O Filho da Sabedoria

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O Filho da Sabedoria

Mensagem por Heron Devereaux em Sex 14 Out 2011, 17:31

Relembrando a primeira mensagem :

Bom, lendo os livros de Percy Jackson você sempre tive aquela sensação: "Por que os não filhos dos Três Principais são assim tão desprezados no livro?". Quer dizer, eu sei que a temática do livro é voltada para eles e que por isso eles ganham destaque, mas realmente acho eles muito desprezados na história. Então essa minha primeira fic não trata de nenhum filho de Poseidon, Zeus ou Hades. Ela foca os filhos de alguns deuses menores ou simplesmente pouco reconhecidos. Espero que agrade a todos, como é minha primeira fic estou sempre aberto a críticas de auto-ajuda. XD


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Primeiro Capítulo


Era uma manhã de Sábado. Gotas de orvalho nas folhas, o frio daquela manhã congelava meus pés fora do cobertor. De repente minha mãe entra pela porta do meu quarto, abrindo as cortinas da janela deixando assim os raios de sol iluminarem a escuridão do meu quarto. Após isso ela se dirigiu até mim falando com seu modo carinhos.

– Drill, acorda filho. Está uma manhã linda lá fora e o café já está na mesa.
– Eu já vou acordar mãe. – Respondi acordando dos meus sonhos.
– Ta, mais não demore ou então o café vai esfriar. – Ela disse deixando o quarto.

Eu me levantei e comecei a me arrumar. Vesti uma calça Jeans, uma camisa xadrez azul desabotoada com uma camisa branca por baixo e meu tênis All-Star preto. Escovei os dentes e tentei arrumar meus cabelos castanho-claros depois disso saí do meu quarto bagunçado. Desci as escadas e fui em direção à cozinha onde havia uma enorme mesa cheia das maiores delícias de um bom café da manhã. Muffins com recheio de morango, Bacon e Ovos, Panquecas com calda de caramelo, tudo que se tem em um bom café Americano. Meus pais, já sentados na mesa, esperavam pela minha chegada, meu pai, Henry, lia um jornal na seção de Esportes, minha mãe, Alice, tentava desesperadamente deixar todas as coisas na mais perfeita ordem. Eu entrei e disse.

– Bom dia mãe, bom dia pai. – Eu disse.
– Bom dia filho. – Os dois disseram em coro.

Sentei em uma cadeira vazia e peguei algumas torradas, um suco de laranja e dois muffins com recheio de morango. Meus pais eram muito interessantes e totalmente diferentes. De um lado, meu pai, um sujeito normal que dirige uma companhia de telemarketing. Do outro, minha mãe, uma dona-de-casa sabia e com um pequeno problema com sua mania de limpeza e arrumação, por esse motivo ela odiava meu quarto. Eu retornei para o meu quarto passando pela sala até chegar naquele lugar que mais parecia um vórtice de bagunça. Peguei minha mochila e meu mp3, coloquei o fone e logo eu estava ouvindo músicas. Desci as escadas, dei tchau para os meus pais e deixei minha casa em direção a escola.

Segui por alguns instantes sozinho até chegar ao ponto de ônibus, no banco próximo a placa do ponto estava sentado um garoto magrinho e que parecia sempre muito assustado. Era Nick, meu melhor e único amigo. Sentei-me ao seu lado e quando ele virou seu rosto pareceu aliviado, como se esperasse que fosse outra pessoa.
– Oi Nick – Eu disse para ele
– Ah, oi Matt – Ele não disse mais nada, só ficou olhando para mim com a mesma cara de assustado de sempre.
– Então, animado pro tão esperado último dia de aula? – Eu disse enquanto tirava os fones de ouvido.
– Ah, claro. O que você vai fazer nas férias de verão? – Ele disse. Logo em seguida abraçou a si mesmo tentando fazer passar um pouco o frio daquela manhã.
– Eu não sei muito bem, talvez a gente viaje, o que eu acho bem improvável por que meu pai está sempre muito ocupado no companhia então acho que vamos só ficar em casa mesmo.

Olhei pro trás da cabeça de Nick e pude ver o ônibus amarelo se aproximando. Sua lateral vandalizada pelos brutamontes da escola parou em nossa frente. Nós nos levantamos e embarcamos no que mais parecia um barco do terror. De um lado e do outro, nos primeiros bancos do ônibus haviam dois garotos que mais pareciam ter saído da faculdade. Vestiam jaquetas vermelhas do time de futebol americano da escola, bem no meio da camisa estava escrito “Wolfs”, o nome do time. Foi aí que eu percebi que era encrenca, jogadores de futebol americano sempre eram encrenca, mas já era tarde demais. Quando meus tênis tocaram o chão eu pude pela primeira vez sentir o gosto do piso do ônibus, e não era nem um pouco bom. Me virei ainda deitado no chão e pude ver que os dois haviam colocado seus pés para que eu caísse de cara no chão, os dois riam como duas hienas das savanas. Mas eu me controlei, embora estivesse a ponto de explodir. Pelo menos eu havia evitado que o mesmo acontecesse à Nick.

– Há-ha, muito engraçado. Devem estar orgulhosos de si mesmos.

Eu disse. No mesmo momento os dois garotos pararam de rir, acho que estavam tentando decifrar com seus poucos neurônios se eu estava sendo sarcástico ou não. Me levantei e fui para um dos bancos dos fundos, Nick sempre atrás de mim. A porta do ônibus já havia se fechado e nós estávamos em movimento. Eu fiquei olhando para as costas da cadeira na minha frente, cheios de chicletes que pareciam estar ali a mais de séculos. Depois de um tempo Nick murmurou pra mim como se tivesse medo que alguém escutasse.

– Tudo bem Matt, são só mais dois bobões.
– Não estou mais preocupado com isso. Mas então, o que você vai fazer nessas férias? – Nesse momento eu pude ver sua pele ficar branca como neve e seu rosto suar frio.
– A-ah, nada de mais, vo-você sabe... O de sempre.
– Hum... Tudo bem, se não quer falar disso. – Eu me virei pala a janela e fiquei olhando as casas, simétricas e perfeitamente idênticas.

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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Convidado em Sex 21 Out 2011, 22:48

Tá muito legal Drill.
Continua.
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Yuki Schiffer em Sab 22 Out 2011, 18:35

queria entrar nessa fan fic também ela e muito boa idêntica aos livros do rick
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404 erro Not found '-'

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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Heron Devereaux em Sab 22 Out 2011, 21:35

Ola, ávidos leitores. -qqq Demorado né esse 4º Cap? Bem. Eu resolvi encurtar um pouco a história que já estava tornando-se bastante demorada. Nesse cap. nosso herói chega finalmente à Colina Meio-Sangue. Mas será que ele já chegou mesmo ao Acampamento Meio-Sangue, ou ainda há mais perigos a enfrentar? E a senhora estranha do corredor, ela veio mesmo para ajudá-los? Será que Helena vai parar de dar ~Le Cavalinhos~ Nas pessoas? E Nick, vai parar de ser assim tão medroso? O que o mundo Meio-Sangue reserva para Matthew Harpian? Essas e outras perguntas serão respondidas no maior capítulo (Até agora) da vida de um garoto, que pensava ser apenas alguém normal. Boa Leitura! ^^



O Filho da Sabedoria - Página 2 SON
Quarto Capítulo - No rastro dos Semi-Deuses


Meus olhos fixaram-se na figura que aparecera por trás de nós. A senhora, sorria assustadoramente estranho. Ela sorria como quem está prestes a matar. Vi sua língua saltar da boca e voltar para dentro com a mesma rapidez que saíra. Imaginei que fosse alguma mania adquirida com o tempo, mas havia algo mais intrigante do que aquilo. Seus membros inferiores dançavam deslizando no chão, como duas cobras. Pensei que fossem meus olhos enganando-me. Mas a julgar pelo olhar de Nick, parecia que nós dois víamos a mesma coisa.

- O que fazem aqui sozinhos, crianças? Venham comigo e vai ficar tudo bem. – Ela sorriu estranhamente.
- Nick! CORRE! – Eu gritei enquanto me lançava escada acima em direção ao terceiro andar. Ele vinha bem atrás de mim.

Senti certo remorso em não ter ficado e ajudado Nick. Até por que ele usava muletas, nunca ia conseguir fugir naquela coisa. Mas algo bem estranho aconteceu. Quando eu já estava ofegante de tanto subir escadas eu olhei para os degraus e do meu lado algo de pêlo marrom e cascos subia as escadas. Assemelhava-se a um bode. Olhei mais para cima e sobre as pernas peludas estava meu melhor amigo. Dessa vez ele corria sem muletas, mas sua cara de assustado continuava lá. Fiquei quase paralisado, porém lembrei-me de continuar correndo para fugir da mulher estranha. Ele olhou para mim e disse.

- Olha, só confie em mim, não temos tempo para explicações.

Continuamos correndo. Finalmente chegamos ao terceiro andar. Paramos para descansar um pouco no topo da escada. Eu olhei para trás, mas nada se movia por lá. Fixei meu olhar no vácuo da escada, mas ao desviou meu olhar. Nick produzia um barulho estranho, como um animalzinho quando está assustado.

- Nick, você está bem? – Seu dedo indicador apontou para algo mais acima da escada. No fim da escadaria, a criatura dos pés de cobra olhava, sedenta por sangue para nós.

O sangue fervia, não podia deixar que ela nos pegasse. Eu certamente não pensei duas vezes, no caso eu nunca teria feito aquilo. Fui para cima da criatura como um touro acerta suas vítimas. Eu a empurrei antes que ela jogasse sobre mim alguma coisa parecida com uma rede de pesca. Ela caiu estupefata sobre uma lixeira. O que nos deu um bom tempo para fugir. Mas aquele era o último andar, logo seriamos encontrados. Escondemos-nos dentro do armário do zelador em um dos corredores.

- O que está havendo? Que coisa é essa em suas pernas? Quem é “aquilo” lá fora? – Perguntas voavam de minha boca, mas logo fui interrompido. As mãos de Nick taparam minha boca.

Achei melhor não falar mais nada. Depois que eu me calei ele começou a procurar algo em sua mochila. Minhas mãos estavam inquietas, tremiam bastante. Pude ver que ele tirou de sua mochila um tipo de flauta artesanal. Era belíssima, mas não via como isso pudesse nos ajudar. A criatura surgiu na porta. Rapidamente Nick levou a flauta à boca e ele começou a tocar uma melodia que eu nãorecordo-me agora. Estava mais preocupado com a mulher monstruosa.

- Nick! Isso não é hora para... – Não disse mais nada, apenas olhei para a criatura.

Ela agora começava a ser envolvida por galhos e cipós. Nick parecia assustado, como se soubesse que aquilo não duraria muito tempo. Eu comecei a assustar-me, “O que faríamos agora?”. De repente um som estridente ouviu-se vindo da porta, atrás da mulher com pernas de cobra. Nick parou de tocar ela caiu sobe o chão. Atrás dela estava Helena, imponente segurando com as duas mãos um extintor que pelo que eu deduzi havia servido para acertar aquela coisa.

- Helena? O que você está fazendo aqui? – Eu olhei perplexo para ela.
- Espera um pouco. Você consegue vê-la também? Consegue ver as pernas de cobra? – Nick questionou.
- É claro. É bem estranho, mas sim, consigo ver. Por que?
- É por isso que o cheiro de meio-sangue daqui era tão forte. – Nick pensava consigo mesmo.
- Cheiro de quê? Do que você está falando? – Tudo aquilo estava muito estranho para mim.
- Aqui não é lugar para isso. Logo ela vai acordar novamente. Helena, precisamos ir à sua casa, pegar suas coisas. Matt, precisamos ir à sua também. Temos que partir agora.
- PARTIR? PARA ONDE? – Nós dois questionamos.

♠♠♠

Tudo era tão estranho para mim quanto era para Helena. Nós escondemos aquela mulher no armário e fomos até as nossas casas. Helena encontrou-nos depois no mesmo ponto de ônibus de hoje de manhã. Não sei por que ela havia feito aquilo. Eu mesmo teria fugido do país se Nick tão tivesse me seguido (Agora com pernas comuns como antes). Meus pais haviam saído para trabalhar então não foi difícil entrar e sair de casa rapidamente. Finalmente sentamos os três no banco.

- Bom, acho que meu primeiro questionamento é: O que está acontecendo. – Helena parecia concordar comigo.
- Vocês ainda não entenderam? Nossa, é tão difícil essa parte de explicar tudo. Resumidamente, vocês são semi-deuses, eu sou um sátiro, aquilo era uma Dracaena e nós precisamos chegar urgentemente ao acampamento meio-sangue.

Após a última palavra todos se calaram. Eu fiquei processando esses pensamentos em minha mente e Helena parecia fazer o mesmo. Um ônibus azul e prata parou à nossa frente. Pude ver algumas palavras no ônibus, demorei um pouco a decifrar, mas vi que nele lia-se:

Ônibus 881. Manhattan – Long Island.

Nick levantou-se levando sua mochila e olhou para nós.

- Bem, vocês não vêm? – Ele continuou andando e nós o seguimos.

Entramos no ônibus e sentamos em um dos últimos bancos. À nossa frente, dois garotos seguiam viagem. Eles discutiam sobre algo disfarçadamente para que os outros passageiros não ouvissem. Nick parecia um animal farejando algo, até que encontrou algo familiar. Foi até o banco onde os garotos conversavam e disse.

- Fergus! Velho amigo. Há quanto tempo. – Ele abraçou o garoto estranho, pude vê-lo melhor e parecia-se bastante com meu melhor amigo. Mas como eles se conheciam?
- Nick. Humm, o que faz aqui? Ainda procurando algum meio-sangue? – O garoto ria-se com o que havia acabado de dizer. Mas pareceu surpresa com o que Nick retrucou.
- Na verdade, encontrei dois deles. – O garoto que acompanhava Fergus olhou para trás.
- São esses? – Ele apontou para nós e Fergus virou-se para nós também, ainda perplexo.
- Ah, sim. São eles mesmo, Matt e Helena. E você é?
- Ah, sou Travor. Você é um sátiro como Fergus?
- Shh, quer um microfone pra espalhar mais fácil a notícia a todo o ônibus? – Fergus resmungou para o garoto.
- Ops, desculpe. Não foi minha intenção.
- Fergus, não repreenda o garoto assim. – Nick voltou para o nosso banco e nós seguimos viagem.

♠♠♠

Seguimos viagem até que o ônibus parou. Finalmente havíamos chegado a Long Island. Pagamos pela viagem e descemos do ônibus. Fiquei olhando para uma enorme colina do outro lado da pista. Parecia mais viva do que todos os outros lugares dali.

- Estamos perto. O acampamento meio-sangue fica bem ali, naquela colina. – Nick apontou para a colina.
- Ah não, teremos que subir tudo isso? – Travor reclamou.

Nós atravessamos a rua e eu instintivamente olhei para a rua. Longe, no fim dela uma figura bastante conhecida aproximava-se de nós. Não era um ônibus, nem um carro. Era ela, a velha de Nick chamava de Dracaena.

- Pessoal, acho melhor corrermos. – Todos olharam para o mesmo lugar que eu estava olhando.

Imediatamente começamos a subir a colina desesperadamente. Olhei para trás novamente e vi o monstro aproximando-se cada vez mais de nós. Estávamos a alguns metros do topo. Ela continuava a se aproximar cada vez mais rápido. Corríamos como loucos. Mas finalmente chegamos ao topo. Nós três, Travor, Helena e eu continuamos a correr. Mas Nick e Fergus interromperam-nos.

- Tudo bem pessoal, já estamos seguros. A colina meio-sangue possui uma proteção especial que impede a entrada de monstros. Cortesia da árvore de Thalia.

Mas antes que eu pudesse parar, dei de cara com um garoto estranho. Ele desembainhou uma espada e enfiou-a no meu rosto.
- O que é isso? – Ele olhou para nós.
- Aquela coisa. A dracaena, ela nos seguiu até aqui. – Eu respondi ofegante.
- Dracaena né? Deixa que eu cuido dela. – Ele foi deixando o lugar onde o campo nos protegia.
- Hey, o que você está fazendo. Isso é perigoso. – Nós três corremos atrás dele e Nick, juntamente com Fergus, ao ver o que acontecia veio atrás de nós.

O garoto aproximou-se da criatura e tentou golpeá-la. Um ataque sem sucesso. Sua espada soltou-se de suas mãos e algo como uma rede de pesca foi lançada pelo monstro contra ele. Pesos na rede o prenderam ao chão e o monstro começou a aproximar-se dele. Vi a oportunidade de ajudá-lo e não pensei duas vezes. Peguei sua espada jogada ao chão e me preparei para o que parecia ser minha primeira luta. A espada não se apoiava tão bem em min hás mão então eu teria certa dificuldade. Mas não poderia deixar aquele garoto daquele jeito, prestes a morrer. Nick e Fergus pegaram flautas e preparavam-se para tocar suas melodias mágicas. Eu enfim gritei antes que a criatura chegasse ao semi-deus preso na rede.

- Hey, suas besta-fera. Você me quer? Vem me pegar. – Que idiota. O que diabos eu estava pensando nesse momento?
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Melina Ivanovna em Sab 22 Out 2011, 21:45

Adorei o quarto capítulo, poste mais ou descobrirá a fúria dos cupcakes de pimenta e-e
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Alphonse A. Monteith em Sab 22 Out 2011, 22:03

Ficou Foda.
Falo por mim e por meu Irmão mais Velho Robert.
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Lizzie M. Harper em Sab 22 Out 2011, 22:21

Adoreeeeeeeeeei, continuaaa!!!
P.S: Quero participar!
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Lucas F. Cawane em Sab 22 Out 2011, 23:47

Esprava que entrasse nesse cap. D:
Caso eu já tenha entrado, eu gostaria de ter o meu nome na fic, não outro D: Vai mais rápido pra postar, quero me achar aí e ler a continuação!
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Heron Devereaux em Dom 23 Out 2011, 00:35

Lucas. Você é o Travor, mas agora não dá mais pra mudar. Por que eu já coloquei.E também por que todos tem nomes fictícios nessa fic para que não haja nenhum tipo de reclamação... Hmm... ^^
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Aaliyah Shlonsky em Dom 23 Out 2011, 12:16

Que tenso para o Matt.

Adorei, ganhou mais uma leitora oficial. o/
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Nerezza D. S. Etternavn em Dom 23 Out 2011, 18:34

Ficou legal, dorgado. Mas tem alguns erros de coesão e coerência, e tem uma coisa que eu não entendi; No primeiro segundo era Drill e depois virou Matt? g-g Mas tá bem legal de qualquer jeito. *u* Continua, ou os Esquilos/Gnomos vão comer sua calça. [se é que já não fizeram isso ê_e] u_u
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Convidado em Dom 23 Out 2011, 21:43

Ficou legal Drill agora escreve mais, e não se esquece de me por na fic.
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Alphonse A. Monteith em Dom 23 Out 2011, 23:14

Super Foda.
Também apoio a opinião de escrever mais. E também quero ser Incluindo, e não se esqueça que comigo Também tem que entrar a Chloe.
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Heron Devereaux em Seg 24 Out 2011, 15:59

Ola de novo pessoas que leem essa droga. -qqq Bom, queria que relevassem o fato de eu ter errado o nome do personagem no primeiro Cap. (Haha, tá bom, como se vocês fossem mesmo esquecer isso). Nesse Cap. Vocês verão o desfecho da batalha em frente à Arvore de Thalia (Nossa, agora que eu percebi, isso é tão clichê). Verão também pessoas levando fora... -This. Enfim, chega de estragar segredos. Valeu a todos vocês que leram, leem e continuarão lendo os Capítulos dessa Aventura que é ser um filho de Athena ^^


O Filho da Sabedoria - Página 2 SON
Quinto Capítulo - Não mexa com as filhas de Afrodite



Uma espada, duas flautas e um garoto preso em redes. Será mesmo que isso ia dar em boa coisa? Olhei bem para a espada. Por todo o seu pumo aviam detalhes em auto-revelo, na lâmina negra e fosca havia algo escrito, mas não tive tempo de ler. Eu já havia chamado atenção de dracaena. Ela agora vinha em minha direção, se eu não pensasse em algo logo, provavelmente seria morto. Meu estômago embrulhou-se e minha boca ficou seca. Por um segundo eu pensei que seria meu fim. De repente melodias frenéticas tocavam ao meu lado, acho que de certo modo elas despertaram meus sentidos. Quando a criatura já estava prestes a atacar-me eu lancei a espada contra ela. Um corte no braço da criatura foi feito pela lâmina. Rapidamente eu esquivei do seu campo de visão, parecia até que eu era um exímio lutador. De algum modo eu sabia exatamente o que fazer, o que não fazer e até podia adivinhar o que a criatura faria. A música das flautas continuava, até que raízes e galhos das árvores começaram a se esticar e a segurar o monstro, logo ela estava presa por todos os seus membros.

- Matt, é a sua chance, mate-a! – Helena gritou para mim.

Segurei a espada com as duas mãos. Eu estava pronto, eu sabia o que fazer, mas eu não o fiz. No último segundo a criatura libertou-se dos galhos e raízes. Ela mais uma vez viria para mim. Porém, Helena aproximou-se correndo, quando eu pude ver ela já havia chutado a dracaena pelas costa. Os olhos dela estreitaram-se e ela virou o rosto, podendo assim olhar para Helena.

- Garota impertinente. É chegada a sua hora.

A expressão de raiva no rosto de Helena logo mudou para uma expressão de medo. A criatura virou-se. Este foi seu único erro, será que o ódio a havia feito esquecer que eu estava lá, empunhando uma espada? Enfim, essa podia ser minha última chance e eu precisava salvar Helena. Mais uma vez eu segurei a espada com as duas mãos, mas dessa vez foi diferente. Senti a espada atravessando o corpo da criatura e quase acertando Helena também, tendo em vista que ela estava bem próxima à criatura. Mais que imediatamente a mulher das pernas de cobra desfez-se em algum tipo de pó. A brisa que corria por toda a colina levou os restos da criatura. Helena e eu caímos no chão com uma expressão de alívio. Travor já havia libertado o garoto que antes estava preso à rede. Ele veio até mim.

- Uau, aquilo foi... Foi... – Ele pigarreou. – Quer dizer, aquilo foi bastante interessante, garoto.
- Me chamou de garoto? – Eu disse ofegante. – Bem, pelo que sei não fui eu que a pouco estava preso a uma rede de dracaena.
- Ah, não me entenda mal. Estou grato por ter me ajudado, mas eu poderia muito bem cuidar de tudo sozinho.
- Ok, entendo. – Ele estendeu sua mão e eu levantei. – Eu sou Matt, Matt Harpian... E você é?
- Ah, sou Kevin, Kevin Loust.

♠♠♠

Depois de recuperados da luta, Fergus e Nick nos levaram para o acampamento. Era lindo: estábulos para “cavalos”, uma loja de souvenires, uma arena de treinamento, mas o que nos interessou naquele momento foram os chalés. Nós íamos em direção a eles. Aproximei-me de Nick e perguntei algumas coisas para eles.

- Hum, então... Você é o que mesmo? – Eu perguntei um pouco receoso.

Nick contou-me toda a história resumida dos sátiros, sua busca por meio-sangues, explicou sobre os meio-sangues e sobre o acampamento. Olhei absorto para ele e disse.

- Então, você só fingiu esse tempo todo ser meu amigo? – Olhei para a grama verde.
- Não posso negar que me apeguei a você, mas realmente fingi por um tempo ser seu amigo. – Ele tentou desculpar-se.

Eu o deixei e fui para um pouco mais atrás, onde Helena e Travor conversavam. Aproximamos-nos finalmente dos chalés. Alguns eram bem vazios, outros nem tanto. Passamos pelo Chalé 10. Quer dizer, não passamos realmente. Travor parou por ali mesmo, tentei ver para onde ele olhava. Havia duas garotas, elas conversavam e sorriam. Uma delas mexia no cabelo da outra, tentando arrumar o cabelo dela. Travor chegou perto de Helena e eu e perguntou.

- Como estou? Apresentável?
- Deplorável. – Helena resmungou.
- Hum... Bem... Não sei, acho que sim. – Eu respondi.

Ele sorriu e foi em direção às garotas. Todos nós paramos para olhá-lo. Ele ficou ali conversando por alguns segundos com as garotas... Sim alguns segundos, momentos depois um estalo que podia ser ouvido de onde nós estávamos veio de perto deles. Uma das garotas havia estapeado Travor. Fergus gritou para ele enquanto voltava até nós.

- Filhas de Afrodite, não brinque com elas, ou vai acabar desse jeito. – Todos nós rimos.

Continuamos nossa caminhada, até chegarmos ao Chalé 11. Nick abriu a porta e Fergus estendeu as mãos para a entrada.

- Ta-ram! Apresento-lhes, seus novos aposentos. – Por que me parecia tão sarcástico? – Cuidado com seus pertences. – Ele riu.

Entramos no Chalé. Garotos e garotas de todo tipo amontoavam-se no lugar. Nós procuramos algum lugar para ficarmos e descansarmos um pouco. Sentamos em um canto do chalé e lá ficamos conversando um pouco.
- E então, vocês só têm pai, só têm mãe ou não têm nenhum?
- Como assim? Eu não posso ter os dois? – Eu protestei.
- Eu só tenho meu pai, mas o que isso significa Travor? – Helena disse tão confusa quanto eu.
- Ah, bem... Pensei que Nick já os tivesse contado. Nós, semi-deuses, só podemos ter o pai ou mãe conhecidos. Aquele que for desconhecido é seu pai ou mãe Deus.
- Como assim? Quer dizer que... Um dos meus pais... Não é mesmo meu pai? – Olhei para Travor ainda confuso. Algo de muito estranho estava acontecendo. Naquele momento eu só queria uma coisa, que não fosse mesmo um meio-sangue e que meus pais fossem mesmo meus pais.


Ficha Meio-Sangue:

O Filho da Sabedoria - Página 2 Tek4ea4abb3c93c23459628- Nome: Helena West
- Características: Quase sempre zangada ela vive dando ~Le Cavalinhos~ nas pessoas. Muito encantadora, mas não se deixe enganar. Ela pode ser bem mais feroz do que parece.
- Pai ou Mãe Deus: Cof Cof Secret Cof Cof - Se quiser ver, tudo bem. Se não quiser estragar a surpresa, melhor.
Deus ou Deusa:
Filha de Selene
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Lucas F. Cawane em Seg 24 Out 2011, 16:12

Gosteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei man.
O Drill posta muito bem, manolada. (Achei alguns pequenos erros, tipo "aviam" XD)
Quero o perfil do Travooor. (E para de enrolar a fic, pô!)
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Samantha James Keller em Seg 24 Out 2011, 16:30

Muito legal Drill, poste, e nunca pare de postar!
Samantha James Keller
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Convidado em Seg 24 Out 2011, 18:09

Cara, a Helena é idêntica a Domi (talvez porque é).
Ela também joga cupcakes na cara de alguém?
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Aaliyah Shlonsky em Seg 24 Out 2011, 19:19

Fiquei com pena do Travor agora. Hahaha
Sério, a fic é muito legal e excelente!
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Melina Ivanovna em Seg 24 Out 2011, 22:43

Adogueeeeeei *--------*

Poste mais ou conhecerá o submundo '-'
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Melanie C. Lancaster em Ter 25 Out 2011, 06:39

INCRÍVEL, INCRÍVEL !
Estou até ficando sem ter o que comentar, poxa. :/
Como disse a Domi, poste mais ou conhecerá o submundo². Rápido. :D
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Re: O Filho da Sabedoria

Mensagem por Aahron S. Grützmann em Ter 25 Out 2011, 19:25

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Re: O Filho da Sabedoria

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