um paciente. — Pena que, em seus últimos momentos, estava delirando.

— Eu acho que os delírios vieram a calhar, Marcus. — Sua parceira, uma médica que parecia jovem demais para estar ali, também estava abatida. — Ele estava em outro mundo, um mundo de deuses e monstros. Foi melhor assim.

— Você tem razão, Liz. — Marcus fechou os olhos, quase como se segurasse o choro. — Histórias sobre maldições, vingança, Circe? Foi melhor ele estar nesse mundo fantasioso. — Então os dois se afastaram do quarto. Porém, a mulher, Liz, parecia ter olhado para mim com certa curiosidade, como se estivesse se certificando que eu ouvira a conversa.

Tudo aquilo era demais para minha cabeça doente pensar. Eu sabia quem era Circe. Uma lendária feiticeira grega. Claro que ela também estaria nos tempos modernos. Maldição? Vingança? Poderiam ser obras dela, ainda mais que o paciente zero era um homem.

Agora, eu tinha as possíveis causas e motivos do “crime”. Só precisava juntar as peças com mais clareza e formar um plano. Mas eu não conseguiria fazer o plano no hospital, então saí do complexo, buscando ar fresco, ou o que quer que o ar infectado de Los Angeles fosse.

Ao sair do hospital, no pátio a frente da construção, havia uma garota, que parecia estar agonizando de dor. Ela estava murmurando palavras desconexas, que não fariam sentido para ninguém que não conhecesse o mundo divino.

Vingança... maldição... Circe... vingada... garoto... morto... sem controle... me perdoe... — A voz da garota sair de forma tremida, como se ela própria estivesse infectada.

Aparentemente, ela tinha relação com tudo o que estava acontecendo naquela cidade. Eu poderia simplesmente render ela e levá-la até Atena, mas alguma coisa estava errada, então fui até a menina, oferecer ajuda.

— Ei, garota, você está bem? — Fui até ela e comecei a me abaixar, para ficar perto da garota, mas ela ergueu a cabeça rapidamente, olhando com ferocidade para mim.

Aquela poderia ser uma situação normal, se não fossem os olhos da garota. Incrivelmente parecidos com os meus. Cinzentos como um dia tempestuoso. A única pessoa que eu havia visto com esses olhos era Atena. Fiquei paralisado, olhando para os olhos dela. O problema é que ela não parecia estar em seu juízo perfeito, pois, com uma faca de bronze, ela fez um ataque desajeitado em minha direção. Meu cérebro foi lento em sua resposta, e tudo o que eu pude fazer foi tentar desviar seu ataque com meu braço direito. Precisava entender o que estava acontecendo com ela, antes que uma batalha de fato se iniciasse.


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(Esqueci de colocar no último post. Desculpe)

RESUMO DAS AÇÕES:
Então, sei que tu pediu um contra-ataque, mas preferi não fazer, pelo rumo que o post estava tomando. Então, foi apenas a tentativa de defesa com o braço, para aparar o golpe.


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Qua 17 Out 2018, 12:22


Occidendum


Jeff só conseguiu ser efetivo em sua defesa - ainda que não tivesse saído ileso - porque a feiticeira estava numa situação muito mais delicada do que a dele. Estava sentindo a fraqueza tomar conta de seus músculos e, antes que ela o machucasse seriamente, ele precisava desarmá-la. E deveria ser rápido. Ela já partia pro segundo ataque.


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— Narre conforme o abordado.
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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Sex 19 Out 2018, 12:44



Occidendum


Senti a lâmina fria da faca lambendo minha pele. Logo após, uma leve ardência no machucado. Nada que pudesse me incapacitar. Aquela garota parecia estar fora de si. Seus olhos, outrora cinzentos, estavam quase negros. Ela não estava em seu juízo perfeito. Precisava desarmar aquela garota, e rápido.

Deveria ser uma tarefa fácil, se o vírus não estivesse trabalhando em meu corpo. Todos os meus músculos estavam sendo tomados por uma fraqueza repentina. Eu sabia o que estava acontecendo, e precisava desarmar minha irmã antes que eu ficasse vulnerável demais.

Rapidamente fiz uma análise da situação. A garota estava transtornada. A mão que segurava a faca tremia, embora segurasse o objeto com firmeza. Um plano se formou em minha mente. Não era exatamente o que eu queria, mas era a única saída para acabar com isso rapidamente.

Esperei a garota iniciar seu segundo ataque. Quando ela estivesse perto o suficiente para me atingir, eu daria um passo para o lado, seguraria seu pulso com a mão esquerda enquanto, com meu braço direito, aplicaria uma cotovelada em seu estômago, esperando que fosse forte o suficiente para causar uma falta de ar momentânea. Se meu ataque desse certo, seria fácil arrancar a arma da mão dela.



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(Esqueci de colocar no último post. Desculpe)

Poderes utilizados:
Passivos:

Nível 1

Inteligência natural - Filhos de Atena possuem a mente rápida, capaz de elaborar planos com facilidade mesmo em situações em que se encontram em desvantagem. Quando seus ataques envolvem uma estratégia (indo além dos golpes diretos, e com a linha de pensamento explicada, dentro do que é coerente) seus ataques ganham uma chance de acerto 10% maior (mas não afeta dano nem a capacidade do alvo de se defender). Não se aplica à estratégia em equipe. [Modificado]

Ativos:

Nível 1

Ataque Eficiente - Ao ativar esta habilidade a aura do filho de Atena se expande e afeta a arma, passando a provocar dano maior caso acerte o oponente. Dura 3 rodadas, com a bonificação cumulativa de 20% no dano, mas apenas se acertar na sequência (ou seja, se acertar o primeiro golpe, ele causará 20% mais dano, se acertar o segundo, 40%, e se acertar o terceiro, 60%); caso acerte o primeiro e erro o segundo, por exemplo, a bonificação do terceiro, em caso de acerto, volta a ser 20%. Pode ser utilizado uma vez por combate. [Modificado, antigo "Ataques certeiros"]

RESUMO DAS AÇÕES:
Esperei a guria chegar até mim, agarrei seu pulso e dei uma cotovelada nela. Se a cotovelada funcionar, vou arrancar a faca dela.


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Seg 22 Out 2018, 11:57


Occidendum


Eventualmente, a faca deixou a mão da feiticeira, que mais e mais tinha sua situação se intensificando. Quase desacordada, suas palavras saíram afogadas em sangue.

— Eu preciso pedir... desculpa. Leve-me até ele.

Seguindo mais um enigma, Jeff deveria correr. Sua irmã não ficaria acordada por muito tempo.


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Seg 22 Out 2018, 13:39



Occidendum


A faca enfim caiu da mão da garota. Minha ideia havia funcionado e a garota caiu com a força do golpe. Porém, a fraqueza tomou conta do meu corpo, e eu também caí, ajoelhado, ao lado dela.

O último estágio da doença estava tomando conta da semideusa. O sangue vertia pelo seu rosto, deixando trilhas rubras pela sua face. Ela tentava falar alguma coisa, mas suas palavras eram cortadas por engasgos causados pelo sangue.

— Eu preciso pedir... desculpa. Leve-me até ele.

Meu coração falhou uma batida. Aparentemente, ela queria falar com o garoto que havia morrido minutos antes. Ou era isso, ou a doença tomou conta da sua mente. Em todo o caso, não podia ficar parado esperando ela morrer.

Mesmo fraco, quase não aguentando com meu próprio corpo, ergui a garota e a arrastei até o hospital. Ela ainda estava murmurando sobre um pedido de desculpas, mas suas palavras eram abafadas pelo sangue vertendo por sua boca.

Minhas pernas foram fortes o suficiente para levá-la até a porta do hospital. No momento em que chegamos, dois enfermeiros já tiraram ela de meus braços e a colocaram em uma maca. Enquanto isso, me arrastei até uma cadeira próxima. Precisava recuperar meu fôlego antes de ir até a garota, e contar que a pessoa a qual ela queria pedir desculpas estava morta.




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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por 147-ExStaff em Qui 25 Out 2018, 10:38


Occidendum


Assim que se sentou, Jeff se sentiu quase... Bêbado? A tontura logo lhe afetou os sentidos, e sua atenção estava dividida entre o enfermeiro que informava-o que sua paciente queria vê-lo e a cobra que parecia pedir para ser seguida. Assim, aparentemente, se fazia mais um dilema. E esse definiria seu futuro semidivino.


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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Jeff Smith em Qui 25 Out 2018, 20:34



Occidendum


Se alguém me perguntasse qual era a sensação de estar embriagado, eu diria que era algo parecido com o que estava sentido ao voltar para dentro do hospital. Mal havia conseguido carregar minha irmã até o centro, e agradeci a todos os deuses já mencionados na terra quando os médicos a pegaram.

Sentei-me na primeira cadeira vazia que encontrei. Meu corpo parecia uma gelatina. Na real, uma gelatina deveria ser mais rígida do que eu, naquele momento. De fato, estava tão baqueado que nem fiz muito caso quando vi uma serpente passando pelos meus pés. Pela ausência de ataques histéricos na sala de espera, supus que apenas eu estava vendo o réptil.

O animal passou por mim, então virou-se e ergueu sua cabeça, como se me avaliasse. Após isso, fez movimentos com seu corpo liso, como se me convidasse a segui-lo. Quando contaram a verdade sobre minha ascendência, imaginei que coisas estranhas aconteceriam comigo. Mas não que uma serpente me chamaria para uma “reunião”.

O assombro foi tanto que registrei apenas vagamente um enfermeiro dizendo que a garota a qual eu havia arrastado para dentro do hospital queria me ver. Eu sabia que poderia não ter outra chance de conversar com ela, mas também sabia que o réptil poderia me trazer algumas respostas sobre esse vírus. Afinal, várias especialidades médicas usavam serpentes como símbolo.

— Sim, eu irei. Mas antes, preciso resolver um assunto urgente. — E então, com imensa dificuldade, levantei-me da cadeira e comecei a seguir a serpente. Se aquilo fosse uma armadilha, pelo menos minha morte seria mais rápida do que esperar o vírus me matar.



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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

Mensagem por Hades em Qui 08 Nov 2018, 00:41



Missão Cancelada
Não há descontos, devido à apresentação de argumentos plausíveis
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Re: {Occidendum} — Missão narrada para Jeff Smith

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